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  • ZEMA ANUNCIA A PREFEITOS: ‘EM 10 DIAS REPASSES SERÃO FEITOS PONTUALMENTE’.

    ZEMA ANUNCIA A PREFEITOS: ‘EM 10 DIAS REPASSES SERÃO FEITOS PONTUALMENTE’.

    GOVERNADOR PEDE ESFORÇO PARA EVITAR ATRASO NA VOLTA ÀS AULAS.

    O governador Romeu Zema (Novo) anunciou nesta quinta-feira (24), durante encontro com prefeitos no Sul de Minas, que os repasses para os municípios serão regularizados em até 10 dias.

    Ele pediu ainda um esforço para que os prefeitos não adiem a volta às aulas em suas cidades e que apoiem as reformas que ele apresentará na Assembleia Legislativa (ALMG) a partir de fevereiro.

    “Antes de mais nada quero estar passando para vocês que, no mais tardar em 10 dias, os repasses para os municípios passarão a ser feitos pontualmente”, disse Zema ao público formado por prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais da região Sul de Minas.

    Muitos prefeitos comemoraram o anúncio, mas alguns receberam a fala do governador com desconfiança, lembrando que ele havia prometido não atrasar os repasses aos municípios durante a campanha eleitoral. Zema fez duras críticas às administrações passadas do governo estadual.

    “Fazem exatamente três semanas que assumi o governo do estado, um governo falido, desorganizado, com situação muito mais grave do que os números demonstravam”, reclamou.

    Ele disse que trabalha, junto com sua equipe, entre 15 e 18 horas por dia para analisar todas as áreas da administração estadual e que alguns cortes já começaram a ser implementados.

    “Enxugamos muitas despesas e desperdícios nessas semanas. Vamos continuar enxugando. Já temos agora condição de dar essa previsão para vocês, de que 10 dias é o prazo para que vocês vão poder contar co esses recursos”, disse Zema.

    Nos últimos dias, os prefeitos aumentaram o tom das críticas ao governo estadual, dizendo que os recursos para a educação estavam sendo “confiscados” pelo Palácio Tiradentes.

    Em assembleia da Associação Mineira dos Municípios (AMM), os prefeitos votaram pelo adiamento dos início das aulas para depois do carnaval, em março. Até agora, cerca de 350 cidades anunciaram adiamentos nas escolas.

    O governo afirmava que os repasses para a educação estavam em dia, mas os prefeitos dizem que mais de R$ 62 milhões para o setor não foram transferidos. A dívida total do estado com os municípios chega a R$ 12,7 bilhões, segundo a AMM, sendo R$ 430,5 milhões referentes ao ano de 2019.

    Nesta quinta-feira, Zema pediu aos prefeitos um esforço para evitar os atrasos nos anos letivos.

    “Preciso muito do apoio de vocês em dois pontos: primeiro na questão de reiniciarmos as aulas. Sei que alguns estão com dificuldades, mas o Fundeb está em dia, vamos fazer o possível e impossível para que as aulas recomessem e nenhum aluno seja prejudicado”, afirmou.

    O outro pedido foi para que os prefeitos apoiem reformas na Poder Legislativo. Alguns prefeitos deixaram o encontro otimistas e já falam em manter o início das aulas para fevereiro.

    “Ele se comprometeu a pagar as prefeituras em 10 dias, o que é ótimo e pode aliviar nossa situação. Com a decisão ficamos mais confiantes que teremos os recursos para pagar professores e retomar as aulas em fevereiro, evitando o atraso para os alunos”, afirmou João Paulo Leite (PTB), prefeito de Ingaí.

    Já o prefeito de Formiga, Eugênio Vilela (PP), lamentou que o governador não tenha se posicionado de forma clara sobre a revogação do decreto que acabou com os repasses automáticos do ICMS para as prefeituras. O decreto do ex-governador Pimentel fez com que os recursos passassem primeiro pelo governo estadual antes de ser encaminhado para os municípios.

    “Confesso que não fiquei muito entusiasmado. Ele disse que em 10 dias vai regularizar os repasses, mas, quando perguntamos sobre a revogação do decreto, respondeu vagamente e falou que não tinha uma data, que só poderia falar depois da aprovação de um plano de recuperação. Fiquei p. da vida e abandonei a reunião na hora. Vamos continuar na luta porque parece que não vai ser fácil”, disse o prefeito de Formiga.

    *EM

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    Roger Campos

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  • Preço da gasolina cai 0,9% nas bombas do país, diz ANP.

    Preço da gasolina cai 0,9% nas bombas do país, diz ANP.

    EM TRÊS PONTAS O PREÇO DA GASOLINA GIRA EM TORNO DOS R$ 4,60.

    Litro médio do combustível é vendido a 4,258 reais no país; etanol também caiu nas bombas e diesel ficou estável.

    O preço médio da gasolina voltou a cair no Brasil. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o litro do combustível nos postos custava 4,258 reais na última semana, encerrada no sábado, 19, ante 4,297 reais na semana anterior.

    Em 2019, a gasolina já acumula queda de 2% nas bombas. A redução no preço do combustível ocorre mesmo com a Petrobras subindo o valor do combustível nas refinarias. No último sábado, o litro vendido às distribuidoras subiu 2,1%, vendido a 1,5308 reais.

    No começo do ano, o combustível refinado chegou ao menor patamar em 14 meses, vendido a 1,4337 reais.

    Três Pontas

    Nossa reportagem percorreu nesta segunda-feira (21) alguns postos de combustíveis em Três Pontas e constatamos as seguintes variações:

    Gasolina – R$ 4,58 (menor preço) R$ 4,78 (maior preço)

    Álcool – R$ 2,98 (menor preço) R$ 3, 10 (maior preço)

    Em um posto localizado no centro de Três Pontas, o frentista revelou que os combustíveis estão custando menos por conta de uma promoção relâmpago, que já deverá se encerrar nas próximas horas. Segundo ele, a gasolina hoje está custando R$ 4,39 e o álcool R$ 2,97. Ou seja, menos inclusive que a maioria dos postos em Varginha.

    Nas redes sociais é comum encontrar postagens de cidadãos reclamando do preço dos combustíveis na cidade de Três Pontas, na maioria das vezes fazendo comparativo com a cidade de Varginha, distante a 33,6 km. Quando não insinuam uma possível cartelização das bombas em Três Pontas, o que nossa reportagem descartou, por conta das variações de preço, alegam que em Varginha os valores estão sempre mais baixos em torno de 20 centavos por litro.

    Nossa reportagem entrou em contato com quatro postos da cidade de Varginha e o preço médio encontrado foi:

    Gasolina – R$ 4,49

    Álcool – R$ 2,93

    De acordo com economistas, a saída para economizar é pesquisar os preços tanto dentro da cidade quanto em cidades próximas, colocando no papel o valor que será gasto no deslocamento para avaliar se compensa o trajeto de ida e volta para abastecer. O ideal é que se procure encher o tanque e que no final haja uma economia, somando todos os gastos, em torno de 2 a 5%, no mínimo. Lembrando que há ainda o desgaste do veículo, como pneus que precisa ser computado.

    Outro fator fundamental é a qualidade, a procedência do combustível. As vezes o barato acaba saindo muito caro para o proprietário de veículo. Importante verificar na internet se o posto já sofreu alguma denúncia de adulteração e comprovação de irregularidade. No próprio posto há o telefone da ANP que informa a situação de cada empresa.

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    Roger Campos

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  • Pressionada, GM ameaça deixar o Brasil e chama sindicato para reunião

    Pressionada, GM ameaça deixar o Brasil e chama sindicato para reunião

    Os principais executivos da montadora americana General Motors (GM) se reunirão, hoje, a portas fechadas com sindicalistas e representantes do poder público no centro administrativo da companhia, em São Paulo, para negociação que promete ser tensa. De um lado, a companhia apresentará agressivo plano de reestruturação da empresa no país, com corte de mais de 20% da mão de obra e diminuição geral de custos, além da possibilidade de fechamento de unidades.

    De outro lado, representantes dos funcionários tentarão desconstruir os argumentos que a montadora estaria usando para deixar o mercado brasileiro. Participam do encontro políticos, como o prefeito de São Caetano do Sul (SP), José Auricchio Júnior (PSDB), que promete tentar acalmar os ânimos e evitar um confronto que termine em greve. “Agora é hora de encontrarmos, juntos, alternativas e soluções para que uma empresa de porte global, como a GM, permaneça no país, gerando emprego e riqueza”, disse.

    No entanto, o clima não deve ser nada ameno. Na sexta-feira, funcionários da General Motors no Brasil foram surpreendidos por e-mail enviado pela diretoria da empresa que tratava sobre a possibilidade de encerrar as operações na América do Sul. No comunicado, direcionado aos empregados da montadora, o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, alega que a companhia tem feito o que pode para se reestruturar.

    “A GM no Brasil teve um prejuízo agregado significativo no período de 2016 a 2018, que não pode se repetir”, disse parte do texto enviado aos funcionários. “O ano de 2019 será decisivo para nossa história e precisaremos do sacrifício de todos.” A empresa mantém 8 mil empregados apenas no ABC paulista.

    O problema é que a ameaça da GM, líder em vendas no mercado brasileiro e dona do modelo mais vendido no país, o Onix, é vista como um blefe por sindicalistas e funcionários. “É uma piada de mau gosto atribuir a nós, funcionários, a responsabilidade por uma gestão que trouxe resultados, com lançamento de modelos que não conseguem rentabilizar a matriz”, disse um diretor da GM em São Caetano do Sul, que pediu para não ter o nome relevado. “Querem colocar o bode na sala para que aceitemos qualquer proposta para que eles fiquem no Brasil.”

    O texto que trata das dificuldades da montadora não foi assinado apenas por Zarlenga. Há dois meses, a presidente global da montadora, Mary Barra, afirmou, durante entrevista em Detroit (EUA), que a empresa cogita sair da América do Sul. “O Brasil e a Argentina, os maiores mercados sul-americanos da GM, continuam se mostrando ‘desafiadores’ para nós”, disse a executiva.

    Como contra-ataque, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), ligada à Força Sindical, Miguel Torres, parece já estar se preparando para um embate. “Não faz sentido uma empresa líder em vendas na região, com lucro mundial de mais de US$ 2,5 bilhões, o equivalente a R$ 10 bilhões, afirmar que a situação é crítica e que pode deixar o país”, disse Torres. Para ele, a montadora está aproveitando o movimento de enxugamento de custos que conduz em todo o mundo, com demissões e fechamento de fábricas nos Estados Unidos e Canadá, para promover forte reestruturação também no Brasil.

    Protesto

    Em nota divulgada ontem, assinada por entidades sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central Sindical e Popular Conlutas, sindicalistas afirmam repudiar a possibilidade de paralisação da produção no Brasil e na América Latina. Eles protestam também contra a exigência de mais sacrifícios dos trabalhadores, como diz o comunicado da empresa, “já que foram feitas várias concessões à GM e a empresa sempre querendo mais.” “Não aceitamos que a situação seja utilizada para reduzir mais direitos, nem demissões ou o fechamento de fábricas. Defendemos os empregos e queremos estabilidade.”

    *EM

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  • Morre o ator Caio Junqueira, uma semana após acidente de carro

    Morre o ator Caio Junqueira, uma semana após acidente de carro

    O ator Caio Junqueira, o Neto de “Tropa de Elite”, morreu nesta quarta-feira, 23, aos 42 anos. Ele estava internado no Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, desde a quarta-feira, 16, após sofrer um acidente de carro no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da capital carioca.

    Na ocasião, Caio dirigia sozinho em direção ao Centro da cidade. Câmeras de segurança da prefeitura do estado do Rio de Janeiro flagraram o exato momento em que Caio ultrapassa um carro pela faixa da esquerda em alta velocidade e perde o controle do automóvel, invadindo o canteiro central da via.

    A ação causou um capotamento do veículo, que contava apenas com o condutor. O ator foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e passou por cirurgia, por conta de uma fratura exposta no braço esquerdo.

    Fama

    O ator, de 42 anos, ganhou fama nacional após interpretar o aspirante 06 no filme Tropa de elite (2007). Dirigido por José Padilha, o filme foi lançado em 2007 e nele o ator interpreta o policial militar Neto Gouveia, jovem impulsivo que sonha em entrar no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

    Na tevê, Junqueira trabalhou novelas bíblicas, como José do Egito, em 2013, e Milagres de Jesus, em 2014. Ambas pela emissora Record. Um dos últimos trabalhos do ator foi em 2018, na polêmica série O mecanismo, de José Padilha, onde interpretou o personagem Ricky.

    Caio começou a carreira ainda criança, aos 9 anos, no programa “Tamanho Família”, na extinta TV Manchete, ao lado de nomes como Diogo Vilela e Zezé Polessa. Em 1988, estreou na Globo, no humorístico “Grupo Escolacho”, com texto de Miguel Falabella, Luiz Carlos Góes e Leo Jaime, e redação final de Chico Anysio.

    Depois, fez participação em outras produções da emissora, como na novela “Barriga de Aluguel”, em 1990, e nas minisséries “Engraçadinha”, em 1995, “Hilda Furacão”, em 98, e “Chiquinha Gonzaga”, em 99. Foi no remake de “A Escrava Isaura”, em 2004, que o ator destacou-se vivendo o personagem abolicionista Geraldo. Seu último trabalho na Globo foi na novela das 6 “Desejo Proibido”, exibida entre 2007 e 2008.

    Em 2009, estreou na Record, na série “A Lei e o Crime”. No canal, atuou ainda em produções como “Ribeirão do Tempo”, em 2010, em que viveu seu primeiro protagonista. Em 2016, participou da série “1 Contra Todos”, da Fox.

    No cinema, além de Tropa de Elite, o ator trabalhou em filmes consagrados, como “O Que É Isso, Companheiro?”, em 97, e “Central do Brasil”, em 98. Ator talentoso e carismático, Caio Junqueira era filho do ator Fábio Junqueira e irmão do ator Jonas Torres.

    *Agência Estado

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  • REDE ESTADUAL VOLTARÁ ÀS AULAS NO DIA 07 DE FEVEREIRO, DIZ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

    REDE ESTADUAL VOLTARÁ ÀS AULAS NO DIA 07 DE FEVEREIRO, DIZ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

    “Em respeito a toda comunidade escolar e ao compromisso com a educação dos nossos mais de 2 milhões de alunos, o Governo de Minas Gerais, mesmo diante da grave crise financeira herdada de governos passados, manterá o início do ano letivo de 2019 no dia 7 de fevereiro em todas as escolas estaduais de Minas Gerais, conforme programado pelo Calendário Escolar da Rede Estadual de Ensino.” Esse foi o comunicado emitido agora pelo Governo de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado da Educação, em meio ao movimento organizado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), que sugeriu aos prefeitos mineiros que as aulas na rede municipal só comecem depois do Carnaval, por conta da falta de repasses por parte do governo estadual.

    “Para garantir o funcionamento das escolas neste início de ano e honrar com seus compromissos, o Governo anunciou o repasse de R$ 48,7 milhões para a Educação, sendo 15 milhões para manutenção e custeio das escolas, R$ 1,7 milhão para contratação de serviços de conectividade nas unidades e ainda R$ 32 milhões para as prefeituras destinados ao transporte escolar dos alunos da rede estadual residentes em áreas rurais, referente ao mês de fevereiro”, emendou.


    “Além disso, esta gestão regularizou os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do exercício do ano 2019, de acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF). De 1º a 22 de janeiro, foram transferidos R$ 801,07 milhões para os municípios mineiros referentes ao Fundo. Em 2019, até o momento, não há pendências em relação às transferências do Fundeb”, concluiu a Secretaria de Estado de Educação.
    *SEE
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  • CARNAVAL 2019 SERÁ APRESENTADO AOS COMERCIANTES HOJE NA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL.

    CARNAVAL 2019 SERÁ APRESENTADO AOS COMERCIANTES HOJE NA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL.

    REUNIÃO PELA MANHÃ DEFINIU REALIZAÇÃO DO CARNAVAL NO PONTALETE.

    Uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (22), na sede da Secretaria Municipal de Cultura, em Três Pontas, que contou com as participações de representantes de diversos setores interessados na festa, definiu que haverá, a exemplo de anos anteriores, folia no Distrito do Pontalete. A noite, todo cronograma do carnaval 2019 será apresentado aos comerciantes e donos de bares, especificamente, em outra reunião, agendada para às 19 horas na sede da Associação Comercial.

    “A reunião com representantes locais realizada nesta manhã foi muito proveitosa, com muitas ideias e muita empolgação com o movimento de revitalização do carnaval”, disseram os organizadores do Carnaval 2019 de Três Pontas, na página oficial no facebook.

    Programação no Pontalete:

    Domingo e terça feira: banda de marchinhas das 15 às 16 horas.

    Todos os dias, das 19 às 22 horas, carro de som, com músicas de carnaval, estacionado em locais que serão definidos por eles. Mas será cada dia em um local diferente, o chamado Carnaval Itinerante.

    Também haverá um “blocão”, organizado pelos moradores do distrito.

    Sobre a reunião de logo mais, a organização publicou: “Hoje tem uma reunião importante para darmos andamento ao projeto de revitalização do Carnaval de Três Pontas. Comércio, bares, hotéis, restaurantes, imprensa, e todos os envolvidos devem comparecer. A presença de todos é essencial!”

    Serviço

    Carnaval 2019 – Reunião com Comerciantes

    Hoje (22) às 19 horas

    Associação Comercial e Agroindustrial

     

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  • PREFEITO FALA DO POSSÍVEL ADIAMENTO DAS AULAS EM TRÊS PONTAS.

    PREFEITO FALA DO POSSÍVEL ADIAMENTO DAS AULAS EM TRÊS PONTAS.

    A AMM (Associação Mineira de Municípios) definiu em assembleia, realizada ontem (21) em Belo Horizonte, que os prefeitos, onde as cidades estão sem recebimento dos repasses para Governo de Minas, adiem o retorno das aulas para depois do Carnaval. Nossa reportagem trouxe o tema em primeira mão, gerando grande repercussão. Até a manhã de hoje não havia um pronunciamento por parte do Executivo Municipal. O prefeito Marcelo Chaves Garcia esclareceu a situação ao Conexão.

    Segundo o mandatário trespontano ainda não há uma definição e reuniões durante a semana acontecerão para avaliar o retorno das aulas.

    “Realmente, assim como outros municípios, estamos numa situação muito difícil, por conta da falta de repasses por parte do Governo do Estado de Minas Gerais. Temos mais de 13 milhões de reais a receber. A minha primeira intenção é retornar com as aulas no início de fevereiro, sem adiamento. Mas vamos analisar as condições e também as recomendações da AMM.

    Caso haja o adiamento, que não é culpa dos municípios, penso que pelo menos as creches deveriam retornar na data normal, prevista. Pois muitas mães precisam trabalhar. Aí ficariam apenas as escolas municipais para o retorno após o Carnaval. Mas isso ainda é prematuro, vamos nos aprofundar no assunto e informaremos a população”, disse o Prefeito de Três Pontas.

    Sobre o retorno das escolas estaduais em Três Pontas ainda não há nenhuma informação.

    Vale ressaltar que essa situação caótica em que a maioria dos municípios mineiros se encontra não foi causada pelas gestões municipais, mas pelo Governo de Minas Gerais que, na última gestão, do petista Fernando Pimentel, praticamente quebrou o estado, o colocando numa situação financeira jamais vista.

    Por conta disso, os prefeitos mineiros, assim como o atual chefe do Poder Executivo de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, têm procurado, com criatividade e economia, soluções para atenuar os efeitos dessa crise e evitar que a população, principalmente a mais carente, seja atingida.

    Caso se consume o adiamento das aulas, por recomendação da Associação Mineira de Municípios, o ano letivo de 2019 já começará prejudicado.

    Relembre o Caso

    Prefeitos mineiros aprovaram em assembleia, na manhã desta segunda-feira (21),  o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval. Segundo o presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), Julvan Lacerda, a partir da orientação, os prefeitos devem comunicar a medida ao Ministério Público e à comunidade.

    Embora a decisão não tenha sido unânime, a AMM pede a adesão de todas as prefeituras para pressionar o estado a colocar os repasses constitucionais em dia.

    Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

    De acordo com a AMM, a dívida do governo de Minas com o transporte escolar já é de R$ 152 milhões e a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é de R$ 5,3 bilhões.

     *EM
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  • EDUCAÇÃO: Aulas poderão começar somente após o Carnaval.

    EDUCAÇÃO: Aulas poderão começar somente após o Carnaval.

    Iniciativa de prefeitos mineiros se deve a falta de repasses do Governo do Estado.

    Os prefeitos aprovaram em assembleia, na manhã desta segunda-feira (21),  o adiamento do início das aulas escolares para depois do carnaval. Segundo o presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM), Julvan Lacerda, a partir da orientação, os prefeitos devem comunicar a medida ao Ministério Público e à comunidade.

    Embora a decisão não tenha sido unânime, a AMM pede a adesão de todas as prefeituras para pressionar o estado a colocar os repasses constitucionais em dia.

    Além de ser uma forma de pressão, a proposta de adiar o início das aulas foi apresentada como uma forma de economizar. Vários prefeitos se queixam de estar precisando usar recursos próprios para custear os serviços da educação.

    De acordo com a AMM, a dívida do governo de Minas com o transporte escolar já é de R$ 152 milhões e a do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) é de R$ 5,3 bilhões.

     *EM
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  • Grupo Unis oferece graduação a alunos de países africanos através de programa internacional

    Grupo Unis oferece graduação a alunos de países africanos através de programa internacional

    No ano passado o Grupo Unis abriu as portas para um projeto de cooperação internacional com Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), como Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial.

    A Instituição desenvolveu um programa de internacionalização exclusivo para alunos de países africanos que têm a língua portuguesa como oficial. Dessa forma sete estudantes viajaram para Varginha em busca da oportunidade de cursar qualquer graduação no Unis como alunos regulares!

    A primeira turma chegou em Varginha no primeiro semestre de 2018, com alunos vindos de Angola, Cabo Verde e Moçambique. Se dividindo entre cursos como Arquitetura, Engenharia Civil, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão de Recursos Humanos, os estudantes estrangeiros receberão ao final de sua formação diplomas válidos para todo o território nacional.

    Isac Genito Francisco Auonauaia é natural de Moçambique, está cursando Engenharia Civil no Grupo Unis através do programa de internacionalização, e falou um pouco sobre a oportunidade que está vivendo: “A minha experiência está sendo muito boa. Vindo para o Brasil pude comprovar que o que o Grupo Unis tem para me entregar não era só propaganda, é tudo real. Ser um engenheiro é o meu sonho de infância, e hoje estou conseguindo realizar esse sonho cursando Engenharia Civil em uma Instituição que forma pessoas com foco no mercado de trabalho”, comentou.

    Este programa é outro viés do Departamento de Relações Internacionais da Instituição, que se tornou possível através de acordos firmados com as câmaras municipais dos PALOP, durante o III Congresso Internacional do Grupo Unis realizado em 2017.

    Para 2019 mais uma turma de alunos naturais de países africanos de língua oficial portuguesa está sendo formada. Ainda não há data prevista para a chegada dos estudantes, visto que os processos seletivos estão sendo finalizados.

    *Grupo UNIS

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  • AUSÊNCIA DE AFETO DOS PAIS PODE GERAR DANO MORAL AOS FILHOS?

    AUSÊNCIA DE AFETO DOS PAIS PODE GERAR DANO MORAL AOS FILHOS?

    CIDADÃO, ENTENDA O SEU DIREITO!

    “AMAR É FACULDADE, CUIDAR É DEVER.” Com essa frase da ministra Nancy Andrighi, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é sim possível exigir indenização por dano moral decorrente de abandono afetivo pelos pais. A decisão é inédita. Em 2005, a Quarta Turma do STJ, que também analisa o tema, havia rejeitado a possibilidade de ocorrência de dano moral por abandono afetivo.

    No caso mais recente, a autora entrou com ação contra o pai, após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade, por ter sofrido abandono material e afetivo durante toda infância e adolescência. Na primeira instância, o pedido foi julgado improcedente, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao comportamento agressivo da mãe em relação ao pai.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), porém, reformou a sentença. Em sede de apelação, afirmou que o pai era “abastado e próspero” e reconheceu o abandono afetivo. A compensação pelos danos morais foi fixada em R$ 415 mil. No STJ, o pai alegou violação a diversos dispositivos do Código Civil e divergência com outras decisões do tribunal. Ele afirmava não ter abandonado a filha. Além disso, mesmo que tivesse feito isso, não haveria ilícito indenizável. Para ele, a única punição possível pela falta com as obrigações paternas seria a perda do poder familiar.

    Para a ministra, porém, não há porque excluir os danos decorrentes das relações familiares dos ilícitos civis em geral. “Muitos, calcados em axiomas que se focam na existência de singularidades na relação familiar – sentimentos e emoções –, negam a possibilidade de se indenizar ou compensar os danos decorrentes do descumprimento das obrigações parentais a que estão sujeitos os genitores”, afirmou.

    “Contudo, não existem restrições legais à aplicação das regras relativas à responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar/compensar, no direito de família”, completou a ministra Nancy. Segundo ela, a interpretação técnica e sistemática do Código Civil e da Constituição Federal apontam que o tema dos danos morais é tratado de forma ampla e irrestrita, regulando inclusive “os intrincados meandros das relações familiares”.

    A ministra apontou que, nas relações familiares, o dano moral pode envolver questões extremamente subjetivas, como afetividade, mágoa, amor e outros. Isso tornaria bastante difícil a identificação dos elementos que tradicionalmente compõem o dano moral indenizável: dano, culpa do autor e nexo causal.

    Porém, ela entendeu que a par desses elementos intangíveis, existem relações que trazem vínculos objetivos, para os quais há previsões legais e constitucionais de obrigações mínimas. É o caso da paternidade.

    Segundo a ministra, o vínculo – biológico ou autoimposto, por adoção – decorre sempre de ato de vontade do agente, acarretando a quem contribuiu com o nascimento ou adoção a responsabilidade por suas ações e escolhas. À liberdade de exercício das ações humanas corresponde a responsabilidade do agente pelos ônus correspondentes, entendeu a relatora.

    Os pais tem o DEVER de cuidar dos filhos, e “Sob esse aspecto, indiscutível o vínculo não apenas afetivo, mas também legal que une pais e filhos, sendo monótono o entendimento doutrinário de que, entre os deveres inerentes ao poder familiar, destacam-se o dever de convívio, de cuidado, de criação e educação dos filhos, vetores que, por óbvio, envolvem a necessária transmissão de atenção e o acompanhamento do desenvolvimento sócio-psicológico da criança”, explicou.

    “E é esse vínculo que deve ser buscado e mensurado, para garantir a proteção do filho quando o sentimento for tão tênue a ponto de não sustentar, por si só, a manutenção física e psíquica do filho, por seus pais – biológicos ou não”, acrescentou a ministra Nancy.

    Para a relatora, o cuidado é um valor jurídico apreciável e com repercussão no âmbito da responsabilidade civil, porque constitui fator essencial – e não acessório – no desenvolvimento da personalidade da criança. “Nessa linha de pensamento, é possível se afirmar que tanto pela concepção, quanto pela adoção, os pais assumem obrigações jurídicas em relação à sua prole, que vão além daquelas chamadas necessarium vitae”, asseverou.

    Amor

    “Aqui não se fala ou se discute o amar e, sim, a imposição biológica e legal de cuidar, que é dever jurídico, corolário da liberdade das pessoas de gerarem ou adotarem filhos”, ponderou a ministra. O amor estaria alheio ao campo legal, situando-se no metajurídico, filosófico, psicológico ou religioso.

    “O cuidado, distintamente, é tisnado por elementos objetivos, distinguindo-se do amar pela possibilidade de verificação e comprovação de seu cumprimento, que exsurge da avaliação de ações concretas: presença; contatos, mesmo que não presenciais; ações voluntárias em favor da prole; comparações entre o tratamento dado aos demais filhos – quando existirem –, entre outras fórmulas possíveis que serão trazidas à apreciação do julgador, pelas partes”, justificou.

    Alienação parental

    A ministra ressalvou que o ato ilícito deve ser demonstrado, assim como o dolo ou culpa do agente. Dessa forma, não bastaria o simples afastamento do pai ou mãe, decorrente de separação, reconhecimento de orientação sexual ou constituição de nova família. “Quem usa de um direito seu não causa dano a ninguém”, ponderou.

    Conforme a relatora, algumas hipóteses trazem ainda impossibilidade prática de prestação do cuidado por um dos genitores: limitações financeiras, distâncias geográficas e mesmo alienação parental deveriam servir de excludentes de ilicitude civil.

    Ela destacou que cabe ao julgador, diante dos casos concretos, ponderar também no campo do dano moral, como ocorre no material, a necessidade do demandante e a possibilidade do réu na situação fática posta em juízo, mas sem nunca deixar de prestar efetividade à norma constitucional de proteção dos menores.

    “Apesar das inúmeras hipóteses que poderiam justificar a ausência de pleno cuidado de um dos genitores em relação à sua prole, não pode o julgador se olvidar que deve existir um núcleo mínimo de cuidados parentais com o menor que, para além do mero cumprimento da lei, garantam aos filhos, ao menos quanto à afetividade, condições para uma adequada formação psicológica e inserção social”, concluiu.

    Filha de segunda classe

    No caso analisado, a ministra ressaltou que a filha superou as dificuldades sentimentais ocasionadas pelo tratamento como “filha de segunda classe”, sem que fossem oferecidas as mesmas condições de desenvolvimento dadas aos filhos posteriores, mesmo diante da “evidente” presunção de paternidade e até depois de seu reconhecimento judicial.

    Alcançou inserção profissional, constituiu família e filhos e conseguiu “crescer com razoável prumo”. Porém, os sentimentos de mágoa e tristeza causados pela negligência paterna perduraram.

    “Esse sentimento íntimo que a recorrida levará, ad perpetuam, é perfeitamente apreensível e exsurge, inexoravelmente, das omissões do recorrente no exercício de seu dever de cuidado em relação à recorrida e também de suas ações, que privilegiaram parte de sua prole em detrimento dela, caracterizando o dano in re ipsa e traduzindo-se, assim, em causa eficiente à compensação”, concluiu a ministra.

    A relatora considerou que tais aspectos fáticos foram devidamente estabelecidos pelo TJSP, não sendo cabível ao STJ alterá-los em recurso especial. Para o TJSP, o pai ainda teria consciência de sua omissão e das consequências desse ato.

    A Turma considerou apenas o valor fixado pelo TJSP elevado, mesmo diante do grau das agressões ao dever de cuidado presentes no caso, e reduziu a compensação para R$ 200 mil. Esse valor deve ser atualizado a partir de 26 de novembro de 2008, data do julgamento pelo tribunal paulista.

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

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    TRÊS PONTAS-MG

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão da OAB Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

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  • MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    MPMG recomenda anulação de processo seletivo realizado pelo município de Santana da Vargem.

    Segundo Promotoria de Justiça, o processo seletivo simplificado tem irregularidades insanáveis.

    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) expediu Recomendação ao município de Santana da Vargem, no Sul de Minas, para que o processo seletivo simplificado realizado em 2018 seja integralmente anulado.

    De acordo com a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Três Pontas – comarca à qual pertence o município de Santana da Vargem – há vícios insanáveis no processo seletivo, tais como a imposição de restrições descabidas para o modo de inscrição, admitida somente na forma pessoal, e o favorecimento de atuais e ex-servidores públicos.

    Em procedimento instaurado pela Promotoria de Justiça para apurar o caso, verificou-se que a filha de uma servidora integrante da comissão examinadora foi aprovada para exercer a função de assistente administrativo, e que o filho do prefeito de Santana da Vargem foi aprovado em primeiro lugar para exercer a função de operador de máquinas leves, mesmo não sendo habilitado para dirigir na categoria exigida pelo edital.

    Segundo a Promotoria de Justiça, a legislação determina que o município deve propiciar o maior número possível de inscritos e privilegiar o conhecimento técnico, de maneira que ocorra a contratação dos profissionais mais qualificados. O documento destaca ainda que a quebra dos princípios da moralidade, da legalidade e da impessoalidade configuram prática de improbidade administrativa.

    “A regra a ser observada é o concurso público, mas, até a presente data, o prefeito de Santana da Vargem não realizou nenhum ato efetivo para cumprir o que determina a Constituição da República. Assim, foi recomendado que o gestor se abstenha de realizar qualquer contratação que não seja indispensável ao atendimento de necessidade temporária de excepcional interesse público”.

    A Recomendação também foi encaminhada à Câmara Municipal, que tem função fiscalizadora.

    *Diretoria de Imprensa MPMG
    Superintendência de Comunicação Integrada
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    Roger Campos

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  • SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    SEM REPASSES, Prefeitos se reúnem para enfrentamento da crise financeira em Minas Gerais.

    GOVERNO MINEIRO DEVE MAIS DE 13 MILHÕES PARA O MUNICÍPIO DE TRÊS PONTAS.

    O Procurador Geral do Município de Três Pontas, Dr. Yves Duarte Tavares, representando o Prefeito Municipal, Marcelo Chaves Garcia, está em Belo Horizonte, hoje (21) onde participou de reunião com mais de 300 Prefeitos e assessores para discutir medidas emergenciais diante da falta de repasses do Governo do Estado, que está deixando os municípios em situação de penúria.

    Os prefeitos falaram sobre os repasses que estão atrasados, entre, eles do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que é direcionado à educação, e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

    Eles discutiram também sobre outros repasses como convênios e contratos nas áreas de saúde, assistência social e transporte. O valor, segundo os prefeitos, é de R$ 12,6 bilhões, que engloba os governos de Fernando Pimentel (PT) e Romeu Zema (Novo).

    Os prefeitos também reivindicam R$ 342 milhões referentes ao Fundeb e ao ICMS que, segundo eles, deveriam ter sido repassados neste ano.

    O Presidente da AMM, Prefeito de Moema, Julvan Lacerda falou da importância dessa convocação:

    “A situação está crítica para todos os municípios da nossa região. Mesmo aqueles prefeitos que ainda estão conseguindo cumprir com seus compromissos, já temem porque não conseguirão fechar o ano com as contas pagas se os recursos não chegarem. Nem os repasses constitucionais semanais do ICMS e FUNDEB estão sendo realizados regularmente pelo novo Governador”.

    A dívida do Estado com os municípios mineiros já ultrapassa os 12 bilhões de reais. Somente a cidade de Três Pontas tem, segundo a Prefeitura Municipal, mais de R$ 13 milhões a receber oriundos de repasses não realizados.

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    Roger Campos

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