Categoria: Vacinação

  • ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    Cerca de 89 mil mineiros perderam o prazo para receber a segunda injeção e devem procurar imediatamente posto de saúde mais próximo

    Cerca de 89 mil mineiros já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19, conforme dados do Ministério da Saúde. O prazo para receber a segunda aplicação do imunizante deve ser informado no cartão de vacinação no dia do recebimento da primeira dose, de acordo com orientação da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG).

    A diretora de Vigilância de Agravos Transmissíveis da SES, Janaina Fonseca, explica que todos os estudos referentes à eficácia das vacinas AstraZeneca e Coronavac, as duas aplicadas no estado, levam em conta as duas doses do imunizante e, portanto, não é comprovada a eficácia com apenas uma única dose.

    “Essas informações estão, inclusive, na bula dos medicamentos. Se a pessoa esqueceu ou atrasou, não existe um prazo máximo para considerar que perdeu a primeira dose, mas tem que buscar o mais rápido possível a unidade de Saúde mais próxima para colocar essa dose em dia”, orienta.

    É responsabilidade dos municípios orientar os profissionais encarregados da vacinação sobre a necessidade de escrever no cartão de vacina o prazo para recebimento da segunda aplicação. Cada cidadão deve comparecer na mesma unidade de Saúde no prazo estabelecido, para receber a imunização completa.

    Em caso de dúvida sobre o prazo, é recomendado procurar a unidade básica de Saúde mais próxima ou o local onde foi aplicada a primeira dose da vacina.

    Vacinas

    As vacinas contra a covid-19 estimulam as defesas naturais e fazem com que o corpo produza sua própria proteção (anticorpos) contra o vírus causador da doença, o SARS-CoV-2. Isso ajudará a proteger contra a covid-19 no futuro. Conforme a bula dos medicamentos, nenhum dos ingredientes das vacinas pode causar a covid-19.

    Prazos

    A segunda injeção da AstraZeneca pode ser administrada entre 4 e 12 semanas após a primeira aplicação.

    Já para a Coronavac, o esquema de imunização é de 2 doses com intervalo de 2 a 4 semanas entre elas.

    O esquema de vacinação da segunda dose depende da dinâmica estabelecida por cada município, mas, normalmente, a dose 2 é dada no mesmo local onde foi aplicada a dose 1.

    Para que a vacinação seja eficaz, é obrigatório que as duas doses sejam do mesmo laboratório. Ou seja, quando a vacina Coronavac é administrada como a primeira injeção, a mesma (e não outra vacina para covid-19) deve ser administrada como segunda injeção para concluir o esquema de vacinação. O mesmo vale para quem recebeu a dose da Astrazeneca.

    Fonte SES-MG (Apud Agência Minas)

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    Roger Campos

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  • Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Quer saber quando você será vacinado contra a covid-19? Site voluntário faz a estimativa

    Um grupo de trabalho voluntário criou um site que estima, com base na disponibilidade de doses de vacina, idade e estado, quando você será vacinado. Segundo o ‘Quando vou ser vacinado’, uma pessoa de 62 anos, que mora em São Paulo, por exemplo, será vacinada contra a covid-19 em 16 dias. O cálculo automatizado do site leva em conta fatores como a faixa etária da população e grupos prioritários. Leia a reportagem na íntegra e consulte a previsão para você se vacinar.

    No entanto, o site avisa que as datas podem mudar diariamente devido a alterações na sua base de dados sobre a oferta de vacinas e o ritmo da vacinação.

    Formulário

    Basta informar a idade e o estado onde será vacinado, que o site, baseado em informações sobre as doses já aplicadas, tamanho da população e no histórico do Sistema Único de Saúde na campanha de vacinação contra o H1N1 em 2020, faz o cálculo. Em alguns segundos ele dá a previsão em meses e dias.

    Contudo, alerta a Secretaria Estadual de Saúde (SES), uma estimativa realista, de fato, dependeria de muitos outros fatores.

    Dados Estatísticos

    Os dados da população que estão considerados na calculadora do site são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Vale reforçar que trata-se apenas de uma estimativa. Para saber mais acesse o site ‘Quando vou ser vacinado’.

    Fonte Andréa Fassina, Só Notícia Boa (Apud Exame)

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina brasileira poderá ter eficácia de até 12 anos, diz USP

    BOA NOTÍCIA: Vacina brasileira poderá ter eficácia de até 12 anos, diz USP

    A vacina brasileira desenvolvida por cientistas da USP Ribeirão Preto, chamada Versamune, pode ter eficácia de até 12 anos. “A Versamune tem a capacidade de ativar todo o sistema imunológico que impede não só a entrada do SARS-CoV-2 para dentro das células como também matam as células já infectadas. Acreditamos que o imunizante gere uma memória imunológica de até 12 anos”, contou o professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia da FMRP Celio Lopes Silva, em entrevista ao Jornal da USP.

    A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) desenvolveu a Versamune, em parceria com a Farmacore Biotecnologia e a norte-americana PDS Biotechnology.

    O consórcio entrou com pedido junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no último dia 25 de março para iniciar os testes clínicos em humanos e espera uma resposta da agência – mesmo dia em que a agência recebeu pedido semelhante da Butanvac.

    A vacina brasileira já foi testada em animais e, de acordo com Helena Faccioli, CEO da Farmacore, os testes pré-clínicos mostram que a vacina não causou danos aos animais. “Estudos demonstram que a Versamune é segura, não apresentou efeitos tóxico nos animais, e tem grande capacidade de ativação de anticorpos, especialmente de células T (células de defesa que ajudam a combater agentes infecciosos)”, afirmou.

    Os testes

    O consórcio pediu autorização para fazer os estudos das fases 1 e 2, para verificar a segurança e a eficácia da Versamune em humanos.

    Se aprovado pela Anvisa, o teste será feito com 360 voluntários saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos, e em um segundo momento, de 55 a 75 anos. No período de 3 a 4 meses serão avaliados os efeitos colaterais e se os voluntários produziram anticorpos contra o vírus da covid. A partir de bons resultados, será feito o pedido para a fase 3. A última etapa de testes vai durar cerca de seis meses, e 10 mil voluntários serão testados. Se a resposta for positiva, o consórcio pretende pedir o uso emergencial do imunizante junto à Anvisa no começo de 2022.

    A vacina

    A fase pré-clínica mostrou ser necessária a aplicação da vacina brasileira duas doses, com um intervalo de 21 dias entre elas, para o imunizante ser eficaz.

    O imunizante foi desenvolvido pela junção de uma réplica da proteína S1, que é um pedacinho da proteína spike, parte do SARS-CoV-2 responsável pela entrada do vírus nas células humanas, com uma nanopartícula. Essa combinação é injetada no organismo das pessoas e a expectativa é que o sistema imunológico crie anticorpos contra esse pedaço do coronavírus e bloqueie instalação dele nas células.

    Além disso, essa nanopartícula induz a ação dos linfócitos T. Então, mesmo que a proteína S1 não produza a resposta esperada, os linfócitos ativados neutralizariam o novo coronavírus. “Ao contrário das tecnologias de vírus e adjuvantes, essa vacina gera uma resposta imune muito específica, direcionada e poderosa, com capacidade de gerar memória imunológica no organismo e prevenir futuras reinfecções”, diz Faccioli.

    Investimentos

    A Farmacore não informou qual será o preço final da Versamune. “O preço será determinado na fase de escalonamento industrial, mas terá o custo médio das vacinas que estão sendo usadas hoje no Brasil”, garantiu.

    Os custos da produção da vacina são de cerca R$ 633 milhões. A empresa informou ao R7 os valores gastos divididos pelas fases de produção.

    “O investimento inicial do governo federal, exclusivo para as pesquisas não clínicas realizadas sob coordenação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, foi de aproximadamente 3 milhões de reais. Para o ensaio clínico de fase 1/2, o consórcio está buscando recursos com o Governo Federal, estimados em R$ 30milhões. Com tudo certo, o investimento para a fase 3, por questões de um maior número de voluntários e toda a questão logística que esse processo demanda, deverá girar em torno de R$ 300 milhões (os valores são estimados e é necessário atualizar as cotações e orçamentos de acordo com o número de participantes dos ensaios clínicos)”, divulgou a assessora de imprensa do consórcio.

    Butanvac

    Além da Versamune, o Butantan também espera a resposta da Anvisa para começar testes clínicos da Butanvac, outra vacina brasileira produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o Icahn School of Medicine, no Mount Sinai, em Nova York (EUA). A Agência informou que ainda faltam protocolos dos estudos pré-clínicos dos dois imunizantes, para que sejam analisados e, a partir daí, liberados.

    Fontes Só Notícia Boa (Apud Jornal da USP e R7)

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  • Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou hoje

    Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou hoje

    Vacinação contra o vírus Influenza vai até o dia 9 de julho

    Começou hoje (12) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários. São quase 80 milhões de pessoas em todo país.

    Devem tomar a vacina crianças com mais de 6 meses e menos de 6 anos de idade, gestantes, puérperas, população indígena, trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos, professores, profissionais das forças de segurança, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas.

    As vacinas contra o vírus da gripe, o Influenza, estão sendo produzidas pelo Instituto Butantan.

    O Instituto recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário para a vacinação contra a gripe e que ainda não foram vacinadas contra o coronavírus devem dar prioridade à dose contra a covid-19 e agendar a vacina contra a Influenza.

    Além disso, deve ser respeitado um intervalo mínimo de 14 dias entre as duas vacinas. Quem tomar primeiro a da Influenza tem que esperar 15 dias para tomar a da covid-19. Se tomou a da covid-19, precisa esperar 15 dias para a da gripe.

    Além de prevenir casos graves de gripe, a imunização também ajuda a reduzir os sintomas que podem ser confundidos com os da covid.

    A vacinação contra o vírus Influenza vai até o dia 9 de julho.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Mais de um milhão de vacinas contra a Covid-19 chegam a MG

    BOA NOTÍCIA: Mais de um milhão de vacinas contra a Covid-19 chegam a MG

    Imunizantes foram descarregados na central da Rede de Frio e estão sendo enviados às 28 regionais de saúde do estado

    O maior lote de vacinas contra a Covid-19 já enviado a Minas Gerais começou a ser descarregado na noite desta quinta-feira (1), na central da Rede de Frio, localizada no bairro Gameleira, região Oeste de Belo Horizonte.

    O caminhão com as mais de um milhão de doses chegou ao local às 20h. São exatamente 1.016.650 doses, sendo 943.400 da vacina Coronavac e 73.250 da AstraZeneca.

    A remessa que chegou nesta quinta foi a décima primeira que Minas recebeu desde o início da vacinação no país e a primeira que chegou ao estado por via terrestre. Os imunizantes foram transportados do almoxarifado do Ministério da Saúde, localizado em Guarulhos.

    A previsão inicial era de que as doses chegassem ao estado às 21h. Após a chegada, foi realizada a conferência dos imunizantes. Em seguida, eles devem ser enviados para as 28 regionais de saúde.

    Remessas já entregues a Minas

    • 18 de janeiro: chega a primeira remessa de Coronavac, com 577.480 doses.
    • 24 de janeiro: chega a segunda remessa de 190.500 doses de AstraZeneca.
    • 25 de janeiro: 87.600 doses da Coronavac chegam a Minas.
    • 7 de fevereiro: quarta remessa, com 315.600 doses de CoronaVac.

    • 24 de fevereiro: chegam mais 357.400 doses das duas vacinas.
    • 2 de março: chega mais 285.200 doses de Coronavac a Minas.
    • 9 de março: mais de 300 mil doses de vacina Coronavac chegam a Minas Gerais.
    • 17 de março: 509.800 doses de Coronavac desembarcam no estado
    • 20 de março: 542.550 doses de Coronavac e AstraZeneca chegam a Minas
    • 26 de março: 475.600 doses de Coronavac e AstraZeneca chegam à Central da Rede de Frio em BH

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • BOA NOTÍCIA: Butantan desenvolve a primeira vacina nacional contra a covid-19

    BOA NOTÍCIA: Butantan desenvolve a primeira vacina nacional contra a covid-19

    O Instituto Butantan anunciou hoje (26) que começou a desenvolver a produção-piloto da primeira vacina brasileira contra o novo coronavírus. A expectativa é que os ensaios clínicos de fases 1 e 2 em humanos comecem em abril, o que ainda precisa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Chamada de ButanVac, essa seria uma vacina desenvolvida e produzida integralmente no Butantan, sem necessidade de importação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA). Segundo o governo, os resultados dos testes pré-clínicos realizados com animais se mostraram “promissores”, o que permitiria evoluir para estudos clínicos em humanos.

    A produção-piloto do composto já foi finalizada para aplicação em voluntários humanos durante os testes. Os resultados da pesquisa clínica em humanos vão determinar se a vacina é segura e tem resposta imune capaz de prevenir a covid-19.

    “Este é um anúncio histórico para o Brasil e para o mundo. A ButanVac é a primeira vacina 100% nacional, integralmente desenvolvida e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, que é um orgulho do Brasil. São 120 anos de existência, o maior produtor de vacinas do Hemisfério Sul, do Brasil e da América Latina e agora se colocando internacionalmente como um produtor de vacina contra a covid-19”, disse o governador de São Paulo, João Doria.

    Para a produção da vacina, o instituto deverá usar tecnologia já disponível em sua fábrica de vacinas contra a gripe, a partir do cultivo de cepas em ovos de galinha, que gera doses de vacinas inativadas, feitas com fragmentos de vírus mortos.

    A iniciativa do novo imunizante faz parte de um consórcio internacional do qual o Instituto Butantan é o principal produtor, responsável por 85% da capacidade total, de acordo com o governo do estado, e tem o compromisso de fornecer a vacina ao Brasil e aos países de baixa e média renda.

    Diretor-presidente do Butantan, Dimas Covas, avaliou que a tecnologia utilizada na ButanVac é uma forma de aproveitar o conhecimento adquirido no desenvolvimento da CoronaVac, vacina desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica Sinovac, já disponível para a população brasileira.

    “Entendemos a necessidade de ampliar a capacidade de produção de vacinas contra o coronavírus e da urgência do Brasil e de outros países em desenvolvimento de receberem o produto de uma instituição com a credibilidade do Butantan. Em razão do panorama global, abrimos o leque de opções para oferecer aos governos mais uma forma de contribuir no controle da pandemia no país e no mundo”, disse Covas. Segundo ele, a parceria com a Sinovac será mantida e não haverá nenhuma alteração no cronograma dos insumos vindos da China.

    A previsão do diretor-presidente do Butantan é que será possível entregar a vacina brasileira ainda este ano. “Após o final da produção da vacina contra Influenza, em maio, poderemos iniciar imediatamente a produção da Butanvac. Atualmente, nossa fábrica envasa a Influenza e a CoronaVac. Estamos em pleno vapor”, disse.

    Tecnologia

    A tecnologia da ButanVac utiliza um vetor viral que contém a proteína Spike do coronavírus de forma íntegra. O vírus utilizado como vetor nesta vacina é o da Doença de Newcastle, uma infecção que afeta aves. Por isso, o vírus se desenvolve bem em ovos embrionados, o que permite eficiência produtiva em um processo similar ao utilizado na vacina de influenza, conforme divulgou o Butantan e o governo estadual.

    “O vírus da doença de Newcastle não causa sintomas em seres humanos, constituindo-se como alternativa muito segura na produção. O vírus é inativado para a formulação da vacina, facilitando sua estabilidade e deixando o imunizante ainda mais seguro”, diz Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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  • CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    Segundo a Revista Piauí “grupo do setor de transporte teria importado o imunizante da Pfizer e, violando a lei, já que não fez a doação para o SUS e vacinou familiares a 600 reais pelas duas doses.

    Um grupo de políticos e empresários, a maioria ligada ao setor de transporte de Minas Gerais, e seus familiares, segundo a Revista Piauí, teriam tomado na terça-feira, dia 23, a primeira das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, em Belo Horizonte. “Eles compraram o imunizante por iniciativa própria e não repassaram ao SUS (Sistema Único de Saúde), como prevê a lei. A segunda dose está prevista para ser aplicada nas cerca de cinquenta pessoas daqui a trinta dias. As duas doses custaram a cada pessoa 600 reais”, disse a publicação replicada em diversos órgãos da imprensa nacional.

    O laboratório nega que tenha vendido seu imunizante no Brasil “fora do âmbito do programa nacional de imunização”.

    O Congresso aprovou há cerca de vinte dias um projeto de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que autoriza a compra de vacinas pela iniciativa privada, mas determina que todas as doses devem ser doadas ao SUS até que os grupos de risco – 77,2 milhões de pessoas, de acordo com o Ministério da Saúde – tenham sido plenamente imunizados em todo o país. O Brasil vacinou menos de 15 milhões de pessoas até agora.

    Mesmo depois da imunização dos grupos prioritários, as vacinas compradas pela iniciativa privada devem ser divididas meio a meio com o SUS, numa operação fiscalizada pela pasta.

    O Ministério da Saúde enviou uma nota na qual diz que “as doses contratadas pela pasta da Pfizer/BionTech ainda não chegaram ao Brasil. A previsão do laboratório é entregar a primeira remessa a partir de abril ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) – que é a base da vacinação de todos os brasileiros contra a Covid-19”.

    Investigação

    Em nota, a Pfizer disse que “nega qualquer venda ou distribuição de sua vacina contra a COVID-19 no Brasil fora do âmbito do Programa Nacional de Imunização. O imunizante COMIRNATY ainda não está disponível em território brasileiro. A Pfizer e a BioNTech fecharam um acordo com o Ministério da Saúde contemplando o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 ao longo de 2021”.

    Após a publicação da reportagem da Piauí, o deputado estadual João Vítor Xavier (Cidadania), presidente da CPI dos Fura-Filas da Vacina na Assembleia de Minas, afirmou estar ouvindo o Ministério Público, corregedoria e ouvidoria do governo. O objetivo é averiguar se a CPI tem competência para investigar o caso.

    Fonte Piauí / UOL / G1 / O Globo

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  • BOA NOTÍCIA: Butantan entrega mais 2,2 milhões de doses de vacina CoronaVac

    BOA NOTÍCIA: Butantan entrega mais 2,2 milhões de doses de vacina CoronaVac

    Mais 2,2 milhões de doses da vacina CoronaVac fabricadas pelo Instituto Butantan contra o novo coronavírus foram liberadas nesta quarta-feira (24), para uso em todo o país. Desde o começo do mês de março foram entregues 14,3 milhões de doses, quantitativo maior do que o disponibilizado em janeiro e fevereiro juntos, o que representa a produção de quase 25 mil vacinas por hora, informou o órgão.

    Segundo o governador de São Paulo, João Doria, o volume de vacinas distribuído é quatro vezes maior do que a Espanha aplicou e o dobro das doses da Alemanha. “Hoje o Butantan é um orgulho para o Brasil, um orgulho para os brasileiros que já tiveram a oportunidade de receberem as suas vacinas”, destacou Doria.

    Com o novo carregamento, o total de imunizantes oferecidos por São Paulo ao Programa Nacional de Imunizações chega a 27,8 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. Até o fim de abril, o total de vacinas garantidas pelo Butantan ao país somará 46 milhões de doses.

    O Butantan deve entregar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros até o dia 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades. Atualmente, 85% das vacinas disponíveis no país contra a covid-19 são fabricadas pelo Butantan.

    A produção da vacina segue em ritmo constante e acelerado. No último dia 4, uma remessa de 8,2 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), correspondente a cerca de 14 milhões de doses, desembarcou em São Paulo para produção local.

    Outros 11 mil litros de insumos enviados pela biofarmacêutica Sinovac, parceira internacional no desenvolvimento do imunizante mais usado no Brasil contra a covid-19, chegaram ao país em fevereiro.

    Até o fim de março, o Butantan aguarda nova carga de IFA correspondente a cerca de 6 milhões de doses, o que permitirá o cumprimento integral do acordo inicial de 46 milhões de doses contratadas pelo Ministério da Saúde.

    De acordo com o Instituto Butantan, o órgão formou uma força-tarefa para acelerar a produção de doses da vacina para todo o país. Uma das medidas foi dobrar o quadro de funcionários na linha de envase para atender à demanda urgente por imunizantes contra o novo coronavírus.

    Fonte Agência Brasil

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  • Bolsonaro foge do negacionismo e diz que vacinas estão garantidas em pronunciamento

    Bolsonaro foge do negacionismo e diz que vacinas estão garantidas em pronunciamento

    “Teremos 500 milhões de doses de vacina até o fim deste ano!”

    Com um tom mais moderado e fugindo do negacionismo, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional às 20h30 desta terça-feira (23). No discurso, Bolsonaro disse que o governo sempre afirmou que adotaria qualquer vacina disponível e que “em poucos meses, o país será autossuficiente na produção de vacinas”.

    “Quero tranquilizar o povo brasileiro e afirmar que as vacinas estão garantidas. Muito em breve retomaremos nossa vida normal. Solidarizo-me com todos que tiveram perdas em suas famílias. Vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros”, disse o presidente. “Ao final do ano teremos alcançado 500 milhões de doses para toda a população.”

    Apesar de ter afirmado que sempre defendeu a adoção de qualquer vacina, no ano passado o presidente chegou a dizer que não compraria doses da CovonaVac, a vacina produzida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. “Da China não compraremos. Não acredito que ela transmita segurança para a população pela sua origem. Esse é o pensamento nosso”, disse o presidente em entrevista concedida em outubro de 2020.

    Em pouco mais de três minutos de pronunciamento, o presidente defendeu que o governo vem tomando medidas de enfrentamento ao coronavírus.

    Nesta terça, o Brasil superou pela primeira vez desde o início da pandemia a marca sombria de 3 mil óbitos pela doença registrados em um único dia, com um recorde de 3.251 mortes notificadas no período de 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde.

    A equipe de análise política da XP Investimentos comentou o pronunciamento e disse que Bolsonaro fugiu do negacionismo e focou na campanha de vacinação em seu discurso. “A fala vai ao encontro da bandeira levantada por congressistas de sua base, que vinham se queixando de hipotecar apoio a um presidente que batia de frente com o senso comum e com a vontade da população de ser vacinada – movimento que desencadeava, inclusive, pressão extra por mais ações do governo no enfrentamento aos efeitos econômicos da pandemia”, diz o relatório.

    Os analistas da XP concluem que é relevante o fato de o discurso ter sido feito à véspera do encontro com os presidentes da Câmara e do Senado, que têm reverberado a pressão de seus pares no Congresso e do setor privado. “Nesse sentido, ajuda a distensionar o ambiente com o Congresso.”

    Fonte InfoMoney (Apud Reuters)

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Fiocruz entrega 1º lote de vacinas contra a covid produzidas no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Fiocruz entrega 1º lote de vacinas contra a covid produzidas no Brasil

    “FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ PRODUZIRÁ 6 MILHÕES DE DOSES POR SEMANA A PARTIR DE ABRIL. SERÃO 24 MILHÕES POR MÊS. 100 MILHÕES DE BRASILEIROS VACINADOS ATÉ JUNHO.”

    Durante entrega de 500 mil doses do primeiro lote de vacinas contra a covid-19 produzidas pela Fiocruz em território nacional com insumos importados, nesta quarta-feira (17), o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, garantiu que o Brasil vai imunizar metade da sua população até julho e a outra metade até o fim do ano, controlando assim a pandemia. E hoje (19) a Fiocruz entregou mais 580 mil doses, totalizando 1.080.000 doses do primeiro lote.

    “Vamos controlar essa pandemia ainda no segundo semestre. Essa é a nossa missão e, para isso, precisamos das vacinas”, pontuou ele ao mencionar a contratação de imunizantes de sete laboratórios diferentes.

    A cerimônia de entrega contou também com a presença do cardiologista Marcelo Queiroga, nome escolhido por Bolsonaro para assumir a pasta, já empossado no lugar de Pazuello.

    As doses foram entregues ao PNI (Programa Nacional de Imunizações). Com o registro definitivo concedido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Fiocruz tornou-se a detentora do primeiro registro de uma vacina contra covid-19 produzida no Brasil.

    Pazuello disse que o lote inicial ainda é pequeno em relação ao tamanho do projeto desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceira com a Fiocruz. “Estávamos apenas com uma produção nacional, no Butantan, e estamos iniciando agora na Fiocruz para que chegue até o final de março com 3,8 milhões de doses e, a partir de 1º de abril, uma produção diária de até 1 milhão de doses”, disse o ex-ministro, que lamentou o atraso na distribuição devido à chegada do insumo internacional.

    O ex-ministro enfatizou ainda as medidas sanitárias para a proteção contra a covid-19. “O coronavírus veio para ficar e nós vamos controlar a pandemia com vacinação e novos hábitos, de usar máscara, lavar as mãos e manter o distanciamento social”, completou Pazuello.

    Queiroga classificou a produção dos imunizantes em solo brasileiro como o “início do maior programa de imunização contra a covid-19”. Ele avalia que os secretários de saúde de cada um dos municípios brasileiros são o “exército” para combater a pandemia. “Nossa tropa de choque está muito unida para, através de diálogo e da ciência, encontrar as soluções que o Brasil precisa”, destacou.

    “Não é um dia de celebração, mas é um marco de um processo para que o Brasil atravesse toda essa grave crise sanitária, econômica, social e humanitária com a menor perda de vidas”, afirmou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

    Nísia agradeceu o trabalho em conjunto com o Ministério da Saúde e enalteceu o trabalho de todos profissionais do instituto. “Estamos escalonado essa produção para entregar, a partir de abril a vacina totalmente nacionalizada”, afirmou.

    A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, integra o plano nacional de vacinação e está sendo aplicada por meio de uso emergencial desde janeiro a grupos prioritários. O imunizante é fabricado em Bio-Manguinhos com IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) que chegou ao Brasil a partir do dia 6 de fevereiro.

    A expectativa da Fiocruz é chegar até o final do mês com uma produção de cerca de 1 milhão de doses do imunizante contra a covid-19 por dia. Nesta semana, o Ministério da Saúde também distribui mais 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan.

    Segundo a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, a partir de abril, serão produzidas mais de 24 milhões de doses mensalmente.

    “Uma pandemia só pode ser superada com o esforço conjunto do governo e da sociedade civil. A ciência, a tecnologia e a inovação, que são os pilares da nossa instituição ao lado do papel do Sistema Único de Saúde (SUS) para quem destinamos a entrega de vacinas, é que neste momento podem contribuir para o principal objetivo das vacinas nesta pandemia, que é salvar vidas.”

    Fonte R7 / Ministério da Saúde / Fiocruz / Exame

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  • ESPERANÇA: Vacina da Johnson não precisa refrigeração e é em dose única

    ESPERANÇA: Vacina da Johnson não precisa refrigeração e é em dose única

    A vacina da Johnson & Johnson apresentou mais uma vantagem, além de imunizar com apenas uma dose: ela não precisa de refrigeração abaixo de zero. Isso facilita sua distribuição, de acordo com o infectologista Renato Kfouri, diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) e membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

    “A grande vantagem é ser uma vacina de dose única, o que permite imunizar o dobro de pessoas”, disse.

    Testes

    A vacina da J&J está na terceira e última fase de testes no Brasil, com 7.560 voluntários.

    A empresa já recebeu da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Este é um dos documentos exigidos para o pedido de uso emergencial ou de registro da vacina no país.

    Porém a J&J ainda não entrou com nenhuma das solicitações.

    A Johnson & Johnson anunciou que a vacina foi 72% eficaz na prevenção da doença nos Estados Unidos e alcançou uma taxa de 66% de eficácia global, em um teste realizado em três continentes e com variantes múltiplas do vírus.

    Adenovírus

    O infectologista Renato Kfouri explica que o imunizante é fabricado por meio da tecnologia do adenovírus vetor, assim como a vacina de Oxford, que já está em aplicação no Brasil.

    Conforme descrito pela Janssen, os adenovírus são um tipo de vírus que causam o resfriado comum que, ao serem modificados para desenvolver a vacina, não se replicam e não causam resfriado.

    Quando a pessoa recebe a vacina composta do adenovírus, o corpo inicia um processo de defesa e produz anticorpos contra aquele invasor, o que cria uma memória no corpo contra o coronavírus.

    “Outra parte do processo envolve o código genético do próprio SARS-COV-2. Ele possui em sua superfície externa uma espécie de coroa, formada pelos chamados ‘spikes’, ou espigões, que são os responsáveis pela ligação do vírus às células do corpo humano. Para produzir a vacina da Janssen, um pedaço da proteína ‘S’, presente nesses espigões, é colocado dentro do adenovírus (que é o vetor, ou transportador)”, explicou a empresa por meio de nota.

    Com informações do SNB (Apud R7)

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  • BOA NOTÍCIA: Nova remessa de vacinas contra a Covid-19 chega ao Sul de Minas

    BOA NOTÍCIA: Nova remessa de vacinas contra a Covid-19 chega ao Sul de Minas

    As vacinas chegaram na manhã desta sexta-feira (26) em Alfenas (MG) e foram entregues para as Regionais de Saúde, que farão as distribuições para os municípios.

    Uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 chegou na manhã desta sexta-feira (26) em Alfenas (MG). As doses chegaram por volta de 10h45 no aeroporto de Alfenas (MG) para serem distribuídas para as outras Superintendências Regionais de Saúde da região, localizadas na cidade e também em Passos, Pouso Alegre e Varginha. Representantes de cada regional acompanharam a chegada dos imunizantes.

    As doses CoronaVac e AstraZeneca foram distribuídas para as regionais e depois serão entregues aos municípios do Sul de Minas. Segundo o governo de Minas Gerais, as vacinas serão utilizadas para imunizar idosos acima de 80 anos e trabalhadores da saúde.

    Na última quarta-feira (24), Minas Gerais recebeu 357.400 doses de vacina contra a Covid-19. A nova remessa contém 220 mil doses da vacina de Oxford (AstraZeneca/ Fiocruz), que devem ser todas aplicadas, e 137.400 da CoronaVac, do Instituto Butantan, que serão divididas para a aplicação de duas doses.

    A distribuição dos imunizantes para os municípios deve começar na próxima segunda-feira (1º).

    Fonte G1 Sul de Minas

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