Autor: Roger Campos

  • Urologia em Dia – Dr. Fernando Gouvêa

    Urologia em Dia – Dr. Fernando Gouvêa

    Fimose e Excesso de Prepúcio

    A fimose e o excesso de prepúcio podem dificultar a exposição a glande e a higiene local.

    O pênis possui uma pele que cobre a glande (cabeça do pênis). Essa pele se chama prepúcio e em muitos casos ela pode ser acometida por problemas.

    Pacientes que apresentam excesso de pele peniana e não conseguem expor a glande são portadores de fimose. Se o paciente tem muita pele mas não consegue expor a glande, ele possui excesso de prepúcio.

    Reforçamos que a fimose e o excesso de prepúcio podem dificultar a exposição a glande e a higiene local, o que pode causar infecção à área (chamada de balanite).

    Essa infecção pode causar coceira, dor, vermelhidão e incomoda muito o paciente.

    Para se prevenir e tirar dúvidas sobre o tema, a melhor estratégia é procurar o seu urologista.

    Dr. Fernando Gouvêa (CRM MG 80332)

    Médico Urologista

    Atende na Clínica Gastroproct

    (35) 3265-1386

     

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  • ONDE A HISTÓRIA NÃO CABE MAIS – Nilson Lattari

    ONDE A HISTÓRIA NÃO CABE MAIS – Nilson Lattari

    Em posts anteriores, devo já ter afirmado que a História, depois da Internet, nunca mais será a mesma. Minha reflexão se alicerça no sentido de que a Internet, como mural documentário, sem dono, sem fronteiras, aberto a qualquer um que tenha uma tomada elétrica ligada ou um celular carregado no fim do mundo vai viver e reviver, não mais sem o controle dos governos, controlado por um mundo de ninguéns, provedores do próprio risco.

    Muito se especula a respeito de fatos políticos gerados nas décadas do século XX sem internet, com os documentos não digitais entregues à guarda de interesses, contra o qual a memória viva é o melhor testemunho contra a manipulação e contra o recontar da História, e a partir de interesses ideológicos ou de mercado.

    Muitas das memórias vivas poderiam recontar seu papel, escondendo fatos comprometedores, e baseados unicamente na confiança.

    Algum participante da famosa passeata da TFP, com o Marechal do golpe de 64 à frente, certamente, insatisfeito com seu proceder, permaneceu escondido no meio de tantos e difusos nas fotografias da época, e entregaram-se ao mutismo ou à mentira de que não se interessavam por política.

    O selfismo, no entanto, arma apontada para si mesmo, cai na rede, e a profusão de fotos, com participantes exibindo os mais disparatados mecanismos de defesa de argumentos, é o principal acusador daquilo que diz: “Nós sabemos o que você fez, naqueles idos da segunda década do século XXI”.

    A História nunca mais será uma história. Passaremos aos nossos filhos e netos aquilo que fizemos, com nome, endereço, camisas e adereços. Hoje, mais do que nunca, o selfie está no futuro, não no presente. Agora, ele é apenas uma suposta festa, no futuro será a porta da rua. Não haverá versões, não haverá condições, não haverá argumentos, contra fatos estampados na Internet, simplesmente ao puxar o nome de alguém, na versão de notícia, imagem e vídeo, tudo será revelado.

    Netos poderão perguntar o que aquilo significaria. Poder-se-ia, aproveitando as nuances gramaticais fartamente abusadas pelos ególatras interinos, dizer que foram coisas da juventude. Quando, na verdade, muitos

    estavam na suposta maturidade. Ao findar o regime nazista, os alemães sobreviventes se disseram opositores ao regime. E ficou combinado assim: aqueles que morreram eram os simpatizantes.

    Quais seriam as respostas para: Você era um golpista? Por que o cartaz defendia um corrupto? Não era outro o objetivo?

    Muitas explicações podem ser dadas, ou simplesmente o silêncio e a vergonha. A lata de lixo da História estará transbordando.

    A pergunta que a História vai responder, independente das reações, baseada em fatos é o que fizemos e o que deixamos para o futuro de nossos netos e filhos.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • Vaticano confirma: processo de beatificação do pe. Léo começa em março

    Vaticano confirma: processo de beatificação do pe. Léo começa em março

    O querido sacerdote pregador, vitimado pelo câncer em 2007, poderá tornar-se um dos próximos beatos brasileiros

    Fundador da Comunidade Bethânia e muito reconhecido pelas suas pregações, o padre Léo era um sacerdote brasileiro que reunia multidões por onde passava e que, após uma trajetória de sofrimento e superação, partiu desta vida em 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada em decorrência de um câncer.

    No mesmo ano da sua morte, já começaram os depoimentos a respeito da sua santidade. Após a missa de corpo presente, monsenhor Jonas Abib, que presidira a cerimônia, declarou que o padre tinha sido um “diamante lapidado”. Desde então, a Comunidade Bethânia passou a receber pedidos de oração e graças pela intercessão do pe. Leo. O atual presidente da comunidade, pe. Vicente de Paula Neto, comenta:

    “Como quem faz o santo é o povo, passamos a olhar com mais atenção”.

    De fato, o pe. Vicente acrescenta que, em vistas de um futuro processo de beatificação, começaram a ser cuidadosamente preservados todos os pertences e objetos que eram do pe. Léo.

    Em 2017, o processo de beatificação foi autorizado pelo arcebispo de Florianópolis, dom Wilson Tadeu Jönk. O responsável pela causa, no Brasil, é o pe. Lúcio Tardivo, presidente do Instituto Padre Léo.

    Agora, em fevereiro de 2020, o Vatican News, site informativo oficial do Vaticano, publicou matéria intitulada “Tem início em março processo de beatificação do padre Léo“.

    Outro fato importante que levou a comunidade a ver o processo de beatificação como um caminho sem volta foi o relato de uma graça alcançada pela família de uma menina acometida de septicemia: ela teve uma parada respiratória de cerca de 45 minutos e, logo depois, ficou inexplicavelmente curada. A família atribuiu a cura à intercessão do sacerdote.

    O pe. Vicente comenta:

    “Os pedidos de oração e de graças e o retorno de graças alcançadas só aumentaram desde então. Sem contar a força de conversão e vida espiritual em torno das pregações e do legado deixado pelo pe. Léo”.

    O processo de beatificação será aberto oficialmente às 16h do dia 7 de março, na sede da Comunidade Bethânia em São João Batista, SC, sob a responsabilidade do arcebispo de Florianópolis, dom Wilson. A partir de então, um tribunal histórico-teológico avaliará a vida do sacerdote para confirmar as suas virtudes heroicas e, posteriormente, analisará os milagres atribuídos à sua intercessão para que ele possa ser proclamado beato. O pe. Léo já foi declarado Servo de Deus, em etapa prévia à beatificação.

    Ele deixou 27 livros escritos e muitas horas gravadas de pregações voltadas à cura interior, já que realizava grande parte do seu ministério sacerdotal através de programas na TV Canção Nova.

    Fonte Aleteia

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Trote ou “brincadeira”, diga não!!! – Fred Ribeiro

    Trote ou “brincadeira”, diga não!!! – Fred Ribeiro

    A cada ano, surge na Internet uma nova moda que viraliza entre crianças, adolescentes e jovens. Tivemos o desafio da “baleia azul”, a “boneca momo” e assim, muitos outros. Tendo em vista que esta coluna não se aplica a tratar de assuntos de segurança cibernética, não nos omitimos, porém, de falar da segurança e dos aspectos que envolvem duas novas “febres” entre o público juvenil, quais sejam, a “brincadeira da rasteira” e a “roleta humana”. Pensando nisto, vamos listar algumas brincadeiras consideradas perigosas e que merecem atenção redobrada dos pais.

    1- O ‘desafio da rasteira’, brincadeira em que três jovens pulam ao mesmo tempo e um é derrubado, que viralizou nos últimos dias, ligou o sinal de alerta em pais e escolas, pois, segundo especialistas, pode terminar em tragédia, podendo ocorrer desde a fratura de osso da coluna até traumatismo craniano.

    2- Desafio do aerosol
    No início de 2018, o ‘desafio do aerosol’ virou febre entre adolescentes e tomou conta das redes sociais, mas também se tornou uma preocupação para os pais. A ‘brincadeira’, que consistia em espirrar um desodorante diretamente na boca e segurar o ar, acabou em tragédia, com a morte de uma menina de sete anos, em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, após uma parada cardíaca. Os riscos deste tipo de brincadeira vão desde uma intoxicação até o óbito por parada cardio-respiratória.

    3- Desafio do desmaio ou da asfixia
    O desafio que fazia com que crianças prendessem a respiração ou usassem objetos que causassem asfixia até quase desmaiar se tornou viral em 2016. Mas, assim como o do aerosol, ganhou destaque por um motivo trágico: a morte de um menino de 13 anos depois de jogar online com amigos em São Vicente, litoral de São Paulo. Gustavo Riveiros Detter foi encontrado com uma corda no pescoço na frente de um computador. É óbvio que é um caso extremo, mas, como tais brincadeiras se tornam virais, todo cuidado é pouco.

    4 – Desafio Kylie Jenner
    Apesar de não ter causado vítimas fatais, o desafio que ficou conhecido como Kylie Jenner (influenciadora e empresária que possui os lábios carnudos) também oferece riscos a quem o coloca em prática. O ‘boom’ da brincadeira foi em 2015, quando milhares de jovens usaram tampas de plástico, copos e outros objetos para, a partir do vácuo, deixar os lábios maiores. Mas, segundo especialistas, isso pode gerar lesões e deformar a boca permanentemente.

    5. Desafio Bird Box
    Após o sucesso mundial do filme Bird Box, da Netflix, muitas pessoas aderiram ao #BirdBoxChallenge, hashtag que se tornou popular nas redes sociais e reunia imagens de pessoas que, assim como no longa, passaram a realizar tarefas com os olhos vendados. Apesar de parecer inofensiva, a brincadeira pode fazer com que as pessoas se machuquem, o que obrigou até a própria Netflix a se pronunciar sobre o caso. “Não estou acreditando que preciso dizer isso, mas: POR FAVOR, NÃO SE MACHUQUEM COM ESSE DESAFIO DE BIRD BOX”, disse a empresa na época.

    6. Puxar a cadeira
    Longe das redes sociais, uma brincadeira antiga, mas que ainda acontece, pode causar os mesmos danos que o desafio da rasteira, por exemplo. A vítima, distraída, pode bater a cabeça e outras partes do corpo na queda e sofrer graves ferimentos

    7. ‘Cuecão’ ou ‘calcinhão’
    Você provavelmente já viu alguém praticar o famoso ‘cuecão’ (ou, com mulheres, ‘calcinhão’), que consiste em agarrar a roupa íntima da pessoa e puxá-la para cima. A ‘brincadeira’, que já fez parte da vida escolar de muita gente, também pode acabar mal e provocar lesões na vítima. Definitivamente não deve ser mais.
    É importante frisar que não queremos criar alarmes e muito menos sensacionalismo.
    Nossa intenção é trazer informações adequadas para melhor garantir a segurança de cada pessoa, esteja onde estiver e, independentemente de sua idade.

    Diga não ao trote !!!!

    Fred Ribeiro é Voluntário nas obras sociais e culturais para uma sociedade melhor, Instrutor de trânsito, Socorrista/Resgatista, Guarda Civil Metropolitano

    https://www.facebook.com/fred.ribeiro.566

     

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  • O banco pode obrigar-me a contratar seguro para conceder empréstimos? – Gabriel Ferreira

    O banco pode obrigar-me a contratar seguro para conceder empréstimos? – Gabriel Ferreira

    Nos termos do artigo 39, inciso III, do Código de Defesa do Consumidor, é prática abusiva do fornecedor condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos.

    Em outras palavras, é conduta ilegal do fornecedor condicionar a venda de um produto ou serviço X se adquirido em conjunto (casado) com outro Y, vez que, desse modo, obriga o consumidor, mesmo que não queira, a consumir e pagar por duas coisas distintas (X e Y), enquanto só queria o item X.

    Nesse sentido, a prática abusiva descrita acima é também conhecida como “venda casada” e é uma das mais ocorrentes no mercado financeiro, eis que são recorrentes os relatos de consumidores de que instituições bancárias exigem a contratação de seguro para conceder-lhes empréstimos bancários.

    Ora, no caso acima vê-se que os bancos comentem essa prática abusiva a partir do momento que condicionam os consumidores a contratarem serviços de seguro em troca de empréstimos.

    Desse modo, sempre que ocorrer essa hipótese com você, consumidor, saiba que o banco não pode te obrigar a contratar o seguro para conceder-lhe empréstimo, muito menos qualquer outro serviço ou produto, vez que é seu direito tão somente a contratação do empréstimo, razão pela qual exija apenas a contratação do que almeja.

    No entanto, na hipótese do banco lhe recusar a concessão apenas do empréstimo, é aconselhável que você procure um advogado ou o Procon da sua cidade e faça uma denúncia visando a solução do caso. Inclusive, cumpre ressaltar que nos termos da Lei nº 12.529, a venda casada é tida como infração à Ordem Econômica, razão pela qual o Órgão destacado acima, além de aplicar as sanções administravas cabíveis, deve encaminhar o caso para o Ministério Público para que promova a ação penal pertinente.

    Por fim, caso você já tenha sido vítima da venda casada, saiba que o Código de Defesa do Consumidor lhe assegura o reembolso, pelo fornecedor/banco, do valor pago indevidamente e em dobro (vide artigo 42, parágrafo único, do CDC), o que, no presente caso, implicaria no reembolso de eventuais valores pagos pelo seguro.

    Se o reembolso de quantia não for realizado pelo banco, de forma amigável, será hipótese de ajuizar a ação judicial pertinente. Ficou com alguma dúvida? Fale com quaisquer advogados especialistas.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

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  • Hoje talvez eu entenda o significado deste Salmo! – Moísa Araújo

    Hoje talvez eu entenda o significado deste Salmo! – Moísa Araújo

    O Salmo 23…

    “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois o Senhor está comigo…”

    Essa passagem bíblica, pode se encaixar quando passamos por momentos de profunda reflexão, quando temos que aprender pela dor a silenciar e olhar para dentro de nós mesmos!

    Temos uma luz interna, uma luz que nos auxilia qual caminho seguir, e muitas vezes o vale das sombras, é o momento de solidão…

    Como é dolorido você olhar ao lado e não encontrar apoio, ao mesmo tempo que sabe que existe do seu lado amigos verdadeiros que não te abandonam, mas que cansados de talvez bater em uma mesma tecla, decidem dar espaço ao silêncio, a solidão.

    E é nesta hora que você se pega pensando, para quem vou me abrir hoje, falar tudo que está me sufocando? Não, hoje não tem ninguém para te ouvir, as pessoas possuem suas vidas para viver, seus próprios problemas para resolver, então você sente uma angústia enorme tomar conta de você e no momento mais dolorido do dia, que talvez seja a noite, quando o corre, corre da vida vai diminuindo, sua única saída seja, silenciar a mente e falar com Deus, pois é Ele quem estará ali do seu lado, te segurando, e nunca solta sua mão. E então você aprende que, os “Me faz repousar em verdes prados e as águas tranquilas me conduz” talvez o verde seja sua esperança se renovando, a esperança de que nenhum sofrimento é para sempre, e que as águas tranquilas, seja muitas das vezes as lágrimas que lavam nosso rosto, no momento que estamos falando com o Pai, um choro baixinho, mais renovador que alivia a alma!

    Aprender a passar por esse vale das sombras, é uma tarefa desafiadora, pois ali se encontra uma linha tênue, entre conhecer nossa verdadeira essência e talvez cair em uma profunda depressão.

    A solidão é ruim, é algo torturante, mas se você avançar um passo a frente, você chegará a um estágio diferente de solidão, ou seja a “Solitude” que é quando você aceita suas dores e seus desafios e mesmo assim enfrenta todos de cabeça erguida, sabendo que você tem um Pai do seu lado que não te abandona em momento algum, basta você querer caminhar pelo vale das sombras, pois depois dele, você encontra a sua própria luz e somente assim, poderá iluminar a vida das pessoas a sua volta…

    Moísa Araújo é Estudante do curso de Ciências Contábeis pela Universidade Norte do Paraná (Unopar).
    Apaixonada por livros, natureza e os animais.

    https://www.facebook.com/moysa7100

     

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  • Exortação ao Pai Celestial – Gabriel Delfino

    Exortação ao Pai Celestial – Gabriel Delfino

    Bendito és Tu, oh Criação Incriada
    Recaia Sua graça sobre nós
    Pois nos prostramos diante de vós.

    Por Ti vivemos, e a Ti retornaremos
    Tu és o repouso nos seios de Abraão
    A paz no momento de tribulação
    Que a Sua luz habite meu coração.

    Tarde te amei, mas ainda te encontrei
    Feliz estou, pois estou diante do Rei
    Para anunciar sua glória é que viverei.

    Me maravilho com sua criação, e assim percebo sua ação.
    Tu és o Alfa e o Omega, o princípio e o fim,
    Que a sua vontade sempre seja feita sim.

    Seu Reino é vindouro, esta é a anunciação
    Purifique nossas mentes, nos traga a mansidão
    Me reconheço seu filho e quero viver como irmão,
    Que assim seja, vejo a glória em sua mão.

    Gabriel Delfino é Estudante de Filosofia e apaixonado por espiritualidade, política e poesia.

    https://www.facebook.com/gabriel.delfino.5209/timeline?lst=100001148470253%3A100007762950406%3A1580585802

     

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  • SOMENTE OS ADOLESCENTES ETERNOS CHEGAM AO TOPO – JUAREZ ALVARENGA

    SOMENTE OS ADOLESCENTES ETERNOS CHEGAM AO TOPO – JUAREZ ALVARENGA

    Quando jovens temos horizontes ilimitados. O sonho chega ao topo  de maneira pouco proveitosa.

    Vem a maturidade, perdemos a capacidade de sonhar, porém a vida continua.

    Somos enquadrados ao cotidiano e o conformismo poda nossos horizontes.

    A maioria submete-se a realidade, alguns personagens contrariando a lógica racional do viver os subverte. Entre tantos tenho como referencia ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES e o GEN. GOLBERY DO COUTO E SILVA.

    Com objetivos totalmente diferentes, ambos atingiram o topo naquilo que faziam na vida.

    Isto se deve ao fato de terem equilibrado o nível ilimitado dos sonhos durante todo o decorrer de suas existências.

    Eram  eternos adolescentes que guardavam, em  seus íntimos, que a vida só teria sentido se evoluíssem eterna e ilimitadamente. E, não como restante da população, que mantém seus sonhos no ápice e vai deteriorando, quando chegam à maturidade é totalmente desfeito.

    Nascemos no primeiro degrau da existência, e, só os apaixonados pelos seus sonhos eternos, constroem uma escada que contorna oceanos e como águias tomam alturas imensuráveis.

    Acredite nas suas próprias utopias em qualquer faceta da existência sendo, ainda melhor, na maturidade, onde os impulsos dos  sonhos encontram com a maturidade e a experiências, sendo fatais suas realizações com êxito.

    Nascemos, para realizar nossos sonhos, porém uma faceta minoritária da humanidade, que mantém seu potencial no desenrolar de suas vidas chega ao topo.

    Para, a maioria os limites só são alcançáveis na adolescência , desgovernadamente.

    Depois, são abandonadas como cachorros vira-latas sem donos, pelas noites frias das ruas existenciais.

    Os sonhos, em qualquer época são, substancialmente necessários, mas na maturidade por está bem próximo da realidade, são essenciais.

    Hoje, nossos sonhos não permanecem na cama, sob os cobertores quentinhos, confortavelmente, expulsamos colocando no lugar ideal em frente à realidade tomando serenos das madrugadas factuais no antro do compacto mundo surreal.

    Temos como referencia em nossas vidas ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES E GOLBERY COUTO E SILVA, que chegaram ao topo naquilo que faziam, porque foram eternos adolescentes, porém na segunda metade da vida com experiências.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

     

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  • Safra de café do Brasil deve alcançar 67,5 milhões de sacas, diz Rabobank

    Safra de café do Brasil deve alcançar 67,5 milhões de sacas, diz Rabobank

    A safra de café do Brasil na temporada 2020/2021 deverá alcançar um total de 67,5 milhões de sacas de 60 quilos, disse o Rabobank nesta segunda-feira, ao divulgar os resultados de uma pesquisa de mercado.

    A produção deverá envolver um recorde na colheita de café arábica, com 49 milhões de sacas, além de 18,5 milhões de sacas de café robusta, ou conilon. “O tamanho da safra de arábica é surpreendentemente grande, dado o padrão climático que não chegou a ser perfeito durante o segundo semestre de 2019”, declarou o Rabobank.

    A instituição afirmou que a quantidade e o tamanho das “cerejas” nos pés de café arábica superaram as expectativas.

    “Virtualmente, todas as áreas de arábica estão próximas ou a níveis recordes, com exceção notadamente do Cerrado”, disse o Rabobank, destacando que a floração no Cerrado ocorre mais tardiamente em relação às outras áreas.

    O banco disse também que não vê qualquer problema com o desenvolvimento dos grãos.

    “A princípio, uma safra acima do esperado deveria se traduzir em preços baixos. Mas, por enquanto, nós vemos um mercado muito ajustado de arábica no Brasil até que a safra 2020/21 seja colhida”, afirmou o Rabobank.

    Enquanto isso, a estimativa para a safra de conilon, de 18,5 milhões de sacas, ficou abaixo do recorde verificado na temporada anterior, de 20 milhões de sacas.

    “Após a produção recorde e o estresse solar vistos na última colheita, agricultores do Espírito Santo decidiram podar mais galhos que o normal. Isso sustenta nossas estimativas reduzidas para a safra”, apontou o relatório.

    Fonte Notícias Agrícolas

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    Roger Campos

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  • Campanha da Fraternidade 2020 “junta” Santa Dulce dos Pobres e o Bom Samaritano

    Campanha da Fraternidade 2020 “junta” Santa Dulce dos Pobres e o Bom Samaritano

    O lema, tirado da parábola do bom samaritano, é “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”; a imagem ilustrativa é de Santa Dulce dos Pobres

    Todos os anos, na Quaresma, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a Campanha da Fraternidade, cujo tema em 2020 é “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso“ e o lema é “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele“. A referência é a parábola do bom samaritano (Lc 10,34-35). Já o cartaz da campanha destaca a imagem de Santa Dulce dos Pobres, uma das mais representativas “personificações” da caridade cristã levada à prática em nosso país.

    O bom samaritano

    A propósito da inspiração do lema na parábola do bom samaritano, o portal católico Kairós publicou um texto do qual reproduzimos o seguinte extrato:

    “Um doutor da Lei se levantou e, para experimentar Jesus, perguntou: ‘Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?’ Jesus lhe disse: ‘Que está escrito na Lei? Como lês?’. Ele respondeu: ‘Amarás o Senhor; teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo!’. Jesus lhe disse: ‘Respondeste corretamente. Faze isso e viverás’. Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: ‘E quem é o meu próximo?’. Jesus retomou: ‘Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes, que lhe arrancaram tudo, espancaram-no e foram embora, deixando-o meio morto. Por acaso descia por aquele caminho um sacerdote, mas ao ver o homem, passou longe. Assim também um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante pelo outro lado. Um samaritano, porém, que estava viajando, chegou perto dele e, ao vê-lo, moveu-se de compaixão. Aproximou-se dele e tratou-lhe as feridas, derramando nelas azeite e vinho. Depois, colocou-o sobre seu próprio animal e o levou a uma hospedaria, onde cuidou dele. No dia seguinte, pegou dois denários e deu-os ao dono da hospedaria, recomendando: Cuida dele, e o que gastares a mais, eu o pagarei quando eu voltar. No teu parecer, qual dos três fez-se o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?’. Ele respondeu: ‘Aquele que usou de misericórdia para com ele’. Então Jesus lhe disse: ‘Vai e faze o mesmo’” (Lc 10,25-37).

    Essa parábola, proposta por Jesus em seu caminho de subida a Jerusalém (Lc 9,51-19,27), é parte da explicação do que seria necessário fazer para entrar na vida eterna. Esse tipo de questionamento era muito comum naquele tempo já que existiam mais de 613 leis e outras prescrições pontuais a serem cumpridas para se chegar a esse fim. Por essa razão, vendo a impossibilidade de cumprir fielmente todos os mandamentos, o doutor da lei questiona Jesus sobre o que realmente não poderia deixar de ser feito para herdar a vida eterna.

    “Que devo fazer?” A busca pelo cumprimento exato das prescrições da lei deveria ser seguida do esforço pessoal para colocá-las em prática. Diante da questão, Jesus responde com uma nova pergunta com a qual indaga sobre o conteúdo das Escrituras. O que elas dizem sobre o que fazer para herdar a vida eterna?

    A resposta oferecida pelo doutor da lei a Jesus conecta Dt 6,5 a Lv 19,18 criando um mandamento único composto de duas partes: “Amarás o Senhor; teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo’’ (Lc 10,27).

    A Jesus não interessava inserir um novo ensino teórico sobre os deveres em relação ao mandamento do amor a Deus e ao próximo. Diante da segunda pergunta do doutor da lei, “Quem é meu próximo?”, Jesus propõe uma nova perspectiva e uma nova possibilidade de realizar tal mandamento, divergindo do que havia sido proposto.

    Os mestres fariseus já haviam ensaiado muitas vezes respostas sobre quem seria o próximo citado em Lv 19,18. No entanto, suas respostas oscilavam sempre entre as ligações nacionais, étnicas, afetivas, sociais e religiosas. No texto do Antigo Testamento, o próximo era o compatriota, membro do povo de Deus e também aquele que tinha sido inserido no povo na medida em que assumia sua religião e seus costumes (Lv 19,33-34).

    A parábola do samaritano é composta por cinco personagens anônimos, indicados apenas por suas etnias ou funções, e ocorre em um local de fácil compreensão para alguém daquele tempo. Por isso, embora seja uma parábola, a história narrada possui grande possibilidade de ter sido, ao menos em parte, um fato que realmente aconteceu na estrada que ligava Jericó a Jerusalém. Um homem, vítima de salteadores, é deixado quase morto, à beira da estrada. O fato de ter sido agredido leva a pensar na possibilidade de ter resistido ao assalto, o que lhe teria ocasionado a agressão quase fatal e o abandono à beira da estrada, não sendo mais capaz de fazer algo por si mesmo.

    Dois transeuntes oriundos do templo, o sacerdote, responsável pelos sacrifícios, e o levita, responsável pela animação da liturgia, retornam de Jerusalém após concluírem seus turnos de trabalho e agem com indiferença diante daquele que jaz sofrendo à beira da estrada. Não se descreve o motivo da indiferença. Poderia ser por motivos culturais, religiosos [se fossem contaminados com o sangue ou o homem viesse a morrer, ficariam impuros (Lvl5; 21,11)], ou simplesmente por não desejarem interromper a viagem, não mudarem seus planos, não terem seu trajeto e horário prejudicados por esse acontecimento. De qualquer forma, é dito que viram o homem e se distanciaram dele, seguindo o trajeto anteriormente proposto.

    Um samaritano que passava, ao ver o homem, sentiu compaixão. Essa compaixão nasceu do seu modo diferente de olhar, do seu modo diferente de perceber aquela realidade. Essa compaixão o levou a se aproximar do homem, gastar tempo, modificar parcialmente sua viagem, tudo para não ser indiferente com aquele que sofria diante dele. Os cuidados práticos descritos na parábola são emergenciais: desinfeta as feridas com vinho e alivia a dor com o óleo, costumes daquele tempo; transporta o homem até a hospedaria e paga as despesas de sua estada.

    A postura inesperada do samaritano contém o centro do ensinamento de Jesus: o próximo não é apenas alguém com quem possuímos vínculos, mas todo aquele de quem nos aproximamos. E todo aquele que sofre diante de nós. Não é a lei que estabelece prioridades, mas a compaixão que impulsiona a fazer pelo outro aquilo que é possível, rompendo, dessa forma, com a indiferença. A fé leva necessariamente à ação, à fraternidade e à caridade.

    A vida nos traz oportunidades de concretizar a fé em atitudes bem específicas. Para perceber os outros, principalmente em suas necessidades, não bastam os conceitos, mas, sim, a compaixão e a proximidade. Não se deve questionar quem é o destinatário do amor. Importa identificar quem deve amar e não tanto quem deve ser amado, pois todos devem ser amados, sem distinção. Não importa quem é o próximo. Importa quem, por compaixão, se torna próximo do outro (Lc 10,36). A medida do amor para com o próximo não é estabelecida com base em pertença religiosa, grupo social ou visão de mundo. Ela é estabelecida pela necessidade do outro, acolhendo como próximo qualquer pessoa de quem se possa acercar com amor generoso e operativo. Isso abre uma nova perspectiva nos relacionamentos, excluindo a indiferença diante da dor alheia.

    No final da narrativa (do samaritano), Jesus se dirige novamente ao doutor da lei com uma nova pergunta: “No teu parecer, qual dos três fez-se próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” (Lc 10,36). Desse modo, afirma Papa Francisco, Jesus inverte a pergunta do seu interlocutor e também a lógica de todos nós. Cristo nos faz entender que não somos nós, com base em nossos critérios, que definimos quem é o próximo e quem não é, mas é a pessoa em situação de necessidade a quem devemos reconhecer como próximo, isto é, usar de misericórdia para com ela.

    Fonte Aleteia

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  • Monstruosidade: Namorado mata, decapita e leva cabeça de jovem para a casa da mãe dela

    Monstruosidade: Namorado mata, decapita e leva cabeça de jovem para a casa da mãe dela

    “Mais revoltante que a morte foi o que ele fez depois. Não tinha necessidade de fazer dessa forma.” O sentimento de incredulidade de Leandra Silva, de 20 anos, em relação à morte da adolescente Larissa Aurélia da Costa, 17, vítima de feminicídio, reflete o de toda sua família. A adolescente foi decapitada e teve sua cabeça levada até a casa de sua mãe. O namorado, o ex-agente penitenciário Ivanhoé de Oliveira Lima, 37, confessou o crime.

    O assassinato brutal aconteceu na madrugada de 21 de fevereiro, em Rio Branco. A Polícia Militar do Acre prendeu o ex-agente penitenciário no mesmo dia, em flagrante, quando ele estava reunido com amigos bebendo, em uma arquibancada de um campo de futebol.

    Segundo Leandra, que é irmã de Larissa por parte de pai, a família continua sofrendo muito com a brutalidade com que a adolescente foi assassinada. A mãe de Larissa mudou de estado um dia depois do crime, numa tentativa de amenizar a dor da perda da filha. O pai, que é pastor, permanece em choque. Leandra é a única que teve condições de conversar. “Meu pai até agora não saiu de casa, não consegue falar com ninguém, está muito abalado. Logo depois do velório, foi para um retiro da igreja”, diz ela. “Não existe justiça que pague pelo que ele fez. Nem se fosse torturado, preso ou morto”, desabafa ela sobre o acusado pelo crime.

    “Nada vai confortar e nada vai trazer a minha irmã de volta. Ela era muito do bem, doce e se dava bem com todo mundo. Ainda era uma menina. É bem difícil falar, é revoltante.”

    De acordo com Leandra, o cunhado, que morava com a namorada fazia cerca de dois anos, havia ameaçado fazer o que fez meses antes, em setembro de 2019. Em uma briga na frente da mãe de Larissa, o ex-agente penitenciário afirmou que mataria a namorada e levaria a cabeça até a porta da casa da sogra.

    “Ele bateu nela várias vezes antes disso”, conta Leandra. “Na última vez, Larissa foi para a casa da mãe dela e se escondeu, dizendo que estava com medo. Passou o dia todo chorando, mas sem dizer o motivo.”

    À tarde, segundo a irmã, Ivanhoé foi buscar Larissa na casa da sogra, “Ele bateu nela lá mesmo e prometeu que iria entregar a cabeça dela na porta da casa da mãe na próxima vez que sentisse raiva. Era um relacionamento extremamente abusivo.”

    Grito seguido de silêncio

    Na noite do crime, a vizinha do casal foi quem primeiro desconfiou de uma tragédia. Ela costumava ouvir discussões longas do casal, mas, naquela ocasião, escutou apenas um grito de Larissa, seguido de silêncio. Preocupada, decidiu verificar se a garota estava bem.

    “Ela viu a porta aberta e só o corpo, sem a cabeça, e mais ninguém”, conta Leandra. “Ela então acompanhou o rastro de sangue e chegou na casa da mãe da Larissa, onde viu a cabeça. Foi um desespero. Nunca imaginamos que algo assim iria acontecer com nossa família.”

    O ex-agente penitenciário teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e aguarda o julgamento na Penitenciária de Rio Branco. Ele trabalhou no Instituto de Administração Penitenciária do Acre de 2010 a 2013, quando saiu após ser condenado por improbidade administrativa. Nos últimos tempos, trabalhava em um lava-jato. O suspeito não informou o motivo do assassinato, segundo a Polícia Civil.

    Quando conheceu Ivanhoé, Larissa tinha apenas 14 anos. Frequentava uma igreja evangélica e estava terminando a oitava série do ensino fundamental.

    Fonte Uol

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    Roger Campos

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  • Brasil tem 8 casos do coronavírus; SP registra transmissão direta

    Brasil tem 8 casos do coronavírus; SP registra transmissão direta

    O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (05) que há oito casos positivos para coronavírus no Brasil. Seis estão em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um no Espírito Santo.

    Pela primeira vez, a pasta confirmou que São Paulo registrou os dois primeiros casos de transmissão direta do coronavírus no país. Um dos pacientes infectados é parente do homem de 61 anos, que foi o primeiro confirmado para a doença, em 26 de fevereiro. O segundo teve contato com esse familiar.

    De acordo com o secretário de vigilância em saúde do ministério, Wanderson Oliveira, como os casos têm conexão, ainda não se pode dizer que há uma transmissão sustentada, agora chamada de comunitária, dentro do Brasil. A pasta está tratando o caso como transmissão local.

    “Isso significa que o vírus não está produzindo doentes cuja fonte não conseguimos identificar. Todos os casos têm histórico de viagem ou de contato com caso confirmado”, disse Oliveira.

    O primeiro caso de coronavírus no Estado do Rio de Janeiro é uma mulher de 27 anos que mora em Barra Mansa, no sul fluminense, e esteve viajando pela Europa no período de 9 a 23 de fevereiro. Ela desenvolveu a forma branda da doença, passa bem e permanecerá em isolamento até o próximo dia 20.

    Segundo o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, que concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, a paciente viajou com o marido e passou pela Itália (Milão e Lombardia) e pela Alemanha.

    O marido não apresenta sintomas, mas é monitorado. Os primeiros sintomas dela foram tosse e coriza, que surgiram no dia 17, quando o casal ainda estava na Europa. Mas esse quadro não se apresentou durante o voo de volta.

    Ela procurou uma unidade de saúde em Barra Mansa no dia 1º de março e desde então cumpre isolamento domiciliar de 20 dias. No dia 2 de março coletou material para exames realizados pelo Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ), que emitiu laudo no dia 3.

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também recebeu amostra e confirmou o caso suspeito nesta quinta-feira. O marido e outros familiares dessa paciente estão sendo monitorados, mas não estão em isolamento. Pessoas que ocuparam poltronas vizinhas no avião em que ela voltou ao Brasil estão sendo localizadas e também serão monitoradas, segundo o governo do Rio.

    Trata-se de um caso importado. Não há qualquer indício de que o vírus esteja circulando pelo Estado do Rio”, afirmou o secretário de Saúde. “Não há motivo para pânico na população fluminense. Continuamos no nível zero do nosso plano de contingência”, afirmou.

    Em relação ao caso do Espírito Santo, o laudo oficial só será disponibilizado nesta sexta-feira (06). Os exames já confirmaram a amostra. A infectada, tem 37 anos, com histórico de viagem para a Itália.

    Há ainda, um possível nono caso no Distrito Federal, de uma mulher de 27 anos, com histórico de viagem para Inglaterra e Suíça. Ela teve resultado positivo para o teste em laboratório particular, mas o exame está em contraprova.

    Na coletiva de imprensa, o secretário em vigilância sustentou que não há motivo para pânico, nem corrida aos hospitais.

    Segundo novo balanço do Ministério da Saúde, há 636 casos suspeitos de coronavírus e 378 casos descartados em todo o país.

    Fonte Exame

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    Roger Campos

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