Categoria: Brasil

  • BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    Ministro da Saúde afirmou que primeiros imunizantes serão comprados da Índia

    Ministro da SaúdeEduardo Pazuello afirmou nesta quarta-feira (13/01) que a vacinação da COVID-19 começará no Brasil ainda neste mês, janeiro de 2021. Pazuello também disse que os primeiros imunizantes serão fornecidos pela Índia.

    “Vamos vacinar em janeiro (…) Hoje decola o avião para buscar os dois milhões de doses na Índia”, disse, em pronunciamento na cidade de Manaus, capital do Amazonas.

    O fabricante responsável pela vacina citada por Pazuello é a Serum Institute of India, vinculada ao grupo farmacêutico AstraZeneca para produção da vacina da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O ministro disse que o Brasil tem condições de iniciar o processo de imunização após aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre qualquer imunizante.

    “Nós temos duas vacinas para janeiro muito promissoras. São oito milhões de doses já em janeiro. Quando a Anvisa concluir suas análise, três, quatro dias depois, estaremos distribuindo a vacina”, afirmou o ministro.

    Nessa terça-feira (12/01), a Anvisa divulgou que se reunirá no domingo (17/01) pela autorização do uso emergencial das vacinas que estão sob análise do órgão. O último dia de avaliação dos pedidos de análise dos imunizantes é na próxima segunda-feira (18/01).

    Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados nessa terça, 8.195.637 pessoas contraíram a COVID-19 no Brasil. Dessas, 204.690 morreram e 7.273.707 se recuperaram da doença.

    Fonte EM

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  • EDUCAÇÃO: Justiça Federal nega pedido de adiamento do Enem e mantém datas das provas

    EDUCAÇÃO: Justiça Federal nega pedido de adiamento do Enem e mantém datas das provas

    Defensoria Pública da União informa que vai recorrer da decisão; provas estão marcadas para 17 e 24 de janeiro

    A Justiça Federal negou o pedido de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e manteve a data das provas nos dias 17 e 24 de janeiro. O pedido havia sido feito pela Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF). Entidades estudantis fazem pressão pela alteração na data das provas, que ocorrem em meio à segunda onda da pandemia no Brasil. A DPU informou que vai recorrer da decisão.

    Na decisão, a juíza Marisa Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, afirmou entender que as medidas adotadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo exame, “são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas, sem deixar de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante e nas autoridades sanitárias locais que definirão a necessidade de restrição de circulação de pessoas, caso necessário”.

    A juíza destaca ainda que há “informações suficientes” sobre as medidas de biossegurança para a realização da prova, como a obrigatoriedade do uso de máscara pelos candidatos e aplicadores, a possibilidade de reaplicação para inscritos com sintomas da COVID-19 e a orientação para que candidatos que pertencem ao grupo de risco façam a prova em salas menores.

    Na decisão, a juíza aponta que a pandemia tem efeitos diferentes no território nacional, podendo ser mais ou menos grave em algumas cidades. “As peculiaridades regionais ou municipais devem ser analisadas caso a caso, cabendo a decisão às autoridades sanitárias locais, que podem e devem interferir na aplicação das provas do Enem se nessas localizações específicas sua realização implicar em um risco efetivo de aumento de casos da COVID-19”, escreveu.

    Segundo a magistrada, caso o risco maior de contágio em determinado município justifique um “lockdown” que impeça a realização das provas “ficará o Inep obrigado à reaplicação do exame diante da situação específica”. O Estado do Amazonas e o município de Belo Horizonte, por exemplo, fecharam o comércio nos últimos dias para reduzir a transmissão da COVID-19 – nessas localidades, é alta a taxa de ocupação de leitos.

    A decisão cita ainda a realização, nos últimos dias, dos vestibulares da Fuvest e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sem que houvesse pedido de adiamento por parte da Defensoria Pública ou das entidades estudantis. A reportagem acompanhou a aplicação das provas e registrou aglomerações nos portões de entrada e na saída dos estudantes.

    Especialistas em Saúde ouvidos pelo Estadão disseram que a realização da prova neste momento pode agravar o quadro da pandemia no Brasil e oferece risco aos alunos.

    Adiamento

    Inicialmente marcado para novembro, o Enem foi adiado para janeiro por causa da pandemia. Na época, o Ministério da Educação (MEC) fez uma enquete com os estudantes, que indicaram preferência pelo adiamento para o mês de maio de 2021. Apesar dessa indicação, a prova foi marcada para janeiro sob o argumento de não atrasar o calendário das universidades.

    Nesta terça-feira (12/1), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que uma “minoria barulhenta” quer um novo adiamento do exame. A declaração ocorreu no dia seguinte à morte do general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, chefe da diretoria do Inep e responsável pela elaboração do Enem. “Não vamos adiar o Enem”, disse o ministro.

    Fonte EM

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  • Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Segundo o diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, a eficácia da Coronavac deve ser ”bem mais alta’ que a encontrada

    diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, afirmou nesta terça-feira (12/01) que a eficácia da vacina no uso para a população em geral “deve ser bem mais alta” que o encontrado durante os estudos de fase 3 do imunizante. Segundo reforçou o pesquisador responsável pelo estudo, os testes foram realizados com profissionais da saúde voluntários e, portanto, não necessariamente representam os resultados encontrados entre a população geral.

    “A vacina é extremamente segura, ninguém vai virar outra coisa além de um ser humano protegido quando tomar a vacina”, explicou o médico.

    Conforme afirmou Palácios, 85 dos participantes do estudo clínico que receberam a Coronavac – vacina contra a COVID-19 desenvolvida em parceria com a chinesa Sinovac – tiveram sintomas muito leves ou não tiveram nenhum, contra 167 do grupo controle.

    Com os dados divulgados, o Butantan reforça que a eficácia geral da vacina ficou em 50,38% – medida da capacidade da vacina de reduzir os casos muito leves. Na última semana, o Butantan havia anunciado que a vacina foi capaz de reduzir em 78% a ocorrência de casos leves da doença e em 100% as formas graves e internações.

    “Temos uma vacina capaz de controlar a pandemia por diminuir a intensidade da doença”, afirmou Palácios durante entrevista coletiva no Instituto Butantan no início da tarde desta terça-feira.

    Fonte EM

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  • Inep divulga cartão de confirmação com local de prova do Enem 2020

    Inep divulga cartão de confirmação com local de prova do Enem 2020

    Inscrição, hora e data do Enem estão no cartão

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou o cartão de confirmação de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por meio do qual os inscritos podem consultar o local onde devem fazer a prova.

    O cartão está disponível desde o início da manhã, segundo o Inep. No documento, constam também informações como número de inscrição e o registro da hora e data do Enem. Consta, ainda no cartão, a confirmação de que o participante que pediu atendimento especializado será atendido. O mesmo serve para o inscrito que solicitou o tratamento pelo nome social.

    O inscrito pode consultar o cartão na Página do Participante e também pelo aplicativo oficial do Enem. O Inep aconselha quem vai fazer as provas que imprima o documento e leve no dia de realização do exame, junto com o documento oficial com foto.

    Segundo o Inep, o sistema tem funcionado sem problemas e algumas reclamações em redes sociais sobre dificuldade de acesso podem ter sido causadas por tentativas de acesso durante a madrugada, quando o cartão de confirmação ainda não estava disponível.

    Datas

    A atual edição impressa do Enem será nos dias 17 e 24 de janeiro. Num projeto piloto, o exame será realizado também numa versão digital para 100 mil inscritos, desta vez nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Ao todo, 5.783.357 inscritos foram confirmados.

    Em alguns casos específicos, como quando houver problemas estruturais no local das provas, o exame poderá ser reaplicado. As datas para isso são 24 e 25 de fevereiro. Nessas datas, as provas serão aplicadas também para as pessoas que estiverem privadas de liberdade. Em todas as situações, o resultado do Enem está marcado para ser divulgado em 29 de março.

    As datas da atual edição do Enem foram divulgadas em junho, após o Ministério da Educação anunciar o adiamento do exame, que seria realizado em novembro, em razão da pandemia de covid-19. À época, estudantes fizeram campanha para que o governo ou o Congresso adiassem as provas.

    Reaplicação por doença

    Também poderá pedir para participar da reaplicação da prova em fevereiro quem estiver diagnosticado com covid-19, nas primeiras datas de realização das provas. A solicitação poderá ser feita na Página do Participante do Enem.

    O mesmo serve para outras doenças infectocontagiosas. São elas: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, e varicela.

    O Inep orienta o participante que seja acometido por sintomas de qualquer dessas doenças no dia ou na véspera da realização do Enem a entrar em contato também pela Central de Atendimento, no número 0800-616161, de modo a agilizar a análise do caso.

    Fonte Agência Brasil

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  • Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Solicitação contempla dois milhões de doses importadas da Índia; resposta pode levar 10 dias

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou, nesta sexta-feira (08/01), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação emergencial da vacina contra a COVID-19 produzida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca. O processo faz parte dos trâmites necessários para a aplicação do imunizante.

    O prazo da Anvisa para avaliar uso emergencial de vacinas é de até 10 dias. Portanto, a expectativa é que a autorização pedida pela Fiocruz saia até o próximo dia 18. Dois milhões de doses devem ser importadas da Índia. A tendência é que a carga chegue, justamente, em no máximo 10 dias.

    Também nesta sexta, a Anvisa já havia recebido, do Instituto Butantan, o pedido para utilização emergencial da CoronaVac, composto de origem chinesa produzido pela entidade paulista.

    “As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, diz a Agência.

    Se as primeiras doses de Oxford e a autorização da Anvisa cheguem até o dia 18, o país terá condições de iniciar a vacinação na data mais otimista do plano federal de imunização: 20 de janeiro.

    Fiocruz mira produção nacional

    Posteriormente à entrega das doses vindas da Índia, com ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) importados, a Fiocruz iniciará a produção, em solo nacional, do imunizante pensado por Oxford e AstraZeneca. A previsão é que o primeiro milhão de doses fabricado no Brasil seja entregue ao governo entre 8 e 12 de fevereiro.

    A partir do dia 22 do segundo mês do ano, a estimativa é que 700 mil doses diárias fiquem prontas para uso.

    O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. A ideia é aplicar doses da vacina britânica em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

    O governo considera que uma vantagem da vacina de Oxford/AstraZeneca é a facilidade de armazenamento, que exige temperaturas de 2 a 8 graus. Trata-se do intervalo já utilizado na rede de frios do Sistema Único de Saúde (SUS). No Reino Unido, o composto britânico tem sido ministrado em duas doses.

    Fonte EM

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Órgãos manifestam pesar; Brasil se prepara para iniciar vacinação

    O Brasil bateu a marca de 200 mil mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (7) informa um total de 200.498 mortes em decorrência de covid-19.

    Até ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 198.974 óbitos. Ainda há 664.244 pessoas infectadas em acompanhamento. Outras 7.096.931 pessoas – 89,1% do total – já se recuperaram da doença.

    Nas últimas 24 horas foram registrados 1.524 novos óbitos. Foi o 2º dia com mais mortes notificadas durante todo o período de pandemia, perdendo apenas para 29 de julho, quando foram confirmadas 1.595 novas vítimas. Ainda há 2.543 óbitos sob investigação.

    O total de casos acumulados se aproxima de 8 milhões. Conforme o balanço do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 7.961.673 pessoas infectadas desde o início da emergência sanitária. O número de casos acumulados ontem estava em 7.873.830.

    Entre ontem e hoje, foram confirmados 87.843 novos diagnósticos positivos, o maior número em toda a pandemia. O dia com mais casos acrescidos às estatísticas havia sido 16 de dezembro de 2020, com 70.574.

    Na lista de estados com mais mortes, o topo é ocupado por São Paulo (47.768), Rio de Janeiro (26.292), Minas Gerais (12.366), Ceará (10.096) e Pernambuco (9.763). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (793), Acre (821), Amapá (956), Tocantins (1.257) e Rondônia (1.890).

    Repercussão

    O Ministério da Saúde divulgou nota em que se solidariza com as “famílias que perderam entes queridos”. No comunicado, a pasta diz que está “trabalhando incansavelmente para para garantir vacinas seguras e eficazes à população” e destaca o papel dos profissionais de saúde no combate à pandemia.

    “É importante ressaltar que é a força de cada um dos profissionais de saúde – como médicos, enfermeiros, cuidadores, técnicos e demais profissionais – que fazem o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionar”, destaca o Ministério.

    O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) classificou o fato como “triste marca”. De acordo com os secretários, o Sistema Único de Saúde mostrou o quanto é necessário para a população. Mas a entidade alerta que há vários desafios pela frente.

    “Precisamos estar atentos a todas as providências para aquisição de insumos essenciais ao sucesso da iniciativa, com seringas e agulhas. Neste momento, há um estoque suficiente para atender as demandas da primeira fase da iniciativa. É essencial, porém, que uma compra nacional, pelo Ministério da Saúde, seja realizada em quantidades que garantam a vacinação contra covid-19 e a reposição de estoques que necessitaram ser remanejados”, pontua a nota do Conass.

    Ontem, em pronunciamento de rádio e TV, Pazuello afirmou que o governo garantiu a disponibilidade de 354 milhões de doses de vacinas, de três laboratórios, para imunização da população brasileira em 2021.

    Além disso, o ministro afirmou que estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas.” 

    O Conselho Nacional de Saúde (CNS), colegiado que reúne governos, gestores, profissionais e associações de pacientes, divulgou hoje nas redes sociais que a entidade lamenta o sofrimento de brasileiros e brasileiras.

    “Nossas entidades manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e resultado da inação e da irresponsabilidade dos mandatários da nação para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiras e brasileiros infectados e mortos pela covid-19 e de seus familiares.”

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021

    O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

    O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

    Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto hoje (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da pasta informaram o contrato de compra da Coronavac e trataram da situação da vacinação contra a covid-19.

    Pazuello afirmou que a aquisição do lote da Coronavac foi possível graças à medida provisória (MP) editada ontem (6) permitindo a contratação de vacinas antes do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “A MP nos permite fazer contratação de vacinas e outros insumos antes mesmo de estar concluído o registro na Anvisa, coisa que não era permitida. Não podia fazer nenhuma contratação que não houvesse incorporação anterior no SUS [Sistema Único de Saúde] para poder comprar”, declarou o titular do MS.

    A perspectiva da pasta é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia, 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho, 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

    A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

    O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Nesta hipótese, estariam disponíveis oito milhões de doses. A imunização ocorreria com as vacinas que estivessem disponíveis, sejam elas as do Instituto Butantan ou as importadas da Astrazeneca da Índia.

    O segundo cenário seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Já o terceiro seria entre 10 de fevereiro e início de março. Pazuello comentou que a estimativa é que os dois produtores nacionais, Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, cheguem ainda neste ano à capacidade de fabricação de 30 milhões de doses por mês.

    O ministro contou que a equipe do órgão continua negociando com a Pfizer, farmacêutica que já teve vacinas compradas por outros países. Contudo, argumentou que a empresa apresentou exigências mal recebidas pelo MS, como a desresponsabilização por qualquer efeito colateral, a designação dos Estados Unidos como foro para resolver eventuais ações decorrentes de problemas como este e obrigação de o Brasil fornecer o material para diluir o imunizante.

    “Não paramos de negociar com a Pfizer. E o que queremos? Que ela nos dê o tratamento compatível com o nosso país, que ela amenize essas cláusulas. Não podemos assinar desta forma. Ela ofereceu 500 mil em janeiro, 500 mil em fevereiro e 2 milhões em março, 2 milhões em abril, 2 milhões em maio e 2 milhões em junho. Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda a vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população do Rio de Janeiro”, sublinhou o ministro.

    Seringas

    Os representantes do Ministério da Saúde falaram também sobre o fornecimento de seringas. Um pregão foi realizado, tendo concluído com 3% do total previsto. O presidente Bolsonaro afirmou que suspenderia a compra de seringas até que os preços baixassem novamente.

    O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, colocou que há 80 milhões de seringas passíveis de mobilização imediata para o início da vacinação, incluindo as existentes em estados e municípios. Ele acrescentou que o Ministério obteve juntamente a fabricantes 30 milhões de seringas por meio do instrumento de requisição administrativa.

    Outras 40 milhões podem ser adquiridas por meio de uma compra internacional da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), das quais 8 milhões podem chegar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.

    Fonte Agência Brasil

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  • Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 e o total de pessoas que morreram, 9% menor

    Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 903 acidentes em rodovias federais entre os dias 30 de dezembro e 3 de janeiro. O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019. Deste total, 254 foram considerados graves, por terem resultado em vítimas – 11% a menos do que no ano passado. Ao todo, 67 pessoas perderam a vida nessas rodovias. O total de vítimas fatais foi 9% menor do que o registrado no ano anterior.

    De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (4) pela PRF, 1.150 pessoas ficaram feridas, o que representa queda de 6% na comparação com a Operação Ano-Novo do ano passado. Durante a operação, mais de 3,3 mil testes do etilômetro foram aplicados, resultando no flagrante de 479 motoristas que dirigiam após terem consumido bebida alcoólica – número 65% menor do que o registrado no período de 28 de dezembro de 2019 a 1º de janeiro de 2020.

    Cerca de 6 mil condutores foram autuados pela manobra arriscada. Na comparação com o feriado de ano-novo de 2019 para 2020, o número representa aumento de 17%.

    A PRF verificou também se os motoristas estavam usando os equipamentos de segurança obrigatórios. Segundo o órgão, mais de 800 ocupantes de motocicletas não usavam o capacete (11% a menos que no ano passado). No caso dos automóveis, cerca de 3,7 mil (-7%) pessoas viajavam sem o cinto de segurança, item cujo uso é obrigatório para motoristas e passageiros. Ao todo, 180 (+49%) motoristas foram flagrados usando celular enquanto dirigiam.

    Durante a operação deste feriado de fim de ano, a PRF reforçou a fiscalização e o trabalho de prevenção a acidentes nos principais pontos de acidentes e de maior incidência de práticas criminosas. Mais de 125 mil veículos e pessoas foram fiscalizados.

    As ações de educação para o trânsito, que visam a conscientização das pessoas sobre a importância de se obedecer as leis de trânsito, atingiram mais de 3,3 mil pessoas.

    Fonte R7

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  • Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Minas Gerais é o estado com maior produção.

    O Brasil deverá encerrar 2020 com uma safra recorde de café, de acordo com estimativa do quarto levantamento da safra de café 2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Segundo o com o levantamento, para a safra de café 2020 no Brasil a expectativa é a produção de 63,08 milhões de sacas beneficiadas de café arábica e conilon. O  Conab informou que essa será “a maior safra da história”, com um aumento de 27,9% na comparação com a colheita de 2019; e de 2,3% sobre o recorde anterior, obtido em 2018 (61,7 milhões de sacas).

    “Além da bienalidade positiva do café arábica, o clima também contribuiu para o desenvolvimento das lavouras. A produção do grão superou a de 2018, chegando a 48,77 milhões de sacas. Em relação ao ano passado, o aumento é de 42,2%. Já o conilon, com produção estimada em 14,31 milhões de sacas, não teve o mesmo desempenho. O volume foi 4,7% menor que o obtido na safra anterior, o que pode ser atribuído às poucas chuvas nas regiões produtoras do Espírito Santo, principal produtor da variedade”, informa a Conab.

    Segundo a companhia, o estado que terá a maior produção de café é Minas Gerais, com 34,65 milhões de sacas, número 41,1% maior do que o obtido em 2019. O carro chefe foi o café arábica, que responde por mais de 90% do café do estado.

    Em segundo lugar está o Espírito Santo, que produziu 13,96 milhões de sacas ao longo do ano. Na comparação com o ano anterior, a safra apresenta uma redução de 12,41%. Foram 9,19 milhões de sacas de conilon e 4,77 milhões de sacas de arábica.

    São Paulo está em terceiro lugar, com 6,18 milhões de sacas e aumento de 42,4%. Segundo a Conab, a Bahia totalizará 3,99 milhões de sacas, o que representa um acréscimo de 32,9%, na comparação com a produção obtida em 2019. Rondônia produziu 2,44 milhões de sacas (crescimento de 11,2%).

    A Conab informa que, em novembro, as exportações brasileiras de café foram recordes. “O aumento foi de 32% sobre o mesmo mês de 2019, com o embarque de 4,3 milhões de sacas (60 kg), considerando-se a somatória de café verde, solúvel e torrado/moído. De julho a novembro, foram 19,8 milhões de sacas, o que representa aumento de 15% sobre 2019”.

    A companhia informou que a competitividade do café brasileiro no mercado mundial melhorou devido à valorização do dólar. Cerca de 74% da produção da safra 2020/21 já se encontrava comercializada em novembro. No mesmo período de 2019, este percentual estava em 71%.

    Fonte Agência Brasil

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  • ESPORTE ESCOLAR: Jebs de 2021 reunirá mais de sete mil atletas de todos os estados

    ESPORTE ESCOLAR: Jebs de 2021 reunirá mais de sete mil atletas de todos os estados

    Retomada do evento escolar para a faixa de 12 a 14 anos vai proporcionar a disputa de 17 modalidades em sete dias de competições e aproveitará a estrutura dos Jogos Rio 2016

    Um evento que vai reunir cerca de 7,5 mil crianças e adolescentes na faixa etária de 12 a 14 anos, para a disputa de 17 modalidades, e que servirá como seletiva em 10 delas para os Jogos Sul-Americanos Escolares. Essa é a configuração prevista para a retomada dos Jogos Escolares Brasileiros (Jeb’s), em 2021, no Rio de Janeiro. A organização será da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), com suporte da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. O evento terá duração de uma semana e será realizado entre setembro e outubro (a data precisa ainda será confirmada).

    Para debater os requisitos técnicos das seletivas estaduais e chegar ao formato final do evento, a CBDE reuniu nesta quinta-feira (24.09), em Brasília (DF), secretários de esporte e gestores estaduais de todo o país. A abertura contou com a presença do secretário executivo do Ministério da Cidadania, Antônio José Barreto Júnior, do Secretário Especial do Esporte, Marcelo Magalhães, do secretário adjunto do órgão, André Alves, e da secretária nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social, Fabiola Molina, além do deputado federal, Eduardo Bolsonaro, e do presidente da CBDE, Antonio Hora Filho.

    “A gente vive realmente um momento de transformação com a volta dos Jebs. É uma plataforma que estava abandonada desde 2004 e a gente sabe da relevância do esporte escolar na vida das crianças e dos cidadãos. Desde quando assumi a secretaria falei que a gente deveria inverter a base da pirâmide. Acho que com a volta dos Jebs a gente começa a pagar essa dívida. O esporte é o caminho porque transforma a vida da pessoa num piscar de olhos, num acender de luz”, afirmou o secretário especial do Esporte, Marcelo Magalhães.

    “Nós trabalhamos firme no Ministério da Cidadania com programas especiais que fazem a conexão com o resgate do trabalho, do emprego, da cidadania, que de fato é o componente que vem junto com a educação, o esporte, o lazer, com as novas oportunidades. Não é a assistência social pela assistência social pura, mas como parte de um processo de resgate, e o esporte é peça-chave. Esperamos que a retomada dos Jogos possa fazer com que cada criança, cada novo atleta, faça sua conexão com a educação, com a sua transformação”, disse o secretário executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto Júnior.

    “O Jeb’s tem tudo a ver com esse momento de resgate na política e me parece uma daquelas pautas suprapartidárias, acima de qualquer pensamento ideológico. Tem a ver com colocar o Brasil para frente com o que dá certo. Temos vários casos de atletas olímpicos que iniciaram sua caminhada no esporte escolar”, avaliou o deputado Eduardo Bolsonaro.

    “É um momento importante e histórico. Quando o secretário Marcelo tomou posse, a forma como ele se expressou fez ressurgir em uma geração de desportistas a possibilidade de realizar o sonho de contribuir para as novas gerações de atletas olímpicos, mas muito mais do que isso. Nem todos no Jeb’s se tornarão ‘Fabiolas Molinas’, mas alguns serão deputados, presidentes, professores, garis. A gente não sabe o futuro, mas precisamos contribuir para a formação integral do indivíduo, precisamos fazer com que o esporte seja uma ferramenta decisiva na formação do caráter, da cidadania, do civismo. Isso era um sonho reprimido por muito tempo”, afirmou Antonio Hora Filho, presidente da CBDE. “Formulamos uma proposta de reativar os Jebs em 2021, inicialmente nessa faixa etária que é a porta de entrada do estudante para a vida esportiva. Tivemos grande acolhida no governo federal e estamos retomando um evento que historicamente foi a porta de entrada para nossas gerações olímpicas”.

    Jogos do Legado

    Segundo Hora Filho, a opção pelo Rio de Janeiro levou em conta fatores de logística, hospedagem, alimentação, transporte e estrutura esportiva. “Há um propósito simbólico ligado ao legado dos Jogos Rio 2016, ao Parque Olímpico. Fazer a competição lá fortalece o desporto escolar para as próximas gerações. E no Rio temos um cinturão de competição, alimentação, transporte e oito mil leitos de hospedagem num raio muito pequeno”, registrou Hora Filho.

    Segundo ele, a CBDE vai arcar com todas as passagens de todos os atletas de todos os estados em todas as modalidades para o evento. “Nossa ideia é a democratização verdadeira do esporte no Brasil, uma política de igualdade de condições para os estados”, comentou o presidente da CBDE.

    A organização prevê 180 horas de transmissão ao vivo dos eventos por streaming, um “envelopamento” profissional das arenas para que os pequenos atletas tenham de forma ampla a sensação de um megaevento e atividades culturais e de lazer em um dos dias de competição, para garantir uma experiência multifacetada de megaevento aos atletas.

    Outros números elencados por Hora Filho ajudam a dar a dimensão superlativa da proposta: o evento vai exigir 1.350 técnicos e professores, 400 árbitros, 90 mil refeições, 45 ambulâncias, 459 delegados, 520 pessoas no comitê organizador, 200 mil copos de água. Na face esportiva propriamente dita, serão distribuídos 140 troféus e duas mil medalhas.

    As dez modalidades em que os Jebs servirão como seletiva para o evento continental, que será realizado em Brasília no fim de 2021, são atletismo, atletismo paralímpico, basquete, futsal, handebol, judô, vôlei, natação, tênis de mesa e xadrez.

    As outras sete previstas para compor o programa oficial dos Jeb’s são vôlei de praia, caratê, wrestling, ginástica (artística e rítmica), badminton, ciclismo e taekwondo. Além disso, a CBDE informou que pretende abrigar como esportes de demonstração modalidades como skate, escalada, dança, polo aquático e o curling, este último integrante dos Jogos Olímpicos de Inverno.

    Desafio da abrangência

    Secretária Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), a ex-atleta olímpica da natação Fabiola Molina aproveitou a participação no evento para estreitar uma parceria com estados e municípios em torno do papel estratégico de cada unidade da federação na tarefa de ampliar o acesso dos estudantes às etapas locais dos Jogos Escolares.

    Segundo levantamento apresentado pela secretária, 70% dos municípios costumam realizar eventos esportivos escolares, mas o recorte mais amplo indica que apenas 25% das instituições de ensino e só 10% dos alunos costumam participar.

    (Fonte Ministério da Cidadania)

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    Economia: Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100

    Valor representa reajuste de 5,26% em relação ao valor atual. E é maior que o aprovado pelo Congresso.

    O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (30), em redes sociais, a assinatura de uma medida provisória (MP) que elevará o salário mínimo para R$ 1.100, com vigência a partir de 1º de janeiro. O valor atual é de R$ 1.045.

    “O valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões”, afirmou o presidente.

    Em meados de dezembro, o Congresso havia aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, fixando o salário-mínimo em R$ 1.088.

    Na proposta aprovada pelos parlamentares, não houve aumento real no salário, tendo sido feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    Valor é maior que o proposto inicialmente

    O valor anunciado por Bolsonaro está acima do previsto pelo próprio governo no projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), enviado e aprovado pelo Congresso, de R$ 1.088.

    O valor leva em conta apenas a projeção do Ministério da Economia para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2020, de 4,11%. Ou seja, o mínimo subiria apenas para repor a inflação, sem aumento real. A proposta inicial, apresentada em 15 de abril, previa salário mínimo de R$ 1.079 em 2021. Mas, com a aceleração da inflação — que em novembro foi a maior para o mês em cinco anos —, o governo decidiu subir o valor para R$ 1.088. O INPC, que baliza sua correção, também tem registrado fortes altas nos últimos meses, na esteira da alta nos preços dos alimentos.

    Fonte Agência Brasil

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  • VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    Instituto adiou a divulgação dos dados de eficácia do imunizante, mas garantiu que ele atingiu o limiar de eficácia

    O Instituto Butantan divulgou na tarde desta quarta-feira (23/12) que a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac, alcançou o limiar de eficácia e terá o pedido de registro solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso quer dizer que a vacina tem eficácia superior a 50%. Ainda segundo a equipe, o imunizante é o mais seguro em testes no Brasil.

    Os números, no entanto, não serão divulgados nesta quarta, como previsto. Segundo o presidente do Butantan, Dimas Covas, os dados serão divulgados em momento oportuno por uma questão contratual com a Sinovac de que os números devem ser divulgados ao mesmo tempo que o laboratório chinês.

    “Alcançou a eficácia que permite o processo de solicitação de uso emergencial seja aqui no Brasil seja na China. O anúncio desse número precisa ser em conjunto com a Sinovac que solicitou que não houvesse a divulgação do número porque eles precisam analisar os dados. A base de dados foi transferida na manhã de hoje para que eles possam proceder essa análise o mais rápido o possível”, afirmou Dimas Covas.

    Dimas Covas ainda adiantou que do ponto de vista de segurança, a CoronaVac pode ser considerada a mais segura em teste no Brasil. “No ponto de vista de segurança, os dados mostram que aqui no Brasil é a mais segura”, afirmou.

    Segundo o presidente do instituto, mais 6 milhões de doses da vacina chinesa chegarão a São Paulo nesta quinta-feira (24/12): 3,4 milhões para serem produzidas no país e 2,6 milhões prontas. Além disso, mais 2 milhões de doses chegarão na próxima semana.

    (Fonte EM)

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