Tag: Boa Notícia

  • Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo.

    “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

    A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

    Essa distribuição será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão, informou a agência de notícias RIA. Os testes de fase 1 e fase 2 normalmente verificam a segurança de um remédio antes de este avançar para a fase 3, que testa sua eficácia em um grupo maior de voluntários.

    O Ministério da Saúde russo realizará esses últimos testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

    Globalmente, das 19 vacinas experimentais contra a covid-19 em testes com humanos, só duas estão em testes finais de fase 3 —uma da chinesa Sinopharm e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, que tem parte do teste realizada no Brasil. A chinesa Sinovac Biotech deve se tornar a terceira no final deste mês, e também com testes no Brasil.

    A versão russa

    A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

    Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

    Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

    A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730 mil pessoas infectadas e já passou de 11 mil mortes causadas pela covid-19.

    Fonte Viva Bem

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    Cientistas australianos estão prontos para testar uma nova vacina contra o câncer em humanos, após o resultado bem-sucedido de estudos pré-clínicos.

    nova vacina foi desenvolvida por uma equipe da Mater Research, sediada no Translational Research Institute, em colaboração com a Universidade de Queensland, na Austrália.

    A professora e pesquisadora da Universidade, Kristen Radford confirmou que a vacina tem o potencial de tratar uma variedade de cânceres, inclusive no sangue e é um grande avanço para o câncer de mama também.

    “Esperamos que esta vacina possa ser usada para tratar cânceres de sangue, como leucemia mieloide, linfoma não-Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemias pediátricas, além de malignidades sólidas, incluindo câncer de mama, pulmão, rim, ovário e pancreático e glioblastoma,” disse Radford.

    “Nossa nova vacina é composta de anticorpos humanos fundidos com proteínas específicas de tumores, e estamos investigando sua capacidade de atingir células humanas enquanto ativamos a memória das células tumorais”.

    Promissora

    A equipe afirma que a vacina apresentou várias vantagens importantes em relação a outras já em desenvolvimento e se mostrou promissora nos primeiros ensaios clínicos.

    “Primeiro, ela pode ser fabricada como uma formulação de grau clínico ‘pronta para uso’, o que contorna os problemas financeiros e logísticos associados às vacinas específicas para os pacientes.”

    Menos efeitos colaterais

    “Em segundo lugar, este protótipo de vacina tem como alvo as principais células tumorais necessárias para o início de respostas imunológicas específicas do tumor, maximizando a eficácia potencial do tratamento, ao mesmo tempo minimizando os possíveis efeitos colaterais.”

    “Nós estamos muito felizes em ver nossa pesquisa publicada em uma revista de prestígio e esperamos que nosso trabalho contínuo para encontrar uma vacina segura e eficaz contra o câncer beneficie os pacientes com câncer no futuro,” finalizou Radford.

    Fonte Só Notícia Boa

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  • BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    BOA NOTÍCIA: Novos casos de covid-19 estão em queda em 13 estados brasileiros

    Os novos casos de Covid-19, felizmente, já estão em queda em 13 estados brasileiros – mais um motivo pra gente continuar se cuidando, manter as medidas protetivas e evitar aglomerações até a pandemia passar, mesmo porque os casos continuam crescendo na maior parte do Brasil, com mais de 1,8 milhão de contaminados.

    Dito isto, vamos aos dados. Houve queda de novos casos do coronavírus em 13 estados entre a 27ª e 28ª semana epidemiológica, a mais recente, de acordo com dados do Ministério da Saúde analisados pelo Metrópoles. A maior parte deles está nas regiões Norte e Nordeste:

    1. Rio Grande do Norte -56,4%
    2. Roraima -45,9%
    3. Amapá -23%
    4. Rio de Janeiro -20,6%
    5. Espírito Santo -15,7%
    6. Maranhão -14,6%
    7. Bahia -7,6%
    8. Alagoas -6,2%
    9. Pará -6,2%
    10. Paraná –4,9%
    11. Rondônia -4%
    12. Distrito Federal -2,7%
    13. Sergipe -2,4%

    Estados/ novos casos em alta

    Já nas 14 unidades restantes da Federação o crescimento de contaminados continua preocupante:

    Na estatística, Santa Catarina, Pernambuco e Mato Grosso chamam a atenção pela quantidade de novos casos. Veja onde tem aumentado:

    1. Santa Catarina +24,3%
    2. Pernambuco +24,3%
    3. Mato Grosso +19,8%
    4. Minas Gerais +19,1%
    5. Mato Grosso do Sul +17,5%
    6. São Paulo +15,8%
    7. Tocantins +14,7%
    8. Rio Grande do Sul +7,3%
    9. Goiás +6,2%
    10. Amazonas +5,2%
    11. Ceará +4,7%
    12. Acre +1,2%
    13. Paraíba +0,6%

    Mortes

    A quantidade de mortes de brasileiros durante 24 horas pela Covid-19 caiu para 770 nesta segunda, 13, de acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa – com dados das secretarias estaduais de Saúde – uma redução em relação à quantidade diária que passava de mil casos por dia.

    Mesmo assim, chegamos à trágica marca de 72.921 brasileiros mortos, vítimas da doença.

    Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.052 por dia, uma variação de 7% em relação aos óbitos registrados em 14 dias.

    Estados/ Ranking de mortes:

    Em queda: 

    RJ, AC, AM, AP, PA, RR e RN.

    Em estabilidade: 

    ES, SP, AL, BA, MA, PB, PE, PI e SE.

    Subindo:

    PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, RO, TO e CE.

    O estado de Mato Grosso não divulgou os dados até as 20h. Considerando os dados até as 20h de domingo, estava subindo (a alta era de +31%).

    Se cuide!

    Não relaxe das medidas de segurança e do isolamento social. Tome todas as precauções, como o uso de máscaras e álcool em gel, se tiver que sair de casa por qualquer motivo.

    • Mantenha o distanciamento social, fique a 2 metros das pessoas na rua
    • Ao voltar, troque os sapatos para entrar em casa (borrife com álcool ou passe água sanitária nos sapatos usados na rua e ponha em local reservado)
    • tire a roupa usada na rua e ponha para lavar
    • tome banho com sabonete
    • vista roupas limpas
    • use chinelos limpos para andar dentro de casa
    • Mantenha o chão da casa limpo frequentemente com água sanitária

    Todo esse esforço vale pra cuidar de você e das pessoas que você ama, enquanto não sair uma vacina para acabar com essa Covid-19. Se cuide!

    Fonte Só Notícia Boa

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  • BOA NOTÍCIA: 65% dos casos confirmados de covid-19 em Minas Gerais já se recuperaram

    BOA NOTÍCIA: 65% dos casos confirmados de covid-19 em Minas Gerais já se recuperaram

    De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Minas Gerais superou nesta segunda-feira (13) a marca de 50 mil recuperados da COVID-19. Os dados do governo mostram que 65,74% das pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus se curaram.

    Minas tem 78.643 casos confirmados da doença, segundo boletim epidemiológico publicado nesta segunda pela administração estadual. Desse total, 50.510 foram curados, enquanto 24.697 seguem em acompanhamento médico. Foram registradas ainda 1.688 mortes em decorrência do vírus.

    A taxa de recuperados em Minas Gerais está um pouco acima do percentual nacional. Segundo dados divulgados nesse domingo pelo Ministério da Saúde, 1.123.204 das 1.864.681 infecções confirmadas oficialmente (60,23%) foram curadas.

    As projeções da SES indicam que Minas está próximo do pico da pandemia, previsto para esta semana. Porém, o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, disse que o cenário ainda é incerto e variável.

    “Nesta semana, essas projeções mostram que teremos um volume grande de casos, mas, se isso será o pico, realmente, se não será ou se nós, em vez de termos um pico, vamos ter um platô, isso é, efetivamente, o que precisamos acompanhar”, avaliou, em entrevista coletiva nesta segunda.

    O que é o coronavírus

    Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.

    Como a COVID-19 é transmitida?

    A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

    Como se prevenir?

    A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a COVID-19.

    Quais os sintomas do coronavírus?

    Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

    • Febre
    • Tosse
    • Falta de ar e dificuldade para respirar
    • Problemas gástricos
    • Diarreia

    Em casos graves, as vítimas apresentam:

    • Pneumonia
    • Síndrome respiratória aguda severa
    • Insuficiência renal

    Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

    Fonte EM

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  • Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina contra covid-19 pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

    Vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil. Imunizador está atualmente na fase três de testes

    A vacina contra a covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

    O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

    “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

    “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

    Segundo ela, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan.

    A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

    Vantagens da vacina de Oxford

    Segundo ela, a vacina de Oxford tem vantagem sobre outras em desenvolvimento no mundo pois, além de usar uma plataforma já conhecida e testada em vírus como Mers e Ebola, funcionaria com uma dose única. “Estamos desenvolvendo uma vacina em dose única. É um diferencial. […] Outro diferencial que temos é que sabemos que potencial da geração de anticorpos é muito forte, muito positivo”.

    Fonte R7

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  • AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    AGROCP DOA EQUIPAMENTOS PARA SOCORRISTAS DE TRÊS PONTAS

    Boa ação apoia o trabalho voluntário e celebra o Dia do Socorrista

    A AgroCP, uma empresa sediada em Três Pontas e que atua fortemente no social, através de inúmeras ações, realizou mais um gesto nobre e de muita importância para a comunidade trespontana. Nossa reportagem acompanhou a entrega de alguns equipamentos para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários, realizada na sede da própria empresa.

    Dentre os equipamentos doados estão: Termômetro Infravermelho Digital de testa, Oxímetro, Capa para Kit Cipa, Prancha Longa em polietileno, Imobilizador de Cabeça adulto,  Ambu Adulto Completo com Reservatório e Mascara,  Mascara pocket, Conjunto de 3 cintos de engate rápido (Amarelo, Vermelho e Preto), Jogo de tala aramada em borracha tipo E.V.A. com 4 tamanhos, Bandagem triangular tam M: 100 x 100 x 140 cm, jogo de colar cervical vários tamanhos, ataduras, Manta térmica aluminizada, entre outros.

     

    Todos os equipamentos tem um valor em dinheiro que, no momento, os próprios socorristas não dispõem, financeiramente falando. Mas, além disso, têm um grande valor social, um valor para a vida, já que serão utilizados e serão fundamentais para os resgates e a luta pela vida em diversas ocorrências.

    A entrega dos equipamentos foi feita no hall de entrada da AgroCP, através do Diretor Administrativo Douglas Trindade de Brito. Ele fez questão de destacar a importância do trabalho dos socorristas voluntários:

    “Nós da AgroCP queremos sempre ajudar no que estiver ao nosso alcance, principalmente como essa ação voluntária que faz toda a diferença na nossa cidade. Se cada empresa fizesse um pouquinho, não faltaria nada pra ninguém. Nós fazemos a nossa parte e no que precisar podem contar conosco”, pontuou.

    Hoje, 11 de Julho, é comemorado o Dia do Socorrista. Nada melhor do que, além dos parabéns, ajudar todos esses “guerreiros solidários” dando-lhes as condições de trabalho. Um trabalho que é voluntário, onde não recebem nenhum pagamento em dinheiro para tal e que é de vital importância para a comunidade local. Que as autoridades possam, cada vez mais, se interessar pela causa e promover o bem comum, a defesa da vida através das mínimas condições de trabalho e de resgate para os Anjos da Vida Socorristas Voluntários.

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  • BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    BOA NOTÍCIA: Começa teste de vacina anti-Covid de Oxford em São Paulo

    Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.

    Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

    “No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”, informou a Fundação Lemann, do bilionário empresário Jorge Paulo Lemann.

    Segundo a Unifesp, os voluntários em São Paulo serão profissionais de saúde entre 18 e 55 anos e outros funcionários que atuam no Hospital São Paulo, ligado à Escola Paulista Medicina, da Unifesp.

    Registro da vacina deve sair este ano

    No início do mês, a Unifesp informou que os testes com voluntários brasileiros contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o fim deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.

    A vacina, cujo pedido de testes no Brasil foi feito à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela farmacêutica AstraZeneca, está atualmente na fase 3 de testes, “o que significa que a vacina encontra-se entre os estágios mais avançados de desenvolvimento”, disse a Unifesp.

    O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país.

    Outra vacina contra a covid-19, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, deverá começar a ser testada no Brasil no mês que vem, em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

    Este teste, segundo o instituto, será financiado pelo governo paulista e deverá contar com nove mil voluntários. Caso a vacina seja bem-sucedida, o acordo prevê a possibilidade ser produzida Instituto Butantan.

    Fonte Agência Brasil

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  • Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    Banco investe U$ 1 bilhão pra combater racismo e desigualdade

    O Bank of America anunciou que vai investir 1 bilhão de dólares, mais de 5 bilhões de reais, para ajudar comunidades a lidar com o racismo e diminuir a desigualdade econômica.

    “Os eventos após o assassinato de George Floyd] criaram um senso de verdadeira urgência, que surgiu em todo o país, principalmente em vista das injustiças raciais que vimos nas comunidades onde trabalhamos e moramos. Todos nós precisamos fazer mais”, disse o CEO Brian Moynihan.

    O dinheiro será direcionado para programas econômicos envolvendo empregos, treinamento, apoio a pequenas empresas e moradia, mas acrescentará uma nova ênfase aos serviços de saúde para comunidades de cor.

    Cem milhões de dólares vão para entidades sem fins lucrativos em 90 comunidades e 250 milhões vão ajudar em empréstimos para as empresas menores e pertencentes a minorias, por meio de seu apoio a instituições de depósito financeiro e minoritário de desenvolvimento comunitário.

    A verba será distribuída em 4 anos e será utilizada para reduzir a crise econômica e necessidades de saúde relacionadas a covid-19.

    Apple

    Enquanto isso, Apple, Facebook e Verizon estão prometendo milhões de dólares para apoiar grupos de direitos civis.

    Em um memorando para os funcionários da Apple, o CEO Tim Cook prometeu ação com US $ 10 milhões:

    “A Apple está fazendo doações para vários grupos, incluindo a Equal Justice Initiative, uma organização sem fins lucrativos comprometida em desafiar a injustiça racial, acabar com o encarceramento em massa e proteger o direitos humanos das pessoas mais vulneráveis ​​da sociedade americana ”.

    Facebook e Verizon

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse em um post de domingo  que a rede social está “destinando US $ 10 milhões adicionais” a grupos que trabalham com justiça racial.

    “Eu sei que US $ 10 milhões não podem consertar isso”, escreveu ele. “Precisa de esforço sustentado e de longo prazo.”

    A Verizon também doará US $ 10 milhões para vários grupos, disse o CEO Hans Vestberg na segunda-feira, 01.

    A Fundação Verizon comprometeu US $ 10 milhões em organizações de justiça social, compartilhadas igualmente entre essas organizações: Liga Nacional Urbana, NAACP, Rede de Ação Nacional, Conferência de Liderança para Direitos Civis e Humanos, Coalizão Rainbow Push, Coalizão Nacional sobre Participação Cívica Negra e Fundo Legal de Defesa e Educação da NAACP.

    Com informações GNN (Apud Só Notícia Boa)

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    BOA NOTÍCIA: Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford contra Covid

    O fato de ser o primeiro país a testar a vacina de Oxford contra a covid-19, pode fazer o Brasil ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

    A participação do nosso país – o primeiro fora do Reino Unido a fazer parte das pesquisas da vacina – coloca o Brasil como “grande candidato” a usá-la, disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, à Agência Brasil.

    A Unifesp vai participar da terceira fase de pesquisas da vacina inglesa nas próximas semanas. Os testes serão feitos em mil voluntários que vivem em São Paulo e atuam em atividades com exposição ao vírus.

    “Existem algumas conversas nesse sentido [para o país poder ter prioridade no uso da vacina]. Nós estamos trabalhando para que sim. O fato de estarmos integrando e sermos o primeiro país fora do Reino Unido e também o primeiro laboratório no Brasil a realizar esses estudos – semelhantes a esses não há nenhum outro no Brasil – torna o país um grande candidato”, afirmou.

    A produção

    De acordo com a reitora da Unifesp, com acesso à “receita” da vacina, o Brasil terá capacidade de reproduzi-la em grande escala, a partir de laboratórios nacionais.

    “Tendo acesso à vacina, nós temos capacidade de produção em larga escala, por meio dos nossos laboratórios nacionais de fato, como o Instituto Butantan, e os laboratórios da Fiocruz, entre outros”, afirmou.

    Por que Unifesp?

    Soraya explicou porque a Unifesp foi uma das escolhidas para testar a vacina no Brasil.

    “Inicialmente é por conta da liderança da doutora Lily Yin Weckx, que é a coordenadora do estudo no Brasil e é coordenadora do laboratório do Centro de Referência em Imunização da Unifesp. Esse centro tem conexões com diversos outros pesquisadores do Reino Unido e da Europa. E também por conta da doutora Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também pesquisadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Unifesp. Por causa da experiência que elas têm na área e dos estudos que já realizaram anteriormente, com reputação muito boa internacional, o nosso laboratório aqui da Unifesp foi indicado para executar essa fase do teste da vacina”, disse.

    Prazos

    Os testes ainda não começaram. Isso deve acontecer por volta da terceira semana de junho.

    “Essa fase será a fase de recrutamento. Em seguida, os testes desses voluntários selecionados. Depois, a aplicação da vacina, e o seguimento por alguns meses, até doze meses, para que os resultados possam ser conclusivos. Eu disse até 12 meses, porque a perspectiva é que este período pode ser de doze meses ou talvez um pouco menos”.

    A vacina de Oxford, feita no laboratório da universidade do Reino Unido, é a que está em processo mais adiantado no mundo.

    Com informações da Agência Brasil (Apud Só Notícia Boa)

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  • Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Boa Notícia: Vacina anti-COVID-19 de Oxford será testada no Brasil

    Próxima fase de testes terá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido, já selecionados, e a mesma quantidade em território brasileiro

    vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia, será testada em humanos também no Brasil.

    Segundo informações obtidas pela ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil  voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

    Isso se deve ao fato de a menor circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento ter tornado mais difícil a avaliação da eficácia da imunização. A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

    As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

    A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

    No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.
    A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas. (ANSA)

    Fonte EM

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    BOA NOTÍCIA: Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

    Medicamento antiviral registrado com o nome de Avifavir se mostrou promissor em testes; atualmente, não existe vacina para a doença

    A Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19 a partir da próxima semana, disse sua financiadora estatal à Reuters, uma medida que a nação espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

    Os hospitais russos podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho, disse o chefe do fundo soberano RDIF à Reuters em uma entrevista. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

    Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência.

    Um novo remédio antiviral da Gilead, chamado remdesivir, se mostrou promissor em alguns testes pequenos de eficiência contra Covid-19 e está sendo dado a pacientes de alguns países seguindo regras de uso compassivo ou emergencial.

    O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm quando esta migrou para o setor de saúde.

    O chefe da RDIF, Kirill Dmitriev, disse que cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo e que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

    O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro, Shinzo Abe, o elogiou e lhe concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal, mas ainda não aprovou seu uso.

    O Avifavir apareceu em uma lista de remédios aprovados pelo governo russo no sábado.

    Dmitriev disse que testes clínicos do remédio foram realizados com 330 pessoas e que mostraram que ele tratou o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos.

    Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento graças a um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

    Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir o cronograma dos testes, que costumam durar muitos meses, porque o genérico japonês no qual o Avifavir se baseou foi registrado em 2014 e passou por testes consideráveis antes de especialistas russos o modificarem.

    Fonte R7

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  • BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    BOA NOTÍCIA: Remdesivir, um remédio que acelera a recuperação dos pacientes com COVID-19

    O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O que você precisa saber sobre o remédio:

    O que é o remdesivir?

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

    Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

    No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

    Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

    Qual a sua eficácia?

    Na última quarta-feira, o NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

    Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

    “Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

    Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

    No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

    Os resultados sugeriram que o Remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

    Por que há resultados variados?

    As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no Remdesivir.

    Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

    Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

    “Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Quando estaria disponível?

    O Remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

    Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

    “Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

    “Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

    Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

    Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

    “Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

    Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

    Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day.

    Como funciona?

    O Remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

    É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

    “O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

    “Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

    O Remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

    Fonte IstoÉ

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