Categoria: Brasil

  • SENADO: Moradores de zona rural podem ter autorização para posse de arma de fogo

    SENADO: Moradores de zona rural podem ter autorização para posse de arma de fogo

    Moradores da zona rural poderão ser autorizados a adquirir uma arma de fogo para utilizar na segurança de sua família e propriedade. Essa permissão está no PLS 224/2017, do senador Wilder Morais (PP-GO), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (29).

    A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), e o relatório é do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), que recebeu 11 votos a favor e cinco contrários. Houve uma abstenção. Se não for apresentado recurso para votação pelo Plenário do Senado, o PLS 224/2017 será enviado, diretamente à Câmara dos Deputados.

    Exigências

    A proposição impõe algumas condições para os residentes na zona rural conquistarem o direito. Além de serem maiores de 21 anos, os interessados precisarão apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes.

    Essas três exigências já são feitas para quem mora na zona rural e atua como caçador para prover a subsistência de sua família. Mas, nesse caso, o Estatuto do Desarmamento estipula a idade mínima de 25 anos para o caçador de subsistência ter o porte de arma concedido pela Polícia Federal.

    “Propomos este projeto visando a assegurar aos residentes em áreas rurais o direito de adquirir uma arma de fogo de uso permitido para utilização em suas propriedades, as quais, não raro, encontram-se a centenas de quilômetros de um posto policial, o que coloca inúmeras famílias à mercê do ataque de criminosos ou, até mesmo, de animais silvestres, não assistindo a elas quaisquer meios de defesa de sua vida e de sua propriedade”, explicou Wilder na justificação do projeto.

    Apesar de o PLS 224/2017 fixar uma idade menor que a exigida do caçador de subsistência para o morador da zona rural obter a posse da arma, Petecão avaliou que essa distinção deve ser mantida.

    “Como não se trata do porte da arma de fogo, mas de mera possibilidade de aquisição, entendemos que o requisito de idade mínima pode ser reduzido para as pessoas com mais de 21 anos”, argumentou o relator.

    Por meio de sua emenda, Petecão tratou apenas de ajustar o texto do Estatuto do Desarmamento para permitir que os residentes em áreas rurais possam conseguir o direito à posse de arma de fogo com menos idade.

    Debates

    O parecer foi aprovado após longo debate. Os defensores da iniciativa alegaram que moradores rurais não dispõem de qualquer meio de defesa diante de ataques de criminosos. Além disso, o projeto autoriza apenas a posse e não o porte da arma.

    — Sou contra a arma e trabalhei pelo Estatuto do Desarmamento, mas o Brasil chegou a nível de violência que não dá para calcular. É algo surreal — alegou Magno Malta (PR-ES).

    Os parlamentares contrários à iniciativa temem pelo aumento da violência no campo. Além disso, alegam que colocar mais armas nas mãos do povo não vai reduzir a criminalidade.

    — Vocês não estão pensando nos efeitos colaterais dessa medida e estão desestruturando uma política correta, prevista no Estatuto do Desarmamento — protestou Lindbergh Farias (PT-RJ).

    Fonte: Agência Senado

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CRISE: Comércio fechou 108,7 mil lojas e cortou 182 mil vagas no ano passado.

    CRISE: Comércio fechou 108,7 mil lojas e cortou 182 mil vagas no ano passado.

    EM TRÊS PONTAS, DESDE 2016, VÁRIAS LOJAS TAMBÉM ENCERRARAM SUAS ATIVIDADES. ESPECIALISTAS ANALISAM.

    O comércio varejista brasileiro teve o pior ano da sua história em 2016. O setor bateu recordes de fechamento de lojas, de demissões e de queda nas vendas. Entre aberturas e fechamentos, 108,7 mil lojas formais encerraram as atividades no País no ano passado e 182 mil trabalhadores foram demitidos, descontadas as admissões do período, revela um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC). O ano superou os resultados negativos de 2015 tanto na quantidade de lojas desativadas como em vagas fechadas. Em dois anos, o comércio encolheu em mais de 200 mil lojas e quase 360 mil empregos diretos. Em Três Pontas, nos últimos anos, muitos comércios também têm fechado suas portas. Nos últimos dias, apenas na região central da cidade, 5 lojas encerraram suas atividades, reflexo da crise econômica do país.
    “Foram três recordes negativos em 2016”, ressalta Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pelo estudo, feito a partir de dados das empresas informantes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O tombo nas vendas até novembro, o último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi de 8,8% no ano e de 9,1% em 12 meses para o comércio ampliado, que inclui veículos e materiais de construção (o IBGE divulga os números finais do varejo brasileiro amanhã). Como o Natal, a principal data para o varejo, foi fraco, a chance de se ter atingido no fechamento do ano um resultado menos pior que obtido até agora é pequena.
    Bentes observa que, dos três recordes negativos, o mais dramático e preocupante, na sua opinião, é o de fechamento de lojas. “O comerciante só fecha loja quando está desesperançoso com a situação e não volta abrir tão cedo.”
    O desânimo do varejo é visível nas ruas de comércio sofisticado e popular. É grande o número de lojas fechadas com placas de aluga-se. “O que chama a atenção é que as placas de aluga-se não eram comuns nas regiões mais nobres”, diz Jamile Ribeiro, coordenadora de marketing da Associação de Lojistas dos Jardins, reduto de lojas de luxo da capital paulista.

    A situação não é diferente nas ruas do Bom Retiro, bairro paulistano que reúne lojas de confecção. “Nos últimos dois anos, 10% das lojas fecharam por causa da crise”, observa a secretária executiva da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, Kelly Cristina Lopes.

    EM TRÊS PONTAS

    Foto Arquivo – Rede de departamentos encerrou suas atividades recentemente em Três Pontas.
    Dentre os últimos fechamentos de lojas em Três Pontas, confirmados nos últimos dias, estão uma loja de rede de departamentos na Praça da Fonte, uma loja de confecções femininas então localizada na Rua Coronel Domingos Monteiro de Resende, uma loja de calçados com filiais em outras cidades que funcionava na Rua Dona Isabel, além de dois outros pontos comerciais, um ao lado do outro, na Rua Pedro Augusto Meinberg, em frente a Biblioteca Municipal.
    Tradicional loja de calçados do sul de Minas fechou na última semana na Rua Dona Isabel em Três Pontas.
    Nossa reportagem apurou que nos últimos 3 meses cerca de 12 estabelecimentos comerciais fecharam definitivamente suas portas em Três Pontas apenas na região central da cidade. Se contarmos os bairros esse número certamente é ainda maior.
    Alguns pontos comerciais no centro de TP encerraram suas atividades ou mudaram de endereço.
    Para o Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, que não tem medido esforços para defender e fortalecer o comércio trespontano, isso é preocupante, porém não foge do que tem acontecido em anos anteriores.
    “Quero agradecer a oportunidade e explicar alguns pontos. Sobre a empresa de calçados Mattos Calçados seu proprietário já estava até residindo em Três Pontas mas como não houve acordo contratual em relação ao imóvel onde a loja funcionava ele a transferiu para a cidade de Brasópolis. Quanto a Loja Xavier explico que a saída se deu devido a ‘ajustes na rede’. Ou seja, não foi um fechamento apenas em Três Pontas, outras unidades da rede em outros municípios também foram fechadas e a empresa está readequando suas unidades. E aqui em Três Pontas temos um comércio de lojas de departamentos bem forte com o Magazine Luiza, EletroZema, Lojas IM, Edmil, entre outras. 
    Isso é corriqueiro acontecer e Três Pontas não tem muita rotatividade em abertura e fechamento de empresas. Temos um histórico de empresas com muita força. Não há motivos para temor. Já é tradicional que muitas empresas no Brasil passem muitas dificuldades nos primeiros anos.
    Com relação ao final de ano quero dizer que vários fatores sinalizam para um incremento nas vendas e isso é muito bom. O primeiro fator é que muitas pessoas que estavam negativadas e que não podiam comprar, agora estão de volta e consumindo mais. Mais pessoas estão aptas ao mercado de consumo. Segundo pesquisas do SPC e do Serasa o mercado está dizendo que haverá um aumento nas vendas natalinas. Acredito que esse número será de cerca de 15%, o que é muito bom para o comércio e para a economia do Município, bem como de outras cidades.
    Finalizando sobre empregos, quero lembrar que em 2015 e 2016 cerca de 2 milhões de empregos foram fechados a cada ano no Brasil. Esse ano os números já são positivos em torno de 150 mil vagas. Temos boas expectativas para o final de ano. Ressalto que a maior empregadora em Três Pontas ainda é o agronegócio. Em termos econômicos o agronegócio  cai para o quarto lugar em Três Pontas, tendo a sua frente o setor de serviços em primeiro lugar, em segundo lugar o comércio e em terceiro a indústria”, pontuou.
    Michel Renan Simão Castro, presidente da AcaiTP.
     Segundo o comerciante e atual Secretário Municipal de Indústria e Comércio de Três Pontas, Sebastião de Fátima Cardoso (Tiãozinho Vermelho), a situação realmente é preocupante.
    “A situação do país é complicada e aqui em Três Pontas não é diferente. Está faltando dinheiro e com isso ele está em escasso no mercado. O dinheiro não está circulando. Muitos se iludiram com crediários, fizeram muitas contas e agora estão com o pé no freio. Abriram muito a guarda. Agora, próximo ao Natal, o consumidor retém seu dinheiro e deixa pra gastar mais perto do fim de ano. 
    Quanto ao fechamento de alguns pontos comerciais quero dizer que realmente isso é muito ruim para Três Pontas. Assim o consumo vai diminuindo e empregos caindo. Três Pontas tem as suas particularidades, dentre elas a dependência em torno do café. Diria que até já dependeu mais, mas o café ainda ocupa local de muita importância. Hoje em dia o comércio emprega muito mais que há anos atrás. E ressaltar que quando o café está bom a cidade sempre positivamente, mas quando não está amargamos o consumo menor. 
    Sobre inadimplência quero dizer ao Conexão que ela vem caindo nos últimos anos. Há uma nova visão com juros diminuindo, inflação mais baixa e uma luz no fim do túnel. Sempre nessa época do ano a inadimplência cai. Eu diria que o número de pessoas que não saldam seus compromissos vem caindo. As pessoas estão mais conscientes. Finalizo dizendo que a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio tem lutado para trazer novas indústrias e teremos boas notícias, novidades nas próximas semanas”, explicou Sebastião Cardoso.
    Sebastião Cardoso, secretário municipal de Indústria e Comércio.
    Com informações do Caged e do CNC.
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    Roger Campos

    Jornalista

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  • FIQUE ATENTO: Veja mudanças nas certidões de nascimento, casamento e óbito que passaram a valer nesta terça

    FIQUE ATENTO: Veja mudanças nas certidões de nascimento, casamento e óbito que passaram a valer nesta terça

    As certidões de nascimento, casamento e óbito passaram a ser diferentes a partir desta terça-feira (21). O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mudou os registros que passaram a conter, entre outras coisas, o número do CPF. A intenção é a de que o documento se torne o número de identidade civil único.

    Outra mudança é que os documentos passam a levar o termo “filiação” e não mais o termo “genitores”. De acordo com o governo, é possível o recém-nascido ter dois pais, duas mães, uma mãe e dois pais e assim por diante.

    NOME DO PADRASTO OU MADRASTA PODERÁ CONSTAR

    O mesmo vale para casais que tenham optado por técnicas de reprodução assistida, como é o caso da barriga de aluguel e da doação de material genético. Todas as mudanças passam a valer em todo o Brasil. O nome do padrasto poderá constar na certidão de nascimento.

    Nas certidões de óbito, o lançamento de todos os documentos permitirá o cancelamento automático dos documentos do falecido pelos órgãos públicos, contribuindo para a diminuição de fraudes.

    Nova Certidão de Nascimento.

    REGISTRO NA ‘CIDADE AFETIVA”

    Em setembro, o presidente Michel Temer sancionou a lei que muda as regras para registro de nascimento e casamento, que, entre outros pontos, permite que a certidão de nascimento indique como naturalidade do bebê o município de residência da mãe, em vez da cidade onde ocorreu o parto.

    Defensores das mudanças nas regras de registro argumentavam que pequenos municípios não têm maternidades, o que obriga as grávidas a se deslocarem para outras cidades para darem à luz. Nesses casos, pode acontecer de o bebê ser registrado em uma cidade com a qual os pais não têm vínculo afetivo.

    Veja mais informações sobre as mudanças no site do CNJ.

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • DURA REALIDADE: Dois em cada dez brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza

    DURA REALIDADE: Dois em cada dez brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza

    Um quinto da população brasileira vive abaixo da linha da pobreza, de acordo com uma nova métrica que passa a ser utilizada pelo Banco Mundial. A mudança passa a considerar como abaixo da linha da pobreza as pessoas que recebem US$ 3,20 em países de renda média baixa e US$ 5,50 em países com renda média alta. Antes, era considerado apenas o valor de US$ 1,90 por dia. De acordo com a Folha de São Paulo, por se encaixar na segunda opção, o Brasil teve sua contagem de pessoas muito pobres alterada, passando de de 8,9 milhões para 45 milhões.

    O Banco Mundial explica que a antiga métrica não conseguia capturar a real pobreza de países como o Brasil. “Muito pouca gente vive com US$ 1,90 por dia no Brasil, graças da Deus. Mas quem vive com US$ 2 ainda é pobre para os padrões brasileiros e de países de renda média alta. Ser pobre no Maláui ou em Madagascar é diferente de ser pobre no Chile, no Brasil ou na Polônia”, detalha Francisco Ferreira, economista do banco mundial.

    Em países bastante pobres, como República Democrática do Congo, o limite de US$ 1,90 é mantido, já que 77% da população recebe menos do que o valor por dia. Essa “régua” também será mantida para medir a pobreza extrema no mundo e, assim, desenvolver medidas para erradicá-la.

    Fonte Yahoo

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • PÉSSIMA NOTÍCIA: Governo reduz previsão do salário mínimo para 2018

    PÉSSIMA NOTÍCIA: Governo reduz previsão do salário mínimo para 2018

    O governo alterou nesta semana a projeção para o salário-mínimo no próximo ano. Com a queda na inflação, a estimativa de valor passa de R$ 979, em abril, para R$ 965. O valor correto do salário só será determinado no final do ano. A expectativa já havia sido reduzida em agosto, atingindo os R$ 969. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 937. Aproximadamente 45 milhões de brasileiros recebem o salário mínimo.

    “Esse não é o valor do salário mínimo que está sendo definido pelo governo. É uma previsão para fins orçamentários. O valor do salário mínimo será publicada em janeiro. O governo não tem liberdade para definir um valor diferente da fórmula”, explica Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento.

    Como é feito o cálculo do salário?

    A correção do salário mínimo é feita no início do ano, usando duas variantes: a variação do índice nacional de preços ao consumidor, INPC, com base na inflação apurada no ano anterior e a variação do Produto Interno Bruto de dois anos anteriores. O reajuste aprovado pelo Congresso, será calculado dessa maneira até 2019.

     

    Fonte Yahoo

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SEGUNDO CNT qualidade de rodovias concedidas ao setor privado piorou.

    SEGUNDO CNT qualidade de rodovias concedidas ao setor privado piorou.

    PARA CLÉSIO ANDRADE A CULPA É DA FALTA DE INVESTIMENTOS NO SETOR.

    A qualidade das rodovias brasileiras concedidas para a iniciativa privada piorou entre o ano passado e este ano, aponta uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta terça-feira (7). Segundo o estudo, 25,6% da extensão das pistas que deixaram de ser administradas pelo poder público são consideradas regulares, ruins ou péssimas. Os dados demonstram uma inversão na tendência de melhoria observada desde 2014.

    A piora observada pela CNT também se aplica para as rodovias geridas por órgãos de governo. Juntando todos os tipos, o grupo qualificado como regular, ruim ou péssimo atingiu 61,8% neste ano – contra 58,2% no ano passado. Do outro lado da ponta, a parcela de vias consideradas em bom ou ótimo estado caiu de 41,8% para 38,2% do ano passado para cá.

    Foram analisados 105.814 quilômetros de rodovias – tanto BRs como estaduais – para embasar os resultados. O estudo observou critérios como sinalização, qualidade do pavimento (como o asfalto) e geometria das pistas: houve piora em todos eles.

    Isso se reflete em cada vez mais gastos para transportar cargas e passageiros, afirma a CNT. Um exemplo é o “desperdício” de diesel, estimado em 832 milhões de litros, por causa das inadequações encontradas no asfalto: o que deve trazer prejuízo de R$ 2,54 bilhões aos transportadores.

    Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, os dados ruins são explicados pelo menor investimento no setor. “A queda na qualidade das rodovias brasileiras tem relação direta com um histórico de baixos investimentos em infraestrutura rodoviária e com a crise econômica dos últimos anos”, declarou.

    “Em 2011, os investimentos públicos federais em infraestrutura rodoviária foram de R$ 11,21 bilhões; em 2016, o volume investido praticamente retrocedeu ao nível de 2008, caindo para R$ 8,61 bilhões. Este ano, até o junho, foram investidos apenas R$ 3,01 bilhões”, frisa o estudo.

    Pontos críticos

    A pesquisa da CNT localizou 163 pontos críticos em rodovias brasileiras. O Pará é o estado com maior número de trechos considerados problemáticos (36 dos 163). Eles ficam nas BR-153, BR-155 e BR-163. A maior parte (75%) é referente a buraco grande. O restante, a erosão na pista.

    Os outros pontos críticos levantados pelo estudo ficam em Acre, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco (onde fica o único caso de queda de barreira), Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins.

    Fonte G1

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • 5º AUMENTO NO ANO: Gás de Cozinha fica mais caro nessa Quarta-Feira. Conexão revela situação em Três Pontas.

    5º AUMENTO NO ANO: Gás de Cozinha fica mais caro nessa Quarta-Feira. Conexão revela situação em Três Pontas.

    Gás de cozinha sobe 51,5% nas refinarias em 2017. A Petrobras anunciou aumento de 12,9% no preço do GLP; no ano, foram seis revisões de preço, com cinco altas.

    Com o reajuste de 12,9% anunciado nesta terça-feira, o preço do gás de cozinha (GLP) para uso residencial nas refinarias soma alta de 51,5% em 2017, segundo dados da Petrobras. A empresa aumentará o valor cobrado dos distribuidores a partir de quarta-feira. Este é o segundo aumento do tipo em menos de um mês. No ano, foram seis reajustes, sendo que cinco deles foram de alta.

    O preço do GLP é um dos fatores que determinam o preço final do botijão de gás comprado pelo consumidor – além de impostos e margem de lucro, por exemplo. A Petrobras estima que, se o reajuste for repassado integralmente pelos distribuidores, ele representará um adicional de 3,09 reais (cerca de 5,1% do preço final).

    Segundo a estatal, o aumento anunciado nesta terça ocorre em razão das variações do produto no mercado internacional. A última alta nas refinarias, que entrou em vigor em 26 de setembro, foi de 6,9%. A empresa revisou sua política de reajustes para o GLP em junho, e, desde então, houve aumento de 38%.

    O preço médio do botijão de 13 quilos pago pelo consumidor no país era de 62,21 reais na última semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os valores estão em alta há cinco semanas consecutivas.

    Em Três Pontas

    Aqui em três Pontas, o gás de cozinha que hoje ainda custa, já elevados, R$65,00 deverá girar entre 69 e 74,00. Nossa reportagem conversou com empresários do setor no Município. Eles revelaram que os constantes aumentos autorizados pelo Governo Federal já refletiram numa queda considerável nas vendas.

    “As pessoas sabem que o gás de cozinha apesar de ser algo quase que fundamental está realmente custando cada vez mais caro. Muitas famílias não estão tendo condições de bancar esse gasto. Por isso muitas delas estão ‘voltando ao passado’ e readquirindo o hábito de fazer comida em fogão de lenha. São muitos os casos de pessoas que deixaram de comprar gás para utilizar as velhas lenhas”, comentou um dos comerciantes que mais vende o produto na cidade.

    Com informações da revista Veja

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • Governo federal vai liberar saques de R$ 16 bilhões do PIS/Pasep para IDOSOS

    Governo federal vai liberar saques de R$ 16 bilhões do PIS/Pasep para IDOSOS

    O governo federal confirmou nesta quarta-feira (23) a liberação para saques de R$ 15,9 bilhões do PIS/Pasep para cerca de 7,8 milhões de idosos.

    A informação foi antecipada pelo G1 na manhã desta quarta e confirmada no início da tarde pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em cerimônia no Palácio do Planalto.

    Serão beneficiados homens com 65 anos ou mais e mulheres com 62 anos ou mais. O calendário de saques começa em outubro próximo, mas ainda será detalhado pelo governo. Em junho de 2016 o saldo médio por cotista era de R$ 1.187, sendo que a maioria deles possuía ao menos R$ 750 a ser resgatado.

    Para saber se tem saldo no PIS/Pasep, os trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal (agente operador do PIS) e, os servidores e empregados públicos, devem recorrer ao Banco do Brasil (agente operador do Pasep).

    No caso dos cotistas já falecidos, os herdeiros terão direito aos recursos do PIS/Pasep.

    A medida se assemelha ao saque das contas inativas do FGTS, que injetou neste ano cerca de R$ 44 bilhões na economia. Trata-se de mais uma bondade do governo Michel Temer, que sofre com a baixa popularidade. A medida também deve contribuir para aquecer a economia brasileira, que ainda patina (veja mais abaixo neste texto).

    Temer, também na cerimônia desta quarta no Planalto, disse que o governo se baseou na proposta de reforma da Previdência, que prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, para definir o critério dos saques do PIS/Pasep.

    “Nós estamos, antecipadamente, injetando novos valores na economia brasileira”, disse o presidente.

    Pela legislação atual, os cotistas só poderiam efetuar os saques do PIS/Pasep nos seguintes casos:

    • aposentadoria;
    • idade igual ou superior a 70 anos;
    • invalidez (do participante ou dependente);
    • transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar);
    • idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada;
    • participante ou dependente acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças da Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001;
    • ou morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular.

    Agora, com o anúncio do governo, os idosos acima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) poderão sacar os valores a partir de outubro próximo.

    De acordo com o governo, são participantes (ou cotistas) do Fundo PIS/Pasep somente os trabalhadores de organizações públicas e privadas que tenham contribuído para o Pasep ou para o PIS até a data de 04 de outubro de 1988, e que não tenham efetuado o resgate total de seus saldos junto ao fundo.

    Os trabalhadores que começaram a contribuir após essa data não possuem saldos para resgate junto ao fundo.

    O governo informou que vai enviar nesta quinta (24) uma medida provisória ao Congresso prevendo a liberação dos saques do PIS/Pasep.

    A MP permite que os recursos sejam disponibilizados em folha de pagamento ou em depósito automático em contas correntes ou poupança. O governo informou ainda que vai haver uma campanha para divulgação da medida, já que muitas pessoas que têm direito ao saque não se lembra mais ou mesmo já morreram.

    No caso dos cotistas já falecidos, os herdeiros terão direito aos recursos do PIS/Pasep.

    O que é

    O Fundo PIS/Pasep, de acordo com o Tesouro Nacional, resulta da unificação dos fundos constituídos com recursos do Programa de Integração Social (PIS), para trabalhadores do setor privado, e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), de servidores públicos.

    Ao final do exercício 2015/2016, o Tesouro Nacional informou que aproximadamente 24,8 milhões de trabalhadores ainda possuíam recursos junto ao fundo. O patrimônio do fundo, no final do ano passado, estava em R$ 28,11 bilhões.

    Os objetivos originais do PIS e do Pasep são: integrar o empregado na vida e no desenvolvimento das empresas, assegurar ao empregado e ao servidor público o usufruto de patrimônio individual progressivo, estimular a poupança e corrigir distorções na distribuição de renda e possibilitar a paralela utilização dos recursos acumulados em favor do desenvolvimento econômico-social.

    Conforme a legislação em vigor, de acordo com informações do Tesouro Nacional, as contas individuais são atualizadas pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 7% ao ano, creditadas de juros anuais de 3% sobre o saldo atualizado, e creditadas de uma parcela do resultado líquido adicional das operações realizadas com recursos do Fundo.

    Contas inativas do FGTS

    O anúncio de que o governo vai liberar saques do PIS/Pasep acontece após a autorização para saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que injetou R$ 44 bilhões na economia brasileira.

    Segundo avaliação do Ministério do Planejamento, esta iniciativa, que beneficiou 25,9 milhões de trabalhadores, deve evitar que o Produto Interno Bruto (PIB) registre em 2017 o terceiro tombo seguido, estimou recentemente o Ministério do Planejamento.

    Pesquisas, como do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), verificaram que muitas famílias usaram os recursos sacados do FGTS para pagarem suas dívidas, saírem da inadimplência e voltarem a consumir, informou o governo.

    Fonte G1

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • A AGORA TEMER? Previsão do Salário Mínimo p/ 2018 cai para R$969,00.

    A AGORA TEMER? Previsão do Salário Mínimo p/ 2018 cai para R$969,00.

    PRESIDENTE QUER UM SALÁRIO DEZ REAIS MENOR QUE O PLANEJADO ANTERIORMENTE. OU SEJA, DE NOVO, ‘FERRO NO POVO!’

    A revisão das projeções econômicas para 2018 levaram o governo a reduzir o salário mínimo para o próximo ano. O valor de R$ 979 que consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) passará para R$ 969 durante a elaboração do Orçamento.

    A redução ocorreu por causa da diminuição da projeção de inflação, que caiu de 4,5% para 4,2% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por lei, até 2019, o salário mínimo é definido com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice próximo ao IPCA. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.

    De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o valor do salário mínimo pode mudar até o início do próximo ano. Segundo ele, o Orçamento trabalha apenas com estimativas. “O salário mínimo só será conhecido em janeiro. Até lá, várias coisas podem mudar”, declarou.

    Com informações da IstoÉ

     

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • ATENÇÃO: Celulares de 40 milhões de brasileiros podem ser bloqueados.

    ATENÇÃO: Celulares de 40 milhões de brasileiros podem ser bloqueados.

    Medida da Anatel tem como objetivo combater venda irregular de aparelhos.

    Cerca de 40 milhões de brasileiros poderão ter seus celulares bloqueados até o fim deste ano. A medida vai atingir quem comprou aparelhos sem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel, que regula o setor), cujo registro não seja válido. Esse registro, chamado de Imei — sigla em inglês para Identidade Internacional de Equipamento Móvel —, é único para cada aparelho, como o número de chassi de um carro. A medida se estende a outros aparelhos que utilizam chip para se conectar à internet, como laptops, computadores, tablets e babás eletrônicas.

    O objetivo é combater o comércio paralelo, principalmente de celulares. Nos últimos anos, vem crescendo o número de lojas, camelôs e sites que vendem modelos sem homologação, falsificados ou roubados. Esses modelos, mais baratos, tornam o aparelho mais acessível à população de baixa renda — e, em um cenário de desemprego elevado, são essenciais para quem precisa de bicos para sobreviver.

    A previsão atual da Anatel é que, no dia 15 de setembro, as empresas de telefonia avisem, via mensagem de texto (SMS), os clientes de que o aparelho não é regularizado e será bloqueado. Ou seja, a linha e o pacote on-line serão suspensos. O bloqueio poderá ser feito 75 dias após a notificação. A data original para informar ao consumidor era 30 de julho, mas foi adiada, na última sexta-feira, a pedido do Sindicato das Empresas de Telefonia do Brasil (SindiTelebrasil), conforme antecipou o colunista do GLOBO Lauro Jardim.

    Para Rafael Zanatta, pesquisador de telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o pedido de adiamento do SindiTelebrasil coloca dúvidas sobre o diagnóstico da Anatel e indica que os fabricantes dos aparelhos poderiam adotar medidas técnicas para evitar fraudes nos Imeis. As empresas, por sua vez, negam ser responsáveis e demandam maior repressão à fraude em Imeis para revenda de celulares furtados ou roubados.

    “Toda essa polêmica indica que não há consenso entre o setor privado e muito menos com as organizações civis, que não foram devidamente consultadas sobre o prazo de desligamento de celulares não homologados” diz Zanatta.

    Celular importado pode estar regular

    Para identificar se o seu celular tem o Imei, confira se há um selo da Anatel na bateria do aparelho e/ou no manual. Mas quem comprou o celular no exterior não terá o aparelho bloqueado se o telefone houver sido certificado por alguma organização estrangeira que integre a Associação Internacional do Setor, a GSMA, da qual o Brasil faz parte. Todos os grandes fabricantes estão nesse grupo.

    Fabro Steibel, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), ressalta, no entanto, que é difícil garantir ao consumidor que ele estará livre de problema, principalmente quando o aparelho é comprado pela internet:

    “O único caminho seguro é, antes de comprar um celular, pedir para ver o aparelho, abrir a caixa, ver o selo da Anatel, verificar o Imei, ir ao site da agência para ter certeza de que o celular é homologado. Só assim para ter segurança total.”

    Steibel explica que o bloqueio é feito pelo Imei, por isso não importa o local onde o aparelho foi comprado, mas sim se este é homologado pela Anatel ou não. Quando um dispositivo móvel usa a rede de uma operadora, seu Imei fica registrado. Já a homologação é uma certificação de que o celular está dentro dos parâmetros técnicos exigidos pela agência. Os aparelhos autorizados recebem um selo da Anatel, que pode estar na embalagem ou no próprio dispositivo.

    “O Imei não é feito de forma que o usuário comum possa alterar o número, mas há diversas formas de “crackear” isso, e um usuário avançado é capaz de fazê-lo. Cria-se, assim, um mercado ilegal de desbloqueio, muitas vezes operado por pessoas ligadas a roubo de celular, aumentando a insegurança da proteção de dados contidos nesses dispositivos móveis” alerta Steibel, explicando que “crackear” é uma técnica de desbloqueio de aparelhos.

    Eduardo Levy Moreira, presidente executivo do SindiTelebrasil, também se preocupa com o aumento do furto de celulares:

    “O setor apoia toda e qualquer medida que venha a impedir a entrada no mercado de produtos não homologados, mas, do modo como está sendo feito, o bloqueio desses aparelhos pode estimular a ida dos consumidores para o mercado paralelo. O bloqueio, que está em discussão há cinco anos por um grupo de trabalho dentro da Anatel, começou a ganhar força após denúncias de que sites na internet estavam vendendo aparelhos irregulares, com Imeis falsificados ou clonados.”

    “Esse é um assunto que pode prejudicar o consumidor. Um aparelho clonado e irregular traz problemas para as empresas de telefonia, pois sobrecarrega a rede, e, para o usuário, fica a percepção de que o serviço prestado é ruim. Hoje, há muitos sites na internet vendendo os chamados microcelulares irregulares” disse uma fonte ligada ao governo, que não quis ser identificada.

    Levy refuta a afirmação de que esses celulares irregulares teriam algum efeito sobre a rede: “Como a qualidade dos componentes é baixa, o que pode acontecer é que o consumidor tenha uma percepção da qualidade do serviço ruim, pois ele vai ter menor velocidade para fazer download e pode ter uma cobertura menor no sinal de voz. Mas isso não tem influência sobre a rede.”

    Fabricantes defendem criminalização

    O SindiTelebrasil estima que, todos os meses, um milhão de novos celulares irregulares entre no mercado. Parte desse total tem origem no roubo ou furto. Neste caso, são celulares regulares cujo Imei foi adulterado por organizações criminosas, que se aproveitam da vulnerabilidade hoje existente nos aparelhos comercializados no país.

    O diretor do ITS-Rio ressalta que todos sabem que roubar os dados pessoais de alguém pelo celular vale dinheiro. Assim, quem tiver seu celular bloqueado depois de 15 de setembro e procurar alguém que faça o desbloqueio pode ter seus dados pessoais roubados — ou seja, todos os seus contatos, fotos, mensagens e senhas podem parar no mercado negro.

    Zanatta, do Idec, reforça, ainda, a necessidade de se desenvolver um plano para evitar ruídos na informação aos cidadãos, que deve ser elaborado pelo corpo técnico da Anatel e alinhado com todo o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

    Para Steibel, os únicos que ganharão com o bloqueio são os fabricantes sediados no país: “Se o problema é combater o celular pirata, a Anatel deveria fazer uma parceria com a Polícia Federal para ampliar a fiscalização nas fronteiras.”

    Zanatta destaca também que, no caso de aparelho comprado no mercado oficial que tenha um Imei fraudado, não há que se falar em responsabilidade do consumidor. “Trata-se de um vício do produto, nos termos do Código de Defesa do Consumidor. Por se tratar de bem durável, o prazo para reclamar é de 90 dias. O consumidor tem direito a receber outro celular sem custo” explicou.

    Em nota, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) diz que as afirmações de que o bloqueio de celulares irregulares vai empurrar os consumidores para o mercado de aparelhos roubados não condizem com a verdade e são contraproducentes para um debate que envolveu indústria, operadoras e órgão regulador. A Abinee afirmou que mais de 20 países já implementaram o bloqueio, com resultados efetivos. A associação defende a criminalização da clonagem ou adulteração do Imei, a exemplo, do que acontece com o chassi de carros.

    Tire dúvidas:

    Como saber se meu celular está irregular?

    É preciso saber o número de identificação do celular, chamado de Imei.

    O que é Imei?

    O Imei é a sigla em inglês para International Mobile Equipment Identity, ou Identidade Internacional de Equipamento Móvel. É como o número do chassi de um carro: único para cada celular.

    Onde eu verifico o Imei?

    Esse número pode ser verificado na caixa do celular ou em um adesivo que fica colado na bateria do aparelho. Outra dica é digitar a sequência *#06# no celular e apertar a tecla para ligar.

    Aparelhos comprados no exterior são irregulares?

    Celulares comprados no exterior não são considerados irregulares se o aparelho houver sido certificado por alguma organização estrangeira que dê tratamento recíproco ou que integre o Memorando de Entendimento do qual o Brasil seja signatário. Neste caso, o celular apresentará o Imei.

    O que observar na hora da compra?

    Conferir se o número que aparece na caixa do celular (o Imei) é o mesmo que aparece ao discar *#06#. Se esse número não for igual, o celular é irregular. No selo de certificação da Anatel, há informações como o número de certificação, o ano de fabricação e o fabricante. Exija e guarde a nota fiscal e o termo de garantia.

    Onde me informar?

    Mais informações sobre o tema estão disponíveis no portal na Anatel.

    Fonte: O Globo

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • FIM DA BUROCRACIA: Cópia autenticada e reconhecimento de firma

    FIM DA BUROCRACIA: Cópia autenticada e reconhecimento de firma

    Menos burocracia no Brasil. A partir de agora, empresas não precisarão mais apresentar cópia autenticada e reconhecimento de firma para órgãos públicos federais.

    A medida, que já acontecia para pessoas físicas, nasceu de em grupo de trabalho sobre Desburocratização e Modernização do Estado, coordenado pela conselheira Marina Cançado no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão.

    O Decreto que garante a pessoas jurídicas atendimento simplificado em serviços públicos foi assinado pelo presidente Michel Temer e publicado no Diário Oficial da União da ultima terça, 18.

    Com a decisão ficam dispensados o reconhecimento de firma e a autenticação de cópia de documentos expedidos no País por órgãos públicos federais.

    Como será

    Pelo decreto, o próprio servidor público vai conferir a cópia do documento com o original.

    Já a cópia autenticada dispensa a conferência do original.

    Também haverá atuação integrada do poder público na expedição de atestados, certidões e documentos, e a criação do formulário Simplifique!, para apresentação de propostas para redução de burocracia.

    “Com isso temos rapidez e simplificação, fazendo o Brasil ficar mais leve. E isto é uma participação muito expressiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social junto ao governo federal”, afirmou o ministro-chefe da Casa Civil e secretário-executivo do Conselhão, Eliseu Padilha.

    Tomara que o exemplo do governo seja seguido por várias empresas que continuam exigindo essas burocracias da população.

     

    Com informações do PortalDoPlanalto

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Junho Vermelho: 13 estados e Cristo Redentor entram na campanha

    Junho Vermelho: 13 estados e Cristo Redentor entram na campanha

    Não estranhe se durante este mês vários prédios e monumentos aparecerem iluminados em tons de vermelho. É a campanha Junho Vermelho, lançada este mês para estimular o brasileiro a doar sangue.

    Já aderiram ao movimento cidades de pelo menos 13 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Piauí, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Goiás, e Amazonas.

    No próximo dia 14 o Cristo Redentor, o maior cartão postal do Brasil, será iluminado de vermelho para conscientizar a população.

    A parceria foi fechada pelo movimento Eu Dou Sangue – que coordena o movimento Eu Dou Sangue – com representantes do Hemo-Rio, da Santa Casa do Rio de Janeiro, a Pró-Vita e Arquidiciose do Rio de Janeiro, que é a responsável pelo Cristo Redentor.

    Na capital paulista, já estão iluminados desde o dia primeiro de Junho a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o Palácio dos Bandeirantes, o Memorial da América Latina e a Sala São Paulo.

    O motivo é nobre.

    “Dar sangue é dar de si, do seu tempo, é se importar com mais alguém. É o mínimo para quem dá e é o máximo pra quem recebe. Faz com que a gente se sinta útil por fazer a diferença na vida de alguém”, disse Debi Aronis, do movimento Eu Dou Sangue, em entrevista ao SóNotíciaBoa.

    Por que em Junho?

    O Movimento Eu Dou Sangue, existe desde 2011 e tenta reforçar a importância de doações periódicas, principalmente no inverno, quando os estoques baixam nos bancos de sangue.

    É estimado que os hemocentros sofram uma redução de 30% em seus estoque na época do frio.

    A campanha Junho Vermelho de 2016, conseguiu reverter esse quadro e aumentar em 30% as doações de sangue no Estado de São Paulo, em comparação com o mesmo período de 2015.

    “Sangue não se compra, não se fabrica. Dar sangue também é uma forma de cidadania. Não é só bater panela e fazer manifestação. Isso serve pra todo mundo, coxinhas e mortadelas”, finalizou Debi Aronis.

    Mais informações sobre o Junho Vermelho na página Eu Dou Sangue no Facebook.

     

    Por Rinaldo de Oliveira, da Redação do SóNotíciaBoa

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    Roger Campos

    Jornalista

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