Dr. Fernando Gouvêa é Médico Urologista
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O início das coisas exigem de nós raízes profundas fixadas em nossos ideais para que os obstáculos encontrados no caminho não destruam o entusiasmo inicial.
Nosso levantar nos conduz a velocidade em que andamos nos caminhos do dia. Ao amanhecer ao pegar a escova de dente e maneira como escovamos os dentes determina se o dia será de sucesso ou de omissão perante as adversidades rotineiras.
Todo iniciar é uma ladeira sem obstáculos é por isto nos motivamos exageradamente. Mas devemos absorver estes entusiasmos iniciais e lançarmos nossos sonhos com força tal que ultrapasse os obstáculos mais resistentes, infiltrando nossas realidades no fluxo natural de nossos esforços para o mar de resultados.
Estamos no inicio do ano. Começo do horizonte hora de soltarem os sonhos e não reterem, buscar aproximarem as distancia para que no final de ano o objeto visto somente com os olhos seja palpável com as mãos.
Toda caminhada deve ser planejada e entusiasmo inicial mantido. Sabemos que o diferencial é o durante. Tanto o começo como o fim de toda caminhada temos força além da normalidade.
Na monotonia rotineira do durante é que ultrapassamos os concorrentes e decidimos a corrida a nosso favor.
Aprendi que todo vencedor é aquele que mantém o entusiasmo inicial da corrida durante ela e no seu final. Com esta estratégia venceremos qualquer maratona vivencial com folga.
Desejo que neste começo de ano seus olhos atinjam horizontes quilométricos, mas também que suas pernas sigam sua cabeça cheia de entusiasmo vivencial principalmente durante a corrida onde a monotonia cotidiana costuma como imã impregnar nossos passos, afundando nossos sonhos.
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JUAREZ ALVARENGA
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É de nosso mundo interior que nasce os grandes projetos de nossas vidas. Tudo começa e termina em nosso reservatório intimo humano.
Somos tudo aquilo que nascer dentro de nosso interior.
Nossos pensamentos são livres, como pássaros que ultrapassam fronteiras e atravessam mares. A altura de nossos voos depende da intensidade de como batemos as asas de nossas utopias.
A capacidade de idealizar projetos significativos deve estar acompanhados de ações nascidas no antro de nossas motivações.
Somos tão ousados com os nossos sonhos, que antes de adquirir terrenos, para construírem nossos edifícios, já os jogamos na visibilidade do sol do meio dia.
Somente a capacidade de levar nossas aventuras intimas para o mundo dos fatos, será capaz de fortificar, com intensidade, a bravura de estremecer o estático mundo do concreto.
Quando os sonhos estão nas bases, é algo estranho e exótico, para a plateia. Neste período critico de sua gestão, que é o inicio somente nós devemos dar seriedade aquilo que pensamos. Só os protagonistas de seus sonhos iniciais são também os únicos avalistas.
Com eles nas bases, para transformar em realidade é um projeto solitário.

Acreditar que os sonhos são uma locomotiva que anda no trilho da realidade é se projetar a todo instantes em direção a um destino brilhante.
Se dentro de seu intimo existem sonhos contidos, abra sua mente e quando a realidade dificultar suas saídas lembre que somente os grandes sonhos levam as grandes realizações
Se seus sonhos estão nas bases, lembre que somente sua força intima saberá erguer com sucesso.
Se passar as fases de descréditos da plateia, seus sonhos deslanchará, como uma locomotiva japonesa.
Todo grande sonho nasce do isolamento inicial e vão adquirindo adeptos com o tempo.
Não tenha medo da falta de credito, quando seus sonhos estiverem na base. Cabe apenas deixar que nascesse no seu intimo e como um tsunami, invada com intensidade e valentia, todo galgar do inicio de um sol nascente.
Se hoje você tem algumas bases de seus sonhos transformados em edifício vistoso foi porque soube enfrentar o descrédito com tenacidade de quem sabe o que quer.

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A felicidade deve ser como café quente feito na hora. Colocar na garrafa térmica é dar nossa contribuição para sua conservação.
Dizia um lavrador amigo que para ele felicidade é acordar bem cedo e sobre o frio de maio dar uma puxada gostosa no cigarro de palha.
A intensidade em que buscamos a felicidade é proporcional a intensidade que a conquistamos.
O que vemos habitualmente é café amanhecido e frio. Nós seres humanos temos muita preguiça de requentar o café. Sentir seu gosto adocicado e conservar o paladar é a preocupação que deve rodear os pretendentes da felicidade.
DIZ A FILOSOFIA POPULAR QUE NA VIDA NÃO HÁ FELICIDADE E SIM MOMENTOS FELIZES.CONTRARIANDO ESTA MÁXIMA O QUE EXISTE REALMENTE É FELICIDADE QUASE PERMANENTE CONTRARIO QUE O SOFRIMENTO E A DOR É QUE SÃO MOMENTÂNEOS.
Primeiro sintoma de quem é feliz é não andar no mesmo caminho sempre e com os mesmo passos. Devemos ter a sintonia de compreender os tamanhos dos passos a ser dados. Buscar novos trajetos nos levam a sensação de alivio existencial. Depois não sentir que a vida é um fato consumado. Ter sempre a sensação de novos horizontes juntamente com sua força interior potente nos conduzirá a qualquer distancia imaginada.
Compreender que os incômodos psicológicos diários podem ser diminuídos ou até eliminados. O apego à dor é instrumentos destruidores de arco íris.
O mundo moderno está contaminado pelos vírus pungentes de ocultação da alegria. O ser humano está resistente em abrir seu interior e jogar nele simplicidade e gratuidade e o amor os três sustentáculos fixa a felicidade ao nosso redor.
Acreditar que todo amanhecer é sempre novo e que novas oportunidades surgem com o nascer do sol. Dando a nós a possibilidade de nova construção erguida com a sabedoria de quem já errou. Devemos evitar marcos em nossas vidas, pois não tendo como andar para frente a tendência é retroceder. Instantaneidade do objetivo alcançado devem ser um trampolim que nos impulsiona além de nossas pretensões.
O durante da conquista deve nos fazer permanecer fortemente na luta. Nada nos devem intimidar e fazer evaporar nossos sonhos retidos. Eles deverão ser teimosos. Os obstáculos encontrados devem ser retirados com paciência e determinação. Existe em qualquer conquista pedras impregnadas ao chão dificultando demasiadamente sua locomoção. E com alavanca e jeito devemos retirar com força de nosso intimo.
O nascedouro de qualquer concretização é tosco e frágil. Mas nós seres humanos devemos impulsionar com fluxo inicial de uma fonte, ou seja, com toda intensidade.
As manhãs devem ser como baú aberto. No seu fundo só devem conter coisas positivas significativas. E nós devemos remexer diariamente. Levar para superfícies as alegrias retidas e conter no seu fundo distante de nosso mundo as mazelas por ventura encontradas.
Quando o dia abre devem nascer em nosso intimo a doçura de viver vindo de um aroma novo de um mundo que nos oferece a possibilidade de acertos diários.
Felicidade é sair da cama para o amanhecer com a motivação de um jogador de futebol numa decisão de copa do mundo. E nós como guerreiros de nossas próprias guerras intimas devemos deslocar para nossas trincheiras e colocar em posição estratégica, pois somente assim poderemos ser atiradores só de alvos certeiros.
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A vela é somente vela quando tem o fogo a tremelicar com o vento. Desenha formas desordenadas nas paredes, dá vida ao breu, entretém as pessoas, e é o motivo de brincadeiras de crianças, quando juntam os dedos das mãos e fazem teatro nas paredes.
Os pratos são servidos romanticamente por elas, quando um casal se junta e comemora, em brinde ao casamento do futuro ou de outrora, lira de muitos anos vividos, amancebados, ou então a aurora de um amor nascendo nos seres aconchegados.
A vela é somente vela quando o corpo é velado, e se despedem do morto, em choros, abraços, saudades, desejando que a longa viagem não termine em trevas. O fogo é outra vida.
A vela é aniversário, é comemorar de anos, passar do tempo, e elas vão se multiplicando a cada ano vivido, desejando todos que elas se repitam.
Ela conduz o viajante pela estrada escura, é protegido o fogo com a mão em borco como se fosse uma lamparina, dessas que se veem nas carruagens. Ela conduz o morador por entre os quartos escuros, e verificado cada ponto, cada barulho estranho, como se andasse em um labirinto.
Ela segue na procissão, repetida de mão em mão, adorando a imagem que segue no andor, carregada nos ombros dos homens. É a virgem iluminada unindo corações. A derramar suas lágrimas quentes que escorregam nas mãos trêmulas dos jovens na primeira comunhão.
O que seria da vela, se não existisse o fogo?
Seria apenas um pedaço de sebo, parafina, esquecida em uma gaveta, com a caixa de fósforos ao seu lado, preparadas para o chamado de emergência ou da comemoração, reunindo os homens ou dando ao solitário a companhia.
Está na mansão ou no casebre, no castelo, nas igrejas, caminhando com o santo e o seu capuz na estrada, ou o homem impuro, preso na tocaia, ela a vela, ele o fogo, companheiros inseparáveis que se transformam em luz.

Buscar um sentido pela nossa existência é uma tarefa diária.
Congratular com as adversidades é uma maneira de cumprimentar a realidade.
Em nossa guerra cotidiana é necessário conforto psicológico, para enfrentar as grandes batalhas.
E. nossa morada intima é onde recolhemos das tempestades externas, infernais vindas de nosso grande confronto com as dores do mundo.
Com está paz interior suportamos, com tenacidade, qualquer atrocidade advinda das mais sangrentas guerras que enfrentamos na caminhada tortuosa de nossa existência.
Decretada paz interior construímos qualquer império com facilidade.
Seremos táticos e estratégicos em nossas ações e realidade será combatida com inteligência, nascida no poderio, de nosso suporte intimo.
Confesso que meu intimo era depositário de traumas vivenciais, parece o holocausto da segunda guerra mundial, onde os problemas putrificavam em sintonias com as musicas fúnebres.
Hoje, com espaço confortável vivo dentro de mim vinte quatro horas por dia, acho pouco tamanha minha a satisfação de ter feito do meu habitat natural meu lugar ideal.
‘Meu intimo atual é como fluxo de uma fonte no começo se sua trajetória. Saem águas cristalinas, limpas e saudáveis fertilizando com os raios solares, as manhãs dos eldorados dos meus sonhos,
Hoje, sou morador do meu intimo e sinto como criança no parque de diversão. E com essa naturalidade, pego o meu brinquedo predileto, que é a vida e como instrumento enfrenta a realidade com maestria dos mestres medievais.

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Se um preto e uma branca, uma gorda e um magro, um baixo e uma alta e uma jovem e um velho passeiam de mãos dadas pelas ruas, trocando carícias, dizendo coisas ao ouvido de um e de outro, rindo de coisas simples e em voz baixa fazendo planos, poderiam dizer alguns e pensariam outros, que estão fora do jogo, que o amor é cego, coitado.
Nessa hora, o amor responderia que pior cego é aquele que não quer ver. Porque o amor olha com olhos diferentes, o amor de olhar por dentro de cada um, e dentro de cada um dos amantes há um mundo inteiro a compartilhar, e que mantém aqueles que passam, olham e imaginam muito longe desse compartilhamento, de que os olhos do amor enxergam tudo, tudo aquilo que aqueles que não amam, ou não estão no estado de amar, não conseguem enxergar.
O amor é cego porque ele tateia o corpo de quem se ama, como a cegueira que procura a zona de conforto. O amor é cego porque ultrapassa as barreiras do preconceito, do padrão de beleza e não vê diferença no tempo entre dois cegos a se encontrarem.
O amor, como o cego, esbarra naquilo que não vê, como se fosse o encontro do acaso, uma química qualquer se esvai e percorre todo o corpo, não sabendo bem no que esbarrou o olhar e, de repente, tudo em volta para, e procura entender o que está a sua frente, não pensa em escapar ou evitar, mas, pelo contrário, deseja mergulhar fundo para descobrir o que fazer com aquilo que enternece o corpo e a alma, e nos faz apaixonar.

O cego procura melhorar e aguçar os outros sentidos que lhe restam, o amor, ao contrário, desliga tudo que tem em volta e fecha os olhos procurando curtir aquela escuridão, que vem de surpresa calando as vozes da multidão.
O cego segura a mão daquele que o guia, o amor segura a mão da cegueira e se entrega ao prazer de cada dia.
O cego evita o obstáculo, o amor o enfrenta e acolhe, o cego procura chegar ao destino em segurança, o amor se prepara para a mudança, sabendo que nada será como antes.
O cego chega ao destino e fecha a porta se retirando ao seu mundo particular, onde tudo lhe é familiar, o amor abre uma porta nova e se deixa naufragar e se entrega ao destino e à aventura.
O amor é cego por muitos motivos: é um guia amante da cegueira que leva outro cego pelo braço; aproxima dois seres que sem pensar dizem segredos de si para cada um em momentos de ternura; pensa que mais vale dois pássaros voando com as mãos entrelaçadas do que um pássaro sozinho, triste e amargurado.

A alma é gêmea, parecida, tem semelhanças, mas, não é igual, não é cópia, papel carbono, com as mesmas ideias, nem mesmo com a mesma força de amar. Nenhuma alma é gêmea, e nem por isso não existe, nem mesmo subsiste na nossa forma de pensar, porque não é o reflexo de um espelho do destino, nem mesmo está esperando a nossa chegada, a nossa entrada repentina em um bar, em uma virada de esquina, ou no apresentar de alguém.
Gêmeos são duplicados, mas, diferentes, nascidos em tempos entre si, distantes, mesmo que infinitesimais. Possuem gostos diferentes, pelas cores, pelas roupas, pelos brinquedos. E nem sempre formam um par equidistante, formal, que se completa, que se deva viver sempre próximo, colado, pregado, dividindo coisas em comum.
Não se procura uma alma gêmea, até porque sendo alma, inerte, feita de luz, imaginária, as almas não se procuram, porque são almas, puras e não viventes do viver físico.
Almas gêmeas são figuras físicas, podendo ser um amigo, uma amiga, um companheiro momentâneo de viagem, um conhecido que nos faça rir, um encontro em uma fila, um bate-papo informal. E como almas são assim, fugazes, momentâneas, podem se dar por um dia ou por toda a vida, nada além da eternidade, e na eternidade quem sabe, as almas sejam gêmeas, de verdade.
Quem procura almas gêmeas encontra infelicidade, e não percebem que as almas gêmeas vêm em nosso socorro sem que saibamos. No desconhecido que nos ajuda em um escorregar na calçada, no vizinho que acode nossos gritos, naquele que nos cede um lugar, ou nos oferece uma ajuda sem pensar, apenas com o prazer, este de alma, de nos ajudar.
É muitas vezes o amigo que para, para nos ouvir, consolar, indicar caminhos, e depois de algum tempo, ele some, se esconde no seu endereço, nunca mais é solicitado, e guardamos dele o endereço, o telefone e, algumas vezes, a saudade, e nos faz pensar: o que aquele anjo que nos guardou faz agora?
Não se procura a alma gêmea como a felicidade. Não encontramos a felicidade, ela nos encontra, nos momentos de sorte, de alegria, como devem
ser os momentos de felicidade, surpresos, não cotidianos. Na alegria do primeiro beijo, do primeiro encontro, na troca de olhares, do aperto de mão entusiasmado e no abraço que concedemos sem vergonha, no meio da rua, apenas externando que a alma gêmea está ali, agora, e, de repente, não encontraremos mais, e encontraremos outras almas; igualzinho à felicidade.
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Roger Campos
Jornalista
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É com um coração que tiramos das adversidades a coragem de continuar. Se tudo aquilo que temos é o infortúnio e adversidade para enfrentar, não poderemos nunca encará-las, se não tivermos um coração para colocar na frente e avançar.
O coração do ser humano é um terreno de solidão onde ninguém, a não ser seu dono, pode penetrar, invadir, perguntar, se sentir acolhido. O terreno da solidão é árido. E como dois viajantes que vagam pelo deserto, o coração e seu dono vão se satisfazer nas lágrimas, oásis de banhos de tristezas e alegrias, em busca das miragens que oscilam na penumbra da noite, ou no recolhimento da casa, se perguntando onde foi o erro, e, identificado, os porquês tão angustiantes que assomam a nossa consciência.
Louco é o coração que vagueia pela noite em busca de um amor inconsequente, ou que se esconde nas sombras para poder vislumbrar a sombra do perfil amado que se exibe na janela iluminada. Louco é o seu dono que leva o companheiro da solidão pelas escaladas da aventura, na busca de um amor incerto.
Se o coração não suporta mais a adversidade, é o guerreiro com tenacidade que tece outros corações, vindo de outras partes do corpo, e mesmo nas tripas encontra força para que ele exista.
Sofre o corpo de um coração aventureiro que dá ao corpo as dores reais que ele apenas sente como um arranhão na pele. Indiferente continua a maltratá-lo, porque é do amor ausente que ele se alimenta, enquanto o corpo definha lentamente.

No corpo, o coração é o único órgão que fala, batendo sempre como um código indecifrável, e que transmite apenas emoções, quando acelera, dispara, ou quando, lentamente, vai diminuindo sua ansiedade, dando ao corpo a oportunidade de pensar e agir, enquanto os outros somente a dor acusa sua presença.
Se das tripas construímos um coração, a ele depois damos vida humana, quando quase sai pela boca, ou aos pulos parece que vai explodir quando se prepara para a notícia por longo tempo esperada.
Coração de pedra, coração de anjo, coração de gelo, coração de criança, coração de ouro, quantos nomes damos a ele, e, no entanto, nenhum deles pode lhe nomear, o coração é inconstante, e muda de nome diante de cada momento que vive, e se se despedaça é nas tripas que vamos encontrá-lo.
Mesmo que nomes tenha, sejam para o bem ou para o mal, todos são afetos que sentimos e damos aos outros, e se damos, a afeição é um feito revolucionário. A ela não podemos ficar indiferentes; ou mudamos, ou as circunstâncias nos farão mudar.
Abandonamos nosso mundo de conforto, e para enfrentar o mundo novo é preciso buscar um coração onde estiver, mesmo nas tripas do ditado popular.
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Roger Campos
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Sob a cama onde traçamos nossos sonhos inertes abusamos nossas mentes das grandiosidades de nossas quimeras, que exigirá atitudes épicas ao tempo todo, pondo em dúvida a veracidade e autenticidade de nossas utopias.
Nosso quarto, onde nos encontramos, mesmo possuidores de fragilidades que desemboca em mares agitados, muitas vezes, nossos horizontes ultrapassam portos seguros.
Temos o privilégio, de todos os dias, ver o sol nascer, clareando e fragmentando as labaredas dos nossos caminhos, com objetivos que incendeia nossas mentes com sabedoria e raciocínio racional.
Quando, o sol nasce os pássaros inquietos e guerreiros, com suas armas, procuram alimentos suculentos e mais do que isso, brigam; por cautelosamente, tendo senso dos limites e do perigo humano que o homem lhe trás.
Quando, o sol nasce no oriente, à população em estado anestésico, paralisa o seu progresso, pois lá é noite, aqui no ocidente começa a locomotiva da evolução humana infinita, porém o progresso é como uma fazenda sem cercas dá melhor os sonhadores, ousados e astutos.
O sol nasce para todos, mas somete os sonhadores reais são os pioneiros de fragmentos de claridade, que irão corporificar com o tempo, pois estes verdadeiros jogadores, se jogam na realidade como os mendigos se jogam nas calçadas das noites frias das madrugadas.

Quando, o sol nasce à razão proeminente assenta no seu trono subindo a montanha do sucesso, apoiando nos intervalos das pedras chegando com trabalho ao topo.
O homem se projeta ao sol, com a NASA nos seus sustentáculos. O impulso será da intensidade dos sonhos ancorados em nosso intimo.
Quando, o sol nasce à natureza cala e a razão se instala e os sonhos são exterminados da clareza solar, pois lugar de utopias é nas bases de nosso intimo sacudindo a realidade
Quando, o sol nasce à tendência da luta humana é terminar por pontos, pois na claridade, todos podem manusear as suas armas mais fortes. Porém, só termina antes se seus boxeadores agridem seus sonhos com força animalesca.
Aprenda que na vida só os aliados do sol serão vencedores, os seus desafetos irão morrer de tédio e fracassos.
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O futebol é uma paixão. Talvez o mais alucinante, dramático e prestigiado esporte em todo mundo. E não é pra menos. O futebol nos últimos anos ganhou tons de ‘business’, de negócio multimilionário. Cada vez mais o dinheiro dita as regras do futebol, onde, claramente, quem tem mais recurso tem mais craques e mais conquistas.
Inegavelmente é o que hoje em dia acontece com o Flamengo. Num passado não muito distante o time carioca tinha dificuldades até pra pagar suas contas básicas, como água e luz. Mas atualmente o Flamengo virou uma potência, contratou muitos craques, alguns com experiência e mercado ainda aberto na Europa. Contratou um técnico “importado” e provocou uma grande revolução, não apenas interna, mas em todo futebol brasileiro.
As ideias do Mister Jorge Jesus de futebol vistoso, pra frente, em cima do adversário os 90 minutos (independente do placar) e de que essa história de poupar jogadores está ultrapassada, foram compradas pelo elenco da Gávea e o resultado está aí: o melhor futebol praticado no momento, finalista da Libertadores e virtual campeão brasileiro.
O mais legal é como Jesus vê e pratica o futebol, por prazer. Ele diz aos seus comandados “vão lá e divirtam-se”. E a coisa flui.
O que o Flamengo está mostrando hoje em dia me remete ao melhor Flamengo que vi jogar (82/83), quando Zico, Júnior, Andrade, Adílio, Mozer, Leandro e Nunes davam show. Não se apostava quem venceria uma partida e sim de quanto aquele Flamengo ganharia. Era um massacre, uma aula, um culto aos deuses do futebol, como Pelé e Garrincha.

Ainda acho aquele Flamengo melhor que o atual. Aquele Flamengo é o melhor time que já vi em campo, seguido pelo Milan Bicampeão do Mundo (1988 – 1990) de Baresi, Maldini, Rijkaard, Van Basten e Gullit. Aquele Flamengo era melhor que o Napoli de Maradona e Careca. Sou corinthiano, mas não há como deixar de reconhecer isso, como negar a história.

Mesmo assim a goleada vexatória na Libertadores não serviu para dar mais humildade ao técnico gremista. Renato Gaúcho manteve sua retórica ultrapassada e o tom de soberba. Não reconhece o brilhantismo adversário como deveria, dando como desculpa erros de seu time. O Grêmio errou sim, mas erros forçados pela aula flamenguista, principalmente no segundo tempo. A tampa do caixão foi quando ele disse “que até uma mulher grávida faria gol no Grêmio”. Será que ele não conhece a força de uma mulher grávida? Procurem se informar da parte hormonal atrelada a conhecida força da mulher. Que declaração infeliz desse treinador.
Renato Gaúcho tem história e seu Grêmio é, de fato, um baita time. Mas o melhor futebol de hoje em dia é do Flamengo.
Se não fosse a tragédia no Ninho do Urubu, a irresponsabilidade criminosa dos mandatários flamenguistas, 2019 poderia ser o maior ano da história do time carioca. Infelizmente vidas foram perdidas, sonhos interrompidos e nada foi feito como mera reparação até agora. Ou seja, fora de campo o Flamengo ainda é uma bagunça.
Dentro das quatro linhas tem tudo pra ganhar tudo! Ou quase tudo, já que no mundial tem um Liverpool jogando hoje o melhor futebol do planeta.
Parabéns Flamengo pelo futebol dentro de campo! Comemore muito nação flamenguista! O bonde está de volta!
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Roger Campos
Jornalista
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