Categoria: Brasil

  • Estimativa de colheita de café em Minas Gerais cai quase 20% por causa de problemas climáticos

    Estimativa de colheita de café em Minas Gerais cai quase 20% por causa de problemas climáticos

    Expectativa inicial, neste ano, era de que fossem colhidos cerca de 33 milhões de sacas. A nova previsão é de safra de 26 milhões de sacas.

    A estimativa para colheita de café em Minas Gerais caiu quase 20% devido a problemas climáticos enfrentados pelos produtores nos últimos meses, como geada, seca e também excesso de chuva em algumas regiões.

    Segundo a Empresa de Assistência Rural de Minas Gerais (Emater), a expectativa inicial, neste ano, era de que fossem colhidos cerca de 33 milhões de sacas. A nova previsão é de uma safra de 26 milhões de sacas.

    O café é um dos principais geradores de renda no estado. O grão é cultivado em mais de 600 dos 853 municípios mineiros, sendo a principal atividade econômica em 340 deles. Cerca de 4 milhões de empregos são gerados em toda a cadeia do setor.

    Os produtores iniciam a colheita neste mês de maio. O gerente do Departamento Técnico da Emater, Bernardino Cangoussu, explica que a produção é bianual: de dois em dois anos há uma grande safra, que costuma dar fôlego para os produtores. Neste ano, era esperada uma colheita maior, para compensar os produtores, o que não ocorreu.

    “A gente esperava uma safra muito grande. Com os preços atuais bons, era uma safra de recuperação do produtor (…) Então, o produtor investiu muito para este ano e, com essas questões climáticas, ele acabou tendo uma frustração muito grande. Quer dizer, era uma safra alta para o cafeicultor se recuperar, e veio essa confusão climática que é até difícil de explicar: a gente está falando de seca, geada e chuva num prazo de quatro meses”, diz Cangoussu.

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    Quem está colhendo está tirando menos do que esperava, e os grãos também estão em pior qualidade, devido a essa sequência de problemas.

    Mas há aqueles que nem estão conseguindo colher neste ano. É o caso do produtor Luiz Fernando Ribeiro, de Areado, no Sul de Minas. Depois que uma geada atingiu a fazenda, ele teve que erradicar metade da lavoura, e o restante está em processo de recuperação.

    A expectativa era colher 5 mil sacas de café neste mês, e a perda chegou a mais de R$ 6 milhões em faturamento – parte do prejuízo foi coberta pelo seguro. Segundo Luiz Fernando, para os produtores menores, está sendo ainda mais difícil.

    “A coisa foi feia. Esses pequenininhos, dizimou tudo. Veio a geada, não tinham seguro e esses não voltam mais para a atividade, não. Ficou um negócio de risco na nossa região. Primeiro a gente deitava e dormia, agora a gente deita e pensa. O sentimento é uma coisa inexplicável. É só quem teve, perdeu e gosta da atividade para ter noção do sentimento. É desanimar nunca, né, é ter fé e acreditar que o ano vai ser melhor”, afirma.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de janeiro a dezembro do ano passado, o custo do café para os consumidores subiu 56%.

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    O economista e colunista da CBN, Paulo Pacheco, diz que, com esses problemas, o valor pode crescer ainda mais.

    “Vai subir. Existe uma pressão de alta. O Brasil é quase 40% do comércio de café do mundo. Então, o que acontece aqui, primordialmente em Minas Gerais, reflete no mundo inteiro. Se Minas Gerais fosse um país, seria o maior produtor mundial de café (…) Então, é o preço internacional do café, que não tem como a gente mexer, versus a oferta, que está menor, e o Brasil é causador disso, dólar e os custos da indústria”, explica.

    Agora, a preocupação é com os próximos dias. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) divulgou um alerta de risco de geada entre os dias 17 e 23 de maio. Produtores já estão se mobilizando para mitigar os danos e evitar novos prejuízos.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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    Roger Campos

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  • Nova CNH começa a valer a partir de junho; confira o que mudou

    Nova CNH começa a valer a partir de junho; confira o que mudou

    A partir de 1º de junho de 2022, a nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH) entra em vigor e substituirá a atual.

    No entanto, a troca não será obrigatória e ocorrerá apenas para novas emissões.

    A substituição será gradual para novas habilitações e à medida em que os condutores forem renovando ou emitindo a segunda via.

    O que mudou?

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    A CNH atualizada recebeu uma tabela com os veículos em que o motorista pode conduzir.

    Abaixo dela estará o quadro de observações, para informar restrições médicas e se o condutor exerce atividade remunerada, por exemplo.

    O documento pode constar se a CNH é temporária (concedida a novos motoristas) sendo identificada com a letra P no canto superior direito, ou se é definitiva, com a letra D.

    Outro detalhe é que a carteira de motorista brasileira vai se aproximar do padrão internacional, com sua identificação impressa em português, inglês e francês.

    A habilitação conta também com padrões de segurança contra falsificações, como o uso de tinta que brilha no escuro, holograma e impressão reativa a luz ultravioleta.

    O QR Code impresso no verso do documento permanece. Ele permite ao motorista ter acesso à Carteira Digital de Trânsito (CDT), via aplicativo.

    A Carteira Nacional de Habilitação poderá ser expedida de forma física ou digital.

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    Exigências para tirar a habilitação

    As exigências para tirar a CNH permaneceram as mesmas.

    O interessado deve realizar os testes de aptidão física e psicológica e aulas teóricas com duração de 45 horas/aula, seguidas de uma prova – além, claro, da parte prática.

    Limite de pontos

    O limite de pontos também continua o mesmo: 40. Contudo, o total de pontos para perder a carteira temporariamente pode diminuir conforme a quantidade de multas gravíssimas acumuladas pelo condutor nos últimos 12 meses.

    São 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima, 30 pontos para quem tiver uma infração gravíssima, e 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações dessa gravidade.

    Em relação aos motoristas profissionais, a suspensão ocorre somente quando atingir o número fixo de 40 pontos, independentemente da gravidade da infração.

    O limite de pontos pode levar à suspensão da CNH por até um ano, ou em caso de reincidência, a restrição pode chegar a dois anos, além do pagamento de multas.

    A CNH só é devolvida ao motorista após o término da penalidade e do curso de reciclagem, que é obrigatório.

    Caso o motorista for flagrado pela fiscalização dirigindo um veículo com a carteira suspensa, ele terá que pagar multa de aproximadamente R$ 900, terá o veículo retido até a chegada de outra pessoa habilitada, além da cassação da carteira por dois anos.

    Validade

    O prazo de validade da CNH é de 10 anos para quem tem menos de 50 anos de idade, 5 anos para quem tem entre 50 e 70 anos e 3 anos para pessoas acima de 70 anos.

     

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    Roger Campos

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  • Funcafé libera R$ 225 milhões para bancos cooperativos da região; saiba como ter acesso ao financiamento

    Funcafé libera R$ 225 milhões para bancos cooperativos da região; saiba como ter acesso ao financiamento

    Quantia foi liberada para empréstimos a cafeicultores em 5 linhas diferentes.

    Cinco bancos cooperativos que possuem agências espalhadas pelo Sul de Minas têm cerca de R$ 225 milhões disponíveis para os cafeicultores. A quantia vem do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Ao todo, são 33 agentes financeiros em todo o país aptos a negociar os valores do fundo que chega a R$ 6 bilhões. As informações foram fornecidas pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) conforme balanço realizado até abril de 2022.

    Existem cinco linhas de crédito específicas: Custeio, Comercialização, Capital de Giro, Recuperação de Cafezais Danificados e Aquisição de Cafés. Na linha de Custeio, as cooperativas da região juntas somam mais de R$ 160 milhões e, em recuperação de cafezais, foram R$ 52,6 milhões disponibilizados.

    Cooperativas na região

    A primeira cooperativa de crédito que aparece na lista do Mapa é sediada em Carmo do Rio Claro (MG). O total contratado por essa instituição foi de quase R$ 23,4 milhões. Ela teve acesso aos recursos apenas para três linhas de empréstimo: Custeio, Capital de Giro e Recuperação de Cafezais Danificados com os respectivos valores de quase R$ 15,6 milhões, R$ 100 mil e R$ 6,5 milhões. O total desembolsado foi de R$ 22.579.960,00.

    A segunda instituição financeira da região listada é sediada em Alpinópolis (MG). Para as linhas de crédito de recuperação de cafezais e custeio foram disponibilizados R$ 3,6 milhões e R$ 15,9 milhões. O total contratado foi de R$ 19,5 milhões do Funcafé.

    Outra cooperativa sediada em Guaranésia (MG) aparece nas linhas de crédito de custeio e recuperação de cafezais com R$ 15,9 milhões e R$ 3,6 milhões. O total contratado e desembolsado foi de quase R$19,6 milhões.

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    As outras duas cooperativas de crédito que aparecem na lista são sediadas em Varginha (MG) e Guaxupé (MG) e estão presentes em mais de 30 municípios do Sul de Minas. Elas possuem os maiores valores contratados com números superiores a R$ 90 milhões cada. E também apresentam os maiores valores para a linha de recuperação de cafezais: R$17,5 e R$ 15 milhões respectivamente.

    Informações

    A lista dos agentes financeiros aptos a negociar os valores do Funcafé e a relação das cooperativas de crédito da região com os montantes disponíveis para casa linha de crédito podem ser conferidos em “Liberação de Recursos” no site do Mapa.

    O diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa Silvio Farnese explicou que a grande vantagem das linhas de crédito do Funcafé é a taxa de juros que fica em 7% enquanto o mercado pratica taxas em torno de 8,5%.

    “É uma taxa de juros mais barata, com regras estabelecidas e prazos bem ajustados às necessidades do setor como comercialização, capital de giro e recuperação de cafezais”, disse.

    Ele também exemplifica que prática comum de venda futura das sacas de café é custeada com recursos da linha de comercialização.

    “A comercialização, por exemplo, se torna muito importante para que as operações futuras possam ser feitas. Com o aumento do preço do café e as oscilações do mercado é muito importante para o setor ter uma linha de crédito como comercialização e aquisição de café para poder fazer operações futuras. Permite fazer o carregamento de estoque e jogar isso para frente”, afirmou.

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    O Funcafé

    O diretor de comercialização e abastecimento do Mapa também explicou que nos anos 80 foi criado um fundo para apoiar o setor cafeeiro em pesquisa e financiamento.

    “As ações são focadas nas 5 linhas de financiamento e mais financiamentos de pesquisa através de consórcios coordenados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Café. Ela é a coordenadora que faz parcerias com universidades e institutos que trabalham com pesquisa de café”, contou.

    O Funcafé está dentro do orçamento da União com valor em torno de R$ 6 bilhões para 2022. Farnese disse ainda que, a cada ano, é realizada uma chamada pública para que todos os agentes financeiros interessados em operar o fundo possam apresentar propostas.

    Segundo informações do Conselho Monetário Nacional (CMN), o setor cafeeiro é o único do agronegócio brasileiro que possui um fundo próprio, constituído com recursos originários do setor produtivo. O Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) foi criado pelo Decreto-Lei n° 2.295/86, regulamentado pelo Decreto n° 94.874/87 e ratificado pela Lei n° 9.239/95 como parte do ajuste da política cafeeira frente ao processo de democratização e reforma administrativa do Estado Brasileiro.

    Safra 2022/2023

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a destinação de mais de R$ 6 bilhões para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a safra de 2023. A aprovação aconteceu na última semana de abril em reunião do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).

    Segundo o Conselho Nacional do Café (CNC), uma boa notícia para os produtores foi o aumento do limite de crédito para cooperativas de produção utilizando a linha de Custeio do Fundo, que passou de R$ 30 para R$ 50 milhões por cooperativa e manteve os limites nas operações por cooperado em R$ 500 mil.

    “Estamos falando da atuação social do Funcafé. Os pequenos produtores não têm os mesmos limites de crédito dos grandes cafeicultores em financiamentos convencionais. Por isso, as cooperativas são as grandes parceiras dos mais de 78% dos produtores familiares”, explica Silas Brasileiro, presidente do CNC.

    Com a aprovação pelo CMN, o Ministério da Agricultura fará um chamamento público dos agentes financeiros e cooperativas de crédito que desejarem operar o Funcafé em suas carteiras de financiamento. Na liberação para a safra atual, em 2021, participaram 33 instituições. Destas, cinco são cooperativas do Sul de Minas.

    Outro destaque do documento aprovado é a possibilidade de fazer remanejamento entre as linhas de crédito sem a necessidade de encaminhamento de voto para alterações no CMN.

    “Isso garantirá agilidade no caso de uma necessidade urgente, como no caso das secas e geadas ocorridas nos anos anteriores. O CDPC tem o papel de definir da melhor maneira um possível remanejamento, já que dentro do Conselho Deliberativo estão as principais representações públicas e privadas da cafeicultura brasileira”, explica Silas Brasileiro.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • Qual o impacto da pandemia de Covid-19 na Saúde Mental no Brasil?

    Qual o impacto da pandemia de Covid-19 na Saúde Mental no Brasil?

    Situação é alarmante e todos precisamos de informação e cuidados para evitar o agravamento dos quadros e muitas tragédias.

    Organizações de saúde avaliam que a pandemia de covid-19 teve um impacto devastador na saúde mundial.

    Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) apontam que os efeitos foram ainda maiores na saúde mental, bem-estar e na interrupção de serviços.

    Estima-se que em 2030 os transtornos mentais podem custar US$ 16 trilhões à economia global.

    O documento “Strengthening mental health responses to COVID-19 in the Americas: A health policy analysis and recommendations”, publicado na revista The Lancet Regional Health – Américas aponta que países da América se esforçam para entender os reflexos da pandemia na população.

    Quatro em cada dez brasileiros tiveram algum problema de ansiedade. No Peru os sintomas de depressão cresceram cinco vezes e a ansiedade quadruplicou.

    Desemprego, pobreza, insegurança alimentar, foram os problemas que mais agravam a saúde mental e física das pessoas.

    Outro dado importante que o estudo traz foi o aumento da violência doméstica. Três vezes mais que a média mundial. Além disso, pessoas contaminadas pelo coronavírus também foram impactadas por transtornos mentais ou neurológicos.

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    Entre os principais motivos para esse caos na saúde a OPAS aponta:

    – Falta de acesso a serviços de aconselhamento;

    – Queda nos atendimentos presenciais;

    – Fechamento de escolas;

    – Isolamento social imposto pela pandemia.

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    Saúde mental no Brasil nas áreas afetadas por conflitos

    A saúde mental está diretamente ligada aos aspectos sociais e culturais. Em 2016, o número de conflitos armados foi o maior de todos os tempos: 53 conflitos em 37 países.

    Levando isso em consideração, 12% da população mundial estavam vivendo nessa área no momento das violências.

    Uma em cada cinco pessoas que vivem em áreas afetadas pelas guerras, tem depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia.

    Por isso, a OMS fornece apoio a essas pessoas auxiliando na coordenação e avaliando as necessidades de atenção em saúde mental das populações afetadas.

    No entanto, a construção e reestruturação de uma boa saúde mental nesses casos é um projeto a longo prazo, sendo importante o acompanhamento integral dessa população.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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  • INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    INVISÍVEIS? Saúde mental no Brasil entre pessoas em situação de rua precisa ser tratada

    Como se sabe, a realidade de muitas pessoas em situação de rua configura-se em um drama social. Eles sofrem com as discriminações, falta de privacidade, carências na educação e saúde, violências, além de possuírem fragilidade dos vínculos sociais.

    No Brasil, a cidade que possui maior concentração de população em situação de rua é São Paulo. Em 2015, estima-se que 15.905 pessoas estavam vivendo em situação de rua. Desse número, 7.335 estavam sem abrigo.

    Em virtude dessas condições de vida e em busca de fugir da situação em que se encontra, o transtorno mais comum nessa população está associado à dependência de álcool (8% – 58%) e outras drogas (5% – 54%).

    Para melhorar o acesso à saúde da população em situação de rua, foi criado o Consultório na Rua. Essas ações são realizadas por equipes da atenção básica em determinadas datas para atuarem no cuidado integral dos pacientes.

    Dicas de como conquistar e manter uma saúde mental saudável

    – Realize atividades que lhe tragam prazer, como um hobby, aulas de artes, leitura ou ampliar as amizades;

    – Mantenha seu corpo ativo por meio da prática de exercícios físicos regulares;

    – Desenvolva novos hábitos e objetivos. O cérebro precisa se manter ativo;

    – Organize sua rotina, com tarefas e responsabilidades em equilíbrio;

    – Durma bem. A falta e o excesso de sono prejudicam à saúde e também podem ser gatilhos para ansiedade, estresse ou depressão;

    – Trinta minutos diários de exercícios físicos favorecem o bem-estar físico e mental;

    – Pratique meditação. Ela melhora o foco e a concentração;

    – Quando necessário, procure ajuda profissional. O desequilíbrio químico do cérebro também afeta a saúde mental;

    – Se afaste ao menos um pouco das redes sociais. Elas podem ser nocivas quando usadas em excesso;

    – Sorria mais, leve a vida de forma mais leve;

    – Se alimente bem e mantenha a hidratação;

    – Ter um amigo pet ajuda a manter a saúde emocional em dia;

    – Brinque mais, saia mais, dance, se divirta;

    – Evite se envolver com várias coisas ao mesmo tempo.

    Idoso em situação de rua no centro de Três Pontas.

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    Saúde mental no Brasil na saúde pública

    A criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) foi um importante passo da reforma psiquiátrica no Brasil, que aconteceu em 2001.

    Os CAPs substituíram o antigo modelo hospitalocêntrico e manicomial e seguem os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de universalidade, equidade e integralidade.

    O papel dos CAPs é o de oferecer assistência, cuidados e tratamentos para a saúde mental da população brasileira.

    Além do atendimento às pessoas com transtornos mentais como depressão, ansiedade, esquizofrenia e outros, os CAPs também têm um grande foco aos dependentes de substâncias psicoativas, principalmente o crack, que é uma preocupante realidade entre a população vulnerável no Brasil.

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    Saúde mental no Brasil no ambiente corporativo

    Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que no mundo, os transtornos mentais e físicos estão entre os principais motivos de faltas no trabalho no Brasil.

    A depressão afeta 59% dos trabalhadores. Outros 63% sofrem de transtornos de ansiedade. Estresse afeta 37% dos colaboradores, enquanto outros 44% afirmam ter tido esgotamento mental.

    Apesar de ser um tema não muito aberto para discussões na sociedade, é preciso mudar esse cenário com urgência. Faltas e afastamentos impactam diretamente de forma positiva no sistema produtivo.

    Apatia ou desgaste emocional são facilmente identificados e, quando tratados precocemente, não geram maiores problemas de saúde.

    Mas, se ignorados, podem causar sérios problemas psicológicos, biológicos e até no funcionamento mental e físico do trabalhador. O bem-estar da equipe é responsabilidade do gestor da empresa.

    Bons líderes precisam estar atentos para reconhecer os sinais de adoecimento mental. Os custos para tratar o problema tira todos os anos mais de US$ 1 trilhão da economia mundial.

    Além disso, são elevados os números de faltas e de afastamentos, reduzindo a produtividade e onerando os planos de saúde. Adotar programas preventivos de saúde e serviço de telemedicina pode ajudar a mudar esse cenário.

    Pessoas em situação de rua na Avenida Oswaldo Cruz, no coração de Três Pontas.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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  • ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    ALERTA: Brasileiros estão entre os povos com mais casos de ansiedade e depressão

    Especialistas da USP apontam que o Brasil está entre os países que mais apresentam pessoas ansiosas (63%) e depressivas (59%). A Irlanda ocupa a segunda colocação com 61% da população apresentando ansiedade e 57% depressão.

    Esse quadro se agravou ainda mais entre 2020 e 2021 devido à pandemia de coronavírus. Em muitos períodos o afastamento social imposto por quarentena e lockdown privou a população do convívio social e do trabalho.

    O estudo da Universidade foi realizado em 11 países. Confinadas em casa, as pessoas que ficaram desempregadas foram as mais afetadas, apresentando sintomas de depressão e de ansiedade.

    No mundo a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades. Juntas, depressão e ansiedade custam US$ 1 trilhão para a economia mundial, de acordo com levantamento da OMS.

    Depressão é a causa número um de incapacidade, podendo levar ao suicídio. Todos os anos, mais de 800 mil pessoas com idades entre 15 e 29 anos, se matam. A doença afeta mais mulheres do que homens e pode gerar sérios problemas de saúde física.

    Pessoas depressivas têm problemas no trabalho, em casa ou na escola. Tratamentos com multiprofissionais ou atividades físicas podem ajudar na recuperação.

    Questionário DASS-21 sobre saúde mental

    O questionário usado para distinguir a depressão, ansiedade e o estresse é o DASS- 21, desenvolvido pelo PhD Peter Lovibond.

    A avaliação permite medir a gravidade dos sintomas do paciente, mas também um modo de acompanhar e medir a resposta do paciente ao tratamento psicológico.

    Seu objetivo é mensurar a intensidade das sensações e comportamentos dos transtornos mentais experimentados nos últimos sete dias.

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    Como funciona o teste DASS-21?

    Desenvolvido em 1995, o teste DASS-21 é uma importante ferramenta que ajuda as pessoas a identificarem o seu estado emocional. Por meio de 21 questões, o teste mede o humor, a ansiedade, o estresse e até a depressão.

    São questionamentos sobre reações ou sintomas que a pessoa vivencia, decorrente de algumas situações cotidianas. Cada pergunta é classificada na escala Likert de quatro pontos de frequência que vão de zero a três.

    Sendo zero, que não se aplica de maneira alguma e três se aplica muito ou o tempo todo. Eles servem para ressaltar os estados emocionais. O resultado pode indicar se é preciso acompanhamento médico.

    Porém o teste não substitui uma avaliação psicológica e nem vale como diagnóstico. Se prestar atenção, o ideal é que a pessoa procure atendimento psicológico o quanto antes.

    O teste é de domínio público e está disponível na internet por meio de vários sites especializados em saúde mental. Ele serve de alerta para que a pessoa possa procurar ajuda, se auto avaliar e promover mudanças em seu estilo de vida.

    Entenda a relação dos jovens com a saúde mental no Brasil

    Como se sabe, a adolescência é um período de muitas mudanças. Hábitos sociais e mentais desenvolvidos são importantes para o bem estar social.

    Diante tantas mudanças, estudos apontam que entre 10 e 19 anos existe uma prevalência maior de transtornos mentais, sendo o principal fator agravante as incertezas dessa fase da vida.

    De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, as condições de saúde mental são responsáveis por 16% da carga global de doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos.

    Os dados também apontam que metade de todas as doenças mentais começa aos 14 anos, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada. Entre os transtornos, a depressão se destaca como uma das principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes.

    Ao longo da vida, uma em cada dez pessoas precisará de cuidados de saúde mental. Se os momentos de estresse e apreensão não forem reconhecidos e gerenciados, esses sentimentos podem levar à doença mental.

    Infelizmente, a maioria não é diagnosticada e muito menos tratada. Consequentemente, o suicídio torna-se a terceira causa de morte entre os adolescentes.

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    Como prevenir os transtornos?

    Independente do tipo de problema que possamos enfrentar na vida, prevenir os transtornos mentais é sempre possível. O equilíbrio físico e mental pode partir de ações simples no dia a dia, seja em casa, no lazer ou no trabalho.

    Manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regulares, dormir bem, pode ser o ponto de partida na prevenção de doenças. Vamos ver outras sugestões que podem ajudar a prevenir transtornos mentais.

    – Mantenha o equilíbrio emocional partindo de quatro passos: não seja impulsivo; seja flexível; não foque somente no problema, busque soluções e acima de tudo, respeite seus limites;

    – Sempre fale o que pensa ou sente;

    – Não acumule tristezas e angústias;

    – Mantenha a respiração estável, mesmo em situações de estresse;

    – Ame a vida e mantenha o foco no presente.

    Atividades de promoção e prevenção

    Além das medidas individuais, é preciso olhar para a saúde mental como saúde pública. A visão estrutural da promoção e prevenção dos transtornos envolve:

    • Intervenções psicológicas individuais online, para ampliar o acesso à ajuda específica;
    • Intervenções focadas na família, como treinamento do cuidador;
    • Intervenções nas escolas, como ensino sobre saúde mental e habilidades para a vida. Treinamento pessoal para a detecção e manejo básico do risco de suicídio e programas escolares de prevenção para adolescentes vulneráveis à condições de saúde mental;
    • Programas para prevenir e administrar os efeitos da violência sexual em adolescentes;
    • Programas multissetoriais de prevenção ao suicídio.

    *Fonte Conexa Saúde

     

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  • Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Vacinação contra tipo de meningite agressiva é ampliada

    Produzida pela Funed, a vacina, que já é oferecida para menores de cinco anos, estará disponível até julho para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade

    O Calendário Nacional de Vacinação está oferecendo gratuitamente, até julho, a vacina meningocócica C (Conjugada) para crianças de até dez anos, 11 meses e 29 dias de idade que não tenham nenhuma dose do imunizante registrada no cartão.

    A vacina já é disponibilizada em postos de saúde de todo o país para menores de cinco anos de idade, sendo administrada regularmente em esquema de duas doses, aos três e cinco meses de vida, e uma dose de reforço, preferencialmente, aos 12 meses de idade. Normalmente, para as crianças que por algum motivo perderam a oportunidade de receber a vacina nas idades indicadas, recomenda-se a administração de uma dose até os quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade.

    Prevenção

    A ampliação temporária da administração da meningocócica C (conjugada) para crianças com menos de 12 anos ainda não vacinadas tem como objetivo aumentar a proteção contra a doença, um dos tipos de meningite mais agressivos e que pode levar rapidamente à morte ou deixar graves sequelas. No ano de 2021, em Minas Gerais, foram registrados 17 casos de doença meningocócica e quatro óbitos. Já em 2022, até o momento, foram seis casos e uma morte.

    A vacina é a principal forma de prevenção. Em 2020, a cobertura vacinal em Minas Gerais para a meningocócica C (Conjugada) foi de 86,43% em menores de 1 ano e de 85,67% em crianças de um ano de idade ou mais. Já em 2021, a cobertura registrada foi de 73,7% nos menores de um ano e de 72,26% para os maiores de um ano de idade. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é a cobertura vacinal de 95% dentro do público indicado para receber o imunizante.

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    A doença

    A meningite é uma infecção que atinge as meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Embora todos os tipos de meningites demandem rigor no acompanhamento do quadro clínico, a meningite do tipo doença meningocócica apresenta maior gravidade.

    “Todas deixam sequelas e levam à morte, porém a doença meningocócica tem evolução para óbito em até 24h, além de sequelas que vão de surdez até amputação de membros”, reforça Fernanda Barbosa, referência técnica da Coordenadoria de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

    Fernanda explica que a doença meningocócica é a infecção causada por uma bactéria (meningococo), podendo apresentar vários sorogrupos, sendo A, B, C, W, X e Y os mais importantes. “A garganta dos seres humanos é o reservatório natural desse microrganismo, portanto, a sua transmissão ocorre por meio de partículas eliminadas durante a respiração, a fala, a tosse, o espirro, o beijo ou, ainda, por meio de contato direto com secreções respiratórias de pacientes ou portadores assintomáticos”, diz.

    Controle

    Coordenadora Estadual do Programa de Imunizações, Josianne Dias Gusmão explica que, apesar de a faixa etária em maior risco de adoecimento ser a das crianças menores de um ano de idade, os adolescentes e adultos jovens são os principais responsáveis pela manutenção da circulação da doença na comunidade. “Portanto, a única forma de controlar a doença meningocócica é manter elevadas coberturas vacinais tanto na população infantil como em adolescentes”, reforça.

    A coordenadora também destaca a importância da vacina para evitar a ocorrência de surtos da doença, bem como hospitalizações pelo sorogrupo C, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos.

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    Produção

    A vacina foi introduzida na campanha de vacinação do estado de Minas Gerais em 2009. Um ano depois, o governo brasileiro a incluiu no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Desde então, a Fundação Ezequiel Dias (Funed), por meio de uma Aliança Estratégica com a GSK para transferência de tecnologia do processo produtivo, vem sendo a fornecedora exclusiva do imunizante na rede pública do país.

    Para o diretor Industrial da Funed, Bruno Pereira, o quantitativo de doses enviado ao Ministério da Saúde nos últimos meses é suficiente para atender a todos os grupos contemplados pela vacina, mesmo com a ampliação da faixa etária, como previsto pelo Ministério da Saúde. “Mesmo diante da pandemia da covid-19 e de todos os desafios que a mesma apresenta, inclusive quanto ao transporte, temos garantido o abastecimento da vacina para todo o país. Em 2021, foram enviadas ao Ministério da Saúde cerca de nove milhões de doses”, reforçou o diretor. Neste ano, até o momento, já foram enviadas quase dois milhões de doses.

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Especialistas dizem que medida é prematura

    Ao menos dez estados brasileiros e o Distrito Federal já flexibilizaram suas regras de uso de máscaras de proteção respiratória, autorizando prefeituras locais a seguirem o mesmo caminho. Embora haja, entre os especialistas, quem julgue prematuro o relaxamento da medida de proteção contra o novo coronavírus, os governantes alegam que o avanço da vacinação e o menor número de casos da covid-19 no país tornam seguro que as pessoas voltem a descobrir seus rostos após dois anos de pandemia.

    Entre as 11 unidades federativas consultadas pela Agência Brasil, a última a implementar as novas normas foi Minas Gerais. Desde o sábado (12), o governo estadual tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos. A decisão final, contudo, cabe aos municípios, que podem não adotar o que o governo estadual classifica como uma “orientação”, adotada “a partir da melhoria dos indicadores da pandemia” no estado. Qualquer que seja a decisão das prefeituras em relação aos espaços abertos, a máscara deve continuar sendo exigida em locais fechados de cidades onde menos de 70% da população com idade para ser imunizada tenham completado o ciclo vacinal.

    O governo do Rio de Janeiro autorizou que as prefeituras fluminenses liberassem a população da obrigação de usar máscaras em ambientes ao ar livre, desde que observados critérios como o respeito ao distanciamento social e o percentual da população imunizada. Inicialmente, o avanço da variante Ômicron desestimulou muitas cidades a relaxarem as regras. Até que, no começo deste mês, o governo estadual liberou os municípios a flexibilizarem as regras também em lugares fechados. Na ocasião, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, recomendou às pessoas com sinais e sintomas de quaisquer doenças respiratórias que continuassem a utilizar o protetor ao se aproximarem de outras pessoas. Na capital fluminense, o prefeito, Eduardo Paes, revogou a obrigatoriedade do uso de máscaras na última segunda-feira (7).

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    Além de Minas Gerais e Rio de Janeiro, também já anunciaram regras mais flexíveis que as adotadas nos primeiros meses da pandemia as seguintes unidades federativas: Amazonas; Distrito Federal; Espírito Santo; Goiás; Maranhão; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Santa Catarina e São Paulo. Outros estados como Bahia e Paraná já informaram que anunciarão novas normas em breve se os números de contágio e, principalmente, mortes, seguirem em queda.

    No Amazonas, desde a última sexta-feira (11), as prefeituras podem tornar facultativo o uso de máscaras em locais abertos. Ainda assim, a Secretaria Estadual de Saúde orienta os municípios que o fizerem a continuarem recomendando o uso do equipamento de proteção, principalmente por quem tem mais de 60 anos de idade, e que a população evite aglomerações.

    No Distrito Federal, onde a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais ao ar livre foi revogada no início de março, a utilização em locais fechados se tornou facultativa na última quinta-feira (10). “A gente espera que a população tenha os cuidados, evitando aglomeração, pois a pandemia ainda existe. Chegou a hora de tentarmos voltar a ter uma vida normal”, declarou o governador Ibaneis Rocha ao anunciar a medida.

    Já no Espírito Santo, só hoje (14) os moradores das cidades capixabas puderam voltar a circular por locais abertos com os rostos à vista. O fim da obrigatoriedade em espaços ao ar livre vale para os municípios considerados como de baixo risco de transmissão da covid-19,. Nas cidades classificadas como de risco moderado, a máscara continuará sendo exigida mesmo em ambientes abertos. Enquanto nas de risco muito baixo, o uso em ambientes fechados é somente recomendado – sendo obrigatório apenas para pessoas que tenham testado positivo para a doença.

    Em Goiás, no último dia 10, o governo estadual recomendou aos gestores municipais a liberação do uso de máscaras em locais abertos, sem aglomerações, em cidades onde ao menos 75% da população a partir de 5 anos já tenham completado o ciclo vacinal. A secretaria continua preconizando os protetores em ambientes coletivos fechados, como, por exemplo, transporte público, aeroportos, rodoviárias, escolas, e em ambientes abertos com aglomeração, e por pessoas imunodeprimidas, com comorbidades de alto risco, não vacinadas e com sintomas de síndrome gripal, mesmo quando em locais abertos e sem aglomeração

    Em novembro de 2021, o Maranhão tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos e facultativo em locais fechados de municípios com mais de 70% da população com ao menos duas doses da vacina. No entanto, tal como o Rio de Janeiro, o governo maranhense recuou após o número de casos da doença voltar a aumentar no início deste ano, e retomou o uso obrigatório de máscaras nos ambientes fechados de todo o território maranhense.

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    Já Mato Grosso delegou às prefeituras o poder de decidir sobre a obrigatoriedade em espaços públicos e privados, levando em conta o contexto local. Ao menos 40 localidades mato-grossenses já deixaram de exigir o item, seja em locais abertos, seja em espaços fechados. Na capital, Cuiabá, contudo, o prefeito Emanuel Pinheiro disse, no último dia 8, que ainda manteria a obrigatoriedade em lugares fechados por mais alguns dias. “Nossos números são altamente satisfatórios, mas, ainda não nos permitem retirar as máscaras”, disse. “A tendência é, em poucos dias, colocar como facultativa e cada cidadão decida qual a melhor forma de se defender, de proteger a si e a sua família da covid-19”, completou.

    O governo de Mato Grosso do Sul liberou as cidades do estado a decretarem o fim da obrigatoriedade nos ambientes fechados no último dia 10. Como nos demais casos, a decisão não impede as prefeituras de manterem medidas mais rígidas, caso julguem necessário.

    Em Santa Catarina, o governo estadual publicou um decreto no sábado (12) desobrigando os municípios catarinenses a cobrarem o uso da máscara, em locais abertos ou fechados. Porém, o governo estadual alerta que, em locais onde não é possível manter o distanciamento, tais como no transporte público, bem como em hospitais e centros de saúde, a proteção continua sendo “altamente recomendada devido ao risco de transmissão da doença”.

    O governo de São Paulo mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados, mas, no último dia 9, liberou as prefeituras paulistas para que tornem opcional a utilização em locais abertos. A liberação vale para ruas, praças, parques, pátios de escolas, estádios de futebol, centros abertos de eventos e autódromos. Na ocasião em que detalhou a medida, o governador João Doria mencionou planos de estender a liberação para ambientes fechados a partir de 23 de março – medida ainda em estudo.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    O CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que será necessário uma quarta dose da vacina contra a covid-19. Em entrevista ao programa Face The Nation, da TV americana CBS, Bourla explicou que apesar de a terceira dose ser bastante eficaz contra mortes e hospitalizações, ela ainda não consegue impedir infecções.

     “A proteção que estamos recebendo da terceira dose é boa o suficiente. Na verdade, muito boa para diminuir hospitalizações e mortes, mas não é tão boa contra infecções”, afirmou.

    “Da maneira que vimos, é necessário uma quarta dose“, disse.

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    Bourla destacou que isso acende o alerta sobre a possibilidade de surgimento de variantes que eventualmente possam escapar da proteção oferecida pelas vacinas. “Muitas variantes estão surgindo e a ômicron foi a primeira a conseguir escapar, de maneira habilidosa, da proteção imunológica que estamos dando”, destacou.

    Albert Bourla ainda afirmou que a farmacêutica está trabalhando na elaboração de uma vacina que combata todas as variantes e que tenha eficácia de pelo menos um ano.

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    “Estamos trabalhando de forma diligente nisso, não só para fazer uma vacina que atue contra todas as variantes, incluindo a ômicron, mas também que garanta proteção por pelo menos um ano”, disse.

    No Brasil, imunossuprimidos com mais de 12 anos estão autorizados a tomar a quarta dose da vacina desde fevereiro. Entram nesse grupo transplantados, pessoas que vivem com HIV, em tratamento para câncer ou que usam medicamentos imunossupressores.

    Todos os maiores de 18 anos devem tomar a terceira dose ou o reforço.

    Fonte EM

     

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  • OURO? Gasolina sobe 70 centavos em média em Três Pontas e litro encosta em R$8,00

    OURO? Gasolina sobe 70 centavos em média em Três Pontas e litro encosta em R$8,00

    Combustível subiu cerca de 9% no Município e consumidores reclamam! Gás de Cozinha também deve subir!

    Parece ouro, mas não é! O fato é que, desde o início da pandemia de coronavírus e a crise mundial por ele provada, a gasolina segue sofrendo frequentes aumentos. Houve períodos em que o combustível chegou a se elevar todas as semanas. No aumento de hoje, apensar de ter se mantido estável desde o final de 2021, agora parece ter pego o elevador e já custa, em muitos postos locais, R$7,99. Antes, o litro custava, em média R$7,29. São 70 centavos a mais, um verdadeiro absurdo e um desrespeito com os brasileiros, principalmente se compararmos o preço dos combustíveis em países vizinhos, como o Paraguai, que custa bem menos.

    Motoristas e donos de veículos automotores com que o Conexão conversou na tarde de hoje e também as mensagens recebidas por nossa reportagem mostram total indignação e revolta. “Onde vamos parar?”

    Petrobras anunciou nesta quinta-feira que elevará os preços do diesel em cerca de 25% em suas refinarias, enquanto os valores da gasolina deverão subir quase 19%, na esteira dos ganhos nas cotações do petróleo no mercado internacional em função da guerra na Ucrânia.

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    A Petrobras afirmou que aumentará o preço médio do diesel para 4,51 reais o litro, ante 3,61 reais o litro. No caso da gasolina, o valor passará a 3,86 reais o litro, ante 3,25 reais, ambos vigorando a partir de sexta-feira. Só que em muitas cidades, como Três Pontas, o aumento já chegou nas bombas.

    No caso da gasolina, a alta será de 18,77%, fazendo o preço mais que dobrar em pouco mais de uma ano.

    A empresa relatou ainda que o preço médio de venda do GLP (gás de cozinha) para as distribuidoras passará de 3,86 reais para 4,48 reais por kg.

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    A Petrobras disse em nota que, apesar da disparada dos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo, nas últimas semanas, a empresa decidiu não repassar a volatilidade do mercado de imediato, porém o reajuste foi necessário para garantir o abastecimento do mercado, uma vez que a empresa não garante todo o suprimento, que depende de importações.

    “Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”, afirmou.

    A empresa disse ainda que esse movimento da Petrobras “vai no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda”.

    A empresa afirmou ainda que os preços de gasolina e diesel serão reajustado após 57 dias sem mudanças. E, no caso do GLP, após 152 dias.

    Fonte E-Investidor

     

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  • QUER DIMINUIR O VALOR DA CONTA DE LUZ DO SEU IMÓVEL? CONEXÃO TE EXPLICA!

    QUER DIMINUIR O VALOR DA CONTA DE LUZ DO SEU IMÓVEL? CONEXÃO TE EXPLICA!

    Tarifa de energia elétrica está cada vez mais cara e as bandeiras tarifárias estão deixando os brasileiros de cabelo em pé o bolso vazio. Mas o que fazer?

    Minas Gerais tem uma das tarifas de energia elétrica mais caras do Brasil. Apesar do valor elevado a qualidade do serviço da Cemig é sempre motivo de contestação. Conexão Três Pontas ensina como economizar energia elétrica na sua casa. Não deixe de ler!

    Uma leitora de Três Pontas tomou um grande susto com a conta de dezembro de 2021. Ela pagava em média R$290,00 de conta de luz, as vezes um pouco mais, no máximo R$320,00. Na sua conta de dezembro de 2021 (conta de luz que vence agora em janeiro de 2022) está sendo cobrado mais de R$103,00 de ICMS! Além disso, apesar das constantes chuvas e a alta dos reservatórios, há a cobrança da temida bandeira vermelha, o que, em tese, não seria necessário justamente por conta das condições climáticas. São mais R$64,53 de bandeira vermelha. E ainda tem a cobrança da Taxa de Iluminação Pública, em torno dos R$53,00. Só por isso que aqui levantamos, essa consumidora está pagando em torno de R$220,00 em impostos! E não é somente ela! Não está fácil pra ninguém! Até para o mais desavisado, essas cobranças são absurdas, uma vergonha, um desrespeito com os mineiros. O jeito é economizar o máximo que puder.

    Com a chegada do verão, o uso de ventilador cresce e pode causar grande impacto no valor. O professor e engenheiro eletricista Hilton Moreno traz dicas simples para que você possa diminuir o consumo de energia e economizar dinheiro. Veja como:

    Ventilador

    Segundo Moreno, para economizar é importante que o ventilador seja ligado na velocidade mínima.

    “O ventilador é um vilãozinho. Ele consome menos que o ar-condicionado, só que a tendência é que a gente acabe usando mais tempo. Às vezes fica ligado o dia inteiro e Isso causa um acréscimo na conta de luz. O cálculo depende da velocidade do ventilador. Se estiver na velocidade mínima, ele gasta R$ 13,68 por mês se ficar 16 horas por dia. Quando vai para a máxima, vai para R$ 18, isso é 38% a mais no gasto”.

    Outra dica do especialista é usar o ventilador, caso seja de pé, apontado para o chão.

    “O ar quente sobe, o frio fica embaixo. Então, se você aponta o ventilador para abaixo, ele pega aquele que está mais frio, joga para cima e te refresca. Isso não economiza energia, mas dá um conforto”.

    E, claro, não esqueça de desligar o ventilador nos momentos em que não está no ambiente. Deixar ligado por muitas horas causa um aumento significativo na conta de luz.

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    Computador

    Por conta da pandemia, muitas pessoas estão trabalhando em home office. Se você está nesse grupo, saiba que é bom desligar a tela do computador ou notebook em seus momentos de pausa para economizar luz.

    “O consumo principal do computador, de mesa ou notebook, não é a CPU, é a tela. O que gasta mais energia é a tela. A dica de ouro é: não deixe a tela ligada, se você não está usando o computador”.

    Geladeira

    Por ficar ligada 24 horas, a geladeira já possui um consumo alto, mas é possível economizar. Para o especialista, é importante que o aparelho não seja aberto sem necessidade.

    “Regra número 1: antes de abrir a geladeira, pense até 5. Decide o que você vai fazer e faça de uma vez só. Além disso, não coloque coisa quente dentro da geladeira. Ela vai ter que trabalhar mais para compensar e gastar energia. Outra coisa: tem gente que gosta de usar a parte de trás como varal e pendura roupa para secas. Isso faz com o que o motor trabalhe mais e gaste muito mais energia”.

    É importante também ficar de olho na borracha de vedação da geladeira.

    “Não deixe sair o ar frio de dentro dela. Se sai, o motor tem que trabalhar mais. A gente coloca uma folha comum de papel entre a porta e a geladeira e puxa. Se ela sai muito fácil, troque a borracha”.

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    OUTRAS DICAS PARA ECONOMIZAR NA CONTA DE LUZ:

    Posicione a geladeira em um local ventilado

    Em primeiro lugar, você sabia que a geladeira corresponde a cerca de 30% da energia gasta em uma residência tradicional? Dessa forma, uma maneira de contribuir para a economia de energia é colocando o aparelho em um local ventilado da sua casa. Então, não deixe esse aparelho em locais muito fechados. Então, se a sua cozinha não for um local bem arejado, pense em outro cômodo da casa para posicionar esse item.

    Mantenha a geladeira limpa

    Além da dica anterior, outro segredo valioso é manter a geladeira limpa e em bom estado de conservação. Nesse sentido, lembre-se de não forrar as grades, já que isso dificulta a circulação de ar. Por fim, caso se ausente da residência por muito tempo, é recomendado esvaziar a geladeira e deixá-la desligada.

    Diminua a frequência de banhos quentes

    O banho quente é um dos principais vilões de quem precisa economizar energia elétrica. Isso porque o aquecimento de água corresponde a cerca de 20% da energia elétrica consumida. Mas, lembre-se que essa porcentagem varia dependendo da temperatura local. Dito isto, evite banhos longos e muito quentes, feche o chuveiro ao se ensaboar para diminuir o tempo que o equipamento fica ligado.

    Racionalize o uso do chuveiro

    A princípio, quem tem um chuveiro elétrico em casa deve prestar atenção na hora de usar esse aparelho. Isso se deve pelo motivo do chuveiro elétrico consumir mais energia entre às 18h e 21h, ou seja, horários em que a maioria das pessoas chega do trabalho. Então, prefira tomar banhos em outros horários do dia. Além disso, outra coisa que ajuda é manter a saída de água do chuveiro limpa e utilizar as resistências originais do aparelho.

    Corte o hábito de dormir com a TV ligada

    Esse é um tipo de hábito que prejudica muito quando a intenção é economizar na conta de luz. Logo, corte o hábito de dormir com a TV ligada e utilize a função de timer para que o aparelho desligue automaticamente após um tempo. Dessa forma, você verá muito em breve os resultados da economia de energia na sua conta.

    Controle o uso do ferro elétrico

    Cerca de 7% dos gastos de energia elétrica correspondem ao uso de ferro elétrico. Então, acumule uma boa quantidade de roupas para passar tudo de uma vez e utilize a graduação correta para cada tipo de peça para conseguir a economia de energia. Uma hora de ferro ligado diariamente é o suficiente para acrescentar cerca de 30 kWh na conta de energia no final do mês. Por fim, tenha a atenção de desligar o aparelho quando não estiver usando.

    Tenha atenção ao utilizar a máquina de lavar

    Evite utilizar a máquina de lavar para uma pequena quantidade de roupas, dando preferência para ligá-la apenas nos níveis máximos de uso. Além disso, é importante também dosar o sabão para evitar necessidade de reenxague. Por fim, outra dica que pode ajudar na economia de energia é limpar com frequência o filtro da máquina.

    Saiba usar as lâmpadas da sua casa

    Viver sem luz hoje é praticamente impossível e, por isso, cerca de 20% dos gastos em uma conta de energia são por causa de lâmpadas. Apesar disso, uma boa dica para economizar nesse aspecto é aproveitar toda a luz natural do ambiente, evitando ligar as luzes durante o dia. Evite deixar luzes ligadas em cômodos que não estão sendo utilizados e instale sensores de presença em corredores para que as lâmpadas se acendam apenas quando alguém passar.

    Dica extra: utilize somente lâmpadas de voltagem (Volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária de energia elétrica.

    Mantenha o ar-condicionado bem higienizado

    Outro vilão que pode atrapalhar na hora de economizar energia é o ar-condicionado, um dos itens que mais colabora para altas contas de energia. Por falar nesse item, que tal verificar se os filtros do seu aparelho de ar-condicionado estão bem higienizados? Se eles não estiverem, o temporizador do ar-condicionado será acionado mais vezes para manter a temperatura, o que pode trazer mais gastos para sua vida.

    Preste atenção no stand-by para economizar energia

    Mesmo aparentemente desligados, alguns aparelhos domésticos continuam consumindo energia, já que eles ficam no modo stand-by. Então, itens como carregadores de celular e notebook, micro-ondas e aparelhos de DVD ligados na tomada podem representar até 12% do gasto de energia. Evitar deixar o celular carregando enquanto você dorme também pode ser uma boa forma de economizar energia.

    Compre lâmpadas de LED para economizar energia

    Se o objetivo é buscar formas de como economizar na conta de luz, por que é necessário comprar outras lâmpadas para a casa? As lâmpadas LED são bem mais econômicas que incandescentes e fluorescentes, ainda que custem mais caro. No longo prazo, a substituição pode trazer bastante economia de energia, já que esse tipo de lâmpada dura até 14 anos e consome 10 vezes menos energia do que uma lâmpada incandescente.

    Opte por eletrodomésticos mais eficientes

    A escolha dos eletrodomésticos pode ter um efeito bastante perceptível na conta de luz. Comprar um produto mais barato, mas menos potente, pode ser um daqueles casos em que o barato sai caro. Então, antes de comprar qualquer eletrodoméstico, confira o selo fornecido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Nele, é possível conferir a eficiência de diversos aparelhos em uma escala que vai de E (menos eficiente) até A (mais eficiente). Dessa forma, é possível ter uma previsão do impacto que algum eletrodoméstico causará em sua conta de energia no final do mês.

    Tire os aparelhos da tomada para economizar energia

    Essa dica não se aplica para todos os itens da sua cassa, pois alguns, geralmente, não podem ser desligados, como é o caso da geladeira. Porém, se você está em home office ou usa algum lugar da casa ultimamente, tenha o hábito de tirar os aparelhos da tomada ao fim do dia.

    Evite colocar fogão e geladeira muito próximos

    Muitas pessoas talvez não sabem, mas se o fogão e geladeira estiverem muito próximos, um pode interferir no consumo de energia do outro. Isso acontece devido à diferença de temperaturas entre os dois aparelhos. Para resolver esse problema, basta ver a dinâmica da sua cozinha e avaliar as opções de espaços disponíveis, vendo o que pode ser mudado de lugar.

    Fonte Mobills / É De Casa

     

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    Roger Campos

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  • SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    Diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammentra), Alysson Coimbra, expõe a importância dos cuidados para dirigir na chuva

    Mesmo com algumas cidades cancelando os eventos do carnaval, devido ao aumento dos casos de COVID-19, as rodovias brasileiras estão movimentadas neste feriado. Segundo o diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra, algumas informações de segurança são necessárias ao dirigir em estradas, principalmente nesta época, em que ocorrem fortes chuvas.

    Além de alguns dispositivos, como o cinto de segurança e capacetes, os equipamentos usados para transportar crianças e animais de estimação são importantes para reduzir os riscos e a possibilidade de multas.

    “O motorista deve obedecer às especificações da lei para o transporte adequado de crianças conforme o peso e faixa etária. Já ara para os animais, as medidas necessárias serão avaliadas por meio do porte e peso do pet”, explica Alysson.

    A manutenção do veículo também é indispensável. De acordo com o diretor científico da Ammetra, é importante que o condutor cheque os níveis de água e óleo, calibre os pneus e avalie os itens de segurança, como o macaco, o triângulo, e se o estepe está calibrado.

    “Não se pode esquecer de analisar o funcionamento dos faróis, lanternas, setas e luz de freio”, completa o especialista.

    Alysson assegura que o motorista deve ter atenção com o excesso de velocidade, já que é, na maioria das vezes, responsável pelos acidentes mais graves. “Com as vias menos obstruídas, muitos motoristas dirigem em alta velocidade, o que aumenta os riscos de acidentes. É indispensável seguir o limite de velocidade estipulado pela via e não fazer ultrapassagens em locais proibidos”, alerta o especialista.

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    Cuidados são indispensáveis antes e durante a viagem

    Segundo Alysson Coimbra, o condutor precisa estar preparado para longas viagens, pois o fator humano é responsável por cerca de 90% dos acidentes.

    “É preciso que o motorista tenha dormido o suficiente à noite e esteja descansado. Não indicamos que quem iniciou algum tratamento recentemente faça uso do medicamento e dirija, já que há remédios que podem interferir diretamente na capacidade de concentração e reação. Na dúvida, consulte seu médico”, disse.

    Em época de chuvas e enchentes, dirigir requer uma série de cuidados para evitar novas tragédias e, por isso, é recomendável um estudo prévio da rota antes de sair de casa.

    “Tenha um plano extra em caso de obstruções da via e mantenha sempre alguma reserva de água potável e alimentos para consumo imediato, caso fique preso em alguma interdição do percurso”, orienta o especialista.

    Utilizar o GPS, mesmo que conheça o trajeto, também é preciso, pois notifica sobre as interdições e desvios por conta de alagamentos. “Jamais atravesse pontos alagados em ruas, estradas e rodovias, pois em muitos casos podem existir crateras. Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda e, em caso de enxurradas, sendo possível, não saia do veículo”, completa o diretor científico da Ammenta.

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    Além disso, Alysson explica que, quando a pista estiver molhada, o motorista deve reforçar a atenção para evitar a aquaplanagem — momento em que uma camada de água se forma entre pneu e o solo.

    “Nessa situação a recomendação é parar de acelerar, manter o volante em linha reta e jamais acionar os freios, pois isso pode fazer o veículo perder o controle e sair da pista”, reforça.

    Em caso de chuva, o motorista deve estar em uma distância segura (de 4 segundos) em relação ao veículo da frente.  “Para calcular o tempo, escolha um ponto fixo à frente e comece a contar depois que o outro carro passar por ele. Use faróis baixos para melhorar a visibilidade, nunca a luz alta. Quando a pista estiver molhada, o ideal é transitar em uma velocidade de até 80% do limite permitido na via”, acrescenta.

    Confira as dicas para dirigir em segurança

    • Utilize equipamentos de segurança, como cinto e capacete, em caso de motocicletas Confira os níveis de água, óleo, calibre pneus
    • Confira o funcionamento das luzes de freio, ré, faróis e lanternas
    • Verifique os itens de segurança obrigatórios: triângulo, macaco e se o estepe está calibrado
    • Durma bem e só pegue a estrada se estiver descansado
    • Tenha reserva de água e comida para o caso de interdições de pista ou congestionamento

    Em caso de chuva

    • Use GPS mesmo que conheça o caminho, eles avisam sobre interdições e desvios seguros
    • Em caso de chuva intensa, procure lugar seguro para parar o carro
    • Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda
    • Não saia do carro em caso de enxurrada
    • Mantenha distância segura do veículo à frente
    • Use farol baixo
    • Reduza a velocidade gradativamente e não freie bruscamente
    • Em caso de aquaplanagem, mantenha o volante reto, pare de acelerar e não freie
    • Jamais estacione no trecho de circulação da via, dando preferência para acostamento ou vias marginais.
    • Em caso de interdição de pista: se não existir local seguro para estacionar, acione as luzes de alerta e abandone o veículo, buscando abrigo em local seguro
    • Em casos de chuva forte e descargas elétricas, não busque abrigo embaixo de árvores
    • Se possível, faça a sinalização para que os demais motoristas possam reduzir a velocidade e evitar colisões

    Transporte adequado para crianças 

    • Bebê conforto: crianças de até um ano de idade e até 9kg, posicionado em sentido contrário ao painel do veículo.
    • Assento conversível: crianças de até um ano de idade e até 13kg posicionado no sentido contrário ao painel do veículo até a criança completar 1 ano de idade.
    • Cadeirinha: crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg, posicionamos de frente para o painel do veículo.
    • Assento de elevação: crianças de 4 a 10 anos de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg, sempre conectado ao cinto de três pontos.
    • Banco traseiro e dianteiro somente com o cinto de segurança: crianças com mais de 10 anos de idade e/ou estatura superior a 1,45.

    Transporte adequado para animais de estimação

    • Caixa de transporte: deve ser fixada pelo cinto de segurança do veículo no banco traseiro e precisa ser ventilada e estar de acordo com as dimensões do animal.
    • Cestinhos ou cadeirinhas: recomendadas para animais de pequeno porte que não se adaptam em viajar nas caixas de transporte. São projetadas para serem utilizadas com os animais utilizando coleiras do tipo peitoral e devem ser fixadas no encosto de cabeça do banco traseiro e retidas com o cinto de segurança do veículo.
    • Cinto de segurança: recomendado para cães de porte médio ou grande na posição central do banco traseiro, com os adaptadores presos às coleiras peitorais, e fixados no encaixe do cinto de segurança do veículo.
    • Grades de contenção: indicada para animais de grande porte e têm a função de limitar a circulação do animal dentro do carro e impedir o cão de saltar pela janela.
    • Capa protetora para banco traseiro: pode ser usada com o cinto de segurança, minimizando o risco do animal de sofrer ferimentos em desacelerações bruscas, por exemplo.

    Fonte EM

     

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

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