Categoria: Colunistas

  • COMENTANDO… DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    COMENTANDO… DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    Hoje é um dia muito especial para todos nós brasileiros. Neste sábado, 7 de setembro, são comemorados os 197 anos da Proclamação da Independência do Brasil. E é preciso destacar, nesta data tão importante, as “duas independências” que o País celebra:

    A primeira delas, ocorreu no dia 07 de setembro de 1822.

    A Independência do Brasil é o feriado em que se celebra a emancipação brasileira do reino de Portugal.

    O Dia da Independência do Brasil se comemora no dia 7 de setembro de 1822, data que ficou conhecida pelo episódio do “Grito do Ipiranga”.

    A Independência do Brasil deu os primeiros passos às margens do riacho Ipiranga, hoje atual cidade de São Paulo. O Príncipe Regente Dom Pedro ordenou aos soldados que o acompanhavam que jogassem fora os símbolos portugueses que levavam nos uniformes.

    Em seguida, gritou “independência ou morte” e a partir desse momento, simbolicamente, o Brasil não era mais uma colônia de Portugal.

    A segunda delas ocorreu no dia 28 de outubro de 2018, quando Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

    Foram 16 anos de “petismo vermelho” no poder. Anos que começaram com muita esperança, afinal o filho de nordestinos, pobre, humilde, que era transportado em caminhões velhos chamados de “pau de arara”, o semianalfabeto chegava ao cargo máximo do poder nacional.

    Vieram os programas assistenciais que fizeram o povo acreditar na defesa de seus direitos, na valorização da classe trabalhadora e na inserção, daqueles que sempre foram esquecidos, à chamada classe média. Mas vieram os escândalos nunca vistos em proporção sistêmica. A economia rateando, a Petrobrás, orgulho dos brasileiros, quebrada e saqueada, muitas empresas fechando as portas, empresários dando, literalmente, tiro no ouvido, recessão, crise e uma operação da Polícia Federal inédita em nossa história. O sonho virou pesadelo. A presidente deposta e o chefão preso.

    O povo se mostrou cansado, descrente e com um desejo latente de mudança. Fizeram uma grande faxina. As últimas eleições mudaram muito. Embora alguns ‘tumores da política tupiniquim” ainda permaneçam crescendo no grande organismo chamado Brasil.

    Bolsonaro chegava com o discurso incisivo, duro e de promessa de uma revolução. A “segunda independência do Brasil” obteve a confirmação às 19h18, daquele 28 de outubro de 2018, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). Com 100% das seções apuradas, Bolsonaro recebeu 57.797.847 votos (55,13%) e Haddad, 47.040.906 (44,87%).

    Se o atual presidente fará ou não tudo que prometeu, se realmente libertará o país da corrupção, se vai devolver o “Brasil aos brasileiros”, resgatando a tão alardeada soberania (mesmo pecando muitas vezes no verbo, naquilo que fala e depois “desfala”), são outros quinhentos. Mas inegavelmente uma grande ruptura, uma grande mudança aconteceu.

    O país-continente descoberto em 1.500 está sob nova direção. E tomara que reencontre de fato o rumo, navegando em águas tranquilas e atracando num porto muito seguro…

    País sem ordem nunca terá progresso.

    Viva a liberdade, viva a independência!

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    Roger Campos

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  • COMENTANDO…  MAIS UM ACIDENTE NO CRUZAMENTO ENTRE AS RUAS JOAQUIM DE BRITO E ÍTALO TOMAGNINI EM TRÊS PONTAS

    COMENTANDO…  MAIS UM ACIDENTE NO CRUZAMENTO ENTRE AS RUAS JOAQUIM DE BRITO E ÍTALO TOMAGNINI EM TRÊS PONTAS

    Antes de falarmos de mais esse acidente é preciso esclarecer um posicionamento adotado pelo Conexão Três Pontas:

    “Nosso jornalismo decidiu não dar tanto ibope em acidentes “comuns”, infelizmente corriqueiros. Embora nos seja facultado o direito de cobertura de qualquer fato em via pública, respeitando limites éticos e a identidade das pessoas, numa cidade pequena como a nossa, qualquer cobertura jornalística – que é o nosso trabalho e de qualquer profissional da área – acaba gerando muita polêmica. Uns querem apenas se informar, outros adoram ver a “desgraça alheia” e há quem condene esse tipo de cobertura. Se cria inimizade muito facilmente porque as pessoas não entendem o trabalho da imprensa. É realmente pisar em ovos, andar em campo minado.
     
    Quando é com os outros todos querem ver, mas se envolve alguém da própria família aí muda de figura e somos intimidados, falam mal, fazem cara feita e por aí vai…
     
    Não somos do perfil que mostra pessoas machucadas, corpos, toda desgraça de um fato. Seguimos fielmente o Código de Ética do Jornalismo Profissional. Passamos a adotar cada vez mais uma linha editorial positiva, visando boas notícias e quando as ruins se tornam inevitáveis fazemos a cobertura com uma postura totalmente agregadora.
     
    Fotos, vídeos e até transmissões ao vivo mostrando pessoas mortas ou sendo assassinadas já foram ao ar por outros canais. Mas não é algo que faz parte do nosso trabalho. Se outros fazem, problema deles, não nosso! No Conexão isso nunca será publicado.”

    Mas hoje, mais um acidente consumado e que poderia ter tido sérias consequências, nos obrigou a voltar nesse tema: até quando os acidentes no cruzamento entre as Ruas Joaquim de Brito e Ítalo Tomagnini continuarão acontecendo? Alguma coisa ali tem que ser feita urgentemente!
     
    Vários registros ali já aconteceram. O problema é a falta de visão do motorista que desce pela Rua Joaquim de Brito. Muitos acabam avançando “um pouquinho além da conta” para enxergar se vem um carro na via transversal e aí já não dá mais tempo para evitar a colisão. Outros parecem não saber Regra de Preferência (Circulação e Conduta) e passam direto. Aí só rezando pra tentar aliviar…
     
    Hoje foi assim, Por volta das 15 horas, um Gol preto, placas de Três Pontas que descia pela Rua Joaquim de Brito e um Onix, também preto, igualmente de Três Pontas, acabaram batendo violentamente. Um deles acabou rodando com o impacto e ficando na posição contrária. Os envolvidos felizmente não se feriram gravemente.
     
    Uma mulher, aparentemente em estado de choque, foi imobilizada pelo resgate e levada ao PAM.
     
    A Polícia Militar esteve no local assim como o SAMU que fez o socorro das vítimas, levando-as ao Pronto Atendimento Municipal para a realização de exames, que são praxe nesses casos. Felizmente, pelas informações que apuramos, nada de mais grave ocorreu com os ocupantes dos automóveis.
     
    Alguém estava errado? Certamente que sim. Vi o vídeo de circuito interno. Como Instrutor de Trânsito credenciado ao Detran MG e também pelo Detran SP, tenho minhas conclusões mas não vou apontar erros ou culpados. Isso cabe à Polícia Militar. Não a mim!
     
    Esta publicação não visa apontar o dedo para nenhum dos envolvidos nesse acidente. Mas quer dar um grito e fazer um alerta para que URGENTEMENTE AS AUTORIDADES FAÇAM ALGUMA COISA NAQUELE TRECHO.
     
    Temos um secretário de Transportes e Obras muito competente e um Prefeito que tem buscado melhorias para a cidade. Peço que eles ouçam esse grito que não é só meu. Enquanto estava no local, várias pessoas me pediram para fazer um apelo às autoridades constituídas. Alguns motociclistas (vítimas mais sérias de acidentes em cruzamentos) também me pediram para falar sobre o tema.
     
    Não dá mais para esperar! Alguma providência tem que ser tomada. Um semáforo, redutor de velocidade, faixa elevada de pedestre, enfim… Tudo que venha num pacote que contenha campanhas educativas e mais fiscalização.
     
    E ainda tem quem seja contra a colocação de um radar na cidade. Tem que colocar em todos os locais que comprovadamente tenham índices elevados de acidentes e que podem provocar mortes. Indústria da multa só existe se muitos motoristas continuarem fazendo da via pública uma pista de corrida. Quem anda na lei não teme a polícia, fiscalização ou punição. Quem é contra as melhorias e a busca pela segurança certamente comete várias infrações e crimes no trânsito.
     
    O cruzamento das ruas Sete de Setembro e Afonso Pena era assim, muitos acidentes. Após a colocação de uma faixa elevada de pedestres os índices caíram drasticamente. Que se faça algo ali na Ítalo Tomagnini e na Joaquim de Brito urgentemente.

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    Roger Campos

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  • VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

    VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

    O habitat natural dos sonhos devem ser o terreiro da realidade. Sonhos pequenos camuflam os instintos naturais em reação às potencialidades dos grandes que incomodam a plateia existente.

    É junto com o formigueiro de gente, que diariamente percorrem a MARGINAL DO TIETÉ, em São Paulo, que devemos levar nossos sonhos, para a luta como o boia fria leva o almoço ao serviço.

    Enganam-se aqueles que acreditam que as quimeras devem ter sua gênese na cama. No conforto das cobertas, nossas utopias devem saltar, para o sereno das madrugadas, pois lugar ideal aos sonhos é dentro das verdades da logísticas grandiosas que nos aproximam dos horizontes traçados.

    As táticas e as estratégias de nosso empreendimento só locomovem, com a rotatividade das ações em permanentes transformações.

    Colocar qualquer projeto grandioso em ação, é como percebemos as grandezas dos elefantes em mata explorada pelo homem. Sonhos, com potencial tem a visibilidade dos elefantes pela plateia. Por isto, fica exposto às criticas e tiros destruidores de acabar com nossas utopias antes de colocarmos ações em evidencia. Mas, este é o risco que devemos correr  a reação natural das plateias aos grandes sonhos, principalmente, aos iniciantes é de censura e reprovação. Cabe  nós, donos dos sonhos, manusear as distanciam de nossas utopias, com a realidade, na destreza perfeitas dos animais selvagens que acredita na fertilidade explosiva de seus instintos naturais.

     

    Os sonhos, são quando o egoísmo encontra sua autenticidade. É um ato isolado e personalizado. Ignorar a plateia, quando nossas fantasias estão visíveis distantes da realidade é ser convicto timoneiro de seu próprio caminho.

    A distancia deve ser medida por atos de valentia épica cegando pela visibilidade da plateia. Os espaços devem ter a grandeza, onde nossas utopias possam desenvolver com desenvoltura de nossa ideia fixa.

    Se tiver alguns sonhos do tamanho dos elefantes, em uma mata descoberta, além de enfrentar as intempéries das quimeras tem que cegar, pelas criticas, de uma plateia extremamente observadora.

    Para você vacinar contra a visibilidade de seus sonhos pela plateia devem caminhar com passos seguros no chão, porém com olhos fixo as alturas das águias.

    Se acreditares, seguramente, nas realizações de suas utopias, não incomode definitivamente, com a visibilidade de seus sonhos pela plateia antes das realizações. Espere e confie em seus atos, pois a critica da plateia, antes da realização transformará em aplausos consistentes por ter caminhado, soberbamente, em tempo de desconfiança incomodativa.

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    JUAREZ ALVARENGA

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  • ENTRE A VERDADE E A FÉ por Nilson Lattari

    ENTRE A VERDADE E A FÉ por Nilson Lattari

    Fé é um sentimento onde se crê sem nunca ter ouvido, sem nunca ter falado, sem nunca ter visto: a Fé é cega. No entanto, a descoberta da Verdade é a sua procura, é o encontro com seus sentimentos, e, para uns, eles estão à flor da pele, ou escondidos sobre os escombros de interesses os mais mesquinhos. São dois momentos em que nos encontramos atualmente: a escolha entre a Fé e a Verdade.

    Colocar a Fé a serviço de alguém, de alguma instituição é, muitas vezes, a revelação de uma fraqueza, de uma entrega para outrem das atribuições que deveríamos tomar rédea, é se colocar em uma zona de conforto. Entregar-se a discursos radicais, desde que solucionem nossos problemas, levados por nossos interesses pessoais, é ter fé na solução que os outros nos apresentam, desde que seja para submeter aqueles que nós excluímos como indesejáveis, por serem pobres, pretos, sem famílias, sem estruturas, com deficiências mentais, físicas, ou simplesmente têm um coeficiente intelectual que não atendam aos interesses do mercado, ou não nos sirvam.

    A Fé é uma covardia, quando utilizada nos interesses do nosso conforto pessoal, e é por esse motivo que muitos aceitam as soluções vendidas por oportunistas, colocando os excluídos, e nesse instante, aqueles que escolhem seus estilos de viver gêneros, ocupações ou formas de viver. Entregar corações e mentes para discursos discriminatórios é, por isso, a covardia vestida de Fé.

    A Verdade, no entanto, exige coragem para dizer, para defender, para se autocriticar, corrigir rumos, exigir mudanças, é se expor, contrapor, mostrar, e dando a cara para receber críticas. Para ser verdadeiro é preciso ter coragem. Porque o discurso da imposição, do conservadorismo, e, explico, que conservadorismo é mais do que nunca deixar ficar desse jeito, e não mudar o jeito para eu ter que dividir, aceitar aquilo que me ofende, ou que me proporciona esconder o que sinto, e me transforme em uma pessoa “de bem”, é o mais fácil, porque não exige a procura, somente a espera de um salvador, mesmo que espúrio.

    O verdadeiro excluído é aquele que se exclui, que quer se mostrar como o correto, aquele que segue os ditames do bom comportamento, ou o que venha ser isto. E, para isso, tem que ter fé em alguém que faça e diga o discurso sujo onde se possa esconder as reais motivações. É claro que deva ser sempre alguém que possa ser descartado, e que o nome, o nome dos vivandeiros da fé não apareçam.

    A Verdade é o que nos liberta, que nos faz encarar nossos medos, viver com nossos diferentes, aceitar que somos diferentes em algum momento ou lugar dentro de nós mesmos.

    Procura a Verdade e ela vos libertará, mas não é a Fé que te salvará e sim os seus atos, incluindo suas atitudes, suas palavras, suas ações. O que serão atos da Verdade e os atos de Fé? O que o Mestre escolheu? A coragem ou a covardia?

     Nilson Lattari

     

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  • DICOTOMIA DA VIDA por JUAREZ ALVARENGA

    DICOTOMIA DA VIDA por JUAREZ ALVARENGA

             A vida é um palco onde o enredo é delineado pelas circunstancias existenciais.

             A peça humana  é homogênea, para todos os personagens. Ninguém sai ou entra na vida sem passar pelo batismo da alegria ou tristeza. Essa dicotomia sintetiza nossa validade terrena.

             Os picos existenciais, de lagrimas ou sorrisos, distanciam  do equilíbrio de banho maria, natural do cotidiano humano que fomenta as almas inquietas.

             Nos olhos humanos não existem secas, calamitosas e prolongadas, que restringe a diminuir as intensidades de nossas lagrimas atemporais existentes no decorrer de nossas vidas. Pelo contrario, em alguns olhos existem um mar volumoso e indomável instalado abundante potencial de lagrimas, não provocado pela natureza, mais uma pororoca intima implantada dentro do reservado, fórum interior, capaz de desencadear a qualquer momento, dentro do mundo humano movediço.

             O que de surreal existe é que as lagrimas são adubos naturais, em tênues raízes, que só fortalecerá pelos insumos provocativos dos sorrisos. No vale da alma, as lagrimas nos fortalecem, para quando alegria chegar se pulverize no sentido de apagar os rastros de dor, vindo da abundância água do mar. Instalado com o consentimento tácito do, construtor de tragédias, psíquicas tentado cegarem, para felicidade imediata do ciclo existencial.

             A vida na sua periferia é heterogênea e diferenciada, mas no seu núcleo duro, é instrumento de equidade e igualdade

             Acreditamos que os momentos de dor e alegria, ou seja, de lagrimas ou sorrisos, em qualquer existência humana, é plenamente igualitário.

             Se dentro da existência não existe igualdade real, Deus como principal construtor de destinos, traça para missão terrena, igualdades de lagrimas e sorrisos, independentemente, dos instrumentos dados a todos diferentemente.

             Se as águas do mar procuram seus olhos indefesos, para pulverizar lagrimas, liberte que na mesma intensidade e contrario existem ao seu redor sorrisos fáceis, instalados na clareza solar, que terá o poder mágico, de nos acordar para viver um dia totalmente original.

             Neste ciclo de lagrimas, e, sorrisos proporcionado pela existência tenha sobrevida dos peixes de habitat profundos, que a qualquer momento, será recompensado pelo sorriso natural e cativante de uma adolescente deputante no baile.

             Neste empate existencial, busque equilíbrio nas alturas das cordas da vida, fazendo acrobacias sem proteção por baixo.

             Que seja forte quando as lagrima lacrimejarem com sua dor,  que seja nobre e generoso se o sorriso instalar o seu eu profundo  com intensidade de quem está faminto de felicidade.  

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    JUAREZ ALVARENGA

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  • NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

             A vida é um mistério, onde colocamos nossos esforços para conquistar nossos sonhos.

    Aprendendo suas  regras, é necessário primeiro submeter à variabilidade excessiva de seus jogos.

    A pergunta que se faz é nascemos para quê?

    A primeira e primordial resposta é para sermos felizes.

    Agradeço a Deus por ter nascido na base da sociedade, por  termos uma visão panorâmica e verdadeira da vida inteira.

    Galgar o degrau da existência com ética, sabedoria e inteligência é necessário primeiro começar pelo primeiro degrau. É façanha logica e natural dos possuidores de garras.

    Sairmos da cama com motivação dos jogadores da seleção brasileira, no dia da final da copa do mundo, e, se sentir o predestinado a fazer o gol do titulo, deve ser a rotina dos verdadeiros vencedores no seio da vida.

    Ninguém nasceu para perder, todos nós nascemos, para conquistar a vida de nosso jeito. Os vencedores são ínfimos em relação ao número significativos de perdedores.

    Por isso, se deduz que o preço da  conquista é, excessivamente, caro não propenso a todos.

    No passado existiam famílias que deitava eternamente em berço esplêndido e a vida um fato consumado ao restante da população.

    Mas, nos dias de hoje, o sucesso passou a ser uma conquista e a derrota um antro de desanimo com filosofia de dinossauro.

    Nascemos, para lutar rusticamente dentro de um processo de evolução ilimitada. Apaixonar pelas adversidades e contornar com elegância, sepultando os problemas com soluções inteligentes.

    Nascemos para digladiar com a vida com sabedoria. Ser polido no enfrentamento e destemido com as grandezas dos problemas. Eles não podem ser mais poderosas do que nossas armas.

    Nascemos, para acordar de manhã, e sob a claridade solar, ver horizontes cada vez mais distantes, porém acelerando os passos na direção do seu termino.

    Nascemos, para apaixonar pela vida e pelos seus encantos, porém se em seus meandros houver adversidades, transpô-los como o cacique manda ordem com naturalidade, para seus índios.

    Nascemos para acreditar na alternância da vida, se ontem acordamos com problemas, hoje, com inteligência e sabedoria delatamos e famintos de felicidades, fabricamos nossa realidade convicta de saídas mirabolantes deste labirinto existencial.

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  • DENTRO DA NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    DENTRO DA NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    A noite é um espetáculo humano de luzes e paz. É o antro dos casais apaixonados.

    Nos arredores  da vida, existem acontecimentos que perpassam somente um ângulo privilegiado das estrelas brilhantes, que dos alto só vê espaços infinitos, para semear seus sonhos no firmamento noturno.

    Na noite, o homem mostra sua capacidade de diluir estrelas e traçar caminhos, sob o brilho das constelações divinas.

    O caminhar da noite é de menos obstáculos e  mais naturalidade espontânea, onde os passos noturnos exigem mais segurança, porém o atrevimento humano atinge o ápice da ousadia, da grandeza da caminhada.

    Acreditar que é sob a noite que temos uma visão panorâmica de nossos sonhos, é o que nos leva a desarmar nossos arsenais de ceticismo e substituir por motivações  de credenciais de necessidades  racionais.

    É dentro da noite, que os cães vira-latas percorrem as ruas solitárias no frio do inferno, procurando porções de alimentos deixadas pela sobras humanos nos lixos das casas fechadas. Nesta paisagem desumana vemos o outro lado  de cientistas compromissados com o silencio sábio procurando soluções grandiosas,  para a humanidade.

    Depois de muitos treinos, cientistas captam nos laboratórios cosmopolitas nas madrugadas, soluções quase magicas para o destino da humanidade. São lampejos, como aqueles do Neymar num jogo sonolento onde de repente, a genialidade mostra sua capacidade de improvisação  capaz de mudar a trajetória humana, num lampejo também humano.

    A mesma noite, em que o homem maltrata os cães vira-latas, pelos lares acontece que homens especiais, buscam soluções geniais para um novo destino humano. É na noite, onde os antros geniais penetram, com sua curiosidade e nos trás soluções quase magicas. A noite é para os gênios o deleite da contemplação, em busca de soluções diferenciadas.

    As noites são uns instrumentos de silencio sábios, realizações que nascem, sob os estalos mágicos de avanços gigantescos.

    A noite é o paraíso dos sábios, e neste paraíso é que  que a humanidade muda de patamar. Daí, sua soberba necessidade.

    É dentro da noite, que nasce às poesias grandiosas, planos mirabolantes e soluções geniais.

    Por isso, o homem precisa da noite, para interromper suas realidades defeituosas e traçar novos figurinos, para que antigos sonhos se mantenham e só seja destruídos com sua realização no entrar do sol escaldante. Realizando, com retumbantes utopias impulsionadas pela força da noite, que locomove toneladas de obstáculos diurnos estagnados pela monotonia cotidiana.

    É dentro da noite, que plantamos nossos alimentos reais que irão revigorar nossa realidade, com ações da força de um leão, na sua destemida luta para sobreviver.

    É dentro da noite, que as portas da magia os convidam para entrar e  só sairá dela fortalecido pelos instrumentos impulsionadores de gigantesca realidade, de até então estagnada, pela falta de força intima.

    É dentro da noite que chegamos à superfície do mar e colocamos nossa cabeça, para fora e avistamos com os olhos acasalar sonhos noturnos com realidades diurnas.       

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  • NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    A vida é um mistério, onde colocamos nossos esforços para conquistar nossos sonhos.

    Aprendendo suas  regras, é necessário primeiro submeter à variabilidade excessiva de seus jogos.

    A pergunta que se faz é nascemos para quê?

    A primeira e primordial resposta é para sermos felizes.

    Agradeço a Deus por ter nascido na base da sociedade, por  termos uma visão panorâmica e verdadeira da vida inteira.

    Galgar o degrau da existência com ética, sabedoria e inteligência é necessário primeiro começar pelo primeiro degrau. É façanha logica e natural dos possuidores de garras.

    Sairmos da cama com motivação dos jogadores da seleção brasileira, no dia da final da copa do mundo, e, se sentir o predestinado a fazer o gol do titulo, deve ser a rotina dos verdadeiros vencedores no seio da vida.

    Ninguém nasceu para perder, todos nós nascemos, para conquistar a vida de nosso jeito. Os vencedores são ínfimos em relação ao número significativos de perdedores.

    Por isso, se deduz que o preço da  conquista é, excessivamente, caro não propenso a todos.

    No passado existiam famílias que deitava eternamente em berço esplêndido e a vida um fato consumado ao restante da população.

    Mas, nos dias de hoje, o sucesso passou a ser uma conquista e a derrota um antro de desanimo com filosofia de dinossauro.

    Nascemos, para lutar rusticamente dentro de um processo de evolução ilimitada. Apaixonar pelas adversidades e contornar com elegância, sepultando os problemas com soluções inteligentes.

    Nascemos para digladiar com a vida com sabedoria. Ser polido no enfrentamento e destemido com as grandezas dos problemas. Eles não podem ser mais poderosas do que nossas armas.

    Nascemos, para acordar de manhã, e sob a claridade solar, ver horizontes cada vez mais distantes, porém acelerando os passos na direção do seu termino.

    Nascemos, para apaixonar pela vida e pelos seus encantos, porém se em seus meandros houver adversidades, transpô-los como o cacique manda ordem com naturalidade, para seus índios.

    Nascemos para acreditar na alternância da vida, se ontem acordamos com problemas, hoje, com inteligência e sabedoria delatamos e famintos de felicidades, fabricamos nossa realidade convicta de saídas mirabolantes deste labirinto existencial.

           

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  • COMENTANDO… ACIDENTES: A CULPA É DO CABRAL? A CULPA É DE QUEM?

    COMENTANDO… ACIDENTES: A CULPA É DO CABRAL? A CULPA É DE QUEM?

    De quem é a culpa quando nos deparamos, noticiamos, vivemos e choramos um acidente? É tão comum diante de uma tragédia no asfalto apontar o dedo e bradar: “essa pista é perigosa demais, essa rodovia mata muito, o governo tem que cuidar melhor das vias…”

    Afirmo que, pra mim, não existe pista muito perigosa e rodovia que mata. No tocante aos cuidados por parte do governo, claro que ele deve zelar sim, investir sim, realizar frequentes melhorias sim! Mas jogar o fardo do sangue escorrido no chão quente do trânsito nas autoridades (que hoje em dia, pelo menos 90%, não nos representam com o mínimo de dignidade) é tampar o sol com a peneira, é querer mascarar a realidade, desviar o foco e a verdadeira culpabilidade.

    Como instrutor de trânsito, há 14 anos, digo que é balela dizer que a Rodovia TP/Varginha é perigosa, que a TP/Santana é arriscada. Nenhuma Rodovia é perigosa em demasia. Ela está ali, parada, imóvel, inerte. O perigo está na IMPRUDÊNCIA dos humanos, do excesso de confiança, de bebida, de velocidade, de irresponsabilidade. Quem mata o homem é o próprio homem.

    Vamos aos fatos recentes:
    _ Aquele acidente trágico da semana passada em que duas motos bateram de frente e explodiram, matando os dois condutores. A culpa é da via? Não! Afirmo que alguém desrespeitou regras de segurança, excedeu velocidade, bebeu, colocou a sua vida e de outras pessoas em risco.

    _ Dias depois, no mesmo lugar (próximo à Charneca), entre Três Pontas e Santana da Vargem, outras duas motocicletas bateram. Felizmente ninguém morreu. Mas as autoridades relataram que, além do álcool no tanque dos veículos, havia álcool na corrente sanguínea dos envolvidos. Sério que alguém defenda que a culpa é do trecho, da via?

    _ No domingo uma violinista de Varginha, jovem, perdeu a vida na garupa de uma motocicleta guiada por um inabilitado. Bateram num poste e ela morreu. A culpa é do poste? Da via? Ou do irresponsável que conduzia veículo automotor sem habilitação contrariando o Código de Trânsito Brasileiro e cometendo crime de trânsito?

    _ Uma mulher de 56 anos morreu na manhã desta segunda-feira, após ser atropelada na avenida Minas Gerais, próximo ao Campus da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), em Varginha. O condutor do automóvel, recém formado em auto escola, estava na PPD (Permissão Para Dirigir), documento válido por 1 ano, antes da chegada da CNH definitiva. Aí alguém falará: “Más lá não tem calçada, acostamento, etc”. Concordo, deveria ter e deve ser cobrado! Mas se eu sou motorista (responsável pela segurança dos mais frágeis), dirijo numa via sem calçada, onde há pessoas na margem da pista de rolamento, EU DIMINUO A VELOCIDADE, ANDO DE FORMA RESPONSÁVEL, CONSCIENTE, BEM DEVAGAR!

    _ E o principal caso que, mais uma vez, quero recordar: No dia 17 de março, um irresponsável, um criminoso, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local. O casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. Num outro veículo, de 4 rodas, estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu na batida de frente. Todos os covardes, passageiros canalhas, fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo à entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra e feito uma conversão proibida, atingindo a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47.

    O autor desse assassinato, Ademir A. S. (embriagado e realizando conversão proibida) certamente gozará sua vida numa boa! Deveria mofar na cadeia! Tirou duas vidas inocentes por total irresponsabilidade. Esse rapaz assumiu SIM o risco de matar! Sendo assim, deveria ficar o resto da vida atrás das grades! Prisão perpétua nele!

    A culpa, senhoras e senhores, nessa tragédia, também não foi da via. Foi de um moleque que tirou sonhos, projetos, a companhia de pai e de mãe de filhos que agora estão órfãos!

    O problema está nas pessoas! E elas se sentem poderosas, protegidas, por leis falhas (piadas) que aumentam a impunidade e inflamam a descrença na justiça dos homens! Felizmente a de Deus não falha!

    Não adianta obras na via. O ser humano precisa de educação!!!

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • GULOSEIMAS E INFÂNCIA por Nilson Lattari

    GULOSEIMAS E INFÂNCIA por Nilson Lattari

    O garoto entrou na loja, praticamente puxando o pai pelo braço, e com o dedo em riste apontava para as bolas de vidro recheadas de balas, com invólucros coloridos. O pai, pacientemente, perguntava o preço ao vendedor e o menino se extasiava com a enxurrada de coloridos que encheram suas mãos.

    Balas e crianças combinam com perfeição. As balas são, talvez, aquelas que mais lembram a infância, a boca sedenta de açúcar sem importar com as advertências da mãe, quanto às cáries que tanto choro vai custar depois.

    Eu não fujo disso, tenho as minhas cáries, ainda, quem sabe, daqueles tempos em que os açúcares inundavam a minha boca também sedenta. Até hoje, ainda recorro a elas; sendo a minha preferência aquelas de iogurtes, oferecidas como brindes em restaurantes, bem baratinhas.

    Mas, a maior lembrança é do doce de abóbora, da mariola, da maria-mole, e do principal: as balas de tamarindo, envolvidas em um papel branco, como se não tivessem dono, fabricadas artesanalmente.

    Hoje, o doce de abóbora ainda se encontra, bem como da mariola, ou doce de goiabada, embaladas industrialmente. Seria por conta da higiene? Todos têm o mesmo tamanho, espessura, não lembrando aquelas que vinham em tamanhos disformes, e que os meus dedos iam apontando para as maiores, as de tamanho mais generosos.

    Havia também aquelas gelatinas coloridas, com pedaços de açúcar cristal espalhados, aquela coisa quadradinha, perfeita, ou então os doces de jujuba.

    Não sei se os nomes mariola, quebra-queixo, marias-moles, ou o doce de abóbora, que não tinha um nome específico, ainda são referidos dessa forma, ou, simplesmente, as crianças dizem: quero aquele doce, o pretinho, o cor de abóbora, a amarguinha do tamarindo. Apontam com o dedo e querem, e pronto.

    Esses doces são lembranças de um tempo antigo, satisfazer as crianças com as guloseimas faz parte de um pouco de infância que trazemos conosco.

    Os velhos balcões de madeira e vidro ao contrário do bem comportado pote de acrílico, as embalagens que envolvem os doces, protegendo-os de atores externos, visitantes noturnos das padarias.

    Os objetos de desejo, todos têm uma preferência, uma recordação da infância: damos um doce para quem quiser recordar.

     Nilson Lattari

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  • VAI ALUGAR UM IMÓVEL? CONFIRA ALGUMAS DICAS PARA EVITAR PROBLEMAS FUTUROS!

    VAI ALUGAR UM IMÓVEL? CONFIRA ALGUMAS DICAS PARA EVITAR PROBLEMAS FUTUROS!

    Morar de aluguel ainda é a realidade de muitos brasileiros. Em um país onde o sonho da casa própria faz parte da vida das pessoas, ainda existem aqueles que por opção moram em um imóvel alugado ou aqueles que realmente não possuem condições de adquirir a casa própria. Seja qual for o caso, é natural que na hora de assinar um contrato surjam inúmeras dúvidas sobre o que pode e o que não pode. Confira abaixo os principais cuidados que as partes devem ter antes de fechar um contrato de aluguel:

    1. Não alugue o primeiro imóvel que achar Precipitação não é bom em nenhum caso, nem mesmo na hora de alugar um imóvel. Pesquise muito em sites, ande na vizinhança do local onde deseja morar – ainda existem muitos proprietários que não colocam os anúncios na internet – ou também procure uma imobiliária e analise todas as opções que ela possui.

    2. Garantias Para proteger o locador ou mesmo o locatário na hora de alugar um imóvel, geralmente são pedidas garantias dessa locação. São elas as mais comuns:

    Fiador: Essa ainda é uma das formas de garantia mais conhecidas, embora não seja mais tanto utilizada. Nessa modalidade, um terceiro se responsabiliza obrigatoriamente perante o credor, ele é quem será cobrado em caso de inadimplência do contrato.

    Seguro Fiança: Menos comum, essa opção não é tão vista, embora esteja crescendo em novos contratos. Aqui o locador é representado por uma seguradora. Há um valor pago mensalmente e, em caso de inadimplência o dono do imóvel recebe os pagamentos através da seguradora, garantindo os valores da locação.

    Depósito: Com certeza você já ouviu falar desse tipo de garantia. Nessa modalidade, o locador adianta o equivalente a 2 ou 3 meses de aluguel assim que assina o contrato. O valor pode ser usado para garantir os últimos meses de aluguel, se o contratante resolver sair do local e avisar com antecedência e

    até mesmo pode ficar preso, caso haja avarias no imóvel no ato da devolução do mesmo.

    3. Condições do imóvel A lei do inquilinato é bem clara em relação ao estado de conservação do imóvel. Ela determina que o imóvel esteja em boas condições de uso para se viver. Isso significa que as peças sanitárias devem estar instaladas no imóvel, bem como as ligações de luz e água devem estar funcionando corretamente.

    Não podem existir infiltrações, vazamentos ou mofos que possam trazer risco de saúde ou vida para quem reside no local.

    4. Vistoria documentada Antes de entrar no imóvel, exija uma vistoria documentada com todos os detalhes do local. Essa vistoria desse ser realizada cômodo por cômodo e conter qualquer detalhe da locação, como janelas com dificuldade de abrir, azulejos rachados, pintura, estado de elétrica, hidráulica, entre outros.

    Uma boa vistoria deve até mesmo verificar possíveis problemas em relação a estrutura, analisando rachaduras e outros pontos do imóvel.

    5. Contrato Um contrato de locação bem feito evita problemas futuros para o locador e para o locatário. Procure sempre um advogado para lhe orientar e redigir o contrato. Preste muito a atenção ao contrato assinado na hora de locar um imóvel. Leia à respeito da lei do inquilinato e não aceite cláusulas abusivas.

    Entre os principais itens do documento, deve ser mencionado o prazo total da locação, o prazo mínimo, o valor do aluguel, o endereço do imóvel, regras para desistência do aluguel antes do prazo estipulado, taxas para fins de reajustes, que só pode ocorrer uma vez no ano e de acordo com o índice estipulado em contrato, quem deve arcar com os impostos, multas em caso de descumprimento, dentre várias outras cláusulas.

    6. Saída do imóvel O momento da entrega das chaves tem sido motivo de muita discussão entre inquilinos e proprietárias/imobiliárias. Isso porque são aplicadas regras abusivas para os inquilinos. Um grande exemplo é a exigência em relação a pintura. Os proprietários costumam exigir marca e cor, porém essa exigência não pode ser feita.

    Em relação as contas geradas durante a moradia, todas devem ser quitadas. E o imóvel deve ser entregue nas mesmas condições em que foi alugado, a fim de que possa ser alugado novamente sem grandes problemas ou perda de tempo.

    7. Direitos e deveres É claro que existe a necessidade de garantir seus direitos, mas a Lei 8.245 do ano de 1991, mais conhecida como lei do inquilinato, não fala apenas sobre os direitos dos inquilinos, mas também dos seus deveres.

    Portanto, uma das dicas imprescindíveis é que o inquilino leia um pouco mais sobre as regras que deve seguir e o que exatamente essa lei diz em relação as suas obrigações.

    Entre as obrigações de quem aluga um imóvel está mantê-lo em ordem e cuidar do local como se fosse de sua propriedade, além de devolvê-lo nas mesmas condições que o recebeu.

    MARCELL VOLTANI DUARTE

    OAB/MG 169.197

    (35) 9 9181-6005

    (35) 3265-4107

    RUA BENTO DE BRITO, 155, CENTRO

    TRÊS PONTAS-MG

    Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Presidente da Comissão da OAB Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Município de Três Pontas/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.

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  • RELÍQUIA  DA  CASA  ANTIGA por JUAREZ ALVARENGA

    RELÍQUIA  DA  CASA  ANTIGA por JUAREZ ALVARENGA

            Como em todos os lares, pudemos vivenciar, ao longo de nossas vidas, momentos felizes, assim como os tristes, mas de qualquer forma, a presença de nossos pais tornava a vida um fardo mais leve e alegre.

            Vagando no tempo e no espaço, podemos recordar nossos primeiros madrugais, nossos primeiros sonhos, nossas saídas, e, a certeza da volta, para um lar pobre, mas decente e abençoado por Deus. Como era bom aqueles tempos, como é bom saber que eles existiram.

            Nas madrugadas, junto de meus irmãos, fazíamos reuniões inocentes e intermináveis, trocando vivências e buscando o conforto na experiência individual, na certeza de que o futuro nos aguardava, o que nos levava a viver um presente solidificado no amor fraterno e na obediência aos ensinamentos de nossos pais.

            O corredor de nossa casa, dentro das devidas proporções, parecia a Rua Augusta, em época de Natal, visto a agitação dos amigos e o constante ir e vir, na busca do melhor caminho.

            Éramos, na verdade, uma fábrica de sonhos, que se transformava em uma família fraterna e paternal, cujo ponto central, acontecia no almoço em dia de domingo.

            Naqueles tempos, assistíamos o seriado “Bonanza”, que marcou profundamente, nossas vidas, assim como de todas as crianças e adolescentes.

            Hoje, o mundo mudou, a realidade é outra, assim como nossos sonhos e nossas esperanças são outras, mas de qualquer forma o saudosismo permaneceu.

    PERCEBEMOS QUE A CAÇA DOS SONHOS É MELHOR DO QUE A PRESA DA REALIDADE DOMADA.

            Nosso pai, em outros tempos, dirigiu caminhão, mas o que realmente sabia fazer, e o fazia como ninguém, era dirigir a família, hoje em outra dimensão, nos deixou como maior presente e herança a estrada de nossas vidas toda asfaltada pela felicidade e certeza de que chegaremos aos nossos destinos.

            Pensamos, sinceramente, que somos mais uma família, mas uma família do Brasil que deu certo, que galga, com paciência, os degraus da existência, que tenta atingir o alvo maior, que centraliza e se concretiza no amor, na fé e na esperança.

            Se de um lado, a vida é uma continuidade evolutiva, de outro, envolvidos que estamos, nesse processo de crescimento vivencial, entendemos que nossos pais foram fundamentais neste crescimento, embora tenham partido para a eternidade, ficarão eternamente em nossos corações, domesticados que estão pela gratidão infinita.

            PELO QUE SE VÊ LEITOR NÃO TENHO MOTIVO PARA APAGAR O PASSADO, APESAR DE VISLUMBRAR UM FUTURO IGUAL.

     

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    JUAREZ ALVARENGA

    ADVOGADO E ESCRITOR

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

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