Categoria: Brasil

  • Contran restabelece prazo de 12 meses para tirar a CNH: entenda melhor

    Contran restabelece prazo de 12 meses para tirar a CNH: entenda melhor

    Retirada da primeira habilitação volta a ter prazo máximo de conclusão

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) restabeleceu o prazo máximo de 12 meses para conclusão do processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), contado a partir de 1º de janeiro de 2022. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União como Deliberação Contran nº 248/21.

    O prazo para tirar a CNH estava suspenso por tempo indeterminado, como medida para diminuir os impactos da pandemia da covid-19 no Brasil. Pela decisão do Contran, quem tinha processo ativo até 31 de dezembro de 2020, agora terá até 31 de dezembro de 2022 para conclui-lo.

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    Atualmente, o processo para requerer a carteira de habilitação inclui exames de aptidão física e psicológica e aulas teóricas com duração de 45 horas/aula, seguidas de uma prova. Na etapa seguinte, é preciso fazer um curso prático de direção com, no mínimo, 20 horas/aula tanto para a categoria A (motocicleta) quanto para categoria B (automóvel). Após todas essas etapas, o candidato faz a prova prática.

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    Autoescolas

    O Contran também prorrogou, por um ano, contado desde 3 de novembro de 2021, os prazos para uso dos veículos de aprendizagem em centros de formação de condutores.

    Pelas regras, os veículos utilizados por autoescolas devem ter tempo máximo de uso. Na categoria A, por exemplo, o prazo é de cinco anos, excluído o ano de fabricação. Para a categoria B, o prazo é de até oito anos, sem contar o ano de fabricação.

    Fonte Itatiaia

     

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    Roger Campos

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  • Ministério da Saúde prorroga Programa Mais Médicos por um ano

    Ministério da Saúde prorroga Programa Mais Médicos por um ano

    Portaria foi publicada hoje no Diário Oficial

    A Portaria do Ministério da Saúde nº 99/2022, publicada no Diário Oficial da União, prorroga, por um ano, o contrato de um grupo de 19 profissionais com o Projeto Mais Médicos para o Brasil.

    Pela norma, a prorrogação se dará automaticamente a partir do primeiro dia após o vencimento do Termo de Adesão e Compromisso original. Caso o participante não tenha interesse na prorrogação, deverá acessar o Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP), no período de 6 a 7 de janeiro de 2022, e manifestar formalmente o desinteresse em continuar no programa. Nas situações em que o gestor municipal não tenha interesse na permanência do participante por um ano no projeto, deverá acessar o SGP, exclusivamente no período de 6 a 7 de janeiro de 2022, e manifestar formalmente o desinteresse na prorrogação, expressando o motivo da recusa.

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    O participante com prorrogação automática da adesão deverá, obrigatoriamente, entregar ao gestor municipal, até o dia 30 de janeiro de 2022, o Termo Aditivo ao Termo de Adesão e Compromisso, em duas vias, devidamente preenchido e assinado, o que implicará, para todo e qualquer efeito, concordância de forma expressa com todas as condições, normas e exigências estabelecidas no Edital e demais normativos que regulamentam o projeto.

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    Cabe ao gestor municipal receber os documentos exigidos na portaria, e mantê-los sob sua guarda, com disponibilização ao Ministério da Saúde quando requerido. O resultado da prorrogação automática, será disponibilizado no endereço eletrônico.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • Covid-19: Crianças não precisarão de receita médica para vacinação

    Covid-19: Crianças não precisarão de receita médica para vacinação

    Ministério da Saúde anunciou na tarde desta quarta-feira (5) como será realizada a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19. Diferente do que foi anunciado inicialmente, não haverá exigência de receita médica para a imunização do público infantil, além disso, a vacinação não será obrigatória.

    Segundo o governo, a vacinação será coordenada de forma decrescente, ou seja, as crianças mais velhas serão vacinadas primeiro do que as mais novas. Crianças com comorbidades com qualquer tipo de deficiência permanente, indígenas e quilombolas terão prioridade na imunização.

    Apesar de não ser necessária a apresentação de receita médica para a vacinação das crianças, caso os pais ou adultos responsáveis pela criança não estejam presentes no momento da imunização, será necessária a apresentação de uma autorização por escrito assinada pelo pai ou pela mãe.

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    Prescrição médica virou orientação

    O Ministério da Saúde orienta os pais e responsáveis a procurarem uma recomendação prévia de um médico antes da vacinação das crianças. Porém, essa é apenas uma orientação, caso não tenha uma receita médica, os pais poderão vacinar seus filhos sem nenhuma intercorrência.

    Apesar da bula do imunizante informar que o intervalo entre doses deve ser de 21 dias, a primeira e a segunda dose serão aplicadas nas crianças com um intervalo de oito semanas. A expectativa é que as primeiras doses cheguem ao Brasil no próximo dia 13 de janeiro e o envio aos estados e municípios seja iniciado no dia 14.

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    Portanto, o início da vacinação das crianças acontecerá ainda no mês de janeiro. Estima-se que o Brasil receba mais de 20 milhões de doses pediátricas da vacina da Pfizer, que é a única aprovada para o público infantil aqui no Brasil.

    Fonte Olhar Digital

     

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    Roger Campos

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  • FIQUE ATENTO: Alistamento militar pode ser feito até 30 de junho

    FIQUE ATENTO: Alistamento militar pode ser feito até 30 de junho

    Inscrição é obrigatória para jovens que completam 18 anos em 2022

    Até o dia de 30 de junho de 2022 estão abertas as inscrições para o alistamento militar. Os jovens brasileiros do sexo masculino que completarem 18 anos em 2022 devem se inscrever exclusivamente por meio do site de alistamento militar.

    No Brasil o alistamento militar é obrigatório, e quem não se alistar pode ter uma série de problemas, como a proibição de:

    • Ingressar como funcionário, empregado ou associado em instituição, empresa ou associação oficial, oficializada ou subvencionada;
    • Assinar contrato com o governo federal, estadual, dos territórios ou municípios;
    • Prestar exame ou fazer matricula em qualquer estabelecimento de ensino;
    • Obter carteira profissional, registro de diploma de profissões liberais, matrícula ou inscrição para o exercício de qualquer função e licença de indústria e profissão;
    • Fazer inscrição em concurso para provimento de cargo público;
    • Exercer, a qualquer título, sem distinção de categoria ou forma de pagamento, qualquer função pública ou cargo público, eletivos ou de nomeação;
    • Receber qualquer prêmio ou favor do governo federal, estadual, dos territórios ou municípios.

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    Inscrição

    Para a inscrição online, é necessário ter em mãos CPF, carteira de identidade ou carteira de trabalho, comprovante de endereço com CEP, endereço de e-mail e telefone. Após preencher o formulário, o candidato deve imprimir seu Certificado de Alistamento Militar para comprovação de sua inscrição junto às Forças Armadas. O acesso é feito com o número do CPF e a senha criada no momento do cadastro.

    Para quem não tem acesso ao um computador pessoal, a inscrição pode ser feita por um telefone celular, instalando o aplicativo de alistamento, disponível para os sistemas iOS e Android. A documentação é a mesma para ambos os casos.

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    Casos especiais

    Há casos em que o alistamento só pode ser feito presencialmente. Uma delas é a de jovens que forem arrimo de família, ou seja, o único responsável pelo sustento da família. Nessa situação é necessário apresentar um requerimento pedindo dispensa de incorporação e também apresentar documentos que comprovem sua condição.

    Outra situação é para os jovens com deficiência. De acordo com o Ministério da Defesa, para solicitar a dispensa o “portador de necessidade especial física aparente, entregará requerimento solicitando isenção do serviço militar e atestado médico com diagnóstico de incapacidade e o respectivo CID, que é a Classificação Internacional de Doenças”.

    Caso a pessoa não tenha condição de comparecer a uma junta do serviço militar por incapacidade absoluta, ele poderá ser representado por tutor ou curador mediante procuração lavrada em cartório.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Brasil registra 27,5 mil novos casos de Covid-19 em 24h; média móvel vai a 12,3 mil por dia

    Brasil registra 27,5 mil novos casos de Covid-19 em 24h; média móvel vai a 12,3 mil por dia

    Divulgação é do consórcio de veículos de imprensa. Brasil tem 619.559 óbitos e 22.349.605 casos do novo coronavírus.

    Brasil registrou 133 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quarta-feira (5) 619.559 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 98. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -2%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

    Quatro estados não tiveram registro de nenhuma morte: AC, GO, RR e SE.

    Houve 22.349.605 casos registrados, 27.578 nas últimas 24 horas. Já a média móvel de casos está em 12.391 após o apagão de dados nos sistemas do Ministério da Saúde que segue dificultando os balanços de alguns estados. O aumento foi de 318%.

    Especialistas acreditam que aumento é resultado de uma combinação: dos dados que ficaram represados por conta da instabilidade do sistema de notificações do Ministério da Saúde e da disseminação da variante ômicron.

    Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

    Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, em 12 de abril.

    Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

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    Brasil, 5 de janeiro

    • Total de mortes: 619.559
    • Registro de mortes em 24 horas: 133
    • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 98 (variação em 14 dias: -2%)
    • Total de casos confirmados: 22.349.605
    • Registro de casos confirmados em 24 horas: 27.578
    • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 12.391 por dia (variação em 14 dias: +318%)

    Estados

    • Em alta (6 estados): SE, RJ, CE, MT, BA e PE.
    • Em estabilidade (9 estados): PA, SP, AM, GO, PR, TO, RO, AC e SC.
    • Em queda (11 estados e o DF): MG, MS, MA, AP, PB, ES, DF, RS, PI, RN, AL e RR.

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    Vacinação

    Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta (5) aponta que 143.810.302 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 67,42% da população.

    13 estados não divulgaram dados da vacinação.

    dose de reforço foi aplicada em 27.915.108 pessoas, o que corresponde a 13,09% da população.

    Um total de 161.500.131 pessoas, o que representa 75,71% da população, tomou ao menos a primeira dose de vacinas.

    Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 333.225.541 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

    Fonte G1

     

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  • Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    O setor de Turismo e Transporte registrou aumento de 73% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado

    Em meio a pandemia da Covid-19, as vendas de Natal no Brasil cresceram 11,1% em 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

    O período avaliado foi a semana entre 19 e 25 de dezembro. Dentre os destaques, o e-commerce registrou alta de 38,6%, enquanto as vendas físicas aumentaram em 8,8%.

    Santa Catarina foi o estado que mais aumentou suas vendas, com um faturamento 14,4% maior do que o mesmo período no ano passado, seguido por Rio de Janeiro (13,3%) e Minas Gerais (9,3%).

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    O ICVA também avaliou quais as categorias tiveram maior movimentação nos lucros. O setor de Turismo e Transporte lidera o índice em disparada, com aumento de 73% da receita.

    Logo atrás estão itens de Livrarias, Papelarias e Afins, com 15,9% de aumento nas vendas este Natal. Outras áreas como vestuário, artigos de esportes, joalherias também tiveram aumento considerável.

    O menor índice de vendas ficou com o varejo alimentício especializado, como lojas de chocolates, bebidas e doces que aumentaram suas vendas em apenas 1,9%.

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    De maneira geral, Pedro Lippi, Head de Inteligência da Cielo, avalia que o faturamento do Varejo no Natal teve comportamento superior ao observado na Black Friday em novembro.

    Ele explica que o grande destaque do e-commerce foi impulsionado pelas vendas do setor de Turismo e Transporte. “Sem esse setor, o e-commerce teria um crescimento de 23,2%”, afirma.

    Fonte CNN

     

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  • Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Há situações em que a troca é obrigatória; em outras depende da loja

    Presente é sinônimo de satisfação garantida? Depende. Às vezes somos presenteados com um livro repetido ou uma roupa em tamanho que não serve. E o que fazer nessas situações? A resposta varia conforme o motivo da troca, as regras da loja onde o item foi adquirido e também do que prevê o Código de Defesa do Consumidor. Existem situações em que a troca é obrigatória e em outras, depende da loja onde o produto foi comprado.

    A troca de produtos que não apresentam defeitos depende da política de cada estabelecimento. Por isso, vale conversar com a pessoa que comprou o presente para saber se o vendedor se comprometeu a fazer a troca. O Código de Defesa do Consumidor diz que o estabelecimento que tenha uma política de troca tem a obrigação de substituir o produto adquirido. Grandes redes de roupas e livros, por exemplo, tendem a trocar os itens desde que mantida a etiqueta e em prazo preestabelecido.

    Em ambas as situações, a troca deve respeitar o valor pago pelo produto, mesmo que haja liquidações ou aumento de preço. Em caso de troca pelo mesmo produto, a loja não pode exigir complemento de valor. O consumidor também não pode pedir abatimento do preço caso haja mudança entre o que foi pago e o valor no dia da troca.

    “Sendo assim, cada loja pode ter uma política de troca diferente, e o consumidor deve estar atento a essas regras: prazo, cupom fiscal, etiqueta, dentre outras. Sempre que possível, o consumidor deve solicitar essas regras de troca por escrito para, em caso de problema, registrar sua reclamação no Procon”, informou o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF).

    Os órgãos de defesa do consumidor recomendam ainda que a nota fiscal seja guardada para uma eventual troca. Para roupas e sapatos, por exemplo, a etiqueta deve ser mantida na peça e só retirada quando houver a certeza de que o produto não precisará ser trocado.

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    Vício ou defeito

    O código diz que a troca só será obrigatória nos casos em que o produto apresentar vício ou defeito. Nesses casos, fica garantido ao consumidor, por exemplo, trocar uma roupa com problemas de confecção ou um brinquedo que saiu quebrado da loja. Entretanto, se o produto já tiver sido adquirido com defeito e o consumidor foi avisado disso no momento da compra, então ele não terá direito à troca.

    Se o defeito for aparente, a legislação determina o prazo de 30 dias para que o consumidor possa pedir a troca, caso o produto seja um bem não durável, como alimentos, produtos de beleza. Se for um bem durável, como um eletrodoméstico, um eletroeletrônico, uma roupa, um sapato, então o prazo é de 90 dias.

    O código diz ainda que se não for possível o conserto do produto no prazo de até 30 dias, o consumidor poderá optar pela troca do produto, pela devolução do dinheiro ou pelo abatimento proporcional do preço

    É importante observar que o código diz que esse prazo não será aplicado nos casos em que o defeito seja em um produto essencial – como alimentos, medicamentos, equipamentos de auxílio à locomoção, à comunicação, à audição ou à visão, devendo a devolução da quantia paga ou troca do produto ser feita de imediato.

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    Compras na internet

    Caso o presente tenha sido comprado pela internet, a legislação garante ao consumidor o direito de arrependimento no prazo de até sete dias, a contar da data do recebimento.

    Além disso, há a possibilidade de o produto chegar danificado ou não corresponder ao pedido feito. A devolução, nesses casos, pode ser feita e o dinheiro pago deve ser restituído – inclusive o frete.

    Por isso é importante guardar uma cópia dos contatos de e-mail e protocolos de ligações telefônicas, possibilitando a resolução de demandas.

    Se o consumidor não conseguir resolver o problema, a recomendação é que ele procure o Procon do seu estado. Também é possível registrar uma reclamação por meio da plataforma online de reclamações do governo federal.

    A iniciativa, lançada em 2014, permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo pela internet. Na plataforma, o consumidor manda a reclamação diretamente com as empresas participantes, que se comprometem a receber, analisar e responder as reclamações de seus consumidores em até dez dias.

    Em seguida, o consumidor tem até 20 dias para comentar e avaliar a resposta da empresa, informando se sua reclamação foi Resolvida ou Não Resolvida, e ainda indicar seu nível de satisfação com o atendimento recebido.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    Queda foi registrada no trimestre de agosto a outubro deste ano

    O desemprego no Brasil atingiu 12,1% no trimestre móvel de agosto a outubro de 2021, o que representa queda de 1,6 ponto percentual (p.p.) na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021, quando ficou em 13,7%. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6%), o recuo é de 2,5 pontos percentuais.

    A população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, uma redução de 10,4% ou menos 1,5 milhão, se comparado ao trimestre encerrado em julho, quando eram 14,4 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6 milhões de desocupados), caiu 11,3% ou menos 1,7 milhão.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Ocupação

    De acordo com a pesquisa, a população ocupada atingiu 94,0 milhões de pessoas, com crescimento de 3,6% ou 3,3 milhões de pessoas ante o trimestre anterior e avançou 10,2% ou 8,7 milhões de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2020.

    O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,6%, segundo o IBGE, o maior desde o trimestre encerrado em abril do ano passado. O resultado representa também uma alta de 1,8 p.p. na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021. Lá eram 52,8% e de 4,6 p.p. ante o mesmo período do ano anterior (50,0%).

    Crescimento da ocupação

    Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a queda na taxa de desocupação está relacionada ao crescimento da ocupação, como já vinha acontecendo nos meses anteriores. “O aumento no número de ocupados ocorreu em seis dos dez grupamentos de atividades, a exemplo do comércio, da indústria e dos serviços de alojamento e alimentação”, observou.

    De acordo com o IBGE, o aumento na ocupação teve influência do número de empregados com carteira de trabalho no setor privado, que alcançou 33,9 milhões, um avanço de 4,1% se comparado ao trimestre anterior. O percentual equivale a 1,3 milhão de pessoas a mais.

    “Do aumento de 3,3 milhões de pessoas na ocupação, 40% são trabalhadores com carteira assinada no setor privado. Essa recuperação do trabalho formal já vem ocorrendo nos meses anteriores, desde o trimestre encerrado em julho. Então, embora o emprego com carteira no setor privado ainda esteja em um nível abaixo do que era antes da pandemia, vem traçando uma trajetória de crescimento”, apontou a coordenadora.

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    Ainda no setor privado, o total de empregados sem carteira cresceu 9,5% ou 1,0 milhão de pessoas. No trimestre encerrado em outubro, a categoria somava 12 milhões de trabalhadores. Em igual período, o número de trabalhadores domésticos sem carteira cresceu 8,0%, e o de empregadores sem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aumentou 7,4%. Com isso, a taxa de informalidade atingiu 40,7%, o que significa 38,2 milhões de trabalhadores informais no país.

    O crescimento da ocupação influenciado pelo trabalho informal, resultou na queda de 4,6% no rendimento real habitual e atingiu R$ 2.449. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o recuo é de 11,1%. Já a massa de rendimento, com R$ 225 bilhões, permaneceu estável frente aos dois trimestres.

    “Apesar de haver um crescimento significativo da ocupação, a massa de rendimento permanece estável. Isso acontece porque o rendimento do trabalhador tem sido cada vez menor, seja porque a expansão do trabalho ocorre em ocupações de menor rendimento, seja pelo avanço da inflação nos últimos meses”, comentou Adriana.

    Conta própria

    O contingente de trabalhadores por conta própria subiu 2,6%, somando 25,6 milhões. Conforme a pesquisa, são 638 mil pessoas a mais nesta categoria. O aumento dos trabalhadores domésticos ficou em 7,8% também na comparação com o trimestre terminado em julho, o que representa mais 400 mil pessoas. A maior parte desse aumento também veio do trabalho informal. Foram contratadas 308 mil sem carteira de trabalho assinada.

    A população fora da força de trabalho registrou queda de 2,1% em relação ao último trimestre. Essas pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas na semana de referência somaram 65,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em outubro. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, apresentou recuo de 5,4 milhões de pessoas.

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    Potencial

    Segundo a pesquisa, ante o último trimestre, 436 mil pessoas saíram da força de trabalho potencial. Aí estão as pessoas em idade de trabalhar, nem ocupadas, nem desocupadas, mas que tinham potencial para estar na força de trabalho. O IBGE estimou o contingente em 9,3 milhões de pessoas. Fazem parte do grupo os desalentados, que são pessoas que não buscaram trabalho, mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar. Esse grupo caiu 3,8% e foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando eram Brasil 5,8 milhões de pessoas desalentadas no Brasil, houve queda de 11,9%.

    Comércio

    O número de ocupados no comércio subiu 6,4%, isso equivale a 1,1 milhão de pessoas a mais trabalhando no setor. Na indústria a alta ficou em 4,6%, ou mais 535 mil pessoas. Conforme a pesquisa, em igual período, mais 500 mil pessoas passaram a trabalhar no segmento de alojamento e alimentação (11,0%). Na construção, foi registrada uma elevação de 6,5% na ocupação ou 456 mil pessoas.

    Adriana Beringuy informou que na comparação com o trimestre anterior, dos dez grupamentos de atividades, seis tiveram crescimento na ocupação e os demais ficaram estáveis. “Quando comparamos com o mesmo trimestre do ano anterior, nove apontaram crescimento significativo. Isso indica que a conjuntura econômica do trimestre encerrado em outubro é muito diferente do mesmo período do ano passado. A recuperação já mostra um cenário muito mais favorável para a ocupação”, completou.

    Pesquisa

    A Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. Segundo o IBGE, a amostra da pesquisa por trimestre no Brasil é realizada em 211 mil domicílios com cerca de dois mil entrevistadores, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do órgão.

    Por causa da pandemia de covid-19, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. “É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante”, indicou o IBGE.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Em Três Pontas, por exemplo, lojas já oferecem descontos consideráveis para girar as mercadorias e renovar os estoques.

    As vendas de Natal representam, historicamente, a principal data de cada ano em termos de venda. É a cereja do bolo para os comerciantes. E em 2021, mesmo ainda vivendo a pandemia do coronavírus, as vendas de Natal representaram um aquecimento de 11%. E agora os lojistas já trabalham com uma nova realidade: as aguardadas liquidações!

    A economia não pode parar e todas as mercadorias precisam girar. Aquilo que não foi vendido no Natal acaba sofrendo, muitas vezes, uma repaginação nos preços para baixo, com anúncios de produtos mais convidativos a espera dos consumidores que ainda têm alguma reserva financeira depois do Natal para gastar.

    Para alguns especialistas em mercado, ouvidos pelo Conexão Três Pontas nesta terça-feira (28), as vendas do pós-Natal são excelentes oportunidades para o bota-fora do estoque, renovando-o para o próximo ano.

    Muitos brasileiros fazem muitas compras até o Natal já que uma parte considerável dos consumidores viaja para praia. Também há o outro lado, os turistas que não resistem as promoções, sendo elas um excelente chamariz.

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    E outro detalhe importante lembrado pelos especialistas é que tanto o cliente que faz a primeira compra nessa época de liquidações quando aquele que vai fazer alguma troca, de alguma compra de Natal, podem acabar se tornando um cliente fiel de determinada loja, por exemplo.

    Assim, muitas lojas já começam a preparar as fachadas, as vitrines, com muitos adesivos, cores e números em tamanhos garrafais anunciando os descontos.

    Para os especialistas, a vitrine agora precisa ser ainda mais agressiva para atrair tanto quem está passando em frente ao estabelecimento comercial quanto aqueles que estão no interior da loja mas que ainda não se decidiram por uma determinada compra. Mostrar que a empresa está oferecendo produtos com valores diferenciados é o grande segredo do pós-Natal.

     

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    Os consumidores estão cada vez mais atentos e conscientes na hora da compra. Tanto que na maioria dos shoppings centers de todo o Brasil o movimento foi considerado grande nesta segunda-feira, dia 27 de dezembro. Além do grande movimento nos corredores, o interior de algumas lojas também ficou cheio, com muitas pessoas fazendo compras, algumas pensando no look para o réveillon e outras já buscando as liquidações, lembrando que ainda vivemos uma pandemia e que todo cuidado com a prevenção, com uso de máscara, álcool em gel e distanciamento, são necessários e fundamentais.

    Em Três Pontas, onde o comércio também foi aquecido durante o Natal, afinal de contas temos um setor forte, de opções variadas, oferecendo muito daquilo que se encontra nos grandes centros com preços bastante convidativos, as expectativas do pós-Natal são boas. As vitrines das lojas em Três Pontas também já começam a serem moldadas dando ênfase às liquidações de fim de ano.

    O importante, de um lado, é o lojista abusar da sua criatividade e investir em divulgação, já que “quem não é visto não é lembrado”. Do outro lado, o consumidor deve pesquisar e pechinchar, afinal de contas, neste momento, os descontos podem ser ainda maiores do que os anunciados após uma negociação, reforçando aquele ditado de que “quem não chora, não mama.”

     

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    Roger Campos

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  • DINHEIRO: Apostador tem até sexta-feira para jogar na Mega da Virada

    DINHEIRO: Apostador tem até sexta-feira para jogar na Mega da Virada

    As apostas podem ser feitas até as 17h, no horário de Brasília

    Com um prêmio estimado em R$ 350 milhões, pela Caixa Econômica Federal, o apostador tem até as 17h (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (31), dia do sorteio, para fazer o seu jogo nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

    Em sua 13ª edição, a Mega da Virada 2021, concurso nº 2.440 da Mega-Sena, terá o sorteio das seis dezenas realizado a partir das 20h (horário de Brasília). A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

    De acordo com a Caixa, Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com o acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (com o acerto de cinco números) e assim por diante, conforme as faixas de premiação.

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    Bolão

    Para fazer o bolão, basta juntar os amigos, colegas do trabalho ou parentes para formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrado no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individual.

    O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendimento a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

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    Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. É permitida a fazer no máximo dez apostas por bolão. Em caso com mais de uma aposta, todas elas devem conter a mesma quantidade de números de prognósticos.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • “Maior desastre natural da história”, diz governador da Bahia

    “Maior desastre natural da história”, diz governador da Bahia

    Ministros estão no estado para avaliar áreas mais afetadas

    O governador da Bahia, Rui Costa , disse hoje (28) que o estado atravessa “o maior desastre natural da história”. Em entrevista coletiva, Costa disse que ainda não é possível dizer quando começará a reconstrução das áreas destruídas pelas enchentes que atingem o estado neste mês.

    “A Bahia está devastada e ainda não é possível estipular quando as estradas vão ser recuperadas. Não sabemos a extensão. Vamos ter que olhar, caso a caso, a solução técnica. Em alguns lugares vamos ter que mudar a opção. Uma ponte de 50 metros de largura, por exemplo, que foi levada pela água pode ser um pouco maior, com 70 metros, para facilitar a passagem do rio”, adiantou.

    Ainda segundo Costa, não será permitido que casas voltem a ser construídas em áreas de risco, próximas a rios ou em terrenos propensos a deslizamentos. O governador esclareceu que a prioridade das obras serão pontes e estradas essenciais que ligam os municípios a outras regiões e que estejam em locais de mais fácil acesso.

    Números

    Já são 116 municípios afetados e o número de cidades que decretaram situação de emergência chega a 100. Segundo a Defesa Civil da Bahia, até o momento, 470 mil moradores foram prejudicados de alguma maneira pelos temporais. As enchentes do estado já deixaram 20 mortos e mais de 31 mil desabrigados.

    “A sensação que nós temos é, pelas imagens que vemos, de um grande bombardeio em todo o estado”, disse o governador. Ele acrescentou que pelo menos 50 cidades tem casas embaixo d’água. “Agora que a água começa a baixar, a gente vê o estrago que foi feito em casas de pessoas simples, que fizeram um esforço danado para erguê-las.”

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    Auxílio

    Sem adiantar quanto será dado a cada família, Rui Costa reiterou o apelo feito ontem (27) para que prefeitos façam os cadastros das pessoas afetadas pelas enchentes. “Vamos fazer um valor de auxílio financeiro para essas famílias, mas precisamos primeiro entender quantas pessoas foram prejudicadas.”

    O governador está em Ilhéus, onde estão centralizadas as operações para atender a população afetada. Na entrevista, ele agradeceu a ajuda de diversos estados entre eles Maranhão, Ceará, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais e o Distrito Federal, que já anunciaram ajuda com recursos, donativos e até envio de bombeiros para socorrer a população.

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    Sobrevoo

    Na manhã desta terça-feira (28) está previsto um sobrevoo de três ministros – João Roma (Cidadania), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Marcelo Queiroga (Saúde) – sobre as áreas mais afetadas pelas chuvas e enchentes no sul da Bahia.

    Às 11h, está prevista uma coletiva dos ministros em Ilhéus (BA). O ministro da Cidadania, João Roma, visitou no domingo (26) a cidade de Ilhéus e outras áreas afetadas. No município, Roma afirmou que é crucial retirar as famílias das áreas de risco.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • Ano de 2022 terá apenas um feriado nacional prolongado

    Ano de 2022 terá apenas um feriado nacional prolongado

    Três feriados cairão nos fins de semana

    O ano de 2022 terá apenas um feriado nacional prolongado, a Paixão de Cristo, dia 15 de abril, que tradicionalmente cai em uma sexta-feira, podendo ser emendado com o fim de semana. Isso sem considerar os feriados estaduais e municipais e festejos como o carnaval, que é ponto facultativo (algumas cidades adotam como feriado) e vai de segunda a quarta-feira, dias 28 de fevereiro, 1º e 2 de março.

    A portaria do Ministério da Economia, que estabelece os dias de descanso no âmbito da administração pública federal, foi publicada hoje (22) no Diário Oficial da União. Os feriados estaduais e municipais também serão observados nas respectivas localidades, e os serviços considerados essenciais deverão ser preservados nesses dias.

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    Três feriados nacionais serão celebrados nos fins de semana, começando com 1º de janeiro, dia da Confraternização Universal e celebração do Ano-Novo, que será sábado. Dias 1º de maio (Dia Mundial do Trabalho) e 25 de dezembro (Natal) serão no domingo.

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    Além desses, também são considerados feriados nacionais os dias 21 de abril (Tiradentes), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados) e 15 de novembro (Proclamação da República). Na lista do Ministério da Economia também estão os pontos facultativos de 16 de junho (Corpus Christi) e 28 de outubro (Dia do Servidor Público).

    Fonte Agência Brasil

     

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