Categoria: Luto

  • LUTO: MORRE “TITA” SÍMBOLO FOLCLÓRICO DE TRÊS PONTAS.

    LUTO: MORRE “TITA” SÍMBOLO FOLCLÓRICO DE TRÊS PONTAS.

    IDOSA CONHECIDA POR NÃO GOSTAR DE UM GESTO FEITO COM AS MÃOS ESTAVA NA VILA VICENTINA HAVIA 10 ANOS.

    Uma das personagens mais queridas e folclóricas da cidade de Três Pontas faleceu na madrugada desta segunda-feira (08). Conhecida como Tita, Francisca Expedita Pereira morreu por volta de 01h00 no Pronto Atendimento Municipal. Ela morava na Vila Vicentina e estava com 83 anos. Tita, que não falava, ficou famosa por não gostar de um sinal feito com as mãos, que simbolizava uma cadeia, fazendo com que saísse correndo atrás dos adolescentes que brincavam com ela.

    Tita ficou por cerca de 10 anos na Vila Vicentina de Três Pontas. Ela tem uma irmã mais nova, de nome Oscarina, que também vive na entidade.

    A querida senhora, personagem popular de nossa cidade nasceu em Três Pontas. Durante muitos anos Tita era vista perambulando pelo centro da cidade, principalmente nos arredores da Prefeitura Municipal com seu vestido colorido e bolsa numa das mãos. Sem falar e com dificuldade de locomoção, Tita ficava muito brava quando os adolescentes, e até alguns adultos, faziam um símbolo que, para ela, representava uma cadeia. Indignada, Tita corria atrás das pessoas e, assim, marcou muitas gerações.

    O Conexão Três Pontas esteve na Vila Vicentina e pôde registrar a querida Tita em dois momentos diferentes. Cuidada com muito carinho, assim como todos os demais idosos, Tita gostava de maquiagem e era destaque no local. O grupo Trespontalhaços, que visita a Vila Vicentina e o Hospital São Francisco de Assis, para levar alegria e amor aos idosos e aos doentes também tinha um carinho especial por Francisca Expedita, a inesquecível Tita.

    Idosos são sempre bem cuidados na Vila Vicentina de Três Pontas.
    Trespontalhaços dedicando seu tempo e atenção aos idosos da Vila Vicentina.

    Seu corpo está sendo velado no Velório Municipal e seu sepultamento será às 16 horas.

    Nossos sentimentos de pesar!

    *1936 + 2019
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    Roger Campos

    Jornalista

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  • NOTAS DE FALECIMENTO – Organização de Luto Cônego Vítor

    NOTAS DE FALECIMENTO – Organização de Luto Cônego Vítor

    A empresa Organização de Luto Cônego Vítor, com sedes em Três Pontas e em diversas cidades do sul de Minas, tem feito um trabalho de excelência e, assim, de grande aprovação por parte dos trespontanos, nos momentos que certamente são os mais difíceis que é, justamente, se despedir de alguém importante ou querido.

    Quem quiser conhecer melhor e contratar os serviços, tendo toda comodidade e benefícios, pode entrar em contato pelo número (35) 3265-8225, ou se dirigir diretamente ao escritório que fica na Rua Barão da Boa Esperança, 168, aberto das 07hs00 às 19hs00, embora o atendimento de plantão seja 24 horas.

    VEJA AS NOTAS DE FALECIMENTO:

    15/02/2019

    PAULO HENRIQUE LEONE DE SOUZA

    RUA: MARECHAL TEODORO 17

    BAIRRO: CENTRO

    TRÊS PONTAS

     

    16/02/2019

    MARCIO GLEIBER DO PRADO

    RUA: VEREADOR SCATOLINO FILHO 155

    BAIRRO: SANTA MARIA

    TRÊS PONTAS

     

    17/02/2019

    GUIOMAR MARIA DE JESUS

    RUA: PORTO ALEGRE 391

    BAIRRO: PADRE VITOR

    TRÊS PONTAS

     

    17/02/2019

    ANTHERO CASTELLARI

    RUA: RECIFE 128

    BAIRRO: PADRE VITOR

    TRÊS PONTAS

     

    18/02/2019

    MARIA DAS GRAÇAS FRANCISCO

    RUA: TUPA 320

    BAIRRO: PONTE ALTA

    TRÊS PONTAS

     

    19/02/2019

    VILMA DE MORAES PRADO

    RUA: ALFREDO PEREIRA GOMES 78

    BAIRRO: CENTRO

    SANTANA DA VARGEM

     

    20/02/2019

    MARIA DE LOURDES DE JESUS PAULA

    RUA: RECIFE 332

    BAIRRO: PADRE VITOR

    TRÊS PONTAS

     

    23/02/2019

    JOSE DE SOUZA GOMES

    RUA: ARI DE BRITO 880

    BAIRRO: TURMALINAS

    TRÊS PONTAS

     

    23/02/2019

    ANTÔNIO RAFAEL FILHO

    RUA: MARANHÃO 4251

    BAIRRO: SANTA INÊS

    TRÊS PONTAS

     

    24/02/2019

    DIVINA CANDIDA DE JESUS ROSA

    RUA: AZIZ MURAD 345

    BAIRRO: BOTAFOGO

    TRÊS PONTAS

     

    25/02/2019

    CARLOS ALBERTO TEIXEIRA

    RUA: MANOEL RESENDE DE PAIVA 140

    BAIRRO: SANTANA

    TRÊS PONTAS

     

    26/02/2019

    LUIZA DA SILVA ALTINO

    RUA: CURRAL DEL REI 120

    BAIRRO: OURO VERDE

    TRÊS PONTAS

     

    26/02/2019

    RODRIGO CLAYTON DA SILVA

    FAZENDA CAJURU

    SANTANA DA VARGEM

     

    *Conteúdo de responsabilidade da Org. de Luto Cônego Vítor.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • LUTO: Jornalismo Esportivo dá adeus à Roberto Avallone

    LUTO: Jornalismo Esportivo dá adeus à Roberto Avallone

    O jornalista e apresentador Roberto Avallone morreu hoje (25), aos 72 anos, em São Paulo, no Hospital Santa Catarina, vítima de um infarto. Ele teria passado mal durante a madrugada e levado ao hospital, mas não resistiu.

    Avallone nasceu em 1947 e começou a carreira em 1966, no jornal Última Hora. Trabalhou também no Jornal da Tarde e em diversas rádios como Jovem Pan, Eldorado e Bandeirantes.

    Em seu blog no Uol, Avallone dizia ser jornalista esportivo há mais de 45 anos. “Primeiro o jornal, depois o rádio; mais tarde a TV. E finalmente, a tal da internet. Troquei a velha Remington – de som marcante e inspirador – pelo mouse e teclado. Seja qual for o meio, seja qual for o ano corrente, lá estarei eu falando sobre minha grande paixão: o futebol. Tem gente que gosta do que faz. Eu faço o que gosto”, escreveu.

    Avallone também foi apresentador do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, onde ficou conhecido por bordões como “no pique” e “exclamação”.

    O Palmeiras, clube para o qual Avallone torcia, fez uma homenagem a ele em seu Twitter. “A Sociedade Esportiva Palmeiras lamenta o falecimento de Roberto Avallone e deseja força aos amigos e familiares do jornalista palmeirense”.

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    Roger Campos

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  • LUTO: Jornalista Ricardo Boechat morre em acidente de helicóptero

    LUTO: Jornalista Ricardo Boechat morre em acidente de helicóptero

    O jornalista Ricardo Boechat morreu em um acidente de helicóptero na tarde desta segunda-feira (11/2). O helicóptero caiu sobre um caminhão no Rodoanel, em São Paulo. Além dele, o piloto que comandava a aeronave também faleceu.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu em cima de um caminhão que trafegava pela via, no sentido interior, próximo à praça do pedágio. O motorista do caminhão, segundo os Bombeiros, ficou ferido, mas não corre risco.

    Os corpos de duas vítimas localizadas, segundo os bombeiros, estavam na aeronave. Os bombeiros informaram ainda que 11 viaturas foram deslocadas para o local para o resgate.

    A Notícia da Morte de Boechat

    A revelação de que o jornalista tinha morrido foi dado ao vivo na Rádio Band News. A jornalista Sheila Magalhães foi quem revelou a informação. “Boechat apresentou o noticiário da Band News logo pela manhã, esteve em Campinas para um evento de um laboratório farmacêutico, foi a bordo de um helicóptero, acompanhado de um piloto”, descreveu. “Ele pegou o helicóptero por volta das 11h50 da manhã e pousaria no grupo Bandeirantes por volta do meio-dia e 15, o que não aconteceu”, disse.

    Por volta das 14h, a Band News informou, via programação da rádio, que sairiam do ar. Eles pediram desculpas aos ouvintes, mas disseram que não estavam em condições de continuar a programação. Na sequência, ficou apenas a vinheta no ar.

    Na Band, canal que ele trabalhava, o apresentador José Luiz Datena foi quem informou a morte. Ele chorou no momento. “Se o Boechat tivesse aí vivo agora, ele diria que a vida vale a pena para caramba”, disse.

    Carreira 

    O jornalista ganhou, ao longo da carreira, três prêmios Esso e foi o único jornalista a vencer em três categorias do Prêmio Comunique-se (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Também foi eleito o jornalista mais admirado na pesquisa do site Jornalistas&Cia em 2014, que elencou os 100 principais profissionais do mercado. Boechat também mantinha uma coluna semanal na revista “Isto É”.

    Trabalhou durante anos nas empresas da Rede Globo.

    Era crítico por natureza, brincalhão, ácido e “louco” pela notícia. Ficava o dia todo ao telefone e passava seu telefone pessoal no ar pois dizia que as pessoas precisavam falar com ele. Um dos maiores jornalistas desse país! Referência de bom jornalismo e independência!

    O Jornalismo está de luto!

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    Roger Campos

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  • Morre o ator Caio Junqueira, uma semana após acidente de carro

    Morre o ator Caio Junqueira, uma semana após acidente de carro

    O ator Caio Junqueira, o Neto de “Tropa de Elite”, morreu nesta quarta-feira, 23, aos 42 anos. Ele estava internado no Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, desde a quarta-feira, 16, após sofrer um acidente de carro no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da capital carioca.

    Na ocasião, Caio dirigia sozinho em direção ao Centro da cidade. Câmeras de segurança da prefeitura do estado do Rio de Janeiro flagraram o exato momento em que Caio ultrapassa um carro pela faixa da esquerda em alta velocidade e perde o controle do automóvel, invadindo o canteiro central da via.

    A ação causou um capotamento do veículo, que contava apenas com o condutor. O ator foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e passou por cirurgia, por conta de uma fratura exposta no braço esquerdo.

    Fama

    O ator, de 42 anos, ganhou fama nacional após interpretar o aspirante 06 no filme Tropa de elite (2007). Dirigido por José Padilha, o filme foi lançado em 2007 e nele o ator interpreta o policial militar Neto Gouveia, jovem impulsivo que sonha em entrar no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

    Na tevê, Junqueira trabalhou novelas bíblicas, como José do Egito, em 2013, e Milagres de Jesus, em 2014. Ambas pela emissora Record. Um dos últimos trabalhos do ator foi em 2018, na polêmica série O mecanismo, de José Padilha, onde interpretou o personagem Ricky.

    Caio começou a carreira ainda criança, aos 9 anos, no programa “Tamanho Família”, na extinta TV Manchete, ao lado de nomes como Diogo Vilela e Zezé Polessa. Em 1988, estreou na Globo, no humorístico “Grupo Escolacho”, com texto de Miguel Falabella, Luiz Carlos Góes e Leo Jaime, e redação final de Chico Anysio.

    Depois, fez participação em outras produções da emissora, como na novela “Barriga de Aluguel”, em 1990, e nas minisséries “Engraçadinha”, em 1995, “Hilda Furacão”, em 98, e “Chiquinha Gonzaga”, em 99. Foi no remake de “A Escrava Isaura”, em 2004, que o ator destacou-se vivendo o personagem abolicionista Geraldo. Seu último trabalho na Globo foi na novela das 6 “Desejo Proibido”, exibida entre 2007 e 2008.

    Em 2009, estreou na Record, na série “A Lei e o Crime”. No canal, atuou ainda em produções como “Ribeirão do Tempo”, em 2010, em que viveu seu primeiro protagonista. Em 2016, participou da série “1 Contra Todos”, da Fox.

    No cinema, além de Tropa de Elite, o ator trabalhou em filmes consagrados, como “O Que É Isso, Companheiro?”, em 97, e “Central do Brasil”, em 98. Ator talentoso e carismático, Caio Junqueira era filho do ator Fábio Junqueira e irmão do ator Jonas Torres.

    *Agência Estado

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    Roger Campos

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  • LUTO: Marciano, ícone da música sertaneja, morre aos 67 anos

    LUTO: Marciano, ícone da música sertaneja, morre aos 67 anos

    O cantor sertanejo Marciano, que marcou a história da música sertaneja ao lado de João Mineiro, morreu aos 67 anos, em sua casa em São Caetano do Sul, São Paulo. A informação foi confirmada na rede social do cantor:

    “É com imenso pesar que, em nota, confirmamos o falecimento do cantor Marciano, o Inimitável. Em breve, divulgaremos mais informações. Nesse momento, agradecemos o carinho de todos e pedimos orações à família.”

    Segundo uma amiga da família, o velório acontecerá na Câmara Municipal de São Caetano do Sul.

    O cantor, que nos últimos anos usava o título de “O Inimitável”, iniciou a carreira na década de 1970 formando a dupla Marciano e João Mineiro. Juntos, eles fizeram hits como “Ainda ontem chorei de saudade”, “Se eu não puder te esquecer”, entre outras.

    O artista também é um dos compositores de “Fio de cabelo”, um dos maiores sucessos da música sertaneja. Com mais de 400 regravações, a canção de 1981 é uma das mais lembrada em bares e karaokês. “Quando a gente canta, o povão canta junto. É emocionante”.

    Após a morte de João Mineiro, em 2012, José Marciano iniciou um projeto ao lado de Milionário (ex-dupla de José Rico, que morreu em 2015). O projeto dos dois foi chamado de “Lendas” e rendeu a gravação de um DVD em 2015, sendo lançado no mercado no ano seguinte.

    *G1

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • LUTO: MORTE DO DR. JOSÉ LIMA FILHO DEIXA MILHARES DE “ÓRFÃOS” EM TRÊS PONTAS.

    LUTO: MORTE DO DR. JOSÉ LIMA FILHO DEIXA MILHARES DE “ÓRFÃOS” EM TRÊS PONTAS.

     

    “TIO LIMA”, COMO ERA CONHECIDO, SALVOU MUITAS VIDAS DURANTE DÉCADAS.

    ELE HAVIA SE APOSENTADO HÁ POUCAS SEMANAS.

    Uma triste notícia pegou muitos trespontanos de surpresa: o morte do querido e já saudoso médico Dr. José Lima Filho, carinhosamente chamado de “Tio Lima”. As primeiras informações, obtidas junto a Organização de Luto Cônego Vítor dão conta de que no início da noite de hoje (07), Dr. José Lima Filho, que enfrentava alguns problemas de saúde, teria passado mal em sua casa e acabou falecendo.

    Dr. José Lima Filho é um dos mais queridos médicos de Três Pontas, tendo sido o pediatra de gerações. Durante décadas atendeu com extremo carinho, profissionalismo e amor todos aqueles que o procuravam, com ou sem dinheiro, sempre com aquele jeito “doce” que despertava tanto nos pais quanto nas crianças uma verdadeira adoração pelo especialista.

    A morte do médico José Lima Filho deixa milhares de “órfãos”. Adolescentes ou até adultos de hoje que, em muitos momentos da infância, foram cuidados pelo grande “pai da pediatria trespontana”.

    Até o fechamento desta reportagem ainda não havia confirmação do local do velório e tampouco do horário de sepultamento.

    Homenagem

    O Conexão Três Pontas homenageou no último dia 18 de outubro, propositalmente no Dia do Médico, o Dr. José Lima Filho no quadro Histórias de Vida, que está sendo repostado também como uma forma de gratidão por todos os relevantes serviços prestados pelo “Tio Lima” à população de Três Pontas.

    Confira no link: https://cms.conexaotrespontas.com.br/historias-de-vida-tio-lima-e-homenageado-pelo-conexao-tres-pontas/

    Nossos sentimentos aos familiares e amigos!

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    Roger Campos

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  • VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    VAMOS CHAPÊ: Mundo ainda chora tragédia aérea no aniversário de 2 anos

    O Brasil e o mundo lembram hoje, 29 de novembro, com muita tristeza a tragédia que envolveu jogadores da Chapecoense e jornalistas. Ao todo morreram 71 pessoas na queda do avião, ocorrida há exatos dois anos. O Conexão Três Pontas relembra um pouco da emoção que tomou conta de todos, mesmo aqueles que não gostam ou não acompanham o futebol. Vidas que se foram, histórias interrompidas, carreiras encerradas precocemente por conta de uma irresponsabilidade gigantesca. Mas o “jogo” deve prosseguir. “Vamos Chapê!!!”

    Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada na quarta-feira (30), no primeiro jogo pelo título.

    A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.

    Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estava vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Radio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro titular Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

    Um piloto perdido

    Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.

    Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.

    Um plano de voo errado

    Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.

    O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, “estava errado”. Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos – eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada. Celia assegura que avisou o problema ao despachante da LaMia, que morreu no acidente.

    Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”.

    Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixava uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?

    E uma companhia aérea suspeita

    O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e nove tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.

    Em 2013 o avião foi vendido para a LaMia (Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.

    A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).

    Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.

    Os jogadores que sobreviveram

    O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.

    Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.

    O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.

    O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.

    E um time que ressuscitou

    Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.

    Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.

    O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.

    Virada

    A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.

    O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.

    Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.

    Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.

    Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

    VAMOS, VAMOS, VAMOS CHAPÊ, para sempre em nossos corações!

     

     

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    Roger Campos

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  • LUTO: Padre de Varginha morre em acidente entre carro e caminhão na BR-267

    LUTO: Padre de Varginha morre em acidente entre carro e caminhão na BR-267

    Um padre de 45 anos morreu após bater o carro em um caminhão na BR-267, em Cambuquira (MG), na noite deste domingo (18). Edvar Rodrigues Rangel era conhecido por seu trabalho em paróquias de cidades do Sul de Minas. Atualmente, ele era padre na Paróquia de Santana em Varginha (MG).

    Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o acidente foi por volta das 22h40. A versão dada pelo motorista do caminhão e por testemunhas é de que o Fusca dirigido pelo padre rodou na pista e bateu na lateral do caminhão. O caminhoneiro não conseguiu evitar o acidente.

    Após a batida, o carro caiu em um barranco. O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas a vítima morreu no local do acidente. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal de Três Corações (MG).

    Antes de trabalhar em Varginha, Padre Edvar esteve em paróquias de São Lourenço e Carmo de Minas. Ele será velado em missa de corpo presente na Paróquia de Santana, em Varginha, às 15h.

    Depois da missa, o corpo será levado para São Sebastião do Rio Verde, cidade da família. O horário do enterro não foi informado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • FINADOS: Familiares prestam homenagens aos falecidos em Três Pontas

    FINADOS: Familiares prestam homenagens aos falecidos em Três Pontas

    O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é comemorado anualmente em 2 de novembro. No Brasil, o Dia de Finados é considerado um feriado nacional. A data é celebrada principalmente pela Igreja Católica em muitos países, homenageando os entes queridos que já morreram. Em Três Pontas milhares de pessoas já passaram pelo cemitério Municipal no dia de hoje (02). O comércio de flores foi muito grande e alguns floristas disseram ao Conexão que as vendas estão dentro das expectativas.
    Os preços dos vasinhos de orquídeas estão girando na casa dos 10 reais, mas podem ser encontrados até por 40, dependendo da espécie, tamanho e beleza. Os comerciantes disseram ao Conexão que as vendas estão iguais ao mesmo período do ano passado. Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos.

    MISSAS

    Houve várias missas pela manhã no Cemitério Municipal e em algumas igrejas.  E ainda haverá celebrações a noite hoje (02):

    Na Matriz Nossa Senhora D’Ajuda:

    _ 18:30 (Matriz) e 19:30 (Morro Vermelho)

    Na Paróquia Nossa Senhora Aparecida:

    _ 19:00 (Igreja Sagrado Coração de Jesus)

    Na Paróquia Cristo Redentor:

    _ 19:00 (Igreja São Cristóvão)

    VOCÊ SABIA QUE OS PROTESTANTES NÃO CELEBRAM FINADOS?

    A religião protestante não reconhece o feriado do Dia dos Finados como uma celebração, pois alegam que a data não está presente na Bíblia, consequentemente eles não têm motivos para comemorar ou homenagear.

    Em inglês, o Dia de Finados é traduzido para All Soul’s Day (“Dia de Todas as Almas”, na tradução literal para o português).

     

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  • DIA DE FINADOS: Confira os horários de Missas em Três Pontas

    DIA DE FINADOS: Confira os horários de Missas em Três Pontas

    O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é comemorado anualmente em 2 de novembro. No Brasil, o Dia de Finados é considerado um feriado nacional. A data é celebrada principalmente pela Igreja Católica em muitos países, homenageando os entes queridos que já morreram.

    Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos.

    A religião protestante não reconhece o feriado do Dia dos Finados como uma celebração, pois alegam que a data não está presente na Bíblia, consequentemente eles não têm motivos para comemorar ou homenagear.

    Em inglês, o Dia de Finados é traduzido para All Soul’s Day (“Dia de Todas as Almas”, na tradução literal para o português).

    Os horários de Missas no dia 02 de novembro são os seguintes:

    No Cemitério Municipal:

    _ 06:30, 08:00 e 09:30

    Na Matriz Nossa Senhora D’Ajuda:

    _ 07:00, 09:00, 18:30 e 19:30 (Morro Vermelho)

    DSC_0158

    Na Paróquia Nossa Senhora Aparecida:

    _ 19:00 (Igreja Sagrado Coração de Jesus)

    Na Paróquia Cristo Redentor:

    _ 19:00 (Igreja São Cristóvão)

    Origem do Dia dos Finados

    O Dia dos Finados é comemorado no dia 2 de novembro pela Igreja Católica desde o século XIII.

    Desde o século XI, os papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX já obrigavam aos cristãos a dedicarem um dia por ano a rezarem pelos que já faleceram e que não era lembrados.

    No entanto, desde o século I os cristão têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam às catacumbas e túmulos para rezar pelos que morreram sem martírio, com esperança de terem suas almas salvas.

    A partir do século IV, a Igreja já começava a incluir em suas celebrações a “Memória dos Mortos” – um momento de orações dedicadas a todos os que faleceram.

    O Dia dos Finados é celebrado no dia 2 de novembro porque no dia 1º de novembro é comemorado o Dia de Todos os Santos – data que celebra todos os que morreram em estado de graça, mas que não tiveram a oportunidade de serem canonizados ou que não são lembrados em orações por ninguém.

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    Dia de Finados no México

    No México, o Dia dos Mortos transformou-se numa atração turística devido a enorme festa que se faz no dia, substituindo o tom habitual de lamentações que é atribuído à esta data, por animação e alegria.

    As pessoas saem às ruas com pinturas de caveiras no rosto e em outras partes do corpo, além de decorarem suas casas com esqueletos. A festa é conhecida como “El Día de los Muertos”, e é caracterizada por ser bastante diferente da tradicional celebração cristã.

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  • LUTO: FALECEU A EDUCADORA “TIA DALVA”, DO PEIXINHO VERMELHO

    LUTO: FALECEU A EDUCADORA “TIA DALVA”, DO PEIXINHO VERMELHO

    Faleceu um ícone da educação infantil em Três Pontas: Tia Dalva, do Peixinho Vermelho. Segundo amigos próximos, ela estava internada há várias semanas em Belo Horizonte na UTI e não resistiu. Sua despedida carregada de emoção foi acompanhada por centenas de pessoas.

    Dalva Barros de Andrade Castro faleceu na segunda-feira (29) e foi sepultada na manhã de hoje (30). Ela fundou há mais de 40 anos o Jardim de Infância Peixinho Vermelho.

    Nascida em Santana da Vargem, recebeu o título de Cidadã Honorária Trespontana. Na Educação de Três Pontas trabalhou na Escola Estadual Solange Mendonça Reis e foi vice-diretora na Escola Estadual João de Abreu Salgado. Também atuou nas escolas Estadual Cônego José Maria Rabelo e Estadual da Fazenda Boa Vista. Em 1974 fundou sua própria Escola, Peixinho Vermelho.

    Era casada com Antônio de Lima Castro, tinha quatro filhos, todos com formação superior e quatro netos. Tinha 73 anos de idade.

    Tia Dalva durante décadas comandou o Peixinho Vermelho, que se tornou uma das mais importantes escolas infantis da cidade de Três Pontas. Adorada pelas crianças, também pelos pais, funcionários, enfim, admirada e querida por toda cidade, fará uma imensa falta. Muitos, hoje adultos, se recordam da Tia Dalva com muito carinho e saudade.

    Uma educadora de mão cheia, uma mulher religiosa, ciente de seu papel e que participava de inúmeras campanhas assistenciais. Sempre dedicada e vencedora, cultivou amizades e ensinamentos durante toda sua existência. Certamente, uma grande fatia da educação de qualidade de Três Pontas se deve a Tia Dalva.

    As homenagens e todo reconhecimento da Família Conexão Três Pontas a essa inesquecível figura. Nossos sentimentos aos familiares e amigos. Obrigado por todas as lições, Tia Dalva!

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