O salário mínimo passará a ser de R$ 998 a partir do dia 1º de janeiro de 2019. O valor está presente na proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), aprovada pelo Congresso Nacional na noite desta quarta-feira (11). O texto agora segue para a sanção presidencial.
A remuneração mínima de R$ 998 será 4,6% superior aos R$ 954 pagos aos trabalhadores neste ano. Como a previsão de economistas ouvidos pelo BC (Banco Central) para a inflação deste ano é de 4,17%, o novo salário mínimo representará um ganho real de 0,4% aos profissionais.
O valor do salário mínimo aprovado pelo Congresso, no entanto, representa uma redução de 0,4% em relação aos R$ 1.002 presentes na previsão inicial do governo para o salário mínimo do ano que vem.
Ao reduzir a projeção de reajuste, o governo estimou que a inflação para 2018 seria de 3,3%, valor 0,87 inferior às expectativas atuais do mercado financeiro. O governo avalia que a diminuição de R$ 4 resultará em um ganho de R$ 13,4 bilhões em 2019 aos cofres públicos.
Por lei, o salário mínimo brasileiro será definido, até 2019, com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação calculada pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice próximo ao IPCA, do ano anterior.
Vale lembrar que neste ano o salário mínimo estabelecido resultou em uma perda real na remuneração paga aos trabalhadores. Isso ocorreu com a aceleração da inflação ao final do ano passado fez com que o índice de preços fechasse 2018 em 2,07%, enquanto o reajuste mínimo já havia sido fixado em 1,81%.
Moradores de diversos bairros de Três Pontas, dentre eles Morada Nova, Cohab Ouro Verde, Botafogo, Catumbi, Padre Victor, Santa Edwirges, Santa Maria, Ouro Verde e Jardim Philadelphia continuam preocupados com a falta de segurança e inconformados com o que chamam de “descaso” provocado pelas lâmpadas queimadas em diversos postes de iluminação pública. O problema acontece há vários anos e, para piorar, um “jogo de empurra” entre Cemig e Prefeitura Municipal atrasa a solução desse problema.
Não é de hoje que essa situação é enxergada diante de tamanha escuridão. Nessa semana fomos procurados por vários moradores pedindo providências, no reparo desses postes com a colocação de novas lâmpadas. A moradora Maria Aparecida da Consolação Martins Pirangeli desabafou ao Conexão:
Trespontana Cidinha Pirangeli reclama da falta de luz em sua rua. (Foto Redes Sociais)
“Eu fiz uma reclamação na Cemig no começo do mês de maio e a atendente disse que seria trocada a lâmpada do poste de frente a minha casa no mês de junho. Acabou que não vieram nada, Recentemente liguei de novo na Cemig, disseram que a minha reclamação anterior estava em aberto, mas que eles não tinham previsão de troca da lâmpada queimada. Minha rua está muito escura e a sensação de medo é grande, total insegurança. Não sei mais o que fazer”, comentou a leitora.
Ainda segundo a reclamante, ela tem pago um valor alto na conta de luz, incluindo a taxa de iluminação pública. “É um absurdo! Minha conta esse mês veio no valor de 170 reais e desse valor 20 reais são dessa taxa de iluminação pública. Ou seja, pagamos e não temos o serviço bem prestado”, emendou. Ela reside na rua Genival Clayton Devis, 65, no bairro Cidade Jardim.
Nossa reportagem percorreu ruas de diversos bairros e confirmou que as reclamações procedem. Somente na nossa contagem, entre os dias 16 e 17 de julho, verificamos 67 postes com lâmpadas queimadas e isso também inclui a região central da cidade. Mais do que isso, na principal via de acesso de Três Pontas, a Avenida Prefeito Nilson José Vilela, abaixo do Hospital da Unimed eram 5 postes “apagados”.
Municipalização da Iluminação Pública
Desde que a responsabilidade pela manutenção da iluminação pública passou para as prefeituras, em 2015, algumas cidades do Sul de Minas enfrentam essa escuridão, como Três Pontas. A principal justificativa das prefeituras é falta de dinheiro para manter o serviço municipalizado no início daquele ano.
Desde então as reclamações da população aumentaram. A Cemig passou a dizer que não mais responsável em Três Pontas. Porém, o prefeito da época, Paulo Luis Rabello, afirmou que havia uma liminar (confirmada pelo Conexão) em favor da Prefeitura de Três Pontas obrigando a Cemig (concessionária prestadora do serviço de energia elétrica) a continuar mantendo e cuidando dos reparos da iluminação pública. Essa situação continua se arrastando até hoje.
Por sua vez a companhia de energia elétrica entrou com recurso e mesmo sem a definição jurídica desse apelo não vem fazendo a troca das lâmpadas queimadas.
Em janeiro de 2017 novas reclamações chegaram ao Conexão e fomos conversar com o então-prefeito Dr. Luiz Roberto Dias. Ele disse à época que medidas estavam sendo tomadas, embora estivesse há apenas 18 dias no cargo.
“Eu vi o seu (Conexão Três Pontas) comentário, a sua cobrança nas redes sociais e isso é importante. Quero dizer que isso me preocupa bastante, principalmente pela questão da segurança pública. As pessoas também andando nas calçadas podem cair e se machucar. Enfim, são vários fatores que prejudicam a população devido à falta de iluminação pública, tanto na área da segurança quanto na área da saúde.
Diante disso, nós já conversamos com o nosso Jurídico e o Procurador Geral do Município está vendo a parte legal da situação para que possamos encaminhar em caráter de urgência um ofício à Cemig cobrando uma resposta e a manutenção dos postes e lâmpadas, já que a Prefeitura tem uma liminar que devolve à Cemig a responsabilidade pela manutenção desse serviço.
Até na Praça Centenário a iluminação está deficitária. Nós arrumamos por nossa conta. A municipalização nos coloca, nós prefeituras, como responsáveis. Mas reafirmo que diante da liminar a responsabilidade é da Cemig. Nós vamos notificá-la o mais breve possível”, disse na ocasião o ex-chefe do Executivo.
A escuridão acaba virando um “prato cheio” para a criminalidade. A insegurança dos pais de estudantes que voltam tarde na noite para suas casas é uma constatação diária. Trabalhadores noturnos também se dizem com medo de transitar por ruas escuras, que são muitas.
Procurada por nossa reportagem novamente a Cemig continua dizendo que por conta da municipalização do serviço de iluminação pública a responsabilidade é da Prefeitura de Três Pontas.
A Cocatrel comemora o sucesso que tem sido o recebimento de café desde o início da safra. Os números indicam que 2018 será um ano bastante positivo, com possibilidade de bater todos os recordes em seus armazéns.
A preparação que foi feita ao longo do ano, para um atendimento de qualidade ao cooperado, tem funcionado perfeitamente, com agilidade, possibilitando eficiência em todos os processos, desde o recebimento e saída dos cafés dos armazéns, até a classificação e comercialização destes cafés.
“Estamos recebendo acima de 22 mil sacas diárias em nossos armazéns. O pico do recebimento aconteceu na quarta feira, 04 de julho, quando foram descarregadas 23.685 sacas. Se levarmos em conta a movimentação total, entre entradas e saídas, apenas na quarta feira, 35 mil sacas foram movimentadas, com agilidade e sem filas para o produtor. Isto tudo é recorde e estes números são muito significativos para a Cocatrel. Temos, sim, que comemorar, porque trabalhamos bastante ao longo do ano, identificando e sanando os gargalos para que tudo funcionasse corretamente, atendendo às demandas da cooperativa e de nossos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, responsável pelos armazéns da Cocatrel.
Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a credibilidade da Cocatrel trouxe de volta muitos cooperados, que retomaram a confiança na cooperativa e voltaram a depositar em seus armazéns. Além disso, a expansão da Cocatrel, com filiais em Santana da Vargem, Coqueiral, Nepomuceno, Carmo da Cachoeira, Santo Antônio do Amparo, Ilicínea e Córrego do Ouro, trouxe cerca de mil novos cooperados para a cooperativa, aumentando seu quadro social e, consequentemente o recebimento de café.
“Gostaríamos muito de agradecer a confiança de nossos cooperados, que têm apostado na Cocatrel. A gestão da nova diretoria está completando três meses, priorizando a transparência e uma relação mais próxima, tanto com os associados quanto com os colaboradores, e o retorno tem sido extremamente positivo. A eficiência de nossos colaboradores tem resultado em armazéns sem filas, classificação e comercialização feitas com agilidade e competência e tudo isso tem sido demonstrado nos números recordes até aqui. Por isso temos, sim, que vir a público e agradecer a todos eles, cooperados e colaboradores”, comemora Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.
Um levantamento feito pela Apas, Associação de Supermercados Paulistas, apontou que as vendas de cerveja crescem entre 30% e 50% nos dias de jogo da seleção brasileira nesta Copa do Mundo. Já a venda de carne sobe 20% quando a equipe brasileira entra em campo, segundo a associação.
A Apas apontou que a elevação das compras acontece no período de 3 horas a 2 horas antes do início da partida, quando ela é na parte da tarde, e 1 hora antes dela quando a disputa acontece de manhã. No restante do dia, as vendas têm seguido o volume esperado em dias comuns.
Com a sinergia das Festas Juninas e o fato de que quase 92% das pessoas assistem aos jogos em casa, a Copa do Mundo tem sido um grande impulsionador para o aumento no consumo e, consequentemente, o crescimento das vendas nos supermercados”, disse em nota Thiago Berka, economista da APAS.
A data e o horário do jogo influencia na lista dos produtos mais comprados pelo torcedor. Se ele é disputado à tarde ou próximo de um final de semana, cerveja, refrigerante e carnes para churrasco são os mais vendidos.
As vendas de aperitivos também se destacam neste período, sendo linguiça, salame e bacon contando com até 20% a mais de comercialização, e amendoim e pipoca, com aumento de até 25%.
Já nos dias de jogos disputados pela manhã, panificados, frios, sucos e laticínios vendem mais – alta de 10%.
A Petrobras reajustou nesta quarta-feira (4) o preço do gás de cozinha (GLP) em 4,4%. O botijão de 13 quilos passa a valer 23,10 reais a partir desta quinta (5). No acumulado do ano, o GLP apresenta aumento de 5,2%, na comparação com o preço de dezembro do ano passado.
A estatal informou que o reajuste ocorre devido à desvalorização do real frente ao dólar, que apenas entre março a junho foi de 16%, e ao reajuste de 22,9% do preço do GLP no mercado internacional no mesmo período.
O botijão de 13 quilos é reajustado trimestralmente, de acordo com política implementada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) em janeiro para reduzir o impacto das variações internacionais ao consumidor.
Este é o primeiro reajuste desde que a mudança foi instituída. Em janeiro, houve uma queda de 5% e em abril, de 4,4%.
Em Três Pontas o gás de cozinha de 13 quilos é vendido hoje em média por 70 reais e deverá ter um aumento de cerca de 5 reais.
A partir deste domingo (1º), o motorista de veículos com finais de placa de 1 a 5 que estiver sem o documento de 2018 regularizado estará cometendo infração gravíssima. Se o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) não estiver em dia e o carro for parado nas fiscalizações, ele poderá ser removido, e o motorista, multado em cerca de R$ 293, somando sete pontos na carteira.
Quem tem carro com placas de final 6, 7, 8, 9 e 0 conta com prazo maior, até dia 1º de agosto, para regularizar a situação do veículo.
Motoristas que já quitaram todas as taxas do IPVA, incluindo seguro obrigatório e a taxa de licenciamento, não possuem nenhuma multa, mas ainda não receberam a documentação, precisam ficar atentos. O CRLV é enviado pelos Correios, com aviso de recebimento.
Após três tentativas de entrega não realizadas, o documento é encaminhado para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI). Nas cidades em que não há esses postos, o CRLV fica disponível nas delegacias de trânsito.
No caso de irregularidade cadastral, o documento não é emitido, e o proprietário só é informado se o endereço estiver atualizado no sistema do Departamento de Trânsito (Detran).
A consulta da situação do veículo pode ser feita no site do Detran.
Chegamos no período de colheita e a Cocatrel comemora os resultados iniciais. Tudo indica que a cooperativa terá recorde no recebimento de café, já que os números mostram um aumento significativo, levando em conta o mesmo período, das 10 últimas safras.
Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a Cocatrel preparou-se muito bem para ter eficiência e rendimento em todos os processos, desde a descarga do café até a comercialização, passando pela classificação, que está sendo feita em 1 dia, possibilitando ao cooperado a venda rápida de seu café.
Além disso, a logística bem feita do transporte entre as centrais de recebimento e os armazéns da cooperativa, garante eficiência, redução de custo e agilidade. “Foi feito um planejamento baseado em dados das safras anteriores, que levou em conta a capacidade dos armazéns das filiais, para equalizar o tempo que cada uma delas suportaria receber café, com as projeções da safra atual. Nesse sentido, concluímos que fazer a transferência das centrais para os armazéns, antecipadamente, sem permitir que atinjam sua capacidade máxima, facilita o processo durante o pico da safra, sobrando espaço suficiente para receber bem os cafés dos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, coordenador de automação da Cocatrel.
Tudo isso faz com que a credibilidade da Cocatrel perante seus associados e o mercado aumente ainda mais e, como consequência, cooperados que já não mais depositavam seus cafés na cooperativa, estão retomando a confiança e voltando a movimentar por lá e, por todas as vantagens de ser um associado, só no último ano, cerca de mil novos cooperados se associaram à Cocatrel.
Além da armazenagem, a Cocatrel está com maquinário pronto para preparar os cafés depositados em seus armazéns, serviço cada vez mais solicitado por seus cooperados.
É válido ressaltar que a cooperativa tem capacidade de armazenamento estático de 1.750 milhão de sacas e rotativa de 2 milhões.
Nesta primeira etapa serão contemplados cerca de 4,7 milhões de cotistas, no total de R$ 8,61 bilhões – 2,9 milhões com direito ao PIS (R$ 4 bilhões) e 1,8 milhão com direito ao Pasep (R$ 4,61 bilhões).
Começou nesta segunda-feira (18) o pagamento dos recursos do Fundo PIS-Pasep para quem tem a partir de 57 anos. Têm direito ao dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo.
A Caixa Econômica Federal é responsável pelo pagamento dos recursos do PIS, o que corresponde a cerca de 80% do total, e o Banco do Brasil é responsável pelo pagamento dos recursos do Pasep (cerca de 20% do total).
Os beneficiários poderão sacar o dinheiro diretamente nas agências até o dia 29 de junho, uma sexta-feira. Depois os pagamentos ficarão suspensos até o dia 7 de agosto.
A partir de 8 de agosto, recebem o dinheiro em conta os correntistas de todas as idades da Caixa e BB, no total de R$ 5 bilhões.
E a partir do dia 14 de agosto, estão liberados os saques para os cotistas de todas as idades, incluindo os que não realizarem o saque na primeira etapa. Todos esses beneficiários com menos de 60 anos terão até o dia 28 de setembro para sacar o dinheiro.
Quem deixar para sacar as cotas do Fundo PIS-Pasep em agosto terá os saldos das contas corrigidos com base no rendimento obtido nos últimos 12 meses pelo fundo, e a estimativa é de um aumento entre 8% e 10%. Por exemplo, quem tiver o saldo na conta de R$ 1.000 vai receber de R$ 1.080 a R$ 1.100. A correção aplicada no ano anterior foi de 8,9%.
Três bombas de um posto de combustíveis foram lacradas nesta quinta-feira (14) após fiscalização do Procon em Varginha. Segundo o Ministério Público, foi verificado pelos fiscais que o teor de álcool misturado à gasolina estava em 31%, quantidade acima da permitida atualmente, que é de 27%. A fiscalização foi motivada por reclamações de consumidores.
Conforme o MP, as bombas, interditadas de maneira cautelar, estão conectadas a um tanque com capacidade de 30 mil litros. No momento da fiscalização, de acordo com o Procon-MG, havia pouco mais de 4 mil litros no reservatório.
Segundo a 7ª Promotoria de Justiça de Varginha, para que as três bombas sejam liberadas, o proprietário do posto terá que retirar os cerca de 4 mil litros que estão no tanque e abastecê-lo novamente. Depois, deverá solicitar que o Procon-MG faça nova análise da gasolina. Caso o combustível esteja com o percentual de álcool dentro do permitido, as bombas serão liberadas.
Em razão da venda de combustível em desacordo com as normas, o posto está sujeito ao pagamento de multa. Ainda segundo a promotoria, consumidores que se sentirem lesados poderão procurar o Juizado Especial ou o Procon Municipal munidos de documentação.
Segundo o proprietário do Auto Posto Central, será realizada uma contraprova no estabelecimento. As outras três bombas de etanol do posto estão liberadas.
Os preços dos combustíveis vendidos nas principais cidades do Sul de Minas quase dobraram nos últimos 10 anos. Durante esse período, o etanol foi o combustível com maior alta na região: 84,21%. O Diesel registrou aumento médio de 83,46% e a gasolina aumentou 80,58%. No mesmo período, a inflação medida pelo IPCA, Índice de Preços ao Consumidor, foi de 77,95%.
Os dados são de um levantamento com base em informações oficiais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e do Portal Brasileiro de Dados Abertos, do governo federal. Os números levam em consideração os preços médios dos combustíveis vendidos em 11 das maiores cidades do Sul de Minas nos meses de maio de 2008, 2013 e 2018.
O levantamento também mostra que a situação começou a ficar pior nos últimos cinco anos. Nesse período, o diesel acumulou alta média de 56,72% na região, enquanto a gasolina subiu 51,95% e o etanol, 35,44%.
Entre as cidades, Alfenas (MG) e Campo Belo (MG) aparecem entre os municípios que mais sofreram reajustes nos preços dos três combustíveis.
Em Minas é tradição. Chegou visita em casa, tem que servir, pelo menos, um café. E tem que ser novinho, coado na hora. Na Assembleia do estado, esse hábito bem mineiro é preservado. Diariamente, cerca de 700 cafezinhos são servidos para quem visita a Casa ou trabalha lá. Por mês, a estimativa é que aproximadamente 15 mil copinhos sejam distribuídos.
O Salão de Café fica logo antes da entrada do plenário e, toda vez que mais pó é colocado no coador, o cheiro da bebida se espalha pelo local, que é um ponto de encontro. E não é pouco pó! Um levantamento feito a pedido do G1 aponta que cerca de 65 quilos abastecem o espaço a cada mês.
Tem quem passe pelo local rapidinho, entre uma reunião e outra no plenário ou nas comissões e tem aqueles que recorrem ao cafezinho para conseguir uma injeção de ânimo depois do almoço e continuar a jornada de trabalho.
Mas tem também quem passe bem mais que uns minutinhos no Salão de Café. Nestes dias que o G1 está na Assembleia, teve gente fazendo reunião, estudando, assistindo às sessões da Casa que são transmitidas em uma TV que fica no local e apenas contemplando o tempo.
O que elas não sabiam é que esse café tem um diferencial. Segundo a assessoria da Casa, ele é cultivado de maneira experimental em unidades da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) em Machado, Três Pontas e São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas. É da espécie Arábica e mistura grãos das variedades Catuaí, Mundo Novo, Paraíso e Bourbon.
Para os visitantes e servidores, o cafezinho é distribuído gratuitamente em copinhos de plástico de 50 ml e é possível escolher entre a bebida já adoçada ou sem açúcar. Para a Assembleia, a cortesia custa cerca de R$ 1,6 mil mensalmente, incluindo os gastos com pó, açúcar, adoçante e copos descartáveis.
No espaço, que até 2016 se chamava Salão de Chá, trabalham um garçom e cinco jovens aprendizes. A mudança do nome do local foi feita com objetivo de valorizar a ligação histórica e econômica de Minas Gerais com o café. Hoje, o estado é maior produtor do grão no país.
Receita Federal abriu nesta sexta-feira (8) as consultas ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) de 2018. Os depósitos serão feitos em 15 de junho.
O lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2017.
Ao todo, serão pagos R$ 4,8 bilhões a 2.482.638 contribuintes. Os valores relativos apenas ao IRPF 2018 (ano base 2017) somam R$ 4,72 bilhões, abrangendo 2.463.665 contribuintes.
“No presente lote, receberão a restituição os contribuintes de que tratam o art. 16 da Lei nº 9.250/95 e o Art. 69-A da Lei nº 9.784/99, sendo 228.921 contribuintes idosos acima de 80 anos, 2.100.461 contribuintes entre 60 e 79 anos e 153.256 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave”, informou a Receita Federal.
Depois dos idosos e contribuintes com deficiência física ou mental ou moléstia grave, que têm prioridade no recebimento das restituições, recebem aqueles que enviaram a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, se tiverem direito.
Há, ainda, o aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal.
Nos últimos anos, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para cair na malha fina, seguido por inconsistências na declaração de despesas médicas.
Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o “extrato” do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).
Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.