Uma jovem mãe, bonita e cheia de sonhos. Renata de Paulla, que acabou de se formar em Pedagogia, foi covardemente assassinada a golpes de faca na madrugada desta quarta-feira, no bairro Santa Mônica, em Três Pontas. A Polícia Militar atendeu a ocorrência que inicialmente tratava de uma briga de casal.
Nossa reportagem conversou com o Sargento da Polícia Militar, Walter Afonso Simão. Segundo ele, por volta das 2h50 desta quarta-feira (08) a PM recebeu uma chamada pelo 190 dando conta de uma briga de casal no bairro Santa Mônica.
“Assim que a guarnição lá chegou se deparou com o local cheio de populares e o acusado sentado na calçada, sujo de sangue. A Polícia Militar isolou o local e afastou os populares. Uma irmã de acusado chamou a unidade do SAMU. No Boletim de Ocorrência não consta claramente que o marido tenha confessado o crime, mas os policiais ouviram dele essa confirmação. Ele disse, inclusive, que se desentendeu com a esposa e que o inesperado acabou acontecendo”, revelou o militar.
Conforme as primeiras informações da polícia, o marido, de 29 anos, teria confessado aos policiais que golpeou a esposa Renata de Paulla com várias facadas após, segundo ele, ter descoberto uma traição dela. Na versão do acusado, a traição teria sido revelada no final da tarde de ontem.
Aparentemente os nervos teriam ‘esfriado’. O acusado, que é operador de máquinas, teria, então, esperado a esposa dormir para praticar o crime.
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Com a confirmação do óbito de Renata a Perícia da Delegacia da Polícia Civil de Varginha, a regional de plantão, foi acionada e realizou os trabalhos de praxe e a liberação do corpo. Ao lado de Renata foi encontrada a faca, usada no cometimento do crime. Já o acusado (que de acordo com as leis brasileiras não pode ter seu nome e nem fotos divulgadas) foi preso e levado ao Pronto Atendimento Municipal para a realização do Exame de Corpo de Delito. Em seguida foi encaminhado ao Quartel, onde prestou depoimento e depois à Delegacia da Polícia Civil. Ele segue preso.
Renata, de 26 anos, e o rapaz se conheceram nas aulas de Legislação de Trânsito numa autoescola da cidade. Lá começaram a ‘ficar’, engrenaram o namoro e posteriormente decidiram morar juntos. O casal tem um filho de 4 anos que, inclusive, segundo os primeiros relatos, estava na casa durante a execução do crime de feminicídio. O crime ocorreu na casa em que a família mora, na Rua José Cogo.
O Conexão Três Pontas conversou com o Delegado de Três Pontas, Dr. Gustavo Gomes. Ele disse estar saindo de férias e que a ocorrência será conduzida pelo delegado da cidade de Boa Esperança e pela equipe da Polícia Civil aqui de Três Pontas.
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Até então, o acusado sempre foi visto como uma pessoa calma, tranquila. Renata era querida por todos. Alegre, extrovertida e brincalhona. “O casal se mostrava muito apaixonado. Inacreditável isso tudo que aconteceu”, declarou o professor que acompanhou o início do romance.
Quanto a acusação feita pelo marido, de que teria sido traído, infelizmente não se terá a versão de Renata, afinal de contas ela está morta, brutalmente assassinada, tudo indica, por quem lhe jurava amor.
Ele teria dito aos policiais estar arrependido e que agiu de cabeça quente.
Pelas redes sociais amigos de Renata se mostraram perplexos e assustados com a notícia do crime. pela quantidade de mensagens é possível ver o quanto a jovem mãe era querida.
Ela trabalhava na Prefeitura Municipal de Três Pontas, que emitiu a seguinte nota de pesar:
Conforme a idade a vida apresenta seu perfil. Desarrumada, desvairada e arrumada são algumas de suas peculiaridades. Em cada existência humana ela flutua com o tempo. A vida é como uma cor de uma pintura que com o decorrer do tempo vai perdendo sua tonalidade, cabendo a nós retocar sempre.
Nos tempos idos de minha existência a vida era como um peão na hora exata da montaria num rodeio rural. Ou seja, um tormento indomável. Seu estado natural era de agitação total. Ou como um grupo de adolescentes dentro do carro bêbados saindo da balada viajando desgovernadamente para sua cidade depois do baile. Enfrentava as ondas sem pranchas e nadava sem direção. Chequei a afogamentos profundos e a volta a tona foi com a ajuda da sorte e da ciência.
Depois de tantos desencontros nos trevos existenciais escolhi uma estrada de saída. Os primeiros quilômetros foram de insegurança e de falta de pericia juntamente com o desconhecimento da estrada. Passando este período critico com perseverança e determinação levou ao encontro do alvo certeiro de um destino promissor.
Hoje ando independentemente das circunstancias naturais do tempo e com segurança total. Tenho bussola e sei os ritmos que devo dar aos meus passos.
No tempo presente a vida para mim é a tranquilidade da sacada de minha casa a meia noite quando a cidade toda dorme e eu ainda lendo ouço os sapos cantarem no brejo ao lado trazendo a sensação de leveza vivencial. Ou às 20 horas assistindo o “JORNAL NACIONAL” depois do banho de chinelas nos pés com a sensação de ordem dentro do meu cotidiano. Ou ainda a sensação da qualidade do sono de um bebe recém nascido. Ou finalmente a sombra frondosa de uma arvore a beira da estrada de roça tomando um suco de maracujá.
Seja qual for à situação de sua vida na época atual não desespere. Mudanças significativas nasceram dos extremos. Se no momento sua vida está desarrumada ou desvairada aprenda que nos trevos existenciais sempre existirá uma estrada certeira, basta apenas fecharem os caminhos errados caminhando que por eliminação sobrará a única estrada de seu destino iluminado.
Em mais um importante movimento para viabilizar a instalação do curso de graduação em Medicina em Varginha pelo Unis, a Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas (FEPESMIG), mantenedora do Grupo Educacional, assinou no final de dezembro um acordo de cooperação com a Fundação Hospitalar do Município de Varginha (FHOMUV), mantenedora do Hospital Bom Pastor, para promover o efetivo funcionamento de curso de Bacharelado em Medicina na cidade.
Assinado no dia 26/12/2022 e publicado no Órgão Oficial do Município no dia 05/01/2023, o acordo de cooperação orienta a participação conjunta do Hospital Bom Pastor e do Centro Universitário do Sul de Minas para o funcionamento pleno do curso em Varginha, fortalecendo também toda a cadeia de cursos e trabalhos realizados pelo Unis na área da saúde.
“A cada dia o Unis reforça o seu compromisso com o desenvolvimento completo da nossa região em todas as áreas que impactam verdadeiramente a nossa comunidade. A assinatura de mais este acordo com um importante órgão como a Fundação Hospitalar de Varginha e o Hospital Bom Pastor, é de grande valor para o trabalho que estamos realizando para trazer o curso de Medicina para Varginha, e fortalece também toda a nossa atuação e base de cursos de saúde. Assim conseguimos ampliar a capacitação dos profissionais formados pelo Unis, garantindo uma qualidade ainda maior para os serviços de saúde destinados à nossa cidade e região”, comentou o Reitor do Centro Universitário, Prof. Felipe Flausino.
O acordo foi assinado pelo Município de Varginha, através do Prefeito Vérdi Lúcio Melo; pela Fundação Hospitalar do Município de Varginha, através do Presidente Edson Antônio Menegueli; pelo Hospital Bom Pastor, através de Rosana de Paiva Silva Morais; e pela FEPESMIG, através do Presidente Luiz Carlos Vieira Guedes.
O trabalho do Unis pela Medicina em Varginha
Esta assinatura dá sequência ao forte trabalho realizado pela FEPESMIG para apresentar mais um grande projeto que pode trazer impactos importantes para o desenvolvimento da nossa cidade, principalmente na área da saúde.
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O coordenador acadêmico do projeto do curso de Medicina, Doutor Gustavo Eugênio Martins Marinho, reforça a importância da assinatura de mais um acordo de cooperação com entidades municipais e o impacto deste movimento como uma grande oportunidade para garantir e amplificar a qualidade dos serviços de saúde ofertados na região, bem como da formação oferecida pelo Unis e pelo futuro curso de Medicina.
“Além de ser um polo regional de saúde, a cidade de Varginha é referência em vários campos da medicina e conta com uma comunidade médica e estruturas altamente qualificadas. Com certeza essa parceria firmada com a Fundação Hospitalar de Varginha e o Hospital Bom Pastor traz um grande diferencial para o desenvolvimento do projeto deste curso e para a qualidade da formação que vamos oferecer para nossos alunos e para os serviços de saúde destinados à nossa comunidade”, destacou o Dr. Gustavo Eugênio.
O Centro Universitário vem preparando sua estrutura física na Cidade Universitária e buscando agregar o melhor corpo docente e a matriz curricular mais atualizada na área da Medicina, visando proporcionar oportunidades de desenvolvimento para Varginha e região de uma forma única e inovadora.
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No dia 21/12/2022, aconteceu uma das grandes movimentações para a vinda do curso para a cidade, com a assinatura de um acordo de cooperação entre a Prefeitura do Município de Varginha e a FEPESMIG, com o objetivo de promover o intercâmbio de conhecimento técnicos, científicos e culturais e possibilitar o desenvolvimento conjunto de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área da saúde, proporcionando inúmeros benefícios à comunidade varginhense através da atuação dos estudantes nas unidades de saúde, sempre supervisionados por professores.
Este mesmo acordo foi assinado também com o município de Três Pontas, onde o Unis passa a oferecer, a partir de 2023, o curso de Educação Física, fortalecendo ainda mais o desenvolvimento na área da saúde para toda a nossa região.
Novos acordos de cooperação com entidades de Varginha e região devem ainda ser estabelecidos e anunciados pelo Grupo Unis, na busca por promover uma grande parceria regional neste movimento de trazer o curso de Medicina para o Unis.
“Estamos promovendo uma dinâmica colaborativa com municípios e entidades da região, pensando nos benefícios que a vinda deste curso para Varginha representa não só para a nossa cidade, mas para a comunidade de toda a nossa região, bem como para a qualificação do desenvolvimento acadêmico e profissional dos nossos jovens”, concluiu o Presidente da FEPESMIG, Prof. Luiz Carlos Vieira Guedes.
O trabalho do Grupo Unis junto ao Direito na cidade de Três Pontas já é reconhecido há anos, através da presença de um forte curso de graduação na Faculdade Três Pontas (Fateps), com altos índices de aprovação na OAB, que já formou centenas de profissionais para o mercado de trabalho local, com diversos trabalhos realizados junto à comunidade trespontana.
O Grupo Unis deu mais um passo no apoio à área do Direito no município, firmando uma importante parceria com a OAB de Três Pontas que garante benefícios acadêmicos para toda a classe da advocacia do município.
O convênio firmado entre a Subseção de Três Pontas da OAB e o Unis, estabelece 15% de desconto em todas as mensalidades, de qualquer curso de graduação ou pós-graduação do Unis, nas modalidades presencial e a distância (EaD), para todos os advogados do município e seus dependentes diretos, em qualquer unidade do Grupo Unis.
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“Muito mais do que garantir oportunidades educacionais para a nossa comunidade, reforçando a nossa missão institucional de empoderar gente para transformar realidades, essa parceria com a OAB Três Pontas vem para confirmar e evoluir o nosso compromisso com a área do Direito no município, pela qual trabalhamos fortemente há anos na Fateps com o curso de Direito, formando profissionais da mais alta qualidade para atuar junto à nossa comunidade trespontana e desenvolver cada vez mais a nossa região”, comentou o Vice-Reitor do Unis, Prof. Ricardo Morais Pereira.
Para a assinatura do convênio, o Presidente da Subseção, Dr. Marcell Voltani Duarte (ex-aluno da Fateps), foi gentilmente recebido pelo Presidente da Fepesmig, Prof. Dr. Luiz Carlos Vieira Guedes, pelo vice-reitor do Unis, Prof. Ricardo Morais Pereira, e pelo Coordenador do Núcleo de Direito, Prof. Makvel Reis Nascimento.
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“A área do Direito no Unis vem passando por uma grande evolução, que só é possível através do desenvolvimento de parcerias com bases fortes como a OAB Três Pontas, que são capazes de proporcionar uma evolução única para o desenvolvimento do nosso trabalho acadêmico enquanto instituição e também para a qualificação profissional da classe do Direito que estamos entregando para a nossa região em Três Pontas, Cataguases e Varginha, sendo um benefício que impacta por fim toda a nossa gente”, concluiu o Coordenador do Núcleo de Direito, Prof. Makvel.
O silêncio é uma das grandes fórmulas de viver. Silenciar não é simplesmente desligar do mundo. É, antes de tudo, conectar-se com outra realidade. Uma realidade a ser construída onde os sonhos têm liberdade para edificar projetos e desejos, conturbados pelos barulhos que a realidade vivida produz.
Não se fala de barulhos como os engarrafamentos e suas buzinas estrondosas, do falatório das pessoas, do barulho vindo das decepções, que não retumbam em nossos ouvidos, mas perturbam a audição da nossa mente.
Silenciar é desconectar-se de coisas artificiais, até mesmo para que encontremos as soluções dos problemas do cotidiano. Não se pode construir soluções, a não ser na nuvem que o silêncio constrói, onde podemos expandir nossos horizontes e nosso raciocínio volta a dominar o nosso ambiente interior.
Não há mágica para solucionar todos os problemas. As angústias são processos de acúmulos de procedimentos que fazemos ao longo da nossa vida, e muitas vezes as soluções não existem. Então, devemos silenciar para absorvê-las e saber como colocar nossos problemas e nossas angústias dentro das nossas vidas; angústias eternas não se separam de nós, mas conviver com elas é um processo próprio da humanidade.
Muitos se sentem culpados por procedimentos errados. Colocar culpa é um procedimento simples para resolver um problema. Não há culpados, não nos devemos sentir culpados com o mal que fazemos a nós mesmos. A outros, sim, um exame de consciência é importante e poucos fazem isso. E não há silêncio que cure.
Muitos se sentem culpados por procedimentos errados. Colocar culpa é um procedimento simples para resolver um problema. Não há culpados, não nos devemos sentir culpados com o mal que fazemos a nós mesmos. A outros, sim, um exame de consciência é importante e poucos fazem isso. E não há silêncio que cure.
Aquele que pratica o silêncio, se cala, antes de tomar uma decisão, é sábio. Pondera e não se acha um covarde ou coisa parecida. Ponderar é uma forma de silêncio onde o vazio nos leva ao futuro, medindo as consequências sobre aquilo que vamos decidir.
Muitos temem os silenciosos, mesmo que o praticante não esteja dizendo ou fazendo nada. Esse afastamento é a melhor arma que se pode usar com os que desejam nos levar para outros caminhos e atalhos fáceis.
Silenciar é um não interno que se manifesta na sua própria quietude, na sua própria calma. Os barulhentos se firmam no barulho que produzem, de forma que possa impedir que o silêncio atue no discernimento.
Silenciar é deixar a resposta no ar sem nem mesmo manifestá-la, é um afastamento espiritual mais amplo que o corporal. É desconcertar, é manipular inversamente o falso poder de outro.
Felizes dos que praticam o silêncio. Se são sábios ou não, isso pouco importa. Mas os silenciosos amedrontam mais pelo que não dizem do que aquilo que podem dizer. É quando os silenciosos se manifestam que os donos da verdade chegam a duvidar de si mesmos.
Gloria ‘Gigante do Jornalismo’ Maria faleceu aos 73 anos após enfrentar câncer no cérebro e pulmão por mais de três anos.
A jornalista Gloria Maria morreu nesta quinta-feira (2) aos 73 anos após enfrentar um câncer de pulmão, descoberto em 2019. Naquele ano, o tumor apresentou metástase e ela se submeteu a uma cirurgia de emergência no cérebro após sofrer um desmaio. Gloria estava internada no Hospital Copa Star, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Atualmente, a jornalista estava afastada do “Globo Repórter”, jornalístico do qual era repórter ou apresentava desde 2010, e no começo do mês se internou para continuar o tratamento contra o tumor com radioterapia e imunoterapia. A morte da jornalista foi lamentada por uma série de famosos, nas redes sociais.
Na carreira, Glória também apresentou, entre outros, o “Jornal Hoje”, “Fantástico”, o desfile das escolas de samba do Rio, em 2001, e diversas retrospectivas do ano. Na Globo desde 1971, a jornalista fez história na TV, seja por ter sido a primeira repórter a aparecer em link ao vivo e em cores do “Jornal Nacional”, seja por suas grandes reportagens, realizadas em mais de 100 países.
Glória Maria e o icônico encontro com o rei do pop Michael Jackson.
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MORTE DE GLÓRIA MARIA É LAMENTADA PELA GLOBO: ‘MUITA TRISTEZA’
A Globo divulgou nota oficial que “com muita tristeza que anunciamos a morte de nossa colega, a jornalista Glória Maria”. Em 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão, tratado com sucesso com imunoterapia. Sofreu metástase no cérebro, tratada em cirurgia, também com êxito inicialmente.
Em meados do ano passado, Glória Maria começou uma nova fase do tratamento para combater novas metástases cerebrais que, infelizmente, deixou de fazer efeito nos últimos dias”, diz o comunicado. Gloria deixa duas filhas, Laura e Maria, 15 e 14 anos, respectivamente com quem costumava fazer programas em família.
GLÓRIA MARIA: RECORDE A CARREIRA DA JORNALISTA
Nascida em Vila Isabel, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, a filha do alfaiate Cosme e da dona de casa Edna, morta em 2020, Gloria Maria Matta da Silva estudou em colégios públicos, onde vencia os concursos de redação, e se tornou poliglota, aprendendo a falar inglês, latim e francês.
Foi telefonista da Embratel e se formou na PUC-Rio. Quando chegou à Globo era “radioescuta”, função que a fazia telefonar para delegacias de polícia. Em 1971 fez sua estreia como repórter de vídeo cobrindo o desabamento do Elevado da Paulo de Frontin. Depois passou por vários telejornais, como o “RJTV” e “Bom Dia Brasil”.
Passava a marcar seu nome no jornalismo. Foi Gloria quem cobriu a posse do presidente americano Jimmy Carter e a entrevistar o brasileiro João Baptista Figueiredo. No final dos anos 1980, chegou ao “Fantástico” primeiro como repórter. Entrevistou diversas celebridades como Madonna e Michael Jackson e fez a cobertura de Jogos Olímpicos e de Copas do Mundo.
Outro fato histórico televisivo foi a primeira transmissão em HD, em 2007. Entre 1998 e 2007, foi apresentadora do “Show da Vida”. De lá até 2010 retornou ao posto de repórter. E a partir de 2010 migrou para o “Globo Repórter”, tornando-se sua apresentadora eventual naquele ano e titular em 2019. Em 2010 e em 2011, apresentou especiais de Roberto Carlos.
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Primeira mulher de destaque na tv. Primeira negra na televisão, primeira jornalista em vários quesitos. Glória sempre foi a primeira e seguirá sendo a primeira fonte de inspiração para todos os jornalistas brasileiros. Soma-se ao talento nato, uma coragem de enfrentar o câncer como poucas vezes se viu. A vontade de viver novamente fez dela um grande exemplo:
“Depois do tumor no cérebro, eu não vivo mais de sonhos. Eu vivo de realidade. Tenho muita coisa para realizar. Ganhei mais um ‘prazo de validade’. E estou aproveitando de todas as maneiras”, garantiu ela. “Eu tinha 30% de sobreviver, 20 de viver sem sequela. É minha vida, é a minha história. É intransferível. Ninguém pode viver por mim. E eu enfrento da maneira que ela se apresenta”, disse Glória.
Glória nos deixou hoje, mas seu jornalismo fica, pra sempre. Não vai embora, na memória, nos exemplos, nos ensinamentos, jamais. A arte de informar no país foi glorificada por essa desbravadora que venceu a pobreza, o racismo, o machismo e todas as lutas que lhe foram impostas. Sucumbiu agora, mas Glória é eterna e agora essa gigante Mulher Negra e Jornalista descansa na Glória do Senhor Jesus!
Quatro réus foram condenados pela morte das 242 vítimas do incêndio, mas julgamento foi anulado e imbróglio judicial continua, Minissérie volta a destacar a tragédia!
A tragédia da boate Kiss, que deixou 242 mortos e 636 feridos em um incêndio ocorrido em Santa Maria (RS), completou dez anos na última sexta-feira (27) sem que ninguém esteja respondendo criminalmente e marcada por um julgamento anulado.
Apesar de a investigação sobre as responsabilidades ter sido relativamente rápida — quatro envolvidos se tornaram réus ainda em 2013 por homicídio com dolo eventual —, o processo se dividiu em seis e passou pelas fases de recursos até chegar ao tribunal do júri em 2021.
Em dezembro daquele ano, os dois ex-sócios da boate, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, foram condenados, respectivamente, a mais de 22 anos e 19 anos de prisão. Também foram condenados o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, que tocava naquela noite na boate, Marcelo dos Santos, e o produtor de eventos da banda, Luciano Bonilha, que acendeu o artefato pirotécnico que Marcelo segurava. Ambos pegaram uma pena de 18 anos.
Segundo a investigação, o artefato fez uma espuma instalada no teto da boate pegar fogo, o que liberou um gás tóxico e asfixiou a maioria das 242 vítimas. O Ministério Público afirmou também que a casa estava superlotada.
O julgamento, considerado o maior da história do Rio Grande do Sul, foi transmitido pela internet e reproduzido por meios de comunicação. Oito meses depois, porém, o TJ (Tribunal de Justiça) do Rio Grande do Sul anulou o julgamento, o que causou revolta nas famílias das vítimas, que esperam há anos por um desfecho do caso.
A Justiça acolheu argumentos das defesas dos réus, que apontaram falhas em diversos aspectos do julgamento, como na realização de uma reunião apenas entre o juiz e os jurados, sem a presença dos representantes dos julgados.
Antes disso, as famílias já discordavam do fato de representantes do poder público em Santa Maria e de órgãos de fiscalização, como os bombeiros, não terem sido denunciados criminalmente por terem permitido à Kiss funcionar de forma irregular, com a falta de uma saída de emergência adequada, por exemplo. Apenas dois bombeiros responderam a processos administrativos e pegaram penas pequenas.
O Ministério Público apresentou recursos para tentar reverter a anulação do julgamento que condenou os quatro réus do caso, e eles ainda tramitam no TJ (Tribunal de Justiça) do Rio Grande do Sul. Deverão ainda ser julgados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal), não havendo data para a resolução do caso, portanto.
Tatiana Borsa, que defende o vocalista Marcelo, afirma que a defesa espera um novo julgamento. “O direito existe, a Justiça existe, e eu tenho certeza que eles irão para um novo júri e vão ser absolvidos”, diz.
Em nota divulgada na quinta-feira (26), o Ministério Público disse reiterar a sua convicção na lisura de todo o júri popular, realizado de forma imparcial, sem “intercorrências”. “A sociedade, de forma isenta e soberana, deu a resposta justa e adequada aos graves fatos ocorridos em 27 de janeiro de 2013. Deste modo, tal resposta deve ser respeitada”, afirma o órgão.
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Vigília
Apesar do imbróglio, as famílias mantêm a luta por justiça. A Associação de Familiares de Vítimas de Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria, em conjunto com o Coletivo Kiss: Que Não Se Repita e o Eixo Kiss do Coletivo de Psicanálise de Santa Maria, havia programado uma vigília para a noite de quinta e a madrugada desta sexta (27), quando a tragédia completa dez anos.
Imagens mostram o interior da boate Kiss
O letreiro da boate, que se destacava e chamava atenção pela beleza e luminosidade até aquele 27 de janeiro de 2013 na Rua dos Andradas, hoje se perde entre o preto triste do luto da fachada e o desgaste de portas, madeiras, contornos e outros materiais.
Círculo decorativo danificado, com o nome da boate, na parede no hall de entrada. Quatro dos 12 espaços definidos nesta parede estavam vazios, sem qualquer vidro ou espelho. Os oito restantes resistiram.
Na metade direita da boate, próximo ao bar, pedaços de revestimento e espuma ainda pendem do teto. São de material melhor do que o da espuma colocada no teto do palco, onde começou o incêndio. O espaço foi totalmente destruído pelo fogo vindo do sinalizador manipulado pelo vocalista da banda Gurizada Fandangueira, que fazia o show da noite e hoje está extinta.
O local onde funcionava o caixa da Kiss, no início da metade esquerda da casa, à frente, virou depósito de parte dos entulhos surgidos no prédio desde que foi fechado. As barras de ferro limitando a mobilidade dão o tom da casa.
A transformação da grande boca de batom que decorava o fundo da metade direita da boate Kiss mostra como o incêndio atingiu as paredes: o lábio de cima ficou borrado de preto e o de baixo manteve o vermelho mais vivo. À esquerda, muitas das barras de ferro que impunham dificuldade adicional aos jovens na hora da fuga.
Barras de ferro como as duas da foto, no hall de entrada, impediram pessoas de sair. No desespero e espremido em filas de presentes que pressionavam para sair, quem estava mais próximo da saída não teve como pensar em retirar as cercas de ferro do seu encaixe.
Sujeira, cascalhos, partes desprendidas e, ao fundo, à direita, o local onde era o bar da boate Kiss. Ao menos duas mesas ainda tinham anotações com o nome das pessoas que as reservaram. Problemas no teto contribuíram para causar inundações do local após o fechamento, pela ação da chuva.
No desespero, muitos presentes confundiram a luz de uma faixa luminosa de propaganda de uma cerveja, colocada nos banheiros, com uma abertura para o exterior da boate e se aglomeraram nos banheiros da casa, onde foram encontradas muitas vítimas.
O banheiro masculino da boate Kiss. Grande parte dos mortos foi encontrada nos sanitários masculino e feminino. Quando o fogo, a fumaça e o gás liberado pela espuma começaram a se intensificar. Muitos jovens entraram nos banheiros acreditando que havia abertura para saírem.
A parte esquerda da boate. Ao fundo ficava o palco e, à direita, a área vip. O repórter fotográfico precisou fazer um pequeno malabarismo para fotografar essa parte pois o acesso a ela está vetado pelo risco de queda de partes do telhado e da estrutura. Quando as visitas são autorizadas, o uso de capacete é obrigatório.
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MINISSÉRIE ‘TODO DIA A MESMA NOITE
Após o lançamento da série “Todo Dia a Mesma Noite” na Netflix, cerca de 40 famílias de vítimas cogitam abrir um processo contra o streaming. Entre outras coisas, as famílias pedem que parte do lucro seja revertida ao tratamento dos sobreviventes e à construção de um memorial em Santa Maria (RS).
A série é inspirada no livro homônimo de Daniela Arbex, que realizou cerca de 100 entrevistas com familiares para a obra. Durante o desenvolvimento da adaptação, o livro foi usado como a principal base. O contato com os envolvidos não aconteceu para, segundo o elenco, “não ser invasivo”.
Em participação no programa Splash Vê TV, Arbex contou que já havia tido contato com o descontentamento de alguns pais com o projeto.
“Chegou a mim, não diretamente porque a minha rede é muito afetiva”, declarou, quando perguntada sobre reações negativas. “Sinto um acolhimento imenso de pessoas que acompanham o meu trabalho e que já me conhecem, conhecem a seriedade do meu trabalho em quase 30 anos de jornalismo.” Ela contextualiza que, ainda assim, ficou sabendo de reações contrárias.
“Chegaram informações de familiares que não queriam e estavam descontentes. E, aí, eu tenho respondido isso com uma pergunta: a quem interessa o silenciamento? O silenciamento só beneficia os réus e a impunidade”, desabafa.
Autora vê reações contrárias como algo natural
“Eu consigo entender a apreensão, principalmente daquilo que eles ainda não puderam constatar”, ameniza, sobre o receio com a série. Para ela, é compreensível que as reações não sejam unânimes, mas a autora defende a importância do seriado.
“Eu acho que esquecer é negar a história. E, quando a gente esquece, a gente repete”, afirma.
Daniela conta que recebeu muitas mensagens de apoio durante o desenvolvimento do projeto. “Houve muito mais mensagens de gratidão das famílias, de agradecimento e acolhimento do que essas reações, que são naturais e fazem parte do processo. Tenho certeza que, se essas pessoas se dispuserem e quiserem assistir, elas vão mudar o seu olhar.”.
Em entrevista a Splash, a advogada Juliane Muller Korb, que representa as 40 famílias que pensam em mover um processo, afirmou que seus clientes não foram consultados.
“Os familiares querem justiça, não querem esquecimento. Querem que fale sobre o incêndio, como em outros documentários e produções jornalísticas, mas sem dramatização e sensacionalismo visto nessa série. Foi pesado para eles verem a cena do reconhecimento dos corpos no ginásio logo no trailer. Muitos não conseguiram fazer isso quando a tragédia aconteceu e, depois, nunca mais viram os corpos.”
A minissérie em 5 capítulos está disponível na Netflix.
Santa Maria (RS) – Ato ecumênico em homenagem às 242 vítimas do incêndio da Boate Kiss na Praça Saldanha Marinho, pela data de um ano da tragédia (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Atendimento realmente diferenciado, taxas mais baixas, gama de serviços, são alguns dos atrativos.
O Sicoob Copersul vem crescendo bastante em Três Pontas. E não é só um crescimento físico, no que tange a ampliação de suas unidades, mais sim o crescimento de aceitação e aprovação por parte dos trespontanos, especialmente de seus cooperados. Aproveitando a inauguração de mais uma unidade do Sicoob Copersul em Três Pontas, nossa reportagem conversou com algumas pessoas que demonstraram grande satisfação com os serviços oferecidos pela cooperativa de crédito.
Não bastasse a solidificação da marca em Três Pontas, afinal de contas o Sicoob Copersul completa 28 anos de vida, a cooperativa de crédito, que além da unidade central, já contava com uma unidade nova, moderna e aconchegante no bairro Santa Terezinha, um pouco para frente do bairro Catumbi, agora também conta com mais uma unidade de Negócios, recém inaugurada na Avenida Ipiranga, oferecendo uma gama bastante grande de serviços.
Clientes do Sicoob Coopersul relataram ao Conexão Três Pontas o quanto enxergam diferenças positivas entre o que é oferecido pelos bancos tradicionais e o Sicoob. A satisfação é bastante grande quando falam da cobrança menor dos pacotes de serviços, além de um atendimento diferenciado e enaltecido por todos com quem falamos.
“Eu tenho conta bancária em dois bancos tradicionais da cidade e também tenho no Sicoob Copersul. Mas a minha vontade é ficar só no Sicoob, pois cobram menos taxas e nos oferecem uma atenção especial, um atendimento personalizado que faz toda a diferença, que nos faz bem e que motiva a darmos continuidade, além do famoso ‘boca-a-boca’, ou seja falamos bem, fazemos uma propaganda muito positiva, afinal de contas como já disse, a satisfação é bastante grande”, ressaltou uma cooperada.
A nova unidade de negócios do Sicoob Copersul está localizada na Avenida Ipiranga, 572, no centro de Três Pontas e fica aqui o convite para que você possa conhecer mais essa unidade e, por que não, se tornar um novo cooperado?
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A agência recém inaugurada funciona de segunda a sexta-feira das 9h30 às 18h30. Já o caixa eletrônico funciona da 7h às 21h.
Membros do Conselho de Administração e também do Conselho Fiscal, além da Direção Executiva, participaram da cerimônia de inauguração, que também contou com a presença de algumas autoridades como o Prefeito Municipal Marcelo Chaves Garcia e o Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Bruno Dixini Carvalho.
Coube ao Vigário do Santuário diocesano Nossa Senhora D’Ajuda, Márcio Paulino Arantes Júnior, realizar as bênçãos das novas instalações.
O Sicoob Copersul iniciou as suas atividades em Três Pontas em 9 de janeiro de 1995. E 28 anos depois os fundadores Vicente de Paula Brito e Márcio Pieve compareceram a inauguração da nova unidade e mais uma vez foram reconhecidos publicamente.
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Quem quiser conhecer a nova agência do Sicoob Copersul na Avenida Ipiranga será recebido pela Gerente Camila Andrade ou então pelo Agente de Atendimento Luiz Gustavo Costa Clementino.
O Sicoob Copersul é uma cooperativa que tem como lema ir muito além da liberação de crédito ou da abertura de novas contas. O que ela busca e aliás tem feito com extrema qualidade e dedicação é fazer a diferença na vida das pessoas, oferecendo soluções para dificuldades e problemas financeiros, além de oportunizar um cuidado mais efetivo com o dinheiro e a vida financeira de cada cooperado. Prova disso é, justamente, não apenas a capilarização das agências, mas a satisfação por parte de cada cooperado Sicoob Copersul.
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A polícia afirma que a jovem morreu ao ter o pescoço quebrado. O suspeito do crime, Thiago Mayson da Silva Barbosa, 28 anos, está preso.
Estudante de Jornalismo da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos, foi morta durante calourada na instituição ocorrida na sexta-feira (27). A polícia afirma que a jovem foi estuprada e teve o pescoço quebrado. Thiago Mayson da Silva Barbosa, de 28 anos, foi preso no sábado (28) por suspeita de ter cometido o crime. Jovem sonhadora, de origem muito pobre, estava prestes a realizar o sonho de se formar e comprar um casa para seus pais.
A jovem Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos, chegou morta ao Hospital da Primavera, localizado na Zona Norte de Teresina. Ela apresentava lesões no rosto e em diversas regiões do corpo.
De acordo com o delegado Francisco Costa, o “Barêtta”, coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), a jovem foi violentada em uma sala do Programa de Pós-Graduação em Matemática, no Centro de Ciências da Natureza (CCN) da UFPI. Acontecia uma festa em um espaço próximo no momento.
Na sala, foram encontrados uma mesa e um colchão com vestígios de sangue. Os materiais foram apreendidos. Thiago Mayson da Silva Barbosa, 28 anos, suspeito do crime, possuía as chaves da sala.
“As chaves ficam com os funcionários, mas alguns estudantes, por morarem longe e no outro dia ter que fazer um trabalho, ter que utilizar o computador, às vezes utilizam a sala. No caso, o agressor tinha a chave da sala. Mas, em geral, não é uma política adotada”, informou um representante do Diretório Central dos Estudantes, Fábio Andrade.
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Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos, era estudante do curso de Jornalismo na UFPI. Ela ingressou na instituição no segundo semestre de 2020 e já estava juntando dinheiro para pagar a festa de formatura.
A cunhada Andreza Almeida contou que Janaína era uma estudiosa e sonhava em escrever um livro. Ela foi a primeira da família a ingressar no ensino superior.
“Era muito estudiosa. Só vivia pra estudar. Gostava muito de ler, falava que um dia iria escrever um livro. Assim que entrou na universidade, precisava muito de um computador e, sem ter condições, começou a fazer bolos no pote pra vender e conseguir comprar”, contou.
Em uma rede social, Janaína compartilhava poemas de autoria própria. A última publicação, feita em 2 de janeiro deste ano, inicia com o verso: “anseio o que o futuro tem pra mim”. Veja abaixo:
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O Instituto de Medicina Legal (IML) emitiu uma declaração de óbito em que aponta que a causa da morte de Janaína foi trauma raquimedular por ação contundente, uma contusão na coluna vertebral a nível cervical, que provocou lesão da medula espinhal e morte. Ou, seja, teve o pescoço quebrado.
O órgão reforçou que a ação contundente pode ter sido causada “por pancada, torcendo a coluna vertebral ou traumatizando, ação das mãos no pescoço com intuito de matar ou fazer asfixia, queda, luta, dentre outras possibilidades que estão sendo analisadas junto às investigações do caso”.
Em depoimento, o suspeito teria dito que a jovem caiu. Um segurança contou que encontrou a vítima já morta nos braços de Thiago.
O suspeito é Thiago Mayson da Silva Barbosa, 28 anos, estudante do mestrado em matemática da UFPI. Ele foi detido no sábado (28) e relatou que Janaína passou mal durante uma relação sexual consensual.
“O que sabemos é que um vigilante da instituição avistou o rapaz saindo da sala, com a moça nos braços. O vigilante viu as roupas do rapaz sujas de sangue, disse ‘ei, o que tá acontecendo aí?’ e o rapaz disse ‘minha amiga passou mal, tô levando pro hospital’. O vigilante então deteve ele, chamou reforço e, de carro, foi com os dois até o hospital”, contou o delegado Barêtta.
A Universidade Federal do Piauí (UFPI) informou que a administração não havia autorizado a festa realizada na sexta-feira (27). Em nota, a instituição afirmou que está colaborando com as investigações e que vai buscar imagens de câmeras de segurança para ajudar. A instituição declarou ainda que desaprova condutas que coloquem em risco estudantes, professores ou funcionários.
Como economizar e garantir produtos com bom custo-benefício?
Chegou o momento da temida lista de material escolar, uma despesa a mais em um início de ano já carregado de contas extras a pagar. Economizar e escolher produtos que vão durar (pelo menos) até o fim do ano letivo são alguns dos desafios de pais e responsáveis na hora de escolher o material.
A primeira dica é fazer uma triagem do material utilizado em anos anteriores que ainda pode ser aproveitado. Na sequência, é importante pesquisar preços em diferentes lojas e sites. Pensando na economia, muitas famílias preferem não incluir as crianças no momento da compra. Porém, permitir que os filhos ajudem a escolher o material escolar dentro dos limites do orçamento pode ser uma excelente oportunidade de envolvê-los nos estudos e ainda trabalhar a educação financeira desde cedo.
Os cuidados com saúde e segurança também devem ser prioridades, conforme enfatiza o site especializado em recomendações, mybest Brasil. Para isso, a escolha de materiais como mochila, tesoura e giz de cera deve levar em consideração a idade da criança.
Veja mais algumas dicas que a mybest reuniu para quem quer acertar na escolha do material, garantindo produtos com bom custo-benefício:
Mochila: para evitar que a mochila rasgue ao longo do ano, deve-se optar por materiais resistentes, como lona, poliéster ou nylon. Em relação ao modelo, o ideal é que até os 7 anos de idade as crianças utilizem mochilas de rodinha. Os modelos de costas são indicados a partir dos 8 anos, desde que o peso total carregado não ultrapasse 10% do peso da criança.
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Estojo: se o intuito é acomodar apenas lápis, caneta e objetos menores, um estojo escolar com até 20cm de comprimento e 3cm de largura é o suficiente. Esses modelos costumam caber em qualquer mochila. Para carregar mais itens, como réguas, tesouras, cola e canetinhas, é melhor optar por um estojo com pelo menos 25cm de comprimento e 17cm de largura. Lembrando que os estojos maiores ocupam bastante espaço na mochila!
Lápis de cor: as caixas de lápis de cor costumam ter entre 12 e 72 cores. Caixas com 12 ou 24 cores são suficientes para crianças que estão começando a pintar. Mais do que isso pode confundi-las. Para crianças de até 4 anos, que ainda estão desenvolvendo a coordenação motora, além de preferir o formato triangular, escolher um lápis de tamanho jumbo também ajudará os pequenos a segurarem o lápis corretamente.
Giz de cera: o giz de cera escolhido deve ser atóxico e estar em conformidade com as normas de segurança do Inmetro. Esse órgão realiza testes de metais pesados e confirma se o produto é seguro para uso. É possível constatar isso verificando o selo do Instituto na embalagem do produto ou pelo próprio site do órgão.
Canetinha: ao manusear canetinhas hidrográficas, é muito comum notar manchas na roupa, não é mesmo? Para facilitar a lavagem do tecido, prefira canetinhas com o selo de lavável na embalagem.
Lapiseira: é possível encontrar lapiseiras de metal e de plástico. Em geral, os modelos de metal são mais pesados, resistentes e caros, enquanto as lapiseiras de plástico são mais leves, frágeis e baratas. Alguns modelos podem apresentar uma combinação dos dois materiais, como as lapiseiras com o corpo de plástico e a ponteira de metal. Essa é uma ótima opção para quem busca um produto com bom custo-benefício.
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Caderno: para cadernos escolares, o ideal é que a gramatura do papel esteja entre 56 e 90g/m². Para desenhos, uma gramatura superior a 90g/m² é mais desejável. Quanto menor a gramatura, mais frágil e “transparente” serão as folhas do caderno.
Tesoura: o primeiro critério a observar é se a tesoura tem ponta arredondada, para evitar acidentes. Sobre o material, para crianças com até 6 anos, modelos totalmente em plástico são mais indicados. Para crianças maiores, ou que já possuem bom domínio desse instrumento, pode-se optar por uma tesoura escolar em aço inox.
Dica extra: identifique com uma etiqueta todos os materiais dos pequenos para facilitar a devolução em caso de perda, o que é muito comum no ambiente escolar.
O que não pode ser exigido:
A Lei Federal nº 12.886/2013 proíbe a cobrança na lista de material escolar de itens que sejam de uso coletivo, como produtos de limpeza, de higiene e materiais para uso administrativo. Alguns exemplos de produtos vetados são giz de cera e canetas de lousa, papel higiênico, copos e pratos descartáveis, medicamentos, fitas adesivas, entre outros itens que não são para uso exclusivo do aluno. Ademais, as quantidades pedidas devem limitar-se ao que será usado naquele ano letivo.
É o terceiro crime de grande repercussão com o mesmo modus operandi cometido no município nos últimos anos; Por coincidência todos os crimes ocorrerem em sábados.
Três Pontas não é uma cidade com altos índices de violência e de criminalidade. E principalmente nos últimos anos tem contado com trabalhos bastante eficientes de suas forças de segurança, tanto a Polícia Militar quanto a Polícia Civil. Mas, mesmo assim, o município não está livre do cometimento de alguns crimes bárbaros, hediondos e que chocam a sua população. Foi assim, novamente, no último final de semana.
Roberval Guimarães de 49 anos de idade, residente no bairro Jardim das Esmeraldas em Três Pontas, foi covardemente assassinado a pauladas da manhã do último sábado, dia 28.
De acordo com informações colhidas junto à polícia, o suspeito, que tem 23 anos de idade e que foi preso na zona rural, não revelou a motivação do assassinato.
O indivíduo foi encaminhado para a Delegacia de Plantão, em Varginha e na sequência transferido para o Presídio de Três Pontas.
O corpo da vítima foi sepultado na tarde do último sábado no Cemitério Municipal de Três Pontas.
Ainda conforme a polícia, o suspeito não possui passagens, mas seria usuário de drogas.
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Outros Crimes Semelhantes
Esse não é o primeiro homicídio cometido na cidade com o mesmo modus operandi. No dia 22 de julho de 2017, também um sábado, um jovem de 25 anos foi morto a pauladas em um bar em Três Pontas. De acordo com a polícia e o boletim de ocorrência da época, Iago Moreira Nicodemos teria sido agredido com dois pedaços de madeira por cinco adolescentes que estavam no mesmo bar que a vítima.
A polícia informou que a causa do crime seria uma briga entre a vítima e um dos menores horas antes. A vítima havia sido socorrida pelo Samu e encaminhada para o Pronto Atendimento Municipal com lesões na cabeça e no braço Mas acabou não resistindo aos ferimentos e morreu. Dois menores suspeitos de participação no crime foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Varginha naquela ocasião.
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Um outro homicídio também praticado com pedaço de pau aconteceu em Três Pontas recentemente.
Um jovem de 23 anos foi assassinado, novamente em um sábado, após ser espancado em Três Pontas. Conforme a Polícia Militar a agressão teria ocorrido após o irmão da vítima ‘mexer’ com a companheira do suspeito do crime. Ainda conforme a PM, um homem de 34 anos havia contado que estava em um lual, em um lugar conhecido como Capadócia, no bairro Santa Tereza 2, quando teria sido agredido por alguns indivíduos que teriam fugido do local após a briga.
O homem havia dito os policiais na época que, por causa das agressões sofridas, teria ido até a casa de seu irmão e contado o que havia ocorrido. Eles saíram juntos em busca dos homens que o teriam agredido. Ao chegar na Rua Vereador Nelson Pereira Vilela eles localizaram os homens perto de um bar e começaram uma nova briga. Naquele momento o irmão do homem teria sido agredido com pauladas e pedradas na cabeça. Um dos suspeitos do crime foi preso um dia depois, no Distrito do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, na zona rural de Três Pontas. Ele estava escondido em uma casa abandonada.
Apesar desses casos, Três Pontas não figura entre as cidades mais violentas do Sul de Minas e chegou a ficar vários meses sem o registro de um único assassinato sequer.
O Brasil dará mais um passo a favor da sustentabilidade! A primeira usina do estado, que transforma lixo residencial em energia elétrica já está em construção e deve ser inaugurada até o final de 2023 no Estado de São Paulo.
A usina ficará na cidade de Palmital, a aproximadamente 400 quilômetros da capital e contemplará, inicialmente, mais outros 13 municípios da região.
O lixo será coletado de aproximadamente 150 mil casas, que resultará na geração de 144 MW/dia, o suficiente para atender a demanda energética de quase 30 mil residências por ano.
Cidades limpas e abastecidas
Menos lixo e mais economia na conta de luz são as duas maiores vantagens dos moradores dessas cidades.
Segundo Consórcio Intermunicipal do Vale do Paranapanema (CIVAP), responsável pelo projeto, a construção da usina evitará o descarte anual de quase 94 mil toneladas de resíduos em aterros sanitários.
Ainda não há expectativa de quanto o consumo nas contas de luz, mas a perspectiva é que os valores reduzam bastante, em consideração ao que é cobrado hoje por usinas convencionais.
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Sem poluentes
Quanto ao processo de incineração de energia, a outra parceira do projeto, a concessionária BAL-CIVAP, garantiu que as cinzas geradas pela transformação do combustível derivado dos resíduos em gás não são nocivas ao meio ambiente.
Além disso, essas cinzas também poderão ser reaproveitadas para fazer massa asfáltica e tijolos.
“Receberemos o lixo in natura, trituramos, desidratamos e criamos um combustível, que posteriormente é transformado em gás”, explica Luciano Reis Infiesta, presidente da Carbogás Energia, empresa executora do projeto e detentora da patente.
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Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
Outro fato de a usina de Palmital chamar a atenção, é que esta será a primeira vez que uma usina é criada utilizando tecnologias enquadradas nos 12 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Esses objetivos fazem parte de um plano mundial da ONU para melhorar a sustentabilidade do planeta até 2030.