Tag: Economia

  • Guias do IPTU 2026 já estão sendo entregues aos contribuintes

    Guias do IPTU 2026 já estão sendo entregues aos contribuintes

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas já disponibilizou as guias para pagamento do IPTU 2026, imposto fundamental para a manutenção e o desenvolvimento dos serviços públicos prestados à população.

    Com um valor total lançado de R$13.119.282,39 e atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) com índice de 3,4%, o imposto incide sobre mais de 31 mil imóveis no município. Foram lançadas cerca de 28 mil guias, que começaram a chegar aos imóveis e devem ser entregues em um prazo médio de uma semana.

    De acordo com o secretário municipal de Fazenda, Aguinaldo Gomes Corrêa, a arrecadação do IPTU representa uma das principais fontes de receita própria da Prefeitura e pode ser investida em diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, limpeza urbana, segurança, assistência social, entre outros setores que impactam diretamente a qualidade de vida da população trespontana.

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    Os contribuintes têm a opção de pagar o imposto em parcela única, com 10% de desconto até o dia 15 de julho de 2026.

    Também é possível parcelar o valor em até três vezes, com vencimentos em 15 de julho (1ª parcela), 17 de agosto (2ª parcela). Quem por acaso não receber as guias ou tiver alguma dúvida, deve procurar a Secretaria Municipal de Fazenda, na sede da Prefeitura Municipal.

    As guias do IPTU 2026 podem ser pagas nos bancos conveniados: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Coopersul, Itaú, Santander e Sicredi, além das casas lotéricas.

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    A Prefeitura de Três Pontas reforça que o pagamento do IPTU é um ato de responsabilidade e cidadania, pois permite que o município continue investindo em melhorias que beneficiam toda a coletividade.

    Fonte Ascom PMTP

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  • COMO SERÁ NOSSA SAFRA? GRANIZO QUE ATINGIU O SUL DE MINAS ACENDEU SINAL DE ALERTA PARA A COLHEITA DE CAFÉ ; PREJUÍZOS PODEM SUPERAR 230 MIL SACAS

    COMO SERÁ NOSSA SAFRA? GRANIZO QUE ATINGIU O SUL DE MINAS ACENDEU SINAL DE ALERTA PARA A COLHEITA DE CAFÉ ; PREJUÍZOS PODEM SUPERAR 230 MIL SACAS

    Tempestade que atingiu lavouras em plena colheita preocupa produtores; Três Pontas acompanha cenário com atenção redobrada

    O céu escureceu, os ventos ganharam força e, em poucos minutos, pedras de gelo transformaram a esperança de muitos produtores em preocupação. O temporal acompanhado de granizo que atingiu diversas cidades do Sul de Minas nos últimos dias trouxe apreensão para uma das regiões mais importantes da cafeicultura mundial e reacendeu um temor que todo produtor conhece: perder parte da safra justamente no momento da colheita.

    Os municípios de Boa Esperança e Campo do Meio aparecem entre os mais afetados pelas tempestades registradas no sábado (30). Relatos de produtores rurais apontam danos expressivos em áreas de cultivo, com café derrubado dos pés, lavouras castigadas pela força do granizo e prejuízos também em grãos que já estavam espalhados nos terreiros de secagem.

    Uma estimativa preliminar divulgada por representantes do setor aponta que as perdas podem chegar a aproximadamente 230 mil sacas de café. Embora ainda não exista um levantamento oficial consolidado sobre o número de propriedades atingidas ou a extensão total das áreas afetadas, o impacto já é considerado relevante por lideranças da cadeia produtiva.

    O momento não poderia ser mais delicado. O fenômeno climático ocorreu justamente no início da colheita da safra 2026, período em que milhares de produtores do Sul de Minas intensificam os trabalhos nas lavouras. Além do café derrubado das plantas, houve perdas de qualidade em lotes que estavam em processo de secagem, exigindo uma rápida mobilização dos produtores para tentar minimizar os danos.

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    Especialistas explicam que parte dos grãos atingidos ainda pode ser aproveitada. O café recolhido do chão ou afetado pelo granizo pode ser destinado a categorias de menor valor agregado, como cafés tradicionais e extrafortes. Ainda assim, a rentabilidade do produtor é diretamente afetada, já que o produto perde qualidade e valor de mercado.

    Apesar da preocupação, o cenário geral da safra 2026 continua sendo acompanhado com relativo otimismo pelo setor. Após anos marcados por geadas severas, estiagens prolongadas e oscilações climáticas extremas, as lavouras do Sul de Minas apresentaram boa recuperação vegetativa. A expectativa é de uma safra expressiva, favorecida por chuvas mais regulares durante fases importantes do desenvolvimento das plantas.

    TRÊS PONTAS

    Em Três Pontas, considerada uma das capitais brasileiras do café, o sentimento entre produtores é de cautela, mas também de confiança. O município, que abriga uma das maiores concentrações de cafeicultura do país e é sede de importantes cooperativas do setor, como a Cocatrel, iniciou a colheita com perspectivas positivas tanto em produtividade quanto em qualidade.

    A safra trespontana deste ano é vista como estratégica para a economia local. Milhares de empregos diretos e indiretos dependem do desempenho das lavouras, movimentando desde o transporte até o comércio, as cooperativas, os armazéns, as exportadoras e o setor de serviços. Em muitas propriedades, os produtores relatam boa carga produtiva, frutos com excelente formação e expectativa de cafés de alta qualidade, especialmente nas áreas que não sofreram interferências climáticas significativas.

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    A importância de Três Pontas para o mercado internacional do café reforça a atenção com qualquer evento climático. O município integra uma região responsável por parcela significativa da produção brasileira de café arábica, produto que coloca o Brasil na liderança mundial das exportações e abastece consumidores nos mais diversos continentes.

    Embora o granizo tenha atingido municípios vizinhos e provocado prejuízos relevantes, ainda é cedo para medir os reflexos efetivos sobre o volume total da safra regional. Técnicos e produtores seguem realizando levantamentos de campo para identificar a extensão dos danos e avaliar possíveis impactos sobre a produção final.

    O episódio, porém, serve como mais um lembrete de que a cafeicultura convive permanentemente com os desafios impostos pela natureza. Em uma atividade onde meses de trabalho podem ser afetados por poucos minutos de intempérie, cada safra representa uma nova batalha entre tecnologia, planejamento, dedicação e fatores climáticos que continuam sendo impossíveis de controlar completamente.

    Enquanto as máquinas avançam pelas lavouras e os terreiros começam a receber os primeiros lotes da colheita, o Sul de Minas segue atento ao céu. Afinal, em uma região onde o café move a economia, gera empregos e sustenta milhares de famílias, qualquer mudança no clima pode significar muito mais do que números: pode representar o futuro de uma safra inteira.

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  • Da Terra do Café ao Mapa Nacional da Cachaça: como a Divina Cana está levando o nome de Três Pontas para todo o Brasil e o Mundo?

    Da Terra do Café ao Mapa Nacional da Cachaça: como a Divina Cana está levando o nome de Três Pontas para todo o Brasil e o Mundo?

    Três Pontas sempre foi reconhecida como uma das capitais brasileiras do café. A cidade que revelou talentos da música, fortaleceu sua fé através da história de Padre Victor e construiu uma das mais respeitadas cadeias produtivas do agronegócio nacional, agora conquista também um novo espaço de destaque: o universo das cachaças artesanais premium.

    O reconhecimento nacional veio pelas páginas da revista Forbes, uma das publicações de negócios mais respeitadas do mundo, que dedicou uma reportagem especial à trajetória da Divina Cana, marca produzida no Alambique Ouro Verde, às margens da MG-167, em Três Pontas. A publicação destacou a história do empresário Paulo Sérgio Souza Rodrigues, que transformou uma paixão pessoal em um empreendimento capaz de projetar o nome do município para além das fronteiras mineiras.

     

    O que começou em 2016 como um hobby compartilhado por Paulo e sua esposa Regina Helena tornou-se um dos mais respeitados projetos de envelhecimento de cachaça artesanal do estado. Hoje, o alambique abriga um impressionante estoque superior a 110 mil litros envelhecendo em barris de diferentes madeiras, entre elas carvalho, jequitibá, castanheira, bálsamo e amburana. A produção anual gira em torno de 17 mil litros, mas apenas uma pequena parte chega ao mercado. O restante permanece guardado, maturando lentamente, numa demonstração de que qualidade exige paciência, técnica e visão de longo prazo.

    A estratégia deu resultado. Em 2024, a Divina Cana conquistou o primeiro lugar na categoria Extra Premium do concurso promovido pela Emater-MG, uma das mais importantes certificações de qualidade da cachaça mineira. O prêmio consolidou a marca entre as grandes referências do setor.

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    Mas a importância da Divina Cana vai muito além das medalhas e premiações

    Ela representa um novo capítulo da economia e da identidade cultural de Três Pontas.

    Durante décadas, o município construiu sua reputação apoiado principalmente na força do café. Agora, surge um exemplo concreto de diversificação econômica baseada em valor agregado, turismo de experiência e produção artesanal de excelência. A Divina Cana não vende apenas uma bebida. Ela comercializa história, tradição, cultura e pertencimento.

    Quem visita o alambique encontra muito mais do que barris e tonéis. Encontra uma experiência turística completa, que já atrai visitantes de diversas regiões do Brasil interessados em conhecer os bastidores da produção artesanal, entender os processos de envelhecimento e descobrir os sabores que transformaram a marca em referência nacional.

    Conexão com Três Pontas

    Essa conexão com Três Pontas é tão forte que a própria empresa criou uma trilogia especial de rótulos em homenagem à cidade. Os projetos celebram os três pilares que formam a identidade trespontana: a música, o café e a fé. Um dos lançamentos mais recentes, a Divina 168, foi desenvolvida em parceria com a Cocatrel e presta homenagem ao café, principal riqueza econômica do município.

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    O reconhecimento da Forbes representa mais do que uma conquista empresarial. É uma conquista de Três Pontas.

    Em um momento em que cidades de porte médio disputam visibilidade nacional, ter um empreendimento local destacado por uma publicação internacional fortalece a imagem do município como um território de inovação, empreendedorismo e excelência produtiva.

    A reportagem também reforça uma característica marcante dos trespontanos: a capacidade de transformar sonhos em realidade. Assim como o café produzido aqui alcança mercados internacionais, a Divina Cana demonstra que o mesmo pode acontecer com outros produtos que carregam a identidade da cidade.

    O sucesso da marca comprova que Três Pontas não é apenas referência na produção agrícola. É também um celeiro de empreendedores capazes de agregar valor às riquezas da terra, criar experiências únicas e posicionar o município em novos mercados.

    Se antes Três Pontas era conhecida como a Terra do Café, da Música e da Fé, agora ganha mais um motivo de orgulho.

    Graças à Divina Cana, a cidade passa a ocupar também um lugar de destaque no seleto mapa das melhores cachaças artesanais do Brasil.

    E isso, para os trespontanos, vale um brinde.

    Parabéns Paulo! Parabéns Regina!

    Reportagem Especial – Conexão Três Pontas

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  • “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    O Brasil amanheceu mergulhado em um dos debates mais explosivos, polêmicos e transformadores das últimas décadas no mundo do trabalho. A Câmara dos Deputados aprovou o avanço da PEC que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — modelo em que milhões de brasileiros trabalham seis dias para descansar apenas um — e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A proposta agora segue para novas etapas de votação e, posteriormente, para análise do Senado.

    A discussão ultrapassou os corredores de Brasília e tomou conta das redes sociais, empresas, sindicatos, indústrias, supermercados, shoppings, restaurantes e pequenos comércios em todo o país. De um lado, trabalhadores comemoram o que classificam como uma conquista histórica. Do outro, empresários alertam para riscos econômicos, aumento de custos, desemprego e fechamento de vagas.

    O tema se tornou um verdadeiro campo de batalha ideológico, econômico e social.

    Pelo texto aprovado, a redução da jornada acontecerá de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da futura emenda constitucional, os trabalhadores já passariam a ter direito a dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Após um período de transição de 12 meses, a jornada máxima cairia definitivamente para 40 horas semanais, sem redução salarial.

    A votação na Câmara teve ampla aprovação. Em primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e apenas 22 contrários, demonstrando forte pressão popular sobre os parlamentares.

    Mas afinal: o fim da escala 6×1 representa evolução social ou ameaça econômica?

    Essa é a pergunta que hoje divide o Brasil.

    A FAVOR

    Os defensores da proposta afirmam que o atual modelo de trabalho é desumano, ultrapassado e incompatível com a realidade contemporânea. Parlamentares favoráveis classificaram a escala 6×1 como “extenuante”, “escravocrata” e prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores.

    O argumento principal é que o trabalhador brasileiro perdeu qualidade de vida. Milhões de pessoas vivem praticamente sem tempo para os filhos, lazer, descanso, estudos ou cuidados com a própria saúde. Em setores como supermercados, comércio, telemarketing, serviços gerais, logística e alimentação, muitos profissionais relatam rotinas de exaustão extrema.

    Dados apresentados durante os debates indicam que mais de 38 milhões de trabalhadores formais atuam acima das atuais 44 horas semanais.

    Especialistas favoráveis à mudança argumentam que jornadas menores podem aumentar produtividade, reduzir afastamentos médicos, combater burnout, ansiedade e depressão, além de melhorar o ambiente corporativo. Países europeus que experimentaram modelos mais flexíveis observaram ganhos em saúde ocupacional e eficiência em determinados setores.

    O próprio governo federal sustenta que a medida poderá gerar uma nova lógica econômica, baseada em produtividade e não apenas em tempo excessivo de permanência no trabalho.

    Nas redes sociais, trabalhadores passaram a compartilhar relatos emocionantes. Muitos afirmam que “sobrevivem” e não vivem. Outros relatam que trabalham seis dias seguidos para descansar apenas um, geralmente usado para lavar roupas, limpar a casa e resolver pendências, sem qualquer tempo real de recuperação física ou mental.

    Mas enquanto uma parte do país comemora, outra acende o sinal vermelho.

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    CONTRA

    Entidades empresariais, representantes do comércio, da indústria e do turismo demonstraram enorme preocupação com os impactos financeiros da proposta. Setores que operam praticamente 24 horas por dia afirmam que a redução da jornada poderá elevar drasticamente os custos operacionais.

    O principal temor do empresariado é simples: para manter o funcionamento das empresas com menos horas trabalhadas, seria necessário contratar mais funcionários ou pagar mais horas extras. Isso, segundo críticos da PEC, pode pressionar pequenas e médias empresas, justamente as que mais geram empregos no país.

    Um estudo citado durante o debate aponta que, sem ganho equivalente de produtividade, a mudança poderia gerar impacto de aproximadamente R$ 77 bilhões no Produto Interno Bruto brasileiro.

    Empresários também alertam para possível aumento da informalidade. O argumento é que algumas empresas poderiam deixar de contratar formalmente para reduzir custos trabalhistas, ampliando relações informais de trabalho.

    Outro ponto levantado pelos críticos é que o Brasil ainda enfrenta juros elevados, crédito caro e baixa competitividade industrial. Para parte do mercado, reduzir a jornada sem uma ampla reforma tributária e econômica poderia agravar o chamado “Custo Brasil”.

    Parlamentares contrários ao texto chegaram a afirmar que a proposta cria uma “proibição formal de trabalhar seis dias”, sem garantir que o trabalhador terá efetivamente maior renda ou estabilidade.

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    EM TRÊS PONTAS

    Em cidades do interior, como Três Pontas e diversas regiões do Sul de Minas, o tema também provoca discussões intensas.

    A economia regional é fortemente sustentada pelo comércio, pela cafeicultura, supermercados, bares, restaurantes, transportes e serviços. Muitos empresários locais observam o debate com cautela, especialmente diante das dificuldades enfrentadas após anos de inflação alta, custos operacionais elevados e aumento das despesas trabalhistas.

    Por outro lado, trabalhadores da região enxergam na proposta a possibilidade de mais convivência familiar, descanso e dignidade.

    A verdade é que o debate sobre a escala 6×1 escancarou uma ferida antiga do Brasil moderno: o equilíbrio entre produtividade econômica e qualidade de vida.

    A aprovação da PEC não encerra a discussão. Pelo contrário. Ela apenas abriu oficialmente uma das maiores disputas sociais, econômicas e políticas do país nos últimos anos.

    O Brasil agora tenta responder uma pergunta que ecoa em escritórios, fábricas, lavouras, supermercados e corredores do Congresso Nacional:

    Até onde vale sacrificar a vida pessoal em nome da sobrevivência profissional?

    E talvez a resposta mais dura seja justamente esta:

    Nenhuma economia se sustenta eternamente quando o trabalhador perde o direito de viver além do trabalho.

    Será mesmo?

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  • EXPOCAFÉ 2026 COMEÇA EM GRANDE ESTILO, MOVIMENTA TRÊS PONTAS E CONSOLIDA O SUL DE MINAS COMO O CORAÇÃO DA CAFEICULTURA MUNDIAL

    EXPOCAFÉ 2026 COMEÇA EM GRANDE ESTILO, MOVIMENTA TRÊS PONTAS E CONSOLIDA O SUL DE MINAS COMO O CORAÇÃO DA CAFEICULTURA MUNDIAL

    Três Pontas voltou a ocupar o centro das atenções do agronegócio brasileiro.

    Três Pontas voltou a respirar café, tecnologia, negócios e protagonismo internacional. A Expocafé 2026 já começou transformando o município do Sul de Minas em uma verdadeira vitrine mundial da cafeicultura moderna. Considerada a maior feira do segmento no Brasil, a edição deste ano abriu suas portas cercada de expectativa, recorde de expositores, forte presença política e uma programação técnica robusta, reafirmando o peso econômico, científico e estratégico do café mineiro para o Brasil e para o mundo.

    A solenidade oficial de abertura, realizada na segunda-feira (25), antes mesmo do início da visitação pública aos estandes, marcou um novo formato para o evento e reuniu importantes autoridades políticas, lideranças do agronegócio, representantes de cooperativas, empresários, pesquisadores e produtores rurais de diversas regiões brasileiras.

    Entre as presenças ilustres estiveram o governador de Minas Gerais, Mateus Simões, o senador Carlos Viana, deputados estaduais e federais ligados ao agronegócio, com destaque para os majoritários em Três Pontas, Mário Henrique Caixa e Diego Andrade, prefeitos da região, o prefeito de Três Pontas Luisinho Silva e seu vice Maycon Machado, vereadores, presidentes de cooperativas, representantes da Emater-MG, Epamig, Universidade Federal de Lavras (UFLA), lideranças da cadeia cafeeira e autoridades do setor produtivo nacional.

    O clima foi de entusiasmo, mas também de responsabilidade diante dos desafios enfrentados pela cafeicultura nos últimos anos. Em praticamente todos os pronunciamentos, os debates passaram por temas como mudanças climáticas, sustentabilidade, inovação tecnológica, mecanização, inteligência artificial aplicada ao campo, reforma tributária e segurança econômica do produtor rural.

    E no centro de toda essa engrenagem esteve a impecável organização da Cocatrel, cooperativa que mais uma vez mostrou sua força, competência e capacidade de liderança ao conduzir uma das maiores estruturas já montadas na história da Expocafé.

    A feira é organizada pela Cocatrel em parceria com a UFLA, Fundação Procafé, Emater-MG, Epamig e diversas instituições ligadas ao agronegócio e à pesquisa agrícola, além do importante apoio da Prefeitura Municipal de Três Pontas, que também teve papel fundamental na logística, infraestrutura e suporte institucional do evento.

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    A estrutura impressiona

    São mais de 170 estandes distribuídos ao longo de uma gigantesca pista de aproximadamente 1,8 mil metros lineares montada no Aeroporto de Três Pontas. Máquinas agrícolas de última geração, drones de pulverização, tratores autônomos elétricos, sistemas inteligentes de monitoramento de lavouras e soluções sustentáveis para o campo dividem espaço com empresas nacionais e internacionais que enxergam no Sul de Minas o epicentro da cafeicultura de alta performance.

    Logo nas primeiras horas de visitação pública, milhares de pessoas já circulavam pela feira. Produtores rurais, estudantes, agrônomos, empresários, exportadores e visitantes de diversos estados transformaram o espaço em um grande centro de negócios, networking e troca de conhecimento.

    A programação técnica da Expocafé 2026 também ganhou destaque absoluto. Palestras sobre perspectivas econômicas para o agro, gestão de risco na cafeicultura, impactos da reforma tributária, mecanização inteligente, drones agrícolas e inteligência artificial aplicada à seleção de cafés lotaram os espaços de debate.

    Um dos momentos mais aguardados desta edição é justamente a discussão sobre o uso da inteligência artificial no setor cafeeiro, tema que mostra como a cafeicultura brasileira está cada vez mais conectada ao futuro.

    Outro destaque importante é o protagonismo feminino dentro do agro. O painel sobre ciência, café e liderança feminina atraiu grande atenção e reforçou a transformação silenciosa que vem ocorrendo dentro da cafeicultura nacional, com mulheres ocupando posições estratégicas em gestão, pesquisa, comercialização e produção.

    Além da tecnologia e dos debates econômicos, a Expocafé também carrega um peso emocional e cultural enorme para Minas Gerais.

    O café não é apenas uma commodity. Ele é parte da identidade mineira.

    Minas Gerais continua sendo o maior produtor de café do Brasil, responsável por aproximadamente metade da produção nacional. O estado lidera principalmente a produção de café arábica, reconhecido mundialmente pela qualidade e pelo alto valor agregado.

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    Três Pontas em destaque

    Dentro desse cenário, Três Pontas ocupa posição privilegiada. O município é reconhecido internacionalmente pela excelência de seus cafés e pela força do cooperativismo agrícola, especialmente através da Cocatrel, uma das maiores cooperativas cafeeiras do país.

    Mais do que uma feira de máquinas e negócios, a Expocafé representa a união entre tradição, inovação e sustentabilidade.

    Ela mostra que o agro mineiro não apenas acompanha o futuro — ele ajuda a construí-lo.

    A expectativa é de que dezenas de milhares de visitantes passem pelo evento até quinta-feira (28), movimentando diretamente hotéis, restaurantes, postos de combustíveis, comércio local e toda a economia regional.

    E enquanto o mundo discute segurança alimentar, tecnologia e sustentabilidade, Três Pontas vive, mais uma vez, o protagonismo de ser a capital brasileira da cafeicultura moderna.

    O Conexão Três Pontas acompanha todos os detalhes da Expocafé 2026 diretamente do evento, trazendo entrevistas exclusivas, bastidores, lançamentos tecnológicos e a cobertura completa daquela que já é considerada uma das maiores e mais organizadas edições da história da feira.

    Confira a programação completa:

    🗓️ 26 de maio (terça-feira)

    📌 Tenda de Eventos
    9h — Abertura da feira para visitação aos estandes
    9h30 — Diretrizes e orientações para a safra 2026
    10h — Perspectivas econômicas e políticas para a agropecuária
    10h50 — Fundamentos, panoramas e gestão de risco no café
    11h40 — A importância do agrônomo para a agropecuária
    13h — Impactos da reforma tributária para o produtor rural
    📌 Simpósio de Mecanização da Lavoura
    14h — Pulverização com drone na cafeicultura
    14h50 — Uso do drone T100 na pulverização de precisão
    15h40 — A energia do futuro é armazenada hoje
    16h30 — Apresentação de trator elétrico autônomo
    17h — A mecanização eletrificada

    🗓️ 27 de maio (quarta-feira)

    📌 Tenda de Eventos
    9h — Conexão Cafeína Cocatrel
    10h — Cafeicultura em cenários heterogêneos
    10h50 — Painel sobre café, ciência e protagonismo feminino
    14h30 — Seleção de café com inteligência artificial
    15h15 — Controle da broca do café
    16h — Teatro infantil: Os Três Porquinhos

    🗓️ 28 de maio (quinta-feira)

    📌 Programação infantil
    9h — Teatro: Os Três Porquinhos
    📌 Simpósio UFLA e Cocatrel
    10h — Mapeamento do potencial de qualidade do café
    10h50 — Impactos dos extremos climáticos na cafeicultura
    📌 Programação da tarde
    14h10 — Prosa ambiental sobre segurança no campo
    14h40 — Campo seguro, produtor protegido (Safra 2026)
    15h20 — Impactos da reforma tributária para o produtor rural

    Serviço:

    Expocafé 2026
    🗓️ 26 a 28 de maio de 2026
    🕘 Abertura dos portões às 9h
    📍 Local: Aeroporto de Três Pontas

    Jornalista Roger Campos®

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  • FIM DE UMA ERA? Estrela entra em recuperação judicial e brasileiros se revoltam com o desaparecimento da infância raiz

    FIM DE UMA ERA? Estrela entra em recuperação judicial e brasileiros se revoltam com o desaparecimento da infância raiz

    Três Pontas, que já tem poucas indústrias, em comparção com outras cidades, pode perder sua ‘Fábrica de Sonhos’!

    A possível saída da Estrela do mercado brasileiro representa muito mais do que uma crise empresarial. Para milhões de brasileiros, trata-se do fim simbólico de uma era que ajudou a construir a infância de gerações inteiras. A tradicional fabricante de brinquedos, que marcou profundamente os anos 1980 e 1990 com produtos icônicos presentes em praticamente todos os lares do país, entrou oficialmente com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20), expondo as dificuldades enfrentadas pela indústria nacional diante das transformações econômicas e tecnológicas dos últimos anos.

    O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve outras oito empresas ligadas ao Grupo Estrela. Apesar da gravidade da situação financeira, a companhia informou que continuará operando normalmente durante o processo judicial, mantendo atividades industriais, comerciais e administrativas enquanto tenta reorganizar suas dívidas e evitar um colapso definitivo.

    Fundada em 1937, a Estrela não foi apenas uma fabricante de brinquedos. A marca se transformou em patrimônio afetivo da cultura brasileira. Durante décadas, ajudou a moldar a imaginação infantil, atravessou gerações e se tornou sinônimo de nostalgia para milhões de adultos que cresceram embalados por jogos, bonecas, carrinhos, autoramas e brinquedos que marcaram época.

    O comunicado encaminhado ao mercado e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revela um cenário duro e preocupante. A empresa aponta que o aumento brutal dos juros, a dificuldade de acesso ao crédito, o encarecimento do capital e as profundas mudanças no comportamento das crianças foram determinantes para a crise.

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    O mundo mudou. E a infância também.

    A geração que antes sonhava com brinquedos físicos hoje cresce diante de celulares, tablets, videogames, plataformas de streaming, redes sociais e jogos online. O espaço que antes era ocupado por bonecas, jogos de tabuleiro e carrinhos agora é disputado por telas digitais, inteligência artificial e entretenimento instantâneo.

    A própria Estrela reconhece que a transformação tecnológica alterou radicalmente o mercado infantil. Nos últimos anos, fabricantes tradicionais passaram a travar uma batalha desigual contra gigantes digitais globais capazes de capturar a atenção das novas gerações durante horas diárias.

    Além disso, a concorrência agressiva de produtos importados ampliou ainda mais a pressão sobre a indústria brasileira de brinquedos, que enfrenta altos custos de produção, carga tributária elevada e dificuldades de competitividade.

    A crise da Estrela também reflete um problema estrutural da economia brasileira. O número de pedidos de recuperação judicial disparou no país nos últimos anos, especialmente após o longo período de juros elevados. A taxa Selic permaneceu acima de 10% desde 2022 e chegou ao patamar de 15% ao ano em 2025, sufocando empresas de diversos segmentos.

    Com crédito caro, consumo enfraquecido e dificuldade de financiamento, companhias tradicionais passaram a enfrentar sérios riscos financeiros. E nem mesmo marcas históricas conseguiram escapar.

    A trajetória da Estrela ajuda a dimensionar o tamanho dessa perda simbólica para o Brasil. A empresa nasceu como uma pequena fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e se transformou em uma das maiores referências do setor de brinquedos da América Latina. Também entrou para a história por ter sido uma das primeiras companhias brasileiras a abrir capital, ainda em 1944.

    Ao longo das décadas, a marca esteve presente em aniversários, Natais e momentos inesquecíveis de milhões de famílias brasileiras. Mais do que vender brinquedos, a Estrela comercializava sonhos, criatividade e memória afetiva.

    Agora, diante do avanço tecnológico e da brutal transformação do comportamento humano, a empresa luta para sobreviver em um mercado completamente diferente daquele que a consagrou.

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    Três Pontas perderá empregos? E as outras unidades?

    A fabricante informou que a recuperação judicial tem como objetivo preservar empregos, manter as operações em funcionamento e reorganizar o passivo financeiro acumulado. A administração seguirá sob responsabilidade dos atuais diretores e acionistas, enquanto um plano de recuperação será apresentado futuramente aos credores.

    Mas, independentemente do desfecho jurídico e financeiro, o impacto emocional já é inevitável.

    A crise da Estrela escancara uma pergunta incômoda para toda a sociedade: até que ponto o avanço tecnológico está substituindo experiências humanas, afetivas e reais?

    Porque talvez o maior prejuízo não seja apenas econômico.

    Talvez seja perceber que uma geração inteira trocou a magia de brincar pela solidão silenciosa das telas.

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  • Três Pontas sediou 9ª edição do Encontro Mineiro de Cafeicultoras com foco no protagonismo feminino no agro

    Três Pontas sediou 9ª edição do Encontro Mineiro de Cafeicultoras com foco no protagonismo feminino no agro

    Três Pontas, um dos principais polos da cafeicultura brasileira, foi palco nesta quinta-feira (16) da 9ª edição do Encontro Mineiro de Cafeicultoras. O evento, consolidado como uma das mais relevantes iniciativas voltadas ao agronegócio feminino no país, reuniu produtoras, especialistas e lideranças para discutir os novos rumos da cafeicultura sob a perspectiva das mulheres.

    Com o tema “Voz e Identidade na Nova Era da Cafeicultura – Mulheres do Café”, a edição deste ano promoveu um debate aprofundado sobre o papel feminino na cadeia produtiva do café, especialmente em um cenário cada vez mais exigente, que valoriza não apenas produtividade, mas também identidade, posicionamento e qualidade.

    A programação teve início com a abertura institucional, que contou com a participação de representantes de importantes entidades do setor, reforçando a integração entre pesquisa, assistência técnica e protagonismo feminino no campo. Estiveram presentes Vanda Cornélio, da Epamig; Silvana Novais, do Faemg Mulher; Adalise D. V. Silveira, da Emater; e Mariselma Sabbag, da IWCA Brasil.

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    Ao longo do dia, o encontro contou com uma série de palestras conduzidas por especialistas de diferentes áreas do agronegócio, abordando temas estratégicos como inovação, comunicação e liderança feminina — pontos considerados fundamentais para o fortalecimento da atuação das mulheres no setor.

    Entre os destaques da programação estiveram as participações de Alline Trancoso, que falou sobre arquitetura rural e agroturismo; Paula Triacca, que abordou a importância do networking para mulheres do agro; e Paula Varejão, que compartilhou experiências sobre trajetória na cafeicultura e os desafios do mercado de cafés especiais.

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    Outro momento marcante foi a entrega da 6ª edição dos Troféus Mulher Inspiração da Cafeicultura do Brasil e Agro Mulher Brasil 2026, que reconheceu mulheres com atuação de destaque no setor. A premiação destacou trajetórias que vêm contribuindo de forma significativa para o fortalecimento e a transformação da cafeicultura brasileira.

    Mais do que um evento técnico, o encontro se consolidou como um espaço de troca de experiências, fortalecimento de conexões e valorização do papel feminino em uma das principais cadeias produtivas do país, tendo o apoio da Cocatrel e outras empresas. Em um mercado cada vez mais competitivo, iniciativas como essa reforçam a importância da diversidade, da liderança e da presença ativa das mulheres no campo.

    *Fotos Arquivo 2025

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  • FECON 2026 reuniu parceiros e cooperados em um ambiente de grandes oportunidades

    FECON 2026 reuniu parceiros e cooperados em um ambiente de grandes oportunidades

    Com programação simultânea na loja matriz e filiais, a Fecon ofereceu condições especiais de negócio, além de apresentar as inovações no setor e fomentar a troca de conhecimento entre parceiros e cooperados

    Realizada entre os dias 24 e 26 de março, a 20ª edição da Feira Cocatrel de Negócios (Fecon) reuniu cooperados, produtores rurais e parceiros comerciais em um dos principais eventos do setor na região. Reconhecida por oferecer condições diferenciadas de preço e compra, a feira impulsionou negócios e fortaleceu o relacionamento entre cooperativa e produtores.

    Mais que apresentar excelentes condições de negócios, o evento contou com a presença de uma equipe especializada da Cocatrel, formada por agrônomos e responsáveis técnicos, disponíveis para orientar os cooperados na escolha de insumos, defensivos e demais implementos agrícolas.

    “Além das condições especiais, estamos em todas as nossas unidades com uma equipe de técnicos presente para auxiliar os produtores na melhor escolha de compra”, afirmou o gerente comercial, Thiago Carvalho.

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    De acordo com o presidente do Conselho Administrativo, Jacques Fagundes Miari, a feira chega em um momento estratégico para o produtor rural.

    “A Fecon traz um pacote de defensivos e insumos com condições muito especiais, além de opções facilitadas de pagamento, para ajudar o cooperado nesse momento incerto no cenário geopolítico, com a crise no Oriente Médio”, destacou.

    Para os cooperados, as vantagens são os principais atrativos. Milton Luiz de Souza ressaltou o impacto positivo nas finanças.

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    “O preço dos produtos está realmente muito bom e a opção de pagar com café ajuda muito na organização financeira para a safra”, disse. Já Carlos Alexandre Botrel destacou o que considera essencial para o produtor, “facilidade de pagamento e preço bom é tudo o que o produtor busca numa feira”, ressaltou.

    Além das negociações, os visitantes tiveram acesso a diversos serviços como atualização de cadastro, compra de maquinários e implementos com condições especiais, além de atendimento de instituições financeiras com taxas de financiamento competitivas.

    A Fecon 2026 foi realizada na Loja Agropecuária Matriz, em Três Pontas, em um espaço preparado para receber o público, com programação simultânea em todas as lojas filiais da cooperativa. Com sucesso de público e vendas, a Fecon reforça o compromisso da Cocatrel em promover um ambiente favorável para negócios, troca de experiências e fortalecimento da parceria com seus cooperados.

    Fonte Cocatrel

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  • ALERTA: Medicamentos ficarão mais caros a partir de amanhã, 1º de abril – E não é mentira!

    ALERTA: Medicamentos ficarão mais caros a partir de amanhã, 1º de abril – E não é mentira!

    No chamado ‘Dia da Mentira’ os remédios ficarão até 4¢ mais caros. Pior que é verdade!

    Se você usa medicamentos com frequência, o alerta é direto: o preço vai subir — e o tempo para escapar disso está acabando.

    A partir desta terça-feira, 1º de abril, entra em vigor o reajuste anual dos medicamentos em todo o país. E embora o aumento médio seja menor que a inflação, ele será sentido no bolso — especialmente para quem depende de remédios contínuos.

    A boa notícia? Ainda dá tempo de comprar com o preço atual — mas só até a meia-noite de hoje. Em Três Pontas algumas farmácias ficam abertas até ás 22 ou 23 horas.

    AUMENTO CONFIRMADO: O QUE VAI MUDAR

    O reajuste foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e segue critérios técnicos baseados na inflação oficial.

    Segundo dados do setor, o aumento médio deve ficar em torno de 2,2%, mas pode variar dependendo do tipo de medicamento, até 4%:

    📈 Até 4,6% para remédios com alta concorrência
    📈 Cerca de 3,25% para concorrência intermediária
    📈 Até 1,9% para medicamentos sem concorrência

    Importante: esses são tetos — mas os reajustes acontecem e chegam ao consumidor.

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    IMPACTO REAL: POR QUE COMPRAR AGORA FAZ DIFERENÇA

    Mesmo com percentual considerado “controlado”, o aumento pesa — principalmente no acumulado.

    Especialistas alertam que:

    • O Brasil depende fortemente de matéria-prima importada
    • Custos ligados ao dólar e insumos seguem instáveis
    • E novos aumentos podem ocorrer ao longo do tempo

    Ou seja: o reajuste pode ser só o começo.

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    ÚLTIMAS HORAS: CORRIDA NAS FARMÁCIAS

    Com o aumento prestes a entrar em vigor, a recomendação é clara:

    ✔️ Antecipe compras de uso contínuo
    ✔️ Reforce estoque de medicamentos essenciais
    ✔️ Aproveite o preço atual enquanto ainda é possível

    Depois da meia-noite, os novos valores começam a ser aplicados gradualmente em farmácias e drogarias.

    📢 O RECADO É DIRETO

    Quem deixar para depois, vai pagar mais.

    Quem agir agora, ainda consegue economizar.

    O relógio está correndo — e o aumento já tem data para começar.

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  • GASOLINA EM ALTA: PREÇO DISPARA E MOTORISTA PRECISA SE ADAPTAR PARA NÃO SENTIR NO BOLSO

    GASOLINA EM ALTA: PREÇO DISPARA E MOTORISTA PRECISA SE ADAPTAR PARA NÃO SENTIR NO BOLSO

    Tensão internacional pressiona o petróleo, combustível sobe nos postos e cenário ainda pode piorar

    A gasolina voltou a subir — e o motivo vem de um cenário global tenso. O conflito envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã mexeu diretamente com o preço do petróleo, e o reflexo já chegou ao Brasil.

    Hoje, o litro já gira em torno de R$ 6,65, mas em cidades como Salvador o valor já encosta em R$ 8. E o alerta dos especialistas é direto:

    👉 o preço pode continuar subindo nas próximas semanas.

    Ou seja: o impacto no bolso do motorista é inevitável. Mas há um caminho para amenizar esse prejuízo.

    5 FORMAS PRÁTICAS DE ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL AGORA

    Não dá pra controlar o preço, mas dá pra reduzir o consumo — e alguns hábitos fazem muita diferença no fim do mês.

    1️⃣ Dirija com suavidade e antecipe o trânsito

    Acelerar forte, frear de repente e ficar no “anda e para” constante aumenta muito o consumo.

    👉 O ideal é dirigir de forma contínua, prever paradas e evitar movimentos bruscos.

    2️⃣ Entenda quando usar vidro aberto ou ar-condicionado

    Pode parecer detalhe, mas influencia:

    • Em baixa velocidade: vidro aberto pode ser mais econômico
    • Em alta velocidade: vidro fechado melhora a aerodinâmica

    👉 Na estrada, o ar-condicionado pode compensar mais do que rodar com os vidros abertos.

    3️⃣ Manutenção em dia é economia direta

    Carro desregulado gasta mais — simples assim.

    ✔️ Troca de óleo no prazo
    ✔️ Pneus calibrados
    ✔️ Sistema limpo

    👉 Pneus murchos, por exemplo, podem aumentar o consumo em até 10%.

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    4️⃣ Evite carregar peso à toa

    Porta-malas cheio sem necessidade pesa no consumo.

    👉 A cada 50 kg extras, o gasto pode subir até 2%.

    5️⃣ Não encha o tanque além do automático

    Completar até “a boca” não aumenta autonomia e ainda pode danificar o sistema.

    👉 Pode gerar desperdício e problemas mecânicos.

    CENÁRIO AINDA INCERTO: PREÇO PODE SUBIR MAIS

    Apesar de não haver risco imediato de falta de combustível, especialistas alertam que o Brasil depende de fatores externos — e isso mantém os preços instáveis.

    O governo acompanha a situação e tenta conter os impactos, mas o mercado internacional ainda é o principal fator.

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    NO FIM, TUDO SE RESUME A UMA COISA: HÁBITO

    Pequenas mudanças no dia a dia podem gerar grande diferença.

    Segundo especialistas:

    👉 é possível economizar até 50% de combustível, dependendo do comportamento do motorista e das condições do veículo.

    A REALIDADE É UMA SÓ

    O combustível está caro — e pode ficar ainda mais. Quem não se adaptar, vai sentir direto no bolso.

    Quem mudar hábitos, consegue respirar — mesmo com o preço nas alturas.

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  • FECON 2026 COMEÇA COM GRANDE MOVIMENTO, NEGÓCIOS EXPRESSIVOS E OPORTUNIDADES IMPERDÍVEIS PARA O PRODUTOR RURAL

    FECON 2026 COMEÇA COM GRANDE MOVIMENTO, NEGÓCIOS EXPRESSIVOS E OPORTUNIDADES IMPERDÍVEIS PARA O PRODUTOR RURAL

    A abertura da Feira de Negócios da Cocatrel (Fecon 2026) confirmou as expectativas e já se consolida como um dos principais eventos do agronegócio regional. Logo no primeiro dia, a movimentação intensa de cooperados e produtores rurais evidenciou o alto interesse pelas condições diferenciadas e pelo amplo portfólio de soluções disponíveis.

    Promovida pela Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas (Cocatrel), a feira reúne, em um único ambiente, tudo o que o produtor precisa para impulsionar sua produtividade: insumos, defensivos agrícolas, fertilizantes, máquinas e implementos, além de condições comerciais altamente competitivas.

    NEGÓCIOS COM CONDIÇÕES EXCLUSIVAS E ESTRATÉGICAS

    Segundo o presidente da Cocatrel, Jacques Fagundes Miari, a Fecon representa um momento estratégico para o produtor rural tomar decisões assertivas.

    “É uma grande oportunidade para negociar com preços especiais e em diferentes modalidades de negócio. Criamos um ambiente semelhante a um clube de vantagens, onde reunimos fornecedores e parceiros para oferecer as melhores condições do ano”, destacou.

    O presidente ainda enfatizou que, diante de um cenário global de incertezas — influenciado por fatores como oscilações de mercado e tensões internacionais —, o produtor deve agir com cautela e planejamento.

    “Este é um momento que exige atenção nas decisões. A recomendação é realizar compras de insumos e vendas de café de forma fracionada. Não concentrar tudo em uma única negociação permite ao produtor construir uma média mais favorável ao longo do ano”, orientou.

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    FEIRA CONSOLIDADA E FOCO EM RESULTADOS

    Em sua 20ª edição, a Fecon reforça sua relevância ao proporcionar um ambiente completo de negócios, inovação e relacionamento. O evento acontece entre os dias 24 e 26 de março, na unidade matriz da Cocatrel, em Três Pontas, e simultaneamente em todas as lojas filiais.

    Além das oportunidades comerciais, os visitantes contam com suporte técnico especializado. Equipes formadas por agrônomos e profissionais da cooperativa estão disponíveis para orientar os produtores, garantindo decisões mais seguras e eficientes.

    Entre os serviços oferecidos durante a feira, destacam-se:

    • Atualização cadastral dos cooperados
    • Acesso facilitado a crédito rural com instituições financeiras parceiras
    • Condições especiais para aquisição de máquinas e implementos
    • Consultoria técnica personalizada

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    INOVAÇÃO, ACESSO E VANTAGENS COMPETITIVAS

    A Fecon 2026 também se destaca por apresentar as principais novidades do setor agropecuário, conectando o produtor às tecnologias mais recentes e às melhores soluções do mercado.

    Com condições facilitadas de pagamento, o evento amplia o acesso às oportunidades, reforçando o compromisso da Cocatrel em fortalecer o desenvolvimento sustentável dos cooperados e do agronegócio regional.

    UMA OPORTUNIDADE QUE NÃO PODE SER PERDIDA

    Mais do que uma feira, a Fecon é um ponto de encontro estratégico entre produtores, fornecedores e especialistas do setor. Um ambiente propício para fechar bons negócios, trocar experiências e se preparar para os desafios do mercado.

    Cooperados e produtores rurais ainda têm tempo para aproveitar as vantagens exclusivas da Fecon 2026 — uma oportunidade única de investir com inteligência, economia e segurança.

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    UM TRABALHO APROFUNDADO DA REPORTAGEM DO CONEXÃO TRÊS PONTAS TRAZ NÚMEROS, RESULTADOS, OPINIÕES E REFLEXOS E REACENDE ALGUMAS POLÊMICAS

    Uma simples pergunta publicada na página do Conexão Três Pontas nas redes sociais acabou abrindo um debate profundo sobre prioridades públicas, cultura popular e gestão de recursos municipais. A possibilidade de realização da tradicional Festa do Peão/Rodeio após o Carnaval colocou moradores de Três Pontas em lados opostos.

    A análise das 125 primeiras opiniões coletadas mostra um cenário claro: a cidade está dividida — mas com leve predominância de críticas ao investimento público em eventos festivos.

    Resultado geral da enquete

    Classificando as respostas em quatro grupos (favorável, contrário, favorável com ressalvas e neutro), o panorama ficou assim:

    Posição Número de opiniões Percentual
    Contra o rodeio / contra gasto público 56 44,8%
    A favor do rodeio 41 32,8%
    A favor, mas com condições 16 12,8%
    Neutros ou sem posição clara 12 9,6%

    Representação gráfica (opinião da população)

    Contra investimento no rodeio ████████████████████████████ 44,8%

    A favor do rodeio ██████████████████ 32,8%

    A favor com condições ████████ 12,8%

    Neutros / indefinidos █████ 9,6%

    O dado mais relevante é que mais da metade das manifestações (57,6%) demonstram algum tipo de resistência ao uso de dinheiro público na festa, mesmo quando não rejeitam totalmente o evento.

    A principal crítica: prioridades da cidade

    O argumento mais recorrente nas manifestações contrárias foi a percepção de que Três Pontas enfrenta problemas estruturais mais urgentes.

    Entre os temas mais citados:

    1️⃣ Saúde pública

    Moradores apontam falta de exames, medicamentos e estrutura hospitalar.

    Exemplo citado na enquete:

    “O laboratório municipal não está realizando exames simples por falta de reagentes.”

    Outro comentário sugeriu até um investimento específico:

    “Esse dinheiro poderia ser investido numa máquina de ressonância.”

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    2️⃣ Infraestrutura urbana

    Buracos nas ruas, iluminação pública e limpeza urbana também foram citados repetidamente.

    Principais prioridades citadas pelos moradores

    Saúde pública ███████████████████████
    Infraestrutura urbana ███████████████
    Moradia popular █████████
    Educação ███████

    3️⃣ Habitação

    A crise de aluguel na cidade também apareceu nas discussões.

    “A população precisa de moradia. Só 97 casas populares é muito pouco.”

    O argumento dos favoráveis: economia e lazer

    Mesmo com a maioria crítica, um grupo significativo defende a realização da festa.

    Os argumentos predominantes são três.

    1️⃣ Movimento econômico

    Muitos moradores afirmam que eventos atraem visitantes e geram renda.

    “O rodeio movimenta o comércio, hotéis e gera empregos temporários.”

    Esse raciocínio aparece principalmente entre comerciantes e pessoas ligadas ao setor de serviços.

    2️⃣ Falta de entretenimento na cidade

    Outro argumento recorrente:

    “Três Pontas não tem nada. Se não tiver festa, o povo vai gastar em outra cidade.”

    Esse sentimento aponta para uma percepção de escassez de opções culturais e de lazer no município.

    3️⃣ Tradição cultural

    Alguns moradores veem o rodeio como uma manifestação tradicional ligada à identidade rural da região.

    “Rodeio também é cultura.”

    Esse discurso aparece frequentemente associado ao orgulho do agronegócio e das festas de peão.

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    O grupo intermediário: “pode ter, mas sem dinheiro público”

    Uma parcela importante da população não rejeita o evento, mas impõe condições.

    Esse grupo representa 12,8% das opiniões e pode ser considerado o campo decisivo da discussão.

    As propostas mais citadas foram:

    ✔ Cobrança de ingressos

    Quem quiser participar paga.

    ✔ Parceria com iniciativa privada

    Patrocínios e empresas financiando parte da estrutura.

    ✔ Redução do tamanho do evento

    Menos dias ou atrações mais realistas para o porte da cidade.

    ✔ Transparência nas contas

    Divulgação pública de arrecadação e gastos.

    “Mostra o que arrecadou e com o que gastou que eu dou minha opinião.”

    O fator Carnaval na discussão

    Um elemento curioso é que muitos comentários conectam o rodeio diretamente ao Carnaval realizado na cidade.

    Para parte da população, o raciocínio é simples:

    Se teve Carnaval → deve ter rodeio

    Essa lógica aparece repetidamente nos comentários.

    Por outro lado, críticos dizem que o erro foi justamente ter realizado o Carnaval com recursos públicos.

    Outro tema sensível: maus-tratos a animais

    Um grupo menor, mas bastante vocal, se opôs ao rodeio por razões éticas.

    “O rodeio expõe o animal ao estresse e à dor.”

    Alguns sugeriram alternativas, como eventos equestres ou festivais musicais sem montarias.

    O pano de fundo político

    Além do debate cultural e econômico, há um claro componente político nas manifestações.

    Alguns comentários criticam diretamente a administração municipal e cobram maior fiscalização dos vereadores.

    Outros mencionam:

    • gastos da prefeitura

    • contenção de despesas

    • promessas de campanha

    Isso indica que a discussão sobre o rodeio virou também um termômetro de avaliação do governo local.

    O que a enquete revela sobre Três Pontas

    Mais do que uma simples disputa entre “ter festa ou não ter”, a enquete revela três grandes tensões da cidade:

    1️⃣ Cultura x prioridades sociais

    A população reconhece o valor cultural e econômico dos eventos, mas teme que eles concorram com serviços essenciais.

    2️⃣ Lazer x responsabilidade fiscal

    Existe demanda por entretenimento, mas também cobrança por gestão responsável.

    3️⃣ Tradição x novos valores sociais

    Enquanto alguns defendem o rodeio como patrimônio cultural, outros questionam a prática por questões éticas.

    Conclusão

    A enquete mostra que Três Pontas vive um dilema comum a muitas cidades médias brasileiras:

    Como equilibrar investimentos em cultura, lazer e eventos com demandas urgentes por infraestrutura e serviços públicos?

    Os números deixam claro que:

    Não existe consenso!

    Mas existe algo ainda mais evidente:

    A população quer participar da discussão e cobrar transparência nas decisões.

    E talvez esse seja o resultado mais importante da enquete.

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

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