Categoria: Histórias de Vida

  • Histórias de Vida: Dr. Lucas Erbst é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    Histórias de Vida: Dr. Lucas Erbst é homenageado pelo Conexão Três Pontas

    MÉDICO É ADORADO PELA SIMPLICIDADE E CARINHO COM CADA PACIENTE.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, Dia dos Médicos, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido Médico Dr. Lucas Erbst.

    Lucas Eduardo Erbst Marques, mais conhecido como Dr, Lucas ou ainda “Lucão”, nasceu em 20 de março de 1980 em Varginha, MG. É filho de Gilvan Marques e Maria Elza Erbst Marques. Tem um irmão, que é dentista: Leandro.

    Estudou no Cetem em Varginha. Depois foi para Belo Horizonte onde estudou na Rede Pitágoras. Passou na Ufla em Agronomia, mas não era aquilo que queria para a sua vida.

    Após apenas três meses de faculdade, resolveu abandonar e foi para Alfenas, onde fez cursinho e passou no vestibular de medicina, que cursou entre os anos de 2001 e 2007.

    Passou no concurso para trabalhar no pronto atendimento do Hospital Bom Pastor em Varginha. Na sequência, devido ao trato com os pacientes, que já se destacava e a qualidade profissional, Dr. Lucas também passou a trabalhar no CTI do Bom Pastor e na Clínica Médica. Vieram ainda os trabalhos no PSF de Varginha e no CTI do Hospital Regional.

    No ano de 2009 Dr. Lucas abriu seu próprio consultório em Varginha, onde atende até os dias atuais. No consultório em Três Pontas já está há 2 anos.

    Mas no serviço público em Três Pontas já está há 5 anos. Trabalhou no Posto de Saúde do bairro Padre Victor. Passou a oferecer sua competência ao Pronto Atendimento Municipal e há 3 anos também acumula a função de Diretor Clínico, sendo responsável por diversas mudanças em favor da agilidade e do bom atendimento da população.

    Dentre as benfeitorias realizadas no PAM de Três Pontas se destacam algumas feitas do próprio bolso, como a climatização da Sala de Emergência e da Sala de Estoque de Medicamentos, pois corriam o risco de estragar devido ao calor.

    Além disso coordenou as reformas estruturais da unidade, principalmente no telhado e no saguão onde são feitas as fichas, onde a população espera o atendimento, agora com muito mais conforto, embora a demanda sempre alta e a filas sejam inevitáveis, como em qualquer outra unidade em todo Brasil.

    A restruturação interna, somada a contratação de novos médicos garante, em momentos de crise, como na época da dengue, um melhor atendimento. Fora desse período, os plantões também estão completos. Por dia, em média, são feitos mais de 100 atendimentos por cada médico em cada plantão no PAM de Três Pontas, quando o número ideal, segundo órgãos de Medicina é de aproximadamente 66.

    Lucão é um homem apaixonado pela vida, por rock n’ roll, pelo trabalho e também pela noiva Vânia Scalioni Pádua, com quem está junto há 5 anos, adotando com muito amor as filhas Lavínia e Luíza. A cadelinha Tequila também tem lugar especial em seu coração.

    Em pouco tempo, Dr. Lucas ganhou o coração dos trespontanos. Também não é de se estranhar, afinal ele carrega naquele corpo grande um sorriso largo, um otimismo e, acima de tudo, uma forma de tratar cada paciente, cada pessoa que cativa, aconchega e provoca sentimentos como respeito e admiração.

    Sem medo de errar, Dr. Lucas Erbst é um dos médicos mais queridos, respeitados e aplaudidos de nossa cidade. Apesar de toda carga de trabalho elevada, das cobranças (normais) em cima de um pronto socorro, ele sabe como contornar os problemas, aponta caminhos, encontra soluções e se mostra sempre disposto a ajudar quem quer que seja.

    Nas redes sociais do Conexão Três Pontas, frequentemente, muitas pessoas publicam elogios e agradecimentos ao médico.

    O coração dele é tão grande que ele revela ser flamenguista de mãe e vascaíno de mulher. “Tenho que torcer pra dois rivais pra não desagradar nenhuma das mulheres da minha vida”, comentou bem humorado.

    NOVIDADE

    Dr. Lucas Erbst, que além de médico generalista (Clínico Geral) e diretor clínico do Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, em breve se tornará especialista em Pediatria, ampliando seu leque de conhecimento, capacidade e atendimentos, em favor também dos “pequenininhos”.

    Por todo carisma e carinho, pelo zelo, pelo cuidado exemplar e a busca incessante pela melhoria não apenas de seus pacientes particulares, mas da população trespontana e de todos que o procuram, como um todo, merecidamente hoje, na edição especial do Dia do Médico, o Conexão fez questão de contar sua linda História de Vida.

    Parabéns!

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    Roger Campos

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  • Histórias de Vida: Dona Fabiana é homenageada pelo Conexão Três Pontas no Dia do Idoso.

    Histórias de Vida: Dona Fabiana é homenageada pelo Conexão Três Pontas no Dia do Idoso.

    ELA VENCEU DIVERSOS OBSTÁCULOS E SEGUE DE PÉ, DISTRIBUINDO AMOR E MOSTRANDO SUA FÉ.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história da querida Dona Fabiana.

    Maria Fabiana Rabello Campos nasceu em 18 de novembro de 1930 em Três Pontas. É filha de Jonas Botrel Rabello e Maria Botrel Rabello.

    Muito querida por todos, Maria Fabiana é uma dessas pessoas raras, dotada de extrema bondade e compaixão. Os que a conhecem a classificam quase que como uma santa, afinal sua vida toda, essa vida longa, graças a Deus, foi e continua sendo marcada pelo amor ao próximo e à Deus. E nesta semana que celebramos os idosos, que devemos fazer um exercício e uma reflexão de como vemos e tratamos as pessoas da terceira idade, nada mais justo que homenagear essa senhora exemplar, de quem as pessoas falam com amor, carinho e admiração plena. Para atender a tantos pedidos, muito além do fato de ser minha avó, esta é uma justa homenagem em vida a essa guerreira. Assim o Histórias de Vida hoje aplaude Dona Fabiana ou, simplesmente, Dona Fabi, como é carinhosamente chamada.

    Confesso que inicialmente relutei em aceitar contar a História de Vida da minha avó, mas o critério para que eu conte uma história aqui é o merecimento (meritocracia) e não o grau de parentesco. O fato é que ela merece, como poucos, essa homenagem.

    Seus pais Jonas e Maria, ambos falecidos, tiveram 13 filhos. Além de Maria Fabiana, os outros filhos (alguns muito conhecidos) são: Tarcísio, Rogério, Terezinha, José Anchieta, Paulo, Jonas Filho (popular Joninhas do SAAE), Francisco (Chico Banana), Antônio Fernando (Bigode), Marcos, João (João Perú), Maria Helena (Lena do Paulo Gordo – Paulo do Bar) e Maria de Lourdes (Lourdes do Galvão Barbeiro).

    As três Marias: Maria Helena e Maria de Lourdes (já falecidas) e a direita Dona Fabiana.

    Maria Fabiana estudou em Santana da Vargem. Ficava em casa ajudando a cuidar dos irmãos. O pai tinha terras e trabalhava na lavoura. Mas com a doença tomando conta da família, como a leucemia do filho Tarcísio, os recursos foram diminuindo e as dificuldades aparecendo.

    Fabiana conheceu o pasteleiro José Agostinho Campos (filho de João Agostinho e Dona Tita), natural de Três Pontas e que morava na época no Paraná. Casaram em 1950 e se mudaram para a cidade de Paranavaí.

    Vieram os filhos. Fabiana e José sofreram muito com as mortes dos dois primeiros herdeiros: Vicente e Marlene, ambos com seis meses (triste coincidência) em anos diferentes.

    Maria Fabiana, as filhas Sônia e Terezinha e o marido saudoso José Agostinho.

    Depois nasceram as filhas Terezinha Maria e Sônia Maria. José Agostinho passou em concurso e trocou a pastelaria pelo Banco do Brasil, onde ficou até se aposentar.

    A saúde renal gravemente debilitada da filha Terezinha os levou de mudança para São Paulo, por ter mais recursos naquela época.

    Em 1974 Maria Fabiana e José Agostinho se tornavam avós. Criaram o neto como filho após a separação de Terezinha e Alexandre. Ela tem atualmente duas filhas (Terezinha e Sônia), dois netos (Roger e Fabiana) e 4 bisnetos (Alexia, Alanis, Gabriel e Augusto).

    Em 1988, após a outra filha, Sônia, se casar com Edson Carlos (Edinho da Auto Escola Vitória) e mudar para Três Pontas, a família toda resolveu segui-los.

    De volta a sua terra natal, já com seus pais falecidos, Maria Fabiana seguiu sua jornada como “mãezona de toda família”. Cuidou e abrigou irmãos em sua casa. Enfrentou durante décadas o vício de bebida alcoólica do marido e de um irmão.

    Muito religiosa, tinha como ocupação, que perdura até os dias se hoje, se prostrar diante dos santos de devoção e rezar. Horas a fio, dia após dia. Sempre pediu bênçãos a Deus. Mas nunca pra si. Sempre para o próximo. Copo d’água na frente da tevê, ligada na Canção Nova.

    Maria Fabiana (a esquerda).

    Quem conhece Dona Fabiana sabe que ela exala amor. Incapaz de fazer mal a quem quer que seja, sempre recebeu a todos com doçura, educação e humildade. Passou pros filhos e netos as lições de que “devemos ter Deus acima de tudo e fazer o bem, inclusive aos nossos inimigos.”. “Pelo santo se beija as pedras!”, repete o bordão há anos.

    Foi uma grande cozinheira. Seu hobby nas últimas décadas era jogar na Tele Sena enquanto acompanha as missas na televisão.

    Infelizmente a vida lhe reservou ainda muita tristeza, perdas muito doloridas.

    Após as mortes de seus dois primeiros filhos e de seus pais, pouco a pouco foram morrendo seus irmãos. Todos eles. Restando apenas essa “rocha” chamada Maria Fabiana.

    Em 2001 o eterno companheiro de mais de meio século de união falecia.

    As bisnetas Alanis e Alexia sempre presentes e carinhosas com a “Vovozona”.
    Com a neta Fabiana (nome dado em sua homenagem) e os bisnetos Augusto e Gabriel.

    Todas as lutas e sofrimento ainda reservavam outro enorme desafio. Em 2011, aos 81 anos de idade, Dona Fabiana descobria um terrível câncer no intestino. Foram dias e noites desesperadoras. Sem querer preocupar a família, filhas, genro, netos, nora e bisnetas, ela sofreu calada. Escondeu as dores insanas de seu martírio por um ano, até não aguentar mais e pedir ajuda.

    Maria Fabiana e o neto Roger, ainda bebê.

    Fez a cirurgia e, contra todos os prognósticos (doença grave e idade avançada) venceu o câncer. Usa a desgastante bolsa de colostomia até hoje.

    O amor pelas plantas segue vivo, com raízes fortes. Mas as pernas debilitadas não a permitem limpar a calçada, o jardim e regar suas flores como sempre fez.

    Lúcida, ainda relembra histórias do passado, chora ao lembrar dos entes falecidos e se alegra quando a casa está cheia de filhas, netos e bisnetos. O genro Edson Carlos se tornou um filho. Dedicado, amoroso e que idolatra essa mulher. Edinho a chama de mãe e faz tudo que pode por ela.

    Para quase tudo, hoje em dia, ela depende da família, especialmente da filha Sônia, que, praticamente, anulou sua vida para cuidar da mãe, seu maior tesouro.

    Sônia faz com ela o que ela mesma sempre fez com todos: cuidado, carinho e muito amor.

    Sônia, Dona Fabiana e Terezinha.

    Essa senhora de quase 89 anos é mais que um exemplo. É uma inspiração. Nem as mortes por doença; nem as tragédias, como o assassinato de um irmão (Bigode); nem um câncer aos 80 anos; tiraram a vida e a fé dessa guerreira, essa mulher, essa Santa.

    Todos os elogios aqui empregados são corroborados por todos que a conhecem e desfrutam de sua ternura.

    Na semana do Idoso essa História de Vida vem servir de lição, de estímulo e exemplo de que a família é fundamental, que o amor vence todo mal e que a fé em Deus move montanhas.

    Sônia, Renata Marques, Roger Campos, Alexia, Alanis e Dona Fabiana.

    Quem é Dona Fabiana? Pergunte aos vizinhos! A cada pessoa que teve a oportunidade de conviver com ela.

    Parabéns Dona Maria Fabiana. 89 anos de vida, pouco mais de 1,55 de altura num corpo curvado e surrado pelo tempo. Uma grandeza que não se pode medir…

    Sua vida se resume em fé e amor!

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: CONEXÃO HOMENAGEIA CASAL “CLÉBER E LÚCIA” DA DROGARIA LÍDER.

    HISTÓRIAS DE VIDA: CONEXÃO HOMENAGEIA CASAL “CLÉBER E LÚCIA” DA DROGARIA LÍDER.

    ELES SÃO MUITO QUERIDOS E SE DESTACAM PELA SIMPLICIDADE, UNIÃO E FÉ.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido casal Cléber e Lúcia.

    Cléber Márcio de Figueiredo é trespontano, filho de João Chaves de Figueiredo e Jandira Miranda Figueiredo. Nasceu em 18 de janeiro de 1939.

    Cursou Tiro de Guerra em Lavras e depois foi para Alfenas. Se inspirou em fazer curso de Farmácia através de um amigo, Orlando Schiavon, que já era farmacêutico. Cléber então decidiu estudar e entrou na Faculdade de Farmácia, sendo aprovado em terceiro lugar, com muito mérito. Durante o curso, conheceu aquela que seria sua grande companheira e o amor de sua vida: Lúcia. Começaram a namorar…

    Na formatura eles ficaram noivos. Cléber voltou para Três Pontas pra exercer sua profissão. Trabalhou durante um ano. Formou sociedade com Francisco Gonçalves dos Reis, popularmente chamado de Chiquito, que já tinha uma farmácia, mas que era apenas prático e não farmacêutico.

    E foi justamente pela necessidade de ter um farmacêutico que Chiquito e Cléber ficaram sócios. Após menos de um ano, Cléber já havia comprado a outra parte da sociedade e assumia integralmente a farmácia.

    A conhecida Farmácia Líder (hoje Drogaria Líder) foi fundada em 1965. Naquela época existia apenas três farmácias em Três Pontas e a Líder se tornava a quarta.

    Cléber e Lúcia se casaram em 1966 em Alfenas e vieram morar juntos em Três Pontas.

    Inicialmente a farmácia funcionava na Rua São Pedro. Era um cômodo alugado. Depois mudou-se para a Rua Barão Rio Branco, num cômodo feito pelo pai de Cléber. O casal morava na parte dos fundos.

    Cléber se aposentou em 1999, mas continua ativo até hoje na drogaria, que tem como novo farmacêutico o amado e único filho João Chaves de Figueiredo Neto. O filho João, apaixonado por rock n’ roll, músico de mão cheia, herdou o amor pela farmácia e foi estudar na Unifenas em Varginha e já tem anos de profissão, atendendo na empresa da família com muita sabedoria, respeito e uma educação fina, outra herança dos pais Cléber e Lúcia.

    Cléber é uma pessoa bondosa, de jeito simples, sereno, bom contador de histórias, um homem sábio e que soube constituir uma linda família, ao lado de Lúcia, dando os melhores valores ao filho e também aos funcionários que trabalham na Drogaria Líder.

    Maria Lúcia da Silveira Figueiredo, a querida Lúcia, não se destaca apenas pelos olhos claros, que sempre chamam a atenção, mas pela educação, cordialidade, jeito gentil de tratar a todos. Uma mulher de garra, de muita fibra e que sabe exercer a função de mãe como poucas. Assim como Cléber, é dona de uma fé inabalável, sendo o casal sempre visto nas missas da Igreja Matriz.

    Lúcia é natural de Monte Belo. É filha de Umbelino dias da Silveira e Delmina Ribeiro da Silveira.

    Os dois são pessoas que, hoje em dia, quando olham para trás, enxergam o legado de coisas boas que plantaram, as inúmeras amizades sinceras que conquistaram e admiração de incontáveis pessoas em Três Pontas.

    Cléber e Lúcia, honestos, trabalhadores e pessoas do mais alto nível, têm outra grande paixão. Na verdade um amor imenso e que veio em dose dupla: são os netinhos gêmeos, Gabriel e Tiago.

    Por tudo que construíram durante toda a vida, pelos ensinamentos, pelo amor á profissão e o respeito às pessoas, a cada cliente, pela família linda e abençoada, pelo filho “maravilhoso” (gente boa demais) que souberam educar, por fazerem parte da história de Três Pontas, Cléber (que completa 80 anos de vida) e Lúcia são hoje, merecidamente, homenageados pelo Histórias de Vida do Conexão Três Pontas.

    Que Deus os abençoe e dê a esta família linda vida longa, muitos sorrisos, vitórias e ainda mais amigos.

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL BENÍCIO E IVONE BALDANSI É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL BENÍCIO E IVONE BALDANSI É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    ELES SÃO MUITO QUERIDOS E SE DESTACAM PELA SIMPLICIDADE, BOM HUMOR E UNIÃO.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido casal Benício e Ivone Baldansi.

    Donizetti Benício Baldansi, ou simplesmente Benício, como é popularmente conhecido, é trespontano, nascido em 03 de abril de 1958. É filho de Joaquim Baldansi e Irene Vicentini Pio Bernardes Baldansi. Tem oito irmãos.

    Estudou nas escolas Maria Augusta e Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Já fez de tudo um pouco na vida profissional. Aos 7 anos de idade já trabalhava como ajudante de padeiro. Também foi sapateiro, vendedor de picolé, trabalhou na extinta Padaria Andorinha, no Moacyr Supermercado (enquanto ainda era apenas uma “venda”). Vendia pão em toda região.

    Ainda trabalhou na empresa Sotegel como encarregado, abriu bar e sorveteria no ano de 1978. Encontrou ali sua profissão, sua vocação, onde atua até os dias de hoje.

    Benício casou-se, teve uma filha já falecida. Depois, Benício e Ivone se conheceram, no ano de 1982. E no ano de 86 se casaram. Benício é tão apaixonado por futebol que, como uma coincidência do destino, conheceu sua amada esposa Ivone em ano de Copa do Mundo (1982) e casou-se também em ano de Mundial (1986).

    Foi presidente da Liga Esportiva Trespontana. Sempre esteve envolvido com o futebol. É torcedor fanático do Flamengo, assim como Ivone. No ano de 1988 nasceu o primeiro filho: Berg. Em 1994 (novamente ano de Copa do Mundo) nascia a segunda filha: Nataly. Entre os nascimentos dos filhos com Ivone surgia, no ano de 1992, a empresa Atacadão Baldansi, que atua fortemente no mercado até os dias de hoje, e que tem atualmente 4 funcionários.

    Na política candidatou-se por duas vezes e não venceu apesar de bem votado. E na última eleição foi eleito com grande votação. É um vereador muito querido e respeitado na cidade. Alegre, bom papo, sempre sorridente e falando de futebol, Benício tem dezenas de amigos. É um trabalhador nato, uma pessoa solícita, alguém sempre disposto a ajudar quem precisa.

    Todas essas qualidades, somada a muito carinho e fé podem ser atribuídas a sua esposa. Seu braço direito, sua companheira de todas as horas. Ivone Maria de Oliveira Baldansi, trespontana, é filha de Geraldo Oliveira filha e Maria Marta Souza Oliveira. Tem duas irmãs. Estudou nas escolas Cônego Vitor, Jacy Gazola e Estadual Teodósio Bandeira.

    Profissionalmente se dedicou durante anos ao artesanato e há anos atua no comando do Atacadão Baldansi ao lado do marido.

    Este casal querido por todos, é um exemplo de união, cumplicidade e lutas. Se dedicaram muito na educação dos filhos que, hoje, são motivos de enorme orgulho.

    Benício e Ivone foram rotarianos, por terem em suas vidas os ideais do serviço, de ajudar a quem precisa, de fazer o bem sem olhar a quem. São católicos e devotos de Padre Victor, Nossa Mãe e da Virgem Maria.

    Por toda a trajetória íntegra, correta, exemplar. Pelo senso de coletividade, pelo bom humor e por estarem sempre juntos, de mãos dadas, literalmente. pela educação dada aos filhos e por colecionarem amigos e, na mesma proporção, trabalhos em favor daqueles que mais precisam, hoje, merecidamente, o Conexão Três Pontas presta uma merecida homenagem a Benício e Ivone, contando suas Histórias de Vida. Parabéns!

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “Ratinho” da Flora Primavera é Homenageado pelo Conexão Três Pontas.

    HISTÓRIAS DE VIDA: “Ratinho” da Flora Primavera é Homenageado pelo Conexão Três Pontas.

    ELE É MUITO QUERIDO E SE DESTACA PELO AMOR PELAS FLORES E PLANTAS.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido comerciante/jardineiro Ratinho.

    José Eustáchio dos Santos, popularmente chamado de Ratinho, é uma das figuras mais queridas e simpáticas de Três Pontas. Extremamente simples, humilde e dedicado ao cuidado com as flores e as plantas, Ratinho se destaca em sua profissão e na gama de amizades que cultiva com terra nobre durante toda sua vida.

    É filho de Álvaro dos Santos e Adélia Pereira M. Santos. É natural de Machado (MG) e tem dois irmãos. Veio para Três Pontas com dois anos de idade e é um trespontano de coração, prestativo e correto.

    Ratinho e sua companheira Eliana Gomes Reis estão juntos há 28 anos e dessa união cheia de amor nasceu o filho Felipe Reis Santos.

    Exerceu várias profissões. Foi motorista, auxiliar de loja, camelô, mecânico de barco, ajudante de mecânico de automóveis e garçom. Sempre gostou muito de natureza e resolveu trazer algumas mudas de árvores florestais de São Paulo para Três Pontas para comercializá-las. Nascia ali, há cerca de 40 anos o que é hoje a Flora Primavera.

    A empresa, que conta com 4 profissionais trabalhando com muito amor e dedicação, é pioneira no ramo na cidade e responsável pela ornamentação de muitos casamentos, festas diversas e também no momento de dor e despedida de pessoas queridas (velórios). Os lindos arranjos que frequentemente são vistos na Igreja Matriz e também em outros templos religiosos são feitos com todo capricho pela Flora Primavera.

    A ornamentação da Herma do Padre Victor, um dos símbolos da fé católica trespontana, também.

    E por falar em Padre Victor, a companheira Eliana, braço direito de Ratinho, parceira de todas as horas, pessoa também muito querida na cidade, publicou no dia 09 de junho de 2017 uma mensagem em agradecimento A Deus e ao Beato Padre Victor pela cura de Ratinho, então acometido com um câncer. “Obrigada meu Senhor e meu Deus, por mais uma graça recebida!!! Santo Padre Victor sempre na poderosa proteção!!! Foi curado do câncer e superou a tortura da quimioterapia!!! José Eustáchio vencedor!!!”, disse ela na ocasião.

    Ratinho de fato, em todos aspectos, é um vencedor. Um homem do bem, honesto, dedicado e caprichoso. Não teme o trabalho e mergulha de cabeça nele. Tem muita fé! Transformou, ao lado de sua equipe, a Flora Primavera num símbolo da cidade.

    Amigos falam sempre bem, com orgulho e profundo carinho de Ratinho.

    Por todas as suas lutas e vitórias, pelos exemplos e amizades, por ser um comerciante nato, um jardineiro que planta amor e que colhe reciprocidade, Ratinho é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas, tendo contada sua inspiradora História de Vida. Parabéns!

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: “DANDUREIA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    HISTÓRIAS DE VIDA: “DANDUREIA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS

    ELE É MUITO QUERIDO NA CIDADE E SE DESTACA PELO ENVOLVIMENTO COM O FUTEBOL.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido educador de esportes Dandureia.

    Romildo Ribeiro, o popular Dandureia nasceu em Três Pontas. É filho de João Flausino Ribeiro e Maria Gonçalves Ribeiro. É solteiro e pai de dois filhos muito amados: Adílio e Ana.

    Tido como um “homem do povão”, Dandureia já fez de tudo profissionalmente falando. Já foi vendedor de picolé, comerciário, trabalhou na zona rural na lavoura de cafe, foi servente de pedreiro, pintor, auxiliar de topografia, entre outras atividades.

    No ano de 1980 ele jogou futebol na extinta Usina Boa Vista, aprendendo muito ao lado do saudoso mestre Godofredo. Dandureia se mostrou talentoso e aos poucos foi crescendo no esporte.

    Depois foi jogar no Fabril de Lavras. Passou pela Caldense e jogou 5 temporadas no TAC, o Trespontano Atlético Clube (paixão da cidade de Três Pontas), que infelizmente não existe mais naqueles moldes, inclusive vindo a encerrar suas atividades no vermelho e ressurgindo recentemente no esporte amador como Três Pontas Atlético Clube.

    Era habilidoso, atuava como meia direita e relembra com carinho e saudosismo que fez parte do que ele próprio chama de “o melhor TAC de todos os tempos”.

    Em 1988 abandonou o futebol e foi trabalhar em São Paulo, onde permaneceu até o ano de  até 1996. Depois de um tempo, retornou e montou seu comércio no bairro Aristides Vieira, local muito tradicional e querido, frequentado por uma grande clientela há mais de 23 anos.

    Esse querido profissional da educação física é também instrutor de trânsito. Tem como características o bom humor, a sinceridade e a latente paixão pelo futebol e pelo time do coração.

    Mas Dandureia ainda se destaca pelo trabalho social, através do Projeto Esporte Para Todos da Prefeitura Municipal de Três Pontas, onde participa ativamente nas quadras do bairro Aristides Vieira, ensinando futsal aos jovens de 7 a 15 anos.

    Por toda sua história, pelos bons exemplos deixados, pelo amor ao esporte e vontade em sempre servir, em ajudar, mantendo o sorriso largo, o alto astral e as amizades acima tudo, Dandureia é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas, através do quadro Histórias de Vida. Parabéns!

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    Roger Campos

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: NILTON SHETE É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: NILTON SHETE É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    ELE TEM UMA VASTA HISTÓRIA DE ENVOLVIMENTO, DEDICAÇÃO E CONQUISTAS PELO ESPORTE DE TRÊS PONTAS.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido educador de esportes Nilton Shete.

    Nilton Reis de Souza Tavares, popularmente chamado de Nilton Shete é uma das pessoas, nas últimas décadas, mais envolvidas com o esporte trespontanos, sendo fundamental na revelação de muitos atletas quanto na conquista de vários troféus. Apaixonado por futebol, ele tem seu nome gravado de forma indelével no Município.

    Nilton Shete nasceu em Três Pontas em 06 de janeiro de 1965. É filho de Jair Marciano Tavares e Maria das Graças Souza Tavares. Tem 5 irmãos.

    Divorciado, é pai de 4 filhos: Thiago, Esther, Lívia e Maria Luísa. Tem 2 netos: Luis Eduardo e Heitor.

    Começou a trabalhar muito cedo. Inicialmente exerceu a ocupação de vendedor de picolé para a extinta sorveteria Alaska. Também foi pagem, engraxate na Praça da Fonte por 5 anos, além de servente pedreiro, office boy no Banco Real, depois sendo promovido a caixa.

    Sua vida sempre foi muito ligada aos esportes. Apaixonado por futebol, é torcedor fanático do Atlético Mineiro. Sempre esteve envolvido com as competições amadoras e no ano de 1988 entrou na Prefeitura Municipal de Três Pontas na função de monitor de esportes.

    Nilton Shete na torcida do Atlético, ao lado do amigo saudoso, o carnavalesco Gilson Cesário.

    Cursou Educação Física no Unis em varginha, concluindo em 2002. Foi técnico das categorias de base e adulta de futsal, comandou o TAC nas categorias de base e em competições amadoras.

    Também sempre envolvido com questões sociais, Nilton Shete atualmente coordena um projeto social no Ginásio Delvo Correia e também no Campo do Vila, atendendo 200 crianças.

    Muito querido pelos trespontanos, Nilton Shete faz parte de um “time” de profissionais que sempre se dedicaram ao extremo pelo esporte local, como os saudosos Celso Macário e Sabará, também os notáveis João Batista Rabello, Benício Baldansi e o professor Tiãozinho, mestre do Karatê.

    Outra grande paixão de Shete é o carnaval. Ele participa todos os anos da folia, desfilando e mostrando suas habilidades como mestre sala e também saindo em outras alas.

    Nilton Shete não é um colecionador apenas de títulos no esporte, mas também de amizades. É uma pessoa de muitos amigos, que sempre falam bem dele e destacam suas várias qualidades.

    É sabido que o esporte é uma das melhores ferramentas para se tirar os jovens do caminho das drogas. E certamente Nilson Shete, nessas décadas, ajudou a encaminhar centenas de jovens de nossa cidade, dando-lhes dignidade, apoio, esperança e um futuro melhor.

    Por todo legado baseado em seriedade, comprometimento e amor pelo esporte, pelas conquistas marcantes e por todas as vezes que levou e elevou o nome de Três Pontas no cenário esportivo, Nilton Shete é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas, através do quadro Histórias de Vida. parabéns!

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: Casal PITER e FERNANDA é Homenageado pelo Conexão Três Pontas.

    HISTÓRIAS DE VIDA: Casal PITER e FERNANDA é Homenageado pelo Conexão Três Pontas.

    ELES COMANDAM COM MUITO AMOR E DEVOÇÃO A COMUNIDADE FÉ COM OBRAS, RESGATANDO PESSOAS ÀS MARGENS DA SOCIEDADE.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido casal Piter e Fernanda.

    Piter Vagner da Conceição nasceu em Três Pontas, em 29 de julho de 1982. É filho de Paulo Vinício da Conceição e Magnólia Monteiro da Conceição, ambos professores. Tem duas irmãs: Paty Viviane e Juliana Mendonça.

    Estudou e formou-se em escolas públicas em várias cidades onde morou, dentre elas o Estadual Deputado Teodósio Bandeira, aqui em Três Pontas. Graduado em Direito, passando por Fadiva, Fateps e PUC-Poços, se destacou em 1º Lugar no vestibular de Direito da PUC-Poços de Caldas e também 1º lugar no vestibular de Direito da FADIVA (Varginha).

    Solidário, honesto e avesso ao ócio, começou a trabalhar aos 14 anos de idade.

    Foi aprovado em vários concursos públicos, como: Polícia Militar CFO (2001), Polícia Militar Soldado (2002 – 1º lugar), onde trabalhou por um ano; INSS (2003 – 3º lugar), onde exerceu por dois anos, inclusive em Três Pontas. E ainda no concurso da PRF (Polícia Rodoviária Federal), onde está desde 2005), tendo sido lotado inicialmente em Porto Velho, Rondônia. Atualmente trabalha no trecho da Rodovia Fernão Dias, em Três Corações.

    Piter é um homem de muita fé. Católico ferrenho e vocacionado ao bem comum, a servir à coletividade, é absurdamente inquieto quando o assunto é ajudar a quem precisa. E ao lado da companheira de todas as horas, a esposa Fernanda, comanda um trabalho belíssimo no Grupo de Oração Fé com Obras, acolhendo moradores de rua, pessoas envolvidas muitas vezes com álcool e outras substâncias químicas, ou seja, aqueles que são marginalizadas pela sociedade e que, raramente, alguém consegue enxerga-las e, mais do que isso, lutar por elas com muito amor e abnegação, seguindo fielmente os passos e ensinamentos de Jesus Cristo, como esses dois fazem magnificamente.

    Piter foi homenageado pela Câmara Municipal de Três Pontas, em 2011, com a Moção de Aplausos pelos relevantes serviços sociais prestados ao município.

    Também foi Leiturista no Carmelo São José, Membro da Pastoral Carcerária, no presídio de Três Pontas, Consagrado em escravidão perpétua a Nossa Senhora de Fátima, pelo método de São Luís Monfort.

    Um homem de Deus, ungido e abençoado, sempre pronto a estender a mão a quem precisa, muitas vezes tirando de suas próprias economias, literalmente de sua boca, para salvar os menos favorecidos. De fala mansa e sorriso largo, Piter é um verdadeiro guerreiro. Campeão no verbo e na ação voltadas às coisas de Deus, tem um trabalho muito importante marcado na história de nossa cidade. Mas nada disso foi e é sozinho…

    A esposa Fernanda Pedroso da Conceição nasceu em 14 de dezembro de 1985. É filha de Luzia da Conceição e João dos Santos. Tem 5 Irmãs: Thaís, Tânia, Daiane, Tassiane e Regiane e também é natural de Três Pontas.

    Estudou em várias escolas públicas, dentre elas o “Estadual Tancredo Neves”. Iniciou a Graduação em Direito, mas precisou interromper no meio do curso para cuidar dos filhos e para coordenar as muitas atividades diárias da Comunidade Fé com Obras. Assim como o marido, começou na labuta bem cedo, aos 10 anos de idade apenas.

    Sonhava em trabalhar num cargo público, mas abdicou deste sonho para poder cuidar da família e para trabalhar para Deus. Atualmente, divide a rotina diária entre cuidar e evangelizar os filhos, cuidar da casa e trabalhar nas demandas da obra de Deus na Comunidade Fé com Obras.

    Foi merecidamente homenageada pela Câmara Municipal de Três Pontas, em 2014, com a Moção de Aplausos pelos relevantes serviços sociais prestados ao município.

    Dizem que os opostos se atraem, mas Fernanda e Piter mostram que os iguais também convivem de forma íntegra e cheia de amor. Eles têm a mesma vocação e a vontade de servir a Deus. Cultivam os mesmos sonhos e agem sempre voltados aos marginalizados. Seguindo os ensinamentos de Paulo Apóstolo, Fernanda e Piter sabem que a fé é muito importante, mas que a fé sem ação é morta. Sendo assim, arregaçam as mangas todos os dias e se entregam de corpo e alma a essa linda causa.

    Piter e Fernanda têm três filhas: Emily Jolie da Conceição, de 10 anos; Pietra Mariah da Conceição, de 6 anos e Ellis Manuele da Conceição, de apenas 2 anos.

    Pais amorosos, educadores natos, são o esteio, a rocha firme e o colo, necessários para que os verdadeiros valores sejam fincados na criação de seus herdeiros. Herdeiros, principalmente, do serviço a Deus!

    Pela fé, Piter e Fernanda injetam Deus no coração delas pela participação nas liturgias da Igreja Católica e pelo ensino da Palavra e dos valores católicos no ambiente familiar.  Para que, aos poucos, elas possam ir desejando a santidade cada vez mais em suas vidas.

    Pelos exemplos, com seus pais tentando levar uma vida reta, mesmo com os muitos defeitos, limites e pecados, comuns a todos os seres humanos.

    Pelo serviço a Deus, com elas participando, como podem, das atividades diárias da Comunidade Fé com Obras, para que aprendam a valorizar a vida que têm… Também para que, desde novas, se preocupem em reservar tempo para ajudar os pobres, para servir à Igreja e para renunciarem a si mesmas em prol da expansão do Reino de Deus na Terra.

    Piter e Fernanda, esse casal exemplar, está junto há 19 anos, sendo 13 de casados. Eles revelaram:

    “O chamado de Deus para nós O servirmos começou ainda quando namorávamos… A nossa primeira missão juntos foi, num Natal, como namorados, sairmos nas ruas com um carrinho de mão para pedir alimentos nas casas para ajudarmos as famílias carentes. De lá pra cá, o Senhor Deus foi nos lapidando e nos direcionando para as missões que Ele desejava.

    No ano em que nos casamos (2006) foi fundada a Comunidade Fé com Obras, que existe desde então. O serviço diário a Deus exige de nós abdicarmos de uma parcela enorme das nossas vidas: de boa parte do nosso lazer, dos nossos amigos, do nosso dinheiro, dos nossos sonhos familiares, do nosso tempo… Mas, em contrapartida, vale cada minuto que doamos pra Deus, pois Ele nos recompensa de volta com uma família simples, limitada e pecadora, mas repleta de paz, de união, de bons frutos e de alegria. E que sonha, acima de tudo, com o céu um dia!”

    A COMUNIDADE FÉ COM OBRAS

    Nestes 13 anos, a Comunidade Fé com Obras vem empreendendo incontáveis ações de caridade, evangelização e acolhimento aos pobres e sofredores. Neste ano de 2019, fundou-se oficialmente a Associação Fé com Obras, que hoje conta com CNPJ, Estatuto próprio e 11 associados.

    Dentre os seus vários projetos sócio-evangelizadores, a Comunidade mantém, há 3 anos, o “Projeto Lázaro”, que resgata das ruas e acolhe para viverem em sua sede ex-moradores de rua. Contando, atualmente, com 21 internos acolhidos.

    Está vinculada à Paróquia D’Ajuda, como membro integrante do CPP – Conselho Pastoral Paroquial. Está vinculada à Diocese da Campanha, como membro integrante das Novas Comunidades, sob subordinação ao Sr. Bispo Dom Pedro.

    Hoje em dia, para dar conta de toda a demanda infindável de ações e preocupações são apenas 7 servos na Comunidade. Atualmente, para tentar manter a obra de pé, venderam  rifas de 5 reais, de uma SmartTV, para ajudar na compra de beliches para a casa de acolhimento.

    Precisam de mais pessoas que desejem doar pra Deus, pela sua conta de água do SAAE, qualquer valor mensal a partir de 2 reais. Também vendem desinfetantes nas casas (5 reais – 2 litros). Além disso, tentam viabilizar outras pequenas ações de captação de recursos. Enfrentam sérias dificuldades no pagamento das contas fixas como aluguel, água e luz.

    Precisam e muito da ajuda de todos os trespontanos, afinal de contas o que eles fazem, quem eles abrigam, é, de certa forma, responsabilidade não apenas dos poderes públicos, mas de todos os cidadãos, principalmente aqueles que se dizem cristãos, de fato.

    NECESSIDADES

    Mesmo a Associação realizando um serviço social importantíssimo pra cidade (já que a Prefeitura não tem nenhum albergue próprio), ainda assim sofremos com a falta de vários itens básicos. Alguns deles:

    * TV (as nossas são velhas e consomem muita energia);

    *Purificador (eles só bebem água de torneira, no único galão que dispomos);

    *Geladeira (a nossa é até boa, mas bem pequena para 22 pessoas);

    * Beliches (as poucas camas que ganhamos são velhas, e alguns acolhidos têm que dormir no chão). Se tivéssemos 12 beliches, conseguiríamos dobrar a capacidade de acolhimento da casa;

    * Fogão (o nosso está bem velho e só 4 bocas);

    * Precisamos de 12 câmeras de segurança para melhor monitorarmos o local, gerando ainda mais segurança;

    * Outros itens necessários: ventiladores, computador, itens de higiene etc.

    * E o nosso maior sonho e necessidade, que é conseguirmos um terreno para a construção da nossa sede própria, bem adaptada (o local que estamos hoje em dia é pequeno, provisório e com várias deficiências).

    OUTRAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELO FÉ COM OBRAS

    _ Doação mensal de cestas básicas para várias famílias carentes que socorremos

    _ Doações de móveis usados, brinquedos, roupas e outros produtos para pessoas em situação de miséria

    _ Apoios jurídicos para famílias pobres, orientando-as gratuitamente sobre benefícios sociais governamentais que tenham direito

    _ Ações de conscientização diversa, sobre valores morais e humanitários

    _ Preservação do meio-ambiente, com ações de coleta de materiais recicláveis

    _ Campanhas de doação de sangue

    _ Doações de alimentos, roupas e brinquedos para outras entidades beneficentes de Três Pontas, auxiliando-as em suas missões caritativas

    _ Brechó Solidário, com peças de roupas a só 1 real, para ajudar famílias carentes

    _ Moradia gratuita, na sede da Comunidade, para idosos pobres que já não têm mais onde viver

    _ Ações amplas de caridade em épocas temáticas como Páscoa, Natal, Dia das Crianças, etc.

    Pelo tamanho da biografia dá pra imaginar o tamanho desse lindo e árduo trabalho desenvolvido pelo casal Piter e Fernanda, com o apoio de algumas pessoas iluminadas. Mas tudo que aqui foi por mim relatado é apenas a ponta do iceberg. O que eles fazem de alma e coração transbordando de amor é muito maior. E, mesmo que para mutos trespontanos esse trabalho passe despercebido ou sem a devida atenção e colaboração, aos olhos de Deus é motivo de festa no céu. Jesus Cristo reconhece (o verdadeiro galardão) e sorri para a missão de vocês!

    Por tudo isso e por outras muitas qualidades, Piter, Fernanda e a Comunidade Fé com Obras são merecidamente homenageados pelo Conexão Três Pontas que, com muito orgulho, contou um pouco de suas lindas Histórias de Vida! Parabéns! Que Deus os abençoe e que um ensinamento do saudoso Padre Léo, da Canção Nova, seja um pilar de sustentação da coragem e da continuidade desse projeto maravilhoso: “Quando estava muito doente eu perdi tudo. Sentido dores fortíssimas, perdi a visão, perdi a força para segurar uma caneta, perdi os passos, perdi até o controle das minhas necessidades fisiológicas. Mas na verdade eu vejo que não perdi nada! Pois não perdi a fé! Isso é o que importa!”

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: CHICO BOTREL É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: CHICO BOTREL É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    EX-VEREADOR, ELE COORDENA UM IMPORTANTE TRABALHO SOCIAL NA CIDADE.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido cabeleireiro e ex-vereador “Chico Botrel”.

    Francisco Botrel, nasceu em 13 de agosto de 1958. É filho de João Messias Azarias e Maria da Conceição Azarias. Muito querido na cidade, ele coordena um importante trabalho social através da AMSESAM (Associação dos Moradores dos bairros Santa Edwirges e Santa Margarida) que, além de outras tantas ações sociais, também realiza, anualmente, o tradicional “Arrastão Natal Sem Fome”.

    O evento acontece sempre no mês de dezembro e em 2019 viverá sua 15ª edição, com concentração em frente ao Campo do Vila. O Arrastão Natal sem Fome percorre os bairros Santa Edwirges, Santa Margarida, Santa Inês, Meia Pataca, Santana, Padre Victor, Avenida Ipiranga, Eucalípto, Santa Marta, Peret, Botafogo e outros. O objetivo desse trabalho é angariar alimentos não perecíveis que são doados, à famílias carentes, à Vila Vicentina e ao Hospital São Francisco de Assis.

    Pra se ter uma ideia do peso desse trabalho coordenado por Francisco Botrel, cerca de 150 pessoas acabam se envolvendo na ação que arrecada, em média, duas toneladas de donativos.

    Francisco Botrel é casado há 39 anos com Elizabeth Machado e tem 3 filhos. Chico já trabalhou como lavrador, pedreiro e comerciante. Atualmente exerce a profissão de cabeleireiro.

    Também foi vereador na cidade de Três Pontas entre 2005 e 2008 e depois se reelegeu para legislar entre os anos de 2012 a 2015.

    Cristão ferrenho, Chico também já ocupou vários cargos de confiança na Prefeitura Municipal e atualmente se dedica ao Meio Ambiente. Filiado ao PT (Partido dos Trabalhadores), é um homem apaixonado pelas ideias do partido e sonha com uma sociedade mais justa e igualitária.

    De personalidade calma e fala mansa, Chico é atencioso com todos que o procuram e é uma daquelas pessoas que não mede esforços para ajudar dentro das suas possibilidades.

    Seus bons exemplos foram herdados pelos filhos. E um deles em especial, a filha Tatiane Botrel, popularmente chamada de Thaty, se destaca pelo amor, carinho e atenção que dedica às pessoas através do trabalho social da AMSESAM, principalmente envolvendo questões de saúde, como os agendamentos de exames mais caros e consultas.

    Quem quiser participar do trabalho social da AMSESAM como voluntário, segundo Chico Botrel, basta entrar em contato com qualquer diretor da associação e deixar o nome, ou falar com a Thaty no Salão do Chico Botrel pelo telefone: (35) 3265-6609.

    Arquivo: Doações da AMSESAM para a Santa Casa de Três Pontas.

    Outro filho de Chico Botrel, Wellington Botrel, liderança do PT em Três Pontas, publicou, em 04 de maio de 2012, uma mensagem em sua rede social que define bem o caráter do pai:

    “Pessoa que é minha referencia pela sua simplicidade, pelo seu dinamismo e pela sua preocupação constate com o outro”.

    Por todo seu trabalho dedicado aos trespontanos, pelos exemplos deixados aos filhos e a toda comunidade, pela luta incessante por justiça e dignidade para aqueles que são marginalizados, hoje, merecidamente, Francisco Botrel é homenageado pelo Conexão Três Pontas tendo contada sua bela História de Vida. Parabéns!

    Foto Sintonize Aqui
    Na Cidade Administrativa com Edinho Moura, na ocasião, Chefe de Gabinete do Secretário Odair Cunha, ao lado do Vereador Sérgio Silva, em busca de recursos para o nosso Município.

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: COMERCIANTE “BATATA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: COMERCIANTE “BATATA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    MUITO QUERIDO NA CIDADE, ELE É UM EXEMPLO DE LUTA E SUPERAÇÃO.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido comerciante “Batata do Raul”.

    José Vitor Correa, o popular Batata, é filho de Raul Valério Corrêa e Maria de Jesus Corrêa. Nasceu em Três Pontas, em 17 de maio de 1963. Tem 5 irmãos, sendo 4 vivos (com ele).

    Formou-se em Técnico em Contabilidade na Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Dirige um dos mais populares bares da cidade, que virou até nome de praça: o Bar do Raul, há 45 anos.

    No começo trabalhava com o Seu Raul, a filha Leila e um funcionário chamado Agnelo. Seu Raul faleceu há 4 anos e a mãe de Batata há cerca de 20 anos.

    Hoje quem comanda o Bar do Raul é o próprio Batata, o Irmão Reginaldo e o sobrinho Cleiton. Tem atualmente 3 funcionários. O Bar é tão tradicional que a Prefeitura deu à praça o nome de Raul Valério Corrêa.

    O Bar é um dos pontos mais conhecidos da cidade, especializado em peixes, comprados nos municípios de Campos Gerais e Campo do Meio.

    O ACIDENTE DE BATATA

    Batata estava andando de moto, iria ajudar uma pessoa. Veio o acidente, há 5 anos, onde ele foi atingido por um carro, bateu a cabeça violentamente no chão, já que o capacete se soltou. Ficou na UTI em Varginha por 16 dias. Esteve entre a vida e a morte. Foram dois longos anos de recuperação para voltar a trabalhar. Faz fisioterapia até os dias de hoje. Sempre teve fé e força de vontade. Apesar da dificuldade na fala e no caminhar, se mantém de pé, firme, agradecido por ter sobrevivido e a cada amigo ou conhecido pelas orações e apoio a ele dispensado.

    Amigos dos amigos, é muito querido na cidade. Sua humildade e seu sorriso contagiam quem frequenta o Bar do Raul.

    Por toda sua simpatia, luta e exemplo, José Vitor Correa, o popular Batata, é hoje, merecidamente, homenageado pelo Conexão Três Pontas, que contou sua trajetória vitoriosa no quadro Histórias de Vida.

    As melhores homenagens são aquelas que fazemos em vida! Parabéns!

     

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL “LULEA E HILTON” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: CASAL “LULEA E HILTON” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    SIMPÁTICOS E DE BEM COM A VIDA ELES SÃO MUITO QUERIDOS NA CIDADE.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido casal Lulea e Hilton, que celebra 53 anos de matrimônio.

    Hilton Cabral de Almeida é nascido em Campos dos Goitacazes, no Rio de Janeiro. Foi jogador profissional do time do Flamengo entre os anos de 1959 e 1965.

    Lulea Cogo de Almeida é de família de Três Pontas (Tiso e Cogo). É filha de Orlando Tiso e Antônia Cogo. Se mudou para o Rio de Janeiro para ser atleta profissional de voleibol no ano de 1959.

    Os dois se encontraram, motivados pela paixão pelo esporte e pelo amor que nascia entre os dois. Em 1966 se casaram. Dessa união que perdura até os dias de hoje vieram dois filhos (Carlos e Dânica) e dois netos (Lucca e Bernardo). Há pouco mais de uma década resolveram se mudar para Três Pontas. E em 2010 inauguraram o loja de artesanato e móveis de madeira de demolição Flor Azul, localizada no bairro Cidade Jardim. A empresa se tornou referência, sendo procurada por clientes não só de Três Pontas mais de diversas cidades de Minas Gerais e de outros estados brasileiros. Até da Dinamarca já veio cliente que ficou maravilhado com tudo que viu.

    Muito querido, o casal Hilton e Lulea coleciona amigos, histórias e sorrisos. Simpáticos, humildes e sempre de bem com a vida, não perdem a alegria de viver e são sempre vistos juntos, um ao lado do outro, na rua sempre de mãos dadas, um exemplo para os casais mais jovens. Talentosos, se especializaram na confecção de mosaicos, que são utilizados em diversas superfícies, como móveis, paredes, etc.

    E esse exemplo de vida, de união, de cumplicidade e de amor que vence o tempo, tem um grande motivo para celebrar, afinal Lulea e Hilton comemoram 53 anos de casados. Mais de meio século juntos!

    Por toda alegria e amor, pelo exemplo de casal, Hilton e Lulea são hoje, merecidamente homenageados pelo Conexão Três Pontas, no quadro Histórias de Vida, afinal as melhores homenagens são aquelas que se faz em vida. Parabéns!

     

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  • HISTÓRIAS DE VIDA: MÁRIO HENRIQUE “CAIXA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    HISTÓRIAS DE VIDA: MÁRIO HENRIQUE “CAIXA” É HOMENAGEADO PELO CONEXÃO TRÊS PONTAS.

    Trespontano ilustre se destaca no cenário político e na locução esportiva.

    O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje, estamos merecidamente homenageando, contando um pouco da história do querido narrador esportivo e deputado Mário Henrique Silva, o “Caixa”.

    Mário Henrique Silva é filho de Mario Martins da Silva e Mariana Olímpia da Silva Martins. nasceu em 04 de dezembro de 1972. É solteiro e tem 3 irmãs.

    Chegou à Itatiaia em 1993. Antes, teve passagens pelas rádios Três Pontas, Sentinela – do mesmo município – e Globo. Ele foi também narrador de futebol no canal de TV a cabo Sportv, simultaneamente ao seu trabalho na Rádio de Minas. Mário participou efetivamente nas coberturas das Olimpíadas de 1996 (Atlanta, EUA), 2000 (Sydney, Austrália) e 2008 (Pequim, China), dos Jogos Pan-Americanos de 1999 (Winnipeg, Canadá), 2003 (Santo Domingo, República Dominicana) e 2007 (Rio de Janeiro); e em três Copas do Mundo (1998-França, 2002-Coréia/Japão e 2014-Brasil), além do Mundial de Clubes, em Marrocos. Nas Olimpíadas e nos Jogos Pan Americanos, o locutor chegou a narrar partidas de diversas modalidades, como o vôlei, por exemplo.

    Da mesma forma, sempre que há alguma equipe mineira na disputa de um título de relevância independentemente do esporte, que não o futebol, Mário é escalado para a cobertura, devido à sua versatilidade. Versatilidade demonstrada também nas vezes em que ele esteve no comando dos noticiários esportivos da emissora, como o Rádio Esportes e a Turma do Bate Bola. “O Caixa”, como costuma ser carinhosamente chamado pela torcida atleticana, formou-se em Jornalismo no ano de 2005 pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH).

    Presente há quase 26 anos nas ondas do rádio, Mário Henrique também é presença real hoje na política. Em fevereiro de 2013, Caixa foi empossado, pela primeira vez, Deputado Estadual de Minas Gerais. O parlamentar é o primeiro representante legítimo de Três Pontas em 46 anos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. E, já no primeiro mês de mandato, se tornou membro efetivo da Comissão de Esportes Lazer e Cultura e também vice-presidência da Comissão Extraordinária da Copa do Mundo, criada para discutir assuntos relacionados ao principal evento esportivo do mundo, realizado no Brasil em 2014.

    Ainda em 2014, Caixa foi eleito o segundo Deputado Estadual mais votado do estado, com 130.593 votos, com destaque para a votação expressiva na capital mineira, onde obteve 46.424 votos, 10.981 votos a mais do que o segundo parlamentar mais votado da cidade.

    Em 2015, Mário Henrique assumiu a vice-presidência da Comissão de Esportes da ALMG, cargo ocupado até o momento, e foi convidado para a vice-presidência do Bloco Minas Melhor, que é composto por deputados da base governista.

    Em abril daquele ano, o Deputado assumiu também a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais, após convite do Governador Fernando Pimentel, onde permaneceu até abril de 2016, devido a outros projetos pessoais e políticos. Na mesma época, Caixa se filiou ao Partido Verde (PV), a convite do Presidente Estadual do Partido, Deputado Agostinho Patrus Filho, ganhando ainda mais habilidade em sua atuação política.

    Em 2018 foi reeleito para seu terceiro mandato consecutivo na ALMG com 76.527 votos. Na 18ª Legislatura, foi vice-presidente da Comissão de Esporte, Lazer e Juventude, tendo integrado também, como membro efetivo, a Comissão de Participação Popular.

    Independentemente de atuar na área esportiva, Caixa vem realizando um grande trabalho, além do esporte, nas áreas da saúde, educação e mobilidade urbana. E espera continuar lutando em defesa de todos os mineiros, especialmente os trespontanos.

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