Categoria: Esporte

  • Xtp NA COPA: Croácia bate Inglaterra na prorrogação e fará final inédita contra a França

    Xtp NA COPA: Croácia bate Inglaterra na prorrogação e fará final inédita contra a França

     

     

    Ausente de qualquer relação de favoritos e com apenas cinco Mundiais disputados, a Croácia chega pela primeira vez a uma final. Em campo no jogo que definiu a classificação inédita, teve “jogadores com metade da perna”, segundo o técnico Zlatko Dalic, após a vótória. A definição resume o grau de emoção da semifinal na qual o time balcânico derrotou a Inglaterra de virada, por 2 a 1, em Moscou.

    Intrusos na festa quase sempre dominada por equipes já campeãs, os croatas enfrentarão os franceses na final, a ser jogada no palco da partida desta quarta (11), o Estádio Lujniki, às 12h de domingo.

    A França chega com status de favorita e luta pelo bicampeonato mundial contra o time desta Copa que tem a história mais recente no torneio, tendo surgido dos escombros da antiga Iugoslávia em 1990.

    Será o terceiro estreante em finais em duas décadas. Em 1998, a França foi campeã, em casa, e em 2010 foi a vez de a Espanha levar o título na África do Sul.

    A Croácia supera sua campanha de 1998, quando estreou em Mundiais e só foi barrada na semifinal pelos mesmos franceses que irá enfrentar agora, 20 anos depois.

    Croácia e Inglaterra caíram na chave mais fraca, com menos campeões mundiais, a partir das oitavas de final da Copa. Enquanto do lado croata ficaram pelo caminho Espanha, Rússia e Dinamarca, na chave francesa foram eliminados favoritos como o Brasil, Portugal, Argentina e a Bélgica.

    Derrotada pela França na semifinal, a equipe belga pega a Inglaterra na disputa do terceiro lugar, às 11h de sábado (14), em São Petersburgo.

    Os ingleses tinham um conjunto de jovens talentos, enquanto os croatas traziam a campo uma geração que provavelmente não jogará mais Copas, como Modric e Mandzukic, ambos com 32 anos.

    Mas o fôlego inglês do goleador da Copa, Harry Kane, 24, e do meia Dele Alli, 22, só se fez presente no primeiro tempo, quando a Inglaterra abriu vantagem numa cobrança de falta do lateral direito Trippier.

    Ao longo do jogo, uma questão política se colocou. Cada vez que o zagueiro Vida tocava a bola, a maioria russa no Lujniki vaiava o zagueiro.

    Ele havia dedicado a vitória sobre o time da casa nas quartas à Ucrânia, rival de Moscou. Pediu desculpas, assim como a torcida croata agradeceu aos russos numa faixa, mas não deu certo.

    No segundo tempo, o cansaço croata parecia mais evidente, mas o time se superou em raça. O jogo ficou mais pegado, com um cartão amarelo para cada lado, e nervoso.

    Em mais uma bola parada, Perisic venceu Walker e escorou para o gol aos 23min. O jogo então virou, com uma “blitzkrieg” de energia renovada da Croácia, com diversas chances de virada.

    A Inglaterra se desequilibrou e a partida foi para a prorrogação. Os croatas voltaram melhor, carregados por Perisic. Aos 2min do segundo tempo da prorrogação, ele garantiu o título de homem do jogo ao colocar Mandzukic na cara do gol e definir a virada e a festa croata.

    Agora, Perisic irá enfrentar o país que o recebeu aos 17 anos. “Minha mãe sonhava com uma final entre Croácia e França”, afirmou.

    Sua ida para o país rival serviu para salvar um negócio familiar que não ia bem: a granja de seu pai na cidade croata de Omis. Mas sua saída do Hajduk Split, onde começou, não foi da forma mais amistosa.

    Sem avisar o clube croata, Perisic tomou um jato privado enviado pelo Sochaux e foi para a França. Lá acertou com o clube francês. Junto com ele foram a sua mãe e irmã.

    Após uma disputa, o Sochaux aceitou pagar 360 mil euros (R$ 1,62 milhões na cotação atual) para ter Perisic.

    Quase uma década depois do ocorrido em 2006, uma explicação clara foi dada.

    O pai de Perisic, Ante Perisic, forçou a barra para o filho ir embora. Estava em dificuldades financeiras e o dinheiro salvou o negócio familiar.

    “Não sabia porque estava indo e só anos depois soube que foi por causa de problemas familiares”, afirmou o jogador que abandonou a Croácia e 12 anos depois garantiu o maior feito do país no futebol.

    CROÁCIA

    Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida, Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic, Rebic (Kramaric), Perisic, Modric (Badelj); Mandzukic (Corluka). T.: Zlatko Dalic

    INGLATERRA

    Pickford; Walker (Vardy), Stones, Maguire; Trippier, Dele Alli, Henderson (Dier), Lingard, Young (Danny Rose); Sterling (Rashford), Harry Kane. T.: Gareth Southgate

    Local: estádio Luzhniki, em Moscou

    Juiz: Cuneyt Cakir (Turquia)

    Cartões amarelos: Mandzukic, Rebic (Croácia); Walker (Inglaterra)

    Gols: Trippier (I), aos 5min do primeiro tempo; Perisic (C), aos 23min do segundo tempo; Mandzukic (C), aos 2min do segundo tempo da prorrogação

     

    Fonte Yahoo Esportes

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    Roger Campos

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  • Xtp NA COPA: França adia sonho belga e garante primeira final de Copa sem Zidane

    Xtp NA COPA: França adia sonho belga e garante primeira final de Copa sem Zidane

     
    A França disputará na Rússia sua terceira final de Copa do Mundo, a primeira sem Zinedine Zidane. Em São Petersburgo, o time dirigido pelo técnico Didier Deschamps, capitão no título de 1998, adiou o sonho da Bélgica ao ganhar por 1 a 0 nesta terça-feira.

    O primeiro tempo foi movimentado e com chances de gol para os dois lados, mas o placar permaneceu inalterado. Logo no começo da etapa complementar, Samuel Umtiti, nascido em território camaronês, usou a cabeça para colocar a França de volta na decisão após 12 anos e frustrou a melhor geração da história belga.

    Classificada à final, a França decide o título com o ganhador do duelo entre Croácia e Inglaterra às 12 horas (de Brasília) deste domingo, no Estádio Luzhniki. Já a Bélgica briga pelo terceiro lugar com o derrotado da outra semifinal às 11 horas de sábado, em São Petersburgo.

    O jogo – A etapa inicial da partida disputada em São Petersburgo foi movimentada e teve seu começo dominado pela Bélgica. Hazard, inspirado, deu trabalho pela ponta esquerda. Na primeira boa trama, o camisa 10 recebeu de De Bruyne e bateu rasteiro, perto da trave de Lloris.

    Em nova estocada pela esquerda, Hazard dominou perto da linha de fundo, carregou para o meio e bateu forte. A bola desviou em Varane e passou com perigo. Pouco depois, após escanteio pela direita, Alderweireld pegou a sobra e bateu para grande defesa de Lloris.

    Acuada nos primeiros minutos, a França também deu demonstrações de força do meio para o fim. Após lançamento de Griezmann pela direita, Mbappe escorou para Giroud, que mandou para fora. Em seguida, Pavard recebeu de Mbappe e bateu para boa intervenção de Courtois.

    A França inaugurou o marcador aos cinco minutos do segundo tempo. Após cobrança de escanteio de Griezmann pelo lado direito, Umtiti se antecipou ao gigante Fellaini na primeira trave e cabeceou para marcar o gol que classificou sua seleção à decisão da Copa do Mundo.

    Superado por Umtiti no lance do gol, Fellaini quase empatou o jogo para a Bélgica. Colocado no lugar de Dembele, Mertens recebeu de De Bruyne pela direita e cruzou. O jogador do Manchester United ganhou pelo alto do colega Pogba e cabeceou à esquerda de Lloris.

    Na tentativa de evitar a eliminação, a Bélgica partiu para o ataque e investiu principalmente nas bolas levantadas na área. A França soube como se defender e, sem tomar grandes sustos no campo de defesa, garantiu presença na decisão da Copa do Mundo. Nos acréscimos, Courtois ainda impediu Tolisso de aumentar.

    FICHA TÉCNICA
    FRANÇA 1 x 0 BÉLGICA

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 10 de julho de 2018 (Terça-feira)
    Horário: 15h(de Brasília)
    Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
    Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
    Público: 64.286 pessoas
    Cartões amarelos: Griezmann, Kante e Mbappe (FRA); Alderweireld, Vertonghen e Hazard (BEL)

    Gol: FRANÇA: Umtiti, aos 5 minutos do 2º Tempo

    FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Hernandez; Kante, Matuidi (Tolisso) e Pogba; Mbappé, Griezmann e Giroud (N’Zonzi)
    Técnico: Didier Deschamps

    BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Chadli (Batshuayi), Witsel, De Bruyne, Fellaini (Carrasco) e Dembele (Mertens); Eden Hazard e Romelu Lukaku
    Técnico: Roberto Martínez

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  • Xtp NA COPA: Croácia elimina Rússia nos pênaltis e volta à semifinal após 20 anos

    Xtp NA COPA: Croácia elimina Rússia nos pênaltis e volta à semifinal após 20 anos

    A Croácia está na semifinal da Copa do Mundo. Depois de empate em 1 a 1 no tempo normal contra a Rússia, no Estádio Fisht, em Sochi. Na prorrogação, os croatas marcaram com o zagueiro Vida de cabeça, levaram novamente a igualdade, e o placar final ficou em 2 a 2

    Nas penalidades máximas, os croatas venceram por 4 a 3. Com o resultado, voltam a estar entre os quatro melhores do Mundial, algo que não acontecia desde 1998, na França, ao alcançar o terceiro lugar naquele ano.

    A partida tinha um desenho bem definido: os russos explorando o contra-ataque, enquanto os croatas tentavam furar o bloqueio defensivo com o toque de bola. Entretanto, nos 90 minutos, das duas equipes acabaram empatando em 1 a 1. Cheryshev abriu o placar com uma pintura de fora da área. A equipe croata chegou ao empate instantes depois com Kramaric.

    No segundo tempo, o jogo ficou com a Croácia pressionando, mas rondando a área, sem criar grandes oportunidades. A melhor delas foi com Perisic, que acertou a trave. Os anfitriões exploravam os cruzamentos para o centroavante Dyzuba. Mas, a igualdade prevaleceu, e a partida seria decidida na prorrogação.

    Nos 30 minutos a mais de bola rolando, os croatas continuaram na pressão, e conseguíram balançar as redes. Aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação, o zagueiro Vida cabeceou para o fundo do gol, após cobrança de escanteio. Entretanto, acabaram sofrendo mais uma vez o empate. Dzagoev cobrou falta na cabeça do brasileiro naturalizado russo Mário Fernandes cabecear para o fundo das redes. Assim, a decisão do último semifinalista iria para os pênaltis.

    Nas penalidades, o herói se tornaria vilão. Mário Fernandes bateu muito mal e a bola foi para fora. Modric quase parou em Akinfeev. Porém, Rakitic converteu e colocou os croatas na semi.

    Com a vaga assegurada para a semifinal, a Croácia vai enfrentar a Inglaterra, na próxima quarta-feira. A partida será às 15h00 (horário de Brasília), no Estádio Lujniki, em Moscou.

    O jogo – Contando com o apoio dos torcedores, os donos da casa partiram para cima dos croatas, levantando bolas na área, buscando o centroavante Dyzuba. Os croatas responderam com Rebic de cabeça, mas a bola foi por cima do gol.

    Aos poucos, a partida tomava o curso esperado, com a Croácia dominando a posse de bola e tomando a iniciativa. A Rússia, explorava os contra-ataques. Porém, em pouco mais de 20 minutos, o jogo não teve nenhuma grande oportunidade de nenhuma das seleções.

    A tônica da partida seguia a mesma. Entretanto, os donos da casa conseguiam executar muito bem o plano de jogo. Com uma marcação quase perfeita, anularam a Croácia em 30 minutos, e conseguiam levar perigo nos contra-ataques.

    Aos 31 minutos, a Rússia saiu na frente. Em bola esticada, Dyzuba ajeitou para Cheryshev, que passou como quis por Modric e acertou um lindo chute com a perna esquerda, inapelável para o goleiro Subasic, abrindo o placar em Sochi. Porém, a Croácia respondeu oito minutos depois, Mandzukic foi ao fundo pela esquerda e cruzou para Kramaric cabecear para as redes e deixar tudo igual.

    Depois do gol croata, a torcida russa desanimou, assim como o time. A Croácia, continuava tocando a bola em busca de espaços, mas a primeira etapa acabou empatada em 1 a 1.

    Na etapa complementar, quem tomou as rédeas no começo foram os croatas. Tocando a bola, buscando o espaço, mas esbarrava na boa marcação do adversário. Em levantamento para a área, Kramaric tentou marcar de bicicleta, Akinfeev fez boa e segura defesa.

    Já melhores no jogo, a equipe de Zlatko Dalic teve outra boa oportunidade. Cruzamento para a grande área, Vrsajlko evitou a saída pela linha de fundo e jogou para área. O goleiro Akinfeev se atrapalhou, e a redonda sobrou para Perisic. Na finalização do croata, a bola acertou a trave, e acabou saindo.

    Porém, os anfitriões seguiam levando muito perigo em cruzamentos. Mário Fernandes levantou para Dyzuba, mas o centroavante não cabeceou bem e perdeu a chance. Foi a última grande chance, as equipes se mostravam tensas, e o jogo caia de produção.

    Depois de realizar a terceira alteração, com a entrada de Kovacic, a Croácia passaria por um pequeno drama. O goleiro Subasic acabou sentindo, e teria que suportar pelo menos cinco minutos. Na prorrogação, o treinador Zlatko Dalic colocaria o reserva, em função da alteração permitida nos 30 minutos a mais de jogo.

    Nos 30 minutos restantes, os croatas desempataram. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Vida cabeceou para o fundo das redes. Logo depois, os mandantes seguiram pressionando, sempre usando da bola aérea. Na etapa final da prorrogação, a Rússia pressionou muito e conseguiu a igualdade com o brasileiro naturalizado russo, Mário Fernandes de cabeça. Nas penalidades, vitória da Croácia por 4 a 3.

    FICHA TÉCNICA
    RÚSSIA (3) 2 X 2 (4) CROÁCIA

    Local: Estádio Fisht, em Sochi (Rússia)
    Data: 07 de julho de 2018, sábado
    Horário: 15h00 (horário de Brasília)
    Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil)
    Assistentes: Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse, ambos do Brasil
    Público: 44.287
    Cartões Amarelos: 
    Gazinskiy (Rússia);Lovren, Strinic, Vida e Pivaric(Croácia)
    Cartões Vermelhos:

    Gols: 
    RÚSSIA: Cheryshev aos 31 minutos do primeiro tempo e Mário Fernandes aos 10 minutos do segundo tempo da prorrogação.
    CROÁCIA: Kramaric aos 39 minutos do primeiro tempo e Vida aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação.

    RÚSSIA: Igor Akinfeev; Mário Fernandes, Kutepov, Ignashevich, Kudryashov; Zobnin, Kuzyaev, Samedov (Erokhin), Golovin (Dzagoev), Cheryshev (Smolov); Dyzuba (Gazinskiy).
    Técnico: Stainislav Cherchesov

    CROÁCIA: Subasic; Vrsalijko (Corluka), Vida, Lovren, Strinic (Pivaric); Ivan Rakitic, Luka Modric, Rebic, Kramaric (Kovacic), Perisic (Brozovic); Mario Mandzukic.
    Técnico: Zlatko Dalic

    Fonte Yahoo Esportes 
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  • Xtp NA COPA: Inglaterra vence Suécia e volta às semifinais da Copa após 28 anos

    Xtp NA COPA: Inglaterra vence Suécia e volta às semifinais da Copa após 28 anos

    Depois de 28 anos, a Inglaterra voltou a se classificar para as semifinais da Copa do Mundo, neste sábado, em Samara, após vencer a Suécia por 2 x 0.

    Harry Maguire, aos 30 minutos do primeiro tempo, e Dele Alli, aos 14 da segunda etapa, fizeram os gols que garantiram o English Team na semifinal pela terceira vez na história.

    O goleiro Jordan Pickford mais uma vez chamou a atenção realizando belas defesas. Foram pelo menos três ações decisivas para manter a vantagem inglesa e evitar o gol sueco. Já Harry Kane, artilheiro da Copa com seis gols, não conseguiu balançar as redes para ampliar sua vantagem na briga pela Chuteira de Ouro.

    Depois de deixar para trás Holanda, Itália e Alemanha no ciclo do mundial russo, o valente time da Suécia não conseguiu superar a renovada equipe inglesa, que começa a se livrar da tradicional desconfiança para sonhar com o bicampeonato.

    A Inglaterra agora espera o vencedor da última partida de quartas de final, entre Rússia e Croácia, para descobrir o adversário da próxima quarta-feira em busca da vaga na decisão. A semifinal será disputada na quarta-feira, em Moscou, às 15h pelo horário de Brasília.

    Bola parada

    Após as atuações no mundial, Inglaterra e Suécia aparentava ser um jogo em que as equipes apostariam em jogadas pelo alto, esperando o momento certo de buscar o gol.

    A primeira chance do jogo só veio aos 12 minutos, com a Suécia arriscando de fora da área em chute de Claesson. Já a Inglaterra conseguiu infiltrar a defesa sueca apenas aos 18, em chute de Harry Kane que passou rente à trave de Olsen.

    Os estilos das duas equipes complicava jogadas com trocas de passe e triangulações, já que ambas defesas estavam bem postadas em campo. Sendo assim, novamente a bola parada se fez necessária e foi decisiva na primeira etapa.

    Aos 30 minutos, Ashley Young cobrou escanteio na área para Maguire subir mais alto e cabecear com firmeza para o fundo das redes para abrir o placar.

    A Inglaterra controlou todo o primeiro tempo e ainda teve chances de ampliar a vantagem, mas Sterling desperdiçou oportunidade clara ao ficar cara a cara com o arqueiro sueco, aos 45.

    Pickford salva

    Na volta do intervalo, a Suécia foi para o abafa inicial em busca do empate. Aos 2 minutos, Berg recebeu cruzamento preciso e cabeceou firme para a linda defesa de Pickford.

    Mas a Inglaterra se segurou e voltou a ditar o ritmo da partida, rondando a área sueca e apostando em cruzamentos. Aos 14, Lindgard recebeu na intermediária pelo lado direito e cruzou na cabeça de Dele Alli, que testou firme para ampliar a vantagem inglesa.

    A Suécia então foi tentar reverter o prejuízo. Dois minutos depois de sofrer o segundo gol, a equipe escandinava colocou a bola no chão e criou a melhor chance de toda partida. O time trocou passes pelo lado direito e Berg fez o pivô dentro da área ajeitando para a chegada de Claesson, que parou em mais uma defesaça de Pickford.

    Aos 25, Pickford apareceu mais uma vez para fazer defesa milagrosa com a ponta dos dedos, após chute de Berg completando jogada pelo lado esquerdo.

    Mesmo com 20 minutos para tentar buscar o empate, a Suécia não conseguiu ser criativa para furar o bloqueio inglês e viu o tempo passar para a Inglaterra confirmar o retorno à semifinal após 28 anos.

    Fonte Yahoo Esportes 
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  • Xtp NA COPA: Brasil toma dois gols no primeiro tempo, perde da Bélgica e é eliminado do Mundial

    Xtp NA COPA: Brasil toma dois gols no primeiro tempo, perde da Bélgica e é eliminado do Mundial

    A Seleção Brasileira nunca havia sofrido dois gols em uma mesma partida sob o comando de Tite. Aconteceu nesta sexta-feira, último dia da participação nacional na Copa do Mundo da Rússia. Desencontrado defensivamente, o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Bélgica, em Kazan, e despediu-se do torneio.

    Com bons momentos ofensivos, a Seleção Brasileira foi vazada pela primeira vez por um gol contra do volante Fernandinho. O jogador que já havia sido vilão na histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, quatro anos atrás, cabeceou para dentro após cobrança de escanteio aos 12 minutos do primeiro tempo.

    A Bélgica ampliou ainda na etapa inicial. Aos 30, em um contra-ataque rápido puxado por Lukaku, De Bruyne foi acionado na ponta direita e chutou cruzado para a rede. O gol fez a Seleção Brasileira pressionar durante toda a segunda etapa. O máximo que o time de Tite conseguiu, entretanto, foi um gol de cabeça de Renato Augusto.

    A queda do Brasil deixa a Copa do Mundo somente com seleções europeias. Nas semifinais, a Bélgica terá pela frente outra algoz de uma equipe sul-americana, a França, que derrotou o Uruguai por 2 a 0 mais cedo, em Níjni Novgorod. O jogo será disputado às 15 horas (de Brasília) de terça-feira, em São Petersburgo.

    Fernandino compromete

    Fernandinho começou mal a partida contra a Bélgica. Foi um desarme sofrido pelo volante que resultou no primeiro chute a gol da equipe europeia, de De Bruyne, seu companheiro de Manchester City na Inglaterra.

    Naquele momento, o Brasil tinha dificuldades para se desvencilhar da marcação adiantada do time dirigido pelo espanhol Roberto Martínez. Willian, por exemplo, saiu com a bola pela lateral direita quando pressionado.

    O Brasil, no entanto, replicou a estratégia belga. Quando também avançou a sua marcação, a Seleção começou a incomodar a adversária. Aos sete minutos, criou uma grande chance de gol. Neymar levantou a bola na área em cobrança de escanteio, e Miranda resvalou com a cabeça. Thiago Silva emendou para a trave.

    A Bélgica se saiu ainda melhor em uma cobrança de escanteio do outro lado do campo. Com a ajuda de um jogador brasileiro. Aos 12 minutos, Fernandinho tentou cortar dentro da área, pelo alto, e mandou contra o próprio gol. Alisson não conseguiu defender.

    A torcida brasileira transmitiu apoio aos comandados de Tite, cantando ainda mais alto nas arquibancadas da Arena Kazan. No gramado, Neymar, Philippe Coutinho, Willian e Gabriel Jesus, os homens de frente da equipe, procuravam corresponder com empenho e movimentação, porém esbarravam no jogo duro dos belgas.

    O Brasil, que tinha a defesa mais consistente da Copa do Mundo, não apresentou a mesma solidez. Aos 30 minutos, Lukaku girou em cima de Fernandinho e, apesar pesado, carregou bem a bola, passando na frente do mesmo marcador. De Bruyne foi acionado na direita e acertou um chute cruzado, seco, para fazer 2 a 0.

    A Seleção Brasileira acusou o golpe. Neymar, que já havia até saído momentaneamente por causa de uma pancada na perna esquerda, estava longe de ser suficiente para devolver a confiança aos seus companheiros. Ainda assim, Gabriel Jesus subiu livre de marcação aos 35. E cabeceou para fora.

    Quase deu

    Tite resolveu agir no intervalo. Sacou Willian para a entrada de Roberto Firmino, que muitos cobravam como titular na vaga de Gabriel Jesus. O centroavante revelado pelo Palmeiras, então, acabou deslocado para a ponta direita.

    Apressado, o Brasil inicialmente abusou do individualismo e dos erros de passe. A Bélgica, em compensação, aceitou a pressão em função da vantagem que tinha construído no primeiro tempo e chamou o time nacional para o seu campo.

    Aos seis minutos, Tite viu uma chance de empate quando Neymar caiu dentro da área. O técnico pediu que o lance fosse revisto pelo árbitro de vídeo. O próprio atacante, contudo, reconheceu que não havia sido pênalti.

    A postura dos brasileiros foi unânime de reclamação pouco depois, quando Kompany acertou Gabriel Jesus com um carrinho dentro da área. O árbitro sérvio Milorad Mazic demorou a tomar a sua decisão, mas mandou o jogo seguir.

    Foi a última participação de Jesus na partida. O atacante cedeu lugar a Douglas Costa, que entrou com a missão de dar velocidade ao lado direito do ataque brasileiro. Aos 17, ele cumpriu o combinado e bateu cruzado. Courtois deu rebote, e Paulinho não aproveitou.

    Como o tempo passava e o Brasil continuava dois gols atrás da Bélgica, Tite gastou a sua última ficha em Renato Augusto, substituto de Paulinho. Deu certo. Aos 30 minutos, Philippe Coutinho fez belo levantamento para a área, onde o meia do chinês Beijing Guoan cabeceou no canto.

    O gol reanimou a Seleção Brasileira, que teve grandes oportunidades de alcançar o empate. Aos 32 minutos, por exemplo, Firmino recebeu a bola de Neymar dentro da área, girou e finalizou por cima. Aos 34, Renato Augusto teve espaço na entrada da área após receber passe de Coutinho e também errou o alvo.

    Já nos acréscimos, após pedir mais um pênalti, Neymar deu novo susto na Bélgica. Buscou o ângulo em uma conclusão de fora da área. Courtois se esticou e fez a defesa, assegurando a vitória da ótima geração belga sobre o Brasil.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL 1 X 2 BÉLGICA

    Local: Arena Kazan, em Kazan (Rússia)
    Data: 6 de julho de 2018, sexta-feira
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia)
    Assistentes: Milovan Ristic e Dali Djurdjevic (ambos da Sérvia)
    Público: 42.873 pessoas
    Cartões amarelos: Fernandinho e Fagner (Brasil); Alderweireld e Meunier (Bélgica)

    Gols: BRASIL: Renato Augusto, aos 30 minutos do segundo tempo; BÉLGICA: Fernandinho (contra), aos 12, e De Bruyne, aos 30 minutos do primeiro tempo

    BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho, Paulinho (Renato Augusto), Willian (Roberto Firmino), Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Douglas Costa)
    Técnico: Tite

    BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Kompany e Vertonghen; Fellaini, Witsel, Meunier e Chadli (Vermaelen); De Bruyne, Lukaku (Tielemans) e Hazard
    Técnico: Roberto Martínez

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  • Xtp NA COPA: Muslera falha, França bate Uruguai e está nas semifinais da Copa

    Xtp NA COPA: Muslera falha, França bate Uruguai e está nas semifinais da Copa

    A Copa do Mundo da Rússia conheceu a sua primeira seleção semifinalista durante a tarde desta sexta-feira. Em Níjni Novgorod, apesar da aclamada defesa do Uruguai, a talentosa e jovem equipe da França dominou o jogo e o venceu por 2 a 0, com gols de Raphael Varane e Antoine Griezmann.

    Sem contar com o lesionado Edinson Cavani, herói da vitória sobre Portugal, a Celeste não manteve a força ofensiva com o substituto Cristhian Stuani, que fez companhia ao isolado Luis Suárez no ataque. Desse modo, liderados por Griezmann, os europeus aproveitaram para abrir o placar no primeiro tempo e ampliá-lo contando com uma grave falha do goleiro Fernando Muslera na etapa complementar.

    De volta às semifinais da Copa do Mundo após 12 anos, os “Bleus” enfrentarão o vencedor do confronto entre Brasil e Bélgica. O duelo por uma vaga na decisão está marcado para a próxima terça-feira, às 15 horas (de Brasília), em São Petersburgo.

    O bicampeão Uruguai, por sua vez, se despede do torneio e provavelmente do técnico Óscar Tabárez, por quem é dirigido desde 2006 e que deve encerrar o seu ciclo na seleção após ser diagnosticado com uma rara doença que afetou seus nervos e músculos.

    França domina e sai na frente

    O Uruguai começou ligeiramente melhor, chegando com perigo em cruzamentos por ambas as laterais. Aos 13 minutos, o goleiro francês Lloris foi exigido em cabeçada de Giménez após cobrança de escanteio.

    Foi a França, no entanto, quem criou a primeira chance clara de gol na partida. Aos 15 minutos, após bola levantada na área, Giroud ajeitou para o meio e encontrou Mbappé livre. O jovem atacante, porém, errou o cabeceio e mandou por cima da meta de Muslera.

    A partir de então, trocando passes rápidos, os europeus passaram a ter o controle da partida e abriram o placar aos 40 minutos. Em cobrança de falta, Griezmann levantou a bola na área, Varane ganhou de Stuani por cima e desviou de cabeça, sem chances para Muslera.

    Pouco depois, em jogada parecida, o Uruguai quase empatou a partida. Após bola levantada na área, Cáceres testou no canto direito de Lloris, que se esticou todo para evitar o gol. No rebote, Godín isolou por cima na última chance da Celeste antes do intervalo.

    França conta com ‘frango’ para garantir vaga

    O Uruguai voltou para a etapa complementar tentando pressionar, mas sem atacar de maneira consistente. Em busca do empate, Óscar Tabárez promoveu duas mudanças simultâneas: entraram Maximiliano Gomez e Cristian Rodríguez nas vagas de Stuani e Bentancur.

    Logo em seguida, contudo, o treinador uruguaio viu a situação ficar ainda mais crítica. Aos 16 minutos, após contra-ataque, Griezmann recebeu na intermediária e arriscou. A bola foi em cima de Muslera, mas o experiente goleiro espalmou para dentro do próprio gol.

    Com a boa vantagem da França, o jogo ficou nervoso. Mbappé tocou de letra no campo de defesa uruguaio e foi levemente atingido pelo braço de Cristian Rodriguéz, instaurando uma pequena confusão entre os jogadores. Passado o tumulto, o atacante europeu e o meia sul-americano foram advertidos com cartão amarelo.

    O segundo gol abateu veementemente o ímpeto uruguaio, que deixou de atacar de forma consistente. Na base do abafa, os comandados de Tabárez não conseguiram ameaçar a meta de Lloris. A França, por sua vez, valorizou a posse de bola para administrar o placar e confirmar a vaga nas semifinais da Copa.

    FICHA TÉCNICA
    URUGUAI 0 X 2 FRANÇA

    Local: Estádio de Níjni Novgorod, em Nizhegorodskaya (Rússia)
    Data: 6 de julho de 2018 (sexta-feira)
    Horário: 11 horas (de Brasília)
    Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
    Assistentes: Hernan Maidana (Argentina) e Juan Pablo Belatti (Argentina)
    Público: 43.319 torcedores
    Cartão Amarelo: Rodrigo Bentancur e Cristian Rodríguez (Uruguai);Lucas Hernández e Kylian Mbappé (França)
    Cartão Vermelho: 

    Gols:
    FRANÇA: 
    Raphael Varane, aos 40 minutos do 1º tempo, e Antoine Griezmann, aos 16 minutos do 2º tempo

    URUGUAI: Fernando Muslera; Martin Cáceres, José Giménez, Diego Godín e Diego Laxalt; Lucas Torreira, Matías Vecino, Nahitan Nández (Jonathan Urretaviscaya), Rodrigo Bentancur (Cristian Rodríguez) e Cristhian Stuani (Maximiliano Gomez); Luis Suárez
    Técnico: Óscar Tabárez

    FRANÇA: Hugo Lloris; Benjamin Pavard, Raphael Varane, Samuel Umtiti e Lucas Hernández; N’Golo Kanté, Paul Pogba e Corentin Tolisso (Steven N’Zonzi); Antoine Griezmann (Nabil Fekir), Kylian Mbappé (Ousmane Dembélé) e Olivier Giroud
    Técnico: Didier Deschamps

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  • Xtp NA COPA: Kane faz mais um, Inglaterra vence Colômbia nos pênaltis e encara Suécia nas quartas

    Xtp NA COPA: Kane faz mais um, Inglaterra vence Colômbia nos pênaltis e encara Suécia nas quartas

    Depois de empatar em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, a Inglaterra venceu a Colômbia por 4 a 3 na disputa por pênaltis, nesta terça-feira em Moscou, e garantiu vaga para enfrentar a Suécia nas quartas de final da Copa do Mundo.

    O goleiro Jordan Pickford pegou a última cobrança batida por Carlos Bacca e viu Eric Dyer converter a penalidade decisiva para assegurar a classificação inglesa. Antes, os gols saíram na segunda etapa regulamentar, com Harry Kane abrindo o placar batendo pênalti, aos 12 minutos, e Yerry Mina empatando de cabeça, aos 48.

    A vitória inglesa encerra jejum do English Team em disputas por pênaltis. Em outras sete vezes que definiu a classificação nas penalidades em grandes competições, incluindo Eurocopa e Copa do Mundo, a Inglaterra só venceu em uma delas, nas quartas de final da Euro-1996 contra a Espanha.

    Harry Kane chegou a seis gols e lidera de maneira isolada a briga pela a artilharia da Copa do Mundo. O belga Romelu Lukaku e o português Cristiano Ronaldo têm quatro gols, mas o luso já foi eliminado.

    James Rodríguez não foi nem relacionado para o jogo e ficou acompanhando a partida da arquibancada, por conta de lesão na perna direita. A Colômbia sentiu muita falta de seu principal jogador, que caiu em prantos após a eliminação.

    A Inglaterra vai enfrentar a Suécia no próximo sábado, em Samara, às 11h pelo horário de Brasília.

    Kane artilheiro

    Depois de testes mais simples na fase de grupos, com vitórias tranquilas contra Panamá e Tunísia e derrota para Bélgica com time reserva, a Inglaterra precisava se provar contra um time de nível superior.

    E o English Team iniciou a partida elétrico, pressionando o time colombiano e não deixando os sul-americanos jogarem. Os ingleses apostavam em muita intensidade e em transições em velocidade, chegando com muito perigo em cobrança de falta de Young (5) e em cabeçada de Harry Kane (15), após jogadas pelos lados do campo.

    Sem James Rodríguez, vetado pelo departamento médico por edema na perna direita, a Colômbia tinha dificuldades de criar jogadas e trocar passes com mais segurança. Cuadrado e Falcao ficavam muito isolados no campo de ataque.

    A partir dos 20 minutos a partida ficou muito truncada, com faltas que tiravam o ritmo das equipes. Colombianos e ingleses se estranharam muito em campo, deixando o clima tenso e diminuindo o nível de futebol praticado em campo.

    A última boa chance da primeira etapa do lado inglês veio após falta sofrida por Kane na entrada da área, que Trippier bateu com perigo aos 41 minutos. Os colombianos chegaram com Quinteros, que arriscou da entrada da área para a boa defesa de Pickford, aos 46.

    Mina salvador

    Na volta do intervalo, o jogo ficou morno até os oito minutos, quando o zagueiro Carlos Sánchez segurou Kane na área em cobrança de escanteio e a arbitragem assinalou pênalti.

    O artilheiro da Copa foi para a cobrança e bateu no meio do gol, abrindo o placar aos 13 minutos e chegando a seis gols no mundial. Kane lidera a briga pela Chuteira de Ouro totalmente isolado.

    A partir daí, o futebol ficou de lado e as equipes começaram a endurecer as disputas pela bola. A partida ficou faltosa, com um show de entradas duras e cartões amarelos. No total, foram cinco punições para o time colombiano e duas para os ingleses, que aproveitavam o descontrole sul-americano para ditar o ritmo do jogo.

    A grande chance de empate colombiano veio após vacilo de Dier no meio de campo. Bacca roubou a bola e acelerou no contra-ataque, tocando no lado direito para a chegada de Cuadrado. O atacante da Juventus encheu o pé mas pegou mal na bola e isolou, desperdiçando a melhor oportunidade da equipe aos 35.

    Mas a equipe colombiana acreditou até o final e foi recompensada. Em cobrança de escanteio aos 48 minutos, com a presença do goleiro David Ospina no campo de ataque, Yerry Mina subiu mais alto e cabeceou como manda o manual, estufando as redes e recolocando os sul-americanos na disputa.

    Fim do jejum nos pênaltis

    Na primeira etapa extra, a Colômbia foi melhor e viu a Inglaterra sentir o baque do gol no final da partida. O English Team já tinha feito alterações para defender o resultado e ficou sem alternativas para criar jogadas ofensivas. Do outro lado, os colombianos assustaram com Sánchez e Falcao.

    Nos 15 minutos finais, a Inglaterra chegou com muito perigo aos 8, em chute cruzado de Rose que saiu rente à trave. Aos 9, Dier subiu sozinho e cabeceou por cima do gol após cobrança de escanteio. Mas o empate persistiu e a decisão foi para a disputa por pênaltis.

    A Colômbia começou convertendo as três primeiras penalidades, ficando em vantagem após Henderson ser parado por Ospina na terceira batida inglesa. Mas o jogo virou após Uribe mandar uma bomba no travessão e Trippier igualar a disputa convertendo sua cobrança.

    Com tudo empatado, a quinta e última batida caiu nos pés de Bacca, que parou em defesa de Pickford voando para o lado direito. Na sequência, Dier bateu rasteiro e garantiu a primeira vitória inglesa em disputa por pênaltis na história das Copas.

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  • Xtp NA COPA: Em jogo pouco movimentado, Suécia bate Suíça com gol após desvio

    Xtp NA COPA: Em jogo pouco movimentado, Suécia bate Suíça com gol após desvio

    A Suécia segue viva e entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo da Rússia. Nesta terça-feira, na Arena São Petersburgo, a seleção sueca voltou a mostrar o futebol que lhe colocou como líder de seu grupo, criou as melhores chances, perdeu muitas, mas viu brilhar a estrela de Forsberg, que aos 20 minutos do segundo tempo marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a Suíça, pelas oitavas de final.
    _______ 
    Com a classificação, a Suécia garante um lugar entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo. Nas quartas de final, programada para o próximo sábado, dia 7, às 11h (de Brasília), em Samara, o adversário da vez ainda está indefinido e sai do vencedor do confronto entre Colômbia e Inglaterra, que medem forças ainda nesta terça, a partir das 15h.
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    Os primeiros 45 minutos tiveram momentos distintos, mas a seleção da Suécia mais eficiente dentro da sua proposta de jogo. Sem necessitar da posse da bola, que ficava com a Suíça, os suecos encontravam facilidades para realizar a transição rápida e infiltrar na defesa adversária, que sofreu mudanças em relações as últimas partidas. Ainda assim, as chances acabaram não sendo transferidas em finalizações.

    Aos poucos, os comandados de Vladimir Petkovic pareciam ter se encontrado no duelo e tinha a bola, mas sem efetividade no último terço do campo. Quem aproveitou isso foi justamente a Suécia, que usou dos erros para criar suas melhores chances. Na principal delas, Ekdal teve muito tempo para escolher o que fazer e, mesmo assim, isolou o chute.

    O segundo tempo seguiu o mesmo cenário do primeiro, com a Suíça encontrando amplas dificuldades de infiltrar no forte sistema defensivo adversário e a Suécia se aproveitando dos erros e da transição rápida para chegar a meta de Sommer. Depois de tantas chances perdidas na primeira metade, coube ao camisa 10, “craque” do time, chamar a responsabilidade e resolver. Aos 20 minutos, Forsberg fez tudo sozinho, arriscou de fora da área e o chute encontro o pé do zagueiro suíço Arkanji, morrendo a bola no fundo da rede e dando a vitória para Suécia.

    O JOGO

    Início movimentado com Suécia mais incisiva no ataque 

    Quem esperava um jogo de duas seleções com propostas defensivas e o ataque deixando em segundo plano acabou vendo um cenário completamente diferente logo nos primeiros minutos de jogo. Apesar de suas duas consistentes linhas de quatro, a Suécia encontrava facilidade para chegar na área da Suíça, tanto que criou duas boas chances nos primeiros minutos.

    Já que não encontravam espaços para infiltrar no sistema adversário, os suíços tinham como alternativa os arremates de longa distância, mas sem muita precisão. Enquanto isso, a Suécia, aos sete minutos, esteve perto de marcar, não fosse a falta de pontaria de Berg, responsável por arrematar uma grande jogada coletiva, mas isolou. Na sequência, Ekdal soltou tentou de fora da área e a bola passou rente a trave.

    Times sem objetividade e goleiros meros espectadores

    Depois de um início até empolgante, apesar das poucas chances, a partida, a partir de seus 15 minutos, entrou em um aspecto que deixou a desejar aos espectadores. Com a bola, a Suíça não encontrava espaços nem pelo lado e muito menos pelo meio do campo. “Cabeça pensante” do setor suíço, Xhaka não conseguia se sobressair diante da marcação sueca e, quando tinha a bola, arriscava de fora da área, porém, sem precisão.

    Reta final de encher os olhos pela chances, não pelas conclusões 

    A partida voltou a ficar franca nos últimos 15 minutos da primeira etapa. Pelo lado esquerdo, a Suíça conseguiu uma boa jogada aos 38. Dzemaili tabelou bonito com Zuber e recebeu de frente para o gol. Entretanto, o chute saiu por cima da meta defendida por Olsen. A resposta sueca veio no minuto seguinte, em cobrança de falta de Forsbeg, que desviou na barreira e por pouco não surpreendeu Sommer.

    Ainda deu tempo da oportunidade mais clara do lado da Suécia. Aos 41 minutos do primeiro tempo, Lustig conseguiu chegar a linha de fundo e descolou um ótimo cruzamento que caiu no pé de Ekdal. O meia teve tempo de ajeitar o corpo e escolher entre o chute ou cabeceio. Decidiu pelo pé e, livre de marcação, isolou completamente a bola, desperdiçando uma grande chance.

    Segunda etapa com Suécia “letal” para abrir o placar

    A segunda etapa seguiu o mesmo cenário dos primeiros 45 minutos, com a Suécia equilibrada e “sabendo sofrer” para manter o placar em igualdade. Na transição rápida, entretanto, criava muito perigo para a Suíça. De tanto assustar e pecar na precisão, coube ao “craque” do time, Forsberg, abrir o placar.

    Aos 20 minutos, o meia decidiu tomar para si a responsabilidade e fazer tudo sozinho. Com liberdade, carregou a bola do lado esquerdo para o meio e arriscou de fora da área sem muita força. O arremate que se encaminhava para uma defesa fácil de Sommer, porém, encontrou o pé de Akanji no meio do caminho. O desvio foi “letal” e Forsberg abriu o o placar em São Petersburgo para Suécia.

    Vantagem da Suécia e “ferrolho” para garantir a classificação

    O tão esperado “ferrolho” sueco apareceu apenas depois de adquirida a vantagem no placar. Com todos os jogadores do adversário ajudando na recomposição defensiva, a Suíça tentou algumas vezes, muitas dessas por meio da bola aérea, mas não conseguiu de maneira alguma furar o bloqueio dirigido pelo treinador Janne Andersson.

    No último lance da partida, a Suécia ainda teve tempo de um contra-ataque para consagrar a classificação, mas Lang derrubou Olsson e o árbitro assinalou, inicialmente, o pênalti. Sob a revisão do VAR, foi marcada a falta, que Tiovonen cobrou nas mãos de Sommer.

    FICHA TÉCNICA
    SUÉCIA 1 X 0 SUÍÇA

    Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
    Data: 3 de julho de 2018 (Terça-feira)
    Horário: 11h(de Brasília)
    Árbitro: Damir Skomina (Eslovênia)
    Assistentes: Jure Praprotnik (Eslovênia) e Robert Vukan (Eslovênia)

    GOL: Forsberg (Suécia), aos 20 minutos 2T

    Cartão vermelho:
    Suíça:
     Lang

    Cartões amarelos:
    Suécia: Lustig
    Suíça: Behrami, Xhaka

    SUÉCIA: Robin Olsen, Mikael Lustig (Krafht), Victor Lindelof, Andreas Granqvist e Ludwig Augustinsson; Viktor Claesson, Gustav Svensson, Albin Ekdal e Emil Forsberg (Olsson); Marcus Berg e Ola Toivonen
    Técnico: Janne Andersson

    SUÍÇA: Yann Sommer, Michael Lang, Johan Djourou, Manuel Akanji e Ricardo Rodríguez; Valon Behrami, Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Blerim Dzemaili (Seferovic) e Steven Zuber (Embolo); Josip Drmic
    Técnico: Vladimir Petkovic

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  • Xtp NA COPA: Com bom segundo tempo, Brasil bate México e está nas quartas

    Xtp NA COPA: Com bom segundo tempo, Brasil bate México e está nas quartas

    A Seleção Brasileira garantiu a classificação às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia na tarde desta segunda-feira. Responsável por um gol e uma assistência em Samara, o atacante Neymar brilhou na vitória por 2 a 0 do time comandado por Tite sobre o México.

    O Brasil teve trabalho nos primeiros minutos, mas conseguiu tomar o controle da partida ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, Neymar inaugurou o marcador após passe de Willian, um dos melhores em campo. Nos minutos finais, o camisa 10 cruzou para Firmino ampliar a vantagem.

    Desfalcado do suspenso Casemiro, o Brasil volta a campo às 15 horas (de Brasília) de sexta-feira para disputar uma vaga na semifinal contra o ganhador do duelo entre Bélgica e Japão, em Rostov. As duas seleções disputam a outra vaga na próxima fase às 15 horas desta segunda, em Kazan.

    O Jogo – O México foi superior durante os primeiros minutos do confronto. Explorando o lado esquerdo de seu ataque, o time comandado pelo ex-são-paulino Juan Carlos Osório fez Fagner sofrer. Ainda assim, não conseguiu dar muito trabalho ao goleiro Alisson.

    A primeira chegada consistente da Seleção Brasileira ao ataque em Samara veio por meio de Neymar. Em jogada individual pelo lado esquerdo da grande área, o camisa 10 passou pela marcação de Alvarez e Ayala antes de finalizar para boa defesa do goleiro Ochoa.

    A partir de então, o time dirigido pelo técnico Tite cresceu no jogo e passou a ditar o ritmo. Em nova jogada pela esquerda, Gabriel Jesus recebeu de Philippe Coutinho, limpou a marcação e bateu para defesa de Ochoa, bem colocado. No fim do primeiro tempo, Neymar ainda cobrou falta com algum perigo.

    A Seleção Brasileira voltou acesa para a etapa complementar e inaugurou o marcador logo aos cinco minutos. Perto da entrada da área, Neymar pisou para Willian, que levou a bola para a esquerda e cruzou. Gabriel Jesus não alcançou, mas o camisa 10 completou para o gol.

    No primeiro chute mexicano efetivamente ao gol brasileiro, Carlos Vela arriscou de fora da área e Alisson cedeu o escanteio. Pouco depois, o inspirado Willian fez boa jogada pela direita e bateu forte para mais uma boa defesa de Ochoa, sempre bem colocado.

    Caído do lado de fora do gramado, Neymar tomou pisão de Layun no tornozelo e ficou se contorcendo, mas seguiu normalmente no jogo e, aos 42 minutos, deu o passe para o segundo gol. O camisa 10 recebeu de Fernandinho pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Firmino completar pouco depois de substituir Philippe Coutinho.

    FICHA TÉCNICA
    BRASIL 2 x 0 MÉXICO

    Local: Arena Samara, em Samara (RUS)
    Data: 2 de julho de 2017, segunda-feira
    Horário: 11h (de Brasília)
    Árbitro: Gianluca Rocchi (ITA)
    Assistentes: Elenito Di Liberatore (ITA) e Mauro Tonolini (ITA)
    Público: 41. 970 pessoas
    Cartões amarelos: Filipe Luis e Casemiro (BRA); Alvarez, Herrera, Salcedo e Guardado (MEX)

    Gols:
    BRASIL: Neymar, aos 5 minutos do 2º Tempo, e Firmino, aos 42 minutos do 2º Tempo

    BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro; Willian (Marquinhos), Paulinho (Fernandinho), Coutinho (Firmino) e Neymar; Gabriel Jesus
    Técnico: Tite

    MÉXICO: Ochoa; Alvarez (Jonathan dos Santos), Ayala, Salcedo e Gallardo; Rafael Marquez (Layun), Herrera e Guardado; Vela, Chicharito Hernandez (Gimenez) e Lozano
    Técnico: Juan Carlos Osorio

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  • Xtp NA COPA: Subasic pega três pênaltis e Croácia elimina Dinamarca

    Xtp NA COPA: Subasic pega três pênaltis e Croácia elimina Dinamarca

    O princípio da partida entre Croácia e Dinamarca, neste domingo, em Níjni Novgorod, foi promissor. Em menos de cinco minutos, cada seleção já havia marcado um gol. O placar de 1 a 1, no entanto, permaneceu inalterado até o término do segundo tempo da prorrogação. Nos pênaltis, os croatas levaram a melhor com um triunfo por 3 a 2 e avançaram às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia.

    Foi também com uma cobrança de pênalti que a Croácia teve a grande oportunidade de decidir o jogo mais cedo. Aos oito minutos da etapa derradeira do tempo extra, Rebic foi derrubado por Mathias Jorgensen dentro da área. Modric se apresentou para a cobrança da penalidade e parou na defesa de Schmeichel, que acabaria superado pelo colega Subasic pouco depois, na acirrada disputa da marca da cal.

    A próxima rival da Croácia será justamente a anfitriã do torneio, que escreveu um roteiro semelhante no outro jogo do dia. Mais cedo, em Moscou, os russos eliminaram a Espanha, uma das favoritas à conquista do título, nos pênaltis depois de outra igualdade por 1 a 1. Às 15 horas (de Brasília) do próximo sábado, em Sochi, eles medirão forças com os croatas.

    Gols relâmpagos
    Muitos torcedores ainda se ajeitavam em seus assentos quando a Dinamarca abriu o placar em Níjni Novgorod. Knudsen cobrou lateral para a área, onde Delaney dominou, protegeu da marcação e rolou para Mathias Jorgensen chutar rasteiro. A bola desviou na mão do goleiro Subasic, encoberto, e na trave antes de entrar.

    Nas arquibancadas, os dinamarqueses ainda festejavam quando o Croácia empatou. Aos três minutos, Versaljko foi beneficiado por uma boa jogada de Rebic do lado direito e chutou forte para dentro da área. Dalsgaard tentou cortar, e a bola bateu no rosto de Lovren. Mandzukic aproveitou a sobra e finalizou para a rede.

    A partir de então, o panorama do jogo foi aquele que se esperava antes dos gols relâmpagos. Mais técnica, a Croácia ficava com a bola (chegou a ter 70% de posse até os 30 minutos da primeira etapa) na maior parte do tempo, mas tinha a disciplinada marcação dinamarquesa como empecilho para ser criativa.

    Vez ou outra, a Dinamarca também atacava. E produzia o suficiente para levar perigo aos croatas, principalmente com os avanços de Eriksen. Aos 41 minutos, por exemplo, o camisa 10 ergueu a bola do lado direito da área, com efeito, e acertou o travessão. Antes e depois desse lance, Modric e Rakitic haviam feito Schmeichel trabalhar.

    Lá e cá
    A Dinamarca queria ter ainda mais protagonismo no segundo tempo. Com essa expectativa, o técnico norueguês Age Hareide substituiu Christensen por Schone no intervalo e, de fato, viu a seleção que comanda deixar a partida mais equilibrada nos minutos iniciais. Depois, trocou também Cornelius por Nicolai Jorgensen.

    Apesar de não ter o seu gol ameaçado, a Croácia aceitou sem qualquer resistência a nova postura da Dinamarca e deixou de ser envolvente. O seu técnico, Zlatko Dalic, resolveu agir aos 25 minutos. Sacou Brozovic para a entrada de Kovacic com a intenção de empurrar o time dos Balcãs novamente à frente.

    A Croácia, que ainda mudou Strinic por Pivaric, correspondeu. Nos minutos que antecederam a prorrogação, a equipe de Zlatko Dalic tomou a iniciativa de pressionar a Dinamarca, outra vez retraída no seu campo de defesa. Não foi o bastante, entretanto, para impedir que houvesse tempo extra em Níjni Novgorod.

    Duelo de goleiros
    No princípio da prorrogação, a Dinamarca voltou a ser mais incisiva do que a Croácia, também sem efetividade. Àquela altura, o cansaço já era um inimigo dos atacantes das duas equipes. Tanto que, na segunda parte do tempo extra, o jogo morno deu a entender que as seleções pareciam conformada com a definição da vaga na disputa de pênaltis.

    Aos oito minutos, porém, a história quase mudou. Modric, que estava apagado na partida, fez um lançamento entre a marcação dinamarquesa para Rebic. O seu companheiro invadiu a área, driblou o goleiro Schmeichel e foi derrubado por Michael Jorgensen. Pênalti. Modric bateu, e Schmeichel defendeu.

    Empolgado, Schmeichel encontrou um rival à altura quando a classificação foi para a definição na marca da cal. Subasic levou a melhor sobre Eriksen, Schone, Nicolai Jorgensen e só não conseguiu conter os chutes de Kjaer, Krohn-Dehli. Do outro lado, o goleiro dinamarquês parou Badelj e Pivaric, mas não Kramaric, Modric e Rakitic.

    FICHA TÉCNICA
    CROÁCIA 1 (3) X (2) 1 DINAMARCA

    Local: Estádio de Níjni Novgorod, em Níjni Novgorod (Rússia)
    Data: 1º de julho de 2018, domingo
    Horário: 15 horas (de Brasília)
    Árbitro: Néstor Pitana (Argentina)
    Assistentes: Hernán Maidana e Juan Pablo Belatti (ambos da Argentina)
    Público: pessoas
    Cartão amarelo: Mathias Jorgensen (Dinamarca)

    Gols: CROÁCIA: Mandzukic, aos 3 minutos do primeiro tempo; DINAMARCA: Mathias Jorgensen, a 1 minuto do primeiro tempo

    CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pivaric); Rakitic, Brozovic (Kovacic), Rebic, Modric e Perisic (Kramaric); Mandzukic (Badelj)
    Técnico: Zlatko Dalic

    DINAMARCA: Schmeichel; Kjaer, Christensen (Schone) e Mathias Jorgensen; Dalsgaard, Delaney (Krohn-Dehli), Eriksen e Knudsen; Braithwaite (Sisto), Cornelius (Nicolai Jorgensen) e Poulsen
    Técnico: Age Hareide

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  • Xtp NA COPA: Rússia bate a Espanha nos pênaltis e está nas quartas

    Xtp NA COPA: Rússia bate a Espanha nos pênaltis e está nas quartas

    O domingo de Copa do Mundo começou com um duelo emociante entre Espanha e Rússia no estádio Lujniki, em Moscou. Após um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a definição precisou ser feita nas cobranças de pênaltis, onde a anfitriã se deu melhor graças ao seu goleiro Ankinfeev, que defendeu duas cobranças e garantiu as donas da casa nas quartas de final da Copa do Mundo.

    Logo no começo da primeira etapa, o zagueiro Ignashevich marcava Sérgio Ramos num cruzamento para a área e acabou marcando contra a sua própria meta. Ainda no primeiro tempo, Piqué acabou vacilando e batendo a mão na bola dentro da área. A arbitragem assinalou o pênalti e Dzyuba empatou a partida, resultado que persistiu até o final dos 120 minutos.

    Nos pênaltis, todos os cobradores russos converteram, enquanto os meias Koke e Thiago Aspas acabaram desperdiçando as suas penalidades, garantindo a classificação russa pra próxima fase. Com a classificação assegurada, a expectativa agora é para a partida desta tarde, quando Croácia e Dinamarca duelam para saber quem avança para as quartas de final do torneio.

    O jogo

    A partida teve um inicio bem parecido com o que era esperado para o jogo. Com muita técnica espalhada pelo lado espanhol, a equipe tinha total posse de bola e procurava espaços na forte defesa russa, formada por uma linha de cinco defensores mais quatro meio-campistas a frente da área.

    Para conseguir chegar dentro da área, a Espanha precisou esperar o momento certo. A primeira oportunidade para colocar a bola dentro da área ocorreu a partir de uma falta ocorrida na ponta direita do campo. Na cobrança, Asensio tentou achar Sérgio Ramos na segunda trave. A marcação sobre o defensor era feita por Ignashevich, que para tentar impedir a subida do capitão espanhol ficou de costas para o lance. Após uma queda dos dois jogadores a bola bateu no calcanhar do marcador russo e morreu no fundo do gol  abrindo o placar cedo para a Fúria.

    Após o gol o prognóstico da partida mudou muito pouco. A Espanha seguia com uma posse de bola muito superior que a das donas da casa, no entanto os passes espanhóis eram muito pouco objetivos. Por outro lado os russos não eram tão pressionados na defesa após sofrer o primeiro gol, mas também não incomodava na frente quando raramente tinha a bola.

    Aos 35 minutos, a Rússia chegou pela primeira vez no gol com perigo. Após boa troca de passes ofensiva, a bola sobrou na ponta direita com Golovin. A finalização do meia, no entanto, passou rente a trave esquerda de De Gea.

    O lance parece ter animado os russos, que tentaram pressionar a Espanha nos minutos finais, Aos 39 minutos, a bola foi jogada na área espanhola após uma cobrança de escanteio pelo lado direito. Pelo alto, o ataque russo vence a disputa e vê Pique resvalar o braço na bola. O árbitro nem precisou do auxílio de vídeo para marcar a penalidade. Na cobrança, Dzyuba tirou bem de De Gea e empatou a partida.

    Nos cinco minutos finais a Espanha seguiu com maior posse de bola, só que não era mais uma posse pouco objetiva. Numa pressão final, a bola acabou chegando para Diego Costa na ponta direita da área. O atacante finalizou forte porém viu o goleiro Akinfeev fazer boa defesa e impedir o gol pouco antes do intervalo.

    A segunda etapa começou com o mesmo ritmo que encerrou o primeiro tempo. Com uma posse de bola bastante superior, a Espanha agora buscava agredir a defesa adversária com os seus toques rápidos. No entanto a defesa russa estava bem postada e conseguia proteger bem a meta do goleiro Akinfeev.

    No entanto a troca de passes não gerava nenhum tipo de perigo a meta adversária. A dificuldade para entrar na área era muito grande. Para tentar mudar esse prognóstico, o técnico Hierro optou pela entrada de Iniesta no meio de campo espanhol.

    Mesmo com a entrada do ex-jogador do Barcelona a dificuldade para criar uma jogada clara de gol era enorme. A melhor chance de todo o segundo tempo saiu apenas aos 39 minutos, quando Iniesta decidiu arriscar de primeira da entrada da área para uma linda defesa de Akinfeev. No rebote, Thiago Aspas acabou errando a finalização do rebote.

    Com o empate persistindo no placar, a partida seguiu para ser decidida na prorrogação. E partida seguia com o ataque contra defesa feito pela seleção espanhola sobre a Rússia. Tentando de todas as formas penetrar na área adversária, as melhores chances construída pela Fúria partiam mesmo de chutes de fora da área.  Aos 09 minutos do primeiro tempo da prorrogação, Asensio finalizou da entrada da área e exigiu uma nova boa defesa do goleiro russo.

    No inicio da segunda etapa, o brasileiro naturalizado espanhol Rodrigo fez uma linda jogada pela direita. Após relaizar um lindo drible de corpo, o camisa 9 entrou na área e chutou forte, obrigando o goleiro Akinfeev fazer mais uma linda defesa. No rebote, Carvajal veio chutando de primeira, mas a bola passou por cima do gol.

    Com o apito final do árbitro, a decisão da vaga para as quartas de final foi decida nos pênaltis. Enquanto todos os russos converteram (Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev), a Espanha acertou apenas três penalidades (Iniesta, Piqué e Sérgio Ramos) e dois erros, com Koke e Thiago Aspas.

    FICHA TÉCNICA
    ESPANHA X RÚSSIA

    Local: Estadio Luzhnikí, em Moscou (Rússia)
    Data: 1 de julho de 2018 (Domingo)
    Horário: 11h (de Brasília)
    Árbitro: Bjorn Kuipers (HOL)
    Assistentes: Sander Van Roekel (HOL) e Clement Turpin (HOL)

    Gols: Espanha: Sergei Ignashevichcontra, aos 11 minutos do primeiro tempo. Rússia: Dzyuba, de pênalti, aos 40 minutos do primeiro tempo
    Cartões: Piqué (Espanha) Kutepov e Zobnin (Rússia)
    Pênaltis:
    Espanha: Iniesta, Piqué, Sérgio Ramos (certos) Koke e Thiago Aspas (errados)
    Rússia: Smolov, Ignashevich, Golovin, Cheryshev (certos)

    ESPANHA: David de Gea, Nacho Fernández (Carvajal), Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke Alcântara, Marco Asensio (Rodrigo), David Silva(Iniesta) e Isco; Diego Costa (Thiago Aspas)
    Técnico: Fernando Hierro

    RÚSSIA: Akinfeev; Ignashevich, Kutepov e Kudriashov; Mario Fernandes, Samedov (Cheryshev), Zobnin, Kuziaev (Erokhin), Golovin e Zhirkov (Granat); Dzyuba (Smolov)
    Técnico: Stanislav Cherchesov

    Fonte Yahoo Esportes 
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    Roger Campos

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  • Xtp NA COPA: Show de Cavani e adeus de CR7. Uruguai elimina Portugal

    Xtp NA COPA: Show de Cavani e adeus de CR7. Uruguai elimina Portugal

    O Uruguai mostrou a força do seu ataque e conseguiu a classificação para as quartas de final da Copa do Mundo, neste sábado, ao vencer Portugal, por 2 a 1, em Sochi. Cristiano Ronaldo não conseguiu fazer uma boa partida, muito pela falta de criatividade do meio campo português e deu adeus a Rússia. Cavani, por sua vez, com dois gols, foi o nome da partida. Pepe descontou para os portugueses.

    Desde 1930, o Uruguai não conseguia o feito de conseguir quatro vitórias consecutivas em Copas do Mundo. A Celeste continua batendo recordes e atingindo marcas importantes na competição. Cristiano Ronaldo, porém, se despede da competição com quatro gols marcados, mas com a marca negativa de não fazer nenhum gol em fase eliminatória, nas quatro Copas do Mundo que disputou.

    Dupla funciona no início
    Cavani e Suárez entraram em campo, pela primeira vez nessa Copa, após ambos marcarem no jogo anterior. Confiantes, a dupla mostrou entrosamento e a qualidade que a torcida celeste espera de seus atacantes, logo no início da partida. Cavani, na ponta direita, com um lindo passe, inverteu a bola para Suárez. O atacante do Barcelona segurou a bola e devolveu a linda assistência para Cavani, que com a cabeça, abriu o placar em Sochi.

    Meio campo charrua passa no teste
    Após diversos testes na fase de grupos, o maestro Tabárez parece que encontrou a escalação ideal para compor seu meio. A trinca Vecino, Bentancur e Torreira, que já tinha ido bem contra a Rússia, na vitória por 3 a 0 na última rodada, teve mais uma grande atuação. Contra Portugal, em um jogo com uma pressão e peso maior, por ser na fase eliminatória, o trio teve uma postura madura em campo e com uma forte marcação, mobilidade, desarmes e consistências, o Uruguai parece ter encontrado a solidez na parte central do campo que tanto procurou.

    Controle de jogo
    O Uruguai, após o gol, passou a ter domínio da partida, mesmo não oferecendo muitos perigos a Portugal e deixando que o adversário ficasse com a bola no pé. A defesa, focada, soube neutralizar a maioria das ofensivas portuguesas. Portugal, mesmo com a posse da bola, mostrava dificuldade de furar a zaga uruguaia e esbarrava na falta de criatividade. Quando recuperava a bola, não conseguia dar velocidade para efetuar com qualidade a transição para o ataque, o que facilitava a recuperação da defesa uruguaia.

    Meio português
    A falta de criatividade portuguesa se deu muito pela atuação de João Mário e Gonçalo Guedes, que não conseguiram impor a devida qualidade para deixar Cristiano Ronaldo com mais chances de gol. O lado positivo ficou por conta de Bernardo Guedes, que foi o jogador que mais buscou o jogo dentre os meio-campistas e um dos mais participativos do jogo, com dribles e velocidade. Suas jogadas eram essenciais para desviar a atenção e o foco da zaga uruguaia com Cristiano Ronaldo.

    Duelo nas laterais
    Cáceres, com o apoio de Nández, teve um papel determinante na marcação do lado esquerdo português, por onde jogam o lateral Raphael Guerreiro e Cristiano Ronaldo. A marcação dos jogadores uruguaios sobre Guerreiro foi importante para que a bola dificultasse, ainda mais, para chegar em Cristiano Ronaldo. No outro lado, Laxalt foi escolhido para jogar pela lateral, após grande atuação de ala contra a Rússia e novamente foi bem.

    Arma uruguaia na mão portuguesa
    A principal jogada ofensiva do Uruguai nessa Copa é a bola parada. Dos seis gols marcados, cinco foram diretamente ou indiretamente derivados de bola parada. Foi Portugal, porém, que soube utilizar essa arma. Após cobrança curta de escanteio, Guerreiro cruzou na área e a defesa uruguaia, preocupada com Cristiano Ronaldo, se esqueceu de Pepe. O zagueiro subiu entre os marcadores e empatou a partida, ainda no início do segundo tempo.

    Portugal melhora no segundo tempo
    Após o gol de Pepe, Portugal teve uma visível melhora na partida. O meio campo passou a demonstrar mais fluidez e leveza, exibindo mais tranquilidade e controle de bola, conseguindo se aproximar da defesa uruguaia.

    Cavani decide
    Em momentos de dificuldade, o Uruguai faz uso da ligação direta da zaga com o ataque. Após o gol português, o meio campo uruguaio passou a demonstrar suas fragilidades. Muslera deu um chutão para o ataque, tentando chegar com mais velocidade ao ataque. Deu certo. A bola sobrou para Cavani, que com elegância, tirou do goleiro, com o lado do pé e com todos os méritos, botou o Uruguai novamente a frente do placar.

    Cristiano Ronaldo discreto
    O craque português tentou criar e participar mais do jogo, transitando entre os setores ofensivos e incentivando os jogadores. Com dribles, buscando o jogo fora da área e pelo lado esquerdo, o jogador atraia, pelo menos dois jogadores uruguaios toda vez que conduzia a bola, abrindo espaço para seus companheiros de equipe. O gajo, porém, esbarrou na falta de criatividade do meio e, após o segundo gol uruguaio, não conseguiu chamar o jogo para si. Com uma atuação discreta no segundo tempo, CR7 não conseguiu ser decisivo.

    No final, ataque contra defesa
    Portugal foi com tudo para cima da Celeste depois do gol. Os portugueses procuraram o gol de empate, enquanto o Uruguai se limitou a jogar no contra-ataque. O técnico Fernando Santos botou dois atacantes em campo, Ricardo Quaresma e André Silva entraram na partida para aumentar o poderio de fogo da equipe portuguesa. Os portugueses conseguiram alguns momentos de perigo, principalmente nos minutos finais. O goleiro Rui Patrício, inclusive, foi para a área, na última bola do jogo, mas os portugueses não conseguiram furar a defesa uruguaia e deram adeus a Copa do Mundo.

    FICHA TÉCNICA

    • URUGUAI 2 X 1 PORTUGAL
    Local: Estádio Olímpico, Sochi (Rússia)
    Data-Hora: 30/6/2018 – 15h (de Brasília)
    Árbitro: Cesar Ramos (México)
    Auxiliares: Marvin Torrentera e Miguel Hernandez (ambos do México)
    Público/renda: –
    Cartões amarelos: –
    Cartões vermelhos: –

    Gols: Cavani (6’/1ºT) (1-0), Pepe (9’/2ºT) (1-1), Cavani (16 /2ºT) (2-1)

    URUGUAI: Muslera; Cáceres, Giménez, Godín e Laxalt; Torreira, Vecino, Nández (Carlos Sánchez, aos 35’/2ºT) e Bentancur (Cristian Rodríguez, aos 18’/2ºT); Suárez e Cavani (Stuani, aos 28’/2ºT). Técnico: Óscar Tabárez.

    PORTUGAL: Rui Patrício; Ricardo Pereira, Pepe, Fonte e Raphael Guerreiro; William Carvalho, Adrien Silva (Quaresma, aos 19’/2ºT), Bernardo Silva e João Mário (Manuel Fernandes, aos 39’/2ºT); Gonçalo Guedes (André Silva, aos 28’/2ºT) e Cristiano Ronaldo. Técnico: Fernando Santos.

    Fonte Yahoo Esportes 
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    Roger Campos

    Jornalista

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