A diretoria da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, através do provedor Michel Renan Simão Castro, confirmou ao Conexão nesta quarta-feira (24) que o dívida do Governo do Estado de Minas Gerais com a entidade continua crescendo e já passa dos R$6 milhões.
O governador Fernando Pimentel (PT), candidato a reeleição, que ficou de fora do segundo turno em Minas Gerais, acumula uma dívida de mais de R$6 bilhões com diversos municípios, consequência da falta de repasses que são obrigatórios, direito de cada cidade. Só para Três Pontas a dívida se aproxima dos R$15 milhões. E desse montante, R$6 milhões são da área da saúde, que deveriam chegar ao Hospital São Francisco de Assis.
O provedor do HSFA, Michel Renan Simão Castro informou que nos próximos dias, em uma nova assembleia da irmandade da Santa Casa, passará informações atualizadas sobre a situação financeira da entidade. Ele não adiantou muitas informações, mas confirmou os R$6 milhões a receber do Estado e também afirmou que uma dívida do Município (Prefeitura) para com o Hospital foi confirmada.
Quando assumiu o HSFA a atual diretoria herdou uma dívida de quase 20 milhões de reais. Em um ano, conseguiu diminuir o rombo para R$15 milhões.
EM NÚMEROS EXATOS, HOJE, A DÍVIDA É DE R$ 14.667.679,35
O Governo do Estado de Minas Gerais, representado nos últimos quatro anos pelo petista Fernando Pimentel, tem sido visto como o causador de uma crise sem precedentes em diversas cidades, incluindo Três Pontas, haja vista que o Município tem, segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, R$14.000.000,00 em repasses pendentes.
De acordo com o secretário municipal de Fazenda de Três Pontas, Aguinaldo Gomes Correa, com quem o Conexão conversou na tarde desta última terça-feira (23), a Prefeitura está “de mãos amarradas”, impossibilitada de realizar algumas obras, melhorias e investimentos por conta da falta de repasses por parte do governador mineiro Fernando Pimentel.
Secretário de Fazenda de Três Pontas, Aguinaldo Gomes Correa.
Desse montante, uma parte seria revertida para a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, que vem enfrentando grave crise financeira, se mantendo aberta e atendendo com dificuldade, inclusive para cumprir o pagamento dos salários da classe médica.
Segundo a AMM (Associação Mineira de Municípios), a dívida do Estado com os municípios chegava a quase R$ 6 bilhões em junho deste ano e o valor só aumentou. Para a entidade, a situação está insustentável e a revolta é grande entre os prefeitos.
Foram várias as cobranças, movimentações, manifestações, ações judiciais e institucionais por parte da Associação Mineira de Municípios (AMM) para que o Governo de Minas Gerais cumprisse seu papel constitucional de repassar aos municípios os repasses do ICMS e IPVA, além dos recursos da Saúde, Transporte Escolar, Assistência Social e Multas de Trânsito, entre tantos outros.
“Em resposta ao posicionamento da AMM, o Governo do Estado de Minas Gerais fez apenas promessas. Não cumpriu seus acordos, não pagou as contas e volta a atrasar todos os repasses, acumulando uma dívida bilionária com os municípios mineiros”, diz a Associação.
“Como confiar em um Governo assim? Como planejar uma gestão sem a garantia dos repasses, pois eles prometem e não cumprem? Essa situação crítica vivida pelos prefeitos, acreditamos ser inédita no Brasil. Um governo que confisca impostos dos municípios? Um governo que abandona a saúde pública da população? Um governo que mente sem parar e coloca os prefeitos em situação tão difícil? Só em Minas Gerais”, lamenta o presidente da AMM e prefeito de Moema, Julvan Lacerda, 1º vice presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
Para o presidente da AMM, o clima entre os prefeitos é de total insatisfação e a paralisação dos serviços que é dever do Estado e que as prefeituras assumem, pode acontecer a qualquer momento. “Até quando vamos aguentar bancar o transporte de alunos de responsabilidade do Estado, com os recursos municipais? Prometeram pagar tudo e não atrasar mais nada”, desabafa o presidente da AMM.
GOVERNO HAVIA DECIDIDO ADIÁ-LO PARA 18 DE NOVEMBRO, MAS VOLTOU ATRÁS.
O Horário Brasileiro de Verão 2018-2019 começa às 00h do dia 04 de novembro de 2018. Desde que foi implantado pela primeira vez no Brasil, o Horário de Verão vem gerando certa polêmica. Existem os favoráveis, os contrários a esse sistema e aquelas pessoas que são simplesmente indiferentes à mudança nos relógios, que são programados para funcionar adiantado uma hora.
A partir da meia-noite do dia 04 de novembro, os relógios brasileiros serão ADIANTADOS em 1 hora nos estados em que o Horário de Verão é válido.
Este ano o Horário de Verão começa mais tarde por conta das Eleições 2018. Embora tenha sido cogitado um segundo adiamento do início do horário de verão para o dia 18 de novembro (com o objetivo de não interferir com o Exame Nacional do Ensino Médio), este não se concretizou.
Origens
As origens do Horário de Verão datam do ano de 1907, quando William Willettb, um construtor britânico e membro da Sociedade Astronômica, deu início a uma campanha para adoção do Horário de Verão naquele país.
Naqueles dias, o argumento utilizado era que haveria mais tempo para o lazer, menor criminalidade e redução no consumo de luz artificial. No entanto, devido à oposição, a ideia não foi implantada na Inglaterra.
Somente em 1916, a Alemanha, adota o Horário de Verão, tornando-se a primeira nação a adotar o sistema, no que foi seguida por diversos países da Europa, em função da Primeira Guerra Mundial.
NO BRASIL – Ele foi adotado pela primeira vez em 1931, visando também a economia de energia elétrica.
Mas, e pra você? O Horário de Verão é bom ou ruim?
Nos últimos 10 anos, cerca de 98 mil trabalhadores deixaram a informalidade para virar microempreendedores individuais no Sul de Minas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram abertas 104 mil microempresas no estado. O número é 15% maior do que o ano passado, quando foram abertas 90.800 empresas.
Entre os ramos mais procurados, estão o da beleza (9.084), obras e alvenaria (6.213) e comércio de roupas e acessórios (6.096). Segundo o Sebrae, muita gente tem procurado o empreendedorismo por necessidade.
“À medida que houve esse aumento do número do desemprego, as dívidas vão chegando, naturalmente as pessoas buscam uma alternativa de renda e muitas pessoas enxergam no empreendedorismo essa oportunidade para poder levantar uma renda e consequentemente arcar com esses compromissos”, disse o consultor de negócios do Sebrae, Paulo Sarto.
No entanto, o Sebrae alerta que antes de sair abrindo uma microempresa, é preciso ter afinidade com o negócio em que quer entrar.
“À medida que você entra no mercado vai ser exigido de você algumas habilidades, tanto na parte operacional de você entregar um produto, um serviço, uma venda que seja, até mesmo na parte voltada à gestão, porque tão importante quanto você abrir uma empresa é você saber gerenciar essa empresa corretamente, para poder prosperar, poder obter uma renda legal mesmo de fato”, completou o consultor de negócios.
Saiba todos os detalhes e como enviar o seu currículo. Empresa contratará trabalhadores a partir dos 16 anos.
O empresário Denílson Lamaita Miranda que, ao lado de seu irmão Delson e de sua mãe, Dona Maria do Carmo Mesquita Lamaita Miranda, comanda o Moacyr Supermercado, falou ao Conexão sobre a inauguração da nova unidade no bairro Catumbi e confirmou a geração de mais 100 empregos diretos.
De acordo com Denílson, a inauguração está prevista para os meses de janeiro ou fevereiro de 2019, portando há menos de 4 meses. Ele disse que cerca de uma centena de postos de trabalho será aberta, inclusive para aqueles que nunca trabalharam, entre 16 e 18 anos, dentro do programa Primeiro Emprego.
Denílson Lamaita Miranda
“Essa nova loja estará funcionando no bairro Catumbi, com estimativa de mais 100 empregos diretos. É uma loja que trará muito conforto para os nossos clientes, pois terá 1.500 metros quadrados de área de vendas. Contará com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, contará com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou o empresário.
A unidade contará com padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.
O Moacyr Supermercado é uma das empresas que mais gera emprego em Três Pontas. Atualmente são 180 no supermercado e outros 19 no Moacyr Express. Somando os novos 100 empregos, serão quase 300 famílias beneficiadas através dessa estrutura que vem de longa data, sendo sinônimo de tradição, qualidade, eficiência, preço justo e bom atendimento.
“Os interessados em trabalhar conosco na nova unidade do Moacyr podem trazer seus currículos diretamente aqui no supermercado na Rua Nossa Senhora d’Ajuda. Basta nos procurar aqui no escritório, podendo ser entregue aos nossos funcionários do setor. Diariamente recebemos muitos currículos e estamos de portas abertas para, dentro das possibilidades, atender aqueles que querem trabalhar”, pontuou Denílson Lamaita.
Sobre o desemprego na cidade e grande procura por vagas em sua empresa, Denílson destacou:
“Pra se ter uma ideia, nós recebemos uma média de 20 currículos por dia, sendo a maioria de pessoas que estão deixando a zona rural e vindo para a cidade. Pedreiros e serventes também estão procurando outras áreas de trabalho. Também é grande a procura de jovens que lutam pelo primeiro emprego”, explicou.
Recentemente, Dona Maria – acompanhada dos filhos Delson, Denílson e do médico Dr. Dilson Lamaita (presidente da Unimed Três Pontas) – visitou as instalações do novo supermercado. Delson postou em sua rede social:
“Hoje estivemos em família visitando um sonho. Sonho este que se iniciou há quase 60 anos atrás com nosso pai. Não sei se ele sonhou com este novo empreendimento, visto que não era movido a vaidades e sim de trabalho. Peço a Deus e ao Santo Padre Victor que abençoe este espaço, e que possamos honrar a memória de Moacyr Pieve Miranda, nosso saudoso e amado pai”, declarou pelo instagram.
Da esq. p/ dir. Dr. Dilson, Dona Maria do Carmo Lamaita, Delson e Denílson.
O Moacyr Supermercado também tem grande importância na arrecadação de impostos em favor do Município. “Somos uma das maiores arrecadadoras de impostos do Município e contribuímos diretamente com o crescimento de Três Pontas. Temos alguns trabalhos sociais, uma equipe que faz eventos em datas comemorativas e uma grande preocupação nas questões sociais”, afirmou Denílson.
MOMENTO FAVORÁVEL PARA TRÊS PONTAS E REGIÃO
Nos últimos 10 anos, cerca de 98 mil trabalhadores deixaram a informalidade para virar microempreendedores individuais no Sul de Minas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram abertas 104 mil microempresas no estado. O número é 15% maior do que o ano passado, quando foram abertas 90.800 empresas.
Entre os ramos mais procurados, estão o da beleza (9.084), obras e alvenaria (6.213) e comércio de roupas e acessórios (6.096). Segundo o Sebrae, muita gente tem procurado o empreendedorismo por necessidade.
“À medida que houve esse aumento do número do desemprego, as dívidas vão chegando, naturalmente as pessoas buscam uma alternativa de renda e muitas pessoas enxergam no empreendedorismo essa oportunidade para poder levantar uma renda e consequentemente arcar com esses compromissos”, disse o consultor de negócios do Sebrae, Paulo Sarto.
Em setembro, a colheita da temporada 2018/19 de café arábica foi praticamente finalizada, apesar de as chuvas no mês terem atrasado levemente os trabalhos, de acordo com informações do Cepea.
Assim, na maior parte das regiões acompanhadas, restam apenas uma pequena parcela de grãos nos terreiros para ser beneficiada e a colheita de poucas lavouras tardias. As precipitações favoreceram a abertura de uma nova grande florada nos cafezais.
Quanto ao robusta, chuvas esporádicas seguem ocorrendo no Espírito Santo, auxiliando no pegamento das flores. Em Rondônia, o clima também segue favorável, sendo que algumas lavouras já entraram em fase de desenvolvimento do chumbinho.
A queda dos preços pagos aos cafeicultores no mercado mundial foi o principal tema da 122ª Sessão do Conselho da Organização Internacional do Café (OIC), realizada nesta semana na sede da entidade, em Londres. O secretário de Política Agrícola, Wilson Vaz de Araújo, que representou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na reunião, disse que os níveis de preços recebidos pelos produtores têm caído nos últimos dois anos, ficando muitas vezes abaixo dos custos de produção em alguns países, o que compromete a sustentabilidade econômica da produção nesses locais.
Para evitar prejuízos maiores, a OIC aprovou propostas como o desenvolvimento de um plano de comunicação global voltado aos consumidores, contemplando a realidade econômica do setor cafeeiro (do produtor ao consumidor final). Também está prevista a intensificação do diálogo entre os diferentes elos da cadeia produtiva e o intercâmbio de iniciativas nacionais de políticas públicas que promovam a sustentabilidade, assim como a inclusão da promoção do consumo como diretriz de todos planos de ação da entidade.
A reunião abordou ainda temas, como o empoderamento das mulheres na atividade cafeeira; fontes de financiamento e participação de recursos de fundos de investimentos na produção sustentável do café; tecnologias de automação e conectividade nas diferentes etapas da cadeia do café; orçamento, execução e alocação de recursos, pelos diferentes países exportadores e importadores de café.
Foram eleitos o presidente e vice-presidente do Conselho da OIC, respectivamente, Stefanie Küng (Suíça) e Deny W. Kurnia (Indonesia) e os representantes nos comitês técnicos, com mandato de um ano, a partir de 1º de outubro. A delegação brasileira foi chefiada pelo embaixador do Brasil Hermano Telles Ribeiro, representante permanente do Brasil junto aos Organismos Internacionais sediados em Londres.
Os cafés especiais brasileiros entram em evidência com a realização do Concurso Cup of Excellence – Brazil 2018. A etapa internacional acontecerá de 15 a 21 de outubro de 2018, em Guaxupé, sul de Minas Gerais. A Cooxupé e SMC – Specilaty Coffees (empresa controlada pela cooperativa) serão as anfitriãs. O evento é realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE).
Auditado pela Agricert Brasil, o Cup Of Excellence é o principal concurso de qualidade para café do mundo, que avalia os cafés naturais (sistema de preparo em via seca) e os cerejas descascados/despolpados (preparados pelo sistema em via úmida) no País. Participa desta edição o tipo arábica produzido na safra 2018.
Na pré-seleção já realizada em setembro, as duas categorias (Naturals / Pulped Naturals) selecionaram 150 produtores em cada uma, totalizando 300 amostras validadas pelo concurso. Depois da realização de uma nova avaliação, 80 de cada categoria concorrem à fase nacional que acontece em Varginha (MG), em que os vencedores serão anunciados até o dia 12 de outubro. Dessas 80, apenas 40 amostras do Natural e 40 do Cereja Descascado seguem para a fase internacional.
As análises da etapa internacional contarão com a presença de 28 juízes de países como Estados Unidos, Japão, China, Bulgária, Rússia, Austrália, Índia, Alemanha. No dia 21/10 serão anunciados os produtores de café vencedores das duas categorias.
Critérios de seleção, pontuação e premiação
Concorrem ao Cup of Excellence grãos com peneira 16 acima ou 17 acima. O teor de umidade máximo aceitável pelo concurso é entre 11% e 12%. Em relação à pontuação, a média mínima para a fase nacional é de 84.0 até 85.9. Já a fase internacional define os vencedores com média mínima de 86 pontos ou mais.
Os vencedores nacionais e internacionais terão direito de participar de leilões organizados pela ACE, com o apoio da BSCA, pela internet.
TRÊS PONTAS GEROU 1.180 VAGAS NO ANO, EM MAIOR PARTE DEVIDO À AGROPECUÁRIA (+811).
As 10 maiores cidades do Sul de Minas foram na contramão da tendência nacional e fecharam 433 vagas de emprego em agosto. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (21). Conforme os dados, em todo o Brasil foram gerados 110,4 mil empregos no mesmo período.
No cenário regional, o que pesou para o fechamento dos postos de trabalho foi a agropecuária. Só em agosto, o setor fechou 1.218 postos de trabalho. Na contramão, o setor de serviços foi bem, gerando 800 vagas de emprego durante agosto.
Entre os municípios, destaque para Pouso Alegre, que gerou 283 vagas de emprego, seguido de Passos, que gerou 155. Já Alfenas e Três Corações fecharam 262 e 217 vagas respectivamente.
Saldo no ano
No ano, as 10 maiores cidades do Sul de Minas já geraram 4.324 vagas de emprego. A maior concentração de vagas criadas está na agricultura, com 2.318 postos de trabalho, seguido do setor de serviços, que criou 1.928 vagas. O comércio segue sendo o setor que mais demite. Em 2018, ele já fechou 874 vagas.
Entre os municípios, Pouso Alegre é o que mais gerou vagas de emprego no ano, com saldo positivo de 1.415 vagas. Na cidade, o setor de serviços (+766) e a indústria (+537) são os destaques.
Três Pontas gerou 1.180 vagas no ano, em maior parte devido à agropecuária (+811).
Na contramão, Itajubá é o único município entre os 10 maiores que fechou vagas de emprego. De janeiro a agosto, a cidade fechou 332 postos de trabalho, influenciado principalmente pela indústria, que fechou 336 vagas no ano.
Extrema, um caso à parte
Mesmo não estando entre os 10 maiores municípios, o desempenho de Extrema também chama a atenção. No ano, o município com o 3º maior PIB do Sul de Minas já gerou 1.460 vagas de emprego, sendo 994 somente na indústria, setor que vem chamando atenção na cidade nos últimos anos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 4, um aumento extraordinário de 1,937 bilhão de reais no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que passará de 18,843 bilhões de reais para 20,053 bilhões de reais. Com a medida, haverá aumento nas contas de luz. O impacto médio previsto nas tarifas será de 1,6% para os consumidores dos estados do Centro-Sul e de 0,3% do Norte e Nordeste.
O valor será repassado por meio da tarifa de energia, na conta de luz das distribuidoras de energia que ainda passarão por reajustes tarifários esse ano. Para as demais, o valor deverá ser compensado nos processos do ano que vem como componente financeiro.
A CDE é usada para custear diversas políticas públicas do setor elétrico brasileiro, como o subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda; programas como o Luz Para Todos; pagamento de indenizações a empresas e compra de parte do combustível usado pelas termelétricas.
A revisão dos valores já havia sido proposta pela Aneel no início de agosto. Na ocasião, a pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que controla os repasses das CDE, a agência propôs um reajuste de 1,446 bilhão de reais. O aumento, no entanto, acabou 2% maior em relação ao previsto.
Segundo a agência, o aumento se deve, entre outros fatores, ao acréscimo de 20% nos descontos tarifários concedidos aos usuários dos serviços de distribuição de energia elétrica, em decorrência da migração de consumidores especiais de energia (com carga mínima de 500 kW) para o chamado mercado livre.
Também pesou a inclusão de mais recursos para cobrir os gastos da Conta de Consumo de Combustíveis (CC), sendo que a montante maior de recursos irá para o acionamento de usinas termelétricas em Roraima, por conta da eventual interrupção do fornecimento de energia elétrica da Venezuela para o estado.
De acordo com o diretor da agência e relator do processo, Rodrigo Limp, caso a linha de transmissão que vai conectar Manaus (AM) a Boa Vista (RR) estivesse pronta, o acionamento de térmicas não seria necessário. Ainda não foi concedido o licenciamento ambiental para iniciar a obra.
Outro fator que pesou no aumento foi a prorrogação, até dezembro, do regime de operação temporária pela Eletrobras das distribuidoras dos estados de Alagoas, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Piauí. A medida impactou a Reserva Global de Reversão (RGR), outro fundo setorial que compõe a receita da CDE.
As exportações globais de café aumentaram 4,6 por cento em julho na comparação com igual período do ano anterior, para 10,11 milhões de sacas de 60 kg, segundo dados da Organização Internacional do Café (OIC) divulgados nesta quarta-feira.
Nos primeiros 10 meses da safra 2017/18, iniciada em 1º de outubro, as exportações de café subiram 0,9 por cento, para 101,2 milhões de sacas. As exportações de café arábica em julho ficaram em 6,12 milhões de sacas, alta de 4,6 por cento em relação ao ano anterior.
As exportações de arábica no acumulado da safra atual caíram 0,7 por cento, para 63,39 milhões de sacas. As exportações de café robusta subiram 4,7 por cento em julho, para 3,99 milhões de sacas, e aumentaram 3,6 por cento no acumulado da temporada, para 37,81 milhões de sacas.
No cenário atual, com extrema volatilidade do dólar, falta de matéria prima, atraso na logística, entre outros fatores, vem aí uma excelente oportunidade para fechar negócios e ter os insumos necessários – e no momento certo – para a próxima colheita. Para você, produtor, a Cocatrel e a Minasul promovem a oportunidade perfeita para a compra de fertilizantes com condições diferenciadas de preço e prazo. É a 5ª FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul, que começou hoje, dia 11, e que vai até 13 de setembro em Tres Pontas.
Nela, o cooperado encontra as mais diversificadas vertentes do agronegócio.
Durante os três dias da feira, o Espaço Cocatrel de Três Pontas e todas as filiais estarão abertos para negócios com os mais de 5.300 cooperados, com novidades do mercado e tecnologias em insumos para beneficiar os produtores de café e grãos.
Segundo o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, em entrevista recente ao Conexão, a quinta edição da Fecom vem muito forte este ano, com a expectativa de um grande volume de negócios e, principalmente, como mais uma importante ferramenta em favor do cooperado Cocatrel.
Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.
Serviço
Fecom: Feira de Negócios Cocatrel Minasul
Data: 11 a 13 de setembro de 2018
Local: Avenida Ipiranga, ao lado da Loja da Cocatrel