Categoria: Chuva

  • Cidades do Sul de MG podem ter fortes chuvas nas próximas 24 horas, alerta Defesa Civil

    Cidades do Sul de MG podem ter fortes chuvas nas próximas 24 horas, alerta Defesa Civil

    Previsão é que possa chover um volume entre 80 e 120 milímetros na região em apenas 24 horas. Em Três Pontas pode chover 50 mm.

    A Defesa Civil de Minas Gerais emitiu um alerta de previsão de tempestades severas que podem acontecer entre esta quinta-feira (23) e as 10h de sexta-feira (24) em Minas Gerais. Entre as cidades mais populosas que podem ser atingidas estão 11 do Sul de Minas. A previsão é que possa chover um volume entre 80 e 120 milímetros na região em apenas 24 horas.

    As tempestades Severas, por definição, são temporais com capacidade de provocar granizo, vendavais, tornados, raios e chuva torrencial. Os níveis de Severidade são quatro: sendo o nível 1, o mais fraco, e o nível 4 o mais severo. A previsão para o Sul de Minas é de tempestade severa nível 2.

    Confira as cidades mais populosas do Sul de MG que podem ser atingidas por forte chuva:

    • Passos
    • São Sebastião do Paraíso
    • Poços de Caldas
    • Pouso Alegre
    • Itajubá
    • Santa Rita do Sapucaí
    • Alfenas
    • Campo Belo
    • Varginha
    • São Lourenço
    • Lavras

    Minas Gerais

    A Defesa Civil Estadual divulgou um alerta de chuva que pode ocorrer de forma moderada a forte intensidade em mais de 70 cidades de Minas Gerais. O alerta se deu por causa da atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul, em conjunto com um sistema de baixa pressão na costa sudeste do Brasil.

    Para algumas cidades, o alerta vale para as próximas 6 horas. Para outras, como é o caso de Belo Horizonte e região metropolitana, a atenção deve ser mantida nas próximas 24 horas. Veja a lista de todas as cidades em situação de maior risco:

    1. Belo Horizonte
    2. Aimorés
    3. Alfenas
    4. Andrelândia
    5. Araxá
    6. Barbacena
    7. Belo Horizonte
    8. Betim
    9. Bocaiúva
    10. Bom Despacho
    11. Brumadinho
    12. Caetanópolis
    13. Campo Belo
    14. Caratinga
    15. Carmo do Cajuru
    16. Cataguases
    17. Cláudio
    18. Conceição do Mato Dentro
    19. Conselheiro Lafaiete
    20. Contagem
    21. Curvelo
    22. Divinópolis
    23. Esmeraldas
    24. Formiga
    25. Frutal
    26. Governador Valadares
    27. Grão Mogol
    28. Ibirité
    29. Igarapé
    30. Ipatinga
    31. Itabira
    32. Itaguara
    33. Itajubá
    34. Itatiaiuçu
    35. Itaúna
    36. Ituiutaba
    37. Janaúba
    38. Juiz de Fora
    39. Lavras
    40. Manhuaçu
    41. Mateus Leme
    42. Matozinhos
    43. Montes Claros
    44. Muriaé
    45. Oliveira, Formiga
    46. Ouro Preto
    47. Paracatu
    48. Pará de Minas
    49. Paraopeba
    50. Passos
    51. Patos de Minas
    52. Patrocínio
    53. Peçanha
    54. Perdigão
    55. Piumhi
    56. Pirapora
    57. Poços de Caldas
    58. Ponte Nova
    59. Pouso Alegre
    60. Ribeirão das Neves
    61. Sabará
    62. Santa Luzia
    63. Santa Rita do Sapucaí
    64. São Gonçalo do Pará
    65. São João del Rei
    66. São Lourenço
    67. São Sebastião
    68. Sarzedo
    69. Sete Lagoas
    70. Teófilo Otoni
    71. Três Marias
    72. Ubá
    73. Uberaba
    74. Uberlândia
    75. Unaí
    76. Varginha
    77. Venda Nova
    78. Vespasiano
    79. Viçosa

     

    Previsão para Três Pontas

    De acordo com o Instituto ClimaTempo a previsão do tempo para a cidade de Três Pontas hoje (23) de janeiro, é preocupante por conta do volume de chuvas que estão previstas. O órgão prevê que nesta quinta-feira Três Pontas tenha Sol com muitas nuvens a nublado com chuva no fim da manhã. Tarde e noite chuvosas.

    O temperatura máxima é de 24 graus. A mínima de 18. Há 90% de possibilidade de chuva em um total esperado de 50 mm, com ventos de até 15 km/hora.

    Arquivo Conexão

    Toda atenção se faz necessária, principalmente em áreas que frequentamente sofrem com alagamentos, como a Avenida Oswaldo Cruz, no centro da cidade.

    Alerta

    • Em caso de emergências, acione o Corpo de Bombeiros pelo 193
    • Não passe em locais de risco de inundação durante a chuva
    • Não atravesse ruas alagadas
    • Tenha cuidado redobrado com crianças em caso de enxurradas
    • Não se abrigue nem estacione veículos debaixo de árvores
    • Atenção especial em áreas de encostas e morros. Se observar fendas ou depressões, ligue para a Defesa Civil pelo 199
    • Jamais se aproxime de cabos elétricos rompidos. Ligue imediatamente para a Cemig (116) ou a Defesa Civil
    • Em caso de raios, não permaneça em áreas abertas e altas e evite usar equipamentos elétricos
    • Alertas podem ser recebidos via SMS. Basta enviar o seu CEP para o número 40199. Cadastro é gratuito
    • Pelo aplicativo Waze é possível ter informações sobre vias bloqueadas

    Fonte ClimaTempo / Estado de Minas

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  • Nova frente fria chega ao Sudeste e traz mais chuva

    Nova frente fria chega ao Sudeste e traz mais chuva

    ClimaTempo confirma muita chuva no sul de Minas até o próximo sábado.

    Uma nova frente fria chega ao litoral de São Paulo e sul do Rio de Janeiro nesta terça-feira e começa a estimular o aumento das áreas de instabilidade sobre parte da Região Sudeste. Na quarta-feira, 18, esta frente fria se afasta em alto-mar, mas as áreas de instabilidade vão continuar ativas sobre o Sudeste até o fim da semana.

    Risco de chuva forte

    Com o ar quente e úmido que já predomina sobre São Paulo, sobre o Rio de Janeiro e sobre o centro-sul e oeste de Minas Gerais, e a chegada da nova frente fria, estas regiões voltam a ficar em atenção para a chuva forte nesta terça-feira.

    Na maioria das regiões de São Paulo, incluindo a Grande São Paulo, as pancadas de chuva ocorrem já pela manhã e se prolongam pela tarde e noite. Tem risco de chuva forte em todo o estado, com potencial para alagamento na capital paulista.

    Já para o estado do Rio de Janeiro, no centro-sul e oeste de Minas Gerais, a previsão é de que as pancadas de chuva ocorram à tarde e à noite.

    Há risco de chuva forte também nas capitais Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Atenção

    Áreas de instabilidade vão provocar chuva frequente em São Paulo, no estado do Rio de Janeiro, no centro-oeste e sul de Minas Gerais pelo menos até o sábado. Até lá, pode chover forte em muitos locais, incluindo as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.

    Fonte ClimaTempo

     

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  • Chuva volta com força no verão 2019/2020

    Chuva volta com força no verão 2019/2020

    Diferente do verão passado, quando sobrou calor e faltou chuva, o verão 2019/2020 trará chuva generalizada e volumosa para quase todas as regiões do Brasil.

    A primeira quinzena de dezembro na cidade paulista de Campos do Jordão, na serra da Mantiqueira, terminou com uma grande deslizamento de terra que deixou 4 vítimas fatais. Em Belo Horizonte, a enxurrada provocada pela chuva forte também fez uma vítima.

    Infelizmente estas tragédias são apenas as primeiras desde verão que está começando.  Oficialmente o verão 2019/2020 começa na madrugada do dia 22 de dezembro, à 1h19min, pelo horário de Brasília, e termina também no início da madrugada do dia 20 de março de 2020, à 00h50min.  Várias características da estação começaram a surgir já em novembro, que foi um mês de muita chuva em vários estados do Norte, do Centro-Oeste e do Sudeste, em particular no Espírito Santo.

    Um verão complicado na Região Sudeste

    O verão 2019/2020 promete mais chuva do que o normal para a maioria  das áreas da Região Sudeste do Brasil. Mas temos que sempre que lembrar que a chuva de janeiro e fevereiro vai cair sobre solos que já estão com bastante água acumulada, por causa da chuva volumosa da segunda metade da primavera de 2019.  A chuva no centro-sul de Minas Gerais, sobre o Rio de Janeiro, Espírito Santo e norte de São Paulo e a Mantiqueira, começou a cair com maior frequência e forte em novembro e agora prossegue neste mês de dezembro.

    Temos um verão com grande chance de formação de ZCAS em janeiro e em fevereiro. Mas a chuvarada começou mais cedo, do meio para o fim da primavera e então, podemos pensar em um verão com maior chance de deslizamentos de encostas, maior número deste tipo de evento no Sudeste e começando mais cedo. No verão passado faltou chuva e não tivemos grandes problemas no interior do Sudeste. Os problemas de chuvarada foram no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro e na Serra do Mar.

    Mais chuva para o Nordeste

    Com a temperatura da água do Atlântico favorável para aproximar a ZCIT do Brasil e com grande chance de formação de ZCAS, a chuva do verão 2019/2020 volta a cair com fartura sobre o Nordeste. A tendência é de chuva acima da média na Região, de forma geral. A ZCAS vai aumentar a chuva sobre a Bahia. A atuação da ZCIT será mais notável em fevereiro.

    Um verão com pouca chuva no Sul do BR

    A Região Sul do Brasil deve ser a menos favorecida com chuva no verão 2019/2020 e a estação deve terminar com chuva abaixo da média. Esta é uma má notícia para a Grande Florianópolis que desde meados de 2019 registra problemas com o abastecimento de água.

    Patricia Madeira comenta que “não há sinal de bloqueio atmosférico para o verão 2019/2020, mas as frentes frias e as pancadas de chuva, típicas de verão, serão  menos frequentes sobre o Sul do Brasil.”

    Chuva farta em quase todo o Centro-Oeste

    Grande parte do Centro-Oeste terá “invernada” neste verão. Com a expectativa de formação da ZCAS – Zona de Convergência do Atlântico Sul -, o verão 2019/2020 promete muita chuva para o Mato Grosso, Goiás e para o Distrito Federal.

    Os dias de muita nebulosidade e chuva associados com a atuação da ZCAS são chamados popularmente de “invernada” pelos agricultores o Centro-Oeste. Em Mato Grosso do Sul, o excesso de calor deve ser notado neste verão.

    Verão com chuva no Norte do Brasil

    Com expectativa de maior atuação da ZCIT e a de formação de ZCAS, a chuva do verão 2019/2020 deve ficar dentro ou acima da média em vários estados da Região Norte. O Tocantins devem ser especialmente beneficiado com chuva volumosa.

    Fonte ClimaTempo

     

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  • EXCLUSIVO: Prefeito “visita” pontos de alagamento e responde ao Conexão

    EXCLUSIVO: Prefeito “visita” pontos de alagamento e responde ao Conexão

    As fortes chuvas dos últimos dias, principalmente da tarde da última terça-feira (26), provocaram muitos problemas na cidade de Três Pontas. Um velho conhecido voltou a dar as caras: a inundação de parte da Avenida Oswaldo Cruz, provocada pelo transbordamento do córrego que corta a principal via de acesso do município. Moradores, comerciantes e usuários da via relataram prejuízos e o caos por conta da fúria das águas sujas.

    Esse é um problema antigo, de várias décadas, mas ainda sem solução. Nesta semana, o volume de chuvas foi tão grande que também houve pontos de alagamento em outros trechos da cidade, como na Avenida Barão da Boa Esperança, próximo ao Supermercado H.O e até “subindo” o início da Avenida Ipiranga.

    Leitores do Conexão e trespontanos que usam as redes sociais de uma forma geral publicaram fotos e vídeos mostrando aqueles 30 minutos de temporal, que, segundo internautas, transformou a via em um rio. Houve muita cobrança por parte dos cidadãos, exigindo ação e explicações dos vereadores e também do atual prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Nossa reportagem mostrou as imagens do transtorno provocado pelo transbordamento do córrego da Av. Oswaldo Cruz e entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Três Pontas em busca de uma resposta oficial. De acordo com a assessoria de comunicação do Executivo, o prefeito Marcelo Chaves, preocupado com essa situação que se repete há muitos anos em épocas de chuvas, percorreu ruas e bairros da cidade, tomando ciência dos fatos e também buscando soluções. Ele esteve acompanhado do secretário municipal de transportes e obras, Maquil dos Santos.

    Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Vale ressaltar que as inundações do referido córrego são um problema antigo, de mais de 30 anos. Muitos prefeitos passaram pelo cargo e não conseguiram êxito. Nos foi remetida a seguinte resposta por parte da Prefeitura e de seu representante máximo, Marcelo Chaves Garcia:

    “Ontem (27), após o forte temporal, o prefeito municipal, Marcelo Chaves Garcia, e o secretário municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Silva Pereira, percorreram as regiões do CAIC, avenidas Barão da Boa Esperança e Osvaldo Cruz, ou seja, nos pontos onde o histórico de alagamento é antigo e recorrente.

    O Prefeito reconhece que é necessário realizar obras nessas regiões, porém são de grande porte, exigindo estudos prévios de engenharia especializada na matéria, além dos altos investimentos, extrapolando o orçamento municipal. Agora com a aprovação final do Plano de Saneamento Municipal teremos condições de pleitear recursos em outras esferas (estadual e federal) para a realização destas obras de drenagem nos locais críticos da cidade.

    Para tanto, contamos com o auxílio dos nossos representantes para destinação de verbas públicas para esse fim”, pontuou.

    Secretário Maquil dos Santos.

    Infelizmente a previsão do tempo não é boa diante dessas inundações, já que grandes volumes de chuva ainda estão previstos para os próximos dias o que, fatalmente, tornará essas imagens ainda mais comuns.

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  • TRÊS PONTAS contabiliza estragos após forte temporal da noite de sexta-feira.

    TRÊS PONTAS contabiliza estragos após forte temporal da noite de sexta-feira.

    Cemig e Prefeitura estão tendo trabalho para reorganizar diversos pontos do município.

    O forte e rápido temporal que atingiu a cidade de Três Pontas na noite desta sexta-feira (03), por volta das 22 horas, causou inúmeros estragos e prejuízos em diversos bairros e na região central.

    Nossa reportagem flagrou o momento do temporal. As imagens foram feitas na Avenida Oswaldo Cruz, no trecho de concentração de bares e restaurantes. (Veja o vídeo aqui https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/2192931997627933/)

    Registramos a queda de parte de uma árvore grande em frente a Escola Coração de Jesus, na Rua Barão da Boa Esperança. A árvore caída impediu parte da circulação de veículos. A Guarda Municipal foi acionada, o local continuou parcialmente impedido e sinalizado por cones até a manhã deste sábado.

    Um posto de combustíveis teve parte do forro do teto arrancado pelo vento. Bem como o toldo de um comércio na Avenida Brasil, próximo a Praça do Raul. Diversas casas tiveram telhas arrancadas. A Praça do Cemitério, bem como diversas regiões da cidade, ficaram às escuras. Recebemos diversos registros por parte dos leitores informando as consequências do vento.

    Ainda na manhã deste sábado (04), com o saldo de queda de diversas árvores, a Cemig isolou áreas para restabelecer a energia após os fios de alta tensão terem sido atingidos. Na altura do número 200, na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, a impressionante imagem de uma árvore pendurada nas fiações, com as raízes arrancadas e expostas, inclinada sobre uma casa, chamou a nossa atenção.

    Este ano é a primeira vez que um temporal desse porte, embora rápido (durou cerca de 5 minutos), foi registrado em Três Pontas. Em anos anteriores vários estragos também foram contabilizados em decorrência da fúria dos ventos e da chuva.

    Previsão do Tempo

    De acordo com os institutos de meteorologia a previsão para este final de semana é de sol, alternando com pancadas de chuva e possíveis trovoadas. Os ventos podem atingir de 15 a 20 km/h, com as temperaturas oscilando entre 14 e 23 graus.

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  • CHUVAS: Nível do Lago de Furnas sobe 70 centímetros em 1 mês no Sul de MG

    CHUVAS: Nível do Lago de Furnas sobe 70 centímetros em 1 mês no Sul de MG

    As chuvas dos últimos dias no Sul de Minas já fizeram com que o nível do Lago de Furnas subisse 70 centímetros em um mês. Hoje o nível do lago está em 753,60 centímetros. No dia 5 de dezembro, esse nível era de 752,90 centímetros. Mesmo com a melhora, o nível ainda é considerado baixo.

    Hoje esse volume representa apenas 12,66% da capacidade de armazenamento da represa, que além de ser usada para a geração de energia, é utilizada para a produção de peixes e para exploração do turismo.

    Em entrevista ao Jornal da EPTV 1ª Edição, o secretário executivo da Associação dos Municípios do Entorno do Lago de Furnas (Alago), Fausto Costa, disse que a falta de chuvas constantes nos últimos anos e a necessidade da geração de energia explicam o baixo nível.

    “Não foram anos de crise hídrica, mas também não tivemos chuvas em abundância. Tivemos muitas chuvas isoladas que não foram capazes de satisfazer os grandes rios que alimentam o Lago de Furnas. Consequentemente, tivemos muita geração de energia, isso prejudica muito o nível do lago. Com exceção dos meses de junho, julho e agosto, os demais meses nós tivemos uma geração muito elevada, isso prejudica o nível do lago”, disse o secretário.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

     

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  • ESTRAGOS – Vento forte derruba árvore e causa prejuízos em TP.

    ESTRAGOS – Vento forte derruba árvore e causa prejuízos em TP.

    FLAGRAMOS O DESCASO DA CEMIG CONTRA UMA EMPRESA DE FAST FOOD NA PRAÇA PRESIDENTE VARGAS

    Era por volta das 17 horas quando uma forte rajada de tempo acompanhada de chuva rápida, que posteriormente se transformaria em chuvisco, atingiu a cidade de Três Pontas. Não durou muito. Algo em torno de 20 minutos. Mas foi o suficiente para assustar muita gente e provocar alguns prejuízos.

    Uma árvore acabou parcialmente caindo na Praça do bairro Catumbi. Funcionários do Almoxarifado da Prefeitura Municipal foram chamados por populares. Houve o corte da parte caída através do uso de uma motosserra.

    Mas o prejuízo maior ficou para os circenses que montaram a tenda de espetáculos num tereno na rua José Cândido de Souza Sobrinho, no bairro Antonio de Brito. Os ventos provocaram o deslocamento da lona do circo, que ficou a mercê da tempestade. Felizmente não havia espetáculo no horário.

    Nossa reportagem saiu pelas ruas debaixo de chuva para registrar os fatos e conversou com servidores da Prefeitura que afirmaram não terem recebido nenhuma outra chamada decorrente de estragos provocados pelo vento forte.

    Durante alguns segundos o fornecimento de energia elétrica foi suspeito e antes de voltar oscilou. Fato que normalmente provoca a queima de aparelhos eletrônicos.

    Na Cemig ninguém deu informação sobre possível falta de energia em algum bairro ou rua ainda nesse momento. Mas o Conexão percorreu alguns pontos da cidade e mesmo debaixo do chuvisco conseguiu registrar um absurdo numa praça central da cidade.

    Nossa reportagem flagrou a Praça Presidente Vargas (Praça do Sandubas Burgers) às escuras. O próprio estabelecimento praticamente não pôde receber seus clientes. Enquanto aguardavam o retorno da energia velas foram acesas. “Qualquer intercorrência ficamos sem luz e a Cemig nem dá previsão de retorno. Mas agradeço o espaço do Conexão e informo que mesmo com velas estamos abertos recebendo os clientes e fazendo entregas” ressaltou o comerciante Antonio Carlos Duarte.

     

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    Roger Campos

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  • ATÉ QUANDO? Há décadas chuva coloca Av. Oswaldo Cruz debaixo d’água.

    ATÉ QUANDO? Há décadas chuva coloca Av. Oswaldo Cruz debaixo d’água.

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    CONEXÃO TRÊS PONTAS MERGULHOU NO PROBLEMA. UMA REPORTAGEM ESPECIAL E COMPLETA SOBRE UMA DAS PRINCIPAIS NECESSIDADES DO MUNICÍPIO: ENCHENTES NA AVENIDA “RIO” OSWALDO CRUZ.

    Moradores da Avenida Oswaldo Cruz, uma das principais vias de acesso e que corta a cidade de Três Pontas há décadas sofrem com o problema das inundações. Basta um único dia de chuva forte, pior que isso, algumas horas, para que em alguns trechos já conhecidos dos trespontanos fiquem submersos. Água invadindo casas e comércios. Carros impedidos de circular, embora alguns aventureiros sempre radicalizam e tentam atravessar o local que, nas tempestades, mais parece um rio, propício não a veículos terrestres e sim à embarcações. Mas até quando isso vai acontecer? De quem, afinal, é a culpa?

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    Vários prefeitos já passaram, diversas tentativas foram realizadas, providências que mais soaram como paliativos e que em praticamente resolveram o problema. Esta atual administração, por exemplo, do prefeito Paulo Luís Rabello, realizou diversas obras, inclusive para conter a erosão das paredes do córrego, foram feitas. O Conexão Três Pontas acompanhou as visitas que o chefe do Executivo Municipal fez ao local, acompanhado de seu vice Erik Roberto. Mas o fato é que nada mudou.

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    No último dia 04 de dezembro o fantasma da inundação assustou novamente os moradores da Avenida Oswaldo Cruz. Um deles, que reside próximo a sede da Policlínica Central há quase 50 anos e que prefere não se identificar disse a nossa reportagem que cansou de assistir “esse filme” e que não acredita mais em final feliz para essa história. “Eu vi dezenas de inundações aqui. Já perdi móveis, já vi casas serem invadidas pela força das águas e vi comerciantes desesperados com os prejuízos. Muitos até tentam isolar a entrada de água nos portões fazendo reforço, mas isso não adianta. Também ouvi vários prefeitos prometerem resolver o problema, mas nunca conseguiram. Apesar de ser um homem correto e da minha confiança, o Paulo Luís não conseguiu resolver. Tomara que o próximo consiga, porque ele é da área da saúde e sabe os problemas que isso trás. Deus nos livre dessas enchentes aqui na Oswaldo Cruz, “, disse o morador.

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    O Conexão três Pontas lançou no dia da última inundação uma pesquisa no facebook perguntando aos leitores sobre as responsabilidades diante desse problema. Afinal, de quem é a culpa? Dos políticos que ainda não resolveram a questão ou das pessoas sem consciência que continuam jogando lixo e agravando o problema? Vejam algumas respostas retiradas fielmente das postagens originais:

    Robertinha Vieira É um conjunto da obra,pois todos tem um pouco de culpa…. Se cada um fizessem sua parte,nada disso estava acontecendo!!!!

    Valdilene Nepomuceno Administração pública, cidadãos sem noção de como tratar seu lixo, enfim são culpados, só não tem culpa a NATUREZA!

    Rose Soares A tendência é piorar ,por causa dos novos bairros vão acabando com a terra. Falta de planejamento ,agora fica mais difícil concertar.

    Tadeu Mendonça A solução até não está difícil não, mas como disse pode se agravar sim..quanto mais construções às margens e, em toda a bacia. Mais difícil fica.

    Alice Batista Ambos os lados. E ainda tem gente que prefere show do que arrumar um problema muito mais sério!

    Renata Duarte Já eu penso que tem que levar em consideração não somente estrutura e sujeira. Por mais que seja uma obra bem feita, se a chuva vier mt intensa, me perdoem, mas não é qualquer rede de esgoto que dá conta. Agora abrir um buraco de escoamento que comporte a cidade de SP pq quando chove alémmmmmmm da conta alaga, aí é ter que brigar com Deus e pedir menos chuva. Gente, vamos ser racionais, quando chove normalmente não temos problemas. Então não é bem assim como todo mundo tá falando não.

    Cecília Vinhas de Lima Quem não convive com isso toda chuva, não sabe muito bem o q se passa! Não é somente em chuvas fortes… sejamos sensatos em entender que Três Pontas é uma cidade de pequeno porte… sendo assim, um problema que persiste por anos e só piora ja deveria ter tido alguma melhoria!!!

    Vera de Souza Na minha opinião a culpa são dos próprios moradores , fazendo caminhada por ali ,podemos observar a quantidade de lixo,carrinhos de bebê,colchão ,sacolas,cadeira,penso assim se cada um fizer sua parte, resolverá o problema.

    Jose Expedito Dos Reis Expedito Reis 40% está na vazão da ponte ao lado do posto santa Terezinha, rua boa esperança. Aumente a vazão da ponte e já ajuda bem.

    Leonardo Miranda A Culpa é de Ambos os lados. Do lado dos Governos por não fazerem um projeto que resolva o problema, tenho certeza que os Engenheiros da Prefeitura poderiam propor uma solução e fazer uma estimativa do gasto com as obras, do lado da população que não cobram a prefeitura e os vereadores para resolverem o problema por isso eles são eleitos, toda a população deve se organizar para que as coisas aconteçam devemos ir a Câmara e na Prefeitura para que deem uma solução para o caso, a Prefeitura de Três Pontas já fez obras de mesma complexidade para resolver problemas de esgotamento sanitário e pluvial no Centro da Cidade. O Maior problema de nosso município é a população exigir um Plano Diretor com a participação popular para que a cidade tenha um desenvolvimento sustentável. Agora soluções para os problemas no município tem, o que falta é vontade politica de querer uma cidade melhor e a população fazer a sua parte.

    Flavio Moreira E também só armar um chuvinha que o semáforo da avenida para de funcionar.

    Marcelo Rezende A culpa é de todos , mas principalmente da falta de planejamento, a cidade tende a crescer cada vez mais, e sabendo disto os prefeitos deveriam criar normas para novos loteamentos. Simples basta observar a Barão da Boa Esperança, está ficando cada vez mais povoada, muitos comércios, novos bairros ao redor, mas o córrego continua o mesmo do século XIX , ou seja não resolvem o que ainda tá em tempo. Já a avenida Oswaldo Cruz, custará milhões para amenizar o problema. E com a atual crise duvido que seja resolvido .

    Marisa Basilio de Brito Tadeu Mendonça são obras difíceis até de se executar, principalmente pelo transtorno temporário que elas provocam e as pessoas não tem a menor paciência em colaborar.

    Cecília Vinhas de Lima Boa noite! A questão é que todos os moradores já pediram soluções pra esse problema de anos…..não é bem assim que somente uma chuva forte, causa isso! Isso é de anos, e vem só piorando….. é uma angústia enorme qualquer chuva, pois não sabemos mais oq vai acontecer! Se o portão vai aguentar, se vai entrar somente na garagem e assim não entrando dentro das casas! Como moro em frente e vejo as milhões de vezes que já tivemos problemas, não somos responsáveis por isso, e já pedimos providências!
    Não é questão de chuva forte é bom senso….

    Bia Silva Dizer d quem é a culpa é complicado,pork acho k ninguém sabe, o melhor é encontrar a SOLUÇÃO.

    Celeste Barbosa A natureza faz a sua parte.E nós temos que fazer a nossa…

    CONEXÃO POSTOU VÁRIAS REPORTAGENS SOBRE O TEMA

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    Muitos prefeitos já passaram pela cidade de Três Pontas e prometeram resolver o caso. Mas pelo que se vê tudo ficou no campo da promessa ou da utopia. De concreto mesmo, quase nada.

    Os últimos ex-prefeitos, Antônio Carlos Mesquita, Nilson Vilela, Tadeu Mendonça, Paulo Luís Rabello (primeira gestão), Paulo Nogueira, Adriene Barbosa e Glimaldo Paiva (Luciana Mendonça) tentaram resolver a questão, há registros de busca de apoio do Governo do Estado de Minas e alguns investimentos, mas nada que acabasse de vez com esse transtorno.

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    Mais recentemente o Conexão Três Pontas acompanhou as obras de contenção da erosão do Ribeirão Araras que tem influência direta no volume das águas que compõem o córrego que corta a Avenida Oswaldo Cruz. Veja a reportagem feita pelo Conexão em 03 de outubro de 2014:

    OBRAS: CONTENÇÃO DA EROSÃO DO RIBEIRÃO ARARAS SERÁ CONCLUÍDA ATÉ DEZEMBRO

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    A Secretaria Municipal de Transportes e Obras da Prefeitura Municipal de Três Pontas tem realizado uma série de atividades que visam garantir uma melhor qualidade de vida da população e o desenvolvimento da cidade.

    Prova disso são as constantes operações de limpeza dos córregos do Município, já realizadas. No Córrego Candongas, no trecho abaixo da rua José Delfino, nas adjacências dos bairros Antônio de Brito, Francisco Vieira Campos, Parque Veredas, Santa Terezinha, Major Brás, Village das Palmeiras, Vila Rica e Chácara Catumbi, as máquinas trabalharam a todo vapor, realizando o trabalho de retirada de lixo que está provocando, dentre outras coisas, mau cheiro, aparecimento de bichos e ainda aumentando o risco da proliferação do mosquito da dengue.

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    Segundo o secretário municipal de Transportes e Obras, José Romão de Oliveira Filho, O foco central tem sido justamente a retirada desse lixo e também do mato de dentro do córrego para desobstruí-lo e dar assim mais vazão ao mesmo, com melhor escoamento do fluxo de água.

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    EX-PREFEITO FALOU AO CONEXÃO (Arquivo)

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    O ex-prefeito Tadeu Mendonça comentou essa polêmica sobre as obras e as constantes inundações em três Pontas:

    “Nós fazíamos a “dragagem”, limpeza dos sedimentos do córrego e não tinha transtornos tão grandes. De acordo com os levantamentos da época com a canalização e mais a dragagem, teria melhora de velocidade da vazão e tudo deveria ser equacionado durante uns 20 anos. Vejo que alguma obra foi feita e complicou o problema. Você sabe se já tem um projeto pra resolver o assunto?´Te falo pelo seguinte: acompanhei a solução dada ao arrudas em BH, foi obra caríssima, mas resolveu. Fiquei assustado com o que vi, conheço razoavelmente de obras, e digo-lhe que o município tem, entre muitos, mais um grande desafio pela frente. Quanto mais postergado, pior as consequências”, comentou.

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    PALAVRA DO ATUAL PREFEITO (Arquivo)

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    Em entrevista concedida ao Jornal da EPTV, o Prefeito Paulo Luís disse que pretende resolver esse problema das inundações até o final deste ano, último ano de seu governo. “Nós realmente ficamos preocupados quando a chuva atinge acima de 50 mm. Nós necessitamos de verbas do Governo Federal para realizar as obras necessárias e tenho certeza que com o Plano de Saneamento eles olharão com mais atenção para nos atender. Mas a crise atual nacional e também do Município não nos possibilita dar datas para a conclusão desse projeto”, disse o gestor à emissora de tevê em fevereiro deste ano.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

  • ATÉ QUANDO? Chuva continua causando transtorno aos moradores em Três Pontas

    ATÉ QUANDO? Chuva continua causando transtorno aos moradores em Três Pontas

    Bastaram apenas 30 minutos de uma forte chuva para o caos tomar conta do centro da cidade de Três Pontas. Por volta das 16 horas desta quinta-feira (11) um temporal marcado por muita água e fortes ventos foi visto e, pior, deixou seu rastro de destruição e prejuízos. Um problema antigo. Põe antigo nisso! Mas passam os prefeitos e a solução não chega nunca.

    Mais uma vez o principal alvo das chuvas foi a Avenida Oswaldo Cruz. Do trecho que se cruza com a Avenida Ipiranga até a Policlínica Municipal, uma verdadeira enchente foi vista, filmada e fotografada por diversos leitores do Conexão que nos enviaram todo material, cobrando providências urgentes.

    Veja algumas fotos de leitores:

    Além da Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso da cidade de Três Pontas, diversas árvores caíram na Praça Tristão Nogueira, atingindo alguns veículos que estavam estacionados. A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal tiveram muito trabalho para organizar o trânsito e a Prefeitura para remover os galhos.

    Veja outras fotos de leitores do Conexão:

    Na Avenida Olinto Reis Campos, onde estão localizados o Conservatório Municipal de Música Heitor Vila Lobos e também a conhecida mansão do ex-prefeito Paulo Loures, um verdadeiro rio se formou. Motoristas se arriscaram tentando passar pelo local, bem como um cavaleiro flagrado por leitores do Conexão. E não é a primeira vez quer isso ocorre.

    DESABAFO

    Nossa reportagem conversou com moradores da Avenida Oswaldo Cruz, no trecho sempre afetado pelas inundações, pelo córrego que há décadas são suporta o volume de águas durante os temporais e provoca muitos prejuízos materiais. Felizmente nossa pesquisa não encontrou nenhum registro de morte provocada pelas enchentes no trecho.

    Vários moradores falaram, mostraram sua indignação, mas não quiseram se identificar, temendo represália. De acordo com um deles, que reside nas proximidades da Policlínica há 40 anos, vários prefeitos prometeram resolver a questão e passa ano e entra ano e nada é feito de forma substancial que realmente resolva o problema.

    “Isso é uma vergonha. É uma situação que nós moradores não aguentamos mais. Será que vai ser preciso alguém morrer pra tomarem providência? Desde a minha adolescência eu vejo esse caos aqui quando chove. Sempre prometeram resolver o problema, mas nada”, comentou J.V.

    Outra moradora da Avenida Oswaldo Cruz disse que a água já entrou em sua casa pelo menos 6 vezes desde que mudou pra lá em 1995. “Eu já tive muitos prejuízos materiais por causa do transbordamento desse córrego. Perdi alguns móveis. Mas ainda tem a preocupação das doenças por parte das pessoas que acabam tendo contato com essa água imunda e essa lama toda. Até quando vamos ter que passar por isso?”, disparou A.M.J.

    Comerciantes do local também reclamaram muito, principalmente nesse momento de crise em que as vendas já estão baixas, qualquer prejuízo extra acaba, literalmente, colocando muita lama nos objetivos e necessidades de crescimento de vendas.

    OBRAS PALIATIVAS 

    Muitos prefeitos já passaram pela cidade de Três Pontas e prometeram resolver o caso. Mas pelo que se vê tudo ficou no campo da promessa ou da utopia. De concreto mesmo, quase nada.

    Os últimos ex-prefeitos, Antônio Carlos Mesquita, Nilson Vilela, Tadeu Mendonça, Paulo Luís Rabello (primeira gestão), Paulo Nogueira, Adriene Barbosa e Glimaldo Paiva (Luciana Mendonça) tentaram resolver a questão, há registros de busca de apoio do Governo do Estado de Minas e alguns investimentos, mas nada que acabasse de vez com esse transtorno.

    Mais recentemente o Conexão Três Pontas acompanhou as obras de contenção da erosão do Ribeirão Araras que tem influência direta no volume das águas que compõem o córrego que corta a Avenida Oswaldo Cruz. Veja a reportagem feita pelo Conexão em 03 de outubro de 2014:

    OBRAS: Contenção da erosão do Ribeirão Araras será concluída até dezembro

    A Secretaria Municipal de Transportes e Obras da Prefeitura Municipal de Três Pontas tem realizado uma série de atividades que visam garantir uma melhor qualidade de vida da população e o desenvolvimento da cidade.

    Prova disso são as constantes operações de limpeza dos córregos do Município, já realizadas. No Córrego Candongas, no trecho abaixo da rua José Delfino, nas adjacências dos bairros Antônio de Brito, Francisco Vieira Campos, Parque Veredas, Santa Terezinha, Major Brás, Village das Palmeiras, Vila Rica e Chácara Catumbi, as máquinas trabalharam a todo vapor, realizando o trabalho de retirada de lixo que está provocando, dentre outras coisas, mau cheiro, aparecimento de bichos e ainda aumentando o risco da proliferação do mosquito da dengue.

    Segundo o secretário municipal de Transportes e Obras, José Romão de Oliveira Filho, O foco central tem sido justamente a retirada desse lixo e também do mato de dentro do córrego para desobstruí-lo e dar assim mais vazão ao mesmo, com melhor escoamento do fluxo de água.

    Com isso, problemas recorrentes de muitos anos como as inundações da Avenida Oswaldo Cruz, na época das chuvas, podem estar com os dias contados.

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    Além disso uma grande obra de contenção da erosão do Ribeirão Araras tem sido realizada há alguns meses e de acordo com o chefe do Executivo Municipal, o prefeito Paulo Luís Rabello, essas obras serão concluídas até dezembro de 2014.

    Na tarde de ontem (2 de outubro de 2014), por volta das 18 horas, o prefeito, acompanhado de seu vice Erik dos Reis Roberto, esteve no local verificando o andamento da obra que tem como objetivo principal evitar inundações na época das chuvas, já que a erosão acabava jogando terra e pedras para dentro do córrego. Um grande paredão está sendo feito e já em fase final.

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    De acordo com Paulo Luís, essas obras são necessárias e em caráter de urgência, afinal de contas há muitos anos na época das chuvas a Avenida Oswaldo Cruz acaba sofrendo com inundações, complicando a vida dos moradores e usuários da via.”

    EX-PREFEITO FALOU AO CONEXÃO

    O ex-prefeito Tadeu Mendonça comentou essa polêmica sobre as obras e as constantes inundações em três Pontas:

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    “Nós fazíamos a “dragagem”, limpeza dos sedimentos do córrego e não tinha transtornos tão grandes. De acordo com os levantamentos da época com a canalização e mais a dragagem, teria melhora de velocidade da vazão e tudo deveria ser equacionado durante uns 20 anos. Vejo que alguma obra foi feita e complicou o problema. Você sabe se já tem um projeto pra resolver o assunto?´Te falo pelo seguinte: acompanhei a solução dada ao arrudas em BH, foi obra caríssima, mas resolveu. Fiquei assustado com o que vi, conheço razoavelmente de obras, e digo-lhe que o município tem, entre muitos, mais um grande desafio pela frente. Quanto mais postergado, pior as consequências”, comentou.

    PALAVRA DO ATUAL PREFEITO

    Em entrevista concedida ao Jornal da EPTV, o Prefeito Paulo Luís disse que pretende resolver esse problema das inundações até o final deste ano, último ano de seu governo. “Nós realmente ficamos preocupados quando a chuva atinge acima de 50 mm. Nós necessitamos de verbas do Governo Federal para realizar as obras necessárias e tenho certeza que com o Plano de Saneamento eles olharão com mais atenção para nos atender. Mas a crise atual nacional e também do Município não nos possibilita dar datas para a conclusão desse projeto”, disse o gestor à emissora de tevê.

    Nossa reportagem tentou contato na tarde desta sexta-feira com o prefeito Paulo Luís Rabello por telefone, mas não obtivemos êxito.

  • DESPERDÍCIO: Diretora do SAAE faz alerta sobre risco de falta d’água em Três Pontas 

    DESPERDÍCIO: Diretora do SAAE faz alerta sobre risco de falta d’água em Três Pontas 

    “Se não frear esse desperdício, vai faltar água em Três Pontas.”

    A falta de chuvas tem causado uma grave crise hídrica em todo Brasil e aqui em Três Pontas não é diferente. Como se não bastasse o calor intenso, o volume das chuvas é muito baixo e somado a isso tudo registra-se diariamente vários casos de desperdício e total alienação a grave situação que nos bate a porta. A Diretora do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Marisa Basílio de Brito, falou ao Conexão sobre a real situação e o eminente risco de desabastecimento:

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    “A situação realmente é muito preocupante, porque o volume de chuvas tem sido praticamente insignificante nos últimos meses e o consumo de água em Três Pontas é alto. O volume dos córregos está cada vez mais baixo e é preciso urgentemente que as pessoas tomem consciência e ajudem a economizar”, comentou.

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    Marisa ressaltou ainda que uma campanha envolvendo os carros de som e também a imprensa trespontana tem sido feita diariamente para alertar os moradores sobre a necessidade de racionar água. Segundo ela é preciso guardar as mangueiras e haver uma grande mudança de hábitos, adotar o uso de baldes nos casos realmente importantes, que não têm como evitar.

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    “As captações dos córregos Quatis, Formiga e Custodinho, além da Sete Cachoeiras, está muito baixo. A vazão diminuiu consideravelmente e com isso nossos reservatórios estão com volumes preocupantes. Por isso afirmo que se não frear esse desperdício, vai faltar água em Três Pontas”, pontuou.

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    A diretora do SAAE disse que as bombas de captação estão trabalhando sem parar. A sorte é que não foi preciso, na atualidade, nenhum reparo, mas caso isso venha a ocorrer, infelizmente o caos provocado pela falta de água será sentido mais rapidamente.

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    “Peço aos trespontanos que tomem consciência e colaborem. Nos bairros mais altos da cidade já é sentida a falta de água em alguns períodos. Mas há uma grande falta de educação e respeito para com os outros. Recentemente descobrimos um lava-jato que estava roubando água do Córrego Quatis. Vamos colaborar e evitar danos ainda mais graves. Água é vida”, concluiu.

    Lembrando que, caso não haja conscientização e não chova de forma abundante, não está descartada a utilização de métodos punitivos por parte do SAAE como as multas e corte do fornecimento.

    Leitores encaminharam fotos e flagrantes de casos de desperdício de água na cidade. Vejam:

  • DANOS: Chuva torrencial causa problemas na cidade de Três Pontas

    DANOS: Chuva torrencial causa problemas na cidade de Três Pontas

    Na tarde desta terça-feira (27), uma chuva torrencial (forte), como há muito tempo não se via e até se desejava por conta da seca, do risco de falta d’água e do insuportável calor que provocou uma sensação térmica de quase 40 graus, causou uma série de problemas à cidade de Três Pontas. Principalmente provocado por mais um transbordamento do Córrego da Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso do Município e ainda agravada por uma enorme quantidade de terra que desceu ladeira abaixo pela Avenida Caio de Brito, oriundo da região do Aeroporto Municipal.

    A imagem foi assustadora. O volume de água que tomou conta da Oswaldo Cruz foi muito grande e impediu a circulação de carros e pedestres. Veículos longos, como ônibus se arriscaram em passar. Esse é um problema de décadas. Há muito tempo prefeitos tentam resolver esse caos do Córrego da Avenida Oswaldo Cruz. Nessa atual administração o Prefeito Paulo Luís Rabello já realizou, através do Departamento de Transportes e Obras da Prefeitura Municipal, uma série de melhorias, como as obras de contenção das encostas desde o início de seu leito, provocada pela erosão, até a constante limpeza de todo curso. Mas como se viu agora, ainda não foi o suficiente.

    Nossa reportagem tentou contato com o Prefeito Paulo Luís Rabello na tarde desta quarta-feira, por telefone, mas não conseguiu.

    Nas redes sociais, moradores postaram diversas fotos e até um vídeo da enchente e do deslizamento de terra, como você pode ver abaixo e clicar no link:

    https://www.facebook.com/angelica.lino.39/posts/1012334702143520

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    Nesta quarta-feira, o dia foi de faxina geral. Diversas máquinas da Prefeitura foram disponibilizadas para fazer a limpeza das ruas e calçadas atingidas pela enchente e também pela grande quantidade de terra deslizada. Moradores das regiões atingidas também tiveram que tirar o dia pra limpar a grande sujeira e eles dizem estar preocupados diante de uma nova chuva e de suas consequências e ainda esperam outras providências por parte do poder público municipal.

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