Já está disponível para venda no comércio trespontano o livro “Todo Mundo, Toda Gente”, escrito pelos pacientes da Ala Psicossocial da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Compre-o por apenas R$ 10,00, presenteie um amigo, um familiar ou para você mesmo e ajude a Santa Casa!
Você encontra o livro “Todo mundo, toda gente” por apenas R$10,00 nos seguintes pontos comerciais:
_ Supermercado Moacyr
_ Drogaria Três Pontas
_ Revistaria Trespontana
_ Vimi Cafeteria
_ Specialle Paneteria
_ Cocatrel Cafeteria
Também estão sendo vendidos na portaria da Santa Casa. Quem quiser colocar os livros na sua loja basta entrar em contato com a Santa Casa.
SEJA VOLUNTÁRIO VOCÊ TAMBÉM!
A Santa Casa de Três Pontas você para contribuir com seu tempo, de acordo com sua disponibilidade, para trabalhar como voluntário da entidade.
“Os principais requisitos são: Amor, Responsabilidade, Ética, Lealdade, Companheirismo e Respeito à visão dessa missão, vindo a somar esforços e participando nas ações realizadas em prol da Santa Casa, cujos benefícios se estenderão a toda população.
SER VOLUNTÁRIO É RENUNCIAR UM POUCO DO SEU TEMPO EM FAVOR DO PRÓXIMO”, diz o comunicado postado nas redes sociais pela direção da Santa Casa.
Entre em contato com os seguintes voluntários:
Mariliz 99989-6122
Amilton 99964-6457
Allaky 99177-2796
Rose 99829-3304
Luciene 99892-8021
49ª Edição conta com patrocínio oficial da empresa AgroCP, que possibilitou retorno do festival.
Três Pontas, localizada na região Sul do estado de Minas Gerais, conhecida pela força do agronegócio (café), pela fé e também pela vocação em revelar talentos da música e apoiar a cultura, após dois anos de inatividade, voltará a sediar uma etapa do maior festival da canção do Brasil. Graças ao patrocínio da empresa AgroCP e apoio da Prefeitura Municipal. É a 49ª edição do FENAC que promete muita emoção em algumas cidades.
Em conversa com a direção e o marketing da empresa AgroCP, que celebra seus 30 anos de história, confirmamos que a volta da FENAC à Três Pontas só foi possível graças ao empenho da AgroCP, que manteve contato com a direção do festival e da TV Alterosa, e também ao apoio da Prefeitura Municipal, através da parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo.
Sede da AgroCP, empresa que patrocina o FENAC, que em sua 49ª edição retorna à Três Pontas.
“Entramos com a Lei de Incentivo à Cultura e podemos garantir que o Fenac só está voltando graças ao grande apoio da AgroCP”, destacou a empresa.
“Três Pontas é um município aconchegante e de grandes riquezas. É nesse cenário que o Festival Nacional da Canção – com o apoio da Prefeitura de Três Pontas – vai voltar a ser realizado”, confirmou a direção do Festival Nacional da Canção. O município vai novamente receber as etapas classificatórias do Fenac em agosto de 2019.
“É uma alegria imensa voltar com o Fenac para Três Pontas, uma cidade que transpira música e cultura por todos os cantos, além do mais temos uma ligação afetiva muito grande com a cidade, temos grandes amigos e parceiros musicais, sem contar o público que é maravilhoso também, que participa em peso do festival”, revelou Cristina Marques, coordenadora do FENAC.
A cidade de Três Pontas, com uma população estimada, segundo o IBGE, em quase 58 mil habitantes, terra de Milton Nascimento, Wagner Tiso e de mais de uma centena de músicos talentosos, em toda sua história, viverá todo o clima no FENAC novamente.
O Festival Nacional da Canção nasceu em 1971 embalado pelo sucesso dos festivais da TV Record, que revelaram grande parte dos principais compositores e intérpretes brasileiros. Realizado ininterruptamente durante 48 anos, consagrou-se como o maior evento do gênero em todo o país. O trófeu Lamartine Babo, que é entregue aos vencedores, passou a ser cobiçado por compositores de norte a sul do Brasil. O Fenac tem, como principal objetivo, incentivar e divulgar valores da música brasileira, sejam eles compositores, intérpretes ou instrumentalistas. Milhares de compositores de todos os estados brasileiros se inscrevem anualmente e 120 mostram o seu trabalho nas cidades que sediam o evento, apresentando a boa música que se faz no país.
CIDADES CONFIRMADAS
PERDÕES: 26 e 27 de julho – A cidade de Perdões fica às margens da rodovia Fernão Dias, principal ligação de Belo Horizonte com São Paulo. A cidade foi fundada em 1911 e tem atualmente mais de 20 mil habitantes. Perdões faz divisa com Lavras.
SÃO THOMÉ DAS LETRAS: 2 e 3 de agosto – São Thomé das Letras é conhecida pelo misticismo e recebe turistas de todo o Brasil. É conhecida pelas belas paisagens naturais, envolvendo cachoeiras. O Fenac vai ser realizado mais uma vez na cidade.
COQUEIRAL: 9 e 10 de agosto – Coqueiral é uma próspera cidade do Sul de Minas. Mais uma vez, o município recebe o Fenac. Município de gente acolhedora, se destaca também pela produção de café.
TRÊS PONTAS: 16 e 17 de agosto – Três Pontas volta a receber uma etapa classificatória do Fenac. A cidade , conhecida por ser berço de grandes músicos, tem vocação para a cultura e para fomentar os talentos musicais.
NEPOMUCENO: 30 e 31 de agosto – a charmosa Nepomuceno recebe, novamente, o Festival Nacional da Canção. A cidade é destaque no Sul de Minas e tem hoje mais de 25 mil habitantes.
BOA ESPERANÇA: 5, 6 e 7 de setembro – As semifinais e a final do Fenac serão realizadas em Boa Esperança. Berço do Festival que hoje chega a sua 49º edição.É lá que os músicos vão concorrer ao troféu Lamartine Babo.
REGULAMENTO E INSCRIÇÕES
Em breve, o Fenac irá divulgar o regulamento e abrirá as inscrições para a 49º edição. As novidades serão divulgadas no site e nas redes sociais do Festival Nacional da Canção e também aqui no Conexão Três Pontas.
Esta reportagem recheada de músicos trespontanos é uma homenagem do Conexão a todos os talentos que brotam desta terra.
A AgroCP também foi responsável, em parceria com a Prefeitura Municipal, pelas celebrações de final de ano, como o Auto de Natal e a Chegada do Papai Noel. Isso mostra que, além de contribuir preponderantemente para com o crescimento do município, gerando emprego, renda e arrecadação de impostos, a AgroCP também tem uma grande preocupação social, com investimentos em áreas importantes, como a Cultura.
*Todas as fotos são de autoria do Conexão Três Pontas
CONSIDERADA UMA DAS MELHORES JOVENS EMPRESÁRIAS DO MUNDO, VANESSA MANTÉM O CARISMA E A SIMPLICIDADE, APROXIMANDO AINDA MAIS O PÚBLICO DA KAPEH.
O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história da querida empresária Vanessa Vilela.
Vanessa Vilela, nasceu na cidade de Três Pontas em 26 de dezembro de 1977. Filha de José Batista Vilela e Maria Izabel de Figueiredo Vilela, tem 3 irmãos: Patricia, Flávia e José Vilela. É casada com Juliano Mendonça Araújo.
Vanessa Vilela e o marido Juliano Mendonça Araújo.
Vanessa cursou a faculdade de Farmácia e Bioquímica, trabalhou por quase 7 anos com manipulação farmacêutica, se especializou nesta área e hoje está à frente da empresa que é destaque mundial.
A paixão pelos cosméticos e a inspiração nos cafezais do sul de Minas Gerais, formaram o ambiente perfeito para germinar um grande sonho. Sonho este que deu origem à marca pioneira na utilização do café na cosmética, a Kapeh. Fruto do amor e determinação da farmacêutica e bioquímica Vanessa Vilela, que desde cedo trilhou seus passos nesta direção.
Vanessa uniu a tradição e paixão familiar pelo café a estudos inéditos e pesquisas em parceria com universidades, que comprovaram os ricos benefícios do grão para a pele, dando início assim a esse grande sonho.
Após 3 anos de pesquisas e desenvolvimento, em 2007, Vanessa fundou a Kapeh, com a missão de agregar valor e divulgar todo o potencial deste grão tão importante para a nossa economia. Atualmente a Kapeh conta com uma vasta linha de produtos presentes em diversos pontos de venda em todo o Brasil e já exportados para vários países.
O nome Kapeh foi inspirado no dialeto Maia e tem como significado a palavra café, que é a base da composição dos nossos produtos.
A Kapeh conta com 4 lojas. Além da unidade em Três Pontas, também está presente em Poços de Caldas, Varginha e em Belo Horizonte. As duas últimas são ainda mais inovadoras, pois adotaram um modelo novo de negócio que une a loja de cosméticos e o espaço para degustação de cafés especiais.
Vanessa Vilela foi destaque do programa Giro Business, em 2010, então apresentado pelo empresário João Dória, hoje governador de São Paulo.
Vanessa sempre se destacou pela inovação e empreendedorismo, o que culminou numa trajetória de muito reconhecimento e premiações. Em 2010, ficou entre as 10 melhores empreendedoras do mundo no prêmio Empretec Women in Business Award, promovido pela ONU e foi destaque na capa da Revista Veja, a maior da América Latina. Em 2011, a Kapeh venceu o Prêmio Nacional de Inovação, realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). Também foi eleita pela revista Época como um dos 40 jovens que representam o futuro do Brasil. E desde então, Vanessa foi nomeada Young Global Leader (YGL), pelo World Economic Forum, que reconheceu os mais notáveis jovens líderes globais; Rising Talent (Talento em Ascensão) pelo Women’s Forum for The Economy & Society, e VV Grow Fellowship pelo Vital Voices, dentre outros.
Hoje a Kapeh exporta seus produtos para Portugal, Holanda, África do Sul e EUA e continua em franca expansão.
Vanessa Vilela, além da Veja, foi capa da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
Sempre sorridente, simpática e atenciosa com todas as pessoas, Vanessa, apesar do imenso sucesso, mantém os pés no chão e os olhos voltados para sua cidade, que tanto ama. De Três Pontas surgiu o empreendimento que se ramifica com grande força. Gerando renda, empregos e satisfação em seus clientes. Assim é a Kapeh, de Três Pontas para o mundo.
Por todo talento visionário, pelo crescimento gigantesco que eleva o nome de Três Pontas e o leva cada vez mais longe, que busca atingir os quatro cantos do globo, por sua liderança, mas acima de tudo pela simplicidade e gentileza, Vanessa Vilela é a homenageada da vez no quadro Histórias de Vida, do Conexão Três Pontas. Parabéns!
INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA
Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.
O presidente Jair Bolsonaro editou decreto nesta quarta-feira (2) que organiza a estrutura do novo MEC (Ministério da Educação). O texto diz que um dos objetivos da pasta é promover e propor a adesão das escolas municipais e estaduais ao modelo “cívico-militar” de ensino.
Sem entrar em detalhes nem dar prazos, o decreto diz que o objetivo é promover uma adesão progressiva ao novo modelo de ensino de forma voluntária por parte dos estados e municípios. Ou seja, a adesão ao novo modelo não seria obrigatória.
Durante a cerimônia de posse nesta terça-feira (1), no Palácio do Planalto em Brasília, o novo ministro da Educação, Vélez Rodríguez, afirmou que o MEC teria uma secretaria para cuidar do desenvolvimento deste tipo de modelo de gestão e ensino. Ele enfatizou que não se trata de “militarização” e que o custo de expansão do modelo “não sairia muito caro”.
“Por que não apoiar isso, se está dando certo? Não é coisa que saia muito cara não. Os modelos em desenvolvimento partem de colégios já estabelecidos que pedem ajuda à gestão cívico-militar. [Haverá uma] subsecretaria que cuidará disso”, afirmou o ministro na ocasião. Nesta quarta-feira (2), uma edição extra do Diário Oficial da União trouxe a publicação do decreto número 9.465, que apresenta a criação da Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. Segundo o decreto, a subsecretaria deve “criar, gerenciar e coordenar programas nos campos didático-pedagógicos e de gestão educacional que considerem valores cívicos, de cidadania e capacitação profissional necessários aos jovens.”
Dentre suas funções, de acordo com o item III do artigo 16 do decreto presidencial, a subsecretaria deve “promover, progressivamente, a adesão ao modelo de escola de alto nível [definida em item anterior como “um modelo de escola (…) com base nos padrões de ensino e modelos pedagógicos empregados nos colégios militares do Exército, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, para os ensinos fundamental e médio”] às escolas estaduais e municipais, mediante adesão voluntária dos entes federados, atendendo, preferencialmente, escolas em situação de vulnerabilidade social.”
Minha rua é como um rio que vai carregando memórias, eternamente. Quando chego à janela e debruço o olhar sobre as pedras, relembro que ela mudou ao longo do tempo. Foram as casas que se tornaram prédios, foram vizinhos que encheram carros com as mudanças de vida, e novos vizinhos que foram chegando, buscando as informações que os outros levaram, e quem sabe as recontar.
Minha rua é um rio que às vezes desce caudaloso, com as notícias terríveis correndo, contando horrores de crimes, de brigas, de desencontros de amores, e contendas entre antes amigos, durante inimigos e novamente amigos antigos que se retornaram.
Minha rua de tanto mudar ficou muda, e de tantas coisas que aconteceram nela tornaram as janelas meras fontes de informações de gente antiga, e numa confusão de coisas, a memória ficou pra trás.
Minha rua às vezes tem notícias boas, como o conserto do buraco, da água que corria infinita, das luzes que se acenderam novas, trazendo modernidades, dos amigos, já velhos, já avós e avôs, a passearem com seus netos, contando, quem sabe, novidades que trazem de um tempo anterior, apontando com os dedos os lugares onde correram, e os lugares onde tiveram o primeiro amor.
Minha rua é um rio onde o ribeirinho somos nós, os vizinhos de longa data, que se conhecem e se cumprimentam e relembram o tempo onde, crianças, se divertiam nela.
Minha rua é populosa, outrora tão vazia, que as festas que ocorriam eram mais que reuniões de patotas. Minha rua era um ponto de reunião, como o ouro de aluvião que subitamente um grupo encontra.
Minha rua é transgressora, às vezes, perigosa, como o rio que transborda e arrasta as gentes, seus móveis, suas angústias e seus amores.
Minha rua tinha namorados e namoradas, tinha cantiga de roda, hoje é um passar de carros, motos, que as brincadeiras de bikes, antigamente, bicicletas, já não encontram espaço no meio do asfalto novo, tão gostoso de passear, ao contrário dos paralelepípedos que pareciam cantar.
Minha rua tem memória, dessas que até as pedras escondidas no asfalto sabem. Por isso, a memória, que fica escondida no engarrafamento, parece o gigante que dorme à espera de um despertar, aguardando que alguém, finalmente, faça um buraco na rua e ela volte a acordar.
Minha rua tem memória, enquanto vivemos aqui. Um dia, quem sabe, alguém venha a perguntar: Que faz aquela chaminé ali, como um monumento a ninguém? Alguém talvez se lembre que era a casa de um homem que gostava
de escrever e, por último alento, colocou na lareira ardente os últimos parágrafos da rua, e levou para sempre as memórias do lugar.·.
No segundo semestre de 2018 o Grupo Unis foi autorizado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a lançar o primeiro programa de Mestrado da Instituição.
O Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional (MGDR) possui caráter interdisciplinar, complementando a formação de graduados nas mais diversas áreas: administração, assistência social, direito, economia, pedagogia, psicologia e demais licenciaturas, bacharelados e tecnólogos.
O processo seletivo para o programa está aberto, e as inscrições, bem como a entrega dos documentos necessários, devem ser realizadas até o dia 25 de janeiro, sendo as provas específicas e de proficiência aplicadas no dia 04 de fevereiro. O início das aulas está marcado para o dia 08 de março.
O programa será desenvolvido ao longo de duas linhas de pesquisa: Gestão, Organizações e Políticas de Desenvolvimento, cujo objetivo é pesquisar as políticas públicas de caráter local e regional e os processos de gestão das organizações, bem como a integração entre eles; e Processos Formativos e Desenvolvimento, com o objetivo de investigar as dimensões teóricas e práticas relacionadas aos processos de formação em geral, orientados para o desenvolvimento e a redução das desigualdades sociais, econômicas, políticas e culturais.
As atividades do programa acontecem nas sextas-feiras, nos períodos da tarde e noite, e sábados, com aulas presenciais e orientações dos mestrandos realizadas na Cidade Universitária. O edital com todas as informações sobre o Programa de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional pode ser acessado clicando aqui.
O relógio desperta e eu desperto para o mundo. Olho para cima e vejo o céu desanuviado. Dia propicio para lidar com as realidades. Retirar das gavetas do tempo aquele sonho empoeirado e agora na maturidade jogar no vulcão do meio dia.
Juntar maturidade e a impulsão dos sonhos nos levará sem duvidas às obras faraônicas.
O dia desanuviado nos faz enxergar com clareza nossas metas e mais do que isto os caminhos que nos levarão ao sucesso.
Erguer sustentáculos dentro da realidade é preciso ter no subterrâneo substancia motivadora capaz de solidificar fortemente as bases das ações consistentes.
Aprender a inserir nos dias desanuviados os quilombos de sonhos contidos em nosso intimo é deixar fluir por trilhos abundantes a locomotiva da realidade.
Levantar para vida nos dias desanuviados é clarear e por nosso poderio de reação sob os problemas que a realidade nos impõe.
A coincidência da claridade intima com a claridade do céu produzirá só perolas e nós como artesões construiremos um bazar onde trocaremos problemas vivenciais por soluções acrobáticas.
Aprenda que nos dias desanuviado é tempo de construção. Construir realidades dentro do nascedouro dos sonhos. Construir felicidades quando abrirmos a janela ao amanhecer e sentimos o aroma das dificuldades cotidianas nascendo, porém projetando para tarde o sepultamentos de todas as adversidades iniciais.
Não adianta o dia estar desanuviado, convidando para luta se dentro de seu intimo esteja nublado, impregnado de negritude e você contemplando a vida com catastrofismo. Leve para os dias desanuviados sua claridade intima. Será uma combinação invencível.
Uma mulher foi morta pelo ex-namorado em frente de casa, em Formiga (MG), por volta das 22h desta quinta-feira. A filha dela, de 17 anos, também foi alvo de disparos. Em seguida, o autor do crime, tratado pela Polícia Civil de Minas Gerais como feminicídio, cometeu suicídio. A arma usada no crime não era legalizada e foi apreendida.
Milena Pereira Siqueira, de 37 anos, já tinha registrado ocorrência por ameaça contra Emerson Modesto de Faria, de 45 anos, que chegou a ser preso à época, mas foi solto após pagar fiança. A polícia afirmou que a motivação dele foi não aceitar o fim do relacionamento.
De acordo com uma amiga da vítima, Milena terminou com Emerson após descobrir que ele continuava casado, diferentemente do que lhe dizia. O homem, porém, começou a ameaçá-la. Segundo os investigadores, o casal estava junto fazia mais de um ano, com o conhecimento da mulher de Emerson.
“Ele chegou a ser preso em flagrante, mas no outro dia pagou fiança e saiu.. Muitas pessoas disseram em Whats, e confesso que me assustou, ouvi mulheres dizerem ‘Ela procurou’. Eu te afirmo, ela não procurou, tentou sair de um relacionamento abusivo sobre ameaças constantes a ela e suas filhas”, afirmou a amiga em um post de rede social, acrescentando que Emerson dizia para Milena que estava se separando da mulher. “O final foi este trágico, onde um cara totalmente psicopata, que não teve amor a ele, a família dele, e nem a família dela”.
Há exatamente uma semana, no dia 4, Milena procurou a Delegacia de Proteção às Mulheres da cidade onde morava com a filha, informando sobre a ameaça. A Polícia Civil disse que a delegada determinou, imediatamente, que uma equipe de policiais localizasse o autor. Foi emitido um mandado de prisão e estipulada uma fiança, cujo valor foi pago. Com isso, Emerson foi liberado. A assessoria de imprensa da corporação afirmou ainda que foram encaminhadas ao Poder Judiciário o pedido das medidas protetivas.
A vítima tinha comunicado que o ex-namorado não mais a procurava, mas passava de carro frequentemente em sua rua. O mesmo ocorreu nesta quinta-feira. Estacionado a uma certa distância da residência dela, o homem esperou Milena chegar acompanhada da filha. No momento em que elas foram vistas, Emerson se aproximou e efetuou os disparos.
Testemunhas disseram que ele tentou forçá-la a entrar no veículo, mas ela não quis. Logo depois, atirou em Milena e na adolescente. A menina foi socorrida e transferida ainda durante a madrugada para o Complexo de Saúde São João de Deus, em Divinópolis, cidade vizinha a Formiga. Ela precisou passar por uma cirurgia para a retirada de um dos pulmões e segue em estado gravíssimo na Unidade de Tratamento Intensivo.
Dentro do carro de Emerson, foram encontrados um facão, uma corda e braçadeiras, além de projéteis e remédio controlado.
SEMPRE DE BOM HUMOR E ATENCIOSO, KITO, AO LADO DA FILHA PALOMA E FUNCIONÁRIOS, TRANSFORMOU A VIDRAÇARIA BRITO EM UMA REFERÊNCIA.
O quadro Histórias de Vida, criado pelo portal Conexão Três Pontas, tem o objetivo de homenagear, em vida, pessoas de todas as classes sociais, profissões, funções ou perfis, que tenham se destacado por trabalhos relevantes ou simples, por exemplos deixados ao longo dos anos, por um legado de amizades e respeito. E hoje estamos, merecidamente, homenageando, contando um pouco da história do querido comerciante Francisco de Brito, popularmente chamado de “Kito”.
Kito e toda equipe da Vidraçaria Brito, tradição em Três Pontas.
Francisco de Brito, vem de família humilde, tendo nascido em em 07 de setembro de 1960 na Zona Rural de Três Pontas. É filho de Hilda Junqueira Braga e José Semião de Brito.
Kito é pai de Marcel e Paloma. Sua filha é administradora de empresas e trabalha com ele. Já o filho é advogado e procurador jurídico na Prefeitura Municipal de Três Pontas. Também é avô do pequeno Dante de um ano e meio.
Kito em família, com os filhos e o genro.
Com seu bom humor, riso fácil, simplicidade e buscando sempre melhor atender seus clientes, Kito foi conquistando seu espaço ao longo dos anos e, tendo a filha Paloma como braço direito na empresa e um grupo de funcionários dedicados que assimilaram a forma educada de tratar as pessoas, se tornou uma referência, onde apesar das dificuldades e do trabalho intenso, celebra os bons resultados.
Paixão do vovô, o netinho Dante.
Há 37 anos ele se dedica ao comércio de vidros. Iniciou sua trajetória profissional junto de seu irmão João André, na Vidraçaria Brito em 1981, trabalhando apenas com vidro comum e molduras na Avenida Ipiranga. Em 1998, já em sociedade com o irmão, expandiu os negócios trabalhando também com vidro temperado Blindex®, pisos, forros e outros e transferiram a sede da empresa para a Avenida Oswaldo Cruz, onde permanece até hoje.
Visita à Aparecida do Norte, fé em Nossa Senhora Aparecida.
Muito religioso, nunca perdeu a fé e sempre procurou dar o melhor de si. Sempre lutou muito na vida, buscando sempre superar as dificuldades. Comerciante reconhecido em Três pontas e região sempre primou pelo afinco ao trabalho, excelência de qualidade no serviço prestado e pela ética no trato com todos. Hoje a Vidraçaria Brito é uma empresa sólida que emprega 16 colaboradores.
A filha Paloma e Kito ao fundo.
O filho Marcel e Kito.
Dizem que “pelos dentes se reconhece o cavalo”. Também pelos filhos se reconhece os pais. Paloma e Marcel, apesar de jovens, são extremamente simples, humildes, fala mansa, educada, se mostram solícitos e com grande conhecimento em suas áreas de atuação. Tudo isso é reflexo da boa criação que tiveram de seus pais. Francisco de Brito, ou Kito, quando olha para trás, certamente, vê que valeu a pena todo esforço, toda luta desde a época da Zona Rural. Tamanha dedicação e suor traduzem fielmente o crescimento e o sucesso na profissão e na vida deste querido comerciante trespontano.
Dedicação profissional e carinho com cada cliente traduzem o sucesso da Vidraçaria Brito.
Por tudo isso, pelas amizades, pelos bons exemplos, por ser absolutamente uma pessoa de bem, Kito da Vidraçaria Brito é o nosso homenageado do quadro Histórias de Vida, do Conexão Três Pontas. Parabéns!
INDIQUE PERSONAGENS PARA CONTARMOS HISTÓRIAS DE VIDA
Se você conhece alguém, não importa idade, credo ou profissão, que tenha uma vida pautada pela ética, pelo trabalho, pela honestidade e acima de tudo pela amizade, por fazer o bem sem olhar a quem, entre em contato com nossa reportagem pelo tel/whats (35) 9 9975-4248 ou pelo e-mail [email protected] e nos ajude a homenagear, em vida, quem merece.
Os dois ocupantes da motocicleta ficaram feridos e foram socorridos ao Pronto Atendimento Municipal.
Um acidente de trânsito foi registrado na tarde desta sexta-feira (11) em Três Pontas. De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Conexão uma colisão entre um carro e uma motocicleta deixou os dois ocupantes do veículo de duas rodas feridos.
De acordo os dois ocupantes da motocicleta, eles trafegavam por uma via preferencial nas proximidades do Verdes Eventos, no bairro Aristides Vieira quando foram surpreendidos por um automóvel que não teria respeitado a sinalização de parada obrigatória.
“Eu estava na garupa da moto com meu colega. Nós estávamos saindo do serviço, por volta das 16 horas e seguíamos na nossa mão preferencial. Mas de repente um carro não respeitou as sinalizações vertical e horizontal de pare e acertou a gente na lateral da moto. O condutor do carro parou e prestou socorro, outras pessoas também ajudaram. Foi um susto muito grande. Tivemos sorte, pois a batida foi feia”, disse Muller Sacho, de 31 anos.
A Polícia Militar registrou a ocorrência e as equipes do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e dos Anjos da Vida Socorristas Voluntários compareceram a realizaram o resgate. As vítimas foram encaminhadas ao Pronto Atendimento Municipal. De acordo com o médico de plantão, Dr. Lucas Erbst, os dois motociclistas sofreram apenas escoriações e já foram liberados.
O condutor do automóvel não se feriu. “Graças a Deus não quebramos nada, estamos vivos. Nascemos de novo”, concluiu Muller Sacho.
O desrespeito ás Regras de Circulação e Conduta, contidos no Código de Trânsito Brasileiro estão cada vez mais comuns em Três Pontas. No último domingo um veículo que seguia pela sua preferencial na Rua Ítalo Tomagnini, no centro da cidade, foi surpreendido por outro automóvel que, na via transversal, não respeitou a sinalização de parada obrigatória, provocando um acidente que poderia ter consequências graves, já que pedestres que caminhavam no local por pouco não foram atingidos pelos veículos desgovernados.
Dicas de Segurança no Trânsito
Esteja sempre atento a sinalização.
Use o cinto de segurança.
Transporte as crianças sempre no banco traseiro.
Não estacione em fila dupla.
Respeite a faixa de pedestres, pare antes dela.
Use a via respeitando os limites de velocidade.
Mantenha seu veículo sempre em boas condições.
Não dirija com sono ou após ingerir bebida alcoólica.
A talentosa fotógrafa Maíra Martins, que já tem feito enorme sucesso graças aos “cartões de visita” que apresenta: competência, atendimento vip, simplicidade, disponibilidade e resultados que misturam qualidade e ótimos preços, está chegando para se juntar aos colunistas do Conexão Três Pontas.
“Meu nome é Maíra e vou estar com vocês todas as semanas para falar de uma paixão, a FOTOGRAFIA!
Tenho 27 anos, sou mamãe da Manu e casada com o Leandro. Sou Pedagoga, pela Fateps/Grupo Unis, Fotógrafa Profissional, pelo Thibé Fotografias, especialista em Newborn e Gestante, por Fabi Rodrigues e Bia Pires, fotografa e proprietária do Estúdio Maíra Martins Fotografias.
Trouxe para Três Pontas um novo conceito de Fotografias, buscando me aperfeiçoar cada dia mais com muito estudo, cursos com profissionais de excelência, equipamentos de ponta, inovação por todo canto, além de um atendimento personalizado.
Estou muito feliz em poder compartilhar com vocês um pouco da minha experiência e do meu trabalho. Vou trazer dicas, galerias, curiosidades, ensaios e muitas novidades. Não deixem de me acompanhar e até a próxima semana”, destacou ela em sua primeira mensagem como nova integrante da Família Conexão Três Pontas.
Imagine a seguinte situação hipotética tão comum nos dias de hoje: Seu carro estava apresentando determinado problema mecânico. Em virtude disso, você resolve deixar seu veículo para conserto na oficina. Feito o conserto, o gerente da oficina liga para você avisando que seu automóvel está pronto. Ao pegar seu carro, você diz para o gerente da oficina que gostaria de pagar pelo conserto somente no mês seguinte, considerando que no momento estava sem dinheiro. Contudo, o gerente não concorda com a sua proposta, afirmando que somente devolveria o veículo após o pagamento do serviço, e que enquanto isso, seu carro ficaria retido na oficina.
A oficina poderia ter feito isso? É possível reter o veículo de outrem até que haja o pagamento do serviço?
NÃO. Oficina mecânica que realiza reparos em veículo, com autorização do proprietário, não pode reter o bem por falta de pagamento do serviço, conforme entendimento consolidade do STJ – 3ª Turma. REsp 1.628.385-ES, Rel. Min. Ricardo Villas Bôas Cueva, julgado em 22/8/2017.
O direito de retenção encontra-se previsto no art. 1.219 do Código Civil:
Art. 1.219. O possuidor de boa-fé tem direito à indenização das benfeitorias necessárias e úteis, bem como, quanto às voluptuárias, se não lhe forem pagas, a levantá-las, quando o puder sem detrimento da coisa, e poderá exercer o direito de retenção pelo valor das benfeitorias necessárias e úteis.
O direito de retenção é uma das raras hipóteses de autotutela permitidas no ordenamento jurídico pátrio, em que o particular pode exercer pessoalmente a tutela de seus interesses, sem a necessidade da intervenção do Estado-Juiz.
Por se tratar de medida excepcionalíssima, o direito de retenção somente pode ser exercido nos estritos termos da lei. Pela simples leitura do art. 1.219, percebe-se que o direito de retenção somente pode ser exercido pelo possuidor de boa-fé.
No caso concreto, a oficina mecânica em nenhum momento exerceu a posse do bem. É incontroverso que o veículo foi deixado na empresa pelo proprietário somente para a realização de reparos. Isso não conferiu posse à oficina, pois esta jamais poderia exercer poderes inerentes à propriedade do bem, relativos à sua fruição ou mesmo inerentes ao referido direito real (propriedade), nos termos do art. 1.196 do Código Civil.
Dessa forma, a oficina teve somente a detenção do bem, que ficou sob sua custódia por determinação e liberalidade do proprietário, que, em princípio, teria anuído com a realização do serviço. Assim, a posse do veículo não foi transferida para a oficina, que jamais a exerceu em nome próprio, mas sim em nome de outrem, cumprindo determinações do proprietário do bem, numa espécie de vínculo de subordinação.
Em suma, a oficina não poderia exercer o direito de retenção sob a alegação da realização de benfeitoria no veículo, pois, nos termos do art. 1.219 do Código Civil, tal providência é permitida somente ao possuidor de boa-fé, e nunca ao mero detentor do bem.
MARCELL VOLTANI DUARTE
OAB/MG 169.197
(35) 9 9181-6005
(35) 3265-4107
RUA BENTO DE BRITO, 155, CENTRO
TRÊS PONTAS-MG
Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão da OAB Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.