Categoria: Brasil

  • BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde na vacinação e aplica 2,5 milhões de doses em 24h

    BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde na vacinação e aplica 2,5 milhões de doses em 24h

    A vacinação finalmente entrou no ritmo esperado pela população. O Brasil bateu recorde nesta quinta, 17, com 2,5 milhões de doses aplicadas em 24h, e bateu a marca anterior, de 1,7 milhão registrada em abril. 

    A informação é do Ministério da Saúde. No total foram aplicadas agora 2.561.553 de doses de imunizantes num só dia.

    Foi a maior quantidade desde o início da campanha contra a Covid-19, em janeiro.

    Balanço da vacinação no Brasil

    A primeira dose já foi aplicada em 60 milhões de pessoas, o que 28,17% da população brasileira.

    A estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é que o Brasil tem 213,2 milhões de habitantes e o Ministério da Saúde espera vacinar 160 milhões de pessoas.

    No caso da segunda dose, o país tem 24 milhões de habitantes totalmente imunizados, o que significa 11,2% da população brasileira.

    Vacinação por região

    A Região Sudeste, liderada por São Paulo, é a que mais vacinou no país, sendo 34 milhões no total, com 24,8 milhões na primeira dose e 9,9 milhões na segunda.

    O Nordeste é a segunda, com 19,2 milhões de imunizantes aplicados – 13,8 milhões na primeira dose e 5,5 milhões na segunda.

    O Ceará é o estado que mais vacinou na região.

    A Região Sul, com 13,2 milhões de aplicações, é a terceira, sendo 9,6 milhões na primeira dose e 3,6 milhões ne segunda.

    O Rio Grande do Sul é o estado que mais imunizou.

    Centro-Oeste aplicou 6 milhões de vacinas. Foram 4,4 milhões de primeiras doses e 1,6 milhões de segundas.

    Goiás é o estado que lidera as imunizações na região.

    No Norte, foram 5,2 milhões de imunizantes aplicados, sendo 3,6 de primeiras doses e 1,5 de segundas.

    O Pará lidera as vacinações na região.

    Melhorou, viva! Mas ainda falta muito. Avante Brasil! Tem continuar nesse ritmo!

    Com informações SNB (Apud do R7)

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    Roger Campos

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  • ‘Eu amo meu próximo’: ação ajuda crianças que perderam pais na pandemia

    ‘Eu amo meu próximo’: ação ajuda crianças que perderam pais na pandemia

    Um projeto emergencial tem ajudado crianças e adolescentes órfãos da pandemia. São jovens que perderam os pais para a covid-19 e agora estão sem um tutor legal.

    A ideia partiu da diretora do Instituto de Pesquisa e Ensino para o Desenvolvimento Sustentável (Ipeds), Glauce Galúcio, e contou com a ajuda de acadêmicos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da Universidade Paulista (Unip), que são voluntários do Ipeds.

    Batizado de “Eu amo meu próximo”, hoje já são 148 crianças cadastradas, que recebem cesta básica, além de outros suportes para os atuais responsáveis.

    Cadastro de beneficiados

    O “Eu amo meu próximo” começou com apenas 4 crianças, que recebiam leite e fralda. Através de contato dos voluntários, os outros beneficiados foram chegando.

    Hoje essa é a única forma de receber os auxílios. Os cadastros são realizados por meio do contato feito por instituições como Instituto da Mulher e Maternidade Ana Braga, conselheiros tutelares e assistentes sociais dos hospitais.

    Glauce também faz questão de reforçar que todas as crianças e adolescentes atendidas pelo projeto não estão em abrigo para adoção.

    Do lado de cá, ficamos na torcida para que essa ideia se espalhe por muitas outras cidades!

    Você pode conhecer mais no perfil do Eu amo meu próximo, no Instagram.

    Fonte SNB (Apud Observatório do Terceiro Setor)

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  • Brasil começa com o pé direito na Copa América

    Brasil começa com o pé direito na Copa América

    Brasil ganhou da “remendada” Venezuela por 3 a 0.

    O Brasil venceu a Venezuela por 3 a 0 neste domingo, no Estádio Mané Garrincha, pela estreia na Copa América. O gols foram marcados por Marquinhos, Neymar e Gabigol.

    O Brasil foi amplamente superior à Venezuela e desperdiçou oportunidades para alcançar um placar ainda mais dilatado. Os visitantes não criaram nada.

    Líder das Eliminatórias, o Brasil já seria favorito contra a penúltima colocada, e o surto de covid-19 da “Vinotinto” só intensificou o desnível. O adversário só teve sete atletas no banco de reservas.

    O Brasil voltará a campo para enfrentar o Peru, quinta-feira, no Nilton Santos. A Venezuela medirá forças com a Colômbia, também na quinta, no Estádio Olímpico.

    O JOGO

    O Brasil dominou a Venezuela desde o pontapé inicial. A primeira chance veio logo aos sete minutos, quando Neymar cobrou escanteio fechado e Richarlison desviou com perigo de cabeça.

    No minuto 9, Neymar acionou Richarlison e o atacante se atrapalhou com a bola, mas conseguiu desviar com a perna esquerda para boa defesa de Graterol. Aos 10, Renan Lodi cruzou e Militão cabeceou perto do gol.

    Quando o placar marcava 22 jogados, a Venezuela não resistiu mais. Neymar cruzou em escanteio e Marquinhos aproveitou o bate-rebate na pequena área para fazer com a canhota. 1 a 0.

    Pouco depois, no minuto 25, Renan Lodi cruzou e Richarlison desviou para o fundo das redes. A arbitragem, porém, assinalou impedimento corretamente. Ainda deu tempo para, aos 29, Neymar receber de Militão, driblar e bater perto da trave de Graterol.

    SEGUNDO TEMPO

    A Seleção voltou com Alex Sandro na vaga de Renan Lodi e Everton Ribeiro no lugar de Paquetá. Com Ribeiro, o time melhorou ofensivamente e a primeira oportunidade etapa final ocorreu já aos sete minutos. Gabriel Jesus cruzou fechado e Neymar quase desviou de carrinho no segundo pau.

    O Brasil finalmente ampliou aos 19 minutos, em pênalti sofrido por Danilo e convertido com a categoria de sempre por Neymar. Bola para um lado, goleiro do outro.

    Com 2 a 0 no placar, o Brasil diminuiu o ritmo, mas ainda fez o terceiro. Neymar driblou o goleiro Graterol e cruzou para Gabigol, de peito, fechar o placar aos 43 minutos. Vitória merecida dos donos da casa.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL 3 x 0 VENEZUELA

    Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
    Data: 13 de junho de 2021 (domingo)
    Horário: 18h (de Brasília)
    Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
    Auxiliares: Carlos Barreiro e Martin Soppi (URU)
    VAR: Julio Bascuñan (CHI)
    Cartões amarelos: Brasil: Renan Lodi e Gabigol. Venezuela: Manzano e Mago

    GOL:
    Brasil: Marquinhos, aos 22 minutos do 1T, e Neymar e Gabigol, aos 19 e 43 minutos do 2T

    BRASIL: Alisson, Danilo, Eder Militão, Marquinhos e Renan Lodi (Alex Sandro); Casemiro, Fred (Fabinho) e Lucas Paquetá (Everton Ribeiro); Gabriel Jesus (Vinicius Jr), Neymar e Richarlison (Gabigol)
    Técnico: Tite

    VENEZUELA: Graterol, La Mantia, Martínez e Mago; González (Hernández), Moreno, Manzano (Celis), Casseres (Castillo), José Martínez e Cumaná. Aristegueita (Córdova)
    Técnico: José Peseiro

    Fonte Gazeta Esportiva

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  • JUSTIÇA: Vale terá de pagar R$ 1 milhão por cada empregado morto em Brumadinho

    JUSTIÇA: Vale terá de pagar R$ 1 milhão por cada empregado morto em Brumadinho

    Dinheiro deverá chegar aos familiares, mas decisão ainda cabe recurso; Mineradora disse que vai analisar a decisão.

    A Justiça do Trabalho condenou a Vale a pagar R$ 1 milhão por danos morais para cada empregado da mineradora que morreu no rompimento da barragem ocorrido na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Os valores deverão ser destinados aos espólios das vítimas e a seus herdeiros.

    A decisão foi tomada na última segunda-feira (7) no âmbito de uma ação civil pública movida em janeiro pelo Sindicato Metabase Brumadinho. É uma sentença inédita em ações judiciais envolvendo a tragédia. Até então, a Justiça já havia, em diferentes processos, estipulado valores para reparar danos morais causados aos familiares dos mortos. Em 49 páginas, a juíza Viviane Célia Correa, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG), reconheceu que as próprias vítimas que foram a óbito também sofreram danos morais que precisam ser indenizados.

    Segundo o TRT-MG, a decisão contempla 131 funcionários contratados diretamente pela Vale, o que leva a uma condenação de R$ 131 milhões, além de honorários e custas processuais. O montante é inferior ao pedido no processo. O Sindicato Metabase Brumadinho pleiteava R$ 3 milhões para cada trabalhador morto. Ao fixar o valor, a juíza fez registro dos lucros da Vale. No ano passado, os ganhos da mineradora foram superiores a R$ 24,9 bilhões.

    Sentença

    A magistrada fez referência à Súmula 642, aprovada em dezembro do ano passado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece que “o direito  à  indenização  por  danos morais  transmite-se  com  o  falecimento  do  titular, possuindo  os  herdeiros  da  vítima  legitimidade  ativa para a ação indenizatória”. Embora súmulas do STJ não produzam reflexos para decisões da Justiça do Trabalho, a juíza considerou se tratar de uma síntese da evolução da jurisprudência.

    “Como poderia o de cujus, humanamente, externar o que se passou na mente, no coração, se se passou tudo ou se nada se passou? Se se recordou os filhos, das preocupações específicas, dos planos de vida, da família? Se, nos segundos, minutos, poucas horas, se no tempo transcorrido entre o primeiro golpe do dano que o levaria a morte até o último suspiro, provou das repercussões decorrentes da reação pela sobrevivência até a angustia da aceitação da morte certa? Por outro lado, o ofensor repousa comodamente no silêncio sepulcral (aqui, literalmente) que ele próprio provocou, deleitando-se da própria torpeza”, escreveu Viviane.

    A decisão abrange apenas os trabalhadores que tinha vínculo direto com a Vale, que são representados pelo Sindicato Metabase Brumadinho. Não estão incluídos, portanto, os funcionários de empresas terceirizadas que prestavam serviço para a mineradora.

    O rompimento da barragem ocorreu em janeiro de 2019, causando destruição ambiental, poluição ao Rio Paraopeba, impactos em diversos municípios e comunidades, além de deixar 270 mortos. Mais de 90% eram trabalhadores que atuavam na Mina Córrego do Feijão.

    Em nota, a Vale afirmou que irá analisar a decisão. A mineradora diz já ter pago mais de R$ 2 bilhões em indenizações cíveis e trabalhistas. “A Vale é sensível à situação dos atingidos pelo rompimento da barragem B1 e, por esse motivo, vem realizando acordos com os familiares dos trabalhadores desde 2019, a fim de garantir uma reparação rápida e integral”, acrescenta o texto.

    Ações distintas

    O pagamento das indenizações da tragédia de Brumadinho (MG) estão atreladas a diferentes ações judiciais e tratativas extrajudiciais. Em fevereiro, um acordo global de reparação no valor de R$37 bilhões foi selado entre a Vale, o governo de Minas Gerais, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública do estado. Esse montante, no entanto, diz respeito apenas a indenização de danos coletivos. Foram previstos diversos projetos que incluem programas para transferência de renda e atendimento de demandas comunitárias, investimentos socioeconômicos, ações de recuperação socioambiental, medidas voltadas para garantir a segurança hídrica, melhorias dos serviços públicos e obras de mobilidade urbana, entre outras. Esse acordo não abrange as indenizações individuais e trabalhistas, que são discutidas separadamente.

    Para indenizar parentes dos trabalhadores que morreram, um termo foi firmado entre a Vale e o Ministério Público do Trabalho (MPT) em julho de 2019. Ficou estabelecido que pais, cônjuges ou companheiros e filhos dessas vítimas receberiam, individualmente, R$ 500 mil por dano moral. Já os irmãos receberiam R$ 150 mil cada um. Além disso, a título de dano material, a Vale deve pagar uma pensão mensal para os familiares que dependiam financeiramente da vítima. O acordo assegura que dependentes de cada morto não devem receber menos que R$ 800 mil, ainda que o cálculo fique abaixo desse valor.

    Os valores são inferiores ao que previa um estudo interno da própria mineradora Vale que foi apreendido pelo MPMG no curso das investigações sobre a tragédia. O estudo calculava a indenização em quase R$ 10 milhões por morto.

    A adesão ao acordo, no entanto, é opcional. Nem todas as famílias aceitaram os valores e algumas delas optaram por mover processos. A proposta do acordo foi apresentada e aprovada em um assembleia dos atingidos, mas a Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos do Rompimento da Barragem da Mina Córrego do Feijão (Avabrum) considera que eles deveriam ter sido chamados para participar da elaboração e não apenas serem consultados sobre algo que já estava pronto. A entidade avalia que não lhes restou muita opção.

    Indenizações para os trabalhadores sobreviventes também já foram discutidos na Justiça. Negociações entre a mineradora e seis sindicatos levaram a acordos que foram homologados em abril do ano passado pelo TRT-MG. Deverão ser pagos até R$ 250 mil por danos morais e materiais a cada um dos funcionários, sejam eles da própria Vale ou de empresas terceirizadas que atuavam na Mina Córrego do Feijão. O maior valor é para os que estavam trabalhando no momento do rompimento da barragem.

    Na esfera cível, há parentes de mortos que não trabalhavam na mina que também têm optado por mover ações individuais. Em um dos processos, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) fixou em setembro de 2019 o valor de R$ 11,8 milhões de indenização por danos morais a quatro parentes – pais e irmãos – de Luiz Taliberti, a irmã Camila Taliberti e a esposa dele, Fernanda Damian, grávida de cinco meses. Eles estavam hospedados na Pousada Nova Estância, que foi soterrada pela lama de rejeitos.

    Nova denúncia

    Na mesma semana em que a Justiça do Trabalho determina o pagamento de danos morais aos mortos em Brumadinho (MG), a Vale virou alvo de uma nova denúncia. Segundo o MPMG, a mineradora é responsável por provocar poluição em níveis que resultaram em danos à saúde humana e destruição da fauna e flora em sua Usina de Pelotização do Complexo Vargem Grade, em Nova Lima (MG).

    Investigações apontam para a emissão irregular de partículas e óxidos de nitrogênio, entre 2011 e 2015, atingindo especialmente a região do Condomínio Solar da Lagoa.

    “Também houve lançamento irregular de efluentes líquidos sanitários no solo, entre 2011 e 2014, além de poluição sonora acima do aceitável para o horário noturno em área rural”, diz o MPMG em nota.

    A mineradora e três dirigentes foram denunciados hoje (10) por crimes ambientais. Em nota, a Vale disse estar comprometida com a sociedade e com o meio ambiente e informou que ainda não recebeu nenhuma citação relacionada à denúncia.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina da Janssen que chega ao Brasil é eficaz contra variantes: dose única

    BOA NOTÍCIA: Vacina da Janssen que chega ao Brasil é eficaz contra variantes: dose única

    A vacina da Janssen, do grupo Johnson & Johnson, que está sendo aguardada no Brasil, produz várias respostas imunológicas que permitem que ela seja eficaz contra diferentes variantes do vírus, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira, 9.

    A pesquisa, publicada na Nature como uma amostra acelerada de um artigo, determinou que a vacina da Johnson & Johnson ativou as respostas imunológicas contra a cepa COVID-19 original, bem como as variantes Alfa, Beta, Gama e Epsilon.

    O estudo concluiu que a vacina Johnson & Johnson “ofereceu forte proteção contra casos sintomáticos” de COVID-19 na África do Sul e no Brasil, onde as variantes causaram a maioria dos casos sequenciados.

    Pesquisa

    Os pesquisadores estudaram as respostas imunológicas celulares e de anticorpos de 20 voluntários com idades entre 18 e 55 anos.

    O estudo descobriu que menos anticorpos neutralizantes apareceram na luta contra as variantes Beta e Gama, encontradas pela primeira vez na África do Sul e no Brasil, respectivamente, quando comparadas à cepa COVID-19 original.

    O estudo determinou que uma única dose da vacina da Johnson & Johnson protegeu contra COVID-19 grave em 86 por cento dos participantes nos Estados Unidos, 88 por cento daqueles no Brasil e 82 por cento na África do Sul.

    Desde que a Food and Drug Administration emitiu uma autorização de uso de emergência para a vacina Johnson & Johnson em fevereiro, mais de 11,2 milhões de doses da vacina foram administradas nos EUA.

    Chegada no Brasil

    O Brasil aguarda a chegada de 3 milhões de doses ainda agora em junho. O imunizante foi aprovado pela Anvisa no Brasil em 31 de março.

    Além disso, o Ministério da Saúde assinou um acordo com a Janssen para a aquisição de 38 milhões de doses da vacina da empresa, com previsão inicial de entrega de 16,9 milhões de doses entre julho e setembro e 21,1 milhões de outubro a dezembro.

    O imunizante da Janssen, que é atualmente utilizado nos países da União Europeia, nos Estados Unidos e na África do Sul, recebeu, no Brasil, certificado de boas práticas da Anvisa.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, o risco de reações alérgicas à vacina da Janssen é considerado extremamente baixo, especialmente quando se refere a choques anafiláticos.

    O imunizante não tem compostos que podem causar reações alérgicas fortes, como antibióticos, adjuvantes ou conservantes, aditivos utilizados para potencializar a resposta imune, segundo o CDC. Eles também podem estar nos demais imunobiológicos.

    Com informações do SNB (Apud TheHill/Nature)

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  • Consumo de cerveja ‘migra’ para dentro de casa e volume de vendas no Brasil é o maior desde 2014

    Consumo de cerveja ‘migra’ para dentro de casa e volume de vendas no Brasil é o maior desde 2014

    Vendas da bebida no país cresceram 5,3% em 2020, na comparação com 2019, na contramão da economia e do mercado global, segundo levantamento da Euromonitor. Percentual de brasileiros com mais de 18 anos que consumiu cerveja em casa atingiu marca recorde de 68,6%, de acordo com dados da Kantar.

    A pandemia tem feito o brasileiro beber mais cerveja. Com as restrições de funcionamento de bares e o medo de contágio da Covid-19, o consumo migrou para dentro de casa e o volume total de vendas no país atingiu um nível que não era visto há anos, de acordo com dados de empresas que monitoram o mercado.

    Levantamento inédito da Euromonitor, mostra que o volume de vendas de cerveja no Brasil em 2020 foi o maior dos últimos 6 anos, atingindo 13,3 bilhões de litros, perdendo só para 2014, ano em que o país sediou a Copa do Mundo.

    Já dados da Kantar revelam que o consumo nas residências bateu um recorde histórico. O percentual de brasileiros com mais de 18 anos que bebeu cerveja dentro de casa saltou para 68,6% em 2020, ante 64,6% em 2019.

    Vendas crescem no Brasil e caem no mundo

    Segundo a Euromonitor, o volume de vendas de cerveja no país teve um crescimento anual de 5,3% em 2020, vindo de um avanço de 3,5% em 2019. O avanço ocorreu em um ano em que o PIB tombou 4,1% e que as famílias tiveram que consumir menos por conta da crise e da queda da renda.

    Em termos de faturamento, o crescimento foi ainda maior – de 9,9% na comparação com 2019 – com as vendas de cerveja no varejo totalizando um mercado de R$ 184,5 bilhões, impulsionado pela maior penetração das chamadas cervejas premium, mais caras.

    O maior consumo de cerveja pelos brasileiros em meio à pandemia elimina quase por completo uma trajetória de queda que vinha sendo observada desde a recessão dos anos 2015-2016, e vai na contramão de tendência global de menor consumo de bebidas alcóolicas e de busca por hábitos mais saudáveis.

    A cerveja foi, de longe, a bebida alcóolica com maior volume de vendas no Brasil no ano passado, seguida por cachaça (398,8 milhões de litros) e vinho (380 milhões de litros).

    O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cervejas, atrás somente da China e Estados Unidos. Nos Estados Unidos, porém, houve queda de 3,4% nas vendas em 2020 em termos de volume. Já na China o volume foi 7% menor na comparação com o ano anterior, de acordo com a consultoria.

    O que explica o crescimento

    O crescimento em 2020 foi impulsionado principalmente pela migração do consumo para dentro de casa. Segundo a Euromonitor, a volume de vendas nos bares de restaurantes caiu 2,2%, mas foi mais do que compensando pelo salto 17,6% nas vendas do chamado “off-trade”, que inclui supermercados e comércio eletrônico.

    O analista da Euromonitor Rodrigo Mattos explica que houve um crescimento das vendas das bebidas alcóolicas de uma maneira geral no país, em meio a um comportamento de busca por relaxamento e algum tipo de prazer, como também de maior indulgência do consumidor. Ou seja, de abstenção da culpa.

    “Às vezes não parece ser uma coisa muito óbvia associar bem-estar com bebida, mas o brasileiro acabou tendo essa solução”, acrescenta.

    Considerando todas as bebidas alcóolicas, o volume total de vendas no país teve crescimento de 4,1% em 2020, segundo a Euromonitor, atingindo 14,4 bilhões de litros – também a maior marca desde 2014, quanto o total chegou a 15 bilhões.

    Número maior de compradores

    Por conta das medidas de distanciamento social e restrições no funcionamento de bares e restaurantes, a penetração de cerveja nos lares atingiu em 2020 um recorde histórico, segundo a Kantar, com avanço em todas as classes sociais.

    “Cerveja já era uma categoria que vinha se consolidando no carrinho de compras dos brasileiros, mas em 2020 ganhou mais de 2,2 milhões de novos compradores”, afirma Luisa Uehara, coordenadora de marketing da Kantar.

    Os dados da consultoria mostram que a pandemia também fez aumentar o tabagismo no país. A Kantar apontou um crescimento de 12,3% no consumo de cigarros em 2020, na comparação com o ano anterior, com alta de 0,9 ponto percentual no número de fumantes maiores de 18 anos.

    Marcas mais consumidas

    Brahma e Skol permaneceram na liderança das marcas com maior volume de vendas no país em 2020.

    Os dados do primeiro trimestre surpreenderam. Mesmo sem Carnaval, o primeiro trimestre de 2021 já mostrou um resultado superior ao do primeiro ano da pandemia. Na Ambev, que responde por cerca de 60% do mercado de cervejas no país, o volume de vendas da bebida cresceu 16% no 1º trimestre na comparação anual, com a marca Becks crescendo três dígitos e a Corona com avanço de quase 50%.

    Para o resultado de 2021, a previsão é que o consumo de cerveja continuará a crescer, mas em ritmo menor em razão das incertezas em relação ao controle da pandemia, avanço da vacinação contra o coronavírus e ritmo de recuperação da economia. A Euromonitor projeta por ora uma alta de 2,7%, para um total de 13,7 bilhões de litros – número ainda abaixo do recorde de 2014.

    Fonte G1

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  • Bebês, funcionária e professora são mortas em ataque a creche em Santa Catarina

    Bebês, funcionária e professora são mortas em ataque a creche em Santa Catarina

    Quem é o autor do ataque a creche em SC que deixou cinco mortos? Quem são as vítimas adultas?

    O caso ocorreu por volta das 10h desta terça-feira, quando um jovem invadiu a Escola Infantil Pró-Infância Aquarela, em Saudades, no Oeste de Santa Catarina e desferiu golpes contra adultos e crianças com um facão. De acordo com a Polícia Civil, duas crianças morreram no local e uma, após atendimento médico no hospital do município. Todas tinham menos de dois anos de idade. Também foram vítimas fatais desse ataque a professora Keli Adriane Anieceviski de 30 anos e a funcionária Mirla Renner, de 20 anos.

    Investigação preliminar indica que a tragédia não foi maior porque professoras perceberam o que estava acontecendo e trancaram as outras salas onde estavam os demais alunos da instituição, que é voltada para crianças até 3 anos.

    Após o atentado, o homem saiu da creche e foi abordado por populares. Então, tentou se suicidar, mas foi impedido. Ele foi levado para o Hospital Beneficente de Pinhalzinho, na cidade vizinha, onde está em estado grave.

    Segundo o delegado regional de Chapecó, Ricardo Nilton Casagrande, que se dirigiu a Saudades, ainda estão buscando informações sobre o que teria motivado esse crime. “Ainda não foi possível conversar com o autor, ele está hospitalizado. Não temos a idade dele por enquanto”, disse.

    Após o ataque, a governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr, decretou luto oficial de três dias. “Manifesto profunda tristeza e presto minha solidariedade”, escreveu em seu perfil de Twitter.

    Por sua vez, o prefeito de Saudades, Maciel Schneider, decretou luto oficial e afirmou que as aulas no município estão canceladas nesta semana. Além disso, colocou à disposição para acompanhar as famílias as equipes de saúde e psicólogos. “É um momento muito triste na nossa pequena cidade”, disse.

    Quem é o autor do ataque a creche em SC que deixou cinco mortos?

    A Polícia Civil confirmou a identidade do autor do ataque registrado em uma creche na manhã desta terça-feira (4). Cinco pessoas morreram após o crime. Segundo o delegado, o jovem tinha perfil mais quieto e não costumava sair muito de casa. 

    O autor foi identificado como Fabiano Kipper Mai, 18 anos. De acordo com o delegado Jerônimo Marçal Ferreira, ele invadiu a Escola Infantil Pró-Infância Aquarela e feriu a professora na entrada da unidade. Ela teria então corrido para a sala onde estavam quatro crianças, todas menores de dois anos. Além deles, o suspeito atacou uma agente de saúde que fazia um trabalho no local no momento do crime.

    Na casa do suspeito, a polícia encontrou o computador que deverá ser analisado pela polícia, as embalagens das duas facas utilizadas no crime e cerca de R$ 11 mil em espécie. Conforme o relato dos pais à polícia, ele trabalhava e o valor estava sendo guardado. Os motivos, no entanto, não foram informados.

    — Ele trabalhava, não saía muito. Era um rapaz mais “quietão” – pontua o delegado.

    Quem são as vítimas adultas?

    A tragédia que aconteceu em Saudades, Santa Catarina, tirou a vida da professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos, que morreu no local, e da agente educativo Mirla Renner, que atuava como auxiliar das professoras, que chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Ela havia completado 20 anos em janeiro. “Ela cursava engenharia química na UDESC. Já estava há uns dois anos como agente educativo na cidade, mas havia ido este ano para a creche”, contou um amigo de Mirla.  “Aconteceu tudo muito repentinamente. Eu ainda estou sem acreditar”, completou.

    Segundo o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, “o autor desferiu golpes também contra o próprio pescoço, além de abdomen e tórax, e foi encaminhado em estado gravíssimo ao Hospital em Pinhalzinho”.  Ainda não se sabe o que motivou o crime. Saudades fica no Oeste de SC e tem cerca de 9 mil habitantes.

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  • Covid-19: Mais 10,9 milhões de doses de vacina foram entregues no fim de semana no país

    Covid-19: Mais 10,9 milhões de doses de vacina foram entregues no fim de semana no país

    Fiocruz disponibilizou 6,5 milhões de doses na última sexta-feira

    Entre esta sexta-feira (30) e o domingo (2) foram disponibilizadas no país 10,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Na sexta-feira foram entregues 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

    No domingo (1º), chegaram 220 mil doses da Oxford/AstraZeneca importadas por intermédio do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    No domingo, uma nova remessa desse imunizante, também obtida junto ao consórcio Covax Facility, chegou a São Paulo, com mais 3,8 milhões de doses. Com isso, completam-se os 4 milhões de doses previstos para maio anunciados pelo Ministério da Saúde.

    O balanço foi apresentado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em pronunciamento feito em Brasília e transmitido pelos canais da pasta. Não houve abertura para perguntas de jornalistas.

    De acordo com Queiroga, considerando o período desde quarta-feira (28), 17,1 milhões de doses de vacina contra a covid-19 das adquiridas pelo governo estão sendo entregues. No dia 28, foram disponibilizados 5,2 milhões de doses, sendo 5,1 milhões da Oxford/AstraZeneca e Fiocruz e 104,8 mil da CoronaVac.

    Na quinta-feira (29), chegaram 1 milhão de doses da Pfizer., que serão distribuídas a partir de segunda-feira. Segundo o Ministério da Saúde, essa dinâmica foi definida a pedido de estados e municípios. Como o imunizante da Pfizer demanda estrutura de armazenamento com temperaturas baixas (entre -25º e -15º), a orientação do ministério foi que as doses fossem direcionadas sobretudo a capitais.

    A agilização da entrega de vacinas ocorre em meio a dificuldades para obtenção de insumos e à redução do ritmo da imunização contra a covid-19. Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) indica que 673 cidades ficaram sem aplicar vacinas nesta semana.

    Fiocruz

    A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, disse que a fundação atingiu a capacidade de produção de 1 milhão de doses por dia e que já tem ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) suficientes para a primeira leva prevista, de 100,4 milhões.

    Nísia disse que foi finalizada a estrutura para produção da vacina. Contudo, esta ainda deverá ser passar por processos de análise e certificação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Protocolos

    No último pronunciamento, o ministro da Saúde informou que a pasta vem desenvolvendo protocolos para os procedimentos em caso de necessidade de intubação de pacientes. O professor da Universidade de São Paulo Carlos Carvalho, que coordena o trabalho, explicou que os protocolos devem abarcar as condutas adequadas no processo de intubação, incluindo o uso racional do oxigênio neste processo.

    “A intubação deve garantir segurança para paciente e equipe. Haverá um protocolo chamado de sequência rápida de intubação e um protocolo com medicamentos de analgesia, sedação e relaxantes musculares”, sublinhou o professor.

    Outro protocolo deve definir o uso de tecnologias para realizar procedimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs) por meio do sistema telessaúde. “Haverá uma parte inicial de treinamento e capacitação da equipe e de hospitais que estão atendendo na ponta. A partir daí, começaremos a fazer visitas e discussões diárias para apoiar a assistência que esses profissionais estão prestando à população”, acrescentou Carvalho.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • CONEXÃO INVESTIGAÇÃO: Coronavírus segue matando, assim como outras tantas doenças e causas. Mas por que ninguém fala nada?

    CONEXÃO INVESTIGAÇÃO: Coronavírus segue matando, assim como outras tantas doenças e causas. Mas por que ninguém fala nada?

    Reportagem especial mostra que há muito com o que se preocupar, além do vírus chinês.

    O Brasil segue vivendo diariamente o drama provocado pela maior pandemia de sua história. E não é uma exclusividade nacional. O coronavirus tem provocado caos e mortes mundo afora. Está diariamente em todos os veículos de comunicação. É assunto inesgotável. Está em todos os lugares, o tempo todo. A questão que deve ser levada em consideração é que, não desmerecendo e não tratando o coronavirus como uma mera gripe, há outras diversas causas de mortes diárias no Brasil que não são levadas em conta, não são informadas, dando a impressão de não terem a menor importância ou relevância. Neste 22 de abril, Dia do Descobrimento, ousamos buscar descobrir a verdade dos fatos.

    O Brasil é um país continente, com mais de 220 milhões de habitantes. tem suas características próprias, Como o clima, ocupação por metro quadrado, distribuição de renda, acesso à educação e à saúde muito dificultados, extremos dentro do próprio território e uma série de situações, como a velha política, que tornam tudo aqui mais moroso, difícil e polêmico. 

    A Itália tem hoje 62 milhões de habitantes. A França tem 67 milhões. A Espanha tem 46 milhões. Argentina tem 44 milhões. E Portugal, pouco mais de 10 milhões de habitantes. O Brasil tem praticamente a população de todos esses países juntos. Lógico que tudo aqui no Brasil toma uma proporção maior. Vacinar 220 milhões de pessoas é muito mais complicado do que vacinar 40 milhões. O governo federal já distribuiu mais de 50 milhões de vacinas.  quantidade que seria suficiente para vacinar toda a Espanha ou toda Argentina.

    Aqui no Brasil, neste nosso lindo país continente,  apesar dos índices elevados de contaminação e de mortes pela covid-19 o coronavirus está longe de ser o único vilão. Veja o levantamento feito pelo conexão Três Pontas sobre outras causas de mortes no Brasil em 2020:

    _ Mortes no Trânsito

    De acordo com o Portal do Trânsito em 2020, 80 pessoas morreram por dia em consequência de acidente de trânsito no país. 

    _ Mortes Violentas

    O Brasil teve uma alta de 5% nos assassinatos em 2020 na comparação com 2019, após dois anos consecutivos de queda. É o que mostra o Índice Nacional de Homicídios. No ano passado, foram registradas 43.892 mortes violentas, contra 41.730 em 2019. Ou seja, 2.162 mortes a mais. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

    _ Mortes por Câncer 

    O Câncer é a principal causa de morte e uma importante barreira para aumento da expectativa de vida em todos os países do mundo. De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2019 e 2020 o câncer foi a primeira ou segunda causa de morte antes dos 70 anos em 112 dos 183 países e ocupa o terceiro ou quarto lugar em mais 23 países. O crescente destaque do câncer como uma das principais causas de morte reflete, em parte, declínio acentuado nas taxas de mortalidade por doenças do cérebro e cardiovascular, envelhecimento e crescimento populacional e as mudanças na prevalência e distribuição dos principais fatores de risco, vários dos quais são associados ao desenvolvimento socioeconômico. Os dados publicados de expectativa para 2020 registraram uma incidência de aproximadamente 19 milhões de casos de câncer em todo mundo, com 10 milhões de mortes. Mais de 60% dos casos de câncer se concentram nos 10 tipos mais frequentes, sendo responsáveis também por 70% de todas as mortes. 

    Uma pesquisa divulgada, feita pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc na sigla em inglês), mostrou um panorama da doença em todo o mundo. Segundo o levantamento, 2020 chegará ao fim com 19,3 milhões de novos casos registrados e 10 milhões de óbitos. A agência intergovernamental faz parte da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas (OMS). A entidade calcula que mais de 690 mil pessoas morreram de câncer em 2020. 

    Atualmente, 7,6 milhões de pessoas no planeta morrem em decorrência da doença a cada ano. Dessas, 4 milhões têm entre 30 e 69 anos.

    No Brasil, o número de novos casos foi de 522.212, com aproximadamente 260.000 mortes por câncer em 2020.

    _ Mortes por Tuberculose

    O Brasil ainda registra 200 novos casos de tuberculose por dia, segundo dados do Ministério da Saúde. A tuberculose é uma doença grave e está entre as 10 causas de morte no mundo: são 10 milhões de casos por ano e mais de 1 milhão de óbitos.

    No Brasil, em 2019, foram registrados 73.864 mil casos novos da doença. A taxa de mortalidade caiu cerca de 8% na última década.

    _ Mortes por Dengue

    Os casos de dengue registrados no Brasil em 2020 aumentaram 600%, com mais de 800 mortes. De Janeiro até 24 de agosto de 2020 foram registrados 1,4 milhão de casos, 6 vezes mais do que o registrado no mesmo período de 2019, quando foram registrados 205.791 casos. Pelo menos 14 estados brasileiros estiveram em situação de epidemia. Em Minas Gerais o índice foi de 2.200 casos a cada 100 mil habitantes, o pior índice de todo Brasil.

    _ Mortes por Doenças Cardiológicas

    Até o dia 20 de abril de 2020 foram 121.620 no Brasil. Por mês são cerca de 22.100 mortes. Por dia são, em média, 1.092 mortes. AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES MATAM UMA PESSOA A CADA 90 SEGUNDOS NO BRASIL. POR QUE NÃO SÃO CONSIDERADAS UMA EPIDEMIA? 

    De acordo com o Cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, de 01/01/2020 a 05/04/2020, cerca de 104 mil pessoas foram a óbito em decorrência de alguma doença relacionada ao aparelho cardiovascular no Brasil. Ou seja, a cada 90 segundos uma pessoa morreu em decorrência das doenças cardiovasculares em nosso país. Nesse mesmo período, a infecção pelo coronavírus levou a óbito cerca de 62.784 pessoas no mundo inteiro, de acordo com o relatório da OMS.

    Não é difícil perceber que as doenças cardiovasculares mataram, somente no Brasil, quase o dobro do que o coronavírus matou no mundo em 2020. O mesmo raciocínio pode ser aplicado para outras doenças como a tuberculose e a malária, e para causas externas como violência e acidentes de trânsito. Esses números permitem entender o questionamento feito inicialmente: por que essas doenças, em especial as doenças cardiovasculares, também não são consideradas uma epidemia?

    De acordo com um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Hospital Alberto Urquiza Wanderley e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número de mortes por doenças cardiovasculares cresceu até 132% no Brasil durante a pandemia.

    _ Mortes por Doenças Cerebrais

    A cada seis segundos alguém, em algum lugar, morre de AVC. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o acidente vascular cerebral AVC é a segunda maior causa de morte no mundo, ficando atrás da doença isquêmica cardíaca.

    ​São seis milhões de mortes a cada ano. No Brasil o AVC é a segunda causa de morte e incapacidade, com um enorme impacto econômico e social. Cerca de 30% das pessoas que sofrem um AVC não retornam ao trabalho depois do acidente vascular cerebral e 50% ficam dependentes de outras pessoas no dia a dia.

    Conclusão

    A conclusão que se pode chegar é que uma série de fatores, como interesses político-eleitorais e financeiros, acentuaram fortemente a divulgação e a forma como o coronavirus é tratado no Brasil se comparado com outras causas de morte. parece ser interessante tanto para boa parte da classe política quanto para a imprensa que se instaure o caos, que se propague o medo a qualquer custo, simplesmente para devolver ou manter o poder àqueles que não vivem sem ele. 

    A pandemia de coronavírus, frisamos, é a mais grave da nossa história e deve ser encarada desta forma, mas sem distorcer sua realidade, seus dados e seu combate. Tão importante quanto continuarmos mantendo o distanciamento social, usando máscara e álcool em gel é que parem de politizar a pandemia, alguns parem de fingir que estão aplicando a vacina, parem de transferir responsabilidades, parem de inflacionar o número de mortes, parem de atestar “todas” as mortes tendo como causa a covid-19, parem de pensar nas eleições de 2022 e comecem realmente a cuidar do povo brasileiro. Afinal de contas, eleitor morto por covid-19, por câncer, por AVC, por acidente de trânsito, pela violência ou por qualquer outra causa não vai às urnas e não vota. Pelo menos não oficialmente.

    Fontes de Pesquisa: Portal do Trânsito / Atlas da Violência / Ministério da Saúde / OMS / Gazeta / BBC / Exame / G1 / Instituto do Coração / Instituto de Oncologia / BandNews / Denatran 

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  • Covid: Variante acelera intubação de jovens e SP orienta procurar ajuda no 1º dia de sintomas

    Covid: Variante acelera intubação de jovens e SP orienta procurar ajuda no 1º dia de sintomas

    O avanço da variante P.1, descoberta em Manaus em janeiro, levou a cidade de São Paulo a mudar sua orientação para todos aqueles que forem infectados por coronavírus. Agora, eles devem procurar uma unidade de saúde assim que surgirem os sintomas, e não mais quando eles se agravarem.

    Segundo a prefeitura, a mudança tem três motivos, todos associados à nova variante: agravamento rápido do quadro de saúde, mais jovens atingidos e tempo de internação maior.

    “Não só o processo de internação é mais longo, a viremia (presença do vírus no sangue), mas o agravamento é muito repentino na P.1. Há relatos do atendimento na ponta de jovens que são internados e em 24 horas já precisam ser intubadas. Literalmente isso”, afirmou o secretário municipal de saúde de São Paulo, Edson Aparecido, em entrevista à BBC News Brasil.

    Levantamentos apontam que a variante, mais contagiosa, já está presente em mais de 80% dos pacientes da Grande São Paulo no início de março. A P.1 tem avançado rapidamente em outras partes do país. No Rio de Janeiro, estima-se que a incidência dela passou de 67% em fevereiro para quase 100% em abril.

    Essa variante do coronavírus é mais contagiosa, entre outros motivos, por causa de mutações que facilitaram a invasão de células humanas. Essa característica pode estar ligada a outras duas hipóteses que estão próximas de serem confirmadas por cientistas: agravamento mais rápido do quadro de saúde e maior letalidade.

    Fonte BBC News

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  • BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    Governo Federal comprou 42,5 milhões de doses de vacinas do consórcio Covax Facility

    A ONU – Organização das Nações Unidas – anunciou nesta sexta, 16, que vai antecipar a entrega de 4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil

    As vacinas chegarão ainda neste mês de abril por meio do consórcio Covax Facility, co-liderado pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

    E mais: a ONU informou que há a possibilidade de se antecipar o envio de outras 4 milhões de doses via Covax. Portanto, no total, serão 8 milhões de doses antecipadas.

    Na próxima semana, o consórcio vai definir se doses serão da vacina da Pfizer, ou da vacina de Oxford.

    Reunião

    O anúncio do repasse foi feito em reunião virtual de dirigentes da ONU e da OMS com 22 governadores e 4 vice-governadores do Fórum de Governadores do Brasil nesta sexta.

    O país tem atravessado nas últimas semanas o pior momento da pandemia, com elevados registros de mortes, novos casos de Covid, colapso nos sistemas de saúde com falta de leitos de UTI, escassez de medicamentos do chamado kit intubação e a demora na imunização.

    No dia 21 de março, o Brasil recebeu o primeiro lote com 1 milhão de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 por meio do Covax Facility.

    O programa oferece auxílio especialmente a países em desenvolvimento, permitindo que eles vacinem profissionais de saúde e outros grupos em alto risco, mesmo se seus governos não conseguiram garantir vacinas com os fabricantes.

    No caso do Brasil, foram adquiridas pelo Governo Federal via Ministério da Saúde 42,5 milhões de doses de vacinas por meio do programa.

    Fonte SNB (Apud Money Times e CNN)

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  • Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Um grupo de trabalho voluntário criou um site que estima, com base na disponibilidade de doses de vacina, idade e estado, quando você será vacinado. Segundo o ‘Quando vou ser vacinado’, uma pessoa de 62 anos, que mora em São Paulo, por exemplo, será vacinada contra a covid-19 em 16 dias. O cálculo automatizado do site leva em conta fatores como a faixa etária da população e grupos prioritários. Leia a reportagem na íntegra e consulte a previsão para você se vacinar.

    No entanto, o site avisa que as datas podem mudar diariamente devido a alterações na sua base de dados sobre a oferta de vacinas e o ritmo da vacinação.

    Formulário

    Basta informar a idade e o estado onde será vacinado, que o site, baseado em informações sobre as doses já aplicadas, tamanho da população e no histórico do Sistema Único de Saúde na campanha de vacinação contra o H1N1 em 2020, faz o cálculo. Em alguns segundos ele dá a previsão em meses e dias.

    Contudo, alerta a Secretaria Estadual de Saúde (SES), uma estimativa realista, de fato, dependeria de muitos outros fatores.

    Dados Estatísticos

    Os dados da população que estão considerados na calculadora do site são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Vale reforçar que trata-se apenas de uma estimativa. Para saber mais acesse o site ‘Quando vou ser vacinado’.

    Fonte Andréa Fassina, Só Notícia Boa (Apud Exame)

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