Categoria: Chuva

  • URGENTE: CHUVA E VENTOS FORTES CAUSAM PREJUÍZOS EM TRÊS PONTAS

    URGENTE: CHUVA E VENTOS FORTES CAUSAM PREJUÍZOS EM TRÊS PONTAS

    Casas destelhadas, muros e árvores no chão. Cenário de destruição se soma a inundação em vários pontos da cidade.

    A forte chuva que caiu em Três Pontas na tarde desta sexta-feira (5), embora tenha durado apenas alguns minutos de forma intensa, deixou um rastro de estragos e prejuízos por toda cidade. O Conexão Três Pontas recebeu uma série de fotos e vídeos enviados por seus leitores que afirmam se tratar de imagens que mostram o caos causado hoje no município pelo temporal.

    O forte temporal começou por volta das 14h30. O grande volume de chuva acompanhado por ventos fortes durou cerca de 15 minutos, mas foi o suficiente para trazer à tona um velho e conhecido o problema da Cidade de Três Pontas: os alagamentos.

    Sempre quando há uma forte chuva no município a região central, principalmente a Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso da cidade, sofre com as inundações por conta do transbordamento de seu córrego. Passaram-se vários prefeitos, anos e até décadas, mas até hoje, apesar de alguns esforços e promessas eleitorais, a solução ainda não saiu do papel. Moradores e comerciantes daquele trecho reclamam dos prejuízos e alguns deles, inclusive, acabaram se mudando diante da triste realidade e da falta de perspectiva de uma solução definitiva e a curto prazo.

    De acordo com servidores do SAAE, com quem conversamos, a chuva desta sexta-feira em Três Pontas atingiu os 80mm. “Às 15h20 nós fizemos a aferição e o pluvioômetro estava marcando 78mm”, informaram. O grande volume, muito acima do esperado para um único dia, causa danos na maioria das cidades brasileiras, já que além de mal projetadas em muitos casos, há ainda o crescimento desordenado e a falta de investimentos em infraestrutura. Com a pandemia e a situação econômica prejudicada, com os esforços em torno do combate ao coronavírus, outras demandas, embora importantes, acabam ficando para segundo plano.

    Ainda sobre os estragos do temporal de hoje, há relatos de quedas de árvores e de diversos muros, com registro de queda, inclusive sobre veículos, como mostram algumas fotos enviadas por leitores ao Conexão Três Pontas.

    Diversas casas também foram destelhadas parcialmente. Ruas e avenidas viraram rios, carros ficaram com água quase que na altura dos vidros, em torno de um metro.

    Apesar de todos os estragos e prejuízos materiais, não houve nenhum registro de pessoas feridas, pelo menos até o fechamento desta reportagem.

    O Conexão Três Pontas tentou contato com prefeito Marcelo Chaves Garcia e também com o secretário de transportes e obras Maquil dos Santos Pereira, mas ambos não atenderam nossas ligações.

    Nos colocamos à disposição da prefeitura municipal para que nos passe um balanço dos estragos provocados pela chuva hoje bem como as medidas que poderão ser tomadas para tentar evitar novos alagamentos e ainda se haverá qualquer tipo de auxílio aos moradores de baixa renda que tiveram suas casas afetadas.

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  • Chuva derruba árvores, invade casas e causa alagamentos em Varginha, MG

    Chuva derruba árvores, invade casas e causa alagamentos em Varginha, MG

    Segundo o Corpo de Bombeiros, mais de dez ocorrências foram registradas durante a chuva.

    A chuva que caiu durante a noite desta quinta-feira (14) e madrugada desta sexta-feira (15) causou muitos estragos em Varginha (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, mais de dez ocorrências foram registradas durante a chuva.

    Pelo menos três árvores caíram, uma delas sobre uma casa no Bairro Boa Vista. A outra caiu sobre um carro no Centro da cidade e a terceira caiu na rua. Ninguém ficou ferido.

    No Bairro Monte Serrat, um muro caiu por causa da quantidade de água na rua. A enchente também invadiu casas e deixou prejuízos materiais para pelo menos cinco famílias que foram atingidas pelas águas no bairro Bom Pastor, Corcetti, Vila Morais e Parque Industrial.

    A Avenida Plínio Salgado voltou a registrar alagamentos. Alguns motoristas ficaram ilhados. A sede do Sindicato dos Produtores Rurais amanheceu destelhada.

    O Corpo de Bombeiros informou que não houve pessoas feridas e ninguém ficou desalojado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Chuvas já causaram oito mortes em Minas Gerais desde outubro

    Chuvas já causaram oito mortes em Minas Gerais desde outubro

    Somente nos quatro primeiros dias do ano, foram seis mortes registradas em BH, Capitólio e Muriaé, de acordo com Defesa Civil

    Minas Gerais registra ao menos oito mortes causadas em decorrência das chuvas desde o início do período chuvoso, em outubro do ano passado. Apenas nos quatro primeiros dias de 2021, sete pessoas morreram afogadas ou devido a enxurradas ou soterramentos causados pelo excesso de chuvas.

    A Defesa Civil de Minas Gerais contabiliza, oficialmente, seis mortes em decorrência das chuvas, nas cidades de Belo Horizonte, Capitólio (3), Carmo do Rio Claro, Muriaé e Pedras de Maria da Cruz.

    Não entraram no balanço, ainda, a morte de uma mulher, que foi soterrada em sua própria casa em Muriaé, a 310 km de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira, e três mortes de pessoas atingidas por uma cabeça d’água em Capitólio, a 285 km da capital mineira. Neste último, foram três óbitos registrados, mas apenas um consta no boletim do órgão.

    Ainda segundo a Defesa Civil estadual, o período chuvoso ainda deixa um saldo de cinco pessoas feridas, 115 desabrigadas e 580 desalojadas.

    Confira os óbitos no período chuvoso em Minas Gerais:

    Outubro: 

    – Carmo do Rio Claro (1): um jovem de 22 anos foi atingido por um raio quando tentava empurrar o carro até um posto de gasolina.

    Novembro: 

    – Pedras de Maria da Cruz (1): um adolescente de 17 anos foi arrastado por uma enxurrada e caiu em um bueiro. O caso foi em 19 de novembro.

    Janeiro: 

    – Belo Horizonte (1): um adolescente foi arrastado por uma enxurrada no dia 2 de janeiro depois de tentar atravessar uma rua de bicicleta.
    – Capitólio (3): três pessoas morreram após uma cabeça-d’água atingir uma região de cachoeiras na cidade no dia 2 de janeiro.
    – Muriaé (2): um homem de 51 anos foi arrastado por uma enxurrada no dia 1º de janeiro e uma mulher foi soterrada dentro de casa após uma encosta ceder no dia 4 de janeiro.

    Fonte R7

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  • Como será o Clima no Brasil em dezembro de 2020? Fique por dentro!

    Como será o Clima no Brasil em dezembro de 2020? Fique por dentro!

    “A chuva mais frequente e volumosa deve acontecer no Sul de Minas…”

    O mês de novembro termina com muita instabilidade concentrada sobre a Região Sul. Como será o clima no Brasil em dezembro de 2020? Tecnicamente o mês de dezembro época de muita chuva por quase todo o país.

    Na climatologia, dezembro é o primeiro ou o segundo mês mais chuvoso na escala anual nos estados do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil. Também é época de chuva volumosa em áreas como Tocantins, o sul do Maranhão, o sul do Piauí e pelo interior da Bahia.

    A Região Sul, que não tem uma época definida de concentração de chuva, também costuma ter seus temporais no mês de dezembro.

    O fenômeno La Niña, que já atua moderado a forte no oceano Pacífico Equatorial, não terá uma influência marcante no padrão de chuva sobre o Brasil em dezembro de 2020.

    O solstício de verão no Hemisfério Sul será no dia 21 de dezembro de 2020 às 7h02, pelo horário de Brasília. O verão se encerra no dia 20 de março de 2021, às 6h38.

    Região Sudeste

    Expectativa é de chuva abaixo da média em grande parte do Sudeste em dezembro de 2020.

    É preciso lembrar que a média climatológica de chuva em dezembro na Região Sudeste já é bastante elevada, mas com expectativa de chuva irregular, de pancadas isoladas em várias regiões, muitas áreas vão terminar o mês com menos chuva do que a média climatológica..

    A chuva mais frequente e volumosa deve acontecer sobre São Paulo, no Sul de Minas, no Sul do Rio De Janeiro e na Zona da Mata Mineira. O Triângulo Mineiro tem um mês com chuva dentro da normalidade.

    Região Sul

    Dezembro de 2020 será marcado por muita chuva e temporais na Região Sul do Brasil, uma situação completamente diferente do que foi observado em quase todos os meses de 2020. O jato de baixo níveis (JBL) ficará direcionado para o Sul do país durante vários dias concentrando a umidade sobre a região.

    Região Centro-Oeste

    A concentração de umidade durante o mês de dezembro de 2020 será ao sul da Região. Assim, expectativa é de que a chuva seja mais frequente e volumosa sobre o estado de Mato Grosso do Sul e em áreas ao sul de Goiás.

    Nas outras áreas de Goiás, em Mato Grosso e no Distrito Federal, dezembro de 2020 deve ter menos chuva do que o normal. Isso se deve a irregularidade da chuva ao longo do mês, que deve ser marcado por pancadas e não por áreas de chuva persistentes e abrangentes.

    Região Nordeste

    Dezembro de 2020 vai trazer uma surpresa para algumas áreas do Nordeste do Brasil em relação à chuva.

    Depois de um novembro com bastante chuva, a região do interior da Bahia, o sul do Maranhão e sul do Piauí terão pouca chuva em dezembro de 2020. Por outro lado, a  faixa norte do Nordeste, entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte, que normalmente não tem muita chuva em dezembro, deve ter eventos de chuva frequente ao longo do mês.

    Região Norte

    De forma geral, a Região Norte do Brasil será única onde o padrão de chuva em dezembro de 2020 vai respeitar os efeitos esperados do fenômeno La Niña. O mês deve ter chuva acima da média em grande parte da Região..

    Vale destacar que o Tocantins deve ter menos chuva do que o normal o que é ruim para agricultura do Estado.

    Fonte Clima Tempo

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  • Chuva de granizo causa prejuízos em lavouras de café em Três Pontas

    Chuva de granizo causa prejuízos em lavouras de café em Três Pontas

    Vários produtores relataram que mais da metade da produção foi atingida e danificada.

    Mais uma vez o café se viu numa situação difícil diante da força da natureza. Chuva de granizo e ventos fortes causaram não apenas prejuízos às lavouras de café diretamente, mas também acabou destelhando algumas garagem e galpões. Diversos produtores de café do município de Três Pontas passaram a terça-feira (10) contabilizando os prejuízos causados pela chuva de granizo registrada na segunda-feira, dia 9.

    Danos maiores foram sentidos em cerca de 13 propriedades localizadas no entorno de Três Pontas, mais precisamente na estrada sentido a cidade de Nepomuceno, a aproximadamente 20 km de distância.

    Folhas e brotos de café foram queimados pelo gelo da chuva de granizo que ficou acumulado no solo.

    De acordo com o engenheiro agrônomo da Cocatrel, Eduardo Piedade Garcia, em entrevista ao portal G1, “2020 tem sido um ano muito difícil com muitas adversidades climáticas para a agricultura e especialmente a cafeicultura. Seca, temperatura acima da média histórica e agora chuva de granizo em algumas localidades. A primeira providência a ser tomada é uma avaliação de cada propriedade para que se apure o tamanho dos prejuízos e de que forma elas foram afetadas. E a partir daí tomar as providências necessárias”.

    Ainda conforme o engenheiro agrônomo a pulverização será necessária, o que representará custos adicionais ao produtor de café, com objetivo de proteger os machucados que foram causados nos ramos, folhas e frutos do café, sem contar os troncos que terão maior brotação.

    Segundo especialistas todos os danos causados na cafeicultura em 2020 até aqui, como a seca, o excesso de calor e as chuvas de granizo, já representaram um comprometimento, uma perda da lavoura do próximo ano.

    Foto EPTV

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  • Sobe para 60 o número de mortes provocadas pelas chuvas em MG

    Sobe para 60 o número de mortes provocadas pelas chuvas em MG

    Último óbito ocorreu em Caxambu no Sul do Estado. Quase 200 cidades estão em situação de emergência.

    Sessenta pessoas morreram por causa da chuva em Minas Gerais em menos de um mês, de acordo com a Defesa Civil estadual. Os registros aconteceram entre 24 de janeiro e esta quarta-feira (12).

    O último óbito confirmado foi de uma mulher que tentou buscar um tanque em uma casa interditada em Caxambu, no Sul de Minas.

    Uma mulher de 58 anos morreu soterrada no final da tarde desta terça-feira (11) no bairro Santa Tereza, em Caxambu (MG). Segundo a prefeitura, a mulher morreu enquanto tentava salvar um tanquinho de lavar roupas após a casa em que ela morava ter sido interditada.

    Segundo a prefeitura, quando a equipe da Defesa Civil saiu do local para buscar equipamentos, a moradora retornou à residência e aconteceu o deslizamento.

    A mulher ficou soterrada e não resistiu. O corpo de Sandra Regina Parede foi levado para o IML de São Lourenço.

    A cidade com mais mortes neste período foi Belo Horizonte. São 13 vítimas na capital mineira, 12 delas morreram em deslizamentos e desabamentos nos bairros Vila Bernadete, Região do Barreiro, e Jardim Alvorada, na Pampulha.

    Na Região Metropolitana as mortes aconteceram em:

    • Betim (6)
    • Contagem (2)
    • Esmeraldas (1)
    • Ibirité (5)
    • Nova Lima(1)
    • Sabará (1)

    As demais mortes ocorreram em 17 cidades do interior do estado (veja abaixo listagem com todas as mortes).

    Atualmente no estado, existem 26.299 desalojados e 7.581 desabrigados. Sessenta e oito pessoas ficaram feridas.

    Levando em consideração o início deste período chuvoso, desde outubro de 2019, são 71 mortes em Minas, conforme a Defesa Civil.

    Segundo a Defesa Civil, 196 cidades estão em situação de emergência em Minas. A medida vale por 180 dias e possibilita ações mais céleres para a recuperação dos estragos e auxílio à população. Todos os órgãos estaduais estão autorizados a atuar nos trabalhos sob coordenação da Defesa Civil de MG.

    Mortes por cidades desde 24/01

    • Alto Caparaó (4)
    • Alto Jequitibá (3)
    • Belo Horizonte (13)
    • Betim (6)
    • Carangola (1)
    • Caratinga (1)
    • Caxambu (1)
    • Conselheiro Lafaiete (1)
    • Contagem (2)
    • Divino (1)
    • Divinópolis (2)
    • Esmeraldas (1)
    • Ibirité (5)
    • Luisburgo (5)
    • Manhuaçu (1)
    • Nova Lima (1)
    • Olhos D’água (1)
    • Pedra Bonita (3)
    • Sabará (1)
    • Santa Margarida (1)
    • Santana Do Riacho (1)
    • Simonésia (3)
    • Tabuleiro (1)
    • Tocantins (1)

    Mortes de outubro de 2019 até 1º janeiro de 2020

    • Belo Horizonte (1)
    • Guapé (3)
    • Ibirité (1)
    • Januária (1)
    • Muriaé (1)
    • Santa Rita Do Sapucaí (1)
    • Sete Lagoas (2)
    • Viçosa (1)

    Fonte: G1

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  • Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Exclusivo: Moradora relata caos provocado pelas inundações da Avenida Oswaldo Cruz; Prefeitura responde

    Vários prefeitos já passaram e até hoje o problema não foi solucionado.

    As fortes chuvas dos últimos dias, principalmente da tarde desta terça-feira (11), provocaram muitos problemas na cidade de Três Pontas. Um velho conhecido voltou a dar as caras: a inundação de parte da Avenida Oswaldo Cruz, provocada pelo transbordamento do córrego que corta a principal via de acesso do município. Moradores, comerciantes e usuários da via relataram prejuízos e o caos por conta da fúria das águas sujas.

    Este é um problema antigo, de várias décadas, mas ainda sem solução. Nesta semana, o volume de chuvas foi tão grande que também houve pontos de alagamento em outros trechos da cidade.

    Não é de hoje que as inundações provocam o caos no entorno da Avenida Oswaldo Cruz. Há anos a história se repete!

    Leitores do Conexão e trespontanos que usam as redes sociais de uma forma geral publicaram fotos e vídeos mostrando aqueles minutos de forte chuva, que, segundo internautas, transformou a via em um rio. Houve muita cobrança por parte dos cidadãos, exigindo ação e explicações dos vereadores e também do atual prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Arquivo Conexão

    Tudo que está escrito até aqui foi publicado há exato 1 ano pelo Conexão Três Pontas. O mesmo texto, o mesmo enredo, os mesmos problemas e, infelizmente, a mesma falta de solução por parte das autoridades constituídas.

    Arquivo Conexão

    Nossa reportagem ouviu os relatos de uma moradora da Avenida Oswaldo Cruz que diz, entre outras coisas, “não aguentar mais essa situação”.

    Lúcia Assalin é doceira, tem 63 anos de idade e reside na região sempre muito atingida, a Avenida Oswaldo Cruz (esquina com a Travessa d’Aparecida), há 18 anos. Além dela, residem no imóvel, um irmão de 50 anos de idade e um filho de 26. Ela revelou sua indignação com o caos provocado pelas chuvas e pela falta de solução. Vários prefeitos já passaram e até hoje nenhuma solução foi encontrada. Acompanhe a entrevista:

    Conexão: Sempre acontece esse problema das inundações na Av. Oswaldo Cruz quando chove? Precisa chover forte ou basta chover algumas horas que já inunda o trecho? É assim mesmo?

    Lúcia: Sim. basta chover forte ou por algumas horas que a coisa fica feia. E nesse tempo que moro aqui já vi muita coisa errada a respeito das enchentes, até mesmo por parte da Prefeitura.

    Conexão: O que por exemplo?

    Lúcia: Olha, até que o Marcelo (Prefeito) já melhorou um pouco as coisas, pelo menos ele lava as ruas pra nós, coisa que outros prefeitos nunca fizeram. Só que ficam muitas pedras em cima dos bueiros aqui em frente à minha casa, Já tirei sacos e mais sacos de pedras que eles não tiram. Já esperei até uns três meses pra ver e nada. Se eu não limpar ninguém limpa. Já vi uma vez funcionários dá Prefeitura limpando, tirando os lixos na pá e jogando dentro do córrego! Você acha que isso vai adiantar alguma coisa?

    E eles ate já gozaram com a minha cara uma vez, eu filmei e eles disseram rindo: olha estamos sendo filmados…

    Conexão: Quais transtornos essa inundação provoca para os moradores, como você especificamente? Quais situações você já passou com a avenida alagada? A água chega a invadir sua casa?

    Lúcia: Entrar no meu jardim e garagem é normal. Acabamos gastando muita água, como nesses dias de chuva seguida temos que lavar os passeios todos os dias, é muito barro que desce.

    Conexão: Seus vizinhos também sofrem muito com essas inundações? O que eles relatam?

    Lúcia: Sim! Todos passam esses perrengues, como eu. Outros até mais, porque as bases das casas são mais baixas do que a minha e a água invade mesmo.

    Conexão: Que pedido você gostaria de fazer aos governantes da cidade neste momento?

    Lúcia: Quando mudei pra cá, não estava acostumada a ver isso e na época meu filho era pequeno, eu tinha pesadelos de medo dele, vindo da escola, atravessar a enchente Eu fico imaginando as mães de hoje, temos a escola Cônego José Maria e o Travessia, com muitas crianças e eu imagino se algum deles inventar de atravessar a Avenida, na hora da enchente. Essa inundação arrasta até veículos, já fez isso algumas vezes.

    Enquanto uma obra de estruturar a Avenida para suportar as chuvas não acontece e eu sei o quanto é difícil e cara essa obra, que nossas autoridades cuidem melhor da Avenida depois das enchentes, principalmente na limpeza e retirada de lixos. Que é outro problema aqui. Quem não tem lixeira alta tem que por os lixos na hora do caminhão passar. Se vem a enchente sai levando tudo que estiver pela frente.

    O que diz a Prefeitura

    Nossa reportagem também conversou na tarde de hoje com o Secretário Municipal de Transportes e Obras, Maquil dos Santos Silva Pereira. Ele disse que o tema continua gerando preocupação também na Prefeitura e que “as melhorias feitas pelos novos loteamentos, como o asfaltamento, têm ajudado também na questão das inundações da Avenida Oswaldo Cruz já que não deixam a água descer com toda fúria para o córrego”.

    Em fevereiro de 2019 o Secretário Maquil e o Prefeito Marcelo Chaves foram conferir de perto a inundação na cidade.

    “Eu tenho buscado a criação de um projeto realmente eficiente e que resolva o problema, para não ser apenas um paliativo que somente jogue dinheiro fora e não solucione de vez a questão. Pedi estudos para algumas empresas e estamos esperando as respostas. Recentemente fizemos mais uma limpeza dos córregos, principalmente na região do Posto Santa Terezinha. 

    Outra ação que fazemos é, quando há a previsão de muita chuva, nós abrimos a comporta do Vale do Sol para baixar o nível da água e assim, quando a chuva forte chega demora mais para encher o córrego. Estou tratando desse assunto em reunião com o Prefeito Marcelo Chaves”, declarou.

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  • “Fada Madrinha” emociona os militares do 24º BPM

    “Fada Madrinha” emociona os militares do 24º BPM

    Sua meiguice, carinho e desprendimento no auge de seus 80 anos, têm se tornado um luzeiro de farol nessa grande tempestade que todo o Estado tem vivido. Senhora de olhar terno, andar tranquilo e muita saudade no peito. É um exemplo de amor ao próximo e dedicação sem exigir nada em troca, como todos os doadores que, sem descansar, têm estado conosco, oferecendo o que tem no coração.

    “Por isso, Dona Edwiges, nós do 24° BPM nos espelhamos na doçura de suas palavras para bem servir e proteger sem nunca nos afastar de nossa origem e índole.Aprendemos que mesmo em meio à dor e a tristeza, se doar a alguém preenche nossa vida de sentido e amor. Queremos agradecer por seu exemplo, seu sorriso e olhar tão fraquinho e ao mesmo tempo tão profundo, pois consegue ver além da simples aparência”, destacou o Batalhão.

    “Por isso, quando a senhora chega com suas doações, conseguimos ver mais do que está nas mãos; vemos a face de Deus que se faz presente na sua doce presença. Estendemos nossos sinceros agradecimentos a todos que têm nos ajudado a amenizar a dor de quem perdeu tudo e precisa de força para recomeçar”, concluiu o órgão.

    Todos juntos por Minas Gerais.

    Autor: Assessoria de comunicação do 24º BPM

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  • Bolsonaro anuncia liberação de R$ 1 bilhão para Sudeste combater estragos da chuva

    Bolsonaro anuncia liberação de R$ 1 bilhão para Sudeste combater estragos da chuva

    O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), anunciou na tarde desta quinta-feira, a liberação de R$ 1 bilhão para toda Região Sudeste. A verba será destinada a municípios que sofrem com as fortes chuvas nos últimos dias, principalmente nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Bolsonaro anunciou a medida depois de sobrevoar seis cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, incluindo a capital mineira. Depois, o presidente se reuniu com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sete ministros, seis prefeitos, deputados e outras autoridades de nível municipal e estadual.

    “São dias difíceis para Minas Gerais, também para Espírito Santo e Rio de Janeiro. O Governo Federal se solidariza com os familiares das vítimas e se coloca ao lado do sofrimento do povo de Minas Gerais. Trouxemos sete ministros para cá, apresentar medidas do plano federal. Primeiro, cumprimentando nosso governador, que deu pronta resposta ao ocorrido. É um momento difícil do estado, dos municípios atingidos, e disponibilizamos então, hoje, R$ 1 bilhão para esta Região Sudeste, atingida”, disse, durante o pronunciamento que deu no Aeroporto de Confins, em BH.

    Na reunião desta quinta, Bolsonaro editou Medida Provisória que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 892 milhões, em favor do Ministério do Desenvolvimento Regional ao Sudeste. Soma-se ao montante do crédito extraordinário os valores já repassados pela pasta por meio de recursos ordinários, totalizando o valor citado pelo presidente.

    O ato assinado será publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira. No complemento do anúncio, Bolsonaro afirmou outras medidas federais, mas sem dar maiores detalhes.

    “Também, com os demais ministros, da Infraestrutura, vamos ajudar nas rodovias que estavam bloqueadas. A Caixa Econômica Federal também, com liberação do FGTS, a Saúde, bem como os demais ministérios. Estamos trabalhando ombro a ombro para buscar, então, mitigar os problemas ocorridos com essa catástrofe que aconteceu nos últimos dias”, completou.

    Desde a última semana, somente em Minas, 55 pessoas morreram em decorrência das catástrofes provocadas pela chuva, que escancara os problemas de planejamento urbano das cidades mineiras. No Espírito Santo, 10 pessoas morreram pelo mesmo motivo. No Rio, a chuva também castiga algumas regiões do estado, onde foram registradas pelo menos duas mortes.

    Fonte Estado de Minas

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  • Alerta Máximo: Chuva de granizo pode atingir diversas cidades mineiras; Sul de Minas está na rota segundo a Defesa Civil

    Alerta Máximo: Chuva de granizo pode atingir diversas cidades mineiras; Sul de Minas está na rota segundo a Defesa Civil

    FEVEREIRO TERÁ CHUVAS AINDA MAIS FORTES NO ESTADO

    Moradores de Minas Gerais devem ficar atentos e tomar os cuidados necessários para se protegerem da chuva. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) emitiu alertas na manhã desta quarta-feira (29), para a possibilidade de chuva intensa. A precipitação pode ser acompanhada de ventos fortes, raios e até granizo.  Os alertas valem para diferentes regiões de Minas Gerais, inclusive a Região Metropolitana de Belo Horizonte e o Sul do Estado.

    Municípios localizados nas regiões Central, Norte, Centro-Oeste, Noroeste, Sul, Alto Paranaíba Triângulo, Zona da Mata, Grande BH e Vale do Jequitinhonha podem ser atingidos por fortes tempestades. Coqueiral, Campo Belo e outras 7 cidades do Sul de Minas podem ser atingidas.

    Veja a relação das cidades:

    Itinga (Vale do Jequitinhonha)

    Virgem da Lapa (Vale do Jequitinhonha)

    Araçuaí (Vale do Jequitinhonha)

    Itaobim (Vale do Jequitinhonha)

    Medina (Vale do Jequitinhonha)

    Jequitinhonha (Vale do Jequitinhonha)

    Pedra Azul (Vale do Jequitinhonha)

    Almenara (Vale do Jequitinhonha)

    Águas Vermelhas (Vale do Jequitinhonha)

    Berilo (Vale do Jequitinhonha)

    Chapada do Norte (Vale do Jequitinhonha)

    Joaíma (Vale do Jequitinhonha)

    Divisópolis (Vale do Jequitinhonha)

    Ninheira (Norte)

    Ponto dos Volantes (Vale do Jequitinhonha)

    Francisco Badaró (Vale do Jequitinhonha)

    Minas Novas (Vale do Jequitinhonha)

    Caraí (Vale do Jequitinhonha)

    Padre Paraíso (Vale do Jequitinhonha)

    Jaboticatubas (Central)

    Baldim (Central)

    Taquaraçu de Minas (Central)

    Santana dos Montes (Central)

    Cristiano Otoni (Central)

    Caranaíba (Central)

    Carandaí (Central)

    Capela Nova (Central)

    Lamim (Central)

    Rio Espera (Central)

    Brasilândia de Minas (Noroeste)

    Pirapora (Norte)

    Engenheiro Navarro (Norte)

    Várzea da Palma (Norte)

    Coração de Jesus (Norte)

    Icaraí de Minas (Norte)

    São Romão (Norte)

    Catas Altas da Noruega (Central)

    Itaverava (Central)

    Jenipapo de Minas (Vale do Jequitinhonha)

    Ferros (Vale do Aço)

    Candeias (Centro-Oeste)

    Camacho (Centro-Oeste)

    Buritizeiro (Norte)

    Vargem Bonita (Central)

    São Roque de Minas (Centro-Oeste)

    Centralina (Triângulo)

    Bandeira (Vale do Jequitinhonha)

    Presidente Olegário (Alto Paranaíba)

    Tapiraí (Centro-Oeste)

    Bambuí (Centro-Oeste)

    Desterro de Melo (Zona da Mata)

    Santa Bárbara do Tugúrio (Zona da Mata)

    Mercês (Zona da Mata)

    Paiva (Zona da Mata)

    Barbacena (Campo das Vertentes)

    Rio Acima (Grande BH)

    Barão de Cocais (Central)

    Nova Era (Central)

    São Domingos do Prata (Vale do Aço)

    Divino (Zona da Mata)

    Vieiras (Zona da Mata)

    Barroso (Campo das Vertentes)

    Alvinópolis (Central)

    Antônio Dias (Vale do Aço)

    Coronel Fabriciano (Vale do Aço)

    Igarapé (Grande BH)

    Itatiaiuçu (Central)

    Mateus Leme (Grande BH)

    Pará de Minas (Centro-Oeste)

    Igaratinga (Centro-Oeste)

    Itapecerica (Centro-Oeste)

    Pedra do Indaiá (Centro-Oeste)

    Divinópolis (Centro-Oeste)

    Formiga (Centro-Oeste)

    Coqueiral (Sul)

    Andradas (Sul)

    Albertina (Sul)

    Ouro Fino (Sul)

    Jacutinga (Sul)

    Monte Sião (Sul)

    Bueno Brandão (Sul)

    Campo Belo (Sul)

    Monte Santo de Minas (Sul)

    Fevereiro Assustador

    A população de Minas Gerais deve se preparar para o retorno, ainda mais forte em fevereiro, do fenômeno meteorológico que causou, segundo o boletim mais recente da Defesa Civil Estadual, 52 mortes e a retirada de mais de 17 mil pessoas de suas casas nos últimos dias no Estado.

    A informação foi confirmada pelo professor e pesquisador em meteorologia Ruibran dos Reis. De acordo com ele, os sistemas meteorológicos já previam, há pelo menos seis meses, que a Zona de Convergência do Atlântico Sul, a ZCAS, ocorreria em Minas em janeiro e, com mais intensidade, em fevereiro de 2020.

    Essa estimativa, porém, não apresenta as regiões onde a precipitação será mais mais intensa. Um estudo mais específico só poderá ser feito uma semana antes da ocorrência do fenômeno. “Não sabemos ainda onde ele irá se posicionar. Em 2011, por exemplo, o mesmo fenômeno se posicionou na região serrana do Rio de Janeiro, causando tragédias”, relembrou.

    Para o especialista, a volta intensa da ZCAS pode ocorrer no Sul, Norte ou parte do Leste de Minas, pegando ainda parte de São Paulo. “A maior probabilidade é que não se repita aqui na Central e Zona da Mata, regiões onde ele já atuou. É muito difícil o sistema se repetir”, disse.

    “Vai chover em todo o Estado e ainda mais forte em fevereiro do que em janeiro. A princípio, vai ocorrer, mas não tem nada indicando que será na mesma região. A população fica com medo, mas a probabilidade de se formar no mesmo local é muito pequena. Normalmente, a ZCAS demora anos para se repetir no mesmo local”, afirmou. “Por isso, o mais importante é que a população se prepare e acompanhe as atualizações”, complementou.

    ZCAS 

    A Zona de Convergência do Atlântico Sul é um sistema meteorológico que transporta umidade da Amazônia até o Oceano Atlântico, próximo à costa da região Sudeste do país. O fenômeno funciona a partir da variação de pressões: de forma simplificada, a água amazônica é atraída até o litoral e, nesse caminho, ao passar pela zona de convergência da frente fria, precipita-se, causando fortes chuvas. Outros fatores podem intensificar o processo.

    Fonte O Tempo / Hoje em Dia / Defesa Civil

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  • Urgente: Chuva volta a castigar Belo Horizonte; 52 já morreram em Minas.

    Urgente: Chuva volta a castigar Belo Horizonte; 52 já morreram em Minas.

    Carros e ônibus ilhados. Parte do teto de Shopping cai durante temporal.

    A chuva forte que atinge Belo Horizonte na noite desta terça-feira (28) já causa estragos na capital mineira. No Bairro São Bento, Centro-Sul da cidade, carros e motos foram arrastados pela força da água na Rua Michel Jeha. Parte do teto do BH Shopping, localizado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, caiu durante a chuva.

    De acordo com a Defesa Civil, a precipitação muito forte já atingiu as regionais do Barreiro, Leste e Centro-Sul. Alagamentos são registrados em vários pontos da cidade, como, por exemplo, a Avenida Mário Werneck, no Buritis (Região Oeste).

    Além do São Bento, outra área da Região Centro-Sul que está alagada é o Bairro Anchieta. A Rua Vitório Marçola já foi tomada pela enchente.

    Avenida Tereza Cristina já foi bloqueada pelo risco alto de transbordamento dos córregos Ferrugem e Arrudas. O mesmo vale para a Avenida Prudente de Morais na esquina com a Rua Joaquim Murtinho por causa do risco de inundação provocado pelo alto nível do Córrego Leitão.

    A Defesa Civil pede que motoristas evitem a Tereza Cristina desde a Avenida Presidente Castelo Branco até o Anel Rodoviário por causa do risco de transbordamento do Arrudas. A mesma via deve ser evitada entre as ruas Campos Sales e  Fausto Alvim.

    Devido à situação do Ferrugem, a Defesa Civil alerta para que o cidadão evite as avenidas do Canal, Palestina, Sideral e Tereza Cristina.  

    Córrego Leitão também ameaça transbordar no Hipercentro de BH. O alerta vale para as ruas São Paulo – nos cruzamentos com a Avenida Bias Fortes, Rua Alvarenga Peixoto e Rua Bárbara Heliodora – e Mato Grosso, na esquina com a Rua dos Tamóios.

    Segundo a Defesa Civil de BH, ninguém ficou ferido até o momento na cidade. No entanto, vale lembrar que a capital mineira está em risco geológico até sexta-feira (31).

    Ou seja, imóveis em zonas de risco correm risco de desabar ou deslizar, o que pode ocasionar tragédias como as presenciadas na Vila Bernadete, no Barreiro, onde sete pessoas morreram, e no Bairro Jardim Alvorada, no Noroeste da cidade.

    Fonte Estado de Minas

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  • Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Em novo boletim divulgado, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) informou que o número de mortes pelas chuvas de quinta e sexta-feira em Minas Gerais pulou de 37 para 45. Outras 19 pessoas continuam desaparecidas.

    A maioria das mortes está concentrada na Grande BH: 14 em Belo Horizonte, seis em Betim, cinco em Ibirité e duas em Contagem.

    No interior, os óbitos estão concentrados em 10 municípios da Zona da Mata mineira: Alto Caparaó (três), Alto Jequitibá (três), Carangola, Divino, Luisburgo (duas), Manhuaçu, Pedra Bonita (duas), Santa Margarida, Tocantins e Simonésia (três).

    Ainda de acordo com o balanço da Defesa Civil estadual, 17.241 pessoas estão fora de suas casas em Minas: 13.887 desalojadas (6.767 na Grande BH e 7.120 no interior) e 3.354 desabrigadas (850 na RMBH e 2.504 no interior).

    Além disso, 12 pessoas ficaram feridas no estado – seis na Grande BH e outros seis no interior.

    Fonte Estado de Minas

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