Categoria: Destaque

  • Moção de repúdio é aprovada na Câmara de Três Pontas contra decisão do Governo de Minas frente à pandemia

    Moção de repúdio é aprovada na Câmara de Três Pontas contra decisão do Governo de Minas frente à pandemia

    Com apenas uma proposta na pauta de votação da noite, os vereadores realizaram mais uma reunião fechada ao público na última segunda-feira, 4 de maio. Também aprovaram por unanimidade a única proposição a ser deliberada. Trata-se da Moção nº 001, de 8 de abril de 2020, de iniciativa do vereador Erik dos Reis Roberto. A proposta traz na mensagem votos de protesto e repúdio referente a não prorrogação dos impostos e taxas devidos ao Estado em razão da pandemia ‘COVID-19’. A presente proposição manifesta extrema preocupação dos vereadores com a situação enfrentada pelos brasileiros em razão da pandemia, que decretou o isolamento social e fez com que muitos não tenham renda suficiente para as devidas quitações.

    Mas com uma pauta bem enxuta, a sessão começou pelo pequeno expediente, onde o vereador e vice-presidente Antônio do Lázaro informou a todos que finalmente recebeu correspondência sobre a liberação para instalação de uma antena de telefonia fixa no Quilombo Nossa Senhora do Rosário, sonho antigo dos moradores, já que esta luta vem de anos. O vereador pediu ofício novamente à Polícia Militar para que dê atenção especial ao distrito e também ao Pontalete, principalmente no final de semana, quando som alto até de madrugada e drogas, tirando o sossego dos moradores que vivem reclamando da situação e ninguém toma providências. A mesma linha seguiu a secretária Marlene Lima, reforçando a reclamação por parte de moradores quanto a esses problemas nas duas localidades. A vereadora pediu que o ofício contivesse também seu nome. Marlene Lima também pediu ofício ao Executivo para providências quanto à Rua XV de Novembro, onde uma água está escorrendo com mau cheiro. Ela indagou ainda sobre a atuação dos chamados laranjinhas dentro de um supermercado em Três Pontas, alertando que a função destes colaboradores contratados pelo Município é externa.

    Já o vereador Coelho do Bar aproveitou seu tempo para agradecer ao Prefeito pelo serviço que iniciou no Bairro Santa Mônica, atendendo pedidos de moradores. Pediu também limpeza nos arredores do aeroporto, principalmente nos fundos das empresas que ficam na Avenida Ipiranga. Pediu que a secretaria de Obras fizesse uma limpeza na Rua Pernambuco onde há muita sujeira. Pediu ofício ao SAAE solicitando informações sobre pagamento de aluguel de algum equipamento ou máquina.

    Benício Baldansi usou a tribuna em nome dos moradores do Bairro Vila Rica e adjacências que cobram iluminação nos fundos do clube CCC. Ele também agradeceu a colocação de faixas elevadas de pedestres na Rua Barão da Boa Esperança. Outro que agradeceu as faixas elevadas foi Flavão, ressaltando que os cidadãos que tiverem reclamações devem procurar por seu vereador para que fiscalize e cobre pelos serviços. Mais uma vez, Flavão pediu sinalização de rua para o Cidade Jardim e troca de lâmpadas queimadas na comunidade.

    Por sua vez o vereador Roberto Cardoso falou sobre a realização do carnaval em Três Pontas, quando segundo ele, a Prefeitura repassou R$ 190 mil à Associação Comercial e pediu que seja feito ofício solicitando cópia do empenho e do cheque. Robertinho afirma que solicitou também a cópia do estatuto da Associação Comercial, mas foi negado pela entidade. Ele afirma que seu objetivo é apenas fiscalizar e por isso pede os documentos. O vereador ainda cobrou serviço mal terminado no Bairro Cidade Jardim, próximo à Rua Bonfim, onde entulho foi amontoado sobre a calçada e até na segunda-feira não havia sido retirado.

    O vereador Sérgio Silva voltou a falar sobre as aglomerações ocorridas no local denominado Cocada. Segundo o vereador, no fim de semana uma operação foi montada para evitar o acesso de pessoas ao local e agradeceu a parceria entre PM e Vigilância Sanitária. Ele comentou também que o trabalho das laranjinhas é externo, na porta dos estabelecimentos e não interno. Sérgio aproveitou para elogiar o trabalho dos laranjinhas na cidade. Em seguida, o vereador Erik Roberto reclamou do aumento das contas de energia elétrica, argumentando que as pessoas ficam preocupadas com aquilo que o presidente Bolsonaro fala e se esquecem de coisas mais importantes, como lutar para a diminuição dos valores destas contas. Erik também falou sobre sua decepção com o governo de Minas e a forma como concedeu reajuste salarial diferenciado para os servidores do Estado.

    Quem finalizou as explanações na tribuna foi o presidente Maycon Machado, parabenizando todos os trabalhadores pelo Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio. Maycon cobrou planejamento do Executivo para o ordenamento de alguns serviços no município e que haja um estudo para aproveitamento de pontos ociosos na cidade e que isso tudo deve ser voltado à preservação da vida. Ele cobrou limpeza nos bairros Vivendas do Bosque e Santa Teresa I e II.

    Fonte Ascom Câmara Municipal

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  • “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    “ECONOMIA BRASILEIRA PODE COLAPSAR“, diz Paulo Guedes

    10 milhões de brasileiros já perderam seus empregos formais devido à crise provocada pelo coronavírus.

    O Ministro Paulo Guedes, chefe da pasta econômica do Governo Bolsonaro, ouviu de grandes empresários e do setor industrial, na manhã desta quinta-feira (07) que se não houver agora uma abertura responsável, porem urgente, do comércio e da indústria, a economia pode parar.

    Já são, segundo levantamentos, 10 milhões de empregos formais a menos no país. O pior cenário dos últimos 25 anos e a tendência, caso nada seja feito na defesa da economia, é só piorar.

    O número de desempregados informais ou de pessoas que tiveram seus rendimentos severamente diminuídos já passa dos 38 milhões de pessoas.

    O presidente Bolsonaro disse após a reunião, que contou com a presença do Presidente do STF, Ministro Dias Toffoli, que teme que o Brasil tenha sua economia encolhida a ponto de virar uma Argentina ou até uma Venezuela.

    “A indústria está na UTI. Depois da UTI vem o cemitério. Não há mais espaço para postergar! Ou fazemos algo urgente agora, ou todos vamos sentir mais ainda essa crise, muito mais do que agora. Todos precisam ajudar, ter consciência, inclusive os funcionários públicos, cujo aumento neste atual momento é totalmente inviável. Vou vetar esse aumento para o bem da economia, dos empregos, para o bem de todos nós, inclusive dos servidores públicos”, disse o presidente da República.

    O Governo acreditava, num cenário mais pessimista, que o número de empregos formais perdidos devido à crise do coronavírus seria de, no máximo, 3 milhões. Visivelmente assustado e preocupado, Jair Bolsonaro lamentou os números três vezes maiores.

    Especialistas em economia, avaliando o cenário hoje, falam em até 20 milhões de pessoas perdendo seus empregos formais nos próximos dois meses.

    Também foi dito no encontro, pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, que um quadro que era inimaginável pode começar a assombrar o país: o desabastecimento. “Se o quadro se agravar mais ainda, se não voltarmos a produzir e a trabalhar, com responsabilidade e todos os critérios de proteção contra o coronavírus, começará a faltar mantimentos, haverá desabastecimento e uma grande desorganização social”, emendou.

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  • Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Mais um caso confirmado de coronavírus em Três Pontas

    Já são 11 pessoas infectadas com a Covid-19 no município.

    A Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou na manhã desta quinta-feira (07) o décimo primeiro caso de coronavírus na cidade. Dez pessoas estiveram ou estão em tratamento, enquanto, infelizmente, um óbito já foi confirmado.

    Ainda conforme o Executivo Municipal trata-se de uma pessoa fora dos grupos de risco, ou seja, com idade abaixo dos 60 anos e sem nenhuma comorbidade (não tem doença crônica). A pessoa teria contraído a Covid-19 através de contato com outra pessoa infectada. A confirmação se deu através de exame colhido na rede pública.

    O último Boletim da Covid-19, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, são os seguintes:

    CASOS CONFIRMADOS

    – 10 casos confirmados – Em quarentena ou hospitalizado segundo protocolos com a família;

    – 01 CASO DE ÓBITO – Caso confirmado através de exame;

    Total de casos confirmados – 11 casos até o momento.

    CASOS SUSPEITOS / DESCARTADOS

    – 06 casos suspeitos – Realizaram exames e estão aguardando resultados em quarentena;

    – 00 óbitos em investigação;

    – 52 casos descartados – Suspeitos que realizaram exames e foram descartados pelos resultados.

    – 211 casos de síndrome gripal – Suspeitos com sintomas de gripe;

    – Total de coleta para exames – 69

    A Prefeitura Municipal reforça os pedidos para que a população evite aglomerações, se possível que permaneça em suas casas e que faça o uso das máscaras nas ruas ou estabelecimentos comerciais.

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  • Frio chega com toda força em diversas partes do Brasil a partir de hoje

    Frio chega com toda força em diversas partes do Brasil a partir de hoje

    Frio traz mais doenças respiratórias e cardiovasculares

    Uma forte massa de ar frio de origem polar começou a dar o seu recado sobre o Brasil na quarta-feira, 6 de maio. A temperatura despencou no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul e também começou a se infiltrar no sul e oeste de Mato Grosso.

    menor temperatura no Brasil no dia 6 de maio foi de 3,6°C em Bagé, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.

    Mas é durante esta quinta-feira, 7 de maio, e a sexta-feira, 8, que o ar frio polar se espalha com força sobre o Brasil invadindo o Sudeste, o Centro-Oeste e chegando ao Acre e ao sul do Amazonas. O Sul congela e tem risco de ter geada forte!

    Ainda tem muito frio para passar sobre o Brasil até o domingo, 10 de maio, Dia das Mães. Temperaturas negativas, recordes, um frio que ainda não sentimos este ano.

    Esta é massa polar mais forte deste ano, até agora, e prever as temperaturas mínimas e máximas é uma tarefa bastante complicada.

    Em muitas previsões difíceis, de calor ou de frio, alguns meteorologistas da Climatempo até fazem um bolão de apostas! Qual vai ser a temperatura em tal lugar? É uma brincadeira saudável e já rolou muito chocolate, frutas e balas como prêmio para o ganhador. Desta vez, o bolão é para saber qual vai ser a menor temperatura em São Paulo e no Rio de Janeiro durante a passagem desta primeira massa polar forte do outono de 2020.

    Até o próximo domingo, 10 de maio, Dia das Mães, as temperaturas devem cair ainda mais no Sul de Minas e especificamente em Três Pontas. A máxima prevista é de 22 graus enquanto a mínima pode despencar para gelados 7 graus.

    Chegada do Frio

    Todos os anos, com a chegada do outono, enfrentamos oscilações de temperatura e baixa umidade relativa do ar. O ar mais seco aumenta a concentração de poluentes na atmosfera e, as baixas temperaturas e poluição do ar aumentam os riscos de doenças respiratórias e cardiovasculares. As alterações climáticas desta estação nos predispõem a diversas doenças respiratórias como resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia. Os principais vilões são os vírus respiratórios que causam o resfriado e a gripe, sendo transmissíveis por gotículas respiratórias.

    O HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, registra um aumento de 30 a 40% no atendimento a pacientes com doenças respiratórias e cardiovasculares durante o outono/inverno e as crianças e os idosos são os mais suscetíveis. Os ambientes fechados são propícios para a disseminação destes vírus, pois as gotículas respiratórias também contaminam o ambiente. Por isso, é importante manter ambientes ventilados e lavar as mãos com frequência.

    “As bactérias causadoras da pneumonia e da sinusite muitas vezes se aproveitam da queda da imunidade e das defesas do organismo ocasionadas pelas infecções virais. Portanto, devemos ficar atentos quando um simples resfriado permanece por muito tempo e se associa a febre mais alta e cansaço, esclarece o pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor, Dr. Pedro Genta.

    Segundo o pneumologista do HCor, para os que já sofrem de doenças respiratórias crônicas como enfisema, asma, bronquite crônica ou doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, arritmias e insuficiência coronariana, é importante enfrentar o frio com a saúde em dia. Uma reavaliação médica antes da chegada do frio é uma boa oportunidade para se preparar, além de verificar se as vacinas estão em dia, alerta Dr. Genta.

    O organismo e as variações de temperatura:

    De acordo com o cardiologista e clínico geral do HCor, Dr. Abrão Cury, o aumento da pressão arterial e da tendência à coagulação do sangue ocorrem com a exposição ao frio, e podem estar envolvidas com o maior risco de doenças cardiovasculares como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e arritmias.

    Por outro lado, a exposição à poluição, típica de um dia mais seco, também pode levar ao aumento da coagulação do sangue e inflamação sistêmica – que estão associados aos eventos trombóticos que ocorrem no infarto e acidente vascular cerebral. “Além disso, as infecções respiratórias também podem gerar ainda mais estresse para o organismo, e acentuar ainda mais os riscos. Por isso, durante o inverno, as doenças cardiovasculares são mais frequentes, sendo assim, devemos nos proteger e ficarmos alertas”, explica Dr. Abrão Cury.

    Para o pneumologista do HCor, o nosso organismo reage de acordo com a variação de temperatura, poluição e umidade do ar. “Aquecer o ambiente de casa ou trabalho, se proteger durante as mudanças de temperatura com luvas e casacos são algumas medidas preventivas nos dias mais frios. Nos dias secos, evite exercícios físicos no meio do dia e perto de vias de grande circulação e ingira bastante líquido”, esclarece.

     

    Fonte Climatempo

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  • Pandemia do coronavírus impõe novas formas de celebrar o Dia das Mães

    Pandemia do coronavírus impõe novas formas de celebrar o Dia das Mães

    Uma data especial que não pode passar em branco. O Dia das Mães ganha novos significados em tempo de coronavírus. Em muitas famílias, essa será a primeira vez em que a ocasião é experimentada à distância. Fundamental é perceber que o afastamento social não é o mesmo que isolamento emocional. Sentimentos como o respeito, a admiração, o carinho e o amor incondicional parecem potencializados quando não se está por perto – se tornam ainda mais importantes, urgentes. Quando o beijo e o abraço apertado não podem fazer parte do presente, mães e filhos reinventam as formas para estar juntos, ainda que separados.

    “Está chegando o Dia das Mães e muitos filhos e mães vão passar separados. Alguns por morarem em cidades diferentes, mas muitos que estão na mesma cidade e não podem se encontrar por conta do coronavírus. Muitas mães, inclusive, fazem parte do grupo de risco para a doença. Um data tão especial e não poder estar perto – isso tem causado angústia e ansiedade”, diz a psiquiatra Jaqueline Bifano.

    Importante é que as pessoas se conscientizem e entendam que esse tem sido um ano atípico, e que o distanciamento físico é uma medida de proteção fundamental diante da pandemia. “O isolamento é um ato de solidariedade com todo mundo, não só entre os familiares. Mas é momentâneo, tudo vai melhorar, ainda que não exista uma perspectiva clara de tempo para isso acontecer”, opina Jaqueline.

    A psiquiatra lembra que o isolamento social não precisa significar um isolamento emocional. “Vamos fazer uma vídeo conferência, ter um contato visual, conversar, tentar minimizar esse afastamento. Ver se o outro está bem, dar um beijo e um abraço virtual, o que também é uma demonstração de carinho. Não deixar de dizer à mãe o quanto é amada”, pontua. Para Jaqueline, essa é uma situação a ser superada. “É hora de um incentivar o outro. Todos estamos aprendendo e vamos tirar daqui uma lição. Pela ausência física, cada vez mais percebemos o valor em estar presente, em contato com quem amamos.”

    O coronavírus ensina para as pessoas o valor das verdadeiras coisas que dão sentido à vida, como os laços familiares, a relação com os amigos, o carinho, a importância de que todos estejam bem, na opinião da neuropsicanalista Priscila Gasparini Fernandes. “Devemos valorizar a família, os amigos, o trabalho. Com toda essa crise e o isolamento, tenho certeza que muitos valores mudarão. As pessoas deixarão de dar importância para coisas pequenas, como o consumo excessivo, e realmente focar no que vale a pena: o amor e a liberdade”, salienta.

    Nesse contexto, o Dia das Mães ganha um novo significado. “Muito maior que o presente é o desejo de que ela esteja bem e segura, sem o risco de se contaminar. Não é hora do abraço físico, mas podemos ter um contato virtual, mostrar todo o carinho e preocupação, com a certeza de que, quando tudo isso passar, as visitas físicas serão ainda mais valorizadas”, pondera Priscila.

    A neuropsicanalista lembra que hoje a tecnologia é uma boa aliada. “Dentro do possível, filhos e mães podem fazer uma reunião virtual, conversar, talvez até almoçar virtualmente juntos, o que irá amenizar a falta da presença física. De alguma forma, estar presente e compartilhar este dia, tentando tirar o melhor proveito da situação com alegria e otimismo”, aconselha.

    Para Priscila, o isolamento social, afora todos os transtornos, convida a refletir. “Pensar na vida, nas pessoas que amamos, nas preocupações que temos, e também sobre como podemos nos adaptar nesse período. Quando tudo isso passar, tenho certeza que haverá uma exaltação das relações presenciais, que serão muito mais prazerosas. Por enquanto, vamos nos prevenir, preservar quem amamos, para que possamos, em um futuro bem próximo, nos encontrar e desfrutar com alegria a presença da família e dos amigos”, diz.

    Fonte Estado de Minas

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  • BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O que você precisa saber sobre o remédio:

    O que é o remdesivir?

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

    Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

    No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

    Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

    Qual a sua eficácia?

    Na última quarta-feira, o NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

    Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

    “Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

    Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

    No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

    Os resultados sugeriram que o Remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

    Por que há resultados variados?

    As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no Remdesivir.

    Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

    Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

    “Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Quando estaria disponível?

    O Remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

    Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

    “Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

    “Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

    Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

    Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

    “Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

    Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

    Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day.

    Como funciona?

    O Remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

    É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

    “O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

    “Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

    O Remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

    Fonte IstoÉ

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  • QUARENTENA E ABSTINÊNCIA II – Nilson Lattari

    QUARENTENA E ABSTINÊNCIA II – Nilson Lattari

    A minha abstinência continua ativa. Parece que esqueceu os doces, inexistentes na casa, e até as palavras adocicadas estão raras em seu vocabulário. Mas, como eu disse, fica pela casa tentando imaginar, penso eu, em alguma estratégia que satisfaça a sua vontade de chocolates e sorvetes.

    O seu olhar intimidatório me recolheu ao fundo do armário, de onde posso ouvir seus movimentos. Parece que a minha ausência não foi sentida, tendo em vista que há barulho na cozinha. Posso ver, pelo orifício do armário, que ela passa, frequentemente, com um livro que me parece de culinária. Ouço o computador, quem sabe sintonizado no Youtube, de algum influencer falando sobre receitas. Mas a voz dela não é muito convidativa, porque o teclado do computador está frenético.

    Ela insiste em perguntar ao Google, com uma certa rispidez, no que é respondida, simpaticamente, pela mocinha, quanto à fabricação de açúcar caseiro. Com a resposta negativa, a sua exasperação começa a se manifestar.

    Ouço barulho na cozinha, o micro-ondas funcionando, a batedeira e outros aparelhos domésticos. Há um intervalo, um muxoxo de decepção e a privada é acionada. Não entendo bem a relação das coisas, mas, do fundo do armário somente posso fazer conclusões, e não são precipitadas. Qual seria a relação entre o barulho da cozinha e a descarga do banheiro, ou a relação seria ao contrário? Fico assustado.

    Quais os produtos que tenho em casa que poderiam lembrar produtos adocicados? Nas últimas compras, antes da quarentena, ela insistiu em comprar um detergente sabor jabuticaba. Pensei eu por que deveria comprar um detergente sabor jabuticaba? Pratos e panelas precisam de sabor para serem limpos? Mas, seria uma opção açucarada?

    A geladeira abre e fecha e o micro-ondas novamente está em ação. Ela solta uma expressão de satisfação, quando abre a geladeira. Logo depois vai até a privada e a aciona, volta ao micro-ondas, e volta até o banheiro. Tento estabelecer a relação entre as idas ao banheiro e a atividade na cozinha.

    Pensará ela em alguma relação de alquimia para poder fabricar um tipo de glicose? Só me resta esperar.

    A casa está em silêncio e sinto passos caminhando lentamente até o quarto, onde está o armário onde estou escondido.

    A porta, subitamente, abre, e ela me apresenta um copo com uma textura marrom, um pouco pegajosa e que não se movimenta. Ela introduz uma colher. O copo está gelado. Ela me diz, autoritariamente:

    – Beba!

    Eu respondo, timidamente:

    – Se você descobriu a fórmula caseira da glicose, saiba que a minha não pode correr risco.

    – Beba! Ela repetiu, sem piscar.

    Aquela substância marrom, pegajosa me causou um pouco de asco. Mas, eu respondi, corajosamente:

    – Parece m…

    – Isso mesmo, beba!

    A sua voz foi uma ordem e eu bebi, uma coisa estranha, uma misturada de coisas. Parecia ovo, yogurte desnatado e casca de kiwi, arrisquei.

    Ela disse:

    – Isso mesmo, uma mistura de tudo que eu achei em casa.

    E o pior é que parecia doce.

    – Na próxima, eu tenho que conseguir o sorvete, ela disse.

     Nilson Lattari é Escritor

     

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  • MP entra com ação de improbidade contra o ex-governador Pimentel

    MP entra com ação de improbidade contra o ex-governador Pimentel

    O Ministério Público de Minas Gerais entrou na Justiça com uma ação civil pública contra o ex-governador Fernando Pimentel (PT), três secretários e um subsecretário da mesma administração por improbidade administrativa. O MPMG alega que, a mando de Pimentel, os executivos do alto escalão do governo desviaram mais de R$ 6 bilhões em arrecadação de IPVA e ICMS que deveriam ter sido repassados a municípios.

    Na ação, o MPMG argumenta que o repasse dos valores devidos aos municípios do IPVA e do ICMS é garantido por lei federal, portanto, o estado não poderia o que chamou de “desviar” o valor que somou R$6.046.248.212,33, referente aos anos de 2017 e 2018.

    A ação, assinada pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, é da última segunda-feira (27). O processo corre em segredo de justiça e, por este motivo, o Tribunal não pode confirmar se tal ação já foi aceita ou não. Caso ela seja acolhida, os investigados viram réus.

    A ação pede que a Justiça determine, ainda, a indisponibilidade de bens de todos os citados até que seja reunido o valor total do que ficou devido aos municípios.

    Foram citados na ação civil pública os então secretários da Fazenda, José Afonso Bicalho, de Planejamento e Gestão, Helvécio Miranda, de Governo, Odair Cunha, e o subsecretário de Tesouro Estadual, Paulo de Souza Duarte.

    O ex-governador disse, em nota, “não conhecemos ainda o inteiro teor da ação. Tomando como base apenas a nota do Ministério Público, cabe salientar que o evento de que trata a ação (os supostos atrasos nos repasses) já recebeu o tratamento adequado do Poder Judiciário, tendo sido firmado um acordo com a AMM que encerrou as demandas. Assim sendo, no nosso entendimento, não faz sentido questionar o que já foi devidamente apreciado e equacionado pelo Judiciário”.

    O PT informou que, como instituição, não é citada no processo e, portanto, não cabe comentário.

    O decreto

    A ação trata do decreto 47.296/17, assinado pelo então governador Fernando Pimentel (PT). A determinação foi tomada no dia 27 de novembro de 2017, quase um ano após a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) reconhecer o estado de calamidade financeira no estado.

    No decreto, Pimentel determinou a criação do “Comitê de Acompanhamento de Fluxo Financeiro”, que tinha como atribuição encontrar receitas extras para ajudar o caixa do estado.

    O ex-secretário da Casa Civil na gestão Pimentel, Marco Antônio Rezende Teixeira, que não é citado na ação, explicou que o petista assumiu o governo de Minas Gerais em 2015 com um rombo nas contas públicas de quase R$ 7 bilhões. Em 2016, o estado adotou o pagamento escalonado do salários dos servidores, procedimento que ainda está em vigor, mesmo após a eleição do atual governador Romeu Zema (Novo).

    Então, segundo ele, era preciso criar arrecadação extra para honrar as contas do estado. E uma das soluções encontradas pelo comitê foi não repassar aos municípios a parte que cabia a eles na renda gerada pelos impostos de Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o de Circulação sobre Mercadoras e Serviços (ICMS). Pelo primeiro, cada município deve receber 50% referente ao primeiro e 25% referente ao segundo.

    Outras medidas tentadas pelo comitê foi um financiamento tendo como garantia recebíveis do nióbio, projeto que foi barrado na ALMG, as vendas das companhias de Gás de Minas Gerais (Gasmig) e da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig).

    Com o decreto, esses valores deixaram que ser enviados aos municípios mineiros. Muitos deles entraram em penúria financeira também.

    Fonte R7 / G1

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  • É DIREITO DO PACIENTE: PLANOS DE SAÚDE DEVEM COBRIR INTERNAÇÃO EM “HOME CARE”! – Gabriel Ferreira

    É DIREITO DO PACIENTE: PLANOS DE SAÚDE DEVEM COBRIR INTERNAÇÃO EM “HOME CARE”! – Gabriel Ferreira

    Imagine que você ou alguém de sua família precise de cuidados médicos 24 horas por dia.

    Digamos que seu avô sofre de mal de Parkinson, por exemplo, e precisa de atendimento de fisioterapeutas, enfermeiros e médicos em tempo integral.

    O médico, por entender ser melhor para o paciente, indica que, em vez de receber esses cuidados dentro de um hospital, ele seja tratado no conforto de sua casa.

    É certo que no ambiente hospitalar o paciente correria risco de contrair infecções e estaria muito mais exposto a doenças.

    Você faz a solicitação da internação domiciliar junto ao plano de saúde e o pedido é negado. E agora?

    Calma, não se desespere! Fica aqui comigo que vou te explicar como agir nesses casos. Você não precisa desembolsar rios de dinheiro.

    Em primeiro lugar, entenda o que é “home care”.

    “Home care” é um termo em inglês que significa “atendimento domiciliar”. Basicamente é o direito do paciente de estar internado ou de receber cuidados médicos em sua própria residência nas mesmas condições caso estivesse em um hospital ou clínica médica.

    Ou seja, o paciente deve estar amparado por todos os profissionais, aparelhos e medicamentes de que necessita.

    É certo que a permanência prolongada no ambiente hospitalar pode prejudicar a saúde e a recuperação, expondo o paciente a inúmeras infecções e doenças.

    Quando a internação “home care” é recomendada?

    Quem decide pela necessidade da internação domiciliar é sempre o médico. O tratamento “home care” só deve ser utilizado quando necessário para o bem estar e evolução clínica do paciente.

    Em tempos de pandemia de coronavírus, o “home care” pode também ser uma alternativa para desocupar leitos de hospitais e preservar o paciente da exposição ao vírus.

    Os Planos de Saúde são obrigados a cobrir os custos do “home care”?

    Infelizmente ainda é muito comum os usuários de planos de saúde receberem das operadoras a negativa para cobertura do tratamento ou internação domiciliar.

    Porém, este é um tema que já foi muito discutido por nossos tribunais.

    Os planos de saúde negam a cobertura de “home care” com o argumento de que isso não está no contrato.

    Mas, diante de tantas negativas por parte dos planos de saúde, a Justiça pacificou o entendimento de que, “em casos onde há expressa recomendação médica, revela-se abusiva a cláusula contratual que exclui a cobertura de internação domiciliar”.

    Portanto, mesmo que seu contrato com o plano de saúde exclua a cobertura do “home care”, caso o médico a recomende, o plano de saúde será obrigado a custeá-la.

    O que, exatamente, o plano de saúde deve fornecer no “home care”?

    Cabe ao plano de saúde custear todos os profissionais (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas…) necessários para atendimento do paciente, como também todos os equipamentos e medicamentos indicados, por tempo indeterminado.

    ATENÇÃO: o plano de saúde não pode limitar o tempo de cobertura do “home care”. Quem decide o tempo necessário para alta é sempre o médico e a operadora não pode interferir nisso.

    E se o plano de saúde negar o “home care”?

    Caso você se depare com uma negativa do seu plano de saúde, o recomendado é que busque ajuda junto à Justiça, que, via medida liminar, a depender do caso, poderá obrigar a operadora a fornecer o tratamento imediatamente.

    Além do mais, dependendo do caso, você também poderá ser indenizado por danos morais, já que essa é uma situação frágil e delicada, a qual ultrapassa o mero aborrecimento.

    Portanto…

    Podemos concluir que o plano de saúde é obrigado a cobrir o tratamento ou internação “home care”, QUANDO RECOMENDADA POR UM MÉDICO.

    Além disso, também poderá ser obrigado a indenizar o paciente em caso de negativa, já que se trata de uma conduta abusiva. Ficou com alguma dúvida? Fale com quaisquer advogados especialistas.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Dr. Olivotto” é Homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Um dos advogados mais antigos da cidade, Dr. Olivotto é símbolo de competência e dedicação ao trabalho.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido advogado Dr. Olivotto.

    Oswaldo Olivotto Ardissono, nasceu em Três Pontas no dia 11 de junho de 1932. É filho de José Clementino da Penha e Clementina Olivotto Ardissono. A família é composta por 5 irmãos.

    Casou-se com Cleuza Silva Ardissono há 51 anos. Esta união inspiradora, de mais de meio século, trouxe muitos frutos. São, ao todo, 5 filhos, 6 netos e 2 bisnetos, todos educados no berço cristão.

    Iniciou seus estudos no Grupo Cônego Vitor e terminou o Ensino Médio no antigo Ginásio São Luís, hoje Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Após alguns anos iniciou o curso acadêmico na Faculdade de Direito Sul de Minas, na cidade de Pouso Alegre, onde se formou bacharel em Direito.

    Dr. Olivotto é um homem íntegro, honesto, de família querida na cidade. Um homem de muita fé. Sempre cultivou amizades verdadeiras e ganhou muitos admiradores. Dedicado com muito afinco ao Direito, teve uma carreira jurídica muito bem sucedida. Tranquilo, sereno, fala mansa, é daquelas pessoas que cada conversa se torna uma aula, alguém que acumulou muito conhecimento e que o repassa com toda simplicidade e eficiência.

    Foi um colaborador de muita relevância durante vários anos na Prefeitura Municipal de Três Pontas. Um servidor público que se dedicou ao Executivo Municipal de forma irretocável. Recentemente Dr. Olivotto foi, merecidamente, homenageado pelo então prefeito, Dr. Luiz Roberto Laurindo Dias.

    Uma das filhas, Andreia Ardissono, falou ao Conexão sobre o pai querido: “Meu pai é um exemplo de homem, coração manso e humilde, sempre carinhoso e compreensivo, muito sábio. A palavra que o define é Amor”, pontuou.

    Por toda sua trajetória de sucesso, de lutas e de muito amor pela profissão, por tantos ensinamentos, tamanha dedicação ao Direito, Dr. Olivotto, é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas que contou sua bela História de Vida. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

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  • Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Restaurante é furtado no centro de Três Pontas

    Marginais serraram a grade da janela para acessar o imóvel.

    Um restaurante localizado no centro de Três Pontas foi alvo da ação de marginais nesta semana. Conforme nos relatou a proprietária do estabelecimento. Para acessar o interior do imóvel eles serraram a grande de uma janela.

    Maria Auxiliadora da Silva Mantovan e seu marido Angelo Mantovan chegaram para trabalhar por volta das 6h30 da manhã da última quinta-feira (3) quando percebeu que uma grade de uma janela frontal estava serrada. Ao entrar constatou o local revirado e ainda a falta de uma quantia em dinheiro e de um notebook.

    Ela acionou a Polícia Militar que fez o Boletim de Ocorrência. A proprietária também acionou o segurança particular. “Eu pago mensalmente por esse trabalho e mesmo assim os criminosos conseguiram entrar aqui no restaurante e me causaram esse prejuízo”, revelou.

    Ainda conforme Maria Auxiliadora, o valor levado em dinheiro gira em torno de 80,00. O notebook preto é da marca CCE. Quem receber alguma oferta de um aparelho da marca deve acionar a Polícia Militar pelo 190.

    Foi a terceira vez que o local foi vítima de criminosos. Nas duas primeiras tentativas eles não conseguiram acessar o interior. O restaurante, que funciona no mesmo ponto há 6 anos, já teve a grade arrumada e a segurança aumentada.

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  • Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Ayrton Senna do Brasil – Professor Chico

    Conheci o herói brasileiro das pistas no ano de 1993 – apenas um ano antes de sua morte. Certamente, pela minha tenra idade à época dos seus três títulos mundiais, eu me interessasse muito mais pela Corrida Maluca de Hanna & Barbera do que por Fórmula 1. Devo a minha aproximação a esse gênio das pistas a um vizinho que tinha por aqueles idos dos anos noventa. Fazia pouco tempo que eu morava onde ainda resido e um rapaz e uma moça, recém casados, vieram morar nesta vizinhança também. Ele era fã-incondicional de Ayrton Senna e, de uma feita, numa manhã ensolarada de domingo, sua esposa, que já se tornara amiga de minha mãe, veio perguntar-lhe, em nome do marido, se minha mãe o deixaria assistir as corridas de Fórmula 1 em nossa televisão (preto e branco!), pois eles ainda não tinham uma. Sim! A vida era muito mais difícil 30 anos atrás! Minha mãe generosamente atendeu ao pedido da jovem moça e pouco depois o rapaz chegava à minha casa meio acanhado e eu, meio intrigado com a chegada do estranho que me atrapalharia a ver meus desenhos e o Chaves nas manhãs de domingo no SBT. Como era de costume (e aqueles eram bons costumes!), minha mãe me ordenou que “fizesse sala para a visita” e pediu licença ao rapaz enquanto voltava à cozinha para terminar o almoço.

    A corrida começou. Volta e meia o rapaz trocava algumas palavras comigo e eu, como não tinha alternativa, tentava entender as regras daquele esporte chato onde carros ficavam contornando sem parar um circuito cheio de curvas. Às vezes, um ou outro se colidiam, “passavam” uns pelos outros e o narrador se exaltava e gritava o nome de um ou outro piloto. Parecia que ninguém fazia ponto nesse esporte e, obviamente, não tinha “gol”. Era enfadonho!

    Não me lembro se Senna ganhou aquela primeira corrida que meu vizinho veio assistir em minha casa. Contudo, a cada duas semanas ele vinha assistir a corrida e eu, lhe fazia sala – ordens de minha mãe – e fui, aos poucos, tomando gosto pelas corridas e pela emoção do narrador ao comemorar as vitórias de Senna.

    Naquele ano de 1993, eu assisti tudo o que pude na TV sobre Fórmula 1 e Ayrton Senna. Nas “corridas de bicicleta” depois da escola com os amigos da rua, eu queria ser Senna, embora sempre perdesse, ao contrário do campeão das pistas mundo afora. Naquele ano de 1993, Senna não ganhava mais com a frequência de anos anteriores. Seu carro era muito inferior ao de seus adversários diretos, como o de seu arquirrival Alain Prost, que se tornaria tetracampeão mundial naquele mesmo ano. Todavia, em várias corridas, Senna fez mágica com um carro que deixava muito a desejar para um candidato ao título mundial. O ano de 1993, para Senna, foi o ano em que ele, diversas vezes, provou suas habilidades quase sobre-humanas ao conduzir um carro de Fórmula 1, como na célebre corrida de Donington Park, Inglaterra, quando ultrapassou quatro pilotos, sob chuva, ainda na primeira volta e ganhou de ponta a ponta com esse carro extremamente limitado para o porte de um piloto como ele que almejava o tetracampeonato mundial.

    Mas o que tornava Senna tão especial para nós brasileiros e cativava até garotos de 11 anos como eu à época?

    Senna entrou de vez para o cenário da Fórmula 1 quando ganhou sua primeira corrida no Estoril, Portugal, em 1985, no ano do fim do regime militar, mas o auge de sua carreira se deu em momentos talvez ainda mais conturbados para o país. Seu primeiro campeonato mundial de Fórmula 1 aconteceu no ano da Constituinte, em 1988, e ele emendou, a partir dali uma carreira curta e estelar, durante os anos tumultuados da hiperinflação, dos escândalos do governo Collor, seus planos econômicos desastrosos e seu impeachment. Some-se a isso os insucessos seguidos do nosso maior orgulho no esporte, a seleção canarinho. Dizem que naqueles tempos, ainda se vivia na pele o trauma da tragédia do Sarriá frente à Itália, em 1982. Então, de repente, nesse cenário desalentador e com poucas perspectivas de um futuro menos tétrico em todos os sentidos, surgiu um jovem rapaz paulistano que pilotava um carro de corrida de maneira magistral e levava o nome do Brasil altivamente aos quatro cantos do mundo, encantando plateias por onde passava. Senna devolvera-nos o orgulho de ser brasileiro. Representava-nos na arena esportiva e fora dela, defendendo, por exemplo, uma melhor qualidade de vida para todos os cidadãos brasileiros a partir da Educação. Ao contrário de muitos “atletas” da atualidade que só se preocupam em fazer caras e bocas em redes sociais, Senna tinha uma postura profissional ímpar e um desejo de vitória inigualável, o que o levou a incontáveis feitos, mesmo quando todas as circunstâncias lhe eram totalmente desfavoráveis e sempre, em todas essas situações, ressalte-se, fazia questão de enaltecer o fato de ser brasileiro, o que lhe rendeu a alcunha de Ayrton Senna do Brasil. Víamos, portanto, em Senna, um arquétipo do que gostaríamos de ser enquanto nação, pois ele vinha “de baixo”, de um país não levado à sério e relegado à condição de terceiro mundo no cenário internacional, teve muitas vezes mil e um obstáculos a impedir o seu progresso, mas se impunha frente a ingleses, franceses, americanos e – por puro mérito do seu profissionalismo e trabalho árduo – alcançava a vitória, ganhando o respeito e admiração até mesmo de seus mais ferrenhos adversários. Em suma, Senna era uma amálgama do inconsciente coletivo do Brasil.

    Nosso ás do asfalto foi vice-campeão do mundo ao final da temporada de 1993, vencendo sua última corrida em Adelaide, na Austrália, no dia 07 de novembro daquele ano. Um mês mais tarde, ele deixava a equipe McLaren, onde obteve a maioria de suas vitórias e os seus três títulos mundiais, e assinava contrato com a Williams, que tinha o melhor carro da época. O francês Alain Prost, então piloto da Williams e arquirrival de Senna, deixava a equipe por não querer trabalhar novamente lado a lado com seu desafeto. Quando vi a notícia na TV, exultei de alegria e lembro de dizer à minha mãe: “ano que vem (1994) ninguém ganha do Senna. Será tetra! O melhor piloto no melhor carro.” Infelizmente, o meu vaticínio não se cumpriria, como todos sabemos. Mas não quero terminar este artigo de forma fúnebre. Quero terminá-lo relembrando as façanhas do nosso herói das pistas e evocando a esperança que ele tinha de dias melhores para o nosso Brasil. Que tenhamos a força, a garra e a determinação de Senna, enquanto ele desfilava pelas pistas do mundo, para superarmos todos os problemas do presente e que voltemos às suas memórias, memórias de um eterno herói nacional, como fonte de inspiração.

    Senna, você faz muita falta!

    Professor Chico

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