Categoria: Saúde

  • ALERTA NACIONAL: ANVISA MANDA RECOLHER PRODUTOS DA MARCA YPÊ E ACENDE SINAL DE RISCO SANITÁRIO EM TODO O PAÍS

    ALERTA NACIONAL: ANVISA MANDA RECOLHER PRODUTOS DA MARCA YPÊ E ACENDE SINAL DE RISCO SANITÁRIO EM TODO O PAÍS

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de produtos da marca Ypê após identificar falhas consideradas graves nos padrões de fabricação. A medida atinge detergentes lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes de todos os lotes com numeração final 1.

    Além do recolhimento, a Anvisa também determinou a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos envolvidos, em uma decisão que gerou grande repercussão entre consumidores e redes varejistas em todo o Brasil.

    Segundo a agência reguladora, a medida foi tomada após uma avaliação técnica de risco sanitário realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). O órgão aponta que foram identificadas irregularidades capazes de comprometer requisitos fundamentais das chamadas Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes.

    RISCO DE CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA

    De acordo com a Anvisa, os problemas encontrados podem representar risco à saúde pública devido à possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos — ou seja, presença indesejada de microrganismos potencialmente nocivos.

    Embora o órgão não tenha detalhado oficialmente quais microrganismos poderiam estar presentes, especialistas alertam que falhas sanitárias em produtos de limpeza podem provocar reações adversas, irritações, alergias e, em situações mais graves, riscos de infecção, principalmente em crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas.

    A situação acende um alerta importante porque se trata de produtos amplamente utilizados no cotidiano doméstico brasileiro.

    CONSUMIDORES DEVEM INTERROMPER O USO IMEDIATAMENTE

    A orientação da Anvisa é direta:
    quem possuir em casa produtos atingidos pela medida deve interromper imediatamente o uso.

    A recomendação vale especificamente para:

    • detergentes lava-louças
    • sabão líquido para roupas
    • desinfetantes

    da marca Ypê com lotes terminados em número 1.

    Os consumidores devem verificar atentamente as embalagens para identificar a numeração dos lotes.

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    IMPACTO NO MERCADO E PREOCUPAÇÃO DOS CONSUMIDORES

    A decisão também provoca forte impacto comercial e institucional, uma vez que a marca possui ampla presença no mercado nacional e é considerada uma das mais tradicionais do setor de limpeza doméstica.

    Redes de supermercados, distribuidores e comerciantes já começaram a retirar os produtos das prateleiras para cumprir a determinação sanitária.

    Nas redes sociais, consumidores passaram a relatar preocupação e dúvidas sobre os riscos e os procedimentos adequados para devolução ou descarte dos produtos.

    FISCALIZAÇÃO MAIS RIGOROSA

    O caso reforça a importância da fiscalização permanente sobre produtos de uso diário e levanta discussões sobre controle de qualidade na indústria de saneantes no Brasil.

    A Anvisa destacou que continuará monitorando a situação e poderá adotar novas medidas caso sejam identificados outros riscos relacionados à fabricação.

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    O QUE O CONSUMIDOR DEVE FAZER

    ✔️ Verificar o lote dos produtos
    ✔️ Suspender imediatamente o uso dos itens afetados
    ✔️ Evitar reutilização das embalagens
    ✔️ Procurar canais oficiais da fabricante para orientações sobre troca ou devolução

    O alerta serve como um lembrete importante: produtos presentes na rotina doméstica também precisam seguir rigorosos padrões sanitários — porque segurança e saúde pública não podem ser tratadas como detalhe.

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  • “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas deixou de ser apenas mais um encontro legislativo e se transformou em um palco de confronto político direto, com críticas duras, respostas inflamadas e um debate que escancarou divergências profundas sobre o uso do dinheiro público.

    O estopim foi o projeto “Bota Fora”.

    Imagem criada por IA

    Durante o Pequeno Expediente, o vereador Antônio Carlos de Lima, conhecido como Tonho do Lazo, subiu à tribuna e fez uma crítica contundente à iniciativa, sem suavizar o discurso e nem tentar amenizar o impacto das palavras.

    Em sua fala, ele afirmou:

    “Primeiramente queria fazer aqui uma crítica construtiva e vou explicar o porquê. Primeiramente a questão do Bota Fora. É dinheiro jogado fora! Eu pedi para que o secretário ou alguém da confiança dele fosse no bairro Antônio de Brito. Lá já foi feito o Bota Fora. Está cheio de móveis velhos de novo, jogados fora. É preciso usar um pouco de inteligência e essa Casa deveria investir ou pedir para a Prefeitura investir em tentar educar as pessoas. Tem que conscientizar as pessoas. Aí sim eu concordo da Prefeitura gastar dinheiro.

    Vai num bairro na sexta-feira e recolhe tudo. Chega na segunda-feira está aquela anarquia de novo. Dinheiro público tem que ser mais bem aproveitado e respeitado. Isso é dinheiro que o povo paga imposto. Não pode ficar fazendo graça com esse negócio de Bota Fora, filmando e postando…

    O resultado a gente tá vendo. Faz 15 dias que recolheu tudo no Antônio de Brito e já está uma anarquia novamente.

    Vamos conscientizar primeiro a população e criar algum projeto de multa, para depois pensar em Bota Fora”

    A fala caiu como uma bomba no plenário.

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    O tom direto, a acusação de desperdício e a crítica à forma como o projeto vem sendo executado geraram reação imediata. O ambiente, que até então seguia dentro da normalidade, rapidamente mudou.

    Outros vereadores se manifestaram, como Daniel Rodrigues e Matheus Dias, ambos favoráveis ao Projeto. Mas foi o vereador Maciel Ramos quem levou o debate para um nível mais elevado de confronto, respondendo de forma firme e sem esconder a irritação.

    Em sua fala, ele rebateu:

    “Isso eu não admito!

    Eu queria falar do projeto Bota Fora. Quem não acompanha, eu acho que nem deve falar! Opinião cada um tem a sua. Agora, você falar que um projeto que recolhe cem caminhões de entulho, você Antônio falar que um projeto desse não é viável, que não é bom, tá errado! Se a população já passa esse sufoco com a dengue e outros problemas, sem esse projeto de limpeza, que já recolheu mais de cem caminhões de lixo, de objetos velhos, a coisa estaria bem pior. Se o projeto passou hoje e limpou tudo e amanhã as pessoas jogam novamente, não é problema nosso! Agora você imagina se não fosse nós para tirar esses caminhões e aí quando chove, tudo vira um caos.

    Eu queria que um dia você participasse com a gente. Aí sim você poderia falar. Caso contrário, eu não admito! Falar de um projeto que todo mundo reconhece sua importância. Então a tua opinião eu tenho que respeitar, mas não concordo!”

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    A resposta, além de defender o projeto com base no volume de material recolhido, trouxe um elemento que ampliou ainda mais o embate: a crítica direta à legitimidade da fala do colega, sugerindo falta de acompanhamento da ação. Falta de conhecimento e boa vontade em participar.

    O episódio revelou mais do que um simples desacordo.

    Escancarou duas visões opostas sobre política pública:

    _ De um lado, a cobrança por eficiência, resultado duradouro e responsabilidade no gasto;
    _ Do outro, a defesa de ações imediatas como forma de conter problemas urgentes, especialmente ligados à saúde pública.

    No centro da discussão está o “Bota Fora”, um mutirão de limpeza que permite aos moradores descartarem materiais como móveis velhos, colchões, pneus e objetos inutilizados, recolhidos posteriormente por caminhões da Prefeitura.

    O que deveria ser consenso virou divisão.

    E o que começou como uma crítica virou confronto aberto.

    No fim, o debate levanta uma questão que vai além da Câmara:

    _ O projeto resolve o problema — ou apenas administra as consequências?

    A resposta não está apenas na tribuna.

    Está nas ruas.

    E, principalmente, nas mãos de quem realmente sente o impacto dessas decisões.

    Porque, no final das contas, não são os vereadores que dão a palavra final.

    São os moradores.

    São os contribuintes.

    São os verdadeiros juízes da política.

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  • ALERTA: Medicamentos ficarão mais caros a partir de amanhã, 1º de abril – E não é mentira!

    ALERTA: Medicamentos ficarão mais caros a partir de amanhã, 1º de abril – E não é mentira!

    No chamado ‘Dia da Mentira’ os remédios ficarão até 4¢ mais caros. Pior que é verdade!

    Se você usa medicamentos com frequência, o alerta é direto: o preço vai subir — e o tempo para escapar disso está acabando.

    A partir desta terça-feira, 1º de abril, entra em vigor o reajuste anual dos medicamentos em todo o país. E embora o aumento médio seja menor que a inflação, ele será sentido no bolso — especialmente para quem depende de remédios contínuos.

    A boa notícia? Ainda dá tempo de comprar com o preço atual — mas só até a meia-noite de hoje. Em Três Pontas algumas farmácias ficam abertas até ás 22 ou 23 horas.

    AUMENTO CONFIRMADO: O QUE VAI MUDAR

    O reajuste foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e segue critérios técnicos baseados na inflação oficial.

    Segundo dados do setor, o aumento médio deve ficar em torno de 2,2%, mas pode variar dependendo do tipo de medicamento, até 4%:

    📈 Até 4,6% para remédios com alta concorrência
    📈 Cerca de 3,25% para concorrência intermediária
    📈 Até 1,9% para medicamentos sem concorrência

    Importante: esses são tetos — mas os reajustes acontecem e chegam ao consumidor.

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    IMPACTO REAL: POR QUE COMPRAR AGORA FAZ DIFERENÇA

    Mesmo com percentual considerado “controlado”, o aumento pesa — principalmente no acumulado.

    Especialistas alertam que:

    • O Brasil depende fortemente de matéria-prima importada
    • Custos ligados ao dólar e insumos seguem instáveis
    • E novos aumentos podem ocorrer ao longo do tempo

    Ou seja: o reajuste pode ser só o começo.

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    ÚLTIMAS HORAS: CORRIDA NAS FARMÁCIAS

    Com o aumento prestes a entrar em vigor, a recomendação é clara:

    ✔️ Antecipe compras de uso contínuo
    ✔️ Reforce estoque de medicamentos essenciais
    ✔️ Aproveite o preço atual enquanto ainda é possível

    Depois da meia-noite, os novos valores começam a ser aplicados gradualmente em farmácias e drogarias.

    📢 O RECADO É DIRETO

    Quem deixar para depois, vai pagar mais.

    Quem agir agora, ainda consegue economizar.

    O relógio está correndo — e o aumento já tem data para começar.

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  • TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    Moradores em situação de rua expõem crise social, urbana e moral no coração da cidade; Conexão traz Reportagem Especial

    UM PROBLEMA QUE SAIU DAS MARGENS E FOI PARA O CENTRO

    O que antes era periférico agora está no centro — literalmente. A presença crescente de pessoas em situação de rua na região central de Três Pontas, especialmente na Praça da Matriz, deixou de ser apenas uma questão social e passou a ser um dos temas mais polarizadores da cidade. Diante de todo cenário caótico, um novo problema recente, piora ainda mais a situação: dezenas de ratos têm sido vistos nas imediações da praça Cônego Victor. Será que o motivo é o acúmulo de lixo, sujeira e mal cheiro provocado pelos moradores em situação de rua?

    Uma enquete realizada nas redes sociais do Conexão Três Pontas, contou com respostas de mais de 500 pessoas nos últimos dias e revelou um cenário claro:

    A cidade está dividida, tensa, de mãos atadas e sem consenso!

    ANÁLISE DOS COMENTÁRIOS — O RETRATO DA POPULAÇÃO

    A partir da análise qualitativa e categorização das respostas (mais de 500 interações), foi possível identificar padrões de posicionamento.

    📈 DISTRIBUIÇÃO DAS OPINIÕES

    • 🔴 Contra a permanência no centro (expulsão ou retirada): 58%
    • 🟡 Defendem acolhimento e tratamento (sem expulsão): 27%
    • Neutros ou indecisos (reconhecem o problema sem solução clara): 15%

    PRINCIPAIS ARGUMENTOS IDENTIFICADOS

    🔴 1. SEGURANÇA, HIGIENE E ORDEM PÚBLICA (MAIORIA)

    A maior parte dos comentários aponta:

    • Sensação de insegurança
    • Relatos de ameaças
    • Uso de drogas e álcool em público
    • Fezes e urina em espaços públicos
    • Ocupação da praça e perda do espaço coletivo

    📢 Frases recorrentes:

    • “Não dá mais para frequentar a praça”
    • “Está insuportável”
    • “Perdemos o direito de ir e vir”

    🟡 2. VISÃO HUMANITÁRIA (MINORIA EXPRESSIVA)

    Outro grupo relevante reforça:

    • São seres humanos em vulnerabilidade
    • O vício é uma doença
    • Expulsar não resolve e é ilegal
    • Falta política pública estruturada

    📢 Destaques:

    • “Não é tirar, é tratar”
    • “É um problema de saúde, não só de segurança”
    • “Debaixo desses trapos existem vidas”

    ⚪ 3. RESPONSABILIZAÇÃO DO PODER PÚBLICO

    Quase unânime entre os grupos:

    • Falta de ação efetiva da prefeitura
    • Ausência de políticas contínuas
    • Dependência de entidades sociais
    • Falta de integração entre órgãos

    UM PONTO CRÍTICO: A ESMOLA COMO COMBUSTÍVEL DO PROBLEMA

    Um dos aspectos mais citados — e também mais polêmicos — foi a relação entre esmola e permanência nas ruas.

    Diversos comentários indicam que:

    • A ajuda direta em dinheiro mantém o ciclo
    • Facilita o acesso a drogas e álcool
    • Reduz a motivação para buscar tratamento

    📊 Tendência observada:
    ➡️ Crescente percepção popular de que a caridade desorganizada agrava o problema

    DIAGNÓSTICO SOCIAL — O QUE ESTÁ POR TRÁS

    A análise das falas revela um fenômeno complexo, com múltiplas causas:

    FATORES IDENTIFICADOS

    • Dependência química (altamente recorrente nos relatos)
    • Rompimento familiar
    • Transtornos mentais
    • Migração entre cidades
    • Falta de políticas públicas eficazes
    • Assistência fragmentada

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    RISCO FUTURO: ALERTA DA POPULAÇÃO

    Um padrão forte emergiu nos comentários:

    ⚠️ Medo de agravamento rápido da situação

    Termos recorrentes:

    • “Cracolândia”
    • “Vai piorar”
    • “Está só começando”

    O GRANDE DILEMA DE TRÊS PONTAS

    A cidade enfrenta um conflito clássico:

    DIREITO CONFLITO
    Direito de ir e vir x
    Liberdade individual x
    Compaixão x

    CAMINHOS POSSÍVEIS — O QUE PODE SER FEITO

    A análise dos próprios comentários, somada a práticas já adotadas em outras cidades, aponta soluções concretas:

    1. ABORDAGEM INTEGRADA (NÃO ISOLADA)

    • Assistência social + saúde + segurança pública
    • Ação contínua, não pontual

    2. TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    • Ampliação de vagas
    • Internação (quando necessária e legal)
    • Acompanhamento pós-tratamento

    3. ACOLHIMENTO ESTRUTURADO

    • Abrigos com regras claras
    • Condições dignas
    • Equipes capacitadas

    4. REINSERÇÃO NO TRABALHO

    • Programas municipais
    • Parcerias com produtores rurais e comércio
    • Incentivos à contratação

    5. CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

    • Campanhas públicas:
      ➤ “Não dê esmola, encaminhe para ajuda”
    • Redirecionamento da solidariedade

    6. IDENTIFICAÇÃO E TRIAGEM

    • Saber quem são, de onde vêm
    • Reaproximação familiar (quando possível)
    • Encaminhamento adequado

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    CONCLUSÃO — UMA CIDADE DIANTE DO ESPELHO

    Três Pontas não está apenas discutindo moradores de rua.

    Está discutindo:

    • seus limites
    • sua responsabilidade
    • sua identidade como sociedade
    • o que fazer diante de um grave problema e leis que impedem ações concretas?

    A praça continua lá.
    As pessoas também.

    Mas agora há algo diferente no ar:
    o incômodo virou debate.

    E o debate virou pressão.

    Três Pontas chegou a um ponto onde não dá mais para ignorar.

    Porque quando o problema ocupa o centro da cidade…

    ele deixa de ser invisível —
    e passa a exigir uma resposta.

    Não só do poder público.

    Mas de todos nós.

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  • Sábado Lilás: Dia D da Saúde da Mulher oferece exames preventivos no CIAMA

    Sábado Lilás: Dia D da Saúde da Mulher oferece exames preventivos no CIAMA

    O mês de março é marcado pelas ações alusivas ao Dia Internacional da Mulher, período em que diversas iniciativas reforçam a importância do cuidado com a saúde feminina, especialmente a prevenção de doenças que podem ser evitadas ou tratadas quando diagnosticadas precocemente.

    Dentro dessa mobilização, o último sábado do mês será dedicado ao Sábado Lilás, um dia especial voltado ao atendimento e à conscientização das mulheres sobre a importância de manter os exames preventivos em dia.

    No Centro Integrado de Atendimento à Mulher (CIAMA) será realizado o Dia D da Saúde da Mulher, oferecendo uma série de serviços voltados ao cuidado integral. A programação contará com acolhimento das participantes, café da manhã e atendimento realizado por uma equipe multidisciplinar.

    Durante a ação, também serão disponibilizados testes rápidos para sífilis e HIV, além da coleta do exame preventivo do colo do útero.

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    A equipe de saúde aproveitará o momento da consulta para avaliar o histórico clínico das pacientes, ouvir possíveis queixas e verificar a necessidade de realização de outros exames, como a mamografia. Quando indicado, o exame será devidamente agendado, garantindo a continuidade do acompanhamento e da prevenção.

    O exame do colo do útero, conhecido como Papanicolau — também chamado de preventivo, citopatológico cervical ou colpocitologia oncótica — é um dos principais aliados na prevenção da saúde da mulher. Por meio da coleta de células do colo do útero, realizada com uma escovinha ou espátula durante a consulta ginecológica, é possível identificar lesões precursoras do câncer do colo do útero, além de detectar infecções.

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    Quando feito regularmente, o exame permite diagnóstico precoce e aumenta significativamente as chances de tratamento e cura, reforçando a importância de que todas as mulheres realizem esse cuidado periodicamente.

    A ação será realizada das 7h às 12h. O agendamento ainda pode ser feito nas unidades de saúde do município ou diretamente no CIAMA, localizado na Rua Dr. Sebastião Mesquita, 130, bairro Botafogo.

    Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (35) 3661-3385 ou pelo WhatsApp (35) 99686-3729.

    *Fonte Ascom PMTP

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  • Saúde e Educação realizam capacitação para fortalecer prevenção ao Aedes Aegypti nas escolas municipais

    Saúde e Educação realizam capacitação para fortalecer prevenção ao Aedes Aegypti nas escolas municipais

    A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Ambiental, realizou uma importante capacitação na última semana, com profissionais da rede municipal de ensino como parte das ações do projeto Educação em Saúde Ambiental para o enfrentamento do Aedes aegypti. O encontro reuniu especialistas em educação e integra uma das etapas estratégicas do trabalho voltado à prevenção das arboviroses no município.

    A iniciativa tem como objetivo fortalecer a parceria entre saúde e educação, preparando os profissionais das escolas para atuarem como multiplicadores de informações e práticas preventivas junto aos alunos e às comunidades escolares. A proposta é que o projeto alcance todas as escolas da rede municipal, promovendo um trabalho contínuo de conscientização e prevenção contra doenças transmitidas pelo mosquito, como Dengue, Zika vírus, Chikungunya e Febre Amarela.

    Ao todo, o projeto é composto por onze etapas. A formação realizada com os profissionais da educação corresponde à terceira fase, dedicada à capacitação dos especialistas e professores. Durante o encontro, foram apresentadas informações sobre o Programa Municipal de Arboviroses, além das ações já desenvolvidas pelo município no combate ao mosquito Aedes aegypti.

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    Nas próximas etapas, serão desenvolvidas diversas atividades pedagógicas dentro das escolas, envolvendo diretamente os estudantes. Entre as ações previstas estão oficinas educativas, concursos de redação, elaboração de cartilhas e outras atividades de conscientização, que serão realizadas ao longo do ano letivo com o objetivo de reforçar a educação em saúde ambiental.

    Durante a capacitação, os profissionais também conheceram de forma detalhada as estratégias adotadas pelo município na prevenção e no controle das arboviroses, fortalecendo a integração entre as áreas da saúde e da educação.

    De acordo com a bióloga e coordenadora da Vigilância Ambiental, Sebastiana Aparecida da Silva, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso das ações de combate ao mosquito. Ela destacou que a prevenção depende principalmente da colaboração da população.

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    Segundo ela, o mais importante é lembrar que a prevenção da dengue e das arboviroses em geral está nas mãos de cada cidadão. “Se cada um cuidar bem da sua casa, manter os ambientes limpos e livres de água parada, reduzimos muito o risco de proliferação do mosquito e, consequentemente, das doenças”, ressaltou.

    Com a capacitação dos profissionais da educação e o desenvolvimento das próximas etapas do projeto, a expectativa é ampliar o alcance das ações de conscientização e fortalecer, desde a infância, a cultura da prevenção e do cuidado com a saúde ambiental no município.

    *Fonte Ascom PMTP

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  • 2ª Cerimônia do Jaleco da Medicina do Grupo Unis será realizada nesta quarta-feira, 25 de março

    2ª Cerimônia do Jaleco da Medicina do Grupo Unis será realizada nesta quarta-feira, 25 de março

    O Grupo Unis realiza, no dia 25 de março de 2026, às 19h, na Fessul, em Varginha, a 2ª Cerimônia do Jaleco do curso de Medicina.

    O evento simboliza mais um importante capítulo na consolidação da formação médica na instituição e reforça o compromisso com a ética, o cuidado e a excelência acadêmica.

    Após o início histórico da primeira turma, em outubro de 2025, a segunda edição da cerimônia reafirma o propósito do Grupo Unis de contribuir com o desenvolvimento regional por meio da educação e da saúde. O momento marca a continuidade de um projeto educacional que já nasce com impacto significativo no Sul de Minas.

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    A Cerimônia do Jaleco é um rito simbólico na formação médica, representando o compromisso dos estudantes com a responsabilidade de cuidar da vida. Ao vestirem o jaleco, os alunos assumem valores fundamentais da profissão, como ética, empatia, dedicação e respeito ao próximo.

    Mais do que um evento acadêmico, a cerimônia representa o fortalecimento de um polo de formação médica em Varginha, com potencial para transformar a realidade da saúde na região. O curso de Medicina do Grupo Unis se destaca pela infraestrutura moderna, corpo docente qualificado e forte integração com a comunidade.

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    O Grupo Unis convida a imprensa e a comunidade para acompanhar este momento especial, que celebra o avanço da educação médica e seu impacto direto no desenvolvimento do Sul de Minas.

    *Fonte Ascom Grupo Unis

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  • Março Lilás mobiliza ações de prevenção e cuidados com a saúde da mulher em Três Pontas

    Março Lilás mobiliza ações de prevenção e cuidados com a saúde da mulher em Três Pontas

    O mês de março, dedicado às mulheres, também é marcado pela campanha Março Lilás, uma mobilização nacional de conscientização e combate ao câncer do colo do útero. A iniciativa tem como objetivo alertar sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce.

    Durante todo o mês, a Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas realiza uma agenda intensificada com diversas ações voltadas à saúde da mulher, envolvendo profissionais de diferentes setores da rede municipal.

    Entre as iniciativas, equipes de saúde estão indo até empresas do município para facilitar o acesso das mulheres ao exame preventivo. A proposta é ampliar a cobertura do exame Papanicolau, já que dados apontam que muitas mulheres ainda não realizam o procedimento regularmente, que é fundamental para detectar precocemente alterações e prevenir o câncer do colo do útero. Há também casos de mulheres que chegaram a fazer o exame, mas não retornaram para buscar o resultado.

    Nesta semana, funcionárias das empresas Tecnotêxtil estão tendo a oportunidade de realizar a coleta do exame preventivo no próprio ambiente de trabalho, reforçando a importância da prevenção.

    Além disso, as mulheres que procurarem atendimento nas unidades de saúde durante o mês de março também participarão de ações voltadas à saúde feminina, com orientações e serviços específicos.

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    Outra novidade anunciada pela Secretaria Municipal de Saúde é a oferta do Implante Subdérmico de Alta Eficácia, conhecido como Implanon. O método contraceptivo de longa duração possui mais de 99% de eficácia e pode durar até três anos. Inserido sob a pele do braço, ele libera hormônios que impedem a ovulação/gestação. O método é reversível e seguro e começou a ser disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025.

    Na região de saúde, apenas Três Pontas e Varginha, que tem acima de 50 mil habitantes, receberam inicialmente o método. Para utilizá-lo, é necessário seguir um protocolo específico com critérios definidos pelo Ministério da Saúde e município. O implante passa a integrar os métodos já oferecidos pelo sistema público e contribui para o planejamento familiar. Diferentemente do que ocorria no passado, a mulher possui autonomia para aderir ao método, não sendo mais necessária a autorização do companheiro.

    Como parte da programação do Março Lilás, a Secretaria Municipal de Saúde promove no dia 28 de março, um Dia D de atendimento à saúde da mulher, que será realizado das 7h às 13h no Centro Integrado de Atendimento à Mulher (CIAMA).

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    O evento começa com um café da manhã e contará com uma equipe multidisciplinar oferecendo diversos serviços, entre eles testes rápidos para sífilis e HIV, coleta de exame preventivo e solicitação de mamografia para rastreamento em mulheres com indicação.

    O agendamento já pode ser feito nas unidades de saúde do município ou diretamente no CIAMA, localizado na Rua Dr. Sebastião Mesquita, 130, no bairro Botafogo, em frente ao quartel da Polícia Militar.

    Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (35) 3661-3385 ou pelo WhatsApp (35) 99686-3729. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a prevenção continua sendo a melhor forma de cuidar da saúde e convida todas as mulheres a participarem das ações do Março Lilás.

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  • Dia D contra a dengue mobilizou mutirão de limpeza no Quilombo e ações educativas nas unidades de saúde

    Dia D contra a dengue mobilizou mutirão de limpeza no Quilombo e ações educativas nas unidades de saúde

    Uma grande mobilização contra a dengue movimentou Três Pontas. A Prefeitura realizou o Dia D de combate ao mosquito Aedes Aegypti, com mutirão de limpeza no Distrito do Quilombo, ações educativas nas unidades de saúde e orientação direta à população sobre como eliminar focos do mosquito transmissor da doença.

    A Prefeitura de Três Pontas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Ambiental, realizou recentemente uma mobilização especial de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

    A ação fez parte do movimento “Minas Unida contra o Aedes”, iniciativa coordenada pelo Governo de Minas Gerais que reuniu municípios em uma grande mobilização de prevenção.

    Em Três Pontas, as atividades tiveram como foco principal o Distrito do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, onde foi realizado um mutirão de limpeza com o objetivo de eliminar possíveis criadouros do mosquito.

    Mutirão recolheu materiais que acumulam água

    O mutirão aconteceu das 8h às 14h e contou com a participação de agentes de endemias, profissionais da Vigilância Ambiental e equipes da Secretaria Municipal de Transportes e Obras.

    Durante a ação, foram recolhidos diversos objetos e materiais acumulados nos quintais que poderiam servir como criadouros do mosquito.

    Os moradores colaboraram deixando os materiais em frente às residências, o que facilitou o trabalho das equipes de coleta.

    Entre os itens recolhidos estavam:

    • latas

    • garrafas

    • brinquedos

    • baldes

    • plásticos

    • vasos sanitários

    • pneus

    • vasilhas plásticas

    • metais

    • caixas d’água antigas

    • outros recipientes que acumulam água

    A Secretaria de Saúde ressaltou que lixo doméstico e entulho não fizeram parte da coleta, já que a ação foi voltada especificamente para eliminar possíveis focos do mosquito.

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    Orientação e conscientização da população

    Além do mutirão, uma estrutura educativa foi montada na Unidade Básica de Saúde do Quilombo.

    No local, profissionais de saúde orientaram os moradores sobre a prevenção da dengue e de outras doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti.

    Um dos destaques da ação foi um mostruário com larvas do mosquito e exemplos de objetos que podem se transformar em criadouros, ajudando a população a identificar riscos dentro de casa.

    Ações também ocorreram em outras unidades de saúde

    As atividades de conscientização também aconteceram em outras unidades da cidade.

    Agentes de saúde levaram orientações aos pacientes e usuários da Unidade de Saúde do Morada Nova e da Policlínica, entre 7h30 e 12h.

    Durante as visitas, os profissionais apresentaram amostras das larvas do mosquito e explicaram como identificar possíveis focos nas residências.

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    Combate à dengue depende da participação da população

    A Secretaria Municipal de Saúde reforçou que o combate ao mosquito depende da participação de toda a comunidade.

    A eliminação de recipientes que acumulam água continua sendo a principal forma de impedir a proliferação do Aedes Aegypti.

    A mobilização reforçou que pequenas atitudes dentro de casa podem evitar grandes problemas de saúde pública, e que a conscientização da população é fundamental para manter a cidade protegida contra a dengue.

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    UM TRABALHO APROFUNDADO DA REPORTAGEM DO CONEXÃO TRÊS PONTAS TRAZ NÚMEROS, RESULTADOS, OPINIÕES E REFLEXOS E REACENDE ALGUMAS POLÊMICAS

    Uma simples pergunta publicada na página do Conexão Três Pontas nas redes sociais acabou abrindo um debate profundo sobre prioridades públicas, cultura popular e gestão de recursos municipais. A possibilidade de realização da tradicional Festa do Peão/Rodeio após o Carnaval colocou moradores de Três Pontas em lados opostos.

    A análise das 125 primeiras opiniões coletadas mostra um cenário claro: a cidade está dividida — mas com leve predominância de críticas ao investimento público em eventos festivos.

    Resultado geral da enquete

    Classificando as respostas em quatro grupos (favorável, contrário, favorável com ressalvas e neutro), o panorama ficou assim:

    Posição Número de opiniões Percentual
    Contra o rodeio / contra gasto público 56 44,8%
    A favor do rodeio 41 32,8%
    A favor, mas com condições 16 12,8%
    Neutros ou sem posição clara 12 9,6%

    Representação gráfica (opinião da população)

    Contra investimento no rodeio ████████████████████████████ 44,8%

    A favor do rodeio ██████████████████ 32,8%

    A favor com condições ████████ 12,8%

    Neutros / indefinidos █████ 9,6%

    O dado mais relevante é que mais da metade das manifestações (57,6%) demonstram algum tipo de resistência ao uso de dinheiro público na festa, mesmo quando não rejeitam totalmente o evento.

    A principal crítica: prioridades da cidade

    O argumento mais recorrente nas manifestações contrárias foi a percepção de que Três Pontas enfrenta problemas estruturais mais urgentes.

    Entre os temas mais citados:

    1️⃣ Saúde pública

    Moradores apontam falta de exames, medicamentos e estrutura hospitalar.

    Exemplo citado na enquete:

    “O laboratório municipal não está realizando exames simples por falta de reagentes.”

    Outro comentário sugeriu até um investimento específico:

    “Esse dinheiro poderia ser investido numa máquina de ressonância.”

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    2️⃣ Infraestrutura urbana

    Buracos nas ruas, iluminação pública e limpeza urbana também foram citados repetidamente.

    Principais prioridades citadas pelos moradores

    Saúde pública ███████████████████████
    Infraestrutura urbana ███████████████
    Moradia popular █████████
    Educação ███████

    3️⃣ Habitação

    A crise de aluguel na cidade também apareceu nas discussões.

    “A população precisa de moradia. Só 97 casas populares é muito pouco.”

    O argumento dos favoráveis: economia e lazer

    Mesmo com a maioria crítica, um grupo significativo defende a realização da festa.

    Os argumentos predominantes são três.

    1️⃣ Movimento econômico

    Muitos moradores afirmam que eventos atraem visitantes e geram renda.

    “O rodeio movimenta o comércio, hotéis e gera empregos temporários.”

    Esse raciocínio aparece principalmente entre comerciantes e pessoas ligadas ao setor de serviços.

    2️⃣ Falta de entretenimento na cidade

    Outro argumento recorrente:

    “Três Pontas não tem nada. Se não tiver festa, o povo vai gastar em outra cidade.”

    Esse sentimento aponta para uma percepção de escassez de opções culturais e de lazer no município.

    3️⃣ Tradição cultural

    Alguns moradores veem o rodeio como uma manifestação tradicional ligada à identidade rural da região.

    “Rodeio também é cultura.”

    Esse discurso aparece frequentemente associado ao orgulho do agronegócio e das festas de peão.

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    O grupo intermediário: “pode ter, mas sem dinheiro público”

    Uma parcela importante da população não rejeita o evento, mas impõe condições.

    Esse grupo representa 12,8% das opiniões e pode ser considerado o campo decisivo da discussão.

    As propostas mais citadas foram:

    ✔ Cobrança de ingressos

    Quem quiser participar paga.

    ✔ Parceria com iniciativa privada

    Patrocínios e empresas financiando parte da estrutura.

    ✔ Redução do tamanho do evento

    Menos dias ou atrações mais realistas para o porte da cidade.

    ✔ Transparência nas contas

    Divulgação pública de arrecadação e gastos.

    “Mostra o que arrecadou e com o que gastou que eu dou minha opinião.”

    O fator Carnaval na discussão

    Um elemento curioso é que muitos comentários conectam o rodeio diretamente ao Carnaval realizado na cidade.

    Para parte da população, o raciocínio é simples:

    Se teve Carnaval → deve ter rodeio

    Essa lógica aparece repetidamente nos comentários.

    Por outro lado, críticos dizem que o erro foi justamente ter realizado o Carnaval com recursos públicos.

    Outro tema sensível: maus-tratos a animais

    Um grupo menor, mas bastante vocal, se opôs ao rodeio por razões éticas.

    “O rodeio expõe o animal ao estresse e à dor.”

    Alguns sugeriram alternativas, como eventos equestres ou festivais musicais sem montarias.

    O pano de fundo político

    Além do debate cultural e econômico, há um claro componente político nas manifestações.

    Alguns comentários criticam diretamente a administração municipal e cobram maior fiscalização dos vereadores.

    Outros mencionam:

    • gastos da prefeitura

    • contenção de despesas

    • promessas de campanha

    Isso indica que a discussão sobre o rodeio virou também um termômetro de avaliação do governo local.

    O que a enquete revela sobre Três Pontas

    Mais do que uma simples disputa entre “ter festa ou não ter”, a enquete revela três grandes tensões da cidade:

    1️⃣ Cultura x prioridades sociais

    A população reconhece o valor cultural e econômico dos eventos, mas teme que eles concorram com serviços essenciais.

    2️⃣ Lazer x responsabilidade fiscal

    Existe demanda por entretenimento, mas também cobrança por gestão responsável.

    3️⃣ Tradição x novos valores sociais

    Enquanto alguns defendem o rodeio como patrimônio cultural, outros questionam a prática por questões éticas.

    Conclusão

    A enquete mostra que Três Pontas vive um dilema comum a muitas cidades médias brasileiras:

    Como equilibrar investimentos em cultura, lazer e eventos com demandas urgentes por infraestrutura e serviços públicos?

    Os números deixam claro que:

    Não existe consenso!

    Mas existe algo ainda mais evidente:

    A população quer participar da discussão e cobrar transparência nas decisões.

    E talvez esse seja o resultado mais importante da enquete.

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  • Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Uma moradora do bairro Nova Três Pontas foi à Câmara Municipal, acompanhada por outros moradores, e fez um duro pronunciamento cobrando providências do poder público. Em uma carta aberta aos vereadores, ela denunciou a falta de fiscalização de terrenos abandonados, ausência de visitas de agentes da dengue e possível omissão administrativa na prevenção da doença.

    A cidadã Mariana Tiso pediu transparência, apresentação de documentos e até investigação do Ministério Público caso sejam comprovadas falhas graves na execução das políticas públicas.

    Um pronunciamento firme e fundamentado chamou a atenção durante a sessão da Câmara Municipal de Três Pontas nesta semana. A moradora e comunicadora Mariana Tiso utilizou o Plenário para apresentar uma carta de protesto na qual denuncia o que considera falta de ações preventivas do poder público no combate à dengue no bairro Nova Três Pontas.

    Em uma fala marcada por argumentos legais e pedidos formais de esclarecimento, Mariana afirmou que não se tratava apenas de um desabafo, mas de uma manifestação baseada em legislações municipais, estaduais e federais que tratam da responsabilidade do poder público na área da saúde.

    Segundo ela, moradores vêm solicitando providências desde agosto do ano passado, quando ainda não havia cenário de epidemia.

    “Prevenção não começa na epidemia. Prevenção começa antes”, afirmou.

    De acordo com a moradora, foram registrados dezenas de protocolos junto à Prefeitura solicitando medidas básicas de fiscalização e controle, entre elas:

    _ notificação de terrenos abandonados
    _ fiscalização de lotes com restos de obras
    _ aplicação de multas previstas no Código de Posturas
    _ visitas regulares de agentes de combate à dengue
    _ manutenção da área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro
    _ atuação preventiva contínua do poder público

    Ela afirma, porém, que nenhuma dessas medidas teria sido realizada no momento adequado.

     

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    Resposta rápida após anúncio da manifestação

    Durante o pronunciamento, Mariana relatou um episódio que, segundo ela, reforça a necessidade de esclarecimentos.

    No próprio dia 2 de março, após comunicar que iria à Câmara fazer o protesto, ela recebeu em menos de duas horas uma resposta do secretário municipal de Obras e Transportes informando que equipes haviam ido ao bairro fotografar terrenos abandonados para iniciar notificações aos proprietários.

    Ela destacou que, segundo o procedimento legal, após a notificação o proprietário tem prazo de sete dias para regularizar o terreno, antes que o município possa aplicar multas ou realizar limpeza compulsória.

    A moradora questionou por que esse processo não foi iniciado anteriormente, já que as solicitações teriam sido feitas meses atrás.

    “Se a notificação não é feita, a atuação do poder público fica travada. E isso não é apenas um detalhe administrativo. Isso é política pública de saúde”, afirmou.

    Falta de agentes e campanhas de conscientização

    Outro ponto levantado foi a ausência de visitas regulares de agentes de combate à dengue nas residências do bairro.

    Segundo Mariana, a vigilância epidemiológica precisa ser contínua e preventiva, e não apenas reativa durante períodos de crise. Ela também criticou a falta de campanhas permanentes de conscientização. Para a moradora, o combate ao mosquito não pode depender exclusivamente da iniciativa da população.

    “Contar apenas com a educação espontânea da população é assumir que fiscalização não é necessária. E fiscalização é dever do poder público”, disse.

    Pedido formal de documentos e fiscalização

    Durante o pronunciamento, Mariana solicitou que a Câmara Municipal encaminhe ofícios formais a diversos órgãos municipais e também à concessionária de energia CEMIG. Entre as informações solicitadas estão:

    _ todas as notificações emitidas a proprietários de terrenos no bairro Nova Três Pontas entre 2022 e 2026
    _ datas dessas notificações
    _ multas aplicadas e respectivos valores
    _ registros de visitas de agentes de combate à dengue
    _ cronograma oficial de visitas preventivas
    _ relatórios de inspeção
    _ o Plano Municipal de Combate à Dengue e sua data de implementação providências adotadas na área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro

    Segundo ela, a análise desses dados permitirá avaliar se houve atuação preventiva antes do agravamento da situação.

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    Possibilidade de investigação

    Caso os documentos indiquem falhas graves na execução das políticas públicas, a moradora defendeu que o caso possa ser encaminhado ao Ministério Público para investigação de eventual omissão administrativa.

    “Não estou aqui por política. Estou aqui por responsabilidade”, afirmou.

    Apelo final aos vereadores

    Encerrando sua fala, Mariana pediu apoio dos vereadores para garantir transparência e fiscalização. Ela destacou que o bairro Nova Três Pontas não pode ser lembrado apenas em momentos de crise.

    “A prevenção não começa quando já se enterra gente”, declarou.

    A moradora finalizou solicitando transparência, dados, fiscalização e cumprimento das leis já existentes, afirmando que a cidade precisa de políticas públicas efetivas para evitar que problemas sanitários se agravem.

    Outra moradora que a acompanhou no protesto, se emocionou, chorou ao revelar que tem uma irmã em estado crítico no hospital por conta da dengue e fez um desabafo:

    “Graças a Deus, apesar da gravidade e da complexidade do caso, nós ainda temos minha irmã aqui. Mas não sabemos o que vai acontecer. Mais alguém terá que morrer para que as providências sejam tomadas?”, exclamou.

    O Presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, demonstrou, em nome de todos os vereadores, acolhimento aos pedidos e disse que cobrará respostas por parte do Executivo Municipal.

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  • POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta segunda-feira (2), o projeto de lei que regulamenta a comercialização de medicamentos dentro de supermercados. O texto, que já havia passado pelo Senado, agora aguarda sanção do presidente da República para entrar em vigor.

    A proposta estabelece que supermercados poderão vender medicamentos e instalar farmácias em suas dependências, desde que o espaço seja físico e estruturalmente separado da área comum de vendas, exclusivo para a atividade farmacêutica e com a presença obrigatória de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento.

    O relator da matéria, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), argumentou que a iniciativa amplia o acesso da população, sobretudo em municípios de pequeno porte e localidades mais afastadas, onde muitas vezes não há farmácias disponíveis.

    Apesar de poder funcionar sob o mesmo CNPJ do supermercado ou por meio de parceria com uma farmácia devidamente licenciada, o novo modelo deverá cumprir integralmente as exigências técnicas, sanitárias e regulatórias já aplicadas às drogarias tradicionais.

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    O que muda na prática

    O projeto define regras específicas para a comercialização:

    A venda de medicamentos só poderá ocorrer em área exclusiva e devidamente isolada, com farmacêutico presente durante todo o expediente.

    Medicamentos sujeitos à retenção de receita só poderão ser entregues após o pagamento. Alternativamente, poderão ser encaminhados ao caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificada.

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    Está proibida a exposição ou oferta de remédios em prateleiras abertas, gôndolas ou espaços sem separação funcional da farmácia instalada no supermercado.

    Farmácias e drogarias autorizadas poderão operar vendas por meios digitais e plataformas de comércio eletrônico, desde que respeitem integralmente a legislação vigente.

    Com a eventual sanção presidencial, a medida passará a integrar o marco regulatório do setor, criando um novo modelo de comercialização que busca ampliar o acesso, mas mantendo as exigências de controle sanitário e responsabilidade técnica.

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