Categoria: Brasil

  • Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Solicitação contempla dois milhões de doses importadas da Índia; resposta pode levar 10 dias

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou, nesta sexta-feira (08/01), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação emergencial da vacina contra a COVID-19 produzida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca. O processo faz parte dos trâmites necessários para a aplicação do imunizante.

    O prazo da Anvisa para avaliar uso emergencial de vacinas é de até 10 dias. Portanto, a expectativa é que a autorização pedida pela Fiocruz saia até o próximo dia 18. Dois milhões de doses devem ser importadas da Índia. A tendência é que a carga chegue, justamente, em no máximo 10 dias.

    Também nesta sexta, a Anvisa já havia recebido, do Instituto Butantan, o pedido para utilização emergencial da CoronaVac, composto de origem chinesa produzido pela entidade paulista.

    “As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, diz a Agência.

    Se as primeiras doses de Oxford e a autorização da Anvisa cheguem até o dia 18, o país terá condições de iniciar a vacinação na data mais otimista do plano federal de imunização: 20 de janeiro.

    Fiocruz mira produção nacional

    Posteriormente à entrega das doses vindas da Índia, com ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) importados, a Fiocruz iniciará a produção, em solo nacional, do imunizante pensado por Oxford e AstraZeneca. A previsão é que o primeiro milhão de doses fabricado no Brasil seja entregue ao governo entre 8 e 12 de fevereiro.

    A partir do dia 22 do segundo mês do ano, a estimativa é que 700 mil doses diárias fiquem prontas para uso.

    O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. A ideia é aplicar doses da vacina britânica em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

    O governo considera que uma vantagem da vacina de Oxford/AstraZeneca é a facilidade de armazenamento, que exige temperaturas de 2 a 8 graus. Trata-se do intervalo já utilizado na rede de frios do Sistema Único de Saúde (SUS). No Reino Unido, o composto britânico tem sido ministrado em duas doses.

    Fonte EM

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Órgãos manifestam pesar; Brasil se prepara para iniciar vacinação

    O Brasil bateu a marca de 200 mil mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (7) informa um total de 200.498 mortes em decorrência de covid-19.

    Até ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 198.974 óbitos. Ainda há 664.244 pessoas infectadas em acompanhamento. Outras 7.096.931 pessoas – 89,1% do total – já se recuperaram da doença.

    Nas últimas 24 horas foram registrados 1.524 novos óbitos. Foi o 2º dia com mais mortes notificadas durante todo o período de pandemia, perdendo apenas para 29 de julho, quando foram confirmadas 1.595 novas vítimas. Ainda há 2.543 óbitos sob investigação.

    O total de casos acumulados se aproxima de 8 milhões. Conforme o balanço do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 7.961.673 pessoas infectadas desde o início da emergência sanitária. O número de casos acumulados ontem estava em 7.873.830.

    Entre ontem e hoje, foram confirmados 87.843 novos diagnósticos positivos, o maior número em toda a pandemia. O dia com mais casos acrescidos às estatísticas havia sido 16 de dezembro de 2020, com 70.574.

    Na lista de estados com mais mortes, o topo é ocupado por São Paulo (47.768), Rio de Janeiro (26.292), Minas Gerais (12.366), Ceará (10.096) e Pernambuco (9.763). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (793), Acre (821), Amapá (956), Tocantins (1.257) e Rondônia (1.890).

    Repercussão

    O Ministério da Saúde divulgou nota em que se solidariza com as “famílias que perderam entes queridos”. No comunicado, a pasta diz que está “trabalhando incansavelmente para para garantir vacinas seguras e eficazes à população” e destaca o papel dos profissionais de saúde no combate à pandemia.

    “É importante ressaltar que é a força de cada um dos profissionais de saúde – como médicos, enfermeiros, cuidadores, técnicos e demais profissionais – que fazem o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionar”, destaca o Ministério.

    O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) classificou o fato como “triste marca”. De acordo com os secretários, o Sistema Único de Saúde mostrou o quanto é necessário para a população. Mas a entidade alerta que há vários desafios pela frente.

    “Precisamos estar atentos a todas as providências para aquisição de insumos essenciais ao sucesso da iniciativa, com seringas e agulhas. Neste momento, há um estoque suficiente para atender as demandas da primeira fase da iniciativa. É essencial, porém, que uma compra nacional, pelo Ministério da Saúde, seja realizada em quantidades que garantam a vacinação contra covid-19 e a reposição de estoques que necessitaram ser remanejados”, pontua a nota do Conass.

    Ontem, em pronunciamento de rádio e TV, Pazuello afirmou que o governo garantiu a disponibilidade de 354 milhões de doses de vacinas, de três laboratórios, para imunização da população brasileira em 2021.

    Além disso, o ministro afirmou que estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas.” 

    O Conselho Nacional de Saúde (CNS), colegiado que reúne governos, gestores, profissionais e associações de pacientes, divulgou hoje nas redes sociais que a entidade lamenta o sofrimento de brasileiros e brasileiras.

    “Nossas entidades manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e resultado da inação e da irresponsabilidade dos mandatários da nação para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiras e brasileiros infectados e mortos pela covid-19 e de seus familiares.”

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021

    O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

    O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

    Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto hoje (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da pasta informaram o contrato de compra da Coronavac e trataram da situação da vacinação contra a covid-19.

    Pazuello afirmou que a aquisição do lote da Coronavac foi possível graças à medida provisória (MP) editada ontem (6) permitindo a contratação de vacinas antes do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “A MP nos permite fazer contratação de vacinas e outros insumos antes mesmo de estar concluído o registro na Anvisa, coisa que não era permitida. Não podia fazer nenhuma contratação que não houvesse incorporação anterior no SUS [Sistema Único de Saúde] para poder comprar”, declarou o titular do MS.

    A perspectiva da pasta é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia, 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho, 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

    A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

    O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Nesta hipótese, estariam disponíveis oito milhões de doses. A imunização ocorreria com as vacinas que estivessem disponíveis, sejam elas as do Instituto Butantan ou as importadas da Astrazeneca da Índia.

    O segundo cenário seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Já o terceiro seria entre 10 de fevereiro e início de março. Pazuello comentou que a estimativa é que os dois produtores nacionais, Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, cheguem ainda neste ano à capacidade de fabricação de 30 milhões de doses por mês.

    O ministro contou que a equipe do órgão continua negociando com a Pfizer, farmacêutica que já teve vacinas compradas por outros países. Contudo, argumentou que a empresa apresentou exigências mal recebidas pelo MS, como a desresponsabilização por qualquer efeito colateral, a designação dos Estados Unidos como foro para resolver eventuais ações decorrentes de problemas como este e obrigação de o Brasil fornecer o material para diluir o imunizante.

    “Não paramos de negociar com a Pfizer. E o que queremos? Que ela nos dê o tratamento compatível com o nosso país, que ela amenize essas cláusulas. Não podemos assinar desta forma. Ela ofereceu 500 mil em janeiro, 500 mil em fevereiro e 2 milhões em março, 2 milhões em abril, 2 milhões em maio e 2 milhões em junho. Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda a vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população do Rio de Janeiro”, sublinhou o ministro.

    Seringas

    Os representantes do Ministério da Saúde falaram também sobre o fornecimento de seringas. Um pregão foi realizado, tendo concluído com 3% do total previsto. O presidente Bolsonaro afirmou que suspenderia a compra de seringas até que os preços baixassem novamente.

    O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, colocou que há 80 milhões de seringas passíveis de mobilização imediata para o início da vacinação, incluindo as existentes em estados e municípios. Ele acrescentou que o Ministério obteve juntamente a fabricantes 30 milhões de seringas por meio do instrumento de requisição administrativa.

    Outras 40 milhões podem ser adquiridas por meio de uma compra internacional da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), das quais 8 milhões podem chegar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.

    Fonte Agência Brasil

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  • Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    Estradas federais registram 903 acidentes e 67 mortes no ano-novo

    O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 e o total de pessoas que morreram, 9% menor

    Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 903 acidentes em rodovias federais entre os dias 30 de dezembro e 3 de janeiro. O número é 1% maior do que o registrado no mesmo período de 2019. Deste total, 254 foram considerados graves, por terem resultado em vítimas – 11% a menos do que no ano passado. Ao todo, 67 pessoas perderam a vida nessas rodovias. O total de vítimas fatais foi 9% menor do que o registrado no ano anterior.

    De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (4) pela PRF, 1.150 pessoas ficaram feridas, o que representa queda de 6% na comparação com a Operação Ano-Novo do ano passado. Durante a operação, mais de 3,3 mil testes do etilômetro foram aplicados, resultando no flagrante de 479 motoristas que dirigiam após terem consumido bebida alcoólica – número 65% menor do que o registrado no período de 28 de dezembro de 2019 a 1º de janeiro de 2020.

    Cerca de 6 mil condutores foram autuados pela manobra arriscada. Na comparação com o feriado de ano-novo de 2019 para 2020, o número representa aumento de 17%.

    A PRF verificou também se os motoristas estavam usando os equipamentos de segurança obrigatórios. Segundo o órgão, mais de 800 ocupantes de motocicletas não usavam o capacete (11% a menos que no ano passado). No caso dos automóveis, cerca de 3,7 mil (-7%) pessoas viajavam sem o cinto de segurança, item cujo uso é obrigatório para motoristas e passageiros. Ao todo, 180 (+49%) motoristas foram flagrados usando celular enquanto dirigiam.

    Durante a operação deste feriado de fim de ano, a PRF reforçou a fiscalização e o trabalho de prevenção a acidentes nos principais pontos de acidentes e de maior incidência de práticas criminosas. Mais de 125 mil veículos e pessoas foram fiscalizados.

    As ações de educação para o trânsito, que visam a conscientização das pessoas sobre a importância de se obedecer as leis de trânsito, atingiram mais de 3,3 mil pessoas.

    Fonte R7

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  • Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Conab: Café terá safra recorde em 2020

    Minas Gerais é o estado com maior produção.

    O Brasil deverá encerrar 2020 com uma safra recorde de café, de acordo com estimativa do quarto levantamento da safra de café 2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Segundo o com o levantamento, para a safra de café 2020 no Brasil a expectativa é a produção de 63,08 milhões de sacas beneficiadas de café arábica e conilon. O  Conab informou que essa será “a maior safra da história”, com um aumento de 27,9% na comparação com a colheita de 2019; e de 2,3% sobre o recorde anterior, obtido em 2018 (61,7 milhões de sacas).

    “Além da bienalidade positiva do café arábica, o clima também contribuiu para o desenvolvimento das lavouras. A produção do grão superou a de 2018, chegando a 48,77 milhões de sacas. Em relação ao ano passado, o aumento é de 42,2%. Já o conilon, com produção estimada em 14,31 milhões de sacas, não teve o mesmo desempenho. O volume foi 4,7% menor que o obtido na safra anterior, o que pode ser atribuído às poucas chuvas nas regiões produtoras do Espírito Santo, principal produtor da variedade”, informa a Conab.

    Segundo a companhia, o estado que terá a maior produção de café é Minas Gerais, com 34,65 milhões de sacas, número 41,1% maior do que o obtido em 2019. O carro chefe foi o café arábica, que responde por mais de 90% do café do estado.

    Em segundo lugar está o Espírito Santo, que produziu 13,96 milhões de sacas ao longo do ano. Na comparação com o ano anterior, a safra apresenta uma redução de 12,41%. Foram 9,19 milhões de sacas de conilon e 4,77 milhões de sacas de arábica.

    São Paulo está em terceiro lugar, com 6,18 milhões de sacas e aumento de 42,4%. Segundo a Conab, a Bahia totalizará 3,99 milhões de sacas, o que representa um acréscimo de 32,9%, na comparação com a produção obtida em 2019. Rondônia produziu 2,44 milhões de sacas (crescimento de 11,2%).

    A Conab informa que, em novembro, as exportações brasileiras de café foram recordes. “O aumento foi de 32% sobre o mesmo mês de 2019, com o embarque de 4,3 milhões de sacas (60 kg), considerando-se a somatória de café verde, solúvel e torrado/moído. De julho a novembro, foram 19,8 milhões de sacas, o que representa aumento de 15% sobre 2019”.

    A companhia informou que a competitividade do café brasileiro no mercado mundial melhorou devido à valorização do dólar. Cerca de 74% da produção da safra 2020/21 já se encontrava comercializada em novembro. No mesmo período de 2019, este percentual estava em 71%.

    Fonte Agência Brasil

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  • ESPORTE ESCOLAR: Jebs de 2021 reunirá mais de sete mil atletas de todos os estados

    ESPORTE ESCOLAR: Jebs de 2021 reunirá mais de sete mil atletas de todos os estados

    Retomada do evento escolar para a faixa de 12 a 14 anos vai proporcionar a disputa de 17 modalidades em sete dias de competições e aproveitará a estrutura dos Jogos Rio 2016

    Um evento que vai reunir cerca de 7,5 mil crianças e adolescentes na faixa etária de 12 a 14 anos, para a disputa de 17 modalidades, e que servirá como seletiva em 10 delas para os Jogos Sul-Americanos Escolares. Essa é a configuração prevista para a retomada dos Jogos Escolares Brasileiros (Jeb’s), em 2021, no Rio de Janeiro. A organização será da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), com suporte da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania. O evento terá duração de uma semana e será realizado entre setembro e outubro (a data precisa ainda será confirmada).

    Para debater os requisitos técnicos das seletivas estaduais e chegar ao formato final do evento, a CBDE reuniu nesta quinta-feira (24.09), em Brasília (DF), secretários de esporte e gestores estaduais de todo o país. A abertura contou com a presença do secretário executivo do Ministério da Cidadania, Antônio José Barreto Júnior, do Secretário Especial do Esporte, Marcelo Magalhães, do secretário adjunto do órgão, André Alves, e da secretária nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social, Fabiola Molina, além do deputado federal, Eduardo Bolsonaro, e do presidente da CBDE, Antonio Hora Filho.

    “A gente vive realmente um momento de transformação com a volta dos Jebs. É uma plataforma que estava abandonada desde 2004 e a gente sabe da relevância do esporte escolar na vida das crianças e dos cidadãos. Desde quando assumi a secretaria falei que a gente deveria inverter a base da pirâmide. Acho que com a volta dos Jebs a gente começa a pagar essa dívida. O esporte é o caminho porque transforma a vida da pessoa num piscar de olhos, num acender de luz”, afirmou o secretário especial do Esporte, Marcelo Magalhães.

    “Nós trabalhamos firme no Ministério da Cidadania com programas especiais que fazem a conexão com o resgate do trabalho, do emprego, da cidadania, que de fato é o componente que vem junto com a educação, o esporte, o lazer, com as novas oportunidades. Não é a assistência social pela assistência social pura, mas como parte de um processo de resgate, e o esporte é peça-chave. Esperamos que a retomada dos Jogos possa fazer com que cada criança, cada novo atleta, faça sua conexão com a educação, com a sua transformação”, disse o secretário executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto Júnior.

    “O Jeb’s tem tudo a ver com esse momento de resgate na política e me parece uma daquelas pautas suprapartidárias, acima de qualquer pensamento ideológico. Tem a ver com colocar o Brasil para frente com o que dá certo. Temos vários casos de atletas olímpicos que iniciaram sua caminhada no esporte escolar”, avaliou o deputado Eduardo Bolsonaro.

    “É um momento importante e histórico. Quando o secretário Marcelo tomou posse, a forma como ele se expressou fez ressurgir em uma geração de desportistas a possibilidade de realizar o sonho de contribuir para as novas gerações de atletas olímpicos, mas muito mais do que isso. Nem todos no Jeb’s se tornarão ‘Fabiolas Molinas’, mas alguns serão deputados, presidentes, professores, garis. A gente não sabe o futuro, mas precisamos contribuir para a formação integral do indivíduo, precisamos fazer com que o esporte seja uma ferramenta decisiva na formação do caráter, da cidadania, do civismo. Isso era um sonho reprimido por muito tempo”, afirmou Antonio Hora Filho, presidente da CBDE. “Formulamos uma proposta de reativar os Jebs em 2021, inicialmente nessa faixa etária que é a porta de entrada do estudante para a vida esportiva. Tivemos grande acolhida no governo federal e estamos retomando um evento que historicamente foi a porta de entrada para nossas gerações olímpicas”.

    Jogos do Legado

    Segundo Hora Filho, a opção pelo Rio de Janeiro levou em conta fatores de logística, hospedagem, alimentação, transporte e estrutura esportiva. “Há um propósito simbólico ligado ao legado dos Jogos Rio 2016, ao Parque Olímpico. Fazer a competição lá fortalece o desporto escolar para as próximas gerações. E no Rio temos um cinturão de competição, alimentação, transporte e oito mil leitos de hospedagem num raio muito pequeno”, registrou Hora Filho.

    Segundo ele, a CBDE vai arcar com todas as passagens de todos os atletas de todos os estados em todas as modalidades para o evento. “Nossa ideia é a democratização verdadeira do esporte no Brasil, uma política de igualdade de condições para os estados”, comentou o presidente da CBDE.

    A organização prevê 180 horas de transmissão ao vivo dos eventos por streaming, um “envelopamento” profissional das arenas para que os pequenos atletas tenham de forma ampla a sensação de um megaevento e atividades culturais e de lazer em um dos dias de competição, para garantir uma experiência multifacetada de megaevento aos atletas.

    Outros números elencados por Hora Filho ajudam a dar a dimensão superlativa da proposta: o evento vai exigir 1.350 técnicos e professores, 400 árbitros, 90 mil refeições, 45 ambulâncias, 459 delegados, 520 pessoas no comitê organizador, 200 mil copos de água. Na face esportiva propriamente dita, serão distribuídos 140 troféus e duas mil medalhas.

    As dez modalidades em que os Jebs servirão como seletiva para o evento continental, que será realizado em Brasília no fim de 2021, são atletismo, atletismo paralímpico, basquete, futsal, handebol, judô, vôlei, natação, tênis de mesa e xadrez.

    As outras sete previstas para compor o programa oficial dos Jeb’s são vôlei de praia, caratê, wrestling, ginástica (artística e rítmica), badminton, ciclismo e taekwondo. Além disso, a CBDE informou que pretende abrigar como esportes de demonstração modalidades como skate, escalada, dança, polo aquático e o curling, este último integrante dos Jogos Olímpicos de Inverno.

    Desafio da abrangência

    Secretária Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), a ex-atleta olímpica da natação Fabiola Molina aproveitou a participação no evento para estreitar uma parceria com estados e municípios em torno do papel estratégico de cada unidade da federação na tarefa de ampliar o acesso dos estudantes às etapas locais dos Jogos Escolares.

    Segundo levantamento apresentado pela secretária, 70% dos municípios costumam realizar eventos esportivos escolares, mas o recorte mais amplo indica que apenas 25% das instituições de ensino e só 10% dos alunos costumam participar.

    (Fonte Ministério da Cidadania)

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  • Economia: Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100

    Economia: Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100

    Valor representa reajuste de 5,26% em relação ao valor atual. E é maior que o aprovado pelo Congresso.

    O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (30), em redes sociais, a assinatura de uma medida provisória (MP) que elevará o salário mínimo para R$ 1.100, com vigência a partir de 1º de janeiro. O valor atual é de R$ 1.045.

    “O valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões”, afirmou o presidente.

    Em meados de dezembro, o Congresso havia aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, fixando o salário-mínimo em R$ 1.088.

    Na proposta aprovada pelos parlamentares, não houve aumento real no salário, tendo sido feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    Valor é maior que o proposto inicialmente

    O valor anunciado por Bolsonaro está acima do previsto pelo próprio governo no projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), enviado e aprovado pelo Congresso, de R$ 1.088.

    O valor leva em conta apenas a projeção do Ministério da Economia para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2020, de 4,11%. Ou seja, o mínimo subiria apenas para repor a inflação, sem aumento real. A proposta inicial, apresentada em 15 de abril, previa salário mínimo de R$ 1.079 em 2021. Mas, com a aceleração da inflação — que em novembro foi a maior para o mês em cinco anos —, o governo decidiu subir o valor para R$ 1.088. O INPC, que baliza sua correção, também tem registrado fortes altas nos últimos meses, na esteira da alta nos preços dos alimentos.

    Fonte Agência Brasil

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  • VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    Instituto adiou a divulgação dos dados de eficácia do imunizante, mas garantiu que ele atingiu o limiar de eficácia

    O Instituto Butantan divulgou na tarde desta quarta-feira (23/12) que a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac, alcançou o limiar de eficácia e terá o pedido de registro solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso quer dizer que a vacina tem eficácia superior a 50%. Ainda segundo a equipe, o imunizante é o mais seguro em testes no Brasil.

    Os números, no entanto, não serão divulgados nesta quarta, como previsto. Segundo o presidente do Butantan, Dimas Covas, os dados serão divulgados em momento oportuno por uma questão contratual com a Sinovac de que os números devem ser divulgados ao mesmo tempo que o laboratório chinês.

    “Alcançou a eficácia que permite o processo de solicitação de uso emergencial seja aqui no Brasil seja na China. O anúncio desse número precisa ser em conjunto com a Sinovac que solicitou que não houvesse a divulgação do número porque eles precisam analisar os dados. A base de dados foi transferida na manhã de hoje para que eles possam proceder essa análise o mais rápido o possível”, afirmou Dimas Covas.

    Dimas Covas ainda adiantou que do ponto de vista de segurança, a CoronaVac pode ser considerada a mais segura em teste no Brasil. “No ponto de vista de segurança, os dados mostram que aqui no Brasil é a mais segura”, afirmou.

    Segundo o presidente do instituto, mais 6 milhões de doses da vacina chinesa chegarão a São Paulo nesta quinta-feira (24/12): 3,4 milhões para serem produzidas no país e 2,6 milhões prontas. Além disso, mais 2 milhões de doses chegarão na próxima semana.

    (Fonte EM)

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  • Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    O verão 2020/2021 começa astronomicamente no Hemisfério Sul às 7h02 do dia 21 de dezembro de 2020 e termina às 6h38 do dia 20 de março de 2021 pelo horário de Brasília.  O Hemisfério Sul passa pelo solstício de verão e o Hemisfério Norte pelo solstício de inverno.

    Fenômenos típicos do verão

    De forma geral, o fenômeno La Niña, que é caracterizado pela temperatura abaixo do normal na porção central do oceano Pacífico Equatorial, facilita a organização de convergências e conexões de fluxo de umidade entre as Regiões Norte, Centro-Oeste e a Região Sudeste, o que geram grandes áreas de chuva generalizada e persistente por vários dias consecutivos.

    A principal convergência de umidade que conecta estas Regiões  é a ZCAS – Zona de Convergência do Atlântico Sul. A ZCAS é um fenômeno típico do verão que provoca chuva abundante em muitas áreas das Regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, o, mas as condições oceânicas durante o verão 2021 não serão favoráveis para a organização deste sistema.

    Frente frias passam pela costa do Sul e do Sudeste durante o verão e ajudam a formar áreas de instabilidade sobre o interior do continente, que provocam chuva generalizada.

    O ar quente e úmido, típico do verão, fica espalhado por quase todo o Brasil e estimula o crescimento das grandes nuvens cumulonimbus que provocam temporais, com chuva forte em pouco tempo, raios e fortes rajadas de vento. Estas nuvens se formam em todas as Regiões do país.

    Outro sistema de tempo típico do verão é ZCIT – Zona de Convergência Intertropical – responsável por grande parte da chuva em vários estados do Norte e do Nordeste do Brasil.

    Verão 2021 no Brasil

    La Niña

    O ano de 2020 termina com um fenômeno La Niña moderado a forte e que vai influenciar o clima do verão de 2021 em parte do Brasil, com lento enfraquecimento até o fim da estação. As previsões mais recentes dos principais institutos internacionais de monitoramento do clima global apontam que a situação de neutralidade (nem La Niña e nem El Niño) na porção central do oceano Pacífico Equatorial só deve ocorrer entre abril e maio.

    Os efeitos clássicos do fenômeno La Niña no Brasil são redução da chuva na Região Sul do Brasil, aumento da chuva na porção ao norte da Região Norte e do Nordeste. No Sudeste e Centro-Oeste, a La Niña também tende a facilitar as convergências de umidade que estimulam a chuva.

    No verão 2020/2021, somente a Região Norte deve sentir os efeitos esperados de um fenômeno La Niña.

    A previsão para o Nordeste do Brasil é de um verão com chuva abaixo da média normal sobre a maioria das áreas da Região.

    Já na Região Sul, ao contrário do último verão, a previsão é de que o verão 2021 seja com chuva frequente. Quase toda a Região terá mais chuva do que o normal neste verão.

    Na Região Sudeste, de forma geral, a tendência é de que chova dentro a acima de média climatológica sobre São Paulo, o centro-sul do Rio De Janeiro, o Sul/Sudoeste de Minas Gerais. As áreas ao centro-norte de Minas Gerais e o Espírito Santo, que tiveram chuva excessiva no verão passado, vão sentir falta de chuva neste verão.

    No Centro-Oeste, de maneira resumida, o Mato Grosso do Sul terá chuva regular neste verão. Grande parte de Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal tendem a ter menos chuva do que o normal na estação.

    Fonte Clima Tempo

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  • Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    CONEXÃO EXPLICA COMO SERÁ A VACINAÇÃO E COMO SERÁ O ESCALONAMENTO

    Saiba em que grupo você está e qual seu grau de prioridade.

    O governo federal lançou, nesta quarta-feira (16/12), o Plano Nacional de Operacionalização Vacinação Contra a COVID-19. A solenidade foi realizada no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, além de outros ministros de Estado, governadores e autoridades.

    “O Planejamento do governo federal inclui compra da Coronavac, do Instituto Butantan.”

    Durante os discursos, não foram apresentadas muitas novidades, e sim um balanço da estrutura de vacinação já existente no país. Entretanto, no documento de 110 páginas disponível no site do Ministério da Saúde, estão discriminados os critérios e o planejamento da imunização. Por determinação do Supremo Tribunal Federal, o governo federal já havia apresentado uma versão do material na semana passada.

    O planejamento do governo federal é trabalhar com os seguintes laboratórios: Consórcio Covax Facility (composto por dez empresas e liderado pela ONU), Oxford/AstraZeneca (Fiocruz), Pfizer, Coronavac (Instituto Butantan), Bharat Biontech, Moderna e Janssen.

    Apesar da politização da doença, insistentemente pregada pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que não vai se vacinar, a Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan está na lista de imunizantes que possivelmente serão adquiridos pelo governo federal. O Butantan, inclusive, foi elogiado por Pazuello.

    “Cada modelo de compra teve um caminho. Com a Fiocruz e a AstraZeneca, usamos transferência de tecnologia. Com o Butantan, sinalizamos a compra. Pela lei, só posso comprar o que é registrado e incorporado no SUS. Temos o compromisso de comprar. Até hoje não foi registrado e produzido na quantidade que eu preciso comprar. Estamos aguardando e trabalhando tecnicamente com o Butantan. Nunca deixamos de trabalhar. O Butantan é um grande fornecedor de vacinas do Ministério. É sério”, declarou o ministro da Saúde.

    Durante os discursos, não houve detalhamento minucioso da logística de distribuição dos imunizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, apenas, que o governo federal entregará os imunizantes aos estados da federação. Os estados, por sua vez, serão responsáveis pela logística de distribuição até os municípios, com acompanhamento do Ministério da Saúde. Os municípios executarão a vacinação.

    Datas de vacinação

    Após o lançamento do programa, em entrevista coletiva, Pazuello afirmou que, assim que as vacinas estiverem disponíveis e registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será iniciada a imunização. Ele prevê que a população comece a ser vacinada em meados de fevereiro.

    “O cronograma de distribuição e imunização ainda está sendo desenvolvido, mas está condicionado ao registro da vacina. Se conseguirmos manter o planejado do Butantan e da Fiocruz de apresentar à Anvisa a Fase 3 dos estudos e toda a documentação das Fases 1 e 2 ainda em dezembro e solicitar o registro, teremos janeiro para análise da Anvisa. Possivelmente, em meados de fevereiro para frente, estaremos com essas vacinas recebidas e registradas para iniciar o plano”, projetou Eduardo Pazuello.

    Quem será vacinado?

    O plano nacional de vacinação prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.

    O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil).

    A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), de 65 a 69 anos (7,08 milhões) e de 60 a 64 anos (9,09 milhões).

    Na fase 3, a previsão é vacinar 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).

    Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.

    Segundo o governo federal, os critérios para definição de grupos prioritários foram manutenção do funcionamento de serviços essenciais e a situação epidemiológica.

    Campanha de comunicação, estrutura e investimentos

    Durante a cerimônia de apresentação do plano, o governo declarou que haverá uma Campanha de Comunicação, dividida em duas fases. A primeira será para “transmitir segurança à população sobre a eficácia das vacinas e da capacidade operacional de distribuição do governo”. A segudna fase “ocorrerá quando houver definição das vacinas”.

    Segundo o governo federal, o Brasil conta com 38 mil salas de vacinas, podendo chegar a 50 mil postos em períodos de campanha.

    De acordo com os dados divulgados pelo Planalto, para execução do plano nacional de vacinação, serão liberados R$2,5 bilhões por meio de Medida Provisória de Crédito Extraordinário. Também serão gastos R$1,9 bilhões de encomenda tecnológica, R$177,6 milhões em investimento e custeio na rede de frio e R$80,5 milhões para aquisição de mais de 300 milhões de agulhas e seringas.

    Fonte EM

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  • EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    Ministro homologou parecer do Conselho Nacional de Educação

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, homologou o Parecer nº 19, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estende até 31 de dezembro de 2021 a permissão para atividades remotas no ensino básico e superior em todo o país. A validação da decisão do CNE foi publicada na edição desta quinta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU), em despacho assinado pelo próprio ministro.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março.

    De acordo com o parecer, aprovado pelo colegiado em outubro, os sistemas públicos municipais e estaduais de ensino, bem como as instituições privadas, possuem autonomia para normatizar a reorganização dos calendários e o replanejamento curricular ao longo do próximo ano, desde que observados alguns critérios, como  assegurar formas de aprendizagem pelos estudantes e o registro detalhado das atividades não presenciais.

    Outra regra definida no parecer é a que flexibiliza formas de avaliação dos estudantes durante a vigência do estado de calamidade pública. “Em face da situação emergencial, cabe aos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares promover a redefinição de critérios de avaliação para promoção dos estudantes, no que tange a mudanças nos currículos e em carga horária, conforme normas e protocolos locais, sem comprometimento do alcance das metas constitucionais e legais quanto ao aproveitamento para a maioria dos estudantes, aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, e à carga horária, na forma flexível permitida por lei e pelas peculiaridades locais”.

    Atividades presenciais

    A volta às aulas presenciais, segundo a decisão CNE, também homologada pelo MEC, deve ser gradual, por grupos de estudantes, etapas ou níveis educacionais, “em conformidade com protocolos produzidos pelas autoridades sanitárias locais, pelos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares”.

    Esse processo de retorno ao presencial também deve envolver, segundo as diretrizes aprovadas, a participação das comunidades escolares e a observância de regras de gestão, de higiene e de distanciamento físico de estudantes, de funcionários e profissionais da educação, com escalonamento de horários de entrada e saída para evitar aglomerações, além outras medidas de segurança recomendadas.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março. A data anterior previa esse retorno já no dia 4 de janeiro, mas a pasta decidiu prorrogar esse prazo após reclamação das universidades e dos institutos federais.

    Fonte Agência Brasil / MEC

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  • URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    Após pressão popular e início da imunização em outros países, Anvisa aprovou regra que permitirá imunização em caráter emergencial, mas ressalta que nenhuma empresa ainda fez pedido oficial de liberação

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quinta-feira (10/12), o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. As vacinas serão usadas em caráter experimental, porque nenhuma delas ainda recebeu o registro oficial. A notícia chega horas depois da confirmação oficial do primeiro caso de reinfecção no Brasil, pelo Ministério da Saúde.

    Os diretores da Anvisa acompanharam, por unanimidade, o voto da relatora do processo que trata do assunto, Alessandra Bastos Soares. Ela ressaltou que, no momento emergencial em que o país que se encontra, não há outro caminho. É necessário urgência.

    A diretora da Anvisa ressaltou, porém, que, até agora, nenhuma empresa pediu, oficialmente, à Anvisa, autorização para o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. Assim que isso for feito, já entrará na nova regra.

    Para Alessandra, o processo de imunização emergencial deve ser conduzido pelo Ministério da Saúde e as empresas responsáveis pelas vacinas devem continuar todo o processo para o registro oficial.

    Os diretores da Anvisa citaram o Reino Unido como exemplo a ser seguido nesse momento para a vacinação emergencial contra o novo coronavírus e, claro, a pressão da população por um imunizante. Ontem, a agência também autorizou o uso de testes de diagnóstico de covid-19 com data de validade prevista para dezembro, que ainda estavam em estoque e ganharam mais quatro meses para uso.

    Fonte Correio Braziliense

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