Autor: Roger Campos

  • Xtp NA COPA: Goleiro falha, Argentina perde da Croácia e se complica na Copa

    Xtp NA COPA: Goleiro falha, Argentina perde da Croácia e se complica na Copa

    A Argentina ficou mais distante das oitavas de final na tarde desta quinta-feira. Mostrando uma equipe com os mesmo problemas da estreia, apesar das três mudanças de Jorge Sampaoli no time titular, Messi e companhia viram o goleiro Caballero entregar um gol para Rebic, no começo do segundo tempo, e sucumbiram com o bom futebol do adversário. Liderados pelos ótimos Modric, autor do segundo gol, e Rakitic, autor do terceiro, os croatas dispararam 3 a 0 em Nizhny Novgorod.

    O triunfo com autoridade dos croatas classificou a equipe para as oitavas de final da Copa do Mundo pela primeira vez desde a histórica campanha de 1998, quando caíram nas semifinais para a anfitriã França. O time dos Balcãs tem seis pontos conquistados enquanto a Argentina tem apenas um. Islândia, com um, e Nigéria, zerada, enfrentam-se às 12h (de Brasília) desta sexta-feira, em Volgogrado.

    Na próxima rodada, a última da chave, os europeus cumprem tabela diante da Islândia enquanto os sul-americanos tentam evitar um vexame contra a Nigéria, ambos às 15h (de Brasília) da terça-feira. A única certeza é que, para passar de fase, os argentinos precisarão ganhar dos africanos.

    Croácia assusta e Argentina perde chance

    O primeiro tempo começou em alta velocidade, com os croatas pressionando a saída de bola e quase abrindo o placar aos quatro minutos de bola rolando. Perisic recebeu pela esquerda, invadiu a área com certa liberdade e chutou cruzado, exigindo a primeira grande intervenção de Caballero na Copa do Mundo para que o placar não fosse aberto tão rapidamente.

    Depois de dez minutos sofrendo para criar oportunidades, os hermanos conseguiram uma oportunidade muito boa em bola rebatida na entrada da área, quando Meza tocou por cima da zaga para Messi, que não alcançou a bola por alguns centímetros, já dentro da pequena área.

    Aparentemente mais ambientada com o novo esquema e menos nervosa pela possibilidade de complicar sua classificação, a seleção-sul-americana quase abriu o placar em uma escapada de Acuña. O canhoto brigou pela bola com Vrsaljko e conseguiu roubá-la dentro da área, chutando em cima de Subasic. Na sobra, porém, Enzo Pérez, mesmo sem marcação, chutou para fora, sem goleiro.

    O jogo começou a ficar um pouco mais nervoso, com faltas fortes pelos dois lados. O único punido, porém, foi Rebic, por solada em Salvio. Antes do intervalo, outras duas boas chances croatas desperdiçadas: Primeiro Mandzukic, livre dentro da área, escolheu o canto mais difícil e cabeceou para fora. Depois Rebic, em contra-ataque, recebeu de Rakitic e, após limpar Mercado, chutou por cima do gol.

    Caballero entrega e Argentina sucumbe

    A Argentina voltou para o segundo tempo com a mesma proposta de jogo, apostando em uma escapada de Messi ou Aguero na frente, mas viu seu plano sucumbir antes dos dez minutos. Os tranquilos croatas lançaram uma bola longa, Mercado tomou a frente de Rebic e recuou para Caballero. O goleiro tentou devolver de primeira, por cima do atacante, mas pegou mal na bola e viu Rebic, sem deixá-la cair, abrir o placar.

    O gol desmontou a estratégia argentina e fez com que Sampaoli passasse a usar todas as alternativas disponíveis no seu banco de reservas. O primeiro a entrar foi Higuaín, que quase deu passe para gol de Meza, mas Subasic fez a defesa. No rebote, o atleta do Independiente ajeitou para Messi chegar chutando, mas Rakitic, preciso, conseguiu travar a jogada.

    O treinador ainda tentou com Pavón e Dybala, mas a exposição da defesa pagou seu preço. Após perda de bola no meio-campo, Modric ficou muito tempo livre na entrada da área e, após certa demora de Rakitic, recebeu. O craque do Real Madrid cortou a marcação duas vezes e abriu espaço para, de direita, acertar o canto direito de Caballero e ampliar a vantagem.

    Os argentinos ainda ameaçaram em boa jogada de Dybala, driblando dois adversários e travado em cima da hora por Lovren. Quem ficou mais perto do gol, no entanto, foi mesmo a Croácia. Rakitic, que foi bastante frio ao ignorar chute de Otamendi quando estava caído e não cair na provocação do rival, primeiro acertou o travessão em cobrança de falta. Depois, nos acréscimos, sem goleiro, fechou o placar.

    FICHA TÉCNICA
    ARGENTINA 0 X 3 CROÁCIA

    Local: Estádio Nizhny Novgorod, em Nizhegorodskaya (Rússia)
    Data: 21 de junho de 2018 (Quinta-feira)
    Horário: 15h(de Brasília)
    Árbitro: Ravshan Irmatov (Uzbequistão)
    Assistentes: Abduxam Rasulov (Uzbequistão) e Jakhongir Saidov (Uzbequistão)
    Cartões amarelos: Mercado, Otamendi e Acuña (Argentina); Rebic, Mandzukic, Vrsaljko (Croácia)

    Gols:
    CROÁCIA: Rebic, aos oito, Modric, aos 35, e Rakitic, aos 46 minutos do segundo tempo

    ARGENTINA: Caballero; Mercado, Otamendi e Tagliafico; Salvio (Pavón), Mascherano, Pérez (Dybala), Acuña e Messi; Meza e Agüero (Higuaín)
    Técnico: Jorge Sampaoli

    CROÁCIA: Subasic, Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic; Rakitic, Modric, Perisic (Kovacic), Rebic (Kramaric) e Brozovic; Mario Manzukic (Corluka)
    Técnico: Delic Zlatko

    Fonte: Yahoo Esportes
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    Roger Campos

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  • CHALFUN ADVOGADOS: A LEI Nº 13.654/18 E AS ALTERAÇÕES NO CÓDIGO PENAL QUANTO AOS CRIMES DE FURTO E ROUBO

    CHALFUN ADVOGADOS: A LEI Nº 13.654/18 E AS ALTERAÇÕES NO CÓDIGO PENAL QUANTO AOS CRIMES DE FURTO E ROUBO

              Em 23 de abril deste ano foi promulgada a Lei nº. 13.654/18 que endurece as penas cominadas aos crimes de furto qualificado e de roubo quando envolvam explosivos e do crime de roubo praticado com emprego de arma de fogo ou do qual resulte lesão corporal grave.

    Além disso, a mesma lei ainda alterou a Lei nº 7.102/83, que trata sobre a segurança para estabelecimentos financeiros, para obrigar as instituições que disponibilizem caixas eletrônicos a instalar equipamentos que inutilizem cédulas de moeda corrente.

    A Lei nº 13.654/18 trouxe duas novas figuras qualificadoras ao crime de furto. A primeira está contida no § 4º-A, do Código Penal, onde dispõe que a pena será de reclusão de 4 (quatro) a 10 (dez) anos e multa, se houver emprego de explosivo ou de artefato análogo que cause perigo comum. Já a segunda alteração, encontra-se estabelecido no § 7º, também com pena de 4 (quatro) a 10 (dez) anos de reclusão, quando envolver subtração de substâncias explosivas ou de acessórios que, conjunta ou isoladamente, possibilitem sua fabricação, montagem ou emprego.

    No que tange as alterações no crime de roubo, previsto no artigo 157, do Código Penal, importante destacar que antes da alteração, o inciso I, do § 2º do artigo 157 previa causa de aumento de pena “se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma”, podendo ser interpretado “arma” como sendo tanto a arma de fogo como a arma branca, como a título de exemplo, facas e canivetes.

    Com tal alteração, o inciso I, do § 2º do artigo 157 foi revogado e deixou de ser considerado causa de aumento de pena o emprego de arma branca como forma de violência ou grave ameaça para a subtração da coisa.

    Desta forma, conclui-se que uma das repercussões das alterações realizadas pelo legislador é a de que quem foi condenado na majorante do emprego de arma branca com base na antiga redação, tem direito à revisão da pena, com base no princípio da retroatividade da lei penal nova mais benéfica.

    Foi incluída, ainda, uma nova causa de aumento de pena, da ordem de um terço até a metade, no § 2º, do artigo 157. Foi criado o inciso VI, que gerará esse aumento sempre que “a subtração for de substâncias explosivas ou de acessórios que, conjunta ou isoladamente, possibilitem sua fabricação, montagem ou emprego”. No furto a mesma conduta é prevista como qualificadora (vide artigo 155, § 7º, CP).

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    Por fim, no que tange a instalação de equipamentos que inutilizem cédulas de moeda corrente, fora acrescida o artigo 2º-A, na Lei nº 7.102/83, onde dispõe que as instituições financeiras que coloquem à disposição do público caixas eletrônicos, são obrigadas a instalar equipamentos que inutilizem as cédulas de moeda corrente depositadas no interior das máquinas em caso de arrombamento, movimento brusco ou até mesmo alta temperatura.

    Cumpre destacar, ainda, que para cumprimento do que determina a Lei quanto aos equipamentos de inutilização das cédulas de moeda, as instituições poderão utilizar-se de tinta especial colorida, pó quimo, ácidos insolventes, dentre outras substâncias, desde que não coloque em perigo os usuários dos caixas eletrônicos.

    Desta forma, conclui-se que, em que pese o legislador tenha criado novos dispositivos com aplicações de penas mais severas em determinados casos previsto no direito penal, como no furto e roubo com emprego de explosivos, por outro lado, acabou por revogar o inciso I do artigo 157, § 2º, do Código Penal, tornando crime de roubo simples aquele em que a violência ou grave ameaça seja perpetrada com armas brancas ou impróprias, restando tão somente o novo aumento incrementado de dois terços para as armas de fogo.

    Por fim, no que tange a alteração da lei para aplicação de ordem administrativa voltada para as instituições bancárias e financeiras, com a previsão da obrigatoriedade de instalação de dispositivos para inutilização de cédulas em caso de arrombamento, verifica-se que com tal dispositivo criará um obstáculo para as organizações criminosas especializadas em assaltos a caixas eletrônicos.

     

    Chalfun Advogados

    Dr. Leopoldo Gomes OAB n° 171.022, 

    [email protected] .

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  • OPINIÃO: BRASIL, UM PAÍS DE MARIONETES

    OPINIÃO: BRASIL, UM PAÍS DE MARIONETES

    O Brasil é um dos países mais desleais, preconceituosos, desiguais e corruptos do mundo. Nem na Mongólia, Somália, Etiópia e Zimbabue, países extremamente miseráveis, há tanta desigualdade quanto aqui. Em “Terras Brasilis” poucos têm tudo (grana, sorte, ajuda, favor, lei, justiça, poder, etc) e muitos não têm nada, ou quase nada. Ah, o povo brasileiro é caridoso… Pode ser, mas fica em segundo plano. O povo brasileiro é uma “vaca de presépio” que diz sim senhor pra tudo, principalmente para os seus interesses pessoais.

    A cordialidade tupiniquim aqui é mascarada. Ela esconde o jeitinho brasileiro de se levar vantagem em tudo. Falam dos grandes escândalos, imensos roubos, mensalão, sanguessugas, fraude no INSS, Lava Jato, etc. Mas aqui começa a se roubar pequeno, desde pequeno, coisas pequenas. Roubam até a alma, as idéias e os ideais do brasileiro. Compram votos porque tem gente que se vende por um punhado de tijolo, menos até, por um quilo de carne de segunda.

    Se a maioria dos políticos não presta é porque a maioria dos eleitores é facilmente manipulada. O Brasil é lindo, o Rio de Janeiro é lindo… Nem tanto! Só um pedaço, a rica zona sul. É lindo pra quem tem grana pra viajar, gastar, pagar, curtir. Para o trabalhador humilde esse país é uma grande cadeia a céu aberto, onde se vive o regime do autoritarismo, do feudo, da escravidão. Vivemos presos, enjaulados pela violência e criminalidade. Aqui o rico manda no Brasil e o pobre, sem apoio da política, da justiça e das leis, míngua a cada dia. Vai na favela ver a criança passando fome, o pai desempregado, o filho traficando e a menina se prostituindo em busca de uma vida melhor e vê se esse Brasil é tão lindo quanto as mídias tendenciosas tentam mostrar. Aqui se vende o almoço pra comprar o jantar. Isso é vida?

    Aqui no Brasil se faz o melhor carnaval do mundo, mas não se consegue construir um hospital de referência contra o câncer onde o pobre deveria ser tratado de forma digna. O Brasil finge ser emergente, estar emergindo. Na verdade é um “paísinho” de 200 milhões de iludidos e enganados, de gente graúda metida a besta, de uma turminha que come mortadela e arrota caviar. O ditado mais verdadeiro para nós brasileiros é “cada país tem o governo que merece!” A caridade e o jeito amável do brasileiro em receber os turistas só vão até a página dois, pois o restante do livro mostra páginas de golpes, roubos, furtos, má fé, de novo o tal jeitinho verde e amarelo de ser.

     

    Aqui no Brasil nossa gente gasta água pra lavar carro, calçada, rua, estátua, etc. Mas ninguém consegue acabar com a seca do Nordeste. Aliás, não se acaba porque a indústria da seca mantém o alto padrão de vida de muitos tubarões e caciques por aí. E essa tal indústria, vale pra tudo. Tem a indústria do superfaturamento, indústria das mortes nas estradas, afinal de contas quando uma pessoa morre no asfalto, médico, hospital, seguradora, plano de saúde e funerária sempre acabam levando um certo lucro diante da tragédia alheia. O absurdo é que diante de tanta “indústria” é inaceitável não ter trabalho para o pai de família.

    E a questão do preconceito? Apesar das exceções, somos racistas sim, preconceituosos sim! Queremos que todos os outros se encaixem nos nossos moldes, nossos padrões. Para muitos, um negro dirigindo um carrão é motorista de alguém. Um negro namorando uma “branquinha” é chocante. Um nordestino, um gay e uma prostituta na visão de alguns carecas nazistas devem ser torturados e eliminados. Aqui mesmo em Três Pontas, o que tem de gente preconceituosa ede nariz em pé é uma festa. Gente que se preocupa com o umbigo alheio é uma enormidade. Falam bem pela frente e mal pelas costas. Desfilam carrões mesmo devendo muito para os bancos. É a competição dos que têm mais e dos que se acham mais que os outros.

    Temos um tevê comprada. A Globo só mostra aquilo que tem interesse e a Record está na mão de um fascista travestido de pastor. A polícia ganha uma miséria e o professor idem. Sem segurança e educação o menininho na favela sonha: Quando crescer eu quero ser traficante! Inversão total de valores. Falta de escrúpulos, vergonha na cara e ação dos governantes. Ah, mas agora o povo está se mobilizando. Será mesmo? Será que isso surtirá efeito? Qual o real propósito disso? Será que nós, vaquinhas de presépio, sem perceber, estamos sendo guiados e teleguiados por poderosos que se camuflam no meio do povo posando de salvadores com interesses escusos?

    Mas o povo aprova tudo isso!

    Em suma, falta muito, mas muito mesmo, léguas, quilômetros, anos, décadas para o brasileiro se olhar no espelho e enxergar realmente algo de importante refletido no vidro. Mas devemos lutar sim, pelo menos os poucos que resistem a tudo e a todos, que são mal vistos e difamados por agirem e por falarem o que pensam.

    Queremos nossa cidadania de volta, nossos direitos, a liberdade de expressão que aqui não existe, pois vivemos uma ditadura enrustida. Queremos comida, segurança, trabalho, transporte. Queremos saúde, hospitais e dignidade. Queremos educação e educadores respeitados. Mas queremos de verdade e não em vãs promessas, bravatas e xavecos verbalizados pelos bandidos de terno.

    Como diria o saudoso José Alencar “Eu não tenho medo de nada, de pressão, de poder, de pessoas. Não tenho medo nem do câncer que me consome. Eu tenho medo é da desonra.”

    Que esse momento, esse movimento recente não seja “amor de verão” e não tenha a mesma utilidade da água de salsicha. Queremos mudança, resultados nesse berço esplêndido. Afinal, seu povo não foge à luta. E que o Brasil verdadeiramente se torne uma pátria amada.

    Jornalista Roger Campos

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  • Uruguai vence Arábia Saudita e avança às oitavas

    Uruguai vence Arábia Saudita e avança às oitavas

    Com uma rodada de antecedência, os classificados do Grupo A da Copa do Mundo foram definidos na tarde desta quarta-feira, em Rostov. O gol marcado pelo atacante Luis Suarez contra a Arábia Saudita, além de garantir o Uruguai nas oitavas de final, assegura a Rússia na próxima fase.

    Com os mesmos seis pontos em duas rodadas, Rússia e Uruguai lideram a chave – a seleção da casa leva vantagem no saldo de gols (7 a 2) e depende de um empate para terminar na ponta. Egito e Arábia Saudita, ainda zerados, já estão eliminados da Copa do Mundo.

    Pela última rodada da fase classificatória, às 11 horas (de Brasília) de segunda-feira, Uruguai e Rússia disputam a liderança isolada da chave, em Samara. Ao mesmo tempo, em Volgogrado, Arábia Saudita e Egito entram em campo apenas para cumprir tabela.

    O Jogo – O primeiro tempo da partida disputada em Rostov foi de poucas oportunidades de gol. O Uruguai dominou as ações desde o início e, com o goleiro Fernando Muslera sem correr grandes riscos, conseguiu inaugurar o marcador em jogada de bola parada.

    O Uruguai saiu na frente aos 22 minutos do primeiro tempo, após escanteio cobrado por Carlos Sanchez pela esquerda. Uma das novidades no time titular saudita, o goleiro Mohammed Alowais saiu e não achou nada. Luiz Suarez, oportunista, se desvencilhou da marcação e completou para marcar pela 52ª vez em sua 100ª partida com a seleção.

    O único ataque consistente da Arábia Saudita durante o primeiro tempo começou pelo lado esquerdo. Alshahrani recebeu na linha de fundo e conseguiu cruzar dentro da área. Hatan completou do lado oposto, mas a bola saiu por cima da meta defendida por Muslera.

    O Uruguai manteve o domínio na etapa complementar e quase aumentou de cabeça. Em cobrança de falta rápida, Cavani arrancou pela esquerda e, sem ser incomodado, esperou pela chegada de Carlos Sanchez, que recebeu cruzamento na segunda trave e mandou por cima.

    Em uma nova investida uruguaia, Torreira, colocado no lugar de Vecino durante o segundo tempo, bateu da entrada da área. Cavani desviou e a bola saiu perto da trave direita do goleiro Alowais – após interceptar o forte chute disparado pelo companheiro, o astro do PSG levantou sorridente.

    Em vantagem no marcador e com a a vaga nas oitavas de final assegurada, o time comandado pelo experiente técnico Oscar Tabarez controlou a partida. Sem sobressaltos, o goleiro Fernando Muslera acompanhou a classificação de sua equipe à próxima fase da Copa do Mundo.

    FICHA TÉCNICA
    URUGUAI 1 x 0 ARÁBIA SAUDITA

    Local: Arena Rostov, em Rostov (Rússia)
    Data: 20 de junho de 2018 (Quarta-feira)
    Horário: 12h(de Brasília)
    Árbitro: Clemente Turpin (França)
    Assistentes: Nicolas Danos (França) e Cyril Gringore (França)
    Público: 42,678 pessoas

    Gol:
    URUGUAI: Suarez, aos 22 minutos do 1º Tempo

    URUGUAI: Muslera; Varela, Godín, Giménez e Cáceres; Bentancur, Vecino (Torreira), Sanchez (Nandez) e Rodriguez (Laxalt); Suárez e Cavani
    Técnico: Óscar Tabárez

    ARÁBIA SAUDITA: Alowais; Alburayk, Osama, Ali e Yasser; Hatan (Kanno), Salman, Otayf, Taiseer (Hussain) e Salem; Fahad (Alsahlawi)
    Técnico: Juan Antonio Pizzi

    Fonte: Yahoo Esportes
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  • E A COPA É DO MUNDO? Por Nilson Lattari

    E A COPA É DO MUNDO? Por Nilson Lattari

              O mês de julho de 2018 é a Copa do Mundo, o encontro das grandes seleções de futebol do planeta. É tempo de festa, ruas coloridas, muita camiseta amarela nos corpos. Será?

    Durante muitos anos misturamos a pátria com as chuteiras, noventa milhões em ação, a política se valia das chuteiras dos craques para uma autoafirmação do país. No entanto, a realidade não corresponde aos fatos. Aquilo que nos unia, ou nos fazia unidos se desfez no ar, quando, realmente, a política, no seu lado prático das ruas, tomou posse da camisa amarela como uma postura, visivelmente dentro de um país dividido. O comércio acusa que a camisa azul, no Brasil, já vende mais do que a amarela. A justificativa de um lojista é de que um lado não quer ser confundido como o golpista, e o outro pelo mesmo motivo. A camisa amarela voltou a unir o povo, que assim como o presidente muitos não querem. O amarelo, de fato, passou a ser o mote: se todos os gostos fossem iguais, o que seria do amarelo? De ouro passou a ser vergonha, ou em palavras suaves, o constrangimento.

    E a copa que sempre julgamos como sendo nossa, apenas, transitoriamente, ficando na posse de outros, veio ao encontro do completo desinteresse por ela, e, portanto, a copa agora é do mundo. Não se veem muitos brasileiros andando pelas ruas usando a camisa. Nem parece Copa do Mundo. Fica a impressão que a seleção foi desclassificada na fase eliminatória.

    Mudamos? Vamos mudar? Enfim o nosso interesse de ver a rede balançar não será mais tão grande como os nossos corações aflitos aguardando o Brasil ser chocalhado, esperando o resultado de novembro? Será outro sete a um?

    Já foi dito que no Brasil nem a máfia deu certo. E agora a copa entra nesse rol, o sete a um ficará em nossas lembranças, assim como o Uruguai na década de 50.

    Um povo demonstra sua capacidade de mudar quando as perspectivas mudam, quando o foco muda, quando as importâncias mudam. Finalmente, estamos descobrindo quem somos nós? Muito difícil responder. A bola já está rolando no Brasil, e ela não é redonda, está quadrada, difícil de rolar pelo gramado.

     

     
     Nilson Lattari

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  • A VIDA EM ABERTO – Por JUAREZ  ALVARENGA

    A VIDA EM ABERTO – Por JUAREZ  ALVARENGA

             Todas as manhãs são diferenciadas, quando acordamos convictos de que a vida é um eterno desafio e não momentos repetitivos e incômodos.

    Carregamos para o dia o peso dos nossos sonhos noturnos, como as formigas carregam as folhas para alimentar. Tendamos jogar diurnamente nossos passos íntegros e consistentes em direção aos horizontes distantes.

    Começo as manhãs dividindo minhas ações. Nunca traço metas, para terminar, no mesmo dia. Isto mostra a grandeza e a complexidade de minhas utopias. Mas, quantos quilômetros rodar meu velocímetro vivencial real dentro do dia melhor.

    Existem sonhos imediatos, independente do tamanho, como sonhos que varam gerações. Os perfeccionismos dos atos com a paciência e tempo é a receita infalível, que nos levam aos êxitos fatalmente.

    Nossas mentes devem ser um trator em movimento, que locomove, com sucesso, os mais resistentes obstáculos  que apareça dentro de nossas existências.

    O aroma da manhã, deve cheirar realismo. Buscar com nossos olfatos e sentir a deterioração das resistências mais acidas.

    As mentes que se aventuram a ultrapassar as fronteiras dos obstáculos, transformam-se em soberbas águias apaixonadas pelas alturas.

    A vida deve sempre estar em aberto, como os deliciosos romances da literatura clássica, porém, somente assim, construirá originais e fecundos enredos gravitacionando nossa existência de soberba felicidade.

    Não basta, para nós somente, a vontade de voar. É necessário ter abundancia de espaços onde podemos treinar e até errar. Até acertar as asas com as pericias dos pássaros.

    Apesar do avanço de nossa idade, não existe voo de que possa aprender. As destrezas vêm com treinos e as acrobacias perfeitas com a idade.

    Tantas nossas vidas, pessoais ou profissionais, devem estar livres, apesar dos acontecimentos lentos que nelas se envolvem.

    Hoje, compreendo porque minha vida, ainda está em aberto. É porque faço do espaço virgem, uma avenida, onde somente caminham, com o sucesso, os treinados pela existência.

    Escondo dentro de minha mente os obstáculos reais, não para fugir dos óbices, mas para traçar um trajeto, onde só passa com as astucia do brilho interior em ação.

    Não é a idade que tranca seus sonhos, e, sim sua mente abarrotada de ceticismos provocados pelo avanço do tempo.

    Devemos ter objetivos eternos, se a vida impõe muralhas resistentes, o peso da idade derrubará com suas experiências.

    A vida está sempre em aberto se você estiver atendo e com coragem de carregar seus sonhos, até o dia inesquecível  de sua realização final.00

     

    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    E MAIL: [email protected]

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  • COCATREL inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes

    COCATREL inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes

    Chegamos no período de colheita e a Cocatrel comemora os resultados iniciais. Tudo indica que a cooperativa terá recorde no recebimento de café, já que os números mostram um aumento significativo, levando em conta o mesmo período, das 10 últimas safras.

    Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a Cocatrel preparou-se muito bem para ter eficiência e rendimento em todos os processos, desde a descarga do café até a comercialização, passando pela classificação, que está sendo feita em 1 dia, possibilitando ao cooperado a venda rápida de seu café.

    Além disso, a logística bem feita do transporte entre as centrais de recebimento e os armazéns da cooperativa, garante eficiência, redução de custo e agilidade. “Foi feito um planejamento baseado em dados das safras anteriores, que levou em conta a capacidade dos armazéns das filiais, para equalizar o tempo que cada uma delas suportaria receber café, com as projeções da safra atual. Nesse sentido, concluímos que fazer a transferência das centrais para os armazéns, antecipadamente, sem permitir que atinjam sua capacidade máxima, facilita o processo durante o pico da safra, sobrando espaço suficiente para receber bem os cafés dos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, coordenador de automação da Cocatrel.

    Tudo isso faz com que a credibilidade da Cocatrel perante seus associados e o mercado aumente ainda mais e, como consequência, cooperados que já não mais depositavam seus cafés na cooperativa, estão retomando a confiança e voltando a movimentar por lá e, por todas as vantagens de ser um associado, só no último ano, cerca de mil novos cooperados se associaram à Cocatrel.

    Além da armazenagem, a Cocatrel está com maquinário pronto para preparar os cafés depositados em seus armazéns, serviço cada vez mais solicitado por seus cooperados.

    É válido ressaltar que a cooperativa tem capacidade de armazenamento estático de 1.750 milhão de sacas e rotativa de 2 milhões.

    Fonte: Imprensa Cocatrel
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  • Curso de Direito da FATEPS é o melhor do Sul de Minas em Exame da OAB

    Curso de Direito da FATEPS é o melhor do Sul de Minas em Exame da OAB

    O Grupo Unis sai na frente mais uma vez. O curso de Direito da Fateps, Faculdade Três Pontas, alcançou uma das primeiras colocações em aprovação no Sul de Minas no exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

    Na 24ª edição, a Fateps teve 46,15% de aprovação. Entre as Instituições privadas da região, a segunda colocada obteve êxito em pouco mais de 34% dos exames realizados. O curso, que faz parte das graduações do Grupo Unis há pouco mais de 10 anos, tem saído na frente de graduações bem mais antigas no cenário educacional sul mineiro. E essa não é a primeira vez. Reconhecido oficialmente pelo MEC, o curso de Direito da FATEPS figura entre os melhores do país de acordo com a Guia do Estudantes Melhores Universidades da Editora Abril, além de já ter alcançado boas notas em exames da OAB anteriores. Tantos resultados evidenciam o crescimento da FATEPS e a projeção de Três Pontas como referência no cenário jurídico regional.

    Em relação ao estado de Minas, a Fateps aparece em 13º lugar num total de 177 Instituições. Além dos professores qualificados, O Grupo Unis tem trabalhado para superar o tradicionalismo dos cursos jurídicos.

    Prof. Ricardo Pereira, diretor da Fateps.

    “Nosso objetivo e formar profissionais capacitados e alinhados com as exigências do mercado de trabalho. O aluno de Direito da Fateps, durante a graduação, tem a oportunidade de exercer a prática da profissão em casos reais no Núcleo de Práticas Jurídicas, orientações à população e outras ações, todas com acompanhamento de perto por parte dos professores”, ressalta o Diretor da Fateps, Prof. Me. Ricardo Morais Pereira.

     

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    Roger Campos

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  • MY STORY – Por Nilson Lattari

    MY STORY – Por Nilson Lattari

              Na verdade, eu não vou contar para vocês “my story”. My story era o apelido do Josué, um contínuo que eu conheci, lá na repartição. Quando convivemos com um grupo de pessoas, durante boa parte do dia, as histórias, patrocinadas pela convivência, passam a fazer parte da nossa memória. Porém, o My story, nosso contínuo, tinha muitas outras histórias.

    Para começar o My story não era um contínuo qualquer. Ele não parecia ter o perfil. Ninguém sabia por que cargas d’água ele apareceu por lá para tomar posse. No dia, ele estava impecável no seu terno e gravata. Foi-lhe comunicado que a vestimenta de contínuo era um uniforme. Ele, no entanto, não se fez de rogado e se vestiu conforme as normas da repartição. Mas, sempre que chegava e saía do trabalho vestia o seu terno e gravata.

    Algumas vezes para zoar com ele, o nosso chefe imediato pedia algum serviço externo, em outra repartição, e o coitado trocava a vestimenta e saía para executar o serviço. Voltava e colocava novamente o uniforme.

    Mas o My story não tinha uma história, mas imaginação, aliás, tinha muita. Para começar ele faltava muito. Daí, pelo excesso de faltas ele estivesse mais para alternado do que para contínuo. E cada uma das faltas tinha uma justificativa. Todas com uma comprovação. Mas a grande preferência do My story, quando o assunto não envolvia faltas, era o seu afilhado, de quem falava sempre elogiando como um jovem talentoso.

    Tinha muitos primos. E por esse motivo, nas desculpas das faltas, havia sempre um primo no centro delas. Perguntávamos se todos eram oriundos do Rio Grande, do norte, de Jardim de Piranhas, seu local de nascimento. Ele confirmava que sim. Mas, o legal mesmo, é que o My story nunca se irritava, e por estar sempre de bom humor tornava-se um sujeito simpático, mesmo quando, por curiosidade, queríamos saber como se chamava alguém nascido naquelas paragens: se era jardineiro ou piranhudo.

    Aliás, primo é um personagem que se encaixa em qualquer história. Diferente de tios e irmãos, primos podem ser de qualquer idade, tamanho, procedência e, inclusive, grau. Quando queremos ajudar alguém, dizemos: Vai lá e diz que é meu primo. Ou então: Esse cara é um primo meu e tal … E sempre morria um, dos primos do My story. E morria de uma morte comprovada, ou de um acidente verídico.

    Todas as vezes que acontecia uma tragédia na cidade como incêndios, desmoronamentos, acidentes automobilísticos, lá estava um primo do My Story presente, morto ou acidentado. Ele apontava no jornal: Meu primo! Tinha que prestar uma assistência, porque a família achava que ele resolvia tudo, dizia.

    Sujeito muito prestativo, atencioso, quando comparecia, My story foi caindo nas graças dos chefes, não importando quem fosse. Eles já chegavam à repartição e perguntavam se ali trabalhava o Josué. Faziam questão de conhecê-lo e cumprimentá-lo. Esse comportamento, com o tempo, foi-nos acostumando àquela figura e suas desculpas, comprovadas, como ele dizia. E o alternado passou a ser um novo cargo na repartição.

    Com uma mudança de governo, um novo chefe apareceu e estranhamos que ele não quis conhecer o Josué. My story não se incomodou e dali a alguns dias veio a notícia de que nosso diretor-geral teve um ataque cardíaco e foi internado. O Josué, não demorou muito tempo, começou a faltar, repetidamente. O novo chefe não se conformou e começou a perguntar por ele.

    Não sabíamos de nada, já aguardando as desculpas de praxe, até que em um belo dia aparece o My story na repartição, sendo logo interpelado pelo chefe. Esperávamos uma morte ou acidente de um dos muitos primos.

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    My story, sensivelmente preocupado, disse que o seu afilhado tinha sido internado, precisando muito de sua assistência. O novo chefe, irritado, achou muita petulância do My story inventar uma das suas histórias.

    Sem perder a postura, My story disse que o seu afilhado era muito querido e importante, para ele, ressaltou. Ficamos penalizados. O chefe pegou imediatamente o telefone e determinou que o My story subisse ao setor de pessoal para que fosse suspenso.

    Sentimos muito que o My story tivesse chegado até aquele ponto. Ele se envolvera nas suas mentiras, e como todas haviam “colado”, é claro, contando com a compreensão dos chefes, que perdera a dimensão, o alcance delas. E, talvez, aquela falta fosse verdadeira. Mas, ele foi pego em um momento de azar.

    Alguns dias depois, o chefe da repartição nos convoca para uma reunião, onde comunicou a volta do My story ao trabalho. E disse mais. Não importava a quantidade de primos que ele tivesse matado ou acidentado; o diretor-geral era o afilhado do My story.

     

    Nilson Lattari
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  • Xtp NA COPA: Rússia resolve em 15 minutos, vence o Egito e fica muito perto das oitavas

    Xtp NA COPA: Rússia resolve em 15 minutos, vence o Egito e fica muito perto das oitavas

    A Rússia precisou de 15 minutos para definir uma imponente vitória por 3 a 1 sobre o Egito na tarde desta terça-feira, em São Petersburgo. Comandada pela ótima participação do centroavante Dzyuba, que ganhou a vaga de titular, os donos da casa encaminharam a classificação com gols de Fathi (contra), Cheryshev e o próprio Dzyuba, todos entre os dois e os 17 minutos do segundo tempo, e agora dependem apenas de empate ou vitória do Uruguai sobre a Arábia Saudita para carimbar a passagem às oitavas de final.

    Os egípcios, que descontaram em pênalti sofrido e cobrado pelo craque Mohamed Salah, estão tão eliminados quanto os russos estão classificados. Zerados, eles precisariam que a Arábia Saudita vencesse o Uruguai nesta quarta-feira, além de, na última rodada, derrotar os sauditas, torcer por outro tropeço dos uruguaios contra a Rússia e tirar o saldo de gols que os separa (1 a -4, atualmente).

    Na próxima rodada, a última da chave, os russos fecham sua participação diante do Uruguai, na Arena de Samara, às 11h da próxima segunda-feira, dia 25. No mesmo dia e horário, os egípcios enfrentam a seleção da Arábia Saudita, na cidade de Volgogrado.

    Salah aparece, mas jogo não flui
    A primeira etapa na bela cidade de São Petersburgo mostrou os donos da casa com uma proposta de lançar bolas longas para Dzyuba, em bom momento físico para trombar com os também fortes zagueiros egípcios e segurar a posse até a chegada dos companheiros. Na primeira chance, ele próprio quase concluiu cruzamento de Golovin, mas a bola passou um pouco acima da sua cabeça.

    A resposta dos egípcios veio em uma roubada de bola de Elneny. A redonda foi trabalhada até chegar para Trezeguet, na ponta esquerda da área, com o africano tentando um chute de chapa, no canto direito, mas mandando apenas rente à trave do goleiro. Na resposta, Golovin tirou a marcação de Hamed para dançar e tentou o chute rasteiro, mas o goleiro El Shennawy fez a defesa tranquila.

    Salah, que até então pouco havia aparecido, teve uma boa chance de marcar e levar os egípcios em vantagem para o intervalo. Aos 43 minutos, após cruzamento da esquerda, Marwan deixou a bola passar e ele ficou no mano a mano com Zhirkov. O lateral conseguiu o corte parcial, mas a redonda ficou no pé esquerdo do craque, que tentou chutar no canto esquerdo de Akinfeev. A bola, no entanto, foi pela linha de fundo.

    Rússia volta avassaladora
    A volta para o intervalo, normalmente estudada pelos jogadores, foi um movimento avassalador dos donos da casa. Logo aos dois minutos, após bola alçada na área, Zobnin pegou a sobra e chutou cruzado. Dzyuba, parado, protegeu e Fathi, na tentativa de antecipar o gigante russo, acabou desviando com o joelho para trás, sem chances de defesa para o goleiro El Shennawy.

    Os anfitriões não diminuíram o ritmo e viram o brasileiro naturalizado Mario Fernandes mostrar porque era tão badalado quando jogava no Grêmio. Em rápida ultrapassagem pela direita, ele invadiu a área e chegou à linha de fundo, tocando rasteiro para trás. Cheryshev, sem marcação, só deslocou o goleiro para ampliar. Pouco depois veio o brilho de Dzyuba: dominou lançamento longo, driblou o zagueiro e fez o terceiro tocando no canto direito, para explodir de felicidade a torcida.

    O Egito ainda tentou buscar uma reação, mesmo atônito com a série de pancadas desferidas pelos russos. Coube justamente a Salah o suspiro dos africanos. Em boa jogada trabalhada pelo meio, ele invadia a área quando foi puxado pelo ombro por Zobnin. O árbitro inicialmente marcou fora da área, mas o assistente de vídeo, mostrou que a infração havia sido dentro dela. Penalidade bem batida e gol de honra assegurado para o craque do Liverpool.

    FICHA TÉCNICA
    RÚSSIA 3 X 1 EGITO

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 19 de junho de 2018 (Terça-feira)
    Horário: 15h(de Brasília)
    Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
    Assistentes: Eduardo Cardozo (Paraguai) e Juan Zorrilla (Paraguai)
    Cartões amarelos: Smolov (Rússia); Trezeguet (Egito)

    Gols:
    RÚSSIA: Fathi (contra), aos dois, Cheryshev, aos 14, e Dzyuba, aos 17 minutos do segundo tempo
    EGITO: Salah, aos 28 minutos do segundo tempo

    RÚSSIA: Akinfeev; Mario Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov (Kudriashov); Zobnin, Gazinsky, Samedov, Golovin e Cheryshev (Kuziaev); Dzyuba (Smolov)
    Técnico: Stanislav Tchertchesov

    EGITO: El Shennawy; Fathi, Gabr, Hegazy e Abdel-Shafi; Elneny (Ramadan), Hamed, Salah, Abdalla e Trezeguet (Warda); Marwan (Kahraba)
    Técnico: Héctor Cúper

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    Roger Campos

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  • PARA SER FELIZ – Por Nilson Lattari

    PARA SER FELIZ – Por Nilson Lattari

              As mãos tremeram na máquina do tempo quando abriu a pasta envelopada e descobriu dentro dela a carta perdida, da qual somente guardava uma pálida lembrança, brincadeira de criança, dirigida ao ser que desejava que existisse no futuro: ele.

    Haveria cobranças. No fundo, sempre temeu encontrá-la, como se o conteúdo nela existente fosse um esforço muito além daquele que poderia, em sã consciência, ser levado a sério.

    O papel amarelecido pelo tempo (Quanto tempo? Quinze, vinte anos?) teimava em não abrir, com a cola pegajosa do envergonhamento a resistir e brigar por estar novamente diante dos seus sonhos: tolices de criança, adolescente sem sentido.

    Foi com dezoito anos que decidiu fazer uma cobrança a si mesmo na frente do tempo, inexistente e majestoso a reclamar grandes eventos e grandes descobertas, grandes desejos e pouco sofrimento. Futuro brilhante e astuto a dar um norte, um consenso para garantir uma vida dourada.

    Qual o quê! Sabia o que estava escrito, não o sabia vagamente, mas ao abrir o desfolhar do pequeno papel ia redesenhando em sua mente o que havia proposto a si mesmo no futuro.

    “Senhor de cinquenta anos. Espero encontrá-lo feliz e confortável na sua casa a reler o que havíamos combinado. Que você tenha mulher e filhos tão ou mais vorazes de futuro como nós. Que a sua vida seja brilhante como Engenheiro Químico. Não ligue para besteiras, apenas se ligue na modernidade que você está vendo agora. Voarão os carros? Que você tenha um, ou dois, ou três para a sua família inteira. Que você tenha conhecido muitos países e deles traga lembranças e enfeite a nossa casa. Demonstre para aquela professora que nós conhecemos que nós somos vencedores e que algum dia ao encontrá-la lhe diga que, finalmente, nós fomos muito além daquilo que ela nos disse. Ah! Reencontre a Mariana e lhe mostre que nós conseguimos muito mais do que o parvo do Celso que a roubou de nós.

              E nesse futuro, o que você terá diante dos olhos? Finalmente uma guerra ou uma paz mundial, o mundo possível, ou o mundo que não terá mais jeito? Teremos uma sociedade perfeita, onde todos terão suas chances, ou nos entregaremos à barbárie, mesmo aquela envolta em fantasias, encoberta pela mentira? O que será?

              Desejo-lhe sorte, muita sorte, e que você tenha pavimentado nossos caminhos de forma que a vida não nos tenha sido dura. Você terá uma doença, estará doente quando nos reencontrarmos? Espero que não. Como seria ideal que você me respondesse esta carta e me dissesse o que evitar, o que fazer! Não seríamos injustos para com os outros. Apenas nos defenderíamos.

              Estranha esta nossa comunicação. Escrevemos para nós e somente as respostas ficarão congeladas no tempo, assim como as perguntas? Por favor, nos surpreenda.

              Um abraço.”

    Gostaria de te responder, mas não é possível. Apenas gostaria de dizer que a melhor caminhada não é aquela que chega ao seu final, mas aquela em que conseguimos olhar para os lados e guardar na memória as pessoas e as coisas que vimos e vivemos.

    Conseguimos quase tudo e Mariana ao meu lado sorri. Não, não somos engenheiros, temos filhos e os carros não voam. A única resposta que dou é que os nossos objetivos foram atingidos, um pouco diferentes, mas, me pergunto, do fundo da nossa alma: é isso que é ser feliz? Conseguir as coisas materiais, os amores? Não! A grande resposta está em caminhar. Não pavimentei nosso futuro da forma que você imaginou. Mas, ele foi feito de grandes histórias e, principalmente, de grandes desilusões. E como elas ensinam!!

    O medo, esse grande destruidor de sonhos, na verdade, é o motor da vida. Ele nos faz regatear, mas é temerário e nos faz ser corajosos. Você falou do nosso futuro, mas não falou do medo que nos impede de seguir adiante. A felicidade é a consciência dos nossos próprios limites. O medo nos dá os limites e, ao mesmo tempo em que nos baliza, nos mantendo em nossos limites, traz a felicidade do possível.

    Nilson Lattari
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  • Fundo PIS-Pasep: Pagamentos começaram nesta segunda-feira (18)

    Fundo PIS-Pasep: Pagamentos começaram nesta segunda-feira (18)

     Nesta primeira etapa serão contemplados cerca de 4,7 milhões de cotistas, no total de R$ 8,61 bilhões – 2,9 milhões com direito ao PIS (R$ 4 bilhões) e 1,8 milhão com direito ao Pasep (R$ 4,61 bilhões).

    Começou nesta segunda-feira (18) o pagamento dos recursos do Fundo PIS-Pasep para quem tem a partir de 57 anos. Têm direito ao dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo.

    A Caixa Econômica Federal é responsável pelo pagamento dos recursos do PIS, o que corresponde a cerca de 80% do total, e o Banco do Brasil é responsável pelo pagamento dos recursos do Pasep (cerca de 20% do total).

    Os beneficiários poderão sacar o dinheiro diretamente nas agências até o dia 29 de junho, uma sexta-feira. Depois os pagamentos ficarão suspensos até o dia 7 de agosto.

    A partir de 8 de agosto, recebem o dinheiro em conta os correntistas de todas as idades da Caixa e BB, no total de R$ 5 bilhões.

    E a partir do dia 14 de agosto, estão liberados os saques para os cotistas de todas as idades, incluindo os que não realizarem o saque na primeira etapa. Todos esses beneficiários com menos de 60 anos terão até o dia 28 de setembro para sacar o dinheiro.

    Quem deixar para sacar as cotas do Fundo PIS-Pasep em agosto terá os saldos das contas corrigidos com base no rendimento obtido nos últimos 12 meses pelo fundo, e a estimativa é de um aumento entre 8% e 10%. Por exemplo, quem tiver o saldo na conta de R$ 1.000 vai receber de R$ 1.080 a R$ 1.100. A correção aplicada no ano anterior foi de 8,9%.

    Fonte G1
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