Autor: Roger Campos

  • Governo de Minas mantém ICMS do diesel a 14% por mais 60 dias

    Governo de Minas mantém ICMS do diesel a 14% por mais 60 dias

    Decreto foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira

    Após liderar o movimento que resultou na prorrogação por 60 dias do congelamento da base de cálculo do ICMS dos combustíveis em todos os estados e no Distrito Federal, o Governo de Minas publicou no Diário Oficial desta terça-feira (1/2) o Decreto Nº 48.358, que estende até 31/3/2022 a redução da alíquota do ICMS do diesel no estado de 15% para 14%.

    “Estamos fazendo tudo que está ao alcance do Governo de Minas para amenizar o impacto da inflação ao cidadão. Essa é mais uma medida nesse sentido e que impacta  não só o preço do diesel, mas pode influenciar o preço dos demais produtos em função do custo do transporte”, destaca o governador Romeu Zema.

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    Com a iniciativa, R$ 164,1 milhões deixam de entrar no caixa do Tesouro Estadual, sendo R$ 98,46 milhões entre novembro e janeiro, e R$ 65,64 milhões entre fevereiro e março. Mas, apesar da perda na arrecadação, o governo entende a prorrogação como necessária.

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    “A medida tem como objetivo principal mitigar os impactos dos sucessivos aumentos dos valores dos combustíveis resultantes da política de preços adotada pela Petrobras”, avalia o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa.

    Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • Passa bem criança mordida por cão em Três Pontas; Ataque foi registrado por câmera de vigilância

    Passa bem criança mordida por cão em Três Pontas; Ataque foi registrado por câmera de vigilância

    Conexão explica medidas de saúde que devem ser adotadas após mordida de cães ou gatos e também explica a questão legal (jurídica). Cabe processo?

    De acordo com apuração do Conexão Três Pontas, a criança mordida por um cachorro no centro de Três Pontas, onde as imagens foram captadas por uma câmera de vigilância eletrônica e repercutidas ontem, quinta-feira, 03 de fevereiro, felizmente passa bem. Ela tem aproximadamente 4 anos de idade e foi socorrida junto ao Pronto Atendimento Municipal. Nesta reportagem especial o Conexão explica as providências tanto no âmbito da saúde (socorro) quanto na questão jurídica (cabe processo ao dono de um animal que morde alguém?).

    Nas imagens que viralizaram nas redes sociais é possível ver a criança, na companhia de sua mãe,  sendo atacada pelo animal, que, tudo indica, tem dono, mas o mesmo não foi localizado. Outras pessoas, que presenciaram a cena, correram para ajudar. Um professor de jiu-jitsu ouviu os gritos e correu para salvar a criança. “Nunca vi o cachorro ali. Mas ele estava bem tratado e parece ter dono. Sou faixa preta e professor de jiu jitsu. Não pensei duas vezes, os treinamentos me ajudaram a socorrer a menina, dei um ‘mata leão (golpe tradicional da modalidade) no cachorro e a medida que ele amoleceu, ficou mais fácil fazê-lo largar a região da costela da menininha”, contou Felipe Reis Santos.

    O animal da raça pitbull foi encontrado pela Polícia Miliar, amarrado, mas sem ferimentos. Foi levado à zona rural, mas teria fugido. A garotinha foi encaminhada por populares ao PAM local. O dono do cachorro ainda não foi identificado. A PM registrou a ocorrência.

    O médico e Diretor do PAM, Dr. Lucas Erbst disse para nossa reportagem que a criança, que não teve a identidade revelada, “não precisou ficar internada e que felizmente não sofreu lesões com gravidade”.

    “Nós seguimos todo o protocolo de atendimento que é preconizado pelo Ministério da Saúde em casos de mordida de cachorro, como o ocorrido em questão. Além do atendimento fizemos a completa vacinação contra a raiva. Ela recebeu todo suporte necessário aqui no Pronto Atendimento. E o que podemos dizer, tranquilizando as pessoas que viram o vídeo e a todos, é que a menininha, graças a Deus, passa bem”, disse Dr. Lucas.

    Imagem Redes Sociais

    Entenda a Raiva

    A raiva é uma doença grave e pode levar à morte em quase 100% dos casos. Os principais sintomas em humanos são: coceira, dor de cabeça e coma.

    Nos animais, pode haver muita salivação, mudança de comportamento (que deve ser observado por dez dias após a mordida), fuga ou morte. Caso o animal seja desconhecido, é preciso se vacinar. Se tiver com a dose em dia, apenas observe os sintomas e, caso haja alguma mudança, procure um médico ou veterinário.

    Segundo a infectologista Rosana Richtmann, os dentes do gato são mais afiados e podem, além de raiva, transmitir tétano e outras bactérias. Se os cortes forem pequenos, não se devem fazer pontos, para evitar complicações.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o governo federal distribui a todos os estados lotes da vacina antirrábica para animais. A liberação prioriza as regiões com o maior número de casos: o Nordeste, Pará e Mato Grosso do Sul. Em seguida, vêm a Região Norte e algumas cidades do Centro-Oeste.

    As doses são aplicadas por agentes dos estados e municípios, que também promovem campanhas de acordo com a necessidade.

    Cachorro com a doença da raiva.

    Primeiros Socorros em caso de Mordida

    Os primeiros socorros em caso de mordida de cachorro ou gato são importantes para evitar o desenvolvimento de infecções no local, pois a boca destes animais normalmente contém um elevado número de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções e até doenças graves, como a raiva, que afeta o sistema nervoso.

    Sintomas da Raiva Humana

    A raiva humana, também conhecida como hidrofobia, é uma doença viral em que o sistema nervoso central (SNC) fica comprometido e pode levar à morte em 5 a 7 dias, se a doença não for devidamente tratada.

    Esta doença pode ser curada quando a pessoa procura ajuda médica logo que é mordida por um animal infectado ou quando surgem os primeiros sintomas.

    O agente causador da raiva é o vírus rábico que pertence à ordem Mononegavirales, família Rhabdoviridae e gênero Lyssavirus. Os animais que podem transmitir raiva aos humanos são principalmente cães e gatos raivosos, mas todos os animais de sangue quente também podem ser infectados e transmitir ao homem. Alguns exemplos são os morcegos que consomem sangue, animais de produção, raposa, guaxinim e macacos.

    Os sintomas da raiva em humanos começam aproximadamente 45 dias após a mordida do animal contaminado, já que o vírus precisa chegar no cérebro antes de provocar qualquer tipo de sintoma. Assim, é comum que a pessoa já tenha sido mordida há algum tempo antes de apresentar qualquer sinal ou sintoma.

    No entanto, quando surgem, os primeiros sintomas costumam ser semelhantes aos de uma gripe e incluem:

    _Mal estar geral;
    _Sensação de fraqueza;
    _Dor de cabeça;
    _Febre baixa;
    _Irritabilidade.
    _Além disso, no local da mordida também podem surgir algum desconforto, como a sensação de formigamento ou picadas.

    À medida em que a doença vai se desenvolvendo, começam a aparecer outros sintomas relacionados com a função cerebral, como ansiedade, confusão, agitação, comportamento anormal, alucinações e insônia. Quando surgem sintomas relacionados com a função cerebral, geralmente a doença é fatal e, por isso, a pessoa pode ser internada no hospital apenas para fazer medicação diretamente na veia e tentar aliviar o desconforto.

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    Como acontece a transmissão?

    A transmissão do vírus da raiva acontece por contato direto, ou seja, é preciso que a saliva do animal ou da pessoa infectada entre em contato com uma ferida na pele ou com as membranas dos olhos, do nariz ou da boca. Por esse motivo, a causa mais comum de transmissão de raiva é através da mordida de um animal, sendo mais raro que a transmissão aconteça através de arranhões.

    Como identificar um animal com raiva?

    Numa primeira fase da infecção, os animais infectados pelo vírus da raiva podem se apresentar sem forças, com vômitos constantes e perda de peso, no entanto, esses sintomas acabam progredindo para salivação excessiva, comportamento anormal e automutilação.

    Como prevenir a infecção?

    A melhor forma de se proteger da raiva é vacinar todos os cães e gatos com a vacina antirrábica, porque assim, mesmo que seja mordido por um destes animais, como estes não ficarão contaminados, a pessoa, se mordida, não ficará doente.

    Mordida de Cão ou Gato: procure ajuda médica urgentemente!

    Em caso de mordida de cachorro ou gato, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem logo um posto de saúde ou o pronto socorro para tomar a vacina contra a raiva. São aplicadas até cinco doses, dependendo do caso.

    Quais os riscos de uma mordida de cachorro?

    As mordidas de cachorro podem causar quatro tipo de lesões, sendo elas: arranhão, dilaceração, perfuração ou esmagamento. Todavia, a gravidade da lesão vai depender da raça, força e intensidade do ataque. Assim, cada tipo de lesão exigirá um tipo de tratamento, pois causam diferentes complicações.

    Quanto tempo depois de ser mordida por cachorro posso tomar a vacina?

    Se a vacina estiver indicada, deve ser dada o mais rápido possível mas pode ser feita até 72 horas da exposição. Se o soro estiver indicado, ele deve ser aplicado o mais rápido possível, antes da vacina e se não for, deve ser feito até 7 dias após o acidente.

    Precisa tomar antitetânica para mordida de cachorro?

    Na maioria dos casos, o médico recomendará uma vacina antitetânica após uma mordida de cachorro, se você não tiver tomado a vacina antitetânica nos últimos cinco anos.

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    Devemos lavar a ferida após ser mordido?

    Assim que acontecer a mordida, você deve lavar a ferida com muito sabão e água corrente por um período mínimo de cinco minutos. Depois, estanque o sangue com uma toalha limpa e procure ajuda médica. No hospital, o médico vai fazer uma limpeza na ferida e receitar antibióticos, para combater a infecção.

    Como denunciar cachorro violento na rua?

    As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo e-mail para [email protected]. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.

    Se um cachorro atacar alguém, o dono é obrigado a indenizar?

    Tido como melhor amigo do homem, companheiro fiel, protetor e afetuoso, o cachorro certamente não goza do mesmo conceito entre os carteiros. Ele é um dos principais causadores de acidentes de trabalho para os funcionários dos Correios.

    CARTEIRO ATACADO POR CACHORRO

    Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça – STJ analisou um caso que envolveu o ataque de cão da raça pit bull a um carteiro. Enquanto o carteiro trabalhava, o cachorro pulou o muro da casa onde vivia e atacou o homem de 63 anos, o deixando gravemente ferido. A vítima teve a perna direita muito machucada e precisou passar por cirurgia, e em decorrência das lesões, o carteiro foi aposentado por invalidez.

    As despesas médicas – que totalizaram R$ 17.784,15 – foram custeadas pelo plano de saúde dos Correios.

    Na tentativa de reaver os valores, os Correios ajuizou ação contra o dono do animal, mas o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julgou o pedido improcedente, e a empresa recorreu então ao STJ. O ministro Luis Felipe Salomão, relator do REsp 1.379.885, explicou não ser possível modificar a decisão porque o pedido de ressarcimento dos valores não deveria ter sido feito pela empregadora do carteiro – no caso, os Correios –, e sim pela pessoa jurídica do plano de saúde.

    Imagem Ilustrativa

    A RESPONSABILIDADE DO DONO DO ANIMAL

    Cumpre lembrar que o art. 936 do Código Civil de 2002 descreve a responsabilidade que o dono tem pelos danos e prejuízos causados por seus animais:

    Art. 936. O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior. Por exemplo, se um animal atacar alguém, ou destruir algo de outra pessoa, o dono deverá ressarcir o prejuízo.

    A responsabilidade referida no mencionado artigo trata-se de responsabilidade objetiva, ou seja, não há necessidade de prova da culpa do proprietário do animal, basta que o animal cause um prejuízo que seu dono responde.

    A lei permite que, se o proprietário provar que houve culpa da vítima, ou que o fato decorreu de força maior, ele não seja responsabilizado.

    É importante esclarecer, que no caso analisado pelo STJ, o legitimado para propor a ação de ressarcimento seria o Plano de Saúde, que é o sujeito que realizou as despesas médicas, e não os Correios.

    Na linha desse entendimento, cumpre anotar que os Correios, enquanto empregadora, ocupa a posição de estipulante, a quem cumpre, entre outras funções, a fiscalização do serviço prestado pela operadora do Plano, e que sua obrigação tem razão preventiva e assistencial, conforme a legislação de regência (art. 458, § 2º, e IV, da CLT), não se confundindo com a figura do segurador/operador do plano.

    CONCLUSÃO:

    Portanto, a ação de ressarcimento dos valores despendidos com gastos médicos no caso visto acima, deveria ter sido ajuizada pelo Plano de Saúde, e não pelos Correios.

    Mas fique atento, ocorrendo o previsto no art. 936 do Código Civil, é plenamente possível que o dono do animal que causou o dano seja obrigado a repará-lo, salvo se provar culpa da vítima ou força maior.

    (Fonte STJ)

    Qual a mordida de cão mais forte do mundo?

    Kangal. O cachorro com a mordida mais forte do mundo tem origem turca. A força da sua mandíbula pode chegar a 743 PSI, o dobro, por exemplo da mordida de um rottweiller. Há a possibilidade de apresentar até 60 kg e sua altura varia de 65 cm a 78 cm.

    *Vale lembrar que cães e gatos são animais dóceis e sobre o comportamento deles pesa fundamentalmente a criação dada pelos seus tutores. Sim, nem todas as raças são iguais, umas mais difíceis que outras, mas os especialistas são categóricos em afirmar que a forma como se educa um cão, independente da raça, definirá sua índole, perfil e comportamento. Enquanto donos, somos responsáveis pela saúde, cuidado e por todas as situações preventivas que envolvem a presença do animal, principalmente em lugares públicos.

    SIM!!! Vale muito a pena ter um cão ou um gato, eles preenchem nossas vidas com amor e companheirismo. Desde que tenhamos amor e RESPONSABILIDADE!

    Fontes de Pesquisa: JusBrasil, STJ, TuaSaúde, Ministério da Saúde e G1

     

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    Roger Campos

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  • A PENSÃO ALIMENTÍCIA TEM QUE SER PAGA EM DINHEIRO? – Dr. Gabriel Ferreira

    A PENSÃO ALIMENTÍCIA TEM QUE SER PAGA EM DINHEIRO? – Dr. Gabriel Ferreira

    Já ouviu falar em alimentos “in natura”?

    Todos sabem que quando um casal se separa e tem filhos, é obrigação dos dois continuar dividindo as despesas deles, de acordo com a possibilidade de cada um.

    Além disso, a pensão alimentícia é calculada conforme o binômio possibilidade X necessidade, ou seja, é fixada conforme a possibilidade de quem paga e a necessidade de quem recebe.

    Ocorre que há muitas pessoas que preferem pagar o equivalente ao que seria de sua obrigação, diretamente ao destino final, como por exemplo, pagar diretamente à escola, ao plano de saúde, comprar o material escolar, roupas, etc.

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    Ao contrário do que algumas pessoas pensam, isto é pensão alimentícia. Só que é pensão alimentícia “in natura”, ou seja, paga diretamente ao fornecedor do serviço.

    Portanto, a pensão alimentícia não precisa necessariamente ser entregue em dinheiro.

    É importante que esta forma de pagamento esteja estipulada judicialmente ou, caso a pensão ainda não tenha sido decidida judicialmente, ao menos, que haja um acordo escrito entre as partes, para que haja provas de que o pagamento da pensão foi acordado de tal forma.

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    Como sempre falo, em direito de família, raramente há uma regra absoluta, pois cada núcleo familiar tem a sua própria dinâmica, ou seja, “cada caso é um caso”.

    Estejam todos com Jesus!

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    http://gabrielferreiraadvogado.page/

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Atuou como Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG (triênio 2019 a 2021).

    Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

     

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe  

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  • Menino de 8 anos toma vacina e faz homenagem à mãe que morreu de Covid

    Menino de 8 anos toma vacina e faz homenagem à mãe que morreu de Covid

    O pequeno João Pedro Lima, 8 anos, recebeu a primeira dose da vacina contra Covid e, com um cartaz, fez uma homenagem comovente à mãe dele, que morreu da doença em 2020.

    “Eu me vacino por mim e pela minha mãe que não teve a oportunidade de se vacinar. Levem seus filhos para se vacinar”, incentivou o menino.

    João Pedro é  Rio Branco, no Acre. Ele estava acompanhado do primo de 7 anos, que também levou uma foto da tia. Raquel Moraes Lima era assistente social e tinha 37 anos, quando morreu em julho de 2020.

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    Ansiosos pela vacina

    A irmã de João Pedro, Larissa Moraes Matos, de 20 anos, contou que ele e o primo estavam muito ansiosos para se vacinar. Eles perderam muitos familiares para a doença.

    Ela contou que a homenagem foi um meio de alertar as pessoas também.

    “Como muitas pessoas ainda não enxergam a importância de se proteger e não acreditam na evolução da ciência, sempre fazemos um manifesto para conscientizar as pessoas”, disse a estudante.

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    A falta da mãe

    Larissa contou que ela e o irmão sentem muita falta da mãe e que sempre que alguém da família é vacinado, eles comemoram.

    Na época, a morte de Raquel comoveu a todos. Ela era servidora de carreira do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE-AC) há 11 anos.

    Nesse período, atuou como assistente social como membro da equipe técnica, coordenadora técnica em várias unidades da Capital, e foi diretora do Centro Socioeducativo Santa Juliana.

    “A forma de se manifestar foi ideia da família em conjunto, até mesmo os próprios meninos. Resolvemos levar isso adiante quando vimos nos jornais os baixos índices de procura pela vacinação infantil”, disse.

    Fonte SNB

     

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  • Apesar do avanço da covid-19, estados mantêm aulas presenciais

    Apesar do avanço da covid-19, estados mantêm aulas presenciais

    Escolas retomam atividades e exigem respeito a protocolos sanitários

    Mesmo com a explosão dos casos de covid-19 causada pela disseminação da variante Ômicron, a maioria dos estados iniciou, ou vai começar, o ano letivo com aulas presenciais. É o que mostra levantamento realizado pela Agência Brasil.

    Nos estados em que o calendário está mantido com atividades nas escolas, são adotados protocolos como uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool em gel, medição da temperatura dos estudantes e trabalhadores e distanciamento mínimo entre carteiras.

    Contudo, alguns estados resolveram adiar o início das aulas em razão do crescimento dos casos de covid-19 e da situação epidemiológica local. Foi a decisão tomada pelos governos do Amazonas e do Rio Grande do Norte.

    A vacinação dos alunos é trabalhada na maioria da vezes como recomendação. Alguns estados, como São Paulo, Ceará, Amapá e Paraíba, vão exigir comprovação de conclusão do ciclo vacinal para a frequência às aulas.

    Os critérios para exigência de comprovante de vacinação contra covid-19 variam, o que inclui distintas faixas etárias, prazos (imediatos ou com tempo para regularização) e diferentes tipos de consequências (algumas são recomendações, enquanto outras não impedem a participação nas aulas).

    Região Norte

    Amazonas – O Comitê Intersetorial de Enfrentamento da Covid-19, em reunião realizada em 14 de janeiro, decidiu adiar para 14 de fevereiro o início presencial do ano letivo de 2022 nas escolas da rede pública estadual. “Diante do cenário que nós temos, estamos adiando a volta às aulas, que seria no dia 7, para o dia 14. Naturalmente iremos avaliar como evoluem os casos de covid-19 e outras síndromes respiratórias. Tudo isso é para a segurança dos profissionais da educação, dos alunos e dos pais, neste momento em que estamos em alerta”, disse o governador Wilson Lima.

    Acre – A Secretaria de Educação do Acre abriu processo de matrículas no dia 3 de janeiro. Os procedimentos de renovação de matrícula dos alunos que já estavam na rede estadual, a apresentação de documentos pelos novos estudantes e as transferências de escolas municipais para estaduais terminarão no dia 31 de março. As aulas no modo presencial deverão começar em abril.

    Amapá – As aulas terão início no dia 7 de março, e a previsão é que as atividades recomecem no formato presencial. Contudo, o governo do Amapá informou, em nota à Agência Brasil, que acompanha os dados sobre a pandemia junto aos órgãos de saúde para eventuais ajustes. A Secretaria de Educação exige o comprovante de vacinação para alunos maiores de 5 anos.

    Pará – A Secretaria de Educação do Pará informou à Agência Brasil que a decisão sobre o formato das atividades (presenciais ou remotas) na volta às aulas será tomada levando em consideração o cenário epidemiológico no estado. O início do período letivo de 2022 no Pará está previsto para 8 de março.

    Rondônia – O Decreto No 26.462, de 15 de outubro de 2021, definiu o retorno às aulas de forma totalmente presencial e vale para o início do ano letivo de 2022. A norma indica, porém, que as escolas terão que seguir “medidas de biossegurança”, observando o contexto em cada município, bem como desenvolver planos para mitigar os riscos de infecção.

    Roraima – A previsão é que aulas comecem no próximo dia 7 somente na modalidade presencial. Contudo, o governo de Roraima informou que acompanha o quadro epidemiológico para avaliar se haverá necessidade de alguma mudança nessa decisão. Segundo a administração estadual, foram aplicados recursos para adoção de medidas como implantação nas escolas de totens de álcool em gel e de pias para higienização das mãos.

    Tocantins – Os estudantes voltam às aulas no próximo dia 14. O governo do estado também optou pela manutenção das aulas de forma totalmente presencial. A administração tocantinense informou que vai implementar o Programa de Recomposição de Aprendizagem Recomeçar, iniciativa voltada para enfrentar os prejuízos educacionais causados pela pandemia.

    Região Nordeste

    Alagoas – A rede pública estadual reinicia as aulas no dia 7 na forma presencial em todas as escolas, respeitando as medidas de enfrentamento à covid-19. A Secretaria de Educação informou que, durante o ano letivo, realizará trabalho conjunto com o Ministério Público de Alagoas, o Conselho Tutelar e secretarias municipais de Saúde, para monitoramento de alunos que ainda não tenham sido vacinados. Segundo a secretaria, a campanha de conscientização e incentivo não impedirá o estudante não vacinado de participar presencialmente das aulas.

    Bahia – As aulas começam também no 7, em formato 100% presencial, para todos os estudantes, observando os decretos governamentais e protocolos de biossegurança disponibilizados no Portal da Educação. A secretaria de Educação lembra que a apresentação do cartão de vacina dos estudantes de até 18 anos de idade já era exigida no ato da matrícula desde 2019. “Com a Portaria de Matrícula nº 2043/2021, a apresentação da caderneta de vacinação será solicitada para todos que desejarem se matricular na rede estadual de ensino, mesmo não se tornando impedimento para que o ato aconteça”. Isso não será, porém, impedimento para participação das aulas, diz a secretaria.

    Ceará – A rede pública iniciou nesta segunda-feira (31) o ano letivo, com observância de todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelo governo estadual. A Secretaria de Educação comprou equipamentos de proteção individual para alunos, professores e profissionais das escolas e exige apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19. O estudante que não apresentar o documento terá prazo de 30 dias para apresentá-lo, mesmo que só tenha tomado a primeira dose da vacina, informa o governo cearense.

    Maranhão – As aulas serão iniciadas no próximo dia 14, no formato presencial, na rede pública de ensino do Maranhão. Não existe ainda definição sobre a necessidade de apresentação do comprovante de vacinação contra a covid-19 para participar das atividades escolares no estado. Quanto à rede privada de ensino, a maioria das escolas retomou as atividades nesta segunda-feira.

    Paraíba – As aulas na rede estadual terão início no dia 7 deste mês, em modelo híbrido, no estado da Paraíba. O comprovante de vacinação contra a covid-19 está sendo exigido no ato da matrícula, para alunos de 12 anos ou mais de idade. Os estudantes que não apresentarem o documento participarão apenas de aulas remotas.

    Pernambuco – A volta às aulas será no próximo dia 3, com rigorosa observância de protocolos de segurança contra covid-19 e recomendação de atividades oferecidas preferencialmente de forma presencial, embora se admita o ensino remoto. As escolas da rede privada retomaram as atividades hoje. Segundo o governo de Pernambuco, as secretarias de Educação e Esportes e de Saúde estão em permanente diálogo, acompanhando os números da pandemia no estado, e prontas para anunciar novas medidas que se façam necessárias.

    Piauí – O ano letivo terá atividades totalmente presenciais e começará no próximo dia 7. Decreto estadual tornou obrigatória no Piauí a apresentação do passaporte vacinal para qualquer órgão público, incluindo escolas da rede pública, informou a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação.

    Rio Grande do Norte – O governo estadual comunicou nesta segunda-feira o adiamento do início do ano letivo, previsto inicialmente para 7 de fevereiro. A Secretaria de Estado da Educação, da Cultura do Esporte e do Lazer reordenará o calendário letivo de 2022, em portaria que será publicada na semana que vem, definindo para o  próximo dia 14 o início das aulas. A decisão foi tomada por causa do grande número de servidores de escolas e órgãos educacionais infectados. Levantamento feito pela secretaria informa que atualmente estão afastados do serviço 150 servidores da Secretaria de Educação e 2.737 funcionários das escolas.

    Sergipe – As aulas nas escolas públicas do estado de Sergipe começam no próximo dia 21 no modelo presencial, com uma semana de acolhimento socioemocional, que se estenderá até o dia 25 deste mês.

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    Região Centro-Oeste

    Distrito Federal – O início do semestre letivo está marcado para 14 de fevereiro, com atividades 100% presenciais. Segundo o governo do Distrito Federal, os protocolos estão em revisão e serão anunciados posteriormente. O governo distrital discutiu a possibilidade de vacinar crianças nas coordenações regionais de ensino, mas a medida foi abortada após recomendação em contrário do Ministério Público do DF e Territórios.

    Goiás – As escolas de Goiás iniciaram as aulas de forma exclusivamente presencial no dia 19 de janeiro. O governo estadual adotou protocolos como aferição de temperatura dos alunos e trabalhadores, uso de máscaras, lavagem constante de mãos e uso de álcool em gel.

    Mato Grosso do Sul – As atividades escolares no estado serão retomadas no dia 3 de março, de forma totalmente presencial. Mato Grosso do Sul também adotará protocolos básicos de segurança e prevenção contra a infecção pelo novo coronavírus, causador da covid-19.

    Mato Grosso – De forma totalmente presencial, o estado de Mato Grosso inicia as aulas de 2022 no dia 7 deste mês. O governo do estado recomenda a vacinação dos estudantes como medida preventiva contra a covid-19, mas não exigirá comprovante de imunização.

    Região Sudeste

    Rio de Janeiro – O início do ano letivo no estado do Rio de Janeiro também está previsto para 7 de fevereiro e, “até o presente momento, será de forma presencial”, informa a Secretaria de Estado de Educação. Caso haja alguma orientação para não se retomarem atividades pedagógicas presenciais, a secretaria se diz preparada para o ensino remoto e avisa que está seguindo todos os protocolos sanitários e orientações definidas pelas autoridades sanitárias. Até o momento, não há orientação sobre exigência de comprovante vacinal no estado.

    Minas Gerais – O calendário escolar prevê começo das aulas também no próximo dia 7. O retorno será presencial, mas as aulas poderão ser suspensas por cinco dias caso 30% da turma tenha diagnóstico laboratorial positivo para covid-19. A determinação de escalonamento na entrada e saída foi revogada, mas mantiveram-se medidas básicas de proteção como uso de máscaras e higienização das mãos. A vacinação não é obrigatória, mas é “incentivada” e será solicitado cartão de vacinação para propósitos informativos.

    São Paulo – O início do ano letivo no estado de São Paulo está previsto para esta quarta-feira (2). As aulas serão presenciais, mas com respeito a protocolos, oferecimento de álcool em gel, exigência de uso de máscaras, aferição de temperatura e higienização das mãos. Os responsáveis pelos alunos devem apresentar comprovante de vacinação. Aqueles que tiverem contraindicação devem apresentar atestado, e o responsável terá até 60 dias para regularizar a situação.

    Espírito Santo – O retorno às aulas na rede pública estadual está previsto para quinta-feira (3). De acordo com informação da Secretaria Estadual de Educação do Espírito Santo, o formato será presencial, sem exigência de comprovante de vacinação contra covid-19.

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    Região Sul

    Paraná – Os alunos voltam às salas de aula no próximo dia 7. As atividades pedagógicas serão 100% presenciais. A única exceção é a regra que permite a alunos com comorbidades permanecer no modo remoto por 30 dias após a conclusão do ciclo vacinal. Serão adotados protocolos como uso de máscara, disponibilização de álcool em gel e aferição de temperatura.

    Santa Catarina – A rede pública retoma as aulas no dia 7 deste mês, de modo presencial e com possibilidade de alternativas para alunos com problemas de saúde, que devem ser comprovados com laudo médico. Há novas normas sobre o distanciamento físico nas salas de aula, valendo a observância de 1,5 metro apenas no momento da alimentação na unidade escolar.

    Rio Grande do Sul – O início do ano letivo está previsto para 21 de fevereiro, com atividades de forma presencial, no estado do Rio Grande do Sul. Foi aprovada portaria conjunta das secretarias de Educação e da Saúde estabelecendo protocolos de segurança, como os já citados e a preferência por locais abertos e ventilados.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • Escolas estaduais se preparam para início do ano letivo em 7/2

    Escolas estaduais se preparam para início do ano letivo em 7/2

    Resolução, que trata também do ensino presencial da rede, foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais

    Na rede estadual de ensino de Minas Gerais, o ano letivo começa em 7/2. Todas as escolas estão se preparando para receber, com segurança e acolhimento, os seus estudantes. A participação dos alunos nas atividades presenciais será obrigatória e todas as orientações dos protocolos de biossegurança e sanitário-epidemiológicos vigentes da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) e das deliberações do Comitê Extraordinário Covid-19 serão seguidas rigorosamente.

    As determinações estão descritas na Resolução 4.708/2022, publicada pela Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), no Diário Oficial de Minas Gerais de sábado (29/1). O documento dispõe sobre o funcionamento do ensino presencial na rede. O calendário escolar deve ser cumprido como previsto, garantindo os 200 dias letivos aos estudantes.

    Professores e equipe pedagógica das escolas retornam às atividades para o início do ano escolar nesta terça-feira (1/2), uma semana antes dos alunos, para que todos possam organizar e planejar as atividades administrativas e pedagógicas que precisam ser desenvolvidas ao longo do ano letivo.

    Considerando a possibilidade de casos de contaminação por covid-19 entre alunos e/ou funcionários, a resolução destaca a importância de prever medidas de controle e definir estratégias pedagógicas e administrativas que a escola deverá desenvolver para que nenhuma turma ou estudante tenha prejuízo no processo de ensino-aprendizagem.

    Os alunos que apresentarem resultado positivo em teste para diagnóstico de covid-19 ou que tiverem sintomas característicos de síndromes respiratórias ou, ainda, que tiverem contato próximo com pessoa que testou positivo não devem ir à escola. A medida correta a se tomar é não comparecer ao ambiente escolar, devendo procurar atendimento médico e comunicar a unidade de ensino.

    A resolução indica que as ferramentas de tecnologia desenvolvidas ao longo de 2020/2021 pela SEE/MG para o apoio pedagógico podem ser utilizadas sempre que necessário ao longo de todo processo de ensino e aprendizagem, principalmente nos casos de estudantes com afastamento por coronavírus ou outras doenças que precisam realizar atividades domiciliares.

    Também serão implementadas medidas voltadas para os professores da rede. No caso de professor em Licença para Tratamento de Saúde por covid-19 confirmada, que apresentar sintomas característicos de síndromes respiratórias ou porque teve contato próximo com pessoa que testou positivo para a doença, a escola deve definir e promover estratégias pedagógicas e administrativas para que nenhuma turma ou estudante tenha prejuízo no processo de ensino-aprendizagem. Caso seja necessário, poderá realizar excepcionalmente a atribuição de extensão de carga horária ou convocação temporária de professor para atendimento às turmas.

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    Protocolos

    A rede estadual de ensino seguirá todas as orientações da 7ª versão do Protocolo Sanitário de Retorno às Atividades Escolares Presenciais, da SES-MG. O documento relacionado ao ano letivo de 2022 foi aprovado pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes-Minas) e atualizado pela Secretaria de Estado de Saúde.

    Em relação à possibilidade de suspensão de aulas, nas turmas que forem constatados mais de 30% dos estudantes confirmados laboratorialmente para covid-19, os alunos pertencentes a turma ficarão afastados do ambiente escolar por cinco dias corridos contados do último resultado. A mesma regra se aplica aos professores exclusivos da turma afastada.

    As investigações de surtos caberão às secretarias municipais de Saúde, que contarão com o apoio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Minas). O novo protocolo também revogou o escalonamento na entrada e na saída dos alunos, mas mantém a recomendação de controle do fluxo para evitar aglomerações nos momentos de troca de turnos.

    Assim como nos demais documentos, a nova versão ressalta a importância de medidas sanitárias, como o uso universal e correto de máscaras, a lavagem frequente das mãos, entre outras. Clique aqui e confira a resolução completa.

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    Ano escolar

    Nesta terça-feira (1/2), todas as escolas estaduais iniciam o ano escolar, que é quando os profissionais começam o trabalho de planejamento, reuniões e formação continuada para que o ano letivo comece da melhor forma possível. Para auxiliar no trabalho de preparação, a SEE/MG encaminhou para as unidades de ensino documentos com uma série de orientações de fortalecimento das aprendizagens e integração da equipe escolar para a organização da Semana Pedagógica do Ano Letivo de 2022.

    Ao longo de toda semana, os educadores discutirão temas como Novo Ensino Médio, Currículo Referência de Minas Gerais, Planejamento Escolar, Intervenção Pedagógica, entre outros. Também haverá um reforço nas orientações referentes ao protocolo sanitário de retorno às aulas presenciais.

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • Três Pontas registra mais uma morte por covid-19 e chega a 173 óbitos; Seis em 2022

    Três Pontas registra mais uma morte por covid-19 e chega a 173 óbitos; Seis em 2022

    Nova vítima é um homem com idade entre 60 e 79 anos e que sofria de diabetes e obesidade.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (31) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos subiu para 173. Há quatorze pessoas internadas na Santa Casa com a doença e outras 3 hospitalizações com suspeita. Índice de recuperados é de mais 236!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’.

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, a primeira de 2022. No dia 25 de janeiro mais um óbito infelizmente foi registrado pela SMS. Dia 26 foram mais dois. No dia 28, mais um, chegando a quinta morte por covid-19 no ano. E hoje, dia 31, mais uma morte, a sexta somente em janeiro.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 9.447 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 8.266 já se recuperaram e, infelizmente, 173 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 1.008 pessoas estão com o vírus.

    Números de Hoje

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 35.117 (Não foi atualizado).

    Três pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Quatorze pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 994 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 655 dias. Isso dá uma média de 14,42 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 95 Homens

    _ 78 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 58

    _ 60 a 79 anos – 79

    _ 80 anos ou mais – 35

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 54

    _ Hipertensão – 42

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 65

    _ Doença Renal Crônica – 09

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 10

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 05

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 02

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 77

    _ 8 a 15 dias – 56

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

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  • EXCLUSIVO! DR. LUIZ ROBERTO FALA SOBRE A ÔMICRON, H3N2, DENGUE E A POLÊMICA SOBRE VACINAÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS PARA CRIANÇAS

    EXCLUSIVO! DR. LUIZ ROBERTO FALA SOBRE A ÔMICRON, H3N2, DENGUE E A POLÊMICA SOBRE VACINAÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS PARA CRIANÇAS

    Numa entrevista exclusiva e bastante esclarecedora ao Conexão Três Pontas, Dr. Luiz Roberto Dias aborda pontos cruciais sobre a Covid-19 e sua variante ômicron.

    O especialista, responsável pelo tratamento e cura de centenas de pacientes, também fala sobre o H3N2, a Dengue e os cuidados que se deve ter com cada uma delas.

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    Sintomas, tratamentos e dicas importantes são passadas nesta reportagem.

    O médico cardiologista também se posiciona sobre uma questão polêmica: vacinação contra covid para crianças. “Quem tem que decidir são os pais! Não temos muitas evidências ainda”, pontua.

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    Acompanhe, compartilhe e dissemine informação útil e de qualidade! Agora, aqui no Conexão Três Pontas!

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  • ENTREVISTA: Vereador Luciano Diniz solta o verbo em balanço do trabalho do Legislativo

    ENTREVISTA: Vereador Luciano Diniz solta o verbo em balanço do trabalho do Legislativo

    “Apenas criticar sem mostrar um caminho não serve de nada” disse, entre outras coisas, o Legislador.

    O advogado, ex-presidente da subseção local da OAB, diretor do Iprev, o instituto de previdência do município, Dr. Luciano Reis Diniz, vereador que vive sua primeira legislatura e que tem a política em seu DNA, afinal de contas é filho do ex-prefeito João Vicente Diniz, falou ao Conexão sobre o trabalho desenvolvido por ele e por seus pares na Câmara Municipal de Três Pontas até aqui e fez algumas revelações importantes. Acompanhe a entrevista:

    O TRABALHO NA CÂMARA

    “2021 foi, pelo menos para mim, um ano de muito aprendizado. A gente vai aprendendo como as coisas funcionam lá. A gente chega numa coisa nova e vai se adaptando. Em tudo existe regras e procedimentos, de como as coisas funcionam. Quando me candidatei a vereador eu sabia que eu não tinha condições de mudar o mundo, mas que eu tinha condições de mudar algumas coisas no meu universo. No ano passado dei muitas ideias e sugestões no sentido de buscar o bem para população e para nossa cidade. Mas o vereador não tem poder para tudo. Aquela ideia de que o vereador pode fazer milhões de projetos não é uma verdade. A gente tem que trabalhar para conscientizar o Executivo para que nos mande projetos para que possamos voltar. A maioria das ideias que a gente tem na verdade são de competência do Executivo. Existe uma questão legal chamada ‘erro de iniciativa’. Nem em tudo o vereador pode criar projeto, principalmente aqueles que geram despesas. A gente, enquanto vereador, apenas sugere. E quando eu faço algumas críticas são todas de forma construtiva. Sempre também tentando mostrar aonde está a solução, porque apenas criticar sem mostrar um caminho não serve de nada.”

    O ATUAL COLEGIADO NO LEGISLATIVO

    “Eu acredito que a Câmara Municipal esteja num caminho muito bom. Todos os vereadores, respeitando as suas particularidades, têm procurado desenvolver um trabalho importante. Vivendo o interior da Câmara Municipal eu pude perceber que as diferenças realmente existem e elas são fundamentais para a democracia e para o crescimento da nossa sociedade. Cada um tem a sua visão de vida e isso ajuda a formar uma ideia do bem comum.”

    Apesar da amizade, do vínculo, eu sempre pauto as minhas votações em cima da legalidade. Eu, como advogado, ficaria muito ruim voltar em alguma coisa que não estivesse 100% dentro da lei.

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    LIGAÇÃO COM O PREFEITO

    “Eu tenho uma boa relação com o prefeito Marcelo Chaves Garcia e com todos da Prefeitura Municipal. Sou amigo de todos e procuro ouvir bastante as questões levantadas pelos servidores, afinal de contas eles conhecem melhor do que ninguém toda aquela realidade e estrutura. Nada melhor do que você perguntar para o funcionário da prefeitura o que ele sugere, para que possamos trabalhar em cima disso. Apesar da amizade, do vínculo, eu sempre pauto as minhas votações em cima da legalidade. Eu, como advogado, ficaria muito ruim voltar em alguma coisa que não estivesse 100% dentro da lei.”

    PERSPECTIVAS PARA 2022

    “A medida em que cada um vai adquirindo mais experiência e conhecimento, vamos tentando melhorar a nossa atuação. Reforço que a atuação de um vereador é muito vinculada a atuação do Executivo. Se o prefeito estiver indo numa linha saudável, positiva, permitindo que o Legislativo aponte os caminhos, sem dúvidas que o trabalho cresce. É um trabalho conjunto, onde o Legislativo não vive sem o Executivo e vice-versa, mas sempre com independência.”

    O importante é deixar claro que quando o vereador vota diferente da maioria não quer dizer que ele tem menos importância, que não quer o bem da cidade ou que não está sendo respeitado. Câmara é plural, câmara é colegiado.

    A ATUAÇÃO POLÍTICA NA EMERGENCIAL QUESTÃO DA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

    “Falando inicialmente dos vereadores, eu acho que nós todos temos trabalhado com muito bom senso. O bom senso é a palavra de ordem da atual Câmara Municipal. Estamos sempre preocupados com aquelas pessoas que têm como primazia as questões da saúde e também nos mostramos bastante preocupados com aquelas pessoas que têm sido afetadas economicamente pela pandemia. A grande maioria precisa trabalhar para poder colocar o pão de cada dia em suas casas. Nós sempre buscamos o bom senso entre essas duas questões, é claro, sem esquecer que sem saúde não temos nada, sem saúde, por exemplo, não conseguimos trabalhar. Por outro lado, tenho certeza de que o trabalho acaba influenciando positivamente na saúde das pessoas, eu penso muito nisso. E vejo que essa também tem sido a preocupação do Executivo Municipal.”

    OPOSIÇÃO X SITUAÇÃO NA CÂMARA: RESPEITO OU “PÉ DE GUERRA”?

    “O que existe hoje são ideias diferentes, divergências de pensamento. Isso é natural, saudável e faz parte da boa democracia. Nem todo mundo é obrigado a concordar com o seu ponto de vista. O importante é sempre respeitar o ponto de vista do outro embora, claro, que na Câmara sempre passa aquilo que é a vontade da maioria. O importante é deixar claro que quando o vereador vota diferente da maioria não quer dizer que ele tem menos importância, que não quer o bem da cidade ou que não está sendo respeitado. Câmara é plural, câmara é colegiado.”

    Vereadores em reunião com o prefeito Marcelo Chaves, durante devolução de recursos do legislativo aos cofres públicos do Município.

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    NOTA PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE 0 A 10

    “Claro que eu darei nota 10 para o trabalho desenvolvido para Câmara Municipal até aqui. Mas apesar da nota máxima, por conta de todo o empenho que tenho observado, é claro que não podemos nos colocar numa zona de conforto e sempre há espaço para melhorar, para crescer.”

    Eu acho que a gente nunca pode esquecer das nossas origens que é agricultura, que sempre foi e ainda é o pilar da economia em Três Pontas. O agronegócio vem se informatizando, vem se modernizando e hoje em dia as fazendas são verdadeiras empresas.

    Homenagem à Cocatrel, símbolo do agronegócio, através do Vereador Luciano Diniz.

    HARMONIA ENTRE OS PODERES

    “Insisto que há um respeito muito grande entre os poderes. Mas é claro que nem sempre a Prefeitura vai concordar com alguma coisa em específico da Câmara Municipal e o Legislativo, por vez, também pode concordar ou discordar de alguma decisão ou trabalho vindo da Prefeitura Municipal. O que sempre precisa haver é o respeito pelos poderes e também pelas pessoas.”

    INDUSTRIALIZAÇÃO

    “Apesar de, graças a Deus, em Três Pontas vermos muitas empresas prosperando, é claro que não podemos esquecer que vivemos em 2021 novamente um ano atípico. Eu acho que a gente nunca pode esquecer das nossas origens que é agricultura, que sempre foi e ainda é o pilar da economia em Três Pontas. O agronegócio vem se informatizando, vem se modernizando e hoje em dia as fazendas são verdadeiras empresas. A crise que estamos vivendo é Mundial e é preciso destacar que, apesar de todas as dificuldades, felizmente a indústria em Três Pontas vem se desenvolvendo. Eu acho que o saldo é relativamente positivo sim, apesar das dificuldades, muitas pessoas conseguem ter emprego, consegue trabalhar, consegue produzir e a cidade vem crescendo, com uma infraestrutura cada vez melhor. E a Câmara Municipal têm um papel fundamental nisso. Por exemplo, na área da saúde, votamos vários projetos destinando mais recursos para a Saúde. E todo o cuidado que estamos tendo com a saúde acaba favorecendo diretamente a questão econômica, as empresas, as indústrias e a geração de emprego e renda.”

    Quais as cidades que têm esse tanto de investimentos e de emendas chegando? É difícil encontrar alguma cidade que tenha esta situação positiva como tem Três Pontas.

    A ‘SORTE’ DE TRÊS PONTAS TER DOIS DEPUTADOS

    “Isso é importante, faz toda diferença e a melhor prova disso é constatar por toda a cidade os investimentos que aqui chegam através dos deputados Mário Henrique Caixa e Diego Andrade. Penso ser fundamental que um município tenha seus representantes em esferas maiores, mas não podem ser muitos, afinal de contas a contrapartida por parte da população é necessária, através do voto para que esses legítimos representantes, como nos casos que acima citei dos dois majoritários, sejam bem votados nas urnas para que sejam legitimados a continuar representando sua gente e sua cidade.

    Dr. Luciano e o Deputado Estadual Caixa.

    Mário Henrique Caixa é trespontano de nascimento e o Diego Andrade, apesar de não ter nascido aqui, é cidadão honorário e realmente abraçou Três Pontas como sendo sua cidade. Quais as cidades que têm esse tanto de investimentos e de emendas chegando? É difícil encontrar alguma cidade que tenha esta situação positiva como tem Três Pontas. Resumindo, na política, é preciso que se tenha compromisso.

    Dr. Luciano Diniz, o Deputado Federal Diego Andrade e a dentista Liliane Reis Diniz.

    É uma relação entre os votos nas urnas e o trabalho desenvolvido pelos representantes. Três Pontas já tem um grande vínculo com esses dois deputados, mas não fecha, em hipótese alguma, as portas para outros políticos. Eles eles possam continuar nos representando e trazendo benefícios para nossa gente e nossa cidade. Aproveito para desejar um excelente 2022 para todos os trespontanos, todos que vivem e abraçam a nossa cidade!”

     

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    Roger Campos

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  • Três Pontas registra mais uma morte por covid-19 e chega a 172 óbitos; Cinco em 2022

    Três Pontas registra mais uma morte por covid-19 e chega a 172 óbitos; Cinco em 2022

    Vítima é uma mulher com idade entre 20 e 59 anos e que tinha doença cardiovascular crônica, obesidade e lupus.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (28) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos subiu para 172. Há onze pessoas internadas na Santa Casa com a doença e outras 7 hospitalizações com suspeita. Índice de recuperados não obteve atualização!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’.

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, a primeira de 2022. No dia 25 de janeiro mais um óbito infelizmente foi registrado pela SMS. Dia 26 foram mais dois e hoje, dia 28, mais um, chegando a quinta morte por covid-19 em 2022.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 9.266 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 8.030 já se recuperaram e, infelizmente, 172 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 1.064 pessoas estão com o vírus.

    Números de Hoje

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 35.117.

    Sete pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Onze pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 1.053 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 652 dias. Isso dá uma média de 14,21 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Epidemiológico de hoje, 28 de janeiro, a 172ª vítima fatal da covid-19 em Três Pontas é uma mulher, com idade entre 20 e 59 anos, portadora de doença cardiovascular crônica, obesidade e lupus.

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 94 Homens

    _ 78 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 58

    _ 60 a 79 anos – 78

    _ 80 anos ou mais – 35

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 53

    _ Hipertensão – 42

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 65

    _ Doença Renal Crônica – 09

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 09

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 05

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 02

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 76

    _ 8 a 15 dias – 53

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Balanço foi feito pela Emater-MG

    As chuvas que caíram em Minas Gerais nas últimas semanas deixaram prejuízo nas plantações. Segundo balanço da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), 119 mil hectares de lavouras foram perdidos. A maior parte do prejuízo foi na produção de grãos (74,5 mil hectares) e hortaliças (3,4 mil hectares).

    Milho, feijão e hortaliças foram as culturas mais afetadas pelo excesso de chuvas no estado. Cerca de 37,5 mil hectares de plantação de milho foram perdidos, o equivalente a 4% de toda a área cultivada no estado, estimada em 851,5 mil hectares. A cultura do feijão sofreu uma perda de 20,5 mil hectares. A área equivale a 15% do total plantado em Minas Gerais, de 133,2 mil hectares.

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    As maiores perdas ocorreram na região central e no norte do estado. E foi isso que reduziu o prejuízo no setor, visto que as principais regiões produtoras de milho e feijão, como o Noroeste, Triângulo Mineiro e Sul de Minas não sofreram tanto com as chuvas.

    As plantações de hortaliças também foram afetadas. A chuva causou prejuízos principalmente na produção da região metropolitana de Belo Horizonte, além das regiões Norte, Central e Leste de Minas. As culturas com a maior área perdida foram a de alface (416 hectares), tomate (365 hectares) e quiabo (236 hectares).

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    A redução da oferta de hortaliças, típica nos períodos chuvosos, provocou aumento de preços. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, houve no atacado um aumento nos preços das hortaliças de 21,2% e frutas de 4,4%, na comparação com o mesmo período de 2021.

    “O importante para o consumidor agora, é não cair na especulação e pesquisar os preços no mercado varejista, aproveitando as promoções e valores mais competitivos. Além disso, existem alterações de preços que são comuns nesta época, por casa da sazonalidade de alguns produtos”, orientou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Três Pontas registra mais duas mortes por covid-19 e chega a 171 óbitos; Quatro em 2022

    Três Pontas registra mais duas mortes por covid-19 e chega a 171 óbitos; Quatro em 2022

    Vítimas são duas mulheres, uma com idade entre 20 e 59 anos e a outra acima dos 80 anos. Ambas com comorbidades: doença cardiovascular crônica e pneumopatia crônica.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (26) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos subiu para 171, com mais duas mortes. Há nove pessoas internadas na Santa Casa com a doença e outras 5 hospitalizações com suspeita. Recuperados disparou!  

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’.

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021 havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, a primeira de 2022. Ontem, 25 de janeiro, mais um óbito infelizmente foi registrado pela SMS. Hoje, 26 de janeiro, mais duas vidas foram perdidas.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 8.910 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 8.030 já se recuperaram e, infelizmente, 171 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 709 pessoas estão com o vírus.

    Números de Hoje

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 34.518 (não foi atualizado).

    Cinco pessoas estão internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nove pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 700 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 650 dias. Isso dá uma média de 13,70 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 94 Homens

    _ 77 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 57

    _ 60 a 79 anos – 78

    _ 80 anos ou mais – 35

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 53

    _ Hipertensão – 42

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 64

    _ Doença Renal Crônica – 09

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 05

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 77

    _ 8 a 15 dias – 54

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 15

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

     

     

     

     

     

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