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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    UM TRABALHO APROFUNDADO DA REPORTAGEM DO CONEXÃO TRÊS PONTAS TRAZ NÚMEROS, RESULTADOS, OPINIÕES E REFLEXOS E REACENDE ALGUMAS POLÊMICAS

    Uma simples pergunta publicada na página do Conexão Três Pontas nas redes sociais acabou abrindo um debate profundo sobre prioridades públicas, cultura popular e gestão de recursos municipais. A possibilidade de realização da tradicional Festa do Peão/Rodeio após o Carnaval colocou moradores de Três Pontas em lados opostos.

    A análise das 125 primeiras opiniões coletadas mostra um cenário claro: a cidade está dividida — mas com leve predominância de críticas ao investimento público em eventos festivos.

    Resultado geral da enquete

    Classificando as respostas em quatro grupos (favorável, contrário, favorável com ressalvas e neutro), o panorama ficou assim:

    Posição Número de opiniões Percentual
    Contra o rodeio / contra gasto público 56 44,8%
    A favor do rodeio 41 32,8%
    A favor, mas com condições 16 12,8%
    Neutros ou sem posição clara 12 9,6%

    Representação gráfica (opinião da população)

    Contra investimento no rodeio ████████████████████████████ 44,8%

    A favor do rodeio ██████████████████ 32,8%

    A favor com condições ████████ 12,8%

    Neutros / indefinidos █████ 9,6%

    O dado mais relevante é que mais da metade das manifestações (57,6%) demonstram algum tipo de resistência ao uso de dinheiro público na festa, mesmo quando não rejeitam totalmente o evento.

    A principal crítica: prioridades da cidade

    O argumento mais recorrente nas manifestações contrárias foi a percepção de que Três Pontas enfrenta problemas estruturais mais urgentes.

    Entre os temas mais citados:

    1️⃣ Saúde pública

    Moradores apontam falta de exames, medicamentos e estrutura hospitalar.

    Exemplo citado na enquete:

    “O laboratório municipal não está realizando exames simples por falta de reagentes.”

    Outro comentário sugeriu até um investimento específico:

    “Esse dinheiro poderia ser investido numa máquina de ressonância.”

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    2️⃣ Infraestrutura urbana

    Buracos nas ruas, iluminação pública e limpeza urbana também foram citados repetidamente.

    Principais prioridades citadas pelos moradores

    Saúde pública ███████████████████████
    Infraestrutura urbana ███████████████
    Moradia popular █████████
    Educação ███████

    3️⃣ Habitação

    A crise de aluguel na cidade também apareceu nas discussões.

    “A população precisa de moradia. Só 97 casas populares é muito pouco.”

    O argumento dos favoráveis: economia e lazer

    Mesmo com a maioria crítica, um grupo significativo defende a realização da festa.

    Os argumentos predominantes são três.

    1️⃣ Movimento econômico

    Muitos moradores afirmam que eventos atraem visitantes e geram renda.

    “O rodeio movimenta o comércio, hotéis e gera empregos temporários.”

    Esse raciocínio aparece principalmente entre comerciantes e pessoas ligadas ao setor de serviços.

    2️⃣ Falta de entretenimento na cidade

    Outro argumento recorrente:

    “Três Pontas não tem nada. Se não tiver festa, o povo vai gastar em outra cidade.”

    Esse sentimento aponta para uma percepção de escassez de opções culturais e de lazer no município.

    3️⃣ Tradição cultural

    Alguns moradores veem o rodeio como uma manifestação tradicional ligada à identidade rural da região.

    “Rodeio também é cultura.”

    Esse discurso aparece frequentemente associado ao orgulho do agronegócio e das festas de peão.

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    O grupo intermediário: “pode ter, mas sem dinheiro público”

    Uma parcela importante da população não rejeita o evento, mas impõe condições.

    Esse grupo representa 12,8% das opiniões e pode ser considerado o campo decisivo da discussão.

    As propostas mais citadas foram:

    ✔ Cobrança de ingressos

    Quem quiser participar paga.

    ✔ Parceria com iniciativa privada

    Patrocínios e empresas financiando parte da estrutura.

    ✔ Redução do tamanho do evento

    Menos dias ou atrações mais realistas para o porte da cidade.

    ✔ Transparência nas contas

    Divulgação pública de arrecadação e gastos.

    “Mostra o que arrecadou e com o que gastou que eu dou minha opinião.”

    O fator Carnaval na discussão

    Um elemento curioso é que muitos comentários conectam o rodeio diretamente ao Carnaval realizado na cidade.

    Para parte da população, o raciocínio é simples:

    Se teve Carnaval → deve ter rodeio

    Essa lógica aparece repetidamente nos comentários.

    Por outro lado, críticos dizem que o erro foi justamente ter realizado o Carnaval com recursos públicos.

    Outro tema sensível: maus-tratos a animais

    Um grupo menor, mas bastante vocal, se opôs ao rodeio por razões éticas.

    “O rodeio expõe o animal ao estresse e à dor.”

    Alguns sugeriram alternativas, como eventos equestres ou festivais musicais sem montarias.

    O pano de fundo político

    Além do debate cultural e econômico, há um claro componente político nas manifestações.

    Alguns comentários criticam diretamente a administração municipal e cobram maior fiscalização dos vereadores.

    Outros mencionam:

    • gastos da prefeitura

    • contenção de despesas

    • promessas de campanha

    Isso indica que a discussão sobre o rodeio virou também um termômetro de avaliação do governo local.

    O que a enquete revela sobre Três Pontas

    Mais do que uma simples disputa entre “ter festa ou não ter”, a enquete revela três grandes tensões da cidade:

    1️⃣ Cultura x prioridades sociais

    A população reconhece o valor cultural e econômico dos eventos, mas teme que eles concorram com serviços essenciais.

    2️⃣ Lazer x responsabilidade fiscal

    Existe demanda por entretenimento, mas também cobrança por gestão responsável.

    3️⃣ Tradição x novos valores sociais

    Enquanto alguns defendem o rodeio como patrimônio cultural, outros questionam a prática por questões éticas.

    Conclusão

    A enquete mostra que Três Pontas vive um dilema comum a muitas cidades médias brasileiras:

    Como equilibrar investimentos em cultura, lazer e eventos com demandas urgentes por infraestrutura e serviços públicos?

    Os números deixam claro que:

    Não existe consenso!

    Mas existe algo ainda mais evidente:

    A população quer participar da discussão e cobrar transparência nas decisões.

    E talvez esse seja o resultado mais importante da enquete.

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  • Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Uma moradora do bairro Nova Três Pontas foi à Câmara Municipal, acompanhada por outros moradores, e fez um duro pronunciamento cobrando providências do poder público. Em uma carta aberta aos vereadores, ela denunciou a falta de fiscalização de terrenos abandonados, ausência de visitas de agentes da dengue e possível omissão administrativa na prevenção da doença.

    A cidadã Mariana Tiso pediu transparência, apresentação de documentos e até investigação do Ministério Público caso sejam comprovadas falhas graves na execução das políticas públicas.

    Um pronunciamento firme e fundamentado chamou a atenção durante a sessão da Câmara Municipal de Três Pontas nesta semana. A moradora e comunicadora Mariana Tiso utilizou o Plenário para apresentar uma carta de protesto na qual denuncia o que considera falta de ações preventivas do poder público no combate à dengue no bairro Nova Três Pontas.

    Em uma fala marcada por argumentos legais e pedidos formais de esclarecimento, Mariana afirmou que não se tratava apenas de um desabafo, mas de uma manifestação baseada em legislações municipais, estaduais e federais que tratam da responsabilidade do poder público na área da saúde.

    Segundo ela, moradores vêm solicitando providências desde agosto do ano passado, quando ainda não havia cenário de epidemia.

    “Prevenção não começa na epidemia. Prevenção começa antes”, afirmou.

    De acordo com a moradora, foram registrados dezenas de protocolos junto à Prefeitura solicitando medidas básicas de fiscalização e controle, entre elas:

    _ notificação de terrenos abandonados
    _ fiscalização de lotes com restos de obras
    _ aplicação de multas previstas no Código de Posturas
    _ visitas regulares de agentes de combate à dengue
    _ manutenção da área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro
    _ atuação preventiva contínua do poder público

    Ela afirma, porém, que nenhuma dessas medidas teria sido realizada no momento adequado.

     

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    Resposta rápida após anúncio da manifestação

    Durante o pronunciamento, Mariana relatou um episódio que, segundo ela, reforça a necessidade de esclarecimentos.

    No próprio dia 2 de março, após comunicar que iria à Câmara fazer o protesto, ela recebeu em menos de duas horas uma resposta do secretário municipal de Obras e Transportes informando que equipes haviam ido ao bairro fotografar terrenos abandonados para iniciar notificações aos proprietários.

    Ela destacou que, segundo o procedimento legal, após a notificação o proprietário tem prazo de sete dias para regularizar o terreno, antes que o município possa aplicar multas ou realizar limpeza compulsória.

    A moradora questionou por que esse processo não foi iniciado anteriormente, já que as solicitações teriam sido feitas meses atrás.

    “Se a notificação não é feita, a atuação do poder público fica travada. E isso não é apenas um detalhe administrativo. Isso é política pública de saúde”, afirmou.

    Falta de agentes e campanhas de conscientização

    Outro ponto levantado foi a ausência de visitas regulares de agentes de combate à dengue nas residências do bairro.

    Segundo Mariana, a vigilância epidemiológica precisa ser contínua e preventiva, e não apenas reativa durante períodos de crise. Ela também criticou a falta de campanhas permanentes de conscientização. Para a moradora, o combate ao mosquito não pode depender exclusivamente da iniciativa da população.

    “Contar apenas com a educação espontânea da população é assumir que fiscalização não é necessária. E fiscalização é dever do poder público”, disse.

    Pedido formal de documentos e fiscalização

    Durante o pronunciamento, Mariana solicitou que a Câmara Municipal encaminhe ofícios formais a diversos órgãos municipais e também à concessionária de energia CEMIG. Entre as informações solicitadas estão:

    _ todas as notificações emitidas a proprietários de terrenos no bairro Nova Três Pontas entre 2022 e 2026
    _ datas dessas notificações
    _ multas aplicadas e respectivos valores
    _ registros de visitas de agentes de combate à dengue
    _ cronograma oficial de visitas preventivas
    _ relatórios de inspeção
    _ o Plano Municipal de Combate à Dengue e sua data de implementação providências adotadas na área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro

    Segundo ela, a análise desses dados permitirá avaliar se houve atuação preventiva antes do agravamento da situação.

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    Possibilidade de investigação

    Caso os documentos indiquem falhas graves na execução das políticas públicas, a moradora defendeu que o caso possa ser encaminhado ao Ministério Público para investigação de eventual omissão administrativa.

    “Não estou aqui por política. Estou aqui por responsabilidade”, afirmou.

    Apelo final aos vereadores

    Encerrando sua fala, Mariana pediu apoio dos vereadores para garantir transparência e fiscalização. Ela destacou que o bairro Nova Três Pontas não pode ser lembrado apenas em momentos de crise.

    “A prevenção não começa quando já se enterra gente”, declarou.

    A moradora finalizou solicitando transparência, dados, fiscalização e cumprimento das leis já existentes, afirmando que a cidade precisa de políticas públicas efetivas para evitar que problemas sanitários se agravem.

    Outra moradora que a acompanhou no protesto, se emocionou, chorou ao revelar que tem uma irmã em estado crítico no hospital por conta da dengue e fez um desabafo:

    “Graças a Deus, apesar da gravidade e da complexidade do caso, nós ainda temos minha irmã aqui. Mas não sabemos o que vai acontecer. Mais alguém terá que morrer para que as providências sejam tomadas?”, exclamou.

    O Presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, demonstrou, em nome de todos os vereadores, acolhimento aos pedidos e disse que cobrará respostas por parte do Executivo Municipal.

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  • Escola de Inteligência Cultural, uma iniciativa da Brava Inovação Corporativa em colaboração com a ACAITP realizou formação “Liderando Gerações” em Três Pontas

    Escola de Inteligência Cultural, uma iniciativa da Brava Inovação Corporativa em colaboração com a ACAITP realizou formação “Liderando Gerações” em Três Pontas

    A Escola de Inteligência Cultural promoveu, no dia 28 de fevereiro (sábado), a formação “Liderando Gerações (Três Pontas)”, uma imersão de 8 horas voltada a lideranças e profissionais que desejam aprimorar a gestão de equipes multigeracionais. O encontro aconteceu das 8h30 às 17h30 na sede da APAE-TP.

    A formação tem como objetivo qualificar líderes para compreender, articular e conduzir equipes multigeracionais, promovendo relações de trabalho colaborativas, comunicação eficaz e práticas de liderança alinhadas às diferentes experiências, valores e expectativas presentes nas organizações.

    O mote é “Transformar diversidade geracional em potência”.

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    Conteúdo e abordagem

    Ao longo do dia, foram trabalhados dois eixos principais:

    Compreendendo as diferenças entre as gerações
    Quais são as gerações e o que representam
    Gerações como construções históricas
    Riscos dos rótulos geracionais na gestão
    Valores, expectativas e modos de trabalhar entre gerações
    Sentido do trabalho, carreira, estabilidade, propósito e flexibilidade
    Autoridade, hierarquia e autonomia em conflito
    Liderando equipes multigeracionais
    Estilos de liderança e adequação às gerações
    Comunicação clara para públicos diversos
    Desenvolvimento humano em equipes diversas
    Ritmos de trabalho e comprometimento
    Autonomia e controle
    Fatores motivacionais em equipes multigeracionais

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    Metodologia

    A programação combinou exposição de conteúdo e atividades práticas, incluindo dinâmicas de integração e exercícios em grupo. Entre os destaques estão a dinâmica de apresentação “Timeline Viva”, o “Mapeamento de Gerações” e a atividade “Liderança Adaptativa”, que propõe cenários com diferentes composições geracionais para discussão de estilos de liderança, comunicação e condução de tarefas.

    No período da tarde, houve ainda uma participação externa com o tema “Liderando a Geração Z”, com a participação de Gustavo Faria, CEO e Fundador da Gestão Agrosoluções.

    O resumo desse dia inteiro de troca foi menos ego, mais Inteligência Cultural e foco total em fazer diferente.

    #LiderandoGerações #GeraçãoZ #Liderança #InteligênciaCultural #TrêsPontas #EscolaDeInteligenciaCultural

    Fonte Ascom AcaiTP

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  • POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta segunda-feira (2), o projeto de lei que regulamenta a comercialização de medicamentos dentro de supermercados. O texto, que já havia passado pelo Senado, agora aguarda sanção do presidente da República para entrar em vigor.

    A proposta estabelece que supermercados poderão vender medicamentos e instalar farmácias em suas dependências, desde que o espaço seja físico e estruturalmente separado da área comum de vendas, exclusivo para a atividade farmacêutica e com a presença obrigatória de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento.

    O relator da matéria, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), argumentou que a iniciativa amplia o acesso da população, sobretudo em municípios de pequeno porte e localidades mais afastadas, onde muitas vezes não há farmácias disponíveis.

    Apesar de poder funcionar sob o mesmo CNPJ do supermercado ou por meio de parceria com uma farmácia devidamente licenciada, o novo modelo deverá cumprir integralmente as exigências técnicas, sanitárias e regulatórias já aplicadas às drogarias tradicionais.

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    O que muda na prática

    O projeto define regras específicas para a comercialização:

    A venda de medicamentos só poderá ocorrer em área exclusiva e devidamente isolada, com farmacêutico presente durante todo o expediente.

    Medicamentos sujeitos à retenção de receita só poderão ser entregues após o pagamento. Alternativamente, poderão ser encaminhados ao caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificada.

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    Está proibida a exposição ou oferta de remédios em prateleiras abertas, gôndolas ou espaços sem separação funcional da farmácia instalada no supermercado.

    Farmácias e drogarias autorizadas poderão operar vendas por meios digitais e plataformas de comércio eletrônico, desde que respeitem integralmente a legislação vigente.

    Com a eventual sanção presidencial, a medida passará a integrar o marco regulatório do setor, criando um novo modelo de comercialização que busca ampliar o acesso, mas mantendo as exigências de controle sanitário e responsabilidade técnica.

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  • Vi0lência no silêncio: Freira de 82 anos é brut4lmente ass4ssinada dentro de convento no Paraná

    Vi0lência no silêncio: Freira de 82 anos é brut4lmente ass4ssinada dentro de convento no Paraná

    Uma manhã de sábado que deveria ser tranquila terminou em tr4gédia e indignação no município de Ivaí, nos Campos Gerais do Paraná. Uma vida dedicada ao serviço, à fé e à paz foi interrompida de forma vi0lenta e cruel — dentro do lar onde deveria haver refúgio.

    Aos 82 anos, irmã Nadia Gavanski, que havia dedicado mais de cinco décadas à vida religiosa, foi encontrada m0rta dentro do Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, após ter sido atacada por um homem que invadiu o local sem motivação aparente.

    O crime que deixou uma comunidade em choque

    Segundo informações da Polícia Civil do Paraná, o suspeito, um homem de 33 anos, foi preso em flagrante logo após o at4que. Em depoimento, ele afirmou que havia passado a madrugada consumindo bebidas alcoólicas e crack e que, sob efeito dessas substâncias, passou a ouvir vozes que o impulsionaram a cometer o cr1me.

    Conforme relato policial, o homem teria pulado o muro do convento e se aproximado da religiosa enquanto ela realizava tarefas simples do cotidiano — atividades que faziam parte de sua rotina de cuidado e serviço dentro da comunidade.

    A brutalidade do at4que chocou até quem ouviu os detalhes: depois de empurrar a freira ao chão, ele teria provocado sua asfixia, deixando marcas e sinais evidentes de agressão física.

    Até o momento, as autoridades seguem investigando o caso e ainda avaliam possíveis circunstâncias que envolvem a dinâmica do crime.

    A vida que foi arrancada

    Irmã Nadia não era apenas uma freira — ela era presença constante, acolhimento, um símbolo de devoção e serenidade para muitos ao redor. Dedicou 55 anos da sua vida à fé, ao cuidado dos outros e ao convívio comunitário. A notícia de sua m0rte não é apenas um boletim policial; é um choque emocional para familiares, amigos e todos que reconheceram nela um exemplo de amor e entrega.

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    Uma reflexão perturbadora

    A vi0lência que tirou a vida de uma mulher idosa, dentro de um convento — um lugar que deveria ser sinônimo de paz — deve nos fazer parar. Não apenas por causa da brutalidade objetiva do cr1me, mas pela sensação de vulnerabilidade que ele traz consigo.

    É impossível não olhar para essa tragédia e perguntar:

    O que está acontecendo com nossa sociedade quando até o sagrado não está livre da violência?

    Quando uma senhora que passou mais da metade de sua vida ajudando os outros pode ser atacada tão covardemente, devemos nos perguntar se algo em nosso tecido social não está se desmoronando.

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    Que este episódio não se torne apenas mais um número

    Lamentar é inevitável.
    Reagir é necessário.

    Mas mais do que isso: é urgente que discutamos as raízes da violência, o papel das drogas e do álcool em crimes, a fragilidade da segurança em espaços comunitários e a importância de políticas públicas que protejam aqueles que mais dedicam sua vida ao cuidado.

    Irmã Nadia não era apenas parte de uma instituição religiosa.
    Ela era um símbolo de entrega.
    Um exemplo de amor.
    Uma vida que inspirou outras vidas.

    E a brutalidade de sua m0rte não pode ser apenas noticia de um dia — precisa ser um alerta permanente.

    Porque quando tiramos vidas como se fossem objetos descartáveis, perdemos um pouco da humanidade que nos resta.

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  • URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    A chuva voltou a cair. E, com ela, voltou também o medo. A Zona da Mata Mineira vive dias de dor que dificilmente serão esquecidos. O número de mortos após os temporais que atingiram a região na noite de segunda-feira (23) subiu para 49 vítimas. Outras 18 pessoas continuam desaparecidas sob a lama, os escombros e a esperança frágil de familiares que ainda aguardam notícias.

    Em Juiz de Fora, foram 43 vidas perdidas.
    Em Ubá, mais seis mortes confirmadas.

    Não são estatísticas. São histórias interrompidas. São mesas vazias. São casas que não voltarão a ser lares.

    A chuva não deu trégua — e a tragédia se aprofundou

    Enquanto equipes do Corpo de Bombeiros seguem nas buscas por 16 desaparecidos em Juiz de Fora e duas pessoas em Ubá, o cenário se agrava. Na noite de quarta-feira, a chuva voltou com força. Avenidas novamente alagadas. Bairros sob enxurradas. O Córrego Santa Luzia transbordou. Sirenes soaram.

    O resgate acontece em meio à lama ainda fresca dos deslizamentos. Há famílias esperando respostas diante de montes de terra que antes eram casas.

    Milhares de pessoas estão desalojadas ou desabrigadas em Juiz de Fora, Ubá e também em Matias Barbosa, onde houve destruição, mas, felizmente, sem registro de mortes.

    Mas o sofrimento não se mede apenas em números.

    📊 Os números assustam — e revelam um alerta ignorado

    Em apenas três horas, Juiz de Fora registrou:

    • 102,9 mm na Cidade Universitária

    • 96,3 mm em Graminha

    • 85,5 mm na região Central

    O município enfrenta o fevereiro mais chuvoso de sua história: já são 589 milímetros acumulados, mais de três vezes o volume esperado para o mês (170 mm).

    O Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta de “grande perigo” para a região.

    Mas a pergunta inevitável é: sabíamos que eventos extremos estavam se tornando mais frequentes — então por que continuamos tão vulneráveis?

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    🏚️ Tragédia natural ou desastre anunciado?

    As mudanças climáticas são realidade. Os eventos extremos estão mais intensos. Mas o impacto devastador não é apenas obra da natureza.

    Encostas ocupadas irregularmente.
    Drenagem insuficiente.
    Falta de contenção de taludes.
    Córregos assoreados.
    Planejamento urbano falho.

    Quando a água encontra descaso, ela não apenas alaga — ela destrói.

    A cada verão, repetimos o mesmo roteiro: alerta, chuva intensa, deslizamento, luto, promessas. E, quando o céu abre novamente, a urgência evapora.

    Até o próximo temporal.

    🕯️ 49 vidas que exigem mais do que homenagens

    As equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e voluntários seguem mobilizadas. Abrigos foram improvisados. Solidariedade não falta.

    Mas solidariedade não substitui prevenção.

    É urgente discutir:

    • Investimento robusto em drenagem urbana

    • Obras estruturais permanentes

    • Monitoramento eficaz de áreas de risco

    • Política habitacional que retire famílias de encostas vulneráveis

    • Planejamento urbano baseado em dados climáticos atuais, não nos de décadas passadas

    Prevenir não dá manchete. Mas salva vidas.

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    🌎 A chuva vai voltar. Estaremos preparados?

    A Zona da Mata chora seus mortos enquanto ainda ouve o barulho da água caindo sobre telhados frágeis.

    Cada vítima representa um alerta que não pode ser ignorado.

    Não podemos normalizar a tragédia.
    Não podemos aceitar que todo verão tenha sua contagem de mortos.
    Não podemos tratar como fatalidade aquilo que é, em grande parte, consequência de omissão.

    Que a memória das 49 vidas perdidas em Juiz de Fora e Ubá não se dissolva quando o sol reaparecer.

    Porque quando a próxima tempestade chegar — e ela chegará — a pergunta continuará ecoando:

    vamos lamentar de novo… ou finalmente agir?

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    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

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  • ATENÇÃO, MOTORISTAS! Obras emergenciais alteram o tráfego na MG-167 entre Varginha e Três Pontas

    ATENÇÃO, MOTORISTAS! Obras emergenciais alteram o tráfego na MG-167 entre Varginha e Três Pontas

    Quem trafega pela MG-167 precisa redobrar os cuidados nos próximos dias. Após o volume intenso de chuvas que atingiu o Sul de Minas, a concessionária EPR Vias do Café iniciou intervenções preventivas no km 38 da rodovia, trecho que liga Varginha à Três Pontas.

    As obras já estão em andamento e provocam interdição parcial da pista.

    Para garantir a fluidez do trânsito durante os serviços, foi implantado o sistema Pare e Siga, operando diariamente das 7h às 18h. A medida exige paciência e atenção redobrada por parte dos condutores.

    Por que a obra é necessária?

    Segundo a concessionária, as intervenções são estratégicas e preventivas, com foco na segurança viária. O objetivo é minimizar riscos estruturais causados pelas chuvas recentes.

    Entre os serviços executados estão:

    • Reforço e estabilização de taludes;

    • Recuperação de encostas;

    • Limpeza e desobstrução do sistema de drenagem;

    • Aplicação de material pétreo;

    • Plantio de vegetação para contenção do solo.

    De acordo com o diretor-executivo da EPR Vias do Café, José Salim, as intervenções são fundamentais:

    “Mesmo com impactos momentâneos no tráfego, a obra representa um avanço significativo em segurança para os usuários. Trata-se de uma ação preventiva e planejada.”

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    ⚠️ Motoristas devem seguir orientações rigorosamente

    O trecho recebeu reforço na sinalização e conta com operadores de tráfego. A concessionária alerta para medidas essenciais durante a passagem pelo local:

    • Respeitar toda a sinalização instalada;

    • Obedecer às orientações dos operadores;

    • Reduzir a velocidade;

    • Manter distância segura do veículo à frente;

    • Evitar aproximação de máquinas e equipes em operação.

    A imprudência pode gerar acidentes graves.

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    📞 Atendimento 24 horas

    Em caso de dúvidas, emergências ou necessidade de apoio, a EPR Vias do Café disponibiliza atendimento 24h pelo telefone: 0800 265 0491

    🔎 Fique atento. Planeje seu trajeto. Dirija com responsabilidade.

    A prevenção hoje evita tragédias amanhã.

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  • Quarta-feira de Cinzas: Um Chamado ao Recomeço, à Fé e ao Retorno para Deus

    Quarta-feira de Cinzas: Um Chamado ao Recomeço, à Fé e ao Retorno para Deus

    ✝️ Depois do barulho, do brilho e da euforia do Carnaval, o silêncio da Quarta-feira de Cinzas chega como um convite profundo à reflexão. É o dia em que a Igreja abre o tempo da Quaresma e recorda uma verdade que muitas vezes tentamos ignorar: “Tu és pó e ao pó voltarás”. Mais do que uma frase, é um chamado à humildade, à consciência da nossa fragilidade e, sobretudo, à necessidade de voltar o coração para Deus.

    Em um mundo cada vez mais acelerado, onde as distrações ocupam todos os espaços e o imediatismo dita as regras, muitos têm se afastado das coisas de Deus. A fé vai ficando para depois. A oração vira exceção. A igreja se torna visita rara. E, sem perceber, o vazio começa a crescer. Porque quando nos afastamos da fonte, a alma sente sede.

    A Quarta-feira de Cinzas não é um dia de tristeza. É um dia de oportunidade. É Deus nos chamando pelo nome, dizendo que ainda há tempo de recomeçar. É o momento de olhar para dentro, rever atitudes, perdoar, pedir perdão, abandonar o que nos distancia da luz e retomar o caminho da esperança.

    A sociedade pode até ensinar que não precisamos de Deus, que a autossuficiência basta. Mas a realidade mostra outra coisa: nunca houve tanta ansiedade, tanto desânimo, tanta solidão. Quando Deus deixa de ser prioridade, algo essencial se perde. E isso não faz bem ao coração humano.

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    A Quaresma começa como um convite à conversão. Conversão não é apenas deixar o erro; é voltar para casa. É recuperar o diálogo com Deus, fortalecer a fé, praticar a caridade e escolher viver com propósito. É trocar o orgulho pela humildade, o ódio pelo perdão, a indiferença pelo amor.

    Receber as cinzas na testa é reconhecer que somos frágeis, mas também é declarar que acreditamos na misericórdia. É admitir que precisamos de Deus — e que Ele nunca deixou de nos esperar.

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    Que esta Quarta-feira de Cinzas não seja apenas mais uma data no calendário. Que seja um marco. Um ponto de virada. Um reencontro com a fé que talvez tenha sido deixada de lado.

    Ainda há tempo. Ainda há graça. Ainda há Deus. ✝️

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  • O Brasil Só Trabalha Depois do Carnaval? Enquanto Você Espera, o Governo Já Levou 5 Meses do Seu Ano

    O Brasil Só Trabalha Depois do Carnaval? Enquanto Você Espera, o Governo Já Levou 5 Meses do Seu Ano

    🎭 A Verdade Sobre Impostos, Feriados e Produtividade no Brasil

    Todo ano é a mesma história: o Brasil parece funcionar em “modo espera” até o fim do Carnaval. Só depois da Quarta-feira de Cinzas é que o país, oficialmente, começa a trabalhar. Mas será que essa cultura do “ano novo pós-Carnaval” é apenas folclore ou tem impactos reais na economia, na produtividade e no bolso do brasileiro?

    Se você acha que isso é só uma piada cultural, os números mostram que a conversa é muito mais séria.

    Quanto o brasileiro paga de impostos?

    O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias entre países emergentes. Dados oficiais indicam que a carga tributária brasileira gira em torno de 33% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo estatísticas consolidadas da Receita Federal e comparações internacionais.

    Mas quando o cidadão comum sente isso no dia a dia?

    De acordo com estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o brasileiro precisa trabalhar, em média, cerca de 149 dias por ano apenas para pagar impostos. Isso significa que praticamente cinco meses do ano são dedicados exclusivamente ao pagamento de tributos federais, estaduais e municipais.

    Traduzindo: enquanto muitos ainda estão esperando o “ano começar”, metade do esforço do trabalhador já está comprometida com impostos.

    E em 2026, com a implementação gradual da reforma tributária sobre o consumo, o cenário passará por mudanças estruturais. A promessa é simplificar o sistema. A dúvida é: vai pesar menos no bolso?

    📅 O Brasil tem feriados demais?

    Outro tema que sempre volta à discussão é o número de feriados no Brasil.

    O país possui oficialmente 9 feriados nacionais fixos, além de pontos facultativos e datas móveis como Carnaval e Corpus Christi. Quando somamos feriados estaduais e municipais, algumas cidades podem ultrapassar 12 ou 13 dias de paralisação ao longo do ano.

    Comparativamente:

    • Países como Estados Unidos possuem 11 feriados federais.

    • Alemanha tem cerca de 9 a 13, dependendo do estado.

    • Japão possui 16 feriados nacionais.

    • Índia e Filipinas chegam a ultrapassar 20.

    Ou seja: o Brasil não é o campeão mundial de feriados. O problema não está apenas na quantidade — mas na cultura de baixa produtividade combinada com alta carga tributária.

    Feriado não é o vilão. O problema surge quando há pouco retorno em eficiência, serviços públicos de baixa qualidade e ambiente difícil para empreender.

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    📉 Produtividade: o verdadeiro desafio

    Segundo dados da OCDE, a produtividade do trabalhador brasileiro é significativamente menor do que a de países desenvolvidos. Trabalha-se muitas horas, mas produz-se menos valor agregado por hora trabalhada.

    Isso não é culpa exclusiva do trabalhador. Envolve:

    • Complexidade tributária

    • Burocracia

    • Baixo investimento em inovação

    • Infraestrutura deficiente

    • Educação técnica insuficiente

    Mas também envolve mentalidade.

    Enquanto se espera que “o governo resolva”, o tempo passa. E o crescimento não acontece por decreto.

    💰 Reforma Tributária 2026: esperança ou ilusão?

    A reforma tributária aprovada prevê a substituição de vários impostos sobre consumo por um IVA dual (CBS e IBS), com transição prevista a partir de 2026.

    O objetivo é:

    • Simplificar o sistema

    • Reduzir litígios

    • Dar mais transparência

    Mas nenhuma reforma compensa a falta de produtividade e de iniciativa individual.

    Imposto alto somado a baixa eficiência gera estagnação. E esperar que apenas mudanças políticas transformem o país é ingenuidade econômica.

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    🚀 O Brasil precisa parar de esperar

    Se o “ano começa depois do Carnaval”, então que ele comece com atitude.

    Não adianta reclamar da carga tributária sem:

    • Cobrar transparência

    • Exigir eficiência

    • Votar com consciência

    • Empreender

    • Buscar qualificação

    • Produzir mais valor

    O Brasil não cresce apenas com discursos. Cresce com trabalho inteligente, responsabilidade fiscal e cidadãos que fazem sua parte.

    🎯 Conclusão: o verdadeiro ano novo é agora

    O Carnaval acabou. A fantasia ficou.

    Agora começa o ano real — aquele que exige ação.

    O brasileiro já trabalha quase cinco meses só para pagar impostos. O restante do ano precisa ser usado para crescer, inovar e construir algo sólido.

    Menos espera.
    Menos desculpa.
    Mais produtividade.
    Mais responsabilidade individual.

    O Brasil não precisa de mais um recomeço simbólico. Precisa de atitude!

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  • FATAL: Acidente grave na BR-262 envolve ônibus com turistas mineiros

    FATAL: Acidente grave na BR-262 envolve ônibus com turistas mineiros

    🚨 Um ônibus que levava turistas de Minas Gerais sofreu um acidente severo na noite de terça-feira (17) na BR-262, no trecho de Marechal Floriano (ES), deixando 19 pessoas envolvidas — uma delas morta e 18 feridas.

    De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, o coletivo havia saído da cidade de Guarapari (ES) com destino a Belo Horizonte (MG) quando, durante a viagem, acabou colidindo com uma árvore de grande porte às margens da rodovia, próximo à empresa Milano Madeiras.

    Por volta das 18h35, equipes do 4º Batalhão de Bombeiros foram acionadas e se deslocaram rapidamente ao local, que fica a cerca de um quilômetro do quartel. Ao chegarem, médicos da Unidade de Suporte Avançado do SAMU já realizaram o atendimento inicial das vítimas, enquanto os bombeiros trabalhavam para retirar o motorista de 40 anos que havia ficado preso às ferragens.

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    A retirada do condutor exigiu manobras complexas com técnicas de corte e expansão do painel do veículo. Após ser resgatado, ele foi levado ao Hospital Campinho Marechal, mas não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente.

    Entre as demais vítimas, uma pessoa apresentava ferimento abdominal grave, sendo também levada para a mesma unidade de saúde, enquanto os demais sofreram desde lesões leves até moderadas.

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    O balanço final divulgado pelas equipes de resgate foi o seguinte:
    • 1 pessoa morreu
    • 1 em estado grave
    • 2 com ferimentos moderados
    • 15 com ferimentos leves

    Após a conclusão dos trabalhos de resgate, a ocorrência foi passada à responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que segue com a investigação e registro do caso.

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  • APROVADO: CARNAVAL 2026 ENTREGOU MAIS DO QUE PROMETEU EM TRÊS PONTAS

    APROVADO: CARNAVAL 2026 ENTREGOU MAIS DO QUE PROMETEU EM TRÊS PONTAS

    O Carnaval 2026 em Três Pontas contrariou previsões pessimistas e superou expectativas. Em meio a críticas antecipadas e desconfianças quanto ao novo formato da festa, o que se viu nas ruas foi um evento robusto, bem estruturado e amplamente prestigiado pela população.

    Os números e as imagens falam por si.

    Praça Centenário: público expressivo e clima familiar

    Mesmo cercada por debates sobre a área privativa e o cercamento — prática hoje comum em eventos de grande porte — a Praça Centenário recebeu grande público em todos os dias de programação. A adesão foi significativa, tanto por parte da população quanto dos comerciantes.

    Famílias inteiras, pessoas de todas as idades e um ambiente marcado pela harmonia e pela alegria deram o tom da festa. Um dos grandes diferenciais do espaço, sob organização do Movimento Carnavaliza TP, foram os cortejos musicais que saíam da Praça e conduziam o público até o Sambódromo Jaime de Abreu, na Avenida Oswaldo Cruz, promovendo integração entre os polos da festa.

    As crianças tiveram atenção especial no Carnaval da Praça Centenário:

    Pontalete e os movimentos de bairro

    No Distrito do Pontalete, o Carnaval também registrou boa presença de público, mantendo tradições e o clima festivo característico. As melhorias recentes no trajeto entre a cidade e o distrito contribuíram para facilitar o acesso e estimular a participação.

    Além disso, pré-carnavais e eventos organizados em bairros e praças reforçaram a movimentação popular, preservando o espírito descontraído e comunitário da folia.

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    Sambódromo Jaime de Abreu: o grande palco da festa

    O ponto alto do Carnaval 2026 foi, mais uma vez, a concentração na Avenida Oswaldo Cruz, no Sambódromo Jaime de Abreu. A estrutura montada foi ampla e bem planejada: palco de grande porte, reforço no policiamento, segurança privada, unidade de saúde e suporte técnico adequado — elementos fundamentais para a realização de um evento seguro e organizado.

    Durante os quatro dias, especialmente entre sábado e segunda-feira, a avenida foi tomada por um verdadeiro mar de foliões. Embora a terça-feira tenha registrado público ligeiramente menor, o movimento permaneceu expressivo e dentro das expectativas.

    Shows e atrações: diversidade e nível elevado

    É natural que nem todas as atrações agradem unanimemente. O Carnaval contemporâneo exige diversidade, ecletismo e adaptação a diferentes públicos. Ainda assim, os shows reuniram milhares de pessoas.

    Artistas de renome dividiram o palco com talentos locais e regionais, elevando o padrão artístico do evento. Segundo enquete realizada pelo Conexão Três Pontas, que acompanhou a programação com transmissões ao vivo e reportagens especiais, 163 opiniões já haviam sido registradas até o fechamento desta matéria.

    A maioria destacou as apresentações vibrantes da Batucada Maluca e do Tambanauê. As mais comentadas e aplaudidas foram as do Grupo Envolvência e do show de encerramento, com Baton na Cueca, que fechou oficialmente o Carnaval com grande participação popular.

    O público cantou, dançou, acompanhou coreografias e celebrou com entusiasmo. As ocorrências policiais foram raras, com poucos registros de brigas ou vandalismo. A Polícia Militar de Três Pontas atuou com efetivo reforçado sob coordenação do comandante da 151ª Companhia, Capitão Ederson Januário.

    Camarote, cobertura e presença política

    O camarote montado ao lado do antigo Trem Bão apresentou movimentação aparentemente menor do que no ano anterior, embora a animação tenha sido visível.

    A Assessoria de Comunicação da Prefeitura ofereceu suporte adequado aos veículos de imprensa locais, garantindo condições estruturais para uma cobertura ampla e profissional.

    O prefeito Luis Carlos da Silva e o vice-prefeito Maycon Douglas Machado acompanharam a programação de perto, sendo vistos tanto no camarote quanto no meio do público. O presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, e vereadores também marcaram presença.

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    O debate sobre blocos e escolas de samba

    Como já ocorre frequentemente nas redes sociais, parte da população voltou a questionar a ausência dos tradicionais desfiles de blocos caricatos e escolas de samba, que marcaram épocas memoráveis do carnaval trespontano.

    Em programa especial do PODCAFÉ PODCAST com o Movimento Carnavaliza TP, ficou evidente o desejo de retomar esses desfiles. Contudo, os organizadores foram enfáticos ao destacar que a reestruturação exige mobilização popular contínua, organização interna e captação de recursos ao longo do ano. Não é mais viável depender exclusivamente do poder público para arcar com todos os custos.

    Opinião: Evolução, Responsabilidade e Participação

    O saldo do Carnaval 2026 é positivo. O empenho conjunto do Movimento Carnavaliza TP, da Prefeitura Municipal, da ACTA, Câmara Municipal e da Associação Comercial foi determinante para colocar nas ruas a melhor festa possível dentro das condições atuais.

    É compreensível que quem viveu os grandes carnavais das décadas de 1980, 1990 e 2000 faça comparações. Mas é necessário reconhecer o contexto atual. Enquanto muitas cidades de Minas Gerais e do Brasil não realizaram qualquer programação, Três Pontas promoveu quatro dias intensos de cultura, lazer e geração de renda.

    Críticas são legítimas e contribuem para aprimoramentos. Contudo, tão importante quanto apontar falhas é participar, colaborar e fortalecer iniciativas que mantenham viva essa manifestação cultural.

    Carnaval é cultura. É uma das maiores expressões culturais do país e referência internacional. E é fundamental esclarecer: recursos destinados à cultura são verbas específicas, com destinação legal definida — não se trata de retirar investimentos de áreas como saúde ou educação.

    Informação correta elimina especulações infundadas e qualifica o debate público.

    Se 2026 entregou mais do que prometeu, que 2027 venha ainda maior — com mais participação, mais organização e ainda com mais união em torno de uma festa que é patrimônio cultural do Brasil.

    Outras Fotos:

    O Conexão Três Pontas buscou e entregou uma cobertura de excelência, com flashes ao vivo e diversas reportagens especiais. Tudo graças a confiança e apoio de parceiros que sempre acreditam no nosso trabalho. Nosso muito obrigado:

    _ GESTÃO AGROSOLUÇÕES

    _ ARTVAC

    _ DR. LUIS ROBERTO DIAS

    _ IMOBILIÁRIA PAIVA LIMA

    _ SANDUBA’S BURGER’S

    _ ESQUINA DA PIZZA

    _ DR. MAKVEL REIS NASCIMENTO

    _ DEPUTADO ESTADUAL MÁRIO HENRIQUE CAIXA

    _ TRÊS PONTAS GÁS

    _ CASA DAS BOLSAS / LOJA NOSSA SENHORA APARECIDA (LOJA DO BIDÓIA)

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  • TRÊS PONTAS SE DESPEDE DE CARLOS MESQUITA

    TRÊS PONTAS SE DESPEDE DE CARLOS MESQUITA

    Um homem que marcou gerações e deixou seu nome na história da cidade

    Três Pontas amanheceu mais silenciosa. Faleceu ontem Antônio Carlos Mesquita, ex-prefeito que governou o município por dois mandatos e ‘três vezes’ e ajudou a moldar a cidade que conhecemos hoje. Mais do que um político, Carlos Mesquita foi um personagem central da história recente trespontana — um gestor de perfil simples, voz serena e presença constante na vida pública, mesmo depois de se afastar da política.

    Histórias de Vida do Conexão homenageou Carlos Mesquita em vida!

    Nascido em 4 de junho de 1940, filho de José Antônio Mesquita, o “Sô Ninico”, e Maria das Dores Rabelo Campos, dona Valda, Carlos cresceu em uma família numerosa, cercado por irmãos e valores sólidos. Formou-se técnico em Contabilidade e depois bacharel em Direito pela FADIVA, construindo uma trajetória profissional que desembocaria na vida pública. Ao lado da esposa, Marli Botrel Mesquita — sua companheira de toda a vida — formou uma família com três filhos e consolidou uma parceria que também se estendeu ao serviço social e comunitário.

    Como prefeito (1982–1988 e 1997–2000), deixou marcas profundas na infraestrutura do município. Ampliou a Policlínica, construiu creches, postos de saúde e quadras poliesportivas, municipalizou escolas, implantou o Plano Diretor, estruturou grande parte da rede de água e esgoto, adquiriu áreas estratégicas como a do atual Parque de Exposições (onde hoje está o UNIS/FATEPS) e viabilizou obras que impactaram diretamente o crescimento urbano. A rodoviária, o aterro sanitário, o horto-florestal, a ampliação de bairros, a criação de programas para servidores municipais e investimentos maciços em saneamento fazem parte desse legado concreto.

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    Na Saúde, foi pioneiro. Três Pontas tornou-se o segundo município do Brasil a implantar o Programa Saúde da Família, ampliando o número de médicos e fortalecendo o atendimento básico. Criou ainda o projeto “Saúde no Circo”, que levou assistência itinerante a bairros e comunidades rurais, ganhando destaque nacional. No Esporte, promoveu eventos de alcance nacional no futsal e no voleibol, impulsionando o nome da cidade para todo o país. Na Educação e Cultura, criou o Conservatório Municipal Heitor Villa Lobos, estruturou o Centro Cultural e trouxe grandes espetáculos internacionais, fortalecendo a identidade cultural local.

    Carlos Mesquita também enfrentou momentos difíceis na vida pública, incluindo processos e afastamentos. Como todo homem público, foi alvo de críticas e controvérsias. Mas, acima de qualquer disputa política, permanece o reconhecimento de que usou o cargo para transformar a cidade — e não para benefício próprio. Nunca foi lembrado por ostentação, mas por simplicidade. Nunca foi associado ao enriquecimento na política, mas ao trabalho constante.

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    Ao seu lado, Marli Botrel Mesquita, que nos deixou há alguns anos, desempenhou papel fundamental, seja como primeira-dama, secretária de Assistência Social ou coordenadora da Rádio Sentinela FM. Juntos, construíram uma história marcada por dedicação à comunidade e atenção aos mais vulneráveis.

    Hoje, Três Pontas não se despede apenas de um ex-prefeito. Despede-se de um capítulo importante da sua própria história. Um homem que acertou, errou, enfrentou batalhas, mas que deixou obras, memórias e um legado impossível de ignorar.

    Que a cidade saiba preservar sua memória. Porque cidades que honram sua história constroem um futuro mais consciente.

    Descanse em paz, Carlos Mesquita, um homem que ajudou a construir nossa amada Três Pontas!

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

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