Categoria: Entrevista

  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é o Dr. Geovanni Barros Pereira, diretor técnico da Santa Casa de Três Pontas

    “É preciso que todos entendam que só teremos um efeito realmente considerado bom quando muitas pessoas estiverem vacinadas, o que ainda está um pouco longe de ocorrer. Uma questão que nos preocupa muito é que os pacientes que estão sendo internados são de idades cada vez menores. O pico agora é entre pacientes de 50 e 60 anos, mas com casos de pessoas mais jovens também. Tanto o Pronto Atendimento Municipal quanto o Hospital já estão trabalhando no seu limite.

    Infelizmente a vacina trouxe uma falsa impressão de que agora está tudo bem e com isso está havendo uma exposição desnecessária e que deve urgentemente ser evitada por parte de muitas pessoas. Eu particularmente sou contra o lockdown, não acho que ele traga efeitos positivos. Mas o nosso sistema já está sobrecarregado. Em alguns momentos nessa pandemia temos um pouco mais de alívio, mas nunca de tranquilidade. A situação infelizmente agora é crítica!

    Ainda não há estudos, mas é quase certeza que a variante P1 já esteja circulando na cidade de Três Pontas. Ela é bem mais agressiva, uma mutação mais grave.”

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    Roger Campos

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  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é a Secretaria Municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabelo Corrêa.

    “Na verdade, infelizmente, boa parte da população relaxou em relação às normas de prevenção ao coronavírus desde março de 2020. Muitas medidas foram tomadas por nós, Estamos fazendo de tudo para vencer essa pandemia, mas infelizmente parece que a população ainda não entendeu a gravidade da situação. Bares, casas de piscina, familiares de outras cidades visitando os seus parentes. Isso tudo é muito preocupante. E o Dia das Mães nos preocupou muito mais. E 14 dias após a data a situação ainda será muito pior.

    Antes, na Santa Casa, em relação ao número de leitos, segundo o provedor Michel Renan, se trabalhava com uma margem de segurança. Hoje essa margem não existe mais! E agora, 14 dias após o Dia das Mães, muito possivelmente não haverá leito em nenhum lugar. Não há rodízio de leitos, não há medicamentos suficientes. Infelizmente a população joga tudo nas costas das autoridades de saúde e não faz a sua parte. Para se ter uma ideia, não temos oxigênio nas ambulâncias. Caso seja preciso transferir algum paciente.

    Quanto ao trabalho nas empresas e as possíveis aglomerações, recomendamos sempre que as empresas trabalhem com divisão de turnos. Não somos a favor de fechar as empresas. Lacrar não dá nenhum resultado.  Mas é importante que se cumpra todas as determinações e os cuidados de prevenção ao coronavirus.”

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  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é o Michel Renan Simão Castro, provedor da Santa Casa de Três Pontas.

    “Estamos com uma margem muito apertada. Se não houver cooperação, se continuar essa falsa sensação de segurança, vai complicar ainda mais. Em cidades de menor porte como Três Pontas os casos agora estão acentuando mais. Não sabemos quando teremos a chamada imunidade de rebanho provocada pela grande maioria da população vacinada. Infelizmente no último Dia das Mães a minha mãe já não estava conosco. É uma dura realidade para muitas famílias.

    As pessoas precisam ter limites, não conseguiremos abrir mais leitos. tudo que podíamos fazer já foi feito! Se a população não fizer a sua parte, poderá infelizmente ficar sem assistência médica.”

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    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota PAM e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é o Dr. Lucas Erbst, diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal:

    “O Pronto Atendimento Municipal tem recebido uma grande demanda de pacientes com coronavirus. Infelizmente já tivemos que mandar pacientes para outras cidades. Mas até isto está difícil agora. Muitos pacientes que precisam ser internados, transferidos para Santa Casa, acabam tendo que esperar até 2 dias no Pam. Infelizmente não estamos tendo vagas, embora, tanto no Pam quanto na Santa Casa, continuemos oferecendo sempre o melhor tratamento, com extrema dedicação e atenção.

    O nosso limite físico de camas está ocupado. Estamos vivendo um caso extremo agora. Já tivemos dia de atender mais de 150 pessoas na tenda dedicada ao diagnóstico da covid-19. Dobramos o número de médicos atendendo. Mas é tudo muito complicado. Um Raio-x, necessário para muitas investigações da covid-19, acaba demorando muito mais para ser feito, pois temos que higienizar toda a sala e aparelhos para evitar a contaminação. A cada novo exame precisamos repetir o procedimento.

    Com as camas todas ocupadas, atender pacientes em cadeiras, nos corredores, infelizmente poderá ser uma realidade.”

    Com informações do Sentinela Informações

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  • Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Apesar disso a Santa Casa de Três Pontas segue com 100% de ocupação.

    As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março. Infelizmente ela não se aplica em Três Pontas.

    Segundo os últimos dados atualizados na quarta-feira (21), a ocupação geral da região era de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19. No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.

    “Haverá momentos de alta e depois de baixa. A tendência é caminhar para uma estabilidade”, destacou o Diretor Clínico da Santa Casa de Três Pontas, Dr. Eduardo Vasconcelos

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas o município não registra oficialmente nenhuma nova morte desde o dia 13 de março. Nesta sexta-feira se completa 10 dias sem nenhum óbito em decorrência da covid-19.

    Entre março e o começo de abril tivemos 21 mortes. Estávamos tendo praticamente 1 morte a cada 1 dia e meio. Graças a Deus e a luta incansável dos órgãos de saúde, dos profissionais dedicados da saúde, graças a vacinação e ainda graças as pessoas que têm consciência, respeito e empatia, Três Pontas está, passo a passo, tentando vencer a pandemia.

    Números da covid-19 hoje em Três Pontas, segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal:

    Ocupação por município

    Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. Três Pontas tem 93,33% de ocupação, para o atendimento a qualquer enfermidade. Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Pontas, segundo a SES, está no limite de 100% de ocupação.

    Outras cidades:

    _ Varginha (96,67%)

    _ Poços de Caldas (96%)

    _ Lavras (95%)

    _ Guaxupé (94,12%)

    _ São Lourenço (93,10%)

    _ Passos (68%)

    _ Pouso Alegre (70,69%)

    _ Alfenas (73,33%)

    Leitos de enfermaria

    Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18). Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.

    Voltando a falar especificamente de Três Pontas, Dr. Eduardo destacou a imprevisibilidade do coronavírus:

    “O que está acontecendo é estamos lidando com um vírus, com uma pandemia. E nas pandemias há momentos de mais calmaria e outros mais complicados. O que está acontecendo neste momento em Três Pontas é um pequeno sinal de estabilidade em relação aos óbitos, mas, infelizmente, eles ainda continuarão ocorrendo.

    Há vários pacientes internados com covid-19 na Santa Casa e felizmente ainda estamos conseguindo atender a todos os casos sem fila de espera. Há um rodízio, com casos mais leves e outros mais graves. Os ‘capacetes’ que foram adquiridos têm ajudado bastante. Muitos pacientes que utilizam acabam não sendo entubados, mas outros casos infelizmente são inevitáveis”, pontuou o médico.

    Ainda segundo o Dr. Eduardo, é prematuro se fazer qualquer diagnósticoou previsão, mesmo com a chegada da vacina.

    “Sobre a vacina ainda é cedo para falar de resultados, mas o grupo que mais sofre com a gravidade do coronavírus está sendo imunizado e a tendência é que haja um equilibrio, uma estabilidade de casos e de mortes daqui algum tempo. Mas, repito, ainda é cedo para avaliar qualquer situação. É tudo muito volúvel, varia muito, com altas e baixas constantes.

    O H1N1, o vírus da gripe, por exemplo, continua matando também. E não nos livramos dele. Precisamos vacinar a cada ano. O mesmo acontecerá com a covid-19. Não digo que venceremos a pandemia, mas nos acostumaremos com ela, com medidas de prevenção constantes e vacinação contínua”, acrescentou o diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos ao Conexão Três Pontas.

    O provedor Michel Renan,. o diretor clínico do PAM Dr. Lucas Erbst, o diretor técnico da Santa Casa Dr. Geovanni de Barros Pereira e o diretor clínico do HSFA Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos, juntos, na linha de frente do combate ao coronavírus.

    Importante, lembra o médico especialista, “que todos continuem mantendo o distanciamento social e utilizando a máscara e o álcool em gel”.

    *Com informações do G1 Sul de Minas e SES

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  • ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    A onda roxa está indo embora, mas deixa um rastro de crise severa na economia mineira

    Seguindo a série de entrevistas especiais sobre os efeitos causados pela pandemia de coronavírus à economia de Três Pontas, especialmente durante a chamada onda roxa, implementada pelo governo do estado de Minas Gerais em praticamente todas as regiões desde o dia 17 de março e que chegará ao fim neste sábado (17 de Abril), após duas prorrogações.

    Nossa reportagem conversou com o diretor da empresa MakPlast,  Wilson Ferreira Júnior, também responsável por outras empresas do mesmo segmento na vizinha Cidade de Varginha. Ele fala sobre todos os danos severos que vêm sendo provocados ao setor industrial desde o início da pandemia.

    Conexão – A MakPlast é uma das empresas mais tradicionais do setor de plásticos do Sul de Minas. De que forma ela foi afetada pela pandemia de coronavírus?

    Wilson Jr. – É um prazer falar com o Conexão Três Pontas,  embora o tema não seja nada agradável. Essa pandemia tem trazido uma série de problemas para o setor industrial, bem como na cadeia do plástico E tem feito com que cada empresário repense os seus negócios. foi preciso sair da mesmice, sair de cima do muro e tomar algumas decisões que para muitos não são nada agradáveis. A pandemia trouxe muitas dificuldades de acesso às matérias-primas. Como a cadeira plástica tem praticamente um único fornecedor e ainda, com o dólar alto, as petroquímicas estão preferindo exportar seus negócios do que comercializá-los dentro do país para que tenham um lucro maior. Então a matéria-prima está mais escassa no mercado interno. Daria para exportar esse material?  Sim. Mas com o preço que está o dólar é totalmente inviável. A própria matéria-prima está muito mais cara, o grão de plástico no Brasil subiu muito de preço.  Nós até estávamos conseguindo comprar dos Estados Unidos a um preço razoável, mas com a nevasca que passou por lá também ficou inviável.

    Então, o setor do plástico está sendo sim muito prejudicado com a falta de matéria-prima. Acha-se a matéria-prima no Brasil? Sim, acha! Mas aí temos que pagar o preço que é pedido. Existe muita especulação de preço na matéria-prima e na mercadoria em todo o Brasil. Outro fator dificultador é a própria doença, é o coronavirus. Já tivemos 10, 20 ou até 30 colaboradores afastados por conta da covid-19. Às vezes muitos desses nem estão positivados com o vírus, mas conviveram com pessoas que confirmaram a doença e procuramos tomar todos os cuidados pensando sempre no bem-estar de todas as pessoas.

    Há casos em que um único colaborador fica afastado em um ou dois momentos e isso acaba prejudicando muito o andamento da empresa. A logística, o andamento da fábrica fica totalmente prejudicado. Por tudo isso que falei realmente o empresário brasileiro e até o empresário mundial estão tendo que ter muita criatividade e otimismo para enfrentar este momento.

    Conexão – Você acredita que as empresas do setor do plástico já estão tendo que demitir por conta da pandemia aqui em Três Pontas? Se ainda não começaram, é uma realidade que assusta e ameaça daqui para frente?

    Wilson Jr. – Até o final do ano passado não estava havendo demissões porque ainda encontrávamos a matéria-prima no mercado. Mesmo que custando mais caro a gente conseguia encontrar, embora com uma certa dificuldade. Hoje, só encontramos matéria-prima com os preços muito elevados, até 120% mais cara e infelizmente todo esse cenário de especulações fará com que as demissões ocorram. O mês de março foi o pior mês desde o início da pandemia, a fábrica chegou a parar em alguns momentos por causa de falta de matéria-prima, dificuldades com o papelão, muito grandes, já que a reciclagem do papelão foi muito prejudicada. Como o governo soltou o auxílio emergencial, como uma importante ajuda para o trabalhador brasileiro, muitos acabaram deixando de lado o recolhimento de materiais recicláveis, como por exemplo o papelão. Há uma dificuldade enorme de se encontrar o papelão no mercado ou mesmo os seus derivados.

    O meu maior temor é que a situação tem se agravado dia após dia. Nossa fábrica já está com vários funcionários de férias. Antes de precisar demitir estamos dando férias. E o próximo passo, infelizmente, é que algumas demissões ocorram, não em massa, mas que realmente aconteçam. Eu ainda acredito que as demissões não ocorram na MakPlast, mas no setor de plásticos, de uma forma geral, as demissões já estão ocorrendo sim.

    Conexão – A MakPlast emprega quantas pessoas hoje em dia?

    Wilson Jr. – A MakPlast, a Alfa, o grupo de empresas da qual representamos, aqui em Três Pontas e em Varginha, emprega hoje em dia cerca de 180 a 200 colaboradores. O setor de plástico emprega muito em Três Pontas. Só a ArtVac deve ter hoje cerca de 800 colaboradores ou mais. A Tega não é bem uma empresa do plástico, mas atua com materiais parecidos. Temos ainda a Politubos, Lassane, Estrela e a TPplast. Todas juntas devem gerar entre 2000 a 3000 empregos diretos. Fora os empregos indiretos.

    Eu tenho conversado com empresários do setor aqui em Três Pontas, como a Estrela e a Politubos, por exemplo, e eles também têm se queixado bastante da falta de matéria-prima no mercado.

    Conexão – Pelo que você tem conversado com colegas empresários do mesmo setor, ainda é cedo para se cogitar fechamento de alguma empresa?

    Wilson Jr. – Sim. Fechamento ainda é cedo para se falar. Isso justamente pelo fato da matéria-prima, embora muito mais cara, ainda continuar sendo encontrada, apesar das dificuldades. O setor de plástico é muito grande em Três Pontas, tem uma grande força e representatividade e por enquanto eu não acredito em nenhum fechamento, mas que a diminuição de colaboradores é uma realidade, infelizmente não há como fugir disso. A perda de faturamento é muito significativa neste momento.

    Conexão – Em média, quantos currículos a MakPlast e as empresas do seu grupo recebem por dia ou por semana? Você nota uma crescente procura por vagas de emprego?

    Wilson Jr. – Eu não sei te precisar esse número, mas como os currículos que chegam até a MakPlast são entregues diretamente na recepção, e eu vejo muitas pessoas entregando o currículos diariamente, posso te assegurar que a procura por emprego é bastante grande na cidade. Somente enquanto você estava aguardando para que gravássemos esta entrevista, vi de duas a três pessoas entregando currículos na recepção. Mas eu não percebi um crescimento na procura de trabalho por conta da pandemia. Já tínhamos um volume alto de busca por trabalho antes da chegada do coronavirus. E também acontece um outro fato importante: às vezes temos 30 vagas de emprego, mas às vezes a função tem que rodar turno, trabalhar às vezes de manhã, de noite, aos finais de semana não tem a folga que espera e, por conta disso, se tínhamos por exemplo 30 currículos, os interessados caem para 10. Infelizmente não são todos que procuram emprego que realmente estão preocupados, querendo realmente a vaga.

    A cidade carece de algumas especializações, de mão-de-obra mais qualificada, como por exemplo uma escola técnica de tornearia, de solda, de eletricista, de encanador, entre outras profissões. Hoje em dia, por exemplo, é praticamente impossível encontrar na cidade um técnico, uma pessoa qualificada que faça instalação de aparelhos de ar-condicionado ou que limpe o ar condicionado. Geralmente temos que buscar esse profissional fora. Aqui na MakPlast por exemplo, o que temos feito é contratar as pessoas e dar todo treinamento para que elas possam ocupar determinadas funções.

    Conexão – Olhando pelo lado empresarial, como você avalia tudo o que aconteceu por conta da onda roxa do governo de Minas Gerais? Olhando pela questão econômica, quais os efeitos dessa fase mais restritiva (que chega ao final neste sábado) para um dono de empresa, alguém com muitos funcionários contratados?

    Wilson Jr. – Vou te falar o que eu penso e às vezes aquilo que pensamos acaba não agradando a todos: Eu vejo essa questão de onda roxa apenas como uma questão política. O Partido Novo, no qual o governador Romeu Zema é filiado, rompeu recentemente com o presidente Jair Bolsonaro. Eu também ocupei a função de vice-provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e acompanhava de perto as questões ligadas à pandemia, como as internações. E não vi um crescimento tão expressivo que obrigasse a uma restrição tão severa, a esse tipo de lookdown no estado inteiro. Realmente há regiões com agravamento maior e outras nem tanto. E acho que Três Pontas mais uma vez, é uma cidade privilegiada nesse ponto.

    Conexão – Sua mensagem para encerrarmos…

    Wilson Jr. – Infelizmente vemos muitas festas na cidade, Avenida Osvaldo Cruz frequentemente cheia. A direção da Santa Casa tem feito um grande trabalho de combate ao coronavírus. É preciso que todos tomem consciência e tomem cuidado, que façam a sua parte.  Aqui na empresa nós tomamos todos os cuidados.  A MakPlast tem uma grande facilidade porque é um local bastante arejado, cada máquina está com mais de 1,5 m de distância de uma para outra. Há álcool em gel em todas as máquinas, para cada colaborador. Na área de impressão também há toda essa preocupação. Fazemos palestras, fazemos a aferição de temperatura diariamente em todos os colaboradores. O nosso departamento de RH também conversa bastante com cada funcionário. Enfim, temos uma grande preocupação e executamos os cuidados e a prevenção diariamente.

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  • ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    Bruno Carvalho fala sobre a importância de “deixar o dinheiro na cidade” e aborda a “briga” no setor de farmácias em busca de igualdade

    O governo do estado de Minas Gerais segue com a sua política de combate a pandemia de coronavírus tendo como principal ferramenta as polêmicas ondas, cada uma com uma cor e suas demandas e restrições, dentro do programa Minas Consciente. E praticamente todas as cidades hoje ainda seguem na chamada onda roxa, a mais restritiva de todas elas. Isso inclui a cidade de Três Pontas. Apesar de uma leve melhora na ocupação dos leitos de UTI em alguns municípios, o resultado está longe de ser expressivo para a saúde e, ao mesmo tempo tem prejudicado e muito a economia mineira, tanto o setor industrial quanto o comercial. Muitas empresas fechando, demissões em massa e um cenário que parece estar longe de sofrer um revés. Para falar um pouco mais sobre isso, conversamos com o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas,  Bruno Dixini  Carvalho, reeleito recentemente para o seu segundo mandato.

    Conexão – Um ano de pandemia atingindo também o setor comercial de Três Pontas. Quais os reflexos dessa realidade que afeta o Brasil e o mundo todo para as empresas do nosso município?

    Bruno – Falando especificamente da onda roxa, a gente tá vivendo um ano de pandemia e isso representa uma tremenda dificuldade para o comércio local. Isso representa a perda de clientes pelos comerciantes e o poder de compra do cliente também vem sendo muito afetado por conta da inflação. Temos vários aumentos de preço e a cadeia produtiva vem enfrentando problemas até hoje. E isso tudo encareceu muito os produtos que são consumidos. A movimentação do produto está mais cara e a escassez também gera aumento de preço. O cliente está com poder de compra bem defasado e com medo de comprar. Há uma queda muito grande no consumo. 

    Há muito medo por conta da perda de empregos, da diminuição dos postos de trabalho. As pessoas estão diminuindo o consumo e de fato não estão tendo dinheiro. Além disso, existe uma crise de pessimismo no momento em que a gente vive, há uma insegurança jurídica vendo essas coisas no STF, uma insegurança política vendo por aí prefeitos, governadores e o presidente falando coisas que não batem um com o outro. 

    Também há uma crise de saúde que não se conseguiu evoluir muito, nem em leitos de hospital no Brasil inteiro, a vacina ainda chega devagar e com informações muito truncadas. Também há a crise econômica. Então infelizmente temos todos os motivos para estar com a cabeça bagunçada, um ambiente de incerteza e falta de sonhos. A pessoa não tem perspectiva mais! Há o medo de realizar um investimento grande, de trocar de carro ou comer um produto de valor agregado maior. Ela tenta guardar dinheiro, pois não sabe o que vem pela frente. Isso, de um ano para cá, representou muitas perdas. 

    Conexão – Além disso tudo que você falou, há o fechamento de várias empresas, do comércio em Três Pontas? 

    Bruno – Três Pontas vive um momento interessante porque desde a época do surgimento da covid-19 o município gerou 468 empregos, segundo uma pesquisa do Sebrae. Em Varginha, com o triplo da nossa população, foram gerados 211 vagas. Em Três Corações, também com população maior que a nossa, houve perda de 290 postos de trabalho. Aqui eu não lembro de ver empresas conhecidas fechando as portas. Mas está havendo uma dança de cadeiras. Inclusive um restaurante que aparentemente fechou, mas que vendeu para outra pessoa que segue com o mesmo negócio. Não houve muitos fechamentos, mas houve mutações. 

    Minha irmã, por exemplo, tinha uma loja no centro e agora está com a loja em casa. Nesse cenário muitas empresas estão agindo assim, trocando aluguéis, muitas vezes, mais caros por outros mais baratos. Os trespontanos, assim como o empresário de modo geral em todo Brasil e em todo mundo, se viu com a necessidade de diminuir as despesas para conseguir manter pelo menos a empresa viva em relação a postos de trabalho.

    Conexão – Você notou se ainda, de uma forma linear, os empregos estão sendo mantidos ou se houve um pequeno agravamento na manutenção dos empregos?

    Bruno – Sim. O que tem acontecido agora do começo do ano para cá, a gente vê nossas empresas mais enxutas, já que o movimento caiu e os comerciantes também estão preocupados neste momento de economia em crise, eles acabam cortando um colaborador ou mais, infelizmente. 

    O auxílio emergencial não estava sendo liberado e agora ele tem previsão de começar a cair na conta de muitos brasileiros, porém em valor muito menor. Tanto o consumidor como o empresário estão sonhando pouco, há muita preocupação com o futuro. Essa onda de pessimismo acaba retraindo um pouco a economia e a admissão de novos colaboradores.

    Conexão – A Associação Comercial tem uma gama de serviços que oferece aos comerciantes credenciados. E também tem o serviço de recebimento de currículos. A procura por emprego vem aumentando na AcaiTP?

    Bruno – Em relação a demanda de currículos de fato é um número que diariamente chega na Associação. Mas penso que nesse aspecto ainda estamos numa escala normal. Desde o ano passado mesmo isso vem ocorrendo. É muito concorrido o mercado, há muita gente boa e a gente enxerga muito campo para as pessoas se qualificarem. É necessário haver qualificação. E nesse aspecto a Associação Comercial tem cursos online através da plataforma Cresça Mais. A gente tem caminhos aí para capacitar de forma online, já que a capacitação presencial não pode ser feita neste momento. Mas mesmo assim, no ano passado, a gente conseguiu realizar dois ou três eventos com total proteção para as pessoas, mantendo distanciamento. Eram poucas pessoas mas que saíram com boas informações. A nova diretoria está muito empolgada, a gente tá revendo nosso portfólio todo. Fazemos isso de 3 em 3 anos, quando uma diretora inicia. Então nós temos trabalhado muito nesse sentido. Mas o momento é desafiador e então a gente tem buscado trazer melhorias para nossos associados, mesmo diante desse cenário de pandemia.

    Conexão – Quantos comércios existem hoje em Três Pontas? O número de associados hoje da AcaiTP, no seu entendimento, poderia ser bem maior para que esse próprio comerciante pudesse ter acesso a tantos benefícios, ainda mais num momento de tanta dificuldade?

    Bruno – A associação briga pelo empresário durante todo tempo e principalmente em épocas complicadas como a que estamos enfrentando. É uma representatividade que oferecemos, uma defesa de cada comércio. A associação tem hoje 366 associados. Empresas que são MEI, empresas de médio e grande porte, que deve ser em torno de 10% a 15% do volume do comércio em Três Pontas. Mas ainda é um número muito abaixo do potencial que temos diante da qualidade e da variedade de serviços que a Associação Comercial oferece. O comerciante às vezes fica sozinho, não tem muita informação, não busca informação, justamente por não estar associado. Isso acontece sim. A Associação tem muito a oferecer aos nossos associados.

    É importante que outras empresas se alertem e venham se filiar, até para dar mais peso quando a gente vai buscar algum benefício. Quanto mais empresas estiverem nessa corrente, mais forte fica a associação. Temos produtos consagrados, diversas consultas, também tem a questão da Unimed e seus benefícios. Cada empresa tem uma necessidade particular e temos muitos serviços para o microempresário, temos um banco de informações para ele, vantagens junto ao Sebrae, etc. A Associação segue apoiando iniciativas e vem mostrando, oferecendo cursos, fortalecendo o comércio online, já que nós reformulamos totalmente a página da associação. Temos agora a ferramenta “Compre no Comércio de Três Pontas”, com um catálogo por segmento de todas as empresas que possuem Instagram, WhatsApp ou Facebook e lá, nesse espaço, colocamos um link para essas redes sociais das empresas credenciadas e isso facilita ao máximo a conexão do consumidor com a empresa associada. 

    Conexão – Três Pontas é um comércio de excelente qualidade, muita variedade e bom atendimento, além de preços competitivos. Mas ainda muitos consumidores preferem comprar fora. O que pode ser feito para que o dinheiro fique em Três Pontas?

    Bruno – A gente nota hoje em dia mais variedade e melhores preços. Mas se esse comércio local estivesse ainda mais antenado à necessidade de se filiar à Associação Comercial, em contrapartida recebendo mais informação, uma melhor estrutura, percebendo que não está sozinho, que pode caminhar com uma estrutura um pouco melhor, esse quadro seria mudado mais facilmente.

    Conexão – O que que é Associação Comercial tem feito para mostrar para o consumidor de Três Pontas que compensa comprar no comércio local?

    Bruno – Engraçado que essa sua pergunta realmente é muito interessante. Percebi que de um ano e meio para cá que vários segmentos aportaram aqui. Empresas que não são daqui e que agora estão vindo com mais frequência. Vemos isso no setor supermercadista e agora no de farmácia e realmente isso é preocupante porque essas empresas não são baseadas aqui, embora estejam aqui o dinheiro vai para o lugar que ela se originou. Então é preocupante para os empresários daqui. Por isso ele tem que fazer uma corrente, se fortalecer. 

    Quando o consumidor compra no comércio local o dinheiro fica aqui, é gasto ou investido aqui pelo empresário e movimenta a nossa economia. Então é muito importante que o cidadão tenha essa concepção de comprar aqui. Quando compramos fora ou de empresas de fora o nosso dinheiro vai embora, há uma evasão de dinheiro. Temos que fazer o movimento contrário. Deixar o dinheiro da cidade na cidade e investir para atrair clientes de outros municípios. 

    Claro que os comerciantes locais precisam atrair cada vez mais e melhor os seus clientes, com novidades, promoções e muita criatividade. O cliente, quando encontrar algum preço melhor fora, ou num concorrente local, pode falar para o empresário que achou condições melhores, que na loja dele não tem tal produto. Fazer com que o comerciante se movimente, que crie melhores condições de compra para seus clientes. Isso também precisa ocorrer. 

     

    Conexão – A Prefeitura não divulga mais os plantões de farmácia, já que algumas empresas locais deixaram os plantões por verem uma discrepância, situações distintas referentes ao funcionamento de farmácias vindas de fora, beneficiadas inclusive mediante liminar da Justiça. Como você avalia toda polêmica envolvendo o setor de farmácias na cidade?

    Bruno – Com relação às farmácias é uma situação muito desagradável. A Associação Comercial não foi envolvida em momento algum. Não nos procuraram. Nessa briga a gente não tem pleno conhecimento. 

    As farmácias locais estão sim se sentindo prejudicadas. De fato não têm divulgado frequentemente esses plantões, já que algumas deixaram de fazer parte. Há claramente um prejuízo diante do que acontece com algumas empresas de fora, que acabaram tendo uma liminar e funcionam de forma diferente. 

    Nossa intenção é proteger as farmácias locais e faremos de tudo que for preciso, que estiver ao nosso alcance para que elas não sejam prejudicadas. O consumidor está no papel dele, diante das novas empresas. Mas se a gente prestigiar o nosso colega aqui da cidade, o empresário daqui, deixaremos a cidade mais forte sempre. O nosso comerciante precisa se inovar, mostrar benefícios e vantagens para o consumidor. E lembrar que não existe mágica de preços. Não há diferenças gritantes entre as empresas de fora e as locais, muito pelo contrário, vemos condições muito boas e até melhores em alguns casos ofertadas pelos empresários trespontanos. 

    A prestação do serviço local é excelente, geralmente bem melhor que o serviço ofertado pelas empresas de fora. 

    Conexão – Para encerrar, uma mensagem que você deixaria de apoio nesse momento aos comerciantes que estão vendendo uma situação muito difícil.  

    Bruno – O empresário está com as portas abertas mas a gente sabe, claro, que a onda roxa vai interferir de uma forma fundamental, pesada, direto no seu faturamento. 

    A gente tem que ter perseverança! Quando a gente tá vivendo um problema geralmente a gente fica muito bitolado no problema. Lembrar que se o comerciante não pode receber o cliente dentro do comércio lojista, no caso dos comerciantes de calçados, de roupas, o que é muito ruim para esse empresário,  é necessário que ele busque alternativas, usando da criatividade. As vezes enviar para o cliente uma lista de produtos, de promoções pelas redes sociais, enviar um vendedor até a casa das pessoas para levar uma amostra, tentar fazer a venda pelo cartão, enfim, estender sua loja para outro universo, o universo online. Investir nessa questão.

    As empresas estando abertas é algo muito importante para o município, tanto na parte da geração de emprego quanto no investimento que as empresas fazem na cidade, elas fazem circular muito dinheiro na cidade. desde o início da pandemia, desde que o comércio passou a ser penalizado com fechamento, nós passamos a oficiar a Prefeitura pedindo a reabertura. Infelizmente parece que isso tudo se trata de movimento político por parte do governador de Minas que se descompatibilizou com o presidente Bolsonaro. Infelizmente parece que nos tornamos massa de manobra para esses políticos. Isso é devastador para as empresas e a gente sempre pediu, de imediato, que abrissem o comércio. Seguiremos lutando pelo nosso empresário, pelos nossos comerciantes.

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA: “CHOCOLATES MAIS AMARGOS PARA O BOLSO DOS BRASILEIROS NESTA PÁSCOA!”

    ENTREVISTA: “CHOCOLATES MAIS AMARGOS PARA O BOLSO DOS BRASILEIROS NESTA PÁSCOA!”

    Dono de supermercados em Três Pontas prevê queda de até 20% nas vendas com ovos de chocolate mais caros em meio à pandemia

    Não é por causa do baixo teor de açúcar que os produtos feitos à base de chocolate estão mais amargos para o bolso dos brasileiros na Páscoa de 2021. A pandemia do coronavírus vem causando forte retração na economia do Brasil e os ovos de Páscoa, assim como os combustíveis, o arroz, a carne e outros tantos produtos, tiveram aumentos consideráveis neste ano, o que deverá causar uma queda de até 20% nas vendas dos itens alusivos à data. É o que prevê o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos proprietários da rede Moacyr Supermercados. O Conexão Três Pontas conversou com ele sobre as expectativas para a Páscoa:

    “Infelizmente nós estamos enfrentando um momento muito difícil não apenas para a saúde mas também para a economia brasileira, assim como para diversos países mundo afora.  Sobre a Páscoa deste ano, as fábricas parece que não apostaram muito na data, justamente por conta da crise e do caos provocados pela pandemia e produziram menos ovos e demais produtos com grande apelo comercial nesta época do ano. E com a produção menor os ovos de Páscoa acabaram tendo um aumento que varia de 10% a 15%”, explicou.

    Ainda conforme Denilson a dificuldade de ganho por parte do trabalhador também deverá provocar uma retração nas vendas. “Nós estamos acreditando num volume de vendas de até 20% menor que em 2020. Muitos trabalhadores não estão conseguindo realizar as suas atividades profissionais e também por conta da diminuição do valor do Auxílio Emergencial, pago pelo governo, muitas famílias terão mais dificuldade de gastar, de adquirir os ovos de chocolate agora”, pontuou.

    Denilson Miranda ressaltou que muitas pessoas, para não deixar a data passar em branco, ainda diante de todas as dificuldades atuais, optam por ovos de Páscoa menores ou ainda pelas tradicionais caixas de bombons. Com relação ao bacalhau e outros pescados comuns nesta época do ano, o empresário também confirmou um aumento de preço considerável por conta da alta do dólar.

    “Os pescados sofreram uma elevação nos preços em torno de 30%. Os preços já vinham em elevação nos últimos anos e agora, com as constantes altas da moeda americana, o bacalhau e outros pescados estão ainda mais ‘salgados’, mais caros”, concluiu.

    Mesmo diante do atual cenário, a data deve movimentar no varejo do país R$ 1,62 bilhão, números bem menores que em anos anteriores.

    Os itens que devem ser mais procurados, apesar da alta nos preços, são: 

    _ Ovos de chocolate (59,4%)

    _ Bombons (51,8%) 

    _ Barras de chocolate (46,7%)

    _ Bichinhos de pelúcia (6,1%) 

    _ Cesta de Páscoa (5,1%) 

    _ Colomba pascal (4,6%) 

    Cada consumidor ou pai de família deve gastar, em média, menos de 100 reais, valor que se manterá praticamente estável se comparado a 2020, quando a Páscoa já estava “dentro da pandemia”.

    Questionados sobre onde farão suas compras, a maior parte dos consultados por órgãos de estatística e consumo, respondeu que se dividirá entre lojas físicas e online (60,4%), seguindo-se só loja física (26,4%) e só online (13,2%).

    (Fotos Arquivo Conexão)

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  • ENTREVISTA: Dr. Dilson, Presidente da Unimed aborda temas importantes de interesse dos trespontanos

    ENTREVISTA: Dr. Dilson, Presidente da Unimed aborda temas importantes de interesse dos trespontanos

    MÉDICO E GESTOR FALA NAS NOVIDADES DA UNIMED, DA PARCERIA COM A SANTA CASA E DO FORTE TRABALHO SOCIAL DESENVOLVIDO PELA COOPERATIVA DE SAÚDE.

    Dr. Dilson Lamaita Miranda, médico ortopedista, é Diretor da Unimed Três Pontas há 27 anos. A Unimed Três Pontas (cooperativa de primeiro grau) tem 30 anos e o seu primeiro mandato foi como diretor financeiro. Durante este período, a medida em que foi adquirindo experiência, foi assumindo outros cargos dentro da Unimed e dentro do cooperativismo. Ele conversou com o Conexão Três Pontas e abordou temas importantes, de interesse da comunidade trespontana. Acompanhe:

    “A grande vantagem da Unimed Três Pontas é ser uma cooperativa, dirigida e administrada pelos médicos da nossa região. Portanto nós estamos inseridos na comunidade, vivemos aqui, moramos aqui, sabemos e partilhamos do dia a dia de Três Pontas.”

    Trabalho Atual

    “Atualmente eu sou o presidente da Unimed Três Pontas e também o presidente da Unicred, que é uma cooperativa de crédito que nasceu das Unimeds, que é independente e ligada ao Banco Central aqui no Sul de Minas. A Unicred tem como sede principal Varginha, mas com agências em diversas cidades, como Três Pontas, Alfenas,Poços de Caldas, Pouso Alegre, entre outras. Então eu dirijo a Unicred Sul de Minas. Eu assumi também um cargo na Unimed de Minas Gerais, como diretor de controle do Estado de Minas Gerais, cuja função é controlar as finanças, as operações das Unimeds de Minas Gerais, tendo sede em Belo Horizonte. No caso já estamos falando de uma federação, uma cooperativa de segundo grau, que congrega as 62 Unimeds do estado de Minas Gerais.

    Mas eu estou deixando esse cargo porque irei concorrer a uma nova função na Unimed do Brasil cuja sede é São Paulo. Estou falando agora da Unimed do Brasil e para assumir um cargo na Unimed nacional, que já é uma cooperativa de terceiro grau, eu tenho que deixar a função estadual. Importante dizer que eu não preciso renunciar ao cargo de presidente da Unimed Três Pontas. Paralelo a tudo isso, eu ainda dirijo o sindicato das cooperativas médicas do Brasil, chamado Sincoomed, que agrega diversas cooperativas médicas, além das próprias Unimed.”

    “A Unimed Três Pontas cuida hoje de cerca de 21 mil clientes de toda região e oferecemos tudo que uma operadora de saúde deve oferecer. Contamos hoje com cerca de 100 médicos, sendo 80 cooperados e outros que são credenciados…”

    A Unimed Três Pontas

    “As Unimeds são cooperativas médicas, importantes em todo país, que estão no mercado há mais de 50 anos. Diante da regulamentação dos planos de saúde, todos que estavam no mercado tiveram que se regularizar perante a lei. Todas as empresas de planos de saúde, sejam elas cooperativas ou não, tiveram que se adequar e se tornaram operadoras de planos de saúde.

    A Unimed Três Pontas é portanto uma cooperativa registrada como operadora de plano de saúde. A grande vantagem da Unimed Três Pontas é ser uma cooperativa, dirigida e administrada pelos médicos da nossa região. Portanto nós estamos inseridos na comunidade, vivemos aqui, moramos aqui, sabemos e partilhamos do dia a dia de Três Pontas. Somos donos como cooperados da Unimed, mas ao mesmo tempo somos palpáveis, estamos aqui, ou seja, os moradores de Três Pontas tem acesso direto a todos nós. Com isso nós interagimos com a comunidade, conhecemos os reais problemas do município e procuramos ajudar sempre da melhor maneira possível.

    A Unimed Três Pontas cuida hoje de cerca de 21 mil clientes de toda região e oferecemos tudo que uma operadora de saúde deve oferecer. Contamos hoje com cerca de 100 médicos, sendo 80 cooperados e outros que são credenciados, também médicos que prestam serviços à Unimed mas que ainda não são cooperados. Há outros profissionais que também são credenciados, mas que não podem ser cooperados por não serem médicos, como psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, etc. Profissionais que são necessários, que fazem parte da saúde mas que, pela lei vigente no país, não podem se tornar cooperados de uma cooperativa médica. Ressalto que eles trabalham normalmente com as meninas Unimed através de contratos. Tanto pessoas físicas, quanto jurídicas, como hospitais, laboratórios, podem trabalhar com a Unimed como contratados.”

    “A Unimed faz questão de oferecer sempre o melhor serviço para um número cada vez maior de usuários, independente do lugar.”

    A Estrutura da Unimed Três Pontas

    “Nós temos a Sede Administrativa onde controlamos tudo, sendo ela interligada às Unimeds de todo Brasil. No total são 320 cooperativas que fazem parte do Sistema Unimed em todo Brasil. Atuamos em 90% de todo território nacional. Não conseguimos atuar em 100% por conta de algumas localidades que são de difícil acesso, como regiões ribeirinhas por exemplo. Mas somos a cooperativa de saúde com maior abrangência em todo país. A Unimed está presente muitas vezes em locais onde outros não estariam por conta da distância, às vezes do número pequeno de clientes. A Unimed faz questão de oferecer sempre o melhor serviço para um número cada vez maior de usuários, independente do lugar.

    Temos também o nosso hospital. A Unimed Três Pontas sentiu a necessidade de ter uma estrutura para realizar alguns procedimentos, algumas internações para que o seu médico possa trabalhar. Ao mesmo tempo gerar trabalho para seus médicos e atendimento para os seus clientes. Ter um pronto atendimento era uma queixa dos usuários da Unimed. Então resolvemos fazer o nosso hospital, que tem também um pronto atendimento 24 horas para atender os clientes Unimed de todo Brasil e também fazer atendimentos particulares. Só não temos atendimento do SUS pois não somos credenciados.

    Não tinha lógica montarmos uma UTI também no Hospital da Unimed. Afinal de contas não somos excludentes em relação à Santa Casa, somos parceiros. A ideia é complementar…”

    Ali é um hospital particular. Os atendimentos começaram em 2019. Ter um hospital é uma coisa muito complexa e aos poucos, com o passar do tempo e com mais investimentos, a complexidade vai aumentando, oferecendo mais serviços. Começamos com internações/dia onde o paciente ficava menos de um dia e depois ia para casa, sem precisar dormir no hospital. Hoje, além das internações cirúrgicas também fazemos as internações clínicas. Hoje os pacientes, se precisarem, podem dormir no hospital. Fizemos uma estrutura muito boa que desde o início foi pensada, planejada para o crescimento do hospital.

    Temos agora um planejamento de crescimento do hospital. A construção de um segundo andar inteiro. Vamos construir novos apartamentos. Tudo muito bem montado e bem equipado.”

    Unimed e a UTI da Santa Casa

    “Nós não temos UTI no Hospital da Unimed porque nós somos servidos e muito bem servidos pela UTI da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Não tinha lógica montarmos uma UTI também no Hospital da Unimed. Afinal de contas não somos excludentes em relação à Santa Casa, somos parceiros. A ideia é complementar, o que é muito diferente de um pensamento empresarial, onde o pensamento seria concorrer, tirar o máximo da Santa Casa para ganhar dinheiro.

    “E para atender ainda melhor todos os nossos clientes nós vamos abrir um terceiro laboratório na Casa Unimed. As pessoas que às vezes acharem o nosso hospital um pouco longe ou que não tenham condução, terão mais uma opção na região central da cidade.”

    Santa Casa de Três Pontas

    Por exemplo, na questão da covid-19, nós combinamos antes com a Santa Casa que iríamos centralizar os atendimentos e as internações na própria Santa Casa e assim foi feito já que ela é muito bem estruturada. Eu ando por hospitais de toda Minas Gerais e também de outros estados brasileiros e posso afirmar que a Santa Casa de Três Pontas merece elogios por conta de sua estrutura. Somos sempre muito bem atendidos e tudo está fluindo muito bem. Sempre que precisamos de internações de UTI e outras internações nós buscamos a Santa Casa de Três Pontas ou outros hospitais que fazem parte da Rede Unimed. No sul de Minas a Unimed tem hospitais em Três Pontas, Varginha, Três Corações, Poços de Caldas e Passos. Fora as outras cidades que possuem pronto atendimento. A rede de hospitais da Unimed é a maior, ficando atrás apenas da rede que congrega as santas casas. O sistema Unimed tem cerca de 180 unidades Brasil afora.

    Vale lembrar que no Hospital da Unimed também temos laboratório. Ressalto que tudo na Unimed, inclusive o laboratório, pode ser usado de forma particular. Os laboratórios de hospitais geralmente são mais completos que outros laboratórios justamente pela realização de alguns exames mais específicos, que outros não fazem. Mas além do laboratório do nosso Hospital também temos o laboratório localizado na nossa Sede Administrativa para realização de exames mais de rotina.

    Nós temos um núcleo de atendimento de pacientes crônicos (Núcleo de Atenção à Saúde). A gente não precisava montar isso, os planos de saúde não cobrem, mas nós fizemos questão de fazer. Nós nos preocupamos com aquele paciente mais velho, que tem uma doença crônica e que demandam sempre de atendimento médico.”

    Qualquer exame de rotina pode ser colhido tanto na Sede Administrativa quanto no nosso hospital. As análises são centralizadas no hospital. E para atender ainda melhor todos os nossos clientes nós vamos abrir um terceiro laboratório na Casa Unimed. As pessoas que às vezes acharem o nosso hospital um pouco longe ou que não tenham condução, terão mais uma opção na região central da cidade. Mas aquelas que realmente quiserem uma ampla estrutura e mais conforto podem se dirigir ao Hospital Unimed.

    A Casa Unimed é uma outra importante estrutura da nossa Unimed e que oferece atendimentos como fisioterapia, nutricionista e psicólogo, que são colaboradores contratados pela Unimed e que ficam à disposição do cliente Unimed ou mesmo para atendimento particular. 

     Nós temos um núcleo de atendimento de pacientes crônicos (Núcleo de Atenção à Saúde). A gente não precisava montar isso, os planos de saúde não cobrem, mas nós fizemos questão de fazer. Nós nos preocupamos com aquele paciente mais velho, que tem uma doença crônica e que demandam sempre de atendimento médico. Nós nos antecipamos a isso. Geralmente são idosos que recebem periodicamente a visita de médicos, de fisioterapeuta, de fonoaudiólogos, etc. Nós temos uma equipe interna muito competente. Não esperamos a pessoa ser internada, verificamos de forma correta e antecipada para evitar que elas fiquem mais doentes e precisem internar. São pacientes muito sofridos que nós fazemos o acompanhamento para evitar maiores problemas, fazendo um controle sobre a situação de cada um. Nós acompanhamos cerca de 15 pacientes crônicos, geralmente bem idosos que têm seu sofrimento amenizado por conta de todo esse acompanhamento.”

    Algumas pessoas acham que se precisarem fazer um procedimento, uma cirurgia particular, acabarão tendo que gastar muito, que tudo ficará muito caro mas não é bem assim. Em tudo o que fazemos oferecemos os melhores atendimentos com preço justo.”

    Particular na Unimed não é “caro”

    “Realmente há muita desinformação em relação a isso. Quando se fala em particular as pessoas assustam e sempre acham que tudo será cobrado muito caro. O nosso objetivo com os nossos atendimentos não é ganhar dinheiro. O nosso negócio é um bom atendimento ao cliente Unimed. Mas, se prestamos um bom atendimento ao nosso cliente, porque não estender ao atendimento particular cobrando um preço justo? Claro que podemos atender dignamente e com preço justo aqueles que não são clientes Unimed. O mesmo acontece em relação ao Hospital Unimed.

    Algumas pessoas acham que se precisarem fazer um procedimento, uma cirurgia particular, acabarão tendo que gastar muito, que tudo ficará muito caro mas não é bem assim. Em tudo o que fazemos oferecemos os melhores atendimentos com preço justo. Outra coisa que é importante falar é que sempre damos um preço fechado para pessoa. É muito ruim você internar e não saber o quanto vai gastar. ‘E se ficar um pouco mais caro?’ Se ficar um pouco mais caro do que foi combinado a Unimed cobre.”

    Os Direitos do Cliente Unimed

    “O tratamento, os direitos de uma pessoa que tem plano de saúde são regidos por uma lei. O direito de quem tem Unimed é o mesmo de quem tem outra operadora qualquer. Por estarmos inseridos diretamente na comunidade a um tratamento mais próximo, um trabalho social mais forte, estamos sempre presentes no cotidiano da cidade. O direito dos usuários de planos de saúde é regido pela ANS (Agência Nacional de Saúde). E é justamente a ANS quem descreve e apresenta uma gama de procedimentos que a operadora de saúde deve oferecer. A medida em que são incluídos novos tratamentos eles passam a ser oferecidos pela operadora. Mas isto não acontece em todos os casos. Acontece que alguns procedimentos e medicamentos ainda não tem sua comprovação de  eficiência. Inicialmente esses novos procedimentos são estudados e havendo comprovação passam a fazer parte dos serviços oferecidos pelas operadoras de saúde.”

    “A Unimed Três Pontas realmente tem uma grande preocupação social e desenvolve muitos trabalhos nesse sentido. É uma preocupação minha, enquanto presidente da Unimed, mas também é de todos os cooperados. Isso faz parte do cooperativismo. Ser cooperativa tem essas diferenças, um atendimento mais humanitário.”

    Serviços Oferecidos pelos Planos de Saúde

    “Algumas pessoas, às vezes, têm uma certa dificuldade de entender por que tal procedimento indicado por um médico não tem cobertura da Unimed ou de outro plano de saúde. É justamente pela questão que acabei de explicar. Assim que houver uma comprovação científica dos resultados e a Agência Nacional de Saúde autorizar esse procedimento passará a ser oferecido pela prestadora de saúde.”

    Trabalho Social da Unimed Três Pontas

    “A Unimed Três Pontas realmente tem uma grande preocupação social e desenvolve muitos trabalhos nesse sentido. É uma preocupação minha, enquanto presidente da Unimed, mas também é de todos os cooperados. Isso faz parte do cooperativismo. Ser cooperativa tem essas diferenças, um atendimento mais humanitário.

    Nós participamos de praticamente tudo que acontece na nossa comunidade. Se tem um evento social na cidade nós estamos presentes, patrocínios de diversas formas (sempre ligados à saúde), eventos esportivos, tudo que realmente favoreça à saúde e que não fuja do nosso perfil. Nós participamos, seja com a Apae, a Santa Casa, a Paróquia, a Vila Vicentina, etc. A nossa maior relação é com a saúde. Temos uma gama de ações sociais que fazem parte do nosso pensamento e preocupação enquanto cooperativa, visando sempre o bem estar e a saúde de todos. Temos um ótimo relacionamento com a Santa Casa e com a Prefeitura. Mas nem sempre foi assim…”

    “…Sempre disse que a Unimed e a Santa Casa em todo tempo seriam parceiras e não excludentes. A história está mostrando que eu sempre estive certo.”

    Geração de Emprego

    “A Unimed tem hoje cerca de 150 colaboradores, ou seja também temos um papel importante na geração de emprego e renda em Três Pontas. E se pensarmos nos médicos (nas suas secretárias, técnicos, etc) esses números são ainda bem maiores.

    A Unimed Três Pontas ainda gasta muito dinheiro com as cidades vizinhas, principalmente Varginha. Por isso é importante cada vez mais termos uma estrutura mais ampla em Três Pontas, se eu consigo ter um atendimento mais completo aqui o dinheiro fica aqui e alimenta a nossa economia.”

    Unimed, Santa Casa e Prefeitura

    “A relação da Unimed com a Santa Casa e também com a Prefeitura hoje é muito boa. Já ajudamos adiantando valores, reformando quartos do hospital, já doamos alimentos, doamos valores em dinheiro, etc. Nos 30 anos da Unimed Três Pontas nós sempre fizemos muito na questão social, mas não ficamos alardeando. Também cedemos equipamentos para a Santa Casa, da mesma forma que hoje a Santa Casa também tem condição de nos ajudar e faz isso quando precisamos. Por isso que digo que temos uma relação interligada, uma via de mão dupla. Por exemplo, recentemente o tomógrafo, que é um equipamento muito sensível e que qualquer manutenção demanda tempo, deu defeito na Santa Casa. Em plena pandemia o tomógrafo estragou e, sem problema algum, todas as pessoas que precisaram de uma tomografia através da Santa Casa realizaram no Hospital da Unimed. Por outro lado, recentemente um equipamento do laboratório da Unimed estragou, coisa que também demanda tempo e a vinda de técnicos que não ocorre da noite para o dia e a Santa Casa nos ajudou realizando os exames lá. Falo com o provedor da Santa Casa, Michel Renan, frequentemente, ou quando precisamos de um apoio deles ou quando eles precisam do nosso e estamos sempre um ajudando ao outro.

    Algumas pessoas desavisadas criticaram muito quando construímos o Hospital da Unimed achando que iríamos concorrer ou atrapalhar a Santa Casa. As coisas não são assim! Primeiro que nós temos uma responsabilidade com aqueles que nos pagam que são clientes Unimed. Nós temos que dar ao cliente Unimed a melhor estrutura possível e por isso o hospital era necessário. Segundo que sempre disse que a Unimed e a Santa Casa em todo tempo seriam parceiras e não excludentes. A história está mostrando que eu sempre estive certo. Fui muito criticado, Tive que dar muitas explicações várias vezes, em Prefeitura, Câmara Municipal, imprensa, entidades sociais, etc. Precisamos evoluir a cidade. Os clientes Unimed têm esse direito e não atrapalhamos em nada, pelo contrário, somamos.”

    “…Nós criamos no meu departamento em Belo Horizonte o Unimed Atende, onde o atendimento é feito por diversas plataformas digitais, como o WhatsApp, mas sem excluir o atendimento humano quando necessário…”

    Hemodiálise em Três Pontas

    “Um bom exemplo disso e mais recente é que a Santa Casa está investindo bastante na realização de sua Hemodiálise, um serviço muito importante para a cidade. Eu moro aqui e sei o quanto é triste e penoso ver uma pessoa precisando fazer hemodiálise e ter que entrar numa condução para se dirigir até outra cidade. Acabam passando mal, passam muitas vezes o dia inteiro lá e têm que esperar o transporte de volta. Nós, Unimed, conversamos muito com a Santa Casa e com a Prefeitura, somos apoiadores dessa iniciativa.

    Agora estamos conversando sobre melhorias no setor de Pediatria da Santa Casa. Teremos novidades em breve nas parcerias público-privadas.”

    Oncologia em Três Pontas

    “Outra iniciativa é que estamos conjuntamente fazendo os estudos para termos em Três Pontas o setor de Oncologia, que é outro grande sofrimento que os pacientes  atravessam. Tudo isso é fruto de muita conversa e parceria, chancelado pela Secretaria Municipal de Saúde e prefeitura”

    Novidade: Unimed Atende

    “Nós estamos criando agora a ferramenta Unimed Atende. Hoje em dia nós já temos uma central de atendimento. O paciente precisa saber de um médico por exemplo em Belo Horizonte ou de um hospital na capital e através dessa central ele recebe todas as informações, inclusive à noite, final de semana. Mas nós queríamos uma ferramenta ainda mais completa. Por isso nós criamos no meu departamento em Belo Horizonte o Unimed Atende, onde o atendimento é feito por diversas plataformas digitais, como o WhatsApp, mas sem excluir o atendimento humano quando necessário. O nosso usuário tem uma gama de serviços, inclusive agendamento de consultas, resultado de exames, boletos, relatórios, etc, através desta ferramenta de uma forma prática, simples, completa, 24 horas por dia. Os médicos também terão todas as informações que eles precisam ali. Esse serviço já está sendo iniciado.”

    Doutor Dilson Lamaita Miranda cumpre o atual mandato de 4 anos até 2022. Mesmo assumindo agora importante função na Unimed do Brasil, em São Paulo, não significa que ele deixará a presidência da Unimed Três Pontas no próximo ano.

    Veja mais fotos da estrutura Unimed Três Pontas:

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • ENTREVISTA: Prefeito Marcelo Chaves fala sobre a covid-19, volta às aulas presenciais e outros temas importantes

    ENTREVISTA: Prefeito Marcelo Chaves fala sobre a covid-19, volta às aulas presenciais e outros temas importantes

    De volta, após vencer o coronavirus, o gestor municipal abordou temas importantes e afirmou: “O crescimento não vai parar!”

    O prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, retomou as suas atividades a frente do Município após alguns dias afastado por conta da covid-19 que o contaminou, o mesmo ocorrendo com sua esposa, que é a secretária de Assistência Social local. Apesar de ainda ter algumas sequelas, Marcelo Chaves, acompanhado do vice-prefeito Luís Carlos da Silva, recebeu a imprensa para colocar alguns temas em dia onde fez questão de dizer que “ele parou por alguns dias mas o trabalho em prol do crescimento de Três Pontas e do combate ao coronavírus não”. Veja os principais pontos levantados pela imprensa e respondidos pelo chefe do Executivo Municipal:

    “Quero agradecer imensamente aos empresários trespontanos e aos cidadãos que entraram em contato, nos procuraram, se prontificaram a fazer doações de materiais de construção e a nos ajudar de alguma forma a amenizar o prejuízo de todos aqueles atingidos pela chuva”.

    A luta pessoal contra a covid-19

    “Quero agradecer a oportunidade e lembrar a todos que uma das coisas que gosto no meu trabalho, além de realizar ações em favor da nossa cidade e da nossa gente, é informar os nossos cidadãos sobre tudo o que estamos fazendo e o que está acontecendo em Três Pontas. Também não posso deixar de agradecer o carinho recebido por parte dos trespontanos durante a minha recuperação da covid-19. Eu e a minha esposa pegamos e eu precisei ficar três dias internado. Quero destacar o excelente atendimento tanto no Hospital da Unimed quanto no Hospital São Francisco de Assis. Precisamos destacar o empenho de todos os profissionais e toda a estrutura que foi montada aqui em Três Pontas na luta contra a pandemia. Quero também agradecer ao Dr. Lucas Herbert, Dr. Eduardo, Dr.Geovanni, Dr. Cassiano e também ao provedor Michel Renan. Apesar de ter ainda algumas sequelas estou me recuperando bem, feliz por ter podido retornar ao trabalho aqui na Prefeitura. Eu parei por um período mas o trabalho da nossa administração por uma cidade melhor segue a todo vapor”.

    Obras no Foguetinho

    “Trata-se de uma das principais obras em andamento no município e com o meu retorno ao trabalho já estive com o secretário de transportes e obras, Maquil dos Santos Pereira, na região do Foguetinho para acompanhar o andamento das obras. A obra está em ritmo acelerado. Três empresas estão envolvidas no projeto e após uma pequena parada, a interdição por conta das chuvas, os trabalhos foram retomados. Acredito que se não houver mais nenhum contratempo as obras do Foguetinho devem estar concluídas no mês de julho.”

    Assistência aos Atingidos pela Chuva

    “Infelizmente tivemos recentemente o episódio dê uma chuva forte acompanhada de ventos impressionantes que causaram diversos prejuízos, muitas casas foram destelhadas, muros caíram e uma série de outras situações lamentáveis. Contra a força da natureza não há muito o que se fazer. Mas desde que o episódio ocorreu nós colocamos as dependências do CAIC à disposição para todos aqueles que precisassem sair de suas casas e procurar um abrigo seguro, o que felizmente não foi preciso. Todos os secretários se envolveram no trabalho de levantamento dos prejuízos, como estava a situação de cada família atingida e passamos a cadastrar todas elas desde o dia seguinte ao episódio. Quero agradecer imensamente aos empresários trespontanos e aos cidadãos que entraram em contato, nos procuraram, se prontificaram a fazer doações de materiais de construção e a nos ajudar de alguma forma a amenizar o prejuízo de todos aqueles atingidos pela chuva”.

    “Também quero lembrar a população que trabalhamos com total lisura e transparência, sem beneficiar a quem quer que seja em detrimento de outras pessoas. Peço que a população nos ajude a fiscalizar E denuncie caso fique sabendo de algum caso de alguém que eventualmente esteja ‘furando fila’. Esperamos que a vacina chegue para todos o quanto antes”.

    Construção do novo Pronto Atendimento Municipal

    “As obras de construção do novo Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas já estão em andamento e trata-se de um processo rápido. É um projeto importante que dará uma condição de atendimento ainda melhor para todos. O trabalho na saúde tem sido feito, a exemplo de outros setores, outras secretarias, com muito empenho. Médicos já estão vindo para trabalhar na nossa tão sonhada hemodiálise na Santa Casa, que em breve estará em funcionamento. Voltando a falar sobre o novo PAM, ele funcionará ao lado do atual, no espaço onde hoje é o necrotério. Queremos mais espaço e melhores condições de atendimento para nossa população. Acredito que já esteja funcionando, caso não ocorra nenhum contratempo, nos próximos 6 meses”.

    Vacinação contra covid 19 em Três Pontas

    “Infelizmente o número de vacinas disponibilizadas e que já chegaram em Três Pontas ainda é ínfimo, ainda é muito pequeno. Mas é preciso lembrar a população que todo o procedimento de vacinação, da escolha dos grupos de risco, da ordem de vacinação por prioridade, é de inteira responsabilidade do Governo Federal e também do Governo do Estado de Minas Gerais. Nós, enquanto Município, apenas recebemos as vacinas e aplicamos, seguindo todo o critério do Ministério da Saúde. Esses critérios são resultados de estudos minuciosos de diversos infectologistas e nós não mudamos nada.

    Também quero lembrar a população que trabalhamos com total lisura e transparência, sem beneficiar a quem quer que seja em detrimento de outras pessoas. Peço que a população nos ajude a fiscalizar E denuncie caso fique sabendo de algum caso de alguém que eventualmente esteja ‘furando fila’. Esperamos que a vacina chegue para todos o quanto antes”.

    Vice-prefeito Luís carlos da Silva também conversou com a imprensa.

    Unimed, Santa Casa e Prefeitura

    “Felizmente nós temos uma relação muito franca e de diálogo aberto com todos os setores, com todas as pessoas, vamos atrás, conversamos, buscamos sempre o apoio necessário para que ações em favor da coletividade trespontana chegue cada vez mais ao Município. Felizmente também estamos tendo uma relação muito boa com a Unimed e com a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. O que percebo é que a união está fazendo a diferença. Não há mau atendimento e temos uma ótima estrutura. A união entre Prefeitura, Unimed e Hospital São Francisco de Assis gera muitos benefícios para nossa gente.”

    “Estamos nos programando para poder voltar nos próximos dias de forma mista (híbrida), de forma responsável e consciente esperando o melhor momento, sem que haja risco para as pessoas.”

    Carnaval “sem carnaval”

    “Nós estávamos resgatando os bons e velhos carnavais que Três Pontas teve em sua história. O movimento Carnavaliza TP, a Associação Comercial e a Prefeitura vêm fazendo um trabalho excelente e se não fosse a pandemia certamente teríamos novamente um grande carnaval em nossa cidade. Mas infelizmente o coronavirus está aí, precisamos tomar todos os cuidados e respeitar os prazos para que tenhamos mais segurança. Ou seja, se não dava para fazer o carnaval este ano por conta da necessidade de distanciamento social, o correto é que todos respeitemos essas determinações para que possamos vencer a covid-19 e, se Deus quiser, nos preparar com saúde e realizar um grande carnaval em 2022.

    Deixo aqui um alerta para aqueles que ainda não acreditam: a covid-19 é uma doença muito grave e a pandemia é uma situação muito séria. Não podemos continuar perdendo vidas. O comitê já se reuniu alguns dias antes do início do carnaval, ou melhor, da data que seria o carnaval e todas as providências estão sendo tomadas em parceria com a Polícia Militar e Guarda Civil Municipal para evitar que haja aglomeração. Novamente lembro a população, os comerciantes e os empresários que todas as demandas devem ser levadas diretamente à Prefeitura fazendo o protocolo.”

    Volta às Aulas Presenciais

    “Estamos nos programando para poder voltar nos próximos dias de forma mista (híbrida), de forma responsável e consciente esperando o melhor momento, sem que haja risco para as pessoas. A tendência é que tenhamos o esquema de aulas mistas, parte presencial e parte remota, já após o carnaval, inclusive na rede pública de ensino.”

    Novas Creches

    “A Creche Randal Diniz é uma obra que já deverá ser concluída no mês de março. E a creche do bairro Eldorado, aprovada recentemente na Câmara Municipal, deverá estar pronta até o meio deste ano”.

    “Eu desacelerei, mas a cidade não. Tem muita notícia boa vindo por aí”.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • INSPIRADOR: No Dia Mundial do Câncer Carla Machado celebra a vida e fala ao Conexão

    INSPIRADOR: No Dia Mundial do Câncer Carla Machado celebra a vida e fala ao Conexão

    Empresária querida na cidade está lutando e vencendo um câncer de mama. Ela decidiu compartilhar a batalha diária em suas redes sociais.

    Depois de um 2020 marcado pela evasão dos pacientes dos consultórios médicos, especialistas estimam que o número de pessoas com câncer em estágio avançado vá ser ainda maior nos próximos dois anos. Levantamentos feitos por entidades médicas apontam que, nos primeiros meses da pandemia, 70% das cirurgias oncológicas foram adiadas. Além disso, há cerca de 75 mil brasileiros que deixaram de receber diagnósticos no período. No Dia Mundial do Câncer, lembrado nesta quinta-feira (4), o recado é que, apesar da situação sanitária, os cuidados com a doença não devem ser deixados de lado. A empresária trespontana Carla Machado tornou pública, através de postagens frequentes em suas redes sociais, a sua luta contra um câncer de mama. Uma mulher de fé, foco e força, assim podemos definí-la. Aproveitando o Dia Mundial do Câncer e a necessidade maciça de conscientização sobre a prevenção e os tratamentos, Carla Machado contou um pouco da sua luta que, graças a um tratamento eficiente, a fé dela própria e as orações dos trespontanos, vem sendo vencida com coragem, vontade de viver e um exemplo de coragem poucas vezes visto. Vale a pena acompanhar a reportagem especial.

    “Jamais esconderia a doença. E já que estou com ela, que eu possa ajudar outras a encararem com mais leveza o tratamento. Ninguém consegue imaginar o que passamos. Mas temos que encarar com esperança no tratamento.”

    Conexão – Carla, hoje é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Recentemente você foi diagnosticada com câncer de mama. Como você enxergava a doença, todo universo do câncer, antes e como vê agora?

    Carla Machado – A doença era algo distante da minha realidade, era o que eu acreditava. Mas quando recebi o diagnóstico, primeira pergunta que me fiz foi: “por que não comigo?” E daí entendi que eu não teria opção alguma que não fosse acreditar e lutar pra me curar. O câncer é uma doença que mexe muito com tudo na gente. Com o psicológico, na parte da insegurança do tratamento; na vaidade pois os cabelos caem e unhas se tornam algo fraco. Na parte física porque inchamos muito. E a gente aprende a separar a dor física da dor da alma.

    Conexão – Como foi a descoberta da sua doença?

    Carla Machado – Sempre fiz todos os exames preventivos. Todos. Fazia-os anualmente. Em setembro do ano passado, fiz todos e estavam todos bem. Neste ano senti algo estranho no seio mas achei que poderia ser do silicone que tenho há 8 anos. Não era. Na mamografia não acusou mas no ultrassom apareceu. Após realizar todos os exames, tive a certeza que se tratava de um câncer raro.

    Conexão – Sabemos que o diagnóstico precoce é fundamental, assim como toda prevenção. Você acredita que tenha “falhado” na prevenção? E você acha que as mulheres ainda não dão a devida importância a esses cuidados?

    Carla Machado – Não acredito que tenha falhado. Acho que todas as mulheres deveriam fazer a mamografia e o ultrassom sempre. A falha de um se assegura no outro. Nem todos os cânceres são diagnosticados só na mamografia, o que foi o meu caso.

    Conexão – Você é uma pessoa muito conhecida e querida na cidade. E resolveu encarar a doença de frente, inclusive postando passo a passo seu tratamento. Fale sobre essa experiência, o carinho das pessoas para com você e ainda nos diga de onde vem essa força que você demonstra?

    Carla Machado – Dizer que é fácil, não. Não é fácil. Mas eu poderia encarar a doença de duas maneiras: ou sofrendo, revoltada, com depressão ou aceitar mais esta luta na minha vida de uma forma mais leve, mais calma, entendendo e aceitando todo o processo. Jamais esconderia a doença. E já que estou com ela, que eu possa ajudar outras a encararem com mais leveza o tratamento. Ninguém consegue imaginar o que passamos. Mas temos que encarar com esperança no tratamento. E o bom humor alivia bem os sintomas do tratamento. Existe ainda muito preconceito sobre a doença e eu quis mostrar a todos o que acontece comigo também. Afinal, por que não comigo? É esta a pergunta que a gente sempre tem que fazer. Se pode acontecer com o outro, pode acontecer comigo também. Quanto ao carinho de todos, as orações, eu agradeço diariamente a todos pois nem imaginam a força que me dão. Leio cada mensagem e me fortaleço com cada palavra que recebo. Eu precisava desse excesso de amor na minha vida.

    Conexão – Sua relação com Deus mudou com a doença?

    Carla Machado – Minha relação com Deus sempre foi das melhores. O Deus que eu creio é o Deus bom, que não castiga, que não maltrata. É o Deus que me põe no colo e me consola. É o Deus que me abraça e me segura. De vez em quando eu o chamo na conversa e digo a Ele: “Uai, Deus, parece que agora o Senhor exagerou, né?”. Aí rimos muito e ouço a voz Dele dizendo que eu aguento. E eu sei que eu aguento. Meu Deus é este. Esta sempre ao meu lado me fortalecendo. Eu sou Ele e Ele sou eu. Sinto Ele em mim o tempo todo.

    Conexão – Uma mensagem para todas as pessoas que sofrem com esta doença, mas que, cada vez mais, têm obtido cura.

    Carla Machado – A mensagem que deixo a todos que passam por esta doença e aos que vierem a passar é que acreditem na força divina que há em cada um de vocês. Nosso corpo físico adoece. O que não pode adoecer é o nosso corpo espiritual. Então, a força que existe em mim, existe em todos vocês. Basta a gente entender que ou encaramos a doença numa boa (o que é difícil) ou nos fazemos de fracos e deixamos ela nos dominar. Eu optei por ser forte e encarar. A opção da escolha, está em cada um. Lembrem-se sempre: Deus está no comando das nossas vidas. É a Ele a quem devemos dobrar nossos joelhos e agradecer. Somos seres em construção. Que sejamos nosso melhor nos melhores e nos piores momentos. Gratidão pelas palavras. Gratidão pelas orações. Deus abençoe cada um de vocês.

    Estimativa

    O Brasil deverá registrar 625 mil novos casos de câncer para cada ano do triênio 2020/2022, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer). Se descontados os casos de câncer de pele não melanoma, serão 450 mil novos registros da doença para cada ano. O cálculo global corrigido para o sub-registro, segundo Mathers et al. (2003), aponta a ocorrência de 685 mil casos novos.

    O câncer de pele não melanoma é o mais incidente no país, com 177 mil novos casos estimados. Ele corresponderá a 27,1% do total de casos de câncer em homens e 29,5% em mulheres.

    Considerando-se todos os demais tipos de câncer, os mais frequentes na população serão mama e próstata (66 mil casos cada), cólon e reto (41 mil), pulmão (30 mil) e estômago (21 mil).

    Por gênero, os tipos de câncer mais comuns em homens são próstata (29,2%), cólon e reto (9,1%), pulmão (7,9%), estômago (5,1%) e cavidade oral (5%). Nas mulheres, o câncer de mama lidera (29,7%), seguido por cólon e reto (9,2%), colo do útero (7,4%), pulmão (5,6%) e tireoide (5,4%).

    “Eu optei por ser forte e encarar. A opção da escolha, está em cada um. Lembrem-se sempre: Deus está no comando das nossas vidas. É a Ele a quem devemos dobrar nossos joelhos e agradecer.”

    Campanha de Conscientização

    O movimento global União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) lança este ano o Desafio dos 21 dias, pelo Dia Mundial do Câncer, lembrado hoje (4). O desafio faz parte de uma campanha lançada em 2019, com o título “Eu sou, eu vou: Juntos, todas as nossas ações são importantes”, e destaca que o “eu” não significa somente indivíduos, mas qualquer cidade, organização ou entidade que queira participar do esforço de conscientização e educação sobre a doença. A campanha estimula também iniciativas que diminuam os índices de câncer no mundo.

    “Afinal, por que não comigo? É esta a pergunta que a gente sempre tem que fazer. Se pode acontecer com o outro, pode acontecer comigo também.”

    No Brasil, a campanha da UICC conta com o apoio da Fundação do Câncer, que está lançando também hoje sua campanha 21 ações para 2021.Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, também aderiu à campanha global. A instituição vai divulgar em sua página na internet os 21 desafios, um a cada dia, com o objetivo de melhorar a saúde dos brasileiros, apoiar alguém com câncer e entender melhor a doença.

    A partir de hoje (4), durante 21 dias, será colocado um desafio por dia na página do Inca. Serão dadas dicas para cada desafio, diariamente, pela equipe do instituto. “Se todo mundo experimentar uma coisa diferente, nem que seja por um dia, quem sabe se anima a mudar o comportamento para sempre em sua vida. Essa é a ideia da campanha”, informou a chefe da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca, Liz Almeida.

    Os 21 desafios estabelecidos na campanha da UICC são: Coloque cor no seu prato, Cheque sua caderneta de vacinação, Pratique meditação em movimento, Não esqueça o protetor solar, Faça um brinde saudável, Se conheça!, Durma bem, Treine como campeões, Abra seus ouvidos, Elogie alguém, Ria em voz alta, Aposte na salada, de olho na sua saúde, Dedique-se às amizades, Faça algo diferente, Quem canta seus males espanta, Mexa-se, Relaxe, Coloque fibra em sua vida, Não faça nada e Agradeça.

    Esta reportagem é uma homenagem tanto à empresária Carla Machado, quanto a todos aqueles que estão enfrentando e que, com as bênçãos de Deus, vencerão o câncer.

    Como detectar o Câncer de Mama?

    Nosso corpo apresenta diversos sinais quando algo não vai bem em nossa saúde. Por isso, é importante estar sempre atento a alterações no organismo.

    No caso do desenvolvimento do câncer de mama, não é diferente: diversos sintomas e sinais podem ser percebidos logo no início da doença. E quando falamos de câncer de mama, quanto mais cedo descoberto, maiores são as chances de cura.

     A detecção precoce é fundamental e a melhor estratégia para vencer a doença. A Mamografia é o exame mais importante no combate ao câncer de mama, deve ser realizada anualmente em mulheres com mais de 40 anos, idade em que o risco de desenvolvimento do câncer de mama começa a aumentar.

    A mamografia é capaz de diagnosticar o tumor quando ele ainda tem menos de 1 centímetro, tamanho em que o nódulo ainda não está grande o suficiente para ser percebido no autoexame. Quando percebido nesse estágio inicial, o câncer de mama tem chance de cura em até 95% dos casos.

    O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo, porém sem dor associada ao caroço – geralmente, as dores só são sentidas no mamilo. Os nódulos   que podem ser indolores, duros e irregulares ou macios e mais arredondados, mas apenas um especialista poderá examiná-lo precisamente.

    Por isso, se notar qualquer diferença no aspecto e aparência da sua mama durante o autoexame, é importante ir ao médico com urgência.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    Brasileira doutora nos EUA diz como vacinas da covid surgiram tão rápido e o que nos espera.

    O mundo aguarda ansioso a chegada das vacinas que vão tirar a gente da pandemia da covid-19. De 11 de março, quando a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o surto causado pelo novo coronavírus era uma pandemia, até 18 de novembro, quando a Pfizer anunciou os resultados da fase 3 da sua vacina — sendo a primeira empresa a conseguir isso— são oito meses. Nunca na história da humanidade uma vacina foi produzida tão rápido. Sobre os esforços de cientistas de todo mundo no combate à pandemia e o que esperar da ciência daqui para frente, a doutora em biologia celular pela Universidade Johns Hopkins (EUA) e pós-doutora em imunologia de câncer pela Universidade de Oxford (UK), a brasileira Denise Golgher esclarece mitos e verdades.

    A cientista, que trabalha há mais de 12 anos na interseção entre ciência e negócios, especificamente em inovação para a saúde humana, participou da conferência Global Pharmaceutical and Biotechnology, promovida pelo jornal britânico Financial Times. Ocorrido entre 9 e 11 de novembro, o evento teve as vacinas como tema central. Pesquisadores, médicos, representantes de governos e executivos das farmacêuticas estiveram presentes.

    Para ela, os resultados sobre a eficácia das vacinas contra a covid-19 são fruto de trabalho conjunto entre o setor público e privado, academia e empresas. “Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível”, disse. Ela afirmou ainda que a ciência vai sair da pandemia bem mais preparada “se e quando um novo vírus surgir”. Veja outros pontos abordados por ela:

    Rapidez no surgimento de vacinas contra a Covid-19

    Sim, de fato a vacina foi feita em tempo recorde. As palavras mais comuns entre todos os palestrantes foram, ‘sem precedentes’, ‘parceria’, ‘confiança mútua’ e ‘transparência’. O que impulsionou o desenvolvimento em tempo recorde foi a motivação conjunta proporcionada pelo sofrimento e desespero causados pela doença. Ninguém pôde fechar os olhos para a pandemia, como tantas vezes acontece em epidemias.

    Existe uma preocupação por parte do público quanto à segurança dessas novas vacinas, que, como você mesmo disse, estão sendo desenvolvidas em tempo recorde. Será que as empresas não tomaram atalhos que podem se revelar perigosos mais adiante?

    Não se sacrificou a segurança. A diferença desta vez foi que a concorrência (muitas vezes entre empresas rivais) deu lugar à colaboração. A inércia cedeu seu lugar à ousadia e à coragem para implementar o novo. Finalmente, a ignorância foi diminuída pela transparência, divisão e difusão dos resultados. Claro que isso tudo só foi possível pelo esforço hercúleo de muita gente, que tornou possível o que há um ano parecia impossível.

    Resultado da Pfizer/BioNTech

    O resultado obtido e divulgado foi maravilhoso. É muito difícil fazer previsões com o novo. Como bem disse uma das palestrantes, se o resultado é conhecido, não é inovação. O vírus é novo e que bom que conseguimos resultados em tão pouco tempo.

    Mas vacinas não são previsíveis. Encontrar uma vacina nova não é uma garantia. Nunca conseguimos, por exemplo, fazer uma vacina para o HIV, mesmo depois de muita pesquisa e conhecimento gerado. Portanto, era perfeitamente possível pensar que vacinas contra a covid-19 não funcionariam. Ainda bem que não está sendo o caso.

    Outros Estudos

    Os participantes do evento estavam todos muito felizes com os resultados da Pfizer/BioNtec. Resultados positivos com uma vacina são bons indicadores de que as outras também terão, talvez com mais ou menos eficácia. Precisamos aguardar.

    Lembremos que precisamos vacinar o mundo inteiro e nenhuma empresa sozinha tem a capacidade de atender a uma demanda como esta. Muitas das vacinas precisarão de mais de uma dose por indivíduo. Todos precisam trabalhar para conseguirmos sair desta pandemia.

    Existe espaço para o otimismo?

    Sim, a notícia da vacina é fantástica, mas eu acho que existe uma notícia maior que é ainda mais maravilhosa. Durante um ano de tanto sofrimento, temos um experimento gigante, que demonstrou que trabalhando juntos, o público e o privado, a ciência e os negócios, as agências reguladoras e organizações sem fins lucrativos, conseguem gerar resultados incríveis para o bem da humanidade.

    Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível.

    O que a ciência vai tirar desta pandemia?

    Nossa, muitas coisas. Novamente, existe uma quantidade enorme de conhecimento científico gerado. Com certeza, estaremos mais bem preparados se e quando um novo vírus surgir. Além disso, o que este esforço global tem demonstrado é que é possível, a partir da ciência básica, gerar novos produtos de uma forma bem mais ágil. As vacinas da BioNTech/Pfizer e a da Moderna foram feitas em uma plataforma inteiramente nova, o mRNA.

    A validação dessas vacinas será também a validação de uma nova categoria de medicamentos e de outras vacinas, e mais possibilidades em tratamentos de doenças crônicas, como por exemplo o câncer e as doenças neurodegenerativas. A humanidade ganha.

    Entretanto, acho também que a pergunta pode ser invertida. O que o mundo tira da ciência que foi feita? A pandemia, e a resposta a ela, mostrou o quão importante é a ciência, como é fundamental para a solução dos problemas complexos que a humanidade deve enfrentar.

    O anúncio da vacina significa que podemos relaxar? Que o pior já passou?

    Tanto a vacina da BioNTech/Pfizer quanto a da Moderna ainda precisam passar por algumas etapas, os dados precisam ser revisados pelas agências regulatórias e elas precisam ser aprovadas para comercialização.

    Não sou epidemiologista, mas entendo que ainda é muito cedo para saber qual parcela da população precisa ser vacinada e quantas doses serão necessárias, se a imunidade promovida pelas vacinas vai durar meses ou anos. Quando estudarmos as respostas imunológicas das vacinas em indivíduos de faixas etárias diferentes, teremos uma ideia melhor.

    As vacinas de mRNA (como é o caso da BioNTech/Pfizer e da empresa de biotecnologia Moderna) precisam ser armazenadas a -70°C e -20°C respectivamente, isso é um grande desafio para a sua distribuição. Outras vacinas não precisarão desta temperatura tão baixa.

    Existem, claro, muitos obstáculos para a manufatura e distribuição de tantas doses de vacinas, mas há também muitos profissionais trabalhando no momento, para que todos os países do mundo tenham acesso às vacinas. Inclusive, muitas empresas optaram por não ter margens de lucro na venda de vacinas, enquanto a pandemia durar.

    Difícil saber o que será necessário para que a covid-19 não assombre mais a população. Eu acredito que sairemos desta pandemia, mas pode ser o novo vírus passe a ser como outros vírus que convivem conosco, como o da gripe, o da dengue etc. Precisamos aguardar. A pandemia vai passar; o que não pode passar é a certeza de que a colaboração, a transparência, a confiança e o trabalho conjunto podem gerar resultados tão promissores.

    Fonte Tilt

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    Roger Campos

    Jornalista

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