Categoria: Esporte

  • Xtp NA COPA: Muslera falha, França bate Uruguai e está nas semifinais da Copa

    Xtp NA COPA: Muslera falha, França bate Uruguai e está nas semifinais da Copa

    A Copa do Mundo da Rússia conheceu a sua primeira seleção semifinalista durante a tarde desta sexta-feira. Em Níjni Novgorod, apesar da aclamada defesa do Uruguai, a talentosa e jovem equipe da França dominou o jogo e o venceu por 2 a 0, com gols de Raphael Varane e Antoine Griezmann.

    Sem contar com o lesionado Edinson Cavani, herói da vitória sobre Portugal, a Celeste não manteve a força ofensiva com o substituto Cristhian Stuani, que fez companhia ao isolado Luis Suárez no ataque. Desse modo, liderados por Griezmann, os europeus aproveitaram para abrir o placar no primeiro tempo e ampliá-lo contando com uma grave falha do goleiro Fernando Muslera na etapa complementar.

    De volta às semifinais da Copa do Mundo após 12 anos, os “Bleus” enfrentarão o vencedor do confronto entre Brasil e Bélgica. O duelo por uma vaga na decisão está marcado para a próxima terça-feira, às 15 horas (de Brasília), em São Petersburgo.

    O bicampeão Uruguai, por sua vez, se despede do torneio e provavelmente do técnico Óscar Tabárez, por quem é dirigido desde 2006 e que deve encerrar o seu ciclo na seleção após ser diagnosticado com uma rara doença que afetou seus nervos e músculos.

    França domina e sai na frente

    O Uruguai começou ligeiramente melhor, chegando com perigo em cruzamentos por ambas as laterais. Aos 13 minutos, o goleiro francês Lloris foi exigido em cabeçada de Giménez após cobrança de escanteio.

    Foi a França, no entanto, quem criou a primeira chance clara de gol na partida. Aos 15 minutos, após bola levantada na área, Giroud ajeitou para o meio e encontrou Mbappé livre. O jovem atacante, porém, errou o cabeceio e mandou por cima da meta de Muslera.

    A partir de então, trocando passes rápidos, os europeus passaram a ter o controle da partida e abriram o placar aos 40 minutos. Em cobrança de falta, Griezmann levantou a bola na área, Varane ganhou de Stuani por cima e desviou de cabeça, sem chances para Muslera.

    Pouco depois, em jogada parecida, o Uruguai quase empatou a partida. Após bola levantada na área, Cáceres testou no canto direito de Lloris, que se esticou todo para evitar o gol. No rebote, Godín isolou por cima na última chance da Celeste antes do intervalo.

    França conta com ‘frango’ para garantir vaga

    O Uruguai voltou para a etapa complementar tentando pressionar, mas sem atacar de maneira consistente. Em busca do empate, Óscar Tabárez promoveu duas mudanças simultâneas: entraram Maximiliano Gomez e Cristian Rodríguez nas vagas de Stuani e Bentancur.

    Logo em seguida, contudo, o treinador uruguaio viu a situação ficar ainda mais crítica. Aos 16 minutos, após contra-ataque, Griezmann recebeu na intermediária e arriscou. A bola foi em cima de Muslera, mas o experiente goleiro espalmou para dentro do próprio gol.

    Com a boa vantagem da França, o jogo ficou nervoso. Mbappé tocou de letra no campo de defesa uruguaio e foi levemente atingido pelo braço de Cristian Rodriguéz, instaurando uma pequena confusão entre os jogadores. Passado o tumulto, o atacante europeu e o meia sul-americano foram advertidos com cartão amarelo.

    O segundo gol abateu veementemente o ímpeto uruguaio, que deixou de atacar de forma consistente. Na base do abafa, os comandados de Tabárez não conseguiram ameaçar a meta de Lloris. A França, por sua vez, valorizou a posse de bola para administrar o placar e confirmar a vaga nas semifinais da Copa.

    FICHA TÉCNICA
    URUGUAI 0 X 2 FRANÇA

    Local: Estádio de Níjni Novgorod, em Nizhegorodskaya (Rússia)
    Data: 6 de julho de 2018 (sexta-feira)
    Horário: 11 horas (de Brasília)
    Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
    Assistentes: Hernan Maidana (Argentina) e Juan Pablo Belatti (Argentina)
    Público: 43.319 torcedores
    Cartão Amarelo: Rodrigo Bentancur e Cristian Rodríguez (Uruguai);Lucas Hernández e Kylian Mbappé (França)
    Cartão Vermelho: 

    Gols:
    FRANÇA: 
    Raphael Varane, aos 40 minutos do 1º tempo, e Antoine Griezmann, aos 16 minutos do 2º tempo

    URUGUAI: Fernando Muslera; Martin Cáceres, José Giménez, Diego Godín e Diego Laxalt; Lucas Torreira, Matías Vecino, Nahitan Nández (Jonathan Urretaviscaya), Rodrigo Bentancur (Cristian Rodríguez) e Cristhian Stuani (Maximiliano Gomez); Luis Suárez
    Técnico: Óscar Tabárez

    FRANÇA: Hugo Lloris; Benjamin Pavard, Raphael Varane, Samuel Umtiti e Lucas Hernández; N’Golo Kanté, Paul Pogba e Corentin Tolisso (Steven N’Zonzi); Antoine Griezmann (Nabil Fekir), Kylian Mbappé (Ousmane Dembélé) e Olivier Giroud
    Técnico: Didier Deschamps

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    Roger Campos

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  • Xtp NA COPA: Kane faz mais um, Inglaterra vence Colômbia nos pênaltis e encara Suécia nas quartas

    Xtp NA COPA: Kane faz mais um, Inglaterra vence Colômbia nos pênaltis e encara Suécia nas quartas

    Depois de empatar em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, a Inglaterra venceu a Colômbia por 4 a 3 na disputa por pênaltis, nesta terça-feira em Moscou, e garantiu vaga para enfrentar a Suécia nas quartas de final da Copa do Mundo.

    O goleiro Jordan Pickford pegou a última cobrança batida por Carlos Bacca e viu Eric Dyer converter a penalidade decisiva para assegurar a classificação inglesa. Antes, os gols saíram na segunda etapa regulamentar, com Harry Kane abrindo o placar batendo pênalti, aos 12 minutos, e Yerry Mina empatando de cabeça, aos 48.

    A vitória inglesa encerra jejum do English Team em disputas por pênaltis. Em outras sete vezes que definiu a classificação nas penalidades em grandes competições, incluindo Eurocopa e Copa do Mundo, a Inglaterra só venceu em uma delas, nas quartas de final da Euro-1996 contra a Espanha.

    Harry Kane chegou a seis gols e lidera de maneira isolada a briga pela a artilharia da Copa do Mundo. O belga Romelu Lukaku e o português Cristiano Ronaldo têm quatro gols, mas o luso já foi eliminado.

    James Rodríguez não foi nem relacionado para o jogo e ficou acompanhando a partida da arquibancada, por conta de lesão na perna direita. A Colômbia sentiu muita falta de seu principal jogador, que caiu em prantos após a eliminação.

    A Inglaterra vai enfrentar a Suécia no próximo sábado, em Samara, às 11h pelo horário de Brasília.

    Kane artilheiro

    Depois de testes mais simples na fase de grupos, com vitórias tranquilas contra Panamá e Tunísia e derrota para Bélgica com time reserva, a Inglaterra precisava se provar contra um time de nível superior.

    E o English Team iniciou a partida elétrico, pressionando o time colombiano e não deixando os sul-americanos jogarem. Os ingleses apostavam em muita intensidade e em transições em velocidade, chegando com muito perigo em cobrança de falta de Young (5) e em cabeçada de Harry Kane (15), após jogadas pelos lados do campo.

    Sem James Rodríguez, vetado pelo departamento médico por edema na perna direita, a Colômbia tinha dificuldades de criar jogadas e trocar passes com mais segurança. Cuadrado e Falcao ficavam muito isolados no campo de ataque.

    A partir dos 20 minutos a partida ficou muito truncada, com faltas que tiravam o ritmo das equipes. Colombianos e ingleses se estranharam muito em campo, deixando o clima tenso e diminuindo o nível de futebol praticado em campo.

    A última boa chance da primeira etapa do lado inglês veio após falta sofrida por Kane na entrada da área, que Trippier bateu com perigo aos 41 minutos. Os colombianos chegaram com Quinteros, que arriscou da entrada da área para a boa defesa de Pickford, aos 46.

    Mina salvador

    Na volta do intervalo, o jogo ficou morno até os oito minutos, quando o zagueiro Carlos Sánchez segurou Kane na área em cobrança de escanteio e a arbitragem assinalou pênalti.

    O artilheiro da Copa foi para a cobrança e bateu no meio do gol, abrindo o placar aos 13 minutos e chegando a seis gols no mundial. Kane lidera a briga pela Chuteira de Ouro totalmente isolado.

    A partir daí, o futebol ficou de lado e as equipes começaram a endurecer as disputas pela bola. A partida ficou faltosa, com um show de entradas duras e cartões amarelos. No total, foram cinco punições para o time colombiano e duas para os ingleses, que aproveitavam o descontrole sul-americano para ditar o ritmo do jogo.

    A grande chance de empate colombiano veio após vacilo de Dier no meio de campo. Bacca roubou a bola e acelerou no contra-ataque, tocando no lado direito para a chegada de Cuadrado. O atacante da Juventus encheu o pé mas pegou mal na bola e isolou, desperdiçando a melhor oportunidade da equipe aos 35.

    Mas a equipe colombiana acreditou até o final e foi recompensada. Em cobrança de escanteio aos 48 minutos, com a presença do goleiro David Ospina no campo de ataque, Yerry Mina subiu mais alto e cabeceou como manda o manual, estufando as redes e recolocando os sul-americanos na disputa.

    Fim do jejum nos pênaltis

    Na primeira etapa extra, a Colômbia foi melhor e viu a Inglaterra sentir o baque do gol no final da partida. O English Team já tinha feito alterações para defender o resultado e ficou sem alternativas para criar jogadas ofensivas. Do outro lado, os colombianos assustaram com Sánchez e Falcao.

    Nos 15 minutos finais, a Inglaterra chegou com muito perigo aos 8, em chute cruzado de Rose que saiu rente à trave. Aos 9, Dier subiu sozinho e cabeceou por cima do gol após cobrança de escanteio. Mas o empate persistiu e a decisão foi para a disputa por pênaltis.

    A Colômbia começou convertendo as três primeiras penalidades, ficando em vantagem após Henderson ser parado por Ospina na terceira batida inglesa. Mas o jogo virou após Uribe mandar uma bomba no travessão e Trippier igualar a disputa convertendo sua cobrança.

    Com tudo empatado, a quinta e última batida caiu nos pés de Bacca, que parou em defesa de Pickford voando para o lado direito. Na sequência, Dier bateu rasteiro e garantiu a primeira vitória inglesa em disputa por pênaltis na história das Copas.

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  • Xtp NA COPA: Em jogo pouco movimentado, Suécia bate Suíça com gol após desvio

    Xtp NA COPA: Em jogo pouco movimentado, Suécia bate Suíça com gol após desvio

    A Suécia segue viva e entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo da Rússia. Nesta terça-feira, na Arena São Petersburgo, a seleção sueca voltou a mostrar o futebol que lhe colocou como líder de seu grupo, criou as melhores chances, perdeu muitas, mas viu brilhar a estrela de Forsberg, que aos 20 minutos do segundo tempo marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a Suíça, pelas oitavas de final.
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    Com a classificação, a Suécia garante um lugar entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo. Nas quartas de final, programada para o próximo sábado, dia 7, às 11h (de Brasília), em Samara, o adversário da vez ainda está indefinido e sai do vencedor do confronto entre Colômbia e Inglaterra, que medem forças ainda nesta terça, a partir das 15h.
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    Os primeiros 45 minutos tiveram momentos distintos, mas a seleção da Suécia mais eficiente dentro da sua proposta de jogo. Sem necessitar da posse da bola, que ficava com a Suíça, os suecos encontravam facilidades para realizar a transição rápida e infiltrar na defesa adversária, que sofreu mudanças em relações as últimas partidas. Ainda assim, as chances acabaram não sendo transferidas em finalizações.

    Aos poucos, os comandados de Vladimir Petkovic pareciam ter se encontrado no duelo e tinha a bola, mas sem efetividade no último terço do campo. Quem aproveitou isso foi justamente a Suécia, que usou dos erros para criar suas melhores chances. Na principal delas, Ekdal teve muito tempo para escolher o que fazer e, mesmo assim, isolou o chute.

    O segundo tempo seguiu o mesmo cenário do primeiro, com a Suíça encontrando amplas dificuldades de infiltrar no forte sistema defensivo adversário e a Suécia se aproveitando dos erros e da transição rápida para chegar a meta de Sommer. Depois de tantas chances perdidas na primeira metade, coube ao camisa 10, “craque” do time, chamar a responsabilidade e resolver. Aos 20 minutos, Forsberg fez tudo sozinho, arriscou de fora da área e o chute encontro o pé do zagueiro suíço Arkanji, morrendo a bola no fundo da rede e dando a vitória para Suécia.

    O JOGO

    Início movimentado com Suécia mais incisiva no ataque 

    Quem esperava um jogo de duas seleções com propostas defensivas e o ataque deixando em segundo plano acabou vendo um cenário completamente diferente logo nos primeiros minutos de jogo. Apesar de suas duas consistentes linhas de quatro, a Suécia encontrava facilidade para chegar na área da Suíça, tanto que criou duas boas chances nos primeiros minutos.

    Já que não encontravam espaços para infiltrar no sistema adversário, os suíços tinham como alternativa os arremates de longa distância, mas sem muita precisão. Enquanto isso, a Suécia, aos sete minutos, esteve perto de marcar, não fosse a falta de pontaria de Berg, responsável por arrematar uma grande jogada coletiva, mas isolou. Na sequência, Ekdal soltou tentou de fora da área e a bola passou rente a trave.

    Times sem objetividade e goleiros meros espectadores

    Depois de um início até empolgante, apesar das poucas chances, a partida, a partir de seus 15 minutos, entrou em um aspecto que deixou a desejar aos espectadores. Com a bola, a Suíça não encontrava espaços nem pelo lado e muito menos pelo meio do campo. “Cabeça pensante” do setor suíço, Xhaka não conseguia se sobressair diante da marcação sueca e, quando tinha a bola, arriscava de fora da área, porém, sem precisão.

    Reta final de encher os olhos pela chances, não pelas conclusões 

    A partida voltou a ficar franca nos últimos 15 minutos da primeira etapa. Pelo lado esquerdo, a Suíça conseguiu uma boa jogada aos 38. Dzemaili tabelou bonito com Zuber e recebeu de frente para o gol. Entretanto, o chute saiu por cima da meta defendida por Olsen. A resposta sueca veio no minuto seguinte, em cobrança de falta de Forsbeg, que desviou na barreira e por pouco não surpreendeu Sommer.

    Ainda deu tempo da oportunidade mais clara do lado da Suécia. Aos 41 minutos do primeiro tempo, Lustig conseguiu chegar a linha de fundo e descolou um ótimo cruzamento que caiu no pé de Ekdal. O meia teve tempo de ajeitar o corpo e escolher entre o chute ou cabeceio. Decidiu pelo pé e, livre de marcação, isolou completamente a bola, desperdiçando uma grande chance.

    Segunda etapa com Suécia “letal” para abrir o placar

    A segunda etapa seguiu o mesmo cenário dos primeiros 45 minutos, com a Suécia equilibrada e “sabendo sofrer” para manter o placar em igualdade. Na transição rápida, entretanto, criava muito perigo para a Suíça. De tanto assustar e pecar na precisão, coube ao “craque” do time, Forsberg, abrir o placar.

    Aos 20 minutos, o meia decidiu tomar para si a responsabilidade e fazer tudo sozinho. Com liberdade, carregou a bola do lado esquerdo para o meio e arriscou de fora da área sem muita força. O arremate que se encaminhava para uma defesa fácil de Sommer, porém, encontrou o pé de Akanji no meio do caminho. O desvio foi “letal” e Forsberg abriu o o placar em São Petersburgo para Suécia.

    Vantagem da Suécia e “ferrolho” para garantir a classificação

    O tão esperado “ferrolho” sueco apareceu apenas depois de adquirida a vantagem no placar. Com todos os jogadores do adversário ajudando na recomposição defensiva, a Suíça tentou algumas vezes, muitas dessas por meio da bola aérea, mas não conseguiu de maneira alguma furar o bloqueio dirigido pelo treinador Janne Andersson.

    No último lance da partida, a Suécia ainda teve tempo de um contra-ataque para consagrar a classificação, mas Lang derrubou Olsson e o árbitro assinalou, inicialmente, o pênalti. Sob a revisão do VAR, foi marcada a falta, que Tiovonen cobrou nas mãos de Sommer.

    FICHA TÉCNICA
    SUÉCIA 1 X 0 SUÍÇA

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 3 de julho de 2018 (Terça-feira)
    Horário: 11h(de Brasília)
    Árbitro: Damir Skomina (Eslovênia)
    Assistentes: Jure Praprotnik (Eslovênia) e Robert Vukan (Eslovênia)

    GOL: Forsberg (Suécia), aos 20 minutos 2T

    Cartão vermelho:
    Suíça:
     Lang

    Cartões amarelos:
    Suécia: Lustig
    Suíça: Behrami, Xhaka

    SUÉCIA: Robin Olsen, Mikael Lustig (Krafht), Victor Lindelof, Andreas Granqvist e Ludwig Augustinsson; Viktor Claesson, Gustav Svensson, Albin Ekdal e Emil Forsberg (Olsson); Marcus Berg e Ola Toivonen
    Técnico: Janne Andersson

    SUÍÇA: Yann Sommer, Michael Lang, Johan Djourou, Manuel Akanji e Ricardo Rodríguez; Valon Behrami, Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Blerim Dzemaili (Seferovic) e Steven Zuber (Embolo); Josip Drmic
    Técnico: Vladimir Petkovic

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  • Xtp NA COPA: Com bom segundo tempo, Brasil bate México e está nas quartas

    Xtp NA COPA: Com bom segundo tempo, Brasil bate México e está nas quartas

    A Seleção Brasileira garantiu a classificação às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia na tarde desta segunda-feira. Responsável por um gol e uma assistência em Samara, o atacante Neymar brilhou na vitória por 2 a 0 do time comandado por Tite sobre o México.

    O Brasil teve trabalho nos primeiros minutos, mas conseguiu tomar o controle da partida ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, Neymar inaugurou o marcador após passe de Willian, um dos melhores em campo. Nos minutos finais, o camisa 10 cruzou para Firmino ampliar a vantagem.

    Desfalcado do suspenso Casemiro, o Brasil volta a campo às 15 horas (de Brasília) de sexta-feira para disputar uma vaga na semifinal contra o ganhador do duelo entre Bélgica e Japão, em Rostov. As duas seleções disputam a outra vaga na próxima fase às 15 horas desta segunda, em Kazan.

    O Jogo – O México foi superior durante os primeiros minutos do confronto. Explorando o lado esquerdo de seu ataque, o time comandado pelo ex-são-paulino Juan Carlos Osório fez Fagner sofrer. Ainda assim, não conseguiu dar muito trabalho ao goleiro Alisson.

    A primeira chegada consistente da Seleção Brasileira ao ataque em Samara veio por meio de Neymar. Em jogada individual pelo lado esquerdo da grande área, o camisa 10 passou pela marcação de Alvarez e Ayala antes de finalizar para boa defesa do goleiro Ochoa.

    A partir de então, o time dirigido pelo técnico Tite cresceu no jogo e passou a ditar o ritmo. Em nova jogada pela esquerda, Gabriel Jesus recebeu de Philippe Coutinho, limpou a marcação e bateu para defesa de Ochoa, bem colocado. No fim do primeiro tempo, Neymar ainda cobrou falta com algum perigo.

    A Seleção Brasileira voltou acesa para a etapa complementar e inaugurou o marcador logo aos cinco minutos. Perto da entrada da área, Neymar pisou para Willian, que levou a bola para a esquerda e cruzou. Gabriel Jesus não alcançou, mas o camisa 10 completou para o gol.

    No primeiro chute mexicano efetivamente ao gol brasileiro, Carlos Vela arriscou de fora da área e Alisson cedeu o escanteio. Pouco depois, o inspirado Willian fez boa jogada pela direita e bateu forte para mais uma boa defesa de Ochoa, sempre bem colocado.

    Caído do lado de fora do gramado, Neymar tomou pisão de Layun no tornozelo e ficou se contorcendo, mas seguiu normalmente no jogo e, aos 42 minutos, deu o passe para o segundo gol. O camisa 10 recebeu de Fernandinho pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Firmino completar pouco depois de substituir Philippe Coutinho.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL 2 x 0 MÉXICO

    Local: Arena Samara, em Samara (RUS)
    Data: 2 de julho de 2017, segunda-feira
    Horário: 11h (de Brasília)
    Árbitro: Gianluca Rocchi (ITA)
    Assistentes: Elenito Di Liberatore (ITA) e Mauro Tonolini (ITA)
    Público: 41. 970 pessoas
    Cartões amarelos: Filipe Luis e Casemiro (BRA); Alvarez, Herrera, Salcedo e Guardado (MEX)

    Gols:
    BRASIL: Neymar, aos 5 minutos do 2º Tempo, e Firmino, aos 42 minutos do 2º Tempo

    BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro; Willian (Marquinhos), Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Firmino) e Neymar; Gabriel Jesus
    Técnico: Tite

    MÉXICO: Ochoa; Alvarez (Jonathan dos Santos), Ayala, Salcedo e Gallardo; Rafael Marquez (Layun), Herrera e Guardado; Vela, Chicharito Hernandez (Gimenez) e Lozano
    Técnico: Juan Carlos Osorio

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  • Xtp NA COPA: Subasic pega três pênaltis e Croácia elimina Dinamarca

    Xtp NA COPA: Subasic pega três pênaltis e Croácia elimina Dinamarca

    O princípio da partida entre Croácia e Dinamarca, neste domingo, em Níjni Novgorod, foi promissor. Em menos de cinco minutos, cada seleção já havia marcado um gol. O placar de 1 a 1, no entanto, permaneceu inalterado até o término do segundo tempo da prorrogação. Nos pênaltis, os croatas levaram a melhor com um triunfo por 3 a 2 e avançaram às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia.

    Foi também com uma cobrança de pênalti que a Croácia teve a grande oportunidade de decidir o jogo mais cedo. Aos oito minutos da etapa derradeira do tempo extra, Rebic foi derrubado por Mathias Jorgensen dentro da área. Modric se apresentou para a cobrança da penalidade e parou na defesa de Schmeichel, que acabaria superado pelo colega Subasic pouco depois, na acirrada disputa da marca da cal.

    A próxima rival da Croácia será justamente a anfitriã do torneio, que escreveu um roteiro semelhante no outro jogo do dia. Mais cedo, em Moscou, os russos eliminaram a Espanha, uma das favoritas à conquista do título, nos pênaltis depois de outra igualdade por 1 a 1. Às 15 horas (de Brasília) do próximo sábado, em Sochi, eles medirão forças com os croatas.

    Gols relâmpagos
    Muitos torcedores ainda se ajeitavam em seus assentos quando a Dinamarca abriu o placar em Níjni Novgorod. Knudsen cobrou lateral para a área, onde Delaney dominou, protegeu da marcação e rolou para Mathias Jorgensen chutar rasteiro. A bola desviou na mão do goleiro Subasic, encoberto, e na trave antes de entrar.

    Nas arquibancadas, os dinamarqueses ainda festejavam quando o Croácia empatou. Aos três minutos, Versaljko foi beneficiado por uma boa jogada de Rebic do lado direito e chutou forte para dentro da área. Dalsgaard tentou cortar, e a bola bateu no rosto de Lovren. Mandzukic aproveitou a sobra e finalizou para a rede.

    A partir de então, o panorama do jogo foi aquele que se esperava antes dos gols relâmpagos. Mais técnica, a Croácia ficava com a bola (chegou a ter 70% de posse até os 30 minutos da primeira etapa) na maior parte do tempo, mas tinha a disciplinada marcação dinamarquesa como empecilho para ser criativa.

    Vez ou outra, a Dinamarca também atacava. E produzia o suficiente para levar perigo aos croatas, principalmente com os avanços de Eriksen. Aos 41 minutos, por exemplo, o camisa 10 ergueu a bola do lado direito da área, com efeito, e acertou o travessão. Antes e depois desse lance, Modric e Rakitic haviam feito Schmeichel trabalhar.

    Lá e cá
    A Dinamarca queria ter ainda mais protagonismo no segundo tempo. Com essa expectativa, o técnico norueguês Age Hareide substituiu Christensen por Schone no intervalo e, de fato, viu a seleção que comanda deixar a partida mais equilibrada nos minutos iniciais. Depois, trocou também Cornelius por Nicolai Jorgensen.

    Apesar de não ter o seu gol ameaçado, a Croácia aceitou sem qualquer resistência a nova postura da Dinamarca e deixou de ser envolvente. O seu técnico, Zlatko Dalic, resolveu agir aos 25 minutos. Sacou Brozovic para a entrada de Kovacic com a intenção de empurrar o time dos Balcãs novamente à frente.

    A Croácia, que ainda mudou Strinic por Pivaric, correspondeu. Nos minutos que antecederam a prorrogação, a equipe de Zlatko Dalic tomou a iniciativa de pressionar a Dinamarca, outra vez retraída no seu campo de defesa. Não foi o bastante, entretanto, para impedir que houvesse tempo extra em Níjni Novgorod.

    Duelo de goleiros
    No princípio da prorrogação, a Dinamarca voltou a ser mais incisiva do que a Croácia, também sem efetividade. Àquela altura, o cansaço já era um inimigo dos atacantes das duas equipes. Tanto que, na segunda parte do tempo extra, o jogo morno deu a entender que as seleções pareciam conformada com a definição da vaga na disputa de pênaltis.

    Aos oito minutos, porém, a história quase mudou. Modric, que estava apagado na partida, fez um lançamento entre a marcação dinamarquesa para Rebic. O seu companheiro invadiu a área, driblou o goleiro Schmeichel e foi derrubado por Michael Jorgensen. Pênalti. Modric bateu, e Schmeichel defendeu.

    Empolgado, Schmeichel encontrou um rival à altura quando a classificação foi para a definição na marca da cal. Subasic levou a melhor sobre Eriksen, Schone, Nicolai Jorgensen e só não conseguiu conter os chutes de Kjaer, Krohn-Dehli. Do outro lado, o goleiro dinamarquês parou Badelj e Pivaric, mas não Kramaric, Modric e Rakitic.

    FICHA TÉCNICA
    CROÁCIA 1 (3) X (2) 1 DINAMARCA

    Local: Estádio de Níjni Novgorod, em Níjni Novgorod (Rússia)
    Data: 1º de julho de 2018, domingo
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
    Assistentes: Hernán Maidana e Juan Pablo Belatti (ambos da Argentina)
    Público: pessoas
    Cartão amarelo: Mathias Jorgensen (Dinamarca)

    Gols: CROÁCIA: Mandzukic, aos 3 minutos do primeiro tempo; DINAMARCA: Mathias Jorgensen, a 1 minuto do primeiro tempo

    CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic (Kovacic), Rebic, Modric e Perisic (Kramaric); Mandzukic (Badelj)
    Técnico: Zlatko Dalic

    DINAMARCA: Schmeichel; Kjaer, Christensen (Schone) e Mathias Jorgensen; Dalsgaard, Delaney (Krohn-Dehli), Eriksen e Knudsen; Braithwaite (Sisto), Cornelius (Nicolai Jorgensen) e Poulsen
    Técnico: Age Hareide

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    Xtp NA COPA: Rússia bate a Espanha nos pênaltis e está nas quartas

    O domingo de Copa do Mundo começou com um duelo emociante entre Espanha e Rússia no estádio Lujniki, em Moscou. Após um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a definição precisou ser feita nas cobranças de pênaltis, onde a anfitriã se deu melhor graças ao seu goleiro Ankinfeev, que defendeu duas cobranças e garantiu as donas da casa nas quartas de final da Copa do Mundo.

    Logo no começo da primeira etapa, o zagueiro Ignashevich marcava Sérgio Ramos num cruzamento para a área e acabou marcando contra a sua própria meta. Ainda no primeiro tempo, Piqué acabou vacilando e batendo a mão na bola dentro da área. A arbitragem assinalou o pênalti e Dzyuba empatou a partida, resultado que persistiu até o final dos 120 minutos.

    Nos pênaltis, todos os cobradores russos converteram, enquanto os meias Koke e Thiago Aspas acabaram desperdiçando as suas penalidades, garantindo a classificação russa pra próxima fase. Com a classificação assegurada, a expectativa agora é para a partida desta tarde, quando Croácia e Dinamarca duelam para saber quem avança para as quartas de final do torneio.

    O jogo

    A partida teve um inicio bem parecido com o que era esperado para o jogo. Com muita técnica espalhada pelo lado espanhol, a equipe tinha total posse de bola e procurava espaços na forte defesa russa, formada por uma linha de cinco defensores mais quatro meio-campistas a frente da área.

    Para conseguir chegar dentro da área, a Espanha precisou esperar o momento certo. A primeira oportunidade para colocar a bola dentro da área ocorreu a partir de uma falta ocorrida na ponta direita do campo. Na cobrança, Asensio tentou achar Sérgio Ramos na segunda trave. A marcação sobre o defensor era feita por Ignashevich, que para tentar impedir a subida do capitão espanhol ficou de costas para o lance. Após uma queda dos dois jogadores a bola bateu no calcanhar do marcador russo e morreu no fundo do gol  abrindo o placar cedo para a Fúria.

    Após o gol o prognóstico da partida mudou muito pouco. A Espanha seguia com uma posse de bola muito superior que a das donas da casa, no entanto os passes espanhóis eram muito pouco objetivos. Por outro lado os russos não eram tão pressionados na defesa após sofrer o primeiro gol, mas também não incomodava na frente quando raramente tinha a bola.

    Aos 35 minutos, a Rússia chegou pela primeira vez no gol com perigo. Após boa troca de passes ofensiva, a bola sobrou na ponta direita com Golovin. A finalização do meia, no entanto, passou rente a trave esquerda de De Gea.

    O lance parece ter animado os russos, que tentaram pressionar a Espanha nos minutos finais, Aos 39 minutos, a bola foi jogada na área espanhola após uma cobrança de escanteio pelo lado direito. Pelo alto, o ataque russo vence a disputa e vê Pique resvalar o braço na bola. O árbitro nem precisou do auxílio de vídeo para marcar a penalidade. Na cobrança, Dzyuba tirou bem de De Gea e empatou a partida.

    Nos cinco minutos finais a Espanha seguiu com maior posse de bola, só que não era mais uma posse pouco objetiva. Numa pressão final, a bola acabou chegando para Diego Costa na ponta direita da área. O atacante finalizou forte porém viu o goleiro Akinfeev fazer boa defesa e impedir o gol pouco antes do intervalo.

    A segunda etapa começou com o mesmo ritmo que encerrou o primeiro tempo. Com uma posse de bola bastante superior, a Espanha agora buscava agredir a defesa adversária com os seus toques rápidos. No entanto a defesa russa estava bem postada e conseguia proteger bem a meta do goleiro Akinfeev.

    No entanto a troca de passes não gerava nenhum tipo de perigo a meta adversária. A dificuldade para entrar na área era muito grande. Para tentar mudar esse prognóstico, o técnico Hierro optou pela entrada de Iniesta no meio de campo espanhol.

    Mesmo com a entrada do ex-jogador do Barcelona a dificuldade para criar uma jogada clara de gol era enorme. A melhor chance de todo o segundo tempo saiu apenas aos 39 minutos, quando Iniesta decidiu arriscar de primeira da entrada da área para uma linda defesa de Akinfeev. No rebote, Thiago Aspas acabou errando a finalização do rebote.

    Com o empate persistindo no placar, a partida seguiu para ser decidida na prorrogação. E partida seguia com o ataque contra defesa feito pela seleção espanhola sobre a Rússia. Tentando de todas as formas penetrar na área adversária, as melhores chances construída pela Fúria partiam mesmo de chutes de fora da área.  Aos 09 minutos do primeiro tempo da prorrogação, Asensio finalizou da entrada da área e exigiu uma nova boa defesa do goleiro russo.

    No inicio da segunda etapa, o brasileiro naturalizado espanhol Rodrigo fez uma linda jogada pela direita. Após relaizar um lindo drible de corpo, o camisa 9 entrou na área e chutou forte, obrigando o goleiro Akinfeev fazer mais uma linda defesa. No rebote, Carvajal veio chutando de primeira, mas a bola passou por cima do gol.

    Com o apito final do árbitro, a decisão da vaga para as quartas de final foi decida nos pênaltis. Enquanto todos os russos converteram (Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev), a Espanha acertou apenas três penalidades (Iniesta, Piqué e Sérgio Ramos) e dois erros, com Koke e Thiago Aspas.

    FICHA TÉCNICA
    ESPANHA X RÚSSIA

    Local: Estadio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
    Data: 1 de julho de 2018 (Domingo)
    Horário: 11h (de Brasília)
    Árbitro: Bjorn Kuipers (HOL)
    Assistentes: Sander Van Roekel (HOL) e Clement Turpin (HOL)

    Gols: Espanha: Sergei Ignashevichcontra, aos 11 minutos do primeiro tempo. Rússia: Dzyuba, de pênalti, aos 40 minutos do primeiro tempo
    Cartões: Piqué (Espanha) Kutepov e Zobnin (Rússia)
    Pênaltis:
    Espanha: Iniesta, Piqué, Sérgio Ramos (certos) Koke e Thiago Aspas (errados)
    Rússia: Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev (certos)

    ESPANHA: David de Gea, Nacho Fernández (Carvajal), Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke Alcântara, Marco Asensio (Rodrigo), David Silva(Iniesta) e Isco; Diego Costa (Thiago Aspas)
    Técnico: Fernando Hierro

    RÚSSIA: Akinfeev; Ignashevich, Kutepov e Kudriashov; Mario Fernandes, Samedov (Cheryshev), Zobnin, Kuziaev (Erokhin), Golovin e Zhirkov (Granat); Dzyuba (Smolov)
    Técnico: Stanislav Cherchesov

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  • Xtp NA COPA: Show de Cavani e adeus de CR7. Uruguai elimina Portugal

    Xtp NA COPA: Show de Cavani e adeus de CR7. Uruguai elimina Portugal

    O Uruguai mostrou a força do seu ataque e conseguiu a classificação para as quartas de final da Copa do Mundo, neste sábado, ao vencer Portugal, por 2 a 1, em Sochi. Cristiano Ronaldo não conseguiu fazer uma boa partida, muito pela falta de criatividade do meio campo português e deu adeus a Rússia. Cavani, por sua vez, com dois gols, foi o nome da partida. Pepe descontou para os portugueses.

    Desde 1930, o Uruguai não conseguia o feito de conseguir quatro vitórias consecutivas em Copas do Mundo. A Celeste continua batendo recordes e atingindo marcas importantes na competição. Cristiano Ronaldo, porém, se despede da competição com quatro gols marcados, mas com a marca negativa de não fazer nenhum gol em fase eliminatória, nas quatro Copas do Mundo que disputou.

    Dupla funciona no início
    Cavani e Suárez entraram em campo, pela primeira vez nessa Copa, após ambos marcarem no jogo anterior. Confiantes, a dupla mostrou entrosamento e a qualidade que a torcida celeste espera de seus atacantes, logo no início da partida. Cavani, na ponta direita, com um lindo passe, inverteu a bola para Suárez. O atacante do Barcelona segurou a bola e devolveu a linda assistência para Cavani, que com a cabeça, abriu o placar em Sochi.

    Meio campo charrua passa no teste
    Após diversos testes na fase de grupos, o maestro Tabárez parece que encontrou a escalação ideal para compor seu meio. A trinca Vecino, Bentancur e Torreira, que já tinha ido bem contra a Rússia, na vitória por 3 a 0 na última rodada, teve mais uma grande atuação. Contra Portugal, em um jogo com uma pressão e peso maior, por ser na fase eliminatória, o trio teve uma postura madura em campo e com uma forte marcação, mobilidade, desarmes e consistências, o Uruguai parece ter encontrado a solidez na parte central do campo que tanto procurou.

    Controle de jogo
    O Uruguai, após o gol, passou a ter domínio da partida, mesmo não oferecendo muitos perigos a Portugal e deixando que o adversário ficasse com a bola no pé. A defesa, focada, soube neutralizar a maioria das ofensivas portuguesas. Portugal, mesmo com a posse da bola, mostrava dificuldade de furar a zaga uruguaia e esbarrava na falta de criatividade. Quando recuperava a bola, não conseguia dar velocidade para efetuar com qualidade a transição para o ataque, o que facilitava a recuperação da defesa uruguaia.

    Meio português
    A falta de criatividade portuguesa se deu muito pela atuação de João Mário e Gonçalo Guedes, que não conseguiram impor a devida qualidade para deixar Cristiano Ronaldo com mais chances de gol. O lado positivo ficou por conta de Bernardo Guedes, que foi o jogador que mais buscou o jogo dentre os meio-campistas e um dos mais participativos do jogo, com dribles e velocidade. Suas jogadas eram essenciais para desviar a atenção e o foco da zaga uruguaia com Cristiano Ronaldo.

    Duelo nas laterais
    Cáceres, com o apoio de Nández, teve um papel determinante na marcação do lado esquerdo português, por onde jogam o lateral Raphael Guerreiro e Cristiano Ronaldo. A marcação dos jogadores uruguaios sobre Guerreiro foi importante para que a bola dificultasse, ainda mais, para chegar em Cristiano Ronaldo. No outro lado, Laxalt foi escolhido para jogar pela lateral, após grande atuação de ala contra a Rússia e novamente foi bem.

    Arma uruguaia na mão portuguesa
    A principal jogada ofensiva do Uruguai nessa Copa é a bola parada. Dos seis gols marcados, cinco foram diretamente ou indiretamente derivados de bola parada. Foi Portugal, porém, que soube utilizar essa arma. Após cobrança curta de escanteio, Guerreiro cruzou na área e a defesa uruguaia, preocupada com Cristiano Ronaldo, se esqueceu de Pepe. O zagueiro subiu entre os marcadores e empatou a partida, ainda no início do segundo tempo.

    Portugal melhora no segundo tempo
    Após o gol de Pepe, Portugal teve uma visível melhora na partida. O meio campo passou a demonstrar mais fluidez e leveza, exibindo mais tranquilidade e controle de bola, conseguindo se aproximar da defesa uruguaia.

    Cavani decide
    Em momentos de dificuldade, o Uruguai faz uso da ligação direta da zaga com o ataque. Após o gol português, o meio campo uruguaio passou a demonstrar suas fragilidades. Muslera deu um chutão para o ataque, tentando chegar com mais velocidade ao ataque. Deu certo. A bola sobrou para Cavani, que com elegância, tirou do goleiro, com o lado do pé e com todos os méritos, botou o Uruguai novamente a frente do placar.

    Cristiano Ronaldo discreto
    O craque português tentou criar e participar mais do jogo, transitando entre os setores ofensivos e incentivando os jogadores. Com dribles, buscando o jogo fora da área e pelo lado esquerdo, o jogador atraia, pelo menos dois jogadores uruguaios toda vez que conduzia a bola, abrindo espaço para seus companheiros de equipe. O gajo, porém, esbarrou na falta de criatividade do meio e, após o segundo gol uruguaio, não conseguiu chamar o jogo para si. Com uma atuação discreta no segundo tempo, CR7 não conseguiu ser decisivo.

    No final, ataque contra defesa
    Portugal foi com tudo para cima da Celeste depois do gol. Os portugueses procuraram o gol de empate, enquanto o Uruguai se limitou a jogar no contra-ataque. O técnico Fernando Santos botou dois atacantes em campo, Ricardo Quaresma e André Silva entraram na partida para aumentar o poderio de fogo da equipe portuguesa. Os portugueses conseguiram alguns momentos de perigo, principalmente nos minutos finais. O goleiro Rui Patrício, inclusive, foi para a área, na última bola do jogo, mas os portugueses não conseguiram furar a defesa uruguaia e deram adeus a Copa do Mundo.

    FICHA TÉCNICA

    • URUGUAI 2 X 1 PORTUGAL
    Local: Estádio Olímpico, Sochi (Rússia)
    Data-Hora: 30/6/2018 – 15h (de Brasília)
    Árbitro: Cesar Ramos (México)
    Auxiliares: Marvin Torrentera e Miguel Hernandez (ambos do México)
    Público/renda: –
    Cartões amarelos: –
    Cartões vermelhos: –

    Gols: Cavani (6’/1ºT) (1-0), Pepe (9’/2ºT) (1-1), Cavani (16 /2ºT) (2-1)

    URUGUAI: Muslera; Cáceres, Giménez, Godín e Laxalt; Torreira, Vecino, Nández (Carlos Sánchez, aos 35’/2ºT) e Bentancur (Cristian Rodríguez, aos 18’/2ºT); Suárez e Cavani (Stuani, aos 28’/2ºT). Técnico: Óscar Tabárez.

    PORTUGAL: Rui Patrício; Ricardo Pereira, Pepe, Fonte e Raphael Guerreiro; William Carvalho, Adrien Silva (Quaresma, aos 19’/2ºT), Bernardo Silva e João Mário (Manuel Fernandes, aos 39’/2ºT); Gonçalo Guedes (André Silva, aos 28’/2ºT) e Cristiano Ronaldo. Técnico: Fernando Santos.

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  • Xtp NA COPA: França elimina Argentina Com show de Mbappé

    Xtp NA COPA: França elimina Argentina Com show de Mbappé

    França e Argentina abriram as oitavas da Copa do Mundo com um dos melhores jogos da torneio até o momento. Num verdadeiro jogaço, os franceses aproveitaram as falhas na defesa e conseguiram derrotar os sul-americanos por 4 a 3 numa ótima atuação na Arena Kazan.

    A partida teve um início arrasador e Griezmann abriu o placar cobrando pênalti logo aos 7 minutos. O empate argentino veio com um lindo gol de Di María de fora da área. A albiceleste conseguiu virar logo no segundo minuto do segundo tempo com Mercado. Aos 11 minutos, Pavard acertou um chute espetacular na entrada da área e deu nova igualdade para a partida. A virada francesa veio com dois gols de Mbappé, um aos 18 e outro aos 22 da etapa final. Nos acréscimos Aguero apareceu livre na pequena área e descontou, mas já não deva mais tempo.

    O resultado garante os Les Bleus nas quartas de final da competição. A partida está marcada para a próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília) no estádio de Novgorod. O adversário francês será decidido ainda nesta sábado, na partida entre Portugal e Uruguai.

    O jogo – A partida começou com um ritmo alucinante. A Argentina tentava ficar mais com a bola, porém a França demonstrava uma velocidade impressionante nos contra-ataques. Foi a partir de um contra golpe que a primeira jogada de perigo francesa aconteceu na partida aos 8 minutos. Num lance rápido Mbappé saiu no mano a mano com Mascherano e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Griezmann acertou um chute forte no travessão.

    A França foi deixando claro que os contra golpes puxados na velocidade de Mbappé seria a sua arma nos primeiros minutos. Não demorou muito para que o atacante conseguisse novamente sair no mano a mano com o defensor, desta vez Rojo. O francês passou pelo defensor e ia sair cara a cara com o goleiro, porém foi derrubado dentro da área pelo marcador e o juiz marcou o pênalti. Na cobrança, Griezmann bateu no lado direito e o goleiro caiu para a esquerda, e o placar foi aberto aos 12 minutos.

    Cinco minutos mais tarde, Pogba lançou uma linda bola para Mbappé novamente vencer a defesa sul-americana na corrida. O atacante precisou novamente ser derrubado na entrada da área, conseguindo criar três chances de perigo da mesma maneira em menos de 15 minutos. Na cobrança da falta, Pogba chutou forte porém longe do gol.

    Após este terceiro lance, a França diminuiu um pouco o seu ritmo dentro de campo, porém a Argentina não conseguia criar uma chance perigosa. Sem conseguir desempenhar muito bem como falso 9, Messi precisou sair da área e buscar o jogo no meio de campo, mas não conseguia criar as jogadas.

    No entanto, num lance raro de liberdade na entrada da área, Dí Maria decidiu arriscar aos 40 minutos e acertou um chute lindíssimo no ângulo esquerdo do goleiro Lloris, que nada pôde fazer.

    Da mesma forma que a partida começou intensa, o segundo tempo também começou alucinante. Logo aos dois minutos de partida, a Argentina conseguiu uma falta pela ponta esquerda, a bola foi levantada na área e sobrou para Messi dentro da área. O camisa 10 tentou a finalização mas a bola desviou em Mercado e foi para o gol, confirmando a virada  da Argentina.

    Após a virada argentina, a França começou a subir a marcação e pressionar o adversário. Aos 10 minutos, a pressão na marcação por pouco não rendeu o gol de empate. Pressionado por Griezmann, o zagueiro Fazio recou mal para o goleiro e por pouco não complicou a vida de Armani.

    Aos 12 minutos, Lucas Hernández apareceu livre pela esquerda e cruzou forte. A bola passou por toda a área e sobrou para Pavard na direita, que finalizou bonito de três dedos para igualar novamente a partida.

    Cinco minutos mas tarde, a França chegou numa jogada parecida com o gol anterior. Livre pela esquerda, o lateral Hernández cruzou para a entrada da área. A bola foi dominada por Giroud e sobrou para Mbappé. O craque francês fez um lindo corte dentro da área e finalizou firme com o pé esquerdo, confirmando a virada francesa.

    A virada francesa mudou a partida novamente. Agora a bola ficava mais nos pés dos argentinos, porém, os contra-ataques franceses se mostraram perigosos. Aos 22 minutos, a bola francesa partiu dos pés do goleiro Lloris e passou por todos meio campistas até chegar em Giroud, o atacante encontrou Mbappé na direita livre. O atacante tirou bem do goleiro e ampliou a vantagem francesa.

    Após o quarto gol francês a Argentina se lançou para o ataque e buscou um gol para incendiar a partida de todas as formas. Na melhor chance de todas as criadas, Messi  fez uma bela jogada individual passando por dois marcadores, porém ficou desequilibrado no momento da finalização e o chute saiu fraco.  Nos minutos finais, Messi colocou a bola na área e Agüero cabeceou firme para descontar aos 47 minutos, mas já era tarde para uma reação.

    FICHA TÉCNICA
    FRANÇA X ARGENTINA

    Local: Arena Kazán, em Kazán (Rússia)
    Data: 29 de junho de 2018 (Sábado)
    Horário: 11h(de Brasília)
    Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
    Assistentes: Reza Sokhandan (Irã) e Mohammed Mansouri (Irã)

    Gols: França: Griezmann, de pênalti, aos 12 minutos do primeiro tempo. Pavard aos 11 minutos e Mbappé aos 18 e 22 do segundo tempo; Argentina: Dí Maria, aos 40 minutos do primeiro tempo, Mercado e Agüero aos 2 e aos 47 do segundo tempo
    Cartões: Argentina: Mascherano, Tagliafico, Rojo e Banega. França: Pavard e Matuidi

    FRANÇA: Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Samuel Umtiti e Lucas Hernández; N’Golo Kanté, Blaise Matuidi (Tolisso) e Paul Pogba; Kylian Mbappé (Thauvin), Antoine Griezmann e Olivier Giroud
    Técnico: Didier Deschamps

    ARGENTINA: Franco Armani, Gabriel Mercado, Nicolás Otamendi, Marcus Rojo (Fazio) e Nicolás Tagliafico; Javier Mascherano, Enzo Pérez (Agüero), Éver Banega, Lionel Messi e Ángel Di Maria; Cristian Pavón (Meza)
    Técnico: Jorge Sampaoli

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  • Xtp NA COPA: Colômbia passa na liderança do Grupo H com novo gol do zagueiro Mina

    Xtp NA COPA: Colômbia passa na liderança do Grupo H com novo gol do zagueiro Mina

    Foi no sufoco, mas a Colômbia conseguiu a sua classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo. Nesta quinta-feira os sul-americanos conseguiram derrotar a equipe de Senegal pelo placar de 1 a 0 e passou na primeira colocação do Grupo H da Copa do Mundo.

    Precisando de todas as formas o resultado positivo, a seleção colombiana conseguiu marcar apenas aos 28 minutos do segundo tempo com o zagueiro ex-Palmeiras e atualmente no Barcelona Yerri Mina subindo muito alto e testando firme.

    A vitória garantiu para a Colômbia a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo. Já Senegal deu adeus para a competição devido aos cartões amarelos. Isso porque com a derrota do Japão para a Polônia num jogo simultâneo a esse, as duas equipes ficaram com campanhas idênticas. No entanto o Japão tomou menos cartões amarelos durante os três jogos e se classificou pela regra do fair-play. Vale lembrar que aos 5 minutos do segundo tempo,o atacante Niang recebeu um amarelo por uma falta forte na intermediária.

    A Colômbia espera agora o seu adversário, que sairá o perdedor do confronto entre Bélgica e Inglaterra, que acontece nesta quinta-feira às 15 (de Brasília).

    O jogo
    A partida teve um ritmo forte nos seus primeiros movimentos. Com muitas movimentações no meio de campo, grande número de faltas nos primeiros lances chamou a atenção. Foi numa dessas infrações aliás que a Colômbia chegou com perigo pela primeira vez. Na tentativa, Quinteiro chutou no lado do goleiro, que conseguiu se recuperar no lance e realizar a defesa.

    Precisando do resultado a Colômbia tinha uma maior posse de bola. No entanto Senegal era rápida e extremamente perigosa nos contra-ataques. Aos 16 minutos, os africanos conseguiram fazer uma bela trama ofensiva, e Mané foi derrubado na área por Davnson Sánchez. No primeiro momento, o árbitro Milorard Mazic anotou a penalidade. No entanto, após a consulta do árbitro de vídeo o juiz voltou atrás em sua decisão e anulou a infração.

    Aos 24 minutos, a Colômbia criou uma das melhores chance do primeiro tempo. Após o cruzamento na área de Quinteros, Falcão Garcia subiu mais que a defesa adversária e ganhou a bola pelo alto. No momento da finalização porém a bola acabou passando por cima.

    No entanto, a superioridade da Colômbia na partida sofreu um importante baque após o meia James Rodrigues pedir para ser substituído aos 30 minutos do primeiro tempo. Vale lembrar que o principal jogador da seleção colombiana já havia sido poupado da estreia da equipe na competição por um problema na panturrilha.

    Na segunda etapa, a pressão colombiana foi ainda maior, já que o empate não servia naquele momento, porque o Japão empata com a Polônia no resultado parcial. Ao mesmo tempo que tentava trabalhar mais a bola no campo de defesa, os sul-americanos abriram mais espaço para os contragolpes senegaleses puxados sempre por Mané.

    Mesmo com uma maior posse de bola, a Colômbia não conseguiu criar uma chance clara de gol. As melhores chances eram feitas a partir de cruzamentos que encontravam o centroavante Falcão Garcia dentro da área, porém as cabeçadas saíam sem grande força.

    Aos 20 minutos, o meia Muriel finalizou firme aproveitando a sobra de um novo cruzamento. No entanto, a bola foi desviada por um defensor africano já dentro da pequena área.

    Se Falcão Garcia conseguia subir mais que a defesa adversária porém errava no momento de cabecear, o zagueiro Mina resolveu o problema. Aos 28 minutos, Mina subiu mais que todo mundo e testou firme pro chão, sem chances para o goleiro africano.

    Após o gol, a seleção senegalesa estava sem eliminada com os resultados parciais, por ter mais cartões amarelos que os japoneses. Partindo pro ataque pela necessidade do resultado, Senegal conseguiu criar uma chance importante logo aos 31 minutos, quando Niang virou e finalizou bonito dentro da área para um boa defesa de Ospina.

    Nos minutos finais, o panorama da partida se inverteu e quem abusou dos contra golpes foram os colombianos, porém sem grande sucesso. Por outro lado, os senegaleses tentavam atacar, porém não conseguiram furar a defesa colombiana.

    FICHA TÉCNICA
    SENEGAL X COLÔMBIA

    Local: Cosmos Arena, em Samara (Rússia)
    Data: 28 de junho de 2018 (Quinta-feira)
    Horário: 11 horas (de Brasília)
    Árbitro: Milorard Mazic (Sérvia)
    Assistentes: Milovan Ristic (Sérvia) e Dalibor Cjurdjevic (Sérvia)
    Cartões: Niang (Senegal), Mojica (Colômbia)
    Gols: Yerri Mina aos 28 minutos do segundo tempo

    SENEGAL: Khadim N’Ndiaye; Gassama, Salif Sané, Kalidou Koulibaly e Youssouf Sabaly (Wagué); Kouyate, Gueye, Sadio Mané e Ismaila Sarr; Keita Baldé (Konaté) e M’Baye Niang (Sakho)
    Técnico: Aliou Cissé

    COLÔMBIA: David Ospina; Santiago Arias, Yerry Mina, Davinson Sánchez e Johan Mojica; Carlos Sánchez, Uribe (Lerma), Juan Cuadrado, Juan Quintero e James Rodríguez (Muriel); Radamel Falcao Garcia (Miguel Borja)
    Técnico: José Pekerman

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  • Xtp NA COPA: Brasil derrota Sérvia, fica em primeiro e vai enfrentar o México

    Xtp NA COPA: Brasil derrota Sérvia, fica em primeiro e vai enfrentar o México

    A Seleção Brasileira não chegou a encantar, mas teve o seu jogo mais tranquilo na Copa do Mundo da Rússia até então. Nesta quarta-feira, o time de Tite sofreu menos para derrotar a Sérvia por 2 a 0 no Estádio Spartak, em Moscou, com gols do volante Paulinho no primeiro tempo e do zagueiro Thiago Silva no segundo. O resultado assegurou a liderança do grupo E e o cruzamento com o México nas oitavas de final.

    Com 7 pontos ganhos, o Brasil ficou à frente da também classificada Suíça, que só empatou por 2 a 2 com a Costa Rica nesta quarta-feira e subiu para 5. As eliminadas Sérvia e Costa Rica se despediram do Mundial da Rússia com 4 e 1 pontos, respectivamente.

    Agora, a Seleção Brasileira voltará a campo contra os mexicanos, segundos colocados na chave que teve a Alemanha como decepção, às 11 horas (de Brasília) de segunda-feira, em Samara. No mesmo horário, mas um dia depois, a Suíça enfrentará a Suécia em São Petersburgo.

    Paulinho desencanta

    A Seleção Brasileira parecia à vontade no Estádio Spartak. Já no aquecimento, ao som das músicas compostas por torcedores especialmente para a Copa do Mundo da Rússia, Neymar distribuía sorrisos e gestos de hang loose a quem via pela frente. Depois, na execução do Hino Nacional, quase gargalhou quando o público passou a cantar à capela quando a música foi interrompida.

    Nos primeiros minutos, o objetivo do astro do Paris Saint-Germain e dos seus companheiros era fazer uso da velocidade para continuar a sorrir em Moscou. Foi assim que Gabriel Jesus recebeu lançamento em posição clara de impedimento, avançou pela ponta esquerda e finalizou em cima do goleiro Stojkovic. Na sobra, Neymar completou um chute de Philippe Coutinho para fora.

    Aos sete minutos, porém, a Seleção Brasileira sofreu um baque. Marcelo acusou uma contusão nas costas ao dar uma arrancada e pediu substituição. Filipe Luís foi acionado por Tite e não foi mal em suas primeiras participações na partida, porém a equipe demonstrou sentir a ausência do lateral esquerdo titular e perdeu o ímpeto do princípio da partida.

    A Sérvia aproveitou para começar a ser mais presente no ataque. O alto time de Mladen Krstajic, porém, não era muito criativo com a bola nos pés. Intimidava mais quando tinha a oportunidade de fazer levantamentos na área do Brasil, que só passou a errar menos passes quando esbarrou na bem postada defesa adversária. Aí, restavam os fáceis e inofensivos toques laterais aos zagueiros brasileiros.

    A Seleção Brasileira se reencontrou com alguns lances isolados a partir da metade do primeiro tempo, como quando Neymar tabelou com Gabriel Jesus e concluiu cruzado, parando em boa intervenção de Stojkovic. Aos 28 minutos, o centroavante do Manchester City inverteu os papéis com o companheiro e foi lançado com liberdade, mas bateu em cima da defesa após cortar a marcação.

    Aos 35, a Sérvia não conseguiu evitar o gol brasileiro. Melhor jogador do time de Tite nas duas primeiras partidas do Mundial, Philippe Coutinho acionou aquele que vinha sendo um dos mais criticados. Paulinho recebeu lançamento longo à frente da zaga sérvia e justificou a confiança do seu treinador dos tempos de Corinthians. Encobriu Stojkovic, que deixava o gol, para abrir o placar.

    Thiago Silva tranquiliza o Brasil
    Com a Sérvia em desvantagem, a expectativa da Seleção Brasileira era de ter mais espaços para atacar – afinal, a rival estaria eliminada da Copa do Mundo da Rússia se aceitasse o resultado. Foi o que ocorreu, mas o novo panorama da partida não significou mais tranquilidade aos comandados de Tite.

    É verdade que o Brasil ganhou liberdade para contra-atacar. Aos 11 minutos, por exemplo, Coutinho fez bela jogada no campo de defesa e depois lançou Neymar. O astro correu em direção a área e colocou o grito de “gol” na garganta dos torcedores brasileiros no Estádio Spartak, porém concluiu em cima do goleiro sérvio.

    Do outro lado, o goleiro brasileiro dava sustos. Aos 15, Alisson cortou um cruzamento da direita na cabeça de Mitrovic. Por sorte, a bola rebateu em Thiago Silva e voltou para ele. A Sérvia se empolgou e apostou em uma série de levantamentos na área a partir de então. Pela Seleção Brasileira, Tite se precaveu e protegeu a sua defesa com a troca de Paulinho por Fernandinho.

    Foi um zagueiro quem deixou o treinador brasileiro mais tranquilo. Aos 22 minutos, Neymar cobrou o escanteio na área, e Thiago Silva provou que a Sérvia também é vulnerável pelo alto. Ele cabeceou a bola na rede depois de Miranda se enroscar com a zaga e correu para abraçar o camisa 10 da Seleção Brasileira, com quem tinha se desentendido por um lance de fair play na rodada passada.

    O gol fez a Seleção Brasileira ditar novamente o ritmo da partida. Tite se permitiu até poupar Coutinho, mandando Renato Augusto a campo. Com a alteração, os líderes do grupo E da Copa do Mundo valorizaram bastante a posse de bola, sem serem ameaçados outra vez pelos sérvios, e apenas aguardaram o apito final do árbitro Alireza Faghani.

    FICHA TÉCNICA
    SÉRVIA 0 X 2 BRASIL

    Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia)
    Data: 27 de junho de 2018, quarta-feira
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
    Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammed Mansouri (ambos do Irã)
    Público: 44.190 pessoas
    Cartões amarelos: Ljajic, Matic e Mitrovic (Sérvia)

    Gols: BRASIL: Paulinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Thiago Silva, aos 22 minutos do segundo tempo

    SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Veljkovic e Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic, Tadic, Ljajic (Zivkovic) e Kostic (Radonjic); Mitrovic (Jovic)
    Técnico: Mladen Krstajic

    BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Willian, Philippe Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus
    Técnico: Tite

    Fonte Yahoo Esportes 
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  • Xtp NA COPA: Coreia do Sul elimina Alemanha; Suécia vence México, mas os dois avançam

    Xtp NA COPA: Coreia do Sul elimina Alemanha; Suécia vence México, mas os dois avançam

    Pela terceira vez seguida, a atual campeã da Copa do Mundo foi eliminada na fase de grupos do torneio seguinte. Na manhã desta quarta (27), a Alemanha perdeu para a Coreia do Sul por 2 a 0, com dois gols no fim, e deu adeus ao Mundial. Enquanto isso, no outro jogo do grupo, a Suécia venceu o México por 3 a 0 e avançou em primeiro lugar. Por causa da derrota alemã, os latinos avançam em segundo.

    Nos acréscimos, Coreia do Sul sacramenta eliminação alemã

    A Alemanha começou com toda a posse de bola do jogo, mas a primeira chance veio para os sul-coreanos. Woo-Young Jung bateu falta, Neuer não conseguiu segurar e quase tomou um frango. Na sobra, o goleiro alemão chegou antes de Heung-Min Son e mandou para escanteio. Son ainda assustou pouco tempo depois, quando aproveitou uma sobra e mandou por cima do gol alemão.

    Os alemães continuaram com muita posse da bola e finalmente tiveram sua melhor oportunidade de gol quando Timo Werner recebeu na área e ameaçou chutar, mas teve sua tentativa bloqueada por um defensor. No escanteio gerado pelo lance, Matt Hummels ficou com a bola na área, mas não conseguiu finalizar.

    No segundo tempo, a Alemanha manteve a bola por boa parte do tempo e rodou a área coreana, mas também cedeu espaço ao contra-ataque e Son teve duas boas chances que não conseguiu concluir.

    Do outro lado, o goleiro Hyeon-Woo Jo foi a grande estrela da etapa final. Os alemães tentavam bastante. Mas quando acertavam o gol, o coreano sempre aparecia para defender.

    E quando as chances de classificação alemã já eram ruins, os sul-coreanos trataram de sepultar tudo. Após escanteio, a bola sobrou para Young-Gwon Kim, que botou para o gol. O árbitro Mark Geiger anulou o lance, mas após revisão com ajuda do VAR, ele validou o tento, já que o passe para o gol de Kim vem de Toni Kroos.

    O desespero alemão aumentou e Neuer foi para o campo de ataque. Mas o tiro foi pela culatra. Se-Jong Ju cortou um ataque alemão, deu um chutão para a frente e Son aproveitou o gol vazio para sacramentar a vitória coreana e a eliminação dos atuais campeões mundiais.

    Suécia vence México, mas os dois avançam

    Os suecos começaram o jogo bem, principalmente na bola parada. Logo nos 11 primeiros minutos, duas batidas de escanteio geraram boas chances. Na segunda, Marcus Berg quase marcou com uma puxeta. Os europeus pediram um pênalti aos 27 minutos, quando Chicharito Hernandez tentou dominar e colocou a mão na bola. O VAR analisou o lance e chamou o árbitro Nestor Pitana para rever, mas ele resolveu não marcar.

    Depois de muita pressão no fim do primeiro tempo, a Suécia finalmente abriu o placar aos quatro minutos da etapa final. Após cruzamento de Viktor Claesson, a bola sobrou para o lateral esquerdo Ludwig Augustinsson, que bateu sem chances para o goleiro Guillermo Ochoa.

    O segundo gol saiu aos 16, após Héctor Moreno derrubar Berg na área. O capitão Andreas Granqvist cobrou com perfeição no ângulo e melhorou a situação dos suecos no grupo. E 12 minutos depois, tudo ficou melhor ainda. Após cobrança de lateral para a área, a bola chegou para o atacante Toivonen, mas o zagueiro mexicano Edson Álvarez chegou antes de colocou e marcou gol contra, complicando bastante os latinos.

    Fonte: Yahoo Esportes

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  • Xtp NA COPA: Argentina vence a Nigéria com muito sofrimento e segue viva

    Xtp NA COPA: Argentina vence a Nigéria com muito sofrimento e segue viva

    A Copa do Mundo da Rússia quase acabou para a Argentina. Nesta terça-feira, em São Petersburgo, o time que já havia sofrido para confirmar a sua vaga no torneio suou bastante para derrotar a Nigéria por 2 a 1 e evitar a eliminação precoce no grupo D. O astro Lionel Messi desencantou no primeiro tempo, mas Moses converteu pênalti para igualar o marcador no segundo. Aos 40 minutos, Rojo marcou o gol salvador.

    Sem ter conquistado nem uma vitória sequer até então (antes, empatou também por 1 a 1 com a Islândia e perdeu por 3 a 0 para a Croácia), a Argentina assumiu a segunda colocação da chave, com 4 pontos ganhos, na rodada derradeira. Os líderes croatas tiveram 100% de aproveitamento, com 9, enquanto os nigerianos somaram 3 e os islandeses, apenas 1.

    Enquanto Nigéria e Islândia se despedem, Croácia e Argentina iniciarão preparação para as oitavas de final do Mundial. Os croatas, que derrotaram os islandeses por 2 a 1 também nesta terça-feira, jogarão contra a Dinamarca às 15 horas (de Brasília) de domingo, em Níjni Novgorod. Um dia antes, às 11 horas (de Brasília), os argentinos farão duelo de campeões do mundo com a França.

    Desencantou
    Não parecia que a Argentina havia sofrido uma impactante derrota por 3 a 0 para a Croácia na rodada anterior da Copa do Mundo. Os jogadores chegaram ao Estádio Krestovsky cantando. Lá dentro, Messi, embora sério, não levou os dedos à testa nem fez feição de preocupado durante a execução do hino nacional.

    Entre os torcedores, o clima também era de otimismo. Diego Armando Maradona, chamando a atenção mais uma vez em um camarote, chegou a bailar com uma nigeriana antes de a partida começar. Faixas com a imagem dele se misturavam com aquelas que exaltavam Messi nas arquibancadas, preenchidas majoritariamente por argentinos.

    Quando a bola rolou, o time de Jorge Sampaoli (o único vaiado no anúncio da escalação da Argentina) tentou fazer jus à confiança. Sem Aguero, que se desentendeu com o técnico no jogo passado, e com Higuaín, a seleção sul-americana apostou na movimentação ofensiva constante para acuar a Nigéria.

    Aos poucos, como em um chute por cima da meta de Tagliafico, a estratégia da Argentina parecia que começaria a surtir efeito. Desde que o time não falhasse defensivamente, como fazia Mascherano, falhando feio nas saídas de bola. Por sorte, a Nigéria não conseguia tirar proveito dos vacilos do volante.

    Aos 13 minutos, a Argentina trouxe calma a Mascherano e aos seus torcedores. Rojo fez um desarme e passou a bola para Banega, que lançou Messi com categoria. O astro do Barcelona dominou com perfeição, entrou na área e arrematou cruzado para anotar o centésimo gol da Copa do Mundo da Rússia.

    “Messi! Messi! Messi!”, reverenciaram os torcedores da Argentina, na expectativa de que o craque os conduzisse aos jogos eliminatórios do Mundial. Aos 33 minutos, pouco depois de uma bola dividida por Higuaín com o goleiro Uzoho, o ídolo quase voltou a fazer a diferença. Acertou a trave em uma cobrança de falta.

    A Nigéria aceitava o ritmo imposto pela Argentina. A equipe que iniciara a rodada em vantagem na tabela de classificação demonstrava nervosismo mesmo ao esboçar uma pressão no final do primeiro tempo. Um chute muito torto de Etebo, aos 41 minutos, evidenciou a situação. A bola saiu pela lateral.

    Reações e sofrimento

    Antes mesmo de descer para o vestiário, o time da Nigéria se reuniu no gramado para tentar se reorganizar na segunda etapa da partida. O técnico alemão Gernot Rohr deu a sua colaboração dentro do vestiário, e a equipe africana retornou de lá com uma alteração no ataque. Ighalo substituiu Iheanacho.

    O placar também mudou em pouco tempo. Aos três minutos, Mascherano agarrou Balogun dentro da área, e o árbitro turco Cuneyt Cakir assinalou o pênalti antes e após consultar o VAR. Moses se apresentou para a cobrança e, tranquilo, apenas rolou a bola para a meta defendida por Armani, o substituto de Caballero, sacado após falhar feio contra a Croácia.

    A Nigéria tentou tirar proveito do bom momento para acuar a Argentina. Nas arquibancadas, os torcedores sul-americanos passaram a cantar com mais intensidade, na esperança de motivar a sua seleção. Sampaoli também agiu. Trocou Enzo Pérez por Pavón.

    Àquela altura, a Argentina já havia sido tomada pelo nervosismo. A equipe de Sampaoli até rondava a área da Nigéria, porém errava passes fáceis. Na defesa, assustava-se com cada avanço em velocidade da sua adversária. Como quando Moses passou a bola entre as pernas de Mercado e lamentou a conclusão para o alto de Ndidi.

    Aos 29 minutos, o tom dos nigerianos foi de reclamação. Rojo tocou a bola com o braço ao tentar afastar a bola dentro da área, e o árbitro não assinalou o pênalti mesmo depois de o lance ser checado pelo VAR. Ainda mais pressionado, Sampaoli gastou as suas últimas fichas com as entradas de Meza e Aguero nos lugares de Di María e Tagliafico.

    Deu certo. Aos 40 minutos, Mercado foi à ponta direita e cruzou para Rojo emendar de primeira para a rede, transformando o Estádio Krestovsky em La Bombonera. A Nigéria ainda tentou reverter a eliminação com Iwoby e Simy nos postos de Omeruo e Musa, mas já era tarde. A Argentina de Messi estava viva na Copa do Mundo da Rússia.

    FICHA TÉCNICA
    NIGÉRIA 1 X 1 ARGENTINA

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 26 de junho de 2018, terça-feira
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)
    Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da Turquia)
    Público: 64.468 pessoas
    Cartões amarelos: Balogun e Obi Mikel (Nigéria); Mascherano e Banega (Argentina)

    Gols: NIGÉRIA: Moses, aos 5 minutos do segundo tempo; ARGENTINA: Messi, aos 13 minutos do primeiro tempo, e Rojo, aos 40 minutos do segundo tempo

    NIGÉRIA: Uzoho; Balogun, Ekong e Omeruo (Iwoby); Ndidi, Obi Mikel, Moses, Etebo e Idowu; Musa (Simy) e Iheanacho (Ighalo)
    Técnico: Gernot Rohr

    ARGENTINA: Armani; Mercado, Otamendi, Rojo e Tagliafico (Aguero); Mascherano, Banega, Enzo Pérez (Pavón) e Di María (Meza); Messi e Higuaín
    Técnico: Jorge Sampaoli

    Fonte: Yahoo Esportes
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    Roger Campos

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