Tag: Agricultura

  • COMO SERÁ NOSSA SAFRA? GRANIZO QUE ATINGIU O SUL DE MINAS ACENDEU SINAL DE ALERTA PARA A COLHEITA DE CAFÉ ; PREJUÍZOS PODEM SUPERAR 230 MIL SACAS

    COMO SERÁ NOSSA SAFRA? GRANIZO QUE ATINGIU O SUL DE MINAS ACENDEU SINAL DE ALERTA PARA A COLHEITA DE CAFÉ ; PREJUÍZOS PODEM SUPERAR 230 MIL SACAS

    Tempestade que atingiu lavouras em plena colheita preocupa produtores; Três Pontas acompanha cenário com atenção redobrada

    O céu escureceu, os ventos ganharam força e, em poucos minutos, pedras de gelo transformaram a esperança de muitos produtores em preocupação. O temporal acompanhado de granizo que atingiu diversas cidades do Sul de Minas nos últimos dias trouxe apreensão para uma das regiões mais importantes da cafeicultura mundial e reacendeu um temor que todo produtor conhece: perder parte da safra justamente no momento da colheita.

    Os municípios de Boa Esperança e Campo do Meio aparecem entre os mais afetados pelas tempestades registradas no sábado (30). Relatos de produtores rurais apontam danos expressivos em áreas de cultivo, com café derrubado dos pés, lavouras castigadas pela força do granizo e prejuízos também em grãos que já estavam espalhados nos terreiros de secagem.

    Uma estimativa preliminar divulgada por representantes do setor aponta que as perdas podem chegar a aproximadamente 230 mil sacas de café. Embora ainda não exista um levantamento oficial consolidado sobre o número de propriedades atingidas ou a extensão total das áreas afetadas, o impacto já é considerado relevante por lideranças da cadeia produtiva.

    O momento não poderia ser mais delicado. O fenômeno climático ocorreu justamente no início da colheita da safra 2026, período em que milhares de produtores do Sul de Minas intensificam os trabalhos nas lavouras. Além do café derrubado das plantas, houve perdas de qualidade em lotes que estavam em processo de secagem, exigindo uma rápida mobilização dos produtores para tentar minimizar os danos.

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    Especialistas explicam que parte dos grãos atingidos ainda pode ser aproveitada. O café recolhido do chão ou afetado pelo granizo pode ser destinado a categorias de menor valor agregado, como cafés tradicionais e extrafortes. Ainda assim, a rentabilidade do produtor é diretamente afetada, já que o produto perde qualidade e valor de mercado.

    Apesar da preocupação, o cenário geral da safra 2026 continua sendo acompanhado com relativo otimismo pelo setor. Após anos marcados por geadas severas, estiagens prolongadas e oscilações climáticas extremas, as lavouras do Sul de Minas apresentaram boa recuperação vegetativa. A expectativa é de uma safra expressiva, favorecida por chuvas mais regulares durante fases importantes do desenvolvimento das plantas.

    TRÊS PONTAS

    Em Três Pontas, considerada uma das capitais brasileiras do café, o sentimento entre produtores é de cautela, mas também de confiança. O município, que abriga uma das maiores concentrações de cafeicultura do país e é sede de importantes cooperativas do setor, como a Cocatrel, iniciou a colheita com perspectivas positivas tanto em produtividade quanto em qualidade.

    A safra trespontana deste ano é vista como estratégica para a economia local. Milhares de empregos diretos e indiretos dependem do desempenho das lavouras, movimentando desde o transporte até o comércio, as cooperativas, os armazéns, as exportadoras e o setor de serviços. Em muitas propriedades, os produtores relatam boa carga produtiva, frutos com excelente formação e expectativa de cafés de alta qualidade, especialmente nas áreas que não sofreram interferências climáticas significativas.

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    A importância de Três Pontas para o mercado internacional do café reforça a atenção com qualquer evento climático. O município integra uma região responsável por parcela significativa da produção brasileira de café arábica, produto que coloca o Brasil na liderança mundial das exportações e abastece consumidores nos mais diversos continentes.

    Embora o granizo tenha atingido municípios vizinhos e provocado prejuízos relevantes, ainda é cedo para medir os reflexos efetivos sobre o volume total da safra regional. Técnicos e produtores seguem realizando levantamentos de campo para identificar a extensão dos danos e avaliar possíveis impactos sobre a produção final.

    O episódio, porém, serve como mais um lembrete de que a cafeicultura convive permanentemente com os desafios impostos pela natureza. Em uma atividade onde meses de trabalho podem ser afetados por poucos minutos de intempérie, cada safra representa uma nova batalha entre tecnologia, planejamento, dedicação e fatores climáticos que continuam sendo impossíveis de controlar completamente.

    Enquanto as máquinas avançam pelas lavouras e os terreiros começam a receber os primeiros lotes da colheita, o Sul de Minas segue atento ao céu. Afinal, em uma região onde o café move a economia, gera empregos e sustenta milhares de famílias, qualquer mudança no clima pode significar muito mais do que números: pode representar o futuro de uma safra inteira.

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  • Da Terra do Café ao Mapa Nacional da Cachaça: como a Divina Cana está levando o nome de Três Pontas para todo o Brasil e o Mundo?

    Da Terra do Café ao Mapa Nacional da Cachaça: como a Divina Cana está levando o nome de Três Pontas para todo o Brasil e o Mundo?

    Três Pontas sempre foi reconhecida como uma das capitais brasileiras do café. A cidade que revelou talentos da música, fortaleceu sua fé através da história de Padre Victor e construiu uma das mais respeitadas cadeias produtivas do agronegócio nacional, agora conquista também um novo espaço de destaque: o universo das cachaças artesanais premium.

    O reconhecimento nacional veio pelas páginas da revista Forbes, uma das publicações de negócios mais respeitadas do mundo, que dedicou uma reportagem especial à trajetória da Divina Cana, marca produzida no Alambique Ouro Verde, às margens da MG-167, em Três Pontas. A publicação destacou a história do empresário Paulo Sérgio Souza Rodrigues, que transformou uma paixão pessoal em um empreendimento capaz de projetar o nome do município para além das fronteiras mineiras.

     

    O que começou em 2016 como um hobby compartilhado por Paulo e sua esposa Regina Helena tornou-se um dos mais respeitados projetos de envelhecimento de cachaça artesanal do estado. Hoje, o alambique abriga um impressionante estoque superior a 110 mil litros envelhecendo em barris de diferentes madeiras, entre elas carvalho, jequitibá, castanheira, bálsamo e amburana. A produção anual gira em torno de 17 mil litros, mas apenas uma pequena parte chega ao mercado. O restante permanece guardado, maturando lentamente, numa demonstração de que qualidade exige paciência, técnica e visão de longo prazo.

    A estratégia deu resultado. Em 2024, a Divina Cana conquistou o primeiro lugar na categoria Extra Premium do concurso promovido pela Emater-MG, uma das mais importantes certificações de qualidade da cachaça mineira. O prêmio consolidou a marca entre as grandes referências do setor.

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    Mas a importância da Divina Cana vai muito além das medalhas e premiações

    Ela representa um novo capítulo da economia e da identidade cultural de Três Pontas.

    Durante décadas, o município construiu sua reputação apoiado principalmente na força do café. Agora, surge um exemplo concreto de diversificação econômica baseada em valor agregado, turismo de experiência e produção artesanal de excelência. A Divina Cana não vende apenas uma bebida. Ela comercializa história, tradição, cultura e pertencimento.

    Quem visita o alambique encontra muito mais do que barris e tonéis. Encontra uma experiência turística completa, que já atrai visitantes de diversas regiões do Brasil interessados em conhecer os bastidores da produção artesanal, entender os processos de envelhecimento e descobrir os sabores que transformaram a marca em referência nacional.

    Conexão com Três Pontas

    Essa conexão com Três Pontas é tão forte que a própria empresa criou uma trilogia especial de rótulos em homenagem à cidade. Os projetos celebram os três pilares que formam a identidade trespontana: a música, o café e a fé. Um dos lançamentos mais recentes, a Divina 168, foi desenvolvida em parceria com a Cocatrel e presta homenagem ao café, principal riqueza econômica do município.

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    O reconhecimento da Forbes representa mais do que uma conquista empresarial. É uma conquista de Três Pontas.

    Em um momento em que cidades de porte médio disputam visibilidade nacional, ter um empreendimento local destacado por uma publicação internacional fortalece a imagem do município como um território de inovação, empreendedorismo e excelência produtiva.

    A reportagem também reforça uma característica marcante dos trespontanos: a capacidade de transformar sonhos em realidade. Assim como o café produzido aqui alcança mercados internacionais, a Divina Cana demonstra que o mesmo pode acontecer com outros produtos que carregam a identidade da cidade.

    O sucesso da marca comprova que Três Pontas não é apenas referência na produção agrícola. É também um celeiro de empreendedores capazes de agregar valor às riquezas da terra, criar experiências únicas e posicionar o município em novos mercados.

    Se antes Três Pontas era conhecida como a Terra do Café, da Música e da Fé, agora ganha mais um motivo de orgulho.

    Graças à Divina Cana, a cidade passa a ocupar também um lugar de destaque no seleto mapa das melhores cachaças artesanais do Brasil.

    E isso, para os trespontanos, vale um brinde.

    Parabéns Paulo! Parabéns Regina!

    Reportagem Especial – Conexão Três Pontas

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  • Fundação Procafé apresenta em Varginha solução sustentável para irrigação de cafezais sem água convencional

    Fundação Procafé apresenta em Varginha solução sustentável para irrigação de cafezais sem água convencional

    Evento nos dias 20 e 21 de maio, na Fazenda Experimental de Varginha, reúne quatro estações técnicas sobre manejo, produtividade e uso eficiente de recursos; inscrições em breve

    Em um cenário de irregularidade climática e pressão crescente sobre os recursos hídricos, a Fundação Procafé apresentará, nos dias 20 e 21 de maio, uma das respostas que a pesquisa agronômica tem desenvolvido para o setor: técnicas de manejo que permitem manter a produtividade dos cafezais com menor dependência de irrigação convencional. A demonstração integra a edição de Varginha (MG) dos Dias de Campo 2026, que acontece a partir das 8 horas na Fazenda Experimental da cidade.

    A estação sobre irrigação sem água é um dos quatro temas que compõem a programação técnica do evento. As demais abordam temas igualmente estratégicos para o produtor: queda de frutos em cafeeiros — com análise das causas e quantificação das perdas —, desbrota e seu impacto na produtividade de diferentes cultivares, e plantio de plantas de cobertura como ferramenta de manejo do solo.

    O formato dos Dias de Campo privilegia a demonstração prática: os participantes percorrem as estações ao lado de pesquisadores da Fundação, observam os experimentos em andamento na fazenda experimental e têm acesso direto aos resultados das pesquisas conduzidas pela instituição. É o desenvolvimento tecnológico chegando à lavoura dos cafeicultores.

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    A escolha de Varginha para encerrar a temporada 2026 — que passou também por Boa Esperança (MG), em 8 de abril, e Franca (SP), em 15 de abril — reforça a presença da Fundação Procafé nos principais polos cafeeiros de Minas Gerais e São Paulo. Referência nacional em pesquisa e transferência de tecnologia para o setor, a instituição utiliza os Dias de Campo como canal direto de difusão dos avanços obtidos em suas fazendas experimentais.

    “Os Dias de Campo são encontros que fortalecem a conexão entre todos os elos da cadeia cafeeira, transformando conhecimento e pesquisa em resultados concretos no campo. Convidamos todos os produtores e profissionais do setor a conhecer soluções práticas e inovadoras, capazes de aumentar a produtividade e otimizar custos com o apoio das tecnologias mais avançadas da cafeicultura”, destaca Alysson Vilela Fagundes, presidente da Fundação Procafé.

    Para participar, é necessário realizar a inscrição gratuita pelo link https://eventos.fundacaoprocafe.com.br e levar, no dia do evento, ao menos 1 quilo de alimento não perecível.

    Logo após o cerimonial de abertura, os grupos seguirão o circuito técnico pela propriedade. O evento será realizado das 8h às 16h, na Fazenda Experimental, localizada na Avenida Projetada, 2894, bairro São Francisco, em Varginha/MG.

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    SERVIÇO

    Evento: Dias de Campo Fundação Procafé 2026 – Edição Varginha
    Data: 20 e 21 de maio de 2026
    Horário: A partir das 8h
    Local: Fazenda Experimental de Varginha – Varginha (MG)
    Temas: Plantio de plantas de cobertura | Queda de frutos em cafeeiros | Desbrota e produtividade em cultivares de café | Irrigação sem água
    Mais informações: www.fundacaoprocafe.com.br

    Sobre a Fundação Procafé

    Referência global em pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologias, a Fundação Procafé nasceu para impulsionar a cafeicultura brasileira. Seu propósito central é fornecer avanço técnico e tecnológico estratégico, assegurando que os cafeicultores brasileiros mantenham a competitividade e a liderança do setor cafeeiro no cenário mundial.

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  • MINASUL é inaugurada em Três Pontas em grande estilo

    MINASUL é inaugurada em Três Pontas em grande estilo

    Unidade tem cerca de 17 mil itens e estrutura completa para atender produtores de toda a região

    Chegou com tudo! A Minasul, uma das maiores cooperativas de café do Brasil e do mundo, chegou em Três Pontas.

    No último dia 20 de janeiro de 2026, a Minasul deu mais um passo importante pensando na estratégia de expansão no Sul de Minas com a inauguração de uma nova loja. A unidade em Três Pontas, localizada no final da Avenida Barão da Boa Esperança, ao lado do Posto do Jorge, saída para o Pontalete, reforça o acesso do produtor rural a soluções completas para o campo.

    Autoridades municipais, diretores da cooperativa, membros do Conselho da Minasul, cooperados e produtores rurais de toda a região participaram do evento que reuniu cerca de 300 pessoas. Para coroar a inauguração, o público presente ainda pode acompanhar uma palestra de Gustavo Rennó, embaixador da cooperativa de grande renome no mundo do agro.

    Palestrante Gustavo Rennó.

    De acordo com a Minasul, a escolha por Três Pontas considera a forte representatividade agrícola do município e seu destaque na produção de café.

    “É um prazer muito grande estar aqui recebendo a cooperativa Minasul no nosso município, haja vista que o nosso município é grande na agropecuária, na agricultura. Então, a cooperativa vem a calhar com todos os desejos do nosso município. Por isso, recebemos a cooperativa Minasul de braços abertos”, enfatizou João Aleixo Peret, secretário municipal de Agropecuária.

    O Presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade e a Vereadora Valéria Evangelista, assim como outros vereadores, acompanharam a inauguração.
    Os delegados Guilherme Banterli e Gustavo Gomes também prestigiaram o evento.

    A nova loja amplia o acesso dos produtores da região a insumos, tecnologias e serviços especializados, fortalecendo a cadeia produtiva local. E a cooperativa não para, neste ano a expansão continua reforçando o compromisso com o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

    “Essa loja não traz só produtos, mas traz todo o portifólio focado no atendimento, no relacionamento, naquela cultura que a Minasul tem de trazer o melhor para vocês, produtores. Então, não percam essa oportunidade, venham conhecem a nossa loja, venham conhecer a Minasul, façam parte desse maravilhoso mundo do cooperativismo”, destacou Bernardo Reis Teixeira Lacerda Paiva, diretor-presidente da cooperativa.

     

    Bernardo, Presidente Minasul.
    Diretoria Minasul

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    Sobre a loja

    A nova loja da Minasul conta com estrutura completa e projetada para maior conveniência do cooperado e do produtor rural da região. Oferece um portfólio de aproximadamente 17 mil itens, distribuídos entre as principais marcas do mercado, como Syngenta, Bayer, Basf, Adama, Ihara, Mosaic, Yara, Fertipar, Mahindra, Eurochem, Eleva, Prime, Oxiquimica, Biotrop, Frankental, Fênix, AgroCP, Paline Alves, entre outras.

    Além da venda de insumos, a unidade contará com a prestação de diversos serviços como consultoria técnica especializada, assistência técnica, além de condições comerciais diferenciadas e facilidades de pagamento.

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    Números que Impressionam

    A Minasul é uma cooperativa que já está no mercado há 68 anos. Iniciou suas atividades em Varginha, mas faz questão de destacar que hoje ela é regional, na comercialização de insumos e de café.

    Só para se ter uma ideia da dimensão dessa cooperativa, no ano de 2025 foram comercializadas 140 mil toneladas de fertilizantes.

    A Minasul atua com diversas lojas espalhadas por toda a região, cafeterias, departamento técnico detalhado e ainda o SPA, que é uma área especial de atendimento clínico, voltado para a saúde do cooperado, colaboradores e envolvidos. Também possui cafés próprios, com marcas próprias.

    O complexo operacional inclui 30 escritórios de negócios, 13 armazéns de café e uma atuação que abrange cerca de 300 cidades.

    Atualmente, são 418 cooperados com residência na cidade de Três Pontas. Fazendas cadastradas no município de Três Pontas totalizam atualmente 504.

    Somente em termos de clientes do município de Três Pontas, o faturamento da Minasul em 2025 ultrapassou a casa dos 35,2 milhões de reais.

    Ainda sobre a festa de inauguração em Três Pontas, após a palestra, foi servido o jantar, churrasco no rolete e chopp Brahma. Tudo de graça para os presentes.

    Veja outros números nas imagens abaixo, foram apresentadas durante a inauguração em Três Pontas:

    A reportagem do Conexão Três Pontas de esteve presente e além de acompanhar o evento também conversou com algumas lideranças e representantes da própria Minasul sobre a chegada em Três Pontas. Acompanhe esse conteúdo em nossas redes sociais.

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  • Cocatrel define calendário de feiras para 2026

    Cocatrel define calendário de feiras para 2026

    Fecon e Expocafé impulsionam negócios, criam oportunidades e ajudam a fortalecer o crescimento econômico em Três Pontas e região

    Após um ano marcado por grandes conquistas, incluindo o recebimento de um volume expressivo de sacas de café e um crescimento no faturamento, a Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas) definiu as datas de suas feiras para 2026. Os eventos são importantes para o calendário dos cooperados e impactam positivamente a agricultura e a economia de Três Pontas e região, uma vez que a cooperativa atua diretamente em 125 municípios no Sul de Minas.

    20ª FECON: 24 a 26 de março

    A 20ª edição da Feira de Negócios Cocatrel (Fecon) será realizada de 24 a 26 de março e promete oferecer aos cooperados e visitantes a oportunidade de conhecer as mais recentes inovações em produtos e serviços voltados à cafeicultura. O evento estimula a troca de experiências e o fortalecimento de parcerias comerciais, contribuindo para o desenvolvimento do setor na região. A Cocatrel realiza duas edições da Fecon por ano: ambas acontecem na loja matriz em Três Pontas e demais filiais da cooperativa.

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    Expocafé: 26 a 28 de maio

    Reconhecida como um dos maiores eventos da cafeicultura no Brasil, a Expocafé acontecerá de 26 a 28 de maio, em Três Pontas. Realizada anualmente, a feira reúne produtores, pesquisadores, empresas e profissionais do setor para a apresentação de novas tecnologias, tendências de mercado e debates relevantes para toda a cadeia produtiva do café.

    Além de seu caráter técnico e inovador, a Expocafé se destaca pelo forte impacto econômico. Na última edição, o evento contou com cerca de 160 estandes, distribuídos em uma estrutura de mais de mim metros, e movimentou mais de R$ 750 milhões em negócios, atraindo 21 mil visitantes de diversas regiões do país e do exterior.

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    21ª FECON: 1 a 3 de setembro

    A 21ª edição da Fecon está programada para acontecer entre os dias 1 e 3 de setembro. Consolidada como um evento essencial no calendário dos cooperados, a feira reafirma o compromisso da Cocatrel em oferecer acesso a produtos e serviços de qualidade, fomentar negócios de forma eficiente e sustentável e contribuir para o fortalecimento dos seus cooperados.

    Fonte Ascom Cocatrel

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  • CHUVA E FRIO PODEM DEIXAR O CAFÉ MAIS CARO

    CHUVA E FRIO PODEM DEIXAR O CAFÉ MAIS CARO

    O café, que já está caro desde o ano passado por causa da estiagem e calor intenso, agora pode ter novas altas de preços devido ao frio e às chuvas que atingem as regiões produtoras de café arábica, como São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

    Isso porque o frio intenso pode desacelerar o ritmo de maturação dos grãos, o que provoca queda de produtividade, e a chuva atípica para esta época do ano, está atrapalhando a colheita. As informações são do Centro de Estudos de Economia Aplicada (Cepea/Usp).

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    De acordo com o órgão, que realiza pesquisas de campo para avaliar as lavouras, ainda não há comprometimento dos grãos para a safra 2025/2026, mas a possibilidade de geadas preocupa os produtores.

    Em nota, o Cepea informou que “a colheita da atual safra contrasta bastante com a da mesma época da safra anterior, quando o calor adiantava a maturação dos grãos e antecipava os trabalhos no campo”.

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    O levantamento do Cepea mostra que, nos primeiros dias de junho, a colheita de café no Sul de Minas Gerais se aproximava dos 20% da produção esperada, enquanto na região noroeste do Paraná, as atividades somavam entre 25% e 30%; e, na Alta Mogiana Paulista e no Cerrado Mineiro, totalizam de 7% a 10%.

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  • ESPECIAL: COMEÇOU HOJE A MAIOR EXPOCAFÉ DE TODOS OS TEMPOS

    ESPECIAL: COMEÇOU HOJE A MAIOR EXPOCAFÉ DE TODOS OS TEMPOS

    Começou hoje, 4 de junho, a vigésima sétima edição da Expocafé, considerada a maior feira da cafeicultura nacional. E como se não bastasse isso, a versão 2024 é considerada a maior da história.

    Com mais de 150 expositores, expectativa recorde de volumes de negócios, público estimado de mais de 40 mil pessoas, a Expocafé está sendo organizada pela Cocatrel, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas, considerada a maior cooperativa de café do mundo.

    Esta edição conta com um fator importante, a conquista do selo ‘Meu Carbono Neutro’, concedido graças a verificação e neutralização de carbono, destacando assim um compromisso da feira com a preservação ambiental e a construção de um futuro mais sustentável.

    Em parceria com consultorias especializadas, a Cocatrel e a Expocafé projetaram e quantificaram as emissões de carbono geradas durante o evento. Todas as ações e atividades realizadas durante a feira serão meticulosamente calculadas e compensadas, consolidando o compromisso da feira com a neutralização das emissões de carbono.

    Logo pela manhã desta terça-feira, aconteceu a abertura oficial do evento, que contou com a presença das maiores autoridades da cafeicultura nacional e mundial.

    O Conexão Três Pontas acompanhou a abertura da Expocafé 2024 e conversou com algumas autoridades.

    O vereador Luciano Reis Diniz, advogado e principal representante do agronegócio na Câmara de Três Pontas, comentou sobre a importância dessa Expocafé:

    “Esta é a maior exposição da cafeicultura em todo o mundo! E ela é nossa, é de Três Pontas, a cidade do agro a cidade do café. Não podemos jamais nos esquecer de que a base da nossa economia é o agronegócio. Eu sou do agronegócio e não poderia estar de fora desse evento. E como vereador sou realmente um grande representante do agro em nossa Câmara Municipal. Ser do agro, representar e defender e agronegócio além de uma necessidade é questão de muito orgulho. É o maior gerador de renda e empregos que temos. O agronegócio tem que ser valorizado e representado e nós estamos aqui para isso”, declarou.

    Vereador Luciano Reis Diniz

    O ex-presidente da Cocatrel, responsável pela maior expansão da história da cooperativa, Marco Valério Araújo Brito, também externou o seu contentamento com a Expocafé 2024:

    “Eu sou um apaixonado pelo café e quando a gente é apaixonado tem mais energia e motivação para realizar. Citando o grande Guimarães Rosa, ‘nós saímos das Minas e estamos nas Gerais’… Fico muito feliz com esse novo local e essa nova estrutura. É dentro da cidade, com melhor acesso, com sinal de celular, com uma mega estrutura e uma maior integração do evento com toda a sociedade. Estamos vivendo um mundo de muitas crises e um mundo muito complexo. Precisamos de muita cooperação. Essa é a palavra chave. E a Expocafé é uma grande colaboração. Eu sempre sonhei em trazer a Expocafé para esse local. Demorou um pouco, mas agora é uma realidade!”, revelou.

    Marco Valério Araújo Brito, ex-Presidente Cocatrel

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    Outro que conversou com o Conexão, foi o ex-senador e ex-vice-governador de Minas Gerais, Clésio Andrade, declinando suas impressões sobre a nova Expocafé:

    “É preciso lembrar que a área do transporte é fundamental para escoar toda a produção do agronegócio. Hoje eu sou conselheiro do CNT, entidade que está dando todo o apoio ao povo gaúcho diante dessa tragédia que aconteceu no Rio Grande do Sul. Sem dúvida, nessa hora, logística passa a ser fundamental. Com relação à Expocafé, posso dizer que eu estou maravilhado, primeiro com toda essa estrutura e esse local mais central. Estou impressionado com a quantidade de novas tecnologias que estou vendo aqui nos estandes. Sem dúvida a Expocafé é um grande sucesso e não para de crescer. Quero dizer ao povo trespontano que eu continuo apaixonado por Três Pontas e, junto com o Diego, participando de muitas decisões em favor de nossa cidade. É um amor cada dia mais forte por essa gente e essa cidade. Adriene infelizmente se foi, e foi muito jovem. Uma mulher talentosa, que sabia agradar, que sabia trabalhar e que representava Três Pontas lindamente. Ela sempre foi muito preocupada com as pessoas daqui e eu posso dizer que herdei isso dela”, afirmou.

    Clésio Andrade, Conselheiro do CNT

    O trespontano Mário Henrique Caixa, deputado estadual, esteve logo pela manhã na Expocafé, mas em decorrência de compromissos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, acabou não podendo esperar a abertura oficial do evento. Antes de deixar o local ele conversou com o Conexão Três Pontas:

    “A Expocafé está linda, cobriu toda a área do nosso aeroporto. E a gente sabe que isso tudo ainda é meio que improvisado. Mas não digo isso de forma negativa. Toda uma mega estrutura foi montada e todos que aqui vierem, do Brasil e do mundo, serão muito bem recebidos e ficarão impressionados com a feira. Três Pontas tem um sentimento especial voltado ao agro, afinal é a maior produtora de café do mundo. E a Expocafé 2024 põe Três Pontas numa colocação absolutamente diferenciada, tendo a nossa Cocatrel como anfitriã. Toda essa parceria é muito importante, a Cocatrel, a Prefeitura, nós representantes e a sociedade como um todo. Isso faz bem ao agro, faz bem ao café e faz muito bem para Três Pontas. Importante destacar o brilhante trabalho do prefeito Marcelo Chaves Garcia”, pontuou.

    Deputado Estadual Mário Henrique Caixa

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    O deputado federal Diego Andrade disse estar muito orgulhoso de ver o crescimento da Expocafé:

    “A gente fica muito orgulhoso de ver como a Expocafé cresceu. A cada ano maior e melhor. Eu ainda quero caminhar por todos os estandes. Mas conversando com o companheiro deputado estadual Caixa, disse a ele que nós precisamos de um lugar próprio, definitivo para a realização da Expocafé a cada ano. Nós não podemos abrir mão de ter o aeroporto funcionando. Ele é a porta de entrada para o progresso. Eu também conversei com o prefeito Marcelo Chaves e disse a ele que nos próximos meses vamos trabalhar muito pela reabertura do aeroporto de Três Pontas. Vamos cuidar da sinalização e de toda a sua adequação para que ele volte a funcionar o quanto antes. É importante ter um local definitivo para a Expocafé para que não haja a necessidade de todo esse grande investimento com a parte da estrutura, que tem que ser montada e desmontada anualmente. Agora com a Rota do Café que se tornou um monumento nacional, uma lei de nossa autoria, para potencializar o nosso turismo, mais do que nunca nós temos que ter essa sede definitiva para a Expocafé. Precisamos de um centro de eventos que realmente funcione bem, inclusive para a realização de outros eventos, como a grande Festa do Padre Victor, por exemplo”, declarou Diego Andrade.

    Deputado Federal Diego Andrade

    Questionado por nós sobre os fenômenos climáticos que atingem frequentemente a agricultura, como por exemplo a catástrofe das inundações no Rio Grande do Sul, que afetou diretamente a produção nacional de arroz, o deputado federal, majoritário em Três Pontas, falou sobre o trabalho político de apoio ao agronegócio:

    “O Brasil é o maior protetor do meio ambiente em todo o planeta. É o único país onde o produtor rural preserva e reserva a área para o meio ambiente. Nossas florestas estão 83% de pé. Claro que temos esses fatores que você citou das condições climáticas desfavoráveis. Mas são fenômenos muito raros, que acontecem de 100 em 100 anos como esse no Rio Grande do Sul. Nós temos um projeto importante na Câmara Federal e outro também na Assembleia Legislativa de Minas Gerais que trata dos pequenos barramentos para conter o excesso das águas das chuvas. Esses barramentos permitem ao produtor rural fazer a sua irrigação, ampliando a produção sem necessariamente ampliar a área produtiva. Com essa irrigação, por exemplo no milho, você passa a ter cinco safras em dois anos. O Brasil permite essas condições. Se seguirmos os ensinamentos de Alisson Paulinelli, que foi quem criou toda essa cultura dos barramentos, teremos um futuro muito melhor e maiores produções agrícolas. Se no Rio Grande do Sul houvesse esses barramentos tenho certeza que essa tragédia não teria todo esse volume e impacto”, concluiu.

    Acompanhe toda a cobertura do Conexão Três Pontas e outras entrevistas exclusivas que fizemos e faremos na Expocafé 2024, que segue acontecendo até o próximo dia 6, quinta-feira, no aeroporto de Três Pontas.

    O local conta com ampla estrutura, restaurante e lanchonetes, sanitários e estacionamento com toda a renda destinada à APAE.

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  • COCATREL BATE RECORDE DE RECEBIMENTO DE MILHO E SOJA

    COCATREL BATE RECORDE DE RECEBIMENTO DE MILHO E SOJA

    Em 2023 a Cocatrel alcançou uma marca histórica, recebendo 407.421 sacas de milho e 356.700 sacas de soja.

    “Esses números expressivos refletem a confiança que nossos cooperados depositam em nossa cooperativa”, disse o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito.

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    O gestor emendou:

    “Agradecemos a cada um de vocês por serem parte essencial dessas conquistas. Na Cocatrel, estamos dedicados à excelência em gestão e governança, continuando a oferecer o melhor aos nossos cooperados.”

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    Milho e Soja no Brasil em 2023

    Segundo o estudo publicado na Agroadvance, a safra brasileira de 2022/2023 produziu cerca de 156 milhões de toneladas de soja.

    Apesar da queda, o preço da soja esperado para abril de 2024 ao longo de novembro oscilou entre US$30,0 e US$31,0 por saca na maior parte do tempo, próximo da máxima para o vencimento de US$31,1 por saca.

    Brasil segue como o grande celeiro para a expansão da produção de soja no planeta. Considerando as áreas de pastagens degradadas e outras áreas disponíveis, principalmente nas regiões centro-oeste e norte, o país deve seguir crescendo com o plantio desta oleaginosa nos próximos anos.

    O Brasil deverá produzir 129,15 milhões de toneladas de milho na safra 2023/24, segundo nova estimativa divulgada no dia 15 de dezembro de 2023 pela consultoria Safras & Mercado.

    O Brasil é o maior exportador de milho do mundo, a frente de estados Unidos, Argentina e Ucrânia, respectivamente.

    Os maiores produtores de milho brasileiros são (na ordem): Mato Grosso, Paraná, Mato Grosso do Sul, que deverá superar Goiás, na atual safra, e Minas Gerais. A produção do Mato Grosso é superior, inclusive, à das demais regiões do País, se consideradas isoladamente.

    *Com informações da Cocatel / Safras & Mercado / Agroadvance

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  • Agronegócio já representa 22,6% do Produto Interno Bruto do estado

    Agronegócio já representa 22,6% do Produto Interno Bruto do estado

    Safra de café deve crescer 25% neste ano, enquanto a bacia leiteira de Minas chega a 27,2% da produção nacional

    Recordes consecutivos, diversidade e qualidade da produção são motivos para celebrar, neste sábado (25/2), o Dia do Agronegócio. Hoje, o segmento responde por 22,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.

    Neste ano,  Minas deve produzir  27,5 milhões de sacas de café, entre arábica e conilon, com crescimento de 25% na comparação com a safra anterior, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Outro produto característico da produção agropecuária mineira, o leite ocupa, ao lado do café, uma posição de protagonismo.  O estado é a principal bacia leiteira do país, com produção anual de 9,6 bilhões de litros (27,2% do volume nacional).

    Minas também lidera o ranking nacional na produção de batata-inglesa, alho, ervilha, carvão vegetal e no rebanho de equinos. Está ainda entre os principais produtores de abacate, laranja, limão, tangerina, cana-de-açúcar, banana, tilápia e ovos.

    Para a safra 2022/2023, a previsão é de mais um recorde de produção de grãos. Segundo a Conab, a safra deve alcançar 18,5 milhões de toneladas, com crescimento de 10%. A área cultivada chegará a 4,3 milhões de hectares, com aumento de 4,9%. A produtividade ficará em 4.333 quilos por hectare, o que representa uma expansão de aproximadamente 5%. Soja e milho, juntos, respondem por 91,3% da produção mineira de grãos.

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    De Minas para o mundo 

    O setor iniciou 2023 com novo recorde, somando US$ 961 milhões em janeiro e crescimento de 6,3% sobre o mesmo mês do ano anterior. “Impulsionado pela valorização das commodities, este é o melhor resultado para o período na série histórica, acompanhada desde 1997”, avalia o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.

    O secretário lembra que, desde março de 2020, as exportações do agronegócio mineiro vêm batendo recordes consecutivos, no comparativo com o mesmo período de referência do ano anterior. “São 35 meses de recordes no comparativo mês a mês”, ressalta. Numa análise setorial das exportações, o agronegócio está atrás apenas do setor minerário.

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    Produção premiada 

    E não é apenas nas commodities que o setor se destaca. A qualidade da produção mineira vem ganhando visibilidade e reconhecimento nos mercados interno e, especialmente, no externo.

    Como resultado, vinhos e azeites, produzidos com tecnologia desenvolvida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), são premiados mundo afora. Os queijos artesanais, tão importante na cultura do mineiro, têm conquistado reconhecimento em disputas internacionais, além dos cafés especiais, laureados em concursos de qualidade e, assim, vendidos a preços muito acima da média nos mercados.

    Governo de Minas, por meio do sistema estadual da Agricultura, formado pela secretaria de Estado e suas vinculadas (Emater-MG, Epamig e o Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA), desenvolve e executa políticas públicas, apoia os produtores, estimula a diversidade do setor e investe na qualidade e na agregação de valor dos produtos agropecuários mineiros.

    Fonte Agência Minas

     

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  • Minas Gerais inicia 2022 com novo recorde nas exportações do agronegócio

    Minas Gerais inicia 2022 com novo recorde nas exportações do agronegócio

    Impulsionados por demanda aquecida e valorização das commodities, embarques alcançaram US$ 870 milhões, o maior valor para janeiro desde 1997

    As exportações mineiras do agronegócio somaram US$ 870 milhões em janeiro, crescimento de 49,9% em relação ao mesmo período de 2021. O valor é recorde de performance do mês na série histórica, iniciada em 1997. Em relação ao volume, foram embarcadas 602 mil toneladas, aumento de 12,2%, em relação a janeiro do ano passado. Minas Gerais respondeu por 10% das exportações nacionais de produtos agropecuários.

    Na avaliação da secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, a manutenção da demanda aquecida está contribuindo para o cenário positivo das exportações do estado. “O preço médio da tonelada dos nossos principais produtos apresentou alta de 33%. Mantido esse cenário, as exportações continuarão favorecidas e poderemos estimar bons resultados para o agronegócio de Minas ao longo do ano”, afirma.

    Em janeiro, os produtos do agro foram enviados para 121 países. Os principais destinos foram Estados Unidos (US$ 137 milhões), Alemanha (US$ 134 milhões), China (US$ 119 milhões), Bélgica (US$ 60 milhões) e Itália (US$ 43 milhões).

    Café 

    Principal produto da pauta de exportações do agro mineiro, o café representou 61% do valor total comercializado, em janeiro. O volume exportado foi de 2,4 milhões de sacas, que totalizaram US$ 532 milhões. O café mineiro foi enviado para 67 países, tendo a Alemanha como a principal porta de entrada no exterior.

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    Carnes 

    As carnes mantiveram boa performance com o registro de US$ 103 milhões e 28 mil toneladas comercializadas. Todas as proteínas (bovina, frango e suíno) apresentaram crescimento em valor (+44,6%) e volume (+22,7%), na comparação com o mesmo período do ano passado.

    O setor bovino liderou as exportações do segmento, impulsionado pela demanda da China, que aumentou as compras em 31% na comparação com o mês de janeiro de 2021.

    Complexo soja 

    As exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 80,4 milhões e 133 mil toneladas embarcadas,  com destaque para o desempenho dos grãos, com US$ 57 milhões e 110 mil toneladas. A demanda chinesa foi importante para o resultado e é sustentada pela necessidade do país em disponibilizar alimentos para a população, além de investir na recuperação do seu rebanho suíno, dizimado pela peste suína africana.

    Produtos florestais 

    A ampliação das vendas de celulose, madeira e papel levaram o segmento a ocupar o 4º lugar da pauta exportadora do agro mineiro, tradicionalmente ocupado pelo complexo sucroalcooleiro. A receita obtida foi de US$ 57 milhões decorrentes das 124 mil toneladas embarcadas.

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    Complexo sucroalcooleiro

    O grupo composto por vendas de açúcar de cana, álcool e demais açúcares obteve US$ 55 milhões e 150 mil toneladas. O arrefecimento nas vendas de açúcar está atrelado ao volume reduzido e diminuição do preço médio da commodity no mercado internacional.

    Principais produtos exportados (janeiro 2022)

    Café – Valor: US$ 532 milhões / Volume: 2,4 milhões de sacas

    Carnes – Valor: US$ 103 milhões / Volume: 28 mil toneladas

    Complexo soja – Valor: US$ 80,4 milhões / Volume: 133 mil toneladas

    Produtos florestais – Valor: US$ 57 milhões/ Volume: 124 mil toneladas

    Complexo sucroalcooleiro – Valor: US$ 55 milhões / Volume: 150 mil toneladas

    Fonte Agência Minas

     

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  • ORGULHO PARA TRÊS PONTAS: Vanusia Nogueira é a nova diretora executiva da OIC

    ORGULHO PARA TRÊS PONTAS: Vanusia Nogueira é a nova diretora executiva da OIC

    Trespontana, Diretora da BSCA, foi eleita pelos países-membros da Organização durante a 131ª Sessão do Conselho Internacional do Café

    A trespontana Vanusia Nogueira se consolida como uma das maiores autoridades em café em todo mundo. Ela foi eleita para assumir importante cargo como diretora executiva da Organização Internacional do Café (OIC), que é o principal organismo da cafeicultura em todo planeta. A escolha aconteceu entre ontem, dia 9 e hoje dia 10 de fevereiro durante a 131ª sessão do Conselho Internacional do Café.

    A trespontana Vanusia Nogueira, teve a sua candidatura embasada e apoiada pelos setores público e privado do Brasil, contando inclusive com apoio da diplomacia nacional. Sendo assim, a ‘filha da terra do café’ passa a assumir o principal cargo da cafeicultura mundial, o topo da pirâmide. Vanusia tem um legado de importantes serviços prestados como diretora da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), além da participação em diversos fóruns internacionais.

    “Foi uma honra ver o reconhecimento do nosso trabalho e ter a minha candidatura referenciada, tanto pelo poder privado, quanto pelos órgãos do governo brasileiro. Tenho ciência do grande desafio que assumo a partir de agora, na condução e reestruturação, bem como na modernização da Organização Internacional do Café”, ponderou a trespontana.

    Um dos seus grandes feitos, nos 15 anos como diretora da BSCA, foi a promoção dos cafés do Brasil tanto no mercado interno quanto no exterior, dando destaque para a sua qualidade e a sustentabilidade da produção, trazendo severa contribuição para a consolidação do produto brasileiro em parceiros já tradicionais, além da abertura de novos mercados ao ‘ouro verde’, provocando expansão e encantamento junto aos novos compradores com bastante diversidade e excelência.

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    Vanuzia também é responsável pela condução dos trabalhos de implementação do projeto setorial ‘Brazil The Coffee Nation’, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), no ano de 2008, tendo como foco principal a promoção comercial do café brasileiro em terras locais.

    O prefeito de Três Pontas e presidente do ConCafé, Marcelo Chaves Garcia e a nova diretora executiva da OIC, Vanusia Nogueira.

    A trespontana acredita que toda a expertise absorvida tanto na sua vida pessoal quanto profissional em torno do café, principalmente nas mais de 2 décadas lidando com os cafés especiais, será fundamental para a apresentação de um novo direcionamento de toda a cafeicultura global, principalmente agora estando a frente do principal órgão no mundo do café.

    “Uma de nossas metas é a coordenação de trabalhos em questões prioritárias, como renda próspera e de bem-estar para cobrir os custos e possibilitar uma vida mais decente aos produtores, além da ampliação e transparência de mercado, proposição e implantação de políticas e mecanismos de financiamento globais, além de gerar foco em produção e abastecimento sustentáveis, bem como no consumo responsável”, conclui.

    Vanusia Nogueira, acompanhada do Deputado Evair de Melo (ao centro) e do presidente do CNC, Silas Brasileiro (à esquerda)

    QUEM É VANUSIA

    Filha e neta de produtores e comerciantes de café, Vanusia Nogueira é Doutora em Administração, com ênfase em Marketing, pela Universidade Nacional de Rosario (Argentina). Formada em Tecnologia da Informação (TI) e Gestão pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), possui mestrados em Gestão e em Gestão Avançada de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de inúmeros cursos internacionais de especialização em Finanças, Gestão de Relacionamentos (CRM), TI, entre outros, concluídos nos Estados Unidos, Alemanha e Brasil.

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    A OIC

    A Organização Internacional do Café foi estabelecida, em Londres, em 1963, sob recomendação das Nações Unidas, devido à grande importância econômica da commodity. A entidade administra o Acordo Internacional do Café, cuja última atualização está em vigor desde 2 de fevereiro de 2011. É o principal organismo intergovernamental para o setor e reúne governos de nações exportadoras e importadoras para enfrentar os desafios da cafeicultura global, por meio de cooperação internacional. Seus países-membros representam 98% da produção e 67% do consumo mundial do produto.

    Três Pontas no Topo

    O que Três Pontas ganha com isso? Ganha muito! Sempre é fundamental que alguém (legítimos filhos da ‘terra do café’) tenha assento garantido nas principais mesas de debate e decisões da cafeicultura global. Nosso café sempre foi brilhantemente representado pelo saudoso Gilson Ximenes Abreu, um símbolo de conhecimento e gerenciamento em prol do setor.

    Saudoso Gilson Ximenes Abreu, produtor e ex-presidente do CNC.

    E agora vê a sua cooperativa, a Cocatrel, em franca expansão, alcançando mercados internacionais e sob uma gestão histórica, de excelência, através de seu presidente Marco Valério Araújo Brito e diretoria. Também celebra o destaque da cafeicultora e empresária rural Carmem Lucia Chaves de Brito, a “Ucha”, representante das fazendas Caxambu e Aracaçu, em Três Pontas e que já assumiu a presidência da BSCA. Além do atual prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, que é o presidente do ConCafé, Consórcio Público para o Desenvolvimento do Café no Sul e Sudoeste de Minas. Essas pessoas e empresas, entidades e cooperativas, que levam e elevam o nome de Três Pontas mundo afora, não apenas lutam e defendem o café, mas lutam e defendem o desenvolvimento de Três Pontas, que continua tendo o ‘ouro verde’ como uma de suas principais riquezas!

    Café 4×4: ‘Ucha’, Marco Valério, Marcelo Chaves e Vanusia Nogueira, que promovem, juntamente a outros nomes, o café de Três Pontas para o mundo!

    Tudo isso é motivo de orgulho, esse destaque de vários profissionais em funções de comando na cafeicultura, sobretudo agora com Vanusia Nogueira como diretora executiva da OIC, mantém Três Pontas não apenas no mapa ou na rota, mas no topo da cafeicultura global. Parabéns!

    *Com algumas informações do Notícias Agrícolas

     

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  • Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Balanço foi feito pela Emater-MG

    As chuvas que caíram em Minas Gerais nas últimas semanas deixaram prejuízo nas plantações. Segundo balanço da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), 119 mil hectares de lavouras foram perdidos. A maior parte do prejuízo foi na produção de grãos (74,5 mil hectares) e hortaliças (3,4 mil hectares).

    Milho, feijão e hortaliças foram as culturas mais afetadas pelo excesso de chuvas no estado. Cerca de 37,5 mil hectares de plantação de milho foram perdidos, o equivalente a 4% de toda a área cultivada no estado, estimada em 851,5 mil hectares. A cultura do feijão sofreu uma perda de 20,5 mil hectares. A área equivale a 15% do total plantado em Minas Gerais, de 133,2 mil hectares.

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    As maiores perdas ocorreram na região central e no norte do estado. E foi isso que reduziu o prejuízo no setor, visto que as principais regiões produtoras de milho e feijão, como o Noroeste, Triângulo Mineiro e Sul de Minas não sofreram tanto com as chuvas.

    As plantações de hortaliças também foram afetadas. A chuva causou prejuízos principalmente na produção da região metropolitana de Belo Horizonte, além das regiões Norte, Central e Leste de Minas. As culturas com a maior área perdida foram a de alface (416 hectares), tomate (365 hectares) e quiabo (236 hectares).

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    A redução da oferta de hortaliças, típica nos períodos chuvosos, provocou aumento de preços. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, houve no atacado um aumento nos preços das hortaliças de 21,2% e frutas de 4,4%, na comparação com o mesmo período de 2021.

    “O importante para o consumidor agora, é não cair na especulação e pesquisar os preços no mercado varejista, aproveitando as promoções e valores mais competitivos. Além disso, existem alterações de preços que são comuns nesta época, por casa da sazonalidade de alguns produtos”, orientou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.

    Fonte Agência Brasil

     

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