Categoria: Boa Notícia

  • BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    No mesmo dia em que os testes da vacina chinesa Coronavac iniciaram no estado de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mais um ensaio clínico para verificar a eficácia de duas vacinas contra o novo coronavírus. Com isso, quatro diferentes testes de potenciais imunizações contam com voluntários brasileiros na corrida para encontrar métodos eficazes de combate à pandemia.

    As duas novas vacinas (BNT162b1 e BNT162b2) serão testadas dentro de um mesmo estudo e elas estão sendo desenvolvidas pelas empresas BioNTech e Pfizer. Ambas são baseadas no RNA da covid-19 que, ao ser introduzido pela dose, provoca a formação proteína do vírus para que, assim, o corpo produza a resposta imunológica.

    O ensaio clínico que testará as duas vacinas no Brasil terá duas fases, a dois e a três. Na segunda, a vacina é administrada em pessoas que são a população-alvo. “Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade, posologia e modo de administração”, explica a Anvisa.

    Já na terceira fase, a vacina é administrada em uma quantidade maior de indivíduos, para que os especialistas possam avaliar se a imunização é capaz de proteger a população com a menor reação adversa possível.

    De acordo com a agência, dados das etapas anteriores, como testes em animais e estudos in vitro, foram analisados para verificar a segurança da vacina. “Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas”, disse a Anvisa em nota.

    No Brasil, serão selecionados mil voluntários em São Paulo e na Bahia para a fase 3 de testes. O ensaio, assim como o de Oxford e o da chinesa CoronaVac, será feito por estudo randomizado. Em metade do grupo será aplicada a potencial imunização e na outra, uma injeção placebo.

    Com mais este estudo, três ensaios clínicos de diferentes vacinas serão realizados no Brasil. O primeiro estudo aprovado foi o estudo da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Além dele, a vacina CoronaVac, produzida pela empresa farmacêutica chinesa Sinovac, também já começou a ser testada no Brasil. Nesta terça-feira (21/7), os primeiros voluntários já receberam a dose do imunizante dando início ao estudo que será conduzido pelo Instituto Butantan.

    Fonte Correio Braziliense

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    Roger Campos

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  • Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    O tratamento alternativo já virou uma opção em algumas clínicas do país, que defendem os benefícios do contato com a natureza para a saúde.

    Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.

    A revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.

    Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.

    Ecoterapia

    Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.

    Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.

    Fonte: Superinteressante

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  • QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO: Metallica já doou mais de 3 milhões de reais no combate contra a pandemia

    QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO: Metallica já doou mais de 3 milhões de reais no combate contra a pandemia

    METALEIROS COSTUMAM FAZER GRANDES AÇÕES SOCIAIS E NÃO SÃO OS ÚNICOS.

    Em uma entrevista ao Full Frontal With Samantha Bee, no canal TBS, Lars Ulrich contou o que o Metallica tem feito para ajudar a combater a fome, principalmente neste momento que a crise agravou devido à pandemia do novo coronavírus.

    O baterista comentou sobre as estatísticas em relação a pessoas que podem enfrentar a fome: “Cada um em cada seis americanos está no caminho para ficar sem comida este ano, e uma em cada quatro crianças, o que é loucura. E este é o número mais alto que já existiu”.

    A banda fundou a All Within My Hands há quatro anos para ajudar “aéreas de insegurança alimentar, educação e áreas em desastres” e desde então, cada ingresso vendido para seus shows, US$ 2 vão para a organização.

    Mas agora com a banda fora da estrada, ela tem usado a All Within My Hands para ajudar as vítimas de COVID-19. Em abril, o Metallica doou US$350.000 para uma série de organizações e no início de julho eles doaram mais US$295.000.

    Fonte Wikimetal

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    Roger Campos

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  • EMOCIONANTE: Ex-gari e analfabeta transforma a vida de 360 crianças pobres

    EMOCIONANTE: Ex-gari e analfabeta transforma a vida de 360 crianças pobres

    “Eu sou gari, preta, pobre, não sabia nem ler e nem escrever. Fui vítima de violência doméstica, vivi em cárcere privado, fui mãe aos 12 anos e por muito tempo, quando não era invisível, era tratada como lixo. Hoje, represento para as crianças que acolhemos a esperança de que existe sim uma saída e que quando acolhemos com amor a nossa história e a de quem está ao nosso redor, podemos mudar o mundo!”.

    As palavras de luta e vitória são de Rozeli da Silva, que há 10 anos criou uma ONG que transforma a vida de quase 400 crianças pobres de Porto Alegre!

    A ONG Renascer da Esperança fez da luta pessoal de Rozeli um propósito de vida tão significativo e poderoso, que contagiou uma legião de pessoas, que se juntaram a ela e hoje levam dignidade, amor e esperança a esses pequenos brasileiros.

    A história da Rozeli e da ONG Renascer da Esperança foi descoberta pelos Caçadores de Bons Exemplos, do casal Iara e Dudu, que vendeu tudo o que tinha em 2010 para o rodar o Brasil atrás de bons exemplos. Eles fecharam parceria com o SóNotíciaBoa e agora vão contar histórias como esta, toda semana aqui no nosso portal.

    O sonho da Rozeli

    Rozeli foi criada rodeada pela pobreza e que hoje está viva graças às doações de comida que recebia ao pedir de porta em porta. Mas ela decidiu que era importante contar para o mundo que não existe criança da rua.

    “Nenhuma delas brotou do asfalto, nasceu nos becos, ou foi colocada ali pela cegonha. Todas têm família e têm história, não cabe a ninguém o direito de dar nomes à elas: trombadinhas ou qualquer outra ofensa, não às representam”, lembra Rozeli.

    Desde que começou a trabalhar como varredora de rua, ela entendeu que poderia ser capaz de realizar o que um dia ela sonhou – literalmente – juntar as crianças que vivem na rua e cuidar de cada uma delas, abraçando sua história, seus medos, suas inseguranças e traumas.

    Deu certo

    A ideia de Rozeli começou a ser abraçada por pessoas que ajudaram a construir a ONG.

    Lea, assistente social, foi personagem desse sonho e peça fundamental dentro da construção da ONG Renascer da Esperança.

    Por muito tempo, era ela quem escrevia e divulgava as ideias que estavam dentro do coração e da cabeça de Rozeli.

    Com a ajuda de muitas outras pessoas da comunidade, o projeto da ONG foi estruturado, graças ao advogado Dr. João Plinio de Almeida, e o analfabetismo da Rozeli foi ficando para trás com o cuidado e paciência da lavadeira Dona Neli.

    A sede

    Em 1998, três anos depois da estruturação do projeto e de muitos dias e meses com ele embaixo do braço, a ONG ganhou sua sede, duas casinhas de madeira em um grande pátio da União, cedido pelo presidente da empresa em que Roseli trabalhava.

    De lá pra cá, tudo mudou. A comunidade veio com braços e peças fundamentais para a estruturação de um lugar de acolhimento, incentivo a educação, ao esporte e, principalmente, ao renascer da esperança na vida de centenas de crianças da região.

    Hoje, a ONG Renascer da Esperança cuida de mais 360 crianças e oferece reforço escolar, oficinas extracurriculares e diversas atividades… colhe frutos de um sonho que, com muita dedicação e superação, se tornou real.

    Fonte Só Notícia Boa

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  • Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo.

    “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

    A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

    Essa distribuição será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão, informou a agência de notícias RIA. Os testes de fase 1 e fase 2 normalmente verificam a segurança de um remédio antes de este avançar para a fase 3, que testa sua eficácia em um grupo maior de voluntários.

    O Ministério da Saúde russo realizará esses últimos testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

    Globalmente, das 19 vacinas experimentais contra a covid-19 em testes com humanos, só duas estão em testes finais de fase 3 —uma da chinesa Sinopharm e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, que tem parte do teste realizada no Brasil. A chinesa Sinovac Biotech deve se tornar a terceira no final deste mês, e também com testes no Brasil.

    A versão russa

    A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

    Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

    Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

    A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730 mil pessoas infectadas e já passou de 11 mil mortes causadas pela covid-19.

    Fonte Viva Bem

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    Cientistas australianos estão prontos para testar uma nova vacina contra o câncer em humanos, após o resultado bem-sucedido de estudos pré-clínicos.

    nova vacina foi desenvolvida por uma equipe da Mater Research, sediada no Translational Research Institute, em colaboração com a Universidade de Queensland, na Austrália.

    A professora e pesquisadora da Universidade, Kristen Radford confirmou que a vacina tem o potencial de tratar uma variedade de cânceres, inclusive no sangue e é um grande avanço para o câncer de mama também.

    “Esperamos que esta vacina possa ser usada para tratar cânceres de sangue, como leucemia mieloide, linfoma não-Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemias pediátricas, além de malignidades sólidas, incluindo câncer de mama, pulmão, rim, ovário e pancreático e glioblastoma,” disse Radford.

    “Nossa nova vacina é composta de anticorpos humanos fundidos com proteínas específicas de tumores, e estamos investigando sua capacidade de atingir células humanas enquanto ativamos a memória das células tumorais”.

    Promissora

    A equipe afirma que a vacina apresentou várias vantagens importantes em relação a outras já em desenvolvimento e se mostrou promissora nos primeiros ensaios clínicos.

    “Primeiro, ela pode ser fabricada como uma formulação de grau clínico ‘pronta para uso’, o que contorna os problemas financeiros e logísticos associados às vacinas específicas para os pacientes.”

    Menos efeitos colaterais

    “Em segundo lugar, este protótipo de vacina tem como alvo as principais células tumorais necessárias para o início de respostas imunológicas específicas do tumor, maximizando a eficácia potencial do tratamento, ao mesmo tempo minimizando os possíveis efeitos colaterais.”

    “Nós estamos muito felizes em ver nossa pesquisa publicada em uma revista de prestígio e esperamos que nosso trabalho contínuo para encontrar uma vacina segura e eficaz contra o câncer beneficie os pacientes com câncer no futuro,” finalizou Radford.

    Fonte Só Notícia Boa

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  • BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    Os novos casos de Covid-19, felizmente, já estão em queda em 13 estados brasileiros – mais um motivo pra gente continuar se cuidando, manter as medidas protetivas e evitar aglomerações até a pandemia passar, mesmo porque os casos continuam crescendo na maior parte do Brasil, com mais de 1,8 milhão de contaminados.

    Dito isto, vamos aos dados. Houve queda de novos casos do coronavírus em 13 estados entre a 27ª e 28ª semana epidemiológica, a mais recente, de acordo com dados do Ministério da Saúde analisados pelo Metrópoles. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste:

    1. Rio Grande do Norte -56,4%
    2. Roraima -45,9%
    3. Amapá -23%
    4. Rio de Janeiro -20,6%
    5. Espírito Santo -15,7%
    6. Maranhão -14,6%
    7. Bahia -7,6%
    8. Alagoas -6,2%
    9. Pará -6,2%
    10. Paraná –4,9%
    11. Rondônia -4%
    12. Distrito Federal -2,7%
    13. Sergipe -2,4%

    Estados/ novos casos em alta

    Já nas 14 unidades restantes da Federação o crescimento de contaminados continua preocupante:

    Na estatística, Santa Catarina, Pernambuco e Mato Grosso chamam a atenção pela quantidade de novos casos. Veja onde tem aumentado:

    1. Santa Catarina +24,3%
    2. Pernambuco +24,3%
    3. Mato Grosso +19,8%
    4. Minas Gerais +19,1%
    5. Mato Grosso do Sul +17,5%
    6. São Paulo +15,8%
    7. Tocantins +14,7%
    8. Rio Grande do Sul +7,3%
    9. Goiás +6,2%
    10. Amazonas +5,2%
    11. Ceará +4,7%
    12. Acre +1,2%
    13. Paraíba +0,6%

    Mortes

    A quantidade de mortes de brasileiros durante 24 horas pela Covid-19 caiu para 770 nesta segunda, 13, de acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa – com dados das secretarias estaduais de Saúde – uma redução em relação à quantidade diária que passava de mil casos por dia.

    Mesmo assim, chegamos à trágica marca de 72.921 brasileiros mortos, vítimas da doença.

    Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.052 por dia, uma variação de 7% em relação aos óbitos registrados em 14 dias.

    Estados/ Ranking de mortes:

    Em queda: 

    RJ, AC, AM, AP, PA, RR e RN.

    Em estabilidade: 

    ES, SP, AL, BA, MA, PB, PE, PI e SE.

    Subindo:

    PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, RO, TO e CE.

    O estado de Mato Grosso não divulgou os dados até as 20h. Considerando os dados até as 20h de domingo, estava subindo (a alta era de +31%).

    Se cuide!

    Não relaxe das medidas de segurança e do isolamento social. Tome todas as precauções, como o uso de máscaras e álcool em gel, se tiver que sair de casa por qualquer motivo.

    • Mantenha o distanciamento social, fique a 2 metros das pessoas na rua
    • Ao voltar, troque os sapatos para entrar em casa (borrife com álcool ou passe água sanitária nos sapatos usados na rua e ponha em local reservado)
    • tire a roupa usada na rua e ponha para lavar
    • tome banho com sabonete
    • vista roupas limpas
    • use chinelos limpos para andar dentro de casa
    • Mantenha o chão da casa limpo frequentemente com água sanitária

    Todo esse esforço vale pra cuidar de você e das pessoas que você ama, enquanto não sair uma vacina para acabar com essa Covid-19. Se cuide!

    Fonte Só Notícia Boa

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  • Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil. Imunizador está atualmente na fase três de testes

    A vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

    O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

    “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

    Segundo ela, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

    A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

    Vantagens da vacina de Oxford

    Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

    Fonte R7

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  • AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    Boa ação apoia o trabalho voluntário e celebra o Dia do Socorrista

    A AgroCP, uma empresa sediada em Três Pontas e que atua fortemente no social, através de inúmeras ações, realizou mais um gesto nobre e de muita importância para a comunidade trespontana. Nossa reportagem acompanhou a entrega de alguns equipamentos para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários, realizada na sede da própria empresa.

    Dentre os equipamentos doados estão: Termômetro Infravermelho Digital de testa, Oxímetro, Capa para Kit Cipa, Prancha Longa em polietileno, Imobilizador de Cabeça adulto,  Ambu Adulto Completo com Reservatório e Mascara,  Mascara pocket, Conjunto de 3 cintos de engate rápido (Amarelo, Vermelho e Preto), Jogo de tala aramada em borracha tipo E.V.A. com 4 tamanhos, Bandagem triangular tam M: 100 x 100 x 140 cm, jogo de colar cervical vários tamanhos, ataduras, Manta térmica aluminizada, entre outros.

     

    Todos os equipamentos tem um valor em dinheiro que, no momento, os próprios socorristas não dispõem, financeiramente falando. Mas, além disso, têm um grande valor social, um valor para a vida, já que serão utilizados e serão fundamentais para os resgates e a luta pela vida em diversas ocorrências.

    A entrega dos equipamentos foi feita no hall de entrada da AgroCP, através do Diretor Administrativo Douglas Trindade de Brito. Ele fez questão de destacar a importância do trabalho dos socorristas voluntários:

    “Nós da AgroCP queremos sempre ajudar no que estiver ao nosso alcance, principalmente como essa ação voluntária que faz toda a diferença na nossa cidade. Se cada empresa fizesse um pouquinho, não faltaria nada pra ninguém. Nós fazemos a nossa parte e no que precisar podem contar conosco”, pontuou.

    Hoje, 11 de Julho, é comemorado o Dia do Socorrista. Nada melhor do que, além dos parabéns, ajudar todos esses “guerreiros solidários” dando-lhes as condições de trabalho. Um trabalho que é voluntário, onde não recebem nenhum pagamento em dinheiro para tal e que é de vital importância para a comunidade local. Que as autoridades possam, cada vez mais, se interessar pela causa e promover o bem comum, a defesa da vida através das mínimas condições de trabalho e de resgate para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários.

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  • BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.

    Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

    “No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

    Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

    Registro da vacina deve sair este ano

    No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

    A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

    O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

    Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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  • Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    O fato de ser o primeiro país a testar a vacina de Oxford contra a covid-19, pode fazer o Brasil ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

    A participação do nosso país – o primeiro fora do Reino Unido a fazer parte das pesquisas da vacina – coloca o Brasil como “grande candidato” a usá-la, disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, à Agência Brasil.

    A Unifesp vai participar da terceira fase de pesquisas da vacina inglesa nas próximas semanas. Os testes serão feitos em mil voluntários que vivem em São Paulo e atuam em atividades com exposição ao vírus.

    “Existem algumas conversas nesse sentido [para o país poder ter prioridade no uso da vacina]. Nós estamos trabalhando para que sim. O fato de estarmos integrando e sermos o primeiro país fora do Reino Unido e também o primeiro laboratório no Brasil a realizar esses estudos – semelhantes a esses não há nenhum outro no Brasil – torna o país um grande candidato”, afirmou.

    A produção

    De acordo com a reitora da Unifesp, com acesso à “receita” da vacina, o Brasil terá capacidade de reproduzi-la em grande escala, a partir de laboratórios nacionais.

    “Tendo acesso à vacina, nós temos capacidade de produção em larga escala, por meio dos nossos laboratórios nacionais de fato, como o Instituto Butantan, e os laboratórios da Fiocruz, entre outros”, afirmou.

    Por que Unifesp?

    Soraya explicou porque a Unifesp foi uma das escolhidas para testar a vacina no Brasil.

    “Inicialmente é por conta da liderança da doutora Lily Yin Weckx, que é a coordenadora do estudo no Brasil e é coordenadora do laboratório do Centro de Referência em Imunização da Unifesp. Esse centro tem conexões com diversos outros pesquisadores do Reino Unido e da Europa. E também por conta da doutora Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também pesquisadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Unifesp. Por causa da experiência que elas têm na área e dos estudos que já realizaram anteriormente, com reputação muito boa internacional, o nosso laboratório aqui da Unifesp foi indicado para executar essa fase do teste da vacina”, disse.

    Prazos

    Os testes ainda não começaram. Isso deve acontecer por volta da terceira semana de junho.

    “Essa fase será a fase de recrutamento. Em seguida, os testes desses voluntários selecionados. Depois, a aplicação da vacina, e o seguimento por alguns meses, até doze meses, para que os resultados possam ser conclusivos. Eu disse até 12 meses, porque a perspectiva é que este período pode ser de doze meses ou talvez um pouco menos”.

    A vacina de Oxford, feita no laboratório da universidade do Reino Unido, é a que está em processo mais adiantado no mundo.

    Com informações da Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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