Categoria: Chuva

  • URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    A chuva voltou a cair. E, com ela, voltou também o medo. A Zona da Mata Mineira vive dias de dor que dificilmente serão esquecidos. O número de mortos após os temporais que atingiram a região na noite de segunda-feira (23) subiu para 49 vítimas. Outras 18 pessoas continuam desaparecidas sob a lama, os escombros e a esperança frágil de familiares que ainda aguardam notícias.

    Em Juiz de Fora, foram 43 vidas perdidas.
    Em Ubá, mais seis mortes confirmadas.

    Não são estatísticas. São histórias interrompidas. São mesas vazias. São casas que não voltarão a ser lares.

    A chuva não deu trégua — e a tragédia se aprofundou

    Enquanto equipes do Corpo de Bombeiros seguem nas buscas por 16 desaparecidos em Juiz de Fora e duas pessoas em Ubá, o cenário se agrava. Na noite de quarta-feira, a chuva voltou com força. Avenidas novamente alagadas. Bairros sob enxurradas. O Córrego Santa Luzia transbordou. Sirenes soaram.

    O resgate acontece em meio à lama ainda fresca dos deslizamentos. Há famílias esperando respostas diante de montes de terra que antes eram casas.

    Milhares de pessoas estão desalojadas ou desabrigadas em Juiz de Fora, Ubá e também em Matias Barbosa, onde houve destruição, mas, felizmente, sem registro de mortes.

    Mas o sofrimento não se mede apenas em números.

    📊 Os números assustam — e revelam um alerta ignorado

    Em apenas três horas, Juiz de Fora registrou:

    • 102,9 mm na Cidade Universitária

    • 96,3 mm em Graminha

    • 85,5 mm na região Central

    O município enfrenta o fevereiro mais chuvoso de sua história: já são 589 milímetros acumulados, mais de três vezes o volume esperado para o mês (170 mm).

    O Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta de “grande perigo” para a região.

    Mas a pergunta inevitável é: sabíamos que eventos extremos estavam se tornando mais frequentes — então por que continuamos tão vulneráveis?

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    🏚️ Tragédia natural ou desastre anunciado?

    As mudanças climáticas são realidade. Os eventos extremos estão mais intensos. Mas o impacto devastador não é apenas obra da natureza.

    Encostas ocupadas irregularmente.
    Drenagem insuficiente.
    Falta de contenção de taludes.
    Córregos assoreados.
    Planejamento urbano falho.

    Quando a água encontra descaso, ela não apenas alaga — ela destrói.

    A cada verão, repetimos o mesmo roteiro: alerta, chuva intensa, deslizamento, luto, promessas. E, quando o céu abre novamente, a urgência evapora.

    Até o próximo temporal.

    🕯️ 49 vidas que exigem mais do que homenagens

    As equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e voluntários seguem mobilizadas. Abrigos foram improvisados. Solidariedade não falta.

    Mas solidariedade não substitui prevenção.

    É urgente discutir:

    • Investimento robusto em drenagem urbana

    • Obras estruturais permanentes

    • Monitoramento eficaz de áreas de risco

    • Política habitacional que retire famílias de encostas vulneráveis

    • Planejamento urbano baseado em dados climáticos atuais, não nos de décadas passadas

    Prevenir não dá manchete. Mas salva vidas.

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    🌎 A chuva vai voltar. Estaremos preparados?

    A Zona da Mata chora seus mortos enquanto ainda ouve o barulho da água caindo sobre telhados frágeis.

    Cada vítima representa um alerta que não pode ser ignorado.

    Não podemos normalizar a tragédia.
    Não podemos aceitar que todo verão tenha sua contagem de mortos.
    Não podemos tratar como fatalidade aquilo que é, em grande parte, consequência de omissão.

    Que a memória das 49 vidas perdidas em Juiz de Fora e Ubá não se dissolva quando o sol reaparecer.

    Porque quando a próxima tempestade chegar — e ela chegará — a pergunta continuará ecoando:

    vamos lamentar de novo… ou finalmente agir?

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

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    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

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  • TRAGÉDIA: Chuva em Petrópolis já deixou mais de 100 mortos

    TRAGÉDIA: Chuva em Petrópolis já deixou mais de 100 mortos

    Instituições recolhem doações para vítimas da tragédia em Petrópolis; saiba como ajudar

    O temporal que caiu em Petrópolis, na região serrana fluminense, na última terça-feira (15), deixou pelo menos 105 mortos, segundo informações divulgadas hoje (17) pela Defesa Civil estadual. A Polícia Civil está trabalhando para agilizar o reconhecimento e a liberação de corpos.

    Os bombeiros entraram no terceiro dia de buscas, já que ainda há desaparecidos. Os trabalhos de resgate resultaram no salvamento de 24 pessoas até a noite de ontem. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) preparou uma lista com os nomes de mais de 30 desaparecidos.

    Mais de 20 pontos de deslizamento foram registrados em toda a cidade. Apenas no morro da Oficina, no Alto da Serra, um dos locais mais atingidos, dezenas de casas foram soterradas. Há ainda casos de pessoas que foram levadas pelas cheias nas ruas.

    Segundo as últimas informações, 372 pessoas tiveram que deixar suas casas e estão acolhidas em abrigos ou casas de parentes e amigos.

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que essa foi a pior chuva da região desde 1932. Outros desastres já ocorreram na serra fluminense. Em 1988, foram 134 mortos em Petrópolis. Em 2011, 918 pessoas morreram e outras dezenas desapareceram na região serrana, principalmente em Nova Friburgo e Teresópolis.

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    Doações

    Diferentes entidades estão recolhendo donativos para as vítimas da tempestade de PetrópolisDezenas de pessoas morreram no temporal e muitas pessoas estão desabrigadas.

    Garrafas de água mineral são a prioridade, já que o abastecimento foi comprometido em grande parte da cidade. Colchões, cobertores, material de limpeza e higiene pessoal, máscaras, álcool em gel, roupas e alimentos não perecíveis estão sendo recolhidos.

    Onde doar em Petrópolis

    • Centro de Cultura de Pedro do Rio
    • Centro de Defesa de Direitos Humanos, no Centro
    • Centro de Defesa dos Direitos Humanos: Rua Monsenhor Barcelar 400, Centro
    • Igreja Batista Atitude: Rua Quissamã, 777
    • Igreja Católica de São Francisco de Assis: Rua João Xavier, Moinho Preto
    • Igreja Lagoinha, no Quitandinha
    • Igreja Metodista Central, na subida da Rua Teresa
    • Igreja Missões Evangelística Vinde Amados Meus: Rua Bernardo de Vasconcelos 604 , Cascatinha.
    • Igreja Semeando Avivamento: Rua Dr. Thouzet 10, Quitandinha
    • OAB: Rua Marechal Deodoro 229, sobreloja, Centro
    • Pronto Socorro do Alto da Serra: Rua Teresa 1.839, Alto da Serra
    • Shopping Tarrafas, em Itaipava

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    Por orientação da Diocese de Petrópolistodas as paróquias da cidade estão recolhendo doações de roupas e material de higiene.

    Quem preferir doar em dinheiro, três contas estão disponíveis, são elas:

    • Itaú: Agência 6002 C/C 07264-0
    • Bradesco: AG 6246 C/C 3030-9
    • PIX CNPJ Amaerj: 40.422.305/0001-06
    Bombeiros, moradores e voluntários trabalham no local do deslizamento no Morro da Oficina, após a chuva que castigou Petrópolis, na região serrana fluminense.

    Fonte Agência Brasil / G1

     

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  • ALERTA DE PERIGO: Defesa Civil prevê chuvas intensas em SP e MG

    ALERTA DE PERIGO: Defesa Civil prevê chuvas intensas em SP e MG

    De acordo com o Inmet, o volume de chuvas previsto é acima de 100 milímetros por dia.

    O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, alertou para a possibilidade de fortes chuvas em SP e MG nos próximos dias. Foram emitidos avisos meteorológicos de perigo (laranja) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o Espírito Santo, MG, SP e Rio de Janeiro.

    De acordo com o Inmet, o volume de chuvas previsto é acima de 100 milímetros por dia. Diante do cenário, o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec) vai monitorar a evolução dos avisos em tempo real e as regiões que devem ser afetadas já foram notificadas da situação.

    Os temporais podem ser acompanhados de ocorrências de alagamentos, inundações e enxurradas e de deslizamentos de terra em áreas de encosta. Isso também é reflexo dos altos acúmulos de chuva que vêm caindo sobre essas áreas ao longo das últimas semanas.

    “É importante que a população fique atenta e acompanhe a difusão de outras informações nas redes sociais e pelos alertas enviados por SMS. É importante, também, procurar orientações nas defesas civis municipais e estaduais, que precisam ter um planejamento para as ocorrências de chuvas fortes. O ideal é mapear as localidades com maior risco e, se necessário, fazer evacuação preventiva”, afirmou o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun.

    Segundo o Inmet, haverá atuação do fenômeno Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) – quando uma faixa de nuvens fica praticamente estacionada, provocando grande quantidade de chuvas contínuas, na mesma área, por, pelo menos, quatro dias.

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    Desta vez, a ZCAS ficará sobre o estado de MG e também terá reflexos em partes do Rio de Janeiro, SP, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.

    Os locais com maior potencial de serem afetados em território mineiro são a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Campo das Vertentes, Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Norte de Minas e Noroeste de Minas.

    Já no estado de SP, as áreas de atenção englobam a Região Macrometropolitana de SP, o Vale do Paraíba e as localidades em torno de Presidente Prudente, Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Assis e Bauru.

    No estado do Rio de Janeiro, devem ficar atentos os moradores da Região Metropolitana da capital, além de quem vive no Noroeste, Centro, Sul e Norte Fluminenses. Já no Espírito Santo, as áreas de atenção são as Central, Sul e Noroeste.

    Também devem ficar atentos os moradores das regiões Noroeste, Oeste, Norte-Central e Centro-Ocidental do Paraná; do Leste, Sudoeste e Centro-Norte de Mato Grosso do Sul; e do Sul e Leste de Goiás.

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    Cuidados

    A Defesa Civil Nacional alerta para a tomada de alguns cuidados que podem ajudar a reduzir danos materiais e preservar vidas em caso de ocorrências graves relacionadas às chuvas intensas.

    Uma delas é desligar os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em caso de enxurrada ou similar, coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Caso haja uma situação de grande perigo confirmada na sua região, procure abrigo e evite permanecer ao ar livre.

    Além disso, em ocasiões de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores por conta do risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

    Fonte: Brasil 61

     

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  • Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Balanço foi feito pela Emater-MG

    As chuvas que caíram em Minas Gerais nas últimas semanas deixaram prejuízo nas plantações. Segundo balanço da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), 119 mil hectares de lavouras foram perdidos. A maior parte do prejuízo foi na produção de grãos (74,5 mil hectares) e hortaliças (3,4 mil hectares).

    Milho, feijão e hortaliças foram as culturas mais afetadas pelo excesso de chuvas no estado. Cerca de 37,5 mil hectares de plantação de milho foram perdidos, o equivalente a 4% de toda a área cultivada no estado, estimada em 851,5 mil hectares. A cultura do feijão sofreu uma perda de 20,5 mil hectares. A área equivale a 15% do total plantado em Minas Gerais, de 133,2 mil hectares.

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    As maiores perdas ocorreram na região central e no norte do estado. E foi isso que reduziu o prejuízo no setor, visto que as principais regiões produtoras de milho e feijão, como o Noroeste, Triângulo Mineiro e Sul de Minas não sofreram tanto com as chuvas.

    As plantações de hortaliças também foram afetadas. A chuva causou prejuízos principalmente na produção da região metropolitana de Belo Horizonte, além das regiões Norte, Central e Leste de Minas. As culturas com a maior área perdida foram a de alface (416 hectares), tomate (365 hectares) e quiabo (236 hectares).

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    A redução da oferta de hortaliças, típica nos períodos chuvosos, provocou aumento de preços. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, houve no atacado um aumento nos preços das hortaliças de 21,2% e frutas de 4,4%, na comparação com o mesmo período de 2021.

    “O importante para o consumidor agora, é não cair na especulação e pesquisar os preços no mercado varejista, aproveitando as promoções e valores mais competitivos. Além disso, existem alterações de preços que são comuns nesta época, por casa da sazonalidade de alguns produtos”, orientou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Saiba como ajudar e onde entregar doações para os atingidos pelas chuvas em Minas

    Saiba como ajudar e onde entregar doações para os atingidos pelas chuvas em Minas

    Água potável, alimentos não perecíveis, material de higiene pessoal, colchões e cobertores são os itens de maior necessidade

    Governo de Minas, por meio do Serviço Social Autônomo (Servas), intensifica esforços para a campanha SOS Chuvas Minas Gerais. O objetivo é receber doações destinadas à população atingida pelas fortes chuvas que castigaram os municípios do estado. A prioridade agora é arrecadar água potável, alimentos não perecíveis, material de higiene pessoal, colchões e cobertores. Uma força-tarefa envolvendo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec) e as forças de segurança está recolhendo o material e prestando ajuda humanitária aos afetados.

    Desde o início do período chuvoso em Minas, em outubro de 2021, 25 pessoas morreram, 47.911 ficaram desalojadas e 7.336 desabrigadas (dados atualizados em 17/1). As informações foram divulgadas pela Cedec. Até o momento, 377 cidades estão em situação de emergência.

    Saiba como e onde doar

    As doações podem ser entregues diretamente na sede do Servas, na Avenida Cristóvão Colombo, 683, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Neste momento, a doação de roupas está suspensa devido ao grande número de material recebido nos últimos dias. Os itens de maior necessidade são água potável, alimentos não perecíveis, material de higiene pessoal, colchões e cobertores. Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais da instituição, no site www.servas.org.br ou pelo telefone (31) 3349.2400.

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    Para doações em dinheiro, os dados para transferência são:

    Serviço Social Autônomo
    CNPJ: 17.385.840/0001-12
    Caixa: Ag. 1667 / CC: 3529-1
    Pix: +5531991630836

    Os donativos também podem ser entregues na rede de supermercados Verdemar, no BH Shopping, Shopping Diamond Mall e Shopping Pátio Savassi, em todos os batalhões, quartéis e bases comunitárias de Polícia MilitarCorpo de Bombeiros, Delegacias de Polícia Civil de Minas Gerais e em pontos de coleta da Cemig. Confira os endereços:

    • Todos os batalhões, quartéis e bases comunitárias de Polícia Militar de Minas Gerais
    • Todos os batalhões do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais
    • Todas a Delegacias de Polícia Civil de Minas Gerais

    Agências da Cemig

    1. Ipatinga (Rua Uberlândia, nº 321, Centro )

    2. Itabira  (Rua Topázio, 45, Areão)

    3. Paracatu (Rua Matias Mundim, 337, Santa Lúcia)

    4. Varginha  (Rua Presidente Antônio Carlos, 538, Centro)

    5. Divinópolis (Rua Itapecerica, 151, Centro)

    6. Pará de Minas (Rua João Alexandre, 670, Dom Bosco)

    7. Montes Claros  (Rua Padre Augusto, 550, Centro)

    8. Almenara (Rua Hermano de Souza, 214, Centro)

    9. Teófilo Otoni  (Praça Germânica, 16, Centro)

    10. Salinas (Avenida Frederico Leão Bitencourt, 64)

    11. Januária (Avenida Cônego Ramiro Leite, 17, Centro)

    12. Uberlândia (Avenida João Pinheiro, 1373, Aparecida)

    13. Patos de Minas (Avenida Prefeito Camundinho, 861, Lagoa Grande)

    14. Pouso Alegre (Praça João Pinheiro, 194, Centro)

    15. Betim (Praça Tiradentes, 84)

    16. Edifício Sede da Cemig em Belo Horizonte  (Avenida Barbacena, 1200, Santo Agostinho)

    Pátio Savassi

    Avenida do Contorno, 6061 – São Pedro

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    Diamond Mall

    Avenida Olegário Maciel, 1600 – Lourdes

    BH Shopping

    BR-356, 3049 – Belvedere

    Lojas Supermercado Verdemar

    • Rua Fernandes Tourinho, 471 – Funcionários
    • Rua do Ouro, 195 – Serra
    • Rua Vancouver, 40 – Jardim Canadá
    • Rua Guaicuí, 700 – Luxemburgo
    • Rua Viçosa, 572 – São Pedro
    • Rua Turquesa, 721 – Prado
    • Av. Nossa Sra. do Carmo, 1900 – Sion
    • Av. Raja Gabáglia, 3600 – Estoril
    • Av. Prof. Mário Werneck, 1.500 – Buritis
    • Av. Santa Rosa, 846 – Pampulha
    • Av. Tancredo Neves, 2700 – Castelo
    • Av. Cristiano Machado, 2130 – Cidade Nova

    Super Nosso

    • Super Nosso Lourdes – Rua Gonçalves 1979 Lourdes
    • Super Nosso Castelo – Av. Heráclito Mourão de Miranda 1700 Castelo
    • Super Nosso Luxemburgo- Av. Guaicui 355 Coração de Jesus
    • Super Nosso Nova Lima Rodovia MG 30 Loja 18 Vale do Sereno Nova lima
    • Super Nosso Planalto- Av. General Olímpio Mourão Filho 717 Planalto
    • Super Nosso Pampulha- Av Portugal 2481 Santa Amélia
    • Super Nosso Cruzeiro- Av. Afonso Pena 3328 Cruzeiro
    • Super Nosso Buritis- Av. Mário Werneck 2641 Buritis
    • Super Nosso  Xua-  Rodovia BR 356 450

    Apoio Mineiro

    • Apoio Mineiro Floramar– Av. Cristiano Machado 10.768 Floramar
    • Apoio Mineiro Aarão Reis- R. Waldomiro  Lobo 133 Aarão Reis
    • Apoio Mineiro Silva Lobo – Av. Silva Lobo 900 Nava Suíça
    • Apoio Mineiro Horto- Silviano Brandão 3001 Horto
    • Apoio São Francisco- Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo 17.850 Sumaré

     

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  • Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Chuvas que castigam o estado provocaram perdas para população e municípios e elevaram os níveis dos reservatórios

    O governador Romeu Zema enviou, na quinta-feira (13/1), ofício ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, solicitando a suspensão da “Bandeira Vermelha de Escassez Hídrica” nas contas de energia elétrica em Minas Gerais devido às fortes chuvas nas últimas semanas.

    “Quando a economia mineira ainda tentava se recuperar dos nefastos efeitos da pandemia de covid-19, agravada pela severa crise fiscal que se abate sobre as finanças estaduais, fomos atingidos pela catástrofe causada pela chuva desproporcional dos últimos dias. A solidariedade com os mineiros é emergencial”, afirmou.

    Zema lembrou que, até o momento, já foram contabilizados a decretação da situação de emergência em 374 municípios, 26.492 desalojados, 4.047 desabrigados, 25 mortes diretamente relacionadas às chuvas, além de milhares de pessoas atingidas direta ou indiretamente pelas inundações.

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    O governador reconhece as características do Sistema Interligado Nacional (SIN) e sua governança. No entanto, para o chefe do Executivo, a manutenção da cobrança da aludida bandeira dos consumidores de Minas Gerais, neste momento, “significa subjugá-los a mais um sacrifício insuportável e desproporcional, quando colocado em perspectiva à realidade do restante do país”.

    Bem-estar social

    No documento Romeu Zema lembrou o ministro que, nas últimas décadas, o Estado de Minas Gerais esteve sujeito aos interesses da União em função dos reservatórios aqui localizados para atendimento a usinas e hidrovias localizadas em outras unidades da Federação, em detrimento do bem-estar social, econômico e ambiental local.

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    “Ainda assim, apesar da equivocada gestão de recursos hídricos da qual Minas Gerais foi vítima, recentemente, sua população ainda se viu sujeita a arcar com a ‘Bandeira de Escassez Hídrica’ determinada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) e levada a cabo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, explicou.

    Zema reforçou que a imediata suspensão da exigência, além de ser medida de justiça social e econômica, possui natureza humanitária e da qual a União não pode se desincumbir. “Temos milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas nas regiões atingidas pelas chuvas que perderam suas casas e pertences. O momento é muito difícil”, afirmou o governador.

    Fonte Agência Minas

     

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  • TRAGÉDIA: Lanchas de turistas são atingidas por desabamento de cânion em Capitólio; Há registros de mortes

    TRAGÉDIA: Lanchas de turistas são atingidas por desabamento de cânion em Capitólio; Há registros de mortes

    Uma pedra gigante se desprendeu, muito possivelmente causada por uma tromba d’água, conforme informação do Corpo de Bombeiros; Veja os vídeos.

    Uma tragédia abalou o Centro-Oeste de Minas e todo o Brasil neste sábado, 8. Uma pedra gigantesca de um cânion na cidade turística de Capitólio se desprendeu e atingiu lanchas que transportavam mais de 30 pessoas.

    As informações ainda são um tanto quanto desencontrados, mas o que se sabe de fato até o momento é que há muitos feridos e infelizmente o registro de óbitos.

    O deslizamento de pedras aconteceu no Lago de Furnas e ao menos três embarcações com cerca de 35 turistas foram atingidas. As primeiras informações dão conta de que a tragédia ocorreu por volta das 12h30.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros, 3 embarcações foram atingidas, sendo que destas duas acabaram afundando. Há 40 bombeiros militares no local, um grupo de mergulhadores e também a aeronave Arcanjo 08.

    Até o fechamento desta reportagem, 23 pessoas haviam sido atendidas e liberadas e outras 9 foram internadas em hospitais da região. A Marinha já foi acionada e está investigando as causas do acidente.

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    Algumas pessoas foram atendidas na Santa Casa de Capitólio, outras, com fraturas expostas, foram encaminhadas para a Santa Casa de Piumhi, que fica a cerca de 23 km de Capitólio. Outras três foram encaminhadas para Santa Casa de Passos, localizada a aproximadamente 74 km do local do acidente. Também foi feito o atendimento de quatro pessoas na Santa Casa de São José da Barra, a 46 km de Capitólio.

    Através de nota oficial, Marinha do Brasil já informou que o inquérito está sendo instaurado para apurar as causas do acidente:

    A Marinha do Brasil informa que tomou conhecimento de um acidente, no fim da manhã de hoje, após deslizamento de rochedo atingir embarcações que navegavam a região dos cânions, em Capitólio-MG. A DelFurnas deslocou, imediatamente, equipes de Busca e Salvamento (SAR) para o local, integrantes da Operação Verão ora em andamento, a fim de prestar o apoio necessário às tripulações envolvidas no acidente, no transporte de feridos para a Santa Casa de Capitólio, e no auxílio aos outros órgãos atuando no local. Um inquérito será instaurado para apurar causas, circunstâncias do acidente/fato ocorrido.

    Vídeos que circulam pelas redes sociais, cuja veracidade foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros, mostram o momento em que algumas pedras começam a se soltar e diante do deslizamento inicial pessoas que gravam com celular em uma embarcação um pouco mais distante gritavam para que as pessoas nas embarcações mais próximas do local saíssem com urgência daquele trecho. Em outro vídeo é possível ver a rocha gigantesca se desprendendo e caindo sobre as lanchas em meio a muitos gritos de desespero.

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    A informação que chega do Corpo de bombeiros é que a princípio uma tromba d’água teria forçado as pedras fazendo com que as mesmas deslizassem, culminando no desprendimento da grande rocha que acabou caindo de uma altura de 5m, atingindo as embarcações.

    Governador Zema lamentou o acidente

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lamentou o acidente através de seu Twitter:

    “Sofremos hoje a dor de uma tragédia em nosso Estado, devido às fortes chuvas, que provocaram o desprendimento de um paredão de pedras no lago de Furnas, em Capitólio. O Governo de Minas está presente desde os primeiros momentos através da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros”, escreveu Zema.

    Vídeos do Acidente (Imagens fortes)

    Turistas alertam a tragédia que estava prestes a acontecer:

    Momento da queda da gigantesca rocha:

    Outros ângulos da tragédia em Capitólio:

    As informações chegam a todo momento e o Conexão Três Pontas está atualizando esta reportagem a medida em que novos dados nos chegam.

    Nossos sentimentos aos familiares e amigos das vítimas fatais.

     

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    Roger Campos

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  • Defesa Civil e Inmet alertam para riscos alagamentos e tempestades no Sul de MG

    Defesa Civil e Inmet alertam para riscos alagamentos e tempestades no Sul de MG

    Alerta foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia nesta quinta-feira (30). Superintendente da Defesa Civil destacou os cuidados para a região.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil de Minas Gerais alertaram para os riscos de alagamentos e tempestades no Sul de MG. O alerta foi feito devido à previsão de chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia até esta sexta-feira (31).

    O Inmet salientou, ainda, que há possibilidade de ventos intensos, entre 60 e 100 quilômetros por hora, além de risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

    “Essas chuvas que atingirão ao Sul de Minas elas podem vir, é uma expectativa, em forma de tempestades. Então, em poucas horas, elas podem atingir uma região, encher os rios e eles transbordarem”, destacou o superintendente de gestão de desastres da Defesa Civil Estadual, major Eduardo Lopes.

    “Dentro dessa chuva que esperamos, devemos ficar atentos porque ela pode causar alagamentos, então é muito comum sermos surpreendidos em razões de chuvas intensas com áreas alagadas. Temos visto muitos cidadãos desafiando a travessia de ruas com as áreas alagadas. Essas águas podem vir a arrastar os veículos”, completou.

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    O major relembra as chuvas que já caíram em outras regiões de Minas Gerais este ano e também o recente caso na Bahia, como exemplos para que a população ficar atenta e em alerta.

    “Esse sistema que se formou no estado de Minas Gerais é o mesmo que estava atuando no sul da Bahia e norte e Vale do Jequitinhonha, em MG. Ele enfraqueceu, as segue descendo da região central do estado, mas tende a chegar também ao sul do estado e zona da mata. Por isso, a expectativa é de muita chuva e por isso convocamos à população a ficar atenta”, disse.

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    Na ocorrência de chuvas com rajadas de vento, o Inmet pede que a população não se abrigue embaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

    O instituto ainda destaca para que, se possível, os aparelhos elétricos e quadro geral de energia sejam desligados.

    Ao perceber chuvas intensas procure se manter em locais seguros e espere a chuva passar para ir a algum lugar seguro. Aqueles que residem em áreas de declives, essa chuva persistindo nos próximos dias, elas tendem a encharcar o solo e causar deslizamentos. “Por isso, precisamos ficar atentos a qualquer indicio de trincas em muros, terreno encharcado, acionar a Defesa Civil”, falou o superintendente.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • “Maior desastre natural da história”, diz governador da Bahia

    “Maior desastre natural da história”, diz governador da Bahia

    Ministros estão no estado para avaliar áreas mais afetadas

    O governador da Bahia, Rui Costa , disse hoje (28) que o estado atravessa “o maior desastre natural da história”. Em entrevista coletiva, Costa disse que ainda não é possível dizer quando começará a reconstrução das áreas destruídas pelas enchentes que atingem o estado neste mês.

    “A Bahia está devastada e ainda não é possível estipular quando as estradas vão ser recuperadas. Não sabemos a extensão. Vamos ter que olhar, caso a caso, a solução técnica. Em alguns lugares vamos ter que mudar a opção. Uma ponte de 50 metros de largura, por exemplo, que foi levada pela água pode ser um pouco maior, com 70 metros, para facilitar a passagem do rio”, adiantou.

    Ainda segundo Costa, não será permitido que casas voltem a ser construídas em áreas de risco, próximas a rios ou em terrenos propensos a deslizamentos. O governador esclareceu que a prioridade das obras serão pontes e estradas essenciais que ligam os municípios a outras regiões e que estejam em locais de mais fácil acesso.

    Números

    Já são 116 municípios afetados e o número de cidades que decretaram situação de emergência chega a 100. Segundo a Defesa Civil da Bahia, até o momento, 470 mil moradores foram prejudicados de alguma maneira pelos temporais. As enchentes do estado já deixaram 20 mortos e mais de 31 mil desabrigados.

    “A sensação que nós temos é, pelas imagens que vemos, de um grande bombardeio em todo o estado”, disse o governador. Ele acrescentou que pelo menos 50 cidades tem casas embaixo d’água. “Agora que a água começa a baixar, a gente vê o estrago que foi feito em casas de pessoas simples, que fizeram um esforço danado para erguê-las.”

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    Auxílio

    Sem adiantar quanto será dado a cada família, Rui Costa reiterou o apelo feito ontem (27) para que prefeitos façam os cadastros das pessoas afetadas pelas enchentes. “Vamos fazer um valor de auxílio financeiro para essas famílias, mas precisamos primeiro entender quantas pessoas foram prejudicadas.”

    O governador está em Ilhéus, onde estão centralizadas as operações para atender a população afetada. Na entrevista, ele agradeceu a ajuda de diversos estados entre eles Maranhão, Ceará, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais e o Distrito Federal, que já anunciaram ajuda com recursos, donativos e até envio de bombeiros para socorrer a população.

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    Sobrevoo

    Na manhã desta terça-feira (28) está previsto um sobrevoo de três ministros – João Roma (Cidadania), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Marcelo Queiroga (Saúde) – sobre as áreas mais afetadas pelas chuvas e enchentes no sul da Bahia.

    Às 11h, está prevista uma coletiva dos ministros em Ilhéus (BA). O ministro da Cidadania, João Roma, visitou no domingo (26) a cidade de Ilhéus e outras áreas afetadas. No município, Roma afirmou que é crucial retirar as famílias das áreas de risco.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • BOA NOTÍCIA: Volume útil da Represa de Furnas é o maior para um mês de dezembro desde 2016

    BOA NOTÍCIA: Volume útil da Represa de Furnas é o maior para um mês de dezembro desde 2016

    Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível da represa é de 756,7 metros.

    Após registrar baixos níveis de água ao longo do ano devido à seca, as chuvas da primavera ajudaram a Represa de Furnas a recuperar o volume útil. O atual nível da represa é o maior dos últimos cinco anos, apesar de ainda não estar perto da cota prevista de 762 metros.

    Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível da represa é de 756,7 metros. A última vez que o nível da represa esteve mais alto do que o atual, nesta mesma época do ano, foi em 2016, com 760,7 metros.

    Um dos motivos que auxiliou na recuperação do nível da represa foi a primavera chuvosa. Em Passos (MG), por exemplo, a chuva ficou acima da média da climatologia. O esperado era chover 425 milímetros na cidade, mas choveu mais de 584 milímetros, ou seja, 374% acima da média.

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    Apesar disso, o nível atual da represa ainda está longe da cota mínima de 762 metros, que é considerada ideal para atender as atividades de agricultura e turismo. Entretanto, ele é maior do que em 2017, quando o volume de água era de 735 metros, ou seja, estava abaixo dos 11%.

    Atualmente, segundo a última medição divulgada, o volume da represa estava acima dos 26%, mais que o dobro do ano passado quando o volume útil registrado era de 12,61%.

    Nova vazão

    Em novembro, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico decidiu reduzir a vazão da represa de 400 para 300 metros cúbicos. Segundo a ANA, esta é uma tentativa de fazer com que Furnas volte a atingir a cota mínima. Esta nova vazão começou a valer no dia 1º de dezembro.

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    A Usina de Furnas possui capacidade instalada de 1.216 MW. A maior parte da energia produzida nas unidades geradoras brasileiras é enviada ao Sistema Interligado Nacional (SIN), sendo disponibilizada a diferentes regiões do país. O ONS coordena a alocação dessa energia conforme a demanda dos consumidores, controlando a operação em tempo real.

    “A Eletrobras Furnas cumpre estritamente as determinações dos órgãos reguladores na operação dos empreendimentos hidrelétricos sob sua concessão. Os níveis dos reservatórios e a energia despachada são programados pelo ONS, responsável por operar o conjunto de reservatórios brasileiros de forma integrada, com o objetivo de garantir a segurança energética”, afirmou a empresa, em nota.

    Medições anteriores

    Em agosto, o volume útil do Lago de Furnas estava em 18,2%. O número foi considerado um dos mais baixos da história para o mês. Em setembro, a medição diminuiu para 14,74%.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • Previsão de chuva no BR para o feriado de Finados

    Previsão de chuva no BR para o feriado de Finados

    SAIBA COMO SERÁ O FERIADO EM TRÊS PONTAS.

    O feriado nacional que celebra o Dia de Finados, na terça-feira, 02 de Novembro, para muitas pessoas, está sendo prolongado. Além disso, o feriado também será de muita chuva em grande parte do país.

    No fim de semana, novas áreas de instabilidade aumentaram as condições de chuva no país e com registro de chuva forte no Brasil Central, Norte e Sudeste. No dia da celebração do feriado, terça-feira, as precipitações aumentam também sobre o Nordeste.

    As simulações atmosféricas indicam a formação de um corredor de umidade entre a Região Norte e o Sudeste, diversos cavados e a entrada constante de umidade do oceano para a costa.

    Região Sul

    No sul a condição é para chuva, que ocorre de maneira irregular, entre o Paraná e Santa Catarina. Na terça-feira (02) a chuva se espalha mais pelo estado gaúcho, e o tempo fica firme entre Santa Catarina e o Paraná.

    Região Sudeste

    No sudeste, tem previsão para altos acumulados em Minas Gerais. As áreas com maior condição de chuva são o centro, leste e norte do estado, o que inclui a capital Belo Horizonte. No Espírito Santo, o tempo vai ficar encoberto e chuvoso, as temperaturas também vão ficar mais baixas em todo o estado, incluindo Guarapari e Vitória. Entre segunda (01), e terça-feira (02) a previsão é de acumulados altíssimos em Vitória, com risco de deslizamentos, alagamentos e enchentes.

    Região Centro-Oeste

    No centro-oeste condição para chuva forte e volumosa em todas as áreas. No Distrito Federal as precipitações ocorreram com menor intensidade no fim de semana, e estão aumentando desde hoje, segunda-feira (01). No Mato Grosso do Sul as condições são para fortes temporais, porém, que acontecem de forma isolada ao longo do feriado.

    Região Nordeste

    No nordeste, a chance é de chuva fraca sobre o estado da Bahia, mas a condição ainda será de céu nublado e queda nas temperaturas. A chuva mais expressiva vai ficar concentrada no litoral sul do estado, região de Porto Seguro. A chuva também aumenta no cinturão conhecido como MATOPIBA, com previsão de acumulados muito elevados na terça-feira (02). Entre o Alagoas e o Ceará predomínio de tempo firme, com chuva muito fraca apenas nas áreas litorâneas.

    Região Norte

    No Norte, a combinação entre calor e umidade vai manter o tempo instável na região, ao longo de todo o feriado, com condição para pancadas de chuva com trovoadas as áreas. Temporais são esperados entre o Amazonas, Acre, Rondônia e sul do Pará nos próximos dias. A chuva vai se concentrar entre os períodos da tarde e da noite na maioria dos dias, e a sensação será de tempo abafado na região.

    TRÊS PONTAS

    O tempo durante o feriado de Finados em Três Pontas ficará assim:

    Sol, pancadas de chuva e trovoadas pela manhã. A tarde e a noite com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima ficará nos 16° e a máxima em 26°. Estão previstos até 20mm de chuva no município, pancadas fortes em alguns momentos. Os ventos chegarão a 12km/h. A umidade relativa do ar fica entre 43% e 96%. O sol, que deverá ficar escondido boa parte do dia, surgirá às 05h19 e se despedirá às 18h13.

    *Com informações do Clima Tempo

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  • Feriadão de 12 de Outubro será chuvoso em boa parte de Minas; veja previsão

    Feriadão de 12 de Outubro será chuvoso em boa parte de Minas; veja previsão

    Em Três Pontas Dia de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças será de chuva

    As famílias que planejaram um Dia das Crianças ao ar livre terão que repensar os planos. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o feriado prolongado será de chuva em boa parte do estado.

    Em Belo Horizonte, a chuva começou na sexta-feira (8/10) e só deve parar na terça-feira (12/10). A previsão para a capital mineira é de céu com muitas nuvens e chuva forte.

    A temperatura deve cair, com máxima de 17ºC e mínima de 13ºC na terça-feira. A máxima do feriado será sábado, com 25ºC.

    Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba

    O feriado prolongado será de calor intenso e chuva nas regiões. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o dia mais quente foi no domingo, com 34ºC. Nos dias seguintes, a temperatura cai um pouco, com 30ºC na segunda-feira (11/10) e 29ºC na terça. Já a umidade do ar na região pode ficar na casa dos 90%.

    Central e Centro-Oeste de Minas

    Os próximos dias também serão de chuva nas duas regiões. Na Região Central, a temperatura pode variar de 20ºC a 31ºC ao longo do feriadão. A previsão é de chuva até terça-feira.

    Vale do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce

    Em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, a previsão também é de chuva todos os dias até terça-feira. Com calor intenso, a temperatura começa a cair na terça e máxima pode ser de 20ºC.

    Noroeste  e Norte de Minas

    Na Região Noroeste do estado, mesmo com chuva prevista para os próximos dias, o calor segue intenso. Em Paracatu, a máxima é de 33ºC. No Norte de Minas, o clima também segue quente. Em Montes Claros, a previsão é de pancadas de chuva na segunda e terça-feira. A mínima na cidade é de 17ºC, na terça, com máxima de 26ºC.

    Zona da Mata e Sul de Minas

    Na Zona da Mata, a previsão é que o feriado seja chuvoso, com pancadas de chuva e tempestades em pontos isolados da região. Em Juiz de Fora, chove todos os dias. A mínima na cidade é de 12ºC. Em Varginha, no Sul de Minas, chove todos os dias e o calor dá trégua. Na terça-feira, a máxima é de 17ºC.

     

    Em Três Pontas

    Na cidade de Três Pontas o feriadão também será de chuva constante. Para hoje, segunda-feira, as temperaturas ficam entre 16° e 22°, com possibilidade de chuva em torno dos 90%. O clima é de tempo chuvoso durante o dia e também à noite. Estão previstos 20mm de chuva e ventos de até 18km/h.

    Para a terça-feira, feriado de Nossa Senhora Aparecida e também Dia das Crianças, as temperaturas ficam entre 15° e 24°, com possibilidade de chuva em torno dos 67%. O clima é de tempo com sol e com muitas nuvens. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Estão previstos 18mm de chuva e ventos de até 18km/h.

    Já no pós-feriado, na quarta-feira dia 13, as temperaturas ficam entre 17° e 26°, com possibilidade de chuva em torno dos 80%. O clima é de tempo com sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Estão previstos 5mm de chuva e ventos de até 16km/h.

    Três Pontas hoje.

    *Com Informações do EM

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