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  • ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A tripla jornada: trabalhar, cuidar e sobreviver

    ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A tripla jornada: trabalhar, cuidar e sobreviver

    Violência, desigualdade, liderança e resistência feminina no século XXI

    As mulheres são 51,2% da população brasileira, maioria absoluta em um país que ainda convive com profundas desigualdades de gênero. Elas estudam mais, trabalham mais horas, lideram cada vez mais organizações — mas ainda recebem menos, sofrem mais violência e enfrentam uma rotina que especialistas chamam de “tripla jornada”.

    Esta reportagem especial investiga os números, as contradições e os desafios de ser mulher no Brasil e no mundo.

    A tripla jornada: trabalhar, cuidar e sobreviver

    Uma das maiores desigualdades invisíveis está dentro de casa.

    Mulheres acumulam:

    1️⃣ trabalho profissional
    2️⃣ trabalho doméstico
    3️⃣ cuidado com filhos e familiares

    O resultado é a chamada tripla jornada.

    Dados mostram que mulheres dedicam mais que o dobro do tempo em trabalho doméstico não remunerado em comparação com os homens.

    Somando tudo, elas trabalham em média três horas a mais por semana que os homens.

    Isso tem consequências profundas:

    • menos tempo para estudar

    • menos tempo para descanso

    • menor crescimento profissional

    As vantagens da mulher no mercado de trabalho

    Apesar das dificuldades, diversas pesquisas apontam vantagens competitivas associadas à liderança feminina.

    Empresas com maior diversidade de gênero tendem a ter:

    • melhor desempenho financeiro

    • mais inovação

    • ambientes de trabalho mais colaborativos

    Algumas características frequentemente atribuídas à liderança feminina incluem:

    ✔ maior capacidade de escuta
    ✔ gestão mais colaborativa
    ✔ maior inteligência emocional
    ✔ maior capacidade de mediação de conflitos

    Estudos também mostram que mulheres têm níveis de escolaridade mais altos que homens em várias faixas etárias, embora isso ainda não se traduza em igualdade salarial.

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    A liderança feminina

    O avanço das mulheres na liderança é visível — mas ainda insuficiente.

    No mundo, elas ocupam cerca de:

    42,9% dos cargos de liderança econômica

    No Brasil, ainda existe um fenômeno conhecido como:

    teto de vidro

    Uma barreira invisível que dificulta o acesso feminino aos cargos mais altos.

    Isso ocorre porque:

    • empresas continuam sendo dominadas por homens

    • redes de influência ainda são masculinas

    • maternidade impacta a carreira

    Mesmo assim, o crescimento da liderança feminina é uma das maiores transformações sociais das últimas décadas.

    O paradoxo da mulher moderna

    A mulher contemporânea vive um paradoxo:

    Ela é mais educada.
    Mais produtiva.
    Mais presente no mercado.

    Mas ainda enfrenta:

    • violência

    • desigualdade salarial

    • sobrecarga doméstica

    • barreiras de poder

    O avanço existe — mas não é linear.

    Especialistas afirmam que a igualdade plena ainda pode levar décadas se as mudanças continuarem no ritmo atual.

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    Conclusão

    O século das mulheres?

    A luta das mulheres não é apenas uma pauta social.

    É econômica.
    Política.
    Civilizatória.

    Quando mulheres avançam:

    • economias crescem

    • famílias prosperam

    • sociedades se tornam mais justas

    Mas a pergunta que permanece é provocadora:

    o mundo está realmente preparado para dividir poder com as mulheres?

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  • ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A mulher no mercado de trabalho: avanço lento!

    ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A mulher no mercado de trabalho: avanço lento!

    Violência, desigualdade, liderança e resistência feminina no século XXI

    As mulheres são 51,2% da população brasileira, maioria absoluta em um país que ainda convive com profundas desigualdades de gênero. Elas estudam mais, trabalham mais horas, lideram cada vez mais organizações — mas ainda recebem menos, sofrem mais violência e enfrentam uma rotina que especialistas chamam de “tripla jornada”.

    Esta reportagem especial investiga os números, as contradições e os desafios de ser mulher no Brasil e no mundo.

    A mulher no mercado de trabalho: avanço lento

    Apesar de avanços nas últimas décadas, a presença feminina no mercado ainda é menor que a masculina.

    PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

    Mulheres: 53%
    Homens: 73%
    Diferença: quase 20 pontos percentuais
    Isso ocorre por vários fatores:
    • responsabilidades domésticas

    • cuidado com filhos e idosos

    • desigualdade estrutural

    • barreiras culturais

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    Outro problema grave é a informalidade.

    Cerca de 39,6% das mulheres trabalham na informalidade, sem direitos trabalhistas.

    Mesmo assim, a participação feminina vem crescendo. Entre 2023 e 2025, o número de mulheres empregadas aumentou significativamente no país.

    Mas isso não significa igualdade.

    Salário: a desigualdade que persiste

    Mesmo com maior escolaridade, as mulheres ganham menos.

    No Brasil:

    SALÁRIO MÉDIO

    Mulheres recebem cerca de 20,9% menos que os homens!

    Em média:

    • homens: R$ 2.920

    • mulheres: R$ 2.303

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    Entre cargos de liderança, a desigualdade é ainda maior:

    Diretores e gerentes: mulheres ganham 27% menos

    Outro estudo mostra que o rendimento feminino representa apenas cerca de 76,5% da renda masculina.

    Esse fenômeno é chamado de:

    “gender pay gap”

    Um problema global causado por:

    • discriminação estrutural

    • menor acesso a cargos estratégicos

    • interrupções de carreira por maternidade

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  • ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – Violência contra a mulher: a face mais brutal da desigualdade

    ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – Violência contra a mulher: a face mais brutal da desigualdade

    Violência, desigualdade, liderança e resistência feminina no século XXI

    As mulheres são 51,2% da população brasileira, maioria absoluta em um país que ainda convive com profundas desigualdades de gênero. Elas estudam mais, trabalham mais horas, lideram cada vez mais organizações — mas ainda recebem menos, sofrem mais violência e enfrentam uma rotina que especialistas chamam de “tripla jornada”.

    Esta reportagem especial investiga os números, as contradições e os desafios de ser mulher no Brasil e no mundo.

    Em 2025, 1.518 mulheres foram vítimas de feminicídio no país, o maior número desde que o crime foi tipificado em 2015.

    Isso significa:

    FEMINICÍDIO NO BRASIL

    1.518 mulheres assassinadas em 2025
    ≈ 4 mulheres mortas por dia
    Brasil entre os países com maior taxa de feminicídio
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    Somente em 2024 foram registrados mais de 87 mil estupros, também recorde histórico.

    E a violência muitas vezes é recorrente:

    • quase 60% das vítimas relatam agressões recentes

    • 21% convivem com violência há mais de um ano

    Outro dado alarmante:

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    VIOLÊNCIA SEXUAL

    33.999 estupros contra mulheres
    em apenas 6 meses de 2025
    ≈ 187 casos por dia

    Especialistas alertam que esses números podem ser muito maiores, porque grande parte das vítimas não denuncia.

    A violência contra a mulher é estrutural — nasce de uma cultura histórica de desigualdade.

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  • Três Pontas certifica 30 empresas como “Comércio Amigo da Mulher” e fortalece rede de proteção contra a violência

    Três Pontas certifica 30 empresas como “Comércio Amigo da Mulher” e fortalece rede de proteção contra a violência

    Trinta estabelecimentos comerciais de Três Pontas passaram a integrar oficialmente uma rede de apoio no enfrentamento à violência contra a mulher. A iniciativa “Comércio Amigo da Mulher” reconhece empresas que assumem o compromisso de ajudar na conscientização da sociedade e oferecer ambientes mais seguros para mulheres.

    Trinta empresas de diferentes setores de Três Pontas receberam o certificado “Comércio Amigo da Mulher”, iniciativa que busca ampliar a rede de conscientização e proteção no enfrentamento à violência contra as mulheres no município.

    A certificação foi entregue pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, em uma cerimônia realizada nesta quarta-feira (4), no auditório da própria secretaria. O evento reuniu representantes do comércio local e marcou oficialmente a participação dos estabelecimentos na iniciativa.

    A ação integra um conjunto de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio às mulheres e ao incentivo de uma postura mais ativa da sociedade no combate à violência de gênero.

    Comércio passa a integrar rede de conscientização

    Ao receberem o certificado, os estabelecimentos assumem o compromisso de colaborar com campanhas educativas, promover a conscientização e apoiar ações de prevenção à violência contra a mulher.

    A iniciativa também busca ampliar a participação da comunidade e estimular que diferentes setores da sociedade se envolvam na construção de ambientes mais seguros e respeitosos.

    A entrega dos certificados aconteceu justamente no mês dedicado às mulheres, o que reforça o simbolismo da ação e destaca o compromisso do município com a valorização dos direitos femininos.

    Programa fortalece rede municipal de apoio

    A iniciativa faz parte do programa “Três Pontas por Elas”, que tem como objetivo estruturar uma rede integrada de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres no município.

    O programa busca unir diferentes órgãos e instituições em uma atuação conjunta, promovendo ações permanentes de prevenção, informação e acolhimento às vítimas.
    Além disso, o projeto estimula a troca de experiências entre os serviços de atendimento e fortalece o fluxo de atuação entre os órgãos responsáveis pela proteção das mulheres.

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    Empresas tiveram papel fundamental nas ações

    Ao longo de 2025, empresas, associações e organizações locais participaram ativamente das ações promovidas pelo programa.

    O envolvimento do setor comercial foi considerado essencial para ampliar o alcance das campanhas educativas e reforçar valores como respeito, igualdade e segurança para as mulheres.

    Capacitação para prevenir situações de risco

    Entre as iniciativas promovidas pelo Comitê Gestor está o treinamento do Protocolo Fale Agora, realizado em agosto de 2025 pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais.

    A ferramenta foi criada pelo Governo de Minas para auxiliar estabelecimentos a agir diante de casos de assédio ou violência sexual em ambientes de lazer, turismo e eventos.

    Durante o treinamento, equipes dos estabelecimentos são orientadas a identificar sinais de risco, acolher vítimas de maneira humanizada e encaminhar corretamente os casos para os serviços de apoio.

    A proposta também orienta funcionários a agir de forma preventiva diante de situações de assédio, contribuindo para evitar comportamentos abusivos e promover ambientes mais seguros.

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    Parceria entre poder público e sociedade

    A certificação do “Comércio Amigo da Mulher” reforça a importância da colaboração entre poder público, comércio e comunidade na construção de uma rede de proteção cada vez mais ampla e efetiva.

    A iniciativa mostra que o enfrentamento à violência contra a mulher depende não apenas de políticas públicas, mas também do engajamento coletivo da sociedade.

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  • MAIS UM: VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NÃO PARA

    MAIS UM: VIOLÊNCIA CONTRA MULHER NÃO PARA

    Homem é preso após perseguir e ameaçar ex-companheira em Três Pontas

    Um indivíduo de 30 anos de idade foi preso na madrugada da última quarta-feira, dia 21, por conta do descumprimento de uma medida protetiva de urgência que foi concedida à sua ex-companheira, de 26 anos de idade.

    De acordo com as informações colhidas pelo Conexão, baseadas no Boletim de Ocorrência, o homem continuava perseguindo a vítima e fazendo diversas ameaças, ignorando a medida protetiva.

    A Polícia Civil de Três Pontas solicitou a prisão preventiva do elemento. De posse do mandado expedido pela Justiça, o indivíduo passou a ser procurado e acabou preso, sendo inicialmente encaminhado ao Pronto Atendimento Municipal para o exame de corpo de delito, e na sequência para a Delegacia da Polícia Civil de plantão em Varginha, onde ainda continua preso, à disposição da Justiça.

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    A mulher revelou que nos últimos dias vinha sendo ameaçada de morte e que seu ex-companheiro dizia que pretendia levar o filho de 4 anos do casal para a cidade de Paraguaçu, tirando dela qualquer contato ou convívio com o próprio filho.

    O caso segue sendo acompanhado pelo Ministério Público, pela Justiça e pela própria Polícia.

    A verdade é que, na grande maioria dos casos, as medidas protetivas não tem impedido a continuidade das ações violentas e ameaçadoras contra as vítimas.

    Woman abuse, Young woman scared holding head with hands, male clenched fist close up. Domestic violence, husband against wife. Dark room background

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    Em 2025, infelizmente, o Brasil bateu o recorde de feminicídios, com uma média de quatro mulheres mortas, principalmente por seus ex-companheiros, todos os dias.

    Até quando???

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  • MULHER É PERSEGUIDA E ASSEDIADA POR HOMEM NAS PROXIMIDADES DO QUARTEL EM TRÊS PONTAS

    MULHER É PERSEGUIDA E ASSEDIADA POR HOMEM NAS PROXIMIDADES DO QUARTEL EM TRÊS PONTAS

    Uma mulher, entre 30 e 35 anos, relatou ao Conexão Três Pontas que foi perseguida, intimidada e assediada por um homem na noite de ontem, segunda-feira, 5 de Janeiro, em Três Pontas. “Temi pelo pior!”

    De acordo com seu relato emocionado, ela estava saindo do trabalho entre 19 e 20 horas e ao subir a pé pela rua do colégio Cootec, Rua Santana da Vargem, foi surpreendida por um homem de estatura alta, em uma moto.

    “Ele estava em uma dessas motos grandes, potentes, chegou de repente e me abordou numa fração de segundos. Ele me agarrou pelo braço e a outra mão manteve dentro do bolso do blusão, parecendo estar segurando alguma coisa, talvez uma faca ou um revólver. Ele me perguntou se eu era casada. Se tratava de um homem grande, forte e, de cor negra e que não consegui identificar por conta do capacete. Eu tremia muito, fiquei desesperada e perdi até a noção de onde eu estava”, relatou a moça que prefere não ser identificada.

    Ainda segundo o seu relato, foi, naquele exato momento, que um morador das proximidades abriu bruscamente o portão da sua casa, assustando e espantando o indivíduo.

    A mulher revelou ainda que após a fuga do indivíduo, se dirigiu até o rapaz do portão e toda trêmula contou o que havia acontecido, agradecendo-lhe por ter, possivelmente, salvo a sua vida, sem que ele soubesse do ocorrido.

    Apavorada, ela ligou para o seu marido que foi imediatamente buscá-la.

    Dois detalhes chamaram a atenção: não era tão tarde da noite, era entre 19 e 20 horas; e numa rua ao lado do quartel, a 151ª Companhia da Polícia Militar de Três Pontas.

    Questionada por nossa reportagem se a vítima havia feito o Boletim de Ocorrência, ela disse que ainda não, que está se recuperando do trauma e que fará entre hoje e amanhã.

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    Reforçamos que diante de qualquer ato ou caso de intimidação ou violência, toda mulher deve ter a coragem de denunciar, também para que outras mulheres não sejam vítimas do mesmo agressor.

    “Agora eu estou com medo. Estou pensando até em mudar o horário do meu trabalho ou sair da empresa. Também mudarei o meu trajeto e esperarei sempre o meu marido me buscar”, concluiu.

    Importante destacar o eficiente trabalho dos órgãos de segurança de Três Pontas, principalmente com a colocação de câmeras de monitoramento, principalmente em toda região central da cidade. E também as câmeras particulares das próprias residências ou empresas, que podem servir como grande auxílio e ferramenta na identificação desse agressor.

    O QUE DIZ A POLÍCIA?

    Diante da gravidade do fato, nossa reportagem, respeitando a vontade da vítima de não ser identificada, procurou a Polícia Militar e também a Polícia Civil para repassar o relato assustador da mulher. Entramos em contato com o Capitão Ederson Januário, comandante da PM de Três Pontas. Ele disse o seguinte:

    “Olha, é uma situação difícil de falar algo de concreto, já que não temos nada de formal, não fomos contactados, não houve uma denúncia e não foi registrado um boletim de ocorrência. O fundamental é que sempre as pessoas entrem em contato com a Polícia Militar. Estamos sempre à disposição para garantir a segurança da população e também para identificar e deter infratores e criminosos. É claro que, numa situação como essa, a vítima fica temerosa, com muito medo e até desorientada. Chamar um familiar para buscá-la é importante. Mas o principal é entrar em contato com a PM e denunciar! Infelizmente por conta dessa demora a investigação acaba sendo prejudicada e dificultando na solução do caso. Mas estamos sempre prontos e nosso trabalho de monitoramento sempre resulta num desfecho favorável para a sociedade. Reafirmo que estamos sempre à disposição”, declarou o Comandante da PM.

    Conversamos com o Delegado Dr. Guilherme Banterli, responsável pela Delegacia da Polícia Civil de Três Pontas. Ele tomou ciência dos fatos e nos emitiu a seguinte resposta:

    “De fato é um caso relativamente grave. O primeiro ponto é que essa mulher, vítima dessa ação, nos procure aqui na Delegacia para registrarmos a ocorrência, o mais rápido possível, para tentarmos levantar junto a ela o maior número de detalhes possíveis para ajudarem na identificação do autor. Como o homem possui características específicas, bem como sua motocicleta, fica mais fácil sua identificação. E por conta da faixa de horário que nos foi apresentada pelo Conexão Três Pontas é possível que a gente consiga as imagens através das câmeras de segurança das casas ou empresas daquela rua. Importante que ela venha rápido, pois essas câmeras têm um tempo de armazenamento muito curto e quanto mais o tempo passar mais difícil ficará a missão de angariar recursos e subsídios para identificarmos esse autor”, declarou o Delegado.

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    Para o Dr. Guilherme Banterli, por conta do relato, não se trata, em tese, de uma tentativa de crime sexual, embora seja muito estranho a pergunta feita pelo autor, querendo saber se a vítima é casada ou não. Por conta do modus operandi, da forma como tudo se desenrolou, por esse relato inicial, acredita-se que tenha sido uma tentativa de roubo. Não é comum um crime de sequestro ou crime sexual tendo como veículo uma motocicleta.

    “O fato do autor estar com a mão no bolso, possivelmente escondendo algum tipo de arma, reforça a tese de tentativa de roubo, de um assalto. Mas soa muito estranha a pergunta que ele fez a ela. Pode sim caminhar, com um pouco menos de probabilidade, para um crime de ordem sexual, mas, reafirmo, não é o mais lógico. Não é comum colocar uma vítima na garupa de uma moto, não é o meio adequado, pouco provável transitar com uma vítima na garupa, pelo centro da cidade sem que ela grite, desça ou salte em algum momento”, concluiu o chefe da PC.

    Importante reforçar que todo tipo de intimidação, agressão ou crime, seja de que espécie for, principalmente tendo mulheres como vítimas, diante da escalada assustadora de casos de abusos, estupros e feminicídios, devem ser levados ao conhecimento das autoridades policiais. Não tenha medo de denunciar! Sua denúncia salva a sua vida e de outras tantas pessoas, novas vítimas em potencial!

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  • Sul de Minas registra 18,3 mil casos de violência contra a mulher nos 10 primeiros meses do ano

    Sul de Minas registra 18,3 mil casos de violência contra a mulher nos 10 primeiros meses do ano

    Entre as maiores cidades da região, Poços de Caldas já superou os casos de todo ano de 2024 e Varginha teve o maior aumento percentual. Passos e Pouso Alegre tiveram diminuição de registros.

    Em 10 meses de 2025 foram registrados 18.276 casos de violência contra mulheres nos 164 municípios do Sul de Minas. O número representa um aumento de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024 e de 5,2% em relação a 2023.

    Entre as maiores cidades da região, Poços de Caldas, foram 1.319 casos de violência doméstica e familiar contra mulheres, 31 a mais do que os 1.288 registrados em todo o ano de 2024 (veja gráfico abaixo). Uma média de quatro casos por dia.

    De acordo com os dados, os crimes mais comuns são agressões físicas, ameaças e o descumprimento de medidas protetivas.

    Varginha foi a cidade que registrou maior aumento percentual. Foram 1142 casos entre janeiro e outubro. Um aumento de 17,5% em relação ao ano passado.

    O crime mais comum foi de violência psicológica, seguido de ameaça, lesão corporal e agressão física.

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    Casos de violência contra mulheres nas maiores cidades do Sul de Minas

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    Em Pouso Alegre e Passos houve redução no registro de violência contra a mulher.

    Em Pouso Alegre, de janeiro a outubro, foram 1.123 casos, 25 menos do que em 2024. Os crimes mais cometidos foram lesão corporal, ameaça, violência psicológica e perseguição.

    Em Passos, foram registrados 900 casos em dez meses, 16 menos que em 2024, sendo os mais comuns agressão física, lesão corporal, ameaça e violência psicológica.

    Especialistas têm o consenso de que a melhoria da rede de acolhimento contribuiu para o aumento das denúncias.

    “Eu acredito que as mulheres estão mais preparadas para a denúncia e também estão uma maior rede de apoio, tanto no sentido das estruturas públicas, as delegacias estão mais preparadas para receber. Então a gente tem esse panorama do preparo da consciência da violência”, afirma socióloga e advogada Maria Cláudia da Arcadia.

    A delegada da Delegacia da Mulher de Passos, Mariana Floravante, ressalta a importância de fazer a denúncia.

    “A principal orientação é uma mulher que é vítima de uma ameaça, uma injúria, qualquer tipo de crime, é uma mulher que está em situação de risco. Ou seja, ela precisa procurar ajuda o mais rápido possível. Não espere essa agressividade aumentar, procure a polícia, as outras instituições o mais rápido possível e denuncie”, orienta.

    Para Maria Cláudia, tão importante quanto registrar os casos, são as medidas que devem ser tomadas em relação ao seu aumento.

    “Houve uma crescente de denúncia e de casos. Agora, o que a gente precisa ver é o que vamos fazer com esses números. Nós já temos os dados, nós já temos uma lógica do ciclo da violência, agora nós precisamos transformar isso num trabalho de prevenção. A reversão só vai acontecer com um grande projeto de prevenção multidisciplinar. Tem que tratar nas escolas, tem que tratar na saúde primária, em todos os setores da política pública. Os homens precisam entrar nessa luta também. Afinal de contas, as vítimas são as mulheres, mas os agentes são os homens”, afirmou a socióloga.

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  • INJUSTIÇA ROSA: Mulheres têm mais estudo, mas ganham menos que homens

    INJUSTIÇA ROSA: Mulheres têm mais estudo, mas ganham menos que homens

    Apesar de serem 52% da população, elas são 43% da força de trabalho

    As mulheres ainda são minoria no mercado de trabalho e recebem rendimentos menores do que os homens, apesar de terem mais instrução. É o que mostra o módulo sobre Trabalho e Rendimento do Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando a pesquisa foi realizada, 62,9% dos homens com mais de 14 anos estavam trabalhando, enquanto entre as mulheres esta proporção era de 44,9%.

    Com isso, apesar de serem 52% da população geral, as mulheres eram apenas 43,6% da força de trabalho em 2022.

    A proporção só se inverteu em três dos dez grandes grupos de ocupação. Mulheres eram a maioria dos profissionais das ciências e intelectuais, dos trabalhadores de apoio administrativo e dos trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados.

    Na outra ponta, menores presenças femininas foram identificadas entre os operadores de instalações e máquinas e montadores e membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares. Já a análise por atividades, mostrou que elas são maioria absoluta nos serviços domésticos, com 93,1%, e também são mais de 70% dos trabalhadores da saúde humana e serviços sociais e da educação.

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    Renda

    Os rendimentos também reforçam a desigualdade. A média masculina foi de R$ 3.115 mensais, R$ 609 a mais do que a média feminina, que ficou em R$ 2.506. A diferença aumenta conforme o grau de instrução.

    Entre os trabalhadores com ensino superior completo, enquanto os homens ganhavam em média R$ 7.347, as mulheres recebiam cerca de 60% deste valor, ou seja, R$ 4.591. Apesar disso, as mulheres mantiveram-se mais instruídas: 28,9% das trabalhadoras tinha ensino superior completo, contra 17,3% dos trabalhadores homens.

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    O IBGE também identificou diferenças nos rendimentos obtidos com o trabalho considerando a cor ou raça. A menor quantia foi declarada pelos trabalhadores indígenas, R$1.653 mensais, seguida pelas pessoas pretas, R$2.061. Na outra ponta, os trabalhadores de cor ou raça amarela recebiam R$5.942, e os brancos, R$3.659.

    De maneira geral, as pessoas pretas, pardas e indígenas apresentaram renda inferior, não somente com relação aos brancos e amarelos, mas na comparação com a média nacional, independente do grau de instrução. Mas isso se intensifica na análise apenas dos trabalhadores com ensino superior completo: indígenas recebiam menos da metade do valor pago às pessoas amarelas, R$3.799 contra R$8.411. A diferença entre pretos e brancos também é significativa: R$4.175, diante de R$6.547.

    O próprio grau de instrução também revelou grandes discrepâncias. Entre as pessoas brancas e amarelas, a proporção de pessoas com ensino superior superou a de trabalhadores sem instrução ou com ensino fundamental incompleto. Mas o inverso ocorre entre os pretos pardos e indígenas, e no ultimo caso, enquanto 34,7% dos trabalhadores não completou sequer o ciclo educacional mais básico, apenas 12,4% concluíram o ensino superior.

    Fonte Agência Brasil

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  • PROTESTO! VEREADORA VALÉRIA ‘SE CALA’ EM DEFESA DAS MULHERES

    PROTESTO! VEREADORA VALÉRIA ‘SE CALA’ EM DEFESA DAS MULHERES

    Legisladora ficou um minuto em silêncio na tribuna, com esparadrapo na boca, protestando diante da violência contra a mulher

    Um gesto que chamou a atenção de muitos! Uma atitude corajosa, polêmica e que diz muito para a sociedade! Um minuto de silêncio da Vereadora Valéria Evangelista, única mulher entre os 11 legisladores de Três Pontas, disse mais do que mil palavras.

    “Tenho muito a falar, mas nesse primeiro momento eu não gostaria de dizer nada!”

    A Vereadora Valéria Evangelista, no uso do parlatório durante o Pequeno Expediente, na última Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Três Pontas, fez um gesto absolutamente representativo e que mostra a gravidade e os alarmantes índices de violência contra a mulher.

    “O meu dizer transformado em nada, em silêncio, é porque, nessa Casa, nós criamos a Procuradoria da Mulher, e por isso eu gostaria de consumir um minuto do meu tempo, para fazer o meu protesto de não pronunciar nenhuma palavra…”, destacou.

    Aquele minuto de sua fala, ou melhor, do seu silêncio, conforme a legisladora, foi uma forma de protesto, representando todas as mulheres que são caladas, que não podem se pronunciar diante das muitas violências que sofrem.

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    “Dentre tantas violências que a mulher sofre, muitas delas são sofridas em silêncio, caladas, veladas. Muitas violências não aparecem, mas seguem acontecendo. Acabamos de viver o Agosto Lilás com uma série de acontecimentos, eventos e programações, tudo deixando claro para as mulheres que, independente da violência, elas não podem se calar! Elas precisam ter coragem e força para denunciar”, ressaltou Valéria.

    A parlamentar ainda destacou que a Câmara Municipal de Três Pontas se torna uma casa de defesa, para ouvir essas mulheres vítimas da violência. Valéria Evangelista lembrou ainda que, ela própria, como única mulher entre os 11 vereadores, deve sempre ser respeitada, com direito de fala e de qualquer manifestação.

    “Inclusive, quando eu estiver falando, que ninguém me interrompa pedindo ‘a parte’. Eu tenho muito a falar sempre. Quero ser ouvida, respeitada e defender sempre as nossas mulheres”, concluiu.

    Valéria terminou agradecendo ao apoio da Câmara Municipal de Três Pontas por conta das inúmeras iniciativas que estão acontecendo e aproveitou para fazer um agradecimento especial ao presidente Myller Bueno, por conta da sensibilidade em favor das mulheres.

    Chocante: 21,4 milhões de mulheres sofreram algum tipo de agressão nos últimos 12 meses

    A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

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    Mais de um terço das brasileiras (37,5%) sofreram algum tipo de violência nos últimos 12 meses, mostra um levantamento preparado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e feito pelo Instituto Datafolha. É o maior volume de casos de violência medidos pela pesquisa desde seu lançamento, em 2017. O percentual representa 21,4 milhões de mulheres com 16 anos ou mais.

    A maioria dos atos de violência foram insultos, xingamentos ou humilhação: 31,4% das respondentes relataram ter sofrido algum tipo de agressão verbal. Uma grande parte das mulheres ouvidas também disse sido ameaçada de apanhar, empurrar ou chutar (16,1%). O percentual foi o mesmo de mulheres que sofreram o crime de perseguição ou amedrontamento, conhecido como stalking. As que de fato foram agredidas por batidas, tapas, empurrões ou chutes foram 8,9 milhões, ou 18,9% da população feminina brasileira.

    A pesquisa ainda traz um dado inédito em relação às anteriores: a quantidade de mulheres que tiveram fotos e vídeos íntimos divulgados na internet sem seu consentimento. Essas somaram 3,9%, o que representa 1,5 milhões de mulheres brasileiras.

    O levantamento ainda mira sobre outros casos de abuso de ordem sexual. Do total, 10,7% afirmam que sofreram abuso sexual ou foram forçadas a ter relações contra sua vontade. São 5,3 milhões de mulheres sob agressões e ofensas sexuais no último ano.

    No Brasil, dados recentes de 2024 e 2025 mostram uma diminuição nos casos de feminicídio e homicídio doloso de mulheres, mas um aumento significativo em crimes como estupro (cerca de um a cada seis minutos em 2023) e ameaças. A violência doméstica é predominante, com cônjuges e ex-cônjuges como agressores mais frequentes, e a violência psicológica é o tipo de denúncia mais comum no Ligue 180. 

    Dados de Violência Letal (2024) 

    • Feminicídios: Foram registrados 1.450 feminicídios em 2024, uma redução em comparação com 2023.
    • Homicídio Doloso e Lesão Corporal seguida de Morte: Também houve diminuição nesses casos, com 2.485 ocorrências em 2024.

    Outros Tipos de Violência (2023 e 2024) 

    • Estupro: Em 2023, o Brasil atingiu um novo recorde, com 83.988 casos registrados, o que corresponde a um crime de estupro a cada seis minutos.
    • Ameaças: Em 2023, as ameaças foram o tipo de violência mais frequente, com 778,9 mil casos.
    • Stalking (perseguição): Registrou a maior alta percentual, com 77.083 casos em 2023.
    • Violência Doméstica: As agressões decorrentes de violência doméstica cresceram 9,8% em 2023.

    Principais Características da Violência 

    • Ambiente:
      A maioria dos casos (73,86%) ocorre na residência da vítima e de familiares, evidenciando a violência doméstica e intrafamiliar.
    • Agressores:
      O principal autor das violências foi o cônjuge/companheiro/namorado/marido (40%), seguido pelo ex-cônjuge/ex-companheiro/ex-namorado (26,8%).
    • Tipos de Violência:
      No Ligue 180, as denúncias mais frequentes são sobre violência psicológica, seguida por violência física, patrimonial e sexual.

    Fontes de Informação e Denúncia

    • Ligue 180:
    Serviço gratuito para informações e denúncias de violência contra a mulher, mantendo o sigilo da denunciante. 
    • Disque 1980: 

    Telefone de denúncias para a Polícia Militar.

    Relatórios Oficiais:

    O Ministério das Mulheres e o Ipea fornecem dados e análises sobre a violência no país. 

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  • Três Pontas dá início à construção do Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher

    Três Pontas dá início à construção do Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação, em parceria com a assessoria técnica Cidades por Elas, deu início à construção do Plano de Trabalho Municipal de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A iniciativa está prevista no Protocolo de Intenções firmado entre as partes.

    Como primeiro compromisso da agenda, foi realizada no dia 05 de junho a 1ª reunião do Comitê Gestor do programa “Três Pontas por Elas”, marcando oficialmente o início dos trabalhos.

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    O encontro reuniu representantes de diversas instituições e setores estratégicos, entre eles membros do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, das Polícias Civil e Militar, da Defensoria Pública de Minas Gerais, da 55ª Subseção da OAB de Três Pontas, além de representantes das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social e Habitação, Saúde e Educação.

    A construção do plano tem como objetivo principal fortalecer a rede de proteção às mulheres no município, promovendo ações integradas de prevenção, acolhimento, atendimento e enfrentamento à violência de gênero.

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    Com a mobilização de diferentes atores da sociedade e do poder público, o programa “Três Pontas por Elas” busca garantir mais segurança, dignidade e direitos para todas as mulheres trespontanas.

    Fonte Ascom PMTP

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  • É HOJE a Final do Concurso Rainha do Rodeio em Três Pontas

    É HOJE a Final do Concurso Rainha do Rodeio em Três Pontas

    Acontece hoje, 18 de Abril, a partir das 19 horas no Centro Cultural Milton Nascimento, a grande final do concurso Rainha do Rodeio de Três Pontas.

    A entrada será a contribuição de um produto de higiene pessoal destinado à caridade local, no caso o Carmelo São José de Três Pontas.

    Além da escolha da Rainha do Rodeio também será escolhida a Princesa do Rodeio.

    “Este evento promete ser uma celebração de glamour, talento e solidariedade, à medida que buscamos eleger a representante máxima da beleza e da cultura do rodeio em nossa comunidade”, disse a Associação Comercial.

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    O evento

    Entre os dias 02 e 05 de maio de 2024 acontecerá a segunda edição do Viva Três Pontas Rodeio Festival. Além de astros de peso, também haverá uma estrutura jamais vista na praça de alimentação e em outros setores do evento, tudo no mesmo padrão das principais festas de rodeio do Brasil. Muitos profissionais e empresas que atuam, por exemplo, em Jaguariúna e Barretos, principais cidades com esse tipo de evento no país, também realizarão em Três Pontas que, de acordo com o presidente da Associação Comercial de Três Pontas, Hugo de Lima Pereira- AcaiTP e Prefeitura são realizadoras do evento – passará a fazer parte do circuito nacional de rodeio, além, da inclusão da sempre aguardada prova dos Três Tambores.

    DATA: 02 a 05 DE MAIO/2024

    LOCAL: ESPAÇO FATEPS

    ABERTURA dos PORTÕES: 20:00 Horas

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    Atrações

    02/05 – ZÉ NETO E CRISTIANO

    03/05 – MATHEUS E KAUAN

    04/05 – GIAN E GIOVANI

    05/05 – ANDRÉ E LUIZ OTÁVIO

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  • Cocatrel comemora 5 anos do Grupo Cafeína Cocatrel no Dia das Mulheres

    Cocatrel comemora 5 anos do Grupo Cafeína Cocatrel no Dia das Mulheres

    A comemoração dos 101 anos da Dona Henriqueta, embaixadora do Grupo Cafeína Cocatrel, também se destacou no evento, celebrando a força feminina no campo.

     No mês de março, mês em que também comemoramos o Dia Internacional da Mulher, o Grupo Cafeína Cocatrel reuniu suas integrantes para comemorar seu quinto aniversário. O evento, marcado por momentos de inspiração e reconhecimento, foi realizado no auditório da Cocatrel e contou com a participação de mulheres determinadas e visionárias que integram esse movimento desde sua fundação.

    Durante o encontro, as participantes tiveram a oportunidade de se enriquecerem com conhecimento e experiências inspiradoras. O executivo de Marketing e Relacionamento, Lúcio Caldeira, deu início ao encontro apresentando os resultados da Cocatrel no último ano, demonstrando a transparência e análise detalhada dos resultados alcançados em 2023 pela cooperativa.

    A professora Mayra Reis compartilhou sua sabedoria em uma palestra intitulada “Alinhando o Propósito e Conquistas: o Poder da Inspiração Feminina”, estimulando as mulheres presentes a perseguirem seus objetivos com determinação e paixão.

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    Além disso, Iandra Vilela, Trade Junior do CDT Cocatrel, trouxe à tona os resultados alcançados pelo Grupo Cafeína Cocatrel ao longo desses cinco anos de trajetória, destacando o impacto positivo que as mulheres têm na cafeicultura e na comunidade.

    Um momento especial da celebração foi a homenagem prestada à dona Henriqueta, embaixadora do Grupo Cafeína Cocatrel, que completou 101 anos. Sua presença e contribuição para o grupo representam a essência de perseverança e liderança que permeiam a comunidade cafeicultora.

    Para finalizar, aconteceu uma roda de conversa com as participantes trocando experiências sobre o dia a dia no campo, fortalecendo os laços entre gerações e reafirmando o compromisso do Grupo Cafeína Cocatrel com o apoio às mulheres rurais.

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    O Cafeína Cocatrel é um grupo composto exclusivamente por mulheres produtoras de café dentro da Cocatrel. Seus objetivos têm impacto não apenas nas vidas das participantes, mas também na comunidade cafeeira como um todo. Entre os principais propósitos do grupo estão a troca de conhecimento e experiências, além da comercialização de cafés especiais com valor agregado. Ele surgiu em 2019 como um movimento que busca o reconhecimento e a valorização das mulheres na cafeicultura. Desde então, essas mulheres têm se destacado como verdadeiras protagonistas, enfrentando desafios e transformando sonhos em realidade. São mulheres fortes e guerreiras, que cultivam não apenas café, mas também esperança e inspiração.

    Cafeína Cocatrel: mulheres que produzem, que inspiram e que transformam realidades. Essa é a essência de um movimento que continua a crescer e a deixar sua marca na história da cafeicultura.

    Fonte: Mateus Freitas Cassimiro / Assessor de Imprensa – Cocatrel

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