Categoria: Fé

  • Com Padre Victor e Nhá Chica, turismo religioso se fortalece na região

    Com Padre Victor e Nhá Chica, turismo religioso se fortalece na região

    Se a fé move montanhas, ela também pode abrir novos caminhos. É no Sul de Minas Gerais, em cidades sentido Aparecida, o ponto de encontro de católicos do interior paulista, que fiéis e romeiros têm explorado novas rotas. A força dos nomes dos beatos Padre Victor e Nhá Chica é o que traz milhares de pessoas de várias partes do país em busca de milagres, agradecimentos por graças e experiências de fé.

    O turismo religioso encontrou no Sul de Minas novos pontos de parada. Antes considerada um meio de chegada à terra de Nossa Senhora Aparecida pelo Caminho da Fé, a região ganhou seus próprios atrativos. No foco de novas rotas estão cidades como Baependi e Três Pontas.

    Caminhos do Padre Victor

    Em Três Pontas, terra onde Padre Victor viveu e deixou suas obras, os números chamam atenção. Na festa do beato de 2019, comemorada em 23 de setembro, o setor de turismo da cidade recebeu da Polícia Militar uma estimativa de fluxo de 80 mil pessoas em três dias. Em 2020 e 2021 os números, claro, foram imensamente reduzidos por conta da pandemia do coronavírus.

    “Quem não conhece se surpreende. De pensar que Três Pontas tem 57 mil habitantes. A fé move muito mesmo. A gente tem relatos das pessoas eu vêm a pé pra cá, a cavalo, pessoas que fazem sacrifício, que juntam um dinheirinho, e tratam Padre Victor como se fosse santo, não tratam como beato”.

    O relato é da turismóloga Keyre Kelly Ferreira Mariano. Há anos, ela acompanha as transformações e o aumento no volume de turistas, principalmente após a beatificação reconhecida pelo Vaticano, em 2015.

    A surpresa veio ao receber dados de uma pesquisa feita em 2019, ao identificar fiéis vindo não só de destinos comuns como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, mas de lugares mais distantes, como o Piauí.

    “Este grupo vem pelo segundo ou terceiro ano, todo mês de agosto vem um ônibus. Eles visitam o memorial, participam de missa, depois vão pra Canção Nova ou Aparecida, mas passam aqui. Piauí é diferente”.

    É de olho nesta movimentação que o setor de turismo tem buscado novos investimentos. Um dos mais recentes foi uma parceria com uma agência especializada em turismo religioso do interior de São Paulo.

    Três Pontas entrou no mapa por um roteiro que sai de Atibaia, passa por Baependi, e chega até a cidade de Padre Victor, onde os turistas dormem. No dia seguinte, seguem para Aparecida.

    “Este roteiro já é comercializado. Inclusive, a primeira atitude que a agência teve foi isso – imprimiu mais de dois mil catálogos e está enviando para dioceses do Brasil todo”, detalha Keyre.

    Está em etapa de desenvolvimento um aplicativo em parceria com a Associação Comercial para reunir informações sobre hospedagem, restaurantes e pontos de visitação.

    “A primeira coisa é facilitar para o turista. Ele chegou na cidade, vai ter um aplicativo pra poder baixar, onde vai ter todas as informações. Desde hotel pra se hospedar, bons restaurantes, agenda cultural. Então é para interligar tudo, para que o turista seja ‘carregado no colo’”, explica o secretário de cultura, lazer e turismo, Alex Tiso Chaves, na celebração de 2020.

    Fé, música e café

    Três Pontas há anos recebe frutos referentes a sua importante tríade – fé, música e café. A indústria cafeeira, base da economia da cidade, gera empregos e atrai visitantes de um dos municípios mais conhecidos pela produção de grãos no Sul de Minas.

    Na música, os nomes ilustres de Milton Nascimento e Wagner Tiso, nascidos em Três Pontas, reforçam a tradição musical e hoje são lembrados por visitantes na Casa da Cultura e no Conservatório Municipal, que hoje atende 600 alunos de forma gratuita.

    “A preocupação da secretaria tem sido de criar um vínculo com a fé, a musica e o café. A música a gente já tem a representatividade através do Milton e do Wagner Tiso, pessoas que já levam o nome da cidade de certa maneira. O café, nem precisa dizer da importância”, detalha Alex.

    O secretário afirma que o turismo religioso estava esquecido na cidade. E que, além de Padre Victor, o município tem a chamada “Nossa Mãe”, outra pessoa em processo de beatificação no Vaticano.

    “Com essas duas referências, Três Pontas passa a ser um polo de turismo religioso muito importante dentro desse contexto do Sul de Minas. Isso pode sim virar uma fonte de renda para o turismo na cidade. E o principal foco disso tudo é que a gente tenha essa vivência religiosa todo o ano, que a gente possa ter outras atrações para os turistas, agregando o lado religioso com a música e o café”, reforça.

     

    Nhá Chica

    Na própria igreja Nossa Senhora d’Ajuda, local onde ficam os restos mortais de Padre Victor, a imagem de Nhá Chica divide espaço na entrada principal com o beato, assim como na venda de imagens do memorial.

    Mais de 130 quilômetros separam as duas cidades. No entanto, tornou-se comum para quem vem de outros estados fazer uma visita aos dois beatos do Sul de Minas.

    Visitas que não começaram há pouco tempo. Parte da comissão histórica do processo de beatificação de Nhá Chica, a pesquisadora Maria do Carmo Nicoliello Pinho conta que a chamada Mãe dos Pobres atraía pessoas a Baependi ainda em vida.

    “Sempre atraiu muita gente, desde o século XIX. Ela viva ainda já recebia pessoas de todas as classes sociais. Naquele tempo o nome dela já era conhecido. Para se ter uma ideia, desde 1911 já tem registro de visitas aqui pedindo graça. Ela morreu em 1895”, detalha.

    Após a beatificação, tantos anos depois da morte da figura religiosa, o que atrai as pessoas à cidade de pouco mais de 19 mil habitante?

    “É uma tradição que vem de família, vai passando de avós para filhos e netos. Eles sempre têm uma história de uma avó que era devota. Não é só durante a festa dela em junho. É todo dia, todo fim de semana com pessoas por aqui”.

    Hoje, o turista que chega a Baependi segue até o Centro da cidade, onde fica o Santuário e a casa onde a beata morou. No imóvel simples, é possível ver a cama onde dormia, o fogão à lenha e fotos de fiéis com graças alcançadas.

    Um dos itens que mais chama atenção dos visitantes é a imagem original da Imaculada Conceição, que Nhá Chica trouxe aos oito anos de idade de São João Del Rei, onde nasceu. No memorial, ao lado da casa, os fiéis têm registros em jornais, objetos e fotos que contam um pouco da história.

    Anexo a toda a estrutura, o espaço da Associação Nhá Chica abriga uma escola, que atende crianças e jovens, além de menores de idade desabrigados – alguns em fila de adoção. Ali, é possível ver a continuidades das obras da beata.

    Na associação, foi encontrado um potencial que deve entrar em ação em breve – o chamado “volunturismo”. Como o nome diz, a ideia é atrair turistas que estejam dispostos a fazer um trabalho voluntário com as crianças.

    Rota Nhá Chica

    São turistas de Minas Gerais, São Paulo, até do Sul do país. Para fortalecer os caminhos que levam à beata, uma parceria com o Sebrae inaugurou em agosto a Rota Nhá Chica.

    São 220 quilômetros de Tiradentes (MG) a São Lourenço (MG), passando por Santa Cruz de Minas, São João del-Rei, Carrancas, Cruzília, Baependi, Caxambu e Soledade de Minas.

    A ideia foi entregar trechos com a Estrada Real e fortalecer o turismo religioso na região, área que segundo a guia turística Ana Cristina Ribeiro deve ter uma receita de R$ 20 bilhões em 2019. A estimativa é do Ministério do Turismo.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • SEGUNDO MILAGRE? Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre

    SEGUNDO MILAGRE? Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre

    Possível segunda intervenção do Beato é analisada pelo Vaticano. Caso é mantido em sigilo

    Hoje, 23 de setembro, é aniversário de morte do Beato Padre Victor. Dia de devoção para os trespontanos e para milhares de fiéis do Brasil e do mundo. O Vaticano avalia um suposto segundo milagre atribuído ao Beato Padre Victor. O jovem William Rosa de Oliveira afirma que foi curado da Doença de Crohn, há dois anos, quando tomou a água da Mina de Padre Victor. Ele e a família, devotos ferrenhos de Francisco de Paula Victor, atribuem a cura ao Beato.

    Quando tinha 18 anos, Willian começou a ter dores abdominais fortíssimas, vômitos e sangramentos constantes. Ele começou a fazer tratamentos médicos e enfrentou diversas internações. As crises começaram a ser cada vez mais frequentes e o diagnóstico só aconteceu quando ele tinha 25 anos.

    Ao longo do tratamento, Willian diz que teve que tomar remédios que afetaram até a saúde dele. Mas ele conta que, quando tomou a água da Mina de Padre Victor, foi curado. O caso já foi encaminhado para estudo no Vaticano e segue em sigilo.

    “Um amigo de Belo Horizonte me levou junto de minha mãe, que é muito devota do Padre Victor até a mina e disse: ‘Você vai beber três goles daquela água, daquelas três bicas’. Eu bebi. Naquele dia que bebi, alguma coisa aconteceu em minha vida, porque um vento começou a ultrapassar meu corpo. Da mesma forma que eu lembro daquele dia, como se acontecesse agora. O meu corpo foi transformado pela fé. Uma manifestação de fé ali aconteceu. Hoje, dois anos depois, estou aqui vivendo esse milagre. Eu bebi a água naquele dia e, naquele dia em diante, nunca mais tomei nenhum remédio. A doença desapareceu. Fiz vários exames depois e não consta nada. Me sinto realizado”, disse William.

    O caso de Willian pode ser o segundo milagre atribuído a Padre Victor. O primeiro milagre foi reconhecido por meio da gravidez da professora Maria Isabel, de Três Pontas em 2015.

    Ela e o marido tentaram todos os métodos possíveis para realizar o sonho de ter um filho. Em um destes tratamentos, ela descobriu que tinha uma trompa obstruída. Isabel então recebeu o diagnóstico de que não poderia engravidar.

    Em 2009, durante a Missa da Novena de Padre Victor, ela escreveu o pedido para ser queimado no último dia de celebrações. A fumaça daquele papel seria levada até o céu e intercederia a favor dela para que fosse mãe.

    Romaria em homenagem ao Beato Padre Victor.

     

    Em 2010, a Isabel começou a sentir sintomas, procurou a médica, que suspeitou que fosse qualquer outra alteração hormonal, mas na hora do ultrassom a gravidez foi comprovada. E foi quando o coração da filha da Isabel foi ouvido.

    A enorme Fé de Lia Rosa no Padre Victor

    Lia Rosa, mãe de William, é conhecida em Três Pontas pela fé fervorosa no Beato padre Victor. Ela publica diariamente vários posts demonstrando todo seu amor pelo filho de escravos que adotou Três Pontas como a sua cidade e que caminha rumo a honra dos altares. Em uma das suas publicações, Lia Rosa falou sobre a cura de seu filho onde reafirma a ação milagrosa de Padre Victor:

    “O Senhor é a força da minha vida. Agradeço a Deus e ao Santo Padre Victor pelo dia de hoje, que é o dia em que o Santo Padre Victor intercedeu a Deus pela cura do William Rosa”, escreveu.

    Em outra publicação, Lia Rosa comentou:

    “Uma fé em Deus te faz ir além das suas forças. DEUS E O SANTO PADRE VITOR ME CONCEDERAM CRER ALÉM DAS DIFICULDADES. O MAIOR ACONTECEMENTO FOI O MILAGRE DA VIDA, A CURA DO WILLIAM ROSA. DIA 4 DE JULHO A VIDA FOI DADA DE VOLTA ATRAVÉS DA FÉ EM DEUS E NO SANTO PADRE VITOR. Hoje é o dia de comemorar o MILAGRE DA VIDA! Só tenho a agradecer a Deus e ao Santo Padre Vitor por tudo! Hoje, na Mina meu FILHO foi curado da Doença de Crohn. Deus e Santo Padre Vitor devolveu a ele a vida. OBRIGADO SENHOR pela água que ele bebeu! EU TIVE FÉ E VENCI! CONFIA! GRATIDÃO POR TUDO!”, declarou.

    Foto Arquivo Conexão TP

    Com informações do G1 Sul de Minas

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

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    Roger Campos

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  • SEGUNDO MILAGRE: Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre Victor

    SEGUNDO MILAGRE: Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre Victor

    Possível segunda intervenção do Beato é analisada pelo Vaticano. Caso é mantido em sigilo

    O Vaticano avalia um suposto segundo milagre atribuído ao Beato Padre Victor. O trespontano William Rosa de Oliveira afirma que foi curado da Doença de Crohn, há dois anos, quando tomou a água da Mina de Padre Victor. Ele e a família, devotos ferrenhos de Francisco de Paula Victor, atribuem a cura ao Beato.

    Quando tinha 18 anos, Willian começou a ter dores abdominais fortíssimas, vômitos e sangramentos constantes. Ele começou a fazer tratamentos médicos e enfrentou diversas internações. As crises começaram a ser cada vez mais frequentes e o diagnóstico só aconteceu quando ele tinha 25 anos.

    Ao longo do tratamento, Willian diz que teve que tomar remédios que afetaram até a saúde dele. Mas ele conta que, quando tomou a água da Mina de Padre Victor, foi curado. O caso já foi encaminhado para estudo no Vaticano e segue em sigilo.

    “Um amigo de Belo Horizonte me levou junto de minha mãe, que é muito devota do Padre Victor até a mina e disse: ‘Você vai beber três goles daquela água, daquelas três bicas’. Eu bebi. Naquele dia que bebi, alguma coisa aconteceu em minha vida, porque um vento começou a ultrapassar meu corpo. Da mesma forma que eu lembro daquele dia, como se acontecesse agora. O meu corpo foi transformado pela fé. Uma manifestação de fé ali aconteceu. Hoje, dois anos depois, estou aqui vivendo esse milagre. Eu bebi a água naquele dia e, naquele dia em diante, nunca mais tomei nenhum remédio. A doença desapareceu. Fiz vários exames depois e não consta nada. Me sinto realizado”, disse William.

    O caso de Willian pode ser o segundo milagre atribuído a Padre Victor. O primeiro milagre foi reconhecido por meio da gravidez da professora Maria Isabel, de Três Pontas em 2015.

    Ela e o marido tentaram todos os métodos possíveis para realizar o sonho de ter um filho. Em um destes tratamentos, ela descobriu que tinha uma trompa obstruída. Isabel então recebeu o diagnóstico de que não poderia engravidar.

    Em 2009, durante a Missa da Novena de Padre Victor, ela escreveu o pedido para ser queimado no último dia de celebrações. A fumaça daquele papel seria levada até o céu e intercederia a favor dela para que fosse mãe.

    Em 2010, a Isabel começou a sentir sintomas, procurou a médica, que suspeitou que fosse qualquer outra alteração hormonal, mas na hora do ultrassom a gravidez foi comprovada. E foi quando o coração da filha da Isabel foi ouvido.

    A enorme Fé de Lia Rosa no Padre Victor

    Lia Rosa, mãe de William, é conhecida em Três Pontas pela fé fervorosa no Beato padre Victor. Ela publica diariamente vários posts demonstrando todo seu amor pelo filho de escravos que adotou Três Pontas como a sua cidade e que caminha rumo a honra dos altares. Em uma das suas publicações, Lia Rosa falou sobre a cura de seu filho onde reafirma a ação milagrosa de Padre Victor:

    “O Senhor é a força da minha vida. Agradeço a Deus e ao Santo Padre Victor pelo dia de hoje, que é o dia em que o Santo Padre Victor intercedeu a Deus pela cura do William Rosa”, escreveu.

    Em outra publicação, Lia Rosa comentou:

    “Uma fé em Deus te faz ir além das suas forças. DEUS E O SANTO PADRE VITOR ME CONCEDERAM CRER ALÉM DAS DIFICULDADES. O MAIOR ACONTECEMENTO FOI O MILAGRE DA VIDA, A CURA DO WILLIAM ROSA. DIA 4 DE JULHO A VIDA FOI DADA DE VOLTA ATRAVÉS DA FÉ EM DEUS E NO SANTO PADRE VITOR. Hoje é o dia de comemorar o MILAGRE DA VIDA! Só tenho a agradecer a Deus e ao Santo Padre Vitor por tudo! Hoje, na Mina meu FILHO foi curado da Doença de Crohn. Deus e Santo Padre Vitor devolveu a ele a vida. OBRIGADO SENHOR pela água que ele bebeu! EU TIVE FÉ E VENCI! CONFIA! GRATIDÃO POR TUDO!”, declarou.

    Foto Arquivo Conexão TP

    Com informações do G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • JESUS: O verdadeiro sentido da Páscoa! – Por Roger Campos

    JESUS: O verdadeiro sentido da Páscoa! – Por Roger Campos

    Em todos os tempos, inclusive na mais terrível de todas as pandemias, Ele está entre nós, Ressuscitado! Vivo em nossos corações!

    Deus então decidiu lançar uma última e mais severa praga: a morte de todos os primogênitos. Orientou que os hebreus sacrificassem um cordeiro e fizesse um sinal em suas portas com seu sangue, a fim de que o anjo da morte soubesse que naquela casa habitava um servo de Deus e poupasse a sua descendência e seus animais. E assim foi feito. Todo aquele que não possuía esta marca em seu lar teve o primogênito de todas as suas criações morto e também o primogênito de seus próprios filhos.

    O faraó então libertou o povo hebreu e reconheceu a soberania do Deus de Israel.

    A bíblia nos ensina que o velho testamento era a sombra das coisas que viriam, ou seja, do novo testamento. Esse evento com os primogênitos comprova que desde àquela época Deus já sinalizava que enviaria Jesus para salvação de seu povo.

    Naquele momento, foi necessário o sangue de um cordeiro inocente para salvar os filhos de Deus e lhes trazer libertação, pois por si mesmos eles não o conseguiriam, em alusão ao sacrifício do Cristo, o que ocorreria anos mais tarde.

    A partir de então, foi instituída a Páscoa, que vem do hebraico pessach (passagem), uma festa cujo principal objetivo era relembrar e comemorar a libertação de Israel.

    Até que o Filho de Deus, o verbo, se fez carne. Jesus veio ao mundo e entregou o seu sangue na cruz, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna.

    A partir de então, a festa da Páscoa deixou de ter como objetivo a comemoração de uma libertação natural (saída dos hebreus do Egito) e passou a ter como objetivo comemorar a libertação e salvação eterna do povo de Deus, através de Jesus o filho de Deus.

    Hoje, a Páscoa comemora a morte e ressurreição de Jesus o Cristo, que por amor de nós entregou-se a si mesmo para morrer na cruz do calvário e levou sobre si as nossas transgressões.

    Jesus foi um presente de honra para Deus e por suas pisaduras fomos sarados, o sangue derramado por ele nos livra de todo pecado.

    Glorificado seja o nome do nosso santo Deus. Louvado seja o nosso amado Jesus.

    Mensagem:

    Páscoa é Ressurreição

    Há dois mil anos Jesus, filho de Deus, caminhou pela Terra entre os mortais espalhando sua mensagem de amor e paz. Seu objetivo era claro, criar um mundo melhor e salvar nossas almas; mas nem todos compreenderam.

    Em consequência da ignorância de alguns, Jesus foi crucificado e morreu, mas ao terceiro dia seu corpo retomou a vida e Ele se levantou. Jesus ressuscitou e com Ele a esperança, o amor e tudo que existe de bom neste mundo.

    A Páscoa é a celebração do sacrifício de um homem justo e bom que morreu por nós, por nossos pecados, e da sua ressurreição. A Páscoa é a festa do amor e triunfo de Cristo, nosso Salvador.

    Façamos então renascer também em nossos corações todos os bons sentimentos, e deixemos os maus desaparecerem. Feliz Páscoa!

  • Uma fábula sobre a Sexta-feira da Paixão

    Uma fábula sobre a Sexta-feira da Paixão

    Uma mensagem de fé e aprendizado no dia em que mataram o Filho de Deus

    Numa pequena vila, de uma pequena cidade, alguns homens trabalhando; cada um em sua tarefa. Naquele lugarejo não se tinha muitas opções de trabalho, quase todos os seus moradores se dedicavam ao plantio ou a criação de gado, e o cultivo de hortifrutigranjeiros.

    Eram todos simples, porém muito tradicionais em suas crendices, supersticiosos e respeitadores das datas, principalmente as religiosas. Era véspera de sexta-feira santa. Naquela quinta-feira, todos procuravam adiantar o máximo seus afazeres, para que no dia seguinte, pudessem respeitar e guardar a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    – É! Amanhã não vou tirar leite não, Joaquim.

    – Eu também não, Mané.

    (Conversavam os compadres), porém entre eles, havia um amigo incrédulo, que não obedecia nem respeitava nenhuma data.

    – Ah! Eu não estou nem aí… Amanhã é um dia como um outro qualquer uai, eu num quero nem saber. Vou é cuidar do meu animal e ordenhar a Malhada, tirar aquele leitinho gostoso que só ela tem… e num acontece nada…

    – Juca… Você não teima não.

    – É isso mesmo Juca, o Mané tem razão. Com essas coisas num se brinca gente!

    – Que nada, depois eu conto.

    Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: – Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).

    Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa, Dona Genoveva, já estava a catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas, Inês e Graça, preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito àquele dia.

    – Mané, cadê a sua roupa suja, homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!

    – Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.

    – Mané, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá hein, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!

    – Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar, uai!

    – Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.

    – Sim mãe, já vou.

    Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais as coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente.

    Todos dormiram. Pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele.

    Começou-se então uma verdadeira batalha – HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porque aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. Mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ainda era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar…

    Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubesceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde… no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim…sangue… sangue… e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desferiu vários golpes no lado do peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa qualidade.

    E agora… Malhada ainda agonizando, deu uma olhada para aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê… Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: – Levanta mamãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia.

    Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono. Ele então começou a caminhar por um lugar muito bonito, era todo claro, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza… tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém folhada de um brilho extasiante, parecia ouro.

    Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximou-se dele com um cajado apoiava-se, deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse:

    – Meu filho… O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco! (Aquele homem não sabia o que responder…)

    – Quem é o senhor?

    – Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe a praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer… Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Voce, com certeza, estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda, muitos com respeito e dor nessa data. Outros nem aí! E você… porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu, pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel a você, mas vou lhe dar uma outra chance!

    – Quem é o Senhor? Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar… Eu prometo!!!

    – Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar a respeitar Aquele que morreu na cruz um dia por você e por todos e que é o MEU FILHO.

    O homem entãoacordou… Tudo que ele viveu havia sido um pesadelo. Um aviso! Daquele dia em diante mudou completamente seu comportamento. Hoje respeita os animais, as pessoas, as datas religiosas, Sexta Feira Santa, então… Seu animalzinho companheiro de todos os dias é o TOTINHO, os dois estão à correr pelo pasto, enquanto Malhada admira tranquila a amizade entre duas espécies diferentes, ambas criadas pelo mesmo Deus, que vive e reina por todos os tempos, todas as gerações, até o fim…

    *Este texto foi escrito por Rita de Cássia Oliveira em 1° de Abril de 1994 e adaptado por Roger Campos.

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  • Dia da Padroeira do Brasil é marcado por homenagens e carreata em Três Pontas

    Dia da Padroeira do Brasil é marcado por homenagens e carreata em Três Pontas

    CONFIRA A GALERIA DE FOTOS ESPECIAL DO DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA NA TERRA DE PADRE VICTOR

    Várias celebrações marcaram o 12 de Outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, em Três Pontas, a terra do Beato Padre Victor. Dentre as homenagens aconteceu a tradicional carreata organizada pela Paróquia da Aparecida, coordenada pelo pároco Padre André.

    Diversos carros, motos e até caminhões participaram da carreata iniciada às 12 horas com saída e chegada na Praça da Aparecida, em frente à igreja de mesmo nome.

    A imagem da Padroeira do Brasil percorreu diversas ruas da cidade numa caminhonete toda enfeitada onde o padre André acompanhou a imagem da santa. Na chegada o pároco da Aparecida, ainda sobre a caminhonete, abençoou todos os participantes das homenagens à mãe de Jesus que também receberam botões de rosa.

    Devotos de diversas crenças, mas sobretudo católicos, munidos de celulares para registrar aquele momento especial foram flagrados bastante emocionados, agradecendo ou pedindo graças à Nossa Senhora Aparecida.

    O Conexão Três Pontas transmitiu ao vivo e você pode rever a qualquer momento no link abaixo:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/640400713290912/?__cft__[0]=AZXbfictc9I6-9ESOlM0RbLxeS7oZl_rPovGyfIzWXGrvPnhhZUc_MrIjcbeBvGeY-SGznXpx7kEwFY_1_4Q5exa57nMiiQ1Q5Olk9FnoN_0lzN6nA65bBqOftISc4l6jC09xmRb16Xz2fFrl1FCT7PyNy9jsKPqaIYs58imhuRuK46OObrEIB6gLSw-9JU_1J5_vihHUa46o657Y3ZWYc8V&__tn__=%2CO%2CP-R

    Confira aqui também a nossa galeria especial de fotos da carreata em homenagem à Nossa Senhora Aparecida:

     

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  • FESTA DE 115 ANOS DE MORTE DO BEATO PADRE VICTOR ACONTECE EM FORMATO ONLINE

    FESTA DE 115 ANOS DE MORTE DO BEATO PADRE VICTOR ACONTECE EM FORMATO ONLINE

    Evento chega a receber cerca de 60 mil turistas por ano, mas teve que se adaptar por conta da pandemia de coronavírus.

    As celebrações do aniversário de morte de 115 anos do beato Padre Victor, em Três Pontas (MG), começaram no dia 14 de setembro. O evento segue até 23 de setembro e ganhou uma versão online, com celebrações presenciais apenas para moradores de Três Pontas e transmissão pela internet para os demais fiéis.

    Todo ano, a festa recebe cerca de 60 mil turistas por ano e agora teve que ser adaptada por conta da pandemia do coronavírus. Com isso, não será permitida a entrada de fiéis que não residam em Três Pontas.

    A Prefeitura de Três Pontas informou que foram colocadas barreiras sanitárias nas entradas do município, que começam a funcionar no sábado (19) e seguem até o dia 23, proibindo a entrada de carros de outras cidades. A entrada de romeiros e peregrinos à pé também foi proibida.

    Todas as celebrações são transmitidas pelas redes sociais Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda e da Associação Padre Victor. Até o dia 22, acontece a novena do beato Padre Victor, com missas restritas apenas para moradores, nos horários das 7h, 12h, 15h e 19h, e entrada liberada para 110 fiéis, que devem se cadastrar antes na Secretaria Paroquial.

    “Para vir à missa, o uso de máscara é obrigatório, o uso de álcool em gel e, se tiver algum sintoma gripal, não pode participar. Infelizmente, não podemos acolher romeiros, peregrinos e devotos do beato Padre Victor de outras cidades por conta deste contexto da pandemia”, explicou o pároco, Cônego Douglas Baroni.

    No dia 23, acontecem duas missas, às 9h e às 19h, sem a presença de fiéis. Ainda no dia 23, a igreja fica aberta para visitação do túmulo do beato, das 10h30 às 18h, também apenas para moradores. Já a Associação Padre Victor e o Memorial ficam fechados, mesmo para fiéis da cidade.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Definida a Festa do Padre Victor de 2020

    Definida a Festa do Padre Victor de 2020

    IGREJA PEDE QUE ROMEIROS DE OUTRAS CIDADES NÃO VENHAM À TRÊS PONTAS POR CONTA DA PANDEMIA

    Já se iniciaram os preparativos para as celebrações que marcam os 115 anos de morte do Beato Padre Victor. Diferente dos anos anteriores, por conta da pandemia de coronavírus e dos números ainda crescentes de casos e de mortes, tanto em nível mundial quanto no Brasil e especificamente aqui em Três Pontas, a Festa do Padre Victor de 2020 ocorrerá de forma online para os turistas.

    O pároco da Matriz Nossa Senhora d’Ajuda, Cônego Douglas Baroni, gravou um vídeo explicando como serão as celebrações deste ano. Segundo o líder religioso haverá quatro celebrações eucarísticas de 14 a 22 de setembro dentro da novena do Padre Victor. As missas ocorrerão às 7h, ao meio-dia, às 15h e às 19h. Cada celebração contará com o número máximo de 110 fiéis na igreja.

    Apenas os trespontanos e pessoas residentes da cidade estarão presentes. “Ainda não se poderá contar com as presenças sempre marcantes das romarias e de devotos vindos de outras cidades. Nos ajude, não é tempo de visitar Três Pontas para honrar o Beato Padre Victor. Faça isso em suas casas, em suas cidades, sem colocar mais vidas em risco”, disse o sacerdote.

    No dia 13 de setembro haverá uma carreata de abertura da festa com a participação de muitos devotos em seus veículos. A saída será em frente ao Carmelo São José às 19 horas com chegada no marco da Igreja Matriz com a benção dos fiéis e de seus veículos. A igreja pede a doação de cestas básicas para o atendimento às famílias carentes através da Pastoral Social da Igreja Católica.

    No dia 23 de setembro, Dia do Padre Victor, haverá a reza do Terço junto ao túmulo do Beato Padre Victor às 7h. Às 9h acontecerá a Missa presidida pelo bispo da Diocese da Campanha, Dom Pedro Cunha Cruz.

    No dia 23 também haverá outra grande carreata logo após a missa, percorrendo as três paróquias de Três Pontas. Em cada igreja haverá a benção da Relíquia do Padre Victor. Às 19 horas haverá a última missa.

    “Padre Victor nos ensina a amar e a servir. Contamos com a ajuda e participação de todos os fiéis rezando e contribuindo com a doação de cestas básicas”, finalizou Cônego Douglas.

    Feirinha Popular

    Em contato com a Associação Padre Victor fomos informados que, em virtude da pandemia de coronavírus e da necessidade de distanciamento social, não haverá o comércio ambulante, a tradicional Feirinha do Padre Victor neste ano.

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  • Vaticano confirma: processo de beatificação do pe. Léo começa em março

    Vaticano confirma: processo de beatificação do pe. Léo começa em março

    O querido sacerdote pregador, vitimado pelo câncer em 2007, poderá tornar-se um dos próximos beatos brasileiros

    Fundador da Comunidade Bethânia e muito reconhecido pelas suas pregações, o padre Léo era um sacerdote brasileiro que reunia multidões por onde passava e que, após uma trajetória de sofrimento e superação, partiu desta vida em 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada em decorrência de um câncer.

    No mesmo ano da sua morte, já começaram os depoimentos a respeito da sua santidade. Após a missa de corpo presente, monsenhor Jonas Abib, que presidira a cerimônia, declarou que o padre tinha sido um “diamante lapidado”. Desde então, a Comunidade Bethânia passou a receber pedidos de oração e graças pela intercessão do pe. Leo. O atual presidente da comunidade, pe. Vicente de Paula Neto, comenta:

    “Como quem faz o santo é o povo, passamos a olhar com mais atenção”.

    De fato, o pe. Vicente acrescenta que, em vistas de um futuro processo de beatificação, começaram a ser cuidadosamente preservados todos os pertences e objetos que eram do pe. Léo.

    Em 2017, o processo de beatificação foi autorizado pelo arcebispo de Florianópolis, dom Wilson Tadeu Jönk. O responsável pela causa, no Brasil, é o pe. Lúcio Tardivo, presidente do Instituto Padre Léo.

    Agora, em fevereiro de 2020, o Vatican News, site informativo oficial do Vaticano, publicou matéria intitulada “Tem início em março processo de beatificação do padre Léo“.

    Outro fato importante que levou a comunidade a ver o processo de beatificação como um caminho sem volta foi o relato de uma graça alcançada pela família de uma menina acometida de septicemia: ela teve uma parada respiratória de cerca de 45 minutos e, logo depois, ficou inexplicavelmente curada. A família atribuiu a cura à intercessão do sacerdote.

    O pe. Vicente comenta:

    “Os pedidos de oração e de graças e o retorno de graças alcançadas só aumentaram desde então. Sem contar a força de conversão e vida espiritual em torno das pregações e do legado deixado pelo pe. Léo”.

    O processo de beatificação será aberto oficialmente às 16h do dia 7 de março, na sede da Comunidade Bethânia em São João Batista, SC, sob a responsabilidade do arcebispo de Florianópolis, dom Wilson. A partir de então, um tribunal histórico-teológico avaliará a vida do sacerdote para confirmar as suas virtudes heroicas e, posteriormente, analisará os milagres atribuídos à sua intercessão para que ele possa ser proclamado beato. O pe. Léo já foi declarado Servo de Deus, em etapa prévia à beatificação.

    Ele deixou 27 livros escritos e muitas horas gravadas de pregações voltadas à cura interior, já que realizava grande parte do seu ministério sacerdotal através de programas na TV Canção Nova.

    Fonte Aleteia

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  • Campanha da Fraternidade 2020 “junta” Santa Dulce dos Pobres e o Bom Samaritano

    Campanha da Fraternidade 2020 “junta” Santa Dulce dos Pobres e o Bom Samaritano

    O lema, tirado da parábola do bom samaritano, é “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”; a imagem ilustrativa é de Santa Dulce dos Pobres

    Todos os anos, na Quaresma, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a Campanha da Fraternidade, cujo tema em 2020 é “Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso“ e o lema é “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele“. A referência é a parábola do bom samaritano (Lc 10,34-35). Já o cartaz da campanha destaca a imagem de Santa Dulce dos Pobres, uma das mais representativas “personificações” da caridade cristã levada à prática em nosso país.

    O bom samaritano

    A propósito da inspiração do lema na parábola do bom samaritano, o portal católico Kairós publicou um texto do qual reproduzimos o seguinte extrato:

    “Um doutor da Lei se levantou e, para experimentar Jesus, perguntou: ‘Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?’ Jesus lhe disse: ‘Que está escrito na Lei? Como lês?’. Ele respondeu: ‘Amarás o Senhor; teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo!’. Jesus lhe disse: ‘Respondeste corretamente. Faze isso e viverás’. Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: ‘E quem é o meu próximo?’. Jesus retomou: ‘Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes, que lhe arrancaram tudo, espancaram-no e foram embora, deixando-o meio morto. Por acaso descia por aquele caminho um sacerdote, mas ao ver o homem, passou longe. Assim também um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante pelo outro lado. Um samaritano, porém, que estava viajando, chegou perto dele e, ao vê-lo, moveu-se de compaixão. Aproximou-se dele e tratou-lhe as feridas, derramando nelas azeite e vinho. Depois, colocou-o sobre seu próprio animal e o levou a uma hospedaria, onde cuidou dele. No dia seguinte, pegou dois denários e deu-os ao dono da hospedaria, recomendando: Cuida dele, e o que gastares a mais, eu o pagarei quando eu voltar. No teu parecer, qual dos três fez-se o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?’. Ele respondeu: ‘Aquele que usou de misericórdia para com ele’. Então Jesus lhe disse: ‘Vai e faze o mesmo’” (Lc 10,25-37).

    Essa parábola, proposta por Jesus em seu caminho de subida a Jerusalém (Lc 9,51-19,27), é parte da explicação do que seria necessário fazer para entrar na vida eterna. Esse tipo de questionamento era muito comum naquele tempo já que existiam mais de 613 leis e outras prescrições pontuais a serem cumpridas para se chegar a esse fim. Por essa razão, vendo a impossibilidade de cumprir fielmente todos os mandamentos, o doutor da lei questiona Jesus sobre o que realmente não poderia deixar de ser feito para herdar a vida eterna.

    “Que devo fazer?” A busca pelo cumprimento exato das prescrições da lei deveria ser seguida do esforço pessoal para colocá-las em prática. Diante da questão, Jesus responde com uma nova pergunta com a qual indaga sobre o conteúdo das Escrituras. O que elas dizem sobre o que fazer para herdar a vida eterna?

    A resposta oferecida pelo doutor da lei a Jesus conecta Dt 6,5 a Lv 19,18 criando um mandamento único composto de duas partes: “Amarás o Senhor; teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo’’ (Lc 10,27).

    A Jesus não interessava inserir um novo ensino teórico sobre os deveres em relação ao mandamento do amor a Deus e ao próximo. Diante da segunda pergunta do doutor da lei, “Quem é meu próximo?”, Jesus propõe uma nova perspectiva e uma nova possibilidade de realizar tal mandamento, divergindo do que havia sido proposto.

    Os mestres fariseus já haviam ensaiado muitas vezes respostas sobre quem seria o próximo citado em Lv 19,18. No entanto, suas respostas oscilavam sempre entre as ligações nacionais, étnicas, afetivas, sociais e religiosas. No texto do Antigo Testamento, o próximo era o compatriota, membro do povo de Deus e também aquele que tinha sido inserido no povo na medida em que assumia sua religião e seus costumes (Lv 19,33-34).

    A parábola do samaritano é composta por cinco personagens anônimos, indicados apenas por suas etnias ou funções, e ocorre em um local de fácil compreensão para alguém daquele tempo. Por isso, embora seja uma parábola, a história narrada possui grande possibilidade de ter sido, ao menos em parte, um fato que realmente aconteceu na estrada que ligava Jericó a Jerusalém. Um homem, vítima de salteadores, é deixado quase morto, à beira da estrada. O fato de ter sido agredido leva a pensar na possibilidade de ter resistido ao assalto, o que lhe teria ocasionado a agressão quase fatal e o abandono à beira da estrada, não sendo mais capaz de fazer algo por si mesmo.

    Dois transeuntes oriundos do templo, o sacerdote, responsável pelos sacrifícios, e o levita, responsável pela animação da liturgia, retornam de Jerusalém após concluírem seus turnos de trabalho e agem com indiferença diante daquele que jaz sofrendo à beira da estrada. Não se descreve o motivo da indiferença. Poderia ser por motivos culturais, religiosos [se fossem contaminados com o sangue ou o homem viesse a morrer, ficariam impuros (Lvl5; 21,11)], ou simplesmente por não desejarem interromper a viagem, não mudarem seus planos, não terem seu trajeto e horário prejudicados por esse acontecimento. De qualquer forma, é dito que viram o homem e se distanciaram dele, seguindo o trajeto anteriormente proposto.

    Um samaritano que passava, ao ver o homem, sentiu compaixão. Essa compaixão nasceu do seu modo diferente de olhar, do seu modo diferente de perceber aquela realidade. Essa compaixão o levou a se aproximar do homem, gastar tempo, modificar parcialmente sua viagem, tudo para não ser indiferente com aquele que sofria diante dele. Os cuidados práticos descritos na parábola são emergenciais: desinfeta as feridas com vinho e alivia a dor com o óleo, costumes daquele tempo; transporta o homem até a hospedaria e paga as despesas de sua estada.

    A postura inesperada do samaritano contém o centro do ensinamento de Jesus: o próximo não é apenas alguém com quem possuímos vínculos, mas todo aquele de quem nos aproximamos. E todo aquele que sofre diante de nós. Não é a lei que estabelece prioridades, mas a compaixão que impulsiona a fazer pelo outro aquilo que é possível, rompendo, dessa forma, com a indiferença. A fé leva necessariamente à ação, à fraternidade e à caridade.

    A vida nos traz oportunidades de concretizar a fé em atitudes bem específicas. Para perceber os outros, principalmente em suas necessidades, não bastam os conceitos, mas, sim, a compaixão e a proximidade. Não se deve questionar quem é o destinatário do amor. Importa identificar quem deve amar e não tanto quem deve ser amado, pois todos devem ser amados, sem distinção. Não importa quem é o próximo. Importa quem, por compaixão, se torna próximo do outro (Lc 10,36). A medida do amor para com o próximo não é estabelecida com base em pertença religiosa, grupo social ou visão de mundo. Ela é estabelecida pela necessidade do outro, acolhendo como próximo qualquer pessoa de quem se possa acercar com amor generoso e operativo. Isso abre uma nova perspectiva nos relacionamentos, excluindo a indiferença diante da dor alheia.

    No final da narrativa (do samaritano), Jesus se dirige novamente ao doutor da lei com uma nova pergunta: “No teu parecer, qual dos três fez-se próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” (Lc 10,36). Desse modo, afirma Papa Francisco, Jesus inverte a pergunta do seu interlocutor e também a lógica de todos nós. Cristo nos faz entender que não somos nós, com base em nossos critérios, que definimos quem é o próximo e quem não é, mas é a pessoa em situação de necessidade a quem devemos reconhecer como próximo, isto é, usar de misericórdia para com ela.

    Fonte Aleteia

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  • Hoje, Quarta-feira de Cinzas, a Igreja Católica começa a Quaresma

    Hoje, Quarta-feira de Cinzas, a Igreja Católica começa a Quaresma

    A Igreja Católica inicia hoje, com a Quarta-feira de Cinzas, o tempo litúrgico da Quaresma no qual, durante 40 dias e através da vivência do jejum, da oração e da esmola, os fiéis se preparam para a Semana Santa em que se atualizam os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.

    Neste tempo, os fiéis estão chamados à conversão pessoal, exortação que durante a imposição das Cinzas o celebrante expressa com as palavras: “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

    Do mesmo modo, com a expressão “Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás”, recorda-se a fragilidade da vida humana e que a morte é um destino inevitável.

    Na Quarta-feira de Cinzas (e na Sexta-feira Santa) a Igreja Católica aconselha os fiéis a fazerem jejum e a não comerem carne. Esta tradição já existe há muitos anos e tem como propósito fazer com que os fiéis tomem parte do sacrifício de Jesus. Assim como Jesus se sacrificou na cruz, aquele que crê também pode fazer um sacrifício, abstendo-se de uma coisa que gosta, neste caso, a carne.

    Na Roma antiga, os fiéis começavam com uma penitência pública o primeiro dia de Quaresma no qual eram salpicados com cinzas. Atualmente os fiéis são marcados com uma cruz na testa com as cinzas obtidas ao queimar as palmas usadas no domingo de Ramos do ano anterior.

    Em sua mensagem para a Quaresma deste ano, intitulada “A criação encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus” (Rm 8, 19), o Papa Francisco fez um chamado à conversão, mediante o jejum, a oração e a esmola.

    “Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que ‘será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus’. Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais”, afirmou.

    Fonte ACI Digital

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  • Fiéis de todo o Brasil se preparam para a Romaria do Terço dos Homens

    Fiéis de todo o Brasil se preparam para a Romaria do Terço dos Homens

    De 14 a 16 de fevereiro, são esperados 80.000 homens no Santuário Nacional de Aparecida.

    Participantes de todo o Brasil já se preparam para um dos maiores eventos anuais do Santuário Nacional.

    A XII Romaria do Terço dos Homens começa no dia 14 de fevereiro, às 19h30 com a acolhida dos grupos e a Missa de Abertura, que acontece no Santuário Nacional. Depois, haverá a Procissão Luminosa até a Basílica Velha. A programação continua no sábado e prossegue até domingo.

    De acordo com a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, um ônibus foi colocado à disposição daqueles que quisessem adquirir as passagens para a participação do Terço dos Homens em Aparecida, porém, como não houve lotação do veículo, o projeto foi abortado. As paróquias Nossa Senhora Aparecida e Cristo Redentor informaram não ter informação sobre o evento o que sinaliza a não participação em Aparecida do Norte. Apesar disso, o Terço dos Homens segue em crescimento, com grande adesão, na cidade de Três Pontas.

    O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção

    A missão do Terço dos Homens é resgatar para o seio da Igreja de Cristo homens de todas as idades, pois a presença masculina na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade cristã.  O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção.

    A oração do terço, além de nos conduzir para a oração, leva-nos a meditar sobre os principais mistérios da redenção que Cristo nos oferece.

    Com a meditação do mistério redentor, também lembramos Maria de Nazaré, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho.

    Como montar um grupo de Terço dos Homens?

    O Movimento Terço dos Homens é um dom do Espírito Santo para toda a Igreja. É um presente de Nossa Senhora para seus filhos que desejam seguir Jesus Cristo. E quem participa dele, torna-se dom e bênção para o mundo.

    Organização: Organize o grupo e distribua as funções fazendo com que todos trabalhem com o mesmo objetivo. É preciso que todos saibam com antecedência o dia, a hora e o local do terço.

    Coordenação:  O grupo deve ter um coordenador,  um secretário e ser for o caso, um tesoureiro. A coordenação deve favorecer a participação de todos e garantir a fraternidade no grupo.

    Distribuição: É importante distribuir as funções para uma maior e melhor participação dos presentes. Deve haver os encarregados para: “animar” os cânticos, contemplar os mistérios, rezar as Ave-Marias…

    No final do terço, se achar conveniente, o grupo pode ler o Evangelho do dia e fazer breve reflexão do texto bíblico.

    Ambiente: Crie um ambiente propício para o momento de oração como, por exemplo, um pequeno altar com uma imagem de Nossa Senhora, velas, flores, etc.

    Piedade: Piedade e confiança em Deus são elementos essenciais para o crescimento na fé e no amor. Esse momento de encontro para a oração  é bonito e muito importante. Quem reza tem intimidade com o Senhor, com a família e com toda a Igreja.

    Tempo: O tempo deve ser previsto e jamais ser alongado. Dentro de 40 minutos é possível realizar todo o trabalho do grupo. A boa administração do tempo é o segredo para a perseverança dos homens na oração.

    Fonte Aleteia

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