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  • RECONECTANDO: O Poder do Perdão e a Transformação pela Terapia – Por Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: O Poder do Perdão e a Transformação pela Terapia – Por Raquel Lima Terapeuta

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    Durante minhas escutas clínicas, uma fala recorrente tem me atravessado com força: “Eu não posso falhar, minha família depende de mim”. Essa frase, dita com os olhos marejados e os ombros tensos, é o retrato silencioso de muitos homens que carregam o peso de um papel imposto há gerações — o de ser o provedor da casa.

    Crescemos em uma cultura que ensinou ao homem que seu valor está diretamente ligado à sua capacidade de sustentar financeiramente uma família. Desde cedo, ouvimos frases como “homem que é homem não chora”, “tem que ser forte”, “tem que trabalhar duro”.

    E assim, sem perceber, vamos moldando subjetividades que acreditam que demonstrar fragilidade ou pedir ajuda é sinônimo de fracasso.

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    O perdão é uma das maiores libertações que podemos oferecer a nós mesmos. Muitas vezes, acreditamos que perdoar significa esquecer ou justificar o que aconteceu, mas, na verdade, o perdão é um ato de autocuidado. Ele não apaga a dor vivida, mas permite que ela deixe de controlar nossa vida.

    Guardar mágoas é como carregar uma mochila cheia de pedras: quanto mais tempo passa, mais pesado fica o caminho. Quando perdoamos, retiramos esse peso dos ombros e abrimos espaço para que a leveza, a paz e a alegria voltem a florescer dentro de nós.

    Nesse processo, a terapia é uma grande aliada. O ambiente terapêutico nos convida a olhar para dentro com carinho, a ressignificar feridas e a construir novos caminhos emocionais. Através do diálogo, da escuta e de técnicas que promovem o autoconhecimento, a terapia ajuda cada pessoa a encontrar forças para liberar ressentimentos e seguir em frente com mais serenidade.

    Perdoar não é um presente ao outro, mas a si mesmo. É escolher viver com mais liberdade e amor-próprio.

    Se permita esse processo. Sua vida merece a leveza que o perdão pode trazer.

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    Sou Raquel Lima, terapeuta, e eu posso ajudar você, com amor e acolhimento!
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    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

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  • RECONECTANDO: Mágoa: O Peso Invisível que Adoece a Alma – Por Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: Mágoa: O Peso Invisível que Adoece a Alma – Por Raquel Lima Terapeuta

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    A mágoa é como uma ferida que, quando não cuidada, inflama. Ela se instala no coração silenciosamente, muitas vezes sem que a gente perceba o quanto está afetando nossa saúde emocional e até física.

    Guardar mágoa é carregar um peso que não pertence mais ao presente. É reviver, dia após dia, uma dor que já deveria ter sido curada. Pode parecer proteção, mas na verdade é prisão. A mágoa bloqueia a nossa capacidade de amar plenamente, de confiar novamente e de seguir em frente com leveza.

    Em consultório, vejo o quanto mágoas antigas moldam comportamentos, relacionamentos e decisões. Pessoas que se fecham, que reagem com dureza ou que vivem em constante autoproteção, muitas vezes estão apenas tentando não se ferir novamente.

    Mas é preciso lembrar: perdoar não é esquecer, nem passar pano. Perdoar é libertar-se. É permitir que a dor não dite mais as regras da sua vida.

    Cuidar da mágoa é um ato de amor próprio. É acolher a dor, compreendê-la e, aos poucos, soltá-la. E sim, é um processo. Mas cada passo nessa direção é uma conquista de paz.

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  • RECONECTANDO: “O que a terapia pode transformar na vida do homem?” – Por Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: “O que a terapia pode transformar na vida do homem?” – Por Raquel Lima Terapeuta

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    O problema é que esse modelo cobra caro. Ansiedade, depressão, crises de pânico, adoecimento físico e emocional. Homens adoecem tentando sustentar não só uma casa, mas uma identidade que não permite descanso nem vulnerabilidade.

    Ser provedor vai muito além do dinheiro. Prover cuidado, presença, escuta, parceria — isso também é sustento. E mais: isso também é amor. O afeto não está na conta bancária, mas no vínculo construído diariamente com aqueles que amamos.

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    O que a terapia pode transformar na vida do homem?

    Hoje quero falar especialmente com você, homem que carrega tanto no peito e quase nunca se permite sentir ou falar.

    A terapia pode transformar a sua vida de maneiras que talvez você nunca tenha imaginado.

    Ela pode te ajudar a:
    ✅ Entender por que você reage com raiva ou silêncio quando sente dor.
    ✅ Aprender a lidar com o estresse sem explodir ou se fechar.
    ✅ Fortalecer relacionamentos: com a parceira, filhos, amigos e até consigo mesmo.
    ✅ Reconhecer emoções que você aprendeu a calar desde menino.
    ✅ Desconstruir a ideia de que “homem não chora” ou que pedir ajuda é sinal de fraqueza.
    ✅ Reduzir sintomas de ansiedade e depressão que muitas vezes aparecem como irritação, cansaço ou falta de sentido.
    ✅ Resgatar o prazer de viver sem tanto peso nas costas.

    Eu sei que para muitos homens o mais difícil é dar o primeiro passo. Reconhecer que precisa de ajuda. Falar sobre si.
    Mas quero te dizer: isso é coragem. É responsabilidade consigo e com quem você ama.

    Na terapia, você encontra um espaço seguro para ser você. Sem julgamentos. Sem rótulos. Apenas acolhimento e transformação.

    Se você sente que está na hora de mudar, eu estou aqui para caminhar com você. 💛

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  • COMENTANDO: ROUBAR VELHINHOS PODE; FAZER PIADA NÃO!

    COMENTANDO: ROUBAR VELHINHOS PODE; FAZER PIADA NÃO!

    Sobre a nova tendência brasileira de comparar ou de punir igualmente um assassino e quem passa batom numa estátua, um humorista com um sequestrador ou traficante, percebemos que a nossa ‘IN justicinha’ caminha a passos largos para algo mais ditatorial, nocivo e letal que os piores regimes criminosos do globo. Eu disse do globo (da terra), não da Globo, emissora…

    Não faz o meu perfil, não acho a menor graça e muitas vezes acho bastante apelativas as piadas do humorista Léo Lins. Não iria num show dele nem de graça.

    Mas, condená-lo há anos de cadeia por satirizar, por interpretar, via personagem sobre um palco, alguém que brinca com as minorias e outros, é o fim do mundo.

    Se Jô Soares, Chico Anysio, Costinha e a grande maioria dos humoristas e comediantes das últimas décadas, incluindo Os Trapalhões, fizessem hoje as piadas de outrora, para a tal justicinha, lotariam Bangu 1.

    Esperar o quê de uma nação onde os jovens estão deixando de ir aos cultos religiosos ou à escola para ir à porta de um presídio celebrar a soltura de um vulgo artista que faz apologia aos verdadeiros crimes?

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    Esperar o quê de uma nação que bota no trono um trombadinha de idoso?

    Esperar o quê de um regime que prega o amor mais difunde o ódio?

    Bem-vindo à censura!
    Bem-vindo à câmara de gás!
    Bem-vindo ao extermínio da lei, da moral, da decência e da liberdade de expressão…

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    Fazer piada é mais grave do que os mais horrendo os tipos de violência que se avizinha diariamente.

    A justiça perdeu a ‘Poze’. A ditadura passou o ‘Rodo’, o povo endossa o ‘Mussolini da Toga’. E o ‘Rei Vermelho’ celebra com pinga…

    Se cuida, Robson Sebastian… Cuidado com suas piadas, elas podem matar… Matar alguém de raiva…

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  • RECONECTANDO: “A dor invisível de ser o provedor” – Por Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: “A dor invisível de ser o provedor” – Por Raquel Lima Terapeuta

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    E assim, sem perceber, vamos moldando subjetividades que acreditam que demonstrar fragilidade ou pedir ajuda é sinônimo de fracasso.

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    Precisamos urgentemente abrir espaço para que os homens possam se libertar desse ideal exaustivo. É possível ser responsável sem carregar tudo sozinho. É possível dividir as tarefas, os boletos e os sentimentos.

    Acolher essa dor é o primeiro passo para transformá-la. E lembrar que, antes de qualquer função, existe uma pessoa. Com medos, desejos, limites e, acima de tudo, com o direito de ser cuidada também.

    Com amor e acolhimento,
    Raquel Lima
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  • RECONECTANDO: “Homens também sofrem em silêncio: o peso de nunca poder falhar” – Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: “Homens também sofrem em silêncio: o peso de nunca poder falhar” – Raquel Lima Terapeuta

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    Na minha escuta clínica, vejo com frequência homens que carregam uma dor invisível: a de não se permitirem falhar sexualmente. Muitos cresceram com a crença de que precisam ser sempre potentes, sempre prontos, sempre no controle. Mas a verdade é que a sexualidade humana é sensível, complexa e profundamente afetada por fatores emocionais, físicos e contextuais.

    Quando falham, não só sentem frustração – sentem vergonha.
    Vergonha de não atender à expectativa que a sociedade impõe.
    Vergonha de achar que isso os torna “menos homens”.
    Vergonha até de conversar sobre o assunto, mesmo com quem amam.

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    Essa pressão pode gerar ansiedade de desempenho, afastamento emocional, baixa autoestima e até evitar intimidade por medo de “fracassar” novamente.

    Mas falhar não é fracassar.
    Falhar é humano. E é possível ressignificar essas experiências com acolhimento, diálogo e autoconhecimento.

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    Na terapia, ajudamos esses homens a se reconectarem com o próprio corpo, a entenderem suas emoções e a construírem uma sexualidade mais livre da obrigação de performar e mais conectada com o prazer, o afeto e a presença.

    Homens, vocês também têm o direito de serem vulneráveis.

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    Raquel Lima
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  • RECONECTANDO: “Abuso sexual na infância e suas consequências na vida adulta” – Por Raquel Lima Terapeuta

    RECONECTANDO: “Abuso sexual na infância e suas consequências na vida adulta” – Por Raquel Lima Terapeuta

    O abuso sexual na infância deixa marcas que o tempo não apaga, mas a escuta, o acolhimento e a terapia podem transformar.

    O SILÊNCIO NÃO PODE VENCER

    O abuso sexual infantil é uma ferida invisível que muitas vezes atravessa a infância em silêncio. Na maioria dos casos, a criança não entende o que está acontecendo, e o medo, a culpa ou a manipulação impedem que ela peça ajuda.

    NA VIDA ADULTA, ESSAS MARCAS PODEM SE MANIFESTAR COMO:

    Baixa autoestima e dificuldade em confiar nas pessoas

    Relacionamentos afetivos instáveis ou dolorosos

    Transtornos de ansiedade, depressão ou pânico

    Culpa, vergonha e sensação de inadequação

    Dissociação emocional ou bloqueios sexuais

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    VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA

    Muitas pessoas só percebem o impacto do abuso muitos anos depois. É comum que adultas e adultos passem a vida inteira carregando dores que não entendem de onde vêm.

    Mas há esperança. A terapia é um espaço seguro, onde a dor pode ser nomeada, sentida, e aos poucos, ressignificada. O processo é delicado, mas profundamente libertador.

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    SE VOCÊ VIVEU ISSO, OU DESCONFIA QUE ALGUÉM ESTEJA VIVENDO, NÃO SE CALE.

    Falar sobre abuso é romper com o ciclo da dor. É proteger as próximas gerações.
    É dizer: “isso não foi sua culpa”.
    É dar à sua criança interior o cuidado que ela merecia.
    É escolher a cura.

    Com amor e acolhimento,
    Raquel Lima
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  • SEGUNDA FEIRA DE ONTEM E DE HOJE – JUAREZ ALVARENGA

    SEGUNDA FEIRA DE ONTEM E DE HOJE – JUAREZ ALVARENGA

    Nossa morada é de variados compartimentos. Dentro dela sentimos modalidades diferenciadas de comportamentos.

    Lembro que no passado minhas segundas feiras eram estáticas e sem brilhos e meus sonhos não saiam do porto. Enquanto o restante da população ostentava seus objetivos reais, em direção a alto mar a distancia ficava só na contemplação. E era bom que fosse assim. Sem instrumentalizar a vida todos os sonhos descem sempre sem paraquedas.

    Hoje, sobre um batalhão de atiradores de elite meus voos mesmo assim atingem alturas quase inatingíveis. Aprendi a dá sentido e ritmos as asas e meus sonhos, como bussola, atinge o alvo da realidade.

    Desvendei que é na segunda feira em que impulsionamos a realidade, para concretização. Para locomover devemos fazer como os bravos pássaros, que resolvem atravessar o mar sem medir a distancia. Ou chegamos heroicamente no alvo traçado, ou caímos das alturas para as profundezas oceânicas.

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    Levar as utopias no bico é ter a certeza que o peso é confortavelmente suportável. Aterrissar com os sonhos, nas extremidades, é semear na compacta terra garantidora de que nossa vocação sonhadora vale a pena.

    Hoje minhas segundas feiras, não são inícios de sonhos, mas sua continuidade. Não são estáticas como as múmias, possuem a leveza e a elegância dos voos das águias.

    Das segundas feiras antigas só resta à lembrança de apreciar os barcos alheios com sua robustez tomando velocidade em alto mar distanciando de meu olhar retraídos.

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    Hoje, solto meus papagaios no espaço infinito, mesmo porque, Deus nos dá em grande quantidade, cabendo a nós, a vontade e a destreza de manusear os papagaios a alturas imensuráveis, porque a firmezas das mãos garantirá o sucesso do voo, independentemente, da velocidade dos ventos.

    Hoje não temos os atiradores de elites porque minhas utopias tomaram alturas inatingíveis proibitivos aos mais perfeitos peritos distantes dos seus alvos alcançáveis.

    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

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    Roger Campos

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  • MOVIMENTO – Nilson Lattari

    MOVIMENTO – Nilson Lattari

    O peixe dourado evolui no fundo do aquário, percorrendo suas léguas submarinas, indiferente ao olhar lacrimoso daquele que o vê e que navega no sal aquoso que rola pela face. Quantas vezes ouvimos dizer que é relaxante mirar um peixe encarcerado evoluindo entre quatro paredes de vidro. E o peixe sente a mesma coisa?

    O movimento das águas não relaxa o observador. É apenas um olhar sem sentido mirando o sem sentido do movimento do peixe encarcerado dentro do aquário

    Se fosse um pássaro cantaria, e da sua tristeza sentiríamos o conforto nos ouvidos na mente do seu tirano. Que movimento é esse que transmite tranquilidade e calma vindos de uma prisão? Do sentido de prisão que um desafortunado sente quando mira os quatro espelhos de um cárcere?

    Imaginamos o mundo sendo a prisão envolta em uma bola azul que gira no firmamento, por sua vez prisioneira de uma luz brilhante que a sustenta e que pode lhe fulminar quando queira, ou quando o seu ciclo de vida findar. O que restará de tudo isso? Talvez um observador distante, diante de espelhos de vidro que aumentam e diminuem as distâncias, anotando em um papel cheio de rabiscos aquele fenômeno que se extingue dentro de um aquário escuro e fascinante.

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    Que movimento nos leva adiante, senão a observar as gaiolas douradas e aquários iluminados dos entes a caminharem na rua, indo e voltando de sua casa ao trabalho, como se fossem pássaros que se recolhem ao ninho e peixes a rodear as mesmas paragens?

    Miramos prisioneiros para nos distrair, de dentro de prisões de cimento e estantes. Tudo se move no mundo, e todo movimento é indiferente ao que sentimos. Talvez haja um sentido entre essas prisões de metal, vidro e cimento, construídos para o lazer de alguns e fontes de tristeza para outros.

    O peixe continua sua caminhada de um lado a outro tentando encontrar uma saída para um lugar que ele nem imagina que exista. O pássaro não interrompe seu canto, supostamente alegre, mas de desencanto, buscando ajuda externa para encontrar, novamente, o ar livre e infinito. Enquanto o peixe nem imagina que, depois disso, seu lugar jaz distante dali e nunca será alcançado e nem o pássaro verá o final do horizonte.

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    O olhar que se perde na evolução do peixe vermelho dourado, os ouvidos que ouvem a canção de tristeza e socorro se encontram na prisão de sentido, porque o homem sabe que na sua mente fabrica aqueles movimentos. E também sabe que não existe um mais além. O que une os prisioneiros é a imaginação e a esperança.

    Elas vagam longe do corpo, imprimindo um movimento ausente na mente. Mas também encontram paredes de vidro e grades resistentes, porque existe o medo de imaginar mais do que isso, e concluir que o movimento que fazemos não está muito longe do nado do peixe e do canto do pássaro.

    Nilson Lattari

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  • COMENTANDO: SEXTOU… SEM NATALLY

    COMENTANDO: SEXTOU… SEM NATALLY

    Rabiscos de um Velho Jornalista em Homenagem à um anjo chamado Natally

    Sextou… E normalmente é um dia de alegria, programações variadas, hormônios em alta, é dia de comemorar ou ‘bebemorar’ a chegada do fim de semana após mais uma longa e árdua jornada de trabalho.

    Sextou… É 11 de Agosto! O Sol raiou, os canarinhos coloriram o céu e cantaram no mais alto tom. Veio o almoço, basicamente normal como qualquer outro. Alguns no trabalho, outros comendo qualquer coisa por aí pra enganar o estômago e não dilacerar os poucos minutos disponíveis no relógio. Por fim, muitos que se reuniram com a família para o rango do meio-dia. Veio a tarde… O céu escureceu, um silêncio sepulcral se formou. Natally saiu de casa (induzida ou forçada)… Os minutos andaram, as horas passaram, o desespero aumentava. Cadê aquela doce menina de 14 anos?
    Mãe agoniada, boletim registrado, imprensa repercutindo, ajudando para que aquela princesinha fosse encontrada. Passaram-se os dias, nada de contato vindo dela. Orações, fé e a busca incessante. E novamente, sextou…

    Sextou em 18 de Agosto. Já se passaram 7 dias, 7 longas noites, sofrimento interminável daquela mãe sem notícias do paradeiro da filha, em meio a tantas notícias de que as polícias estavam agindo… Novamente era de tarde. Acharam Natally! Infelizmente sem o brilho no olhar, sem o sorriso no rosto angelical, sem vida… Meu Deus, por quê? Ela é só uma criança! E coube a nós, jornalistas, a dura missão de informar, de sermos ‘portadores da tragédia’, ‘reveladores da desgraça’. Ossos do ofício, que eu, sinceramente, não tenho mais estômago e cabeça para executar. Triste e pesado demais pra mim. Imagino pra aquela mãe, que dó!

    Torci tanto, rezei tanto. Três Pontas se uniu por Naty… Tarde demais, o tempo não volta, não para! Como digerir tudo isso? Como aceitar?

    Uma criança feliz, amada, linda, por dentro e por fora. Uma menina que dividia suas bonecas com as primeiras maquiagens. Seus projetos e sonhos, a vontade de crescer, de descobrir, de vencer, de viver…

    Não saberemos dimensionar, comprovar, todo talento de Natally na profissão que ela escolheria. Poderia ser uma grande veterinária, uma bela professora, uma brilhante advogada, uma médica salvando muitas vidas…

    Não vamos ver a sua Festa dos 15 anos. Ah, toda garota sonha com o Baile de Debutante. A idade das primeiras palpitações, dos sonhos e das ilusões, não chegará. Pararam Natally aos 14 e os 15, chamado de ‘a idade da Julieta’ foi cancelado da forma mais mesquinha e egoísta possível.

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    Machado de Assis diria que Natally estava na ‘flor da vida’, na idade do céu azul, dos verdes campos, do mar tranquilo, mesmo diante de tantas descobertas que estavam por vir. Estavam…

    Natally se foi, mas nunca estará ausente, tampouco perdida. Esquecida jamais! Ela está em Deus e repousa onde não há dor, não há cobiça, medo, desespero, monstruosidade, solidão.

    Sua vida terrena lhe foi brutalmente, inexplicavelmente, diabolicamente tirada a força. Mas nada fica encoberto diante dos olhos de Cristo. Aquele ‘verme’, travestido de humano, sem arrependimento, queria se safar, queria voltar ao palco do terror e atear fogo na menina inocente, pura, doce, cheia de sonhos… Felizmente a polícia chegou primeiro, unidas foram absolutamente competentes.

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    Aquele psicopata mal sabe que, apesar do grande mal que fez a ela, aos familiares e a toda cidade, não conseguiu apagar a estrela brilhante de Natally. Na memória e nos corações daqueles que a amavam de verdade, ela se eterniza.

    Já o ‘tio’ está morto em vida, condenado por nós e por sua consciência, que um dia gritará, clamará por socorro. Esse maníaco incendiário já queima no fogo do inferno desde aquela sexta…

    Meus sinceros sentimentos, meu abraço e minhas lágrimas sinceras de pai (pai de duas princesas) pra essa mãe devastada, destruída, eternamente enlutada. Que Deus conforte seu coração e transforme toda revolta em saudade e toda saudade em doces memórias.

    O Anjo Natally vive!

    Crônica de Jornalista Roger Campos MTB 09816JP
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  • AMORES PLATÔNICOS Por Nilson Lattari

    AMORES PLATÔNICOS Por Nilson Lattari

    O amor platônico tem mais a ver com o trabalho da imaginação do que com a contemplação de um amante ou uma amante. Esse amor concebe o desejo por alguma coisa, seja por um objetivo físico ou não. É como planejar para conseguir um objeto de desejo que está distante, mas pode ser vivido dentro da nossa imaginação. Podemos criar um universo em particular onde todas as coisas boas acontecerão, e imaginamos um final feliz para nós.

    Para os platônicos, observar um amor que sente por alguém, vê-lo passar diante da porta, conversar no ambiente escolar ou no trabalho ou, simplesmente, alguém que está sempre no ônibus, naquele mesmo horário e lugar é uma contemplação que preenche um vazio na existência. Imaginam aproximar-se e conversar com ele ou ela e esse amor presumido responderá com as respostas que se espera ouvir.

    Isto em um mundo real, onde vemos alguém passar e podemos sentir seu perfume, ouvir sua voz e vê-lo naquele mesmo compromisso imaginário em nossa mente.

    Como seria o amor platônico em um mundo virtual?

    De repente, encontramos alguém na rua, descobrimos seu nome e o que faz e vamos até as redes sociais para investigar sobre aquele amor. Vivenciamos seus sorrisos, descobrimos seus hábitos, onde trabalha, do que gosta, sem nem mesmo ouvir, de viva voz, todos os seus projetos de vida.

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    O amor platônico passa a ser um voyeurismo, alguém que espreita o outro com um simples digitar e clicar de um mouse. O cursor se move e acaricia aquele rosto como se ele pudesse responder. Nesse amor platônico, podemos nos disfarçar em alguém que se aproxima, pergunta, mesmo que ele esteja, fisicamente, a quilômetros de distância.

    Nesse amor platônico virtual, podemos nos comunicar na velocidade instantânea da internet, escondido atrás de uma tela de computador, onde podemos ser o que quisermos. Ao contrário de, na vida real, sermos aquilo que somos de verdade, sem mentiras, submetido ao escrutínio das críticas e das ironias.

    O mundo platônico virtual é o mundo dos tímidos, dos avessos aos arroubos das aventuras amorosas. Nele, os tímidos ganham vida e se tornam tudo aquilo que não são e se transformam naquilo que o objeto de desejo quer.

    _____continua depois da publicidade________

    Nesse caso, a imaginação é que invade o espaço do outro, criando nele a curiosidade de conhecer alguém que, supostamente, seja tudo aquilo que se quer.

    Platão emprestou seu nome, e os homens o transformaram em um fetiche muito além da imaginação.

    Um certo platonismo é um tipo de covardia e de pouca autoestima. E o mundo virtual criou uma série de aventureiros escondidos em suas cadeiras e telas de computador. No mundo virtual, despertamos todos que se quedam escondidos. E mostram todo o encantamento dos contos de fadas, girando em um mundo imaginário.

    O amor platônico se realiza no mundo real pela fuga, e no mundo virtual por uma falsa coragem.

     Nilson Lattari é Escritor

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    Roger Campos

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  • CABELOS BRANCOS E ISOLAMENTO por Nilson Lattari

    CABELOS BRANCOS E ISOLAMENTO por Nilson Lattari

    Um fato que tem chamado minha atenção, pesquisando na internet sobre algo relevante, são as fotos de famosas ou influencers permitindo que os seus cabelos brancos apareçam. As mulheres, no caso, mostram as suas fotos desglamourizadas, e sujeitas às críticas dos fãs, alguns inconformados diante da descoberta e também dos elogios de outros. Uma divisão de opiniões.

    Os cabelos brancos femininos sempre foram sujeitos a preconceitos. Uma atriz disse uma vez que as mulheres não envelhecem tornam-se louras. Ou seja, as mulheres de uma maneira ou de outra são obrigadas a esconder seus cabelos brancos, ao contrário dos homens que tendem a ser, até, valorizados.

    Essa relação capilar feminina é curiosa, também, com a questão sobre o comprimento dos cabelos, que vão encurtando à medida que as mulheres vão amadurecendo. É uma questão de moda, é uma questão cultural, e, qualquer que seja, é uma relação injusta. É uma forma de não permitir que uma pessoa seja o que realmente deseje.

    O isolamento nos trouxe para um novo normal, que na verdade é um normal normal, porém não aceito por conta de convenções.

    As mulheres em isolamento, comportando-se dessa forma, seja por necessidade ou não, mostram que precisamos estabelecer um novo rumo nesses quesitos.

    No filme “O diabo veste Prada”, a atriz Merryl Streep vive um personagem com cabelos brancos finamente cortados e com um brilho belíssimo. Não entendo de cabelos para admitir que todas poderiam tê-lo, mas eu achei muito bonito. E também pensei por que não as mulheres se cuidarem daquela forma? Caberia aos profissionais de beleza estudarem melhor o assunto ou a sociedade aceitar o novo comportamento.

    De todo modo, o novo normal talvez traga novas formas de convívios, apesar de não ter muitas esperanças, porque na primeira chance de relaxamento do isolamento as pessoas correram para fazer as mesmas coisas de sempre: filas nos shoppings, festas e reuniões em bares.

    Alguma coisa deveria mudar nisso tudo, afinal uma crise dessas deveria trazer mudanças, e quem sabe uma delas fosse uma mulher vendo-se bela à medida que amadurece e que tenda a ser valorizada por isso, com cabelos brancos.

    Esperanças são sempre bem-vindas, novos jeitos de atuar no mundo também. As cabeças devem mudar na forma de pensar, externa e/ou internamente. Vamos descobrir que as mulheres ao natural serão sempre bonitas e desejáveis. Os padrões de beleza servem de encobrimento, e até de mentiras, e fake news, por que não?

    Que as mulheres venham com toda a força que possuem para mudar esse mundo, e não ficarem se guardando para agradar a outros e outras (será isso?). Poderiam argumentar que as mulheres se comportam assim para agradar a si mesmas. Porém, como é possível agradar a si mesmas quando obedecem a uma norma de comportamento que ninguém sabe quem estabeleceu? As mulheres? Acho que não.

    A moda determina a vida ou a vida determina a moda?

     Nilson Lattari é Escritor

     

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