Categoria: Crime

  • 3 criminosos são presos na Operação Faroeste deflagrada em Três Pontas e mais 3 cidades

    3 criminosos são presos na Operação Faroeste deflagrada em Três Pontas e mais 3 cidades

    Quadrilha era responsável por 95% dos furtos e roubos em propriedades rurais no último ano.

    Uma mega operação da Polícia Civil de Minas Gerais contra roubos e furtos em propriedades rurais no Sul do estado ocorreu na manhã de hoje (09) em quatro cidades da região, dentre elas Três Pontas. Três pessoas foram presas.

    A Delegacia da Polícia Civil de Três Pontas foi usada como base da operação que ocorreu em Varginha, Boa Esperança, Nova Resende e Três Pontas. Também na sede da mesma delegacia uma coletiva de imprensa realizada no fim da manhã de hoje, dia 9, trouxe mais informações sobre os resultados da Operação Faroeste.

    Um trabalho detalhado da Polícia Civil, envolvendo diversos homens, começou a desmantelar na manhã de hoje uma quadrilha especializada em roubos e furtos em propriedades rurais no sul de Minas Gerais. Como saldo preliminar, três pessoas foram presas e um quarto mandado de prisão segue em aberto com um elemento foragido.

    A Operação Faroeste está vivendo a sua terceira fase, tendo sido iniciada toda investigação há cerca de um ano. De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha investigada e parcialmente presa seria responsável por cerca de 95% dos furtos e roubos em propriedades rurais da região no último ano, agindo em aproximadamente 8 cidades.

    Além das prisões foram apreendidos maquinários, materiais e armas. Ainda conforme a PC a quadrilha causou um prejuízo estimado em cerca de R$ 800.000,00 para proprietários de diversas localidades rurais. As vítimas tiveram cafés, maquinários e implementos agrícolas furtados ou até mesmo roubados.

    Investigador Gustavo Felipe Domingos Campos.

    De acordo com o inspetor da polícia civil Gustavo Felipe Domingos Campos esta operação recebeu o nome de “faroeste” por conta do modus operandi, da forma como a quadrilha atuava criminalmente contra as propriedades rurais.

    “Esses elementos agiam sempre portando armas de fogo, todos encapuzados e usando sempre de violência. Em algumas situações o uso da violência é claro como numa ocasião em que os moradores da residência foram algemados e colocados num cômodo do local. E diante de todo esse clima de terror que eles causavam nas vítimas nós intitulamos a operação como faroeste”, revelou.

    Ao todo 16 pessoas faziam parte dessa quadrilha que começou a ser desmontada agora.

    Hierarquia do Crime

    A quadrilha demonstra ser especializada, agindo de forma meticulosa e extremamente organizada, onde 4 bandidos são os líderes e os demais dividem-se em várias funções como os executores, que são aqueles que vão nas fazendas cometer os crimes, os receptadores que adquirem os objetos furtados ou roubados para revenda, os informantes, fundamentais no repasse de informações sobre o movimento nas fazendas e locais que se tornavam alvos da quadrilha, e, por fim, os transportadores. Conforme a Polícia Civil eram dois receptadores, um especializado na receptação de cafés furtados ou roubados, que eram posteriormente levados para Varginha, e outro receptador especializado em máquinas agrícolas e implementos que eram levados para Nova Resende.

    Um fato que chamou a atenção dos policiais na investigação é que um dos acusados tinha uma quantidade de café em seu nome em uma cooperativa do Sul de Minas num volume muito acima do que seria produzido em sua lavoura (o que representaria algo em torno dos R$150.000,00). Isso chamou a atenção dos policiais que passaram a acompanhar toda a movimentação desse indivíduo até que a operação fosse deflagrada hoje.

    Os três elementos presos serão levados para o presídio de Elói Mendes.

    Ao todo 60 policiais da polícia civil participaram da operação faroeste em sua fase 3.

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  • Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Rompimento de barragem da mineradora na cidade da Região Central de Minas matou 259 pessoas em janeiro de 2019

    governo de Minas fechou nesta quinta-feira (04/02) um acordo de R$ 37,68 bilhões com a mineradora Vale por conta da tragédia em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. À época, uma barragem de rejeitos minerais se rompeu e matou 259 pessoas, além de deixar outras 11 desaparecidas e causar danos socioeconômicos, estruturais e ambientais.

    O valor foi possível após diversas reuniões e audiências no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), local onde o martelo foi batido nesta quinta. O governo trata o acordo como o maior da história do estado.

    Os entendimentos ocorreram por meio de duas ações do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e uma do Estado. O trato não contabiliza ações penais, danos desconhecidos e direitos individuais.

    Segundo apurou o Estado de Minas, o governo pretende aplicar o dinheiro do acordo na reforma de dois hospitais administrados pelo Estado em Belo Horizonte: o de Pronto-Socorro João XXIII e o Eduardo de Menezes.

    Ainda na área da saúde, a ideia da gestão do governador mineiro Romeu Zema (Novo) é investir na construção de cinco hospitais regionais para atender, sobretudo, as cidades mais atingidas pela catástrofe de 2019.

    Há, ainda, planejamento em prol de melhorias na Fundação Ezequiel Dias (Funed), localizada no Bairro Gameleira, Reigão Oeste de BH. O governo também quer sustentar a construção do Rodoanel, na Região Metropolitana da capital mineira.

    Outra obra prevista é a reforma das escolas estaduais das 28 cidades atingidas pela contaminação do Rio Paraopeba. Além do auxílio às famílias prejudicadas pelo rompimento da barragem.

    O recurso ainda poderá servir para garantir a segurança hídrica da Região Metropolitana de BH. Nos planos, também, a compra de helicópteros para as forças de segurança do Estado.

    Presenças

    A oficialização do acordo teve, além de representantes da Vale e do governador Zema, a presença do Procurador-geral da República, Augusto Aras. A reunião foi conduzida pelo desembargador Gilson Soares Lemes, presidente do TJMG. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Mauri Torres, também participou, fora outras autoridades.

    Zema ressaltou que órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Assembleia Legislativa vão acompanhar a aplicação dos recursos.

    “A população de Brumadinho e os representados foram escutados exaustivamente. Temos de lembrar que, numa situação como essa, existem pessoas à procura de holofotes, que não representam, efetivamente, os atingidos”, disse.

    “As obras serão executadas o mais rapidamente possível, em prol do povo mineiro“, assegurou o governador.

    Atingidos protestam

    Nas imediações do TJMG, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) protestou contra os termos do acordo, classificado como “injusto” por eles. “Vale e Estado fazem acordo injusto e violam direitos dos atingidos” e “Vale criminosa: dois anos de impunidade e violação de direitos”, diziam algumas das faixas levadas pelo grupo.

    Fonte EM

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  • Caso Pavesi: Justiça condena dois médicos a 25 anos de prisão; um é absolvido

    Caso Pavesi: Justiça condena dois médicos a 25 anos de prisão; um é absolvido

    Sentença foi divulgada na manhã deste sábado (30), após quase 20 horas de julgamento. Caso aconteceu há mais de 20 anos em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Condenados não poderão recorrer em liberdade.

    A Justiça condenou dois dos três médicos que estavam em julgamento, acusados pela morte do menino Paulo Veronesi Pavesi, em abril de 2000, em Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. O julgamento, que começou nesta quinta-feira (28), foi retomado na manhã desta sexta-feira (29) e só terminou na madrugada deste sábado (30).

    José Luis Gomes da Silva e José Luis Bonfitto foram condenados a 25 anos de prisão e não poderão recorrer em liberdade. Já Marco Alexandre Pacheco da Fonseca foi absolvido pelo júri. O pai da vítima estava presente no momento da leitura da sentença.

    De acordo com a Justiça, os médicos que foram julgados fizeram o atendimento à criança na emergência. O primeiro dia foi marcado pelo depoimento do pai da vítima, em plenário, e outros 12 depoimentos foram gravados e transmitidos por vídeo.

    Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o outro médico acusado que ainda não foi julgado, lvaro Ianhez, teve o processo desmembrado por causa de um recurso que ainda não foi julgado.

    O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados. Na época, uma associação de médicos da cidade fez uma campanha publicitária para anunciar a “inocência dos médicos”, o que, conforme o MP, comprometia a integridade do júri.

    Depoimento do pai

    Conforme divulgado pelo TJMG, Paulo Airton Pavesi, pai da criança, afirmou que doaria os órgãos do menino, caso houvesse morte cerebral. A decisão foi compartilhada com os médicos depois que soube da piora do estado de saúde do filho.

    O homem ainda contou que presenteou os médicos com placas de metal pelos cuidados prestados ao filho pelos profissionais. Mas descobriu o crime após analisar a conta do hospital, que listava tratamentos incompatíveis com o estado de saúde da criança.

    Ainda de acordo com o TJMG, Paulo Airton informou que os procedimentos realizados no hospital visavam manter a saúde dos órgãos para doação irregular, e uma exumação posterior constatou a retirada de órgãos que ele não tinha autorizado.

    O pai do menino ainda contou que as denúncias que foram feitas a partir do caso motivaram a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), em Brasília, e que sofreu perseguições que o fizeram se refugiar na Itália.

    Interrogatórios

    Os médicos foram questionados sobre as condições em que a criança chegou ao hospital, os tratamentos a que foi submetida e momento da constatação da morte cerebral. Além disso, José Luis Gomes da Silva e José Luis Bonfitto disseram que o próprio pai foi quem sugeriu a doação de órgãos e que, antes disso, fizeram todo o possível para salvar o menino.

    Caso Pavesi

    O caso Pavesi teve como início o ano 2000, quando os médicos José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado de Paulo Veronesi Pavesi, que na época tinha 10 anos.

    Conforme a Justiça, os quatro médicos teriam sido responsáveis por procedimentos incorretos na morte e remoção de órgãos do garoto, após ele cair de uma altura de 10 metros no prédio onde morava. O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos.

    Na decisão que marcou a data do julgamento, o ministro Ribeiro Dantas explicou que não há controvérsia a respeito dos fatos denunciados e reconhecidos na sentença que foi anulada pelo TJMG, pois, tanto para o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) quanto para as instâncias ordinárias, os médicos removeram os órgãos da vítima, causando-lhe dolosamente a morte como consequência.

    Os quatro negam qualquer irregularidade, tanto nos exames, quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido. O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados.

    O júri popular desses quatro médicos aconteceria no dia 6 de abril de 2016 em Belo Horizonte, mas foi suspenso.

    Sentença anulada de outros três médicos envolvidos

    Outros três médicos acusados de participação no caso, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, chegaram a ser condenados em 1ª instância em 2014 por participação no caso, mas a sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais em maio de 2016 e o processo retornou para Poços de Caldas.

    Os três médicos foram condenados em janeiro de 2014 a penas que variam de 14 a 18 anos de prisão em regime fechado por participação no caso. Eles não foram a júri popular.

    Os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes chegaram a ficar presos por 30 dias e ganharam na Justiça o direito de recorrer da sentença em liberdade. Já Sérgio Poli Gaspar ficou foragido por um mês e após se entregar passou apenas um dia preso. Ele também poderia recorrer em liberdade.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • OLHO POR OLHO: Suposto ‘tarado do Imbiruçu’ é morto a pauladas e pedradas em Betim

    OLHO POR OLHO: Suposto ‘tarado do Imbiruçu’ é morto a pauladas e pedradas em Betim

    Homem suspeito de perseguir mulheres foi encontrado morto na noite dessa segunda-feira (25/1)

    Um homem de 40 anos foi espancado até a morte na noite dessa segunda-feira (25/1) em Betim, na Grande BH. A ocorrência foi registrada na Rua Itaporã, Bairro Imbiruçu. Segundo a Polícia Militar, ele é suspeito de perseguir mulheres na região.

    De acordo com os militares, que foram acionados por denúncia anônima por volta de 23h de segunda, a vítima foi encontrada no chão, próximo ao Parque Ecológico Jardim Perla.

    A perícia concluiu que o óbito foi provocado por agressões com pedaços de paublocos de concreto e objetos condundentes. As lesões se concentravam na cabeça e nas nádegas.

    O homem usava aparelho nos dentes, vestia uma camiseta verde, além de uma bermuda azul. Em um dos bolsos, a PM afirma ter achado um pino de cocaína. Populares disseram aos agentes que a vítima assediava e seguia mulheres nas redondezas do Imbiruçu. Não há pistas dos suspeitos do crime.

    O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte, no Bairro Gameleira, Região Oeste da capital.

    Fonte EM

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  • PLANTÃO POLICIAL: Ações bem sucedidas da Polícia Militar em Três Pontas nos últimos dias

    PLANTÃO POLICIAL: Ações bem sucedidas da Polícia Militar em Três Pontas nos últimos dias

    A Polícia Militar de Minas Gerais, considerada uma das melhores do Brasil, tem usado com frequência as plataformas digitais e, principalmente, o seu site oficial para divulgar as ações em todo estado. Da mesma forma o 24º Batalhão da Polícia Militar sediado em Varginha, que congrega diversas cidades, incluindo Três Pontas, também tem postado diariamente as principais ocorrências em nosso município e no Sul de Minas (https://www.policiamilitar.mg.gov.br/portal-pm/24bpm/principal.action). Todo conteúdo é de responsabilidade da própria PM. Acompanhe as principais ocorrências:

    MENORES FORAM APREENDIDOS PELA PM APÓS VERIFICAÇÃO DE DENÚNCIA

    Nesse sábado (23) às 21h em Três Pontas, a Polícia Militar em patrulhamento pela Praça São Cristovão, bairro Aristides Vieira, ao verificar diversas denúncias sobre tráfico de drogas no local, realizado por 02 menores, onde muitos usuários permanecem fazendo uso de drogas, se deparou com os denunciados, sendo que ambos estão com 16 anos e na abordagem, foi encontrada com um deles a quantia de R$ 7,00, com o outro, R$ 30,00 e próximo a eles 08 buchas de maconha.

    Os militares foram até as casas dos menores, e com a autorização de seus responsáveis legais, foram realizadas as devidas buscas, sendo encontrado na primeira casa, na Rua Sebastião Xavier de Brito, bairro Aristides Vieira, 18 buchas de maconha, embaladas para a venda e na outra casa, à Rua Italo Duarte, bairro Jardim das Oliveiras, 04 tabletes de maconha, 01 bucha de tamanho maior da mesma droga e 15 micro tubos de cocaína.

    Foi dada voz de apreensão aos menores, os quais foram conduzidos, juntamente com o material arrecadado e seus responsáveis legais, para devidas providências na delegacia de plantão.

    PM PRENDE AUTOR DE ROUBO NUMA RÁPIDA RESPOSTA

    Nesse sábado (23) às 03h30min, a PM foi acionada na Rua Paraíba pela vítima de 20 anos, relatando que trafegava em sua bicicleta pela via quando no cruzamento com a Rua Espírito Santo, foi abordado pelo autor de 27 anos que lhe perguntou o horário e ao usar o aparelho celular, foi surpreendido por ele que de posse de uma faca, anunciou o roubo, levando o referido aparelho e a bicicleta.

    Com informação da vítima sobre a autoria do crime, as equipes policiais iniciaram intenso rastreamento vindo a avistar o autor na Rua Alagoas, que ao ver a viatura, abandonou a bicicleta e entrou na casa de sua mãe, que franqueou a entrada onde o autor foi preso.

    Durante a busca pessoal foi encontrado com ele a arma branca usada no crime e 08 pedras de crack.

    Autor e vítima foram levados pra a delegacia de plantão para devidas providências.

    ABORDAGEM POLICIAL TERMINA COM PRISÃO DE AUTOR E APREENSÃO DE DROGAS

    A Polícia Militar durante patrulhamento, no último dia 20, se deparou com o cidadão de 18 anos, já conhecido no meio policial por envolvimento com tráfico de drogas no bairro Catumbi em Três Pontas/MG. Ao perceber a presença policial, outro indivíduo que se encontrava com ele deixou o local rapidamente não sendo possível sua abordagem.

    Ao abordar o indivíduo de 18 anos, a equipe policial localizou consigo um plástico com maconha, R$ 20,00 e um aparelho celular.

    Na casa do autor, localizada na Rua da República, bairro Catumbi, depois de franqueada a entrada, foram localizados um invólucro plástico contendo 11 buchas de maconha embaladas e prontas para a venda, 06 tabletes maiores da mesma droga e 05 micro tubos de cocaína.

    O autor foi preso e junto com o material apreendido, foi levado para a delegacia de Polícia Civil, onde o flagrante foi ratificado.

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  • Manaus: Empresário é preso por esconder oxigênio para vender mais caro

    Manaus: Empresário é preso por esconder oxigênio para vender mais caro

    Enquanto pessoas morriam asfixiados por falta de oxigênio na cidade amazonense, empresário teria escondido cilindros para lucrar mais.

    Um empresário de 38 anos foi preso em Manaus por, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), reter cilindros de oxigênio para especulação — quando se guarda um produto apostando na sua valorização em uma venda futura. A cidade amazonense enfrenta um colapso na saúde por falta de oxigênio, que é essencial para pacientes graves com a covid-19.

    De acordo com o secretário de Segurança, Coronel Louismar Bonates, os cilindros estavam em um caminhão, que foi encontrado após uma denúncia anônima. O veículo estava distante da empresa. No veículo, foram encontrados 33 cilindros, sendo que 26 possuíam oxigênio.

    Na delegacia, o empresário alegou que tirou os cilindros da própria empresa por ficar com medo de que a população invadisse o local em busca do material e, por isso, decidiu tirá-lo do local, de acordo com o delegado Bruno Fraga.

    “Ele informou também que os cilindros haviam sido envasados na quarta-feira (13/01). Os materiais apreendidos foram encaminhados na noite desta quinta-feira para unidades hospitalares de Manaus”, complementou o delegado. Os cilindros foram escoltados até os hospitais pela Polícia Civil.

    Fonte Correio Braziliense

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  • MOTOCICLETA FURTADA É LOCALIZADA PELA PM E MENOR APREENDIDO EM TRÊS PONTAS

    MOTOCICLETA FURTADA É LOCALIZADA PELA PM E MENOR APREENDIDO EM TRÊS PONTAS

    Às 08hs30min dessa terça-feira (05), durante operação pela Rua Amazonas, bairro Santa Inês em Três Pontas, a Polícia Militar se deparou com uma motocicleta cor preta, sem placa de identificação e ao se aproximar do veículo, seu condutor desobedeceu ordem de parada e tentou fugir em alta velocidade. Contudo, ao realizar conversão na Rua Espírito Santo, perdeu o controle direcional.

    O menor infrator de 17 anos que ainda desobedeceu ordem para busca pessoal, foi apreendido e a motocicleta foi removida ao pátio credenciado pois após consulta no sistema informatizado, foi constatado se tratar de uma Honda/CG 125 FAN, cor preta de Santana da Vargem/MG, produto de furto ocorrido no Centro de Santana da Vargem/MG no dia 1º de janeiro, conforme registro próprio.

    O menor infrator acompanhado de seu responsável foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil para demais providências.

    Fonte Polícia Militar

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  • ACUSADO DE HOMICÍDIO SE ENTREGA À POLÍCIA CIVIL DE TRÊS PONTAS

    ACUSADO DE HOMICÍDIO SE ENTREGA À POLÍCIA CIVIL DE TRÊS PONTAS

    Popularmente conhecido como “Zé da Titi” estava foragido desde que um homem foi baleado e morto no centro de Três Pontas, em plena luz do dia.

    O pipoqueiro “Zé da Titi”, como é popularmente conhecido na cidade de Três Pontas, se entregou à Polícia Civil na manhã desta terça-feira (24). Ele era considerado foragido desde que um crime de homicídio foi cometido na Rua Ítalo Tomagnini, no centro da cidade, em plena luz do dia. Nossa reportagem conversou com o Investigador Gustavo Felipe Campos que deu detalhes sobre a investigação e a prisão do acusado de 69 anos de idade.

    O Crime

    Um homem foi baleado na Rua Ítalo Tomagnini, no centro de Três Pontas, na manhã da última quinta-feira (19). A vítima não resistiu ao ferimento e morreu no local. A Polícia Militar foi acionada para realizar as primeiras investigações. Uma ambulância do SAMU esteve no local e levou o rapaz ao Pronto Atendimento Municipal onde o médico plantonista constatou a morte.

    Peritos da Polícia Civil estiveram no local.

    A vítima, popularmente chamada de “Pakinha”, tinha 43 anos de idade. A primeira linha de investigação dava conta de que “Zé da Titi” e “Pakinha” já estavam se desentendendo há algum tempo e que se encontraram nas proximidades da Igreja Matriz onde uma nossa discussão teria começado e terminado com dois disparos de arma de fogo, sendo que um deles atingiu a vítima na cabeça.

    Acusado se Entrega

    Desde a manhã do dia 19 de novembro a Polícia Civil, segundo o Investigador Gustavo Felipe Campos, vinha realizando diversas diligências no sentido de tentar localizar o acusado de ter atirado contra Pakinha. “Nós fizemos diversas buscas, em vários lugares. Todos os policiais, os profissionais da nossa Delegacia da Polícia Civil de Três Pontas estiveram envolvidos. E ontem, segunda-feira, fomos até uma região conhecida como Ponte do Tito. Ele estava lá, mas ao ver nossa chegada acabou fugindo”, destacou.

    Ainda conforme o Investigador, a Polícia Civil acreditava que Zé da Titi se entregaria mais cedo ou mais tarde. “Nossa esperança era de que ele se entregasse. Primeiro por não ser um criminoso contumaz e segundo pela idade avançada, quase 70 anos. Quando nossa equipe chegou na região da Ponte do Tito verificamos que ele realmente esteve escondido ali, numa casa abandonada”, emendou Gustavo Campos.

    O acusado se apresentou por volta das 09h30 da manhã desta terça-feira (24) na sede da Delegacia da Polícia Civil, na Praça Tristão Nogueira, em Três Pontas. Ele estava acompanhado por três advogados, todos de Três Pontas.

    Contra ele já havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Ele prestou depoimento e na sequência foi encaminhado até o Pronto Socorro Municipal onde foi feito o exame de corpo delito. Ele foi transferido para o Presídio da cidade de Bom Sucesso, que está recebendo os presos durante a pandemia de coronavírus. Após 15 dias, segundo Gustavo Campos, ele será transferido para o Presídio de Três Pontas, onde deverá aguardar o julgamento.

    Defesa

    Conforme a defesa do acusado, ele estaria sendo agredido frequentemente pela vítima, tendo já registrado boletins de ocorrência contra Pakinha. Há informações não oficiais de que um envolvimento afetivo com uma mulher poderia ter gerado as discussões entre os dois. Zé da Titi teria dito em seu depoimento que estava armado justamente por estar sendo ameaçado e agredido pelo rapaz de 43 anos e que, com relação aos dois disparos feitos de uma arma calibre 38 (foto), teria dado um primeiro tiro para o alto para espantar Pakinha, mas que ele teria insistido com as ameaças. Sobre o disparo que atingiu a vítima de forma fatal, o acusado disse não lembrar o que aconteceu.

    Ainda conforme a Polícia Civil, a arma do crime estava escondida num terreno na Avenida Oswaldo Cruz, caminho feito por Zé da Titi durante sua fuga após o crime. Ele teria dito que havia perdido a arma de fogo, mas não contava com o trabalho eficiente da PC que localizou o revólver.

    A reconstituição do crime deve ocorrer nos próximos dias, já que o inquérito está adiantado segundo a Polícia Civil.

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  • RACISMO: Homem negro é espancado e morto por segurança e PM em Carrefour de Porto Alegre

    RACISMO: Homem negro é espancado e morto por segurança e PM em Carrefour de Porto Alegre

    O cliente de 40 anos foi espancado e não resistiu aos ferimentos. Caso aconteceu no Carrefour do bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre

    Na noite de quinta-feira (19/11), um homem negro foi espancado e morto por um segurança e um policial militar temporário na porta de uma unidade do supermercado Carrefour, no bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre. Em um vídeo que circula nas redes sociais, um dos homens segura a vítima e o outro desfere murros. A vítima grita enquanto recebe os socos. Ao fundo, uma pessoa grita: “Vamos chamar a Brigada (Militar)”. Uma mulher, aparentemente uniformizada, observa de perto, segurando um celular.

    A vítima, João Alberto Silveira Freitas, tinha 40 anos e, segundo o delegado Leandro Bodoia, plantonista da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa, teria se desentendido com os funcionários enquanto passava as compras no caixa. Testemunhas disseram que Beto, como os amigos o chamavam, fez “gestos agressivos” dentro do supermercado, no entanto, “não foi nada muito grave”, conta o delegado. Os seguranças conduziram João para fora da loja, onde a briga começou na porta, enquanto a esposa dele finalizava a compra dentro do estabelecimento. Testemunhas disseram que ela acabou assistindo ao marido ser morto.

    Segundo uma testemunha, vizinho de João Alberto, as pessoas pediam para que as agressões parassem, mas isso não aconteceu. “Não pararam. A gente gritava ‘tão matando o cara’, mas continuaram até ele parar de respirar”, contou.

    Uma ambulância do Samu foi chamada e tentou reanimar João, mas ele não resistiu. Os suspeitos foram presos em flagrante. O PM temporário que participou do crime estaria no local como cliente. O delegado afirma, ainda, que nenhuma arma foi usada. Uma perícia foi realizada no supermercado no fim da noite de quinta-feira. A polícia vai analisar as imagens das câmeras de segurança e colher depoimentos. A mulher que acompanhou de perto o crime, segurando um celular para, aparentemente filmar a cena, foi identificada e será ouvida.

    Em nota, o Grupo Carrefour lamentou a morte de João Alberto e disse que “adotará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos”. Informou que vai romper o contrato com a empresa responsável pela segurança e que o funcionário que estava no comando da loja durante o crime “será desligado”. O grupo disse que entrará em contato com a família da vítima para “dar o suporte necessário” e que a loja será fechada em respeito. A Brigada Militar também se manifestou, informando que prendeu os dois agressores e ressaltando que o PM temporário não estava trabalhando no momento do crime.

    No fim da manhã desta sexta-feira (20/11), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), se pronunciou afirmando que o caso será apurado. O caso, que ocorreu na véspera do Dia Nacional da Consciência Negra, causou revolta em todo o país.

    “Revoltante”

    Em nota enviada ao Correio Braziliense, o Instituto Luís Gama — organização não governamental que luta pela garantia dos direitos da população negra no país — afirmou que é lamentável que, no dia em que o Brasil se dedica às reflexões sobre a temática racial, a principal notícia seja a de mais um homem negro brutalmente assassinado.

    Fonte Correio Braziliense

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  • CONEXÃO URGENTE: HOMEM É BALEADO E MORTO EM PLENA LUZ DO DIA NO CENTRO DE TRÊS PONTAS

    CONEXÃO URGENTE: HOMEM É BALEADO E MORTO EM PLENA LUZ DO DIA NO CENTRO DE TRÊS PONTAS

    Um homem foi baleado na rua Italo Tomagnini, no centro de Três Pontas, na manhã desta quinta-feira (19). A vítima, ainda não identificada oficialmente, não resistiu ao ferimento e morreu no local.

    A Polícia Militar foi acionada para realizar as primeiras investigações. Uma ambulância do SAMU esteve no local e recolheu o corpo.

    No momento peritos da Polícia Civil estão no local. Há ainda muita informação desencontrada.

    Até o momento não há uma confirmação da autoria do crime e nem de sua motivação. O Conexão Três Pontas está apurando o fato junto as autoridades e trará mais informações a qualquer instante.

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  • LADRÃO “TRAPALHÃO” FURTA CASA DE IDOSOS, ESQUECE CELULAR E ACABA PRESO EM TRÊS PONTAS

    LADRÃO “TRAPALHÃO” FURTA CASA DE IDOSOS, ESQUECE CELULAR E ACABA PRESO EM TRÊS PONTAS

    Um casal de idosos foi vítima de um furto em Três Pontas, de acordo com a Polícia Militar. O ladrão teria entrado na residência do casal e levado cerca de R$ 7.000,00 em dinheiro.

    Assim que os idosos retornaram para casa perceberam que haviam sido vítimas de algum criminoso e acionaram a PM.

    A própria Polícia Militar, enquanto fazia uma verredura no imóvel, se surpreendeu ao encontrar um aparelho celular (que não pertencia aos idosos) destravado e com uma página de um perfil do facebook aberta.

    Com o esquecimento do aparelho por parte do ladrão “trapalhão foi fácil identificar o suspeito do furto que, mais tarde, acabou sendo preso pelos militares no bairro Santa Inês.

    Ele foi preso e levado para a Delegacia.

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  • Médico é preso em Minas após atacar trabalhador: ‘Saia daqui, seu preto!’

    Médico é preso em Minas após atacar trabalhador: ‘Saia daqui, seu preto!’

    Um médico de 53 anos que atua em Governador Valadares foi preso na quarta-feira (30) por ter cometido o crime de injúria racial contra um trabalhador de uma obra da prefeitura local. Ao ser interpelado pelo encarregado, o médico bradou: “saia daqui, seu preto!”

    O médico passava pela calçada da Ilha dos Araújos, local onde pessoas fazem caminhadas, viu a obra e foi se informar sobre o andamento dos trabalhos.

    Segundo relatos dos policiais militares que registraram a ocorrência, o médico interpelou de forma ríspida um grupo de trabalhadores, perguntando quando a obra seria concluída. Disse que sempre passava no trecho em obras e não entendia porque estava demorando tanto a conclusão da obra. Ainda acrescentou que nunca via os homens trabalhando.

    Nesse ponto da conversa, um trabalhador tentou explicar ao médico o que estava sendo feito na obra. Os policiais relataram que o trabalhador afirmou que o médico se dirigiu a ele e disse: “saia daqui, seu preto, não entra na conversa, não!”

    A Polícia Militar foi chamada ao local e o médico negou as acusações. Disse, segundo o relato dos policiais, que apenas perguntou quem estava pagando os salários deles. Mas como algumas testemunhas do ato de injúria racial se mantiveram firmes na acusação, os policiais levaram o médico para a Delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado pela delegada Lilian de Cales.

    A delegada ouviu o médico e as testemunhas do ato injurioso e afirmou que não teve dúvidas em autuar o médico por injúria qualificada, conforme determina o parágrafo terceiro do art. 140 do Código Penal, que considera crime a injúria com utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. A pena de reclusão varia de 1 a 3 anos e multa.

    Seguindo os procedimentos legais, a delegada arbitrou uma fiança para o médico pagar e ter o direito de responder o processo em liberdade, mas ele se recusou a pagar. Com a recusa, a delegada Lilian determinou que o médico fosse levado para o presídio, onde ficará até o dia da audiência de custódia na justiça.

    Fonte EM

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