A Secretaria Municipal de Educação de Três Pontas informa que já está disponível no Portal do Aluno a renovação de matrícula para o ano letivo de 2027. O procedimento poderá ser realizado até o dia 30 de setembro e, para garantir a renovação da vaga, os pais e responsáveis deverão apresentar o comprovante de vacinação atualizado da criança.
Para facilitar o atendimento às famílias, a Prefeitura de Três Pontas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, terá horário ampliado nas salas de vacinação entre os dias 10 e 30 de setembro, com atendimento até as 18h.
A atualização da situação vacinal deve ser feita em uma das unidades de vacinação: Santa Edwirges, Catumbi, Policlínica, Vila Marilena e PSF Dr. Oscar. O cartão de vacinação atualizado é obrigatório para o cadastramento e a renovação da matrícula na Rede Municipal de Ensino.
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Após verificar e atualizar a situação vacinal na Unidade Básica de Saúde (UBS), os pais ou responsáveis deverão acessar o Portal do Aluno. A escola entregará uma carta com as informações de usuário e senha necessárias para o acesso, que poderá ser feito pelo link ou aplicativo.
No Portal, é necessário clicar na opção “RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA”, conferir e atualizar os dados solicitados, anexar o comprovante de vacinação atualizado e finalizar o processo para garantir a vaga do aluno para o ano letivo de 2027.
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Além da renovação de matrícula, o Portal do Aluno permite acompanhar informações como frequência, boletim escolar e comunicados da escola.
A Secretaria Municipal de Educação orienta os pais e responsáveis a não deixarem o procedimento para a última hora. A recomendação é verificar antecipadamente a situação vacinal da criança e concluir a renovação da matrícula dentro do prazo.
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Da próstata aos rins, da fertilidade à disfunção erétil: a urologia vai muito além do exame que ainda provoca vergonha em muitos homens. Em entrevista ao Conexão Três Pontas, especialista explica quando procurar ajuda, quais sinais não devem ser ignorados e por que prevenção pode fazer diferença entre um diagnóstico precoce e uma doença descoberta tarde demais.
Por trás de muitas doenças que atingem os homens existe um problema que não aparece em exames de sangue: o hábito de adiar o cuidado com a própria saúde.
Vergonha, preconceito, medo de descobrir uma doença ou simplesmente a velha ideia de que “homem só vai ao médico quando está doente” ainda afastam muitos brasileiros dos consultórios.
E esse comportamento pode ter consequências importantes.
No Brasil, o câncer de próstata continua sendo o tumor mais incidente entre os homens, desconsiderando o câncer de pele não melanoma. Para o triênio 2026–2028, o INCA estima 77.920 novos casos por ano.
Mas a próstata está longe de ser o único assunto quando se fala em urologia.
Cálculos renais, infecções urinárias, tumores de rim, bexiga e testículo, incontinência urinária, alterações da função sexual, infertilidade masculina, fimose e diversas outras condições também fazem parte da área de atuação do urologista.
Para esclarecer dúvidas e levar informação de utilidade pública à população, o Conexão Três Pontas conversou com o Dr. Thales Figueiredo, médico urologista, que aborda os principais problemas que afetam a saúde masculina e explica por que procurar atendimento não deve ser motivo de vergonha.
Dr. Thaes Figueiredo – Urologista
CONEXÃO TRÊS PONTAS — Dr. Thales, afinal, o que faz um urologista?
Dr. Thales Figueiredo: O urologista é o médico responsável pela saúde do trato urinário de homens e mulheres e do sistema reprodutor masculino.
Além das doenças da próstata, tratamos cálculos renais, infecções urinárias, câncer de rim, bexiga, próstata e testículo, incontinência urinária, disfunção erétil, infertilidade masculina, fimose e diversas outras condições.
É uma especialidade muito mais ampla do que a maioria das pessoas imagina.
O homem ainda procura o médico tarde demais?
Dr. Thales: Muitos homens foram educados a acreditar que procurar um médico é sinal de fraqueza ou que só devem buscar ajuda quando a doença já está causando dor intensa.
Esse comportamento faz com que problemas que poderiam ser tratados de forma simples sejam descobertos em fases mais avançadas.
Na maioria das doenças, quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura e menores os impactos na qualidade de vida.
CÂNCER DE PRÓSTATA: QUEM PRECISA FICAR MAIS ATENTO?
O câncer de próstata merece atenção especial. Segundo a estimativa mais recente do INCA, 77.920 novos casos por ano são esperados no Brasil no período de 2026 a 2028. Entre os homens, o tumor representa 30,5% dos casos novos de câncer, excluindo os tumores de pele não melanoma.
Dr. Thales: Os principais fatores de risco são a idade, o histórico familiar e a ascendência negra. Homens sem fatores de risco devem conversar com o urologista sobre o rastreamento a partir dos 50 anos. Já aqueles com maior risco, como quem tem pai ou irmão com câncer de próstata, ou homens negros, devem iniciar essa avaliação por volta dos 45 anos.
A decisão deve ser individualizada, após orientação médica.
Um detalhe importante: A orientação sobre rastreamento não deve ser interpretada como uma regra automática para todos os homens. O Ministério da Saúde atualmente não recomenda o rastreamento populacional de homens sem sinais ou sintomas e orienta que a decisão seja individualizada, considerando benefícios e possíveis riscos.
E O FAMOSO EXAME DE TOQUE? ELE AINDA É NECESSÁRIO?
Dr. Thales: O exame de toque continua tendo um papel importante, pois permite avaliar alterações que o PSA sozinho pode não identificar.
Atualmente, a decisão sobre sua realização é individualizada e leva em consideração a idade, os fatores de risco e os resultados dos exames.
O PSA é uma ferramenta muito útil, mas não substitui completamente a avaliação clínica quando ela é indicada.
O próprio Ministério da Saúde destaca que PSA e toque retal são ferramentas de investigação, e que a confirmação do câncer, quando indicada, é feita por biópsia.
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DISFUNÇÃO ERÉTIL PODE SER UM ALERTA PARA O CORAÇÃO
Um dos temas que ainda cercam a saúde masculina de silêncio é a dificuldade de ereção.
E, segundo o Dr. Thales, o problema não deve ser encarado apenas como uma questão sexual.
Dr. Thales: A disfunção erétil muitas vezes é um alerta para a saúde geral. Ela pode ser um dos primeiros sinais de doenças como diabetes, hipertensão, colesterol elevado e problemas cardiovasculares.
Em alguns casos, surge anos antes de um infarto ou AVC. Por isso, investigar a causa é tão importante quanto tratar o sintoma.
Ou seja: um problema na vida sexual pode ser o primeiro sinal de que existe algo acontecendo em outras áreas do organismo.
SANGUE NA URINA? NÃO IGNORE.
Alguns sintomas são frequentemente normalizados, principalmente quando aparecem gradualmente.
Dr. Thales: Sangue na urina, dor intensa nas costas ou ao urinar, dificuldade para urinar, interrupção do fluxo urinário, infecções urinárias de repetição, aumento importante da frequência urinária, perda involuntária de urina e qualquer nódulo nos testículos merecem avaliação médica.
Quanto mais cedo esses sintomas forem investigados, maiores são as chances de um tratamento eficaz.
O Ministério da Saúde também relaciona ao câncer de próstata sintomas como dificuldade para urinar, redução do jato, demora para iniciar ou terminar a micção, aumento da frequência urinária e sangue na urina — embora esses sinais também possam ocorrer em doenças benignas da próstata.
RIM, BEXIGA E TESTÍCULO TAMBÉM EXIGEM ATENÇÃO
Nem todos os tumores urológicos apresentam sintomas claros nas fases iniciais.
Segundo o especialista, alterações como sangue na urina, dor lombar persistente, mudanças urinárias, aumento ou nódulo no testículo precisam ser avaliadas.
Dr. Thales: Muitas vezes esses tumores não causam sintomas nas fases iniciais. Quando aparecem, os sinais podem incluir sangue na urina, dor lombar persistente e aumento do volume abdominal no câncer de rim; sangue na urina e alterações urinárias no câncer de bexiga; e nódulo ou aumento do testículo no câncer testicular.
Procurar atendimento ao perceber qualquer alteração é a melhor forma de aumentar as chances de cura.
PEDRA NOS RINS: A HIDRATAÇÃO FAZ DIFERENÇA
Quem já teve cálculo renal dificilmente esquece a dor.
E hábitos cotidianos podem influenciar o risco.
Dr. Thales: A baixa ingestão de água, o consumo excessivo de sal, alimentos ultraprocessados, obesidade e sedentarismo estão diretamente relacionados ao aumento dos casos de cálculos renais.
Além disso, o clima quente favorece a desidratação, aumentando o risco de formação das pedras.
A prevenção começa com boa hidratação e hábitos de vida saudáveis.
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ANABOLIZANTES E MEDICAMENTOS PARA DESEMPENHO SEXUAL: CUIDADO
A busca por desempenho, aparência física ou melhora da função sexual também pode levar homens a utilizar substâncias sem acompanhamento profissional.
Dr. Thales: O uso de anabolizantes sem indicação médica pode reduzir a produção natural de testosterona, causar infertilidade, diminuir o tamanho dos testículos e aumentar o risco de problemas cardiovasculares e hepáticos.
Medicamentos para ereção também não devem ser usados sem orientação, pois podem mascarar doenças importantes e causar efeitos adversos.
Todo tratamento deve ser acompanhado por um médico.
SAÚDE MASCULINA NÃO TERMINA NA PRÓSTATA
A entrevista deixa uma mensagem central: urologia não é sinônimo de próstata.
O especialista atua em uma área ampla, que envolve desde o sistema urinário até questões relacionadas à sexualidade, fertilidade e saúde reprodutiva masculina.
E existe outro ponto fundamental: prevenção não significa necessariamente fazer exames indiscriminadamente.
Significa conhecer os próprios fatores de risco, observar mudanças no organismo, procurar orientação profissional e tomar decisões médicas individualizadas.
O próprio Ministério da Saúde ressalta que exames de rotina para câncer de próstata em homens sem sintomas envolvem benefícios e riscos, razão pela qual a decisão deve ser discutida com um profissional de saúde.
A MENSAGEM DO ESPECIALISTA AOS HOMENS
Conexão Três Pontas: Se você pudesse dar apenas um conselho aos homens que estão adiando uma consulta por vergonha, medo ou preconceito, qual seria?
Dr. Thales Figueiredo: Meu conselho é simples: não espere a doença dar sinais para cuidar da sua saúde.
A consulta com o urologista é um momento de prevenção, orientação e diagnóstico precoce, sempre com respeito e profissionalismo.
Em muitos casos, identificar uma doença no início significa tratamentos menos agressivos, maiores chances de cura e muitos anos a mais de vida com qualidade.
Cuidar da saúde é um ato de responsabilidade consigo mesmo e com quem você ama.
UM PROFISSIONAL A SERVIÇO DA SAÚDE E DA INFORMAÇÃO
Ao levar essas informações ao público, o Dr. Thales Figueiredo também demonstra uma característica fundamental da medicina contemporânea: o compromisso não apenas com o tratamento, mas com educação, prevenção e orientação da população.
Em uma área historicamente cercada por tabus, falar de saúde masculina com clareza, respeito e informação qualificada ajuda a quebrar preconceitos e pode estimular homens a procurar atendimento antes que um problema se transforme em uma doença mais grave.
Mais do que tratar doenças, o trabalho do urologista pode significar preservar qualidade de vida, sexualidade, fertilidade, autonomia e, em determinadas situações, aumentar as possibilidades de diagnóstico precoce e tratamento eficaz.
É esse compromisso com uma medicina responsável, humana e baseada em informação que o Conexão Três Pontas destaca nesta entrevista.
Conexão Três Pontas — Jornalismo que Faz Diferença.
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SERÁ QUE FOMOS ENGANADOS ESSE TEMPO TODO? SERÁ QUE, PELO PODER, BRINCARAM COM A VIDA DE 7 MILHÕES DE PESSOAS?
Mais de seis anos após o início da pandemia de Covid-19, que mudou a história da humanidade e deixou milhões de mortos, os Estados Unidos voltaram a colocar a condução da crise sanitária sob intenso escrutínio político e jurídico. No centro das investigações está o imunologista Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) e principal rosto da resposta americana à pandemia.
Nos últimos dias, Fauci compareceu ao Senado dos Estados Unidos para prestar depoimento diante da Comissão de Segurança Interna, presidida pelo senador republicano Rand Paul. Durante a audiência, ele invocou repetidamente a Quinta Emenda da Constituição americana, recusando-se a responder a mais de uma centena de perguntas sob a alegação de que qualquer declaração poderia ser usada contra ele em futuras ações judiciais.
A decisão provocou forte repercussão política. Parlamentares republicanos afirmam que a recusa reforça a necessidade de aprofundar as investigações sobre a condução da pandemia, enquanto democratas classificam a audiência como uma ofensiva de caráter político contra um dos principais cientistas da saúde pública americana.
Outro ponto que alimentou a controvérsia foi a divulgação de documentos e anotações pessoais de Fauci, obtidos durante as investigações e usados pelos senadores para confrontar declarações públicas feitas por ele durante a pandemia. Os republicanos sustentam que esses registros revelariam divergências entre discussões internas e posicionamentos apresentados à população. Fauci, por sua vez, nega qualquer irregularidade e afirma que os documentos não comprovam prática criminosa. Até o momento, não houve decisão judicial que conclua pela responsabilidade criminal do ex-assessor.
As investigações também voltaram a discutir a origem do SARS-CoV-2. O governo americano atual e um relatório da comissão da Câmara dos Representantes passaram a considerar um acidente laboratorial como a hipótese mais provável, embora reconheçam que ainda não existe prova conclusiva. Outros setores científicos continuam defendendo que a origem natural permanece plausível diante das evidências disponíveis.
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Enquanto o debate político continua, os números da pandemia permanecem como um dos capítulos mais dramáticos da história recente.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a Covid-19 provocou mais de 7 milhões de mortes oficialmente registradas no mundo, embora estudos indiquem que o excesso de mortalidade possa superar 20 milhões de vidas perdidas globalmente. No Brasil, o Ministério da Saúde registrou mais de 715 mil mortes, colocando o país entre os mais atingidos pela doença.
Mesmo anos depois do auge da crise sanitária, perguntas fundamentais continuam sem respostas definitivas. A origem do vírus, as decisões adotadas durante a emergência, a transparência das autoridades e as responsabilidades individuais seguem alimentando investigações, debates científicos e disputas políticas que ainda estão longe de um consenso.
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Opinião
Exigiram lockdown e nos mandaram ficar em casa! Ameaçaram a economia e milhões de empregos. Estabelecimentos fecharam, empresas faliram, empreendedores cometeram suicídio! Criaram a fórceps vacinas sem o tempo necessário para a devida investigação, a eficácia e os efeitos colaterais. Casos de miocardite e trombose dispararam. Será apenas coincidência? Tudo sobre a necessidade de atender uma questão emergencial. Proibiram as pessoas de circular em determinados locais caso não estivessem vacinadas. Contestaram e ridicularizaram aqueles que defendiam a eficácia da hidroxicloroquina e da ivermectina. Nos obrigaram a usar mascaras. Artistas e a imprensa tiveram papel central no convencimento. Chamaram quem pensava o oposto de genocida, de terraplanista, de fascista e de negacionista.
Outra situação preocupante é o fato do então presidente americano Joe Biden ter preventivamente (antes do ocorrido) dado perdão presidencial ao Sr. Anthony Falci. Ou seja, perdoou antes do crime, perdoou sabendo que lá na frente ele precisaria desse perdão para não ser condenado. Será que foi uma troca de favores? Não é, no mínimo, estranho alguém ser perdoado antes de praticar um crime? Isso não mostra, inclusive, que o ex-presidente tinha conhecimento de que um crime seria posteriormente cometido?
Mas agora, no senado americano, o que vem à tona é estarecedor e pode mudar completamente tudo o que sabíamos sobre a maior pandemia da história da humanidade. Quem será o genocida de verdade? Quem serão os negacionistas? Será que brincaram com a nossa cara e a vida de 7 milhões de pessoas? Tudo, simplesmente, por dinheiro e poder?
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Publicações de grande gravidade repercutiram nas redes sociais aqui em Três Pontas nesses últimos dias. O teor cita o falecimento de um bebê, num parto de gêmeos, onde algumas pessoas questionam a atuação do médico responsável e a estrutura da Maternidade de Três Pontas.
Numa das publicações nas redes sociais que obteve vários compartilhamentos, a autora do comentário disse o seguinte:
“POR ERRO MÉDICO, INOCENTES PAGAM…
Venho através dessa mostrar a minha indignação e tristeza com a Maternidade de Três Pontas! Até quando vamos ter que passar por isso? Nem todas as mães têm condições de ter um parto normal e por outro lado nem todas têm condições de pagar uma cesárea e é aí que acontece um absurdo desse, os médicos induzem o parto normal e muitas vezes o bebê perde a vida.
E hoje foi um dia triste onde uma mãezinha saiu de casa grávida de gêmeos e tentaram fazer um parto normal nela. Aí vocês já imaginam o que aconteceu né?
Um dos bebês perdeu a vida e o outro bebê foi transferido para o hospital de Alfenas, de helicóptero.
É muito triste saber de tudo isso! Vamos nos unir para que nenhuma mãezinha passe por isso! Vamos melhorar Três Pontas!
Todas as mães deveriam ter direito de escolha do parto. Indignada! Mais uma vez um bebê paga com a própria vida!”
Diante da repercussão do caso e da gravidade das denúncias, a nossa reportagem procurou ouvir todos os envolvidos.
Conseguimos contato com o tio dos bebês. O irmão da mãe Lívia, Luan Rodrigues, falou com nossa reportagem:
“Minha irmã estava grávida de gêmeos e com 27 semanas ela foi fazer um ultrassom e descobriu que o cólo do útero dela estava fino. Mas bem antes disso ela fez vários outros ultrassons e estava perfeito. Meus sobrinhos estavam saudáveis, tudo certo.
Aí com 27 semanas ela foi fazer ultrassom e descobriu que tava o cólo do útero estava fino para segurar os bebês. Ela fez tudo que os médicos pediram, repouso, tomou os medicamentos, cumpriu as ordens do médico, tudo…
Domingo agora, dia 26, ela começou a sentir dor de contrações e foi para o hospital. Chegando lá ela foi avaliada pelo Doutor Eduardo Marcondes. Ela estava com três dedos de dilatação e ele disse que era normal e que ela podia voltar para casa. Aí minha mãe, com medo, falou para ele transferir ela para outra cidade, porque aqui não tem recurso nenhum na Maternidade. Ele falou que podia ir para casa. Minha mãe falou pro Doutor no dia da cerclagem que ela não podia ganhar aqui. Mas o Doutor Eduardo falou que ela podia sim, porque ele que era o médico e não foi só ele que falou isso. Outros três médicos falaram isso, que ela podia voltar para casa. Ele ainda fez várias piadas para minha mãe, com muita falta de educação…
E na terça agora, dia 28, minha irmã veio sentir mais dor e voltou para o hospital. Chegando lá ela já estava com nove dedos de dilatação e entrou em trabalho de parto. Tentaram fazer um parto normal, na primeira contração, junto com meu sobrinho que tava com o coração fraco e depois mudou para uma cesária às pressas. Aí foi feito e começaram os problemas. E se você ver como nasceu o meu sobrinho, tão perfeito, formado… Minha irmã carregou eles por 33 semanas com muito amor.
E a Maternidade está tentando tampar o buraco. No registro de identificação do meu sobrinho estão colocando que ele estava com 39 semanas, mas não foi isso! É que com 39 semanas o parto poderia ser feito aqui. Mas foi com 33 semanas apenas.
Trataram minha mãe com muita falta de educação. Deixaram elas sem jantar e aí ela foi atrás dos enfermeiros porque estavam com fome.
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Foi uma fatalidade muito grande para a nossa família. Doutor Eduardo Marcondes é médico de alto risco né? Ele sabia que ela não podia ganhar aqui, que aqui na maternidade não tem suporte nenhum. Tinha que transferir e eu acredito que se tivessem transferido ela no domingo, meu sobrinho estaria vivo e a gente não ia precisar passar por isso.
Estamos muito abalados, minha irmã tem 17 anos apenas e ele sabia que era alto risco. Três dedos dilatados, eles tinham que transferir ela já no domingo. Ele me falou que tem diploma né, mas não serviu pra nada…”, declarou.
O QUE DIZ A SANTA CASA
Levamos as denúncias até a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Em contato com a direção, o que nos foi passado foi o seguinte:
“É importante esclarecer que todos os procedimentos aconteceram dentro dos protocolos, sendo cumpridos rigorosamente.
A mãe esteve na Maternidade, examinada, avaliada e ainda não era o momento para a realização do parto, foi dada alta pelo médico, com a recomendação que havendo alguma mudança, dores ou qualquer sintoma retornasse para nova avaliação. No retorno na terça-feira e após avaliação foi constatada a necessidade de cesariana devido a avançada dilatação. O SAMU não mais poderia fazer o resgate devido o risco a mãe e aos bebês. Foi feito cesariana com nascimento dos bebês. Foi acionado SAMU e após grande demora devido problemas técnicos no transporte um bebê teve parada cardiorrespiratória, dentro ambulância, em seguida por 2 horas tentada a reanimação. O outro bebê foi transferido para Alfenas, já que a Santa Casa de Três Pontas não possui este serviço de UTI neonatal.
Tudo que poderia ser feito foi realizado dentro das normas técnicas, protocolos de segurança, primando pela saúde e segurança da mãe e dos bebês. As acusações de que orientamos ou exigimos pela realização de partos normais ou de cesáreas, não condizem com a verdade e, juntamente com outras afirmações errôneas, serão frutos de medidas judiciais.
Os partos são feitos de acordo com a necessidade, independente do custo ser mais alto para a Santa Casa ou não, pois sempre prezamos pela segurança do paciente.
Através das redes sociais, e sem nenhum controle sobre elas, por vezes reputações de profissionais ou instituições são maldosamente atingidas.
Nos sensibilizamos profundamente com a perda do bebê e afirmamos que mediante avaliação certificamos que não houve erro ou imprudência em todo processo”, disse o HSFA.
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PROCURAMOS PELO MÉDICO CITADO
Nossa reportagem também conversou com o ginecologista e obstetra Dr. Eduardo Marcondes Lemos. Ele destacou que todas as medidas necessárias foram tomadas e que estão distorcendo os fatos, culpando-o pelo ocorrido e por situações que não condizem com a verdade, já que ele afirma não ter sido ele quem fez o parto e que sequer estava na Santa Casa naquele dia. Ele também afirmou que não deu alta para a paciente antes do parto.
“A informação mais importante é que há um grande equívoco no que foi falado, já que não fui eu que fiz o parto. Eu não estava na Maternidade naquele dia. E nem fui eu quem deu alta para ela antes do parto, na segunda-feira. Eu acompanhei o pré-natal. Mas o parto foi outra profissional. No momento oportuno, seguindo as orientações dos meus advogados, que estão tomando todas as providências cabíveis, nós iremos nos pronunciar. Estamos tranquilos e convictos de que o resultado não se trata de erro médico”, revelou.
Nossa reportagem ainda segue apurando e acompanhando os desdobramentos desse caso e trará, de forma profissional e responsável, novos detalhes e informações.
Nos colocamos à disposição de todos os envolvidos para novos esclarecimentos.
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MORADORES EM SITUAÇÃO DE RUA ESTÃO COM A DOENÇA? QUAIS OS RISCOS? A REALIDADE? CONEXÃO TRAZ AS RESPOSTAS!
Rumores espalharam medo. Nossa reportagem foi atrás da verdade, ouviu especialistas e traz um retrato completo sobre uma das doenças infecciosas mais antigas e ainda mais preocupantes do mundo.
Nos últimos dias, o Conexão Três Pontas recebeu dezenas de mensagens de leitores preocupados com uma informação que circula pelas redes sociais e grupos de WhatsApp: a de que Três Pontas estaria vivendo uma suposta “epidemia” de tuberculose. Diante da repercussão, nossa equipe decidiu fazer o que sempre faz: apurar os fatos com responsabilidade, ouvir as autoridades de saúde e separar a verdade das fake news.
A conclusão é clara: Três Pontas registra um número significativo de casos da doença, mas não existe qualquer confirmação de epidemia ou de uma situação fora de controle, segundo os órgãos oficiais de saúde.
O primeiro com quem conversamos foi o provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro. Segundo ele, o município realmente possui pacientes em tratamento, assim como ocorre com outras doenças infecciosas.
“Temos registros de tuberculose, de HIV e de sífilis, mas não há nenhuma situação que justifique pânico. O cenário está sendo acompanhado pelas equipes de saúde”, afirmou.
A reportagem também conversou com Lara Miranda Silva, enfermeira e coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, que recentemente participou de um congresso nacional sobre doenças respiratórias.
Ela confirmou que Três Pontas possui casos da doença, mas explicou que os números acompanham a realidade observada em diversos municípios brasileiros.
“O frio favorece o aumento das doenças respiratórias e a tuberculose exige atenção. Os grupos mais vulneráveis, especialmente pessoas em situação de rua, acabam sendo os mais atingidos. Infelizmente tivemos recentemente um óbito justamente porque o paciente abandonou o tratamento”, explicou.
Segundo Lara, o grande desafio da tuberculose não é apenas diagnosticar, mas garantir que o paciente complete corretamente o tratamento.
“O medicamento precisa ser tomado todos os dias durante, no mínimo, seis meses. Não pode interromper. Quando isso acontece, aumenta muito o risco de agravamento e até de desenvolvimento de formas resistentes da doença. Por isso realizamos o Tratamento Diretamente Observado (TDO), acompanhando diariamente muitos pacientes para garantir que a medicação seja tomada corretamente.”
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Ela também desmistifica uma ideia bastante comum.
“A tuberculose não escolhe classe social. Temos pacientes de diferentes níveis econômicos. Qualquer pessoa pode adoecer. O risco aumenta entre pessoas com baixa imunidade, desnutrição, HIV, diabetes, tabagismo, alcoolismo e moradores em situação de rua.”
A secretária municipal de Saúde, Geovânia Rabello Pereira, também fez questão de tranquilizar a população.
“Não existe motivo para pânico. A tuberculose não se transmite porque alguém passou por uma praça ou cruzou com outra pessoa na rua. A transmissão ocorre principalmente em ambientes fechados, com contato prolongado com pessoas que estejam eliminando o bacilo ao tossir, espirrar ou falar.”
Ela esclarece que compartilhar pratos, talheres ou copos não é a principal forma de transmissão, mas mereça uma atenção, além de que ambientes com aglomeração, pouca ventilação e condições precárias favoreçam a circulação da doença.
Segundo Geovânia, atualmente apenas um paciente encontra-se internado em estado grave no município, justamente por não ter seguido corretamente o tratamento.
O QUE É A TUBERCULOSE?
A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, conhecida como bacilo de Koch. Na maioria dos casos, ela atinge os pulmões, mas também pode comprometer rins, ossos, cérebro, gânglios e outros órgãos.
Os principais sintomas são tosse persistente por três semanas ou mais, febre baixa, principalmente no fim da tarde, suor noturno, perda de peso, falta de apetite, cansaço e, em alguns casos, presença de sangue no escarro.
TEM CURA?
Sim. A tuberculose tem cura e o tratamento é gratuito pelo SUS. Entretanto, ele exige disciplina e não pode ser interrompido. O abandono favorece complicações graves, transmissão da doença e surgimento de bactérias resistentes aos medicamentos.
EXISTE VACINA?
Sim. A vacina BCG, aplicada ainda nos primeiros dias de vida, protege principalmente crianças contra as formas mais graves da doença, como a meningite tuberculosa. Ela não impede totalmente a infecção pulmonar em adultos, mas continua sendo fundamental na prevenção.
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QUEM CORRE MAIS RISCO?
Embora qualquer pessoa possa contrair tuberculose, os grupos mais vulneráveis incluem:
Pessoas vivendo com HIV; Idosos; Crianças pequenas; Diabéticos; Fumantes; Alcoólatras; Pessoas desnutridas; População em situação de rua; Pessoas privadas de liberdade; Indivíduos que vivem em ambientes fechados e pouco ventilados. Gestantes também merecem acompanhamento especial, pois o diagnóstico precoce reduz riscos para mãe e bebê.
NÚMEROS PREOCUPAM NO BRASIL E NO MUNDO
A tuberculose continua sendo uma das doenças infecciosas que mais matam no planeta. O Brasil registra dezenas de milhares de novos casos todos os anos. Em Minas Gerais, foram registrados cerca de 4,4 mil novos casos em 2025, com incidência de aproximadamente 20,6 casos por 100 mil habitantes.
No Sul de Minas, assim como em outras regiões do Estado, os casos existem e são monitorados pelas equipes de vigilância epidemiológica, sem indicação de uma epidemia regional.
A INFORMAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO
A investigação do Conexão Três Pontas demonstra que os rumores sobre uma cidade “infestada” pela tuberculose não encontram respaldo nas autoridades de saúde. Isso não significa que a doença deva ser ignorada. Pelo contrário: ela exige vigilância permanente, diagnóstico precoce e, principalmente, adesão rigorosa ao tratamento.
Se você apresenta tosse por mais de três semanas, febre persistente, emagrecimento sem causa aparente ou suor noturno, procure imediatamente uma unidade de saúde. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura e menores os riscos de transmissão.
“Eu posso andar na praça da matriz que eu não vou pegar tuberculose?”, perguntou um leitor…
Sim! Pode andar tranquilamente. Ambientes abertos, com ruas públicas não são o local mais comum de se pegar tuberculose. É mais comum em lugares fechados e convivendo, falando frente a frente com quem tem a doença, algum contaminado tossir ou espirrar no seu rosto ou situações desse tipo. Não se pega tuberculose apenas porque você andou na praça da igreja onde há uma concentração de moradores em situação de rua! Isso é rumor, isso é fake news!
No combate à tuberculose, informação salva vidas. E combater fake news também faz parte da prevenção.
*Apuração e investigação Jornalista Roger Campos
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Na antevéspera dos 169 anos de Três Pontas, a Administração Municipal apresentou à imprensa, na manhã desta quarta-feira (1º), uma das obras mais importantes em andamento na área da saúde pública: a construção do novo Pronto Atendimento Municipal (PAM). A visita técnica reuniu representantes da Administração, da Santa Casa de Misericórdia – responsável pela execução da obra – e veículos de comunicação, que puderam acompanhar de perto o avanço de um empreendimento que promete transformar o atendimento de urgência e emergência no município.
Com aproximadamente 60% dos serviços concluídos, o novo PAM já entra em uma nova fase da construção, com parte da estrutura recebendo a cobertura. Durante a visita, a Santa Casa apresentou uma prestação de contas sobre o andamento da obra e conduziu os convidados por todas as dependências da futura unidade, evidenciando a dimensão de um projeto que representa um marco para a saúde pública de Três Pontas.
Mesmo diante dos desafios enfrentados pela construção civil, especialmente pela escassez de mão de obra, agravada pelo período da colheita do café, a obra segue dentro do cronograma e em ritmo considerado satisfatório. O compromisso da Administração Municipal e da equipe responsável pela execução tem garantido o avanço dos trabalhos, mantendo o padrão de qualidade previsto para a nova estrutura.
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Erguido ao lado da Igreja São Francisco de Assis, o novo Pronto Atendimento Municipal ocupará uma área de 739 metros quadrados e receberá um investimento de R$ 2,3 milhões, recursos já provisionados pelo Município. A previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2027.
Projetado para oferecer mais conforto, eficiência e agilidade, o novo PAM contará com uma estrutura moderna e preparada para atender às necessidades da população. O espaço terá recepção com capacidade para 35 pessoas sentadas, sala de emergência, três consultórios médicos, incluindo atendimento pediátrico, sala de exames, sala de gesso, curativos, medicação, setor administrativo, rouparia, vestiários, sala de reuniões, espaços de descanso para médicos e enfermeiros, copa, cozinha e diversos outros ambientes essenciais ao funcionamento da unidade.
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A construção do novo PAM representa um investimento estratégico no futuro da saúde pública de Três Pontas. A atual unidade já não comporta o crescimento da cidade e o aumento da demanda por atendimentos de urgência e emergência. Somente em um plantão de 12 horas, recentemente, foram registrados mais de 380 atendimentos, com pacientes de todas as idades, especialmente crianças, demonstrando a necessidade urgente da ampliação da capacidade de atendimento.
Mais do que uma nova edificação, o novo Pronto Atendimento Municipal simboliza o compromisso da Administração com a valorização da vida e com a oferta de um atendimento cada vez mais humanizado, seguro e eficiente. Trata-se de uma obra estruturante, que deixará um legado para as próximas gerações e elevará o padrão da assistência em saúde no município, garantindo mais dignidade aos usuários e melhores condições de trabalho aos profissionais que diariamente cuidam da população.
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A equipe de enfermagem da Prefeitura de Três Pontas participou na manhã desta segunda-feira (9), do encontro mensal com as chefias das Unidades de Saúde, momento dedicado ao alinhamento de ações, atualização técnica e fortalecimento da assistência prestada à população.
Entre os temas abordados, destacou-se o matriciamento da Reabilitação Visual do CER IV APAE Três Pontas. A parceria entre o Centro Especializado em Reabilitação e as equipes da Atenção Primária à Saúde reforça o compromisso com a integralidade e a continuidade do cuidado, garantindo aos usuários acesso qualificado aos serviços de reabilitação visual. A iniciativa reafirma o propósito de promover inclusão, autonomia e qualidade de vida às pessoas atendidas.
Também foi apresentado e discutido o Plano de Enfrentamento da Mortalidade Materna e Infantil 2026-2027, elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Durante a reunião, foram debatidas estratégias e ações que deverão ser fortalecidas tanto na Atenção Básica quanto na Atenção Especializada, com o objetivo de reduzir os índices de mortalidade materna e infantil e ampliar a qualidade da assistência prestada às gestantes, puérperas e crianças.
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Como parte das ações de educação em saúde, foram disponibilizados materiais informativos para subsidiar o trabalho das equipes junto à população, abordando temas relevantes como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a tuberculose.
Outro ponto importante da pauta foi a discussão sobre as tecnologias de tratamento de feridas disponibilizadas pelo SUS em Três Pontas. Foram revisadas as diferentes coberturas oferecidas na rede municipal, reforçando a importância da indicação adequada e do uso efetivo desses recursos, que contribuem para acelerar a cicatrização, prevenir complicações e proporcionar maior conforto e segurança aos usuários.
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Por fim, foram abordadas rotinas administrativas e fluxos de trabalho das unidades de saúde, fundamentais para a organização dos serviços e para o fortalecimento da integração entre as equipes.
A realização desses encontros periódicos reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde com a educação permanente, a qualificação dos profissionais e a busca contínua pela excelência no atendimento, garantindo uma assistência cada vez mais humanizada, resolutiva e de qualidade para toda a população de Três Pontas.
Fonte Ascom PMTP
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Apoio de parlamentares para novos investimentos é fundamental!
A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas, recebeu na última semana a visita dos deputados Luizinho e Reginaldo Lopes, que estiveram na instituição para acompanhar de perto as necessidades do hospital e discutir medidas voltadas ao fortalecimento da saúde pública no município e em toda a região.
O encontro foi articulado pelo prefeito Luisinho Silva e pelo ex-vereador e ex-secretário municipal Chico Botrel, reunindo representantes políticos, gestores e lideranças ligadas à área da saúde em torno de uma pauta considerada estratégica para o futuro da assistência hospitalar regional.
Durante a visita, os parlamentares conheceram diversos setores da Santa Casa, considerada uma das principais referências em atendimento hospitalar do Sul de Minas, recebendo pacientes de Três Pontas e de cidades vizinhas. Também participaram da agenda o secretário municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Cultura, Sérgio Nogueira, e o vereador Paulinho Araújo, de Santana da Vargem.
Um dos assuntos centrais da reunião foi o processo de credenciamento de sete novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O pedido já foi protocolado junto ao Ministério da Saúde e, caso aprovado, representará um importante reforço na capacidade de atendimento da instituição, especialmente para pacientes que necessitam de cuidados intensivos e tratamento de alta complexidade.
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A ampliação dos leitos é vista como uma conquista importante para a rede regional de saúde, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à disponibilidade de vagas especializadas. A expectativa é que a medida contribua para reduzir a pressão sobre o sistema e ofereça mais agilidade no atendimento de casos graves.
Além das discussões sobre a expansão da estrutura hospitalar, os deputados ressaltaram os investimentos já destinados à Santa Casa. Segundo informações apresentadas durante o encontro, a instituição recebeu R$ 1,5 milhão em recursos voltados para a compra de equipamentos, modernização da estrutura física e custeio dos serviços prestados à população.
Os investimentos têm possibilitado avanços importantes na ampliação da oferta de exames, cirurgias eletivas e atendimentos especializados, fortalecendo a capacidade operacional do hospital e contribuindo para uma assistência mais eficiente e humanizada.
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A visita reforçou a importância da parceria entre o município, a direção da Santa Casa e os representantes parlamentares na busca por melhorias permanentes para a saúde pública.
O objetivo comum é ampliar o acesso da população aos serviços médicos, fortalecer a estrutura hospitalar e garantir que a instituição continue desempenhando seu papel fundamental no atendimento de milhares de pacientes de Três Pontas e de toda a região.
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O cálculo renal, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma doença muito frequente e que pode afetar homens e mulheres em qualquer idade.
Ele ocorre quando substâncias presentes na urina se acumulam e formam pequenos cristais que, ao longo do tempo, podem crescer e se transformar em pedras dentro do sistema urinário.
Muitas vezes, esses cálculos permanecem silenciosos por meses ou até anos, mas quando começam a se movimentar ou obstruem a passagem da urina, podem causar sintomas bastante intensos.
O sinal mais conhecido é uma dor forte na região lombar, geralmente de apenas um lado, que pode irradiar para o abdômen, virilha ou órgãos genitais.
É uma dor que costuma surgir de forma repentina e que frequentemente leva o paciente a procurar atendimento de urgência.
Além da dor, podem ocorrer náuseas, vômitos, ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e presença de sangue na urina.
Em alguns casos, especialmente quando há infecção associada, podem surgir febre e calafrios, situação que exige avaliação médica imediata.
Ao apresentar qualquer um desses sintomas, é importante procurar atendimento médico para que seja feito o diagnóstico correto. Nem toda dor nas costas é causada por pedra nos rins, e somente a avaliação clínica associada aos exames adequados pode confirmar o problema e definir o melhor tratamento. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de evitar complicações como infecções urinárias graves, obstrução do rim e até perda da função renal.
O tratamento varia de acordo com o tamanho, a localização e os sintomas provocados pelo cálculo. Pedras pequenas muitas vezes podem ser eliminadas espontaneamente com acompanhamento médico, hidratação adequada e medicamentos para controle da dor. Já os cálculos maiores ou aqueles que causam obstrução, infecção ou crises dolorosas recorrentes podem necessitar de procedimentos específicos.
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Felizmente, a urologia moderna dispõe de técnicas minimamente invasivas que permitem tratar a maioria dos casos de forma segura, com menor desconforto e recuperação mais rápida para o paciente.
Além do tratamento, a prevenção também é fundamental.
Manter uma boa hidratação ao longo do dia é uma das medidas mais eficazes para reduzir o risco de formação de novos cálculos.
Dependendo do tipo de pedra, ajustes na alimentação e uma investigação metabólica podem ser necessários para identificar fatores que favorecem o aparecimento do problema e evitar novas crises.
Embora seja uma doença comum, o cálculo renal não deve ser encarado como algo simples ou passageiro.
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A dor intensa e as possíveis complicações mostram a importância de buscar avaliação especializada sempre que surgirem sintomas suspeitos.
Cuidar da saúde urinária e agir precocemente pode fazer toda a diferença para preservar a saúde dos rins e garantir melhor qualidade de vida.
Para saber mais, entre em contato comigo e agende uma consulta!
Dr. Thales Figueiredo Urologista 35 9 9746-1265
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de produtos da marca Ypê após identificar falhas consideradas graves nos padrões de fabricação. A medida atinge detergentes lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes de todos os lotes com numeração final 1.
Além do recolhimento, a Anvisa também determinou a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos envolvidos, em uma decisão que gerou grande repercussão entre consumidores e redes varejistas em todo o Brasil.
Segundo a agência reguladora, a medida foi tomada após uma avaliação técnica de risco sanitário realizada em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). O órgão aponta que foram identificadas irregularidades capazes de comprometer requisitos fundamentais das chamadas Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes.
RISCO DE CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA
De acordo com a Anvisa, os problemas encontrados podem representar risco à saúde pública devido à possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos — ou seja, presença indesejada de microrganismos potencialmente nocivos.
Embora o órgão não tenha detalhado oficialmente quais microrganismos poderiam estar presentes, especialistas alertam que falhas sanitárias em produtos de limpeza podem provocar reações adversas, irritações, alergias e, em situações mais graves, riscos de infecção, principalmente em crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas.
A situação acende um alerta importante porque se trata de produtos amplamente utilizados no cotidiano doméstico brasileiro.
CONSUMIDORES DEVEM INTERROMPER O USO IMEDIATAMENTE
A orientação da Anvisa é direta: quem possuir em casa produtos atingidos pela medida deve interromper imediatamente o uso.
A recomendação vale especificamente para:
detergentes lava-louças
sabão líquido para roupas
desinfetantes
da marca Ypê com lotes terminados em número 1.
Os consumidores devem verificar atentamente as embalagens para identificar a numeração dos lotes.
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IMPACTO NO MERCADO E PREOCUPAÇÃO DOS CONSUMIDORES
A decisão também provoca forte impacto comercial e institucional, uma vez que a marca possui ampla presença no mercado nacional e é considerada uma das mais tradicionais do setor de limpeza doméstica.
Redes de supermercados, distribuidores e comerciantes já começaram a retirar os produtos das prateleiras para cumprir a determinação sanitária.
Nas redes sociais, consumidores passaram a relatar preocupação e dúvidas sobre os riscos e os procedimentos adequados para devolução ou descarte dos produtos.
FISCALIZAÇÃO MAIS RIGOROSA
O caso reforça a importância da fiscalização permanente sobre produtos de uso diário e levanta discussões sobre controle de qualidade na indústria de saneantes no Brasil.
A Anvisa destacou que continuará monitorando a situação e poderá adotar novas medidas caso sejam identificados outros riscos relacionados à fabricação.
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O QUE O CONSUMIDOR DEVE FAZER
✔️ Verificar o lote dos produtos ✔️ Suspender imediatamente o uso dos itens afetados ✔️ Evitar reutilização das embalagens ✔️ Procurar canais oficiais da fabricante para orientações sobre troca ou devolução
O alerta serve como um lembrete importante: produtos presentes na rotina doméstica também precisam seguir rigorosos padrões sanitários — porque segurança e saúde pública não podem ser tratadas como detalhe.
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A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas deixou de ser apenas mais um encontro legislativo e se transformou em um palco de confronto político direto, com críticas duras, respostas inflamadas e um debate que escancarou divergências profundas sobre o uso do dinheiro público.
O estopim foi o projeto “Bota Fora”.
Imagem criada por IA
Durante o Pequeno Expediente, o vereador Antônio Carlos de Lima, conhecido como Tonho do Lazo, subiu à tribuna e fez uma crítica contundente à iniciativa, sem suavizar o discurso e nem tentar amenizar o impacto das palavras.
Em sua fala, ele afirmou:
“Primeiramente queria fazer aqui uma crítica construtiva e vou explicar o porquê. Primeiramente a questão do Bota Fora. É dinheiro jogado fora! Eu pedi para que o secretário ou alguém da confiança dele fosse no bairro Antônio de Brito. Lá já foi feito o Bota Fora. Está cheio de móveis velhos de novo, jogados fora. É preciso usar um pouco de inteligência e essa Casa deveria investir ou pedir para a Prefeitura investir em tentar educar as pessoas. Tem que conscientizar as pessoas. Aí sim eu concordo da Prefeitura gastar dinheiro.
Vai num bairro na sexta-feira e recolhe tudo. Chega na segunda-feira está aquela anarquia de novo. Dinheiro público tem que ser mais bem aproveitado e respeitado. Isso é dinheiro que o povo paga imposto. Não pode ficar fazendo graça com esse negócio de Bota Fora, filmando e postando…
O resultado a gente tá vendo. Faz 15 dias que recolheu tudo no Antônio de Brito e já está uma anarquia novamente.
Vamos conscientizar primeiro a população e criar algum projeto de multa, para depois pensar em Bota Fora”
A fala caiu como uma bomba no plenário.
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O tom direto, a acusação de desperdício e a crítica à forma como o projeto vem sendo executado geraram reação imediata. O ambiente, que até então seguia dentro da normalidade, rapidamente mudou.
Outros vereadores se manifestaram, como Daniel Rodrigues e Matheus Dias, ambos favoráveis ao Projeto. Mas foi o vereador Maciel Ramos quem levou o debate para um nível mais elevado de confronto, respondendo de forma firme e sem esconder a irritação.
Em sua fala, ele rebateu:
“Isso eu não admito!
Eu queria falar do projeto Bota Fora. Quem não acompanha, eu acho que nem deve falar! Opinião cada um tem a sua. Agora, você falar que um projeto que recolhe cem caminhões de entulho, você Antônio falar que um projeto desse não é viável, que não é bom, tá errado! Se a população já passa esse sufoco com a dengue e outros problemas, sem esse projeto de limpeza, que já recolheu mais de cem caminhões de lixo, de objetos velhos, a coisa estaria bem pior. Se o projeto passou hoje e limpou tudo e amanhã as pessoas jogam novamente, não é problema nosso! Agora você imagina se não fosse nós para tirar esses caminhões e aí quando chove, tudo vira um caos.
Eu queria que um dia você participasse com a gente. Aí sim você poderia falar. Caso contrário, eu não admito! Falar de um projeto que todo mundo reconhece sua importância. Então a tua opinião eu tenho que respeitar, mas não concordo!”
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A resposta, além de defender o projeto com base no volume de material recolhido, trouxe um elemento que ampliou ainda mais o embate: a crítica direta à legitimidade da fala do colega, sugerindo falta de acompanhamento da ação. Falta de conhecimento e boa vontade em participar.
O episódio revelou mais do que um simples desacordo.
Escancarou duas visões opostas sobre política pública:
_ De um lado, a cobrança por eficiência, resultado duradouro e responsabilidade no gasto; _ Do outro, a defesa de ações imediatas como forma de conter problemas urgentes, especialmente ligados à saúde pública.
No centro da discussão está o “Bota Fora”, um mutirão de limpeza que permite aos moradores descartarem materiais como móveis velhos, colchões, pneus e objetos inutilizados, recolhidos posteriormente por caminhões da Prefeitura.
O que deveria ser consenso virou divisão.
E o que começou como uma crítica virou confronto aberto.
No fim, o debate levanta uma questão que vai além da Câmara:
_ O projeto resolve o problema — ou apenas administra as consequências?
A resposta não está apenas na tribuna.
Está nas ruas.
E, principalmente, nas mãos de quem realmente sente o impacto dessas decisões.
Porque, no final das contas, não são os vereadores que dão a palavra final.
São os moradores.
São os contribuintes.
São os verdadeiros juízes da política.
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No chamado ‘Dia da Mentira’ os remédios ficarão até 4¢ mais caros. Pior que é verdade!
Se você usa medicamentos com frequência, o alerta é direto: o preço vai subir — e o tempo para escapar disso está acabando.
A partir desta terça-feira, 1º de abril, entra em vigor o reajuste anual dos medicamentos em todo o país. E embora o aumento médio seja menor que a inflação, ele será sentido no bolso — especialmente para quem depende de remédios contínuos.
A boa notícia? Ainda dá tempo de comprar com o preço atual — mas só até a meia-noite de hoje. Em Três Pontas algumas farmácias ficam abertas até ás 22 ou 23 horas.
AUMENTO CONFIRMADO: O QUE VAI MUDAR
O reajuste foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e segue critérios técnicos baseados na inflação oficial.
Segundo dados do setor, o aumento médio deve ficar em torno de 2,2%, mas pode variar dependendo do tipo de medicamento, até 4%:
📈 Até 4,6% para remédios com alta concorrência 📈 Cerca de 3,25% para concorrência intermediária 📈 Até 1,9% para medicamentos sem concorrência
Importante: esses são tetos — mas os reajustes acontecem e chegam ao consumidor.
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IMPACTO REAL: POR QUE COMPRAR AGORA FAZ DIFERENÇA
Mesmo com percentual considerado “controlado”, o aumento pesa — principalmente no acumulado.
Especialistas alertam que:
O Brasil depende fortemente de matéria-prima importada
Custos ligados ao dólar e insumos seguem instáveis
E novos aumentos podem ocorrer ao longo do tempo
Ou seja: o reajuste pode ser só o começo.
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ÚLTIMAS HORAS: CORRIDA NAS FARMÁCIAS
Com o aumento prestes a entrar em vigor, a recomendação é clara:
✔️ Antecipe compras de uso contínuo ✔️ Reforce estoque de medicamentos essenciais ✔️ Aproveite o preço atual enquanto ainda é possível
Depois da meia-noite, os novos valores começam a ser aplicados gradualmente em farmácias e drogarias.
📢 O RECADO É DIRETO
Quem deixar para depois, vai pagar mais.
Quem agir agora, ainda consegue economizar.
O relógio está correndo — e o aumento já tem data para começar.
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