Categoria: Vacinação

  • Vacinação contra Covid-19 começa às 10h de 20 de janeiro, dizem prefeitos

    Vacinação contra Covid-19 começa às 10h de 20 de janeiro, dizem prefeitos

    Informação foi postada pelo prefeito de Florianópolis no Twitter. Ministério da Saúde não confirmou horário ou data

    Gean Loureiro (DEM), prefeito de Florianópolis, afirmou que a vacinação contra a Covid-19 começará às 10h de 20 de janeiro em todo o território nacional.

    A informação teria sido dada por Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, em reunião com prefeitos realizada nesta quinta-feira (14). Segundo Loureiro, o ministro também afirmou que as vacinas chegarão igualmente a todas as cidades brasileiras, sem priorização para capitais.

    Em publicação no Twitter, o prefeito de Florianópolis confirmou que serão 8 milhões de doses distribuídas na semana que vem, algo que Pazuello já havia afirmado anteriormente.

    Serão 2 milhões de doses do imunizante Oxford/AstraZeneca, produzido pela universidade britânica e pela farmacêutica americana, e mais 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan.

    A Frente Nacional dos Prefeitos detalhou ao portal G1 que serão mais 30 milhões de doses em fevereiro e outras 80 milhões delas em abril.

    O portal afirma que a data de vacinação foi confirmada também pelas prefeituras de Cuiabá e Maringá. A reunião teria sido feita virtualmente entre Pazuello e mais de 130 prefeitos.

    No ano, o prefeito de Florianópolis diz que serão 250 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca, 100 milhões da CoronaVac e 50 milhões da Sputnik V, vacina produzida pelo laboratório russo Gamaleya.

    Também estão no radar os imunizantes produzidos pelo laboratório americano Moderna e pela farmacêutica Johnson & Johnson, segundo Loureiro.

    InfoMoney entrou em contato com o Ministério da Saúde, que ainda não confirmou o horário ou a data.

    Fonte Info Money

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  • BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    BOA NOTÍCIA: ‘Vamos iniciar agora em janeiro’, diz Pazuello sobre vacinação da COVID-19

    Ministro da Saúde afirmou que primeiros imunizantes serão comprados da Índia

    Ministro da SaúdeEduardo Pazuello afirmou nesta quarta-feira (13/01) que a vacinação da COVID-19 começará no Brasil ainda neste mês, janeiro de 2021. Pazuello também disse que os primeiros imunizantes serão fornecidos pela Índia.

    “Vamos vacinar em janeiro (…) Hoje decola o avião para buscar os dois milhões de doses na Índia”, disse, em pronunciamento na cidade de Manaus, capital do Amazonas.

    O fabricante responsável pela vacina citada por Pazuello é a Serum Institute of India, vinculada ao grupo farmacêutico AstraZeneca para produção da vacina da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O ministro disse que o Brasil tem condições de iniciar o processo de imunização após aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre qualquer imunizante.

    “Nós temos duas vacinas para janeiro muito promissoras. São oito milhões de doses já em janeiro. Quando a Anvisa concluir suas análise, três, quatro dias depois, estaremos distribuindo a vacina”, afirmou o ministro.

    Nessa terça-feira (12/01), a Anvisa divulgou que se reunirá no domingo (17/01) pela autorização do uso emergencial das vacinas que estão sob análise do órgão. O último dia de avaliação dos pedidos de análise dos imunizantes é na próxima segunda-feira (18/01).

    Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados nessa terça, 8.195.637 pessoas contraíram a COVID-19 no Brasil. Dessas, 204.690 morreram e 7.273.707 se recuperaram da doença.

    Fonte EM

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  • Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Butantan: ‘Ninguém vai virar outra coisa além de ser humano protegido’

    Segundo o diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, a eficácia da Coronavac deve ser ”bem mais alta’ que a encontrada

    diretor de Pesquisas Médicas do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, afirmou nesta terça-feira (12/01) que a eficácia da vacina no uso para a população em geral “deve ser bem mais alta” que o encontrado durante os estudos de fase 3 do imunizante. Segundo reforçou o pesquisador responsável pelo estudo, os testes foram realizados com profissionais da saúde voluntários e, portanto, não necessariamente representam os resultados encontrados entre a população geral.

    “A vacina é extremamente segura, ninguém vai virar outra coisa além de um ser humano protegido quando tomar a vacina”, explicou o médico.

    Conforme afirmou Palácios, 85 dos participantes do estudo clínico que receberam a Coronavac – vacina contra a COVID-19 desenvolvida em parceria com a chinesa Sinovac – tiveram sintomas muito leves ou não tiveram nenhum, contra 167 do grupo controle.

    Com os dados divulgados, o Butantan reforça que a eficácia geral da vacina ficou em 50,38% – medida da capacidade da vacina de reduzir os casos muito leves. Na última semana, o Butantan havia anunciado que a vacina foi capaz de reduzir em 78% a ocorrência de casos leves da doença e em 100% as formas graves e internações.

    “Temos uma vacina capaz de controlar a pandemia por diminuir a intensidade da doença”, afirmou Palácios durante entrevista coletiva no Instituto Butantan no início da tarde desta terça-feira.

    Fonte EM

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  • BOA NOTÍCIA: Minas anuncia contratação de profissionais para a vacinação contra a covid-19

    BOA NOTÍCIA: Minas anuncia contratação de profissionais para a vacinação contra a covid-19

    Profissionais de Saúde poderão se inscrever para o processo seletivo a partir de 18 de janeiro; remuneração pode chegar a R$ 4.955,15

    governo de Minas abriu o Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de 79 profissionais para contribuir com a viabilização do plano de vacinação contra a COVID-19.

    São 32 vagas para profissionais de nível superior e 47 vagas para profissionais de nível médio/técnico. As áreas de formação abrangem enfermagemfarmáciabiomedicinaciências biológicasgestores de serviços de saúde e patologia clínica/análises clínicas.

    Os contratados deverão atuar em Belo Horizonte e Unidades Regionais de Saúde de Minas Gerais.

    De acordo com o governo, o recrutamento, seleção e a contratação de profissionais por tempo determinado atende à necessidade de excepcional interesse público, não se caracterizando como concurso público. De acordo com o Edital SES/MG nº 01/2021, as inscrições são gratuitas e poderão ser feitas no site, das 8h de 18/1 até 17h de 29/1.

    A remuneração pode chegar a R$ 4.955,15.

    Etapas

    O processo seletivo será realizado em duas etapas, de caráter eliminatório e classificatório: análise curricular e entrevista. Os contratos temporários terão vigência de 6 meses a partir da sua assinatura, podendo ser prorrogados pelo prazo necessário à superação do estado de calamidade pública decorrente da pandemia causada pelo novo coronavírus, declarado pelo Decreto Estadual nº 47.891/2020.

    A aprovação neste processo de seleção não gera direito a imediata contratação, mas sim possibilidade, observada a necessidade e conveniência da administração pública. Todas as informações podem ser conferidas no edital.

    Serviço Processo Seletivo Simplificado

    Inscrições: das 8h de 18/1 até 17h de 29/1
    Remuneração: até R$ 4.955,15

    Informações:  saude.mg.gov.br/processoseletivo 

    Fonte EM

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  • Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Solicitação contempla dois milhões de doses importadas da Índia; resposta pode levar 10 dias

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou, nesta sexta-feira (08/01), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação emergencial da vacina contra a COVID-19 produzida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca. O processo faz parte dos trâmites necessários para a aplicação do imunizante.

    O prazo da Anvisa para avaliar uso emergencial de vacinas é de até 10 dias. Portanto, a expectativa é que a autorização pedida pela Fiocruz saia até o próximo dia 18. Dois milhões de doses devem ser importadas da Índia. A tendência é que a carga chegue, justamente, em no máximo 10 dias.

    Também nesta sexta, a Anvisa já havia recebido, do Instituto Butantan, o pedido para utilização emergencial da CoronaVac, composto de origem chinesa produzido pela entidade paulista.

    “As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, diz a Agência.

    Se as primeiras doses de Oxford e a autorização da Anvisa cheguem até o dia 18, o país terá condições de iniciar a vacinação na data mais otimista do plano federal de imunização: 20 de janeiro.

    Fiocruz mira produção nacional

    Posteriormente à entrega das doses vindas da Índia, com ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) importados, a Fiocruz iniciará a produção, em solo nacional, do imunizante pensado por Oxford e AstraZeneca. A previsão é que o primeiro milhão de doses fabricado no Brasil seja entregue ao governo entre 8 e 12 de fevereiro.

    A partir do dia 22 do segundo mês do ano, a estimativa é que 700 mil doses diárias fiquem prontas para uso.

    O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. A ideia é aplicar doses da vacina britânica em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

    O governo considera que uma vantagem da vacina de Oxford/AstraZeneca é a facilidade de armazenamento, que exige temperaturas de 2 a 8 graus. Trata-se do intervalo já utilizado na rede de frios do Sistema Único de Saúde (SUS). No Reino Unido, o composto britânico tem sido ministrado em duas doses.

    Fonte EM

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021

    O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

    O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

    Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto hoje (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da pasta informaram o contrato de compra da Coronavac e trataram da situação da vacinação contra a covid-19.

    Pazuello afirmou que a aquisição do lote da Coronavac foi possível graças à medida provisória (MP) editada ontem (6) permitindo a contratação de vacinas antes do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “A MP nos permite fazer contratação de vacinas e outros insumos antes mesmo de estar concluído o registro na Anvisa, coisa que não era permitida. Não podia fazer nenhuma contratação que não houvesse incorporação anterior no SUS [Sistema Único de Saúde] para poder comprar”, declarou o titular do MS.

    A perspectiva da pasta é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia, 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho, 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

    A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

    O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Nesta hipótese, estariam disponíveis oito milhões de doses. A imunização ocorreria com as vacinas que estivessem disponíveis, sejam elas as do Instituto Butantan ou as importadas da Astrazeneca da Índia.

    O segundo cenário seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Já o terceiro seria entre 10 de fevereiro e início de março. Pazuello comentou que a estimativa é que os dois produtores nacionais, Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, cheguem ainda neste ano à capacidade de fabricação de 30 milhões de doses por mês.

    O ministro contou que a equipe do órgão continua negociando com a Pfizer, farmacêutica que já teve vacinas compradas por outros países. Contudo, argumentou que a empresa apresentou exigências mal recebidas pelo MS, como a desresponsabilização por qualquer efeito colateral, a designação dos Estados Unidos como foro para resolver eventuais ações decorrentes de problemas como este e obrigação de o Brasil fornecer o material para diluir o imunizante.

    “Não paramos de negociar com a Pfizer. E o que queremos? Que ela nos dê o tratamento compatível com o nosso país, que ela amenize essas cláusulas. Não podemos assinar desta forma. Ela ofereceu 500 mil em janeiro, 500 mil em fevereiro e 2 milhões em março, 2 milhões em abril, 2 milhões em maio e 2 milhões em junho. Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda a vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população do Rio de Janeiro”, sublinhou o ministro.

    Seringas

    Os representantes do Ministério da Saúde falaram também sobre o fornecimento de seringas. Um pregão foi realizado, tendo concluído com 3% do total previsto. O presidente Bolsonaro afirmou que suspenderia a compra de seringas até que os preços baixassem novamente.

    O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, colocou que há 80 milhões de seringas passíveis de mobilização imediata para o início da vacinação, incluindo as existentes em estados e municípios. Ele acrescentou que o Ministério obteve juntamente a fabricantes 30 milhões de seringas por meio do instrumento de requisição administrativa.

    Outras 40 milhões podem ser adquiridas por meio de uma compra internacional da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), das quais 8 milhões podem chegar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.

    Fonte Agência Brasil

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  • CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    Brasileira doutora nos EUA diz como vacinas da covid surgiram tão rápido e o que nos espera.

    O mundo aguarda ansioso a chegada das vacinas que vão tirar a gente da pandemia da covid-19. De 11 de março, quando a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o surto causado pelo novo coronavírus era uma pandemia, até 18 de novembro, quando a Pfizer anunciou os resultados da fase 3 da sua vacina — sendo a primeira empresa a conseguir isso— são oito meses. Nunca na história da humanidade uma vacina foi produzida tão rápido. Sobre os esforços de cientistas de todo mundo no combate à pandemia e o que esperar da ciência daqui para frente, a doutora em biologia celular pela Universidade Johns Hopkins (EUA) e pós-doutora em imunologia de câncer pela Universidade de Oxford (UK), a brasileira Denise Golgher esclarece mitos e verdades.

    A cientista, que trabalha há mais de 12 anos na interseção entre ciência e negócios, especificamente em inovação para a saúde humana, participou da conferência Global Pharmaceutical and Biotechnology, promovida pelo jornal britânico Financial Times. Ocorrido entre 9 e 11 de novembro, o evento teve as vacinas como tema central. Pesquisadores, médicos, representantes de governos e executivos das farmacêuticas estiveram presentes.

    Para ela, os resultados sobre a eficácia das vacinas contra a covid-19 são fruto de trabalho conjunto entre o setor público e privado, academia e empresas. “Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível”, disse. Ela afirmou ainda que a ciência vai sair da pandemia bem mais preparada “se e quando um novo vírus surgir”. Veja outros pontos abordados por ela:

    Rapidez no surgimento de vacinas contra a Covid-19

    Sim, de fato a vacina foi feita em tempo recorde. As palavras mais comuns entre todos os palestrantes foram, ‘sem precedentes’, ‘parceria’, ‘confiança mútua’ e ‘transparência’. O que impulsionou o desenvolvimento em tempo recorde foi a motivação conjunta proporcionada pelo sofrimento e desespero causados pela doença. Ninguém pôde fechar os olhos para a pandemia, como tantas vezes acontece em epidemias.

    Existe uma preocupação por parte do público quanto à segurança dessas novas vacinas, que, como você mesmo disse, estão sendo desenvolvidas em tempo recorde. Será que as empresas não tomaram atalhos que podem se revelar perigosos mais adiante?

    Não se sacrificou a segurança. A diferença desta vez foi que a concorrência (muitas vezes entre empresas rivais) deu lugar à colaboração. A inércia cedeu seu lugar à ousadia e à coragem para implementar o novo. Finalmente, a ignorância foi diminuída pela transparência, divisão e difusão dos resultados. Claro que isso tudo só foi possível pelo esforço hercúleo de muita gente, que tornou possível o que há um ano parecia impossível.

    Resultado da Pfizer/BioNTech

    O resultado obtido e divulgado foi maravilhoso. É muito difícil fazer previsões com o novo. Como bem disse uma das palestrantes, se o resultado é conhecido, não é inovação. O vírus é novo e que bom que conseguimos resultados em tão pouco tempo.

    Mas vacinas não são previsíveis. Encontrar uma vacina nova não é uma garantia. Nunca conseguimos, por exemplo, fazer uma vacina para o HIV, mesmo depois de muita pesquisa e conhecimento gerado. Portanto, era perfeitamente possível pensar que vacinas contra a covid-19 não funcionariam. Ainda bem que não está sendo o caso.

    Outros Estudos

    Os participantes do evento estavam todos muito felizes com os resultados da Pfizer/BioNtec. Resultados positivos com uma vacina são bons indicadores de que as outras também terão, talvez com mais ou menos eficácia. Precisamos aguardar.

    Lembremos que precisamos vacinar o mundo inteiro e nenhuma empresa sozinha tem a capacidade de atender a uma demanda como esta. Muitas das vacinas precisarão de mais de uma dose por indivíduo. Todos precisam trabalhar para conseguirmos sair desta pandemia.

    Existe espaço para o otimismo?

    Sim, a notícia da vacina é fantástica, mas eu acho que existe uma notícia maior que é ainda mais maravilhosa. Durante um ano de tanto sofrimento, temos um experimento gigante, que demonstrou que trabalhando juntos, o público e o privado, a ciência e os negócios, as agências reguladoras e organizações sem fins lucrativos, conseguem gerar resultados incríveis para o bem da humanidade.

    Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível.

    O que a ciência vai tirar desta pandemia?

    Nossa, muitas coisas. Novamente, existe uma quantidade enorme de conhecimento científico gerado. Com certeza, estaremos mais bem preparados se e quando um novo vírus surgir. Além disso, o que este esforço global tem demonstrado é que é possível, a partir da ciência básica, gerar novos produtos de uma forma bem mais ágil. As vacinas da BioNTech/Pfizer e a da Moderna foram feitas em uma plataforma inteiramente nova, o mRNA.

    A validação dessas vacinas será também a validação de uma nova categoria de medicamentos e de outras vacinas, e mais possibilidades em tratamentos de doenças crônicas, como por exemplo o câncer e as doenças neurodegenerativas. A humanidade ganha.

    Entretanto, acho também que a pergunta pode ser invertida. O que o mundo tira da ciência que foi feita? A pandemia, e a resposta a ela, mostrou o quão importante é a ciência, como é fundamental para a solução dos problemas complexos que a humanidade deve enfrentar.

    O anúncio da vacina significa que podemos relaxar? Que o pior já passou?

    Tanto a vacina da BioNTech/Pfizer quanto a da Moderna ainda precisam passar por algumas etapas, os dados precisam ser revisados pelas agências regulatórias e elas precisam ser aprovadas para comercialização.

    Não sou epidemiologista, mas entendo que ainda é muito cedo para saber qual parcela da população precisa ser vacinada e quantas doses serão necessárias, se a imunidade promovida pelas vacinas vai durar meses ou anos. Quando estudarmos as respostas imunológicas das vacinas em indivíduos de faixas etárias diferentes, teremos uma ideia melhor.

    As vacinas de mRNA (como é o caso da BioNTech/Pfizer e da empresa de biotecnologia Moderna) precisam ser armazenadas a -70°C e -20°C respectivamente, isso é um grande desafio para a sua distribuição. Outras vacinas não precisarão desta temperatura tão baixa.

    Existem, claro, muitos obstáculos para a manufatura e distribuição de tantas doses de vacinas, mas há também muitos profissionais trabalhando no momento, para que todos os países do mundo tenham acesso às vacinas. Inclusive, muitas empresas optaram por não ter margens de lucro na venda de vacinas, enquanto a pandemia durar.

    Difícil saber o que será necessário para que a covid-19 não assombre mais a população. Eu acredito que sairemos desta pandemia, mas pode ser o novo vírus passe a ser como outros vírus que convivem conosco, como o da gripe, o da dengue etc. Precisamos aguardar. A pandemia vai passar; o que não pode passar é a certeza de que a colaboração, a transparência, a confiança e o trabalho conjunto podem gerar resultados tão promissores.

    Fonte Tilt

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  • VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    VACINAÇÃO: CoronaVac é a vacina mais segura em teste no país, diz Butantan

    Instituto adiou a divulgação dos dados de eficácia do imunizante, mas garantiu que ele atingiu o limiar de eficácia

    O Instituto Butantan divulgou na tarde desta quarta-feira (23/12) que a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório Sinovac, alcançou o limiar de eficácia e terá o pedido de registro solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso quer dizer que a vacina tem eficácia superior a 50%. Ainda segundo a equipe, o imunizante é o mais seguro em testes no Brasil.

    Os números, no entanto, não serão divulgados nesta quarta, como previsto. Segundo o presidente do Butantan, Dimas Covas, os dados serão divulgados em momento oportuno por uma questão contratual com a Sinovac de que os números devem ser divulgados ao mesmo tempo que o laboratório chinês.

    “Alcançou a eficácia que permite o processo de solicitação de uso emergencial seja aqui no Brasil seja na China. O anúncio desse número precisa ser em conjunto com a Sinovac que solicitou que não houvesse a divulgação do número porque eles precisam analisar os dados. A base de dados foi transferida na manhã de hoje para que eles possam proceder essa análise o mais rápido o possível”, afirmou Dimas Covas.

    Dimas Covas ainda adiantou que do ponto de vista de segurança, a CoronaVac pode ser considerada a mais segura em teste no Brasil. “No ponto de vista de segurança, os dados mostram que aqui no Brasil é a mais segura”, afirmou.

    Segundo o presidente do instituto, mais 6 milhões de doses da vacina chinesa chegarão a São Paulo nesta quinta-feira (24/12): 3,4 milhões para serem produzidas no país e 2,6 milhões prontas. Além disso, mais 2 milhões de doses chegarão na próxima semana.

    (Fonte EM)

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  • Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    CONEXÃO EXPLICA COMO SERÁ A VACINAÇÃO E COMO SERÁ O ESCALONAMENTO

    Saiba em que grupo você está e qual seu grau de prioridade.

    O governo federal lançou, nesta quarta-feira (16/12), o Plano Nacional de Operacionalização Vacinação Contra a COVID-19. A solenidade foi realizada no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, além de outros ministros de Estado, governadores e autoridades.

    “O Planejamento do governo federal inclui compra da Coronavac, do Instituto Butantan.”

    Durante os discursos, não foram apresentadas muitas novidades, e sim um balanço da estrutura de vacinação já existente no país. Entretanto, no documento de 110 páginas disponível no site do Ministério da Saúde, estão discriminados os critérios e o planejamento da imunização. Por determinação do Supremo Tribunal Federal, o governo federal já havia apresentado uma versão do material na semana passada.

    O planejamento do governo federal é trabalhar com os seguintes laboratórios: Consórcio Covax Facility (composto por dez empresas e liderado pela ONU), Oxford/AstraZeneca (Fiocruz), Pfizer, Coronavac (Instituto Butantan), Bharat Biontech, Moderna e Janssen.

    Apesar da politização da doença, insistentemente pregada pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que não vai se vacinar, a Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan está na lista de imunizantes que possivelmente serão adquiridos pelo governo federal. O Butantan, inclusive, foi elogiado por Pazuello.

    “Cada modelo de compra teve um caminho. Com a Fiocruz e a AstraZeneca, usamos transferência de tecnologia. Com o Butantan, sinalizamos a compra. Pela lei, só posso comprar o que é registrado e incorporado no SUS. Temos o compromisso de comprar. Até hoje não foi registrado e produzido na quantidade que eu preciso comprar. Estamos aguardando e trabalhando tecnicamente com o Butantan. Nunca deixamos de trabalhar. O Butantan é um grande fornecedor de vacinas do Ministério. É sério”, declarou o ministro da Saúde.

    Durante os discursos, não houve detalhamento minucioso da logística de distribuição dos imunizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, apenas, que o governo federal entregará os imunizantes aos estados da federação. Os estados, por sua vez, serão responsáveis pela logística de distribuição até os municípios, com acompanhamento do Ministério da Saúde. Os municípios executarão a vacinação.

    Datas de vacinação

    Após o lançamento do programa, em entrevista coletiva, Pazuello afirmou que, assim que as vacinas estiverem disponíveis e registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será iniciada a imunização. Ele prevê que a população comece a ser vacinada em meados de fevereiro.

    “O cronograma de distribuição e imunização ainda está sendo desenvolvido, mas está condicionado ao registro da vacina. Se conseguirmos manter o planejado do Butantan e da Fiocruz de apresentar à Anvisa a Fase 3 dos estudos e toda a documentação das Fases 1 e 2 ainda em dezembro e solicitar o registro, teremos janeiro para análise da Anvisa. Possivelmente, em meados de fevereiro para frente, estaremos com essas vacinas recebidas e registradas para iniciar o plano”, projetou Eduardo Pazuello.

    Quem será vacinado?

    O plano nacional de vacinação prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.

    O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil).

    A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), de 65 a 69 anos (7,08 milhões) e de 60 a 64 anos (9,09 milhões).

    Na fase 3, a previsão é vacinar 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).

    Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.

    Segundo o governo federal, os critérios para definição de grupos prioritários foram manutenção do funcionamento de serviços essenciais e a situação epidemiológica.

    Campanha de comunicação, estrutura e investimentos

    Durante a cerimônia de apresentação do plano, o governo declarou que haverá uma Campanha de Comunicação, dividida em duas fases. A primeira será para “transmitir segurança à população sobre a eficácia das vacinas e da capacidade operacional de distribuição do governo”. A segudna fase “ocorrerá quando houver definição das vacinas”.

    Segundo o governo federal, o Brasil conta com 38 mil salas de vacinas, podendo chegar a 50 mil postos em períodos de campanha.

    De acordo com os dados divulgados pelo Planalto, para execução do plano nacional de vacinação, serão liberados R$2,5 bilhões por meio de Medida Provisória de Crédito Extraordinário. Também serão gastos R$1,9 bilhões de encomenda tecnológica, R$177,6 milhões em investimento e custeio na rede de frio e R$80,5 milhões para aquisição de mais de 300 milhões de agulhas e seringas.

    Fonte EM

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  • URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    Após pressão popular e início da imunização em outros países, Anvisa aprovou regra que permitirá imunização em caráter emergencial, mas ressalta que nenhuma empresa ainda fez pedido oficial de liberação

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quinta-feira (10/12), o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. As vacinas serão usadas em caráter experimental, porque nenhuma delas ainda recebeu o registro oficial. A notícia chega horas depois da confirmação oficial do primeiro caso de reinfecção no Brasil, pelo Ministério da Saúde.

    Os diretores da Anvisa acompanharam, por unanimidade, o voto da relatora do processo que trata do assunto, Alessandra Bastos Soares. Ela ressaltou que, no momento emergencial em que o país que se encontra, não há outro caminho. É necessário urgência.

    A diretora da Anvisa ressaltou, porém, que, até agora, nenhuma empresa pediu, oficialmente, à Anvisa, autorização para o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. Assim que isso for feito, já entrará na nova regra.

    Para Alessandra, o processo de imunização emergencial deve ser conduzido pelo Ministério da Saúde e as empresas responsáveis pelas vacinas devem continuar todo o processo para o registro oficial.

    Os diretores da Anvisa citaram o Reino Unido como exemplo a ser seguido nesse momento para a vacinação emergencial contra o novo coronavírus e, claro, a pressão da população por um imunizante. Ontem, a agência também autorizou o uso de testes de diagnóstico de covid-19 com data de validade prevista para dezembro, que ainda estavam em estoque e ganharam mais quatro meses para uso.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Começou hoje a Vacinação Antirrábica em Três Pontas; Veja os locais e horários

    Começou hoje a Vacinação Antirrábica em Três Pontas; Veja os locais e horários

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas informou que começou hoje, 19 de setembro, a Campanha de Vacinação Antirrábica no município. Veja o cronograma e leve seu “pet” para receber a dose da vacina:

    CRONOGRAMA

    Dia 19 de Setembro

    Zona Urbana – Das 9h às 15h / Zona Rural  – Das 7h às 14h

    – Praça do Cruzeiro (Bairro Padre Victor);

    – E. M. João B. da Silva;

    – Quadra (Bairro Santa Edwiges).

    Dia 20 de Setembro

    Zona Urbana – Das 9h às 15h / Zona Rural – Das 7h às 14h

    – Praça Ana Rita (Bairro Peret);

    – Laticínios Cocatrel;

    – Avenida Oswaldo Cruz (Sambódromo).

    Dia 26 de Setembro

    Zona Urbana – Das 9h às 15h / Zona Rural – Das7h às 14h

    – Praça (Bairro Catumbi);

    – Praça (Cemitério);

    – Praça (José Anchieta).

    Dia 27 de Setembro

    Zona Urbana – Das 9h às 15h / Zona Rural – Das 7h às 14h

    – CAIC;

    – SESI;

    – Praça São Cristóvão.

    A VACINA

    A raiva é um vírus zoonose, ou seja, que pode ser transmitido do animal para o homem. Ainda que seja considerada incomum nos dias de hoje, ainda gera muitas preocupações para amantes de bichinhos de estimação, pois é fatal em quase 100% dos casos.

    Essa doença contagiosa é transmitida através da saliva de animais contaminados, por isso, sua principal forma de propagação é a mordida. Tanto nos pet quanto em pessoas, o vírus pode ficar encubado por até duas semanas até que os sintomas surjam, sendo a agressividade mais notável.

    Devido à facilidade da contaminação, a vacina é tão importante. Além da mordida, a contaminação também pode ocorrer por arranhões e até mesmo o simples contato com excrementos e secreções.

     

    Ainda hoje, a vacina antirrábica é a única forma de prevenção. Animais que viajam muito, que estão em contato com animais silvestres ou que passam muito tempos nas ruas são os mais suscetíveis a adquirir a doença, mas até mesmo os mais bem cuidados não estão 100% a salvos.

    Por isso, vacinar seu pet é uma questão de segurança para ele e para todos que convivem com ele.

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  • Minas terá prioridade na compra de vacina da Covaxx

    Minas terá prioridade na compra de vacina da Covaxx

    Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões para o desenvolvimento de estudo clínico para validar a vacina UB-1612 elaborada pela Covaxx, uma unidade da United Biomedical, empresa internacional com unidades nos EUA, China e Taiwan.  A vacina terá estudos clínicos no Brasil conduzidos pelo laboratório Diagnósticos da América (Dasa). A previsão é que o protocolo de testes seja submetido à Anvisa em dezembro.

    Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) divulgou nesta segunda-feira (14) que está mobilizando recursos para o desenvolvimento da vacina. Além da federação, a Dasa, o grupo de saúde Mafra, a MRV, a Localiza Hertz e o Banco Inter participam do projeto com doações, já totalizando R$ 30 milhões para o desenvolvimento de estudo clínico para validar a vacina.

    O projeto da vacina da Covaxx contará também com a participação do governo de Minas Gerais para a realização dos testes, uso da tecnologia, definição das pessoas voluntárias e uso dos laboratórios, por meio da Fundação Ezequiel Dias (Funed). Por isso, o estado terá prioridade na compra da vacina validada.

    “A Fiemg, juntamente com outras empresas, está desenvolvendo os testes clínicos com a empresa Dasa no Brasil. Serão 30 milhões de reais investidos. Caso tudo dê certo, 50 milhões de vacinas devem vir para o Brasil. O Brasil já tem outros dois projetos e conseguimos, agora, ajudar a fazer o terceiro. Quanto mais vacinas, mais vidas serão salvas”, explica o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe Nogueira.

    Testagem

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia de COVID-19 já afeta 210 países e territórios no mundo. A vacinação é crucial para o controle da doença. De acordo com o Conselho Nacional e o Ministério da Saúde, até o último domingo, o Brasil já contabiliza 131 mil mortos. No mundo, o número chega a marca de mais de 900 mil vidas perdidas.

    A fase 2 e 3 da vacina Covaxx será testada com cerca de 3 mil brasileiros. Ela é importante para definir as doses de segurança necessárias e a eficácia. Baseada em peptídeos e projetada para disparar resposta celular, a vacina tem  baixo risco biológico e não requer tempo para cultivo de vírus, o que garante alta escalabilidade.

    A Covaxx estima que as primeiras 10 milhões de doses serão direcionadas a redes particulares, mas a rede pública brasileira tem 15 milhões de doses garantidas.

    Em entrevista coletiva online na última quarta-feira (9), o cofundador e vice-presidente do conselho da Covaxx, Peter Diamandis, afirmou que um dos pontos mais importantes é que a vacina tem escala de produção à altura das necessidades de imunização da população. “A Covaxx usa a mesma plataforma que produz 5 bilhões de doses de vacinas para doenças em animais. Ela pode produzir vacinas em larga escala”, explicou.

    Vale ressaltar, que os resultados dos primeiros testes clínicos da vacina ainda não foram publicados em revistas científicas, mas de acordo com a Covaxx, isso deve acontecer em breve.

    Fonte Estado de Minas

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