Categoria: Brasil

  • Baiano Hebert prometeu e é campeão do boxe com medalha de ouro

    Baiano Hebert prometeu e é campeão do boxe com medalha de ouro

    O que é que o baiano tem? Depois que prometeu, Hebert da Conceição foi lá e cumpriu! E o resultado? É ouro para o Brasil!

    Na madrugada deste sábado, 07, Hebert Conceição disputou a grande final da categoria peso-médio do Boxe masculino.

    Ele pisou firme no ringue, depois de se tornar conhecido por esbravejar e mandar recados durante as seletivas. E depois de muita luta, ele simplesmente nocauteou o ucraniano Oleksandr Khyzhniak.

    Luta 

    No primeiro round, Hebert Conceição iniciou o combate de maneira mais conservadora e sofreu com a frequência de golpes do rival. No contra-ataque, o brasileiro tentou golpear o ucraniano, mas não teve tanto sucesso.

    No segundo round, Hebert Sousa buscou acelerar o ritmo, após sofrer bastante no primeiro assalto e veio com ritmo impressionante. O ucraniano seguiu tendo mais sucesso nos golpes e voltou a vencer na visão dos juízes.

    Mas no terceiro round, Hebert Conceição partiu com tudo para buscar a vitória na grande final do Boxe. E ele conseguiu! Com um golpe certeiro, o brasileiro levou o ucraniano a nocaute e foi declarado campeão do Boxe nas Olimpíadas.

    Se antes o brasileiro já vibrou muito e falou muito também, imagina com o ouro!

    Parabéns Hebert. Tem que gritar, esbravejar e comemorar, porque o ouro é seu, é nosso, é do Brasil!!!!

    Fonte SNB

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    Roger Campos

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  • Isaquias Queiroz faz história na canoagem e é ouro em Tóquio

    Isaquias Queiroz faz história na canoagem e é ouro em Tóquio

    NOSSO CAMPEÃO MOSTROU “COM QUANTOS PAUS SE FAZ UMA CANOA” BRASILEIRA

    “Prometi e fui atrás. Feliz por dar essa medalha de ouro para vocês do Brasil”, disse Isaquias Queiroz, o medalhista de ouro na canoagem, numa madrugada recheada de vitórias para o Brasil.

    O baiano conquistou o lugar mais alto do pódio na canoagem C1 1000m, nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ele se tornou um dos maiores medalhistas brasileiros em Olimpíadas.

    E esse ouro vem com gosto especial, já que em 2016 Isaquias bateu na trave com duas pratas na Rio 2016. E Isaquias dedicou o prêmio às pessoas que perderam parentes nesta pandemia:

    “Era só um menino brincando com os amigos e hoje sou campeão olímpico. Eu quis e vim atrás! Dedico muito a cada uma das famílias que perderam um ente querido para a Covid-19”, disse atual campeão da prova do C1 1000m da canoagem.

    Mais preparado

    Desta vez, o atleta se mostrou mais preparado que os adversários e não deu a menor chance os outros subirem no lugar mais alto do pódio.

    Na segunda colocação ficou o chinês Hao Liu e, para fechar os três primeiros, Serghei Tarnovschi, da Moldávia.

    Depois de sobrar e atropelar os adversários na fase classificatória e na semifinal, Isaquias, remando na raia quatro, chegou nos primeiros 250m na terceira posição, atrás do chinês e do alemão.

    Já na metade da prova, foi para o segundo lugar. No último quarto de prova, o brasileiro mostrou a que veio. Disparou e deixou Hao Liu para trás, cruzando em primeiro e entrando para eternidade.

    Gesto

    No pódio, o canoísta comemorou muito a medalha de ouro que conquistou.

    E levantou uma discussão no Twitter:

    O movimento com as mãos realizado por Isaquias foi um “Hadouken” (golpe do jogo Street Fighter), ou um “Kamehameha” (golpe do anime Dragon Ball).

    O importante é que ele se superou. Parabéns Isaquias. Você é nosso campeão!

    Fonte SNB

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    Roger Campos

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  • Fiocruz entrega mais 1 milhão de doses ao Ministério da Saúde

    Fiocruz entrega mais 1 milhão de doses ao Ministério da Saúde

    Nova remessa será dividida entre todos os estados

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou hoje (6) mais 1 milhão de doses da vacina AstraZeneca ao Ministério da Saúde. A entrega desta sexta-feira vai reforçar o Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo dividida por todas as unidades da federação.

    Do total distribuído nesta sexta-feira, 87.250 doses serão liberadas diretamente para o estado do Rio de Janeiro, garantindo a continuidade do programa de vacinação local, que chegou a ser interrompido recentemente, por falta de vacinas.

    Com esta remessa, a Fiocruz alcança a marca de 81,5 milhões de vacinas disponibilizadas ao PNI, sendo 77,5 milhões produzidas pela fundação e 4 milhões importadas prontas do Instituto Serum, da Índia.

    Fonte Agência Brasil 

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    Roger Campos

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  • PANDEMIA: Com avanço nas Américas, Delta é “altamente preocupante”, diz Opas

    PANDEMIA: Com avanço nas Américas, Delta é “altamente preocupante”, diz Opas

    Variante do novo coronavírus já chegou a quase 20 países na região

    A variante Delta do novo coronavírus é “altamente preocupante”, à medida que a mutação tem se espalhado para quase 20 países nas Américas, disseram autoridades da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

    As autoridades de saúde também estão de olho em outra variante, chamada Lambda, mas observam que a detecção irregular na região ainda não causou um grande impacto.

    A crescente disseminação da variante Delta nos Estados Unidos, assim como na maior parte da América Latina e do Caribe, deve fazer com que os governos priorizem os esforços de prevenção à covid-19, como o uso de máscaras e, especialmente, uma aceleração do ritmo de vacinação, de acordo com a diretora da Opas, Carissa Etienne.

    “Isso é preocupante porque os casos parecem se espalhar mais facilmente com a variante Delta e não podemos baixar a guarda”, disse.

    A Opas é o escritório nas Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada às Nações Unidas.

    Etienne acrescentou que até o momento apenas 18% das pessoas na América Latina e no Caribe foram totalmente vacinadas.

    A chefe da Opas também destacou o crescimento de novos casos na Guatemala, no Brasil e em Cuba.

    Mesmo que outras variantes como Alfa e Gamma sejam ainda mais comuns nas Américas, a variante Lambda foi recentemente detectada em países da América do Sul duramente atingidos pelo vírus, incluindo Argentina, Peru, Chile e Equador, de acordo com o gerente de incidentes da Opas, Sylvain Aldighieri.

    “A Lambda é uma variante na qual estamos interessados e a Delta é uma variante que é altamente preocupante”, disse.

    “No momento, não temos evidências que nos permitam inferir um comportamento mais agressivo ou severo da variante Lambda, embora seja possível que ela tenha uma maior capacidade de transmissão”, acrescentou.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Olimpíada: em treze dias, Brasil soma 15 medalhas, sendo 4 de ouro

    Olimpíada: em treze dias, Brasil soma 15 medalhas, sendo 4 de ouro

    Com Ana Marcela, Brasil bate recorde de mulheres medalhistas

    Vôlei feminino

    Invicta, a seleção brasileira de vôlei feminino venceu mais uma partida nesta quarta-feira (4), contra o Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês) por 3 sets a 1, e avançou às semifinais da Olimpíada de Tóquio. A partida teve parciais de 23/25, 25/21, 25/19 e 25/22. O confronto aconteceu na Arena de Ariake, na capital Tóquio.

    Na próxima fase, a seleção brasileira vai duelar com a Coreia do Sul, que já perdeu para o Brasil na fase de grupos por 3 sets a 0. O confronto será na sexta-feira (6) ainda sem horário definido.

    Maratona aquática

    A brasileira Ana Marcela Cunha conquistou a medalha de ouro na prova dos 10 quilômetros (km) da maratona aquática da Olimpíada de Tóquio (Japão). Ela venceu a prova nesta terça-feira (3) na Marina de Odaiba com o tempo de 1h59min30s8.

    Na carreira, a baiana de 29 anos já foi eleita seis vezes a melhor atleta do mundo em maratonas aquáticas. Além disso, ela é tetracampeã mundial em provas de 25 km (2011, 2015, 2017 e 2019) e campeã pan-americana em Lima (2019) na prova de 10 km.

    Com a medalha de Marcela, o Brasil bate recorde com oito mulheres medalhistas, até o momento, nesta edição das Olimpíadas. Em 2008, nos Jogos de Pequim, o país obteve sete medalhas conquistas por atletas mulheres.

    Pentatlo

    Única representante do pentatlo brasileiro na Olimpíada de Tóquio, a carioca Iêda Guimarães, de 20 anos, começa nas próximas horas sua caminhada em busca da segunda medalha olímpica do país na modalidade. A primeira veio com a pernambucana Yane Marques, de bronze, nos Jogos de Londres (2012).

    A partir de 1h (horário de Brasília) desta quinta-feira (5), Iêda Guimarães estreia nos Jogos de Tóquio disputando a prova da esgrima, a primeira das cinco que compôem o pentatlo. Todas as demais ocorrerão na sexta (6), a partir das 2h30: natação (200 metros livre), hipismo e a prova combinada de tiro e corrida (800 m).

    Vôlei de praia

    Os brasileiros Alison e Álvaro Filho foram eliminados do torneio de vôlei de praia, após serem derrotados por 2 sets a 0 (parciais de 21/16 e 21/19) por Martin Plavins e Edgar Tocs, da Letônia, na noite de ontem no Parque Shiokaze.

    Assim, o Brasil não tem mais representantes no vôlei de praia, após as eliminações de Bruno e Evandro, nas oitavas de final do masculino, de Ágatha e Duda, nas oitavas do feminino, e de Ana Patrícia e Rebecca, nas quartas do feminino.

    Atletismo

    O destaque brasileiro no Estádio Olímpico na noite desta terça-feira nas provas do atletismo da Olimpíada de Tóquio foi o atleta Felipe dos Santos. No decatlo, ele participou dos 100 metros (m) rasos e fechou com 10s58, somando 956 pontos. No salto em distância, ele alcançou 7,38m e adicionou outros 905 pontos. Na terceira e última prova do dia, o arremesso de peso, ele anotou 14,13m, somando mais 736 pontos. Na manhã de hoje (4), o brasileiro alcançou 2,02 m no salto em altura, e na última prova completou os 400 m rasos em 49s31, fechando o primeiro dia decatlo em 12º lugar, com somatória de 4.266. A liderança ficou com o norte-americano Ashley Moloney com 4.722.

    O atletismo olímpico teve um dia incrível, ontem, com quebra de recordes. A pista rápida de Tóquio e a tecnologia de calçados de carbono foram responsáveis, segundo especialistas, pelo desempenho do atletismo nesta edição dos Jogos Olímpicos.

    Skate

    O Brasil chegou à final feminina do skate park, mas Dora Varella e Yndiara Asp ficaram fora do pódio, na madrugada desta quarta-feira (4) no Parque de Esportes Urbanos de Ariake.

    Entre as oito participantes da grande decisão, Dora Varella ficou na 7ª posição, com 40,42 pontos que alcançou em sua primeira volta. Já Yndiara Asp terminou na última posição, com 37,34 pontos.

    Vela

    A medalha de ouro que a dupla Martine Grael e Kahena Kunze faturou ontem na vela colocou as velejadoras na seleta relação de oito mulheres brasileiras bicampeãs olímpicas. Além de Martine e Kahena, figuram na lista as jogadores de vôlei Fabi Alvim, Fabiana Claudino, Jaqueline Carvalho, Paula Pequeno, Sheilla Castro e Thaisa, campeãs nos Jogos de 2018 (Pequim) e de 2012 (Londres).

    Já a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan lutaram pela segunda medalha da vela brasileira na madrugada de hoje, na Baía de Enoshima, na ilha da Enoshima. A dupla disputou a Medal Race, regata final e decisiva, na classe 470 e ficou na 10ª colocação. Com este resultado, elas terminaram em nono lugar geral.

    Saltos ornamentais

    A brasileira Ingrid Oliveira foi eliminada na madrugada de hoje da classificatória de saltos ornamentais de plataforma 10m nos Jogos de Tóquio. Com 261.20 pontos, a niteroiense (RJ) encerrou sua participação na 24ª colocação.

    Após as três primeiras apresentações, Ingrid, de 25 anos, estava bem ranqueada, na sétima posição. Entretanto, os dois últimos saltos não foram satisfatórios, descendo para a 14ª e 24ª posições, respectivamente.

    Hipismo

    O paulista Yuri Mansur disputou hoje a final da prova individual de hipismo saltos e encerrou sua participação em 20º lugar. A disputa aconteceu no Parque Equestre, em Tóquio. O Brasileiro, de 42 anos, cometeu duas faltas no percurso, o que lhe interrompeu o sonho de subir ao pódio.

    Porta-bandeira do Brasil

    O Comitê Olímpico do Brasil (COB) informou hoje que a ginasta Rebeca Andrade, medalhista de ouro e prata nos Jogos de Tóquio, será a porta-bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento da competição.

    Inspiração no surfe

    A conquista de Ítalo Ferreira do primeiro ouro olímpico no surfe em Tóquio vem inspirando surfistas mirins de Baía Formosa, uma pequena cidade litorânea do Rio Grande do Norte.

    Se a reação em sua cidade-natal servir de referência, a medalha não será a última do Brasil, que se destacadas no esporte.

    Fonte Agência Brasil (Apud Reuters)

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    Roger Campos

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  • Martine Grael e Kahena Kunze são bicampeãs olímpicas na classe 49er FX

    Martine Grael e Kahena Kunze são bicampeãs olímpicas na classe 49er FX

    Dupla fecha regata da medalha em 3º lugar e fatura ouro no Japão

    A dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze conquistou o bicampeonato olímpico da classe 49er FX da vela no início da madrugada desta terça-feira (3) na Marina de Enoshima. A confirmação do ouro na Olimpíada de Tóquio (Japão), com 76 pontos perdidos, veio com a terceira colocação na regata da medalha.

    A dupla da Alemanha Tina Lutz e Susann Beucke fechou a prova desta terça na quinta colocação, e ficou com a medalha de prata, com 83 pontos perdidos. As holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz foram a nona melhor dupla na regata decisiva e fecharam o pódio, conquistando o bronze com 88 pontos perdidos.

    Antes da prova final, a dupla holandesa liderava com 70 pontos, as brasileiras apareciam em segundo também com 70 e as alemãs vinham logo atrás com 73 pontos. A regata da medalha ofereceu pontuação dobrada em relação às provas tradicionais e teve duração de 20 minutos, dez a menos que as outras 12 disputadas anteriormente. Nessa regata decisiva, a dupla primeira colocada perdeu 2 pontos. Aquelas que ficaram em segundo lugar perderam 4 pontos, e assim por diante.

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde de vacinação em Julho com 41 milhões de doses aplicadas

    BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde de vacinação em Julho com 41 milhões de doses aplicadas

    Felizmente a vacinação contra Covid-19 no Brasil começa a andar a passos mais largos e Julho bateu recorde, foi o melhor mês até agora em quantidade de doses aplicadas.

    No total, foram aplicadas 41,1 milhões de doses, 8,6 milhões a mais do que o registrado em Junho. O aumento foi de 26.56%.

    A média diária de aplicações no Brasil em julho ficou em 1.326.917 doses, um aumento de 22.48% com relação ao mês anterior!

    Nos dias úteis a média de aplicações foi de 1,6 milhão de doses, enquanto nos finais de semana foi de 543 mil doses.

    Pelo “comparativo da distribuição das aplicações no mês de junho e julho, podemos observar o avanço nas segundas doses, bem como a aplicação das vacinas de dose única da Jannsen!”, disse em entrevista ao Só Notícia Boa Leonardo Medeiros, um dos colaboradores do projeto independente @coronavirusbra1.

    O portal usa dados do CONASS, Ministério da Saúde e Secretarias Estaduais de Saúde para fazer a pesquisa.

    Mas apesar do resultado da pesquisa, ainda é preciso melhorar. Mais da metade da população brasileira ainda não recebeu sequer a primeira dose.

    Primeira e segunda doses

    Foram administradas em julho 26,2 milhões de primeiras doses (63.86%), 11,1 milhão de segundas doses (27.10%) e 3,7 milhões de vacinas de dose única (9.04%)

    “Tivemos 22 dias onde foram registradas mais de 1 milhão de aplicações, e 15 dias com mais de 1,5 milhão registros”, afirmou.

    A maior vacinação diária no mês foi no dia 22, com 1,9 milhões de doses!

    Recordes de Vacinação

    • 17/06/21 – +2.259.621
    • 22/07/21 – +1.932.002
    • 29/06/21 – +1.898.996
    • 21/07/21 – +1.883.486
    • 20/07/21 – +1.882.101
    • 30/07/21 – +1.836.041
    • 28/07/21 – +1.786.585
    • 23/04/21 – +1.782.040
    • 07/07/21 – +1.728.372

    Até o final desta reportagem o portal totalizava 142,6 milhões de doses foram aplicadas no Brasil, e 41,6 milhões (19,64%) de pessoas totalmente imunizadas.
    E 100,1 milhões (47,7%) de pessoas já se vacinaram com pelo menos uma dose.

    Fonte Agência Brasil (Apud CoronavirusBra1)

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  • EDUCAÇÃO: Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira

    EDUCAÇÃO: Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira

    Prazo para o segundo processo seletivo de 2021 termina no dia 6

    Estudantes de todo o país que participaram da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que pretendem estudar em uma universidade pública podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a partir desta terça-feira (3).

    Desenvolvido e administrado pelo Ministério da Educação, o sistema é usado para selecionar os candidatos a vagas em instituições públicas de ensino superior a partir das notas obtidas no Enem.

    O prazo de inscrições para o segundo processo seletivo de 2021 se encerra na próxima sexta-feira (6). Para participar da seleção, os interessados devem ter obtido nota maior que zero na redação do Enem e não ter participado do exame na condição de treineiro.

    Na página do sistema é possível consultar as vagas disponíveis, pesquisando por cidades, cursos e instituições. No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso. Será possível alterar as opções durante o período das inscrições.

    Conforme o cronograma divulgado pelo ministério, o resultado da seleção será divulgado no dia 10 de agosto. As matrículas serão abertas no dia 11, se estendendo até o dia 16 de agosto. De 10 a 16 de agosto, estarão abertas as inscrições para a lista de espera por vagas remanescentes, cujos contemplados serão anunciados no dia 18.

    Fonte Agência Brasil

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  • Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Especialistas alertam para cuidados que devem ser tomados

    No segundo semestre deste ano, mais escolas públicas e particulares deverão retomar as atividades presenciais. A volta às salas de aula ocorrerá de forma diferente em cada localidade. O ensino remoto ainda deve seguir, mesmo que junto com o presencial, para evitar aglomerações. Para que as escolas sejam reabertas da forma mais segura possível, segundo especialistas, além de cumprir os demais protocolos de segurança, uma atitude faz toda a diferença: que todos usem máscaras da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca.

    Segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), pelo menos nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre. Esses estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

    Eles se somam a Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que já retomaram este ano alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais concentram as matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano.

    Entre as redes municipais, o último balanço divulgado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) mostrou que cerca de 16% das redes já retomaram o ensino presencial em 2021. A maioria em modelo híbrido, ou seja, mesclando aulas presenciais com o ensino remoto. As redes municipais são responsáveis, por sua vez, pela creche, pré-escola e ensino fundamental até o quinto ano.

    Entre as escolas particulares, a reabertura, de acordo com balanço da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), já é permitida em todos os estados. Cabe às escolas, de acordo com o contexto local, definir como se dará a retomada conforme as necessidades dos alunos e das famílias.

    Orientações para a reabertura

    Visando orientar escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre cumprimento de carga horária, formação de professores e outras questões. O documento, aprovado por unanimidade, aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC).

    “O CNE reconhece, em primeiro lugar, que a pandemia não acabou”, disse o conselheiro Mozart Neves Ramos. “A primeira [recomendação] é o controle sanitário e a vacinação, para o retorno seguro ao presencial. Recomendamos fortemente esse retorno presencial, porque os danos de aprendizagem que estão aí são muito preocupantes”, acrescentou.

    O Conselho recomenda, ainda, que seja feita uma avaliação diagnóstica para saber a situação de cada estudante e o que pode ser aprendido até o momento. A orientação é que as escolas sigam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que reúne o mínimo que deve ser aprendido a cada ano, como o essencial que deve ser passado aos estudantes.

    O ensino remoto, segundo Ramos, deverá permanecer, seja para que estudantes intercalem aulas presenciais com a distância para evitar aglomeração, seja para recuperar conteúdos que não foram aprendidos até o momento. Para isso, os professores devem também ser formados.

    “Uma recomendação forte do CNE para o ensino híbrido [que mescla presencial e remoto]. Não dá para fazer como se fez no ano passado. No ano passado, era o que tinha. Os professores foram para a luta sem estar preparados. A consequência foi, mesmo para quem teve a oportunidade de acesso ao ensino híbrido, situações muito a desejar, porque não tínhamos nem material adequado para isso”.

    Uso de máscaras

    Usar máscaras de boa qualidade e da maneira correta, bem justas ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, reduz o contágio por covid-19 nas escolas significativamente, de acordo com estudos do projeto ModCovid19. Por meio de simulações, o grupo de estudos concluiu que, sem os devidos cuidados, com o uso de máscaras de pano finas que não retêm as partículas apropriadamente, o risco de contrair a doença aumenta 1.141%.

    Caso os professores utilizem todos máscaras do modelo PFF2, adequadamente, cobrindo o nariz e a boca, e os estudantes usem corretamente máscaras de pano de boa qualidade – mais grossas, com duas camadas de tecido – o percentual de contágio cai para 39%.

    “Se estamos em um ambiente fechado, como são muitas salas de aula, a maior linha de infecção é inspirando partículas virais que estão no ar”, explicou o bolsista Marie Curie, na Universidade de Roma Guilherme Goedert, que integra o grupo de estudos e é responsável pelo desenvolvimento do modelo de simulação. “É a nossa recomendação de ouro, tudo que a gente testou funcionou muito melhor com professores com PFF2”, ressaltou.

    Goedert disse que os professores circulam entre as turmas e são também os que mais falam em voz alta, expelindo mais partículas no ambiente e facilitando a disseminação da covid-19 caso sejam contaminados, por isso precisam dessa proteção.

    A recomendação para os alunos é uma máscara de tecido grosso que se ajuste bem ao rosto. “Pode usar [máscara] de pano, mas tem que ser de boa qualidade e tem que se ajustar bem ao rosto, senão não é efetiva. Se puderem, havendo de pano e descartáveis, juntando ambas, estudos mostram que aumenta bastante o poder de filtragem com o uso das duas máscaras juntas”.

    Além do uso de máscaras, a circulação do ar nas salas, por meio de janelas e portas abertas; a divisão dos estudantes em grupos que se alternam entre aulas presenciais e remotas, para reduzir aqueles que ficam nas salas; e o rastreamento de casos – se houver caso na família, o estudante deve ser afastado por 14 dias. Se o aluno ficar doente, o grupo presencial dele deve ser todo afastado – são medidas que aumentam a segurança no retorno às aulas.

    “Estamos reabrindo as escolas quando uma nova variante está chegando. Precisamos reabrir? Precisamos. Mas, precisamos ter cuidado em como fazer isso”, disse o pesquisador.

    O ModCovid19 é um grupo de estudos formado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (ICMC), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp (Imecc), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro (Impa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio).

    Cuidados com o emocional

    Além de todos os cuidados para evitar a disseminação, outro cuidado será necessário nesse retorno: o emocional. Para a gerente de projetos do Instituto Ayrton Senna e especialista na área de Formação de Educadores, Silvia Lima, a relação entre as escolas e as famílias será fundamental para o processo de readaptação dos estudantes no retorno às atividades escolares presenciais e servirá como importante ponto de apoio no cuidado emocional de todos.

    “Famílias e professores devem considerar não apenas como se dará a retomada dos conteúdos pedagógicos, que estará definida nos planos de retorno e readaptação à rotina escolar, mas também ao cuidado socioemocional. Contudo, será preciso cuidar das emoções e sentimentos da equipe escolar e dos estudantes, retomando os processos de ensino e aprendizagem com base no acolhimento e empatia”, disse.

    Este é, de acordo com Silvia, um momento importante para que se trabalhe nas escolas as chamadas habilidades socioemocionais, que estão previstas inclusive na Base Nacional Comum Curricular. “Sendo as competências socioemocionais as capacidades individuais das pessoas que se manifestam por meio dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, é possível aproveitar  para aliar as competências socioemocionais a uma rotina de sala de aula e trabalhar não só com os estudantes, mas também com os educadores. Foco, empatia, respeito, tolerância ao estresse, imaginação criativa, organização e outros [fatores] serão importantes para essa retomada”, explicou.

    O instituto elaborou um guia com dicas para a acolhida pós isolamento social, que está disponível na internet.

    Fonte Agência Brasil

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  • FESTA NA FAVELA: Rebeca Andrade fatura prata, 1ª medalha na ginástica feminina do país

    FESTA NA FAVELA: Rebeca Andrade fatura prata, 1ª medalha na ginástica feminina do país

    Paulista fica à frente do Comitê Russo, que tem tradição na modalidade

    A paulista Rebeca Andrade, de 22 anos, entrou para a história da ginástica artística do Brasil ao conquistar a prata no individual nos Jogos de Tóquio (Japão), a primeira medalha olímpica feminina do país na modalidade, na manhã desta quinta-feira (29).

    Rebeca somou ao final dos quatro aparelhos 57.298 pontos, ficando atrás somente da norte-americana Sunisa Lee (57.433) e à frente de Angelina Melnikova, do Comitê Olìmpico Russo (ROC, sigla em inglês) que totalizou 57.199. A brasileira ainda tem chances reais de conquistar mais medalhas nas disputas de salto e solo a partir de domingo (1º de agosto).

    Rebeca já começou brilhando na apresentação do salto, primeiro dos quatro aparelhos, com nota 15.300, a mais alta entre todas as competidoras. Na sequência, nas assimétricas, Rebeca cravou outra nota alta: 14.666. Depois, na trave, a ginasta conseguiu 13.566, mas a comissão técnica entrou imediatamente com recurso, que foi aceito e a nota revisada para 13.666.

    Antes da apresentação no solo, Rebeca estava na terceira posição geral. No último aparelho, a brasileira cometeu dois pequenos erros (pisou fora do tablado) e obteve 13.666. O desempenho geral nos quatro aparelhos garantiu à brasileira a medalha de prata e o melhor desempenho feminino do país na modalidade em Jogos Olímpicos. Brasil agora totaliza sete medalhas em Tóquio 2020.

    A conquista inédita para o país tem gosto ainda mais especial para Rebeca, que rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho em 2019 e teve de passar por três cirurgias. A atleta voltou a treinar forte no início de 2020 e só veio a assegurar a vaga em Tóquio em junto deste ano, ao vencer a prova individual  Pan-Americano de Ginástica, no Rio de Janeiro.

    Rebeca Andrade se classificou para a final do individual geral em Tóquio em segundo lugar, atrás da favorita norte-americana Simone Biles, que desistiu da competição para se concentrar em sua saúde mental.

    Fonte Agência Brasil

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  • Brasil ganha ouro no surfe e bronze na natação

    Brasil ganha ouro no surfe e bronze na natação

    Ítalo Ferreira e Fernando Scheffer levaram as medalhas

    No quinto dia de competições na Olimpíada de Tóquio, o destaque brasileiro foi para o potiguar Ítalo Ferreira, que conquistou a primeira medalha de ouro do país no esporte que estreia nos Jogos Olímpicos.

    “Eu vim com uma frase para o Japão: diz amém que o ouro vem. Eu treinei muito nos últimos meses, mas só tenho que agradecer a Deus por tudo isso, realizou o meu sonho e me deu a oportunidade de fazer o que amo. Meu intuito é ajudar as pessoas e a minha família. Entrei sem pressão na água e consegui o que queria”, disse Ítalo Ferreira, de Baía Formosa, Rio Grande do Norte, após conquistar medalha de ouro histórica no surf, nas Olimpíadas de Tóquio.

    “Queria que a minha avó estivesse viva para ver isso. Sou muito feliz pelo que me tornei, pelo que fiz pelos meus pais. Sempre pedi para que esse sonho fosse realizado e ele aconteceu. Almejei bastante e sonhei. A frase que falei está ao lado da minha cama. Todos os dias eu orei às 3h da manhã, pedindo a Deus que realizasse meu sonho”, acrescentou emocionado.

    Deu errado para dar certo

    Antes da decisão, Ítalo quebrou a prancha na primeira onda. Péssimo sinal?

    Não desta vez.  Ele conseguiu uma nota 7, emplacando uma série de manobras e batendo forte no topo da onda. Na sequência, ainda obteve um 5,5, abrindo uma boa vantagem.

    Ele entrou de backside e atacou o topo da onda. Isso rendeu a ele a nota 7,77. Deixou, assim, Ítalo em vantagem de 14,77 a 5,56, ficando muito próximo de ser campeão olímpico. E o brasileiro não parou de melhorar.

    Ele entrou de backside em outra onda, bateu forte no topo da onda e trocou de nota, por um 7,37. Assim, foi campeão com a vitória na bateria por 15,14 a 6,60, derrotando o algoz de Gabriel Medina nas semifinais.

    Pra chegar até o pódio, ele enfrentou o neozelandês Billy Stairmand, e nas quartas, o japonês Hiroto Ohhara. Ele conseguiu a melhor onda do campeonato – 9,67. Já nas semifinais, venceu o australiano Owen Wright.

    Tampa de isopor

    O potiguar é o segundo lugar no ranking do Circuito Mundial de Surfe.

    Agora é campeão olímpico depois de muita luta, Ítalo lembra que aprendeu a surfar numa tampa de isopor que o pai dele usava para conservar o pescado em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.

    A medalha de Ítalo é a quinta do Brasil nesta edição das Olimpíadas, se juntando às pratas de Kelvin Hoefler e Rayssa Leal no skate e aos bronzes de Daniel Cargnin no judô e de Fernando Scheffer na natação, na prova de 200 metros livres.

    No futebol feminino, invictas na competição, as brasileiras enfrentarão as canadenses nas quartas de final no Estádio de Miyagi, na cidade de Rifu, na sexta-feira (30), às 5h (horário de Brasília). A classificação veio após vitória contra Zâmbia por 1 a 0.

    Já no vôlei de praia, tivemos o êxito de Evandro e Bruno Schmidt por 2 sets 0 (21/14 e 21/16). Entretanto, a dupla Ághata e Duda perdeu para as chinesas Wang e Xia por 2 sets 0 (21/18 e 21/14) e Alisson e Álvaro foram derrotados para os norte-americanos Phil Dalhausser e Nick Lucena por 2 sets a 1 (22/24, 21/19 e 13/15).

    No vôlei feminino, as meninas conseguiram uma vitória apertada contra a República Dominicana em sua segunda partida dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020: 3 sets a 2. As brasileiras perderam o primeiro set (por 22/25) e venceram os dois seguintes (25/17 e 25/13), sendo derrotadas novamente no quarto set (23 a 25). O jogo foi decidido duas horas e meia depois no tie-break, por 15 a 12. Com isso, o Brasil garantiu seis pontos e o segundo lugar no grupo A da primeira fase.

    No boxe, o peso-pesado Abner Teixeira estreou com vitória e avançou às quartas de final na manhã desta terça-feira (27) contra o número cinco do mundo Chaeavon Clarke (Grã-Bretanha). Estreante em Olimpíadas, o pugilista paulista, de 25 anos, 14º no ranking mundial, ganhou por 4 a 1, na categoria acima de 91 quilos. Todas as lutas do boxe estão ocorrendo na Ryögoku Kokugikan, onde também ocorrem as lutas de sumô na capital japonesa.

    Fonte SNB / Agência Brasil

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  • Rayssa, a Fadinha, é a mais jovem medalhista olímpica da história: skate

    Rayssa, a Fadinha, é a mais jovem medalhista olímpica da história: skate

    Emoção brasileira no pódio. Rayssa Leal, a Fadinha do skate, conquistou medalha de prata e se tornou a mais jovem medalhista olímpica da história do Brasil.

    Com apenas 13 anos, a menina da cidade de Imperatriz, no interior do Maranhão, deu um verdadeiro show em Tóquio. No dia seguinte à medalha de Kelvin Hoefler, Rayssa, conquistou mais uma prata brasileira nesta segunda-feira , 26, no Ariake Urban Sports Park.

    “Não caiu a ficha ainda de poder representar bem o Brasil e ser uma das mais novas a ganhar uma medalha. Esse dia vai ficar marcado na história”, disse Rayssa, logo após receber a medalha.

    E com a soma de 14,64 em suas quatro melhores notas, ela foi superada apenas pela japonesa Momiji Nishiya, que teve 15,26 e ficou com o ouro. Funa Nakayama, também do Japão, completou o pódio.

    Por que Fadinha?

    Como já mostramos aqui no Só Notícia Boa, Rayssa é conhecida como “Fadinha” desde que se fantasiou de fada para andar de skate em setembro de 2015.

    Na época ela fez um heelflip vestida como fadinha e o vídeo viralizou no YouTube. A pequena brasileira foi elogiada por Tony Hawk, o skatista mais famoso do mundo.

    O curioso é que a fadinha declarou que queria se tornar profissional do esporte, mas não sabia que a evolução seria tão meteórica.

    A disputa

    No início da disputa final, nas duas voltas, Rayssa somou 2,94 e 3,13 (6,07 no total) e terminou na segunda posição, atrás apenas da holandesa Roos Zwetsloot, com 7,14.

    Nas manobras, a jovem zerou na primeira, depois conquistou 3,91, 4,21, 3,39 e chegou a assumir a liderança da disputa, antes de ser ultrapassada por Nishiya.

    Pâmela Rosa (líder do ranking) e Letícia Bufoni (4º lugar) caíram precocemente na disputa e sequer estiveram entre as oito finalistas. Coube a Rayssa Leal, de apenas 13 anos, 2ª no ranking, representar o Brasil.

    Entrou para a história

    E Rayssa entrou para a história do Time Brasil como a mais jovem atleta em uma edição dos Jogos Olímpicos e, consequentemente, a mais jovem a conquistar uma medalha.

    As disputas no skate olímpico agora dão uma pausa e voltam só em 4 e 5 de agosto com a modalidade park, em um circuito com bowls que imitam uma piscina vazia.

    No feminino, Dora Varella, Isadora Pacheco e Yndiara Asp estão na disputa. Entre os homens, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas brigarão por medalhas para o Brasil.

    Fonte SNB

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