Nossos feeds de notícias, frequentemente, publicam um feminicídio no país. Homens assassinam suas ex-mulheres, basicamente, para livrar-se de alguém que “atrapalha” as suas felicidades ou então para “atrapalhar” a vida de alguém que quer seguir a sua. Nesse sentido, podemos dizer que felicidade é uma palavra com vários motivos. Todos têm o direito de seguir suas vidas, desde que não atrapalhem a vida do outro.
Por que Capitu, a personagem de Dom Casmurro, de Machado de Assis, entra nessa história?
Bem. Desde os tempos do colégio, ao estudar literatura, até entrar na universidade, a pergunta sempre corriqueira e mundana era, ou é: Capitu traiu ou não traiu Bentinho, o personagem que se tornou Dom Casmurro, sozinho, pensando e debatendo dentro de si se Ezequiel era o seu filho e não de Escobar, seu dileto amigo?
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Hoje, penso que sempre houve uma interpretação, a partir do olhar do parceiro ciumento, do casal que somente engravidou quando os casais amigos, no caso Escobar e sua mulher, passaram a conviver com assiduidade.
Afinal, Capitu traiu ou não traiu? Existe pergunta mais machista do que essa? A pergunta não seria uma forma de sapatear sobre o corpo ou a imagem de uma mulher, estrategicamente afastada pelo autor, em algum lugar distante, sem direito de defesa?
Uma mulher sendo colocada no palco da suspeição, abandonada no exterior para viver sozinha até sua morte. Caberia perguntar ao nosso nobre Machado, por que não perguntou à própria se cometeu o adultério ou não? Machado praticou um feminicídio, sem direito de defesa?
Claro, o autor coloca a questão de Bentinho não ter conseguido engravidá-la até que os casais amigos se visitassem. E a pulga se postou atrás das orelhas de quem se diverte em fazer essa pergunta ao distinto público, como uma arte de zombar da suposta arte da mulher saber esconder seus crimes.
Capitu foi morta sem o mesmo direito de defesa com que se cometem feminicídios pelo país. No fundo, não seria uma arte de expor machismos, baseados na desconfiança ou na falta de confiança dos homens em si mesmos? Bentinho via no rosto de seu filho os traços da traição. Via? Ou imaginava o que via, como uma forma de vingar-se da sua falta de maturidade.
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Muitos homens descontam nas mulheres suas fraquezas. Os que são fortes sofrem porque não tomam nenhuma atitude extremada, apenas aceitam o que o destino lhes impôs
e tentam retomar suas vidas; e que chorar um pouco não faz mal a ninguém. Os fracos? Bem, praticam suas fraquezas.
Por que uma mulher não pode ficar com um homem e amá-lo, apesar de suas fraquezas, e por que um homem não liberta uma mulher, se deseja se mostrar forte para outras, já que para uma mulher única não acha suficiente?
Capitu, uma mulher independente e determinada, que usou todas as artimanhas que sabia para livrar Bentinho de se tornar padre, conforme o desejo da mãe dele, por que usaria alguma coisa assim, uma forma de trair a quem sempre quis bem, justamente com seu amigo que usou um argumento para, também, ajudar a livrar Bentinho do sacrifício?
A pergunta deveria mudar: Não seria se Capitu traiu ou não? Mas, afinal que homem era esse Bentinho, que foi ajudado por muitos e começou a ver fantasmas?
Quem ama não mata? Bentinho, realmente, amava Capitu?
Higino Pires Cardoso Filho é um artista. Ele comanda uma empresa especializada em jateamento e pintura a pó que tem feito grande sucesso não apenas em Três Pontas e região mas também entre as pessoas famosas das capitais.
É o caso do DJ Alok que finalizou uma mesa para abrigar seus equipamentos de som aqui em Três Pontas. trabalho que pode ser visto em alguns de seus clipes.
Uma reportagem especial, em forma de documentário que vale a pena ser assistida até o fim.
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Na manhã da terça-feira (04/04), a equipe do CISSUL/SAMU da Base Descentralizada de Três Pontas foi acionada no bairro Santa Edwiges, para atender um bebê que apresentava-se engasgado. Felizmente ele foi salvo! O caso só foi divulgado pelo Samu agora.
Ao chegar no local a equipe composta pelo Técnico de Enfermagem, Breno Clementino Santos e o Condutor de Ambulância, Samuel Carlos Rosa, se depararam com o bebê desfalecido, e prontamente iniciaram as manobras de desobstrução de vias aéreas.
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Após dois ciclos de manobras o bebê voltou a respirar e foi encaminhado imediatamente para o Posto de Saúde de Três Pontas para avaliação médica.
O CISSUL/SAMU parabeniza a equipe pelo empenho, dedicação e presteza no atendimento e deseja ao bebê um futuro de muita saúde!
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As informações são de Stéfani Papandréa, Chefe da Divisão de Comunicação da ASSCOM CISSUL SAMU.
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CAMPEÃO OLÍMPICO DE VOLEI PELO BRASIL, GIOVANE GÁVIO, É UMA DAS ATRAÇÕES
Fé, música e Café: II Seminário Trilhas visa impulsionar nossas riquezas através de ações planejadas, compartilhamento de boas práticas e debates em torno desses principais temas.
Para muitos municípios o Turismo é uma excelente fonte de renda e de desenvolvimento econômico-social. Para a população traz bem-estar, gera empregos, pertencimento, além de significativa melhoria na qualidade de vida.
Três Pontas é uma cidade com um grande potencial turístico que já vem sendo desenvolvido e explorado e o Seminário Trilhas será um ótimo momento para entendermos como podemos utilizar nossas principais riquezas para atrair investimentos, turistas, impulsionar nossos atrativos e buscar parcerias com outros municípios visando movimentar toda a região, através de potentes rotas e produtos turísticos.
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Entre os dias 11 e 13 de abril, mais uma vez Três Pontas será palco para grandes debates e palestras e contará com profissionais do setor em torno de uma programação recheada de informação, cultura e diversão para todos.
* Nos dias 11 e 12 de abril, o evento acontecerá no Centro Cultural Milton Nascimento (Rua Celso Gazola, nº 23 – Jardim Brasil), de 8h às 17h.
* No dia 13 de abril, o evento acontecerá no Clube de Campo Catumbi – CCC (Rua Barão do Pontal, 147 – Catumbi).
Veja a programação completa:
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Três Pontas, terra da Fé, da Música e do Café, também já pode ser considerada a terra da cachaça artesanal de qualidade internacional. E isso se deve ao trabalho minucioso, detalhista, caprichoso do empresário Paulo Sérgio Souza Rodrigues e sua esposa Regina. Em um recente concurso estadual de ‘Rabo de Galo’, a Cachaça Divina Cana brilhou, ficou em segundo lugar e projetou o município para muito além das montanhas das Gerais na produção das melhores cachaças. Vamos conhecer mais…
Paulo Sérgio nos convidou a conhecer sua produção e desde a nossa chegada ao Alambique Ouro Verde ficamos muito bem impressionados com todo cuidado, zelo, carinho e busca incessante pela qualidade na produção das bebidas destiladas. Empresário bem-sucedido em outro ramo, ele nos contou que partiu também para esse ramo por conta de uma grande vontade pessoal de fazer algo que realmente lhe desse prazer.
“Além do trabalho que eu já tinha e tenho, eu precisava de algo se realmente se tornasse um hobby. E foi quando surgiu a ideia e a oportunidade de lidar com cachaça. Eu tive a oportunidade de estudar química industrial. Eu já tinha, portanto, uma noção de fermentação e produção de álcool, que é muito diferente da produção de cachaça. Mas que, sem dúvida, serviu como base para que eu, sozinho, lá no início, conseguisse produzir minha primeira cachaça, sem muita ajuda externa. E após começar a produção eu vi que era algo que realmente me dava muito prazer. Comecei então a estudar, li muito, fiz vários cursos e cheguei à conclusão que eu queria fazer um produto de excelência, de muita qualidade”, revelou Paulo Sérgio.
Ainda segundo ele, tudo que foi feito, construído na sua propriedade, foi justamente buscando a produção de cachaças especiais. A produção, meramente como hobby, começou no ano de 2016. Mas em 2019 partiu para um lado totalmente profissional. E os resultados não poderiam ter sido melhores, fruto de investimento, empenho e paixão.
“Eu então procurei a ajuda de uma responsável técnica, a Ana Marta Sátyro. Fui atrás de novos cursos para que pudesse me adequar a legislação”, ressaltou.
A cachaça é aclamada em todo mundo e é considerada a mais genuína bebida brasileira. Mas para se chegar a esse status, toda essa fama que o país goza, não foi fácil, muito menos surgiu do dia para a noite. Estamos falando das melhores cachaças do Brasil, não apenas daquela linha de produção barata, das ‘pingas comuns’ que abastecem os botecos de norte a sul e que são consumidas absurdamente todos os dias. No Alambique Ouro Verde, por exemplo, qualidade é a palavra de ordem.
“O que dá qualidade à cachaça, um destilado querido no mundo inteiro, por suas características, é a cana, o tipo de cana que você utiliza, a fermentação que você vai empregar, já que esse processo é fundamental, na ‘alambicagem’ as características que predominarão na bebida são incorporadas, por isso todo cuidado é necessário, separando por exemplo as cachaças comuns de grande produção daquelas mais tops, artesanais, de paladar e qualidade especiais. A utilização de barris de madeiras especiais também faz toda diferença. Madeiras como Carvalho, Amburana, Jequitibá ou Castanheira”, explicou o produtor.
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A DIVINA CANA
O Alambique Ouro Verde trabalha atualmente com 5 tipos de cachaças.
A Vulcano é armazenada por dois anos no Jequitibá Rosa e depois por mais um no Barril de Carvalho. Outra é a Febo, que também é curtida durante dois anos no Jequitibá Rosa e posteriormente mais um ano na Amburana. Já a aclamada Júpiter é um blend de carvalhos europeus e americanos, ficando em repouso por três anos no Carvalho. Tem também a cachaça prata, sendo uma bebida armazenada em depósitos de inox, que não altera a cor e nem agrega sabores de nenhuma forma que não seja a da própria fermentação/alambicagem.
Merece todo destaque ainda a cachaça Divina 165, envelhecida em barril de carvalho, de primeiro uso, carrega um traço abaunilhado firme e adocicado. Trata-se de um lote bem pequeno, de 165 garrafas numeradas, exclusivas, produzidas em homenagem ao aniversário de 165 da cidade de Três Pontas, onde cada comprador assina um quadro que fica à mostra na sede da cachaçaria. A Divina 165 ganhou muitas características sensoriais.
Além do vice-campeonato no concurso mineiro de rabo de galo (um drink que pode ser consumido como um shot rápido ou transformado em um coquetel saboroso. Tipicamente brasileiro, ele é feito com cachaça e vermute, onde se pode fazer novas leituras usando outros ingredientes como limão, cravo, Cynar, etc., marcando presença em botecos e também em bares modernos), a Divina Cana ficou em 13º lugar no campeonato brasileiro, um lugar honroso, de muita importância, já que havia cachaças de todo país, algumas com oitenta anos de tradição, outras bastante famosas, competindo.
“A valorização da culinária, das bebidas, dos costumes, também da cachaça, é fundamental para as nossas tradições culturais e eu quero fazer isso também na nossa propriedade. Vamos receber pessoas de Minas e do Brasil todo para mostrar como se produz uma cachaça de primeira. Curiosidades e características. A cachaça não perde, sensorialmente, para nenhum outro destilado”, concluiu Paulo.
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A CRÍTICA ESPECIALIZADA APLAUDIU!
O editor do portal Devotos da Cachaça, um dos mais respeitados do país quando o assunto é cachaça e o master blender Nelson Duarte se depararam com o estande da Cachaça Divina Cana e ficaram empolgados:
“Degustamos duas cachaças: a Divina Cana Júpiter, que ostenta o poderoso deus romano no rótulo, e a Divina Cana 165, com rótulo cheio de motivos musicais. Ambas cachaças armazenadas em carvalho. Após dois goles, balançamos a cabeça em conjunto, em sinal de aprovação. Apontei para o rótulo musical da 165 e disse: “Tem punch!”. Nelson, em meio tom, apontou para a Júpiter e disse: “Mais equilibrada! Ambos concordamos que estávamos diante de produtos de alta qualidade, mas cada um tinha sua favorita”, revelaram.
Então, bateu aquela vontade de experimentar? Se eles aplaudiram, aposto que você, adepto de uma cachaça de qualidade, também se renderá!
Os interessados podem saber mais ou adquirir os produtos visitando as redes sociais da Divina Cana.
Importante entendermos que quando se fala em cachaça não se pode adicionar nada! Se adicionarmos o produto se transforma em uma bebida mista. E também a graduação de álcool não pode ser inferior a 38 e não pode ser superior a 48, uma escala rigorosa que resulta na qualidade da cachaça produzida.
UM PRESENTE PARA O PRESIDENTE DE PORTUGAL
Pela terceira vez em menos de um ano e meio Minas Gerais desembarcou em Lisboa para mostrar a cultura, cozinha, belezas naturais e patrimônio histórico do estado. Essa terceira viagem de uma comitiva a Portugal teve um objetivo mais comercial: participar da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), uma das principais feiras de turismo do continente europeu, depois de uma bem-sucedida passagem pela FIT de Madri.
O presidente Marcelo Rebelo de Sousa foi presenteado pela secretária-adjunta Milena Pedrosa com uma cachaça mineira — Foto: Roberto Castro/MTur/Divulgação
Pelo estande, no primeiro dia de evento, passaram a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, o presidente Embratur, Marcelo Freixo, e o presidente de Portugal, Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa, que, na oportunidade, foi presenteado com uma cachaça mineira, justamente a Divina Cana Júpiter, produzida aqui em Três Pontas no Alambique Ouro Verde.
NOVIDADES
De acordo com o empresário, para se lançar um produto demanda tempo e muita dedicação. Ainda para 2023 a expectativa do Alambique Ouro Verde é lançar uma linha de bebidas mistas (licores com ingredientes como café ou doce de leite), que agreguem valor aos produtos e também outras madeiras para a conservação de novas bebidas, como o bálsamo, por exemplo.
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Comprou um imóvel com vícios ou defeitos ocultos e não sabe o que fazer? Leia este artigo e entenda o que você pode fazer para resolver o problema!
Não é novidade que ter um imóvel é um sonho para a maior parte dos brasileiros. Segundo pesquisas recentes, um imóvel tem até mais valor para as pessoas do que ter filhos, e conseguir a segurança financeira ganha também da religião. No entanto, você pode identificar problemas depois da compra. NESSE CASO, O QUE FAZER QUANDO SE COMPRA UM IMÓVEL COM VÍCIO OCULTO?
A primeira coisa que você precisa saber é o significado de um imóvel com vício oculto. Em seguida, é importante compreender o que diz a lei, quais os prazos e responsabilidades na situação. Além disso, você deve saber o que fazer diante do problema.
Por isso, para ajudar você e não deixar que o seu sonho de ter um imóvel próprio se transforme em um pesadelo, nós criamos este artigo. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!
O que é um imóvel com vício oculto?
Você já comprou alguma coisa que aparentava estar em perfeitas condições, mas depois de algum tempo de uso começou a notar problemas? Por exemplo, imagine que você tenha comprado um notebook e depois de uns dias percebeu que uma determinada tecla às vezes funciona, às vezes não funciona.
Isso é um exemplo do que chamamos de vício oculto, que nada mais é do que um vício que não é de fácil detecção à primeira vista. No imóvel isso pode ocorrer de diversas formas.
Um exemplo clássico é a infiltração. Você só conseguirá perceber o problema com passar do tempo ao verificar fatores como manchas no teto, mofo, pintura descascada, e até mesmo, água escorrendo pelas paredes. Em todos os casos, os problemas só poderão ser vistos depois de algum tempo de uso.
A primeira coisa que precisamos fazer é entender quando é aplicado o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ou o Código Civil. O CDC é aplicado quando o imóvel é comprado de um fornecedor, ou seja, uma empresa que faça isso de forma recorrente. Esse é o caso de construtoras, imobiliárias, empreiteiras e incorporadoras.
Já para casos onde o imóvel é comprado de uma empresa ou pessoa, que não tem como atividade principal a venda de imóveis, é aplicável o Código Civil.
Dessa forma, se a pessoa que comprou o imóvel não tiver feito isso com a finalidade de morar (que é o caso de comprar para alugar), aplica-se o Código Civil. Caso contrário, aplica-se o CDC.
O que diz a lei sobre imóvel com vício oculto?
O artigo 441 do Código Civil, bem como os seguintes, dão detalhes das ações possíveis, assim como os prazos. Em suma, ao identificar um problema oculto é possível realizar dois tipos de ações:
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AÇÃO DE RESCISÃO CONTRATUAL E INDENIZATÓRIA: esse é o ato de pedir a rescisão do contrato com a devolução do valor pago e indenização pelos danos causados;
AÇÃO COM OBRIGAÇÃO DE FAZER: nesse tipo de ação é pedido que a construtora efetue os reparos necessários, que pode ser cumulada com a indenização pelos danos causados.
Caso o vendedor tenha ciência do problema, também é possível solicitar indenização por danos morais e materiais, de acordo com artigo 206, § 3º do Código Civil. Mas é preciso ficar atento aos prazos, pois dependendo do tipo do problema os prazos podem variar.
CONTINUE A LEITURA E VEJA MAIS DETALHES SOBRE ESSE TÓPICO!
QUAIS OS PRAZOS PARA TRATAR ESSE PROBLEMA?
Os prazos para tratar as questões podem variar de acordo com cada situação. Em resumo, temos três tipos de problemas: relativos à perfeição da obra, segurança e solidez e a metragem do imóvel.
PERFEIÇÃO DA OBRA
Para problemas de mal acabamento e outros tipos de imperfeições ocultas no imóvel o prazo é de até 1 ano. Este prazo passa a contar no momento em que o imóvel é recebido. Entre as situações que podem se enquadrar neste tipo de vício oculto no imóvel estão:
entupimentos;
falta de impermeabilização da laje;
uso de gesso ao invés de laje.
Em alguns casos muito específicos, há situações em que é quase impossível identificar o problema antes que ocorra algum sinal, como rachaduras causadas em virtude de passagem de lençol freático por baixo do imóvel. Nesse caso, o prazo de um ano passa a contar no momento da descoberta do problema.
SEGURANÇA E SOLIDEZ
Se o problema for relacionado a segurança e a solidez do imóvel, então utiliza-se como base o artigo 618 do Código Civil, que prevê uma garantia de 5 anos. Isso significa que é preciso identificar o problema até esse período.
Após o problema ficar evidente (e respeitando o prazo acima), é possível propor uma ação em até 180 dias para ação redibitória (solucionar o defeito), ou até 3 anos para ação indenizatória.
METRAGEM DO IMÓVEL
Em resumo, digamos que acontece quando depois de comprar o imóvel você identifica que ele não possui as características descritas na escritura. Esse problema pode ser em relação a área do terreno, área interna ou externa do imóvel, como pé-direito.
Um detalhe importante é que para configurar esse problema, a diferença deve ser maior ou igual a 5% da medida total. Quanto ao prazo para realizar a ação é de 1 ano após o recebimento do imóvel.
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DE QUEM É A RESPONSABILIDADE E QUEM DEVE ARRUMAR?
Se o vício oculto do imóvel for relacionado à perfeição da obra, pode-se responsabilizar tanto o vendedor quanto o construtor. Nesse caso é importante apresentar as provas. Mas se o problema envolver a segurança e solidez, nesse caso a responsabilidade é do construtor e não é necessário existir a comprovação.
O QUE FAZER PARA RESOLVER O PROBLEMA?
As alternativas para lidar com a situação, dependendo do problema, são:
pedir a rescisão e solicitar a devolução dos valores;
pedir o abatimento do valor que falta como forma de indenização para tratar o vício oculto;
ou exigir o ajuste por parte dos responsáveis.
Por fim, neste artigo você viu os principais pontos que a lei traz sobre o imóvel com vício oculto. Desde a sua caracterização, quando é aplicado o Código de Defesa do Consumidor ou Código Civil, o que diz a lei sobre isso, os prazos para tratar os problemas mais comuns, de quem é a responsabilidade e como resolver esse problema.
FICOU ALGUMA DÚVIDA, PROCURE UM ADVOGADO DE SUA CONFIANÇA!
Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).
Atuou como Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG (triênio 2019 a 2021).
Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.
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O Prefeito Marcelo Chaves recebeu a visita de Ryan Victor, um jovem trespontano de Jiu Jitsu que, com apenas 15 anos de idade, já acumula os principais títulos mundiais da modalidade.
Ryan faz parte da equipe da Associação Trespontana de Jiu Jitsu, da qual outros atletas também vêm se destacando em campeonatos pelo mundo. À frente de tudo isso, um lindo projeto social idealizado e colocado em prática pelo pai de Ryan, Josué Victor da Silva, o Jô, que com muito esforço e competência, dá aulas para adultos e crianças em uma academia que ele mantém através de doações, de contribuições voluntárias e até mesmo tirando do próprio sustento, oriundo do salário de R$2 mil que recebe mensalmente realizando “bicos”.
Todo esforço e dedicação desse pai-treinador têm sido recompensados com a evolução dos meninos que treina. A sua equipe campeã vem se destacando em cada uma das competições que participa e o histórico do Ryan é a prova disso. Recentemente ele disputou e foi o grande campeão do Campeonato Latino Americano de Jiu Jitsu, na categoria Galo, faixa laranja. Além desse título ele é tri-campeão Sul Americano IBJJF (International Brasilian Jiu jitsu Federation), bi-campeão Brasileiro IBJJF, bi-campeão Brasileiro CBJJE (Confederação Brasileira de Jiu Jitsu Esportivo), tri-campeão Latino Americano e bi-campeão Mundial CBJJE. Disputado por grandes equipes nacionais e internacionais, Jô afirma que gostaria de mantê-lo em Três Pontas e levar o nome do nosso município e de possíveis empresas patrocinadoras pelo mundo.
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O desafio de Jô é enorme e tanto o Ryan quanto os outros atletas de sua equipe, extremamente dedicados e com futuros promissores, dependem da ajuda de patrocínios e doações. Hoje, representando a equipe PRBJJ/VISON, alguns deles contam com apoio de nutricionista, endocrinologista e preparador físico, mas isso não é suficiente. Com o foco nas próximas competições, principalmente as internacionais, eles gostariam de contar com o apoio financeiro de empresas socialmente responsáveis e que entendem o esporte como um grande impulsionador do desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de ter suas marcas atreladas a atletas que, com muito profissionalismo, vêm brilhando e chamando atenção pela competência e talento, nacional e internacionalmente, desde muito cedo.
As próximas competições que o Ryan e a equipe terão pela frente, ainda em 2023, são: Campeonato Brasileiro; Campeonato Panamericano Kids, nos EUA; Campeonato Sul-americano e Campeonato Europeu. Eles estão classificados para todas essas competições, mas só poderão participar se tiverem condições financeiras para isso.
Os atletas ao lado do prefeito Marcelo Chaves e do secretário de esportes João Batista Rabello.
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A campanha está lançada! Então, além de acompanhar e torcer muito por eles, vamos tentar ajudar da maneira que pudermos, seja patrocinando, doando e compartilhando essa história linda de sucesso para que alcance o máximo e pessoas possível e dê a visibilidade que esses meninos merecem!
Para conhecer mais sobre o projeto ou mesmo para ajudar, o contato do Jô é (35) 99826-0656.
@assoc_trespontana_de_jiu_jitsu
@ryan_victorbjj
Fonte PMTP
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E então acordamos suando frio, com aquela sensação de que ainda estamos voltando à realidade, lembrando de algo que aconteceu mas não está mais ali.
Pesadelos têm vida curta e nos assustam, deixam um pressentimento, uma sensação de aviso, uma premonição. Sonhos maravilhosos também, na mesma medida nos encantam, nos embalam, e a sensação de que ele poderia ser realidade é um desejo que fica perdurando ao longo do dia.
Assim como nos sonhos não podemos continuar vivendo, nos pesadelos a nossa presença não é desejada. O mundo real e o mundo irreal são assim, construídos de pesadelos e sonhos.
Nos dividimos também entre esses dois mundos, dividimos assim nossos desejos de viver pesadelos e sonhos, e desejamos pesadelos e sonhos para outros.
Sonhamos acordados e temos pesadelos também. Quando reconstruímos nosso passado, tentando inventar uma história possível, imaginando que trilhar aquele outro caminho tornaria nossa vida mais feliz; isso é um sonho, e pesadelo é tentar viver eternamente pensando que tudo poderia ser diferente, refugiado em um mundo de sombras.
É mais fácil se refugiar no sonho do que no pesadelo. Mas o que há de aprendizado nos dois?
Nos sonhos aprendemos que a vida é fácil, e ela funciona de acordo com nossos pensamentos e desejos. O pesadelo é a dureza da realidade, difícil concertar as coisas de modo que funcionem ao nosso gosto.
Temos o gosto pelo sonho e também pelo pesadelo. E eles até combinam, quando o nosso sonho é causar o pesadelo em alguém. E nada como o pesadelo para estragar os projetos de alguém. O sonho é de cada um de nós, e o pesadelo também. Cada um de nós constrói a ponte entre eles e entre todos.
Essa ponte tem o nome de solidariedade. Não existe pesadelo maior do que ver e não ter, não poder. Não ter é o pior pesadelo, a barreira para o sonho de todos. Há aqueles que são tão ricos que podem sonhar, mas os sonhos são pequenos, quando o que se tem é tanto que dá para conseguir quase tudo, e o medo de perder é um pesadelo. E há outros que são tão pobres que têm somente os sonhos. Trabalhar por eles é um pesadelo. Portanto, o pesadelo também é luta, e somente o sonho como objetivo torna essa caminhada mais leve.
Para alguns, o caminho das pedras tem atalhos conhecidos, preparados por outros, instruídos por outros, e para o restante a caminhada é dura, desconhecida, e ficará marcada pelas lembranças.
Quando sonhamos ou temos pesadelos temos lembranças, boas e ruins. São essas lembranças que unem os dois pontos. A lembrança da caminhada é que marca a personalidade no futuro. As cicatrizes são as marcas que nos avisam que no caminho sempre haverá pedras, e essas lembranças trazem a experiência. Para aqueles que não as têm a caminhada parece fácil, a ausência das quedas e a falta de cicatrizes podem tornar o caminho de retomada um pesadelo.
No último mês de março, moradores do Corredor da Espera estiveram no Gabinete Municipal para a realização de um grande sonho: receberem as escrituras definitivas de suas casas.
Através da Reurb (Regularização Fundiária Urbana), que visa colocar em prática a regularização das escrituras de imóveis municipais de assentamentos informais localizados na área urbana, garantindo às pessoas que têm posse de seus imóveis de fato, que tenham também de direito, dez famílias, após décadas de incertezas em relação à propriedade de seus imóveis, puderam receber as escrituras regularizadas de suas casas.
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“Não tem sido uma tarefa fácil, mas em nenhum momento pensamos em desistir dessa conquista para estas famílias. Agradeço imensamente cada uma das pessoas envolvidas com esse projeto, como os vereadores e, especialmente, o vice-prefeito Luizinho, que não têm medido esforços para garantir os direitos dos cidadãos. Começamos pelo Corredor da Espera, mas vamos continuar em outras áreas da cidade e também no Quilombo”, afirma o Prefeito Marcelo Chaves.
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A Reurb é um projeto da Prefeitura de Três Pontas, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedecon). Para dúvidas e informações, falar com o Presidente da Comissão da Reurb, Randolf Gentil.
Fonte PMTP
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O Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética do Jornalistas.
Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.
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O Prefeito Marcelo Chaves esteve no Ministério da Educação, em Brasília, acompanhado pelo reitor do Instituto Federal do Sul de Minas, Cleber Ávila, para negociar a vinda do campus da Unidade de Educação Profissional, para Três Pontas, assim como já existe em Machado e Muzambinho.
A reunião foi bastante produtiva e a conversa está bastante avançada.
O reitor e representantes do IF também estiveram em Três Pontas e visitaram possíveis locais para a implementação do campus, sendo a Escola Agrícola o local preferido por todos.
“Já disse e repito que a Educação é uma das grandes prioridades da minha gestão e essa conquista será mais um sonho realizado. Nossos adolescentes terão a oportunidade de cursarem uma escola federal, com ensino técnico de extrema qualidade. Estamos avançando nas negociações e se Deus quiser em breve teremos mais novidades”, afirmou Marcelo Chaves.
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IF Sul de Minas
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (IFSULDEMINAS) é uma instituição que oferece educação básica, profissional e superior, de forma pluricurricular. É uma instituição multicampus, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos às suas práticas pedagógicas.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas originou-se a partir da fusão de três escolas agrotécnicas localizadas nos municípios de Inconfidentes, Machado e Muzambinho. Assim, as três instituições tornaram-se campi do IFSULDEMINAS, formando uma só instituição e assumindo um novo compromisso: o desenvolvimento regional por meio da excelência na educação profissional e tecnológica. Posteriormente, foram criados três novos campi, nas cidades de Passos, Poços de Caldas e Pouso Alegre, esta última sediando a Reitoria.
Foram constituídos em 2013 pelo Ministério da Educação dois Campi Avançados: um no município de Três Corações e outro no município de Carmo de Minas.
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Há uma cena em um dos primeiros filmes de O Planeta dos Macacos, aquele primeiro, em que o personagem encontra no meio do deserto, da então destruída Terra, uma planta que teima em renascer. Às vezes, lembro-me da cena, quando ando pela cidade concretada e vejo uma planta tentando se erguer no meio da calçada, a despeito da passagem dos pedestres.
Por outro lado, fui surpreendido, certa vez, com um vídeo no Youtube, em que um cego aparece tocando reggae com uma guitarra improvisada por ele, feita de uma lateral de uma lata, uma extensão com cordas esticadas. Com poucos acordes ele consegue tirar uma música audível, compreensível, acompanhada pelo embalo de sua voz.
Vendo cenas assim, eu imagino como a criatividade humana é incrível. Outras vezes, vendo as cenas de mortandade de crianças na África, principalmente, e em outras partes do globo, nos colos de suas mães, fico a pensar que essa genética da criatividade é uma afronta aos poderosos de plantão, que se acham os donos das verdades. Olho as fotos, os vídeos e imagino que no meio daquela mortandade estaria morrendo o cientista que, no futuro, descobriria a fusão a frio ou a cura do câncer.
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O maior patrimônio da humanidade é o próprio ser humano, a despeito de alguns terem a genética da destruição. Em tempos modernos, onde somente os consagrados são justiçados pelas pessoas, este mesmo mundo não olha com carinho para esses descobridores e inventores que morrem a céu aberto, teimosos na criatividade, a despeito das adversidades, demonstram que o que é bom vinga, o que é ruim é puro despeito e tende a morrer em breve.
Fico pensando que a sociedade, assim como a natureza, não se defende, ela se vinga. Desprezamos a imaginação do povo, a quem damos o nome de cultura popular, como se ela fosse uma cultura à parte e não aquela que vai se transformar, no futuro, em uma nova criação cultural. É o mesmo desprezo que fazem com o Hip Hop, o Reggae e o Funk. A cultura do povo, fruto da imaginação não se defende, ela se vinga mostrando uma nova forma de cultura: ela resiste e floresce no concreto.
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E o mesmo quando os poderosos teimam em dar ao povo pobre uma educação precária, inibindo o aparecimento de novos cientistas, até porque a genética do gênio, seja em que área for, não obedece à lógica do berço do bem-nascido, mas seria como uma metralhadora giratória que atira a esmo. Caindo no cérebro da criança pobre, que é desprezada por força da cor ou do gênero, é a sociedade se vingando do poderoso que padecerá da enfermidade que poderia ser curada se não fosse o egoísmo e o preconceito.
A vida é um ciclo findável. Tem começo, meio e fim. De sua aurora, ao seu crepúsculo, sentimos uma metamorfose substancial.
Nos primeiros anos, cabe a nós humanos, apenas o instinto dos sentimentos. É um vale, onde jogamos nossas sementes tênue e nossos pais, com carinho, cuidam de nossos primeiros passos. Vem então adolescência, cabem aos nossos pais soltarem as mãos, e, a vida com sua asperezas, as pegar. Criamos castelos, sem arquitetos e sem pedreiros, e nossa imaginação escala as montanhas das utopias inatingíveis.
Finalmente, chega a maturidade, não mais saltamos de paraquedas, rastreamos nossas fantasias, tentando inserir no núcleo duro da realidade. Guiamos nossos caminhos, com racionalidade e inteligência. Por isso, nossas caminhadas tem os passos do bom senso e os resultados começam aparecer. Não existe mais trevo existencial. Quase sempre, a estrada que escolhemos, nos leva aos êxitos desejados.
Hoje, com o embrião de criança e adolescente, transformamos sonhos em demasias em realidades consistentes.
Por isso, acredito que hoje que estou preparado para nascer. Com a vida, dentro do meu quadrado, expulso quaisquer forasteiros que tenta invadir meu espaço, produzindo tempestades atemporais e ao alento.
Resumindo, minha vida atual, é como o público católico nas missas das sete de manhã de domingo. Bem perto de Deus e longe das imperícias investidas da vida terrena.
O público de domingo das missas, da sete da manhã são experientes e de cabelos brancos. Contaminado do vírus protetor, que impede a fragilidade psicológica e os problemas vivenciais, são enfrentados de frente, com racionalidade capaz de exaurir com facilidade.
Por isso, hoje é que estou preparado para nascer.
E, neste ciclo humano, sobrepuja que a sabedoria vivencial, não nasce de pronto, mas de acordo com o avanço do tempo.
O acerto é uma derivação das tentativas falhas, que acumulamos, no seu decorrer.
As imperícias da vida existentes não causarão desastres fatais como antigamente.