Categoria: Brasil

  • ADOÇÃO: Sul de Minas tem 650 crianças e adolescentes a espera de um lar

    ADOÇÃO: Sul de Minas tem 650 crianças e adolescentes a espera de um lar

    PANDEMIA DIMINUIU A BUSCA POR ADOÇÕES EM 46%

    A adoção é, sem dúvidas, um dos maiores gestos de amor. Mas infelizmente durante a pandemia o número de adoções despencou em quase 50% no Sul de Minas. Em toda a região, 650 crianças e adolescentes seguem em busca de um lar e de uma família que os ame de verdade.

    De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pandemia de coronavirus impactou diretamente na procura e consumação das adoções de crianças e adolescentes em todo país.

    Os números mostram que em 2019 foram 3.143 adoções no Brasil. Já em 2020 esse número caiu para 2.184 e agora, até o presente momento, em 2021 são 1.517.

    O CNJ revelou que muitos processos de adoção foram prejudicados no país por conta do fechamento dos fóruns e de toda a rotina de trabalho diretamente afetada pela pandemia e pelas normas de combate ao vírus, onde muitas atividades em todo país deixaram de ser presenciais e migraram para o universo online.

    Ações que são praxe no processo de adoção, como as visitas de assistentes sociais e das famílias interessadas na adoção, não puderam ser realizadas de forma presencial.

    Ainda conforme o Conselho Nacional de Justiça, atualmente são mais de 4.000 crianças e adolescentes que estão na fila por adoção no Brasil e, infelizmente, a maior parte delas já tem mais de 15 anos de idade, o que dificulta ainda mais o interesse pela adoção, já que normalmente a maior procura é por bebês e crianças em menor faixa etária.

    Em todo o estado de Minas Gerais já são 655 adolescentes acima de 15 anos em busca de uma família e um lar.

    Na contramão desta realidade triste, algumas ações vem sendo desenvolvidas em algumas cidades, como por exemplo em Alfenas, onde foi criado um grupo de apoio para acompanhar e acelerar os processos de adoção.

    O processo de adoção no Brasil é lento e bastante burocrático. Há prazos de 2 anos em média para que as crianças ou adolescentes sejam inseridos em uma nova família. Mas com ações de apoio à adoção, como o que acontece em Alfenas, por exemplo, o tempo do processo pode cair. A maior preocupação é sempre a proteção da criança ou do adolescente que se encontra abrigado e em busca de uma nova casa.

    Hoje no Brasil são 29.054 crianças acolhidas no país, sendo que destas 4.249 já estão disponíveis para adoção e outras 4.537 com processo em aberto.

    Como funciona o processo de adoção no Brasil?

    De acordo com o CNJ o processo é gratuito e deve ser iniciado na Vara da Infância e da Juventude mais próxima da residência do interessado. A idade mínima para se habilitar a adoção é 18 anos, independente do estado civil, desde que exista a diferença de 16 anos entre quem deseja adotar e a criança ou adolescente acolhido.

    Após a escolha, devem ser apresentados os documentos pessoais que passaram por uma análise e, em seguida, será feita uma avaliação interprofissional do candidato à adoção. O interessado deve participar de um programa de preparação para a adoção. Após esse processo, é feita a análise do requerimento pela autoridade judiciária e encaminhado para ingresso no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento.

    Por fim, é feito um período de estágio de convivência de no máximo três meses e dando tudo certo o processo de adoção é concluído, fazendo com que a criança ou adolescente adotado passe a ter todos os direitos de um filho.

    Maiores informações sobre adoção podem ser acessadas através do links:

    https://www.mg.gov.br/servico/adotar-crianca-ou-adolescente 

    https://adocaopassoapasso.com.br/?gclid=Cj0KCQjw-NaJBhDsARIsAAja6dMssNuZ0Mj2mVmnxyU5XV9DFq7VT8RoeqB6k4QVmbiR6RVF-nZ1bHMaAuUQEALw_wcB

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    Roger Campos

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  • Trespontanos de Direita organizam manifestação no dia 07 de Setembro

    Trespontanos de Direita organizam manifestação no dia 07 de Setembro

    Conexão traz os detalhes das ações em Três Pontas e também em nível de Brasil, a favor e contra Bolsonaro

    Empresários, profissionais liberais e representantes de diversos setores da economia participaram nos últimos dias de uma reunião na sede da empresa Terra Café LS Tractor para discutirem a participação de Três Pontas (daqueles que são de direita e/ou pró-Bolsonaro) nas manifestações que estão sendo organizadas para acontecerem no próximo dia 7 de setembro, terça-feira, em todo país. Um dos líderes do movimento local é o empresário Antônio Lúcio Gomes Santos. Estão previstas diversas manifestações, dentre elas uma carreata saindo de frente ao Sambódromo Municipal.

    Reunião na sede da empresa Terra Café em Três Pontas para organizar a manifestação Pró-Bolsonaro.

    O 7 de Setembro é o marco maior da Independência do Brasil. E a atual conjuntura política do país torna a data ainda mais emblemática. Polarizadas entre direita e esquerda, são esperadas muitas manifestações por todo o território nacional.

    A direita divulgou uma série de ações que fazem parte da programação do movimentos conservadores, simpatizantes do Presidente da República Jair Bolsonaro e pessoas que se dizem apolíticas mas que querem defender a democracia e a igualdade de direitos no país, segundo eles, desrespeitada pelo STF. Segundo os responsáveis, tratam-se de atos cívicos em comemoração aos 199 anos de Independência do Brasil. “Pela minha, pela sua, pela nossa Liberdade”, dizem alguns cartazes, faixas e itens de divulgação.

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira, 3, que as manifestações marcadas para o dia 7 de setembro serão um “ultimato” do povo para “uma ou duas pessoas”. O chefe do Executivo não citou nomes, mas vem fazendo críticas aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), nas últimas semanas. Em um evento em Tanhaçu, na Bahia, Bolsonaro disse que os dois “precisam entender seu lugar”. “Nós não criticamos instituições ou Poderes. Somos pontuais. Não podemos admitir que uma ou duas pessoas que usando da força do poder queiram dar novo rumo ao nosso país”, declarou. “Essas uma ou duas pessoas tem que entender o seu lugar. E o recado de vocês, povo brasileiro, nas ruas, na próxima terça-feira, dia 7, será um ultimato para essas duas pessoas”, completou.

    ATOS A FAVOR DO GOVERNO BOLSONARO

    Mauro Reinaldo, fundador do movimento União pelo Brasil, convoca o ato favorável a Bolsonaro em 7 de setembro. O empresário afirma que o grupo está preparado para a concentração na Av. Paulista, em São Paulo e que seguirão todas as orientações das autoridades da cidade. O protesto terá como pauta o pedido para a abertura de uma investigação do Judiciário, como era o objetivo da CPI da Lava Toga, proposta no Congresso.

    Reinaldo afirma que muitas pessoas estarão no local, além do próprio presidente Bolsonaro. Ele ainda diz que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e outros bolsonaristas famosos podem visitar a manifestação. Há notícias de manifestações em Brasília e por todo país em apoio ao Presidente da República.

    Após os intensos embates entre Bolsonaro e o Judiciário, além das derrotas no Congresso, como a negativa da Câmara dos Deputados para o voto impresso, os apoiadores do Chefe do Executivo veem na data e na manifestação uma forma de pressionar os poderes.

    Eles tratam o 7 de setembro como “nova Independência”. A movimentação tem ganhado ainda mais vigor após Bolsonaro afirmar, em entrevista à Rádio Capital Notícia Cuiabá, que é “leal ao povo brasileiro” e que “o povo tem que dar o norte do que se deve fazer”.

    (Arquivo: Brasília – DF, 07/09/2020) Hasteamento da Bandeira Nacional.
    Foto: Alan Santos/PR

    Local onde Bolsonaro tomou facada deve ter roda de oração no 7 de Setembro

    As manifestações do 7 de Setembro em Juiz de Fora (MG), na zona da mata mineira, poderão ter uma rede de orações pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na rua Halfeld, centro da cidade, exatamente no local onde o então candidato ao Planalto levou uma facada de Adélio Bispo, em 2018, durante campanha na cidade. Segundo Deusemar de Souza Lima, diretor-geral do movimento Direita JF, a manifestação vai se concentrar na praça São Mateus, zona sul da cidade, mas se a adesão de manifestantes superar as 8.000 pessoas, o grupo deverá caminhar pelo centro da cidade e fazer a homenagem ao presidente na parte baixa da rua, onde aconteceu o atentado.

    Também haverá manifestação de militantes da esquerda, cuja concentração acontecerá às 10 horas na praça do bairro Santa Luzia, predominantemente operário, e não deverá migrar para outras regiões da cidade.

    PROGRAMAÇÃO EM TRÊS PONTAS

    Antônio Lúcio Gomes Santos nos remeteu a seguinte programação que ocorrerá em Três Pontas:

    _ Das 07h30 às 09h00: Concentração em frente ao Sambódromo Jaime Abreu (Av. Oswaldo Cruz);

    _ 09h00: Início da Carreata/Motociata;

    _ 10h00: Chegada da Carreata na Praça Cônego Vítor, Hasteamento da Bandeira do Brasil, Orações pelo Brasil, leitura do texto explicando as reivindicações da Direita e leitura de um texto em apoio ao Presidente Bolsonaro.

    “No dia 7 de setembro agora, nós da Direita de Três Pontas, estamos organizando uma megacarreata na cidade, com uma hora de duração e encerramento na Praça Cônego Vitor, em frente à Igreja Matriz, onde reuniremos grande número de adeptos ao movimento de apoio aos ideais de direita (liberdade de expressão e culto religioso, valorização da família, direito de propriedade, etc.).

    Trajeto da carreata Pró-Bolsonaro em Três Pontas no próximo dia 07 de Setembro.

    Em frente à Igreja Nossa Senhora D’ Ajuda será executado o Hino Nacional Brasileiro, será feita um oração pedindo a benção de Deus para nosso país, hasteamento da bandeira brasileira e leitura de um texto explanando nossos ideais e apoio ao nosso Presidente Bolsonaro. Em nossa cidade devemos começar a ascender esta chama de patriotismo para mais tarde não deixar que o comunismo tome conta de nosso país e dos nossos filhos“, disse o empresário.

    Empresário Antônio Lúcio, organizador da manifestação pró-Governo Federal em Três Pontas.

    ATOS CONTRA O GOVERNO BOLSONARO

    Também estão sendo organizados diversos manifestos contra o atual Governo Federal por todo Brasil.

    Em diversas cidades, a esquerda já se mobilizou e passou a divulgar desde a última sexta-feira pelas redes sociais o “Ato Fora Bolsonaro”, que será realizado na terça-feira (7). O evento reúne partidos como PT, PSOL, PSTU e PCO e entidades como a CUT, comitês de luta da União da Juventude Comunista, entre outros movimentos. Entre os temas da manifestação estão a defesa da democracia, dos povos excluídos, do SUS, da educação, a luta contra as reformas administrativas e o grito “Fora Bolsonaro!”.

    Não recebemos, até o fechamento desta reportagem, nenhuma informação sobre manifestações contra o atual Governo Federal em Três Pontas.

    *Importante lembrar que toda e qualquer manifestação é livre em nosso país, desde que não atente contra a Constituição Federal. Que as pessoas se manifestem em clima de paz, evitando confronto e confusão. Também vale ressaltar que estamos em uma pandemia, a maior de nossa história, portanto evitar aglomeração é fundamental, bem como não abrir mão do uso de máscara e de álcool em gel.

    Fontes de Pesquisa: Correio Braziliense / Jovem Pam / Poder 360 / Itatiaia / Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Grão Sagrado: Entenda quais são os principais motivos para a alta no preço da saca de café

    Grão Sagrado: Entenda quais são os principais motivos para a alta no preço da saca de café

    Insumos, combustível e mão de obra também estão mais caros, o que acaba dificultando o dia a dia do produtor

    Quem acompanha o mercado cafeeiro tem percebido que o preço da saca de café está em alta. Durante o mês de agosto o preço da saca de 60 kg do café arábica tipo 6 bebida dura fechou acima dos R$ 1 mil praticamente todos os dias. Diversos fatores podem fazer o preço subir, mas, especialistas apontam que a elevação atual se deve, principalmente, à quebra de safra.

    O preço do café vem subindo ao longo dos meses e antes mesmo das geadas já era possível observar uma alta, com valores acima de R$ 800 reais a saca já no mês de maio, conforme indicadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Isso vem ao encontro da explicação do presidente do Centro do Comércio de Café do Estado de Minas Gerais, Archimedes Coli Neto.

    “Essa alta se deve a uma quebra de safra que nós estamos colhendo e que termina agora em setembro, então isso está se confirmando com uma redução bastante grande com relação à colheita e também a expectativa de uma safra não muito grande para o ano que vem devido às geadas e ao clima seco. Isso vem favorecendo os preços de café e o mercado já está sentindo isso e muito preocupado com a oferta, ele vem subindo e vem mantendo preços firmes”, comentou.

    A quebra de safra é uma redução, geralmente bastante significativa do que estava previsto para a colheita. Geralmente ela acontece devido a fatores climáticos, ataque de pragas ou pela disseminação de doenças nas plantações. Segundo o vice-presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Poços de Caldas – Café Poços, Marco Antônio Lobo Sanches, a quebra da safra deste ano já era esperada devido à seca prolongada.

    “Faltou água e os cafés apresentaram muito defeito, quer dizer, a escolha e a cata do café aumentou muito, vamos dizer 30%, 32%, com isso vem a quebra, onde os grãos maiores são menores, com defeito, torto, mal formado, grão que poderia dar peneira alta têm um defeito de formação A qualidade se mantém, mas a quantidade de café de qualidade é que cai, então realmente a quebra é significativa”, explicou.

    Apesar do alto preço da saca, para o produtor não há tanta vantagem assim. Segundo Marco Antônio, que também é cafeicultor, não foi só o grão de café que subiu, mas também os insumos, os defensivos, mão de obra e o combustível. Com isso, os produtores continuam com gastos elevados e até mais altos do que no período em que a saca de café estava mais baixa.

    “O produtor está tendo muita dificuldade para comprar insumos. Está muito difícil, o café a R$ 1,1 mil a saca, está pior do que quando estava R$ 550 porque o adubo era R$ 1,5 mil, R$ 1,8 mil. Hoje tem adubo a R$ 2,8 mil, R$ 3,8 mil e tem adubo beirando a R$ 5 mil, quer dizer, o café dobrou e o adubo multiplicou por três, ou mais. E não é só o adubo, tem o insumo contra bactérias, tem os fungicidas, tem os elementos nutritivos, quer dizer, você juntando tudo, mais mão de obra, preço do combustível, tudo subindo. E a produção para o ano que vem é certeza absoluta, nós vamos ter uma quebra bem significativa, a gente não quer isso, mas está ai, é a realidade”, disse.

    Para tentar manter as contas equilibradas, os produtores buscam ‘segurar’ um pouco mais a mercadoria, prolongando os contratos com os compradores. “Ele segura o café e acaba vendendo aos poucos, de acordo com a necessidade dele para pagar colheita, mão de obra, energia elétrica, beneficio do café, secagem. É a mercadoria que ele dispõe no momento para poder quitar uma série de débitos”, apontou.

    Exportação

    Segundo o relatório estatístico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), as exportações totais brasileiras de café somaram 2.826 milhões de sacas de 60 kg em julho de 2021, primeiro mês do ano safra 2021/22. Esses números representam uma queda de 12,8% com relação ao mesmo período de 2020.

    No acumulado de 2021, ainda de acordo com o relatório, as remessas ao exterior chegaram a 23.737 milhões de sacas, o que representa um aumento de 2,2% em relação aos sete primeiros meses do ano passado. No período de janeiro a julho de 2021, o Brasil exportou café para 115 países, conforme dados do relatório.

    Archimedes Coli Neto explica que o Brasil deve terminar o ano tendo exportado um pouco menos do que exportou em 2020, isso devido à pouca oferta por parte da produção e pelo fato de o mercado ficar um mais travado em relação à comercialização justamente por causa da oferta menor. Mas, ele comenta que com a alta do dólar, o Brasil segue disputando espaço na exportação.

    “O Brasil se torna muito competitivo, com o real desvalorizado as exportações tendem a ficar mais fortes, fica complicada a importação, mas a exportação leva uma vantagem porque o Brasil fica muito competitivo nos preços, então a exportação para todos os produtos fica bastante vantajosa”, afirmou.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil deve imunizar 100% da população adulta contra a covid-19 primeiro que os EUA

    BOA NOTÍCIA: Brasil deve imunizar 100% da população adulta contra a covid-19 primeiro que os EUA

    País deve atingir a imunização completa de toda a população adulta antes da nação mais rica do mundo. Brasil, atualmente, é o terceiro que mais aplica vacinas diariamente no mundo, atrás apenas de China e Índia

    O país tem intensificado o ritmo da vacinação contra a covid-19 ao longo das últimas semanas, tanto que muitas unidades da Federação já estão imunizando todos os brasileiros a partir de 18 anos de idade. A cobertura vacinal dos adultos mais jovens, inclusive, fez com que o Brasil passasse a registrar índices recordes de doses aplicadas diariamente, o que nos deixa mais próximos de fornecer a primeira dose para todos os adultos antes mesmo dos Estados Unidos.

    Informações reunidas pelo projeto Our World in Data, conduzido pela Universidade de Oxford, mostram que o Brasil tem se esforçado para compensar a demora do início do processo de vacinação, que só aconteceu em janeiro deste ano. Nos últimos dois meses, mais de 1 milhão de pessoas foram vacinadas por dia. Desde 11 de agosto, o país é o terceiro que mais aplica doses no mundo, perdendo apenas para China e Índia, sendo que de 17 a 19, data em que as estatísticas do Brasil foram atualizadas pela última vez, pelo menos 2 milhões de doses foram distribuídas à população em cada um dos dias.

    O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou ontem a 122.830.226, mais de 74% do total de pessoas com 18 anos ou mais no país. Caso o Brasil consiga manter a quantidade de doses aplicadas diariamente acima dos 2 milhões, em no máximo 21 dias os cerca de 41,6 milhões adultos que ainda faltam ser atendidos receberão a primeira dose. Nas últimas 24 horas, 454.160 pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 estados e Distrito Federal.

    Mesmo tendo iniciado a campanha de imunização um mês antes do Brasil, os Estados Unidos levarão mais tempo para chegar à marca de 100%, considerando os parâmetros atuais de vacinação no país. Segundo o Our World Data, desde 13 de abril, quando atingiu a impressionante marca de quase 3,4 milhões de vacinas aplicadas, a quantidade de imunizantes distribuídos diariamente vem caindo. A última vez em que o país conseguiu usar mais de 1 milhão de doses no mesmo dia foi no feriado da Independência, em 4 de julho, e nos últimos sete dias a média de imunizantes aplicados foi de 789 mil.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, ao menos 188,6 milhões de norte-americanos com mais de 18 anos já iniciaram o esquema vacinal, o que significa 73% da população do país nessa faixa etária. A seguir o patamar de imunização observado recentemente, o país levará mais 88 dias — quase três meses —, para aplicar a primeira dose em todos os 258,4 milhões de adultos.

    Causas

    Infectologista do Hospital de Águas Claras, Ana Helena Germóglio diz que o Brasil conseguiu ultrapassar os norte-americanos devido à cultura de cada país em relação às vacinas. Mesmo com mais doses à disposição para os seus habitantes, os Estados Unidos têm de lidar com o negacionismo de boa parte da sua população em relação aos imunizantes, o que compromete o avanço da campanha de vacinação.

    “O brasileiro e os latinos, em geral, são acostumados com vacinas e que entendem a importância da imunização. Enquanto nos Estados Unidos há uma corrente forte antivacina, isso não se vê no Brasil”, comenta. Para ela, outro fator que contribuiu para o país ter intensificado a quantidade de doses aplicadas foi o fim da exigência de se fazer um prévio agendamento para as pessoas serem atendidas. Quem não tinha acesso à internet, por exemplo, acabava perdendo a oportunidade de se imunizar.

    “Temos de dar chances para todos serem vacinados. Aqui, as pessoas querem tomar a vacina. Apesar do atraso, era apenas questão de tempo para que as doses estivessem à disposição nos postos e, de lá, fossem para os braços dos brasileiros”, diz.

    Especialistas fazem o apelo para que os brasileiros não percam a oportunidade de se vacinar, visto que os imunizantes são o método mais eficaz para evitar formas mais graves da covid-19. Neste mês, a prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, constatou que 95% das internações no município por conta do novo coronavírus eram de pessoas que não se vacinaram contra a doença.

    “Os estudos mostram que, com a primeira dose de vacina contra a covid-19, a pessoa já tem um grau de proteção contra a infecção pelo vírus, e mesmo pegando a doença, tem menor risco de adoecer gravemente, e também menor transmissibilidade. Essa proteção se amplia com a segunda dose. Portanto, a cobertura ampla da população adulta com pelo menos uma dose é um passo importante no controle da pandemia, e consequentemente na redução da sobrecarga do sistema de saúde”, destaca a infectologista do Hospital de Base Magali Meirelles.

    Ela acrescenta que, mesmo com o início da vacinação, medidas como distanciamento social e o uso de máscara continuam indispensáveis. “A variante delta está disseminada no Brasil, e há evidências de que esquemas incompletos, com apenas uma dose, não fornecem o mesmo grau de proteção contra essa variante. A luta contra a pandemia segue, e quanto antes conseguirmos vacinar completamente a maior parte possível da população, mais rápido conseguiremos afrouxar as medidas de distanciamento”, observa.

    Projeções

    A projeção numérica vai confirmar as estimativas feitas pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que todos os adultos do país estariam parcialmente vacinados contra a covid-19 até o fim de setembro. E para acelerar a conclusão do esquema de imunização, o ministro disse recentemente que o governo pensa em reduzir o intervalo de aplicação entre a primeira e a segunda dose de algumas vacinas, como a da Pfizer. “O intervalo da Pfizer no bulário é de 21 dias. Para avançar no número de brasileiros vacinados com a primeira dose, resolveu-se ampliar o espaço para 90 dias. Agora que nós já vamos completar a D1 (primeira dose) em setembro, estudamos voltar o intervalo para 21 dias para que a gente possa acelerar a D2 (segunda dose). Se fizermos isso, em outubro teremos mais de 75% da população vacinada com a D2”, comentou Queiroga, na semana passada.

    Fonte Correio Braziliense

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  • COVID-19: Polícia Federal investiga fraudes em hospital de campanha

    COVID-19: Polícia Federal investiga fraudes em hospital de campanha

    A Operação Cartão Vermelho 2, da Polícia Federal, foi deflagrada hoje (23) para desarticular um grupo investigado por crimes de corrupção, desvio de recursos públicos federais e fraude em procedimento de dispensa de licitação. As irregularidades foram identificadas no hospital de campanha montado para atender pacientes da covid-19, no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza (CE).

    Cerca de 35 policiais federais e oito servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão, em domicílios de investigados, em Fortaleza e em Brasília.

    A ação visa instruir inquérito policial que apura indícios de atuação criminosa de servidores públicos, dirigentes de organização social sediada em São Paulo, contratada para gestão do hospital de campanha, e empresários.

    “As investigações tiveram início em 2020 e, a partir dos dados coletados e analisados pela PF e CGU na primeira fase da Operação Cartão Vermelho, deflagrada em novembro de 2020, foram reforçados indícios de conluio entre os investigados para direcionar escolha de organização social, com pagamentos superfaturados, transações com empresas de fachada, desvio de recursos públicos federais e enriquecimento ilícito dos investigados”, detalhou a Polícia Federal em nota.

    As investigações continuam com análise do material apreendido na operação policial e do fluxo financeiro dos suspeitos. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude à licitação, peculato, ordenação de despesa não autorizada por lei e organização criminosa, e, se condenados, poderão cumprir penas podem chegar a 33 anos de reclusão.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Butantan entrega 4 milhões de doses de vacina ao Ministério da Saúde

    BOA NOTÍCIA: Butantan entrega 4 milhões de doses de vacina ao Ministério da Saúde

    Mais 4 milhões de doses da vacina do Butantan contra a covid-19 foram entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) na manhã desta segunda-feira (23). Com o novo lote, o Instituto Butantan chega à marca de 78,8 milhões de imunizantes fornecidos ao Ministério da Saúde para vacinação de brasileiros.

    O total de liberações já feitas representa 78% das 100 milhões de doses contratadas pelo Ministério da Saúde para a vacinação de brasileiros em todo país.

    A entrega de hoje faz parte da leva de vacinas fabricadas com o lote de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) entregue pela farmacêutica chinesa Sinovac ao Butantan no dia 13 de julho. Na ocasião, chegou ao instituto um total de 12 mil litros da matéria-prima usada para a fabricação dos imunizantes.

    A matéria-prima foi envasada no complexo fabril do instituto, na zona oeste da cidade de São Paulo, e passou por etapas como embalagem, rotulagem e controle de qualidade das doses.

    As vacinas liberadas nesta manhã fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, com 54 milhões de doses. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio. As entregas foram iniciadas em 17 de janeiro deste ano, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Fonte Agência Brasil

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  • TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

    TV Brasil é a emissora oficial dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020

    Os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) já trabalham na realização de ampla cobertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, que serão realizados de 24 de agosto a 5 de setembro. A TV Brasil, emissora oficial dos jogos, transmite ao vivo a cerimônia de abertura e a solenidade de encerramento além das principais competições nas diferentes modalidades, com destaque para a participação dos atletas brasileiros em esportes coletivos e individuais. A Agência Brasil, a Rádio Nacional e as redes sociais dos veículos da EBC também reforçam a cobertura do evento esportivo.

    O repórter Igor Santos e o repórter cinematográfico Rodolpho Rodrigues já desembarcaram em Tóquio para registrar a participação dos atletas olímpicos no Japão. Profissionais experientes, os dois atuaram pela EBC na cobertura da Paralimpíada do Rio em 2016 e dos Jogos Mundiais Militares em Wuhan, na China, em 2019, entre outros grandes eventos esportivos.

    Emissora oficial

    EBC é parceira do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), e a TV Brasil é a emissora oficial dos jogos no Brasil. De 24 de agosto a 5 de setembro, realizará transmissões diárias de tudo que estiver acontecendo no Japão, levando o melhor da Paralimpíada para o Brasil.

    A equipe de reportagem da TV Brasil em Tóquio se junta a jornalistas, apresentadores e comentaristas – direto dos estúdios no Rio de Janeiro, para garantir todos os detalhes e emoções das provas e competições que serão transmitidas na íntegra, com narrações exclusivas, ao vivo, de 5h30 às 7h30 da manhã.

    A partir das 8h15 o time da TV Brasil entra no ar sempre que houver brasileiros em ação. A TV Brasil 2 acompanhará o evento e exibe diariamente, a partir das 22h, as competições com o objetivo de apoiar e dar visibilidade aos atletas paralímpicos do mundo inteiro.

    As edições dos telejornais Repórter Brasil Tarde e Repórter Brasil Noite exibem os principais acontecimentos do dia. Fique ligado para os destaques e notícias de última hora e nos programas esportivos Stadium e No Mundo da Bola. Boletins diários na Rádio Nacional informam os resultados do Brasil em todas as modalidades.

    Agência Brasil também entra em clima paralímpico e noticia os resultados, desafios e conquistas dos atletas brasileiros e a agenda de competições. No canal de YouTube da Agência Brasil, de segunda a sexta-feira, no fim do dia, confira um resumo do que aconteceu nos jogos, a agenda e a expectativa do dia seguinte. Você ficará por dentro ainda de outras informações, como curiosidades da cultura japonesa e classificação do Brasil no ranking paralímpico.

    Confira também todos os destaques da cobertura dos veículos da EBC em nossas redes no YouTube, Twitter, Facebook e Instagram pela hashtag #EBCemTóquio.

    A ampla cobertura dos veículos da EBC conta ainda com vídeos, fotos e textos das cerimônias de abertura e encerramento; entrevistas exclusivas com medalhistas e atletas famosos; destaques do dia; especialistas de todos os esportes trazendo contexto e análise dos resultados em todas as categorias; artes animadas do quadro de medalhas, gráficos e curiosidades; e cobertura dos impactos dos Jogos no Japão e no mundo.

    Tokyo 2020 é aqui, nos veículos da EBC e nos canais da TV Brasil, a emissora oficial dos jogos no Brasil. #EBCemTóquio

    Competições paralímpicas em Tóquio

    Neste ano, a Paralimpíada conta com 22 modalidades esportivas. Serão 539 competições no total, realizadas em 21 locais da capital japonesa.

    Entre as novidades, o Comitê Paralímpico Internacional incluiu no programa o parabadminton e o parataekwondo. As duas modalidades substituem o futebol de 7 e a vela, excluídos dos Jogos devido ao pequeno alcance internacional.

    Voltado a participantes com deficiências físicas (de mobilidade, amputações, cegueira ou paralisia cerebral) e mentais, o evento terá atletas das mais diversas nações competindo na busca pela sonhada medalha.

    Participação do Comitê Paralímpico Brasileiro

    A delegação brasileira é composta por 260 atletas (incluindo atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro), sendo 164 homens e 96 mulheres, além de comissão técnica, médica e administrativa, totalizando 434 pessoas. Jamais uma missão brasileira em Jogos Paralímpicos no exterior teve tamanha proporção.

    Na última edição fora do país, em Londres 2012, o Brasil compareceu com 178 atletas, até então a maior. O número para a capital japonesa só é superado pela participação nos Jogos Rio 2016, já que o Brasil garantiu vagas em todas as modalidades por ser país sede e contou 286 atletas no total.

    Os Jogos de Tóquio reservam a possibilidade da conquista da centésima medalha dourada paralímpica na capital japonesa. Atualmente, o Brasil contabiliza 87 láureas.

    Atletas de 22 estados e do Distrito Federal em 20 modalidades – exceto basquete em cadeira de rodas e rúgbi em cadeira de rodas – representarão o Brasil no Japão. Competidores nascidos no estado de São Paulo são maioria, com 60 representantes. Os naturais do estado do Rio de Janeiro vêm em seguida, com 24. Não há representantes provenientes de Amapá, Sergipe, Roraima e Tocantins.

    Serviço

    Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 / Transmissão dos Jogos e cobertura dos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – De 24 de agosto a 5 de setembro

    TV Brasil
    tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar
    WebTV: tvbrasil.ebc.com.br/webtv
    TV Brasil Play play.ebc.com.br (Aplicativo de smartphone disponível para Android e iOS)
    https://tvbrasil.ebc.com.br/

    Agência Brasil
    agenciabrasil.ebc.com.br
    www.youtube.com/c/AgênciaBrasilOficial/videos

    Rádio Nacional (DF)

    Rádio Nacional AM
    980 KHz, Brasília
    https://youtube.com/c/R%C3%A1dioNacionalBR

    Rádio Nacional FM
    87.1 MHz, São Paulo, Belo Horizonte e Recife
    radios.ebc.com.br/radionacional

    Rádio Nacional (RJ)
    FM 87,1 MHz, AM 1130 kHz
    radios.ebc.com.br/nacionalrioam

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Covid-19: governo antecipa para agosto entrega de 3,9 milhões de doses

    Covid-19: governo antecipa para agosto entrega de 3,9 milhões de doses

    Com nova previsão, país terá 68,8 milhões de doses distribuídas no mês

    O Ministério da Saúde informou hoje (19) que conseguiu antecipar a chegada de mais 3,9 milhões de doses, para o mês de agosto, de vacinas contra a covid-19. Com a nova previsão de entregas, o mês deve fechar com 68,8 milhões de doses disponibilizadas para a população.

    Por conta da antecipação, a expectativa é que os laboratórios entreguem 62,6 milhões de vacinas no mês de setembro. De acordo com a pasta, serão 131,4 milhões de doses em dois meses. A medida faz parte do empenho do governo em vacinar toda a população adulta com pelo menos uma dose até o fim de setembro.

    Até o momento, 207,4 milhões de doses foram entregues ou estão em processo de distribuição aos estados e municípios para a campanha de vacinação. Dessas, 172,9 milhões já foram aplicadas, sendo 119 milhões de primeira dose e 52,9 milhões de segunda dose ou dose única da vacina.

    O andamento da vacinação pode ser conferido na plataforma LocalizaSUS, atualizada diariamente.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • ALERTA: Em 24 horas, 979 pessoas morreram e 36 mil foram infectadas pelo coronavírus

    ALERTA: Em 24 horas, 979 pessoas morreram e 36 mil foram infectadas pelo coronavírus

    Mortes sobem para 572,6 mil e casos, para 20,4 milhões

    O total de vidas perdidas para a covid-19 subiu para 572.641. Em 24 horas, desde o boletim de ontem (18) foram registradas 979 novas mortes.

    Ainda há 3.597 falecimentos em investigação. Isso pelo fato de haver casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

    Desde o início da pandemia, 20.494.212 pessoas contraíram a doença. Entre ontem e hoje, foram registrados 36.315 novos diagnósticos positivos de covid-19.

    Ainda há 528.524 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

    O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 19.393.047.

    As informações estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (19). A atualização reúne informações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre os casos e óbitos relacionados à covid-19.

     

    Estados

    No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (143.752), Rio de Janeiro (61.090), Minas Gerais (52.248), Paraná (36.769) e Rio Grande do Sul (33.887). Com menos mortes estão Acre (1.808), Roraima (1.924), Amapá (1.943), Tocantins (3.637) e Sergipe (5.958).

    Vacinação

    Até o início da noite de hoje (19), o painel de vacinação ainda não tinha dados sobre as ações de imunização hoje. Até ontem, o número de doses contra a covid-19 aplicadas estava em 172,9 milhões, sendo 119,9 milhões como primeira dose e 52,9 milhões como segunda dose ou dose única.

    Conforme as informações mais recentes, foram distribuídas 207,4 milhões de doses da vacna contra a covid-19.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Ciclista: dia nacional alerta sobre desafios para trânsito mais seguro

    Ciclista: dia nacional alerta sobre desafios para trânsito mais seguro

    Ciclismo é visto como um dos melhores modais de transporte

    Transformar a dor em uma ação positiva, ainda que em meio a processos muito difíceis, foi a experiência vivida pelo economista Persio Davison, de 73 anos. Da trágica morte de seu filho, Pedro Davison, atropelado por um motorista alcoolizado na chamada faixa presidencial do Eixão Sul, em Brasília, ele viu surgir, em todo o país, um movimento de conscientização e de mudanças de atitudes que, desde então, ajudam a melhorar as estatísticas de ciclistas mortos no trânsito.

    Todos os esforços de conscientização culminaram na criação do Dia Nacional do Ciclista, em 19 de agosto.

    “O Dia Nacional do Ciclista, para nós, é o dia da morte de nosso filho. Por outro lado, é, para a sociedade, um dia de conscientização e de busca por novos caminhos para a mobilidade. Um dia para lembrar que todos temos de ser protetores de todos, e que a realidade só será menos trágica se nos respeitarmos. Um dia para lembrar que temos o mesmo direito de respeito pela escolha sobre como queremos nos locomover”, disse Persio à Agência Brasil.

    Foi no dia 19 de agosto de 2006 que, após participar de um churrasco em comemoração ao aniversário da filha Lulu, de 8 anos, que Pedro, aos 25 anos e com um curso de biologia recém-concluído, optou por fazer algo que estava muito acostumado: “dar um pedal”.

    Forma de diálogo

    O ciclismo, para ele, era mais que um modal de transporte. Era uma forma de manifestar todo o amor que sentia pela natureza e pela vida. Prova disso foi a viagem que fez a Trancoso, na Bahia. Foram 11 dias pedalando e fazendo novas amizades.

    “Pedalar, para ele, era uma forma de diálogo com as populações locais. Ele pernoitava em quintais e na casa das pessoas que ia conhecendo. Meu filho fazia disso um modo de vida”, lembra Persio.

    Em outra viagem, acompanhado de dois colegas, passou 45 dias pedalando pelo Tocantins e, no retorno a Brasília, margeou o Planalto Central na direção do Pantanal. “A vocação dele, como biólogo e ambientalista, estava presente também no ciclismo”, afirma Persio.

    Após o impacto com um veículo a mais de 110 quilômetros por hora (km/h), o jovem Pedro foi arremessado a uma distância de 84 metros e morreu. O motorista Leonardo Luiz da Costa foi encontrado cerca de meia hora depois, tentando escapar de uma blitz no Setor de Indústria e Abastecimento. Ele estava alcoolizado. Sua placa já havia sido informada por um motociclista que testemunhou o crime. A história do biólogo é contada em um curta-metragem chamado Lulu Vai de Bike. Entre as atividades programadas pela organização não governamental (ONG) Rodas da Vida para o Dia Nacional do Ciclista em Brasília está a exibição do curta, às 19h, Espaço Infinu, na 506 Sul. Para acessar a programação, clique aqui.

    “Não é acidente. É crime”

    “O Dia do Ciclista é ato político. Teve sua origem, mas não é a ela que se volta e sim à defesa do direito de o ciclista ter sua mobilidade segura e respeitada. O foco está na construção e não nas tragédias de tantas perdas. A mensagem é de mobilização e futuro”, resume o pai da vítima, ao se referir à tragédia que, hoje, simboliza uma quebra de paradigmas.

    O que antes era visto como “acidente”, desde então passou a ser percebido, tanto pela sociedade quanto pela Justiça, como “crime”.

    “Não há acidentes, há crimes no trânsito. Não são circunstâncias acidentais: são decisões conscientes tomadas por um adulto que decide dirigir acima da velocidade permitida, sob efeito do álcool ou transgredindo qualquer outra norma das boas práticas ao volante”, argumenta a coordenadora administrativa da ONG Rodas da Paz, Joyce Ibiapina.

    Toda a mobilização decorrente desse crime praticado contra Pedro Davison favoreceu um ambiente que, dois anos depois, em 2008, resultou em uma legislação que salvou muitas vidas no trânsito: a Lei Seca.

    Rodas da Paz

    Persio lembra que, com a ajuda de organizações como a Rodas da Paz, um movimento tomou conta do país que, por meio do Congresso Nacional, criou leis visando uma “mobilidade respeitosa à vida, com um olhar para os ciclistas e pedestres”. Entre as causas defendidas pelo movimento está “o dever de reconhecimento, pelas leis e pela Justiça, da tipificação de crime no trânsito e a condenação e punição desses crimes pelo Judiciário”.

    Na época, lembra Persio, havia o entendimento de que o tombamento impedia a construção de ciclovias em Brasília. “Hoje, o DF lidera a oferta de infraestrutura cicloviária, e a fiscalização mais efetiva tem coibido motoristas transgressores, a direção e o consumo de bebida”.

    Em meio à luta pelos direitos dos ciclistas – e ao fato de seu filho ter se tornado um símbolo da causa – Persio e sua esposa, Beth Davison, tornaram-se conselheiros e, no caso dele, vice-presidente da ONG.

    “Brasília tem seu simbolismo e cumpre esse papel de incentivo, motivando um movimento nacional para a transformação de nossas cidades e de nossa conduta, de forma a propiciar maior respeito aos ciclistas e aos pedestres, em relação a seus direitos e a uma mobilidade segura”, diz.

    Ciclista trespontana Thalise Silva

    Economia, clima e saúde

    A ONG desenvolve diversas ações nas quais apresenta a bicicleta como o “mais promissor dos veículos” para enfrentar a crise econômica, climática e de saúde que o país atravessa, agravada pela pandemia.

    “O transporte por bicicleta é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela ONU Habitat como alternativa ao transporte coletivo e ao transporte individual motorizado, para que as pessoas façam seus deslocamentos com risco reduzido de contágio pela covid-19 e possam praticar exercícios físicos regularmente, o que aumentou o número de bicicletas no mundo todo”, relata Joyce Ibiapina, do Rodas da Paz.

    União dos Ciclistas do Brasil

    Outra entidade que atua na defesa dos direitos dos ciclistas é a União de Ciclistas do Brasil (UCB), que tem Felipe Alves como um de seus diretores. A entidade também aproveita a data de hoje para chamar a atenção ao “permanente descaso com ciclistas no trânsito”.

    “Descaso por parte de motoristas, motociclistas e, principalmente, do Poder Público, tanto federal quanto estaduais ou municipais, que pouco se esforçam para tornar o trânsito mais seguro no Brasil, seja não atendendo às necessidades dos usuários mais vulneráveis (como pedestres e ciclistas), seja afrouxando as leis de trânsito e as punições previstas para condutores que não cumprem a lei”, declarou à Agência Brasil.

    Empregos

    As duas entidades destacam que os benefícios do ciclismo vão além da saúde, favorecendo também a economia, inclusive por meio da geração de empregos.

    Citando estudo divulgado este ano pela Aliança Bike – que tem por base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020 e 2021 – Ibiapina, do Rodas da Paz, diz que, “mesmo com pouco ou nenhum incentivo, o setor de bicicletas é resiliente e pode ser importante vetor para a recuperação da economia brasileira em momentos de crise e fora deles”.

    Considerando empregos com carteira assinada em dois setores da economia da bicicleta no Brasil (o industrial e o varejista), o estudo mostra um impacto inicial negativo da pandemia no setor, especialmente em abril de 2020. “Porém, foi verificada uma rápida recuperação nos meses a partir de maio de 2020, e o balanço do setor foi positivo tanto ao longo do ano de 2020 quanto nos dois primeiros meses de 2021”.

    Pandemia

    A chegada da pandemia favoreceu e ampliou o uso desse modal, o que pode ser percebido pelo aumento de venda de bicicletas, peças, acessórios e serviços como mecânica, o que também é mostrado por outro estudo da Aliança Bike – este citado pelo diretor da UCB.

    Os motivos do maior uso da bicicleta como meio de transporte têm tanto fatores econômicos, por ser mais barato, como sanitários, já que é muito mais seguro que transporte público ou por aplicativo em relação à transmissão do novo coronavírus, afirma.

    Ele cita também fatores esportivos, de saúde e de lazer, já que a atividade é recomendada mesmo com as restrições e recomendações durante a pandemia, por ser realizada em espaço aberto e com distanciamento das pessoas.

    Ciclista trespontana Renata Andrade

    Aumento de sinistros

    O crescimento do uso da bicicleta trouxe outro tipo de aumento – o número de sinistros graves, informa a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet).

    De acordo com a instituição, houve um “aumento relevante de 30%” no registro de sinistros que exigiram atendimento médico a ciclistas traumatizados nos primeiros cinco meses de 2021.

    “Os dados demonstram a importância de termos atenção e iniciativas focadas nesse público. O uso da bicicleta cresceu no Brasil e exige uma abordagem de prevenção ao sinistro”, diz o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior.

    Segundo a associação, em janeiro de 2019 foram registrados 1,1 mil sinistros graves com ciclistas, número que subiu para 1.451 em janeiro de 2021, “o mais alto nível no período estudado”.

    Os dados avaliados pela associação mostram a evolução dos sinistros graves com ciclistas em todo o Brasil. “Chama a atenção a escalada no registro no estado de Goiás: em 2021, houve um aumento de 240% em relação a 2020, com 406 casos a mais”, diz o levantamento.

    Em Rondônia, a incidência de sinistros graves aumentou 113%, e em Sergipe, 100%.

    A Abramet avaliou também o perfil dos ciclistas envolvidos em sinistros graves. Cerca de 80% eram homens e a faixa etária predominante é de 20 a 59 anos (60% dos casos).

    “A superioridade numérica dos acidentes envolvendo pedestres e motociclistas fez com que os ciclistas fossem negligenciados em relação às políticas de prevenção. Percorrem ruas e estradas, partilhando espaço com veículos pesados. Muitas vezes, sequer sendo percebidos. Comparada a alguém que se desloca em um automóvel, uma pessoa que circula em uma bicicleta tem probabilidade de óbito oito vezes maior”, explica Flavio Adura, diretor científico da Abramet.

    Limites de velocidade

    A Rodas da Paz tem algumas dicas de segurança que, se seguidas, podem ajudar a tornar a mobilidade do modal cicloviário mais segura, de forma a reverter os números inflacionados pela pandemia e promover uma convivência mais harmônica nas ruas do país.

    “Sem baixar a velocidade das vias, é impossível conter a epidemia das mortes no trânsito. Para que seja possível a convivência pacífica e humanizada no trânsito, é necessário a responsabilidade dos condutores de veículos maiores, para que protejam os menores, e a readequação dos limites de velocidade”, afirma Joyce Ibiapina, ao defender investimentos em fiscalização e medidas tecnológicas e de engenharia.

    Citando o manual Gestão da Velocidade, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), ela diz que as chances de sobrevivência em um atropelamento “diminuem exponencialmente” quando a velocidade de impacto do veículo é maior.

    Se a velocidade de impacto do veículo sobre o pedestre for de 32 km/h, as chances de sobrevivência são de 95%. Se a velocidade for 48 km/h, a probabilidade cai para 55%. A partir de 64 km/h, a probabilidade de sobreviver é reduzida a 15%.

    “Ciclistas devem trafegar ao lado direito da via, ocupando um terço da faixa e sempre no sentido de circulação regulamentado no local. Para evitar sinistros de trânsito como atropelamentos, os motoristas devem dirigir respeitando o limite de velocidade máxima regulamentada e reduzir a velocidade ao ultrapassar ciclistas, guardando distância lateral de 1,5 metro”, diz a coordenadora da ONG.

    Felipe Alves, da UCB, sugere, além da diminuição da velocidade em perímetros urbanos, maior proteção e melhor infraestrutura para ciclistas e pedestres, bem como “investimentos permanentes” em educação para o trânsito. “E, claro, mais rigor nas punições aos infratores”, complementa.

    Fonte Agência Brasil

    Casal Bremer e Thalise inovou e foi muito elogiado pela produção fotográfica de casamento destacando o amor pela bicicleta.

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  • Covid-19: Brasil avalia aplicar dose de reforço a público específico

    Covid-19: Brasil avalia aplicar dose de reforço a público específico

    Aplicação deve ser feita em pacientes com imunidade baixa

    Parte da população brasileira deverá receber uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (16) pela secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Melo.

    Ao participar da reunião da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, nesta segunda-feira (16), a secretária avaliou que a experiência norte-americana – motivada pelo avanço da variante Delta do vírus e pelo relaxamento de medidas sanitárias – de mais uma dose, deverá ser acompanhada pelo Brasil. É o caso de pessoas com sistema imunológico mais frágil como transplantados, portadores do vírus HIV e de pacientes com câncer.

    “Temos alguns estudos preliminares, porém esses estudos não foram publicados. São discussões internas, nem podemos publicizar tanto, em respeito aos pesquisadores, porém já estamos tomando decisões em nível de gestão, o que fazer, o que planejar, quantificar esses grupos que precisem, a exemplo do que aconteceu na semana passada nos Estados Unidos”, adiantou. Ainda segundo Rosana, no Brasil, os grupos prioritários, caso a estratégia se confirme, não devem ser diferentes dos priorizados nos Estados Unidos.

    Os países que já aplicam a terceira dose se basearam em estudos que indicam que a imunidade diminui com o tempo.

    Dúvidas

    Ao responderem a perguntas dos senadores, sobre um possível reforço de dose de imunizantes contra o novo coronavírus, os especialistas deixaram claro que algumas questões ainda estão em análise. Perguntas sobre quais imunizantes poderão ter uma terceira dose e se uma pessoa poderá tomar o reforço de uma vacina diferente do que tomou inicialmente, estão nessa lista.

    Delta

    Especificamente sobre a variante Delta, a avaliação do Ministério da Saúde é que, no Brasil, ela surgiu mais tímida, mas o panorama está mudando. Nesse cenário, o relaxamento de medidas preventivas por parte de gestores da saúde e da população têm contribuído para o aumento do número de casos.

    “Entendemos a nossa cultura latina, mas houve um relaxamento mesmo das pessoas mais entendidas em relação a isso”, avaliou.

    Também durante a audiência pública a pesquisadora da Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca, Margareth Dalcomo, reconheceu que alguns grupos, como idosos que tomaram a CoronaVac, pessoas com deficiência e profissionais de saúde, podem precisar do reforço. Apesar disso, Dalcomo destacou que ainda não há estudos com robustez suficiente sobre a terceira dose.

    “Tínhamos parado de hospitalizar pacientes idosos e voltamos a hospitalizar. A grande maioria foi vacinada com CoronaVac”, disse Margareth. A pesquisadora acrescentou que no monitoramento foi identificada a prevalência da variante Delta no Rio de Janeiro, com o aumento de internações nos últimos 10 dias.

    Já a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze de Sousa Freitas, defendeu que a decisão sobre a aplicação de uma dose extra da vacina contra a covid-19 seja tomada com cautela. Segundo ela, para casos de reforço, a maioria dos países têm recomendado doses da mesma vacina já tomada, mas em algumas situações a intercambialidade é permitida.

    Ao fazer uma exposição sobre como anda a discussão da terceira dose em outros países, Meiruze explicou que há debates no Reino Unido, França e Alemanha, que devem seguir a experiência de Israel que já adotou a medida. No Chile, para a população mais velha imunizada com a CoronaVac a recomendação é de aplicação de uma nova dose“Notificamos a Pfizer na [última] terça-feira e agendamos reuniões para esta semana para discutir dados apresentados”, disse. Nos Estados Unidos, a terceira dose foi autorizada para vacinas que usam RNA mensageiro, como a Pfizer e a Moderna.

    Meiruze de Souza lembrou ainda a importância de que toda a população seja vacinada com pelo menos duas doses da vacina, o que ainda não aconteceu.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Chegam a Guarulhos mais 2 milhões de doses de CoronaVac

    BOA NOTÍCIA: Chegam a Guarulhos mais 2 milhões de doses de CoronaVac

    Imunizantes passarão por controle de qualidade do Butantan

    Um carregamento com mais 2 milhões de doses prontas de vacina CoronaVac, contra a covid-19, chegou na noite de ontem (16) ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Os imunizantes enviados da China pelo laboratório Sinovac vão passar por um controle de qualidade feito pelo Instituto Butantan, parceiro no desenvolvimento da CoronaVac, antes de serem disponibilizados ao Programa Nacional de Imunizações.

    Segundo o secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, com esse carregamento, são 8 milhões de doses de CoronaVac entregues para serem aplicadas em todo o país só em agosto. A previsão é que até o fim do mês tenham sido fornecidas 100 milhões de doses do imunizante para distribuição em todo o país, conforme os contratos assinados entre o Butantan e o Ministério da Saúde.

    O estado de São Paulo já vacinou, com ao menos uma dose de vacina, 93% da população acima de 18 anos de idade e 28% já estão completamente imunizados (com duas doses ou dose única) contra a covid-19.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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