Categoria: Brasil

  • Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    Saiba como será o verão 2021 no Brasil

    O verão 2020/2021 começa astronomicamente no Hemisfério Sul às 7h02 do dia 21 de dezembro de 2020 e termina às 6h38 do dia 20 de março de 2021 pelo horário de Brasília.  O Hemisfério Sul passa pelo solstício de verão e o Hemisfério Norte pelo solstício de inverno.

    Fenômenos típicos do verão

    De forma geral, o fenômeno La Niña, que é caracterizado pela temperatura abaixo do normal na porção central do oceano Pacífico Equatorial, facilita a organização de convergências e conexões de fluxo de umidade entre as Regiões Norte, Centro-Oeste e a Região Sudeste, o que geram grandes áreas de chuva generalizada e persistente por vários dias consecutivos.

    A principal convergência de umidade que conecta estas Regiões  é a ZCAS – Zona de Convergência do Atlântico Sul. A ZCAS é um fenômeno típico do verão que provoca chuva abundante em muitas áreas das Regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, o, mas as condições oceânicas durante o verão 2021 não serão favoráveis para a organização deste sistema.

    Frente frias passam pela costa do Sul e do Sudeste durante o verão e ajudam a formar áreas de instabilidade sobre o interior do continente, que provocam chuva generalizada.

    O ar quente e úmido, típico do verão, fica espalhado por quase todo o Brasil e estimula o crescimento das grandes nuvens cumulonimbus que provocam temporais, com chuva forte em pouco tempo, raios e fortes rajadas de vento. Estas nuvens se formam em todas as Regiões do país.

    Outro sistema de tempo típico do verão é ZCIT – Zona de Convergência Intertropical – responsável por grande parte da chuva em vários estados do Norte e do Nordeste do Brasil.

    Verão 2021 no Brasil

    La Niña

    O ano de 2020 termina com um fenômeno La Niña moderado a forte e que vai influenciar o clima do verão de 2021 em parte do Brasil, com lento enfraquecimento até o fim da estação. As previsões mais recentes dos principais institutos internacionais de monitoramento do clima global apontam que a situação de neutralidade (nem La Niña e nem El Niño) na porção central do oceano Pacífico Equatorial só deve ocorrer entre abril e maio.

    Os efeitos clássicos do fenômeno La Niña no Brasil são redução da chuva na Região Sul do Brasil, aumento da chuva na porção ao norte da Região Norte e do Nordeste. No Sudeste e Centro-Oeste, a La Niña também tende a facilitar as convergências de umidade que estimulam a chuva.

    No verão 2020/2021, somente a Região Norte deve sentir os efeitos esperados de um fenômeno La Niña.

    A previsão para o Nordeste do Brasil é de um verão com chuva abaixo da média normal sobre a maioria das áreas da Região.

    Já na Região Sul, ao contrário do último verão, a previsão é de que o verão 2021 seja com chuva frequente. Quase toda a Região terá mais chuva do que o normal neste verão.

    Na Região Sudeste, de forma geral, a tendência é de que chova dentro a acima de média climatológica sobre São Paulo, o centro-sul do Rio De Janeiro, o Sul/Sudoeste de Minas Gerais. As áreas ao centro-norte de Minas Gerais e o Espírito Santo, que tiveram chuva excessiva no verão passado, vão sentir falta de chuva neste verão.

    No Centro-Oeste, de maneira resumida, o Mato Grosso do Sul terá chuva regular neste verão. Grande parte de Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal tendem a ter menos chuva do que o normal na estação.

    Fonte Clima Tempo

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  • Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    Vacinação contra COVID-19: Governo Federal lança plano nacional de imunização

    CONEXÃO EXPLICA COMO SERÁ A VACINAÇÃO E COMO SERÁ O ESCALONAMENTO

    Saiba em que grupo você está e qual seu grau de prioridade.

    O governo federal lançou, nesta quarta-feira (16/12), o Plano Nacional de Operacionalização Vacinação Contra a COVID-19. A solenidade foi realizada no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, além de outros ministros de Estado, governadores e autoridades.

    “O Planejamento do governo federal inclui compra da Coronavac, do Instituto Butantan.”

    Durante os discursos, não foram apresentadas muitas novidades, e sim um balanço da estrutura de vacinação já existente no país. Entretanto, no documento de 110 páginas disponível no site do Ministério da Saúde, estão discriminados os critérios e o planejamento da imunização. Por determinação do Supremo Tribunal Federal, o governo federal já havia apresentado uma versão do material na semana passada.

    O planejamento do governo federal é trabalhar com os seguintes laboratórios: Consórcio Covax Facility (composto por dez empresas e liderado pela ONU), Oxford/AstraZeneca (Fiocruz), Pfizer, Coronavac (Instituto Butantan), Bharat Biontech, Moderna e Janssen.

    Apesar da politização da doença, insistentemente pregada pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a dizer que não vai se vacinar, a Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan está na lista de imunizantes que possivelmente serão adquiridos pelo governo federal. O Butantan, inclusive, foi elogiado por Pazuello.

    “Cada modelo de compra teve um caminho. Com a Fiocruz e a AstraZeneca, usamos transferência de tecnologia. Com o Butantan, sinalizamos a compra. Pela lei, só posso comprar o que é registrado e incorporado no SUS. Temos o compromisso de comprar. Até hoje não foi registrado e produzido na quantidade que eu preciso comprar. Estamos aguardando e trabalhando tecnicamente com o Butantan. Nunca deixamos de trabalhar. O Butantan é um grande fornecedor de vacinas do Ministério. É sério”, declarou o ministro da Saúde.

    Durante os discursos, não houve detalhamento minucioso da logística de distribuição dos imunizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, apenas, que o governo federal entregará os imunizantes aos estados da federação. Os estados, por sua vez, serão responsáveis pela logística de distribuição até os municípios, com acompanhamento do Ministério da Saúde. Os municípios executarão a vacinação.

    Datas de vacinação

    Após o lançamento do programa, em entrevista coletiva, Pazuello afirmou que, assim que as vacinas estiverem disponíveis e registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será iniciada a imunização. Ele prevê que a população comece a ser vacinada em meados de fevereiro.

    “O cronograma de distribuição e imunização ainda está sendo desenvolvido, mas está condicionado ao registro da vacina. Se conseguirmos manter o planejado do Butantan e da Fiocruz de apresentar à Anvisa a Fase 3 dos estudos e toda a documentação das Fases 1 e 2 ainda em dezembro e solicitar o registro, teremos janeiro para análise da Anvisa. Possivelmente, em meados de fevereiro para frente, estaremos com essas vacinas recebidas e registradas para iniciar o plano”, projetou Eduardo Pazuello.

    Quem será vacinado?

    O plano nacional de vacinação prevê quatro grupos prioritários que somam 50 milhões de pessoas, o que vai demandar 108,3 milhões de doses de vacina, já incluindo 5% de perdas, uma vez que cada pessoa deve tomar duas doses em um intervalo de 14 dias entre a primeira e a segunda injeção.

    O primeiro grupo prioritário, a ser vacinado na fase 1, é formado por trabalhadores da saúde (5,88 milhões), pessoas de 80 anos ou mais (4,26 milhões), pessoas de 75 a 79 anos (3,48 milhões) e indígenas com idade acima de 18 anos (410 mil).

    A fase 2 é formada por pessoas de 70 a 74 anos (5,17 milhões), de 65 a 69 anos (7,08 milhões) e de 60 a 64 anos (9,09 milhões).

    Na fase 3, a previsão é vacinar 12,66 milhões de pessoas acima dos 18 anos que tenham as seguintes comorbidades: hipertensão de difícil controle, diabetes mellitus, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave (IMC maior ou igual a 40).

    Na fase 4, deverão ser vacinados professores do nível básico ao superior (2,34 milhões), forças de segurança e salvamento (850 mil) e funcionários do sistema prisional (144 mil). O Ministério da Saúde pondera, no documento, que os grupos previstos ainda são preliminares e poderão ser alterados.

    Segundo o governo federal, os critérios para definição de grupos prioritários foram manutenção do funcionamento de serviços essenciais e a situação epidemiológica.

    Campanha de comunicação, estrutura e investimentos

    Durante a cerimônia de apresentação do plano, o governo declarou que haverá uma Campanha de Comunicação, dividida em duas fases. A primeira será para “transmitir segurança à população sobre a eficácia das vacinas e da capacidade operacional de distribuição do governo”. A segudna fase “ocorrerá quando houver definição das vacinas”.

    Segundo o governo federal, o Brasil conta com 38 mil salas de vacinas, podendo chegar a 50 mil postos em períodos de campanha.

    De acordo com os dados divulgados pelo Planalto, para execução do plano nacional de vacinação, serão liberados R$2,5 bilhões por meio de Medida Provisória de Crédito Extraordinário. Também serão gastos R$1,9 bilhões de encomenda tecnológica, R$177,6 milhões em investimento e custeio na rede de frio e R$80,5 milhões para aquisição de mais de 300 milhões de agulhas e seringas.

    Fonte EM

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  • EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    EDUCAÇÃO: MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

    Ministro homologou parecer do Conselho Nacional de Educação

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, homologou o Parecer nº 19, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estende até 31 de dezembro de 2021 a permissão para atividades remotas no ensino básico e superior em todo o país. A validação da decisão do CNE foi publicada na edição desta quinta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU), em despacho assinado pelo próprio ministro.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março.

    De acordo com o parecer, aprovado pelo colegiado em outubro, os sistemas públicos municipais e estaduais de ensino, bem como as instituições privadas, possuem autonomia para normatizar a reorganização dos calendários e o replanejamento curricular ao longo do próximo ano, desde que observados alguns critérios, como  assegurar formas de aprendizagem pelos estudantes e o registro detalhado das atividades não presenciais.

    Outra regra definida no parecer é a que flexibiliza formas de avaliação dos estudantes durante a vigência do estado de calamidade pública. “Em face da situação emergencial, cabe aos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares promover a redefinição de critérios de avaliação para promoção dos estudantes, no que tange a mudanças nos currículos e em carga horária, conforme normas e protocolos locais, sem comprometimento do alcance das metas constitucionais e legais quanto ao aproveitamento para a maioria dos estudantes, aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, e à carga horária, na forma flexível permitida por lei e pelas peculiaridades locais”.

    Atividades presenciais

    A volta às aulas presenciais, segundo a decisão CNE, também homologada pelo MEC, deve ser gradual, por grupos de estudantes, etapas ou níveis educacionais, “em conformidade com protocolos produzidos pelas autoridades sanitárias locais, pelos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares”.

    Esse processo de retorno ao presencial também deve envolver, segundo as diretrizes aprovadas, a participação das comunidades escolares e a observância de regras de gestão, de higiene e de distanciamento físico de estudantes, de funcionários e profissionais da educação, com escalonamento de horários de entrada e saída para evitar aglomerações, além outras medidas de segurança recomendadas.

    Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março. A data anterior previa esse retorno já no dia 4 de janeiro, mas a pasta decidiu prorrogar esse prazo após reclamação das universidades e dos institutos federais.

    Fonte Agência Brasil / MEC

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  • URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    URGENTE: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid-19 no Brasil

    Após pressão popular e início da imunização em outros países, Anvisa aprovou regra que permitirá imunização em caráter emergencial, mas ressalta que nenhuma empresa ainda fez pedido oficial de liberação

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quinta-feira (10/12), o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. As vacinas serão usadas em caráter experimental, porque nenhuma delas ainda recebeu o registro oficial. A notícia chega horas depois da confirmação oficial do primeiro caso de reinfecção no Brasil, pelo Ministério da Saúde.

    Os diretores da Anvisa acompanharam, por unanimidade, o voto da relatora do processo que trata do assunto, Alessandra Bastos Soares. Ela ressaltou que, no momento emergencial em que o país que se encontra, não há outro caminho. É necessário urgência.

    A diretora da Anvisa ressaltou, porém, que, até agora, nenhuma empresa pediu, oficialmente, à Anvisa, autorização para o uso emergencial de vacinas contra a covid-19. Assim que isso for feito, já entrará na nova regra.

    Para Alessandra, o processo de imunização emergencial deve ser conduzido pelo Ministério da Saúde e as empresas responsáveis pelas vacinas devem continuar todo o processo para o registro oficial.

    Os diretores da Anvisa citaram o Reino Unido como exemplo a ser seguido nesse momento para a vacinação emergencial contra o novo coronavírus e, claro, a pressão da população por um imunizante. Ontem, a agência também autorizou o uso de testes de diagnóstico de covid-19 com data de validade prevista para dezembro, que ainda estavam em estoque e ganharam mais quatro meses para uso.

    Fonte Correio Braziliense

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  • MEC SE REÚNE COM REITORES PARA DISCUTIR PORTARIA QUE DETERMINA VOLTA ÀS AULAS NAS UNIVERSIDADES

    MEC SE REÚNE COM REITORES PARA DISCUTIR PORTARIA QUE DETERMINA VOLTA ÀS AULAS NAS UNIVERSIDADES

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, se reuniu nesta sexta-feira (6) com representantes das universidades públicas e privadas para debater a portaria publicada na quarta, em que determina a volta às aulas presenciais nas instituições de ensino superior a partir de 4 de janeiro de 2021.

    A medida foi criticada por reitores, que afirmaram ser preciso considerar a situação local da pandemia antes de reabrir as salas de aulas.

    Em nota divulgada após a reunião, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que “a maioria dos representantes das entidades se mostrou favorável a necessidade do retorno das aulas presenciais”, desde que observados os protocolos de segurança e a autonomia das instituições.

    O texto diz ainda que o ministro da Educação se comprometeu a se pronunciar “em breve” sobre a portaria, que ainda não foi revogada.

    A nota afirma também que “em breve” o MEC deve se pronunciar sobre outros pontos abordados na reunião, como a homologação da resolução 15 do Conselho Nacional de Educação (CNE) que prevê o ensino remoto até dezembro de 2021.

    A resolução do CNE foi aprovada em outubro, por unanimidade. O conselho é responsável por assessorar o governo em políticas de educação, e contém representantes do MEC. Caso o texto já tivesse sido homologado, a portaria do MEC não seria necessária.

    Flexibilidade

    Edward Madureira, presidente da Andifes, entidade que representa os reitores das universidades federais, afirmou que a prorrogação das aulas remotas permitira que as universidades adequassem seus calendários e orçamentos para a reabertura das salas de aulas.

    “As entidades ali representadas, bem como o Conselho Nacional de Educação, argumentaram com o ministro a importância de homologar a portaria 15, que flexibiliza a utilização de atividades remotas até 2021 e, assim, cada instituição poderá de acordo com as condições epidemiológicas e objetivas de planejamento, definir de forma mais adequada e segura o retorno às atividades presenciais”, afirmou Madureira.

    “Todos nós somos unânimes em dizer que queremos voltar às aulas presenciais, desde que garantida a segurança”, afirmou. “Mas existem questões: não posso colocar 40 alunos dentro de uma sala de aula, precisa ser 15 (cerca de 30%). Isso vai triplicar os custos com professores, limpeza”, estima.

    Celso Niskier, secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, afirma que defende a volta às aulas com segurança e que apresentou sugestões de aprimoramento da portaria, para que permita “maior flexibilidade e autonomia das instituições”. Ele também defendeu a homologação do parecer do CNE.

    Jadir José Pela, presidente do Conif, conselho que representa os reitores dos institutos federais de educação profissional e tecnológica, afirmou que também defendeu a homologação do parecer do CNE. “Nós não somos contra o retorno das atividades presenciais. Queremos e estamos discutindo e nos posicionando é com relação a segurança dos nossos alunos”, afirmou.

    Ele também ressaltou o entrave financeiro do retorno às atividades presenciais. “Nós temos que duplicar a nossa vigilância, triplicar insumos para nossas aulas, especialmente nós que [temos] mais de 60% da nossa oferta de cursos técnicos, e tem muita [aula] prática.”

    Volta às aulas em janeiro de 2021
    Além de determinar a volta às aulas em 4 de janeiro para as instituições federais de ensino, a portaria de quarta-feira também revoga a permissão para que as atividades on-line contem como dias letivos, o que é autorizado até dezembro de 2020.

    O MEC condiciona o retorno às aulas presenciais ao cumprimento de protocolos de biossegurança e prevê uso de ferramentas de tecnologia para complementar eventuais conteúdos que foram perdidos na pandemia.

    O MEC definiu que é responsabilidade das instituições de ensino fornecer recursos para os alunos acompanharem as atividades, mas o orçamento do MEC para 2021 prevê cortes de R$ 1,4 bilhão, o que também deverá afetar as instituições de ensino superior.

    O MEC na pandemia

    Em 2020, o MEC se absteve de protagonizar uma articulação com as redes de ensino para minimizar os impactos da pandemia. Um relatório da Comissão Externa da Câmara, que acompanha as ações do MEC, fez críticas à falta de liderança da pasta e à ausência de diálogo em decisões tomadas no período.

    Em julho, o governo afirmou que forneceria chips e pacote de dados a 400 mil alunos de baixa renda das universidades e institutos federais. Em agosto, quando foi detalhar o programa (que ainda não havia sido implementado), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, chegou a reconhecer que a ajuda chegou “um pouquinho tarde”.

    A portaria desta quarta-feira se refere apenas às instituições federais de ensino. As redes públicas estaduais e municipais ainda seguem sem definição sobre o tema.

    Leia a íntegra da nota:

    A reunião para tratar da Portaria MEC 1030, de 01 de dezembro de 2020, transcorreu de forma positiva, construtiva e com cordial.

    O ministro Milton Ribeiro fez a abertura agradecendo a participação das entidades e seus representantes que reservaram tempo em suas agendas para este momento.

    Reforçou o compromisso do MEC com o diálogo principalmente em temas tão relevantes para a educação.

    O ministro fez um breve relato dos objetivos da portaria que trata do retorno das aulas presenciais, da importância de observar os protocolos de segurança, da preservação dos grupos de risco e de particularidades locais ou regionais, destacou ainda que diversos outros países estão retomando o ensino presencial e o Brasil não pode ficar para trás.

    Todas as entidades e seus representantes tiveram a oportunidade de falar, de expor as suas posições, perspectivas e apreensões, além de sugestões gerais e pontuais sobre o retorno as aulas e sobre a portaria.

    A maioria dos representantes das entidades se mostrou favorável a necessidade do retorno das aulas presenciais na maior brevidade possível, obviamente respeitando se os protocolos de segurança, a autonomia já prevista às instituições de ensino superior e as particularidades de caráter local e regional.

    Da mesma forma, outro importante aspecto foi o entendimento de que o ensino remoto não substitui o ensino presencial.

    Não houve rejeição a natureza da portaria. Todos os pontos mencionados, sugestões e observações, por parte das entidades, foram anotadas pelos representantes do MEC presentes à reunião.

    O próprio ministro comprometeu se, na maior brevidade possível, que o MEC vai se pronunciar sobre a portaria e sobre outros pontos abordados na reunião, incluindo a homologação parcial do parecer CNE/CP 15/2020.

    Fonte ABMES

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  • BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    Essa não é a primeira crise econômica que o setor cafeeiro atravessa. Visto como um produto que traz alegria às pessoas, a venda se manteve durante a pandemia e as perspectivas são boas para os próximos anos. Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, Bill Murray, presidente da Nacional Coffee Association e Rachel Muller, diretora de cafés Nestlé participaram do painel “Cenário de café pós-pandemia: oferta e demanda” na Semana Internacional do Café 2020 e fizeram uma análise do que esperar nos próximos anos.

    O café é atualmente o quarto maior produto do agronegócio brasileiro, o país caminha para conquistar 40% da fatia do mercado global e exportou grãos para 147 países nos últimos cinco anos. “Tudo indica que nós vamos ter um mercado fantástico nos próximos anos. Tudo indica que em 2030 os cenários são muito positivos”, aposta Nelson Carvalhaes.

    A desvalorização do real frente ao dólar foi um dos fatores que favoreceu todo agronegócio brasileiro e o café não ficou de fora. Mas é a qualidade e sustentabilidade do produto que tem aberto mais mercados e garantido valores cada vez mais significativos oferecidos pelo café brasileiro.

    E o país vem investindo forte para tornar sua produção cafeeira mais sustentável. Com leis ambientais bastante severas, determinado até 30% de reservas ambientas nas fazendas de café, o país conquista seu espaço. “A sustentabilidade é hoje uma é questão de civilidade. O Brasil é um dos países produtores que maios investe no desenvolvimento de pesquisa e tecnologia cafeeira, aumentando a produtividade e diminuindo a área de plantação”, diz Nelson.

    Bill Murray, presidente da National Coffee Association dos Estados Unidos, ressalta que o Brasil é um parceiro estratégico de seu país, disputando com a Colômbia a primeira posição para a importação de café.

    A bebida gera mais de 1,6 milhões de empregos nos Estados Unidos em toda a cadeia, desde a produção até atendimento nas cafeterias. “A boa notícia é que os americanos não mudaram seus hábitos de consumo de café por causa da pandemia. Eles ainda bebem muito café”, diz Murray.

    No Brasil, a venda de cafés também se manteve estável, com um aumento de 30% no consumo doméstico. Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé, avalia que a pandemia motivou os consumidores a escolherem cafés com qualidade superior e que essa é uma tendência que deve permanecer.

    “Nós vimos, como nos Estados Unidos, o crescimento do consumo do café dentro de casa, com destaque para a categoria premium. As pessoas estão querendo saber mais sobre café e nós queremos abrir as portas para esse mundo dos cafés especiais, que é tão incrível”, revela.

    Para Raquel, a “premiumnização” dos cafés no Brasil está só começando. “Ainda teremos muitas oportunidades de nos encontrarmos para tomar um bom café”, finaliza.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • DOR NO BOLSO: Conta de luz ficará mais cara em dezembro

    DOR NO BOLSO: Conta de luz ficará mais cara em dezembro

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reativou o sistema de bandeira tarifárias e definiu a bandeira vermelha patamar 2 para o mês de dezembro, a mais alta, com custo de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts/hora consumidos.

    Em maio deste ano, em razão da pandemia de covid-19, a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro deste ano. Entretanto, em reunião extraordinária ontem (30), a diretoria do órgão avaliou que a queda no nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas e a retomada do consumo de energia justificavam o aumento.

    O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

    Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido.

    Fonte Agência Brasil

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  • Como será o Clima no Brasil em dezembro de 2020? Fique por dentro!

    Como será o Clima no Brasil em dezembro de 2020? Fique por dentro!

    “A chuva mais frequente e volumosa deve acontecer no Sul de Minas…”

    O mês de novembro termina com muita instabilidade concentrada sobre a Região Sul. Como será o clima no Brasil em dezembro de 2020? Tecnicamente o mês de dezembro época de muita chuva por quase todo o país.

    Na climatologia, dezembro é o primeiro ou o segundo mês mais chuvoso na escala anual nos estados do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil. Também é época de chuva volumosa em áreas como Tocantins, o sul do Maranhão, o sul do Piauí e pelo interior da Bahia.

    A Região Sul, que não tem uma época definida de concentração de chuva, também costuma ter seus temporais no mês de dezembro.

    O fenômeno La Niña, que já atua moderado a forte no oceano Pacífico Equatorial, não terá uma influência marcante no padrão de chuva sobre o Brasil em dezembro de 2020.

    O solstício de verão no Hemisfério Sul será no dia 21 de dezembro de 2020 às 7h02, pelo horário de Brasília. O verão se encerra no dia 20 de março de 2021, às 6h38.

    Região Sudeste

    Expectativa é de chuva abaixo da média em grande parte do Sudeste em dezembro de 2020.

    É preciso lembrar que a média climatológica de chuva em dezembro na Região Sudeste já é bastante elevada, mas com expectativa de chuva irregular, de pancadas isoladas em várias regiões, muitas áreas vão terminar o mês com menos chuva do que a média climatológica..

    A chuva mais frequente e volumosa deve acontecer sobre São Paulo, no Sul de Minas, no Sul do Rio De Janeiro e na Zona da Mata Mineira. O Triângulo Mineiro tem um mês com chuva dentro da normalidade.

    Região Sul

    Dezembro de 2020 será marcado por muita chuva e temporais na Região Sul do Brasil, uma situação completamente diferente do que foi observado em quase todos os meses de 2020. O jato de baixo níveis (JBL) ficará direcionado para o Sul do país durante vários dias concentrando a umidade sobre a região.

    Região Centro-Oeste

    A concentração de umidade durante o mês de dezembro de 2020 será ao sul da Região. Assim, expectativa é de que a chuva seja mais frequente e volumosa sobre o estado de Mato Grosso do Sul e em áreas ao sul de Goiás.

    Nas outras áreas de Goiás, em Mato Grosso e no Distrito Federal, dezembro de 2020 deve ter menos chuva do que o normal. Isso se deve a irregularidade da chuva ao longo do mês, que deve ser marcado por pancadas e não por áreas de chuva persistentes e abrangentes.

    Região Nordeste

    Dezembro de 2020 vai trazer uma surpresa para algumas áreas do Nordeste do Brasil em relação à chuva.

    Depois de um novembro com bastante chuva, a região do interior da Bahia, o sul do Maranhão e sul do Piauí terão pouca chuva em dezembro de 2020. Por outro lado, a  faixa norte do Nordeste, entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte, que normalmente não tem muita chuva em dezembro, deve ter eventos de chuva frequente ao longo do mês.

    Região Norte

    De forma geral, a Região Norte do Brasil será única onde o padrão de chuva em dezembro de 2020 vai respeitar os efeitos esperados do fenômeno La Niña. O mês deve ter chuva acima da média em grande parte da Região..

    Vale destacar que o Tocantins deve ter menos chuva do que o normal o que é ruim para agricultura do Estado.

    Fonte Clima Tempo

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  • Divulgada as novas datas de renovação da CNH vencida durante a pandemia

    Divulgada as novas datas de renovação da CNH vencida durante a pandemia

    Os documentos vencidos após 19 de fevereiro de 2020, não tinham prazo para serem renovados, agora têm novas datas para regularização

    O Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) determinou desde março, a suspensão dos prazos e processos para evitar aglomerações nos órgãos de trânsito devido a pandemia do coronavírus. Em junho, a decisão de suspensão de prazos foi mantida através da Resolução 782/20. O Contran revogou esta resolução e a partir de 01 de dezembro, os prazos voltam a contar. Dentre eles está o prazo para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Os novos prazos para renovação da CNH, são para todos os condutores que tiveram habilitação vencida no período de 2020, inclusive aqueles com data anterior a 19/02/20. A regularização começa a partir de 1º de janeiro de 2021, seguindo os meses de validade. Confira:

    – Documentos com data de validade de janeiro de 2020 poderão renovar até 31 de janeiro de 2021.

    – Para as CNHs vencidas em fevereiro de 2020, a renovação poderá ocorrer até 28 de fevereiro de 2021.

    – Se a CNH venceu em março de 2020, a renovação poderá ocorrer até março de 2021.

    – E assim sucessivamente, até atingir CNHs vencidas em dezembro de 2020, que poderão ser renovadas até dezembro de 2021.

    “Procuramos estabelecer regras que permitam a retomada dos serviços e prazos de modo a causar o menor transtorno ao cidadão, adequando à capacidade de atendimento por parte dos órgãos de trânsito”, disse o presidente do Contran e diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Frederico Carneiro.

    O novo calendário concede um prazo de até 10 meses para a emissão das multas e autuações e estabelece diferentes datas para a regularização da CNH, a depender do vencimento.

    Já o envio das notificações de infrações cometidas entre 26 de fevereiro e 30 de novembro de 2020, deverá seguir um cronograma de 10 meses, a partir da data de cometimento da infração. Por exemplo, multas cometidas em fevereiro e março de 2020, serão enviadas aos condutores em janeiro de 2021, e assim por diante.

    Para a transferência de veículo, os órgãos podem estabelecer um cronograma específico para o proprietário efetivar a transferência do veículo adquirido entre 19 de fevereiro e 30 de novembro. Caso o órgão não estabeleça um cronograma, fica estabelecida a data de 31 de dezembro de 2020.

    CNHs vencidas após janeiro de 2021

    De acordo com o Contran, a situação voltará ao normal para condutores que têm a validade do documento a partir de 01 de janeiro de 2021. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que é permitido dirigir por até 30 dias com a CNH vencida.

    As CNHs que forem renovadas antes de abril de 2021 ainda terão o prazo de validade de acordo com o que diz o CTB atualmente. Portanto, o prazo de renovação da CNH permanece a cada cinco anos para condutores de até 65 anos. Acima dessa idade, a validade máxima é de três anos.

    Com informações do Portal do Trânsito / Correio 24 Horas

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova primeiro spray nasal para tratamento da Depressão

    BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova primeiro spray nasal para tratamento da Depressão

    Escetamina intranasal é indicada para casos resistentes ao tratamento

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso no Brasil do primeiro spray nasal para o tratamento de casos graves de pacientes com depressão.

    Segundo a fabricante da droga, a escetamina intranasal é indicada para a depressão resistente ao tratamento (DRT) e para a rápida redução dos sintomas depressivos em pessoas adultas com comportamento suicida agudo.

    “O medicamento tem demonstrado rápido início de ação com perfil risco benefício favorável e tolerabilidade do paciente ao tratamento. Os resultados de dois ensaios clínicos idênticos de Fase 3 demonstraram que a escetamina em conjunto com a terapia padrão reduziu os sintomas depressivos em até 24 horas após a primeira dose”, destacou, em comunicado, a Janssen-Cilag Farmacêutica, fabricante da droga.

    A escetamina intranasal deverá ser administrada somente em hospitais e clínicas autorizadas, sob supervisão de um profissional de saúde.

    De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), entre 2015 e 2018, houve aumento de 52% nos atendimentos ambulatorial e de internação relacionados à depressão no país, passando de 79.654 para 121.341 procedimentos. Na faixa etária de 15 a 29 anos, o aumento foi de 115%, passando de 12.698 para 27.363 procedimentos.

    Fonte Agência Brasil

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  • Especial: Alunos de Jornalismo debatem questões raciais no Dia da Consciência Negra

    Especial: Alunos de Jornalismo debatem questões raciais no Dia da Consciência Negra

    Alunos do 4º Período do Grupo Unis expuseram suas opiniões sobre temas ainda atuais e polêmicos ao Conexão.

    O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o país. E para fazer o registro desta importante data, de lutas contra o preconceito e a marginalização do povo negro, o Conexão Três Pontas esteve no Grupo Unis, em Varginha, conversando com estudantes do curso de Jornalismo (Graduandos em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo – 4º Período). Eles debateram sobre o preconceito racial e outras questões importantes que envolvem as minorias. Acompanhe o vídeo:

    A Data Comemorativa

    A data homenageia Zumbi, um pernambucano que nasceu livre, mas foi escravizado aos seis anos de idade.

    Mais tarde ele voltaria para sua terra natal e seria líder do Quilombo dos Palmares. Zumbi morreu em 20 de novembro de 1695.

    O objetivo do Dia da Consciência Negra é fazer uma reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. Também serve para analisarmos o impacto que tiveram no desenvolvimento da identidade cultural brasileira.

    A música, a política, a religião e a gastronomia entre várias outras áreas foram profundamente influenciadas pela cultura negra. Este é um dia de comemorar e valorizar a cultura afro-brasileira.

    Feriado do Dia Nacional da Consciência Negra

    Confira os estados e cidades que consideram o Dia Nacional da Consciência Negra como feriado:

    • Alagoas – Todos os municípios, Lei Estadual Nº 5.724/95
    • Amazonas – Todos os municípios, Lei nº 84/2010
    • Amapá – Todos os municípios, Lei Estadual Nº 1169/2007
    • Bahia – 3 municípios
    • Espírito Santo – 2 municípios
    • Goiás – 4 municípios
    • Maranhão – 1 município (Pedreiras)
    • Minas Gerais – 11 municípios
    • Mato Grosso do Sul – 1 município (Corumbá)
    • Mato Grosso – Todos os municípios, Lei Estadual Nº 7879/2002
    • Paraná – 3 municípios
    • Rio de Janeiro – Todos os municípios, Lei Estadual Nº 4007/2002
    • Rio Grande do Sul – Todos os municípios – facultativo, Lei Estadual nº 8.352
    • São Paulo – 102 municípios
    • Tocantins – 1 município (Porto Nacional).

    Origem do Dia Nacional da Consciência Negra

    O Dia da Consciência Negra foi estabelecido pelo projeto Lei nº 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, apenas em 2011 a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei 12.519/2011 que cria a data, sem obrigatoriedade de feriado.

    No entanto, atualmente, o Dia Nacional da Consciência Negra é considerado feriado em mais de mil municípios.

    História de Zumbi

    No período do Brasil colonial, Zumbi simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os africanos. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.

    O Quilombo dos Palmares, localizado no atual estado de Alagoas, liderado por Zumbi, formavam a resistência ao sistema escravocrata que vigorava. Ali os negros escravizados recuperavam sua liberdade, preservavam a cultura africana na colônia e viviam do plantio e do comércio realizado com cidades próximas.

    O assassinato de Zumbi o transformou num mito entre os africanos escravizados e sua história foi passando de geração em geração.

    Zumbi lutou até a morte contra a escravidão, que só terminaria em 13 de maio de 1888, com a abolição oficial da escravatura no Brasil, cerca de 193 anos após sua morte.

    Fonte: Calendarr / Folha / O Globo

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  • ATENÇÃO: É proibida a venda e fornecimento de bebidas alcoólicas no dia da eleição

    ATENÇÃO: É proibida a venda e fornecimento de bebidas alcoólicas no dia da eleição

    Por deliberação do Gabinete Institucional de Segurança para as Eleições de 2020, coube ao TRE-MG normatizar a matéria

    Na sessão da Corte Eleitoral dessa quinta-feira (12), foi aprovada a Resolução nº 1.159/2020, que dispõe sobre a proibição da venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas por ocasião das Eleições de 2020. Ela foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (13).

    Nestas eleições, a matéria foi objeto de normatização pelo eleitoral mineiro, após deliberação do Gabinete Institucional de Segurança, coordenado pelo TRE-MG e integrado por representantes da Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais, Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Polícia Federal.

    Nos termos do normativo, fica proibido, no horário compreendido entre 06 (seis) e 18 (dezoito) horas do dia 15 de novembro de 2020, a venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas nos bares, boates, hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes recreativos, salões de festas, quiosques, demais estabelecimentos comerciais e similares, em todo o Estado de Minas Gerais. A mesma proibição será aplicada nas cidades em que houver segundo turno, no dia 29 de novembro.

    De acordo com a Corte Eleitoral, “a ingestão de bebida alcoólica, no dia das Eleições, comumente acarreta transtornos, compromete a boa ordem dos trabalhos eleitorais e o exercício democrático do voto, podendo resultar em condutas que afetem nocivamente o processo eleitoral e na prática de atos vedados como a aglomeração de pessoas, notadamente em face da pandemia da Covid-19.” Com a restrição, objetiva-se a garantia da ordem e da segurança do processo eleitoral.

    As ações de fiscalização e vigilância ficarão a cargos dos órgãos integrantes do Sistema de Segurança Pública.

    Fonte TRE-MG

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