Nascemos para torna-se verídico nossas mais claras realizações. Mas, no confronto com a vida, não há vitorias absolutas e nem derrotas definitivas.
Neste processo de luta animal são naturais algumas escoriações da alma, o que não é verdadeiro, são as cicatrizes atrozes corroendo nosso mais profundo intimo.
Vendo as volúpias das águas do mar, em atividade, criando uma correnteza desproporcional a qualquer força humana, levando sem dó nossos sonhos, os mais preciosos, para as profundezas escuras, tentando nos tirar de nós nossas rédeas do destino como a tempestade tropical derruba os frágeis barracos no morro carioca deixando Deus com escudo e a esperança de erguer a vida do nada.
Nascemos, para enfrentar às adversidades com armas do êxito homérico.
Aquilo que a vida ainda não me deu não é um fato consumado. As investidas diferenciadas sobre as pretensões devem fazer parte do repertório rico em alternativas, porque singularmente uma será solução mágica para o caso concreto.
Todas as tentativas imaginárias devem ser executadas, o que nos falta na vida. Deste a calmaria das ações, até a mais radical e ousada conclusiva do risco premeditado.
Para a realização do que nos falta, temos as manhãs com seu ineditismo exuberante, como aroma dispersivo da inteligência no ar, despoluindo o núcleo das soluções sabias.
É com a entrada do sol que devemos agir, potentemente, como motor de carro novo em estradas perigosas como a pericia de um piloto de formula 1.
Foram mais de 50 horas de buscas desde o sumiço de Eduardo. Nesta manhã, quando os bombeiros estavam a caminho do local para retomar os trabalhos, um morador viu o corpo de uma criança boiando em uma lagoa
O desaparecimento do pequeno Eduardo Ferreira de Oliveira, de 2 anos, terminou de forma trágica. Após quase 50 horas de buscas, o Corpo de Bombeiros confirmou o encontro do corpo da criança em um lago no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Dudu, como também era chamado, sumiu na manhã da última quarta-feira. Ele tinha sido visto pela última vez brincando no quintal de casa na Alameda Flamboyant, no Bairro Vila Maria Regina. A suspeita é de que ele tenha saído pelo portão de casa.
Segundo os bombeiros, uma equipe estava a caminho da região para dar continuidade às buscas nesta manhã. Porém, por volta das 6h30, chegou a informação de que um morador da região teria visto o corpo de uma criança boiando em uma das lagoas do bairro. A corporação seguiu para o local, confirmando a denúncia, e o pai reconheceu o Eduardo.
Ainda não é possível afirmar se a criança foi vítima de afogamento. A perícia foi acionada. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que a lagoa onde o corpo da criança foi encontrada fica a 50 metros da casa dele e foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Betim. “Outras informações referentes ao caso e as investigações serão apenas divulgadas em momento oportuno”, informou a instituição.
A Polícia Militar (PM) foi chamada pouco antes das 11h dessa quarta-feira. Uma das irmãs mais velhas de Eduardo, que tem 15 anos, ligou para o 190. Segundo o boletim de ocorrência, ela contou aos policiais que mais cedo tinha ido a um laboratório no centro de Juatuba com o menino e a outra irmã, de 14 anos, para passar por exames. Ao voltar para casa, elas começaram a assistir televisão enquanto o caçula brincava no quintal.
Em determinado momento, a adolescente disse para a irmã que Eduardo estava muito quieto e saiu da casa para ver o que estava acontecendo. Foi quando elas viram que o portão estava aberto e começaram a procurar a criança. Como não encontraram, a polícia foi chamada.
O pai deles estava trabalhando em uma empresa, enquanto a mãe fazia faxina em uma casa do bairro. De acordo com a PM, ela chegou em casa desesperada e confirmou que o menino estava aos cuidados das irmãs enquanto ela trabalhava.
Como o bairro tem muita vegetação e lagoas onde é possível chegar a pé, o Corpo de Bombeiros foi chamado.
Vizinhos disseram que Eduardo costumava brincar na rua e se esconder em alguns locais. As buscas se estenderam até ao imóvel de uma vizinha, que permitiu a entrada da polícia, mas não houve sucesso. Policiais Civis também compareceram ao bairro e ouviram algumas pessoas na 1ª Delegacia de Polícia de Juatuba.
Desde então, as buscas foram quase ininterruptas. Só ontem, mais de 20 bombeiros participavam dos trabalhos, percorrendo toda a região a pé, mergulhando nas lagoas e conferindo cisternas. Drones também foram usados para imagens aéreas. Moradores também se mobilizaram para encontrar o menino, tanto fazendo buscas por conta própria quanto compartilhando a foto dele nas redes sociais.
Sofia Inácio Cogo, de 24 anos, sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta pulmões e pâncreas. Ela depende de um aparelho de oxigênio no seu dia-a-dia. E sem recursos para comprar uma aparelho portátil, iniciou uma vaquinha online para arrecadar 15 mil reais para a compra.
O Conexão entrou na campanha e a Prefeitura resolveu ajudar. O chefe do Executivo, Marcelo Chaves, autorizou a compra para Sofia, através da Secretaria Municipal de Saúde. E hoje aconteceu a entrega que dará mais liberdade e independência a jovem Sofia.
O Prefeito Marcelo Chaves e a Secretária de Saúde, Teresa Cristina Rabelo Corrêa, acompanhados do profissional Gilberto da Saúde, fizeram a entrega do aparelho. Sofia agradeceu e disse que a partir de agora terá mais independência para seguir sua vida. A mãe da jovem, Dona Maura, muito emocionada, teceu elogios a todos que ajudaram nessa luta e especialmente aos representantes do Poder Executivo. Entre lágrimas e sorrisos ela relembrou toda luta, todas as batalhas e a “vida nova” que vem de encontro a sua filha.
O Chefe do Executivo disse que a missão de um prefeito é cuidar da cidade, mas sem se esquecer de seus habitantes, de cada ser humano e, segundo ele, esta é a tônica de sua administração.
O aparelho portátil ficará sob a tutela e uso de Sofia por tempo indeterminado, durante todo período que ela precisar, até que consiga fazer um transplante e assim não mais precisar da ajuda de respiradores externos. Depois disso ele será cedido a outra pessoa que precisar.
Relembre o Caso
A reportagem do Conexão Três Pontas começou 2020 do jeito que mais gosta e sabe fazer! Em nossa primeira transmissão ao vivo neste novo ano pudemos contar a história da jovem trespontana Sofia Inácio Cogo, que sofre de Fibrose Cística, uma doença grave que afeta o pâncreas e o pulmão. Sem recursos financeiros, ela gravou um vídeo pedindo ajuda através de uma “vaquinha online” para tentar levantar os 15 mil reais para a compra de um aparelho de oxigênio portátil, para que possa, de certa forma, ter uma vida normal, ou pelo menos com um pouco mais de qualidade e conforto. E o final desta história não poderia ter sido melhor!
Sofia gravou um vídeo explicando um pouco seu problema e o objetivo com a campanha:
“Olá, Meu nome é Sofia , tenho 24 anos e moro em Três Pontas – MG. Eu sou portadora de Fibrose Cística, uma doença genética que afeta principalmente o pâncreas e o pulmão. Até pouco tempo eu conseguia ter uma qualidade de vida melhor (trabalhar, estudar, passear etc.), porém atualmente eu necessito de oxigenioterapia 24 horas por dia, que me impede de fazer muitas atividades diárias que eu fazia antes.
Estou fazendo esse vídeo porque quero comprar um aparelho de oxigênio portátil, que eu possa levá-lo comigo onde eu for, acredito que com ele eu terei uma qualidade de vida melhor e um pouco mais de independência. Porém o valor dele e de mais ou menos R$15.000,00. Então eu resolvi fazer uma vaquinha e pedir ajuda a vocês que torcem por mim. Conto muito com a ajuda de vocês. Beijos”.
Solidário como poucos, o povo trespontano mergulhou de cabeça nesta causa e começou a fazer doações de diversos valores. Um empresário de uma firma de tratores se solidarizou e doou 500 reais. Muita gente aderiu. E o Conexão Três Pontas resolveu entrar na luta e fazer uma reportagem ao vivo para inflamar, para estimular ainda mais os trespontanos e sul-mineiros a participarem da campanha. E foi pouco antes da transmissão ser iniciada que recebemos um telefona da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas nos dando a grande notícia de que o Prefeito Marcelo Chaves estava assumindo a compra do aparelho para a jovem Sofia e que, desta forma, a vaquinha para esse propósito deveria ser encerrada, o que acabou ocorrendo.
Valor Arrecadado
Graças a solidariedade do povo trespontano foram arrecadados até aquela data pela “vaquinha online” R$2.631,00. Nossa reportagem, sabendo da necessidade de Sofia tem de exames, consultas e a sequência de seu tratamento, que deverá, em breve, ser feito em São Paulo, até que ela faça o transplante, sugeriu aos doadores responsáveis por tal montante que não pedissem o dinheiro de volta, para que a jovem possa ter tranquilidade para sanar algumas despesas de seu tratamento. Mas, mesmo assim, Sofia e sua mãe reforçaram que todos aqueles que doaram qualquer quantia e quiserem de volta, haja vista que a Prefeitura Municipal comprará o aparelho após uma conversa entre o Prefeito Marcelo e o Deputado Federal Diego Andrade, podem entrar em contato com Sofia ou sua mãe.
“Assim que fiquei sabendo da situação, após uma conversa com o Deputado Diego Andrade, grande parceiro de Três Pontas, assim como é o Caixa, resolvi entrar em contato com a Secretária de Saúde, Teresa Cristina, para viabilizar essa ajuda para a Sofia, uma verdadeira guerreira. Não poderia fazer outra coisa senão ajudar”, disse o Prefeito Marcelo Chaves ao Conexão.
Importante ressaltar que a compra do aparelho pela Prefeitura e outras benfeitorias para a população, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, só são possíveis graças a ajuda dos deputados majoritários em Três Pontas, Mário Henrique Silva (Caixa) e Diego Andrade.
Parabéns a todos os envolvidos e que Sofia vença essa batalha com a certeza de que não está sozinha!
Veja o vídeo da transmissão ao vivo mostrando a emocionante entrega do aparelho no link abaixo:
O Moacyr Supermercado inaugurou sua segunda unidade, no bairro Catumbi, há exato 1 ano e para comemorar a data estará promovendo um dia de muitas ações e festa para seus clientes. O Conexão conta como será a programação.
Logo às 8h30 haverá um delicioso café de manhã para os clientes. Às 16h terá o tradicional parabéns com bolo e refrigerante. Tudo de graça!
Como se não bastasse, a direção também preparou a promoção Estoura Balão”, com vários prêmios e vales compras. Tudo isso e muito mais neste sábado, dia 15 de fevereiro.
A sua nova unidade no bairro Catumbi, segundo seus diretores geram mais de 100 empregos diretos. É uma loja que trouxe muito conforto para os clientes, pois tem 1.500 metros quadrados de área de vendas. “Conta com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, conta com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou o empresário Delson Lamaita Miranda.
A unidade tem padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.
“Convido a todos para conhecerem ou voltarem em nossa nova loja e já aproveitem para fazer o seu cartão Moacyr Unissul”, destacou o empresário.
A unidade 2 do Moacyr Supermercado está localizada na Rua Barão do Pontal 10, esquina com a Barão da Boa Esperança, no bairro Catumbi.
O clima chuvoso tem favorecido as lavouras das principais regiões produtoras de café do Brasil, já que tem permitido um excelente enchimento dos grãos.
Ainda que o volume de precipitação tenha sido bastante elevado em algumas praças, agentes consultados pelo Cepea ainda não relataram problemas significativos nas lavouras. O clima chuvoso também acelerou o desenvolvimento da temporada. Assim, muitos agentes já esperam que a colheita se inicie um pouco mais cedo frente ao ano passado – entre o final de março e o começo de abril para o robusta e entre o final de abril e o começo de maio para o arábica.
Quanto aos negócios, seguem em ritmo bastante lento no físico nacional. Com a desvalorização dos cafés no último mês, produtores se afastaram do mercado. Além disso, muitos cafeicultores estão capitalizados neste início de ano, devido às vendas realizadas até dezembro a preços mais remuneradores.
Assim, a comercialização tem se restringido à necessidade dos compradores, com algumas negociações ocorrendo acima dos preços “do mercado” ou entre os próprios exportadores. Os preços, por sua vez, tiveram leve recuperação nos últimos dias, devido à alta externa e à retração vendedora.
Para o arábica, o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 467,40/saca de 60 kg nessa terça-feira, 11, elevação de 3,2% em relação à terça anterior, 4. Para o robusta, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 fechou a R$ 308,46/sc de 60 kg, alta de 1,1% na mesma comparação.
O dólar finalizou a R$ 4,326, valorização de 1,6% em sete dias.
Humilde e amigo de todos, Oswaldo é um exemplo de amor à profissão há cerca de 50 anos.
O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido prático de farmácia Oswaldo Vieira Targino.
Oswaldo Vieira Targino é filho de Alice Carolina Nascimento e Francisco Targino Nascimento. Nasceu em 01 de dezembro de 1950. É um trespontano muito querido na cidade, criado na roça. Sempre trabalhou em farmácia. Está na profissão há cerca de 50 anos.
Trabalhou de empregado na farmácia do saudoso Edgar Girardelli e também para o Zé Maria, da Farmácia Ouro Verde. Mas já são 30 anos comanda a sua empresa, a Drogaria Vieira, localizada na Rua Espirito Santo 246, no bairro Padre Victor.
É casado com Márcia Aparecida de Brito Targino há 45 anos. Tem 3 filhos: Daniel, Dênis e Marcel. Ótimo pai, marido exemplar, companheiro amoroso e amigo de todos os amigos, caracteriza-se pela humildade, simplicidade e honestidade.
É avô de 4 netos, sendo eles uma de suas grandes paixões.
As décadas de trabalho e dedicação ao setor farmacêutico renderam-lhe muita gratidão e consideração por parte dos trespontanos que, até hoje, frequentam sua farmácia e não abrem mão de seu atendimento. Os grandes exemplos de Oswaldo serviram de inspiração para dois de seus três filhos, que tornaram-se farmacêuticos: Dênis e Daniel. O outro filho, Marcel, seguiu o caminho da agronomia.
Em conversa com o Conexão o filho Daniel fez questão de falar de seu pai com muito amor e admiração: “Ele é um homem simples, de muita honestidade, é atencioso e muito tranquilo. Seu jeito de ser além de servir de exemplo para nossa família também cativou muitas famílias que se tornaram clientes e que até hoje estão conosco. Temos uma clientela bastante grande e todos adoram ele”, revelou.
Homem de hábitos simples, de “prosa fácil”, Oswaldo deixa em sua história um legado de muito trabalho, dedicação e suor. Tudo traduzido no carinho de seus familiares e amigos. E dentre os amigos mais próximos, um em especial, fez questão de falar do “Oswaldinho” ao Conexão:
“Sr. Oswaldinho da Farmácia! Não! Dr. Osvaldo! Realmente é um verdadeiro doutor em humanidade, carisma, solidariedade e amor ao próximo, além de extrema competência como profissional! Um ícone de Três Pontas! Merecida e justa homenagem! Tenho orgulho de ser seu amigo e quase membro da família!”, comentou o professor João Victor Mendes G. Mendonça.
Por toda sua importância para a cidade de Três Pontas, por tudo que já fez e ainda faz e, também, pelo exemplo de profissional, de marido, de pai, avô e amigo, “Oswaldo da Farmácia” é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua linda História de Vida.
Parabéns!
INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA
Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.
Último óbito ocorreu em Caxambu no Sul do Estado. Quase 200 cidades estão em situação de emergência.
Sessenta pessoas morreram por causa da chuva em Minas Gerais em menos de um mês, de acordo com a Defesa Civil estadual. Os registros aconteceram entre 24 de janeiro e esta quarta-feira (12).
O último óbito confirmado foi de uma mulher que tentou buscar um tanque em uma casa interditada em Caxambu, no Sul de Minas.
Uma mulher de 58 anos morreu soterrada no final da tarde desta terça-feira (11) no bairro Santa Tereza, em Caxambu (MG). Segundo a prefeitura, a mulher morreu enquanto tentava salvar um tanquinho de lavar roupas após a casa em que ela morava ter sido interditada.
Segundo a prefeitura, quando a equipe da Defesa Civil saiu do local para buscar equipamentos, a moradora retornou à residência e aconteceu o deslizamento.
A mulher ficou soterrada e não resistiu. O corpo de Sandra Regina Parede foi levado para o IML de São Lourenço.
A cidade com mais mortes neste período foi Belo Horizonte. São 13 vítimas na capital mineira, 12 delas morreram em deslizamentos e desabamentos nos bairros Vila Bernadete, Região do Barreiro, e Jardim Alvorada, na Pampulha.
Na Região Metropolitana as mortes aconteceram em:
Betim (6)
Contagem (2)
Esmeraldas (1)
Ibirité (5)
Nova Lima(1)
Sabará (1)
As demais mortes ocorreram em 17 cidades do interior do estado (veja abaixo listagem com todas as mortes).
Atualmente no estado, existem 26.299 desalojados e 7.581 desabrigados. Sessenta e oito pessoas ficaram feridas.
Levando em consideração o início deste período chuvoso, desde outubro de 2019, são 71 mortes em Minas, conforme a Defesa Civil.
Segundo a Defesa Civil, 196 cidades estão em situação de emergência em Minas. A medida vale por 180 dias e possibilita ações mais céleres para a recuperação dos estragos e auxílio à população. Todos os órgãos estaduais estão autorizados a atuar nos trabalhos sob coordenação da Defesa Civil de MG.
O novo coronavírus pode infectar cerca de 60% da população mundial se não for bem controlada a pneumonia que causa, recentemente batizada de Covid-19. A avaliação foi apresentada pelo reitor da Faculdade de Medicina da Universidade de Hong Kong e um dos principais epidemiologistas da região, Gabriel Leung, ao jornal britânico The Guardian nesta terça-feira.
A caminho de uma reunião na Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, Leung, disse que, se cada paciente infectar em média cerca de outras duas pessoas, como a maioria dos especialistas cogita, a “taxa de ataque” do novo coronavírus implicaria em pelo menos 60% da população mundial sendo contaminada.
Como ressalva, o pesquisador explicou que essa magnitude de infecção talvez seja alcançada em “ondas” distintas de contaminação. “Talvez o coronavírus atenue sua letalidade porque certamente não o ajuda matar qualquer pessoa que encontre. Senão, [o coronavírus] morre também”.
A taxa de letalidade está em cerca de 2%. De acordo com o último relatório divulgado pela OMS nesta terça-feira às 6h (horário de Brasília), o total de casos registrados mundialmente é de 43.103, com 1.018 mortes — dentre elas, apenas uma única fora da China, nas Filipinas.
A diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, havia dito no domingo 9 que os então 307 casos de pacientes infectados fora da China poderiam ser apenas a “ponta do iceberg”. A cifra chegou a 395 casos nesta terça.
Segundo a polícia, suspeito disse que se defendeu do pai e, ao entregar o celular a eles, relatou ter consultado na internet como matar uma pessoa usando faca
Um homem de 48 anos foi assassinado na madrugada desta quarta-feira no Bairro Jardim Colonial, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O filho dele, de 14 anos, foi apreendido após dizer à Polícia Militar (PM) que era responsável pelo crime. O homem levou 23 facadas e o adolescente afirmou que se defendeu do pai durante uma discussão.
De acordo com a corporação, militares do 40º Batalhão que estiveram no endereço encontraram o adolescente na rua, na companhia de uma vizinha. Ele alegou, segundo o boletim de ocorrência, que após um bate-boca com o pai, ele se armou de uma faca e o homem de outra, sendo que desferiu golpes contra ele “em legítima defesa” e correu para a rua.
Ainda segundo a PM, ele entregou o celular aos policiais e relatou ter consultado na internet como matar uma pessoa usando faca. O corpo do homem foi encontrado na sala, onde a televisão estava ligada. Havia uma faca ao lado dele, mas sem sinais de uso. Ao todo, a vítima tinha 18 perfurações nas costas, três na cabeça e duas no tórax.
A faca que teria sido usada no homicídio também foi apreendida. O adolescente foi levado para a Delegacia de Plantão em Ribeirão das Neves.
A Cocatrel ampliou e modernizou sua torrefação para melhor atender aos cooperados e também para ampliar sua linha de cafés industrializados. Desde o último dia 10 de fevereiro todas as torras passaram a ser feitas no novo endereço, ao lado da oficina da Cocatrel.
Com o maquinário de ponta da nova torrefação, a cooperativa será capaz de triplicar sua produção, com ainda mais eficiência, qualidade e agilidade para os cooperados. Contudo, enquanto o maquinário da antiga torrefação passa por manutenção, para que depois possa atender exclusivamente ao cooperado, todos devem atentar para alguns detalhes:
– O novo maquinário só consegue torrar acima de 30 kg de café. Portanto, até que a antiga máquina possa voltar à ativa, o cooperado poderá torrar, de uma única vez, o mínimo de 30 kg e o máximo de 60 kg de café.
– Um novo modelo de embalagem será adotado para que o café saia da torrefação e mantenha sua qualidade por mais tempo. Portanto, será permitido levar o café em latas, mas ele será colocado em recipiente adequado e padronizado dentro da torrefação e a lata devolvida ao cooperado. Internamente, o recipiente receberá um código com todas as informações necessárias como nome do produtor, torra e moagem escolhidas.
Ao entregar o café para ser torrado, o cooperado poderá também escolher em que tamanho de embalagem vai preferir receber o café de volta. As embalagens de 6 kg já estarão inclusas no valor da torra, que é R$70 para torrar 30kg do café verde.
As outras opções são 1/2 kg (normal ou vácuo), 1kg e 2 kg, repassadas a um pequeno custo ao produtor (verificar valores na torrefação), que passará a ter a opção de presentear ou mesmo armazenar seu café em casa, para consumo, com muito mais qualidade e segurança.
Todo o processo de recebimento, torra e embalagens está sendo sistematizado e acontece através de um QR code. Sendo assim, o cooperado receberá uma mensagem por SMS assim que o café estiver pronto e poderá pagar a torra em qualquer local da Cocatrel que possua caixa, como lojas, administração, oficina, entre outros.
A Torrefação Cocatrel está localizada à Rua Professora Bárbara Mendes, 7 – Santa Margarida – Três Pontas (ao lado da Oficina Cocatrel).
De 10 a 12 de março, a Cocatrel promove, em Três Pontas, no Sul de Minas, mais uma edição da Feira Cocatrel de Negócios. Com foco na geração de negócios por meio da comercialização de maquinários, implementos e insumos agrícolas, o evento é uma excelente oportunidade de o produtor rural conhecer e adquirir o que há de mais moderno no mercado cafeeiro. Com entrada gratuita, a Feira Cocatrel de Negócios ocorrerá no Espaço Cocatrel (Avenida Ipiranga, 1.745 – Ao lado da cafeteria), das 8h às 17h.
Durante os três dias de feira, os expositores poderão apresentar aos cafeicultores de toda região, produtos e soluções inovadoras que tornarão o processo de colheita do café, muito mais prático e rentável. Além disso, o evento também reunirá instituições financeiras que disponibilizarão aos produtores rurais condições diferenciadas e exclusivas de financiamentos. Mas, sem dúvidas, um dos pontos altos da Feira Cocatrel de Negócios é a operação barter, modalidade de comercialização que visa a troca de insumos por produtos agropecuários.
“Com esta opção de crédito rural, que é menos burocrática e mais rápida do que as convencionais, o produtor rural tem muito a ganhar, visto que ele faz a negociação dos maquinários e insumos e realiza o pagamento, apenas com a safra futura, garantindo o preço de paridade da compra”, afirma o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito.
Evento para a família
Além de fomentar a geração de negócios, a Feira Cocatrel de Negócios é um evento voltado toda a família. Em mais um ano, crianças e adultos poderão visitar e interagir com os mini animais da Fazendinha. Estarão expostos mini pôneis, vacas, bois, cabras, bodes, burros e até um lhama, que ficarão em um ambiente rural especial.
Serviço:
Feira Cocatrel de Negócios acontece no próximo mês, em Três Pontas Data: de 10 a 12 de março Local: Espaço Cocatrel (Avenida Ipiranga, 1.745), em Três Pontas/ MG
Vários prefeitos já passaram e até hoje o problema não foi solucionado.
As fortes chuvas dos últimos dias, principalmente da tarde desta terça-feira (11), provocaram muitos problemas na cidade de Três Pontas. Um velho conhecido voltou a dar as caras: a inundação de parte da Avenida Oswaldo Cruz, provocada pelo transbordamento do córrego que corta a principal via de acesso do município. Moradores, comerciantes e usuários da via relataram prejuízos e o caos por conta da fúria das águas sujas.
Este é um problema antigo, de várias décadas, mas ainda sem solução. Nesta semana, o volume de chuvas foi tão grande que também houve pontos de alagamento em outros trechos da cidade.
Não é de hoje que as inundações provocam o caos no entorno da Avenida Oswaldo Cruz. Há anos a história se repete!
Leitores do Conexão e trespontanos que usam as redes sociais de uma forma geral publicaram fotos e vídeos mostrando aqueles minutos de forte chuva, que, segundo internautas, transformou a via em um rio. Houve muita cobrança por parte dos cidadãos, exigindo ação e explicações dos vereadores e também do atual prefeito Marcelo Chaves Garcia.
Arquivo Conexão
Tudo que está escrito até aqui foi publicado há exato 1 ano pelo Conexão Três Pontas. O mesmo texto, o mesmo enredo, os mesmos problemas e, infelizmente, a mesma falta de solução por parte das autoridades constituídas.
Arquivo Conexão
Nossa reportagem ouviu os relatos de uma moradora da Avenida Oswaldo Cruz que diz, entre outras coisas, “não aguentar mais essa situação”.
Lúcia Assalin é doceira, tem 63 anos de idade e reside na região sempre muito atingida, a Avenida Oswaldo Cruz (esquina com a Travessa d’Aparecida), há 18 anos. Além dela, residem no imóvel, um irmão de 50 anos de idade e um filho de 26. Ela revelou sua indignação com o caos provocado pelas chuvas e pela falta de solução. Vários prefeitos já passaram e até hoje nenhuma solução foi encontrada. Acompanhe a entrevista:
Conexão: Sempre acontece esse problema das inundações na Av. Oswaldo Cruz quando chove? Precisa chover forte ou basta chover algumas horas que já inunda o trecho? É assim mesmo?
Lúcia: Sim. basta chover forte ou por algumas horas que a coisa fica feia. E nesse tempo que moro aqui já vi muita coisa errada a respeito das enchentes, até mesmo por parte da Prefeitura.
Conexão: O que por exemplo?
Lúcia: Olha, até que o Marcelo (Prefeito) já melhorou um pouco as coisas, pelo menos ele lava as ruas pra nós, coisa que outros prefeitos nunca fizeram. Só que ficam muitas pedras em cima dos bueiros aqui em frente à minha casa, Já tirei sacos e mais sacos de pedras que eles não tiram. Já esperei até uns três meses pra ver e nada. Se eu não limpar ninguém limpa. Já vi uma vez funcionários dá Prefeitura limpando, tirando os lixos na pá e jogando dentro do córrego! Você acha que isso vai adiantar alguma coisa?
E eles ate já gozaram com a minha cara uma vez, eu filmei e eles disseram rindo: olha estamos sendo filmados…
Conexão: Quais transtornos essa inundação provoca para os moradores, como você especificamente? Quais situações você já passou com a avenida alagada? A água chega a invadir sua casa?
Lúcia: Entrar no meu jardim e garagem é normal. Acabamos gastando muita água, como nesses dias de chuva seguida temos que lavar os passeios todos os dias, é muito barro que desce.
Conexão: Seus vizinhos também sofrem muito com essas inundações? O que eles relatam?
Lúcia: Sim! Todos passam esses perrengues, como eu. Outros até mais, porque as bases das casas são mais baixas do que a minha e a água invade mesmo.
Conexão: Que pedido você gostaria de fazer aos governantes da cidade neste momento?
Lúcia: Quando mudei pra cá, não estava acostumada a ver isso e na época meu filho era pequeno, eu tinha pesadelos de medo dele, vindo da escola, atravessar a enchente Eu fico imaginando as mães de hoje, temos a escola Cônego José Maria e o Travessia, com muitas crianças e eu imagino se algum deles inventar de atravessar a Avenida, na hora da enchente. Essa inundação arrasta até veículos, já fez isso algumas vezes.
Enquanto uma obra de estruturar a Avenida para suportar as chuvas não acontece e eu sei o quanto é difícil e cara essa obra, que nossas autoridades cuidem melhor da Avenida depois das enchentes, principalmente na limpeza e retirada de lixos. Que é outro problema aqui. Quem não tem lixeira alta tem que por os lixos na hora do caminhão passar. Se vem a enchente sai levando tudo que estiver pela frente.
O que diz a Prefeitura
Nossa reportagem também conversou na tarde de hoje com o Secretário Municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Silva Pereira. Ele disse que o tema continua gerando preocupação também na Prefeitura e que “as melhorias feitas pelos novos loteamentos, como o asfaltamento, têm ajudado também na questão das inundações da Avenida Oswaldo Cruz já que não deixam a água descer com toda fúria para o córrego”.
Em fevereiro de 2019 o Secretário Maquil e o Prefeito Marcelo Chaves foram conferir de perto a inundação na cidade.
“Eu tenho buscado a criação de um projeto realmente eficiente e que resolva o problema, para não ser apenas um paliativo que somente jogue dinheiro fora e não solucione de vez a questão. Pedi estudos para algumas empresas e estamos esperando as respostas. Recentemente fizemos mais uma limpeza dos córregos, principalmente na região do Posto Santa Terezinha.
Outra ação que fazemos é, quando há a previsão de muita chuva, nós abrimos a comporta do Vale do Sol para baixar o nível da água e assim, quando a chuva forte chega demora mais para encher o córrego. Estou tratando desse assunto em reunião com o Prefeito Marcelo Chaves”, declarou.