Autor: Roger Campos

  • URGENTE: Três Pontas confirma a 5ª morte por covid-19; todas Mulheres!

    URGENTE: Três Pontas confirma a 5ª morte por covid-19; todas Mulheres!

    Região passa de 265 mortes; casos em Minas passam dos 10 mil, aponta Estado

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (04) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados e de curados, mas, infelizmente, também o crescimento do número de óbitos, que agora totaliza 5 pessoas, todas mulheres. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde o Sul de Minas está vivendo o pico de contaminações do coronavírus e os casos já passam das 10 mil confirmações com 265 mortes.

    A Prefeitura de Três Pontas, através da sua Assessoria de Imprensa, publicou os novos números da pandemia no município. A publicação traz os seguintes dados:

    Número de casos confirmados: 143

    Número de pessoas curadas: 106

    Número de óbitos: 5

    Casos em isolamento: 30

    Internados: 2

    Síndrome gripal: 1.631

    Ainda conforme os números atualizados pela Prefeitura Municipal, dos 143 casos confirmados 74 são do sexo feminino. Com relação às idades, os dados revelam que o coronavírus já atingiu pessoas de todas faixas etárias, divididas por grupos pela Prefeitura de Três Pontas.

    0 a 9 anos: 4

    10 a 19 anos: 2

    20 a 39 anos: 56

    40 a 59 anos: 57

    Maior de 60 anos: 24

    Isso demonstra que os jovens não estão imunes ao vírus, como muitos acreditavam. Também revelam que, por conta do desrespeito ao distanciamento social, visto frequentemente em eventos e festas particulares, sempre frequentadas por pessoas entre 20 e 45 anos, é justamente este público quem mais tem sido vítima da covid-19. Em contrapartida, os considerados mais frágeis e que, por isso, têm ficado mais em casa ou mantido mais o distanciamento social, os idosos, não representam um volume muito elevado de casos positivados.

    De acordo com a Prefeitura Municipal as 5 vítimas fatais são mulheres e todas apresentavam comorbidades (outras doenças). As três mais recentes mortes são de uma senhora de 73 anos de idade que sofria de diabetes e hipertensão, uma moça de 44 anos que também era diabética e, o mais novo caso, é de uma mulher de 66 anos de idade, que tinha outras doenças.

    A boa notícia fica por conta do número de recuperados que já totaliza 106 pessoas. Além disso, o número de pacientes internados na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis está em queda. O Provedor Michel Renan Simão Castro publicou a informação nesta segunda-feira (4) num grupo do Hospital no whatsapp. “Hoje temos apenas 1 paciente na UTI. Na Enfermaria são 7 pacientes, sendo apenas 2 confirmados com covid-19. Outros seguem aguardando resultados dos testes”, revelou.

    Com a maior testagem, a avanço do coronavírus e ainda o desrespeito às normas de segurança, a tendência, infelizmente, segundo especialistas, é que os números ainda sigam avançando pelas próximas semanas. Por isso, todo cuidado é pouco.

    Mais 182 novos casos de Covid-19 foram confirmados no Sul de Minas em boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) nesta terça-feira (4). Com os novos registros, a região passa a ter 10.444 casos confirmados da doença oficialmente, com 265 mortes.

    Os número de casos suspeitos e confirmados divulgados pela SES-MG têm sido diferentes dos que estão sendo anunciados diariamente em boletins de prefeituras.

    Mantenha o distanciamento social, higienize as mãos e use máscara sempre que sair de casa!

    Fonte Prefeitura Municipal / SES

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  • Radialista e Vice-Presidente da Câmara de Varginha morre em decorrência da covid-19

    Radialista e Vice-Presidente da Câmara de Varginha morre em decorrência da covid-19

    FALECIMENTO DO VEREADOR CARLOS COSTA FOI CONFIRMADO PELO LEGISLATIVO VARGINHENSE

    A Câmara Municipal de Varginha confirmou o falecimento do vice-presidente da Casa Legislativa, o vereador e radialista, Carlos Ferreira da Costa Filho e decretou luto oficial de três dias. Carlos faleceu na tarde desta segunda-feira (03), aos 62 anos, no Hospital Bom Pastor, onde estava internado desde o dia 18 de julho, com problemas respiratórios, agravados pelo coronavírus.

    De acordo com informações de nota oficial emitida pelo Sistema Clube de Comunicação (gerenciado por Carlos Costa), durante o período em que esteve internado, ele passou por diversos exames que reafirmaram seu delicado estado de saúde e identificaram uma mancha no pulmão e uma infecção. Além de todos os problemas que já estava enfrentando ainda testou positivo para covid-19. O resultado positivo saiu na noite deste domingo (02).

    Carlos Costa estava em seu segundo mandato como vereador. Em 2012 foi eleito com 1.529 votos e reafirmando seu trabalho junto à população, foi reeleito em 2016 com 2.737, sendo o vereador mais votado daquela eleição. Atualmente era filiado ao MDB.

    “A Câmara de Varginha perde um vereador muito competente e amigo. Não imaginávamos passar por essa situação de ter que terminar esta Legislatura sem o Carlos Costa aqui. Principalmente eu, que o tinha como um amigo, meu vice-presidente, muito leal e justo. Sentimos muito e nos solidarizamos com a família neste momento de profundo pesar”, diz a presidente da Casa, vereadora Zilda Silva.

    Biografia

    Natural de São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, Carlos Ferreira da Costa Filho nasceu em 11 de março de 1958.

    Filho de Carlos Ferreira da Costa e Warde Nasser João Ferreira da Costa, Carlos foi casado com Rosângela Maria Pereira Ferreira da Costa, com quem teve duas filhas: Maria Elisa e Virginia Helena.

    Formado em Ciências Físicas e Biológicas, Matemática e também em Técnico em Eletricidade e Eletrônica, Carlos iniciou sua carreira de radialista na Difusora Rio-Pardense. Posteriormente trabalhou em Poços de Caldas, onde gerenciou uma emissora de rádio local e depois seguiu para Pouso Alegre, onde começou a ganhar visibilidade em todo o sul de Minas pela sua eficiência como gerente e pela eloquência nos microfones.

    Mudou-se para Varginha em 1994, para gerenciar o Sistema Clube de Comunicação, onde trabalhou com muita dedicação e amor até seus últimos dias de vida.

    Por meio do seu trabalho jornalístico no noticiário “Varginha em Foco”, teve a possibilidade de conhecer as dificuldades que a população varginhense enfrentava.

    Sempre preocupado com o próximo, em 1998 decidiu adicionar seu toque particular ao noticiário e lançou o quadro “A Voz do Povo”, um espaço totalmente aberto e 100% democrático, onde todos podiam se manifestar, fazer elogios, reclamações e também pedir ajuda.

    Sucesso absoluto desde então, “A Voz do Povo” se tornou a marca do locutor que nunca mediu esforços para ajudar quem precisava, incluindo os animais.

    Em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade, Carlos recebeu na década de 90, o Título de Cidadão Honorário Varginhense.

    Depois de dar voz a população, acompanhando diariamente os problemas dos varginhenses e tentar ajudar de todas as formas possíveis, em 2012 Carlos decidiu que era hora de tentar fazer ainda mais pela população carente de Varginha, quando se candidatou a vereador pela primeira vez.

    Carlos era um vereador atuante, combativo e muitas vezes reconhecido como oposição ao Governo. Mas sempre embasado em representações da população, que era o seu maior foco.

    Fonte Ascom Câmara de Varginha

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  • A PERDA DO TEMPO por Nilson Lattari

    A PERDA DO TEMPO por Nilson Lattari

    Muitos se queixarão da perda do tempo, durante esta pandemia. Aprendemos a contar o tempo como algo numérico, uma relação entre a vida que segue e o tic tac do relógio, sempre, inexoravelmente, seguindo adiante. O tempo, assim, passa a ser contado como uma contabilização que sempre encerra o dia, a semana, o mês e o ano. Findamos cada um deles, realizamos nossas perdas e danos e seguimos em frente.

    Mas o tempo não perdemos, ele se perde diante de algumas situações em que nos colocamos. A perda do tempo não é um prejuízo dele, mas nosso. O tempo não se perde. O tempo é uma planilha em branco a ser preenchida por nós. Perdemos vida, diante do tempo, quando esperamos por alguma coisa acontecer que a mude, nos dê um novo rumo. Não temos que apostar corrida contra o tempo, ele é incansável.

    O tic tac do relógio nos mostra que, a cada minuto que não fazemos algo em nosso proveito, a contabilização é a perda. O tempo não permite as lamentações. O tempo não admite que fiquemos na beira da estrada vendo-o passar. E ele passa como o vento invisível, e devemos aprender a navegar com ele, a voar com ele.

    Para alguns, sair para as ruas, desafiando o inimigo invisível é lutar contra a perda do tempo. Mas o tempo tem alguma coisa de estranha e misteriosa dentro dele. Há tempo para tudo, para plantar e para colher, para viver em paz e para lutar. O tempo admite todas essas coisas. A escolha, no entanto, é nossa.

    Podemos escolher em se perder no tempo ou ganhar no tempo. Os ganhos são possíveis, assim como as perdas. Não há tempo perdido, há tempo mal gasto. Podemos deixar a janela, se lamentando da vida que passa lá fora, ou investir no tempo que temos. Tempo é oportunidade que não se perdeu. Os ganhos no tempo estão nas oportunidades que aparecem. Mesmo em uma fila, um livro pode ser o ganho do nosso tempo. A espera por uma entrevista que pode ser mal sucedida pode ser um ganho de experiência, quando conversamos com as pessoas em volta e entendemos onde elas erram ou acertam. Tempo é experiência trocada.

    Logo, nós não perdemos tempo, nós perdemos o tempo, perdemos a oportunidade de aproveitar o tempo que temos para aprender mais, se informar mais.

    Alguns perdem o tempo quando se entregam a disseminar mentiras via web, e não para ganhar as possibilidades de um mundo melhor, mais humano e amigável. Não podemos perder o tempo, porque ele não é uma mercadoria que podemos comprar ou vender. O tempo é democrático. É igual para todo mundo. E podemos fazer dele o que quisermos. Muitos se perdem no tempo fazendo coisas inúteis, inclusive roubando o tempo de outros. Precisamos deixar de se perder no tempo para outros, procurar deixar de causar perdas e danos com o nosso tempo. Alguns ou quase todos vendem o seu tempo em troca de valores. Mas para aqueles que veem o tempo como possibilidades, podem vender o seu tempo, mas adquirir experiência suficiente para não precisar vendê-lo no futuro.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • AS TRÊS FASES DO CICLO EXISTENCIAL por Juarez Alvarenga

    AS TRÊS FASES DO CICLO EXISTENCIAL por Juarez Alvarenga

    Os ciclos humanos são constituídos de variadas situações. Nascemos frágeis e somos jogados nas mãos de nossos pais. Indefesos e inocentes permanecemos até os doze anos. Nesta idade não temos consciência do grau das dificuldades das coisas. A magia contamina nosso universo. Familiares nos tiram da realidade e o mundo encantado fixa firme no picadeiro das ilusões.

    A segunda fase vai dos doze anos até os vinte cinco anos. As fantasias, nesta idade, são os ventos fortes que locomovem sem bússola nossos barcos. Turbulências não nascem do mundo, mas de nosso próprio intimo. Somos Napoleão enfrentando um exercito desarmado. Sentimos poderosos e achamos que podemos mudar a mecânica do universo. Começamos a agredir a sociedade e esta como padrasto retribui esta agressão na mesma proporção.

    Percebemos a existência pelo lado estético. Damos mais valor no enfeite do arco do que na sua potência. Descobrimos que a vida nos exige sacrifícios. Nossos caprichos sós serão satisfeitos se tivermos o mérito e se formos realmente merecedores.

    O falso poder, nascido de nosso intimo, fabrica vitórias imagináveis. Enfrentamos o cosmo com emoção e tornamos reclusos de nossas próprias paixões. Contaminamos os dias com utopias e damos a impressão que agimos patentemente. É a fase da existência, onde as fantasias mais distanciam da realidade. Nosso interior emocional, é como uma caixa de abelha, que apesar de não ter horizonte, ainda fabrica mel dando doçura a nossa rotina.

    Somos nesta fase gigantes perante nosso narcisismo e pigmeus, para gerações mais avançadas. Destruímos a vida pratica e construímos horizontes inatingíveis. E este processo nos mergulha em catástrofes profissionais. 

    E finalmente vem a terceira e ultima fase. Começamos a ser rústico com a vida e polido com nós mesmos. As filosofias existenciais nos impõem, que a vida é quase um fato consumado. Nossos processos sequenciais são abruptamente interrompidos. Neste desaquecimento caímos no comodismo rotineiro que nos aprisiona. Encurtamos nossos horizontes e aumentamos os instrumentos de suas conquistas. Damos a impressão que a invasão da realidade destrói o lado encantado da existência.

    Nesta fase as tempestades nascem da vida e não de nossas mentes férteis. Mas, em compensação aprimoramos nossos barcos vivenciais. Aumentamos suas potencia e temos mais destreza, para enfrentar a profundidade e a intensidade de seus ventos. Plantamos sementes selecionadas e adubamos, pacientemente, que fará os frutos nasceram com menos imperfeições.

    Não temos agora a proteção de nossos pais. A vida penetra sem barreiras e como boxeadores nos batem com atrocidade e esta situação faz reter, em nossos coletes protetores construídos dentro da vida obra genuinamente nossa.

    Apequenar, analisar, decidir e destruir os problemas nos fará recuperar nosso maior patrimônio que é a alegria de viver. Devemos sempre ser produtores de soluções, enquanto a existência for progenitora e generosa de problemas. Recuperar o seu encanto só será possível se trucidar os problemas com vontade, pois a cada nascer do sol, teremos uma nova oportunidade de fazer a vida jogar a nosso favor.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina BCG contra a covid-19 poderá ser alternativa de proteção em 2021

    BOA NOTÍCIA: Vacina BCG contra a covid-19 poderá ser alternativa de proteção em 2021

    Pesquisadores brasileiros estão estudando a possibilidade de usar a vacina BCG, que serve para combater a tuberculose, contra a covid-19 – o que daria proteção contra as duas doenças ao mesmo tempo. Isso seria possível graças a modificações genéticas feitas na bactéria utilizada para fabricar a vacina.

    “Existem outras iniciativas para usar a BCG no combate de outras doenças infecciosas e, com a pandemia, a gente pensou em usar contra a covid-19”, conta Sergio Costa Oliveira, coordenador da pesquisa e professor titular de imunologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

    A vacina ainda está na fase de produção em laboratório. “Estamos colocando os genes do coronavírus na bactéria usada na vacina BCG, para produzir o que se chama de ‘bactéria recombinante’, ou seja, geneticamente modificada”, explica o pesquisador.

    De acordo com ele, a previsão é que os testes do imunizante em animais comecem até o final deste ano. Já os testes em humanos devem ter início no começo de 2021.

    O projeto é feito em parceria com a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), o Instituto Butantan, em São Paulo, e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Doenças Tropicais (INCT-DT). Há ainda o apoio da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Instituto Karolinska, na Suécia.

    Como é feita a vacina

    Oliveira explica que a vacina para tuberculose é fabricada a partir de uma bactéria capaz de infectar bovinos chamada Mycobacterium bovis. A versão usada na vacina é enfraquecida e recebe o nome de bacilo Calmette-Guérin, por isso a sigla BCG.

    As mudanças genéticas feitas nessa versão mais fraca é que possibilitaria a dupla imunização contra a tuberculose e a covid-19. “A estratégia é fazer com que essa bactéria produza proteínas que estão presentes no coronavírus e são capazes de provocar uma resposta imune”, afirma o professor. “Seria um vetor para proteger contra a covid-19”, define.

    Segura e capaz de ativar diferentes respostas imunes

    Dentre as vantagens oferecidas por esta empreitada está o fato de que a BCG já é usada em vários países e, no Brasil, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, por isso a segurança de que ela não causa efeitos colaterais já está comprovada. “A gente espera que, com isso, o processo regulatório seja acelerado”, pontua.

    Outro diferencial é que a vacina será capaz de ativar a imunidade inata – as primeiras armas do organismo, que servem para combater qualquer agente invasor – e a imunidade adaptativa – que vai fornecer uma resposta personalizada para o novo coronavírus.

    “A bactéria BCG estimula o sistema imunológico de maneira inespecífica. Ela é usada, por exemplo, na imunoterapia contra o câncer de próstata”, cita Oliveira.

    “A gente vai dar especificidade ao fazer com que ela produza proteínas [presentes no coronavírus]. Assim, ela vai estimular a fabricação de anticorpos neutralizantes e de linfócitos T [células de defesa que identificam e matam outras células infectadas]”, completa.

    Produção em larga escala e parcerias

    Uma estratégia para produzir o imunizante em larga escala ainda não foi pensada, mas a expectativa é que a parceria com o Instituto Butantan facilite esse processo. “A prioridade, neste momento, é fazer dar certo no laboratório e em animais”, destaca Oliveira,

    Contudo, o objetivo não é substituir as vacinas produzidas em outros países que já estão em fases avançadas de testes em humanos.

    “Cada vacina que está sendo testada tem suas peculiaridades e tecnologias. Pode ser que uma delas estimule uma parte do sistema imune e outra parte seja estimulada com uma vacina diferente. A gente não descarta que elas possam se complementar e ser eficazes”, pondera.

    O projeto tem o apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), mas ainda precisa de mais subsídios financeiros.

    “São poucos recursos. A gente espera que na segunda fase de testes [quando eles avançam para humanos] seja possível atrair a parceria de empresas farmacêuticas”, afirma o coordenador.

    Fonte R7

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  • Saúde prepara Programa Nacional de Vacinação contra covid-19

    Saúde prepara Programa Nacional de Vacinação contra covid-19

    O Ministério da Saúde deu início ao desenvolvimento de um programa nacional de vacinação contra a covid-19 no Brasil. Com os recentes avanços do estudo clínico com a potencial vacina da Universidade de Oxford, que está na fase três de testes em seres humanos — inclusive com ensaios no País —, a pasta já conversa com gestores de estados e municípios na articulação por uma “grande campanha”.

    Eduardo Macario, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças, afirmou, nesta quarta-feira (29), que o SUS (Sistema Único de Saúde) está se preparando, seja do ponto de vista tecnológico quanto do aperfeiçoamento do sistema existente, para viabilizar uma ação conjunta em nível nacional. “Uma campanha que vai dar, sim, essa solução para o enfrentamento à covid-19. Principalmente, protegendo toda a população brasileira”, disse o diretor durante entrevista coletiva, em Brasília.

    Em junho, o governo anunciou um acordo para produzir no Brasil a vacina desenvolvida por Oxford em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca. O potencial imunizante, que está na terceira fase de testes clínicos, é considerado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) o “mais avançado” até o momento.

    “Nós estamos atentos as vacinas que estão em desenvolvimento no mundo. E pelo óbvio, parece que a vacina de Oxford, a chamada vacina de Oxford, se mostra uma das vacinas mais promissoras. Esse ministério, de maneira célere, entrou numa encomenda tecnológica para comprarmos o quantitativo extremamente importante de vacina”, disse Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde.

    O acordo tem duas etapas. Começa com uma encomenda em que o Brasil assume também os riscos da pesquisa. Ou seja, será paga pela tecnologia mesmo não tendo os resultados dos ensaios clínicos finais. Em uma segunda fase, caso a vacina se mostre eficaz e segura, será ampliada a compra.

    Nessa fase inicial, de risco assumido, serão 30,4 milhões de doses da vacina, no valor total de U$ 127 milhões, incluídos os custos de transferência da tecnologia e do processo produtivo da Fiocruz, estimados em U$ 30 milhões. Os dois lotes a serem disponibilizados à Fiocruz, de 15,2 milhões de doses cada, deverão ser entregues em dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

    Questionado sobre a capacidade de distribuição da rede pública, o secretário de Vigilância em Saúde ressaltou que o SUS, até mesmo por conta do histórico de campanhas de imunização, está preparado para aplicar uma possível vacina até mesmo nos “lugares mais remotos” do Brasil.

    “Nós estamos falando de Brasil, de SUS, que nós temos capacidade e capilaridade já estabelecidas pelos inúmeros programas de vacinação que esse país já desenvolveu, apresentou e realizou. Hoje mesmo tivemos reuniões de planejamento em nossa secretaria para que, chegando a vacina, a gente possa distribuir aos lugares mais remotos dentro da estratégia de vacinação que está sendo montada no nosso país”, completou Medeiros.

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  • Adesão de Três Pontas ao Plano Minas Consciente provoca mudanças nas políticas de combate ao coronavírus

    Adesão de Três Pontas ao Plano Minas Consciente provoca mudanças nas políticas de combate ao coronavírus

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas publicou nesta quinta-feira (30), em suas redes sociais, novas informações sobre a adesão da cidade de Três Pontas ao Plano Minas Consciente, do Governo do Estado de Minas Gerais, que trata das políticas de combate ao coronavírus. Conforme a Assessoria de Imprensa do Executivo Municipal, alterações estão ocorrendo no enfrentamento à pandemia, conforme texto abaixo:

    “Por força de decisão judicial os Municípios Mineiros foram obrigados a aderir ao Plano Minas Consciente, não podendo mais editar decretos municipais sobre a matéria.

    Atualmente, o Comitê Estadual é quem edita as regras a serem seguidas quanto ao funcionamento do comércio local, retirando a prerrogativa do comitê municipal. O Minas Consciente, do Governo do Estado de Minas Gerais, passou por uma reformulação anunciada nesta quarta-feira (29), dando maior autonomia aos Municípios, que podem optar pelo enquadramento nas ondas (módulos) de acordo com macrorregiões e microrregiões.

    Dentre as principais alterações estão o funcionamento de bares, restaurantes e academias e a redução do número de ondas restritivas.

    A partir de agora bares e restaurantes poderão funcionar com consumo no local desde que o município esteja integrado às ondas verde e amarela, respeitando as orientações do protocolo disponível no site do programa. Em relação às academias, o funcionamento será liberado aos municípios que estiverem na onda verde.

    O Município de Três Pontas aguarda sua nova posição de acordo com a microrregião. Dados relacionados à ocupação de leitos de UTI, número de internações e atendimentos no Pronto Atendimento Municipal relacionados ao COVID-19 estão sendo monitorados diariamente pela Secretaria Municipal de Saúde, podendo o Munícipio adotar medidas mais restritivas no intuito de resguardar a vida e a saúde dos munícipes.”.

    Três Pontas chegou na última quarta-feira (29) a 4 óbitos em decorrência do coronavírus, todas mulheres e com comorbidades. E nesta quinta-feira foram computados mais 7 casos de covid-19, totalizando 132 positivados. Felizmente 93 pessoas se recuperaram.

    Importante, segundo as autoridades de saúde, não relaxar nas políticas de prevenção e enfrentamento ao vírus:

    _ não particpando de aglomerações

    _ mantendo o distanciamento social

    _ higienizando bem as mãos

    _ evitar de levar as mãos aos olhos, boca e nariz

    _ usar máscara e álcool em gel.

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  • URGENTE: TRÊS PONTAS CHEGA A 4 MORTES POR COVID-19: TODAS MULHERES

    URGENTE: TRÊS PONTAS CHEGA A 4 MORTES POR COVID-19: TODAS MULHERES

    Sul de Minas passa de 225 mortes; casos se aproximam dos 9 mil, aponta Estado

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (29) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados e de curados, mas, infelizmente, também o crescimento do número de óbitos, que agora totaliza 4 pessoas, todas mulheres. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde o Sul de Minas está vivendo o pico de contaminações do coronavírus e os casos já beiram as 9 mil confirmações com mais de 225 mortes.

    A Prefeitura de Três Pontas, através da sua Assessoria de Imprensa, publicou nesta quarta-feira os novos números da pandemia no município. A publicação foi postada às 10h09 trazendo os seguintes dados:

    Número de casos confirmados: 125

    Número de pessoas curadas: 88

    Número de óbitos: 4

    Casos em isolamento: 31

    Internados: 2

    Síndrome gripal: 1.371

    Ainda conforme os números atualizados pela Prefeitura Municipal, dos 125 casos confirmados 65 são do sexo feminino. Com relação à faixa etária, os dados revelam que o coronavírus já atingiu pessoas de todas as idades em Três Pontas.

    0 a 9 anos: 3

    10 a 19 anos: 2

    20 a 39 anos: 50

    40 a 59 anos: 47

    Maior de 60 anos: 23

    Isso demonstra que os jovens não estão imunes ao vírus, como muitos acreditavam. Também revelam que, por conta do desrespeito ao distanciamento social, visto frequentemente em eventos e festas particulares, sempre frequentadas por pessoas entre 20 e 45 anos, é justamente este público quem mais tem sido vítima da covid-19. Em contrapartida, os considerados mais frágeis e que, por isso, têm ficado mais em casa ou mantido mais o distanciamento social, os idosos, não representam um volume muito elevado de casos positivados.

    De acordo com a Prefeitura Municipal as 4 vítimas fatais são mulheres e todas apresentavam comorbidades (outras doenças). As duas mais recentes mortes são de uma senhora de 73 anos de idade que sofria de diabetes e hipertensão e uma moça de 44 anos que também era diabética.

    A boa notícia fica por conta do número de recuperados que já totaliza 88 pessoas. Além disso, o número de pacientes internados na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis que no início da semana totalizava 5 pessoas agora caiu para 2.

    Com a maior testagem, a avanço do coronavírus e ainda o desrespeito às normas de segurança, a tendência, infelizmente, segundo especialistas, é que os números ainda sigam avançando pelas próximas semanas. Por isso, todo cuidado é pouco.

    Conforme o balanço da SES-MG, Pouso Alegre lidera a lista de casos da região com 864 registros, sendo 15 mortes. Extrema tem 826 casos, com oito mortes. Poços de Caldas tem 403 registros, com 11 mortes e Itajubá tem 374, com quatro mortes.

    Ao todo, Minas Gerais tem 119.934 casos confirmados de coronavírus, sendo 2.608 mortes por Covid-19. Conforme a secretaria, 89.795 pessoas já estão recuperadas da doença.

    Os número de casos suspeitos e confirmados divulgados pela SES-MG têm sido diferentes dos que estão sendo anunciados diariamente em boletins de prefeituras.

    Mantenha o distanciamento social, higienize as mãos e use máscara sempre que sair de casa!

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  • BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    No mesmo dia em que os testes da vacina chinesa Coronavac iniciaram no estado de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mais um ensaio clínico para verificar a eficácia de duas vacinas contra o novo coronavírus. Com isso, quatro diferentes testes de potenciais imunizações contam com voluntários brasileiros na corrida para encontrar métodos eficazes de combate à pandemia.

    As duas novas vacinas (BNT162b1 e BNT162b2) serão testadas dentro de um mesmo estudo e elas estão sendo desenvolvidas pelas empresas BioNTech e Pfizer. Ambas são baseadas no RNA da covid-19 que, ao ser introduzido pela dose, provoca a formação proteína do vírus para que, assim, o corpo produza a resposta imunológica.

    O ensaio clínico que testará as duas vacinas no Brasil terá duas fases, a dois e a três. Na segunda, a vacina é administrada em pessoas que são a população-alvo. “Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade, posologia e modo de administração”, explica a Anvisa.

    Já na terceira fase, a vacina é administrada em uma quantidade maior de indivíduos, para que os especialistas possam avaliar se a imunização é capaz de proteger a população com a menor reação adversa possível.

    De acordo com a agência, dados das etapas anteriores, como testes em animais e estudos in vitro, foram analisados para verificar a segurança da vacina. “Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas”, disse a Anvisa em nota.

    No Brasil, serão selecionados mil voluntários em São Paulo e na Bahia para a fase 3 de testes. O ensaio, assim como o de Oxford e o da chinesa CoronaVac, será feito por estudo randomizado. Em metade do grupo será aplicada a potencial imunização e na outra, uma injeção placebo.

    Com mais este estudo, três ensaios clínicos de diferentes vacinas serão realizados no Brasil. O primeiro estudo aprovado foi o estudo da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Além dele, a vacina CoronaVac, produzida pela empresa farmacêutica chinesa Sinovac, também já começou a ser testada no Brasil. Nesta terça-feira (21/7), os primeiros voluntários já receberam a dose do imunizante dando início ao estudo que será conduzido pelo Instituto Butantan.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Três Pontas conta agora com o trabalho de um Farmacêutico Clínico

    Três Pontas conta agora com o trabalho de um Farmacêutico Clínico

    João Chaves de Figueiredo Neto atende na Drogaria Líder

    Vindo de uma família especializada em farmácia, sendo filho do farmacêutico Cléber Márcio de Figueiredo e Lúcia. Estudioso, João Chaves também formou-se em Farmácia, já há 16 anos e atua na Drogaria Líder, empresa da família, que desde 1965 atende seus clientes com responsabilidade e carinho. Desde novembro de 2019 João Chaves de Figueiredo Neto desenvolve mais um trabalho importante da Drogaria Líder: a função de farmacêutico clínico. Você sabe o que esse profissional faz?

    A Farmácia Clínica reconectou o farmacêutico com a área da saúde, elevando esse profissional a um novo patamar e reaproximando-o da figura central, o paciente, trouxe um novo sentido para a profissão farmacêutica.

    O farmacêutico clínico é o profissional responsável por promover o uso racional de medicamentos, através da educação em saúde, dispensação segura de medicamentos, otimização da farmacoterapia, garantindo segurança e efetividade no tratamento farmacológico, além de ser o profissional responsável pela identificação e resolução de Problemas Relacionados aos Medicamentos (PRM). Dessa forma, atuando junto à equipe multidisciplinar, o farmacêutico promove, saúde e qualidade de vida para os pacientes.

    Por esses motivos, o farmacêutico clínico tem papel de grande relevância na saúde sendo necessário difundir conhecimento sobre a importância de se ter esse profissional atuante nos serviços de saúde junto à equipe multidisciplinar.

    HISTÓRIA

    A Farmácia Clínica, que teve início no âmbito hospitalar, nos Estados Unidos, a partir da década de sessenta, atualmente incorpora a filosofia do Pharmaceutical Care e, como tal, expande-se a todos os níveis de

    atenção à saúde. Esta prática pode ser desenvolvida em hospitais, ambulatórios, unidades de atenção primária à saúde, farmácias comunitárias, instituições de longa permanência e domicílios, entre outros.

    A expansão das atividades clínicas do farmacêutico ocorreu, em parte, como resposta ao fenômeno da transição demográfica e epidemiológica observado na sociedade. A crescente morbimortalidade relativa às doenças e agravos não transmissíveis e à farmacoterapia repercutiu nos sistemas de saúde e exigiu um novo perfil do farmacêutico.

    Nesse contexto, o farmacêutico contemporâneo atua no cuidado direto ao paciente, promove o uso racional de medicamentos e de outras tecnologias em saúde, redefinindo sua prática a partir das necessidades dos pacientes, família, cuidadores e sociedade.

    O QUE É A FARMÁCIA CLÍNICA?

    Existem várias definições para farmácia clínica. Apesar disso, compreendem as mesmas características. A definição a seguir foi estruturada por Robert Miller, em 1968: “A Farmácia Clínica é a área do currículo farmacêutico que lida com a atenção ao paciente com ênfase na farmacoterapia. A Farmácia Clínica procura desenvolver uma atitude orientada ao paciente. A aquisição de novos conhecimentos é consequência do desenvolvimento de habilidades de comunicação interprofissional e com o paciente.”

    Segundo a Sociedade Americana de Farmacêuticos Hospitalares (ASHP), a Farmácia Clínica pode ser definida como “a ciência da saúde cuja responsabilidade é assegurar, mediante a aplicação de conhecimentos e funções relacionadas ao cuidado dos pacientes, que o uso de medicamentos seja seguro e apropriado; necessita, portanto, de educação especializada e treinamento estruturado, além da coleta e interpretação de dados, da motivação pelo paciente e de interações multiprofissionais”.

    É possível verificar que todas as definições enfatizam o caráter multiprofissional da Farmácia Clínica e colocam o paciente como objeto principal das atividades do farmacêutico clínico. O medicamento passa a ser um instrumento utilizado em benefício do paciente. A Farmácia Clínica pressupõe que o farmacêutico garanta resultados clinicamente apropriados para a farmacoterapia, estabeleça relacionamento interprofissional ativo com médicos e enfermeiros e exerça atividades em ambiente clínico, junto ao paciente.

    As atribuições do farmacêutico clínico foram definidas pela resolução nº 585 de 29 de agosto de 2013, Mas antes, é importante destacar alguns conceitos que aparecem no decorrer do texto da resolução.

    CUIDADO CENTRADO NO PACIENTE

    Relação humanizada que envolve o respeito as crenças, expectativas, experiências, atitudes e preocupações do paciente ou cuidadores quanto as suas condições de saúde e ao uso de medicamentos, na qual o farmacêutico e paciente compartilham a tomada de decisão e a responsabilidade pelos resultados em saúde alcançados.

    USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

    A Organização Mundial de Saúde diz que há uso racional de medicamentos quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para si e para a comunidade.

    PLANO DE CUIDADO

    Planejamento documentado para a gestão clínica das doenças, de outros problemas da saúde e da terapia do paciente, delineado para atingir os objetivos do tratamento. Inclui as responsabilidades e atividades pactuadas com o farmacêutico, a definição das metas terapêuticas, as intervenções farmacêuticas, as ações a serem realizadas pelo paciente e o agendamento para retorno e acompanhamento.

    CONSULTA FARMACÊUTICA

    Atendimento realizado pelo farmacêutico ao paciente, respeitando os princípios éticos e profissionais, com a finalidade de obter os melhores resultados com a farmacoterapia e promover o uso racional de medicamentos e de outras tecnologias em saúde.

    CONSULTÓRIO FARMACÊUTICO

    Lugar de trabalho do farmacêutico para atendimento de pacientes, familiares e cuidadores, onde se realiza com privacidade a consulta farmacêutica. Pode funcionar de modo autônomo ou como dependência de hospitais, ambulatórios, farmácias comunitárias, unidades multiprofissionais de atenção à saúde, instituições de longa permanência e demais serviços de saúde, no âmbito público e privado.

    O papel do farmacêutico clínico foi definido nas atribuições destacadas para esse profissional na resolução. São atribuições clínicas do farmacêutico relativas ao cuidado à saúde, nos âmbitos individual e coletivo:

    I – Estabelecer e conduzir uma relação de cuidado centrada no paciente;

    II – Desenvolver, em colaboração com os demais membros da equipe de saúde, ações para a promoção, proteção e recuperação da saúde, e a prevenção de doenças e de outros problemas de saúde;

    III – Participar do planejamento e da avaliação da farmacoterapia, para que o paciente utilize de forma segura os medicamentos de que necessita, nas doses, frequência, horários, vias de administração e duração adequados, contribuindo para que o mesmo tenha condições de realizar o tratamento e alcançar os objetivos terapêuticos;

    IV – Analisar a prescrição de medicamentos quanto aos aspectos legais e técnicos;

    V – Realizar intervenções farmacêuticas e emitir parecer farmacêutico a outros membros da equipe de saúde, com o propósito de auxiliar na seleção, adição, substituição, ajuste ou interrupção da farmacoterapia do paciente;

    VI – Participar e promover discussões de casos clínicos de forma integrada com os demais membros da equipe de saúde;

    VII – Prover a consulta farmacêutica em consultório farmacêutico ou em outro ambiente adequado, que garanta a privacidade do atendimento;

    VIII – Fazer a anamnese farmacêutica, bem como verificar sinais e sintomas, com o propósito de prover cuidado ao paciente;

    IX – Acessar e conhecer as informações constantes no prontuário do paciente;

    X – Organizar, interpretar e, se necessário, resumir os dados do paciente, a fim de proceder à avaliação farmacêutica;

    XI – Solicitar exames laboratoriais, no âmbito de sua competência profissional, com a finalidade de monitorar os resultados da farmacoterapia;

    XII – Avaliar resultados de exames clínico-laboratoriais do paciente, como instrumento para individualização da farmacoterapia;

    XIII – Monitorar níveis terapêuticos de medicamentos, por meio de dados de farmacocinética clínica;

    XIV – Determinar parâmetros bioquímicos e fisiológicos do paciente, para fins de acompanhamento da farmacoterapia e rastreamento em saúde;

    XV – Prevenir, identificar, avaliar e intervir nos incidentes relacionados aos medicamentos e a outros problemas relacionados à farmacoterapia; XVI – Identificar, avaliar e intervir nas interações medicamentosas indesejadas e clinicamente significantes;

    XVII – Elaborar o plano de cuidado farmacêutico do paciente;

    XVIII – Pactuar com o paciente e, se necessário, com outros profissionais da saúde, as ações de seu plano de cuidado;

    XIX – Realizar e registrar as intervenções farmacêuticas junto ao paciente, família, cuidadores e sociedade;

    XX – Avaliar, periodicamente, os resultados das intervenções farmacêuticas realizadas, construindo indicadores de qualidade dos serviços clínicos prestados;

    XXI – Realizar, no âmbito de sua competência profissional, administração de medicamentos ao paciente;

    XXII – Orientar e auxiliar pacientes, cuidadores e equipe de saúde quanto à administração de formas farmacêuticas, fazendo o registro destas ações, quando couber;

    XXIII – Fazer a evolução farmacêutica e registrar no prontuário do paciente;

    XXIV – Elaborar uma lista atualizada e conciliada de medicamentos em uso pelo paciente durante os processos de admissão, transferência e alta entre os serviços e níveis de atenção à saúde;

    XXV – Dar suporte ao paciente, aos cuidadores, à família e à comunidade com vistas ao processo de autocuidado, incluindo o manejo de problemas de saúde autolimitados;

    XXVI – Prescrever, conforme legislação específica, no âmbito de sua competência profissional;

    XXVII – Avaliar e acompanhar a adesão dos pacientes ao tratamento, e realizar ações para a sua promoção;

    XXVIII – Realizar ações de rastreamento em saúde, baseadas em evidências técnico científicas e em consonância com as políticas de saúde vigentes.

    Agora que você já sabe sobre o trabalho importante desenvolvido por um farmacêutico clínico, não esqueça: Três Pontas já tem um desses profissionais. João Chaves de Figueiredo Neto, que atende gratuitamente, na Drogaria Líder.

    Mais informações pelo telefone: 3265-2229

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  • SUPER KIKO DÁ MAIS UM IMPORTANTE PASSO NA EXPANSÃO DE SEUS NEGÓCIOS

    SUPER KIKO DÁ MAIS UM IMPORTANTE PASSO NA EXPANSÃO DE SEUS NEGÓCIOS

    Agora filiado à Rede Ilustre de Supermercados, meta é oferecer melhores preços e maior variedade, sem perder a qualidade e a simpatia

    Com a finalidade de atender mais e melhor os seus clientes, inclusive com ampliação de seus produtos, o Supermercado Super Kiko, um dos mais tradicionais da cidade de Três Pontas, está aderindo a uma nova rede supermercadista: Rede Ilustre.

    De acordo com o Diretor de Operações do Super Kiko, Bruno Dixini Carvalho, a parceria recém firmada com a Rede Ilustre de Supermercados comprova o potencial e o respeito que a marca Super Kiko tem em toda região e que muito se assemelha aos objetivos de expansão da nova rede bem como os seu lema e profissionalismo.

    Ainda conforme Bruno Dixini Carvalho, que também ocupa a função de presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, a nova parceria também visa dar ao seu consumidor vantagens como a economia, oferecendo uma gama de produtos de qualidade e com um preço muito convidativo.

    Família Super Kiko (Foto Maurinho Bueno)

    O Supermercado Super Kiko está em franca expansão embora não tenha deixado pelo caminho algumas marcas e ideologias que tornaram a pequena empresa familiar, de outrora, dirigida atualmente por pai e filho, num grande negócio que gera dezenas de empregos e renda para muitas famílias trespontanas. Dentre todas as novidades está incluída a construção, já iniciada, de uma segunda unidade do Super Kiko sediada na Avenida Osvaldo Cruz, principal via de acesso da cidade de Três Pontas. A perspectiva com a nova unidade inclui a geração de novas vagas de emprego e ainda mais crescimento, numa área mais espaçosa e confortável para bem atender seus clientes.

    “Temos certeza de que os nossos clientes sentirão a diferença e ficaram bastante satisfeitos com esta nova fase do Supermercado Super Kiko usufruindo de todas as melhorias que estão sendo implantadas embora façamos questão de preservar o legado e a história de muito trabalho e honestidade que se tornaram quase que sinônimos do Super Kiko ao longo dos seus 15 anos de atividade. Poder fazer parte da Rede Ilustre de Supermercados, trazendo-a para Três Pontas, muito nos orgulha e nos encoraja aos novos desafios”.

    A Rede Ilustre de Supermercados faz parte das 11 centrais de negócios que compõem A Super Central Mineira.

    SUPER KIKO

    O Super Kiko foi fundado no ano de 2005 e tem a frente o popular Kiko, sempre tratando a todos com muita simpatia e o bordão “firme e forte”, sua marca registrada. Desde meados dos anos 70, Francisco de Assis Ferreira Carvalho, o Kiko, trabalhou no primeiro açougue de sua família, aberto pelo seu pai, popularmente chamado de Suco. Kiko implementou, com pioneirismo, mudanças importantes sobre higiene e boas práticas em açougues em Três Pontas. De lá pra cá, Kiko se solidificou como um dos mais respeitados e queridos comerciantes da cidade, um homem de família, de boas amizades e um profissional de extrema capacidade e visão, um líder nato que se tornou o melhor “professor” que o filho Bruno, outro sinônimo de competência, simpatia e boa administração, pudesse ter. Atualmente empregam cerca de 50 colaboradores.

    EXEMPLO DE PAI PARA FILHO

    Seu exemplo profissional pode ser facilmente comprovado através do filho, Bruno Dixini Carvalho que, não apenas seguiu os passos do pai no ramo supermercadista, mas com o dom, o talento que está no sangue, também assumiu a presidência da Associação Comercial e em seu primeiro ano desenvolveu grandes trabalhos, sendo considerado por todos, apesar de jovem, um líder nato e um profissional de grande futuro. Também se confunde ao perfil do pai na questão do trato com as pessoas, sempre educado, fala mansa e sábia, centrado, humilde e procurando ajudar a todos.

    A REDE ILUSTRE

    Rede Ilustre de Supermercados figura atualmente como uma das mais importantes do Sul de Minas Gerais. A Rede Ilustre de Supermercados é fruto da iniciativa de um grupo de empresários de Itajubá, que em Julho de 2004 criaram uma associação batizada de Rede União de Supermercadistas.

    Com o passar do tempo a Associação foi ganhando a adesão de novas empresas. O crescimento transformou, a então central de compras, em uma central de negócios.

    Em junho de 2008 foi fundada a Ilustre Atacadista, com a implantação do seu primeiro centro de distribuição, na cidade de Itajubá. A nova estrutura acelerou a expansão dos negócios e possibilitou o surgimento de novos produtos da marca própria, que leva o mesmo nome da Rede.

    Em 2012 foi adquirido um terreno no distrito industrial de Pouso Alegre, onde está sendo construído um novo Centro de Distribuição. No total serão 20.000 m² de área construída, que além de depósitos abrigará a sede da empresa e estrutura para cursos e reuniões.

    Em 2013 foi instituída a bandeira Rede Ilustre de Supermercados. Com a chegada da nova marca foi iniciado um projeto para padronização de lojas (layout e fachada) e frota.

    Atualmente a Rede Ilustre de Supermercados possui 45 pontos de venda e gera aproximadamente 1300 empregos diretos e indiretos.

    O Supermercado Super Kiko agora também faz parte da Rede Ilustre. Não deixe de conhecer!

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  • Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    O tratamento alternativo já virou uma opção em algumas clínicas do país, que defendem os benefícios do contato com a natureza para a saúde.

    Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.

    A revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.

    Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.

    Ecoterapia

    Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.

    Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.

    Fonte: Superinteressante

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