Categoria: Arte

  • A arte de Três Pontas que embelezou Belo Horizonte: Kaká Chazz transforma empena de 1.600 m² em uma monumental homenagem a Milton Nascimento

    A arte de Três Pontas que embelezou Belo Horizonte: Kaká Chazz transforma empena de 1.600 m² em uma monumental homenagem a Milton Nascimento

     

    O que nasceu em Três Pontas agora ganhou uma dimensão gigantesca no coração de Belo Horizonte.

    O artista trespontano Kaká Chazz acaba de concluir um dos maiores murais de arte urbana da capital mineira: uma homenagem monumental a Milton Nascimento, ocupando aproximadamente 1.600 metros quadrados da empena de um edifício na Avenida Álvares Cabral, no Centro de Belo Horizonte, próximo à Rua Timbiras. A obra foi iniciada em 8 de setembro e concluída em 25 de setembro de 2026.

    O endereço divulgado pela maioria das reportagens é Avenida Álvares Cabral, 347. Uma reportagem do Estado de Minas chegou a informar o número 374, mas as demais fontes consultadas — incluindo Hoje em Dia, Rádio Itatiaia, BHAZ e N3 News — apontam o nº 347. Por isso, esta reportagem adota o endereço majoritariamente confirmado.

    UMA OBRA QUE É MUITO MAIS DO QUE UM RETRATO

    Kaká Chazz não quis simplesmente pintar o rosto de Milton em uma parede gigantesca.

    O projeto foi concebido como uma travessia pela vida e pela obra de Bituca, colocando em diálogo diferentes momentos da trajetória do cantor e compositor.

    Na parte superior aparece Milton em uma fase mais madura, associado ao figurino utilizado em sua turnê de despedida dos palcos, “A Última Sessão de Música”, de 2022. Em outra parte da composição surge o Milton jovem, o artista que começava a construir uma das trajetórias mais importantes da música brasileira.

    E existe uma escolha particularmente simbólica para Três Pontas: o tradicional chapéu do jovem Milton incorpora a representação da Serra de Três Pontas, imagem desenhada pelo próprio Bituca e utilizada na capa do álbum Geraes, que completa 50 anos em 2026.

    MINAS GERAIS ESTÁ NAS CORES DO MURAL

    A identidade visual da obra também foi pensada para contar uma história.

    A paleta utiliza tons inspirados no pôr do sol mineiro. Os arabescos dourados fazem referência ao ouro e à tradição do barroco mineiro, especialmente à estética associada às obras de Aleijadinho.

    Também aparecem sementes, elemento recorrente no trabalho de Kaká Chazz. Segundo o artista, elas fazem referência ao nome “Semente da Terra”, atribuído a Milton pelo povo indígena Guarani-Kaiowá.

    Há ainda palavras e referências relacionadas a Minas, à música de Milton e à sua trajetória. A própria Três Pontas está incorporada à narrativa visual.

    Não por acaso.

    E A HISTÓRIA COMEÇA JUSTAMENTE EM TRÊS PONTAS

    Existe uma coincidência bonita demais para ser ignorada.

    Kaká Chazz nasceu em Três Pontas.

    E foi em Três Pontas que Milton Nascimento cresceu e construiu parte fundamental de sua identidade. Nascido no Rio de Janeiro, Milton chegou ainda criança à cidade do Sul de Minas e ali viveu parte decisiva de sua formação.

    Kaká cresceu ouvindo Milton.

    As músicas de Bituca faziam parte das celebrações escolares e das formaturas. Mais tarde, já adulto, o artista passou a mergulhar ainda mais profundamente na obra do compositor e a perceber como muitos dos elementos presentes em sua própria linguagem artística também estavam na música de Milton: Minas, o interior, a cultura popular, a fé, o sertão, as pessoas e as histórias muitas vezes invisibilizadas.

    Para Kaká, pintar Milton não era apenas retratar um ídolo.

    Era enfrentar a responsabilidade de representar alguém que, de certa forma, também fazia parte da paisagem afetiva de sua própria infância.

    “Pintar o Milton não é simplesmente pintar um grande artista que admiro”, afirmou Kaká, ressaltando a trajetória de lutas do cantor e sua dedicação à arte e ao povo.

    Em outra declaração, o artista resumiu a importância que a obra de Bituca adquiriu em sua formação: “Para mim, a obra dele é como uma faculdade.”

    UM PROJETO QUE NASCEU HÁ CERCA DE QUATRO ANOS

    A monumental homenagem não surgiu de uma ideia de última hora.

    Segundo Kaká Chazz, o projeto começou a ser pensado há aproximadamente quatro anos, a partir de sua admiração pela trajetória de Milton.

    O artista apresentou a proposta a Roger Dee, produtor e articulador ligado à cultura hip hop. Foi Dee quem ajudou a viabilizar o acesso ao prédio e levou o projeto à equipe da Fábrica de Graffiti. A partir daí, a homenagem passou a integrar a 20ª edição do projeto.

    A intervenção foi realizada com patrocínio da Fundação ArcelorMittal, dentro de uma iniciativa que utiliza a arte urbana para transformar grandes superfícies e aproximar a população da cultura.

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    POR QUE AQUELE PRÉDIO?

    A escolha da empena tem uma razão prática e artística.

    Uma lateral de aproximadamente 1.600 m², localizada em uma região central e de grande circulação, permite que a obra seja vista de diferentes pontos da cidade.

    A proposta da Fábrica de Graffiti é justamente transformar espaços urbanos de grande escala em áreas de fruição artística.

    O projeto atua desde 2019 e, segundo informações divulgadas pela iniciativa, já ultrapassou 50 quilômetros de superfícies grafitadas, contratou cerca de 300 artistas e contribuiu para a formação de aproximadamente 800 novos artistas.

    Em Belo Horizonte, a 20ª edição encontrou em Milton Nascimento um personagem que reúne arte, Minas Gerais, música popular brasileira e identidade cultural.

    A FAMÍLIA DE MILTON APROVOU A HOMENAGEM

    E existe um detalhe especialmente importante nessa história: a família de Milton Nascimento acompanhou e aprovou o projeto.

    O filho do cantor, Augusto Nascimento, esteve no local durante a execução e falou publicamente sobre a emoção de ver o rosto do pai ocupando uma enorme parede no centro de Belo Horizonte.

    Augusto também destacou a relação entre Kaká, Milton e Três Pontas, lembrando que o artista trespontano já havia feito uma homenagem ao cantor na cidade do Sul de Minas.

    E essa primeira homenagem tem um significado especial.

    ANTES DE BH, VEIO TRÊS PONTAS

    Em 2025, Kaká Chazz realizou em Três Pontas um mural de aproximadamente 72 m² dedicado a Milton Nascimento.

    A obra colocou lado a lado diferentes momentos da vida do cantor e chegou ao conhecimento do próprio Bituca por intermédio de seu filho.

    A reação de Milton foi registrada publicamente.

    Ao compartilhar imagens da homenagem, escreveu:

    “Que alegria! Receber uma homenagem dessas me enche o coração. Só tenho a agradecer por tanto carinho.”

    Segundo Augusto Nascimento, o pai aprovou e adorou a homenagem feita em Três Pontas.

    E foi justamente essa relação anterior que ajudou a criar uma conexão ainda maior entre o artista trespontano e a família de Milton.

    “BH, QUE JÁ ERA LINDA, AGORA FICOU MARAVILHOSA”

    Ao acompanhar a nova obra, Augusto Nascimento não escondeu a emoção.

    Em declaração divulgada pelo Hoje em Dia, ele chamou Kaká de “um artista genial de Três Pontas” e destacou que foi justamente na cidade do Sul de Minas que seu pai cresceu e se tornou profundamente ligado à identidade mineira.

    Em outra declaração, Augusto afirmou que ver o rosto do pai tomando as ruas de Belo Horizonte provoca uma emoção particular e destacou a importância de Milton, Lô Borges e do Clube da Esquina para a identidade cultural de Minas Gerais.

    A família também já possui uma relação próxima com a arte urbana: os cenários das duas últimas turnês de Milton foram produzidos pelos OSGEMEOS.

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    KAKÁ CHAZZ: O ARTISTA QUE LEVOU TRÊS PONTAS PARA O MURO DE BH

    Mais do que descobrir quem pintou o mural, é importante entender quem é o artista por trás dele.

    Kaká Chazz é muralista e grafiteiro mineiro, natural de Três Pontas. Sua produção está fortemente ligada à cultura mineira, à arte urbana e às referências do território onde cresceu.

    Sua trajetória dialoga com elementos como cultura popular, paisagem, memória e identidade.

    E talvez seja exatamente isso que torne essa homenagem tão simbólica.

    Kaká não veio de um grande centro para pintar Milton.

    Ele veio de Três Pontas.

    A mesma cidade que ajudou a formar Milton Nascimento.

    Agora, um artista que nasceu nessa mesma cidade leva a imagem de Bituca para uma empena de 1.600 metros quadrados no coração da capital mineira.

    É uma espécie de encontro entre duas gerações de artistas atravessadas pelo mesmo território.

    DE TRÊS PONTAS PARA O MUNDO

    Há uma dimensão que ultrapassa o tamanho da parede.

    Milton Nascimento passou boa parte da vida mostrando ao Brasil e ao mundo que o interior também poderia produzir arte universal.

    Agora, um artista nascido na mesma cidade transforma essa história em imagem.

    De um lado, Milton levou Três Pontas para o mundo através da música.

    Do outro, Kaká Chazz leva Três Pontas para Belo Horizonte através da arte urbana.

    E talvez seja essa a imagem mais bonita dessa história:

    um trespontano pintando outro grande símbolo de Três Pontas para que uma capital inteira possa olhar para cima e lembrar de onde veio parte da alma mineira.

    FICHA DA OBRA

    Homenageado: Milton Nascimento
    Artista: Kaká Chazz
    Dimensão: aproximadamente 1.600 m²
    Local: Avenida Álvares Cabral, 347 — Centro de Belo Horizonte, próximo à Rua Timbiras
    Execução: 8 a 25 de setembro de 2026
    Projeto: 20ª edição da Fábrica de Graffiti
    Direção artística: Roger Dee
    Artistas assistentes: Bark e Asher
    Patrocínio: Fundação ArcelorMittal
    Idealização/produção executiva: Fábrica de Graffiti / Paula Mesquita Lage

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  • UMMAGUMMA CLASSIC ROCK FESTIVAL CONFIRMA QUALIDADE MUSICAL E SUPER ESTRUTURA

    UMMAGUMMA CLASSIC ROCK FESTIVAL CONFIRMA QUALIDADE MUSICAL E SUPER ESTRUTURA

    EVENTO DE 2025 FOI NOVAMENTE UM GRANDE SUCESSO

    Com apoio da Codemge e do Governo de Minas Gerais, a edição do Ummagumma Classic Rock Festival foi novamente um grande sucesso!

    O evento, como acontece tradicionalmente, aconteceu no espaço Verdes Eventos em Três Pontas e foi acompanhado de perto por cerca de 3.000 pessoas, segundo estimativas da organização.

    Aliás, o Conexão Três Pontas esteve presente mais uma vez, como parceiro, e conversou com diversas pessoas, turistas, vindos de outros lugares, que foram unânimes em elogiar e ressaltar a qualidade do som, a impecável estrutura e as apresentações marcantes de diversos artistas e bandas covers.

    Na sexta-feira, dia 5 de dezembro, Bruno Morais, um dos idealizadores e organizadores do evento, ao lado da mãe Isabel Morais (Ber) e outros familiares, abriu os trabalhos com uma apresentação solo com repertório variado destacando o bom e velho rock clássico.

    Na sequência aconteceu uma super apresentação da banda Fever, fazendo um tributo ao Aerosmith.

    Flores Astrais, chocou a todos com uma performance perfeita, incrivelmente idêntica aos Secos e Molhados, especialmente na figura de seu frontman, o cantor Ney Matogrosso. Realmente foi espetacular!

    Ummagumma The Brazilian Pink Floyd veio na sequência com mais uma apresentação memorável homenageando uma das maiores bandas inglesas de todos os tempos.

    O Oasis, que se reuniu novamente, também foi homenageado através da banda Supersonic, entoando os grandes hits dos irmãos Gallagher.

    A noite foi fechada com o Bloody Sabbath, fazendo um tributo ao Black Sabbath e também ao seu eterno vocalista Ozzy Osbourne.

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    Já no sábado a sequência de shows foi iniciada com Marginália e um repertório de brasilidades.

    Space Queen chegou recordando os grandes sucessos do Queen, uma das maiores bandas de todos os tempos, liderada pelo vocalista Freddie Mercury.

    Eis que surge Rony Almeida para apresentar um cover do maluco beleza Raul Seixas. E não foi qualquer cover! Foi o melhor Raul Seixas que se podia ver. Na nossa opinião, mais afinado até que o próprio Raul Seixas. Foi genial! Muitos dos grandes sucessos foram cantados por todos que estavam presentes, numa união de vozes das mais diversas gerações.

    O Ummagumma Brazilian Pink Floyd voltou ao palco repetindo o grande show do dia anterior. Destaque para o coral feminino que arrasou num casamento perfeito com a voz potente e incomparável de Bruno Morais. Nos instrumentais, o adjetivo mais repetido por muitos presentes foi ‘perfeição’, ao comparar a apresentação cover com o Pink Floyd original. Não à toa, o grupo trespontano é sucesso e lota todos os shows por todos os cantos do Brasil.

    Hey Jude subiu ao palco trazendo um cover muito fiel aos quatro cavaleiros de Liverpool. Sim! The Beatles foram homenageados numa performance contagiante de Ringo Starr, George Harrison, Paul McCartney e John Lennon, em suas versões cover. Grandes sucessos foram cantados por todos, daquela que é considerada a maior banda de rock de todos os tempos.

    Por fim, Bad Apples, a banda que faz um tributo ao Guns n’ Roses incendiou o palco e colocou todo mundo para dançar. Grandes hits da banda considerada a mais perigosa de todos os tempos, foram entoados. Uma seleção de sucessos que uniu gerações e que prova que, mesmo envelhecido, o Guns n’ Roses continua sendo sucesso absoluto!

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    Já estava quase amanhecendo quando a programação musical foi encerrada.

    Que baita sucesso!

    Segurança redobrada, banheiros limpos, vastas opções de comes e bebes, qualidade de som indiscutível, um palco maravilhoso com um telão que reforçou a potência e a solidez desse evento.

    O Ummagumma Classic Rock Festival é simplesmente um dos maiores festivais de rock do Brasil na atualidade. É feito por gente de Três Pontas, em Três Pontas, para os trespontanos e para os turistas que já colocaram definitivamente na agenda esse grande evento.

    Ano que vem tem mais!

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  • Porca resgatada do abate pinta quadros que valem R$150 mil

    Porca resgatada do abate pinta quadros que valem R$150 mil

    Suas telas não são nenhuma “porcaria”!

    A porca Pigcasso (Pig =porco + Picasso = o pintor espanhol) é uma sensação nas artes. Resgatada do abate quando nasceu, ela virou artista e passou a pintar quadros valiosos.

    Recentemente, ela quebrou um recorde, após ter sua obra “Wild and Free” (“Livre e selvagem”, em português) vendida por 20 mil euros, aproximadamente R$ 150 mil. Ela é considerada uma das obras de arte mais caras já produzida por um animal.

    Até então, conforme o jornal Daily Mail, o chimpanzé Congo ocupava a primeira posição de criador da obra de arte mais cara, com a venda de um quadro por cerca de R$ 90 mil, em 2005.

    Pigcasso tem 680kg vive em um santuário, na África do Sul. A arrecadação com vendas das obras no site ou em exposições financia um refúgio de animais. Também ajuda nas campanhas para conscientizar a população sobre o impacto ambiental da produção de carne.

    Com 608 kg e nome de artista, Pigacasso faz tanto sucesso que até a National Geographic fez um documentário sobre ele em seu ‘ambiente de trabalho’, mostrando que os animais podem ser criativos e produzir arte.

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    Como virou “pintora”

    Pigcasso foi resgatada de um matadouro na Cidade do Cabo, quando tinha apenas um mês de vida, por Joanne Lefson, ativista e fundadora do refúgio Farm Sanctuary, na Cidade do Cabo.

    A dona diz que o animal começou a brincar e a se interessar por lápis e pincéis. “Era a única coisa que ela não comia”, conta.

    Joanne então começou a treinar Pigcasso dando-lhe comida em troca de pinturas que fazia com o focinho ou segurando o pincel com os dentes.

    Sua tutora, Joane Lefson, logo percebeu os dons artísticos do animalzinho, que segundo ela, começou a pintar por vontade própria.

    Incentivada pela dona, a porquinha, hoje com cinco anos, já produziu mais de 400 obras de arte originais em 5 anos.

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    Quadros caros

    A “porquinha”, como é carinhosamente chamada, tem sua própria galeria de arte e ficou famosa nas redes sociais.

    Para se ter uma ideia do valor das obras, em 2020, um quadro do animalzinho foi comprado pelo alemão Peter Esser por cerca de R$150 mil reais, superando os R$90 mil pagos na tela pintada pelo macaco Congo, em 2005.

    Joane conta que todo o dinheiro ganho com a venda das obras da porquinha são revertidos na manutenção e reforma da fazenda que abriga diversos animais resgatados de abatedouros sul-africanos.

    Os interessados em ver as obras da porquinha podem acessar sua página, que possui mais de 42 mil seguidores no Instagram.

    Fonte SNB

     

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  • A Paixão de Cristo 2’ vem em 2020 e promete ser o maior filme da história

    A Paixão de Cristo 2’ vem em 2020 e promete ser o maior filme da história

    O filme A Paixão de Cristo, de 2004, foi dirigido pelo ator Mel Gibson e tornou-se a maior bilheteria para um filme adulto nos Estados Unidos, até os dias de hoje.

    A produção conta a história dos últimos 12 dias de Jesus Cristo aqui na Terra, desde o período no Getsêmani até sua crucificação no Gólgota.

    A novidade é que ele ganhará uma segunda parte, que contará o restante da história narrada na Bíblia, com foco na Ressurreição de Jesus e os 40 dias depois de Sua Ascensão.

    Jim Caviezel, que protagonizou o primeiro filme, já confirmou seu retorno às telonas para interpretar o Filho de Deus, e mostrou confiança na produção: “Há coisas, as quais não posso dizer, que vão chocar o público”, afirma.

    Já começam a surgir notícias de que a “A Paixão de Cristo: A Ressurreição” chegará aos cinemas até no máximo na Semana Santa. Vamos aguardar!

    A Paixão de Cristo 2 virá com a expectativa de que seja o maior filme de todos os tempos, com efeitos especiais e realismo de tirar o fôlego, assim como aconteceu no primeiro longa.

    Mel Gibson, que também será diretor dessa segunda parte, já havia sinalizado a intenção de dar continuidade à história.

    “Estamos tentando fazer [o filme] de uma maneira atraente e esclarecedora, para que ele tenha uma nova luz, se possível, sem criar algo estranho”, disse em entrevista reproduzida pelo God TV.

    Com orçamento de US$ 30 milhões, “A Paixão de Cristo” foi um fenômeno de bilheteria em 2004, arrecadando US$ 611 milhões no mundo todo.

    Fonte: Portal do Trono

     

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  • TALENTO E FÉ: ARTISTA TRESPONTANA RESTAURA IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA.

    TALENTO E FÉ: ARTISTA TRESPONTANA RESTAURA IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA.

    Devotos pararam para tirar fotos durante a recuperação da imagem que fica no jardim lateral da Igreja da Aparecida.

    A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no ano de 1717 por pescadores do Rio Paraíba do Sul e se encontra da Basília de Aparecida, em Aparecida do Norte, SP. A veneração à Nossa Senhora Aparecida é algo extremamente forte dentro da Igreja Católica no Brasil. O ato de venerá-la, através de suas imagens de gesso ou madeira, folhetos, quadros, etc. significa que, para os cristãos católicos se realiza um “culto de hiperdulia” e nada tem a ver com adoração. Aqui em Três Pontas uma grande imagem de Nossa Senhora Aparecida foi construída no jardim lateral da igreja que leva seu nome. A artista trespontana Bia Silva, com muito talento, amor e cuidado, restaurou minuciosamente este grande símbolo de fé e o resultado não poderia ter ficado melhor, segundo os próprios devotos.

    Com a pintura completamente desgastada pelo sol e a chuva, Bia Silva trabalhou durante dias para devolver a cor e o brilho à imagem de Nossa Senhora Aparecida que mede quase dois metros de altura.

    Beatriz Silva, mais conhecida como Bia. Artesã e restauradora há mais de 10 anos. Executa trabalhos belíssimos. É membro da associação de artesãos ARPLAST, sediada em Três Pontas.

    Padre Roberto Donizete, devoto fervoroso de Nossa Senhora, acompanhou os trabalhos e fez questão de parabenizar a artista Bia Silva.

    “Fiquei muito honrada por ter tido a oportunidade e a autorização de Padre André de poder fazer este trabalho voluntário. Fico muito lisonjeada em poder restaurar esse símbolo tão belo da fé católica, para a igreja e para a comunidade, que assim como eu respeita a imagem de Nossa Senhora Aparecida, nossa Padroeira. Quero agradecer o Padre André pela oportunidade e a todos que no decorrer deste dias passaram por mim parabenizando pelo meu trabalho. Obrigada a todos”, disse a artista trespontana.

    Confira algumas fotos do trabalho de restauração da imagem de Nossa Senhora Aparecida:

     

     

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  • TODOS SOMOS DAQUI: Trespontano celebra sucesso de seu Escritório de Design e relembra vídeo sobre TP

    TODOS SOMOS DAQUI: Trespontano celebra sucesso de seu Escritório de Design e relembra vídeo sobre TP

    O trespontano Milton Lima, designer, após anos morando fora de Três Pontas e trabalhando em grandes agências e produtoras de BH e São Paulo, optou por voltar a viver na sua cidade natal. Com uma equipe bastante competente, celebra hoje o sucesso da Yehh Design e relembra a criação de um vídeo intitulado “Todos Somos Daqui”, que retrata com rara beleza a cidade de Três Pontas e que tem repercutido positivamente na internet.

    “Desde que voltei, meu escritório foi passando por algumas mudanças e se ajustando até chegar no formato de hoje, da Yehh Design, que é um escritório de Design onde são desenvolvidos trabalhos como Branding (conceito, criação e gestão de posicionamento de marcas), projetos gráficos e web, produção de filmes nas mais diversas áreas, atendimento e consultoria em novos projetos e campanhas empresariais.

    Dentre os trabalhos mais recentes, sou responsável pela direção de arte e diagramação da revista da Cocatrel, produção do filme sobre a Beatificação do Padre Victor e Criação da Identidade Visual para um evento da Empresa Kimberly Clark, multinacional que tem entre seus produtos a linha Huggies Turma da Mônica e o papel higiênico Neve.

    Já criei e produzi peças e vídeos para artistas e empresas nacionais como: Ihara, Banco do Brasil Seguridade, Banco BDMG, Milton Nascimento, César Menotti e Fabiano, MTV, Multishow”, pontuou o designer trespontano.

    Procurando sempre trabalhar com a inovação instalaram um mega telão na Rua Frei Caneca. E, mais uma vez, a repercussão tem sido satisfatória. “O Telão na Frei Caneca veio para somar e diversificar as mídias, meios de comunicação e informação em Três Pontas, pois é bom para a cidade que tenha várias maneiras de se comunicar.

    Para este ano esperamos que as empresas entendam que em tempos de crise, o ideal não é que se recue, mas sim que saia na frente. Por isso a necessidade de estar sempre presente na mídia e automaticamente no inconsciente do público consumidor”, explicou.

    Sobre o vídeo que retrata Três Pontas, que é uma criação de Milton Lima e que está circulando na net, inclusive assinado por outra pessoa que desrespeita a lei de direitos autorais, o profissional comentou:

    “Esse vídeo foi produzido por mim em 2012 com o intuito de homenagear algumas pessoas que não necessariamente nasceram aqui, mas que fizeram e fazem até hoje a história de Três Pontas. O filme cita especialmente as nossas 2 maiores personalidades: Padre Victor e Milton Nascimento.

    Esta semana me deparei com a retomada desse vídeo nas redes sociais e a grande surpresa de que estava assinado por outra pessoa. Entraram em meu canal do Youtube, baixaram um vídeo de minha autoria, incluíram uma assinatura e espalharam pelo Facebook e WhatsApp.

    As medidas cabíveis quanto aos direitos autorais já estão sendo tomadas.

    Quero aproveitar e deixar aqui aberto o convite a todos que tenham interesse, para que conheçam a Yehh Design e nossos trabalhos desenvolvidos, e descubram até onde seu negócio pode chegar através da soma de inovação, ousadia e criatividade”, concluiu.

    Veja o vídeo:

  • PADRE VICTOR: Pintura no espaço dedicado ao novo Beato encantará católicos

    PADRE VICTOR: Pintura no espaço dedicado ao novo Beato encantará católicos

    Nas preparações para a festa de beatificação e Padre Victor, Padre Lázaro foi escolhido para traduzir, através da linguagem da pintura, a exuberância de uma vida de santidade. Com a ajuda Bento Alves, Frei Lázaro é o responsável pelo painel que agora embeleza a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Padre Lázaro Aparecido Diogo, nascido em Andradas, pertencente a Diocese de Santo Amaro/SP, cujo Bispo é Dom Fernando Figueiredo. Dom Lázaro participou de um curso de Belas Artes e exerce na igreja essa atividade específica de artes sacras.

    Foi feito um convite ao Padre Lázaro, através do Padre Guilherme, que levou os prospectos e as ideais para que, a partir daqueles temas, conjuntamente com sua equipe, Padre Lázaro traduzisse isso numa linguagem visual que formasse o painel como se fosse a Glória de Padre Victor.

    Padre Lázaro então, veio a Três Pontas, conheceu sua biografia e gostou muito. E a partir daquele momento começou a pintar o quadro que será reproduzido numa das paredes do espaço dedicado ao agora Beato Padre Victor.

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    A pintura na Igreja contará ainda com dois símbolos importantes para os trespontanos: a serra de Três Pontas e a Igreja Matriz antiga.

    Arte sacra é um pequeno capítulo da arte religiosa, que é um pequeno capítulo da história da arte. A arte sacra é diretamente ligada ao culto, é teológica, litúrgica e simbólica.

  • TALENTO DA TERRA: Arplast celebra 14 anos incentivando os artesãos trespontanos

    TALENTO DA TERRA: Arplast celebra 14 anos incentivando os artesãos trespontanos

    A ARPLAST é uma Associação de Artesãos e Artistas Plásticos de Três Pontas, que foi criada em maio de 2001 com o firme propósito de contribuir de forma positiva para o fomento das artes e do artesanato trespontano. Com o espírito de associativismo, vem buscando ao longo do tempo promover a valorização do artesão, elevar sua autoestima e melhorar a geração de renda de seus participantes. Cientes da importância da arte e do artesanato para o desenvolvimento cultural e turístico, de Três Pontas, visa atuar com valores sociais e ambientais, incentivando a criação de produtos que possam tornar-se uma referência de nossos símbolos maiores como a fé, a música, o café, o patrimônio arquitetônico, entre outros. Dentro da ótica ambiental a ARPLAST tem consciência ampla do papel do artista e do artesão, acerca de sua importância na reciclagem de materiais descartáveis.

    Com o slogam “desenvolva uma atividade, faça arte você também” a ARPLAST propõe aos seus clientes um mundo de possibilidades, dentro de um conceito onde através da arte o indivíduo pode criar algo diferente, na trama de um crochê, na costura de um fuxico, na pintura de um pano de prato, na confecção de uma galinha de cabaça, na elaboração de uma telha com lata ou uma simples garrafa decorada, em um altar do Padre Victor feito de caixa de fósforo, casca de coco, palitos de sorvete, desde uma simples caixinha de MDF até a criação de pintura em tela com técnicas elaboradas pode-se criar algo diferente e construtivo.

    Um dos grandes desafios hoje dos artistas e artesãos da ARPLAST é a implementação dos cursos de artes e a busca de espaços para exposição e venda de seus produtos em feiras e lojas, uma vez que, sua sede no térreo da Casa da Cultura Alfredo Benassi está ficando pequena diante da quantidade de produtos.

    *Veja a galeria de imagens que mostram o talento dos artesãos da Arplast:

    Bibi Fernandes

    Representante Cultural da ARPLAST

  • DESTAQUE: Flor Azul Artesanato reúne peças e móveis de madeira de demolição primando pela sofisticação e excelentes preços

    DESTAQUE: Flor Azul Artesanato reúne peças e móveis de madeira de demolição primando pela sofisticação e excelentes preços

    Lulea Cougo de Almeida e Hilton Cabral de Almeida são os responsáveis pela empresa Flor Azul Artesanato, que conta com uma gama de produtos dos mais diversos estilos e que têm em comum a qualidade e a beleza, aliados a sofisticação e o bom gosto. A Flor Azul Artesanato tem feito enorme sucesso, a ponto de receber a visita não apenas dos trespontanos interessados em adquirir alguma peça, mas também de mineiros de todo estado, de cariocas, paulistanos e até de pessoas de outros países como uma compradora que veio da Dinamarca. A própria Lulea explicou um pouco desse trabalho ao Conexão:

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    “Nós moramos por quase 50 anos no Rio de Janeiro. O Hilton é natural de Campos, no Rio, e eu sou daqui de Três Pontas, então resolvemos vir para Três Pontas. Resolvemos trabalhar com artesanato, inicialmente, como uma forma de distração para nós, que somos aposentados. A Flor Azul é uma loja de artesanato que além de vender, também produz. Nosso ponto forte são os mosaicos, que são produzidos por nós, além disso oferecemos produtos variados, objetos para decoração, imagens sacras e móveis de madeira de demolição, entre outros. O ambiente daqui é incrível, muitas pessoas vêm nos visitar e ficam andando pela casa, namorando os objetos, e passam horas aqui, apreciando e comprando os itens de artesanato feitos em diversos locais> Os preços são muito bons, não tem atravessador e conseguimos excelentes preços. O funcionamento da Flor Azul Artesanato é de segunda a segunda das 15 às 19 horas”, comentou.

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    Quem quiser visitar e se encantar com a Flor Azul Artesanato, obtendo pode obter maiores informações pelo telefone (35) 8855-3234 ou se dirigindo a Rua Corredor da Formiga, n 160, no bairro Cidade Jardim.     

  • ARPLAST: Unir para crescer

    ARPLAST: Unir para crescer

    “O trabalho do artesão é feito a duas mãos, mas em certas situações mais mãos são necessárias, seja para concluir uma peça ou para atender um volume de produção. Juntos, é possível se conseguir resultados que sozinhos é mais difícil ou até mesmo impossível.” (Associativismo e Cooperativismo, SEBRAE-MG: Belo Horizonte, 2003, pág.4)

    Cooperação. Essa é a palavra. Esse é o motivo que leva um grupo de pessoas, que têm um objetivo comum, a se unirem em uma cooperativa ou associação. Unir pessoas em torno de um objetivo comum é muito bonito, muito prático e eficaz, já que unido, o grupo se torna mais forte, produz mais, alcança visibilidade na sociedade, conquista maiores benefícios junto ao poder público. Tudo isso é verdade. Mas para isso, não basta juntar, aglomerar as pessoas e pronto. Cada qual com sua idéia, com seu modo de pensar e de agir, seus hábitos e maneira de trabalhar. Ou seja, unir pessoas em torno de um objetivo comum é bonito, é válido, é prático e eficiente, mas não é fácil.

    Ou seja, não basta juntar essas pessoas. É preciso uní-las. De verdade. De coração e mente abertos para saber ouvir a idéia e opinião do outro, ouvir com o coração, e não apenas com os ouvidos. Ter realmente interesse em ouvir e compreender o que o outro pensa, onde ele quer chegar com aquele raciocínio…e não ficar ouvindo e pensando em outra coisa, pensando no que vai responder àquela pessoa. É ouvir de verdade. Com o coração. Com boa vontade de se chegar a um entendimento, a uma conclusão.

    Tendo isso em mente, parte-se para a ação. Reunião devem ser feitas frequentemente para se discutir os assuntos de interesse comum, sempre com abertura ao diálogo, na busca de soluções concretas, verdadeiras, não apenas conclusões registradas em um papel. Também confraternizações são necessárias, para que os associados se conheçam, saibam da vida e das lutas do outro e assim, e só assim, respeite o trabalho, as dificuldades e o jeito de ser do outro.

     “Quando há um trabalho coletivo, ou seja, envolvendo mais de uma pessoa e tendo em vista um objetivo comum, este comportamento é chamado de cooperação. Quando indivíduos lutam um contra o outro, temos o conflito; algumas vezes essa disputa se caracteriza como competição. A acomodação, por sua vez, é uma forma de ajustamento decorrente de situações de conflitos não resolvidos.” (SEBRAE,2003, p.4).

    Portanto, para que a associação de pessoas em torno de um objetivo comum dê certo, é preciso ter espírito de cooperação; saber ouvir e respeitar a opinião do outro, de verdade, o que implica, ser aberto ao diálogo; buscar, com vontade, resolver os problemas que surgirem; e trabalhar, ou seja, arregaçar as mangas, pôr a mão na massa, ter coragem de enfrentar as dificuldades, otimismo e esperança de dias melhores, não se deixar abater no primeiro ou segundo obstáculo que, com certeza, surgirão, muita disposição e não acomodação. Só tudo isso. Não é pouco, mas cada item acima citado é essencial para que uma Associação funcione bem, vá prá frente e dê bons frutos. Fácil? Não é. Possível? Sim. Em uma de suas conversas com Paulo de Tarso (São Paulo), Jesus diz: “ (…) mas quem disse que seria fácil?”.

    Por que estou escrevendo tudo isso?

    Porque nós, associados da Associação dos Artesãos e Artistas Plásticos de Três Pontas (ARPLAST), publicaremos periodicamente (15 em 15 dias), uma série de matérias e artigos para este notadíssimo veículo de comunicação, para que os trespontanos, e também moradores de outras cidades, conheçam melhor esta Associação, nosso trabalho, quem são os artesãos e o que produzem, como produzem.  A primeira matéria, feita pela nossa representante cultural, Bibi Fernandes, conta um pouco da história da Associação que há quinze anos atua, reúne e une esses artistas da terra.

    Com esse artigo venho mostrar qual deve ser o espírito de uma Associação, no que estamos trabalhando firmemente, toda a diretoria e associados, para reforçar a cada dia mais, o espírito de união, cooperação, conectividade entre os associados e, logo, por consequência, interação com a sociedade trespontana.

    Tudo isso para dizer, resgatar o antigo princípio: A União faz a Força.

    “O associativismo é uma doutrina de mudanças: mudança do individual para o coletivo; mudança do “eu” para o “nós”; mudança nas pessoas, na economia e na realidade”. (SEBRAE-MG,2003, p.7).

    Adriana Silva Santiago

    Presidente da ARPLAST

  • TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    Elienai Teófilo, mais conhecido como Nanai, é um dos grandes talentos da música trespontana. Além da paixão pela música sertaneja, ele também dedica seu tempo à música religiosa, aos cantos litúrgicos durante as celebrações de Missas, principalmente na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Conhecido pela inconfundível voz que emociona a todos, Elienai vem caminhando em busca do sucesso, do reconhecimento de seu trabalho na música secular, a música sertaneja, tanto a universitária quanto a de raiz.

    Ele criou o grupo Elienai Teófilo e Banda DW. Eles se apresentaram na festa do Dia do trabalhador (1º de maio) em Três Pontas, abrindo o show da dupla Regis e Raí.  E estão abertos a contatos, convites para outras apresentações.

    A banda existe há 3 anos e conta com Willian no contrabaixo, Plínio no violão, Nanai nos vocais e Willian Damasceno na sanfona, Edson Pelé no violão solo e Adriano Maciel na bateria. Inicialmente se apresentou em eventos beneficentes da igreja católica e agora abriu seu leque para outros eventos.

    Ensaio da banda.

    Quem quiser contratar Elienai Teófilo e Banda DW pode ligar para (35) 9731-5196.

  • RESPEITÁVEL PÚBLICO: Decadência do circo leva artistas para as ruas. Em Três Pontas não é diferente

    RESPEITÁVEL PÚBLICO: Decadência do circo leva artistas para as ruas. Em Três Pontas não é diferente

    O argentino Diego Àrias, 26 anos, natural de Buenos Aires, que reside atualmente em Córdoba, voltou a Três Pontas pela terceira vez para mostrar o seu talento como artista de rua. Especializado em malabares, ele tenta driblar as dificuldades financeiras e ganhar alguns “trocados” se apresentando nos semáforos do centro da cidade.

    Ele contou ao Conexão que já passou por diversas cidades do sul de Minas e que é artista de rua há vários anos, tendo descoberto o talento, a facilidade em manejar diversas bolas coloridas com as mãos.

    Sobre o valor arrecadado nos faróis, ele não revela, mas diz que o pouco que ganha o ajuda a sobreviver. Infelizmente, segundo ao artista, nem todos os motoristas respeitam. Poucos resolvem incentivar, dando moedas (maioria das vezes) ou notas de 2 ou 5 reais. E existem aqueles que debocham, não valorizam e ainda fazem cara feia quando o artista se posiciona na frente dos veículos.

    Esta semana o Conexão flagrou um outro artista de rua, dessa vez especializado em fazer estátua viva. Ele, que não quis se identificar, ficou vários dias no calçadão da Rua Dona Isabel.

    Malabarismo

    O malabarismo pode ser definido como a arte de manipular objetos com agilidade e precisão. Estes objetos são itens que o artista usa para fazer o malabarismo, o qual pode ser feito com bolas, clavas, argolas, tochas, facas, serras, caixas, etc.

    A arte do malabarismo está presente nos espetáculos de entretenimento das pessoas há milhares de anos, passando pelos espetáculos de rua, palcos de teatros, picadeiros de circos, até chegar hoje a virar uma competição. Os malabaristas impressionam o público pela sua capacidade de manipulação dos objetos, variando as dificuldades: com maior número de objetos, com objetos cortantes ou flamejantes, com uma mão só, equilibrados em uma corda bamba ou em um monociclo, etc. O termo não é utilizado somente para objetos lançados ao ar, mas também a outras artes praticadas com diferentes objetos como girar pratos, equilibrar objetos em bastões, ou manusear bastões chineses.

    Quanto maior é a criatividade do malabarista e a dificuldade de manusear os malabares, maior é a apreciação por parte do público. No caso das competições, ganha o malabarista que apresentar maior habilidade na arte. Um misto de desafio, equilíbrio e arte.

    Para um iniciante na arte do malabarismo, é importante que sejam usados objetos inofensivos, a melhor dica são as bolas de malabarismo. Começa-se, portanto, com o malabarismo de lançamento, onde a pessoa começará a adquirir suas primeiras habilidades como o equilíbrio e o manuseio de três ou mais objetos lançados ao ar.

    O lançamento de apenas dois objetos com as duas mãos ainda não é considerado malabarismo, somente a partir do terceiro objeto trata-se do malabarismo em si, o qual pode utilizar uma técnica denominada “truque shower” ou o truque da cascata.