Categoria: Brasil

  • TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

    TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

    Os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) já trabalham na realização de ampla cobertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, que serão realizados de 24 de agosto a 5 de setembro. A TV Brasil, emissora oficial dos jogos, transmite ao vivo a cerimônia de abertura e a solenidade de encerramento além das principais competições nas diferentes modalidades, com destaque para a participação dos atletas brasileiros em esportes coletivos e individuais. A Agência Brasil, a Rádio Nacional e as redes sociais dos veículos da EBC também reforçam a cobertura do evento esportivo.

    O repórter Igor Santos e o repórter cinematográfico Rodolpho Rodrigues já desembarcaram em Tóquio para registrar a participação dos atletas olímpicos no Japão. Profissionais experientes, os dois atuaram pela EBC na cobertura da Paralimpíada do Rio em 2016 e dos Jogos Mundiais Militares em Wuhan, na China, em 2019, entre outros grandes eventos esportivos.

    Emissora oficial

    EBC é parceira do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), e a TV Brasil é a emissora oficial dos jogos no Brasil. De 24 de agosto a 5 de setembro, realizará transmissões diárias de tudo que estiver acontecendo no Japão, levando o melhor da Paralimpíada para o Brasil.

    A equipe de reportagem da TV Brasil em Tóquio se junta a jornalistas, apresentadores e comentaristas – direto dos estúdios no Rio de Janeiro, para garantir todos os detalhes e emoções das provas e competições que serão transmitidas na íntegra, com narrações exclusivas, ao vivo, de 5h30 às 7h30 da manhã.

    A partir das 8h15 o time da TV Brasil entra no ar sempre que houver brasileiros em ação. A TV Brasil 2 acompanhará o evento e exibe diariamente, a partir das 22h, as competições com o objetivo de apoiar e dar visibilidade aos atletas paralímpicos do mundo inteiro.

    As edições dos telejornais Repórter Brasil Tarde e Repórter Brasil Noite exibem os principais acontecimentos do dia. Fique ligado para os destaques e notícias de última hora e nos programas esportivos Stadium e No Mundo da Bola. Boletins diários na Rádio Nacional informam os resultados do Brasil em todas as modalidades.

    Agência Brasil também entra em clima paralímpico e noticia os resultados, desafios e conquistas dos atletas brasileiros e a agenda de competições. No canal de YouTube da Agência Brasil, de segunda a sexta-feira, no fim do dia, confira um resumo do que aconteceu nos jogos, a agenda e a expectativa do dia seguinte. Você ficará por dentro ainda de outras informações, como curiosidades da cultura japonesa e classificação do Brasil no ranking paralímpico.

    Confira também todos os destaques da cobertura dos veículos da EBC em nossas redes no YouTube, Twitter, Facebook e Instagram pela hashtag #EBCemTóquio.

    A ampla cobertura dos veículos da EBC conta ainda com vídeos, fotos e textos das cerimônias de abertura e encerramento; entrevistas exclusivas com medalhistas e atletas famosos; destaques do dia; especialistas de todos os esportes trazendo contexto e análise dos resultados em todas as categorias; artes animadas do quadro de medalhas, gráficos e curiosidades; e cobertura dos impactos dos Jogos no Japão e no mundo.

    Tokyo 2020 é aqui, nos veículos da EBC e nos canais da TV Brasil, a emissora oficial dos jogos no Brasil. #EBCemTóquio

    Competições paralímpicas em Tóquio

    Neste ano, a Paralimpíada conta com 22 modalidades esportivas. Serão 539 competições no total, realizadas em 21 locais da capital japonesa.

    Entre as novidades, o Comitê Paralímpico Internacional incluiu no programa o parabadminton e o parataekwondo. As duas modalidades substituem o futebol de 7 e a vela, excluídos dos Jogos devido ao pequeno alcance internacional.

    Voltado a participantes com deficiências físicas (de mobilidade, amputações, cegueira ou paralisia cerebral) e mentais, o evento terá atletas das mais diversas nações competindo na busca pela sonhada medalha.

    Participação do Comitê Paralímpico Brasileiro

    A delegação brasileira é composta por 260 atletas (incluindo atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro), sendo 164 homens e 96 mulheres, além de comissão técnica, médica e administrativa, totalizando 434 pessoas. Jamais uma missão brasileira em Jogos Paralímpicos no exterior teve tamanha proporção.

    Na última edição fora do país, em Londres 2012, o Brasil compareceu com 178 atletas, até então a maior. O número para a capital japonesa só é superado pela participação nos Jogos Rio 2016, já que o Brasil garantiu vagas em todas as modalidades por ser país sede e contou 286 atletas no total.

    Os Jogos de Tóquio reservam a possibilidade da conquista da centésima medalha dourada paralímpica na capital japonesa. Atualmente, o Brasil contabiliza 87 láureas.

    Atletas de 22 estados e do Distrito Federal em 20 modalidades – exceto basquete em cadeira de rodas e rúgbi em cadeira de rodas – representarão o Brasil no Japão. Competidores nascidos no estado de São Paulo são maioria, com 60 representantes. Os naturais do estado do Rio de Janeiro vêm em seguida, com 24. Não há representantes provenientes de Amapá, Sergipe, Roraima e Tocantins.

    Serviço

    Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 / Transmissão dos Jogos e cobertura dos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – De 24 de agosto a 5 de setembro

    TV Brasil
    tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar
    WebTV: tvbrasil.ebc.com.br/webtv
    TV Brasil Play play.ebc.com.br (Aplicativo de smartphone disponível para Android e iOS)
    https://tvbrasil.ebc.com.br/

    Agência Brasil
    agenciabrasil.ebc.com.br
    www.youtube.com/c/AgênciaBrasilOficial/videos

    Rádio Nacional (DF)

    Rádio Nacional AM
    980 KHz, Brasília
    https://youtube.com/c/R%C3%A1dioNacionalBR

    Rádio Nacional FM
    87.1 MHz, São Paulo, Belo Horizonte e Recife
    radios.ebc.com.br/radionacional

    Rádio Nacional (RJ)
    FM 87,1 MHz, AM 1130 kHz
    radios.ebc.com.br/nacionalrioam

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Covid-19: governo antecipa para agosto entrega de 3,9 milhões de doses

    Covid-19: governo antecipa para agosto entrega de 3,9 milhões de doses

    Com nova previsão, país terá 68,8 milhões de doses distribuídas no mês

    O Ministério da Saúde informou hoje (19) que conseguiu antecipar a chegada de mais 3,9 milhões de doses, para o mês de agosto, de vacinas contra a covid-19. Com a nova previsão de entregas, o mês deve fechar com 68,8 milhões de doses disponibilizadas para a população.

    Por conta da antecipação, a expectativa é que os laboratórios entreguem 62,6 milhões de vacinas no mês de setembro. De acordo com a pasta, serão 131,4 milhões de doses em dois meses. A medida faz parte do empenho do governo em vacinar toda a população adulta com pelo menos uma dose até o fim de setembro.

    Até o momento, 207,4 milhões de doses foram entregues ou estão em processo de distribuição aos estados e municípios para a campanha de vacinação. Dessas, 172,9 milhões já foram aplicadas, sendo 119 milhões de primeira dose e 52,9 milhões de segunda dose ou dose única da vacina.

    O andamento da vacinação pode ser conferido na plataforma LocalizaSUS, atualizada diariamente.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • ALERTA: Em 24 horas, 979 pessoas morreram e 36 mil foram infectadas pelo coronavírus

    ALERTA: Em 24 horas, 979 pessoas morreram e 36 mil foram infectadas pelo coronavírus

    Mortes sobem para 572,6 mil e casos, para 20,4 milhões

    O total de vidas perdidas para a covid-19 subiu para 572.641. Em 24 horas, desde o boletim de ontem (18) foram registradas 979 novas mortes.

    Ainda há 3.597 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

    Desde o início da pandemia, 20.494.212 pessoas contraíram a doença. Entre ontem e hoje, foram registrados 36.315 novos diagnósticos positivos de covid-19.

    Ainda há 528.524 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

    O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 19.393.047.

    As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19). A atualização reúne informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre os casos e óbitos relacionados à covid-19.

     

    Estados

    No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (143.752), Rio de Janeiro (61.090), Minas Gerais (52.248), Paraná (36.769) e Rio Grande do Sul (33.887). Com menos mortes estão Acre (1.808), Roraima (1.924), Amapá (1.943), Tocantins (3.637) e Sergipe (5.958).

    Vacinação

    Até o início da noite de hoje (19), o painel de vacinação ainda não tinha dados sobre as ações de imunização hoje. Até ontem, o número de doses contra a covid-19 aplicadas estava em 172,9 milhões, sendo 119,9 milhões como primeira dose e 52,9 milhões como segunda dose ou dose única.

    Conforme as informações mais recentes, foram distribuídas 207,4 milhões de doses da vacna contra a covid-19.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Ciclista: dia nacional alerta sobre desafios para trânsito mais seguro

    Ciclista: dia nacional alerta sobre desafios para trânsito mais seguro

    Ciclismo é visto como um dos melhores modais de transporte

    Transformar a dor em uma ação positiva, ainda que em meio a processos muito difíceis, foi a experiência vivida pelo economista Persio Davison, de 73 anos. Da trágica morte de seu filho, Pedro Davison, atropelado por um motorista alcoolizado na chamada faixa presidencial do Eixão Sul, em Brasília, ele viu surgir, em todo o país, um movimento de conscientização e de mudanças de atitudes que, desde então, ajudam a melhorar as estatísticas de ciclistas mortos no trânsito.

    Todos os esforços de conscientização culminaram na criação do Dia Nacional do Ciclista, em 19 de agosto.

    “O Dia Nacional do Ciclista, para nós, é o dia da morte de nosso filho. Por outro lado, é, para a sociedade, um dia de conscientização e de busca por novos caminhos para a mobilidade. Um dia para lembrar que todos temos de ser protetores de todos, e que a realidade só será menos trágica se nos respeitarmos. Um dia para lembrar que temos o mesmo direito de respeito pela escolha sobre como queremos nos locomover”, disse Persio à Agência Brasil.

    Foi no dia 19 de agosto de 2006 que, após participar de um churrasco em comemoração ao aniversário da filha Lulu, de 8 anos, que Pedro, aos 25 anos e com um curso de biologia recém-concluído, optou por fazer algo que estava muito acostumado: “dar um pedal”.

    Forma de diálogo

    O ciclismo, para ele, era mais que um modal de transporte. Era uma forma de manifestar todo o amor que sentia pela natureza e pela vida. Prova disso foi a viagem que fez a Trancoso, na Bahia. Foram 11 dias pedalando e fazendo novas amizades.

    “Pedalar, para ele, era uma forma de diálogo com as populações locais. Ele pernoitava em quintais e na casa das pessoas que ia conhecendo. Meu filho fazia disso um modo de vida”, lembra Persio.

    Em outra viagem, acompanhado de dois colegas, passou 45 dias pedalando pelo Tocantins e, no retorno a Brasília, margeou o Planalto Central na direção do Pantanal. “A vocação dele, como biólogo e ambientalista, estava presente também no ciclismo”, afirma Persio.

    Após o impacto com um veículo a mais de 110 quilômetros por hora (km/h), o jovem Pedro foi arremessado a uma distância de 84 metros e morreu. O motorista Leonardo Luiz da Costa foi encontrado cerca de meia hora depois, tentando escapar de uma blitz no Setor de Indústria e Abastecimento. Ele estava alcoolizado. Sua placa já havia sido informada por um motociclista que testemunhou o crime. A história do biólogo é contada em um curta-metragem chamado Lulu Vai de Bike. Entre as atividades programadas pela organização não governamental (ONG) Rodas da Vida para o Dia Nacional do Ciclista em Brasília está a exibição do curta, às 19h, Espaço Infinu, na 506 Sul. Para acessar a programação, clique aqui.

    “Não é acidente. É crime”

    “O Dia do Ciclista é ato político. Teve sua origem, mas não é a ela que se volta e sim à defesa do direito de o ciclista ter sua mobilidade segura e respeitada. O foco está na construção e não nas tragédias de tantas perdas. A mensagem é de mobilização e futuro”, resume o pai da vítima, ao se referir à tragédia que, hoje, simboliza uma quebra de paradigmas.

    O que antes era visto como “acidente”, desde então passou a ser percebido, tanto pela sociedade quanto pela Justiça, como “crime”.

    “Não há acidentes, há crimes no trânsito. Não são circunstâncias acidentais: são decisões conscientes tomadas por um adulto que decide dirigir acima da velocidade permitida, sob efeito do álcool ou transgredindo qualquer outra norma das boas práticas ao volante”, argumenta a coordenadora administrativa da ONG Rodas da Paz, Joyce Ibiapina.

    Toda a mobilização decorrente desse crime praticado contra Pedro Davison favoreceu um ambiente que, dois anos depois, em 2008, resultou em uma legislação que salvou muitas vidas no trânsito: a Lei Seca.

    Rodas da Paz

    Persio lembra que, com a ajuda de organizações como a Rodas da Paz, um movimento tomou conta do país que, por meio do Congresso Nacional, criou leis visando uma “mobilidade respeitosa à vida, com um olhar para os ciclistas e pedestres”. Entre as causas defendidas pelo movimento está “o dever de reconhecimento, pelas leis e pela Justiça, da tipificação de crime no trânsito e a condenação e punição desses crimes pelo Judiciário”.

    Na época, lembra Persio, havia o entendimento de que o tombamento impedia a construção de ciclovias em Brasília. “Hoje, o DF lidera a oferta de infraestrutura cicloviária, e a fiscalização mais efetiva tem coibido motoristas transgressores, a direção e o consumo de bebida”.

    Em meio à luta pelos direitos dos ciclistas – e ao fato de seu filho ter se tornado um símbolo da causa – Persio e sua esposa, Beth Davison, tornaram-se conselheiros e, no caso dele, vice-presidente da ONG.

    “Brasília tem seu simbolismo e cumpre esse papel de incentivo, motivando um movimento nacional para a transformação de nossas cidades e de nossa conduta, de forma a propiciar maior respeito aos ciclistas e aos pedestres, em relação a seus direitos e a uma mobilidade segura”, diz.

    Ciclista trespontana Thalise Silva

    Economia, clima e saúde

    A ONG desenvolve diversas ações nas quais apresenta a bicicleta como o “mais promissor dos veículos” para enfrentar a crise econômica, climática e de saúde que o país atravessa, agravada pela pandemia.

    “O transporte por bicicleta é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela ONU Habitat como alternativa ao transporte coletivo e ao transporte individual motorizado, para que as pessoas façam seus deslocamentos com risco reduzido de contágio pela covid-19 e possam praticar exercícios físicos regularmente, o que aumentou o número de bicicletas no mundo todo”, relata Joyce Ibiapina, do Rodas da Paz.

    União dos Ciclistas do Brasil

    Outra entidade que atua na defesa dos direitos dos ciclistas é a União de Ciclistas do Brasil (UCB), que tem Felipe Alves como um de seus diretores. A entidade também aproveita a data de hoje para chamar a atenção ao “permanente descaso com ciclistas no trânsito”.

    “Descaso por parte de motoristas, motociclistas e, principalmente, do Poder Público, tanto federal quanto estaduais ou municipais, que pouco se esforçam para tornar o trânsito mais seguro no Brasil, seja não atendendo às necessidades dos usuários mais vulneráveis (como pedestres e ciclistas), seja afrouxando as leis de trânsito e as punições previstas para condutores que não cumprem a lei”, declarou à Agência Brasil.

    Empregos

    As duas entidades destacam que os benefícios do ciclismo vão além da saúde, favorecendo também a economia, inclusive por meio da geração de empregos.

    Citando estudo divulgado este ano pela Aliança Bike – que tem por base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020 e 2021 – Ibiapina, do Rodas da Paz, diz que, “mesmo com pouco ou nenhum incentivo, o setor de bicicletas é resiliente e pode ser importante vetor para a recuperação da economia brasileira em momentos de crise e fora deles”.

    Considerando empregos com carteira assinada em dois setores da economia da bicicleta no Brasil (o industrial e o varejista), o estudo mostra um impacto inicial negativo da pandemia no setor, especialmente em abril de 2020. “Porém, foi verificada uma rápida recuperação nos meses a partir de maio de 2020, e o balanço do setor foi positivo tanto ao longo do ano de 2020 quanto nos dois primeiros meses de 2021”.

    Pandemia

    A chegada da pandemia favoreceu e ampliou o uso desse modal, o que pode ser percebido pelo aumento de venda de bicicletas, peças, acessórios e serviços como mecânica, o que também é mostrado por outro estudo da Aliança Bike – este citado pelo diretor da UCB.

    Os motivos do maior uso da bicicleta como meio de transporte têm tanto fatores econômicos, por ser mais barato, como sanitários, já que é muito mais seguro que transporte público ou por aplicativo em relação à transmissão do novo coronavírus, afirma.

    Ele cita também fatores esportivos, de saúde e de lazer, já que a atividade é recomendada mesmo com as restrições e recomendações durante a pandemia, por ser realizada em espaço aberto e com distanciamento das pessoas.

    Ciclista trespontana Renata Andrade

    Aumento de sinistros

    O crescimento do uso da bicicleta trouxe outro tipo de aumento – o número de sinistros graves, informa a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet).

    De acordo com a instituição, houve um “aumento relevante de 30%” no registro de sinistros que exigiram atendimento médico a ciclistas traumatizados nos primeiros cinco meses de 2021.

    “Os dados demonstram a importância de termos atenção e iniciativas focadas nesse público. O uso da bicicleta cresceu no Brasil e exige uma abordagem de prevenção ao sinistro”, diz o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior.

    Segundo a associação, em janeiro de 2019 foram registrados 1,1 mil sinistros graves com ciclistas, número que subiu para 1.451 em janeiro de 2021, “o mais alto nível no período estudado”.

    Os dados avaliados pela associação mostram a evolução dos sinistros graves com ciclistas em todo o Brasil. “Chama a atenção a escalada no registro no estado de Goiás: em 2021, houve um aumento de 240% em relação a 2020, com 406 casos a mais”, diz o levantamento.

    Em Rondônia, a incidência de sinistros graves aumentou 113%, e em Sergipe, 100%.

    A Abramet avaliou também o perfil dos ciclistas envolvidos em sinistros graves. Cerca de 80% eram homens e a faixa etária predominante é de 20 a 59 anos (60% dos casos).

    “A superioridade numérica dos acidentes envolvendo pedestres e motociclistas fez com que os ciclistas fossem negligenciados em relação às políticas de prevenção. Percorrem ruas e estradas, partilhando espaço com veículos pesados. Muitas vezes, sequer sendo percebidos. Comparada a alguém que se desloca em um automóvel, uma pessoa que circula em uma bicicleta tem probabilidade de óbito oito vezes maior”, explica Flavio Adura, diretor científico da Abramet.

    Limites de velocidade

    A Rodas da Paz tem algumas dicas de segurança que, se seguidas, podem ajudar a tornar a mobilidade do modal cicloviário mais segura, de forma a reverter os números inflacionados pela pandemia e promover uma convivência mais harmônica nas ruas do país.

    “Sem baixar a velocidade das vias, é impossível conter a epidemia das mortes no trânsito. Para que seja possível a convivência pacífica e humanizada no trânsito, é necessário a responsabilidade dos condutores de veículos maiores, para que protejam os menores, e a readequação dos limites de velocidade”, afirma Joyce Ibiapina, ao defender investimentos em fiscalização e medidas tecnológicas e de engenharia.

    Citando o manual Gestão da Velocidade, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), ela diz que as chances de sobrevivência em um atropelamento “diminuem exponencialmente” quando a velocidade de impacto do veículo é maior.

    Se a velocidade de impacto do veículo sobre o pedestre for de 32 km/h, as chances de sobrevivência são de 95%. Se a velocidade for 48 km/h, a probabilidade cai para 55%. A partir de 64 km/h, a probabilidade de sobreviver é reduzida a 15%.

    “Ciclistas devem trafegar ao lado direito da via, ocupando um terço da faixa e sempre no sentido de circulação regulamentado no local. Para evitar sinistros de trânsito como atropelamentos, os motoristas devem dirigir respeitando o limite de velocidade máxima regulamentada e reduzir a velocidade ao ultrapassar ciclistas, guardando distância lateral de 1,5 metro”, diz a coordenadora da ONG.

    Felipe Alves, da UCB, sugere, além da diminuição da velocidade em perímetros urbanos, maior proteção e melhor infraestrutura para ciclistas e pedestres, bem como “investimentos permanentes” em educação para o trânsito. “E, claro, mais rigor nas punições aos infratores”, complementa.

    Fonte Agência Brasil

    Casal Bremer e Thalise inovou e foi muito elogiado pela produção fotográfica de casamento destacando o amor pela bicicleta.

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  • Covid-19: Brasil avalia aplicar dose de reforço a público específico

    Covid-19: Brasil avalia aplicar dose de reforço a público específico

    Aplicação deve ser feita em pacientes com imunidade baixa

    Parte da população brasileira deverá receber uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (16) pela secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Melo.

    Ao participar da reunião da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, nesta segunda-feira (16), a secretária avaliou que a experiência norte-americana – motivada pelo avanço da variante Delta do vírus e pelo relaxamento de medidas sanitárias – de mais uma dose, deverá ser acompanhada pelo Brasil. É o caso de pessoas com sistema imunológico mais frágil como transplantados, portadores do vírus HIV e de pacientes com câncer.

    “Temos alguns estudos preliminares, porém esses estudos não foram publicados. São discussões internas, nem podemos publicizar tanto, em respeito aos pesquisadores, porém já estamos tomando decisões em nível de gestão, o que fazer, o que planejar, quantificar esses grupos que precisem, a exemplo do que aconteceu na semana passada nos Estados Unidos”, adiantou. Ainda segundo Rosana, no Brasil, os grupos prioritários, caso a estratégia se confirme, não devem ser diferentes dos priorizados nos Estados Unidos.

    Os países que já aplicam a terceira dose se basearam em estudos que indicam que a imunidade diminui com o tempo.

    Dúvidas

    Ao responderem a perguntas dos senadores, sobre um possível reforço de dose de imunizantes contra o novo coronavírus, os especialistas deixaram claro que algumas questões ainda estão em análise. Perguntas sobre quais imunizantes poderão ter uma terceira dose e se uma pessoa poderá tomar o reforço de uma vacina diferente do que tomou inicialmente, estão nessa lista.

    Delta

    Especificamente sobre a variante Delta, a avaliação do Ministério da Saúde é que, no Brasil, ela surgiu mais tímida, mas o panorama está mudando. Nesse cenário, o relaxamento de medidas preventivas por parte de gestores da saúde e da população têm contribuído para o aumento do número de casos.

    “Entendemos a nossa cultura latina, mas houve um relaxamento mesmo das pessoas mais entendidas em relação a isso”, avaliou.

    Também durante a audiência pública a pesquisadora da Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca, Margareth Dalcomo, reconheceu que alguns grupos, como idosos que tomaram a CoronaVac, pessoas com deficiência e profissionais de saúde, podem precisar do reforço. Apesar disso, Dalcomo destacou que ainda não há estudos com robustez suficiente sobre a terceira dose.

    “Tínhamos parado de hospitalizar pacientes idosos e voltamos a hospitalizar. A grande maioria foi vacinada com CoronaVac”, disse Margareth. A pesquisadora acrescentou que no monitoramento foi identificada a prevalência da variante Delta no Rio de Janeiro, com o aumento de internações nos últimos 10 dias.

    Já a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze de Sousa Freitas, defendeu que a decisão sobre a aplicação de uma dose extra da vacina contra a covid-19 seja tomada com cautela. Segundo ela, para casos de reforço, a maioria dos países têm recomendado doses da mesma vacina já tomada, mas em algumas situações a intercambialidade é permitida.

    Ao fazer uma exposição sobre como anda a discussão da terceira dose em outros países, Meiruze explicou que há debates no Reino Unido, França e Alemanha, que devem seguir a experiência de Israel que já adotou a medida. No Chile, para a população mais velha imunizada com a CoronaVac a recomendação é de aplicação de uma nova dose“Notificamos a Pfizer na [última] terça-feira e agendamos reuniões para esta semana para discutir dados apresentados”, disse. Nos Estados Unidos, a terceira dose foi autorizada para vacinas que usam RNA mensageiro, como a Pfizer e a Moderna.

    Meiruze de Souza lembrou ainda a importância de que toda a população seja vacinada com pelo menos duas doses da vacina, o que ainda não aconteceu.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Chegam a Guarulhos mais 2 milhões de doses de CoronaVac

    BOA NOTÍCIA: Chegam a Guarulhos mais 2 milhões de doses de CoronaVac

    Imunizantes passarão por controle de qualidade do Butantan

    Um carregamento com mais 2 milhões de doses prontas de vacina CoronaVac, contra a covid-19, chegou na noite de ontem (16) ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Os imunizantes enviados da China pelo laboratório Sinovac vão passar por um controle de qualidade feito pelo Instituto Butantan, parceiro no desenvolvimento da CoronaVac, antes de serem disponibilizados ao Programa Nacional de Imunizações.

    Segundo o secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, com esse carregamento, são 8 milhões de doses de CoronaVac entregues para serem aplicadas em todo o país só em agosto. A previsão é que até o fim do mês tenham sido fornecidas 100 milhões de doses do imunizante para distribuição em todo o país, conforme os contratos assinados entre o Butantan e o Ministério da Saúde.

    O estado de São Paulo já vacinou, com ao menos uma dose de vacina, 93% da população acima de 18 anos de idade e 28% já estão completamente imunizados (com duas doses ou dose única) contra a covid-19.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • URGENTE: O que se sabe até agora sobre a variante Delta do novo coronavírus?

    URGENTE: O que se sabe até agora sobre a variante Delta do novo coronavírus?

    Cepa originária da Índia é altamente transmissível e classificada como “variante de preocupação”. Pode ser confundida com uma gripe e geralmente não provoca tosse. Todo cuidado é pouco!

    O que é a variante Delta?

    A variante Delta, originalmente conhecida como B.1.617.2, existe desde o final do ano passado, mas nos últimos meses tornou-se rapidamente dominante em muitos países. É responsável por mais de 80% dos casos recém-diagnosticados nos Estados Unidos, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

    Quais os principais sintomas da variante delta da covid-19?

    Os principais sinais e sintomas são febre, dor de cabeça, coriza e dor de garganta. Com a variante delta, os casos têm menor ocorrência de tosse e perda de paladar e olfato.

    Esse quadro pode ser confundido com um resfriado comum, o que acaba levando muitas pessoas a não procurar atendimento e à possibilidade de contaminar outras sem saber que estão com covid. É importante fazer os testes de detecção para estabelecer o diagnóstico correto.

    A variante Delta é mais transmissível?

    Ainda não está claro o quanto a variante é mais transmissível. Estimativas variam entre 60% e 200% mais transmissível, dependendo de quem apresenta a estimativa.

    Um documento do CDC indica que a variante Delta é quase tão transmissível quanto a catapora — com cada pessoa infectada infectando até oito ou nove outras, em média. A cepa original do coronavírus, indicada pelo CDC, era quase tão contagiosa quanto o resfriado comum, com cada pessoa infectada infectando outras duas.

    Quantos casos da variante Delta do SARS-CoV-2 no Brasil?

    Onúmero de novos casos da variante delta do SARS-CoV-2 aumenta diariamente no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, até quinta-feira (5) foram registrados 465 casos, em 10 Estados e no Distrito Federal, com 25 mortes confirmadas. A cepa Gama, que surgiu no Amazonas, segue predominante no país.

    Delta pode causar quadros mais graves?

    Embora as pessoas possam ter maior probabilidade de serem infectadas com Delta se não forem vacinadas, não há dados concretos que mostrem que o Delta causa doenças mais sérias.

    A Delta se espalha muito mais rápido, tem maior probabilidade de infectar vacinados e pode desencadear doenças mais graves nos não vacinados em comparação com todas as outras variantes de coronavírus conhecidas. Também tende a romper com mais facilidade as proteções oferecidas pelos imunizantes.

    Como se proteger da variante Delta?

    Como se proteger da variante delta Para os especialistas, as regras básicas de prevenção seguem as mesmas: uso correto de máscaras, distanciamento físico, boa ventilação dos ambientes e higiene das mãos.

    Fontes: Ministério da Saúde / CNN / Uol / Tua Saúde

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    Roger Campos

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  • Brasil de Luto: Morre o ator Tarcísio Meira, vítima de covid-19

    Brasil de Luto: Morre o ator Tarcísio Meira, vítima de covid-19

    O ator Tarcísio Meira morreu hoje (12), aos 85 anos, em São Paulo. Segundo a assessoria do artista, ele estava internado desde a última sexta-feira (6) devido a complicações da covid-19. O artista chegou a ser entubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu. A esposa dele, a atriz Glória Menezes, de 86 anos, também foi hospitalizada com a mesma doença, porém, em um quadro menos grave.

    Ele teve de realizar sessões de diálise contínua (hemodiálise) devido a dificuldades nas funções renais, conforme foi apontado em pronunciamento do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, local onde realizava o tratamento.

    Destaque na teledramaturgia

    Tarcísio Pereira de Magalhães Sobrinho, como é o seu nome de batismo, nasceu na cidade de São Paulo no dia 5 de outubro de 1935.

    Considerado um dos maiores atores da sua geração, antes de entrar para o meio artístico, Tarcísio Meira sonhava em ser diplomata. Mas os planos não deram certo: ele reprovou na primeira prova e acabou entrando no teatro naquele mesmo ano, em 1957.

    Desde então, tornou-se um dos atores de maior destaque na televisão brasileira, sendo reconhecido por uma diversidade de trabalhos. “Irmãos Coragem”, “Guerra dos Sexos”, “Hilda Furacão” e “O Rei do Gado” são algumas das diversas telenovelas presentes em sua filmografia.

    Sua estreia televisiva ocorreu na antiga TV Tupi, no teleteatro “Noites Brancas”, em 1959. Na mesma emissora, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes em 1961, com quem se casaria pouco tempo depois e permaneceu unido por 56 anos. Os atores passaram a ser um dos casais mais reconhecidos da área, e contracenaram em uma pluralidade de trabalhos, com passagem em, além da Tupi, na extinta TV Excelsior e na Rede Globo.

    Em 1963, participou da primeira novela diária do Brasil, “2-5499 Ocupado”, exibida pela TV Excelsior. Naquele mesmo ano, estreou no cinema com o filme “Casinha Pequenina”. O longa também marcou a carreira de Mazzaropi, humorista que fazia parte do elenco da obra.

    Após quatro anos, em 1967, foi para a Rede Globo, onde atuou em “Sangue e Areia” e fez par com sua esposa Glória Menezes.

    Ao todo, o artista paulistano somou mais de 60 anos de carreira, interpretando personagens memoráveis e que estão até hoje no imaginário popular.

    Sua última aparição na TV foi em 2018, na novela “Orgulho e Paixão”, da qual precisou ser afastado por conta da saúde debilitada, causada por uma infecção pulmonar.

    O casal não teve seus contratos renovados com a Globo em agosto de 2020, após 53 anos de relação com a emissora.

    Glória Menezes

    Tarcísio Meira foi casado com a atriz Glória Menezes. Os dois tiveram um dos casamentos mais duradouros da televisão brasileira. Eles se conheceram em 1961 no teleteatro “Uma Pires Comigo”, na TV Tupi.

    No ano seguinte, quando Glória lançou o filme “O Pagador de Promessas” no Festival de Cannes, o artista se mostrou um admirador e fez questão de enviar uma carta com flores para ela. E foi assim que eles começaram a namorar.

    Os dois são pais do também ator Tarcísio Filho.

    Em novembro de 2019, no programa “Conversa com Bial”, da Globo, o ator falou sobre coisas boas e ruins que ganhou junto com a idade e citou a esposa. “A gente tem que aceitar ser velho e tirar alegrias da velhice. São poucas, mas são boas, como por exemplo a companhia de minha mulher, Glória Menezes. A gente se gosta muito, se curte muito e se cuida muito”.

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  • Estoura meta a vaquinha para ajudar atleta Darlan nas Olimpíadas de 2024

    Estoura meta a vaquinha para ajudar atleta Darlan nas Olimpíadas de 2024

    O atleta de arremesso de peso, Darlan Romani, 30 anos, conseguiu o dinheiro que precisava para se preparar para as Olimpíadas de Paris, em 2024.

    A vaquinha aberta para ele no Voaa, dos nossos amigos do Razões Para Acreditar, estourou a meta! O coração do brasileiro é mesmo incrível de bom! Darlan precisava de R$ 150 mil e conseguiu mais de R$ 208 mil.

    Treinava em terreno baldio

    O vídeo que mostra o @darlan_romani treinando num terreno baldio – mostrado no Instagram do Só Notícia Boa na semana passada – revelou a garra desse brasileiro que, mesmo sem condições ideais para treinar e sem treinador, ficou entre os 4 melhores do mundo nas Olimpíadas de Tóquio.

    Ele se preparou sozinho, com a ajuda da esposa, em um terreno ao lado da casa da família, em Bragança Paulista, com apoio de um pedreiro que construiu um platô de cimento sobre o chão de terra e grama.

    Cirurgia e covid

    E não foi só isso. Ele ainda passou por uma cirurgia e enfrentou a covid-19, antes dos jogos.
    Darlan é um grande campeão e merecia mesmo todo esse carinho das pessoas que doaram o dinheiro que ele necessita para brigar pelo pódio novamente, nas Olimpíadas de Paris, em 2024.

    Fonte: SNB

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  • CASAL QUERIDO: Tarcísio Meira e Glória Menezes têm melhora no quadro de saúde

    CASAL QUERIDO: Tarcísio Meira e Glória Menezes têm melhora no quadro de saúde

    O casal Tarcísio Meira, 85 e Glória Menezes, 86, teve melhora no quadro de saúde, após a Covid-19.

    Tarcísio que segue intubado, “está evoluindo muito bem” e “os médicos estão muito esperançosos”, diz a assessoria dos atores. Glória está “evoluindo muito bem”, e “já está perto de receber alta”.

    Tarcísio e Glória estão internados desde sexta-feira, 6, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    Vacinados

    Eles são casados desde 1962. Ambos já tomaram as duas doses da vacina contra o vírus em março e abril deste ano.

    Porém, mesmo com as duas doses, não significa que um indivíduo não corre mais riscos de ser infectado pela Covid-19.

    Segundo Flávia Bravo, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), nenhum imunizante disponível no mundo tem eficácia de 100 por cento contra a Sars-Cov-2.

    No entanto, grande parte das vacinas disponíveis previne casos graves e óbito, desde que tomadas as duas doses.

    Também é preciso que haja tempo para o organismo desenvolver a imunidade necessária, afirmou.

    Fonte: CNN (Apud SNB)

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  • COMENTANDO… TODOS NÓS SOMOS OURO!

    COMENTANDO… TODOS NÓS SOMOS OURO!

    Que dia! Quanta alegria para o nossos país sofrido, nossa gente trabalhadora que queima o rosto no sol, caleja as mãos na labuta, esfola os pés na caminhada árdua do dia-a-dia. Somos Bicampeões olímpicos. Somos todos nós, os apaixonados pelo futebol e também aqueles que não ligam para o esporte bretão e inclusive os que dizem não torcer para a Seleção Brasileira.

    Futebol para o brasileiro é algo quase tão importante quanto a religião. É a alegria do povo, a cachaça daqueles que afogam suas mágoas na torcida pela camisa verde e amarela. Duzentos e vinte milhões de brasileiros que sonham com dias melhores. Somos João, Maria, Fernando, Isabel, Fabrício, Henrique, Marta, Ana, Francisco, José. Somos Ronaldo, Romário e Pelé. Somos reis, na bola e na fé. Na luta pelo ouro, pelo pote de ouro, pelo triunfo na linha de chegada. Somos Mané! Somos brasileiros!

    Nos inspiramos com Joaquim Cruz, vibramos com Guga, torcemos e choramos com Senna. Tornamos o voleibol nosso segundo esporte, crescemos no basquete, na vela, na ginástica, na natação… Passamos a vencer em outras modalidades por mérito e esforço individual. Guerreiros que orgulhosamente levam o Brasil no peito contra tudo e contra todos, inclusive contra a descrença, a falta de recursos e as maiores dificuldades impostas por um país desigual, com alguns milionários e milhões de famintos.

    Somos brasileiros, com uma Educação tímida e que precisa de investimentos, com uma Saúde “doente”, onde preferem construir estádios ao invés de hospitais. Onde os políticos aumentam os próprios salários astronômicos, onde os professores ganham uma miséria, onde os atletas quase pedem esmola e onde o salário mínimo é, de fato, uma esmola. Somos um continente dentro de um país. Somos geradores de talentos nos rincões, nas favelas, nos sertões, nos mais improváveis berços de campeões.

    Conseguimos “desmarginalizar” o skate e o surf. Não, não é coisa de vagabundos. É coisa de campeões!

    Sim, somos brasileiros, pentacampeões mundiais e agora bicampeões olímpicos. Somos os maiores, sem desmerecer ninguém. Ganhamos tudo! Mas nada veio de graça. Veio com esforço, suor e a torcida de milhões de apaixonados. Ah como é bom vencer! Que orgulho!

    Que tenhamos orgulho na política conturbada, no ensino desidratado, na saúde agonizante, no trânsito caótico, na segurança roubada, na moradia insuficiente, na igualdade ausente,
    na justiça tardia. Que sejamos campeões no cotidiano, na vida diária. Que a fé continue sendo a condutora de uma esperança infindável e que os nossos sonhos dourados alcancem a todos, sem deixar ninguém pra trás.

    Dizem que “Deus é brasileiro”, falam que “brasileiro não desiste nunca”. Acreditam, lá fora, que somos apenas o país do futebol, da cerveja e do carnaval. Somos sim, mas somos muito mais,. Sem desistir jamais e com as bênçãos do Criador nascido em Belém (se é brasileiro, talvez oriundo de Belém do Pará).

    Que dia minha gente! Ouro com Izaquias Queiróz, mostrando ao mundo com “quantos paus se faz uma canoa brasileira”. Ouro com Hebert da Conceição, nocauteando as dificuldades com um cruzado no queixo daqueles que não acreditavam. Ouro no futebol, com nossa Seleção Canarinho.

    E um detalhe: uma coisa é a nossa sagrada Seleção Brasileira, outra coisa é a entidade corrupta, gananciosa e criminosa que a rege. Não podemos confundir as coisas. Somente a desinformação e a imbecilidade colocam todos os limões na mesma sacola. O Brasil não é da CBF, é de cada um de nós!

    Parabéns Brasil! Parabéns brasileiros! Eu acredito em muitas vitórias, acredito em Deus, na Mãe de Aparecida do Norte, em cada um de nós, campeões da vida comum, de leste a oeste, de norte a sul.

    Vai Brasil! Pra frente Brasil, salve a Seleção!!!

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  • Brasil derrota a Espanha e é bicampeão olímpico no futebol em Tóquio

    Brasil derrota a Espanha e é bicampeão olímpico no futebol em Tóquio

    País chega a sete ouros nesta edição e iguala desempenho na Rio 2016

    Com dose extra de emoção, o Brasil venceu a Espanha por 2 a 1 na manhã deste sábado (7), em Yokohama (Japão), e garantiu o segundo ouro consecutivo do futebol masculino em Jogos Olímpicos. O herói da final foi o atacante Malcom, que entrou na prorrogação e decidiu. Com o resultado, o país somou seu sétimo ouro nos Jogos de Tóquio, igualando o desempenho no Rio, cinco anos atrás.

    Brasil e Espanha fizeram um duelo equilibrado e movimentado desde o início. Aos 15 do primeiro tempo, Diego Carlos salvou em cima da linha o que seria o gol espanhol. Aos 37, após checagem do VAR, foi assinalado pênalti do goleiro Unai Simón em saída atrapalhada da meta, atropelando Matheus Cunha. No entanto, na cobrança, Richarlison chutou por cima do gol, desperdiçando a chance de abrir o placar.

    Porém, não demorou para o Brasil conseguir enfim sair na frente. Nos acréscimos da primeira etapa, Daniel Alves salvou um cruzamento de Claudinho que sairia pela linha de fundo. A bola subiu e Matheus Cunha ganhou dos zagueiros espanhois para dominar e chutar com precisão no canto esquerdo do goleiro: 1 a 0.

    Na volta para o segundo tempo, a Espanha recuperou o jogo de posse de bola, enquanto o Brasil passou a se focar no contra-ataque. Foi assim que Richarlison quase ampliou. Aos seis minutos, ele recebeu na área, driblou o zagueiro e chutou. O desvio do goleiro Simón foi o suficiente para a bola sair da trajetória das redes e encontrar o travessão.

    A Espanha também parou no travessão por duas vezes, até marcar aos 16. Soler cruzou da direita e Oyarzabal, de primeira, finalizou longe do alcance do goleiro Santos.

    Daí em diante, a Espanha manteve a posse da bola, criando dificuldades para a seleção brasileira, mas sem conseguir transformar a vantagem em liderança no placar.

    Na prorrogação, o técnico André Jardine substituiu Matheus Cunha por Malcom, uma substituição que se mostraria decisiva.

    Recuperando o fôlego, o Brasil passou a dominar o jogo, utilizando principalmente o lado esquerdo, com o próprio Malcom e o lateral Guilherme Arana. O lance capital aconteceu aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação.

    Malcom recebeu lançamento longo pela esquerda, passou pela marcação ao dominar a bola e saiu na cara do gol. Ele tocou na saída do goleiro para dar a vitória e o ouro ao Brasil.

    O gol representou a conclusão de uma história curiosa do atacante de 24 anos. Ele fez parte da lista inicial de Jardine, mas não foi liberado pelo seu clube, o Zenit, da Rússia, por ainda ter uma final a disputar com o time. Posteriormente, com a lesão e o corte de Douglas Augusto às vésperas da viagem para o Japão, ele acabou sendo reconvocado, agora já com a permissão do Zenit. Ele foi o último atleta a se apresentar à seleção para a Olimpíada.

    O Brasil, que até 2016 colecionava decepções no futebol masculino em Olimpíadas, agora tem dois ouros. Há cinco anos, o palco foi o Maracanã. E neste sábado, o Estádio de Yokohama, o mesmo onde a seleção conquistou seu último título da Copa do Mundo, em 2002.

    Fonte Agência Brasil

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