Categoria: Brasil

  • Previsão de chuva no BR para o feriado de Finados

    Previsão de chuva no BR para o feriado de Finados

    SAIBA COMO SERÁ O FERIADO EM TRÊS PONTAS.

    O feriado nacional que celebra o Dia de Finados, na terça-feira, 02 de Novembro, para muitas pessoas, está sendo prolongado. Além disso, o feriado também será de muita chuva em grande parte do país.

    No fim de semana, novas áreas de instabilidade aumentaram as condições de chuva no país e com registro de chuva forte no Brasil Central, Norte e Sudeste. No dia da celebração do feriado, terça-feira, as precipitações aumentam também sobre o Nordeste.

    As simulações atmosféricas indicam a formação de um corredor de umidade entre a Região Norte e o Sudeste, diversos cavados e a entrada constante de umidade do oceano para a costa.

    Região Sul

    No sul a condição é para chuva, que ocorre de maneira irregular, entre o Paraná e Santa Catarina. Na terça-feira (02) a chuva se espalha mais pelo estado gaúcho, e o tempo fica firme entre Santa Catarina e o Paraná.

    Região Sudeste

    No sudeste, tem previsão para altos acumulados em Minas Gerais. As áreas com maior condição de chuva são o centro, leste e norte do estado, o que inclui a capital Belo Horizonte. No Espírito Santo, o tempo vai ficar encoberto e chuvoso, as temperaturas também vão ficar mais baixas em todo o estado, incluindo Guarapari e Vitória. Entre segunda (01), e terça-feira (02) a previsão é de acumulados altíssimos em Vitória, com risco de deslizamentos, alagamentos e enchentes.

    Região Centro-Oeste

    No centro-oeste condição para chuva forte e volumosa em todas as áreas. No Distrito Federal as precipitações ocorreram com menor intensidade no fim de semana, e estão aumentando desde hoje, segunda-feira (01). No Mato Grosso do Sul as condições são para fortes temporais, porém, que acontecem de forma isolada ao longo do feriado.

    Região Nordeste

    No nordeste, a chance é de chuva fraca sobre o estado da Bahia, mas a condição ainda será de céu nublado e queda nas temperaturas. A chuva mais expressiva vai ficar concentrada no litoral sul do estado, região de Porto Seguro. A chuva também aumenta no cinturão conhecido como MATOPIBA, com previsão de acumulados muito elevados na terça-feira (02). Entre o Alagoas e o Ceará predomínio de tempo firme, com chuva muito fraca apenas nas áreas litorâneas.

    Região Norte

    No Norte, a combinação entre calor e umidade vai manter o tempo instável na região, ao longo de todo o feriado, com condição para pancadas de chuva com trovoadas as áreas. Temporais são esperados entre o Amazonas, Acre, Rondônia e sul do Pará nos próximos dias. A chuva vai se concentrar entre os períodos da tarde e da noite na maioria dos dias, e a sensação será de tempo abafado na região.

    TRÊS PONTAS

    O tempo durante o feriado de Finados em Três Pontas ficará assim:

    Sol, pancadas de chuva e trovoadas pela manhã. A tarde e a noite com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima ficará nos 16° e a máxima em 26°. Estão previstos até 20mm de chuva no município, pancadas fortes em alguns momentos. Os ventos chegarão a 12km/h. A umidade relativa do ar fica entre 43% e 96%. O sol, que deverá ficar escondido boa parte do dia, surgirá às 05h19 e se despedirá às 18h13.

    *Com informações do Clima Tempo

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    Roger Campos

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  • Dia Nacional do Livro: hábito da leitura aumentou na pandemia

    Dia Nacional do Livro: hábito da leitura aumentou na pandemia

    Mercado passa por momento de alta após crise de vendas na pandemia

    A pandemia de covid-19 fez com que a população de todo o mundo passasse por experiências de isolamento e distanciamento social. Para muitas pessoas, os grandes companheiros durante estes momentos foram os livros, que são celebrados hoje (29) – Dia Nacional do Livro – em todo o território nacional.

    As livrarias, que tiveram que fechar as portas logo no início da emergência sanitária, foram altamente afetadas pela impossibilidade de vendas. Agora, registram o retorno gradual do público e o aumento significativo nas vendas de livros em geral.

    “As pessoas compraram muito mais livros [na pandemia]. Passados os quatro primeiros meses, quando houve muita incerteza e muitas dificuldades até mesmo de logística e de lojas fechadas, as pessoas começaram a se reconectar e as vendas cresceram, o que observamos no mundo inteiro. Aqui no Brasil demorou um pouco mais. Começamos a notar isso mais forte a partir de agosto. De setembro em diante, o crescimento foi tão grande que praticamente recuperou todas as perdas do período inicial da pandemia. E esse movimento permanece em 2021”, disse Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

    Segundo ele, neste ano de 2021, o setor está crescendo de forma robusta inclusive sobre 2019, período anterior à pandemia. “Acho que as pessoas redescobriram o prazer de ler e [isso] recolocou o livro nos hábitos diários”, disse Pereira.

    Ler é um hábito para a especialista em inovação Solange Belchior, 43 anos. “Sempre foi uma das minhas atividades favoritas nas minhas horas vagas”, disse ela, que costumava ler cerca de dez livros por ano. Solange lê muito mais do que a média nacional: a quantidade média de livros consumida pelo brasileiro é de apenas 2,5 livros inteiros por ano.

    Como ocorreu com muitas pessoas, ela não conseguia ler no início da pandemia. “O ano de 2020 foi muito intenso e eu não conseguia me concentrar. Li pouquíssimo, mas também não me forcei a ler. Leitura tem que ser por prazer, não por obrigação”, falou. Já neste ano de 2021, ela leu mais do que costumava: foram 26 livros lidos até agora. “Em 2021 tudo mudou. Foi o ano que mais li. Comecei a seguir no Instagram mais pessoas ligadas aos livros e essas pessoas inspiram a gente a querer ler mais, saber mais”, explicou.

    Com menos deslocamentos pela cidade e menos atividades presenciais, grande parte das pessoas também teve mais tempo livre durante a pandemia. “Por conta do trabalho, estudos, distância de casa e deslocamentos, o único tempo que tinha para ler era no transporte público. Por conta da pandemia estou em home office desde março de 2020, então tenho um pouco mais de tempo livre. Às vezes fecho o notebook e já emendo um livro para desligar a cabeça dessa doideira corporativa”, disse Pedro Balciunas, 26 anos, escritor, roteirista e jornalista.

    Nesse tempo, ele também criou um perfil no Instagram para publicar resenhas sobre livros. “Como sempre li muito, as pessoas naturalmente vinham me procurar para pedir dicas de livros, incentivos para ler mais. Então decidi maximizar isso com a rede social, um lugar que te dá acesso a muita gente interessada no mesmo assunto que você”, contou.

    Balciunas tem o hábito de ler desde criança. E assim como Solange, passou a ler mais durante a pandemia. “Em 2019, li 12 livros; em 2020 foram 14 livros. Até o momento, em 2021, já foram 24”, falou.

    Aumento de Vendas

    O Painel do Varejo de Livros no Brasil, divulgado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) a partir de pesquisa feita pela Nielsen BookScan, demonstrou que, entre janeiro e setembro deste ano foram vendidos 36,1 milhões de exemplares de livros, aumento de 39% em comparação ao mesmo período de 2020.

    Apesar da base de comparação ser baixa, já que em 2020 o setor ainda enfrentava muitos problemas relacionados à pandemia, esse aumento já é robusto em relação a 2019 também. “A gente está crescendo em 2021 em relação a 2019. A gente cresceu muito em relação a 2020, ano da pandemia. Mas se comparar com 2019, é um crescimento robusto também”, afirmou Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel.

    Compras online

    Em entrevista à Agência Brasil, Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), disse que a pandemia foi um momento muito difícil para o setor. Principalmente nos primeiros meses após a chegada do novo coronavírus ao Brasil, quando os governos determinaram o fechamento do comércio não essencial – caso das livrarias. “A pandemia afetou muito, não só o setor editorial, mas a economia como um todo. No começo da pandemia, ficamos muito preocupados porque as livrarias e as editoras, no mês de março, pararam. Ficamos praticamente 90 dias com o afastamento social. As livrarias físicas estavam fechadas, sem faturar nada. Todo mundo ficou muito preocupado”, disse Tavares.

    “Depois, em um segundo momento, a gente percebeu que a pandemia não ia terminar assim tão rápido e começamos a nos reinventar. Os editores, por exemplo, se tinham planejamento de fazer uma certa quantidade de livros, diminuíram pela metade. As livrarias tradicionais, que já trabalhavam com vendas pela internet, tiveram um aumento muito bom, até dobraram o faturamento das vendas de livros pela internet. Foi o que de fato alavancou as vendas no ano de 2020”, falou Tavares.

    Solange foi uma das pessoas que comprou livros pela internet durante a pandemia. “Comprei muito mais livros na pandemia. E o consumo foi muito maior pelo e-commerce. Mas com a volta da abertura do comércio, estou indo também em livrarias de rua pra comprá-los”, disse Solange.

    Depois desse período mais difícil da pandemia, o setor agora se anima também com a volta dos eventos presenciais dedicados ao livro, como a Bienal do Livro de São Paulo. Em julho de 2022, ela volta a ser presencial e vai prestar uma homenagem a Portugal, como parte das celebrações pelos 200 anos da Independência do Brasil.

    Apesar dessas perspectivas positivas, o setor ainda batalha para impedir que a taxação sobre os livros seja aprovada. Desde 1946, os livros são isentos de impostos, mas uma proposta de reforma tributária do governo prevê o fim dessa isenção. “Temos combatido, lutado muito, para que o livro não seja tributado e para que ele seja acessível cada vez mais para a população como um todo”, disse Tavares.

    Dia do Livro

    Em celebração ao Dia Nacional do Livro, Solange reforça a importância da leitura como instrumento de transformação. “Acho que é uma troca muito intensa de conhecimento entre o escritor e o leitor. Além claro, de que quanto mais se lê, mais a gente entende as questões políticas e sociais que envolvem nosso dia a dia. Com isso, começamos a pensar e agir de forma diferente para que o cenário mude”, refletiu. “Dica? Desligue do celular e vá ler um livro”, acrescentou.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Governo de Minas Gerais estende o Auxílio Emergencial

    Governo de Minas Gerais estende o Auxílio Emergencial

    7° Parcela do auxílio começou a ser paga nesta semana

    A sétima parcela do auxílio emergencial 2021 começa a ser paga nesta segunda-feira (18) pela Caixa Econômica Federal (CEF). Os primeiros a receber são as famílias que fazem parte do Bolsa Família com número de NIS de final 1. Os pagamentos para este grupo vão até 29 deste mês de outubro, sempre em dias úteis e seguindo a ordem do nis.

    O Auxílio Emergencial Mineiro será pago exclusivamente em contas-poupança digitais da Caixa Econômica Federal, o aplicativo da “Caixa Tem”. Para quem já possui conta na instituição, o benefício será depositado automaticamente. Para aqueles que não possuem esta conta na instituição, será aberta uma conta automaticamente, que poderá ser movimentada pelo aplicativo de smartphone.

    Mas, não são todas as pessoas que poderão receber o auxílio emergencial, apenas aqueles que forem considerados elegíveis para receber a sétima parcela vão ser informados sobre quando vão receber e poder sacar via WhatsApp pela Caixa.

    Veja abaixo as tabela com datas de depósito em conta e liberação de saque e saiba quando a próxima parcela do auxílio emergencial irá cair na conta.

    7ª parcela do auxílio emergencial 2021: calendário atualizado de pagamento para beneficiários do Bolsa Família

    • NIS com final 1: 18 de outubro
    • NIS com final 2: 19 de outubro
    • NIS com final 3: 20 de outubro
    • NIS com final 4: 21 de outubro
    • NIS com final 5: 22 de outubro
    • NIS com final 6: 25 de outubro
    • NIS com final 7: 26 de outubro
    • NIS com final 8: 27 de outubro
    • NIS com final 9: 28 de outubro
    • NIS com final 0: 29 de outubro

    7ª parcela do auxílio emergencial 2021: calendário atualizado de pagamento (depósito em conta) para público geral 

    • Nascidos em janeiro – 20 de outubro
    • Nascidos em fevereiro -21 de outubro
    • Nascidos em março – 22 de outubro
    • Nascidos em abril – 23 de outubro
    • Nascidos em maio – 23 de outubro
    • Nascidos em junho – 26 de outubro
    • Nascidos em julho – 27 de outubro
    • Nascidos em agosto – 28 de outubro
    • Nascidos em setembro – 29 de outubro
    • Nascidos em outubro – 30 de outubro
    • Nascidos em novembro – 30 de outubro
    • Nascidos em dezembro – 31 de outubro

    7ª parcela do auxílio emergencial 2021: calendário atualizado de saque para público geral

    • Nascidos em janeiro – 1º de novembro
    • Nascidos em fevereiro – 3 de novembro
    • Nascidos em março – 4 de novembro
    • Nascidos em abril – 5 de novembro
    • Nascidos em maio – 9 de novembro
    • Nascidos em junho – 10 de novembro
    • Nascidos em julho – 11 de novembro
    • Nascidos em agosto – 12 de novembro
    • Nascidos em setembro – 16 de novembro
    • Nascidos em outubro – 17 de novembro
    • Nascidos em novembro – 18 de novembro
    • Nascidos em dezembro – 19 de novembro

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    Ana Caroline Diniz Pessi

    Estudante de Jornalismo

    [email protected]

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  • Brasil registra menor média móvel de mortes desde o início da pandemia

    Brasil registra menor média móvel de mortes desde o início da pandemia

    Seis meses após o pico da doença, vacinação mostra resultados

    Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos seis meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% – tendência que se acumula desde junho.

    O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.

    “Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

    Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.

    “Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.

    O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Adolescentes que mataram policial catarinense teriam se inspirado no caso Richthofen

    Adolescentes que mataram policial catarinense teriam se inspirado no caso Richthofen

    As adolescentes de 12 e 13 anos, sendo uma delas filha do policial, queriam a fama e repercussão do caso Richthofen. Delegado não confirma relação entre o crime e o filme de Suzane.

    assassinato do policial civil catarinense, Neife Luiz Werlang, 46 anos, por si só já é chocante. Morto em casa, com três facadas no pescoço, ele foi encontrado pela esposa em um dos cômodos da casa, já sem vida. O desenrolar dos fatos, após a investigação, é ainda mais surpreendente. Depois de ser revelado pela autoridade de polícia que cuida do caso, que o crime foi cometido pela filha menor de idade – uma adolescente de 12 anos e sua amiga, 13 anos -, o pode ter motivado essa barbárie é ainda mais chocante: Ser igual a Suzane von Richthofen.

    Segundo apuração da ND+, grupo de mídia catarinense, o que levou as menores a cometer o crime foi a suposta fama que alcançariam. E o pior, foram inspiradas no caso Richthofen.

    O caso voltou a ganhar notoriedade após o lançamento de dois filmes que revelam as versões de Suzane von Richthofen e do namorado Daniel e do irmão dele Cristian Cravinhos, todos condenados por planejar e executar o assassinato de Manfred Albert von Richthofen e Marísia von Richthofen, pais de Suzane.

    As adolescentes, em interrogatório na sede policial, teriam confessado o crime e relevado que se inspiraram na história de Suzane e na repercussão que teve, através de documentários e filmes. Ainda de acordo com o site, as garotas planejavam matar a esposa de Neife, mãe de uma das adolescentes, mas não conseguiram.

    Em busca de “fama”

    Adolescentes teriam se inspirado no caso de Suzane Richthofen após assistirem documentários e filmes sobre a assassina. Almejando serem famosas, teriam perguntado, na delegacia, se tinham conquistado fama após matar o pai de uma delas.

    Na última sexta-feira (15), o corpo do policial civil Neife Luiz Werlang, de 46 anos, foi encontrado com 3 facadas, em sua própria casa, localizada em São Miguel do Oeste, no extremo oeste catarinense.

    A polícia iniciou a investigação e não demorou muito para que descobrissem quem eram as acusadas do crime. De acordo com a polícia, a filha de Neife, juntamente com uma amiga, cometeram o assassinato.

    De acordo com fontes, as meninas teriam se inspirado em Suzane Richthofen, após assistirem documentários e filmes sobre o caso criminal que marcou o Brasil. Além disso, elas também teriam declarado que queriam ser “celebridades do crime”, pois era dessa forma que as jovens viam Suzane em documentários e filme: famosa.

    Na delegacia, as meninas não teriam demonstrado arrependimento e questionaram a todo momento se haviam se tornado famosas como Suzane Richthofen, segundo portais de notícias catarinenses.

    Por serem menores de idade, foram apreendidas e, de acordo com a fonte ND+, estão sob custódia da DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso). O Poder Judiciário irá assumir o caso.

    Delegado não confirma a versão

    Diferente do que divulgou o grupo ND+ (SC), as adolescentes envolvidas na morte do policial civil Neife Luiz Werlang, não se inspiraram no caso Richthofen para executar o pai de uma das menores.

    De acordo com o site Clicrdc, de Chapecó (SC), o Delegado João Westphal, que cuida do caso, disse neste domingo (17), que as adolescentes que executaram o ato, entre elas a filha do policial, de apenas 12 aos, não citaram o caso Richthofen em depoimento.

    O delegado teria afirmado que “o caso é muito sensível e qualquer possível influência de alguma história famosa ou mesmo a atuação de grupos voltados a ataques serão divulgados, mas por enquanto, nada se observou com relação a isso.”

    Ainda com relação a investigação, os aparelhos telefônicos das pré-adolescentes que por hora estão recolhidas para investigação, seguem sendo periciados e o trabalho da polícia nesse momento tem como foco, entender a dinâmica sobre a fuga das jovens e a motivação real do crime.

    Fonte Portal da Cidade Francisco Beltrão

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  • Congresso Nacional faz homenagem ao Dia do Médico e ressalta importância do SUS

    Congresso Nacional faz homenagem ao Dia do Médico e ressalta importância do SUS

    Homenagens são bem vindas, mas investimentos são urgentes: Dados mostram realidade dura dos médicos no Brasil.

    O Congresso Nacional promoveu nesta segunda-feira (18) uma sessão solene em comemoração ao Dia do Médico. Durante a homenagem, profissionais da área defenderam a necessidade de uma política pública voltada para a carreira da medicina pública no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo eles, a medida reduziria as desigualdades na distribuição desses profissionais no país.

    “Precisamos interiorizar o acesso aos serviços de saúde por meio de investimentos em infraestrutura e pessoal. Homenagear os médicos é defender o SUS e o acesso universal à Saúde”, disse o primeiro vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Donizetti Dimer Giamberardino Filho.

    Dados do estudo Demografia Médica no Brasil 2020, mostram que o país tem, proporcionalmente, mais do que o dobro de médicos que tinha no início do século, passando de 230 mil 110 médicos, em 2000, para 502 mil 475 profissionais.

    Apesar disso, ainda persistem desigualdades na distribuição de médicos nas diferentes regiões do país. Segundo o levantamento, feito com a colaboração entre o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Universidade de São Paulo (USP), a proporção de médicos é maior em estados das regiões Sudeste e Sul e em cidades mais ricas a proporção é muito maior.

    Enquanto o país tem razão média de 2,27 médicos por mil habitantes, a região Norte tem taxa de 1,30, ou seja, 43% menor que a razão média nacional. Na região Nordeste, a taxa é de 1,69. Já na região Sudeste, que agrupa mais da metade dos médicos do país (53,2%), a taxa é de 31,5 médicos por mil habitantes.

    Nas capitais brasileiras, essa média fica em 5,65 médicos por grupo de mil habitantes, sendo que as maiores concentrações foram registradas em Vitória (13,71), Florianópolis (10,68) e Porto Alegre (9,94). As menores taxas do país são de capitais da região Norte: Macapá tem razão de 1,77 e Rio Branco, 1,99.

    Para o Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes , esse quadro mostra a necessidade de se ter uma política de Estado para auxiliar na distribuição e fixação dos médicos no país.

    “É indiscutível que nós tenhamos que ter uma política estatal de fixação do médico. Não adianta reclamar de que o médico tenha que ir para regiões ribeirinhas distantes sem que ele tenha condição”, disse.

    Durante a audiência, parlamentares também destacaram o papel que os profissionais de saúde tiveram no combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). O senador Wellington Fagundes (PL-MT) lembrou que, mesmo sem a infraestrutura adequada, os médicos brasileiros dedicaram a vida ao tratamento dos pacientes.

    “Mesmo sem as ferramenta necessárias, eles ocuparam a linha de frente nessa luta e trouxeram acima de tudo conforto às pessoas. Muitos, infelizmente, foram alcançados pelo vírus e não conseguiram sobreviver. A cada um dos que se foram presto aqui minhas homenagens”, explicou.

    Morte por covid

    O deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO) destacou os médicos que morreram em razão da covid-19 e disse que a pandemia relembrou o quão fundamentais são os recursos humanos e a existência de médicos e outros profissionais de saúde em momentos de incerteza. O deputado disse que os profissionais tiveram um “trabalho hercúleo e abnegado” no combate ao novo coronavírus.

    “Em meio a essa guerra ingrata contra um inimigo invisível, milhares de colegas tombaram. A dedicação daqueles que sacrificaram suas vidas no cumprimento de sua missão não será esquecida. As milhões de vidas que eles salvaram serão um monumento vivo e perene”, afirmou.

    O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta também participou da sessão solene e disse que a medicina passa por uma crise provocada pelo novo coronavírus. “Uma doença comportamental, de sociedade. Um vírus que não ataca o indivíduo, mas ataca todo o sistema. Ataca a economia, a cultura, a educação”, disse. “Ele fez no mundo inteiro e aqui no Brasil milhares de vitimas de pessoas”, acrescentou.

    No Brasil, o Dia do Médico é celebrado no dia 18 de outubro, data associada pela Igreja Católica a São Lucas, que era médico e por isso foi declarado o padroeiro da profissão.

    Mascas da luta contra a pandemia é um retrato da dedicação dos médicos no Brasil e no mundo.

    Fonte Uol

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  • Outubro Rosa: Eu cuido da minha saúde todos os dias. E você?

    Outubro Rosa: Eu cuido da minha saúde todos os dias. E você?

    O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa — foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovida anualmente.

    O período é celebrado no Brasil e no exterior com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, a fim de contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença.

    O objetivo do Outubro Rosa 2021 é divulgar informações sobre o câncer de mama e fortalecer as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.

    O câncer de mama

    O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 2,3 milhões de casos novos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do planeta, com as maiores taxas nos países desenvolvidos.

    Para o Brasil, foram estimados 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

    O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2019, de 14,23/100 mil. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

    Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

    Fatores de risco

    Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.

    Os principais fatores são:

    Comportamentais/Ambientais

    • Obesidade e sobrepeso, após a menopausa
    • Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)
    • Consumo de bebida alcoólica
    • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)
    • História de tratamento prévio com radioterapia no tórax

    Aspectos da vida reprodutiva/hormonais

    • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos
    • Não ter filhos
    • Primeira gravidez após os 30 anos
    • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
    • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
    • Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos

    Hereditários/Genéticos

    • Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
    • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

    A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

    Fonte INCA

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  • Dia do Professor: docentes contam como está sendo o preparo para o Enem

    Dia do Professor: docentes contam como está sendo o preparo para o Enem

    Em todo o país, milhões de estudantes se preparam para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 nos dias 21 e 28 de novembro. As datas são importantes não apenas para eles, mas para todos os professores que estão diariamente preparando aulas, corrigindo redações, tentando tornar o conteúdo mais interessante para que os alunos aprendam o máximo possível. Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil conversou com alguns desses profissionais.

    Em Brasília, o professor de geografia e coordenador da Secretaria de Cursos do Colégio Sigma, Robson Lucas Caetano, junta todas as forças nessa reta final. “Está mais próximo de terminar do que de começar. A jornada está em um momento importante, mais para o fim do que para o começo”, reforça também para estimular os colegas professores.

    O fôlego é necessário porque o Enem terá duas edições no mesmo ano. “No ano passado, a escola funcionou no auge da crise [de forma remota]. O Enem 2020 foi neste ano, na verdade. A preparação fez com que tivéssemos mudanças. Tivemos aulas em janeiro, com professores atuando na revisão”, diz.

    O Enem de 2020, após adiamento por causa da pandemia, acabou sendo realizado no início deste ano. Ao todo, foram três rodadas de exame, o Enem regular, em papel, realizado em janeiro, o Enem digital, aplicado pela primeira vez na história do exame, em janeiro e fevereiro.

    Houve ainda a reaplicação do Enem, em fevereiro. Essa aplicação ocorre todos os anos mas, nessa edição, ganhou outra dimensão devido ao agravamento da pandemia no estado do Amazonas e nas cidades Espigão D’Oeste e Rolim de Moura, ambos em Rondônia. Todos os estudantes dessas localidades tiveram as aplicações regulares canceladas e tiveram que prestar o exame na reaplicação.

    No Sigma, as aulas presenciais foram retomadas recentemente, em um modelo híbrido, ainda mantendo aulas remotas e turmas reduzidas. Caetano diz que isso significa dar aulas, às vezes, para três grupos de uma mesma turma.

    “Nossos alunos estão em frangalhos. Os alunos que chegam ao terceiro ano foram ceifados do amadurecimento que é necessário. Esse aluno do terceiro é o que estava no primeiro ano [antes da pandemia] e, de repente, se viu no terceiro. Com o afastamento da escola, ele não teve o amadurecimento necessário”.

    A escola, que é particular, conta com ampla rede de apoio, que inclui ajuda na hora da escolha da carreira a ser seguida e até mesmo apoio emocional para os quais um grupo de professores recebeu formação específica. Apesar do impacto da pandemia, Caetano afirma que o rendimento dos estudantes nas provas do Enem manteve, no ano passado, o mesmo nível de anos anteriores.

    Sem pausa

    Em Goiânia, o professor universitário da Unialfa Augusto Narikawa também sente o cansaço do curso preparatório para duas edições do Enem em um mesmo ano.

    “Para nós professores, está bem complicado. A nossa carga horária aumentou muito. Vários professores tiveram que aprender coisas que não sabiam, novidades para eles, que não dominavam. A partir disso, tiveram que desenvolver novas metodologias e se organizar para que pudessem entregar uma educação com qualidade”.

    Narikawa percebeu que muitos estudantes, principalmente de escolas públicas, não estavam tendo acesso à formação que precisavam para o Enem. Foi assim que nasceu, no ano passado, o Curso Preparatório Solidário do Enem da Unialfa, gratuito. O curso seguiu o preparatório para a edição de 2021. Para esses alunos, Narikawa leciona língua portuguesa.

    O cursinho praticamente não parou. “Estamos todos muito esgotados, a pandemia trouxe esgotamento mental muito grande”, acrescenta: “Os professores são heróis porque não pararam em tempo nenhum. Continuamos tentando fazer com que a educação seja levada da melhor maneira possível. A educação é a base de qualquer país”.

    A casa como sala de aula

    “Como professora, me sinto angustiada”, sintetiza a professora de língua portuguesa e redação da Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís, de Campo Grande (MS), Letícia Cintra. Os alunos que estão agora no terceiro ano do ensino médio cursaram todo o ano passado remotamente. Neste ano, em agosto, a escola retomou as aulas presenciais, em um modelo híbrido, intercalando aulas presenciais com aulas remotas.

    “É muito difícil trabalhar com aluno nesse processo de ensino e aprendizagem [a distância] para o Enem, visto que, com o distanciamento, o professor não consegue acompanhar a dificuldade que esse aluno tem. Estou trabalhando agora, com aulas presenciais, individualmente, as dificuldades. Está sendo puxado. Estou fazendo a retomada, principalmente com redação”, afirma.

    A professora observa que os alunos estão inseguros. Por causa da pandemia, muitos sequer conseguiram fazer a prova de 2020, como treineiros, o que, de acordo com ela, os ajudaria a se preparar melhor e a conhecer o funcionamento do exame.

    A edição de 2020 teve recorde de abstenções de estudantes. O Ministério da Educação disse, na época, que sabia que poderia ocorrer um número maior de faltas devido à pandemia e que decidiu manter as provas, para não atrasar ainda mais a formação dos estudantes, garantindo a continuidade dos estudos.

    Agora, o Enem volta ao calendário regular. A edição de 2021 será nos dias 21 e 28 de novembro. O Brasil está em um patamar diferente da pandemia, com vacinação em curso e redução no número de casos e de mortes em relação aos picos registrados este ano. O exame, no entanto, tem menos inscritos que em edições anteriores. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), são mais de 3 milhões de inscritos confirmados. Em 2020, foram 5,8 milhões de inscritos.

    Letícia vê menos estudantes se inscrevendo por se sentirem inseguros, por terem perdido aulas e não se sentirem prontos para as provas. Na reta final, ela conta que tem se esforçado muito. “Corrijo as redações, mostro quais são os erros, que não são os mesmos para todos os alunos. Esse trabalho é bem árduo”, diz. Apesar das dificuldades, neste ano, no entanto, ela nota maior participação das famílias dos estudantes, o que ajuda no ensino, além de maior familiaridade com conteúdos digitais, tanto entre professores, quanto entre alunos.

    Para ela, ser professora é vocação e muito trabalho. “Nós fomos trabalhadores, guerreiros durante 2020 e 2021, frente à pandemia. Nós nos desdobramos. Creio que temos mostrado para o Brasil que realmente os professores precisam ser mais valorizados porque transformamos nossa casa em escola, nosso cantinho de descanso em sala de aula, de modo que nossos alunos não fossem prejudicados. Tenho muito orgulho de ser professora e fazer parte da rede pública”.

    Adiamentos

    Estudantes de todo o país sofreram impacto pelo adiamento do Enem 2020, que não pôde ser aplicado no ano passado devido à crise sanitária mundial. Alguns, no entanto, tiveram o exame adiado mais de uma vez.

    O professor de química do Cursinho Aprova Parintins Francisco Braga viu a prova ser cancelada em todo o estado do Amazonas e precisou juntar forças, junto com os estudantes, para mais um mês de preparo até a reaplicação. “Isso atrapalhou. Não por conta do conteúdo, mas pela parte psicológica. O Enem e outras avaliações externas dependem não só do conteúdo, mas do psicológico e isso atrapalhou”.

     

    Na edição de 2021, ele diz que teve mais calma para preparar os alunos e que a volta ao ensino presencial também ajudou. O tempo no ensino remoto, porém, incorporou mudanças ao trabalho. “Eu acredito que mudei meu atendimento individual e a forma de compreender que sala de aula não dá para tirar todas as dúvidas. Ao mesmo tempo em que estávamos distantes fisicamente [nas aulas remotas], nos aproximamos mais, porque o aluno sentia mais liberdade, no momento de resolução da questão ou da revisão, de mandar mensagem no meu celular particular”, conta.

    “Apesar de ter a questão de passar a não ter horário de trabalho, me aproximei mais dos alunos e eles se sentiram mais acolhidos e atendidos”, ressalta.

    Braga diz que o que o mantém no trabalho é acreditar que está mudando a vida de alguém. “A educação é um desafio. Seria muito mais fácil desistir, mas nós professores somos guerreiros e temos que motivar nossos alunos para que eles ainda vejam a gente como heróis, como símbolo de esperança, de mudança da atual situação em que se encontram. A educação traz isso. Devemos acreditar nisso, apesar de as circunstâncias apontarem que não, temos que acreditar que nosso trabalho pode fazer diferença na vida de alguém”.

    Fonte Agência Brasil

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  • Fiéis celebram 304 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

    Fiéis celebram 304 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

    CONEXÃO RELEMBRA A HISTÓRIA DA IMAGEM VENERADA EM TODO PAÍS

    Era outubro de 1717, quando três pescadores – João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia – ficaram encarregados de conseguir peixe para a festa que a Vila de Santo Antônio de Guarantinguetá iria oferecer ao governante da capitania hereditária de São Paulo e Minas de Ouro, que estava de passagem pela região. O problema é que, naquela época, não era tempo de peixe naquele mês. Após várias tentativas puxando a rede no Rio Paraíba do Sul, um pedaço do corpo de uma imagem de Nossa Senhora Conceição apareceu para os pescadores. Curiosos, eles lançaram a rede mais uma vez e pescaram a cabeça da imagem, que se encaixou perfeitamente ao corpo. Eles colocaram a imagem da santa no barco. E depois disso,  os peixes começaram a aparecer, em quantidade abundante, tão grande que quase fez o barco virar, segundo os relatos históricos da tradição católica.

    A imagem da santa foi então levada para a casa de Silvana da Rocha Alves, esposa de Domingos, mãe de João e irmã de Felipe, que juntou as duas partes com cera e fez um altar para a santa. E foi ali que teve início a devoção à santa: todos os sábados os moradores iam até a casa de Silvana para rezar para Nossa Senhora – que depois tornou-se padroeira do Brasil.

    Anos depois, já em 1732, o pescador Felipe Pedroso entregou a imagem a seu filho, que construiu o primeiro oratório aberto ao público. A partir daí, foi construída uma capela, uma igreja, uma basílica até que, em 1946, foi lançada a pedra fundamental para a construção do novo santuário, o quarto maior do mundo, iniciada em 1955.

    A aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida completa 304 anos este ano com uma programação extensa de homenagens e celebrações, grande parte online por conta do distanciamento provocado pelo coronavírus. Hoje, 12 de outubro, quando se celebra o Dia da Padroeira do Brasil, se não fosse a pandemia, o santuário receberia milhares de peregrinos, como acontece todos os anos.

    Rainha do Brasil

    Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que recebeu o nome de Aparecida por ter “aparecido” aos pescadores, foi proclamada rainha do Brasil em 1904 e, em 1930, passou a ser a padroeira do país de acordo com o Papa Pio XI. Somente em 1953 é que a festa de Nossa Senhora passou a ser celebrada no dia 12 de outubro, por determinação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

    “O Brasil, desde a sua colonização, tem uma identidade católica. E a devoção aos santos é algo muito próprio da Igreja Católica. Por isso, a devoção, sobretudo à Nossa Senhora, que é a santa das santas e a mãe de Jesus, é algo que está muito presente na vida do catolicismo. A partir desse encontro [da aparição da imagem aos pescadores] surgiu a devoção a essa que o povo passou logo a chamar de ‘Aparecida’”, explicou o padre João Batista.

    Segundo ele, a devoção a Nossa Senhora no país começou com o encontro da imagem, mas tem forte ligação com os brasileiros por ela ser mãe e simbolizar a esperança, o que a levou a ser proclamada padroeira pela Igreja Católica (em 1930) e pelo então presidente Getulio Vargas (em 1931).

    “Nós brasileiros temos uma ligação muito forte com a figura da nossa mãe. Sentimos muito a ausência da mãe quando ela não está conosco. Nossa Senhora, a mãe de Jesus, ocupa, dentro do universo religioso esse espaço materno, esse colo materno. Por isso ela cativa o povo brasileiro, tanto o povo simples e humilde quanto os governantes como foi o caso da Princesa Isabel e de D. Pedro I ”, disse.

    Desde 1980, por força de decreto presidencial, o 12 de outubro passou a ser dedicado à padroeira, motivo pelo qual a data tornou-se feriado nacional.

    A imagem

    A imagem original de Nossa Senhora Aparecida, confeccionada em terracota (barro cozido), sofreu um ataque no dia 16 de maio de 1978, quando foi quebrada em mais de 200 pedaços (um jovem transtornado a teria arremessado ao chão). Ela foi levada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde a artista plástica Maria Helena Chartuni começou o trabalho de reconstituição. Neste mesmo ano, a imagem foi restaurada e levada de volta ao Santuário Nacional de Aparecida.

    Em 2012, a imagem foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). Até hoje, continua exposta no nicho do Santuário Nacional de Aparecida.

    Santuário Nacional

    O santuário recebe, anualmente, cerca de 12 milhões de peregrinos. É o maior santuário do mundo dedicado a Maria. Foi declarado de âmbito nacional em 1984, pela CNBB.

    As atividades religiosas no local tiveram início definitivamente em 1982, quando a imagem foi transladada da Basílica Velha para a nova Basílica.

    Fonte Agência Brasil

  • Governo cria programa de resgate da fauna silvestre

    Governo cria programa de resgate da fauna silvestre

    Resgate+ tem ações de atendimento e assistência a animais silvestres

    Portaria do Ministério do Meio Ambiente instituiu o Programa Nacional de Resgate de Fauna Silvestre. O Resgate+ tem, entre suas finalidades, a adoção de medidas visando afugentamento, resgate, atendimento e assistência de animais silvestres em situação de risco e vulnerabilidade nos seis biomas do país. A portaria foi publicada no último dia 6 no Diário Oficial da União.

    O atendimento (primário e emergencial), citado pela Portaria nº455, deverá ser feito por médico veterinário. Ainda no âmbito das metas do Resgate+, figuram a redução da perda de biodiversidade da fauna em decorrência de eventos naturais extremos ou acidentes ambientais causados por ação humana; e orientação da destinação adequada dos animais atendidos em operações de resgate e assistência.

    O programa é coordenado pela Secretaria de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, que busca articular e desenvolver parcerias com outros órgãos governamentais, o setor privado e a sociedade civil, visando a implementação dos seus objetivos e o estabelecimento de regramento próprio relativo aos prazos e condições do projeto.

    Resgate+

    A portaria descreve como objetivos estratégicos do Resgate+ a coordenação e a articulação visando disponibilizar bases operacionais “estrategicamente  localizadas, com pessoal treinado e equipamento específico, para realizar as ações de afugentamento, resgate, salvamento, assistencialismo e recuperação de fauna silvestre em situação de risco e vulnerabilidade”.

     

    Prevê, ainda, ações de capacitação, educação e cidadania ambiental; e elaboração de planos de pronta resposta a desastres e acidentes que afetem a fauna silvestre, além da celebração de acordos e parcerias para a operacionalização de atividades.

    Entre as diretrizes do programa figuram a cooperação e engajamento dos órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) e o estímulo ao voluntariado e à participação do setor privado e da sociedade na implementação, custeio e operacionalização de atividades de resgate de fauna silvestre.

    *Fonte Agência Brasil

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  • 96% das mortes por Covid-19 são de quem não tomou vacina

    96% das mortes por Covid-19 são de quem não tomou vacina

    Só imunização coletiva pode controlar a pandemia

    Um levantamento feito por meio da plataforma de monitoramento Info Tracker, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), mostrou que, atualmente, as mortes por Covid-19 no Brasil envolvem majoritariamente pessoas não vacinadas.

    De acordo com o estudo, 9.878 pessoas que morreram devido à infecção por SARS-CoV-2, entre fevereiro e julho, haviam tomado as duas doses ou a dose única das vacinas em uso no Brasil. A pesquisa foi feita com base em números do Ministério da Saúde a partir de 28/2, quando as primeiras pessoas completaram o esquema vacinal após receber a segunda dose, até 27/7. O indicador corresponde a 3,68% do total de mortes por Covid-19 no mesmo período.

    Esses dados confirmam que a vacinação contra a Covid-19, seja com o imunizante que estiver disponível, contribui radicalmente para reduzir o número de casos graves, internações e mortes causadas pela doença, mas não protegem contra infecção e não impedem que o vírus seja transmitido. Ou seja, enquanto o SARS-CoV-2 continuar circulando livremente como acontece hoje no país, as pessoas vão continuar ficando doentes e nem todos vão resistir à infecção – mesmo estando vacinados.

    Preocupação

    “A grande preocupação no momento é atingir o máximo possível de imunização da população e com a maior velocidade possível. Esse é o objetivo atual. Com isso, você garante frear a pandemia”, explica a diretora do Centro de Desenvolvimento e Inovação do Butantan, Ana Marisa Chudzinski.

    estudo de eficiência Projeto S, por meio do qual o Butantan vacinou a população adulta da cidade de Serrana, no interior paulista, constatou que a imunização causou uma redução de 80% no número de casos sintomáticos de Covid-19, de 86% nas internações e de 95% nos óbitos.

    A pesquisa clínica também mostrou que a vacinação da população leva à imunização inclusive de quem não tomou a vacina, pois a pandemia foi controlada com 75% da população imunizada. Em relação ao país inteiro, no entanto, estamos caminhando para alcançar esses índices: com 60% da população adulta já está completamente vacinada.

    Frear o vírus

    “Nós ainda estamos no meio de uma pandemia. É mais do que claro que quanto mais gente vacinada, maior a barreira para o vírus. Tem gente que responde mais, tem que gente que responde menos a qualquer vacina. O único jeito de frear o vírus é vacinar muita gente”, salienta Ana Marisa. “O vírus pode ser esperto, pode burlar o organismo, pode causar vários problemas”, completa a pesquisadora.

    Todas as vacinas contra a Covid-19 atualmente em aplicação no país tiveram sua eficácia confirmada em ensaios clínicos. A eficácia da CoronaVac, vacina do Butantan e da biofarmacêutica chinesa Sinovac, foi comprovada no Brasil por meio de um estudo com 13.060 voluntários, todos profissionais da saúde, população altamente exposta à Covid-19.

    Os resultados finais demonstraram que a eficácia geral da CoronaVac pode chegar a 62,3% quando o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 21 a 28 dias. Ao longo dos seis meses de estudo (de julho a dezembro de 2020), nenhum dos voluntários faleceu de Covid-19.

    Fonte Aleteia

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  • IBGE: desemprego cai para 13,7% no trimestre encerrado em julho

    IBGE: desemprego cai para 13,7% no trimestre encerrado em julho

    Mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada

    A taxa de desocupação caiu 1 ponto percentual no trimestre encerrado em julho, indo para 13,7% na comparação com o trimestre finalizado em abril. Mesmo com a queda, o país tem 14,1 milhões de pessoas em busca de um trabalho. Os dados foram divulgados hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que produziu a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

    Segundo o instituto, houve aumento de 3,6% no número de pessoas ocupadas, com mais 3,1 milhões no período analisado, chegando a 89 milhões de pessoas.

    A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, disse que, com isso, o nível de ocupação subiu 1,7 ponto percentual, para 50,2%, primeira vez acima de 50% desde o início da pandemia de covid-19, em março de 2020.

    “Essa é a primeira vez, desde o trimestre encerrado em abril de 2020, que o nível de ocupação fica acima de 50%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”, afirmou.

    Empregos recuperados

    A analista explicou que, no trimestre e no ano, houve recuperação dos empregos com carteira assinada. Mas ainda há 5 milhões de pessoas ocupadas a menos do que no período pré-pandemia.

    “Se você olhar do ponto de vista da população ocupada, a gente está em 89 milhões. Bem no início de 2020 estávamos na casa de 94 milhões, ou seja, ainda temos cinco milhões a menos do que no período pré-pandemia. Mas houve um crescimento bastante significativo da população ocupada, que volta a ficar acima dos 50%, mas ainda é bem menor do que o que tínhamos no período pré-pandemia. O crescimento maior no trimestre e no ano foi do emprego com carteira”, afirmou Adriana.

     

    O emprego com carteira assinada subiu 3,5%, com mais 1 milhão de pessoas, totalizando 30,6 milhões no trimestre móvel analisado. Na comparação com o mesmo período de 2020, o número aumentou 4,2%. Segundo o IBGE, este é o primeiro aumento no emprego com carteira desde janeiro de 2020, na comparação anual.

    A mesma pesquisa também indicou que houve aumento nos postos de trabalho informais, com a expansão do trabalho por conta própria sem Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e do emprego sem carteira no setor privado. Com isso, a taxa de informalidade subiu de 39,8% do trimestre móvel anterior para 40,8% no trimestre encerrado em julho.

    O número de empregados no setor privado sem carteira cresceu 6% na comparação trimestral, para 10,3 milhões de pessoas. Em um ano, esse contingente subiu 19%.

    Fonte Agência Brasil

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