Vítima teria caído de cima de um cavalo e morrido após se chocar na traseira do carro do suspeito.

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A creche onde Ana Lívia Lopes da Silva, de apenas 3 anos, estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos. A revelação foi feita após a menina morrer na madrugada desta sexta-feira (15), em Poços de Caldas (MG), depois de ser agredida pelo padrasto por ter feito xixi na cama. Ele e a mãe da criança foram presos em flagrante e autuados por homicídio.
De acordo com a conselheira tutelar Irene de Cássia Cavalcante, a denúncia aconteceu no dia 22 de maio.
“Aí a conselheira foi até a casa da mãe, que é próxima da creche. A mãe conversou bastante com ela, relata que foi uma coisa pontual, porque a menina desobedeceu o padrasto, e ele excedeu um pouquinho. Mas isso não ia acontecer mais”.
Mas aconteceu. Ana Lívia foi internada na noite desta quinta-feira (14) com politraumatismo craniano e não resistiu. No entanto, de acordo com a Polícia Militar, as agressões começaram até antes, na quarta-feira (13), quando a menina teria urinado na roupa e na cama. A criança foi colocada de castigo e novamente agredida quando saiu do local. Depois, durante a noite, a menina teria sido vítima de agressão mais uma vez.
Preso pouco depois da menina ser internada, o padrasto, Christhopher Anthony Tavares Coelho, de 27 anos, foi preso e confessou o crime. A mãe da menina também foi presa em flagrante, já que a polícia entendeu que ela foi omissa.
“Alegou que não sabia a motivação do crime, o que teria motivado o autor a agredir a criança, porque quando ela acordou, a criança já estava gritando muito, estaria no banheiro, embaixo do chuveiro. Que o autor teria colocado ela embaixo do chuveiro e já estaria bastante machucada”, explicou a delegada Maria Cecília Gomes Flora.
Durante depoimento à polícia, a mãe da criança contou que o padrasto já havia agredido a menina na quarta-feira com chinelo. Segundo a versão da mãe, nesta quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo homem. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou insconsciente.
A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. A sogra e a cunhada viram o estado da menina, que foi levada ao hospital.
Os dois médicos que realizaram o primeiro atendimento da criança informaram que ela chegou ao hospital por volta das 17h30, com muitos hematomas no corpo. Foi preciso realizar um procedimento de drenagem dos pulmões para retirada de sangue, que impedia a respiração. Depois de 40 minutos inconsciente, a vítima foi levada pelo Samu à Santa Casa.
Segundo o Instituto Médico Legal, foram três as causas da morte de Ana Lívia – a primeira é contusão por instrumento contudente, o que, segundo os médicos, pode indicar socos e pontapés. A segunda causa foi hemorragia no cérebro e a terceira foi politraumatismo crânio-encefálico.
A criança foi enterrada no final da tarde desta sexta-feira em Poços de Caldas.
Fonte G1 Sul de Minas

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O corpo da menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, 12 anos, que estava desaparecida há uma semana em Araçariguama (SP), foi encontrado na tarde deste sábado (16). A informação é da Polícia Militar da cidade.
Segundo informações da polícia, o corpo foi encontrado próximo a um matagal, em uma estrada de terra. Uma mulher disse que sentiu o cheiro enquanto passeava na região com seu cachorro. Ao ver o corpo, a mulher chamou a polícia. Vitória estava embaixo de um monte de lixo. O pai da menina reconheceu a filha.
O DESAPARECIMENTO
A menina Vitória saiu na tarde do dia 8 de junho para patinar próximo da casa onde morava, no bairro de Vila Nova, mas não voltou. Segundo a família da menina, Vitória saiu de casa para ir a um ginásio de esportes brincar com uma amiga da escola. No trajeto, no entanto, a outra criança teria desistido de acompanhá-la.
Após andar cerca de 700 metros a pé, Vitória colocou o patins para continuar a caminhada ao ginásio. Imagens de câmera de segurança captaram o momento que a Vitória parou na esquina da escola onde ela estuda que está no caminho do ginásio.
De acordo com testemunhas, quando a menina chegou no ginásio, foi abordada por um homem que estava em um carro preto. Outras crianças que estavam no local dizem que viram a menina conversando com o suspeito, mas como precisavam entrar para ter uma aula, não viram se a menina entrou no carro.
A polícia chegou a periciar o carro de um suspeito. No entanto, não houve indícios de que Vitória tenha entrado no veículo.
Na tarde da última sexta-feira (15), a Justiça de São Paulo decretou, a prisão temporária de Júlio César Lima, suspeito de participar do possível sequestro. O delegado Acássio Leite, titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Sorocaba, informou que as investigações seguiriam em segredo.
Uma das hipóteses investigadas é de que Vitória tenha sido raptada por engano por causa de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. “Existe a possibilidade de que os suspeitos estivessem em busca de uma outra menina como forma de vingança, mas levaram Vitória por engano”, contou Leite. Outras versões também são apuradas.

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Uma megaoperação da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (12) chamou a atenção dos trespontanos. Com o apoio do helicóptero da PC, várias viaturas e grande efetivo policial, estão sendo cumpridos diversos mandados.
Esse trabalho da Polícia Civil de Minas Gerais em Três Pontas faz parte da Operação Impacto II, que está sendo simultaneamente realizada em diversas cidades do Sul de Minas. Os alvos dos mandados estão em cerca de cinco municípios. Além de Três Pontas também há ação em Varginha, Alfenas, Boa Esperança e Guapé.

Ao todo participam da Operação Impacto II 105 policiais civis.
Conforme a Polícia Civil em cada uma dessas cidades há um foco e subnome diferente na operação. As investigações no Sul de Minas vão de encontro aos crimes de tráfico de drogas, roubo e estelionato.
Em Três Pontas a Operação Impacto II recebeu o subnome Pica-Pau e investiga integrantes de uma quadrilha de estelionatários que teriam fraudado documentos e cheques. Estima-se que cerca de R$ 25 mil tenha sido levantado com a prática desses crimes em Três Pontas e em outras cidades da região.
Em Boa Esperança um grupo foi detido suspeito de estuprar e atear fogo em uma mulher. Já em Varginha os alvos foram suspeitos de tráfico de drogas. Em Alfenas os detidos teriam envolvimento numa tentativa de sequestro a um gerente de banco.
Até o fechamento desta reportagem não havia sido apurado o resultado parcial da operação.

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Contudo, a mãe da criança teve hemorragia durante toda a tarde da última terça-feira (5) e precisou de atendimento médico, foi quando a ocorrência foi divulgada.
A Polícia Civil, a Politec e a Polícia Militar locais então se deslocaram ao local e começaram a escavar. A avó da criança mostrou o buraco, aos fundos da residência, onde os policiais começaram a cavar com as mãos. Para sua surpresa, eles ouviram o choro do bebê e constataram que a criança ainda estava viva. O bebê foi socorrido, encaminhado para socorro médico imediato e segue internado em unidade hospitalar de Água Boa, com suspeita de duas fraturas na cabeça.
Para o major João Paulo Bezerra do Nascimento, comandante da 5º Companhia, “não dá para descrever a sensação ao começar cavar e ouvir o choro da criança. Deu um desespero para cavar ainda mais depressa, com as mãos, com cuidado. A bebezinha é tão pequenina, coube nas duas mãos. Tantas horas depois de enterrada, é um milagre”, relatou.
Segundo a PM, pelo fato do pai não assumir a criança e a mãe ter apenas 15 anos, há suspeitas de que tenham tentado matar a recém-nascida. A mãe e a avó da criança foram detidas pela Polícia Civil. O pai do bebê também é suspeito. Ele não teria assumido a paternidade e já estaria morando em outra aldeia com outra índia. Já a bisavó da criança será encaminhada para audiência de custódia para deliberação da Justiça.
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Camila não era vista pela família e amigos desde a última quarta-feira (6). Na quinta-feira à tarde, funcionários de uma fazenda encontraram o corpo e avisaram a família. O pai reconheceu a filha. Ela estava com um corte no pescoço e partes do corpo queimadas.
O ex-namorado de Camila, de 17 anos, está foragido de um centro Socioeducativo de Sete Lagoas (MG) desde abril. Ele é o principal suspeito do crime.
“O próprio comportamento violento dele enquanto namorado da vítima, enquanto pessoa do próprio seio familiar, indica que ele é o principal suspeito desse fato”, disse o major da Polícia Militar, Rodrigo Afonso.
A principal suspeita é que ciúmes podem ter motivado o crime.
“Se de fato for o ex-namorado, ele ainda é adolescente, então provavelmente a gente vai trabalhar com apuração de ato infracional de um ato análogo ao delito de feminicídio porque se provavelmente se confirmado que foi um crime por ciúme, um crime passional, ele seria enquadrado no crime de feminicídio”, disse o delegado José Rubens Nogueira.
A família da jovem está inconformada.“Ele tirou não foi só uma vida. Contando que ela estava grávida, ele tirou duas vidas e um bebê de 4 meses já está praticamente formado, então ele tirou tudo isso, tirou a liberdade dela, tirou a juventude dela, tirou a vida e de certa forma levou um pedaço da gente”, disse a tia de Camila, Leila Cristina Silva.
Ainda segundo a Polícia Militar, o ex-namorado de Camila estava internado por cometer atos infracionais como tráfico de drogas, agressão e participação em roubo a banco.
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A Polícia Militar de Três Pontas foi acionada na manhã desta terça-feira (05) por servidores da Secretaria Municipal de Educação que relataram o furto de baterias de ônibus escolares.
De acordo com as primeiras informações, a suspeita é de que os furtos tenham ocorrido no final de semana, durante os últimos dias de paralisação dos caminhoneiros e também em decorrência do feriado prolongado de Corpus Christi. A Polícia Militar compareceu e registrou o Boletim de Ocorrência.
Foram furtadas duas baterias de ônibus.
A Secretária Municipal de Educação Roseanne Funchal disse ao Conexão lamentar profundamente o ocorrido e espera que o caso seja esclarecido. Ainda segundo ela, ainda não há circuito de câmeras de seguranças que estariam em fase de licitação.
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Confira as cidades atingidas:
Até o momento, foram 29 veículos atacados, sendo 25 ônibus. Além disso, seis imóveis foram alvos de criminosos em três cidades. Desde domingo, 29 pessoas foram detidas, entre adultos e adolescentes.
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Foram alvos dos incêndios na noite desta segunda cinco ônibus de transporte coletivo em Passos, Machado, Itajubá e Alfenas. Além dos ônibus, criminosos atearam fogo em uma viatura do Sistema Prisional de Varginha, em uma caminhonete a serviço da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) em Passos e no carro particular de um agente penitenciário em Três Pontas.
Os ataques a carros e locais públicos em todo o estado começaram na noite de domingo (3) e, até esta manhã, já somavam mais de 40 veículos incendiados e vandalizados em todo o território estadual. No Sul de Minas, desde domingo até esta terça, 12 cidades foram alvo dos criminosos e pelo menos 29 veículos foram queimados. A polícia apura se a ordem dos atentados partiu de presos que são integrantes de facções criminosas.
Passos foi a cidade com mais ataques durante a noite. O primeiro crime, às 19h45, foi do incêndio da caminhonete que presta serviços para a Cemig. Segundo a polícia, o veículo era usado para restabelecer a energia elétrica na Rua das Amoras, onde um ônibus havia sido queimado durante a tarde.
Por volta das 22h, criminosos atearam fogo em um ônibus que fazia o transporte de funcionários de um frigorífico no bairro Coimbras. Três passageiros e o motorista foram retirados do veículo por homens armados. O ônibus ficou completamente destruído pelas chamas.
Com os novos casos, Passos é a cidade da região com mais crimes relacionados. Desde a noite de domingo (3), quando a onda de ataques a ônibus e carros começou, já foram queimados três ônibus, uma caminhonete e uma viatura da Polícia Militar. Também houve tiros contra um departamento desativado da PM e ataque contra a Câmara Municipal.
Em Machado, o ataque foi a um ônibus que passava pelo último ponto de serviço no bairro Vila Formosa. Dois homens invadiram o veículo e obrigaram a saída do motorista e passageiros. Após jogarem gasolina, os suspeitos atearam fogo. Não houve feridos.
Na cidade de Itajubá, foram dois ônibus queimados. O primeiro, por volta das 20h, foi parado por homens armados no bairro Canaã. Mais tarde, por volta das 22h, criminosos agiram da mesma forma do primeiro crime – abordaram um ônibus e obrigaram a saída dos passageiros. Os dois veículos foram destruídos e não houve feridos.
Em Alfenas, homens armados entraram em um ônibus por volta das 21h30 e obrigaram a saída de motorista e passageiros. As vítimas correram enquanto o grupo quebrava os vidros do veículo e ateava fogo. Os bombeiros foram chamados e conseguiram controlar as chamas.
O ataque a uma viatura do Sistema Prisional em Varginha foi por volta das 22h30, na Avenida Plínio Salgado. O carro estava em uma oficina mecânica. Crimonosos pularam o muro e atearam fogo no veículo.
Já durante a madrugada desta terça-feira (5), o carro de um agente penitenciário foi queimado em Três Pontas. O veículo estava estacionado na Rua Rio de Janeiro, quando o dono viu pessoas cometendo o crime. Os suspeitos fugiram e o fogo foi controlado pelo próprio agente, com a ajuda da família.
Ainda durante a noite desta segunda, a polícia conseguiu prender envolvidos com os ataques a ônibus em Machado e Itajubá. Em Machado, foram dois homens presos e um menor apreendido. E em Itajubá, três adolescentes foram levados à delegacia.
Em Varginha, foram dois homens presos e cinco menores apreendidos por participação no incêndio da viatura do Sistema Prisional. As imagens das câmeras de segurança identificaram um menor de idade e, a partir dele, a polícia chegou aos outros envolvidos.
Também houve prisões em São Sebastião do Paraíso. Na cidade, quatro homens foram presos suspeitos de planejar um ataque. Eles estavam um duas motos, próximos à prefeitura, e foram abordados pela polícia. Com eles, foram encontrados luvas, um celular, uma garrafa com dois litros de gasolina. Porém, eles foram ouvidos na delegacia e liberados.
Com os novos crimes, chega a 13 o número de cidades com ataques a ônibus, carros e imóveis entre a noite de domingo (3) e a noite desta segunda-feira (4) no Sul de Minas.
Confira as cidades atingidas:
Até o momento, foram 29 veículos atacados, sendo 25 ônibus. Além disso, seis imóveis foram alvos de criminosos em três cidades. Desde domingo, 29 pessoas foram detidas, entre adultos e adolescentes.
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A primeira tentativa foi registrada em Itajubá no fim da tarde. Lá, segundo a Polícia Militar, a suspeita é que três homens entraram no coletivo, no bairro Novo Horizonte e jogaram álcool etílico no ônibus. A tentativa foi frustrada e os três homens fugiram.
O segundo registro foi em Pouso Alegre (MG). Dois homens teriam abordado o ônibus, pediram para os passageiros saírem do coletivo e colocaram fogo em uma poltrona. Depois disso eles fugiram. O fogo foi controlado com um balde d´água.
Ainda no início da noite, novos ataques aconteceram em Alfenas (MG). Lá, os criminosos conseguiram incendiar dois ônibus. O primeiro deles no bairro Jardim São Carlos. Cerca de uma hora depois, um segundo ônibus foi incendiado no bairro Jardim Alvorada.
Em Guaxupé (MG), a garagem da empresa de transporte coletivo da cidade foi alvo dos criminosos. Segundo as primeiras informações do Corpo de Bombeiros, pelo menos seis ônibus foram queimados. Outros cinco estavam no local, mas foram retirados do estacionamento, depois que um cadeado foi arrombado. Os bombeiros já controlaram as chamas, mas continuam no local para fazer o rescaldo do incêndio.
Em Passos (MG) os homens também atearam fogo em um ônibus da empresa que faz o transporte coletivo. Segundo as informações iniciais do Corpo de Bombeiros da cidade, o incêndio foi no bairro Cohab V e também foi criminoso.
Por volta de 21h30, mais um ônibus foi atacado, desta vez em Varginha (MG). O incêndio foi no bairro Carvalhos, os bombeiros já conseguiram controlar o fogo, mas o coletivo ficou destruído.
Em Três Corações (MG), por volta de 21h50, houve uma tentativa de incêndio a um ônibus no bairro Nova Três Corações. Segundo a Polícia Militar, três pessoas entraram no veículo, renderam o motorista e o cobrador e tentaram atear fogo, sem sucesso.
Já em Cruzília, por volta de 22h30, criminosos deram tiros na delegacia. Não havia ninguém no prédio, que fica no Centro. Os tiros danificaram vidros. Eles teriam sido disparados por dois homens em uma motocicleta.
Em Poços de Caldas, os ataques começaram por volta das 23h. O primeiro ponto atingido foi um galpão de reciclagem no bairro Vila Togni, em um incêndio de grande proporção. Depois, dois ônibus foram incendiados nos bairros Jardim Kennedy e Bairro São José. Ninguém ficou ferido.
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Por volta das sete horas da manhã desta sexta-feira (01) uma equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) recebeu um chamado. Um bebê havia sido encontrado dentro de uma mochila em Três Pontas.
Uma senhora encontrou nas proximidades de sua casa, na altura do número 139 da Rua Tupiniquins, no Bairro Vila Marilena, a mochila e acionou a Polícia Militar.
O bebê, com poucas horas de nascido,, foi encaminhado para a Maternidade Nossa Senhora de Fátima em anexo ao Pronto Atendimento Municipal.
De acordo com profissionais do local, o recém nascido é um menino e está bem, fora de perigo, sendo cuidado no berçário.
A Polícia Militar registrou a ocorrência. O caso será investigado.
O delito de exposição ou abandono de recém-nascido está previsto no artigo 134 do Código Penal, que descreve como conduta criminosa o ato de desamparar ou expor o bebê a perigo, com intuito de esconder desonra ocorrida pelo ato de concepção. Ex: Mãe ou pai que abandonam bebê fruto de adultério.
A pena prevista é de detenção, de 1 a 3 anos. Caso resulte em morte, a pena aumenta para 2 a 6 anos. Para a configuração do crime, é indispensável que a atitude tenha sido motivada pelo objetivo de esconder ato que causou desonra.
O referido crime é muito parecido com o crime de abandono de incapaz, descrito no artigo 133 do mesmo Código, que também tem a finalidade de dar segurança à integridade física de todos os incapazes, incluindo os recém-nascidos. Todavia, para que esse crime se configure, não há necessidade de intenção especifica, basta que ocorra o abandono.
Exposição ou abandono de recém-nascido
Art. 134 – Expor ou abandonar recém-nascido, para ocultar desonra própria:
Pena – detenção, de seis meses a dois anos.
§ 1º – Se do fato resulta lesão corporal de natureza grave:
Pena – detenção, de um a três anos.
§ 2º – Se resulta a morte:
Pena – detenção, de dois a seis anos.
Abandono de incapaz
Art. 133 – Abandonar pessoa que está sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono:
Pena – detenção, de seis meses a três anos.
§ 1º – Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2º – Se resulta a morte:
Pena – reclusão, de quatro a doze anos.
Aumento de pena
§ 3º – As penas cominadas neste artigo aumentam-se de um terço:
I – se o abandono ocorre em lugar ermo;
II – se o agente é ascendente ou descendente, cônjuge, irmão, tutor ou curador da vítima.
III – se a vítima é maior de 60 (sessenta) anos (Incluído pela Lei nº 10.741, de 2003)
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O dono da casa de Santa Luzia, onde ocorreu o crime, que consta na ocorrência como marido Luciana, disse aos militares que estava dormindo e escutou um barulho semelhante ao arrombamento do portão. Logo depois ele já se deparou com o autor armado dentro de casa. Paulo determinou que o homem saísse de casa junto com outra mulher, que seria a terceira filha da vítima, de 22 anos, para que não morressem junto com as três mulheres.
Em seguida o policial civil foi na direção das três vítimas e atirou nas três, matando todas com disparos na região da cabeça, e depois se matou, atirando contra a própria cabeça.
A principal testemunha do crime ainda contou aos policiais militares que a motivação do triplo assassinato seria a condenação de Paulo José pelo crime de estupro praticado contra as duas jovens que foram assassinadas, filhas de Luciana.
A perícia recolheu cinco cápsulas de munição .380 e outra bala intacta do mesmo calibre. Os peritos que atuaram no caso também encontraram em um dos quartos uma substância semelhantes a maconha, além de um triturador de drogas e um papel que seria usado para embalar substâncias entorpecentes.
Fonte EM
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