A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) lançaram a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016. O tema deste ano é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o objetivo é assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas.
“Esta não é uma preocupação só do Poder Público. Cada um pode dar a sua contribuição. Basta nós fiscalizarmos os vazamentos de água e nos preocuparmos com a produção excessiva de lixo”, afirma o arcebispo metropolitano, Dom Moacir Silva.
A Igreja Católica Apostólica Romana, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Presbiteriana Unida e a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia recomendam que as pessoas se questionem se adotam as seguintes práticas: consumo responsável da água, economia de energia, medidas para evitar o desperdício de alimentos, coleta seletiva do lixo e uso de produtos biodegradáveis.
“Para agir bem, antes precisamos refletir bem”, diz o padre André Luiz Massaro. “As pessoas devem pensar, cobrar e se movimentar”, completa.
Aedes
Indiretamente, a campanha contribui com a erradicação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus. Dom Moacir orienta os fiéis a não deixar água parada para impedir a proliferação do inseto. “O tema da campanha prega exatamente isso: a casa é comum, a responsabilidade é nossa”, destaca.
A quaresma, período compreendido entre a Quarta-Feira de Cinzas e a Quinta-Feira Santa, também teve início. “A quaresma é a escuta prolongada da palavra de Deus, é tempo da prática de misericórdia”, expõe Dom Moacir.
Nesses 40 dias, a Igreja aconselha os fiéis a jejuar como forma de penitência e reflexão. Na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa, a Igreja também sugere que os católicos não comam carne vermelha, tida, antigamente, como símbolo da gula.
Lançamento da Campanha da Fraternidade ocorreu na manhã desta quarta-feira, no Palácio Episcopal (Foto: F.L. Piton / A Cidade)
Contribuições ao saneamento básico com pequenos gestos
•Como é o uso da água em sua casa? Ela é usada com cuidado e economia?
•Quais as práticas adotadas em sua casa para um consumo responsável da água? Existe algum hábito que você acredita que poderia mudar?
•Você sabe se o esgoto coletado de sua casa é tratado?
•Você se incomoda e denuncia quando vê um vazamento de água em sua rua?
•Quando você sai de um cômodo iluminado por uma lâmpada tem o costume de apagar a luz?
•Você desperdiça alimento?
•Qual o destino que você dá para aquele óleo de cozinha que não pode ser reutilizado? Deposita diretamente no ralo da pia ou procura acumular para depois reciclar?
•Você tem cuidado com o lixo que produz?
•Separa o lixo orgânico e o lixo reciclável ou eles vão para o mesmo destino?
•Tem preocupação de usar produtos de limpeza biodegradáveis?
A conta de luz dos brasileiros deve ficar cerca de 3% mais barata neste mês, com a mudança na cobrança extra. Em abril, deve cair ainda mais. Desde janeiro de 2015, as contas passaram a ter uma cobrança extra, chamada de bandeira vermelha, para compensar gastos mais altos para gerar energia. Nos últimos meses, essa bandeira foi mudando de cor.
Até janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada R$ 100 kW/h consumidos;
Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada R$ 100 kW/h;
Agora em março, a bandeira muda para amarela e a taxa cai para R$ 1,50 a cada 100 kW/h;
Em abril, entra em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixa de ser cobrada.
Pouca chuva, conta mais cara
Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.
Foi criada, então, a bandeira vermelha, essa cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia. Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.
Mesmo assim, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.
A Presidente Dilma Rousseff promulgou a emenda, que autoriza os municípios a utilizarem o transporte escolar municipal por estudantes universitários, através da Lei nº 12.816/13.
O deputado federal Efraim Filho (Democratas-PB) comemorou a promulgação da emenda à Medida Provisória n. 593/2012, que dispõe sobre o apoio da União às redes públicas de educação básica na aquisição de veículos para o transporte escolar.
Conforme o deputado que encabeçou o movimento em defesa do transporte escolar municipal para os Universitários, a emenda teve sua aprovação confirmada no Senado Federal e foi promulgada pela Presidente Dilma.
“Minha expectativa sempre foi que essa emenda legislativa que aprovamos no Congresso Nacional fosse sancionada pela Presidente Dilma, pois representa uma solução definitiva para os universitários dos pequenos e longínquos municípios que agora podem utilizar o transporte escolar municipal especialmente no período noturno, período esse em que os ônibus não estão sendo utilizados, diminuindo assim as dificuldades de concluírem o ensino superior” disse Efraim Filho.
Teor da Emenda:
Art. 5 – A União, por intermédio do Ministério da Educação, apoiará os sistemas públicos de educação básica dos Estados, Distrito Federal e Municípios na aquisição de veículos para transporte de estudantes, na forma do regulamento.
Parágrafo único. Desde que não haja prejuízo às finalidades do apoio concedido pela União, os veículos, além do uso na área rural, poderão ser utilizados para o transporte de estudantes da zona urbana e da educação superior, conforme regulamentação a ser expedida pelos Estados, Distrito Federal e Municípios.
Criminalista trespontano é contra essa nova interpretação na lei.
Em decisão ao mesmo tempo elogiada como caminho para o fim da impunidade e criticada por teoricamente retirar direitos dos réus, o STF (Supremo Tribunal Federal) mudou seu entendimento e afirmou que a Constituição Federal permite o cumprimento da pena de prisão após a condenação por tribunal de 2ª instância. O placar do julgamento foi de 7 votos a 4 entre os ministros do Supremo.
Desde 2009, o STF permitia o cumprimento da pena de prisão apenas quando todas as chances de recurso já haviam se esgotado (o chamado trânsito em julgado), ou seja, quando não cabiam mais recursos dos réus, o que podia levar o processo até o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e ao STF até que os acusados fossem presos.
A decisão foi tomada ao julgar o caso de um ajudante-geral condenado a cinco anos de prisão por roubo. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) havia determinado sua prisão para cumprimento da pena, mas os advogados de defesa recorreram ao STJ, que manteve a prisão, e, em seguida, ao STF.
O julgamento, realizado no último dia 17, promete influenciar decisões judiciais em todo o país e pode mudar o desfecho de casos famosos, como o do ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB), condenado em 1ª instância pelo caso conhecido como mensalão tucano. Com a mudança de entendimento do Supremo, ele pode ir preso mais cedo do que é costume no Brasil.
VEJA OS PRINCIPAIS PONTOS PARA ENTENDER A DECISÃO:
O que é a 2ª instância?
É o segundo nível de julgamento do processo na Justiça. Quando uma pessoa comete um crime, ela é julgada primeiro por um juiz de 1ª instância. Se for condenada, esse recurso é apresentado a um tribunal de 2ª instância, como os Tribunais de Justiça dos Estados, por exemplo. A 2ª instância pode manter a condenação ou decidir pela absolvição. Se a condenação for mantida, o réu ainda pode recorrer ao STJ e depois ao STF, que seria o 3º grau de recurso.
O que o STF decidiu?
O Supremo entendeu que a Constituição Federal autoriza que um réu comece a cumprir pena após ser condenado em 2ª instância. Segundo o Supremo, nesta fase os fatos e provas do processo já foram devidamente analisados, e não é possível usar apenas o princípio da “presunção de inocência” para manter o réu em liberdade até o julgamento de todos os recursos. O princípio da presunção da inocência, utilizado para orientar julgamentos em todo o país, diz que os acusados devem ser considerados inocentes até que sejam condenados definitivamente pela Justiça.
Como era antes?
A partir de 2009, o STF passou a entender que só era possível a prisão do réu condenado após todos os recursos possíveis serem julgados. Isso fazia com que, na prática, muitas vezes o condenado só começasse a cumprir a pena depois que o processo fosse julgado no próprio STF, o que pode demorar anos.
A decisão vale automaticamente para todas as condenações em 2ª instância?
Não. Tecnicamente, a decisão do STF vale somente para o habeas corpus específico que foi julgado pelo tribunal, e não obriga as outras instâncias a seguirem seu entendimento. Mas, na prática, o peso de um julgamento do Supremo no sistema jurídico, principalmente em direito penal, faz com que os outros tribunais e juízes a levem em consideração em suas próprias decisões. Porém, o início do cumprimento da pena terá que ser decidido a cada caso julgado pelos tribunais de 2ª instância.
A decisão obriga que condenados em 2ª instância sejam presos?
Não. A decisão apenas afirma a legalidade da prisão nesses casos, mas o início do cumprimento da pena será avaliado em cada processo, pelo tribunal que realizar o julgamento.
A decisão só vale para quem for condenado a partir de agora?
Como tecnicamente o Supremo estava analisando apenas o habeas corpus que foi julgado, os ministros não se pronunciaram sobre o efeito em outros julgamentos. Mas especialistas afirmam que réus já condenados, mas que não estão presos, podem ter o cumprimento da pena solicitado pelo Ministério Público. Os tribunais terão que avaliar caso a caso.
Em quais casos o tribunal de 2ª instância pode mandar prender?
Os fatores que mais devem influenciar essa decisão, segundo o professor da FGV Direito Rio Ivar Hartmann, são a força das provas que levaram à condenação, e o fato de o andamento do processo não ter sido contestado pelos advogados de defesa. O professor explica que esses fatores dão uma maior segurança aos julgadores na 2ª instância de que a sentença não será modificada num recurso ao STJ e ao STF.
Quem já foi condenado em 1ª instância pode ser preso se condenado na 2ª?
Pode. A prisão, no entanto, vai ser analisada a cada caso pelo tribunal de 2ª instância responsável pela manutenção da condenação.
A decisão do STF vale também para a Justiça Militar?
A decisão exerce influência sobre todos os processos penais no país, inclusive na Justiça Militar.
(Com informações do Bol)
OPINIÃO
O advogado criminalista trespontano Dr. Francisco Braga, falou ao Conexão sobre essa alteração na lei:
Dr. Francisco Braga, respeitado advogado criminalista em Três Pontas.
“Todos têm direito aos mesmos recursos, mas o povo não se preocupa em se defender. Ainda prevalece a tese de que o bom é o mais barato. Mas o grande problema mesmo nessa decisão é que a Constituição está sendo desrespeitada pela Corte Maior.
Imagine se, julgado um recurso em segunda instância onde é mantida a condenação, o tribunal expede o competente o respectivo mandado de prisão, na forma do novo entendimento do STF. Daí, a pessoa recorre para o STJ, ou para o próprio STF, que vem a absolver o cidadão. Isso poderá ter levado 2, 3 ou mais anos de prisão. Ou seja, ele cumprirá um período de pena provisória porque ele não teve o direito de continuar recorrendo em liberdade. É um risco jurídico, principalmente porque, nos dias atuais, estas 2 cortes superiores têm constantemente mudado decisões condenatórias.
O que se verifica, na verdade, é que a demora para o inicio do cumprimento de uma pena se deve, não pelo excesso de recursos, mas, sim, pela morosidade da Justiça em cumprir com sua obrigação de prestar a devida tutela jurisdicional”, explicou.
É o fim do sonho do primeiro automóvel da “classe média emergente”, a conhecida por “classe C”. Muitos têm sido obrigados a devolver aos bancos o carro financiado ou deixa-los parados. Além das prestações intermináveis, os compradores de carros na classe C já não suportam o custo do combustível. O governo reduziu o IPI para melhorar as vendas e agora sufoca o comprador com os preços da gasolina e do álcool.
Para muitos economistas, o governo Dilma fez o Brasil regredir 13 anos: a produção de automóveis, em janeiro de 2016, foi igual a de janeiro de 2003.
“O objetivo do governo petista não era viabilizar carro novo para a nova classe C, mas ajudar a indústria automobilística a aquecer as vendas”, diz o jornalista Cláudio Humberto.
Do final do governo Lula à era Dilma, as montadoras de automóveis foram beneficiadas por 22 medidas, sobretudo de renúncia fiscal.
A última etapa de testes da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan começou nesta segunda-feira (22) com o cadastro de 2.000 voluntários no Estado de São Paulo. Para esta terceira parte são necessárias 17 mil pessoas de 2 a 59 anos dispostas a passar pelos testes clínicos, já aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O cadastro de voluntários começa na capital paulista, mas será estendido progressivamente a outros quinze centros médicos do país até que o número total seja atingido. Ao todo, são treze cidades de doze Estados. Segundo o Ministério da Saúde, serão investidos R$ 100 milhões nos próximos dois anos para o desenvolvimento do estudo.
Depois deste teste, a vacina deve ser protocolada na Anvisa, órgão que avalia a qualidade, eficácia e segurança do produto. A previsão é que as doses estejam disponíveis nos postos de saúde em dois anos.
Nas fases anteriores, a vacina, feita com o próprio vírus da dengue atenuado, mostrou mais de 90% de eficácia contra os quatro subtipos de vírus da dengue com apenas uma dose.
Como funcionam os testes?
Segundo o infectologista Esper Kallas, coordenador dos testes da vacina e professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), a proposta desta fase é chegar o mais próximo possível de uma simulação da vida real, mas considerando que o objetivo primário da pesquisa é a segurança.
Depois que o paciente é vacinado, os pesquisadores observarão as reações: se ele terá dor no local da injeção, febre ou manchas leves na pele (efeitos colaterais previstos e considerados comuns para esse tipo de procedimento) ou algum sintoma que venha a ser relatado posteriormente.
Na fase três, o que se busca é a comprovação de que a pessoa vacinada está protegida contra a infecção, mas Kallas não quis dar detalhes dos riscos ou benefícios do voluntariado.
Os testes para a vacina contra a dengue do Butantan passaram por outras duas etapas desde que a pesquisa começou, em 2013. Na fase 1, os pesquisadores provaram que ela estava apta a ser aplicada em humanos. Na fase 2, provou-se a capacidade de a vacina em estimular o sistema imunológico para a produção de anticorpos. Antes dessas fases, houve estudos pré-clínicos em animais.
Posso ser voluntário?
A escolha dos voluntários segue um protocolo aprovado pelos comitês de ética dos parceiros envolvidos na pesquisa da vacina (Instituto Butantan, Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, Instituto Adolfo Lutz e Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), além da Anvisa e do Ministério da Saúde.
A participação é consentida: o voluntário assina um termo, que explica o protocolo a ser seguido, os riscos e benefícios. “E a decisão de ficar ou sair, a hora em que ele quiser, é dele”, diz o coordenador. “Da parte dos pesquisadores, buscamos garantir a melhor informação possível a esses pacientes porque, afinal, não queremos perder a confiança daqueles que mais confiaram em nós.”
Após a assinatura do acordo, o paciente passa por avaliação clínica e precisa ser aprovado. O primeiro critério é a idade –serão grupos de 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos. O segundo é o estado geral de saúde.
Não são aceitos pacientes que tomam altas doses de corticoide, sofrem de doenças crônicas, como câncer, ou estão em tratamento quimioterápico ou para transplante de medula óssea. Grávidas, lactantes ou mulher que desejem engravidar perto da fase de testes também são excluídas.
O voluntário precisa estar ciente que se encontrará com os pesquisadores durante um tempo – serão nove visitas em cinco anos de acompanhamento.
Se aprovado, ele passa por coleta de sangue e recebe um diário para anotar as percepções após tomar a vacina – o que deve acontecer já no mês que vem.
Voluntário ganha para participar?
Não. Segundo Kallas, é proibido no Brasil pagar pela participação de voluntários neste tipo de pesquisa. No entanto, os pacientes recebem ajuda de custo para transporte, quando visitas são necessárias, e para alimentação.
Quem já participou, pode participar de novo?
Sim. “Em geral, as fases 1, 2 e 3 têm grupos diferentes de voluntários, mas eventualmente pode acontecer de repetir gente, sim, se essa for a vontade do paciente e se ele se encaixar novamente nos fatores de inclusão”, explicou o coordenador.
Por que participar?
“Essa é uma chance realmente efetiva de se fazer algo pela sociedade”, defende Kallas. “Ninguém que entra nisso o faz para melhorar a própria aparência ou por outra razão do tipo. Faz por puro altruísmo.”
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, dos 2 mil voluntários de São Paulo, já foram obtidos, 1,2 mil foram recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Os interessados ainda podem procurar o SAC do Butantan pelo e-mail [email protected].
(Com informações do Bol)
*O Conexão Três Pontas está preparando uma reportagem aprofundada e especial sobre a Dengue em Três Pontas. Não percam!
Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar o relógio em uma hora.
O horário de verão acaba no dia 21 de fevereiro de 2016. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que atrasar os relógios em uma hora.
O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.
Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.
“A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo”, informou o Ministério de Minas e Energia em outubro de 2015.
Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.
O porte da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo pode deixar de ser obrigatório, segundo o Projeto de Lei 8022/14, aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.
De acordo com as autoras do projeto, a ex-deputada Sandra Rosado e a deputada Keiko Ota (PSB-SP), as autoridades de trânsito têm sistemas online, que permitem a verificação instantânea da situação do condutor e do veículo, mesmo que o motorista não esteja portando a CNH ou o documento do carro.
Ainda segundo o projeto de lei, em caso de impossibilidade de consulta ao banco de dados, a multa e a pontuação na carteira devem ser canceladas se o condutor apresentar em 30 dias a CNH e/ou o comprovante de pagamento do licenciamento.
Para ser aprovado na Comissão de Viação e Transportes, uma emenda foi adicionada ao projeto, tornando obrigatório o porte de outro documento legal de identificação do condutor. O texto ainda vai ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Cor vermelha passa a ter 2 patamares: R$ 3 e R$ 4,50 para cada 100 kWh.
O sistema de bandeiras tarifárias, que aplica uma cobrança extra nas contas de luz quando está mais caro produzir energia no país, terá mudanças a partir de fevereiro. As alterações foram aprovadas nesta terça-feira (26) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a principal delas é a criação de um novo patamar de cobrança.
A decisão deve levar a um barateamento das contas de luz a partir de 1º de fevereiro. Isso porque o valor da tarifa extra a ser paga pelos consumidores (bandeira vermelha) deve cair dos atuais R$ 4,50 para R$ 3,00 a cada 100 killowatts-hora (kWh) de energia consumidos.
O que muda?
A Aneel decidiu nesta terça que, a partir de fevereiro, a bandeira vermelha passará a ser dividida em dois patamares: um mais barato, com cobrança extra de R$ 3,00 para cada 100 kWh, e outro mais caro, que mantém o valor de R$ 4,50 por 100 kWh consumidos.
O sistema hoje tem três patamares, representados pelas bandeiras verde, amarela e vermelha.
Na verde, não há custo adicional e, portanto, os consumidores não pagam nada a mais.
A amarela significa que houve algum aumento no custo para gerar energia e, a vermelha, que esse custo de produção está muito alto.
Na decisão desta terça, a Aneel também decidiu reduzir, em 40%, o valor da tarifa adicional da bandeira amarela: de R$ 2,50 para R$ 1,50.
Por que a cobrança deverá cair em fevereiro?
O que define quando uma ou outra entra em vigor é o custo da energia produzida pelas termelétricas (usinas movidas a combustível) em operação no país. O patamar mais caro da bandeira vermelha (R$ 4,50) será aplicado se esse custo for igual ou superior a R$ 610 para cada megawatt-hora (MWh) produzido.
De acordo com o relator do processo na Aneel, diretor André Pepitone, hoje a termelétrica mais cara em operação tem custo de R$ 600 para cada MWh produzido. Se essa situação continuar assim, a partir de fevereiro a taxa extra a ser aplicada nas contas de luz dos brasileiros será a do primeiro patamar da bandeira vermelha, ou seja, R$ 3 para cada 100 kWh.
Como hoje estão sendo cobrados R$ 4,50, haveria uma redução de 33% desconto do custo extra representado pelo acionamento da bandeira vermelha máxima nas tarifas de energia.
A definição da bandeira que vigorará em fevereiro no país deverá ser anunciada oficialmente pela Aneel nos próximos dias.
Bandeira amarela
Pela nova regra definida pela Aneel, a bandeira amarela entrará em vigor caso as termelétricas em operação no país tenham custo de produção entre R$ 211,28 e R$ 422,56 para cada megawatt-hora.
A bandeira amarela ainda não vigorou no país desde o início do regime de bandeiras.
Se continuar chovendo forte – e nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do país continuar a subir -, existe a possibilidade que a bandeira das contas de luz fique amarela ainda neste ano.
Chuvas e termelétricas
Pepitone disse que as alterações no sistema de bandeiras se devem à melhora no cenário do setor elétrico brasileiro, principalmente devido ao aumento das chuvas nos últimos meses e que vem garantindo a recuperação dos reservatórios das principais hidrelétricas do país.
Entre 2012 e meados de 2015, a falta de chuvas levou a uma forte redução no armazenamento dessas represas. E, para poupar água das hidrelétricas, todas as termelétricas disponíveis passaram a gerar energia.
As termelétricas, porém, produzem energia mais cara, pois funcionam por meio da queima de combustíveis como óleo, gás e biomassa.
Sistema de bandeiras
Em janeiro de 2015, entrou em vigor o sistema de bandeiras. Além de sinalizar ao consumidor qual o custo de produção da energia, ele permite a cobrança automática de recursos para cobrir o aumento desses custos, por meio de um adicional na tarifa.
Desde então, sempre vigorou a bandeira vermelha. A partir de janeiro de 2015, ela gerou uma cobrança extra de R$ 3. Mas logo em março a Aneel reajustou o valor para R$ 5,50, devido ao aumento dos custos no setor elétrico.
Em agosto, a bandeira vermelha caiu para R$ 4,50, já refletindo a melhora das chuvas e da situação nos reservatórios das hidrelétricas. É esse valor que vigora atualmente.
Ex-dependente químico, Tiago é um grande exemplo de superação!
Dia 31 de dezembro é sempre a data da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, que na temporada 2015 completou sua 91ª edição. Foram cerca de 30 mil corredores participantes, número limite, conforme regulamento da competição. Três Pontas contou com algumas participações, dentre elas de Tiago Sebastião Sandy que conseguiu uma ótima colocação, ficando entre os 100 melhores, na posição de número 89, o que é motivo de muita comemoração, afinal foram 30 mil competidores.
O atleta Tiago Sebastião Sandy postou em sua rede social um comentário sobre o excelente resultado: “Graças a Deus. Muito obrigado aos meus amigos pelo incentivo. Fui o 89º colocado na Corrida de São Silvestre entre os 30.000 participantes”, pontuou.
Tiago fez questão de lembrar que apesar do esforço e dos bons resultados obtidos nas últimas competições, não conta com patrocínio e deixa claro a falta de incentivo a esse esporte que merece todo respeito e investimento:
Os atletas tresapontanos Jaime Barbosa (esquerda) e Tiago Sandy (direita), durante competição local em Três Pontas. (Foto Arquivo)
“Queria ressaltar que fazem 3 anos que corro e não tenho nenhum tipo de patrocínio. Falta muito pouco pra eu chegar na elite da São Silvestre e tenho certeza que vou conseguir”, ressaltou.
Em conversa com o Conexão, Tiago disse cerca de 10 trespontanos participaram da prova em São Paulo, mas que não viajaram juntos. Sua próxima competição é a Volta ao Cristo em Poços de Caldas, no último domingo de janeiro. Tiago resumiu sua história como atleta com muita emoção:
“Corro há exatos três anos. Sou ex fumante e ex-dependente de drogas, no caso maconha. Treino todos os dias. Sou pedreiro e repito que não tenho patrocinio. Tenho 130 trofeus, 5 titulos e estou fazendo um tempo perto dos atletas de elite. Já ganhei de profissionais do Cruzeiro algumas vezes”,concluiu.
Mais do que um vencedor nas corridas, Tiago é um vencedor na vida.
Empresas que quiserem incentivar o esporte e investir nesse atleta trespontano, bem como nos outros que também se destacam por onde passam, entrem em contato com o Conexão Três Pontas, que faremos a “ponte” entre vocês e esses notáveis competidores.
Parabéns a todos os nossos esportistas!
DESTAQUES BRASILEIROS DA SÃO SILVESTRE MIRAM ÍNDICES OLÍMPICOS PARA 2016
Giovani dos Santos, Sueli Pereira e Joziane Cardoso fecharam o ano 2015 como os destaques brasileiros na São Silvestre, que mais uma vez foi dominada pelos africanos. O trio comemorou ter subido ao pódio na tradicional corrida de rua de São Paulo, mas o tempo de festa será curto. Depois do bom resultado na prova de 15km (distância que não é olímpica), os corredores mudam de foco pelo sonho de disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
Pelo segundo ano melhor brasileiro na São Silvestre, repetindo a quinta colocação, o fundista disputou os 10.000m dos Jogos Pan-Americanos de Toronto em 2015, mas acabou desclassificado – ele foi bronze nesta prova no Pan de Guadalajara, em 2011. Nome forte das corridas de rua do Brasil, Giovani ficou a 21 segundo de alcançar o índice olímpico dos 10.000m em 2015 e tem até o dia 6 de maio para melhorar sua marca, data limite para a obtenção de índices do atletismo.
Melhor do Brasil na São Silvestre com a quarta posição, Sueli é a única do trio a já possuir o índice olímpico. No entanto, ela tem atualmente a quarta melhor marca brasileira na maratona, e cada país pode inscrever apenas três representantes por prova no Rio 2016.
Quinta colocada na São Silvestre, Joziane ficou na segunda posição do ranking brasileiro dos 10.000m, mas precisa baixar sua marca em quase dois minutos para alcançar o índice olímpico de 32min15s. Confiança não lhe falta depois de subir ao pódio na última prova de 2015.
Quarta-feira (30) é o último dia de funcionamento normal das agências bancárias em todo o país. Na quinta-feira (31), os bancos ficarão fechados para atendimento ao público, e o trabalho será interno para fechamento de balanço do ano. O expediente bancário será retomado na próxima segunda-feira, 4 de janeiro.
As contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo) e os carnês que estiverem com vencimento nas datas em que as agências estiverem fechadas poderão ser pagos no primeiro dia útil seguinte ao feriado, ou seja, no dia 4 de janeiro, sem a incidência de multa por atraso.
Os tributos federais, estaduais e municipais já estão com data ajustada em relação ao calendário de feriados.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) orienta o público a utilizar os caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados) para realizar operações bancárias.
As contas com códigos de barra poderão ser pagas nos próprios caixas automáticos.
Outra opção é o agendamento dos pagamentos das contas de consumo nos bancos.
Já em relação aos boletos bancários, os clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do Débito Direto Autorizado – DDA.
Fique de olho no horário de funcionamento das agências bancárias no fim de ano. Confira abaixo os esclarecimentos da FEBRABAN.
Véspera de Natal (24)
Atendendo à resolução nº 2.932, que garante ao público um atendimento mínimo de duas horas – além de considerar os resultados positivos alcançados em anos anteriores em relação ao funcionamento adotado – no dia 24 de dezembro, véspera de Natal, as instituições financeiras funcionarão da seguinte maneira:
HORÁRIO DE EXPEDIENTE AO PÚBLICO
REGIÕES
HORA LOCAL
HORA DE BRASÍLIA
Estados com horário igual ao de Brasília – DF
9h às 11h
9h às 11h
Estados com diferença de 1 hora em relação à Brasília – DF
8h às 10h
9h às 11h
Estados com diferença de 2 horas em relação à Brasília – DF
8h às 10h
10h às 12h
Estados com diferença de 3 horas em relação à Brasília – DF
7h às 9h
10h às 12h
Natal (25)
Feriado
Último dia útil (30)
Dia 30 de dezembro será o último dia útil do ano. As agências prestarão serviço ao público normalmente, realizando todas as operações bancárias solicitadas pelos clientes.
Véspera de ano-novo (31)
Já no dia 31 de dezembro, as agências bancárias ficarão fechadas para atendimento ao público. O trabalho será interno para fechamento de balanço do ano.
Pagamento de contas de consumo
A FEBRABAN ressalta que as contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo), bem como os carnês que estiverem com vencimento nas datas em que as agências estiverem fechadas, poderão ser pagos no primeiro dia útil seguinte aos feriados (28/12 e 04/01/2016), sem a incidência de multa por atraso. Vale lembrar que os tributos já estão com data ajustada em relação ao calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).
Canais de atendimento
O público pode utilizar os caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados) para realizar operações bancárias. Além disso, as contas que possuem códigos de barra poderão ser pagas nos próprios caixas automáticos.
Outra opção é o agendamento dos pagamentos das contas de consumo nos bancos. Já em relação aos boletos bancários, os clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do Débito Direto Autorizado – DDA.
Com informações:
FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos
Diretoria de Comunicação
11 3244-9831/9942
Twitter: @febraban