Tag: Boa Notícia

  • AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    Boa ação apoia o trabalho voluntário e celebra o Dia do Socorrista

    A AgroCP, uma empresa sediada em Três Pontas e que atua fortemente no social, através de inúmeras ações, realizou mais um gesto nobre e de muita importância para a comunidade trespontana. Nossa reportagem acompanhou a entrega de alguns equipamentos para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários, realizada na sede da própria empresa.

    Dentre os equipamentos doados estão: Termômetro Infravermelho Digital de testa, Oxímetro, Capa para Kit Cipa, Prancha Longa em polietileno, Imobilizador de Cabeça adulto,  Ambu Adulto Completo com Reservatório e Mascara,  Mascara pocket, Conjunto de 3 cintos de engate rápido (Amarelo, Vermelho e Preto), Jogo de tala aramada em borracha tipo E.V.A. com 4 tamanhos, Bandagem triangular tam M: 100 x 100 x 140 cm, jogo de colar cervical vários tamanhos, ataduras, Manta térmica aluminizada, entre outros.

     

    Todos os equipamentos tem um valor em dinheiro que, no momento, os próprios socorristas não dispõem, financeiramente falando. Mas, além disso, têm um grande valor social, um valor para a vida, já que serão utilizados e serão fundamentais para os resgates e a luta pela vida em diversas ocorrências.

    A entrega dos equipamentos foi feita no hall de entrada da AgroCP, através do Diretor Administrativo Douglas Trindade de Brito. Ele fez questão de destacar a importância do trabalho dos socorristas voluntários:

    “Nós da AgroCP queremos sempre ajudar no que estiver ao nosso alcance, principalmente como essa ação voluntária que faz toda a diferença na nossa cidade. Se cada empresa fizesse um pouquinho, não faltaria nada pra ninguém. Nós fazemos a nossa parte e no que precisar podem contar conosco”, pontuou.

    Hoje, 11 de Julho, é comemorado o Dia do Socorrista. Nada melhor do que, além dos parabéns, ajudar todos esses “guerreiros solidários” dando-lhes as condições de trabalho. Um trabalho que é voluntário, onde não recebem nenhum pagamento em dinheiro para tal e que é de vital importância para a comunidade local. Que as autoridades possam, cada vez mais, se interessar pela causa e promover o bem comum, a defesa da vida através das mínimas condições de trabalho e de resgate para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários.

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  • BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.

    Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

    “No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

    Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

    Registro da vacina deve sair este ano

    No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

    A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

    O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

    Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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  • Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    O fato de ser o primeiro país a testar a vacina de Oxford contra a covid-19, pode fazer o Brasil ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

    A participação do nosso país – o primeiro fora do Reino Unido a fazer parte das pesquisas da vacina – coloca o Brasil como “grande candidato” a usá-la, disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, à Agência Brasil.

    A Unifesp vai participar da terceira fase de pesquisas da vacina inglesa nas próximas semanas. Os testes serão feitos em mil voluntários que vivem em São Paulo e atuam em atividades com exposição ao vírus.

    “Existem algumas conversas nesse sentido [para o país poder ter prioridade no uso da vacina]. Nós estamos trabalhando para que sim. O fato de estarmos integrando e sermos o primeiro país fora do Reino Unido e também o primeiro laboratório no Brasil a realizar esses estudos – semelhantes a esses não há nenhum outro no Brasil – torna o país um grande candidato”, afirmou.

    A produção

    De acordo com a reitora da Unifesp, com acesso à “receita” da vacina, o Brasil terá capacidade de reproduzi-la em grande escala, a partir de laboratórios nacionais.

    “Tendo acesso à vacina, nós temos capacidade de produção em larga escala, por meio dos nossos laboratórios nacionais de fato, como o Instituto Butantan, e os laboratórios da Fiocruz, entre outros”, afirmou.

    Por que Unifesp?

    Soraya explicou porque a Unifesp foi uma das escolhidas para testar a vacina no Brasil.

    “Inicialmente é por conta da liderança da doutora Lily Yin Weckx, que é a coordenadora do estudo no Brasil e é coordenadora do laboratório do Centro de Referência em Imunização da Unifesp. Esse centro tem conexões com diversos outros pesquisadores do Reino Unido e da Europa. E também por conta da doutora Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também pesquisadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Unifesp. Por causa da experiência que elas têm na área e dos estudos que já realizaram anteriormente, com reputação muito boa internacional, o nosso laboratório aqui da Unifesp foi indicado para executar essa fase do teste da vacina”, disse.

    Prazos

    Os testes ainda não começaram. Isso deve acontecer por volta da terceira semana de junho.

    “Essa fase será a fase de recrutamento. Em seguida, os testes desses voluntários selecionados. Depois, a aplicação da vacina, e o seguimento por alguns meses, até doze meses, para que os resultados possam ser conclusivos. Eu disse até 12 meses, porque a perspectiva é que este período pode ser de doze meses ou talvez um pouco menos”.

    A vacina de Oxford, feita no laboratório da universidade do Reino Unido, é a que está em processo mais adiantado no mundo.

    Com informações da Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Próxima fase de testes terá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido, já selecionados, e a mesma quantidade em território brasileiro

    vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia, será testada em humanos também no Brasil.

    Segundo informações obtidas pela ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil  voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

    Isso se deve ao fato de a menor circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento ter tornado mais difícil a avaliação da eficácia da imunização. A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

    As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

    A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

    No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.
    A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas. (ANSA)

    Fonte EM

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  • BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    Medicamento antiviral registrado com o nome de Avifavir se mostrou promissor em testes; atualmente, não existe vacina para a doença

    A Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19 a partir da próxima semana, disse sua financiadora estatal à Reuters, uma medida que a nação espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

    Os hospitais russos podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho, disse o chefe do fundo soberano RDIF à Reuters em uma entrevista. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

    Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência.

    Um novo remédio antiviral da Gilead, chamado remdesivir, se mostrou promissor em alguns testes pequenos de eficiência contra Covid-19 e está sendo dado a pacientes de alguns países seguindo regras de uso compassivo ou emergencial.

    O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm quando esta migrou para o setor de saúde.

    O chefe da RDIF, Kirill Dmitriev, disse que cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo e que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

    O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro, Shinzo Abe, o elogiou e lhe concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal, mas ainda não aprovou seu uso.

    O Avifavir apareceu em uma lista de remédios aprovados pelo governo russo no sábado.

    Dmitriev disse que testes clínicos do remédio foram realizados com 330 pessoas e que mostraram que ele tratou o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos.

    Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento graças a um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

    Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir o cronograma dos testes, que costumam durar muitos meses, porque o genérico japonês no qual o Avifavir se baseou foi registrado em 2014 e passou por testes consideráveis antes de especialistas russos o modificarem.

    Fonte R7

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  • BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O que você precisa saber sobre o remédio:

    O que é o remdesivir?

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

    Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

    No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

    Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

    Qual a sua eficácia?

    Na última quarta-feira, o NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

    Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

    “Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

    Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

    No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

    Os resultados sugeriram que o Remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

    Por que há resultados variados?

    As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no Remdesivir.

    Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

    Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

    “Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Quando estaria disponível?

    O Remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

    Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

    “Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

    “Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

    Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

    Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

    “Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

    Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

    Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day.

    Como funciona?

    O Remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

    É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

    “O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

    “Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

    O Remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

    Fonte IstoÉ

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  • EXCELENTES NOTÍCIAS! Diante da pandemia de coronavírus Santa Casa de Três Pontas recebe doações de mais 5 Respiradores

    EXCELENTES NOTÍCIAS! Diante da pandemia de coronavírus Santa Casa de Três Pontas recebe doações de mais 5 Respiradores

    PROVEDOR ANUNCIARÁ HOJE EM REUNIÃO CONSTRUÇÃO DA TÃO SONHADA HEMODIÁLISE NO HOSPITAL SÃO FRANCISCO DE ASSIS

    Diante desse turbilhão que estamos vivendo e de toda avalanche de notícias ruins, traumáticas, preocupantes e desanimadoras, o Conexão Três Pontas apurou duas excelentes notícias para a comunidade trespontana. A primeira delas destaca as doações de empresas locais que repassaram ao Hospital mais 5 aparelhos Respiradores Mecânicos, fundamentais na recuperação dos casos mais graves de Covid-19. A segunda confirma a construção do tão sonhado Centro de Hemodiálise.

    Não há como tipificar ou quantificar a solidariedade do povo trespontano. Parece bairrismo, mas a sociedade trespontana merece destaque e nos enche, enquanto membros dessa comunidade, de muito orgulho e satisfação. Duas excelentes notícias irão beneficiar em grande escala a população local. Nossa reportagem conversou com o Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, na tarde desta quarta-feira (15). Michel Renan Simão Castro confirmou a construção do Centro de Hemodiálise, um sonho muito antigo de dezenas de pacientes que ainda hoje precisam se deslocar a outras cidades, como Varginha, em média três vezes por semana, para realizar as sessões de hemodiálise, já tão desgastantes e sofridas, sem contar o transporte, a viagem e o tempo ainda maior para retornar para suas casas.

    “Felizmente nós poderemos hoje, durante a Reunião da Irmandade, que será feita online, a distância, confirmar a tão sonhada vinda da Hemodiálise para nossa cidade. Esse sonho vem de longa data. Recentemente estive em Brasília, num encontro com diversas autoridades e com o Presidente Jair Bolsonaro. Fomos pleitear um financiamento para que a nossa Santa Casa de Três Pontas pudesse conseguir recursos para a construção desse centro. E felizmente agora recebemos a confirmação de que o Hospital São Francisco de Assis foi contemplado com esse financiamento, sendo uma das primeiras santas casas do Brasil a consegui-lo.

    Serão construídos 33 leitos de hemodiálise e ainda mais 10 leitos de UTI. Vale destacar que essas obras serão feitas com recursos da própria Santa Casa através desse financiamento”, revelou Michel Renan.

    O valor do financiamento para as obras da Hemodiálise e da UTI é de R$5.100.000,00 (Cinco milhões e cem mil reais) e as obras devem ser finalizadas em até 180 dias. Michel ainda revelou que com a ampliação da Unidade de Terapia Intensiva e com o Centro de Hemodiálise serão gerados algo em torno de 60 novos empregos.

    Respiradores

    A pandemia de coronavírus tem deixado o mundo em alerta. Infelizmente milhares de vidas já foram perdidas com a Covid-19. Hoje no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o número de mortes chegou a 1.736 e 28.320 casos confirmados.

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis recebeu, graças a generosidade de diversos empresários locais, mais 5 aparelhos Respiradores Mecânicos. Isso eleva o número para 15 aparelhos. Também foram doadas bombas de infusão e monitores, que fazem parte do kit usado, além de outras patologias, em casos mais graves de Covid-19.

    Embora não quisesse aparecer, mantendo a discrição da doação, O Conexão Três Pontas apurou que 1 aparelho Respirador Mecânico foi doado pela empresa Artvac. O diretor Ronaldo Bernardes falou com nossa reportagem:

    Conexão – Ronaldo, boa tarde! Parabéns pela iniciativa, pela generosidade que certamente ajudará a salvar vidas. Você tem noção exata da importância desse ato da Artvac? Por que vocês resolveram ajudar?

    Diretor da Artvac, Ronaldo Bernardes.

    Ronaldo Bernardes – Boa tarde! Primeiramente eu não queria revelar esse fato, mas diante de sua procura por respostas não me furtarei em te responder. Não gosto muito de aparecer. Prefiro fazer em silêncio. Nós realmente nos mobilizamos para ajudar a Santa Casa e a cidade de Três Pontas. Sabemos que esse aparelho é de vital importância e que poderá salvar vidas. Pensamos que essas vidas são de conhecidos, amigos, funcionários e até parentes. Não há como prever o que vai ocorrer. O importante é que cada um faça a sua parte. Nós então contactamos a direção da Santa Casa e pedimos que eles procurassem um aparelho em ótimo estado para que doássemos o valor. E assim fizemos. Mas saliento que outros empresários também doaram outros aparelhos. Na verdade não fizemos mais do que a nossa obrigação. Fico muito agradecido a Deus por poder, em nome de toda Artvac, contribuir dessa forma.

    Conexão – Eu me lembro de você Ronaldo, hoje um empresário de muito sucesso e gerador de muitos empregos, vendendo queijo num veículo Brasília bem velho. Hoje sua situação é outra. Nem sempre as pessoas lembram de suas origens ou de ajudar a quem precisa. Você e esses outros empresários são exceções nos dias de hoje.

    Ronaldo Bernardes – Roger, você me conhece há muito tempo e conhece minha filha. Eu me lembro de um dia em que entrei no extinto Supermercado do Suco, ela ainda criança, para comprar balas que ela tinha me pedido. Eu sequer tive dinheiro para comprar balas pra minha filha. A vida de todos é assim, com muitas dificuldades. Eu me sinto realizado e feliz por hoje poder ajudar a quem precisa.

    Nossa reportagem também apurou que a Artvac estará fazendo a doação e 200 cestas básicas para famílias carentes da cidade de Três Pontas nos próximos dias.

    Outra empresa que também tem se solidarizado bastante com a Santa Casa é a Tecnotextil. Embora também prefiram o anonimato nós apuramos que a empresa foi outra a doar 1 aparelho Respirador Mecânico, entre outros equipamentos e doações.

    Provedor Michel Renan S. Castro.

    “A comunidade tem ajudado muito e conseguimos uma boa doação de TNT, matéria-prima para a confecção de máscaras e aventais para nossos profissionais de saúde. E a Tecnotextil está confeccionando isso tudo pra nós. Só tenho a agradecer a todas as empresas e as pessoas que estão entendendo a dificuldade, confiando em nosso trabalho e estendendo as mãos. Deus lhes pague!”, concluiu Michel Renan.

    O Provedor ficará no cargo, a frente do Hospital, até março de 2021. Tentamos contato com a empresa Tecnotextil, porém sem sucesso.

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  • Boa Notícia: Três Pontas segue sem nenhum caso confirmado de Coronavírus

    Boa Notícia: Três Pontas segue sem nenhum caso confirmado de Coronavírus

    Provedor da Santa Casa desmente rumores de caso confirmado em Três Pontas.

    A pandemia de coronavírus continua crescendo em vários países do mundo. No Brasil, são neste momento, segundo as secretarias estaduais de Saúde, 22.740 infectados em todos os estados e 1.271 mortos. Já no Sul de Minas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) confirmou a segunda morte por Covid-19 registrada em Pouso Alegre em novo boletim divulgado na manhã desta segunda-feira (13). Com isso, a região tem agora oficialmente seis mortes e outros 63 casos positivos do novo coronavírus. Outros casos, como a morte de um fisioterapeuta em São Tomás de Aquino, ainda não entraram no balanço do Estado. Em várias cidades circunvizinhas de Três Pontas há casos confirmados, como os exemplos de Varginha, Boa Esperança e Campos Gerais. Felizmente, até o momento, não há nenhum caso confirmado em Três Pontas.

    Nos últimos dias surgiram rumores de que haveria sim caso confirmado de coronavírus em ¨Três Pontas. Várias pessoas postaram e compartilharam em perfis do facebook. Nesta segunda-feira (13) o assunto voltou à tona no grupo da Santa Casa no whatsapp, mostrando a postagem de uma trespontana que diz o seguinte:

    Diante do questionamento, o Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Michel Renan Simão Castro, respondeu:

    “Pedi para o jurídico da Santa Casa fazer a resposta quanto a postagem de COVID. Informo que até o momento não temos nenhum caso confirmado de COVID 19. Informo que não temos nenhum motivo para omitir informações. Teremos casos e quando tivermos será informado à população. Já temos problemas demais e a omissão ou mentira somente trarão novos problemas. Nossa responsabilidade e gratidão pelo quanto a população nos ajuda nos impede de negligenciar. Juntos podemos mais.”

    Em novo boletim divulgado pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (13) os números são os seguintes:

    06 CASOS – SUSPEITOS E AGUARDANDO RESULTADOS DOS EXAMES JÁ REALIZADOS.

    19 CASOS – DESCARTADOS ATRAVÉS DE EXAMES.

    00 CASOS – CONFIRMADOS COM COVID-19

    25 CASOS – TOTAL DE CASOS NOTIFICADOS SUSPEITOS PELO MUNICÍPIO

    101 CASOS – SUSPEITOS COM SÍNDROME GRIPAL

    A Prefeitura finaliza com um lembrete: “Permaneçam em suas casas. Estamos enfrentando o período mais crítico da pandemia no Brasil. Vamos colaborar.”

     

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  • Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Brasil: Mais de 170 pessoas receberam alta após covid-19 só nas últimas 24h

    Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com informações sobre o número de indivíduos curados do novo coronavírus

    O Ministério da Saúde pretende divulgar nos próximos dias um painel diário com o número de pessoas que receberam alta médica após recuperação da covid-19 — doença causada pelo novo coronavírus. De acordo com a pasta, 173 pessoas foram liberadas pelos médicos só nas últimas 24 horas.

    Wanderson Oliveira, secretário Nacional de Vigilância em Saúde, ressaltou nesta terça-feira (7) que os indivíduos curados, principalmente os que precisam ficar em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), são submetidos a um protocolo de tratamento.

    “Nós ainda não temos esse painel concluído. Mas, eu posso passar os números das últimas 24h. Foram 114 óbitos ante 173 pacientes que tiveram altas de hospitais. É importante dizer que geralmente a pessoa que fica na UIT, ele não é liberada imediatamente. Geralmente ela fica um tempo na enfermaria”, explicou durante entrevista coletiva.

    Novo coronavírus no Brasil

    O Ministério da Saúde contabilizou, nesta terça-feira (7), 667 mortes causadas pelo novo coronavírus. Os casos confirmados de covid-19 em todo o país chegam a 13.717.

    Tocantins é o único estado que não registrou mortes até o momento. São Paulo e Rio de Janeiro continuam a ser as unidades da federação com os maiores números de óbitos e casos confirmados.

    A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil é de 4,9%, abaixo da média mundial: 5,67%.

    Fonte R7

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  • HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    HC e Hemorio vão testar plasma de curados da covid: 1 doador pode salvar 3

    Instituições públicas, como o Hospital das Clínicas de São Paulo e o Hemorio, também vão participar dos testes, liberados pela Anvisa no fim de semana, com plasma de pessoas curadas da covid-19.

    O Instituto Estadual de Hematologia – Hemorio – inicia nesta semana uma série de estudos para usar o plasma sanguíneo de pessoas que foram curadas do novo coronavírus (covid-19) no tratamento de pessoas em estado grave.

    O procedimento consiste em colher o soro com anticorpos do sangue de curados e depois transferir para o corpo de pacientes que estão infectados com covid-19, em apresentam quadro grave.

    De acordo com o Hemorio, estudos com o chamado plasma convalescente têm sido feitos na França, no Canadá, em Israel, na Espanha e China.

    Esse tipo de terapia já foi utilizada em epidemias como a de ebola e a de H1N1. O próprio Hemorio já fez um estudo semelhante para tratar a dengue, com bons resultados obtidos em laboratório.

    Pacientes que já se curaram da doença estão sendo convocados e serão avaliados como potenciais doadores de plasma.

    São Paulo

    Em São Paulo, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, vai participar do estudo para confirmar a eficácia do método junto com Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein.

    “Quando injetado em um novo paciente, o plasma convalescente fornece “imunidade passiva” até que o sistema imunológico do paciente possa gerar seus próprios anticorpos”, explica Nelson Tatsui, diretor-técnico do Grupo Criogênesis e hematologista do HC-FMUSP.

    Luiz Vicente Rizzo, diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, conta que a técnica de transferir a “imunidade” de um indivíduo curado de doença infecciosa para outro que está doente existe há mais de 100 anos.

    “Foi usada durante muito tempo no tratamento de coqueluche, tétano, durante as epidemias de Sars e Mers e ocasionalmente em pacientes com ebola”, lembra.

    Procura por doadores

    O protocolo do Albert Einstein vai focar as pesquisas em 30 pacientes, mas pode chegar a 100,  conforme o andamento. O primeiro passo é encontrar doadores

    “Estamos ligando para quem deixou seu nome como possível voluntário e vendo quem está disponível”, diz diretor-superintendente de pesquisa da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Os requisitos para ser doador são:

    • Ter mais do que 18 e menos do que 60 anos
    • Ter mais do que 55 kg
    • Não ter mais o vírus
    • Não ter nenhuma outra infecção transmissível
    • Possuir os anticorpos neutralizantes

    Interessados em doar devem entrar em contato com o banco de sangue dos hospitais participantes.

    Para a segurança dos voluntários, a coleta será feita na casa do doador de sangue.

    De acordo com o especialista do HC-FMUSP, um dos melhores métodos de coleta de plasma destes indivíduos convalescentes é a tecnologia de aférese.

    Um doador ajuda até 3 pacientes

    No caso do novo coronavírus, Nelson Tatsui acredita que é possível atender até 3 pacientes com apenas uma coleta.

    “A maior vantagem da [técnica] Aférese é a possibilidade de retirar de um único doador uma quantidade suficiente para atender 2 a 3 pacientes graves de covid-19”, afirmou.

    A expectativa dos especialistas é de que esse tratamento provoque uma melhora mais rápida dos pacientes com coronavírus em estado grave.

    “Nossa maior expectativa com o tratamento é que o paciente se recupere melhor e de forma mais rápida, o que contribuiria para que leitos e aparelhos que auxiliam na respiração atendessem mais pessoas”, concluiu Luiz Vicente Rizzo, da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

    Fonte Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    Para 2021: Johnson & Johnson vai fabricar 1 bilhão de vacinas contra coronavírus

    A Johnson & Johnson, em parceria com o governo dos EUA, vai fabricar até um bilhão de doses de vacina contra o coronavírus.

    A vacina escolhida, é a que vem sendo desenvolvida desde janeiro, baseada na mesma tecnologia usada para fabricar a vacina contra o Ebola, amplamente usada em pessoas na África.

    Em estudos de laboratório, a vacina experimental produziu fortes anticorpos neutralizantes contra o covid-19 – o tipo necessário para obter um resultado bem-sucedido.

    A produção

    A produção vai começar após os testes em humanos, previstos para setembro.

    Se tudo estiver certo, a imunização começa em 2021, muito mais rápido que o período de 18 meses típico para vacinas serem testadas, aprovadas e depois fabricadas.

    Corrida contra o tempo

    Com um investimento que chega a US$ 1 bilhão, pouco mais de R$ 5 bilhões, a Johnson & Johnson anunciou que pretende ampliar sua capacidade de fabricação e o planejamento, segundo a empresa, começa agora.

    “Essa é a única opção para chegarmos a tempo”, explicou o diretor científico da J&J, Paul Stoffels, em entrevista à Reuters.

    Atualmente, a empresa possui uma fábrica na Holanda que pode produzir até 300 milhões de doses da vacina, disse Stoffels, acrescentando que “não será suficiente para todo o mundo”.

    Fábrica nos EUA

    Do total do investimento, US$ 421 milhões, cerca de R$ 2 bilhões, virão do governo dos Estados Unidos, onde a fábrica será construída para produzir as vacinas até o final do ano.

    Stoffels disse que a J&J também está procurando por fábricas em outras partes da Europa e Ásia capazes de produzir o tipo de vacina em que a empresa está trabalhando.

    Fonte SNB (Apud Olha Digital)

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