Categoria: Destaque

  • Caixa inicia pagamento de FGTS; saiba como sacar

    Caixa inicia pagamento de FGTS; saiba como sacar

    Os primeiros a receber até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão os valores depositados hoje (13). A Caixa Econômica Federal iniciou o depósito automático para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento.

    Quem nasceu em janeiro, fevereiro, março e abril recebe primeiro. Os próximos a ter acesso ao saque serão os nascidos em maio, junho, julho e agosto, no dia 27 deste mês. Em seguida, no dia 9 de outubro, recebem os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.

    Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.

    Para aqueles que não têm conta poupança na Caixa, aberta até o dia 24 de julho de 2019, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro.

    Sou obrigado a sacar esse dinheiro?

    Ninguém é obrigado a sacar. Mas, para quem tiver conta poupança Caixa, o depósito será feito automaticamente. Esses correntistas que não desejarem sacar os valores deverão informar ao banco, por meio dos canais disponíveis, até o dia 30 de abril de 2020, que preferem manter o dinheiro no Fundo de Garantia.

    Já os beneficiários que têm conta corrente na Caixa (não conta poupança) deverão autorizar o depósito do dinheiro.

    Os demais trabalhadores que não têm conta na Caixa não são obrigados a retirar o dinheiro e nem precisam comunicar o banco que não farão o saque.

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    Roger Campos

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  • Menino de 6 anos salva vida de professora após queda na sala de aula

    Menino de 6 anos salva vida de professora após queda na sala de aula

    Um garotinho salvou a vida de uma professora que teve uma queda, dentro da sala de aula do jardim de infância e sofreu traumatismo craniano.

    A professora Joyce Darr, que estava substituindo outro profissional, caiu e bateu a cabeça em uma mesa.  Max Meza, de 6 anos, entrou em ação porque já havia passado por um treinamento de emergência.

    Quando viu a professora inconsciente, Max saiu correndo e pediu ajuda de adultos e os serviços de emergência foram chamados. Os ferimentos de Joyce eram graves.

    Ela quebrou o crânio, sofreu um sangramento cerebral e ficou 12 dias na UTI. Agora, a professora está em recuperação e melhorando.

    Gratidão

    A família de Joyce Darr é grata a Max por salvar a professora. O filho de Joyce ficou tão feliz que comprou um par de sapatos novos para o herói, como agradecimento por ter ajudado a mãe. Joyce e seus parentes não foram os únicos a comemorar a bravura de Max.

    Certificado de bravura

    O escritório de polícia local fez uma cerimônia especial pra ele na escola. O departamento homenageou Max com um certificado por seus esforços para salvar vidas e deu uma bicicleta ao menino. Durante a cerimônia, o xerife disse: “Ele foi o líder. Ele foi o herói, e estamos orgulhosos dele. Se todos fossem como Max, este seria um mundo melhor. ”

    Max é a prova de que as crianças ouvem as lições que aprendem – e são mais corajosas do que pensamos.

    Esse garoto corajoso merece todos os elogios que foram dados a ele!

    Fonte Só Notícia Boa

     

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  • DEPUTADO CAIXA E PREFEITO MARCELO CHAVES anunciam investimentos para Três Pontas

    DEPUTADO CAIXA E PREFEITO MARCELO CHAVES anunciam investimentos para Três Pontas

    A união de forças entre os representantes trespontanos no cenário político, indiscutivelmente, se refletem em melhorias, avanços e conquistas para o Município. E foi justamente o que aconteceu em mais um encontro entre o deputado Mário Henrique Silva (Caixa) e o prefeito Marcelo Chaves Garcia. Importantes demandas e investimentos foram anunciados.

    APAE TRÊS PONTAS

    Em audiência com o secretário estadual de saúde dr. Carlos Eduardo Amaral, o deputado Mário Henrique Caixa e o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves, reuniram-se com representantes da Apae do município para viabilizar o pleito da instituição para a habilitação do serviço de Reabilitação Auditiva no CER II (Centro Especializado em Reabilitação Física e Intelectual). O secretário escutou as demandas e afirmou que fará o possível para atendê-las.

    CONVÊNIOS ASSINADOS

    O deputado Caixa e o Prefeito Marcelo Chaves assinaram dois convênios no valor de R$ 200 mil para a cidade de Três Pontas. Através das suas emendas parlamentares e em parceria com a Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade), Caixa indicou R$ 100 mil para obras na quadra poliesportiva do bairro Botafogo e R$ 100 mil para obras na Praça do Galo (praça da Liberdade).

    SEGURANÇA PÚBLICA

    Em Audiência Pública com o Chefe da Polícia Civil, delegado Wagner Pinto de Souza, o deputado Mário Caixa e o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves, reivindicaram demandas para a melhoria da segurança pública do município. Caixa já indicou, através das suas emendas parlamentares de 2019, uma viatura para polícia civil e um veículo para a Prefeitura Municipal, além de pleitear um veículo de maior porte para a Polícia Militar.

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  • SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e sementes. A Feira está acontecendo desde o último dia 10 e se encerra hoje (12) às 17h.

    O evento acontece no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745, em Três Pontas e ainda nas outras unidades da empresa em cidades da região.

    Durante a Feira a Cocatrel viabiliza condições especiais de compra para os produtores, além da segurança de negociação direta com a cooperativa.

    Na Feira de Negócios a Cocatrel tem todos os seus parceiros juntos para oferecer as melhores oportunidades para os cooperados. Empresas como a Multifertilizantes (AgroCP), Syngenta, FMC, Giro Agro, Bayer, Basf, Café Brasil e Yara fazem parte da Feira, cada uma com seu estande (baia) para atender seus clientes.

    Fisicamente a feira realizada no mês de setembro é menor em Três Pontas que a outra, realizada no primeiro semestre, a cada ano. Porém, simultaneamente ela também acontece em outras cidades, nas sedes da Cocatrel. O cooperado pode realizar os seus negócios em uma das sedes da cooperativa mais perto de onde ele esteja.

    A Feira de Negócios da Cocatrel também está oportunizando aos cooperados o recadastramento, que é realizado em um estande próprio. Esse recadastramento é muito importante, onde o cooperado deve manter seus dados atualizados para receber todas as comunicações, ficar sabendo das novidades. Além do recadastramento, aquele produtor que não tem a senha do Portal do Cooperado e que precisa do primeiro acesso presencial pode fazer na feira até às 17 horas.

    Todos os cooperados que fizerem o recadastramento, que continuará mesmo após a feira, até o próximo dia 30, receberão de presente um grande lançamento da Cocatrel em casa.

    Pelo Portal do Cooperado é possível emitir nota fiscal de entrega de café, vender o café que já está depositado e uma série de outras facilidades. Também através do Portal do Cooperado é possível conferir e imprimir a análise de solo para apresentação a um dos agrônomos da Cocatrel para, juntos, buscarem sempre os melhores caminhos em favor do cooperado.

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  • 11/09: Queda das TORRES GÊMEAS completa 18 anos

    11/09: Queda das TORRES GÊMEAS completa 18 anos

    Na manhã de 11 de Setembro de 2001, Nova York acordou para o horror: um avião bateu em uma das Torres Gêmeas do World Trade Center. Em um primeiro momento, ainda havia dúvidas sobre o que estava acontecendo, mas quando os noticiários de todo o mundo exibiam as imagens do incêndio provocado pelo impacto do primeiro avião, surgia um segundo aparelho que ia de encontro a outra torre.

    Ainda teve um terceiro outro avião que seguia para Washington, mas que nunca chegou ao destino, caindo na Pensilvânia, bem como outro que se despencou no Pentágono. No entanto, na ‘mente coletiva’, o que ficou para a história são as imagens das duas torres. Em tempos poderiam parecer gigantes indestrutíveis. Mas naquele dia o mundo inteiro testemunhou a forma como desabaram sobre si próprias.

    O mundo mudou. Nos anos seguintes, os Estados Unidos fizeram uma guerra no Afeganistão e Iraque como retaliação. Aeroportos de todo o mundo mudaram regras de segurança para que nada igual voltasse a acontecer. Bin Laden, o líder da Al-Qaeda tido como mentor do ataque, foi abatido. O Oriente Médio, tantas vezes na história palco de violência e tensão, voltou a centralizar as atenções sobre si. Ao mesmo tempo, até o canto de Nova York que foi tão devastado naquele dia encontrou nova força e vigor na reconstrução.

    Hoje em dia, o 11  de Setembro é motivo para as mais variadas teorias da conspiração. Porém, 18 anos depois, há algo que não pode ser desvalorizado: cerca de três mil pessoas, oriundas de 93 países diferentes, morreram naquela trágica manhã de 2001.

     

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL BENÍCIO E IVONE BALDANSI É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL BENÍCIO E IVONE BALDANSI É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    ELES SÃO MUITO QUERIDOS E SE DESTACAM PELA SIMPLICIDADE, BOM HUMOR E UNIÃO.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido casal Benício e Ivone Baldansi.

    Donizetti Benício Baldansi, ou simplesmente Benício, como é popularmente conhecido, é trespontano, nascido em 03 de abril de 1958. É filho de Joaquim Baldansi e Irene Vicentini Pio Bernardes Baldansi. Tem oito irmãos.

    Estudou nas escolas Maria Augusta e Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Já fez de tudo um pouco na vida profissional. Aos 7 anos de idade já trabalhava como ajudante de padeiro. Também foi sapateiro, vendedor de picolé, trabalhou na extinta Padaria Andorinha, no Moacyr Supermercado (enquanto ainda era apenas uma “venda”). Vendia pão em toda região.

    Ainda trabalhou na empresa Sotegel como encarregado, abriu bar e sorveteria no ano de 1978. Encontrou ali sua profissão, sua vocação, onde atua até os dias de hoje.

    Benício casou-se, teve uma filha já falecida. Depois, Benício e Ivone se conheceram, no ano de 1982. E no ano de 86 se casaram. Benício é tão apaixonado por futebol que, como uma coincidência do destino, conheceu sua amada esposa Ivone em ano de Copa do Mundo (1982) e casou-se também em ano de Mundial (1986).

    Foi presidente da Liga Esportiva Trespontana. Sempre esteve envolvido com o futebol. É torcedor fanático do Flamengo, assim como Ivone. No ano de 1988 nasceu o primeiro filho: Berg. Em 1994 (novamente ano de Copa do Mundo) nascia a segunda filha: Nataly. Entre os nascimentos dos filhos com Ivone surgia, no ano de 1992, a empresa Atacadão Baldansi, que atua fortemente no mercado até os dias de hoje, e que tem atualmente 4 funcionários.

    Na política candidatou-se por duas vezes e não venceu apesar de bem votado. E na última eleição foi eleito com grande votação. É um vereador muito querido e respeitado na cidade. Alegre, bom papo, sempre sorridente e falando de futebol, Benício tem dezenas de amigos. É um trabalhador nato, uma pessoa solícita, alguém sempre disposto a ajudar quem precisa.

    Todas essas qualidades, somada a muito carinho e fé podem ser atribuídas a sua esposa. Seu braço direito, sua companheira de todas as horas. Ivone Maria de Oliveira Baldansi, trespontana, é filha de Geraldo Oliveira filha e Maria Marta Souza Oliveira. Tem duas irmãs. Estudou nas escolas Cônego Vitor, Jacy Gazola e Estadual Teodósio Bandeira.

    Profissionalmente se dedicou durante anos ao artesanato e há anos atua no comando do Atacadão Baldansi ao lado do marido.

    Este casal querido por todos, é um exemplo de união, cumplicidade e lutas. Se dedicaram muito na educação dos filhos que, hoje, são motivos de enorme orgulho.

    Benício e Ivone foram rotarianos, por terem em suas vidas os ideais do serviço, de ajudar a quem precisa, de fazer o bem sem olhar a quem. São católicos e devotos de Padre Victor, Nossa Mãe e da Virgem Maria.

    Por toda a trajetória íntegra, correta, exemplar. Pelo senso de coletividade, pelo bom humor e por estarem sempre juntos, de mãos dadas, literalmente. pela educação dada aos filhos e por colecionarem amigos e, na mesma proporção, trabalhos em favor daqueles que mais precisam, hoje, merecidamente, o Conexão Três Pontas presta uma merecida homenagem a Benício e Ivone, contando suas Histórias de Vida. Parabéns!

    INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA

    Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.

     

     

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    Roger Campos

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  • IPREV CELEBRA 25 ANOS EM DEFESA DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS

    IPREV CELEBRA 25 ANOS EM DEFESA DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS

    O IPREV (Instituto de Previdência Previdência dos Servidores Municipais de Três Pontas) está comemorando 25 anos de trabalhos realizados em defesa dos aposentados e pensionistas do Município. Muitos desafios e vitórias marcam essa trajetória, atualmente comandada pelo advogado e ex-presidente da OAB local, Dr. Luciano Diniz.

    As comemorações se iniciaram no último dia 23 quando um café especial foi serviço aos aposentados na sede do IPREV de Três Pontas. Autoridades também foram convidadas e participaram do momento festivo que teve o ápice no descerramento de uma placa comemorativa.

    O Prefeito Marcelo Chaves Garcia esteve presente e destacou a importância nos aposentados e pensionistas, da necessidade de defender seus direitos assegurados por lei e ainda valorizou todo trabalho do instituto e da atual coordenação, na pessoa do advogado Dr. Luciano.

    Os vereadores Benício Baldansi e Geraldo Prado (Coelho) também participaram da celebração, parabenizando todo trabalho ali desenvolvido.

    Há 25 anos, o IPREV de Três Pontas era criado. Foi através da Lei Municipal n.º 1.646, de 24 de agosto de 1994, na gestão do então Prefeito Tadeu Mendonça. Dali em diante muito trabalho e a defesa constante da categoria foi a tônica dos trabalhos ali desenvolvidos. 

    O IPREV

    Com Regime Próprio de Previdência, o instituo atende os servidores efetivos ativos e inativos da Prefeitura, além do SAAE e da Câmara Municipal de Três Pontas. Questões como a aposentadoria voluntária, aposentadoria por invalidez, aposentadoria compulsória e alguns benefícios específicos, como auxílio-doença e o abono-família estão na grade dos serviços prestados.

    “Nós também buscamos assegurar aos dependentes legais desses assistidos o benefício previdenciário da pensão. É importante destacar a transparência e a eficiência dos acompanhamentos feito pelo instituto. Um dos nossos objetivos, onde já estamos atuando, é conseguir para os aposentados e pensionistas o acesso ao Cartão Saúde do Hospital São Francisco de Assis”, revelou o diretor do IPREV Dr. Luciano Diniz.

    O diretor do instituto revela que o IPREV segue em franco crescimento e que isso também se deve ao apoio, transparência e confiança dada a ele e todos que ali trabalham por parte do Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    O IPREV em Três Pontas atende 311 aposentados e 88 pensionistas.

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  • SALA DE ENTREVISTA COM A VEREADORA MARLENE LIMA.

    SALA DE ENTREVISTA COM A VEREADORA MARLENE LIMA.

     Única mulher no Legislativo ela abre nossa série de entrevistas especiais.

    O Conexão Três Pontas está iniciando um novo quadro, uma nova série de entrevistas chamada SALA DE ENTREVISTA, que tem um objetivo agregador, positivo e que mostre a verdade com profundidade e de um jeito diferente. Personalidades e personagens que tenham um trabalho destacado estarão sentados, sendo sabatinados, nesta Sala de Entrevista. Algumas perguntas mais diretas e objetivas chamadas de “X” da Questão dão um tom de coragem e transparência ao quadro.

    E nessa primeira edição do quadro, nada melhor, diante de todo crescimento das mulheres nas mais diversas áreas, que entrevistar a única mulher no Legislativo ocupando o cargo de vereadora: Marlene Lima.

    Marlene Lima é filha de Lázaro de Lima e Maria Rosa de Lima. Tem 11 irmãos, é casada com Élcio Henriques de Oliveira, mãe de 3 filhos: Marcela, Marcel e Miguel. É graduada em Matemática , pós graduada em Gerência de Empresas e Marketing. Trabalhou no INSS por 35 anos (sendo 25 deles em cargos de gerência).

    Gosta de um bom jogo de truco e adora passar os finais de semana em seu rancho às margens da represa de furnas (curtir a natureza).

    Conexão – Quando e por que vc resolveu entrar para a política?

    Marlene Lima – Foi por meio de um convite feito pelo ex-prefeito Tadeu Mendonça quando candidato, onde o mesmo venceu a eleição e a partir daí não abandonei mais a política. Sempre acreditei que poderia um dia contribuir com a avanço de nossa cidade. Fui candidata em 4 eleições em todas elas com uma expressiva votação.

    Conexão – Vivemos num mundo machista e na política não é diferente. Durante suas campanhas e agora depois de eleita, que tipo de constrangimento ou preconceito você já sentiu por ser mulher?

    Marlene Lima – Realmente vivemos em um mundo machista e patriarcal, mas em nenhum momento senti preconceito por ser mulher. Acredito que quando se mantém uma postura de credibilidade, seriedade e honestidade, as pessoas passam a respeitar independente do sexo. Graças a Deus nunca me vi em situações constrangedoras, sou dona de muitas amizades sinceras e que sempre me apoiam. Onde há respeito mútuo, não há adversidade.

    Conexão – Como é ser a única mulher entre os 11 vereadores? Quais as dificuldades e as vantagens?

    Marlene Lima – Ser a única mulher entre eles, é um privilégio e ao mesmo tempo triste…

    Deveria ter mais mulheres nessa casa representativa. Não me vanglorio em ser a única mulher, existem muitas mulheres preparadas e capazes de representar os munícipes. As mulheres devem ter mais espaço em todos os lugares (especialmente na política). Torço um dia para ver essa Câmara com 10 mulheres e apenas um homem. Não vejo vantagem e nem dificuldade em ser a única, mas apesar de ser a única, tento sempre ser a voz de todas as mulheres de Três Pontas.

    Conexão – Como mulher, que comprovadamente tem mais sensibilidade, como você sente a política histórica e a atual em Três Pontas?

    Marlene Lima – A política histórica por si só, reporta a uma imagem masculinizada e polarizada. Isso deve mudar! Temos observado essa mudança que mesmo sendo pequena, já é uma evolução, novos nomes surgindo e surgindo com força. Houve uma progressão nos temas: assédio, aborto, maternidade, carreira e independência da mulher, fazendo com que no espaço político, as mulheres tenham mais vez, porém no que tange a representatividade das mulheres na política, esse debate em nossa cidade ainda está distante do desejado.

    Em Três Pontas há muitas mulheres à frente de cargos importantes e isso é um grande avanço. Observamos o interesse de muitas pessoas em fazer o bem e buscar a evolução e progresso da cidade. A era da tecnologia tem colaborado para que o povo tenha mais acesso e mais voz.
    A política está mais acessível, os representantes estão mais acessíveis e isto também é um grande avanço. Vejo hoje um governo sensato e que tenta atender as reais necessidades e demandas do povo.

    Conexão – O “X” da Questão é: Como você avalia o atual governo Bolsonaro?

    Marlene Lima – Vejo um governo que busca acertar mas que muitas vezes age com impulso. Espero que o governo seja de fato um governo para todas as classes e que ouça sempre a voz do povo.

    Conexão – Quais suas maiores preocupações e lutas como legítima representante do povo trespontano?

    Marlene Lima – Minhas grandes preocupações são em relação ao alto número de usuários de drogas, pela saúde de qualidade, pela defesa do idoso e da mulher. Minha luta é para que todos continuem tendo uma educação de qualidade que prepare e oriente para uma boa qualidade de vida (não usar drogas, prevenção de doenças, alimentação, etc.).

    Conexão – O “X” da Questão é: Já tivemos duas prefeitas em Três Pontas. Você pensa em um dia ser prefeita de Três Pontas?

    Marlene Lima – Tudo depende do momento. Não tenho medo de desafios,

    Conexão – Como você avalia o atual governo municipal? O Prefeito Marcelo Chaves, na sua visão, vai bem no governo da cidade?

    Marlene Lima – Um governo calmo, sensato, de conversa e que tem buscado acertar.

    Conexão – Você tem uma grande amizade com o colega vereador e atual Presidente da Câmara, Maycon Machado. Um jovem que tem, claramente, crescido muito no meio político e que também não descarta um dia ser prefeito de Três Pontas. Fale de sua relação com ele.

    Marlene Lima – Uma amizade sincera que nasceu em 2016 e que pra mim foi o maior presente que eu poderia ganhar.  Considero esse menino/homem um filho. Vejo nele um futuro político brilhante. Participamos juntos de muitas coisas e trocamos muitas ideias (ele com a juventude e desejo de fazer e eu com a experiência e cautela de ajudá-lo e orientá-lo em momentos pessoais e políticos).

    Na minha casa meus filhos o chamam de irmão e tenho certeza que tudo que já fizemos juntos e ainda faremos trarão muitas alegrias aos trespontanos. Maycon Machado é um amor que veio para ficar!

    Conexão – Se você pudesse, agora, resolver três problemas graves de Três Pontas, quais seriam eles?

    Marlene Lima – Desemprego, cuidado com idoso e deficiente e ainda cursos técnicos e profissionalizantes voltados às pessoas menos favorecidas.

    Conexão – Encerrando este primeiro Sala de Entrevistas como você define Marlene Lima, atual e única vereadora de Três Pontas?

    Marlene Lima – Forte, dedicada, honesta, sincera, mãezona, família, cautelosa, mulher de fé, técnica em tudo que faz e acima de tudo humana.

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  • Mortes no trânsito empatam com assassinatos em Minas

    Mortes no trânsito empatam com assassinatos em Minas

    Agressões provocam média de 9,6 óbitos por dia no estado. A violência no tráfego, 9,1. Maioria das vítimas é jovem. Especialistas receitam mais educação e fiscalização

    A violência que assusta a sociedade em forma de homicídios por agressões, facadas, tiros ou por outras maneiras produz em média 9,6 assassinatos todos os dias em Minas Gerais com base nos números dos dois últimos anos fechados no estado.

    Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que em 2017 e 2018 houve 7.061 homicídios em Minas. Mas a falta de segurança que assusta a população em seu dia a dia não é diferente de outra epidemia que anda bem próxima dos assassinatos e não provoca o mesmo espanto que uma morte a tiros em plena luz do dia, por exemplo.

    Dados da Seguradora Líder, que administra o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat), mostram que nos mesmos dois últimos anos fechados, 6.649 famílias foram indenizadas pela morte de seus parentes no trânsito em Minas Gerais. Isso significa que, nos últimos dois anos, enquanto 9,6 pessoas perderam a vida assassinadas, em média, todos os dias, 9,1 foram dizimadas diariamente na violência do trânsito em ruas, avenidas e estradas dos 853 municípios mineiros. E esse número pode ser ainda maior, já que considera apenas as mortes vinculadas às indenizações pagas pelo Dpvat. Os pagamentos podem ser solicitados até três anos depois do acidente.

    O que mais chama a atenção é que tanto no trânsito quanto nos homicídios o público mais dizimado é o dos jovens. Dados do Dpvat mostram que entre as 6.649 indenizações por morte em dois anos, 2.434 foram para beneficiários de vítimas entre 18 e 34 anos, o que equivale a 36,6%. No caso dos assassinatos esse percentual é ainda maior. Das pouco mais de 7 mil vítimas de homicídios, 3.974 estão na mesma faixa etária, entre 18 e 34 anos, mais da metade dos assassinados em dois anos em todo o estado (56,2%). Isso comprova que tanto nas mortes do trânsito quando da violência o público jovem é o mais afetado.

    Apesar de as mortes no trânsito e os assassinatos estarem praticamente no mesmo patamar, a carnificina em acidentes com carros, motos, ônibus e caminhões não desperta a mesma repercussão dos assassinatos, na avaliação da delegada Amanda de Menezes Curty, que é coordenadora de Educação de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG). Segundo ela, há uma questão cultural que trata os óbitos no trânsito como uma falha, algo que não foi praticado com intenção. “Como as mortes são culposas e não houve a intenção, as pessoas tendem a achar que foi fatalidade e geralmente tentam tirar a culpa, procurando alguma desculpa”, afirma a delegada. Esse cenário carece de uma mudança radical, segundo Amanda Curty. “As pessoas deveriam começar a se conscientizar que a morte no trânsito não é uma coisa fortuita. Ela acontece porque as pessoas têm parcela de contribuição sim, não pode ser tratada como uma coisa inesperada”, acrescenta.

    CONSCIENTIZAÇÃO

    Para mudar esse quadro, a policial defende que a conscientização deve ser forçada pela atuação preventiva, a partir de campanhas educativas. Um das possibilidades que está sendo estudada nesse sentido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é a adoção da educação para o trânsito como disciplina extracurricular inicialmente nos três últimos anos do ensino médio. Mas o médico e diretor Assistencial da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), Marcelo Lopes Ribeiro, defende que o tema seja obrigatório nas escolas desde a educação infantil. “Quando o aluno chegar no fim do percurso escolar ele já vai saber todas as normas e terá outra cabeça antes de tirar a carteira de motorista”, afirma.

    Além da questão preventiva, a delegada Amanda Curty também defende atuação repressiva, a partir das fiscalizações de rua e punições administrativas, que acontecem na esfera dos Detrans em todo o país. Ela considera que o atual formato de abertura de processos administrativos para suspensão das carteiras para os crimes de trânsito e para os motoristas que estouram 20 pontos em multas é suficiente para forçar mudanças de comportamento. Já o médico da Fhemig Marcelo Lopes Ribeiro acredita que essa parte poderia ser mais pesada. “Acho que no momento da renovação da carteira a gente deveria ter prova de legislação. De cinco em cinco anos fazer de novo a prova em vez de apenas passar por um exame médico. E também quando o motorista atingir os pontos na carteira, fazer um novo exame de direção. A pessoa ia ficar muito mais atenta nesse sentido”, diz o médico.

    SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE

    A aproximação dos dados de homicídios e mortes no trânsito indenizadas pelo Dpvat em Minas nos últimos dois anos deve ser analisada levando em consideração um fator peculiar do estado, segundo a superintendente da Seguradora Líder, que administra o Dpvat, Maria Valins. Ela lembra que o estado tem a maior malha rodoviária do país, com 272 mil quilômetros de rodovias. Desse total, 9 mil quilômetros são de rodovias federais, que pela posição do estado recebem fluxo do país inteiro. O alto fluxo aliado às condições muitas vezes precárias aumentam os índices de acidentes. Na comparação entre assassinatos e acidentes, ela pontua que no primeiro grupo há uma cadeia de repressão que cobra as responsabilidades. “A falta de fiscalização nas rodovias é um fator que demonstra displicência e certa impunidade. Diferente de um crime de homicídio, que leva a apuração, investigação e punição, no acidente de trânsito a gente não observa o mesmo rigor da lei, gerando essa sensação de impunidade que faz com que nada aconteça”, afirma.

    Para impor um novo cenário, a superintendente da Líder defende a adoção de políticas públicas que mudem a percepção das mortes no trânsito. “Nós na seguradora não apuramos as causas dos acidentes, mas a gente sabe que grande parte é motivada por ingestão de álcool e excesso de velocidade. E no nosso país as campanhas de educação de trânsito não focam tanto na prevenção. Quando acontece, o fato é caracterizado como acidente sem intenção de matar. Então, fica essa sensação de impunidade e as famílias das vítimas não se sentem reparadas”, completa Maria Valins.

    Fonte Varginha Online

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  • Previsão do tempo: o calor voltou e segue firme nessa semana

    Previsão do tempo: o calor voltou e segue firme nessa semana

    Após a brusca mudança de temperatura durante o final de semana, os termômetros devem seguir nas alturas durante os próximos dias.

    De acordo com o Climatempo, a próxima terça (10) será abafada, com máxima de 33ºC e mínima de 18ºC. Na quarta (11), há uma leve queda, com mínima de 31ºC e máxima de 17ºC. Na quinta (12), a mínima se mantém e a máxima atinge novamente os 33ºC.

    Na sexta (13) e no sábado (14), começam as maiores quedas da semana — mas ainda com dias quentes: máxima de 28ºC e mínima de 18ºC e máxima de 24ºC e mínima de 17ºC, respectivamente. No domingo (15), também haverá bastante calor. Máxima em 30ºC e mínima de 17ºC.

    Três Pontas

    Durante a semana o calor seguirá intenso em Três Pontas. Se acordo com o ClimaTempo haverá sol com algumas nuvens e não chove até a próxima sexta-feira. Já no sábado haverá uma mudança no clima. A previsão é de sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite. As temperaturas oscilarão entre 15ºC e 33ºC.

    Fonte Veja (apud ClimaTempo)

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  • Festival Ummagumma registra grande público: “Êxtase Total!”

    Festival Ummagumma registra grande público: “Êxtase Total!”

    Evento teve 12 horas de programação e homenagem a Woodstock em Três Pontas.

    A terceira edição do Festival Ummagumma aconteceu no Espaço Verdes Eventos, no último sábado (7) em Três Pontas. Durante 12 horas diversas bandas cover se apresentaram para um público gigantesco, que lotou as dependências do local. Crítica e os presentes resumiram o festival como “perfeito” ou “maravilhoso”. A boa notícia é que a organização já sinaliza que em 2020 tem mais!

    A programação especial trouxe uma homenagem aos 50 anos do Festival Woodstock, que aconteceu em 1969 nos Estados Unidos e que entrou para a história da música mundial. Além disso, ícones do rock como Queen, Guns n’ Roses, Red Hot Chilli Peppers, e Raul Seixas ganharam tributos memoráveis.

    A organização caprichou em todos os detalhes, tanto na estrutura física que contou com banheiros químicos, bares e até comercialização de camisetas da edição atual do Festival quanto de anos anteriores a preços simbólicos, quanto na escolha do “time de artistas” e seus repertórios que levaram o público ao delírio. Dois palcos foram montados, o que fez com que o evento não tivesse intervalo sem som. Terminava uma apresentação no palco Woodstock, já automaticamente iniciava no palco  maior, e vice-versa.

    Nas homenagens ao Festival Woodstock, o Ummagumma recebeu tributos a Janis Joplin e Kimi Hendrix. Além das homenagens às bandas consagradas, o festival recebeu música autoral como o DJ Fornox e bandas do projeto “Escola de Rock”. Pelos palcos, passaram artistas da região e de todo o país. A apresentação cover de Alanis Morissette foi muito aplaudida.

    Além dessas atrações, se apresentaram também as bandas selecionadas pelo projeto Escola do Rock. No domingo anterior ao evento, dia 1º, estudantes de diversas escolas de Três Pontas competiram e as vencedoras, as bandas Aurora e Novo Milênio, se apresentaram no Festival.

    O evento começou às 14h e foi até às 02h da manhã de domingo. Um momento muito especial, que provocou aplausos e lágrimas foi a apresentação da banda Ummagumma, cover oficial do Pink Floyd no Brasil, comandada nos vocais pelo músico trespontano Bruno Morais, que tem nos vocais e nos instrumentos outros talentosos musicistas e cantoras da terra, quando apresentou, com um coral composto por crianças, o grande sucesso Another brick In The Wall.

    Os ingressos custaram R$ 60, ou R$ 30 a meia entrada. Menores de 16 anos precisaram estar acompanhados por um responsável.

    O UMMAGUMMA

    O Ummagumma The Brazilian Pink Floyd  foi criado em 14 de março de 2002. De lá pra cá centenas de apresentações por todos os cantos do Brasil, surpreendendo com a performance tanto de som quanto de luzes. Levando o público ao inconfundível universo do Pink Floyd, com uma qualidade invejável e que merece destaque.

    Maior tributo da banda inglesa no país, com 17 anos de estrada, grupo apresenta turnê The Essential Floyd, com foco nos álbuns mais aclamados da formação original setentista, trazendo clássicos como Time e Shine ou You Crazy Diamond.

    Ummagumma realiza na atual turnê apresentações com foco nos quatro álbuns que apresentam a essência do Pink Floyd: Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979). A fase setentista traz um equilíbrio na potência criativa e instrumental compartilhada por David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright e Roger Waters em clássicos como Time, Shine on You Crazy Diamond, Pigs e Comfortably Numb. O show ainda passa pela fase inicial com Syd Barrett, além de temas dos discos Meddle, More, Obscured by Clouds e Division Bell.

    Além do Rock psicodélico, progressivo e clássico, o show também conta com iluminação diferenciada, cenário, efeitos visuais e recursos pirotécnicos. O objetivo é oferecer ao público uma “experiência multissensorial”.

    Pelas redes sociais, o Ummagumma confirmou que no próximo ano haverá mais uma edição do Festival em Três Pontas. Quem viver, verá!

    Confira algumas fotos do evento tiradas pelo Conexão Três Pontas:

     

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  • Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    As mulheres do grupo Cafeína Cocatrel continuam cada vez mais atuantes. Incentivadas a empoderar-se pelo conhecimento, a Cocatrel tem proporcionado a elas muita informação e capacitação através de encontros, cursos e palestras.

    Entre os dias 26 e 30 de agosto, um grupo de cooperadas participou do curso de Classificação e Degustação realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em parceria com a Cocatrel. Como parte do conteúdo aplicado em aulas teóricas e práticas, as produtoras conheceram um pouco de mercado, comercialização e classificação do café por características do tipo, indicadores de qualidade e por características da bebida.

    “Aprendi muito mais que o esperado. Além de conhecer melhor sobre o alimento que produzo, as técnicas aprendidas, para além da classificação e degustação, tornaram-se, para mim, o raio-x da produção, a forma com a qual posso diagnosticar equívocos ocorridos em todo o processo produtivo – da lavoura à xícara, passando pela colheita e pós-colheita. Identificadas as falhas, conseguirei, dentro do possível, rever processos na fazenda para melhorar nosso produto e, consequentemente, o preço recebido, uma vez que em sua maioria são defeitos corrigíveis. Jamais imaginei que pelo grão beneficiado poderia saber o que melhorar em nossa produção”, explica Fabíola Sandy, cafeicultura que participou do curso.

    O instrutor do curso, Gilmar Reis, pela primeira vez ministrou para um grupo apenas de mulheres. “A mulher quando decide aprender alguma coisa, entra de corpo e alma. Estou muito satisfeito com a participação e entrega das produtoras do Cafeína nesse curso. Tenho certeza que elas sairão daqui colocando o que aprenderam em prática”.

    “Fiquei muito grata e emocionada pela oportunidade que a Cocatrel proporcionou a nós, do grupo Cafeína. Um curso de extrema importância e enriquecedor. Nada mais bonito e digno do que tratar nosso café, como um verdadeiro alimento”, afirma Tatiana Rodrigues, nutricionista e filha de produtor, que está se preparando, através dos encontros, palestras e cursos realizados pelo Cafeína Cocatrel, para a sucessão e para assumir, com conhecimento e informação, a gestão da fazenda da família.

     

    O grupo que participou desse curso de “Classificação e degustação de cafés” segue para a próxima etapa, que é o curso de “Torras”, também realizado em parceria com o Senar. As produtoras do grupo Cafeína também têm encontro marcado no Encontro das Mulheres do Café, na fazenda Capoeira, em Areado.

    Fonte Cocatrel

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