Tag: Café

  • Pelo terceiro ano consecutivo, Cocatrel patrocina a Semana Internacional do Café.

    Pelo terceiro ano consecutivo, Cocatrel patrocina a Semana Internacional do Café.

    O evento, que acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, é o próximo grande momento de feira da cooperativa.

    A Semana Internacional do Café é um importante evento brasileiro voltado para cafeicultura, que reúne produtores, torrefadores, importadores e consumidores do mundo todo, em torno do café.

    “Assim como as feiras do exterior, das quais a Cocatrel participa, a SIC é também um grande evento para a promoção dos cafés do Brasil. A Cocatrel desde o princípio acreditou que a Semana Internacional do Café poderia se tornar uma das principais feiras do setor, no mundo. Fomos a primeira cooperativa a apostar na SIC, investindo, patrocinando e utilizando-a como uma plataforma para exposição e venda de nossos produtos. Acreditamos que, dessa maneira, além do desenvolvimento da feira,  contribuímos para o fortalecimento do movimento cooperativista e abrimos as portas para que mais cooperativas fizessem o mesmo”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Há três anos patrocinando a Semana Internacional do Café, a cooperativa mostra sua solidez e credibilidade, com a concretização de grandes negócios e o fortalecimento da marca Cocatrel no cenário global, na constate promoção dos cafés dos seus cooperados. O evento tornou-se importante vitrine e ótimo momento para o relacionamento com os principais traders do mundo.

    Para 2019, a Cocatrel chega com novidades. Uma delas será a realização da Hackathon, evento realizado com grande sucesso durante a Expocafé, além do lançamento de novos produtos e grandes surpresas, como vem acontecido nas edições anteriores onde foram lançadas as linhas de cafés especiais Reserva Cocatrel e Montrês, além da linha completa de presentes.

    Por acreditar que o primeiro beneficiado deve ser o cooperado, a Cocatrel ainda aproveita o evento para realizar uma extensão da Feira Cocatrel de Negócios que, neste ano, já comercializou o montante de R$120 milhões. Os produtores terão, portanto, mais uma oportunidade para adquirirem defensivos, fertilizantes e sementes, em todas as filiais da cooperativa, com ótimos preços e ainda utilizando o café como moeda de troca, através do barter.

    SOBRE A SEMANA INTERNACIONAL DO CAFÉ

    A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG, Café Editora, Sebrae, Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais (Seapa) e Codemge. Reunirá de 20 a 22 de novembro de 2019, no Expominas, em Belo Horizonte, Minas Gerais, toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro nacional e internacional, em prol do crescimento social e economicamente sustentável do produto brasileiro. Durante os três dias são realizados mais de 25 eventos simultâneos focados nas áreas de Mercado & Consumo, Conhecimento & Inovação e Negócios & Empreendedorismo.

    Fonte: Ascom Cocatrel

     

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  • Receita bruta da lavoura cafeeira de Minas Gerais atinge R$ 10,76 bi e equivale a 55% do faturamento das lavouras dos Cafés do Brasil.

    Receita bruta da lavoura cafeeira de Minas Gerais atinge R$ 10,76 bi e equivale a 55% do faturamento das lavouras dos Cafés do Brasil.

    Percentual do faturamento da cafeicultura em relação ao total das lavouras é de 76,5% no Espírito Santo, 28% em Minas Gerais, 24,8% em Rondônia, 4,32% na Bahia, 3,82% em São Paulo e 0,97% no Paraná.

    O valor bruto da produção das lavouras brasileiras foi estimado para 2019 em R$ 399,02 bilhões, tendo como base principal o volume da safra anual e os preços médios recebidos pelos produtores agrícolas de dezessete culturas que foram objeto desta pesquisa, no período de janeiro a julho deste ano.

    Um ranking das seis principais culturas em termos de arrecadação indica que a soja figura em primeiro lugar e deverá faturar R$ 129,13 bilhões, depois vem o milho, com R$ 60,45 bilhões, seguido da cana-de-açúcar, em terceiro, com R$ 58,29 bilhões.  Na sequência, em quarto lugar, destaca-se o algodão herbáceo com o faturamento estimado em R$ 41,35 bilhões, depois vem o café, em quinto, com R$ 19,60 bilhões, e, em sexto, a laranja com a receita bruta calculada em R$14,08 bilhões. Nesse mesmo contexto, devido à sua proeminência, vale destacar ainda que o faturamento bruto da cafeicultura de Minas Gerais representa 54,9% do faturamento nacional da lavoura cafeeira.

    Com relação exclusivamente às lavouras dos Cafés do Brasil, se for estabelecido uma correlação do Valor Bruto da Produção (VBP) de todas as lavouras pesquisadas com a receita da produção de café, nos seis principais estados da Federação produtores dessa cultura, constata-se que Minas Gerais, maior produtor de cafés do País, tem um faturamento estimado para essa cultura de R$ 10,76 bilhões, o qual corresponde a 28% do VBP total das suas lavouras, que é de R$ 38,05 bilhões. A seguir vem o Espírito Santo, segundo maior produtor de café, com uma receita bruta estimada para os cafés de R$ 4,31 bilhões, montante que corresponde a 76,5% do total arrecadado de suas lavouras.

    Na sequência, figura o estado de São Paulo, que é o terceiro maior produtor de cafés, cujo faturamento dessa cultura está calculado em R$ 1,96 bilhão, cifra que equivale a 3,82% do seu VBP da produção de lavouras. O quarto colocado na produção de cafés no País é o estado da Bahia, que tem uma receita bruta estimada em R$ 1,05 bilhão, a qual corresponde a 4,32% das lavouras. Em quinto colocado, está Rondônia, que deverá faturar em 2019 a cifra de R$ 729,21 milhões com a cultura do café, receita bruta equivalente a 24,8% do VBP das suas lavouras. Por fim, em sexto lugar, vem o estado do Paraná na produção de cafés, com uma receita calculada em R$ 393,5l milhões, montante que corresponde a 0,97% do total a ser arrecadado com as suas lavouras.

    Finalmente, cabe ainda destacar que a participação percentual do faturamento bruto da cafeicultura em relação ao VBP de todas as lavouras permite estabelecer o seguinte ranking em termos de importância do café nesses seis estados, ora em destaque. Assim, o Espírito Santo destaca-se em primeiro lugar com o café representando 76,5% do faturamento das suas lavouras, em segundo Minas Gerais com 28%, em terceiro Rondônia com 24,8%, em quarto, Bahia (4,32%), em quinto São Paulo (3,82%) e, Paraná, que figura em sexto lugar nesse ranking, com 0,97%.

    A fonte dos dados e números estatísticos que permitiram realizar esta análise da performance do faturamento bruto dos Cafés do Brasil foram obtidos da edição de julho  de 2019 do Valor Bruto da Produção, o qual é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa. Referido VBP está disponível na íntegra no Observatório do Café, coordenado pela Embrapa Café.

    Observatório do Café – desenvolvido pela Embrapa Café, a partir de 2013, no contexto do Agropensa da Embrapa e tem como objetivos principais coletar, analisar e disseminar, de forma sistemática, dados estatísticos, informações sobre tendências de produção e consumo, oportunidades e ameaças dos mercados e identificar possíveis trajetórias do processo de inovação.

    Fonte Embrapa Café (apud Notícias Agrícolas)

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  • Produção de café estimada pela Conab é de 48,99 milhões de sacas com redução de 20,5%

    Produção de café estimada pela Conab é de 48,99 milhões de sacas com redução de 20,5%

    A safra do café produzido no Brasil este ano é influenciada pela bienalidade negativa e afetada pelas más condições climáticas, o que levou a uma queda de mais de 20 % em relação a 2018, com uma produção total estimada em 48,99 milhões de sacas beneficiadas. Os números estão no 3º levantamento da safra de café, divulgado nesta terça-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    De acordo com a pesquisa, o fenômeno atinge de forma mais intensa a espécie arábica. Os cafezais sofreram ainda a incidência de altas temperaturas, ao mesmo tempo em que o ciclo vegetativo sentiu a falta de chuvas em um período importante do desenvolvimento da cultura, o que fez com as estimativas de rendimento médio fossem ainda menores.

    Quanto à área em produção, os números esperados seguem inferiores aos do ano passado, com diminuição de 2,8% e alcance de 1,8 milhão de hectares. O estudo atribui este fato também à bienalidade negativa, já que os produtores aproveitam este período para realizar tratos culturais nas lavouras e, desta forma, reduzem a área em produção.

    A informação quanto ao arábica revela a produção de 34,47 milhões de sacas, uma redução de 27,4% em comparação com a safra de 2018. Já o conilon deve chegar a 14,52 milhões de sacas, mas com aumento de 2,5% frente ao mesmo período.

    Os baixos números da safra tiveram reflexo inclusive nas exportações brasileiras, que também retraíram. Em agosto, atingiram cerca de 3,2 milhões de sacas de 60 kg, o que representa redução de 9,5% em relação ao mesmo período no ano passado.

    Produção nos estados – Maior produtor de café no país, o estado de Minas Gerais deve colher uma safra menor este ano, de 24,52 milhões de sacas, com redução de 26,5%. Isso é reflexo da diminuição da área em produção e menor rendimento médio da cultura em todas as áreas produtivas. Já o Espírito Santo, que tem a maior produção de conilon, deverá ter um crescimento de 14,8% na produção da espécie, influenciado por melhores condições climáticas e aumento de área produtiva. Por outro lado, a produção de arábica, que corresponde a 23% da produção capixaba, terá quebra de 33,6%, o que puxa o volume produzido de café no estado em 2%, quando comparado à safra passada.

    Os demais estados produtores, da mesma forma, projetam o efeito negativo do fenômeno da bienalidade, com queda de produção frente ao alcançado na safra passada, com exceção de Goiás e Mato Grosso que obtiveram crescimento de produção de cerca de 21% e 16% respectivamente. Na sequência de maior produção de sacas beneficiadas, vêm São Paulo (4,37 milhões), Bahia (2,80 milhões), Rondônia (2,10 milhões), Paraná (950 mil), Rio de Janeiro (276 mil), Goiás (236 mil) e Mato Grosso (121 mil).

    Fonte: Conab

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  • Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    A Feira Cocatrel de Negócios de setembro terminou na última quinta-feira, dia 12/09, e mais uma vez superou expectativas, gerando um volume de negócios de mais de R$ 30 milhões. Somando as outras duas feiras que já aconteceram em 2019, o montante chega a R$ 120 milhões. Tanto em Três Pontas quanto nas filiais, os cooperados Cocatrel compareceram e realizaram excelentes negócios em fertilizantes e defensivos, utilizando o café como moeda de troca.

    “Estamos muito satisfeitos com os resultados das nossas feiras. São nesses eventos que a Cocatrel consegue negociar com as empresas de insumos e defensivos grandes volumes de produtos com preços diferenciados, que são repassados aos cooperados tornando os valores atraentes. Atingimos nosso grande objetivo que é proporcionar facilidades e bons preços especialmente aos pequenos e médios produtores, que têm comparecido às feiras e, cada vez mais, concretizado suas compras por meio do barter, que é a troca por café”, explica Francisco de Paula Vitor Miranda, diretor técnico-industrial da Cocatrel.

    A Cocatrel realiza quatro feiras ao longo do ano, nos momentos ideais para a aquisição de maquinários, insumos e defensivos para as culturas agrícolas existentes na região, como milho, soja, sorgo e, principalmente, café. As Feiras Cocatrel de Negócios, que acontecem em março e setembro, e a Expocafé, maior feira do agronegócio café do País, realizada em maio, já somaram, em 2019, volumes que atingiram cerca de R$ 120 milhões em comercializações.

    Marco Valério Araújo Brito, Presidente da Cocatrel

    “Nossos cooperados têm se mostrado cada vez mais fiéis. A Cocatrel apresenta números surpreendentes em 2019: ultrapassamos 1,3 milhão de sacas de café recebidas, em um ano de bienalidade baixa e quebra de produção; negociamos em torno de R$ 120 milhões em vendas de insumos e defensivos só nas feiras; e já movimentamos um volume de aproximadamente R$ 70 milhões nas lojas durante o ano – e o ano ainda não acabou. Esses valores mostram a solidez e credibilidade de uma cooperativa absolutamente segura para se fazer negócio. Agradecemos mais uma vez aos cooperados pela confiança depositada na Cocatrel, e mantemos o compromisso de praticar o cooperativismo com responsabilidade, desenvolvendo tanto a cooperativa quanto proporcionando ferramentas para o desenvolvimento e sustentabilidade dos cooperados”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    O próximo momento de feira da cooperativa será na Semana Internacional do Café, evento da qual a Cocatrel é patrocinadora, que acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, em Belo Horizonte. Na ocasião, todas as lojas da Cocatrel realizarão grandes negociações em insumos e defensivos, trazendo mais uma oportunidade para o produtor que ainda não conseguiu comprar o que precisa para o ano agrícola.

    Fonte Cocatrel

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  • SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    SUCESSO: Feira de Negócios da Cocatrel vive seu último dia comemorando bons resultados.

    A Feira de Negócios Cocatrel é um evento anual que viabiliza bons negócios e aproxima os cooperados e produtores da região ao que há de melhor e mais moderno no mercado de adubos, fertilizantes, defensivos e sementes. A Feira está acontecendo desde o último dia 10 e se encerra hoje (12) às 17h.

    O evento acontece no Espaço Cocatrel, localizado na Av. Ipiranga, 1.745, em Três Pontas e ainda nas outras unidades da empresa em cidades da região.

    Durante a Feira a Cocatrel viabiliza condições especiais de compra para os produtores, além da segurança de negociação direta com a cooperativa.

    Na Feira de Negócios a Cocatrel tem todos os seus parceiros juntos para oferecer as melhores oportunidades para os cooperados. Empresas como a Multifertilizantes (AgroCP), Syngenta, FMC, Giro Agro, Bayer, Basf, Café Brasil e Yara fazem parte da Feira, cada uma com seu estande (baia) para atender seus clientes.

    Fisicamente a feira realizada no mês de setembro é menor em Três Pontas que a outra, realizada no primeiro semestre, a cada ano. Porém, simultaneamente ela também acontece em outras cidades, nas sedes da Cocatrel. O cooperado pode realizar os seus negócios em uma das sedes da cooperativa mais perto de onde ele esteja.

    A Feira de Negócios da Cocatrel também está oportunizando aos cooperados o recadastramento, que é realizado em um estande próprio. Esse recadastramento é muito importante, onde o cooperado deve manter seus dados atualizados para receber todas as comunicações, ficar sabendo das novidades. Além do recadastramento, aquele produtor que não tem a senha do Portal do Cooperado e que precisa do primeiro acesso presencial pode fazer na feira até às 17 horas.

    Todos os cooperados que fizerem o recadastramento, que continuará mesmo após a feira, até o próximo dia 30, receberão de presente um grande lançamento da Cocatrel em casa.

    Pelo Portal do Cooperado é possível emitir nota fiscal de entrega de café, vender o café que já está depositado e uma série de outras facilidades. Também através do Portal do Cooperado é possível conferir e imprimir a análise de solo para apresentação a um dos agrônomos da Cocatrel para, juntos, buscarem sempre os melhores caminhos em favor do cooperado.

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  • Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    Produtoras do Cafeína Cocatrel aprendem técnicas de classificação e degustação de cafés

    As mulheres do grupo Cafeína Cocatrel continuam cada vez mais atuantes. Incentivadas a empoderar-se pelo conhecimento, a Cocatrel tem proporcionado a elas muita informação e capacitação através de encontros, cursos e palestras.

    Entre os dias 26 e 30 de agosto, um grupo de cooperadas participou do curso de Classificação e Degustação realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em parceria com a Cocatrel. Como parte do conteúdo aplicado em aulas teóricas e práticas, as produtoras conheceram um pouco de mercado, comercialização e classificação do café por características do tipo, indicadores de qualidade e por características da bebida.

    “Aprendi muito mais que o esperado. Além de conhecer melhor sobre o alimento que produzo, as técnicas aprendidas, para além da classificação e degustação, tornaram-se, para mim, o raio-x da produção, a forma com a qual posso diagnosticar equívocos ocorridos em todo o processo produtivo – da lavoura à xícara, passando pela colheita e pós-colheita. Identificadas as falhas, conseguirei, dentro do possível, rever processos na fazenda para melhorar nosso produto e, consequentemente, o preço recebido, uma vez que em sua maioria são defeitos corrigíveis. Jamais imaginei que pelo grão beneficiado poderia saber o que melhorar em nossa produção”, explica Fabíola Sandy, cafeicultura que participou do curso.

    O instrutor do curso, Gilmar Reis, pela primeira vez ministrou para um grupo apenas de mulheres. “A mulher quando decide aprender alguma coisa, entra de corpo e alma. Estou muito satisfeito com a participação e entrega das produtoras do Cafeína nesse curso. Tenho certeza que elas sairão daqui colocando o que aprenderam em prática”.

    “Fiquei muito grata e emocionada pela oportunidade que a Cocatrel proporcionou a nós, do grupo Cafeína. Um curso de extrema importância e enriquecedor. Nada mais bonito e digno do que tratar nosso café, como um verdadeiro alimento”, afirma Tatiana Rodrigues, nutricionista e filha de produtor, que está se preparando, através dos encontros, palestras e cursos realizados pelo Cafeína Cocatrel, para a sucessão e para assumir, com conhecimento e informação, a gestão da fazenda da família.

     

    O grupo que participou desse curso de “Classificação e degustação de cafés” segue para a próxima etapa, que é o curso de “Torras”, também realizado em parceria com o Senar. As produtoras do grupo Cafeína também têm encontro marcado no Encontro das Mulheres do Café, na fazenda Capoeira, em Areado.

    Fonte Cocatrel

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  • Áreas de café arábica do Brasil têm floradas “pontuais” da nova safra, aponta Cepea

    Áreas de café arábica do Brasil têm floradas “pontuais” da nova safra, aponta Cepea

     

    Com a colheita de café se aproximando do final no Brasil, agentes do mercado estão agora com as atenções voltadas para as floradas da safra 2020/21, que já ocorreram em algumas regiões que cultivam a variedade arábica, disse nesta terça-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

    “Algumas flores pontuais já ocorreram em várias regiões em julho… na última semana, precipitações foram observadas em São Paulo e em algumas localidades do Sul de Minas e, com o aumento das temperaturas nessa última semana, novas florações poderiam ocorrer”, disse o centro de estudos da USP/Esalq em relação às áreas de café arábica.

    Segundo o Cepea, o clima em agosto tem sido benéfico às lavouras de robusta do Espírito Santo, principal Estado produtor dessa variedade, “ajudando no pegamento de flores já abertas”, um primeiro indicativo para a produção a ser colhida no ano que vem.

    No acumulado do mês até o dia 11, foram registrados 82,8 mm de chuvas na estação de São Mateus, 35,6 mm em Nova Venécia e 24,4 mm em Linhares, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    “As chuvas, além de auxiliarem na condição das lavouras e no pegamento das flores da safra 2020/21, já abertas em julho – que já correspondem a cerca de 30% das lavouras capixabas de robusta -, devem favorecer a abertura de uma nova e significativa florada no Estado”, disse a análise.

    De acordo com o Cepea, a colheita de café arábica da temporada 2019/20 pode ser finalizada nas próximas semanas, após os trabalhos terem sido adiantados neste ano.

    “A expectativa é de que a maioria das atividades seja encerrada já nesta primeira quinzena do mês, restando algumas lavouras mais atrasadas para o final de agosto.”

    Por outro lado, enquanto na temporada anterior teve-se um elevado percentual de grãos de alta qualidade, 2019/20 está sendo marcada por grãos mais inferiores, disse o Cepea, confirmando avaliações de integrantes do setor.

    “Segundo agentes, houve redução especialmente no volume produzido de cafés despolpados (cereja) e de qualidade superior (abaixo de 20% de catação, bebida dura a superior), cenário que também tem dificultado a entrega de lotes negociados anteriormente.”

    (Por Roberto Samora)

    Fonte Notícias Agrícolas

     

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  • CNA discute renegociação de débitos de cafeicultores com governo e bancos

    CNA discute renegociação de débitos de cafeicultores com governo e bancos

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu na quinta (8), em Brasília, o alongamento de contratos de custeio de produtores de café, em reunião com representantes do governo e de instituições financeiras.

    O encontro teve a presença do secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio, o subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Economia, Rogério Boueri Miranda, o diretor do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural do Banco Central, Cláudio Filgueiras Pacheco Moreira, e representantes do Banco do Brasil, Bancoob e Caixa Econômica Federal.

    O setor produtivo defendeu a prorrogação das parcelas dos financiamentos que estão próximos do vencimento, em razão da dificuldade dos cafeicultores em cumprir os compromissos financeiros, impulsionada pela crise de preços baixos na atividade cafeeira.

    O presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, participou do encontro e disse que o assunto é debatido há meses, mas só agora os pleitos evoluíram.

    “Desde 2018 nós já alertávamos o governo sobre o risco e a dificuldade financeira a que os produtores estariam submetidos nessa safra. Apesar da relevância do pleito, a evolução foi pequena até o momento. Com o empenho e organização do Ministério da Agricultura, hoje nós damos um grande passo para a operacionalização efetiva de mecanismos já previstos no Manual do Crédito Rural”, relatou Mesquita.

    O presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado Emidinho Madeira (PSB-MG), expôs aos participantes o atual momento da cafeicultura.

    “A inadimplência do setor é baixíssima e os cafeicultores são bons pagadores. O pleito que estamos trazendo é de uma situação de dificuldade que será agravada se uma atitude não for tomada”, afirmou o parlamentar.

    As instituições financeiras concordaram com a proposta e se comprometeram a comunicar as agências sobre os procedimentos para alongamento dos débitos, de acordo com o que está estabelecido no Manual do Crédito Rural (MCR 2-6-9).

    Fonte: CNA

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  • CNC solicita apoio à política cafeeira internacional

    CNC solicita apoio à política cafeeira internacional

    A Organização Internacional do Café (OIC) é o principal organismo intergovernamental a serviço do café, congregando governos de países produtores e importadores para, mediante cooperação internacional, enfrentar os desafios com que o segmento se depara em todo o mundo. Seus governos-membros representam 98% da produção cafeeira mundial e mais de 67% do consumo global.

    Diante da importância da entidade, o Conselho Nacional do Café (CNC) se reuniu, hoje (09), com a Secretária Especial Adjunta de Articulação Social da Presidência da República, Elen Mesquita, e o diretor do Departamento de Relações com Organizações Não-Governamentais da Pasta, Miguel Franco, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para tratar do pagamento anual do Brasil à Organização.

    “Nas reuniões semestrais, estão presentes as principais indústrias e traders que adquirem os cafés do Brasil. O próximo encontro ocorrerá em Londres, de 23 a 27 de setembro, porém, se o governo brasileiro não efetuar o pagamento da contribuição anual antes do mês que vem, a delegação nacional não terá direito a voz e voto”, alerta o presidente Silas Brasileiro.

    Durante a reunião, o presidente do CNC solicitou esforços da Secretaria Especial da Presidência da República para que esse pagamento seja efetuado, evitando, dessa forma, prejudicar a imagem do setor cafeeiro do Brasil frente aos países consumidores e concorrentes.

    “Maior produtor e exportador mundial e segundo principal consumidor da bebida, o Brasil ocupa posição de destaque e liderança na OIC. O diretor executivo do organismo é um brasileiro e o corpo diplomático da Representação Permanente do Brasil junto às Organizações Internacionais em Londres (Resbralon) é responsável por coordenar o grupo dos países produtores de café, conduzindo as negociações de forma a alinhar os interesses da produção, mas sem prejudicar o market share brasileiro. Portanto, é vital que o pagamento seja efetuado para que o país mantenha sua posição mundial”, conclui Brasileiro.

    Reunião de Presidentes dos Países Produtores

    Em função da posição de destaque do Brasil na política cafeeira internacional, a delegação da Colômbia junto à OIC, por meio da Federación Nacional de Cafeteros (FNC), solicitou ao CNC reforço ao convite do presidente colombiano, Iván Duque, ao presidente Jair Bolsonaro para participar da reunião dos presidentes dos países produtores de café, em 25 de setembro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, EUA.

    O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise de preços, que está sendo desenvolvida no âmbito da Resolução 465 da OIC, e chamar a atenção internacional para a necessidade de redistribuição do valor ao longo da cadeia do café. “Como exemplo, citamos que, em 1965, 60% da renda do café ficavam nos países produtores, mas, atualmente, menos de um terço do valor gerado por este setor é mantido onde o café é produzido”, destaca Brasileiro.

    O presidente do CNC, durante a reunião no Palácio do Planalto, apontou aos representantes do governo federal que a ideia é tomar atitudes para que os preços pagos aos produtores sejam remuneradores.

    “Sabemos que o mercado é livre e concordamos que permaneça assim. Nosso objetivo é executarmos ações e programas, internamente e em nível mundial, para que cheguemos a preços remuneradores, sem buscarmos supervalorizações, que estimulariam novos plantios, excedente de oferta e quedas bruscas futuras nas cotações, mas também que não nos vejamos obrigados a negociar nosso café a preços extremamente aviltados e que sequer cubram nossos custos de produção”, finaliza.

    Fonte: CNC

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  • Brasil pode exportar 500 mil sacas de café solúvel a mais em 2019

    Brasil pode exportar 500 mil sacas de café solúvel a mais em 2019

    As exportações brasileiras de café solúvel vêm apresentando desempenho positivo em 2019. De janeiro a julho, o setor remeteu o equivalente a 2.315.587 sacas de 60 kg ao exterior, o que implica um crescimento de 13,63% em relação ao volume de 2.037.889 sacas embarcadas no mesmo período de 2018. Os dados fazem parte do levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

    Em receita, diante do cenário de baixos preços internacionais, o desempenho deste ano ainda é inferior ao registrado em 2018. Entretanto, com o avanço do volume, essa diferença foi reduzida e os valores vêm se aproximando. De janeiro a julho de 2019, as exportações do produto geraram US$ 338,4 milhões, quantia apenas 0,93% inferior à registrada nos primeiros sete meses do ano passado (US$ 341,6 milhões).

    Para o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima, o resultado no acumulado do ano é satisfatório e superior à expectativa do setor. “Assim como o café verde, o solúvel brasileiro vem ganhando mais espaço no mercado internacional e, se essas projeções permanecerem nesse ritmo, o Brasil poderá exportar 500 mil sacas do produto a mais em relação a 2018”, estima.

    Ele explica que a ampliação da participação do Brasil no mercado externo implica maior demanda para o café conilon nacional. “Isso possibilita um cenário positivo aos produtores brasileiros e permite que o país eleve seu market share e ocupe espaço de nossos concorrentes”, completa Lima.

    PRINCIPAIS DESTINOS

    O posto de principal cliente do café solúvel de janeiro a julho de 2019 foi ocupado pelos Estados Unidos, que adquiriram 372.851 sacas, volume 11,92% superior às 333.139 sacas importadas nos primeiros sete meses do ano passado. Na sequência, vêm Rússia, com a importação de 220.578 sacas (-5,11%); Indonésia, com crescimento de 11,61% ante 2018 e a aquisição de 171.569 sacas; Japão, com a compra de 157.958 sacas (-13,26%); e Argentina, que importou 146.334 sacas (-11,30%) de janeiro a julho deste ano.

    Confira o desempenho das exportações de café solúvel e dos demais segmentos da cadeia no site da Abics: https://www.abics.com.br/informacoes.php#3.

    Fonte: ABICs

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  • CRESCIMENTO: COCATREL inaugura unidade em Guapé

    CRESCIMENTO: COCATREL inaugura unidade em Guapé

    A Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas (Cocatrel) inaugurou, no dia 13 de junho, armazém e loja na cidade de Guapé. Marcado pela grande participação dos produtores da região, o coquetel, realizado nas instalações da Cocatrel, oficializou a chegada da cooperativa no município.

    Guapé é bastante conhecida pelo turismo, por estar localizada às margens da represa de Furnas, mas é também uma importante região cafeeira. Após estudos realizados, a Cocatrel percebeu que aquela região, que engloba Guapé e Ilicínia, estava carente e necessitava do suporte de uma cooperativa sólida e com credibilidade. “Três cooperativas que se instalaram na cidade faliram deixando os produtores sem apoio e descrentes. A Cocatrel chega à Guapé para fomentar o agronegócio no município e auxiliar os cafeicultores da região, levando sua plataforma de serviços e expertise, que englobam loja, assistência técnica, oficina mecânica, laboratório de análises de solo e folhas, feiras, soluções financeiras, entre outros”, afirma Luiz Antônio Vinhas Oliveira, diretor comercial da Cocatrel.

    O novo empreendimento da Cocatrel compreende um armazém com capacidade para 40 mil sacas de café e uma loja agropecuária com tudo o que o produtor precisa para sua produção e propriedade como peças, maquinários, insumos, produtos veterinários, rações, entre outros.

    “É papel das cooperativas encontrar soluções que proporcionem segurança e tranquilidade para os cafeicultores e é isso que a Cocatrel vem fazendo incessantemente. Consolidada há 58 anos, a cooperativa cresce e se fortalece com segurança e credibilidade, estimulando a participação dos cooperados e o desenvolvimento dos municípios onde está inserida. É importante que os guapeenses saibam que a Cocatrel chegou à cidade para ficar”, diz Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    O endereço da Cocatrel Guapé é Avenida Projetada, 694 – Jardim Alto Sumaré. O Telefone de contato é: (35) 99877-5409.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • Cafezinho é a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros com média de até 4 xícaras por dia

    Cafezinho é a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros com média de até 4 xícaras por dia

    Uma pesquisa com mais de 3 mil pessoas confirmou que o Brasil não é somente o maior produtor de café do mundo, mas também um apaixonado pela bebida. Ela é a segunda mais consumida pelo brasileiro, ficando atrás da água. O número de xícaras também impressiona, entre 3 a 4 por dia.

    O estudo foi encomendado pela JACOBS DOUWE EGBERTS (JDE), empresa de café, em parceria com a AOCUBO Pesquisa. Cerca de 79% dos consumidores apontaram que o torrado e moído é o preferido, mas outros seguimentos também apareceram na lista. As principais motivações são funcional e social.

    “Parte dessa percepção pode ser creditada à forte influência de Pilão, o café forte do Brasil, que há mais quatro décadas ajuda os brasileiros a enfrentarem os desafios do dia a dia, e que é líder de vendas nas principais cidades do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo”, disse Tina Cação, Diretora de Marketing da JDE.

    A categoria de cápsulas também aparece na pesquisa, mas bastante associada a momentos de relaxamento. A pesquisa mostra que a penetração da bebida café no Brasil é enorme, o que mostra que o país não só produz bem a bebida, mas também aprecia. 98% dos lares no país consomem café.

    Com base nos resultados da pesquisa, a empresa de café divide o consumo da categoria em dois momentos: o início da relação com o café, entre 18 e 35 anos, onde o consumo é mais moderado, até o consumo mais intenso, a partir dos 40 anos.

    O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. Para a safra 2019/20, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima que o país deva colher e 50,92 milhões de sacas de café beneficiado em 2019, somando-se as espécies arábica e conilon.

    *Notícias Agrícolas

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